Revista Todo Pirque - marzo 2024

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AÑO XXVI EDICIÓN Nº 309 · MARZO 2024 · WWW.TODOPIRQUE.CL · DISTRIBUCIÓN GRATUITA

Portada Marzo 2024

Vendimia 1551 2023

Foto Gentileza

Hotel Las Majadas, Pirque

Director y Representante Legal

Juan Andrés Acuña Cruz juanandres@todopirque.cl

Directora Comercial

M. Isabel Valdés isabel@todopirque.cl

Diagramación

Pablo Acuña Valdés

Periodista

Gonzalo Arce

Impresión Gráfica Andes

Revista Todo Pirque · Edición Nº 309

Para Publicar

+569 9 407 4235 | +569 9 231 9855 www.todopirque.cl revista@todopirque.cl

TodoPirque

EDITORIAL

Marzo ha llegado, trayendo consigo una muchas actividades y acontecimientos. Es el inicio del año escolar, el mes de la mujer y, para muchos, marca el verdadero comienzo del año.

En este mes también comienza la temporada de cosecha de uva en las viñas de nuestra comuna y del Valle del Maipo. Nos sentimos afortunados de contar con uvas de alta calidad que nos brindan vinos excepcionales, reconocidos y premiados por expertos en la materia. Es momento de que, como habitantes de Pirque, nos sumerjamos aún más en el mundo del vino, aprendiendo y cultivándonos sobre sus secretos.

Pirque tiene una rica tradición vinífera, con historias auténticas que forman parte de nuestra identidad y patrimonio. Para celebrar este legado, los invitamos a conocer nuestras viñas, sus vinos y su apasionante historia. Además, les animamos a participar en las fiestas de la vendimia que Pirque ha organizado. La primera se llevará a cabo en el Parque Huidobro los días 23 y 24 de marzo, organizada por la Municipalidad de Pirque. La próxima será el 6 de abril en Las Majadas, con la Vendimia 1551 en su sexta edición, en honor a la primera vendimia oficialmente celebrada en Chile. Los detalles sobre estos eventos se encuentran en el interior de nuestra revista.

Además de estas festividades, en este número encontrarán temas de interés relacionados con el agua y el transporte público. También tuvimos el placer de entrevistar a Eduardo Yáñez, un residente de San Juan que comparte su experiencia en el mundo de la carpintería.

Esperamos que disfruten de esta edición y que el mes de marzo esté lleno de buenos momentos y nuevas experiencias para todos nosotros.

Juan Andrés Acuña Cruz

Director revista Todo Pirque

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AÑO XXVI EDICIÓN Nº 309 MARZO 2024 WWW.TODOPIRQUE.CL DISTRIBUCIÓN GRATUITA

Ramón

Emergencias:

Oficina:

PDI:

Parroquia

I.

Emergencias

Alumbrado

3 MARZO 2024
132 Posta Puntilla 22 854 60 33 Posta Principal 22 854 70 40
Lo Arcaya 22 854 70 38
San Vicente 22 854 70 38
Santa Rita 22 854 65 13
Bomberos
Posta
Posta
Posta
22 850 0110 65 Comisaría Carabineros de Pirque 22 922 6280 Plan Cuadrante +569 9 929 1900 Emergencia Cesfam: 22 385 85 80 - 22 385 85 81 22 385 85 70 - 22 385 85 74 Ambulancia: 131 130
de Pirque Santísimo Sacramento 22 853 11 00
Municipalidad de Pirque 22 385 85 00
Municipales +569 7 518 0545
Público 22 927 3732, opción 5 +569 7871 1776 www.fersanferreteria.cl info@canaldepirque.cl
23 220 8199
22 853 0353
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El Huingan Parcela 15, Pirque

Tal como ha indicado el alcalde de Pirque, Jaime Escudero Ramos, la comunidad se ha sentido postergada en materia de transporte Ante esta postergación denunciada por el alcalde, la máxima autoridad comunal se dedicó a tocar más de una puerta para encontrar una solución y entregarle alternativas a la comunidad pircana en esta materia. De esta forma, a principio de este año el alcalde Escudero y los representantes legales de una línea de colectivos, se reunieron con el seremi de Transporte, Rodrigo Valladares, con el objetivo de extender su servicio hacia las zonas de La Puntilla y San Juan, para cubrir más sectores de Pirque y mantener a los vecinos conectados.

