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ANO II Nº 04 JUN/19

Sindiposto INFORME

Informativo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás

Consciência tributária Resultado de uma parceria entre Sindiposto, CDL Jovem e Sicoob/Lojicred, Dia Livre de Impostos chega à 13ª edição com participação de cinco postos da Capital vendendo gasolina com 42% de desconto Entrevista: Cristiane Schmidt, secretária da Economia de Goiás pág. 8

Sindiposto sedia Café Seguro pág. 12

Novas empresas movimentam setor de distribuição pág. 21


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Informe Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás 12ª Avenida, nº 302, Setor Leste Universitário CEP.: 74.603-020 – Goiânia-GO www.sindiposto.com.br Telefax: (62) 3218-1100 Celular: (62) 98244-0086 e-mail: sindiposto@sindiposto.com.br DIRETORIA Presidente: Márcio Martins de Castro Andrade 1º Vice-Presidente: Carlos Villela Neto 2º Vice-presidente: Lorenzo Baiocchi Pucci 1º Diretor de Patrimônio e Financeiro: Maurício Ribeiro Batista 2º Diretor de Patrimônio e Financeiro: João José Gonçalves da Silva 1º Secretário: Elson Justiniano Alves 2º Secretário: Alex Magalhães da Silva Diretor Social: Nestor José Lemos Diretor de Rodovia: João Paulo Cavalcanti Nogueira Suplentes da Diretoria: - Régis Silva Manata Júnior - Fernando Siqueira dos Santos - Marco Aurélio Batista Resende Conselho Fiscal: - José Eduardo Cury Gabriel Filho - Luiz Roberto Ribeiro Batista - Luís Alexandre Alvarenga Suplente do Conselho Fiscal: - Wagner Donizeti Villela - Clésio Mendonça Borges - Aluísio Ferreira Coelho Coordenador: Nayron Cintra Assessora Administrativa: Letticia Alves e Silva Auxiliar Administrativa: Tuanny Bueno de Almeida Departamento Comercial: Alline Vieira Cintra Chagas Secretária Ana Aratuska Sampaio Cassiano Corpo Jurídico: Dr. Hélio França de Almeida Dra. Krissiane Gomes Bernardo Dr. Nayron Cintra Dra. Verônica Gomes Acácio Consultoria/Assessoria Contábil: Jocenildo Alves Maciel Edição e Redação: Dalton Costa Diagramação: Thales Moraes Tiragem: 1.000 exemplares Periodicidade: bimestral Impressão: Gráfica Art3 Obs.: O Informativo Sindiposto não se responsabiliza pela qualidade e/ou conteúdo dos anúncios, serviços prestados, assim como, dos informes publicitários veiculados.

Informação é estratégica O Informe Sindiposto mais uma vez cumpre seu papel estratégico de informar sobre as ações desenvolvidas pelo sindicato em favor de seus associados e de antecipar decisões governamentais e tendências de mercado que afetam diretamente a atividade da revenda de combustíveis em Goiás. A entrevista desta edição é com a secretária da Economia de Goiás, Cristiane Shmidt, que trata sobre as prioridades da pasta que reuniu as secretarias da Fazenda e do Planejamento no governo de Ronaldo Caiado. Ela afirma que o foco de sua gestão será a realização de um grande ajuste fiscal no Estado. Segundo a secretária, o combate às irregularidades no setor de combustíveis será uma prioridade de sua pasta visando combater a concorrência desleal de empresários que atuam de forma ilícita, prejudicando o mercado como um todo. A matéria de capa informa sobre o Dia Live de Impostos, uma ação realizada pelo Sindiposto em parceria com a CDL Jovem e com o Sicoob/Lojicred em Goiânia, no dia 30 de maio, em que cinco postos da capital venderam gasolina comum com desconto de 42%. A iniciativa visou mostrar aos consumidores o impacto da carga de impostos sobre o preço dos combustíveis e chamar a atenção para a urgência da reforma tributária no país. Outra notícia informa

sobre as vantagens do investimento em geração de energia solar para a revenda, uma forma de reduzir custos da operação. E ainda a vantagem competitiva que as lojas de conveniências representam para a revenda. Esta edição traz ainda notícia importante sobre as ameaças enfrentadas pelo RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis, por causa da proposta de verticalização do setor de combustíveis que está sendo estudada pelo governo. Aborda também as mudanças no mercado provocadas pela entrada de grandes empresas multinacionais no setor de distribuição. O Sindiposto tem buscado oferecer informações aos associados das mais diversas maneiras, usando também ferramentas como as redes sociais, cursos, palestras e eventos, como o curso de Gestor de Pista com Análise de Combustíveis ou o Café Seguro, realizados na sede do sindicato, este último em parceria com o TRT 18ª Região, e que constam desta edição . Entendemos que informar-se é um modo de aproveitar oportunidades e evitar problemas para os negócios. Torcemos para que a leitura do Informe Sindiposto contribua nesse sentido. Márcio Andrade Presidente do Sindiposto


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NOVOS ASSOCIADOS

Informe do Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

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Política de preços de combustíveis pode ter alteração No final do mês de março, a direção da Petrobras alertou investidores sobre a possibilidade de a política de preços dos combustíveis ser alterada novamente no futuro. No formulário 20-F arquivado na Securities and Exchange Commission (SEC - a comissão de valores mobi-

liários dos EUA), a empresa afirma que não há garantia de manutenção do atual modelo de condução dos negócios, com a adoção da paridade internacional. “Não podemos garantir que nossa política de preços não vai mudar no futuro. Em períodos anteriores, nem sempre ajustamos nossos

preços para refletir o mercado internacional e a volatilidade do câmbio”, afirma a empresa, no trecho do documento no qual apresenta os riscos aos quais está submetida. A Petrobras acrescentou ainda que a sua “política de preços pode variar de acordo com a vontade do gover-

no brasileiro, o acionista controlador”. Por isso, no futuro, é possível que os preços da gasolina e do óleo diesel passem a não acompanhar mais as oscilações externas, o que, de acordo com a companhia, poderia gerar prejuízos aos negócios, com efeitos nas operações e finanças.

