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SETEMBRO 2019 - #08

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CAPELA EM MACAPÁ Amanda Griebeler UNISINOS (SÃO LEOPOLDO - RS)

PLOTTER PRINT Deivid Ferreira PUCRS (PORTO ALEGRE - RS)

BRTT – SKETCHUP MODELS Richard de Melo UNIVERSIDADE PADRE ANCHIETA (CAJAMAR - SP)

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PROJETO ALUNA AMANDA GRIBELER PROFESSORES JULIAN GRUB UNISINOS (SÃO LEOPOLDO - RS)

CAPELA EM MACAPÁ

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Amanda Griebeler é estudante de arquitetura na Unisinos, em São Leopoldo (RS). Participou da primeira edição da Genoa.estudantes, em fevereiro de 2016, apresentando o projeto da Residência Mínima Temporária, no primeiro semestre da faculdade, e também fez parte do grupo que publicou a proposta do Espaço Ecumênico no campus da universidade, na segunda edição, no mesmo ano. Nesse segundo projeto, o conceito em arquitetura começou a ser trabalhado no currículo acadêmico, ainda sem muita exigência. A maturidade com que Amanda vem trabalhando o conceito em suas propostas vem crescendo desde então. Semestre passado, na disciplina de Conforto Ambiental II, com orientação do Professor Julian Grub, a estudante apresentou o projeto para uma Capela em Macapá (AP), onde explorou uma temática muito trágica na região, compondo um espaço para reflexão e que, ao mesmo tempo, respondesse bem às condições climáticas de alta temperatura e insolação da região nordeste do país.

Foi a primeira vez na faculdade que os alunos da Unisinos fariam um projeto em uma região diferente, com outro clima e contexto histórico. Não seria possível fazer a visitação do local, então o trabalho de pesquisa e análise teria um peso ainda maior.

também tem um dos maiores números de registro de violência contra a mulher do estado. Meu conceito é a constelação de Andrômeda cuja posição das estrelas exibem uma mulher de beleza incontestável, no entanto, acorrentada e condenada à morte pelos homens que temiam um monstro. Mas, mesmo tratando-se de uma mitologia, os maiores monstros eram aqueles que a condenaram e a deixaram a morte. Decidiram seu destino através da violência, já que foi por conta de sua aparência que foi escolhida para ser sacrificada.”

Amanda ficou com a cidade de Macapá, onde tinha o terreno sobre a praça Isaac Zagury, no centro urbano da cidade, para explorar. Próxima à área do projeto está a Associação das Mulheres Ribeirinhas e Vítimas de Escalpelamento. Escalpelamento é um acidente infelizmente comum na região, onde a população ribeirinha vive da pesca e ocorre que os cabelos das mulheres acabam prendendo nas hélices dos motores dos barcos.

Definido o conceito, Amanda, então, determinou as diretrizes do projeto, as formas como ela transmitirá essas sensações na capela. Entre essas estratégias, a estudante escolheu usar paredes vazadas com o desenho da constelação de Andrômeda, uma referência à Église Firminy, de Le Corbusier, deixando a luz do dia projetar no altar uma simulação da luz das estrelas. Outra decisão foi o uso de grandes aberturas para o rio, a leste, com o intuito de integrar a natureza no espaço interno e buscar uma reflexão sobre a família ribeirinha.

“As mulheres deste região que foram vítimas destes acidentes, sofrem muito com os efeitos destes sinistro, pois, carregam com elas as marcas destas dramáticas histórias. Sofrem com a aparência porque ficam descaracterizadas e por vezes são abandonadas por seus companheiros ou sofrem outras formas de violência, já que a cidade

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A volumetria da capela foi inspirada nas malocas indígenas locais, com dois planos brancos criando a cobertura, uma referência à Capela Maria Magdalena, de Gerhard Sacher. Além do aspecto conceitual, muito cobrado pelo professor, em Conforto Ambiental II é necessário fazer com que a arquitetura seja compatível com o clima quente. Usando as técnicas e os softwares recomendados em aulas, Amanda trabalhou a ventilação cruzada, aproveitando o ar mais fresco que vem da área do rio para resfriar o interior da capela. Outro grande desafio era criar um brise, um mecanismo de proteção solar, que, ao mesmo tempo que garantisse a vista para o exterior, não permitisse que a insolação norte entrasse. A estudante desenvolveu o brise da capela com 35 chapas de alumínio com aplicação de prime e acabamento em pintura esmalte polyester, encaixadas em aberturas de 10 cm de profundidade e fixadas com cola poxipol para alumínio.