Esta gestión dio frutos y con una caravana simbólica, comenzó a operar el nuevo recorrido de colectivos hacia los sectores mencionados, inaugurando un excelente avance para los pircanos y pircanas.

“Esto está muy bueno porque nosotros no teníamos mucho transporte, a veces tenemos que andar a pie y desde ahora no, así que muchas gracias”, comentó Olga Paredes, vecina de San Juan, quien fue la primera pasajera de este nuevo recorrido

Inaugurado este nuevo recorrido, la comunidad tendrá más alternativas de movilización, lo que según el alcalde de Pirque es una de las tantas batallas ganadas, pero tal como expuso “ como buen pircano, no bajaré los brazos cuando se trata de entregarle más y mejores servicios a nuestra comunidad y la prioridad es esa. Esta inauguración, sin duda, es un tremendo avance para nuestra comunidad, pero continuaremos trabajando sin cansancio por entregarle un servicio de transporte de calidad y con frecuencia a mis queridos pircanos”

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u e v e p a r t i c i p a n t e s d e l a p ro v i n c i a c o rd i l l e r a l o d i e ro n t o d o e n e l p r i m e r F e s t i v a l d e l o s M e n t i r o s o s e n P i r q u e C o n c u a t r o c o n c u r s a n t e s , P i rq u e s e l l e v ó e l p r i m

COMUNIDAD EN ACCIÓN

MARISOL LARRAÍN SOBRE AGUA, PROYECTOS Y TRANSPORTE EN PIRQUE

EN UNA TRASCENDENTE CONVERSACIÓN CON MARISOL LARRAÍN, PRESIDENTA DE LA JUNTA DE VECINOS DE SAN JUAN DE PIRQUE Y FUNDADORA DEL COMITÉ AMBIENTAL COMUNAL (CAC) DE PIRQUE, EXPLORAMOS LOS DESAFÍOS Y SOLUCIONES CRUCIALES QUE ENFRENTA LA COMUNIDAD.

Marisol Larraín compartió sus perspectivas sobre el impacto del proyecto que presentó Aguas Andina S.A. (A.A) "Captación y Conducción Alternativa en el Río Maipo para Incrementar la Seguridad de Abastecimiento de Agua Potable para la Población" con el objetivo de garantizar el suministro de agua potable para la zona Oriente de Santiago. Aguas Andina, pretende captar el agua desde el sector Las Lajas usando los túneles de Alto Maipo (sólo, si Alto Maipo entra en funcionamiento) y usar el Canal la Sirena como conductor y construir una bocatoma alternativa para conectarse al canal San Carlos y al acueducto de la Laguna Negra.

El uso del canal La Sirena sería sólo en eventos de Alta Turbiedad, que sería en situaciones de emergencia, cuando el río Maipo esté con exceso de sedimento por aumento de su caudal producto de los deshielos. Hoy en día, por el aumento de las temperaturas en la alta montaña, estos sucesos van en aumento .

Además, abordamos la crisis en el transporte público de Pirque, un

tema crucial que afecta directamente a los residentes. Este diálogo con Marisol Larraín ofrece una visión valiosa sobre cómo la comunidad afronta estos desafíos y busca soluciones efectivas para mejorar la calidad de vida en la comuna.

EL PROYECTO

El proyecto de Aguas Andinas tiene como objetivo abordar los eventos de alta turbiedad en el río Maipo, que amenazan el suministro de agua potable en la zona oriente de Santiago.