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NOTAS

Informe Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

Sucesso em dobro

Revisão da TCFA em pauta

Foi um sucesso de público a segunda edição do curso Gestor de Pista com Análise de Combustíveis, promovido pelo Sindiposto nos dias 16 e 17 de abril. Realizado em parceria com o Instituto Igepec Treinamento e Consultoria, o curso aconteceu no auditório do Sindiposto, em Goiânia e abordou temas como técnicas de atendimento ao cliente, liderança de equipe, medidas de segurança no trabalho e check-list de inspeções de segurança. O curso foi aberto a todas as empresas do setor varejista de combustíveis do Estado. Para os associados, foi

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) retomou no mês de março as discussões sobre a proposta de revisão dos critérios de cobrança da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA). Em maio, o presidente do Sindiposto, Márcio Andrade, representando a Fecombustíveis, esteve em reunião no MMA, quando levou proposta da federação no sentido de que, através de uma Instrução Normativa, fosse implementada a isenção da TCFA para postos com tancagem total de até 120 m³. Tanto o representante do Ministério como também do IBAMA, disseram entender que essa taxa

oferecido gratuitamente pelo sindicato. Para os não associados, o investimento foi de R$ 100,00 por pessoa. A segunda edição do curso foi promovida para atender à demanda provocada pela realização da primeira edição, no mês de fevereiro. Na parte prática, o curso contou mais uma vez com a participação como instrutor do associado ao Sindiposto, Júlio César Marquesini, do Posto Vila Mariana, em Goiânia.

Emissões de etanol são 39% menores que as de gasolina Um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) concluiu que a combustão do etanol feito com milho emite 39% menos gases de efeito estufa do que a combustão da gasolina. Já as emissões do etanol refinado em refinarias alimentadas por gás natural são 43% menores do que as da gasolina, diz o USDA. De acordo com o secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, o estudo valida a iniciativa do governo Trump de tornar a gasolina

E15 – que contém uma mistura de 15% de etanol – disponível para consumidores durante o ano inteiro. Normalmente, a gasolina no país contém 10% de etanol. Em março, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) propôs mudanças regulatórias para liberar as vendas de gasolina com uma mistura de 15% de etanol durante todo o ano. Atualmente, a EPA proíbe a E15 durante o verão, por temores de que a mistura contribua para aumentar a fumaça em dias quentes.

não deveria existir, mas por uma questão de insegurança jurídica, não é possível publicar uma Instrução que afronta a Lei 10.165 (Lei que instituiu a taxa), ou seja, qualquer modificação na Lei deverá ser através de outra Lei. O Deputado Jerônimo Goergen, que também esteve presente na reunião, dará andamento ao PL 10273/2018, de sua autoria, que propõe o aumento das faixas de faturamento para classificação do porte das empresas, o que reduziria sobremaneira o valor da TCFA para os postos revendedores. O Jurídico da Fecombustíveis está avaliando, novamente, a possibilidade de uma ação na justiça.

Uso de cartões cresce 14% em 2018 no Brasil Os brasileiros movimentaram R$ 1,55 trilhão em compras com cartões em 2018. O resultado representa um crescimento de 14,5% em relação a 2017, o maior em cinco anos, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS). A avaliação da entidade é de que a expansão do mercado é decorrente do aumento na participação das compras via cartões entre os brasileiros. A projeção é que, até o fim de 2019, 40% das aquisições de bens e serviços no Brasil deverão ser feitos via cartões.

É um patamar recorde no Brasil, mas ainda está aquém da realidade de mercados como o da China e dos Estados Unidos, em que mais da metade das compras são feitas via cartões. Por trás da popularização dos cartões está uma mudança de perfil do setor de meios de pagamentos. A crescente digitalização do setor, com a abertura de bancos digitais e a chegada de novos concorrentes no mercado de meios de pagamentos, ampliaram a competição e a oferta de cartões.

Preço do diesel dispara nas refinarias no 1º trimestre Os preços médios do óleo diesel nas refinarias da Petrobras tiveram alta de 18,5% no primeiro trimestre, mas o movimento não foi totalmente acompanhado pelos postos do país, onde as cotações subiram 3% no período. Os dados foram divulgados no final de março pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na última semana daquele mês, o preço médio do combustível mais consumido do Brasil na bomba ficou em R$ 3,554 por litro, contra R$ 3,451 por litro na última semana de 2018. Por outro lado, o diesel nas refinarias estava sendo comercializado a R$ 2,143 por litro no final de março, contra R$ 1,8088 por litro no último dia do ano passado, de acordo com informações da Petrobras.

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Nas refinarias, o preço do diesel da Petrobras chegou a tocar em meados de março o maior nível desde setembro de 2018, em meio a reajustes da companhia que acompanham a alta do petróleo e do câmbio. Em maio do ano passado, altos preços do diesel levaram a uma greve histórica de caminhoneiros que praticamente paralisou o país e obrigou o governo a negociar um subsídio ao combustível. Desde o início deste ano, com o fim do subsídio, os valores vinham sendo reajustados em intervalos de até sete dias. Também no final de março, no entanto, a Petrobras anunciou nova mudança na política de preços, com alteração na periodicidade dos reajustes do diesel nas refinarias, que passaram a ocorrer em intervalos não inferiores a 15 dias.


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Uso incorreto do e-Social pode gerar multas

Cartão caminhoneiro deve ser lançado ainda no primeiro semestre A Petrobras e a BR Distribuidora desenvolvem uma nova forma de pagamento para os caminhoneiros que deve reduzir o impacto da oscilação dos preços dos combustíveis. Em comunicado, as empresas anunciaram no final de março que trabalham na criação de um cartão de pagamentos “que viabilizará a compra por caminhoneiros de litros de diesel a preço fixo nos postos com a bandeira BR”. O chamado “cartão caminhoneiro” será destinado aos autônomos e proprietários de frotas de caminhões. “O diferencial que se busca é oferecer uma opção aos diversos

O e-Social passou a ser obrigatório para todas as empresas desde o ano passado. A partir de janeiro de 2018 para empresas e contribuintes com faturamento anual acima de R$ 78 milhões. Para os demais, a exigência passou a valer a partir de julho do mesmo ano. O programa do Governo Federal exige que todas as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas de um empregado sejam enviadas, pelo empregador, por meio de um único sistema de escrituração digital. O envio ao sistema pode ser feito pelo escritório de contabilidade que atende ao posto ou pelo setor administrativo do estabelecimento. Entretanto, o revendedor deve acompanhar o processo de perto, pois é ele quem

públicos, que poderá auxiliar na gestão do risco da flutuação de preços ao consumidor”, cita o comunicado da BR Distribuidora. O cartão ainda está em desenvolvimento e as empresas acreditam que a conclusão deverá ocorrer até final de junho. A nova forma de pagamento para proteger caminhoneiros das oscilações de preço foi anunciada ao mesmo tempo em que a diretoria executiva da Petrobras divulgou a alteração na periodicidade de reajuste nos preços do diesel nas refinarias, que passaram a ser atualizados por períodos não inferiores a 15 dias.

arca com as consequências de possíveis erros cometidos. Os postos que não cumprirem as regras podem ser penalizados com multas que variam de acordo com o grau da infração. Uma das infrações graves é referente à falta de informação sobre a folha de pagamento, podendo chegar a R$ 1.812,87. Não comunicar ao governo as férias de um funcionário é considerada uma infração mais leve, com multa de R$ 170,00. A maior penalidade é referente à não comunicação da contratação de um funcionário. Ela deve ser feita até um dia antes de o colaborador começar a trabalhar na empresa. Caso não aconteça, o empregador terá de desembolsar R$ 3 mil e no caso de reincidência, R$ 6 mil reais.

