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// Editorial
EDITORIAL
de escola. Quais foram as melhorias que conseguiu obter com o seu trabalho? Ao longo deste tempo, todos nós (escola) tivemos pequenas vitó rias, uma delas e a mais recente foi a integração de mais 4 turmas no agrupamento, "se tiverem que vir, as turmas que venham". Antes de se tornar diretor, que função desempenhava? Em 1990, trabalhei numa escola do Porto como professor de portu guês/francês. Só depois, em 1994, é que me intregaram no Agrupa mento de Escolas do Castêlo.
Os direitos humanos e a educação Somos Jornal
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, no seu Preâmbulo, reser va à educação, em todos os seus níveis, papel especial: "A Assem bleia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, para asse gurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva (...). Com efeito, com o intuito de celebrar o dia 10 de Dezembro, que ficou marcado como o dia em que, em 1948, foi adotada pelas Nações Unidas a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a escola tem desenvolvido reflexões e exposições, ao longo dos anos, já publicadas no “Somos Jornal”, no sentido de relem brar que, para manter o respeito por estes direitos, temos de cumprir os nossos deveres e agir em comu nidade para haver um jogo de igualdade entre os seres humanos e evitar as atrocidades do passado, do presente e do futuro. Nos Direitos do Leitor, é admissível o direito de não ler, mas, no caso dos Direitos Huma nos, não pode ser permitido o direito de não respeitar esses mesmos direitos. E, em jeito de conclusão, não nos cabe a nós destacar nenhum desses direitos, porque a igualdade entre direitos é aquela que deve acontecer entre os filhos dos homens e as escolas, que os educam em liberdade, devem valorizar essa mes ma igualdade fraterna.
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Marco Marques, Diretor
Os 25 anos da Escola Secundária do Castêlo da Maia Vanessa Ferreira, 11.º I
O
diretor do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia, Marco Marques, sentese or gulhoso pelos 25 anos de existência da Escola Secun dária, afirmando que "hoje temos uma maior felicidade, a escola ganha maturidade". Como foi o percurso escolar ao longo dos 25 anos? Iniciei a minha atividade na escola a partir de 2012 e recordome de contarem que quando esta escola começou a funcionar só existia a secundária. Tinha quatro turmas de 10.º anos, com cerca de 80 alunos. Com o decorrer dos anos sentimonos orgulhosos por termos mais de 1300 alunos, com o total de 70 turmas. Tem sido uma tarefa complicada, mas estamos a conseguir atingir os nossos objetivos.
Como se comemora os 25 anos? Os 25 anos são, sem dúvida, uma data muito importante que reúne exalunos, exprofessores e exfuncionários, assim como, toda a comunidade escolar. Para mim como para professores e funcionários, a escola é como se fosse uma família. Qual a importância deste dia? Não só este dia como todos os outros dias são importantes,sendo que, hoje temos uma maior felicidade, a escola ganha uma maior maturidade. . Há quanto tempo exerce a função de diretor? Exerço esta função apenas há 4 anos. Em 1994, comecei por fazer parte do Agrupamento de Esco las do Castêlo da Maia, no ano 2000, fiz parte da direção e, em meados de 2013, fui escolhido para exercer a função de diretor
Emília Cabral, Presidente do Conselho Geral
Direitos humanos, hoje A 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração Universal dos Direitos do Homem – hoje Declaração Uni versal dos Direitos Humanos (DUDH) com a intenção de clarificar aqueles que são considerados os direitos funda mentais e inalienáveis de cada um de nós. Passados quase 70 anos, ainda há seres humanos sem “direito a”, situação inacei tável numa sociedade que se diz evoluída. Hoje, mais do que nunca, impõese um esforço coletivo para que a DUDH se torne efetivamente universal. Não hesitemos!
// Direitos Humanos
Testemunhos Daniel Pereira, 10.º E
António Sérgio, importante pensador português do século XX, é o exemplo pleno de alguém que combateu marioritariamente toda a sua vida por ideais muito à frente do seu tempo. Ao longo das suas obras, o escritor defende que é no indivíduo que a unidade da consciência se manifesta: «caminhese para a liberdade através da liberdade». Contudo, passadas décadas até aos dias de hoje, o que podemos constatar é que, de facto, essa “liberdade” nem sempre é assumida nem aplicada. As desigualdades entre os Homens são ainda muito visíveis na sociedade atual! Ora, no sentido de assegurar universalmente os direitos e liberdades fundamentais dos cida dãos, foi redigido um documento onde estão declarados todos os Direitos do Homem. Considerado o direito base para a boa comunicação interpessoal, foi colocado em maior
evidência o seguinte direito: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”. A
questão é que “… a atual orientação polí tica e económica dominante no plano mundial [acarreta] milhões e milhões de excluídos, isto é, cerca de dois terços da população sobre vivem, levando uma vida que não se pode designar mininamen te humana”. Ora, ao testemunhar se esta situação, em pleno século XXI, é necessário compre enderse que esta problemática tende a agravarse e que é necessário atuar ra
mundo em que todo o ser humano, independentemente da raça, da cor, do sexo, da língua ou da religião, goze plenamente dos direitos consagrados na Declaração Uni versal dos Direitos Humanos. Um desses exemplos é a Associação de Defesa dos Direitos Humanos (ADDHU), uma organização não governamental.
pidamente! De facto, ao longo dos anos, vários países (sobretudo ocidentais) têm trabalhado em defesa dos Direitos Humanos. Inúmeras instituições têm surgido também com vista num
A nova Associação de Estudantes da ESCM promete ajudar no que estiver ao seu alcance durante este ano letivo. A lista vencedora afirma que são capazes de “fazer algo bom em prol da escola”.
Uma ilusão real
Ana Filipa Sousa, 12.º D
Através de redes sociais, montras de lojas e até mesmo programas de entretenimento, é possível aferir que, de facto, existe um padrão quanto ao
estilo e forma física das pessoas. Não será, decerto, a primeira vez que aparece um caso de bullying devido ao excesso de peso (ou falta dele) de alguém, assim como a exclusão social provocada quando alguém
desafia a forma de vestir estandardizada, recorrendo a estilos completamente alternativos e cho cantes. Se as regras impostas pela sociedade não forem cumpridas, haverá punição. Se, por um lado, a
LISTA C VENCE AS ELEIÇÕES
questão da aparência afeta a vida social, não deve ser esquecido o fator profissional, que tanto sofre com o preconceito instalado. Numerosos são os casos em que alguém não consegue o emprego por fugir à ilusão criada pela sociedade sobre o que é “parecer bem” e “parecer mal”. Desde tatuagens, passando por piercings e terminan do nas imperfeições naturais com que a pessoa já nasceu. Já foram vários aqueles que tiveram de esconder o seu próprio estilo e renunciar da sensação de conforto com a sua aparência para permane cer ou conseguir empregos. Enfim, se a aparência física das pessoas que constituem a sociedade moderna não estiver de acordo com os parâmetros incutidos pela mesma, a vida tornarseá bastante mais complicada, chegando mesmo a afetar as relações sociais e profissionais. maio 2018 | 3
// Direitos Humanos
Direitos Humanos Altino Duarte, avô do aluno Tomás Oliveira, 11.º A
Direitos humanos (básicos, natu rais, civis, políticos...) são deno minações utilizadas com frequência e o próprio documento citado não prefigurando o conceito de Tratado, antes ficando pela designação de Declaração, abriu um amplo campo para a consagração e adoção pelos Estados membros de preceitos legais. Desde 1948, muitas Constituições nacionais adotaram ou foram influenciadas pelos princípios nele consagrados, bem assim como muitos Tratados Internacionais, Leis e Organismos foram criados para promoção e proteção de direitos e liberdades fundamentais. Podemos, contudo, ter consciência, passadas que foram tantas décadas até ao presente, quanto os direitos básicos das populações são tantas vezes violados em amplos espaços planetários. Lemos, ouvimos e chegamnos imagens, como nunca antes tivemos possibilidade de ver,
as discriminações que persistem e mesmo concordando que ao nascer somos livres e iguais, uma completa relação de fraternidade não está definitivamente alcançada mesmo nas comunidades mais avançadas e de que fazemos parte. Porventura permanecem questões que não ultrapassamos e que nos devem obrigar a alterar atitudes e conceitos. O Ensino e a Educação, não só podem ajudar a defender tudo quanto foi alcançado de positivo no que diz respeito aos direitos humanos como poderão contribuir para o seu aperfeiçoamento. E é um dever, pareceme, que seja devidamente explicado aos jovens de hoje que o caminho percorrido, tendo atingido o patamar de Liberdade e Direitos que agora usufruímos, foi penoso e difícil. O espaço que ocupamos enquanto cidadãos de um mundo de relativo bemestar foi obra de gente que se sacrificou, combateu e até morreu para que aqui chegássemos. Cabe, por isso, aos mais novos prosseguir essa caminha da. Há ainda muito que fazer e não
pode a sociedade atual ficar à espera que uma qualquer entidade se encarregue de atingir o que a ela diz respeito. A data de 10 de Dezembro é aquela que está consagrada como Dia Internacional dos Direitos Humanos desde 1950, ano em que a Assembleia da ONU aprovou que fosse assim proclamado. Reconhecendo a importância dessa deliberação, a Assembleia da Repú blica de Portugal aprovou igualmente, em 1998, uma deliberação consa
grando o mesmo como Dia Nacional desses direitos. Se os dias consi erados como comemorativos servem para lembrar datas importantes, é justo que o 10 de Dezembro seja, para o nosso país, um dos mais relevantes.