Para enfrentar estos desafíos, se propone la construcción y operación de una obra que permitirá alcanzar 48 horas de autonomía de agua en situaciones de turbiedad extrema. Este proyecto, que se extiende aproximadamente 8 km en las comunas de San José de Maipo y Pirque, incluye una captación aguas abajo de la Central Las Lajas y una conducción subterránea de dos túneles que cruzan el Río Maipo utilizando el Canal La Sirena y el Canal San Carlos. La vida útil del proyecto es indefinida, con planes de mantenimiento programado y correctivo.

Durante la fase de construcción, se utilizarán vías y un botadero en Puente Alto para extraer el material excedente de la excavación. La iniciativa busca asegurar la disponibilidad de agua potable ante con-

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solLarraín

diciones climáticas adversas, mejorando así la seguridad del abastecimiento para la zona Oriente de Santiago.

PATRIMONIO CULTURAL DEL CANAL LA SIRENA

Marisol Larraín expresó la importancia de extender el plazo de entrega de las Observaciones Ciudadanas sobre el proyecto al SEIA (Servicio de Evaluación de Impacto Ambiental), señalando que el periodo establecido, durante fines del año pasado y las vacaciones, dificulta la participación ciudadana en el proceso de evaluación ambiental. Destacó la necesidad de proporcionar un marco temporal más accesible para permitir una revisión más detallada y participativa.

Sobre el Canal La Sirena, Larraín enfatizó: "No es solamente un canal que conduce agua, es un patrimonio cultural de Pirque, además de su historia y leyendas, hay que considerar al río como un lugar de encuentro social." Esta perspectiva destaca la dimensión cultural y social del canal, subrayando la necesidad de tener en cuenta no sólo los aspectos técnicos, sino también la conexión histórica y social que tiene para la comunidad de Pirque.

PREOCUPACIONES

Marisol Larraín subrayó la necesidad crítica de comprobar que el pro-

(sobre el canal la sirena) no es solamente un canal que conduce agua, es un patrimonio cultural de pirque, además de su historia y leyendas, hay que considerar al río como un lugar de encuentro social
MARISOL LARRAÍN
11 MARZO 2024
Alejandra Cortés, Delegada Presidencial y Marisol Larraín Ministro de Transporte Juan Carlos Muñoz

yecto ofrezca las mitigaciones necesarias, enfatizando la posibilidad de solicitar peticiones en caso de prever u observar afectaciones en las zonas circundantes, “la empresa y el SEIA, tienen el deber de fomentar y generar instancias para la participación ciudadana. Lo primero que hacen, es avisar al municipio o al departamento de medio Ambiente y también se les da aviso a organizaciones civiles como JJVV y a sus dirigentes de las zonas más afectadas por este proyecto y nuestros deber como dirigentes, es informar a la comunidad y fomentar la participación ciudadana en tu sector y en la comuna, pero ésta participación ciudadana fue muy baja en el periodo de vacaciones”.

Agregando, “sin embargo, en la última reunión que convoqué con el apoyo de la corporación de educación y del Municipio, logramos una buena asistencia de los distintos sectores de Pirque y logramos subir bastantes observaciones ciudadanas al Ministerio para este proyecto. Mi JJVV de San Juan fue la más activa en todo este proceso. Es importante que la comunidad participe activamente y el rol de dirigentes y líderes sociales es clave".

En el contexto de San Juan, una localidad aún sin acceso a agua potable, Larraín resaltó la vital importancia del agua del canal para las familias y el funcionamiento de los hogares, “si el canal La Sirena no abastece de agua, ¿cómo afectará a las familias que aún no tienen agua potable y a los pequeños agricultores? Es un temor que se tiene". Expresó.

Preocupaciones adicionales sobre la toma de decisiones en situaciones de corte de agua, “ según el proyecto quién decide cuándo se va a cortar el agua sería la junta de vigilancia pero la preocupación de nuestro sector, es cómo se van a evaluar los eventos de alta turbiedad para decidir, cuándo existe realmente una emergencia para cortar el agua del canal y que sea una real urgencia. Nosotros propusimos en las observaciones ciudadanas que debe haber un organismo más, que evalúe esta situación como por ejemplo la DGA (Dirección general de Aguas) y que se le informe a la comunidad anticipadamente, cuando se decida cortar el agua del canal y que además, la empresa A.A deje un caudal ecológico constante por el canal la Sirena para asegurar el agua de todos los usuarios y accionistas del canal ".