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ENTREVISTA

Informe do Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

CRISTIANE ALKMIN JUNQUEIRA SCHMIDT Secretária da Economia do Estado de Goiás

É preciso que a política tributária flua sem que ela interfira tanto na economia, gerando ineficiências.

“Vamos realizar um grande ajuste fiscal” Com uma formação sólida em economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), onde cursou mestrado e doutorado e hoje é professora de micro e macro economia para vários MBAs, e larga experiência também em consultoria para empresas nacionais e internacionais, além de passagens pela administração pública, Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, assumiu a recém-criada Secretaria da Economia de Goiás, que reuniu as pastas da Fazenda e da Planejamento, a convite do governador Ronaldo Caiado. Em entrevista ao Informe Sindiposto, ela conta sobre as prioridades na sua gestão à frente da pasta. Em linhas gerais, o que o setor produtivo goiano pode esperar da gestão da sra. à frente da Secretaria da Economia? Vamos realizar um grande ajuste fiscal, onde o Estado possa elaborar e executar políticas públicas, melhorando áreas como a Saúde, Educação, Infraestrutura, dentre outras. Afinal, na medida em que o Estado melhora investimento nestas áreas, além de atender às políticas públicas, também libera recursos das famílias e aumenta o poder de compra. Portanto, vai ter mais vendas no comércio e mais produção na indústria. Na medida em que oferecemos infraestrutura, melhora a eficiên-

cia do escoamento da produção em todos os segmentos. Isso é o desenvolvimento que vai chegar de uma forma mais acelerada. Quais são as principais ações implementadas pela pasta no sentido de promover a retomada do desenvolvimento econômico de Goiás? O primeiro passo é fazer o ajuste fiscal do Estado. E o ajuste fiscal não é uma tarefa só do governo, é uma tarefa de toda a sociedade. Portanto, as instituições privadas, as associações de classe, associações empresariais, o Tribunal de Contas, Tribunal de Justiça, enfim,


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toda rede institucional, Assembleia Legislativa, os três poderes, todos têm que estar imbuídos com a ideia de que o ajuste fiscal é um bem comum, é um bem da sociedade. Sem ele você trava o investimento do Estado e você trava a melhoria do capital humano. Alguma mudança à vista na política tributária para o setor de combustíveis? A princípio não temos nenhuma mudança radical na política tributária. É preciso que a política tributária flua sem que ela interfira tanto na economia, gerando ineficiências. É preciso deixar que o sistema tributário por si só permita ao governo fazer alocações eficientes e investimentos que possam melhorar a competividade das empresas. O que não pode ocorrer é esvaziar a eficácia da nossa política tributária. O Estado de Goiás enfrenta há anos um problema relacionado à tributação incidente sobre o óleo diesel devido à diferença de alíquotas de ICMS em relação aos estados limítrofes. Os postos de rodovias sofrem com a queda no volume de vendas, uma vez que as empresas transportadoras optam por abastecer seus caminhões em estados vizinhos, onde o ICMS incidente sobre o diesel é menor e, por consequência, o preço do produto também é menor. Os postos perdem vendas e o Estado perde arrecadação. Como a sra. pretende resolver a questão? Estamos encaminhando discussões com os Estados vizinhos sobre essa questão a fim de equalizar as políticas tributárias de forma a atender os interesses de todas as partes envolvidas. A alíquota de ICMS sobre o diesel varia entre os Estados e sua aplicação tem como base de cálculo o Preço Médio Ponderado Final (PMPF), fixado a partir de pesquisas do preço aplicado ao consumidor, publicado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a cada 15 dias. Apesar de muito fiscalizado, o setor de combustíveis enfrenta muitos proble-

mas relacionados às ações irregulares de alguns empresários, como roubo de carga, sonegação de ICMS, bomba baixa e adulteração, provocando prejuízos para os empresários que agem dentro da legalidade, para o consumidor e para os cofres públicos. De que modo serão combatidas essas irregularidades? O combate às irregularidades no setor de combustíveis é uma prioridade para a Secretaria da Economia. As irregularidades serão combatidas com inteligência, com fiscalização. E a nossa ideia é favorecer a concorrência leal entre todos os empresários, só assim a concorrência vai levar à eficiência. Afinal, na medida em que alguns empresários conseguem adotar práticas que não são tão leais, a concorrência burla o mercado de combustível, prejudicando aqueles empresários que de uma forma mais clara, mais lícita, resolvem investir em maior eficiência para que o mercado possa trazer os benefícios para sociedade. Vários processos estão sendo revistos. Estamos investindo em novas tecnologias com o objetivo de modernizar e incrementar a atuação da fiscalização, tanto na realização das auditorias como nas ações de fiscalização de mercadorias em trânsito. Além disso, a Secretaria da Economia atua em várias operações em parceria com os demais órgãos fiscalizadores do setor, como a Agência Nacional do Petróleo – ANP, com órgãos de proteção e defesa do consumidor (Procons) e Secretaria de Segurança Pública, por meio das delegacias estaduais de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) e de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon). Essas parcerias visam fortalecer o combate às irregularidades verificadas no setor. Então, é preciso sim combater a sonegação e vamos fazer, com inteligência, com tecnologia e com fiscalização, para atingirmos um objetivo, que é de favorecer que a concorrência venha de forma unânime, de forma transversal, e não de forma vertical só para uns.

O combate às irregularidades no setor de combustíveis é uma prioridade para a Secretaria da Economia.


IMPOSTOS

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Fotos: Acervo CDL

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Consciência tributária Resultado de uma parceria entre Sindiposto, CDL Jovem e Sicoob/Lojicred, Dia Livre de Impostos chega à 13ª edição com participação de cinco postos da Capital vendendo gasolina com 42% de desconto No dia 30 de maio, o Sindiposto, em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas Jovens de Goiânia (CDL Jovem) e o Sistema de Cooperativa de Crédito do Brasil (Sicoob/Lojicred), realizou o Dia Livre de Impostos. Foi a 13ª edição do evento que tem o propósito de promover a consciência tributária entre os consumidores.