texto adaptado
Refugiados Inês Pinho, 12.º D
Desde
2015, têm chegado à Europa um número bastante significativo de refugiados que tentam fugir das situações de conflito armado e ameaças nos países de onde são originários e a verdade é que a Europa tem auxiliado na construção de soluções para este problema, no entanto não nos podemos preocupar com o facto de apenas os recebermos mas sim, de lhes conceder uma qualidade de vida digna de qualquer ser humano. Todos os dias, em todos os países integrantes da UE, a Declaração dos Direitos Humanos é violada no que toca a este assunto. Por exemplo, na Grécia, os refugiados encontramse maio 2018 | 4
num cenário desumano, uma vez que estão alojados em tendas sem qualquer tipo de condições. Noutros países, como é o caso de Portugal, estas pessoas têm de esperar tempos infinitos para garantirem o estatuto de refugiado e só com ele têm a oportunidade de reconstruir a sua vida (até lá, estão dependentes da ajuda do país onde estão inseridos). Por causa disto, são frequentemente sujeitos a comentários/atitudes xenó fobas, tais como acusações de quererem apenas usufruir dos benefícios socais do país onde estão, ou até de organizarem células terroristas e realizarem atentados. Por outro lado, países como a Hungria, a Polónia, a República
Checa e a Eslováquia construíram estas pessoas o que realmente muros com arame farpado para evitar merecem enquanto seres huma a entrada destes migrantes. Viver nos! uma vida pacífica é um direito do ser humano e ajudar é um dever! E como dizia Frank Zappa, "sem o desvio da normalidade, o progresso é impossível", sendo assim viremos as costas à normalidade de estarmos sentados no sofá a lamentar esta situação enquanto vemos o telejornal e façamos alguma coisa para dar a
// Direitos Humanos
A Sétima Arte e os Direitos Humanos
André Sousa, 12.º E
Os
grandes realizadores, os grandes atores, os grandes guio nistas quiseram e querem continuar a denunciar e a contar histórias que nos fazem emocionar e pensar no quão cruel pode ser a humanidade. Existe, no entanto, um estigma de que os únicos filmes que tratam esta temática são pesados, complicados e um pouco longos. Por esse mesmo motivo, decidi reunir uma lista de três filmes que abordam a temática, de uma forma agradável e fácil de assistir, mesmo tratando te mas tão delicados: Quando se fala em filmes sobre os direitos humanos, é impensável não mencionar aqueles que trataram o holocausto. No entanto, “O Rapaz do Pijama às Riscas” é um filme com muito mérito por ser relativamente curto e prazeroso de se assistir, pois o tema é tratado com a inocência e ingenuidade que caracterizam o próprio protagonista, Bruno (Asa Butterfield), filho de um oficial nazi, Ralf (David Thewlis), que se muda da capital para o campo, por causa da promoção do pai. Logo, a criança irá se aperceber da existência de uma “quinta” habi tada por pessoas de pijama e irá ter curiosidade em explorar o local, sem nunca perceber o que é aquilo, na realidade. O filme mostra também a forma como os alemães lidavam com os campos de concentração, mostrando até as duas faces da moeda, ou seja, os que concordavam e os que se opunham.
Quando se fala em filmes sobre o racismo, "Foge" não é certamente o primeiro que nos vem a cabeça, até porque é um filme recente. Realizado pelo estreante Jordan Peele e protagonizado por Daniel Kaluuya, esta é a história de Chris, um jovem negro que tem medo de conhecer os pais da namorada Rose (Alison Williams), já que ela nunca namorou outro negro. No entanto, esta confortao e assegurao de que o pai até é apoiante de Obama. Todavia, Chris vai se deparar com um clima de estranheza e um pouco assustador que o vai conduzir numa jornada em que o único objetivo é descobrir o que se passa naquela casa e fugir dali. Apesar de estar catalogado como "terror", esta é uma designação bastante minimalista de um filme que usa o suspense e o medo para jogar com as emoções do público, além de pontuais momentos de humor, drama e romance. Já a questão do racismo é abordada através de falas mínimas, gestos simbólicos e momentos que plantam uma crítica social afiada, que por mais sublime que seja, nunca deixa de acertar no alvo. Do realizador de "O Silêncio dos Inocentes" cheganos "Filadélfia", um filme polémico que conseguiu trazer o tema da SIDA para discussão, numa altura em que era tabu. O filme trata também a discriminação do emprego e problematizaa, de uma forma corajosa. Este narra a história do brilhante advogado Andrew Beckett (Tom Hanks no papel que lhe deu o seu
primeiro Óscar) que ao ser pautado por atuações memoráveis diagnosticado com SIDA é demitido dos seus protagonistas. do escritório, onde trabalha. Por esse motivo, este contrata um advogado negro e homofóbico, Joe Miller (Denzel Washington), para defender a sua causa. Filadélfia" é um filme de visualização obrigatória para todos os cinéfilos, mas também para aqueles que gostam de um boa história, em geral. Já que é um filme com uma linguagem simples, um guião bem estruturado e direto, além de ser
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// Direitos Humanos
Um novo mundo Teresa Barbosa, professora
A universalidade da Declaração Universal dos Direitos Humanos inspirounos, para construirmos um mundo fundado nos ideais de liberdade, justiça e paz para a família humana. Contudo, a cada minuto que passa, assistimos à violação dos direitos mais fundamentais de cada homem. A nossa insensibilidade pe rante o descalabro da fome e das guerras no mundo, ou o nosso des
conhecimento do conteúdo de tão fundamental documento tem atestado a ineficácia e a inépcia dos sistemas educativos, apesar do artigo 26.º de clarar que “A educação deve visar [...] ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerân cia e a amizade entre todas as na ções e todos os grupos raciais ou religiosos [...] para a manutenção da paz.” As nossas pequenas grandes ações
pedagógicas no sentido da defesa dos Direitos do Homem têm sido fundamentais para que a barbárie não se instale definitivamente no mundo. Mas as nossas es colhas para os cargos de liderança terão de, futuramente, ser muito mais esclarecidas e exigentes. Nunca será demais a informação, desde que seja isenta e verdadeira. Mas não basta dar a conhecer os 30 artigos da Declaração Universal do Direitos Humanos. Precisa mos de
refletir sobre cada um deles com os nossos alunos, ligandoos ao mundo atual. Esta reflexão tem de caber nas escolas, onde a informação não pode desligarse do seu papel formativo. É aqui que, se queremos caminhar para um mundo melhor, não podemos falhar.
Da incontornável “hipocrisia” dos Direitos Humanos Marinela Guimarães, professora
O
critério da Razão está tão distante do “bom senso”, que continuamos inertes em ato, embora ativos em potência (o que, por natureza, é contraditório), diante de tantas ameaças à integridade humana, diluídos que ficam, o sentido de partilha, o repartir dos afetos e o respeito pela identidade de cada UM. Se nos esforçássemos por ser “positivamente” racionais, todas as intolerâncias, todas as ameaças à integridade e à felicidade, consti maio 2018 | 6
tuiriam um repúdio radical. Ao invés, parasitamos viciosamente nos labi rintos analíticos dos raciocínios inferenciais, esquecidos que esta estamos de que a Razão Humana brilharia diáfana e cristalina se nos questionássemos emocional e afetivamente, acerca do que importa fazer para que o Outro seja efetivamente feliz. Perguntamonos se cada um ador mece tranquilamente nas noites frias? Se cada criança se aconchega nos braços da sua mãe? Se cada mãe se realiza, nos afagos ternos a cada um dos seus filhos?