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ENTREVISTA Conte aos colegas sobre como é a disciplina de Conforto Ambiental II na Unisinos. Como o conteúdo é organizado? Como são as aulas e o que se aprende nessa matéria? A disciplina foca em descobrir como podemos levar mais conforto as pessoas através de escolhas de materiais e estratégias de conforto como ventilação natural, iluminação e iluminação natural, além disso, trazer esses mesmos confortos com equipamentos disponíveis no mercado. Com isso, utilizamos de programas mais específicos para identificar as zonas de sombras dentro dos ambientes e a circulação de ar nos mesmos. São eles DIAlux e Fluxovento. No entanto, fomos desafiados e fazer um projeto em outro estado, diferente do que a universidade, proporciona para ver como são diferentes as estratégias construtivas nas zonas sul, centro e norte do país. A cada novo semestre são ensinadas novas ferramentas e conhecimentos para elaboração de projetos. No primeiro semestre são ensinadas principalmente técnicas de composição. Nos semestres seguintes é adicionada a análise do terreno e da legislação. Logo após no curso é introduzido

o conceito no projeto. Quais foram os novos conhecimentos e estratégias que você aprendeu em Conforto Ambiental II?

Para conseguir elaborar um bom conceito foi preciso estudar o local, não somente a parte técnica, mas também a parte cultural que é bem consolidada na região, estudar índices de desenvolvimento humano, índices de violências, história da região, etc. Mas o mais importante foi buscar uma relação aos fatos como foi o índice de escalpelamento que me deixou, de certa forma, inspirada a fazer com que esses incidentes fossem reconhecidos e um espaço para que as vítimas possam se sentir seguras e ensinar outras pessoas que a vida tem seu valor e que vencemos as dificuldades sem importar com a aparência.

Aprendemos nessa cadeira como os estudos de conforto podem influenciar um estado de uma pessoa, por exemplo, na própria capela e sua forma, cores e materiais utilizados são pra criar a sensação de paz, tranquilidade e equilíbrio emocional aos frequentadores. Foi criada com o objetivo de fazer os usuários refletirem naquele espaço sobre os acidentes que acontecem com as mulheres da região e não é um fato divulgado em todo país, mas como é importante ter um olhar a elas no que podem ajudar a melhorar a situação dessa mulheres.

Quais foram as ferramentas e softwares que você utilizou para desenvolver os seus estudos de conforto ambiental? Como você se organizou para aprender a trabalhar com esses softwares ao longo da disciplina?

A Capela em Macapá é o seu terceiro projeto publicado na Genoa.estudantes. Na primeira edição foi a Residência Mínima Temporária. Na segunda edição foi o trabalho em grupo para o Espaço Ecumênico, onde o conceito no projeto começou a ser abordado no curso. Do Espaço Ecumênico para a Capela em Macapá nota-se uma maturidade no uso do conceito e das diretrizes. Estão muito mais embasados. Fale um pouco sobre o seu processo de composição arquitetônica e elaboração do conceito.

Ao logo das aulas nos foram apresentados dois softwares novos para auxiliar nos estudos de conforto. São eles: DIAlux, que calcula a quantidade de luz dentro de um ambiente; fluxovento, que faz um mapa de circulação dentro do espaço do projeto; e Sol-ar, que permite a obtenção da carta solar de cada região. Esses

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programas são gratuitos, tem vários tutorias que ensinam a usá-los. São programas bem simples. Qual foi o maior desafio que você precisou enfrentar durante a elaboração do projeto da Capela em Macapá? Acho que foi elaborar um projeto em uma região diferente da qual estou mais habituada. Sempre que vamos fazer um projeto o terreno está localizado na cidade de Porto Alegre ou São Leopoldo. No entanto, o terreno para esse projeto fica no norte do país, a cidade de Macapá que tem exigências diferentes das quais sempre fiz os projetos. Foi um ótimo desafio. Qual conselho você deixaria para os colegas que estão começando seus estudos em projetos de conforto ambiental e criação de mecanismos para controle de insolação e temperatura? Meu conselho é que estudem bem a região em que vão realizar seu projeto. Vão além do que é pedido em aula, investiguem tudo, não se prendam apenas no terreno, expanda os horizontes. Investiguem programas de conforto, existem vários disponíveis na internet que são gratuitos e ajudam muito na hora de projetar.


