Page 1

ANO V – SETEMBRO 2020 - #10

HABITAÇÃO FLEXÍVEL Bruno Henrique Gotardo De Lima USP (SÃO CARLOS - SP)

1


2


SETEMBRO 2020 - #10 PROJETO

10

HABITAÇÃO FLEXÍVEL ALUNO BRUNO HENRIQUE GOTARDO DE LIMA PROFESSORES AKEMI INO & SIMONE VIZIOLE USP (SÃO CARLOS - SP)

3


PUBLIQUE SEU PROJETO Acreditamos que todo o projeto tem algo a ensinar. Aquele primeiro projeto da faculdade, simples, desenhado a mão. Ou então aqueles projetos de disciplinas técnicas, como projeto estrutural ou hidrossanitário, onde o mais importante é cumprir a tarefa primeiro e, se sobrar um tempinho, buscar uma representação e uma arquitetura mais conceitual. Até finalmente o trabalho final da graduação, com toda a sua pesquisa teórica, detalhamentos e mais detalhamentos, assessoramentos, imagens 3D, maquetes e a apresentação para a banca examinadora. Cada etapa da faculdade nos traz desafios. Superar cada um deles nos traz grandes lições para a vida de arquiteto. Quando compartilhamos essas lições estamos dando a oportunidade a muitos estudantes de conhecer a nossa faculdade, as especificidades da nossa região e promover o nosso trabalho e a nossa paixão. Curta nossa página no Facebook e acompanhe as publicações para ficar por dentro quando o próximo processo seletivo começar.

facebook 4


5


6


LEIA, COMPARTILHE, ENSINE “Quando compartilhamos nosso processo criativo, nossos desafios e decisões de projeto, a obra ganha sentido... ganha um outro sentido.” Não cursamos a faculdade para apenas receber um conhecimento vindo dos nossos professores e mestres. A faculdade nos capacita para nos tornarmos geradores de conhecimento. Ao encararmos um novo projeto, estamos prestes a despertar uma nova habilidade, estimulada pela orientação dos professores. Ela nos capacitará a resolver a questão que nos é apresentada mediante estudo, reflexão, horas e horas de muitos rascunhos e pesquisas. Durante o percurso, descobrimos uma série de técnicas diferentes, estratégias utilizadas em casos semelhantes e problemas que não estavam previstos. No final, o projeto será apenas uma parcela de todo o conhecimento que agora possuímos. A habilidade de resolver determinado

problema arquitetônico não é apenas a repetição de uma mesma estratégia sempre que ele se apresentar, mas saber que existem muitas soluções para o mesmo problema e saber selecionar aquela que melhor se adapta ao contexto. No final, seja qual for o nosso desempenho, sempre aprendemos quando nos propomos o desafio de projetar. Se todos têm algo a ensinar, todo o projeto reflete uma parcela do conhecimento de seu arquiteto. Quando falamos sobre nosso processo criativo, sobre as estratégias, sobre a composição arquitetônica, além de ensinar estamos aprendendo ao encarar novamente aquele desafio sob uma nova perspectiva. Estamos aprendendo novamente.

GENOA MAQUETES ELETRÔNICAS _______________________________ E-mail genoa-arq@outlook.com

Instagram #genoaestudantes

Facebook Todo o projeto tem algo a ensinar...

https://www.facebook.com/genoa.estudantes/

Website http://www.genoa-arq.com.br/p/estudantes.html

Bem vindos à revista Genoa.estudantes!

Portfolio https://flic.kr/s/aHskGiTE3D

7


INTERCÂMBIO Um intercâmbio de estudos para as mais diferentes universidades pelo mundo. Conhecer um importante museu ou edifício no Brasil, na sua região. Percorrer ruas e avenidas de cidades históricas. Cidades com belas soluções de urbanismo. Passear por importantes parques e jardins. Todas essas experiências também nos ensinam a arquitetura. Afinal, o conhecimento acadêmico também nos proporciona um novo olhar para o mundo a nossa volta. Compartilhe essas experiências com os demais estudantes. Através de entrevistas e fotos, publicamos suas impressões, descobertas e dicas de viagens e passeios. Curta nossa página no Facebook e acompanhe as publicações para ficar por dentro quando o próximo processo seletivo começar.