Durante todo o dia, em horários preestabelecidos pelos postos participantes e com limite de consumo por cliente, cinco postos de combustíveis de Goiânia venderam gasolina comum com 42% de desconto. Motoristas e motociclistas fizeram filas quilométricas para abastecer nesses postos. As vendas aconteceram en-

quanto duraram o estoque de 2 mil litros do combustível da promoção, ficando o abastecimento limitado a 50 litros por veículo. O Dia Livre de Impostos, que aconteceu em diversas cidades do país, envolveu empresas de vários segmentos do comércio, tais como supermercados, drogarias, shopping centers, padarias,

restaurantes e até concessionárias de veículos, que venderam seus produtos e serviços sem repassar o valor da tributação no preço final. “Nossa intenção foi mostrar para o consumidor como a alta carga tributária impacta no preço final do combustível. Hoje, praticamente metade do que é cobrado na bomba vai para


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os cofres públicos”, afirmou Márcio Andrade, presidente do Sindiposto, ressaltando que os altos preços dos combustíveis se devem não às margens praticadas pelos postos, mas aos impostos que incidem sobre o produto. Márcio Andrade lembra que a revenda é quase sempre mostrada como a vilã dos preços altos, no

caso dos combustíveis, mas que ela também sofre com a queda nas vendas. “A reforma tributária precisa ser colocada em votação e aprovada no Congresso Nacional com urgência, para que haja uma redução da carga de impostos, de modo que todos possam pagar e, consequentemente, haja uma queda nos índices de sonegação,

tornando a cobrança mais justa”, observou. Em um ranking de 30 países, o Brasil é o 14º que mais arrecada impostos, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). A carga tributária brasileira está entre as mais elevadas do mundo, que corresponde a uma média de 41,8% do rendimento

bruto de cada cidadão. E um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que 74% dos consumidores brasileiros não têm o hábito de se informar sobre quanto pagam de imposto ao adquirir um bem ou contratar um serviço.


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PREVENÇÃO

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Sindiposto sedia Café Seguro Evento realizado pelo TRT visa levar de forma simples para os trabalhadores a importância da utilização dos equipamentos de segurança e de manter um ambiente de trabalho seguro Os riscos do benzeno e outros inflamáveis à saúde. O assunto foi tema do Café Seguro, evento realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região no Sindiposto no dia 9 de abril. Mais de cem empresários e colaboradores assistiram à palestra “Prevenção do benzeno e outros elementos nocivos à saúde do trabalhador”, proferida pelo engenheiro Sever Marcos Leal, especialista em Engenharia de segurança do trabalho, que falou sobre os tipos de contaminação por benzeno, seus efeitos no organismo e as consequências aos trabalhadores. O evento contou com a presença do presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região, desembargador Paulo Pimenta; o procurador-chefe da Procuradoria Regional do Trabalho em Goiás, Thiago Rainieri; e do coordenador regional do Comitê Gestor do Programa Trabalho Seguro em Goiás, desembargador Welington Peixoto. O objetivo do evento é conscientizar os trabalhadores e os empresários sobre a importância das boas práticas de prevenção de acidentes e sobre o adoecimento no trabalho, conforme explicou Welington Peixoto. Ele citou especialmente o tema central da palestra, o benzeno, produto químico adicionado aos combustíveis que pode provocar muitos males à saúde se não forem tomadas as devidas medidas de segurança. O presidente do Sindiposto, Márcio Martins, também reforçou a importância de refletir sobre esse problema e agir no dia a dia para se ter um ambiente saudável para os trabalhadores e consumidores. O presidente do TRT18, desembargador Paulo Pimenta, por sua vez, ressaltou a importância da participação de todos nessa causa e agradeceu ao Sindiposto pelo seu engajamento e aos empresários que liberaram seus funcionários para participarem da palestra. “Não queremos que nenhum de vocês precise reclamar na Justiça do Trabalho porque adoeceu. Queremos que tenham saúde e que conscientizem também os seus colegas sobre os riscos do benzeno”, aconselhou Paulo Pimenta. O magistrado ainda ressaltou a importância de conscientizarem também a clientela dos postos de combustíveis. “Uma forma de prevenção é não abastecer ‘até a


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boca’. Não completar, parar assim que der o estalo e, se for preciso, explicar ao cliente para adquirirmos essa cultura de prevenção”, alertou. Palestra Em sua exposição, o engenheiro Sever Marcos destacou que o benzeno está entre os dez maiores problemas químicos para a saúde, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), e tem como um dos seus piores efeitos o câncer. Ele explicou que há várias formas de contaminação e que o maior foco de preocupação é a contaminação pelas vias respiratórias. “O trabalhador deve evitar ficar junto ao bico da bomba de combustível durante o abastecimento e só retornar após o desarme automático da bomba”, aconselhou. O engenheiro também informou que a Portaria MTE

1109/2016 determinou alguns procedimentos de segurança a serem tomados pelos postos de combustíveis, a exemplo da proibição do uso de flanelas e estopas pelos

frentistas e do uso de mangueiras para transferir combustíveis. A portaria também recomendou, segundo ele, que o armazenamento de amostras coletadas de com-

bustíveis seja feita em área exclusiva com ventilação e temperatura adequadas e afastada de outras áreas de trabalho, dentre outras recomendações.

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CONVÊNIOS

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Sindiposto fecha parceria com Clube de Tiro e Caça TZB Associados do sindicato poderão se capacitar a manusear e terá suporte na aquisição, registro e transferência de armas de fogo e em toda a documentação necessária relacionada ao tema. A atividade do tiro desportivo e da caça legalizada vem crescendo bastante em todo o Brasil e em Goiás não é diferente. Cada vez mais, as pessoas buscam nessas atividades, formas de aliviar o estresse do dia-a-dia. Pensando nisso, o Sindiposto buscou fazer uma parceria com um clube de tiro que proporcionasse, aos seus associados, a segurança necessária para ingressar nesse meio. O clube escolhido foi o Clube de Tiro e Caça TZB (Tolerância Zero Brasil),

entidade renomada e bem conceituada, onde o associado terá acesso a um estande de tiro para treinamentos práticos. Através dessa parceria, o associado do Sindiposto será capacitado a manusear arma de fogo (pistola). Vai também fazer o processo de concessão do CR (Certificado de Registro de Atirador, Caçador e Colecionador), além de receber todo o suporte na aquisição, registro e transferência de armas de fogo, autorizações, guias de tráfego e toda a do-

cumentação necessária relacionada com o tema. Com o CR em mãos, o associado poderá adquirir até 16 armas, sendo 4 no acervo de atirador desportivo e 12 no acervo de caça-

dor. Poderá também comprar armas direto da fábrica, com preço bastante reduzido. Além disso, poderá adquirir até 4 mil munições por ano para poder praticar à vontade.