Además, Larraín informó sobre la fase actual del proceso, indicando, “estamos en la etapa en que el servicio de impacto ambiental del Ministerio de Medio Ambiente se encuentra analizando las observaciones ciudadanas emitidas por parte de las tres comunas afectadas por este proyecto, San José de Maipo, Pirque y Puente Alto". Estas declaraciones reflejan las preocupaciones concretas de la comunidad y la evaluación en curso de las observaciones ciudadanas por parte de las autoridades competentes.

LA NECESIDAD DE UNA ECO-EDUCACIÓN

En el peor escenario proyectado, Marisol Larraín destaca la preocupa-

ción sobre la falta de protección de las aguas durante mega-sequías, “en los escenarios de mega-sequía, que ya vivimos y se vienen, no tengamos una protección de las aguas. Se está priorizando el agua para Santiago, pero los estanques para nuestra comuna, ¿dónde están?, Debemos asegurar también el abastecimiento de agua para nuestra comuna" .

Subraya la necesidad de cuidar y proteger las aguas desde el principio, incluyendo la protección de glaciares y evitando la creación de zonas de sacrificio, expresando su temor ante la dirección actual del proyecto. En cuanto a las necesidades del proyecto, Larraín hace hincapié en la importancia de la concientización comunitaria para evitar sorpresas tardías.

"Lograr que la comunidad se dé cuenta de lo que está pasando y no se entere cuando ya es tarde; que nos demos cuenta de qué manera estamos protegiendo el agua de nuestro territorio". Propone una visualización clara de la compensación para la comunidad, indicando, “si estamos entregando nuestro Canal La Sirena, entonces ofrezcan un estanque de agua pura para los pircanos, no solo busquemos abastecer a la R.M como si nosotros no fuéramos partes de ella".

Asimismo, subraya la necesidad de asegurar que los proyectos no causen impactos negativos, “los proyectos se deben aceptar cuando aseguren que no van a causar un impacto negativo que pueda afectar nuestro futuro, el futuro de nuestra agua, es necesario negociar la protección de nuestro territorio".

Abordando posibles beneficios para Pirque, Larraín destaca la importancia de la observación y participación ciudadana para tomar decisiones informadas, “esto va a depender de la observación y participación ciudadana, están las instancias pero hace falta más apoyo en difusión y usar todas las instancias posibles, comités, colegios, medios de comunicación, para que los pircanos puedan tomar una decisión informados". Además, propone un seguimiento del proyecto con ecoeducación para comprender mejor la importancia de la vida del río y sus posibles impactos en la flora y fauna.

Finalmente, sobre los actores en acción, Larraín reflexiona sobre la conciencia tardía de la comunidad y las autoridades ante la escasez de agua, “lamentablemente la comunidad y autoridades han tomado conciencia cuando el agua comenzó a cortarse, cuando comenzó a faltar". Propone un enfoque más holístico hacia el cuidado del medio ambiente y destaca la necesidad de colaboración entre diversos actores para implementar soluciones. “el reciclaje no es una solución en sí, el cuidado del medio ambiente es una forma de vida que se debe poner en acción, en colaboración con los colegios, la municipalidad y todos los actores que componen nuestra comuna".

En cuanto a las soluciones, Larraín aboga por dejar de utilizar el río

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para generar electricidad para la minería y destinar el agua únicamente para el consumo humano. Propone aprovechar todos los recursos disponibles, incluyendo municipios, escuelas, juntas de vecinos y canalistas, para fomentar observaciones y participación ciudadana en la toma de decisiones sobre proyectos hídricos.

EL PROBLEMA DEL TRANSPORTE PÚBLICO

En el contexto de las zonas aisladas como Los Coltrahues, que queda pasando San Juan, se evidencia una percepción de crecimiento desmedido en Pirque, agravado por el deterioro del sistema de transporte público después de la pandemia. Marisol Larraín destaca el caso de San Juan, que cuenta con microbuses cuyos recorridos y frecuencia no siempre se cumplen, enfatizando la falta de consulta a vecinos de zonas aisladas en la planificación de rutas.