facebook 8


9


PROJETO ALUNO BRUNO HENRIQUE GOTARDO DE LIMA PROFESSORES AKEMI INO & SIMONE VIZIOLE USP (SÃO CARLOS - SP)

HABITAÇÃO FLEXÍVEL

10


Há sérios problemas habitacionais no Brasil cujas razões variam de acordo com as realidades de cada região, visto que o país possui dimensões continentais, além de realidades culturais e socioeconômicas diversas. Assim, também as soluções para essa questão precisam ser pensadas e adaptadas para cada localidade, mesmo que medidas gerais possam ser adotadas nacionalmente. A arquitetura não é a única forma de levar à salvação às classes mais baixas no que se refere à melhora nas condições de moradia, visto que isso depende tanto do estímulo social do estado quanto da busca do próprio indivíduo por desenvolvimento, por construir a sua história e deixar um legado para as gerações seguintes e sua comunidade. Um dos papéis sociais da arquitetura é conscientizar as pessoas sobre sua importância e isso é obtido também com a sugestão de ideias práticas para problemas objetivos, o que pode e deve ser feito já nas universidades. Por isso a importância de TCC’s como o de Bruno Lima que, no segundo semestre de 2018, entregou sua pesquisa e seu projeto Habitação Flexível, na USP São Carlos, com orientação dos professores Akemi Ino e Simone Viziole. “Gerar um método construtivo que seja capaz de possibilitar, de forma simplificada, mudanças e interferências nas habitações por parte dos moradores, respeitando o espírito de mudança e

dinamismo próprios da vida vivida. Uma habitação que se deixe DOMAR pelo morador, que se apresente DÓCIL e ACOMODE suas necessidades, que se dobra ou verga facilmente sem se quebrar.”

sua importância na vida das pessoas. Uma das propostas é que os arquitetos atuem como assessores técnicos, através de programas sociais, na autoconstrução, o que ainda permite que as pessoas controlem o andamento das obras de acordo com suas realidades. Bruno traz como exemplo o caso do núcleo habitacional de Cajueiro Seco, em Pernambuco. Técnicas tradicionais de construção da região melhoradas com técnicas modernas, auxílio de escritório técnico e plano de urbanização fizeram um contraponto com a unidade pronta presente nos programas habitacionais vigentes.

Primeiramente, Bruno apresenta sua pesquisa sobre o problema da habitação que, com base no trabalho de Ermínia Maricato, levam a perceber que as classes trabalhadoras constroem suas casas através da autoconstrução. É durante o tempo livre, nos finais de semana e feriados que são realizadas, contando com a ajuda de parentes e amigos e os materiais utilizados são aqueles disponíveis em madeireiras e lojas de construção próximas da obra. A supervisão técnica, na maioria das vezes, fica a cargo de pedreiros autônomos ou então da pessoa mais experiente na área. Os programas sociais do estado são muito importantes para baratear custos, ainda que passíveis de críticas, no entanto há casos onde as obras são realizadas mesmo sem esse auxílio a fim de agilizar a obra.

Citando artigo de Carole Pateman, Bruno também explica o processo participativo da construção das habitações flexíveis. “Nesta linha, o presente trabalho se apoia no sistema de Habraken e de Segal, utilizando-se do conceito de Suporte e recheio aliado a inclusão do usuário no processo participativo, facilitando sua execução com um sistema modular e construído com materiais acessíveis e locais, típica defesa do método de Segal.”

Na autoconstrução, o arquiteto é visto como algo dispensável já que, de acordo com pesquisa do CAU, apenas 15% das pessoas constroem com o auxílio dos saberes do profissional. A arquitetura é vista como um serviço de alto custo, destinadas às pessoas de classes altas. Por isso é necessário uma democratização do acesso das camadas sociais à arquitetura, o que começa com a conscientização da

Ainda em sua pesquisa, o estudante trouxe dados importantes mostrando que um dos principais problemas dos programas habitacionais é o fato de que são implantados em áreas periféricas das cidades, o que dificulta o acesso das pessoas à infraestrutura urbana ou demanda investimentos