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ENERGIA SOLAR

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Uma alternativa para reduzir custos do empreendimento Embora investimento ainda seja elevado, já existem várias linhas de financiamento que viabilizam a instalação dos equipamentos A energia elétrica é uma das principais despesas operacionais dos postos de combustíveis. Equipamentos como as bombas e compressores de gás veicular, além de refrigeradores, equipamentos de ar condicionado, computadores, equipamentos para gerenciamento de estoque e monitoramento de tanques e a própria iluminação, demandam uma grande quantidade de energia elétrica. Uma alternativa para reduzir esse custo é a captação da luz solar, por meio da instalação de placas, que permitem a produção da própria energia. O investimento, porém, ainda é elevado, cerca de R$ 150.000. Um sistema desse porte demanda uma área de 250 m² para instalação dos painéis fotovoltaicos, e alimenta um consumo aproximado de uma conta de R$ 3.800 mensais, transformados em uma tarifa de R$ 0,85. O payback (tempo para que o investimento se pague), para consumidores de baixa tensão, é de 3 a 5 anos, dependendo das condições

técnicas do local, da insolação da região e da tarifa de energia elétrica. Para consumidores de média e alta tensão, o prazo aumenta para 5 a 7 anos.

Conforme definição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a média tensão varia de 13,8 kV a 34,5 kV e a alta tensão de 69 kV a 230 kV. Já a baixa tensão

é mais utilizada em residências e empreendimentos com consumo menor de energia do que os postos. Vários bancos e programas de incentivo à geração


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de energia limpa concedem linhas de crédito para instalação desses sistemas, para facilitar o acesso ao uso da energia solar. Para simplificar o processo de concessão de crédito, inclusive, no segundo semestre de 2018, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou um modelo de documento com diretrizes para que instituições financeiras analisem o financiamento de projetos de energia solar, considerando outros fatores de risco. No novo modelo, os aspectos técnicos do projeto, como a geração futura de energia, a qualidade dos equipamentos, entre outros itens, também são levados em consideração para cálculo do risco e das taxas e prazos do financiamento. Nas

linhas convencionais, considera-se apenas o risco de crédito do cliente que almeja levantar capital. Para aquisição dos equipamentos, a modalidade de pagamento à vista, que costuma ser financiada pelas empresas fornecedoras em algumas parcelas sem juros, é a mais interessante para o investidor. Porém, a viabilidade é baixa, especialmente se o orçamento para o projeto for mais elevado. O estímulo às energias renováveis está em crescimento no Brasil. Em 2017, os recursos aplicados no setor de energia solar somaram US$ 160,8 bilhões, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o que vai gerar uma economia de mais de R$ 7 bilhões nos

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próximos anos em tarifas de energia elétrica. Apesar de elevados, os preços das instalações caíram 75% nos últimos dez anos. O uso de energia solar tem as suas vantagens. Além da economia e sustentabilidade, o imóvel é valorizado e hoje já existem alguns incentivos concedidos pelo governo. A redução de despesas a longo prazo poderá se transformar em diferencial do negócio, aumentando a competitividade do revendedor que enfrenta os reflexos da crise econômica. Os painéis e o sistema de geração de energia têm vida útil superior a 25 anos, com baixa necessidade de manutenção. Além disso, os postos possuem áreas de instalação privilegiadas, por causa de suas coberturas. É

importante destacar que os sistemas fotovoltaicos não necessitam exclusivamente da irradiação do sol para funcionar. Apenas a luminosidade já é suficiente. Em épocas com baixa insolação, a produção será menor. A instalação só não é tão vantajosa em postos localizados em áreas urbanas densamente povoadas, com construções altas no entorno, que comprometem a quantidade de insolação recebida. Durante os períodos de queda de produção, o empreendimento consumirá a energia fornecida pela rede. Quando houver excedente na geração de energia, o gerador poderá fornecer eletricidade para a concessionária, obtendo créditos em sua tarifa de energia.

ANS - nº 30194-9

Informe Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19


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VERTICALIZAÇÃO

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Fecombustíveis se manifesta contra decisões da ANP Documento publicado no site da instituição no início de abril alerta ANP sobre riscos envolvidos nas propostas de verticalização do setor e de venda direta do etanol das usinas aos postos No início de abril, a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), por meio de artigo publicado em seu site, manifestou sua indignação sobre a decisão da ANP em avançar com a proposta de verticalização do setor e a venda direta do etanol das usinas aos postos, sem aprofundar- se nas discussões com os setores envolvidos e atingidos pelas medidas. A Fecombustíveis entende que será uma aventura irresponsável com os cofres públicos e com o consumidor final promover a abertura do mercado sem antes corrigir os principais problemas dos segmentos de distribuição e revenda. Com a crise, as irregularidades aumentaram, principalmente no que se refere à sonegação de impostos, que chega a R$ 4,8 bilhões por ano no setor de

combustíveis, sem contar com outras fraudes, como bomba fraudada e adulteração de combustíveis. A entidade destacou que na última reunião da Diretoria Colegiada da ANP (28/03), foi proposto que os debates sobre os principais temas do setor, que tiveram início no ano passado com as Tomadas Públicas de Contribuições (TPCs), sejam conduzidos pela Superintendência de Distribuição e Logística (SDL), no intuito de aprovar regulamentações, passando pelo processo de consultas e audiências públicas. Nesse contexto, a venda direta de etanol hidratado das usinas aos postos seria condicionada à implantação da monofasia dos tributos, tema analisado pelo Ministério da Fazenda, que recomendou a iniciativa, desde que editada Medida Provisória ou Projeto de Lei, o que ainda não foi

realizado. A ANP também não levou em consideração a posição da União da Indústria da Cana-de-Acúcar (Unica), entidade que congrega a maioria das usinas do país, que foi contrária à proposta da venda direta. Também foi recomendado que a verticalização do setor seja feita em duas etapas. A primeira fase permitiria a venda de gasolina C e de etanol hidratado pelos TRR a revendedores varejistas e pontos de abastecimento (PAs), desde que mantida a obrigatoriedade da mistura de combustíveis fósseis e biocombustíveis pelos distribuidores, assim como a obrigatoriedade de compra pelos distribuidores. Nesta primeira etapa também seria liberada a participação societária do distribuidor no quadro societário do revendedor varejista, não permitindo a verticalização