"Falta consultar a los vecinos y JJVV de las zonas más afectadas de Pirque para dar el apoyo a las empresas de transporte público y puedan obtener las autorizaciones que se piden al ministerio de transporte, ya que muchas veces el transporte público, micros y colectivos, hacen recorridos más cortos de lo que la comunidad necesita, por intereses personales, para cobrar dos recorridos", sostuvo.

Larraín aboga por una negociación inclusiva que involucre al Ministerio, al Municipio y a los vecinos, orientada hacia las necesidades de las personas, y destaca la importancia de escuchar a las organizaciones civiles y sociales en este proceso: "Una negociación que sea pensada en las personas, que cumplan con sus necesidades y para esto hay que escuchar a las organizaciones civiles y sociales".

En el marco de la crisis del transporte público, Larraín resalta la relevancia de la participación ciudadana para mejorar la conectividad y reducir la contaminación. Señala la necesidad de mejorar las condiciones de los buses rurales, superar los conflictos entre las líneas de microbuses y abordar los problemas reales, “en Santa Rita, San Vicente, Las Majadas, los Bic, San Juan y en otras localidades las micros muchas veces no terminan sus recorrido y vecinos quedan literalmente abandonados, se necesita un mayor control de los recorridos y su frecuencia".

"Los afectados son los vecinos más vulnerables, estudiantes y personas de la tercera edad, muchas veces se debe gastar más de 4 mil pesos para salir y volver a Pirque, una cifra que afecta e impide una buena calidad de vida". Concluye mencionando el aumento de asaltos y los riesgos asociados a la movilidad, aspectos que deberían ser abordados para garantizar la seguridad y el bienestar de la comunidad.

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CLÍNICA DENTAL SANTA RITA

LA SONRISA DE PIRQUE COMIENZA AQUÍ

CLÍNICA DENTAL SANTA RITA NACIÓ COMO RESPUESTA A LA NECESIDAD DE SERVICIOS ODONTOLÓGICOS DE CALIDAD EN PIRQUE. CON LA VISIÓN DE ACERCAR LA SALUD ORAL A LA COMUNIDAD LOCAL Y BRINDAR UN ESPACIO CONFORTABLE PARA SUS PACIENTES, LA CLÍNICA ABRIÓ SUS PUERTAS EN DICIEMBRE PASADO.

El camino desde el inicio ha estado lleno de desafíos, pero el equipo detrás de esta iniciativa se enorgullece al ver cómo la clínica va tomando forma y vida propia. Con un equipo compuesto mayormente por profesionales de Pirque y sus alrededores, incluyendo dentistas, técnicos en odontología y personal administrativo, la clínica está comprometida con el bienestar dental de la comunidad.

Clínica Dental Santa Rita ofrece una amplia gama de servicios odontológicos, que van desde implantología hasta estética facial, respaldados por tecnología de punta. Recientemente han incorporado un escáner 3D de última generación para planificar cirugías con la máxima precisión, sin necesidad de que los pacientes de moverse fuera

de Pirque.

El apoyo de la comunidad ha sido fundamental en este proyecto, lo que ha permitido establecer convenios con la municipalidad a través de la tarjeta Pircana, así como colaboraciones con colegios locales como Los Olivos, Almenar de Pirque, Colegio Virginia Subercaseaux, Escuela Agroecológica de Pirque y Colonial. La clínica está constantemente buscando expandir su red de beneficios.

Clínica Dental Santa Rita agradece a todos los pacientes que ya han depositado su confianza en ellos y los invita a conocer sus instalaciones ubicadas en el strip center, a un costado del supermercado Santa Isabel. Además, te invitamos a seguir sus redes sociales para estar al tanto de las últimas novedades y promociones.