11

públicos na construção dessa infraestrutura. Esse crescimento da cidade partir de núcleos centrais históricos, onde já existem estradas, sistema de transporte, esgoto, hospitais, escolas, comércios e serviços, é algo comum. Sem espaço para a implantação de grandes conjuntos habitacionais nas regiões centrais resta, portanto, as áreas periféricas. Bruno, entendendo a importância do acesso das classes mais baixas à vida da cidade, propôs em seu TCC a construção do conjunto de habitação flexível em uma área central. “Devido ao alto custo de terrenos nessas regiões, a estratégia é baratear o máximo possível a construção da residência. Apostar no modelo de autogestão associado ao auxílio de assessoria técnica em partes do processo, contando ainda com o uso de materiais não convencionais no repertório arquitetônico, além de dividir custos do terreno entre várias famílias”. Assim o lote escolhido é uma área residual, estreita e comprida, com um desnível interno de 07 metros e testadas para a Rua Conde do Pinhal e Benedito da Silva, contando ainda com a adição de áreas vizinhas por desmembramento. O partido arquitetônico resultou em um volume em V, com 06 pavimentos e 01 estacionamento aproveitando o desnível do terreno. No térreo foram alocadas a marcenaria, com pé direito duplo e uma praça para os moradores com espaços comerciais. Os


pavimentos superiores foram destinados à unidades habitacionais. A marcenaria é de grande importância porque permite a participação dos moradores na fabricação de das estruturas utilizadas na obra. “No projeto, adotou-se por seguir com o conceito da autoconstrução somente no processo de fabricação dos painéis internos de cada unidade. Assim, todo o restante do conjunto deverá ser construído por profissionais contratados, garantindo assim um respaldo técnico e responsável pela obra. Aposta-se porém em uma obra auto gerida, onde a organização dos moradores contrata uma construtora para a execução de toda a parte coletiva e habitacional. [...]Assim, a autoconstrução deve se limitar somente nos painéis de expansão de cada unidade, e na construção da marcenaria sob o vão da lâmina habitacional como forma de trazer o sentimento de pertencimento e fazer surgir vínculos com o conjunto.” A madeira, portanto, é o material mais importante do projeto, possibilitando maior flexibilidade, baixo custo e a construção por etapas, que permite aos moradores já mudarem-se para seus novos apartamentos com a obra ainda em andamento.

desde apartamentos com 03 dormitórios, que atendem às famílias grandes, a unidades com suítes e, até mesmo, salas de jantar, para famílias que priorizam refeições em conjunto. Trabalhando com elementos pré-moldados e fabricados na própria marcenaria, ainda é possível alterar e adaptar as moradias no futuro com muito mais rapidez nas reformas. As diversas soluções trazidas por Bruno em seu TCC mostram, dessa forma, que é possível oferecer às pessoas uma personalização dentro de programas de habitação popular, com custos mais acessíveis, e, de acordo com a as diferentes realidades das cidades brasileiras, oferecer os benefícios da proximidade com serviços e infraestrutura urbana de áreas já consolidadas. Essas ideias trazem à tona a importância da arquitetura voltada para populações de baixa renda, conscientizando as pessoas que trabalhar com arquitetos traz não só qualidade na obra como também economia de recursos que podem, então, ser investidos pelas famílias na melhoria da sua qualidade de vida.

Seguindo o conceito de habitação flexível, os apartamentos de 27 m² e 54 m² permitem que os moradores definam o layout que mais supre suas necessidades. Bruno trabalhou em 06 tipologias de planta diferentes que oferecem opções variadas,

12


13


14


15


16


17


18


19


20


21


22


23


24


25


26


27


28


29


30


31


32


33


34


35


ENTREVISTA O grande objetivo e grande mérito do seu TCC foi propor uma forma de incluir projetos de habitação social em centros urbanos consolidados, onde os moradores teriam acesso à infraestrutura e serviços já prontos, sem a necessidade de implantar bairros na periferia e investimentos públicos na construção dessa infraestrutura. Fale um pouco sobre como você desenvolveu essa ideia. Quais foram as suas fontes de inspiração para chegar nessa proposta?