AMANDA GRIEBELER

mandygriebeler@gmail.com

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até 27/10/2019 25


PROJETO ALUNO DEIVID FERREIRA PROFESSOR DANIEL PITTA | PAULO BREGATTO PUCRS (PORTO ALEGRE - RS)

PLOTTER PRINT

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Deivid Ferreira é estudante de arquitetura na PUCRS e pela segunda vez tem seus projetos publicados na página da Genoa.estudantes. Na edição #07, sua proposta para o POA EXPO – Centro de Exposições Porto Alegre, desenvolvida na disciplina de Atelier de Arquitetura 5, trouxe um edifício em estrutura de aço com um conceito de permeabilidade que mostrou toda a organização conceitual de Deivid, tanto nas ideias quanto na apresentação gráfica do projeto. Estando em uma etapa mais avançada da faculdade, ainda restava a Deivid fazer a disciplina de Introdução à Arquitetura, matéria onde contou com a orientação dos professores Daniel Pitta e Paulo Bregatto. Como o próprio nome indica, é na disciplina Introdução à Arquitetura onde são apresentados aos estudantes da PUCRS os primeiros princípios da arquitetura. E o primeiro projeto é um exercício de composição, com adições e subtrações, a partir de um

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volume cúbico de 6,00 x 6,00 x 6,00 metros. Tornando mais desafiadora a proposta, o edifício deveria servir como abrigo para uma plotadora dentro do campus da PUCRS, localizada entre os prédios 10 e 11. Deivid apresentou novamente uma proposta muito bem organizada. Seu conceito buscou manter a pureza da forma do cubo e integrar o projeto ao seu entorno através da materialidade. O uso da madeira na fachada é uma referência ao prédio 15 do campus. Aproveitando a altura de 6,00m do volume, o programa é disposto em 02 pavimentos. A recepção e os sanitários estão no pavimento térreo, enquanto a área de impressão e atendimento ficam no pavimento superior. O Plotter Print ficou um belo exemplo de boa arquitetura com estratégias simples e bem aproveitadas. Uma ótima experiência para todos que estão começando seu caminho da faculdade.


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ENTREVISTA Como os professores sintetizaram o conhecimento amplo da arquitetura de uma forma que servisse como material de introdução? Nas aulas de introdução os professores tentavam nos passar todos os mecanismos que um arquiteto utiliza para conseguir elaborar um projeto: desenhos, croquis, maquetes... Ao longo do semestre a turma foi separada em grupos para estudarmos alguns arquitetos e fazer análises de como eles trabalhavam para chegarmos ao nosso resultado final.

DEIVID FERREIRA

Conte um pouco sobre as referências arquitetônicas que você estudou e como elas te ajudaram na composição arquitetônica.

de-ividferreira@hotmail.com

Na separação de grupos, nós ficamos com o Arquiteto Alberto Campo Baeza, arquiteto espanhol que trabalha com formas puras e arquitetura minimalista. Com base nessa arquitetura segui meu projeto, usando as formas puras.

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Desde o projeto da edição anterior da Genoa.estudantes é possível ver que você é bem organizado na sua apresentação. Ela é muito simples e bonita. Quais são os programas que você utiliza? E qual é o seu processo de desenvolvimento dos projetos? Você costuma trabalhar também com maquetes físicas e croquis no papel ou começa o projeto no computador?