Atención de lunes a viernes de 9:00 a 19:00 hrs.

clinicasantaritadepirque

Reserva de horas: +569 9 627 9877

Strip Center Pirque a un costado del Supermercado Santa Isabel

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VELAS PIRQUE

La pasión de Inés Scott por alumbrar surgió en ella tras la oscuridad de la pandemia y la emoción del próximo nacimiento de su nieta. Cada vela que crea es única, elaborada artesanalmente con atención meticulosa. Infunde cada una con intención y motivación consciente, convirtiéndolas en plegarias para quien las reciba. Desde su taller en Pirque, atiende a través de Instagram @velaspirque y en su casa, previa cita. Pronto, habrá un punto de venta en la zona. Las velas evocan magia, calidez y espiritualidad, iluminando momentos especiales con su luz única. Que la luz brille siempre en tu vida. ¡Descubre la magia de las velas hoy!

+569

ACADEMIA DE DANZA Y FOLKLORE 360 LLEGA A PIRQUE

Evelyn Gutiérrez, vecina Pircana, Interprete en danza y coreógrafa, docente y folklorista, ex miembro del Bafona y Antumapu. comprometida con las tradiciones, más conocida como “La huasita de Pirque”, es quien está bajo la dirección de esta nueva academia. Con 31 años danzando en distintas disciplinas, jurados de diversos certámenes y competencias a nivel nacional e internacional. A su vez la buena noticia que nace es la academia NATTIVOS juvenil, elenco que formará parte de nuestra hermosa comuna y nos representará en distintos lugares. La academia de a poco se abrirá a las distintas artes, hoy dando fuerza a la danza, folklore y caminando hacia la música ya con clases de guitarra. Junto a Evelyn y su gran equipo de bailarines y maestros de distintas disciplinas están disponibles para entrenar a vecinos y vecinas que quieran ser parte del proyecto.

La academia funcionará de lunes a sábado.

escueladedanza360

+569 9 724 3478

María Vial Freire Alt. 2400, Virginia Subercaseaux, Pirque (A un costado de la Escuela Agroecológica)

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velaspirque
MAGIA, CALIDEZ Y LUZ
9 220 0664

ARTISTAS PIRCANAS

SE AGRUPAN EN "EXPO SIETE"

El viernes 15 de marzo, a las 18:00 hrs, en la Sala Paula Navarro de la Biblioteca de Pirque, se inaugura la exposición "Siete", en honor al mes de la mujer. Esta muestra reúne más de quince obras de artistas destacadas como Maritza Quinteros, Astrid Rautenberg, Verónica Sanhueza, Kathie Bustos, Ignacia Cortes, Carolina Torres y Marcela Jeldes. Esta exposición se enmarca en la conmemoración del mes de la mujer, como un homenaje a las luchas feministas por la búsqueda de un mundo de igualdad sin discriminación racial o de género. La muestra se inaugura el viernes 15 de marzo a las 18:00 hrs, en la Sala Paula Navarro de la Biblioteca de Pirque y permanecerá abierta hasta el miércoles 10 de abril. La entrada es liberada.

TENENCIA RESPONSABLE DE ANIMALES DE COMPAÑÍA

Viendo información nacional respecto a la tenencia responsable de animales de compañía (perros en este caso9, nos damos cuenta que hoy en día si bien es cierto existe una mayor consciencia respecto a la convivencia con ellos, aún falta por educar y aprender para poder erradicar la sobrepoblación canina que bordea hoy los 4.5 millones de perros en situación de abandono y que conlleva a eternas discusiones, por ejemplo, las jaurías de perros que atacan a los animales del campo, incluso como hemos visto a personas (San Pedro de Atacama), es, porque quieren?, es, porque son perros malos?, de aburridos? La respuesta es no, pasa porque la información no siempre es correcta respecto a la mayor solución que es la esterilización de machos y hembras lo que hace que la reproducción indiscriminada sea el grave problema, tanto de perros abandonados como de perros con hogar. Si tenemos la responsabilidad de contribuir a la disminución de esta brutal tasa de abandono, contacta a la Municipalidad de tu comuna y averigua de este beneficio de esterilización y las dos vacunas anuales que todo perro adulto también debe tener, que es muchas veces gratuito o muy bajo costo.