direta até que seja implementada a monofasia. Além disso, a agência propõe extinguir a tutela regulatória de fidelidade à bandeira para permitir novos arranjos relacionados à utilização da marca. Após ser implementada a monofasia dos tributos é que seria conduzida a segunda etapa da abertura do mercado, quando seria permitida a compra direta de gasolina e diesel nas refinarias, e de etanol hidratado nas usinas, pelos revendedores. Na visão da Federação, será muito difícil que 18 refinarias atendam aos postos do país, principalmente pela complexidade logística. Para finalizar a segunda fase, a ANP pretende permitir que as distribuidoras atuem no varejo de combustíveis, adquirindo postos de combustíveis, o que hoje é proibido. A Federação lamenta a falta de clareza e de conhecimento do mercado varejista brasileiro pela agência reguladora, pois ao permitir que os agentes do atacado atuem no varejo, os empresários de pequeno porte não terão fôlego para competir com as grandes distribuidoras. Além disso, em eventual processo de abuso de poder econômico pelas distribuidoras, a morosidade, tanto da Justiça quanto do Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), contribuirá para o encerramento de muitos negócios familiares, aumentando ainda mais a crise pela qual o setor passa.


SEGURANÇA

Informe Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

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Aplicativo contra roubo de cargas está em fase de teste Iniciativa é da Plural em conjunto com a Fecombustíveis e outras entidades. Em 2017, foram registrados 1.341 assaltos a caminhões de carga no Brasil, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Esse número saltou para 1.638 ocorrências em 2018, um crescimento de 21,6%. As estatísticas oficiais não discriminam o tipo de mercadoria roubada, embora os combustíveis estejam entre os produtos de preferência dos assaltantes, porque, geralmente, os registros são feitos de maneira dispersa em delegacias estaduais. A grande dificuldade é direcionar o combate efetivo contra este crime, já que uma vez roubado, o produto não deixa rastro. Além disso, não se tem a dimensão sobre o quanto o setor é prejudicado com a falta de dados. As estatísticas existentes são por parte das distribuidoras, que compilam os roubos de cargas de suas associadas no percurso das bases para os postos (modalidade CIF). Mas caminhões-tanques de propriedade da revenda que vão buscar os combustíveis (modalidade FOB) não são registrados oficialmente.

Para obter dados para o setor e combater os roubos de cargas, a Plural, juntamente com a Fecombustiveis e outras instituições, adaptaram um sistema de roubos de carga que já existia, para receber as ocorrências do mercado de combustíveis e de lubrificantes. O roubo pode ser notificado através do aplicativo para Android “Roubo de Carga”, ou pelo

site www.cargaroubada.com, que estão em fase de teste. A ideia é tratar e compilar estatisticamente, a partir do registro dos roubos, para que a ocorrência seja mapeada com credibilidade. A partir da adesão dos interessados, as empresas podem visualizar os mapas das ocorrências, fornecendo subsídio para planejar as entregas dos produtos. Transformando os

registros em bancos de dados, e fornecendo informações como forma de prevenção, é possível evitar regiões de maior risco e horários em que mais ocorrem assaltos. O uso da tecnologia pode ser um grande aliado tanto para o setor privado quanto para o público, pela rapidez da informação, possibilitando tanto a prevenção quanto o combate efetivo dos crimes.


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RENOVABIO

Informe do Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

Política Nacional de Biocombustíveis sob ameaça Venda direta de etanol das usinas para os postos e decreto assinado pelo presidente que afeta todos os colegiados criados antes de 2019 colocam o programa em situação delicada Além de contrariar todos os alertas dos agentes econômicos sobre as possíveis distorções, principalmente, com as fraudes, a comercialização do etanol diretamente das usinas para os postos, em discussão pelo governo federal, pode trazer um nó na Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). Implementado na esteira do acordo de Paris (COP 21), firmado em 2015, o programa tem como finalidade ajudar o Brasil a cumprir as metas de descarbonização, que devem atingir 43% em 2030, com o estímulo ao crescimento dos

biocombustíveis na matriz energética. Ocorre que o programa estabelece papel fundamental às distribuidoras, que ajudarão a cumprir as metas de descarbonização por meio da compra de CBios (créditos de descarbonização), previstos para serem comercializados em bolsa de valores. Os distribuidores seriam os agentes mediadores desse mercado, com a usina de um lado (vendendo os papéis) e o consumidor na ponta final. A avaliação de especialistas é de que a venda direta diminui o volume possível

transportado pelas distribuidoras e, como o programa tem em seu cerne a existência do CBio, com certeza irá afetá-lo. Para completar, há ainda a ameaça do Comitê do RenovaBio ser extinto como efeito do Decreto 9.759/2019, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro durante a solenidade que marcou os 100 primeiros dias de seu governo. A medida visa simplificar e racionalizar a administração federal e afeta todos os órgãos colegiados criados antes de 2019. Iniciado por determinação do decreto que fixou as

regras de governança para o RenovaBio, o colegiado coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) é o principal órgão de acompanhamento do dia a dia e dos resultados obtidos pela nova Política Nacional de Biocombustíveis. Junto com o Comitê Interministerial sobre Mudança Climática, o Comitê RenovaBio tem a responsabilidade de encaminhar recomendações sobre as metas anuais de descarbonização que irão subsidiar as decisões do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).


DISTRIBUIÇÃO

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Novas empresas movimentam setor Companhias multinacionais como a francesa Total e a suíça Glencore foram atraídas para o mercado brasileiro no ano passado O mercado de distribuição de combustíveis no Brasil tem passado por mudanças e traz boas perspectivas. Companhias multinacionais foram atraídas no ano passado para o mercado nacional e o movimento se intensificou desde que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vetou a compra da Alesat pela Ipiranga. Em maio do ano passado, a maior empresa petrolífera da China, PetroChina, subsidiária da Companhia Nacional de Petróleo da China, comprou 30% da TT Work, holding do grupo brasileiro Total, com sede em Recife, que ocupa o quinto lugar do País na distribuição de gasolina e sexto em diesel. A suíça Glencore comprou 78% de participação da Alesat, e agora detém o quarto lugar entre as maiores distribuidoras do país, num negócio de R$ 1,7 bilhão. Em outubro, e empresa holandesa Vitol, marcando a entrada no mercado brasileiro, comprou 50% da distribuidora de combustíveis Rodoil. E, em novembro, a francesa Total, avaliada em US$ 150 bilhões na Bolsa de Nova York, comprou a Zema Petróleo, grupo mineiro com 280 postos em atuação em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. É uma boa notícia, principalmente para a revenda, pois o ingresso de agentes internacionais poderá trazer um novo desenho ao mercado de distribuição, com menor concentração. A entrada de empresas com o porte da Total e da Glencore tem potencial para mudar o jogo competitivo, que atualmente