Apelamos ao diálogo intercultural e permanecemos “adormecidos” num relativismo que confunde tolerância com indiferença, fechados que estamos nos “guetos” cristalizados do nosso egoísmo. Mas, “de consciência limpa”, repetimos sempre a solene hipocrisia das “mentes pensantes”.
// Direitos Humanos
Como se encara a igualdade de género na atualidade Diogo Romano, 7.º B
A luta pela igualdade de género tem resultado. Há 30 anos, se a popu ação empregada em Portugal fosse de 100 pessoas, seriam 60 homens e 40 mulheres. Hoje, segundo o portal estatístico PORDATA, quase metade das pessoas empregadas são mulhe res. São 49 em cada 100 trabalha dores. Mas a igualdade de género ainda está longe de ser totalmente verdade. Em casa e no trabalho muitas mulheres não têm todos os direitos que muitos homens têm. Se olharmos para aos salários podemos dizer que em 2013 os salários não estavam justos. Os homens recebiam, em média, 964 euros enquanto as mulheres se ficavam pelos 791, continuando com ordenados mais baixos que os homens. Em casa, as diferenças
continuam. Segundo as conclusões do Inquérito Nacional dos Usos do Tempo de Homens e de Mulheres (INUT), a desigualdade entre homens e mulheres no que respeita ao tempo dedicado a tarefas domésticas e cuidados a terceiros continua injusto. As raparigas, com idades entre os 15 e os 24 anos, trabalham mais 1h21 por dia que os rapazes e as tarefas domésticas e trabalhos de cuidados a crianças, jovens ou adultos, em situação de necessidade ocupam lhes em média 4h23 por dia. Já os homens gastam uma média de 2h38 diárias. Na saúde, os portugueses também não são todos tratados da mesma forma. De acordo com o Relatório de Primavera 2016, do Observatório campo são os com menos dinheiro, Português dos Sistemas de Saúde as crianças, os idosos e as mulheres. (OPSS), os mais fragilizados neste Nas áreas da política, tecnologia e
A crise humanitária dos refugiados; uma vertente negra dos Direitos Humanos
António M. Peres, professor
Apoiandonos na informação dispo nibilizada pela ACNUR (Alto Co missariado das Nações Unidas para os Refugiados), organismo especia lizado da O.N.U., os valores acumu lados em anos de movimentação de migrantes já rondam, neste momento, os 60 milhões, um número que ultrapassa muito o total dos refugiados, computados por estimati va, durante a Grande Guerra (1914 18) e a 2ª Guerra Mundial (193945). Este número assustador evidência as vítimas dos conflitos armados e das
perseguições políticas, não incluindo aqui os fenómenos naturais demoli lidores (ex: ciclones, terramotos, etc.), a fuga à miséria ou à fome. Os focos mais marcantes deste fluxo migratório podem sintetizarse no seguinte: 1. Na Síria, país do Médio Oriente que vive uma guerra fratricida e sanguinária, responsável pelo au mento maciço, recentemente regista do; 2. No Afeganistão, país asiático que tem mais de 2.5 milhões dos seus cidadãos fora do país, a grande maioria no Paquistão; 3. Em África, onde se juntaram os conflitos no Sudão do Sul, na República Centro Africana e a violência crescente na Nigéria; 4. Em Myanmar (antiga Birmânia), onde uma horrorosa campanha militar tem conduzido à perseguição da minoria “rohingya”, confirmando se uma violência indescritível sobre
650 mil pessoas. Este é a descrição sucinta, mas objetiva e fria, da realidade que enforma a crise humanitária dos refugiados. É neste contexto real que os atentados aos direitos humanos adquirem relevân cia, e são muitos: a perda da identi idade nacional, a perseguição, a violência verbal e física, as viola ções de cariz sexual, a injustiça social, a fome e a miséria, a opressão, a tortura, o racismo, a xenofobia e a intolerância enfim, um rol de atrocidades e de vitu périos lançados contra seres humanos.
Termino, parafraseando Moliére, dra maturgo francês; “Não só somos
responsáveis pelo que fazemos, mas também pelo que não fazemos".
desporto, é onde se vê mais desigualdade. Mas tem havido melhorias.
cientes das nossas limitações, pode mos ter atitudes conducentes a alter ar este "status quo". Proponho: 1. Praticar a tolerância, a todos os títulos, para com estes povos,mesmo sendo bastante diferentes de nós em termos de padrões culturais; 2. Sermos solidários, com apoio mo ral e material, com todos os organis mos e agências que trabalham no terreno, quase sempre em situações adversas (ACNUR, P.A.M., A.I., O.N.G.); 3. Lutarmos, por todas as formas possíveis, contra a ininsensibilidade absoluta como al guns líderes polítí cos enfrentam o fenómeno, raiando, amiúde, atitudes de "transparente" movimento de ódio” ou de “demonização política”, nas expressões contundentes, mas jus as, do Secretário Geral da Amnistia Internacional, Salil Shetty.
É nestas circunstâncias que, mesmo maio 2018 | 7
// Professor e Artista
“To live or not to live… just one life” aventurouse no mundo da música e, desde 2005, é o criador de um blog dedicado à sua própria poesia: Poesia para quem quiser.
Somos Jornal
Jorge Simões, nascido no Porto em 1962, licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem feito da sua vida uma experiência recheada de vivências únicas. Além da docência, quase sempre no ensino secundário, este nosso professor foi jornalista da área económica, escritor de alguns romances como Ghost Dance (1998) e O Rodopio do Escorpião (2014),
Quando surgiu este despertar para a escrita? Como se passa de uma área jornalística focando assuntos económicos para a escrita de um romance de ficção científica? Bom, sempre tive nota máxima nas composições – ou redações – escolares. Recordome bem de, nem sei que idade tinha, era certamente novinho, já ter tentado escrever uns poemas, poemas que o meu pai trazia na carteira e que mostrava, por vezes, a amigos. Foi depois de ele me ter oferecido um livro com poemas para crianças. Há também quem tenha jeito para consertar máquinas e mexer em roldanas, para desenhar e pintar, para jogos de guerra etc. Portanto, nunca tive que me esforçar particularmente para aprender a escrever. Depois, tratase
de um percurso feito de vivências, leituras (ficcionais e científicas, considerandose também as ciências humanas, claro), filmes, viagens e imaginação natural. Evoluise diariamente e, ao longo de muitos anos, somamse dias… A ficção científica (se é que é exactamente isso que esta distopia é) é uma possibilidade, não uma característica óbvia. O jornalismo, que exerci cerca de uma década, foi acidental. Estava de regresso da Grécia, onde lecionei Inglês, preparando alunos para os
"O jornalismo que exerci há cerca de uma década, foi acidental" exames de Cambridge, e de França, onde só não fiquei a trabalhar como músico na Eurodisney (mais tarde, Disneyland Paris) que, em breve, abriria portas, porque portugueses e espanhóis ainda necessitavam de um visto de trabalho. Fui contratado
e não contratado logo de seguida. Estava de regresso e os antigos miniconcursos já tinham passado. Respondi a um anúncio e por lá fiquei. Gostei. Foi uma experiência excelente que, além do mais, me abriu novas portas de conhecimento fora da minha área de formação. Durante grande parte desse período, leccionei a adultos.
No romance O Rodopio do Escorpião, o que há de factual e de fictício neste romance? O Rodopio do Escorpião foi escrito a duas velocidades. Parei um par de anos( comecei a escrevêlo, talvez, em 1998) e finalizeio posterior mente. Acho que um leitor mais atento consegue percebêlo. É uma obra de ficção. Alguns locais são “factuais” de acordo com a minha visão subjetiva. O resto é, obviamente, ficção. A docência é, atualmente, a sua principal atividade.