BRUNO HENRIQUE GOTARDO DE LIMA

Paulo Mendes da Rocha foi o convidado para a Aula Magna do meu primeiro ano de curso, em 2014. Lembrome de que um dos pontos abordados por ele foi a questão de "onde vivemos" ter o mesmo peso de "como vivemos". Calouro, havia deixado para trás o bairro periférico onde nasci e cresci para experimentar as dinâmicas do centro urbano do alojamento da faculdade, inserida no coração de São Carlos. A brusca mudança na qualidade de vida nesse novo cenário trouxe À tona em mim a importância do “direito à cidade”.

_______________________________ E-mail biombo.design@gmail.com

Instagram @biombodesign

Facebook https://www.facebook.com/biombodesign/

Seus estudos de tipologia para a Habitação Flexível foram um dos pontos mais legais do projeto, mostrando uma grande gama de possibilidades de planta para arquitetura de baixa renda. Você tem desenvolvido trabalhos nesta área agora como arquiteto? Como tem sido o início da sua vida profissional?

Atualmente, trabalho com móveis planejados, com foco em clientes de médio e alto padrão. Porém, apesar

36

de não atender diretamente as outras camadas sociais, que necessitam muito mais da nossa assessoria técnica em construção civil, venho colecionando soluções e experiências na escala do mobiliário. A arquitetura se engrandece com o mobiliário que a compõe, tendo este um papel fundamental no dinamismo de uma tipologia arquitetônica. Espero logo poder colocar na prática esse novo conhecimento, complementando os trabalhos em habitação social que pretendo desenvolver e compartilhar de forma gratuita em formato de cartilha/ manual. A faculdade é o momento onde é possível estudar e experimentar diferentes hipóteses de projeto, contando com auxílio de professores e colegas na análise e composição. Após a graduação, já na rotina profissional, muitas vezes pode acontecer de não termos tempo hábil para tais experimentos. Assim vamos desenvolvendo estratégias de composição de projeto que nos permitam fazer uma boa arquitetura de uma forma mais rápida, uma espécie de "fórmula", que vamos modificando e adaptando com o tempo. Na habitação social o programa Minha Casa Minha vida traz uma série de diretrizes e um padrão de organização de planta que, em teoria, deveria garantir o melhor desempenho para a maioria das famílias. Quais são as suas críticas positivas e negativas em relação a esse padrão de projeto?

A "fórmula" do MCMV é muito bem escrita. Em termos matemáticos, todo o


projeto se transcreve em números precisos. Seu projeto executivo é muito bem desenhado e calculado, praticamente um projeto feito em BIM, tamanho é o controle da obra. Tal mérito, porém, se justifica em sua reprodução massiva. Ora, após reproduzir uma construção milhões de vezes acaba-se por controlar muito bem todo o processo. Ao meu ver, a reprodução em massa de um mesmo modelo, em diferentes cenários, climas e composições familiares é um dos grandes problemas do programa. Outra questão problemática encontra-se nas escolhas de implantação das casas, sempre concentradas em grandes áreas periféricas longe da cidade já estabelecida. Você cita ideias muito interessantes no embasamento teórico do seu TCC, como as teorias de Carole Pateman e os estudos de Ermínia Maricato. Desde a entrega do trabalho, passada a conquista da sua graduação e as primeiras experiência profissionais, como essas

entra como o grande financiador dos projetos, mas tais programas são poucos difundidos na sociedade e nos ambientes acadêmicos.

ideias amadureceram em você? Fale um pouco, com as suas palavras, de forma a ajudar os estudantes de arquitetura em suas pesquisas, como os arquitetos podem promover a democratização do acesso à arquitetura para os trabalhadores de baixa renda?

Qual foi o maior desafio, o momento mais difícil que você enfrentou na elaboração do projeto da Habitação Flexível? E quais são os conselhos que você pode dar para ajudar os estudantes nessa etapa final do curso?