é dominado por três grandes companhias nacionais, BR, Raízen e Ipiranga. É muito importante promover a competição e dar o máximo possível de transparência ao funcionamento do mercado. Desta forma, será possível que os consumidores tenham confiança no setor. A falta de confiança dos consumidores leva a uma pressão para que o governo intervenha no mercado, com subsídio ou controles de preços. A curto prazo, a concorrência pode gerar redução de margens, mas cria um ambiente de mercado mais seguro no longo prazo. Foi em decorrência do risco de concentração de mercado que o Cade barrou a compra da Ale pela Ipiranga em 2017. Uma análise técnica realizada pela LCA Consultores, apontou para relevantes preocupações concorrenciais, já que a saída da Alesat do mercado aumentaria a simetria entre as demais distribuidoras de grande porte, ampliando sua influência no setor de combustíveis nacional. O Cade entendeu que a operação poderia resultar em elevação da possibilidade de atuação coordenada das empresas do setor e, portanto, reprovou a negociação entre Ale e Ipiranga. A partir deste ano, a Ale pretende crescer e se desenvolver com o apoio e expertise da Glencore, trazendo padrões internacionais para as operações nacionais. A marca Ale será mantida pela Glencore e não haverá mudança relacionada à bandeira para a revenda. A Total, que comprou a Zema Petróleo, também pre-

tende crescer, principalmente no Sudeste e Centro-Oeste. A meta é dobrar em 5 anos o número de postos da rede. O grupo Zema atua em diferentes ramos de negócios (lojas de varejo, mobília, vestuário, eletrodomésticos, concessionárias e serviços financeiros) e os recursos da negociação da distribuidora de combustíveis será revertido para investimento nos demais empreendimentos. A bandeira Zema será trocada. No caso da revenda, serão concedidos 3 anos para

os postos efetuarem a troca completa para a nova marca. O setor de distribuição é constituído por 166 companhias no total, das quais quatro atuam no mercado nacional e as demais, apenas regionalmente. A participação das três grandes marcas juntas na comercialização da gasolina é de 63,8% do total de mercado. Já nas vendas de diesel, o market share atinge 73,6% do total e no etanol é um pouco menor, com 54,7% do total de mercado.


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CONVENIÊNCIA

Informe do Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

Uma vantagem competitiva para a revenda Item está entre os principais fatores que determinam a ida do consumidor a um posto de combustíveis, de acordo com pesquisa. Proximidade e conveniência do posto (24%), serviços de banheiro e sanitário (19%), fama e reputação da marca (18%), qualidade do combustível (16%) e pró-atividade do atendente (9%). Nessa ordem aparecem os principais fatores que determinam a ida do consumidor a um posto de combustíveis, de acordo com um levantamento realizado pela CVA Solutions, empresa de pesquisa de mercado, treinamento e consultoria. De olho nesse comportamento de seus clientes, os postos vêm dando mais atenção às lojas de conveniência, investindo em uma oferta mais diversificada de produtos e serviços e buscando atender o perfil do cliente. Além disso, elas ganham espaço também nas vendas de madrugada, quando a concorrência é menor. O segmento vem apresentando expansão mesmo em momentos de retração da economia, como nos anos de 2015 e 2016. Em 2017,

lavagem de vidros e foodservice. Já em relação à força da marca na percepção do consumidor, as bandeiras BR Mania (BR Petrobras) e am/ pm (Ipiranga) se mantiveram à frente como as preferidas no mercado.

de acordo com a Associação Nacional de Distribuidores de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural), o setor cresceu 3,2% e a estimativa para o ano passado foi de um avanço de 4%. Além da alta das receitas, os dados da Plural apontam para uma rentabilidade maior nas lojas. Em 2017, o ticket médio dos clientes das redes de conveniência das principais distribuidoras, a BR Mania (BR Distribuidora), am/pm (Ipiranga), Select (Raízen) e Entreposto (Alesat), cresceu 5,4%. A estimativa é de que cerca de 18% dos postos bra-

sileiros de combustíveis têm lojas de conveniência hoje, enquanto na Argentina o percentual é acima de 70%, na Inglaterra de cerca de 90% e, nos Estados Unidos, 80%. Ou seja, o mercado ainda tem muito o que crescer. O estudo da CVA também aponta que o percentual de consumidores que frequentam as lojas de conveniência nas regiões metropolitanas aumentou 7,4 ponto percentual - chegando a 66,9% - em 2018, na comparação com o ano anterior. Os serviços mais usados foram: calibragem de pneus, troca de lubrificante e filtros,

Redes se movimentam A rede de conveniência Select, da marca Shell (Raízen), planeja dobrar para cerca de 2 mil o número de lojas no Brasil, em cinco anos, com a aposta no potencial do mercado e nos resultados de investimentos realizados, que inclusive têm atraído mais clientes para o consumo de combustíveis. Os resultados dos investimentos já começaram a aparecer: a Select aumentou em 11,7% o faturamento da rede no último ano no Brasil, com cerca de 150 novas lojas. De acordo com a marca, cerca de 70% das lojas da Select estão na região Sul e Sudeste, evidenciando um potencial de crescimento em outras regiões. As oportunidades do setor também estão à vista de outros competidores, como é o caso da BR Distribuidora, controlada pela Petrobras, que tem informado interesse em aprimorar o segmento de lojas de conveniência, por meio de uma parceria. Sua rede, chamada BR Mania, tem mais de 1.200 empreendimentos. Em fevereiro deste ano, a BR anunciou que um assessor financeiro iniciou uma etapa de avaliação e seleção de potenciais interessados em parceria estratégica no setor.


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Informe Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

Diversificação do mix de produtos e serviços ofertados pode melhorar rentabilidade do negócio Com margens cada dia mais estreitas, o revendedor de combustíveis precisa buscar alternativas que aumentem a rentabilidade do negócio. Por isso, diversificar o mix de produtos e serviços ofertados ao cliente deve ser uma preocupação permanente. Uma das ações que está se popularizando nos últimos anos é a instalação do sistema de cobrança no serviço de calibragem, por meio de um moedeiro tarifador eletrônico. Quase 80% das pessoas que usam os calibradores não são clientes dos postos. Além de ser uma fonte de renda, o revendedor ainda evita prejuízos com o mau uso do equipamento e manutenção. O sistema pode ser adquirido por meio de

comodato, incluindo 100% das despesas com manutenção do calibrador e do moedeiro. Alguns postos chegam a registrar 100 acessos/dia por equipamento instalado, o que demonstra potencial do produto. Tradicionalmente, banheiros de postos não são bem cuidados. Mas os empresários têm percebido que os clientes valorizam uma boa estrutura e não se importam em pagar para utilizar um banheiro adequado. Os revendedores que têm investido nisso, vêm obtendo bons resultados. Promoções nas lojas de conveniência também chamam muita atenção. O ritmo das pessoas faz com que muitas vezes o motorista não saia do carro para