"...o meu fascínio hoje está na Matemática" Somos Jornal
José Manuel dos Santos 47 anos, residente em Labruge, mas originário da Venezuela, embora de família portuguesa, licenciado e mestre em Ensino da Matemática pela FCUP, autodidata em relação as Artes, 25 anos como professor de Matemática e 30 como pintor. Quando e como começou a sua atividade de pintor? Bom… responder a esta questão não é fácil sem contar uma breve história. Remonta já a setembro de 1981, estando a chegar a uma nova escola “Liceo Roberto Castillo Cardier”, o primeiro ano da minha escolaridade secundária, o equivalente ao atual sétimo ano, numa disciplina intitulada “Educação e Artes Visuais”, o professor distribuiu as técnicas que os alunos teriam que apresentar à classe. Cada um de nós escolheu uma técnica, eu, aventureiro, escolhi a técnica a óleo e assim foi... Com ajuda da mãe de um colega meu, maio 2018 | 8
fazia os meus trabalhos, com suportes e técnicas pouco dispendiosas. De facto, pintar, digo representar imagens em suportes “bidimensionais”, era, e ainda é, apenas um hobby. No seio da minha família, estes trabalhos não passaam de coisas “bonitas”; na verdade, eu nunca as levei muito a sério, nunca pensei em usar esta minha capacidade como forma de “ganhar a vida”, sempre quis ser “Doña Toña”, que tinha “jeito” para professor. pintar a óleo e a têmpera, pois em minha casa ninguém me poderia É fácil ou difícil conseguir conciliar ajudar, a não ser com o básico da a profissão docente (professor de aritmética e da língua lusa, passei Matemática) com a pintura? umas tardes a aprender. Neste No início da minha carreira como tempo, manuseava, cuidadosamen professor, foi sendo possível con te, as espátulas emprestadas; com ciliar o trabalho com a pintura; no punha tintas com os odores carac entanto, com o passar do tempo, a terísticos dos óleos e da aguarrás, lá conciliação tornouse bastante mais fiz o meu primeiro quadro – Um difícil. A falta de disponibilidade de Araguaney – enquadrado numa tempo não é a única variável a savana com os morros ao fundo, considerar, na realidade, hoje, antes paisagem típica da terra que me viu de fazer um trabalho, teorizo muito, nascer (Venezuela). Depois desta leio e faço pesquisas, não deixo de primeira experiência, timidamente consultar a minha cópia do códice
Ambrosiano, de forma a ver se encontro alguma nota do “mestre”, mas, muitas vezes, me detenho, ao espelho, nas interpretações mate máticas dos escritos de Leonardo. Alguma das características da sua pintura (técnicas, temas recorren es) advém da sua formação acadé mica ligada às ciências? A pintura, as suas técnicas e a geometria fazemme trabalhar, mas o meu fascínio de hoje está na Matemática. Houve uma fase em que me dediquei muito a trabalhos muito abstratos, cheios de teorização geométricas, utilizando técnicas muito diversificadas. Atualmente, e graças aos momentos de partilha no atelier do meu colega Gil Maia, volteime para o figurativismo, realizando trabalhos de pintura mais académicos que, sem a sua ajuda, não os teria iniciado. Em suma, hoje represento mais a realidade, tendo realizado inúmeros retratos de amigos e de família.
// Opinião
O que é que eles dizem? Jéssica Alexnadra, 11.º J
Isabel Ricardo
Luísa Romano
Maria Moreira
Rosário Martins
Direitos humanos é ter liberdade de expressão, ou liberdade de fazer o que nos compete, mas com os devidos limites e regras. Todos temos direitos, contudo todos temos deveres também. todos temos deveres também.
Acho que os efeitos que os direitos humanos deviam ter na sociedade não têm. Os direitos são um bem necessário, mas ainda está longe de abranger as necessidades de toda a gente.
Os direitos humanos para mim são bastante importantes. Mas acho que há pessoas com mais direitos do que outras.
Os direitos humanos confirmam uma faculdade da qual todos nós fomos dotados: o livre arbítrio.
Sandra Cardoso
Simone Fernandes
Os direitos humanos são aplicados para todo o ser Humano ser respeitado pelas suas crenças, direitos, religiões, escolhas, pensamentos e pelas liberdades de expressão.
Para mim, os direitos humanos significam igualdade em todos os aspetos: liberdade de escolha, religião, pensamento, expressão e direitos.
Florbela Soares Os direitos humanos deviam ser avaliados com mais importância na sociedade porque nem todos os respeitam.
Fernando Correia Os direitos humandos para mim são o poder de liberdade de escolha/ expressão e religião.
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// Acontece
"Sempre tive o sonho de ser jogador" Leandro Fernandes partilha a sua experiência enquanto jogador de futebol e aluno do 9.º ano da ESCM. em casa, é equipa muito unida e lutamos todos pelo mesmo. De que forma geres o teu tempo entre a escola e o futebol? Dou sempre priori dade aos meus estudos. Tento organizarme de forma a ter sempre tudo pronto, desde os trabalhos de casa, estudar para os testes, antes de ir Jéssica Silva, 11.º I para os treinos ou jogos. Só assim é possível obter bons resultados, tanto Há quanto tempo praticas futebol? na escola como no futebol. É um Pratico futebol desde os meus 4 esforço, sem dúvida, requer muita anos, ou seja, há 10 anos. dedicação, mas no fim compensa. Já praticaste mais algum desporto? Sim. Pratiquei natação durante 10 Pretendes fazer carreira com o futebol? anos. Sim. Seria um sonho! Desde cedo Atualmente jogas em alguma equipa? que gostava de ser jogador Neste momento, jogo no Sport Club profissional, mas estou consciente Castêlo da Maia, Sub15. Sintome que tenho que estudar, porque no
futuro, independentemente de conse guir ou não concretizar o meu sonho, preciso de ter uma "profissão". Todos sabemos que a carreira de um jogador dura em média, até 35 anos, daí considerar importante seguir uma carreira académica. O que te levou a optar pelo futebol e não por outro desporto? Eu adoro desporto. Mas o futebol é o desporto que me faz sentir realizado. Como disse anteriormente, pratico desde os meus 4 anos, e isso pode ter sido um "empurrão" para que hoje seja o meu desporto de eleição. Os teus pais aceitaram a tua escolha? Sim. Sempre tive o apoio dos meus pais, família e amigos. Gostam de me ver feliz.
torna mais responsável em termos de cumprimento de objetivos. Isso, naturalmente contribui para um bom desempenho escolar. Há alguma situação escolar em que eles não te deixem ir aos treinos? Sim. Na altura em que estou sobrecarregado de testes, trabalho,. tenho que ficar em casa a estudar. Já sei as regras, logo apesar de gostar muito dos treinos, sei que há momentos que não posso estar presente. Achas que o futebol interfere nas tuas notas? Não. Nem pensar. O "acordo" é exatamente esse, conseguir tirar boas notas, para continuar a fazer aquilo que mais gosto. Prefiro não correr esse risco!
Qual a opinião dos teus pais em relação à escola e futebol? Consideram que o desporto está interligado com a escola, e que me
"A educação trabalha com o coração" Joana Silva, 11.º J Mariana Santos, 11º I
A 11.° edição da Qualifica 2018 decorreu entre os dias 1 e 4 de março, na Exponor, e teve como mote “Love the Planet”, que pretendia sensibilizar os jovens para as necessidades de preservar e ter práticas ambientais corretas. A Qualifica tem como objetivo ajudar os jovens do terceiro ciclo a terem oportunidades para estudar no estrangeiro, conhecer ofertas das universidades, participar em jogos, assistir a desfiles e a entrar noutras atividades. Mais uma vez, a Câmara Municipal da Maia marcou presença e consigo os alunos das escolas, Secundária do Castêlo da Maia, Profissional Novos Horizontes de Moreira de Maia, maio 2018 | 10
Secundária da Maia, Secundária de Águas Santas e a nova Escola da Maia Salto International Circus School. Cada escola apresentou algumas atividades, destacando a ESCM com várias demonstrações de show coo king, feitos pelos alunos do curso Profissional Técnico de Cozinha e Pastelaria. Marcaram também presença ele ementos da Câmara Municipal da Maia, na qual Emília dos Santos, vereadora com o Pelouro da Educação, mencionou que “a educação trabalha com o coração.” Em conversa com o chefe de divisão da educação da Maia, Júlio Guimarães, referiu que a presença em eventos como este, são muito importantes na medida em que “promovemos a oferta formativa do
nosso concelho”. Relativamente à educação na Maia considera que se tem “feito um trabalho muito bom, muito positivo, há um investimento muito grande da parte do presidente da Câmara da Maia e também da nova vereadora,
por isso estamos a trabalhar todos em conjunto, e em articulação com os nossos parceiros para que a educação na Maia evolua cada vez mais, e que possamos dar um futuro risonho aos nossos jovens e crianças"
// Acontece
Ensino Secundário
Cursos Profissionais
Olimpíadas Nacionais de
Informática
Diogo Rodrigues, do 12.º B, foi selecionado, entre os 8 primeiros, na Final das Olimpíadas Nacionais de Informática 2018. Decorreu no dia 7 de maio, no Departamento de Ciência de Computadores da Fa culdade de Ciências da Universi dade do Porto.