A maior parte dos trabalhos disponíveis em arquitetura, atualmente, atende a uma parcela elitizada da população. Assim, para que ocorra a democratização da arquitetura é preciso que nós, profissionais da área, trabalhemos para que a nossa profissão perca o rótulo de "item de luxo". A arquitetura se faz necessária como bem primário. Muito além de uma casa decorada, a arquitetura existe nos espaços salubres, corretamente dimensionados, orientados e localizados. É preciso dialogar com todas as classes sociais, produzindo projetos viáveis para essa camada da população. Existem programas de assessoria técnica, por exemplo, onde o estado

O maior desafio na elaboração do projeto foi conseguir colocar no papel todas as questões que norteiam a habitação de interesse social. Não consegui, mas soube aceitar isso. Um único projeto não pode, e nem deve, dar conta de resolver todos os problemas do mundo. É preciso fazer uma boa curadoria dos temas que serão tratados no trabalho e se aprofundar muito nessa escolha. Tornase muito mais rico um projeto que responda bem uma ou outra questão específica do que um projeto que aborde de

37

forma rasa inúmeras questões da arquitetura. Parabéns pela sua conquista, Bruno! Você poderia compartilhar quais são seus planos futuros para a sua carreira na arquitetura?

Primeiro, quero agradecer a honra de participar dessa edição. São esses projetos que contribuem para difundir as trocas de experiências, tão importantes na nossa área. Os planos futuros concentram-se em estabelecer uma marca de design e arquitetura, voltada para a produção de mobiliário e habitações modulares em paralelo com as contínuas pesquisas sobre as novas formas de construir e morar. Tenho como meta retribuir para a sociedade o que foi investido em mim com recursos públicos na Universidade de São Paulo, desenvolvendo projetos abertos em forma de cartilha, com escrita e desenhos de fácil leitura e é claro, gratuitos!


INICIATIVA “A iniciativa é a chave que abre a porta da oportunidade”. Você, estudante de arquitetura, que conquistou seu primeiro estágio e está começando sua carreira profissional. Que está se engajando em uma atividade extracurricular em um projeto junto à comunidades. Que decidiu aceitar o desafio de um concurso de arquitetura ou design. Que nas horas vagas trabalha como freelancer para ajudar colegas e profissionais. Que ensina através de monitorias em sua faculdade. Que mantém um blog, um podcast, um canal do Youtube ou um perfil no Instagram onde compartilha dicas e projetos. Conte sua história, suas experiências tanto dentro como fora do contexto acadêmico. Você pode ser uma fonte de inspiração e referência para muitos colegas de arquitetura. Curta nossa página no Facebook e acompanhe as publicações para ficar por dentro quando o próximo processo seletivo começar.

facebook 38


39


APOIE A GENOA.ESTUDANTES! A Genoa.estudantes é uma revista digital e gratuita. Acreditamos que o intercâmbio de ideias entre os estudantes de diferentes universidades, diferentes regiões e diferentes realidades traz benefícios para a qualidade do ensino da arquitetura. Promover os projetos da faculdade valoriza o esforço dos universitários. O curso de arquitetura é muito exigente quanto ao volume de material produzido e entregue pelos estudantes e demandam algumas noites em claro, o sacrifício de finais de semana e, em casos mais extremos, o sacrifício de determinadas tarefas para conseguir cumprir o prazo de outras. Poder apresentar seu projeto em larga escala é um motivador a mais para incentivar o estudante a criar uma bela arquitetura e desafiar a si mesmo. Se você gosta do trabalho que realizamos e gostaria de apoiar essa iniciativa saiba mais acessando o link abaixo.

APOIE 40


41


Genoa.estudantes é uma publicação da Genoa Maquetes Eletrônicas.

As imagens publicadas nos artigos pertencem a seus respectivos autores. Para a Genoa.estudantes #10, a Genoa Maquetes Eletrônicas desenvolveu a arte para a capa da publicação utilizando trecho do projeto acadêmico do estudante Bruno Henrique Gotardo de Lima.

Telefone / WhatsApp: +55 51 9 9839 2912 e-mail: genoa-arq@outlook.com

Rua Manorel de Souza Moraes, 214 Bairro Progresso Montenegro - RS - Brasil CEP 95780-000

42


43


44

Profile for Genoa Maquetes Eletrônicas

Genoa.estudantes #10  

Genoa.estudantes #10  

Advertisement

Recommendations could not be loaded

Recommendations could not be loaded

Recommendations could not be loaded

Recommendations could not be loaded