ir à loja. Empresários que fazem promoções conseguem aumentar o faturamento com a venda de produtos, destacando um funcionário para ofertar o produto na pista de abastecimento, por exemplo. É preciso criatividade e senso de observação para entender o mercado e propor soluções que tornem os postos atrativos a quem não quer apenas colocar combustível em seu veículo. O chuveiro inteligente (Smart Shower) tem se mostrado uma ótima opção para postos de rodovia. Funciona assim: o cliente adquire um banho por meio de um voucher no caixa. O pagamento é proporcional ao tempo que ele escolher, ficando entre 11 e 13

minutos, com 8 minutos sendo o tempo médio de utilização de água. O serviço oferecido pela empresa inclui o envio diário dos relatórios de utilização do sistema. Além de mais segura e sustentável, essa opção previne possíveis depredações, gera expressivas reduções nos consumo de água, energia e esgoto, e proporciona novas receitas ao posto. Para isso, basta que o revendedor invista na estruturação do banheiro, já que a cessão do equipamento se dá por meio de comodato. Além da instalação, a empresa oferece também consultoria técnica, treinamento para os funcionários e apoio à distância na gestão do maquinário.

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NA REDE

Informe do Sindiposto - Ano II - Nº 04 - Junho/19

@sindipostogoias @sindiposto

Visita à fábrica de tanques de combustíveis TMT Encontro com Sebrae A diretoria do Sindiposto se reuniu com representantes do Sebrae no início do mês de maio para discutir novas possibilidades de parcerias entre as entidades. No encontro, foram elaborados projetos de consultoria, assessoria e treinamento empresarial. Em breve mais informações sobre essa parceria serão anunciadas!

O Sindiposto visitou no dia 15 de abril a fábrica de tanques de Combustíveis TMT, especializada na fabricação em série de tanques metálicos destinados à armazenagem de combustíveis para postos de serviços, uma das líderes de mercado e parceira do sindicato. Na ocasião, o coordenador do Sindiposto conversou com os responsáveis pelo Departamento Comercial, Diego Guedes e Marcus Vinicius Souza, por meio de quem foram viabilizadas ótimas condições para nossos associados.

Sindiposto passa a integrar o Fórum de Energia de Goiás No dia 10 de abril, o Sindiposto recebeu a visita do deputado estadual Virmondes Cruvinel. O objetivo do encontro foi convidar o sindicato para integrar o Fórum de Energia de Goiás, liderado pelo parlamentar. Assim, o Sindiposto passou a compor um importante grupo de debate sobre as fontes energéticas do estado, colaborando para difusão de ideias de desenvolvimento sustentável.

Reuniões em Aparecida de Goiânia Com intuito de garantir os direitos do consumidor na relação com os postos de combustíveis, o presidente do Sindiposto, Márcio Andrade, visitou o PROCON de Aparecida de Goiânia no dia 25 de abril. Acompanharam esta visita o nosso diretor Elson e o secretário de desenvolvimento urbano de Aparecida de Goiânia, Max Menezes. Na mesma data, os representantes do Sindiposto também estiveram na Secretaria da Casa Civil de Aparecida de Goiânia, onde foram recebidos pela Dra. Bruna Lomazzi, em nome do titular da pasta, Olavo Noleto. Na oportunidade, foi discutida a lei que obriga os postos de combustíveis a utilizarem mangueiras transparentes nas bombas.

Lançamento do Abril Verde na sede do TRT Equipe do Sindiposto esteve presente no evento de lançamento do Abril Verde, realizado no início de abril na sede do Tribunal Regional do Trabalho 18ª Região. O mês de abril é dedicado à prevenção de acidentes de trabalho e promoção da saúde do trabalhador, o que tem levado o sindicato a desenvolver e participar de ações com o propósito de adotar medidas permanentes de proteção aos colaboradores do segmento.


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CALENDÁRIO

DOMINGO

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CALENDÁRIO DE IMPOSTOS - JULHO/2019 TERÇA QUARTA QUINTA

SEGUNDA

SEXTA

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DOMINGO

4

Envio da EFD ICMS IPI (GO) EFD-REINF

DAS SIMPLES NACIONAL DCTF

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SEGUNDA

ISSQN, Contribuição Assistencial, Associativa Sind. Empregados. DIFAL SIMPLES

7

9

10

16

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23 PIS – Faturamento

24

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FGTS E GFIP

15

18

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20 DAS SIMPLES NACIONAL - GPS - IRRF S/ Aluguel IRRF S/ Salário - IRRF S/ Serviço - Assoc. Sindical, DARF - PIS/ COFINS/CSLL - Retenção na Fonte

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SEGUNDA

Envio da EFD ICMS IPI (GO) EFD-REINF

DCTF

COFINS Faturamento

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CALENDÁRIO DE IMPOSTOS - SETEMBRO/2019 TERÇA QUARTA QUINTA

3

2

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4

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10

9

Envio da EFD ICMS IPI (GO)

ISSQN, Contribuição Assistencial, Associativa Sind. Empregados. DIFAL SIMPLES

SEXTA

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Quotas Mensais IRPJ/CSLL ou (Trimestral)

SÁBADO

7 FGTS E GFIP

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13 EFD-REINF

16

DCTF

12

11

Quotas Mensais IRPJ/CSLL ou (Trimestral)

6 DARE ICMS

8

SÁBADO

8

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DOMINGO

SEXTA

3

13

1

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2

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PIS – Faturamento COFINS Faturamento

20

1

11

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GPS 19 IRRF S/ Aluguel - IRRF S/ Salário IRRF S/ Serviço - Assoc. Sindical, DARF, PIS/COFINS/CSLL Retenção na Fonte

CALENDÁRIO DE IMPOSTOS - AGOSTO/2019 TERÇA QUARTA QUINTA

DARE ICMS

ISSQN, Contribuição Assistencial, Associativa Sind. Empregados. DIFAL SIMPLES

13

Quotas Mensais IRPJ/CSLL ou (Trimestral)

6

5

DARE ICMS FGTS E GFIP

SÁBADO

6

PIS – Faturamento COFINS Faturamento

19

20 DAS SIMPLES NACIONAL - GPS - IRRF S/ Aluguel IRRF S/ Salário - IRRF S/ Serviço - Assoc. Sindical, DARF - PIS/ COFINS/CSLL - Retenção na Fonte

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Informativo Sindiposto Ed. 04  

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