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E tu, serás capaz?
Somos Jornal
Os Cursos Profissionais
Superior. São organizados: Por módulos, que permitem uma maior flexibilidade no ritmo de aprendizagem, com uma duração total de 3 anos letivos; Em três componentes de formação sóciocultural; científica; tecnológica.
cons tituem uma das modalidades de formação do nível secundário, sendo caracterizados por uma ligação direta ao mercado de trabalho. Atendendo a um determinado perfil profissional, valorizam o desenvolvimento de compe tências necessárias para o exercício de uma profissão, dinamizando uma estreita articulação Técnico de Desporto com empresas e instiuições parcei É um profissional que… ras. Participa no planeamento, na Destinamse aos alunos: organização e no desenvolvimento treino de modalidades Que concluíram o 3º ciclo do Ensino do desportivas, individuais ou coletivas, Básico; bem como na organização e Pretendem uma formação mais dinamização de atividades físicas e prática e orientada para o mercado desportivas em contexto de de trabalho; Colocam a hipótese de prosse ocupação de tempos livres, animação guimento de estudos. e lazer. Têm como objetivos: O desenvolvimento de compe tências pessoais e profissionais para o exercício de uma determina da profissão. Privilegiar as ofertas formativas que correspondem às necessi dades de trabalho locais e regionais, contribuindo para o acesso ao mercado de trabalho; Preparar para o acesso a formações póssecundárias (Cursos de Espe cialização Tecnológica – CET; Cursos Técnico Superiores Profissionais – CTeSP assim como para o Ensino
Pode trabalhar em… Ginásios; Clubes desportivos; Associações.
Pode trabalhar em… Restaurantes / Pastelarias; Empresas de Catering; Restauração hospitalar; Unidades hoteleiras. Técnico Auxiliar de Sáude É um profissional que… Auxilia na prestação de cuidados de saúde aos doentes, na recolha e transporte de amostras biológicas, na limpeza, higienização e transporte de roupas, materiais, equipamentos e espaços e no apoio logístico e administrativo das diferentes unida des e serviços de saúde, sob orientações do profissional de saú de. Pode trabalhar em… Hospitais (públicos e privados) Unidades de Saúde Familiar; Lares de idosos; Clínicas privadas. Técnico de Cozinha/Pastelaria
É um profissional que… Realiza de forma autónoma ou Técnico de Gestão e Programação integrado numa equipa, atividades de de Sistemas Informáticos conceção, especificação, projeto, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemas informáti É um profissional que… Planifica e dirige os trabalhos de cos e de tecnologias de processa cozinha, prepara e confecion produ mento e transmissão de dados e tos alimentares e refeições regulares informações. ou num enquadramento de especia lidade, respeitando as normas de Pode trabalhar em… higiene e segurança alimentar. Empresas (públicas e privadas)
Os alunos, Gonçalo Rodrigues e Diogo Rodrigues, do 12.ºB conquis, taram o 9.º lugar num total de 236 equipas na competição mat12, nas Competições Nacionais de Ciências (CNC) de Aveiro. A prova decorreu, no dia 26 de abril, na Universidade de Aveiro, e reuniu alunos de todo o país.
Outubro Rosa
A ESCM vestiuse de rosa no dia 30 de outubro. Sempre preocupada em formar jovens informados e críticos sobre o que os rodeia, aderiu à campanha Onda Rosa, em que a temática central foi a prevenção do cancro da mama. Os alunos do curso profissional Técnico Auxiliar de Saúde, junta jmente com os professores Joana Barbosa e César Brás, desenvol veram várias atividades com o intuito de angariar fundos a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Foram distribuídos flyers informa tivos à comunidade escolar, artigos de merchandising para quem qui sesse contribuir e ainda colocadas várias faixas rosa nos corrimões das escadas. Neste gesto de alerta e sensibilização por uma causa nobre, todos colaboraram no desafio. maio 2018 | 11
// Acontece
Mostra de projetos Somos Jornal
I. Projetos no âmbito da cidadania 1. Sol Castêlo: 1.1 Solidariedade com crianças e famílias; 1.2 Corrida solidária; 1.3 Voluntariado IPO; 1.4 Refeições para famílias carenciadas locais; 1.5 Campanha Dia do Não Fumador e Onda Rosa; 1.6 Campanha de solidariedade num lar de idosos. O nosso agrupamento decidiu facultar apoio social às famílias residentes na área de implantação das escolas do agrupamento que tem como princípios a gratuitidade e solidarie dade. A mudança de hábitos pode mudar o mundo. .
II. Projetos no âmbito da saúde, ambiente e comunicação 1. Saúde e ambiente Presse; 1.1 EcoEscolas / Lipor Geração +; 1.2 Desporto Escolar; 2. Comunicação 2.1 Banco de livros; 2.2 Projeto de leitura; 2.3 Jornal escolar; 2.4 SeguraNet; 2.5 Clube de Línguas e DELF. Todas as escolas do AECM estão certificadas com “Coração Verde”, sendo a escola sede reconhecida com a Bandeira Verde EcoEscolas. Colabora, ajudando a melhorar o espaço escolar, pois ao mesmo
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tempo ajuda a Preservar e a Conservar o Ambiente. O AECM aderiu ao Projeto "Lipor Geração+", uma oferta facilitadora de práticas, que suportam a melho ria. O nosso agrupamento decidiu criar um banco de livros escolares que tem com lema poupar, partilhar e ser amigo do ambiente. Todos podemos beneficiar. Constituindo parte integrante do projeto educativo do agrupamento e do plano anual de atividades, o Clube de Desporto Escolar, existente neste Agrupamento desde 1995, promove o gosto pela prática regular da atividade física e assegura a compreensão da sua importância enquanto fator de saúde e componente de cultura, na dimensão pelo Ministério Francês da Educação individual e social. Nacional, para certificar das compe tências em francês dos candidatos O “PRESSE” é o Programa estrangeiros. Regional de Educação Sexual em O nosso agrupamento tem levado nos Saúde Escolar, promovido pela ARS últimos oito anos muitos alunos a Norte, I.P., através do seu realizar este exame de proficiência: Departamento de Saúde Publica em A1, A2, B1, B2 e C1. Mais de 150 parceria com a DREN. alunos já o conseguiram, sendo a Ao desenvolver o programa e incluí grande maioria situada no nível A2, lo no seu Projeto Educativo, as embora o nível B1 esteja a ganhar escolas do Agrupamento do Castêlo grande adesão. da Maia, são consideradas escolas PRESSE. III. Projetos internacionais Este Clube de Línguas foi criado em 1999, ainda na Escola Secundária, num espaço bastante reduzido, junto ao polivalente dos Alunos. . O DELF é um diploma oficial emitido
1. Erasmus; 2. Intercâmbio com a Dinamarca. O projeto neste momento em funcionamento no AECM People on the Move: Turning changes into chances visa conhecer o fenómeno
das migrações, suas causas e efeitos; compreender as condições de vida dos migrantes e propor políticas sociais inclusivas; analisar o impacto das migrações na Europa; conhecer e compreender as diferenças e desenvolver a tolerância e o respeito por outras culturas; desenvolver competências em línguas; desenvolver a capacidade de tra balhar em equipa, através de uma aprendizagem cooperativa, partilhan do conhecimentos e experiências.