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Obrigado. Usei o Photoshop para organização da apresentação, criando uma malha e seguindo uma sequência que qualquer pessoa consiga entender o projeto. Tento alinhar as plantas com os cortes e fachadas pra que essa clareza se torne naturalmente legível. Eu costumo fazer esboços das minhas ideias e testar minimamente antes de partir para o computador. O desafio do projeto era projetar a partir de um cubo de 6,00x6,00x6,00 m. Qual foi a parte mais legal de desenvolver o Plotter Print? Como a forma era bem clara e em um tamanho bem limitado, no início estava ficando muito preso. A partir do momento que consegui me libertar dessas amarras consegui desenvolver o projeto. A parte mais legal para mim é quando eu vejo o todo e gosto, é satisfatório. No primeiro contato com as técnicas de composições, adições e subtrações, por exemplo, alguns estudantes têm dificuldade de se soltar e explorar a volumetria. Quais são as suas dicas para ajudar os colegas no começo da faculdade? Passei por essa dificuldade. Acredito que alunos de início de curso sofram ainda mais. A recomendação é sempre buscar referências, fazer análises e entender porque aquilo foi usado lá. O Neufert, nesse início, também ajuda muito.


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INICIATIVA ALUNO RICHARD DE MELO UNIVERSIDADE PADRE ANCHIETA (CAJAMAR - SP)

BRTT - SKETCHUP MODELS O Sketchup é o primeiro software 3D que a maioria dos estudantes de arquitetura utiliza para criação e representação de seus projetos arquitetônicos na faculdade. Uma ferramenta incrível! À medida que se avança no curso começamos a descobrir plug-ins e renderizadores, tal como o Vray for Sketchup e o Lumion, que possibilitam a criação de modelos mais realistas. As maquetes eletrônicas são uma ferramenta introduzida durante a faculdade. Mas o foco é a arquitetura, então o aprimoramento no 3D acaba ficando por conta de cada estudante individualmente.

Na correria das entregas do trabalho, a organização do modelo 3D acaba ficando de lado. Facilmente os arquivos de projeto acabam com mais de 300 MB e os computadores menos potentes acabam trancando e possivelmente muitos projetos já se perderam no caminho, dando a maior dor de cabeça. Esse tipo de situação seria facilmente contornável adotando estratégias para se trabalhar com o 3D: organização da cena em grupos; saber quando reunir os elementos em componentes; organizar as layers do projeto; e, finalmente, utilizar blocos Low Poly. Ao invés daquela incrível (e pesada) árvore 3D, com 25 MB, que será copiada em vários locais da cena, o estudante poderia

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adotar o estilo low poly e dar até uma cara mais descontraída ao seu projeto. O estudante Richard de Melo, da Universidade Padre Anchieta, em Cajamar (SP), é um entusiasta do estilo Low Poly na representação arquitetônico. Recentemente adotou a iniciativa de organizar e disponibilizar gratuitamente a sua biblioteca de blocos na página BRtt – Sketchup Models, no Facebook. Vale a pena conferir o trabalho de Richard nas redes sociais. Nessa entrevista, o estudante fala um pouco sobre como podemos usar os blocos low poly nas perspectivas 3D de forma a valorizar nossos projetos.


Conte-nos como surgiu a ideia de organizar e criar o BRtt Sketchup Models, uma biblioteca gratuita de modelos low poly para download no Facebook.. Eu sempre gostei do estilo minimalista, linhas retas, sem muitos detalhes, apenas o essencial. Eu também sempre gostei de modelar no Sketchup. Quando descobri essa espécie de blocos minimalistas eu achei muito interessante e achei que poderia se encaixar bem em certos trabalhos. Eu pesquisei por "low poly" no 3D Warehouse do Sketchup e percebi que não havia muita coisa, e do que havia, pouco se aproveitava. Então comecei a buscar por outras

fontes além do próprio Sketchup. Não demorou muito, eu já estava criando a página e compartilhando meus primeiros modelos.

Quando o estudante aprende a usar o Sketchup ele está mais preocupado em representar o seu projeto, não tanto na performance do arquivo. Muitos não trabalham com grupos e componentes, layers, não renomeiam materiais e não se preocupam com o tamanho do arquivo 3D. Como resultado disso, o sketchup começa a trancar, levando a uma demora exagerada de processamento dos comandos, e às vezes trabalhos inteiros se perdem. Usar modelos low poly seriam uma etapa adiante do processo de organização dos arquivos. Nos seus projetos de faculdade, quando você se deu conta de que modelos

Qual é a importância e a vantagem de usar modelos low poly nos projetos 3D? Bom, o estilo low poly não vai travar a sua viewport (o que já é ótimo rs). Se bem pensado, vai dar vida ao projeto, pois existem animais, pessoas, vegetações, carros, tudo em low poly. E na hora de renderizar tudo vai terminar mais rápido. Se você tem uma máquina não tão boa, sendo criativo você pode apresentar um projeto muito bem representado para o professor.