// Acontece
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// Acontece
9.ª Gala da Educação no fórum da Maia
Beatriz Pinho, Inês Neves, Sara Gomes, 11.º J
A Câmara Municipal da Maia volta a distinguir os alunos que se destaca ram no plano académico, do ano letivo 2016/2017, ao premiar o mérito e a excelência escolar de crianças e jovens que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico até ao superior. A Gala da Educação da Maia é um
espaço de reconhecimento de talen tos, não só escolares, mas também de outras atividades igualmente enriquecedoras. Pais, alunos e professores assistiram a várias atuações, desde dança e música. Dos 36 alunos homenageados, 5 alunos pertencem ao AECM. A aluna Isabel Soares Oliveira do 1.º ciclo, Diogo de Freitas Costa, do 1.º
ciclo, Henrique Afonso de Carvalho convívio entre a comunidade escolar Araújo Barros, do 2.º ciclo, Ana Marta e as famílias, dos alunos que fre Gomes Mendes, do 3.º ciclo e Pedro quentam as escolas da Maia. Miguel Alves Moreira, do ensino secundário. O evento contou com a presença de António Silva Tiago, presidente da Câmara Municipal da Maia e Emília Santos, vereadora com o pelouro da educação. Foi um momento de descontração e
A Voz das Línguas 2.ª Fase Sónia Peixoto, 11.º I
A
2.ª fase da eliminatória do concurso de leitura, realizouse entre os dias 6 e 7 de março, na biblioteca da ESCM, que teve como objetivos a promoção da leitura e o desenvol vimento da leitura expressiva em voz alta.Os alunos vencedores na leitura em Português foram: Lara Sofia
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Santos (7.º I), Mariana Mendes (8.ºF), Rúben Alexandre Silva Rocha (9.ºE), Vanessa Ferreira (11.ºI), Mariana Campos (12.ºD). Na língua estrangeira destacaramse os alunos: Matilde Novais (7.ºK) , Maria Rita Lopes (8.ºJ), Nickolas Grothe (9.ºD), Beatriz Carvalho (10.º E), Vanessa Ferreira (11.ºI).
// Acontece
Melhores alunos do AECM foram distinguidos Os Quadros de Excelência e de Mérito visam premiar os alunos não só pelos bons resultados, mas também estimular o gosto por aprender e a vontade de se superarem. Curso de Comunicação Social
Durante dois dias decorreram as cerimónias de entrega de diplomas a cerca de 300 alunos dos vários níveis de ensino. O diretor da ESCM, Marco Marques, elogiou os alunos pelo esforço e dedicação, relembrando que "mais tarde esse esforço iria ser recompensado". No primeiro dia foram entregues os diplomas DELF, os diplomas aos alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário, e aos adultos do Centro Qualifica. Paulo Macedo, aluno premiado do 12.º A, referiu que "este evento é uma excelente iniciativa da escola que serve para os alunos terem o reconhecimento do seu próprio esforço". O nervosismo e ansiedade eram notórios em todos os alunos que aguardavam pelo seu diploma. Gabriela Amorim, aluna do 4.º ano, não era exceção afirmando "sintome feliz e honrada por poder estar aqui". No último dia e na presença de membros da direção da escola, e da vereadora da Educação da Maia,
Emília Santos, assistiuse à entrega dos diplomas aos alunos do 1.º e 2.º ciclos. Em ambiente de festa e descontração, a felicidade transbor dava no auditório da escola.
Meta Desportiva Cristiana Correia, Joana Azevedo, 11.º I
Mais uma vez,o AECM promoveu, no dia 15 de dezembro, o corta mato escolar. Esta atividade desportiva decorreu durante a manhã, e apesar do tempo não ser o mais convidativo devido ao frio que se fazia sentir, contou com a participação de cerca de 500 alunos distribuídos pelos vários escalões. A organização ficou a cargo dos professores de Educação Física, e contou com ajuda da CMM para a autorização do corte temporário da rua da escola, da PSP e dos Bombeiros Voluntários, para que todos estivessem em segurança. O corta mato apurou os seis
primeiros classificados por escalão/ sexo que irão competir no Campeonato Distrital, representando o Agrupamento no Corta Mato da CLDE Porto. Foi uma excelente jornada de promoção do atletismo, de hábitos saudáveis e da prática desportiva para todos.
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// Acontece
Natal das línguas: Partilha em Festa & Cultura Rosa Amaral, professora
O Natal, momento por excelência de partilha, símbolo de união, de esperança, vem sendo comemorado no nosso Agrupamento, em geral, e na Escola Secundária, em particular, com atividades integradoras de toda a comunidade, atividades essas centradas nos alunos. Neste sentido, cumprindo com esse princípio e procurando fixar uma tradição, renovandoa, a 15 de dezembro, último dia do 1º período escolar, o Departamento de Línguas voltou a trazer os sentidos e os sabores do Natal. Sobre a atividade na ESCM, podemos dizer que envolveu mais de 60 turmas e professores, tendose inaugurado, desta vez, mais uma vertente associada à «Festa da Partilha»: a da partilha cultural. Tudo começou umas semanas antes, quando foi lançado o desafio a outros grupos disciplinares de outros departamentos dinamizassem um conjunto de atividades, desafio que resultou no concurso de enfeites natalícios realizados pelos alunos de 7º Ano de Matemática e de 8º Ano de Geografia. Houve, ainda, a criação de marcadores de leitura levada a cabo por alunos do Ensino Secundário na disciplina de Português. No dia, as atividades culturais desenvolvidas iniciaram pelas 10.05h (salas de aula e auditório). Assim, a partir do segundo tempo da manhã, começaram as movimentações e aumentavam as expectativas. Grupos de alunos haviam preparado, com os seus professores, cânticos natalícios,
declamação de poemas, narração de contos de Natal e de outros textos igualmente significativos, «quiz» em línguas estrangeiras, leitura de excertos narrativos acompanhada de projeção de um filme sobre a pesca do bacalhau (em aulas de Ciências Naturais)… Enfim, que vozes, que declamações, que professores, revelaram os nossos alunos! Nas salas de aula, ansiosos, divertidos, os alunos do 7.º ao 12.º anos esperavam que grupos de seus colegas os viessem visitar com a partilha cultural (alguns tiveram a sorte de receber mais que a mão cheia de visitas!). Olhos vivos que perscrutavam os corredores no encontro de outros vivos olhos que procuravam portas, salas… A partir das dez horas, no Auditório, com o patrocínio da Editora Leya, foi possível a um grupo de turmas do Ensino Secundário ouvir e falar com Sandro William Junqueira, o escritor de «Quando as girafas baixam o pescoço». Já agora, é bom ficarse a saber que o autor e este seu livro estão nomeados para o «Melhor Livro de Ficção Narrativa», na categoria Literatura, dos Prémios Autores 2018, da Sociedade Por guesa de Autores. Os nossos alunos do Curso CientíficoTecnológico de Comunicação Social além de participarem ativamente na ativi dade, ainda fizeram a reportagem! O ponto culminante da nossa atividade é, sem dúvida, a tradicional mostra gastronómica para a qual contribuem os alunos e suas famílias: «Festa da Partilha» de iguarias
Bronze no AECM Somos Jornal
Tiago Araújo (9.º B), Nickolas Carlos Grothe (9.ºD), Marco Pereira (9. G) – alcançaram a medalha de bronze nas Olimpíadas de Física, escalão A (básico), na fase regional, no dia 4 de maio de 2018, passando, assim, à fase nacional, a realizar no dia 2 de junho. maio 2018 | 16
natalícias. No entanto, tal como também vem sendo tradição, os alunos do Curso Profissional de Técnico de Restauração deliciaram nos, mais uma vez, com as suas confeções (do peru ao bolorei, do presépio à casa e bolachas de gengibre, entre outros)! O balanço é excelente, pelo que os alunos que intervieram estão, sem
qualquer dúvida, de parabéns. No final da atividade, as iguarias que sobraram foram oferecidas à empresa «Refood» para a sua reutilização e distribuição. Não resta mais que deixar a promessa de que, para o ano, há mais! Bem hajam todos!
Dia Mundial da Água Ana Rita, Cátia Barros 11.º I
No Dia Mundial da Água, os alunos do 5.°ano, assistiram a uma palestra sob o tema "Água como poupar um recurso tão precioso". O evento contou com a presença de Cláudia Carvalho, voluntária da Quercos. Alertou os presentes que a a Água é um bem essencial à vida no nosso planeta Terra.
// Acontece
Agente por um dia
Dia da Filosofia Filipa Nogueira, Sónia Peixoto, 11.º I
O EB de Porto Bom
A escola Básica de Porto Bom em parceria com a GNR / Escola Segura, dinamizou a atividade “Agente por um dia”. Os alunos uniformizados com “mini fardas da GNR”, acompanharam os
militares, na abordagem aos condutores, promovendo uma jornada de sensibilização para a importância de uma condução mais atenta e segura.
Dia Mundial da Filosofia é comemorado todos os anos na Escola Secundária do Castêlo da Maia e este ano não foi exceção. O dia foi assinalado com a entrega de marcadores de página, com diferentes pensamentos de vários filósofos, a todos os professores para que em conjunto com os alunos fizessem uma breve reflexão.
Na organização esteve envolvido o grupo de docentes de filosofia, Ana Luísa Melo, Cândida Moreno, Marinela Guimarães, Amélia Castro e Diamantina Correia. Este dia foi criado pela UNESCO, em 2002, com o objetivo de “… enaltecer a importância da Filosofia na vida do homem e na vida em sociedade. Este é um dia de reflexão e de questionamento.”
Semana da alimentação em Porto Bom EB de Porto Bom
A Escola Básica de Porto Bom celebrou “O Dia Mundial da Alimentação”, durante a semana de 16 a 20 de outubro, dinamizando várias atividades entre as quais
realizou na sala de aula um pequenoalmoço saudável e a construção de uma mega roda gigante dos alimentos (com alimentos reais). .
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// Acontece
“A internet não é uma ameaça, é um privilégio”
Filipa Nogueira, 11.º I
Catarina Santos partilhou com os alunos do curso CientificoTecnológi co de Comunicação Social a sua experiência enquanto jornalista da Rádio Renascença. Num discurso informal e tímido, iniciou a conversa relembrando o gosto que tem pela escrita e da vontade que sempre sentiu de mostrar as suas histórias. Ainda estudante de jornalismo na Universidade do Porto, começou a fazer pequenos trabalhos, e desde aí nunca mais parou. Em 2014, venceu o prémio Gazeta Multimédia com a reportagem "A Sul da Sorte", que retrata “o drama dos migrantes que tentam chegar à Europa fugidos da Líbia, da Síria ou de outras terras onde, há muit to, nada se espera”. Foi a reportagem que mais lhe marcou pelo tema, pelo tempo que lá permaneceu, pelas pessoas e as suas respetivas histórias. Durante uma semana conseguiu entrar nas suas vidas e quebrou a visão das taxas e estatísticas. Tocoulhe o facto maio 2018 | 18
de muitas pessoas não contarem as suas histórias para não as reviverem, e por acreditarem que os jornalistas não são capazes de perceber essa realidade. Em 2016 volta a vencer o prémio Gazeta Multimédia com a reportagem “20 anos são dois dias”, que retrata a Bósnia e Herzegovina, feita 20 anos depois do massacre de Srebrenica. Esta reportagem surgiu da curiosidade de como estaria a Bósnia 20 anos após a guerra. Partiu sozinha nessa aventura com todos os
rivalidade. A jornalista considera que em Portugal se faz bom jornalismo, apesar das condições que "nos são dadas para trabalhar". Acrescentou, ainda que, um "jornalista que trabalhe em condições precárias corre o risco de não ser um jornalista totalmente livre, porque nem sempre estará em condições de exercer a profissão de forma ética e deontologicamente correta". Sublinhando que "esse é um perigo que decorre das dificuldades de um modelo de negócio que "Um jornalista que trabalhe em se esgotou, e que tem de condições precárias corre o risco encontrar novas formas de não ser um jornalista totalmente de ser sustentável." Referiu que existem livre" jornais no estrangeiro que são financiados "Não há mau jornalismo" pelos seus leitores como forma de preservação da equipamentos, câmara, tripé, profissão. gravador, aproveitando para fazer a Para Catarina, não há "mau cobertura do Papa antes de chegar jornalismo" desde que se respeite o ao seu destino. código deontológico. "O que não o As diferenças culturais ficarão para fizer será outra coisa qualquer, mas sempre na sua memória. Três não jornalismo". nacionalidades, e cada um aprende Aconselhou os estudantes a serem as histórias de forma diferente, um "canivete suíço", ou seja, criando entre o povo muita capazes de estar em qualquer
plataforma e conseguir trabalhar com vídeo, áudio e escrita. Não vê “a Internet como uma ameaça, mas como um privilégio de ser mais uma forma de comunicar”.
People on the Move Seis alunos e duas professoras do AECM, participaram na segunda Mobilidade do projeto People on the Move a Deva, na Roménia. Foi uma semana intensa de atividades educativas, culturais e sociais.
// Acontece
Dia Aberto das Ciências Curso de Comunicação Social
No decorrer do 2.º período, a ESCM abriu mais um ano as portas, às atividades do Dia Aberto das Ciências. Foram realizadas 32 atividades e estiveram envolvidos na concretização do dia, mais de 90 professores e cerca de 180 alunos, quer do ensino Básico e Secundário, como também as turmas do Ensino Profissional e do Curso Científico Tecnológico. Todas as salas estavam organizadas por atividades, que se encheram de vida, satisfazendo a curiosidade de muitos visitantes. As salas que serviam de “mini laboratórios” para as experiências de química e física, os torneios de xadrez e quartô que mostraram grande afluência, os planetas e vulcões contruídos pelos alunos que vieram dar cor à escola, o ginásio que se transformou num espaço de dança
de Hip Hop sob a orientação do professor Rui Maia, a sala de geografia que convidou os alunos a “orientaremse” através de uma bússula, a sessão de cinema, a cantina que passou a ser uma sala de rastreio de sangue, e sem esquecer os pequenos chefes que nos presenciaram com várias iguarias, foram algumas das atividades que assistimos neste dia inesquecível para toda a comunidade escolar. Pela primeira vez, as atividades cien íficas desenvolveramse a par de outras dinâmicas das áreas de Filosofia, Geografia e História. Tanto do básico, com visitas orientadas pelos professores, como do secundário que visitaram em regime livre, foram muitos os alunos que presenciaram e participaram nas diferentes experiências. Segundo a professora Graça Mota, responsável pela organização, o objetivo deste dia foi “um sucesso, conseguimos concretizar todas as
atividades pretendidas e o programa cumpriuse sem incidentes de maior. Acredito, também, que teve um impacto significativo em muitos dos nossos alunos. maio 2018 | 19
// Acontece
Como aprender línguas estrangeiras “sem esforço” Cátia Valente, professora
Atualmente, saber várias línguas estrangeiras é uma das ferramentas mais importantes na obtenção de sucesso, tanto no âmbito pessoal como profissional, e são muitas e variadas as formas de aprender. A mudança também consiste em entender que, num mundo cada vez mais globalizado e plural, saber comunicar com o outro é uma necessidade incontornável. 5 dicas infalíveis para falares como um nativo: 1. Ouvir música latina, ¡claro! 2. Ver filmes, curtasmetragens e séries espanholas, ¡ por supuesto! como o recente êxito mundial La Casa de Papel. 3. Fazer jogos e ouvir podcasts. Visita as seguintes páginas: http://www.vertaal.com/ https://aprenderespanol.org/! 4. Fazer um “intercâmbio linguístico” na internet com outros hispano falantes (nas redes sociais, nos chats, etc.), algo prático e gratuito! 5. Mudar a língua do telemóvel, do email e até do Facebook.
¡Qué guay es aprender español! algumas atividades dinamizadas: Día de la Hispanidad, no dia 12 de outubro de 2017, relativo à chegada de Cristóvão Colombo à América. Día de Los Muertos, em novembro, celebração comemorada no México e noutros países da América Central, bem como em algumas regiões dos
Estados Unidos. Natal das Línguas, onde se provaram polvorones, roscón de reyes e guacamole, entre outras delícias. 4º Concurso de Coronas de Reyes, em que não faltaram os tão desejados “caramelos” trazidos pelos Reis Magos.
Día de San Valentín, com a construção de leques com o seguinte mote: “Dizlhe o que sentes em Espanhol”: Mi curri, mi Dulcinea, Mi Quijote, Mi pedacito de melón, Chatito, Te echo de menos…
Bonjour, mes amis!