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low poly poderiam ser mais adequados? Você poderia comentar sobre como foi a sua experiência em alguns destes projetos? Imagina se todos os artistas do mundo quisessem pintar as mesmas coisas e com o maior realismo possível? Teríamos sempre a mesma arte, no mínimo entediante. Nós criamos modelos, em toda área é assim, são criados modelos e se o seu projeto for bom o suficiente irá atingir o mesmo nível daquelas renderizações super realistas. O low poly, nada mais é do que uma alternativa para representar os seus projetos. As pessoas sempre buscam uma única resposta para um problema. Na representação gráfica, o


realismo é o que se usa e ponto. Mas precisa ser assim. Existem outras respostas para representar um projeto. Na busca pelo realismo, muitas vezes as pessoas se frustram porque o modelo não está real o suficiente, fica faltando algo. Aí voltam a configurar o modelo, aumentam a resolução. Pelo menos no mundo acadêmico, a única coisa que o professor (que é seu cliente) precisa, é entender o seu projeto. Então se você vai fazer croquis explicativos, diagramas, imagens 3D renderizadas ou não, meio que não importa, contando que o professor entenda os objetivos do trabalho e a representação deixe claro que o projeto os atingiu. Quais são os softwares que você utiliza para desenvolver seus projetos e organizar os modelos low poly que você disponibiliza no facebook. Não sou eu quem faz os modelos. O que eu faço é reunir tudo que acho de bom. Eu exporto, por exemplo do Blender para o Sketchup, o modelo pronto, então eu configuro cores e escalas, renderizo uma imagem para valorizar o modelo e disponibilizo na página para o pessoal.

Com qual frequência você posta novos modelos na página?

Onde eles podem encontrar mais material a respeito do assunto?

Eu já postei com bastante frequência, mas atualmente a página está meio parada, confesso. Eu comecei a estagiar na área, vêm trabalhos da faculdade, ai já sabe né kkk

Busquem a BRtt! kkkk Brincadeira. Infelizmente nessa área da arquitetura não temos muito material explicativo ou manual de composições de cenas. O site americano “Architizer” fala um pouco de representações gráficas alternativas ao render, como renderizações feitas à mão através de croquis e tratamento digital e colagens no photoshop. Além disso, o que os alunos podem fazer é procurar por modelos Low Poly FREE na internet e usar a criatividade para compor as cenas. Nesse sentido, a dica que eu tenho é: imagine que vai fazer um quadro do seu projeto, pense como seria a cena perfeita se o projeto fosse real, dê vida ao projeto, imagine se as pessoas vão estar andando, correndo... As pessoas que estão sentadas, estão na sombra ou estão torrando no sol? Haverá crianças correndo pelo espaço que você está pensando? Em seguida, é só montar a cena imaginada com os modelos e caprichar na ambientação com céu, árvores, pedestres, carros, para a cena não ficar vazia.

Quais são os seus planos futuros para o BRtt Sketchup Models? Pretende manter a página como um hobbie ou isso pode ser um protótipo para uma atividade profissional? Eu tenho muitas ideias. Eu já pensei em mudar o foco da página, publicando matérias sobre boas arquiteturas ao redor do mundo. Isso depende da aceitação do público que criei. Eu gostaria de postar os modelos e também compartilhar bons projetos para que os leitores tenham maior repertório projetual. No momento, penso em voltar a postar os modelos e quem sabe fazer uns testes com publicações diferentes. Quais as principais dicas que você pode dar aos colegas para começar a utilizar modelos 3D Low poly nos seus projetos?

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RICHARD DE MELO

demmelo98@gmail.com

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Genoa.estudantes é uma publicação da Genoa Maquetes Eletrônicas. As imagens publicadas nos artigos pertencem a seus respectivos autores. Para a Genoa.estudantes #08, a Genoa Maquetes Eletrônicas desenvolveu a arte para a capa da publicação utilizando trecho do projeto acadêmico da estudante Amanda Griebeler.

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Genoa.estudantes #8  

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