Elisabete Oliveira, professora
Se
entendeu esta saudação, já percebe o quão fácil é falar Francês. Todos nós usamos no nosso quotidien palavras e expressões francesas como toilette, abatjour, croissant, mousse, la crème de la crème, le fait divers, en passant…. Logo, a estranheza da língua nem se faz sentir. Os alunos de Francês vivem momentos de estudo sério e de pesquisa regular, mas também se divertem, ora cantando, dançando ao som de grupos e cantores francófonos da atualidade, ora vendo filmes interessantes e cómicos, ora participando em várias atividades do nosso agrupamento, como lanches, maio 2018 | 20
espetáculos e viagens. Nos nossos dias, escusado será lembrar a importância da aprendi zagem desta língua. Sempre foi considerada a língua da cultura, da arte, da moda e do amor. Hoje, também é a língua do trabalho. Se passearmos pelas cidades de Lisboa e do Porto, percebemos que o turismo vive muito dos visitantes franceses, logo para servir à mesa ou num balcão, nunca foi tão necessário falar francês; em França, no Luxemburgo, na Suíça, na Bélgica, no norte de África, muitos são os portugueses licenciados ou não que ali encontram trabalho; o Francês é a língua oficial de muitas organizações mundiais e internacionais… O Francês é fácil e divertido, mas requer estudo e dedicação.
// Acontece
Visita ao Parlamento demonstrando interesse, tal como todos os outros, mas sendo participativo, completando as ideias da guia. O salão nobre inspira uma forte conetividade com os grandes feitos dos Portugueses, uma vez que nas suas paredes estão pintados episódios históricos sobre os "Descobrimentos”. Contamos, ainda, com a participação da Senhora deputada Emília Santos, natural da Maia, e Vereadora da Educação na Câmara Municipal, que complementou a visita e nos falou sobre o seu percurso profissional na vida politica.Penso que falamos por todos os nossos colegas, afirmando que sem dúvida esta visita será sempre marcada nas nossas memórias, não só pela parte do lazer e convívio, mas, também, porque nos proporcionou uma nova perspetiva acerca da gestão do nosso país.
Gonçalo Magalhães, João Dias, 10.º D
Os alunos dos 10ªs D, E e F de Humanidades, no dia 8 de feve reiro, tiveram a oportunidade de se deslocar a Lisboa para visitar o Parlamento. Quando lá chegaram foram dirigidos para um local que, num contexto histórico, terá sido o refeitório do Mosteiro de São Bento da Saúde, onde os monges beneditinos tinham as suas refeições. Seguido de uma explicação feita pela guia, dirigiram se para o interior do palácio. Lá puderam vislumbrar a escadaria principal, assim como várias estátuas, entre elas a estátua do famoso Rei do regicídio, D. Carlos I. A guia, que nos acompanhou, levou nos até uma sala onde, na atualidade, decorrem reuniões internacionais, sessões solenes e, no ponto de visita de todos os alunos, é lá que decorre um dos eventos mais enriquecedores anível académico, o Parlamento dos Jovens. Esta sala denominase sala do senado. Acomodamonos nas cadeiras e ouvir uma explicação acerca da sala. Seguimos para o salão nobre, onde um aluno do 10ºD se destacou,
Bibliotecas Escolares AECM projetos e atividades Teresa Barbosa, professora
As 4 bibliotecas escolares do AECM ( EB de Mandim, EB, EB2,3 e ES do Castêlo da Maia) têm dois grandes objetivos: contribuir para a formação integral dos alunos e servir a comunidade educativa. Todas as suas ações se orientam em torno destas duas linhas. Dos projetos mais voltados para o apoio à família, destacamos o Banco de Livros Escolares, que, existindo desde 2014, tem já um muito acentuado movimento, ajudando as famílias a economizar nas verbas destinadas à aquisição dos livros escolares. Ainda, neste âmbito, mas com a vertente de desenvolver competências de trabalho autónomo
nos nossos alunos, adquirimos a ferramenta digital Escola Virtual, de utilização gratuita em contexto de biblioteca escolar, que serve todas as escolas do nosso agrupamento. Os nossos projetos passam ainda pela participação dos nossos alunos em concursos de leitura e escrita, quer dinamizados internamente, quer em parceria com a Rede das Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura, ou a Biblioteca Municipal da Maia, como é o caso do já tradicional concurso de leitura “A Voz das Línguas, o Concurso Nacional de Leitura, ou o Leituras, Sentidos e Saberes, entre inumeráveis atividades e projetos desenvolvidos sistema ticamente pelas nossas bibliotecas. Todos os nossos utentes podem contar, por exemplo, com a Feira do
Livro, diversas exposições temáticas, que têm a parceria dos nossos departamentos curriculares, encon tros com autores e a comemoração de efemérides várias, como é o caso da semana da Leitura.
Estamos abertos à comunidade educativa com a criação de um catálogo concelhio em rede e a nossa política de atuação promove a partilha
e a poupança, disponibilizando gratui tamente todos os nossos documentos e equipamentos. Melhorar sempre os nossos serviços e alargar o número de utentes está sempre no nosso horizonte e conta mos, para isso, com a boa colaboração e particiação de todos os elementos da comunidade educa tiva, a quem já esta mos profundadamente gratos pelo muito que já alcançamos.
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// Acontece
Escola de Pais
famílias e tentando mudar menta idades, permitindo assim que a o seu quarto ano de existência o relação famíliaescola seja incenti projeto “Escola de Pais”, continua a vada, propiciando uma relação mais apostar que uma boa relação escola cooperante e próxima. família e a consequente participação parental são essenciais na formação Temas abordados no 1.º Período dos alunos e contribuem para a 12/10/2017. “O papel dos pais no motivação e interesse dos mesmos acompanhamento escolar dos nas tarefas escolares. No entanto, na filhos”; Conferencista convidado Dr. maioria dos casos, a qualidade desta Alberto Santos da FAPEMaia e relação ainda se encontra aquém do presidente da CONFAP Jorge Manuel que era expectável. Com este projeto Ascensão. a escola pretende promover e 23/11/2017. “Comer bem para melhorar a qualidade da relação pensar melhor”; Conferencista con existente, visando o envolvimento das vidada Nutricionista Rita Giro. Somos Jornal
N
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15/3/2018. “Workshop de primei 14/12/2017. “Concerto de natal” Com o Coral Vox Cantabile e outros – ros socorros"; Convidada Joana Maestro Samuel S. Santos. Barbosa (docente da nossa escola). Temas abordados no 2.º Período 25/1/2018. Mostra de projetos: projetos AECM e Oferta do ensino secundário – sentido de pertença da escola; Professores, alunos, funcionários e exalunos da ESCM, atualmente na universadade: Alexandre Paiva, João Marques e Teresa Castro. 22/2/2018. “A educação nos dias de hoje”; Conferencista convidado Professor David Justino.
Temas abordados no 3.º Período 26/4/2018. “Festival da canção” 24/5/2018. Workshop de cozinha – (concurso de equipas) “o meu filho cozinha melhor que o teu" Convidado Paulo Correia (docente da nossa escola).
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Centro Qualifica do AECM supera os objetivos da CIM e da NUT I I
Daniel Prata, coordenador do Centro Qualifica
O Programa Qualifica, destinado à Educação e Formação de Adultos, foi lançado há pouco mais de um ano e conta com mais de 150 mil inscrições na rede de 300 Centros Qualifica existentes em vários pontos do país, revelam fontes oficiais. Segundo os dados (plataforma do Sistema Integrado de Informação e
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Gestão da Oferta Educativa e Formativa SIGO), registaramse ainda 115 mil encaminhamentos para ofertas formativas e processos de reconhecimento, validação e certifi cação de competências (RVCC). No que ao Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia diz respeito, o seu nível de execução foi ainda superior aos resultados das áreas geográficas onde o mesmo se encontra inserido
(CIM / NUT II). A atestar tal facto e apurados as percentagens de execução em 2017 ao nível da CIM e da NUTS II, no nosso Centro verificaramse os seguintes resultados: * ver tabela Em suma, estes excelentes resulta dos permitiram um maior reforço no comprometimento com a população adulta do concelho da Maia, em atividades de aprendizagem ao longo da vida, nas modalidades de RVCC
Escolar (Básico e Secundário, laboral e póslaboral) e Cursos de Educação e Formação de Adultos Escolar (com 4 turmas de nível Secundário em regime póslaboral). Fontes: SIGO; ANQEP, Agência Lusa