21 MARZO 2024 Alejandra Deformes S. | Educadora Canina Profesional aleeduca2 +569 9 909 9783

FUNDACIÓN FLORESTA

TERAPIA DE BOSQUE PARA

PACIENTES ONCOLÓGICOS EN PIRQUE

EN 2018 GABRIELA IGLESIAS RECIBIÓ EL DIAGNÓSTICO DE CÁNCER A LOS 29 AÑOS. DESDE EL PRIMER MOMENTO TOMÓ LA DECISIÓN DE VIVIR SU PROCESO DE SANACIÓN DESDE UN ENFOQUE INTEGRATIVO, ABORDANDO NO SÓLO LA DIMENSIÓN FÍSICA DE LA ENFERMEDAD SINO TAMBIÉN, REALIZANDO UN PROFUNDO TRABAJO A NIVEL PSICOLÓGICO Y EMOCIONAL.

Cambió su alimentación e integró suplementos de vitaminas y minerales, guiada por su padre inmunólogo. Al mismo tiempo, comenzó a visitar una vez a la semana el Parque Nacional Río Clarillo para realizar caminatas sanadoras bajo el concepto de “baños de bosque”. En ese momento no existían guías certificados en esta disciplina en Sudamérica, pero Gabriela había leído que en Japón se llevaban a cabo estas experiencias con pacientes oncológicos con muy buenos resultados y decidió practicarlo de forma autodidacta. Sorprendentemente, sus exámenes comenzaron a mejorar de forma muy acelerada y en menos de seis meses, y sin realizar el protocolo médico completo, logró que su tumor desapareciera por completo. En base a esta experiencia, Gabriela se formó en enero de 2019 como Guía de Terapia de Bosque en una asociación de Estados Unidos y creó Fundación Floresta, una organización sin fines de lucro que ofrece sesiones gratuitas de ecoterapia a pacientes oncológicos.

La Terapia de Bosque viene del concepto japonés “Shinrin-Yoku” que significa literalmente “bañarse en la atmósfera del bosque” o “baño de bosque”. Si bien, en diversas culturas a lo largo de la historia de la humanidad los bosques han sido considerados sagrados y espacios de sanación, no fue hasta la década de los ochenta cuando en Japón se descubrieron científicamente los efectos curativos de los paseos por la naturaleza. Los beneficios de pasar un par de horas en el bosque dedicando tiempo a la contemplación y a la conexión con los sentidos a través de una caminata pausada son múltiples. Se ha visto que regula la presión arterial y que disminuye considerablemente

los niveles de adrenalina y cortisol, las hormonas del estrés, aliviando síntomas de ansiedad, insomnio e incluso depresión. Al mismo tiempo se descubrió que los baños de bosque estimulan y fortalecen el sistema inmune, aumentando hasta en un 40% la cantidad de células Natural Killer (NK), glóbulos blancos encargados de la detección y destrucción de células cancerosas en el organismo. Esto último transforma esta práctica en un excelente complemento para tratamientos médicos en el área oncológica y también en una herramienta para prevenir la aparición de esta enfermedad.

La evidencia científica muestra, a su vez, que pasar tiempo en el bosque o en contacto con espacios naturales en general, puede ayudar a personas con cáncer a conectar con un lugar interno de calma y regulación emocional. Se ha descubierto que la naturaleza funcionó como una estructura de apoyo. Los pacientes tras una sesión de Terapia de Bosque comentan tener la sensación de sentirse sostenidos por la Tierra. Contenidos, acompañados y apoyados por el bosque. Esto les permite aliviar el sufrimiento y tomar otra perspectiva del mismo, activando estrategias de afrontamiento basadas en la resiliencia. También reportan sentirse acoplados a un ritmo más pausado en el bosque, dejando de lado la energía acelerada de la ciudad y en general, la ansiedad y preocupación derivada de los tratamientos médicos.

Desde el año 2019 Fundación Floresta ofrece caminatas gratuitas a personas con cáncer, siendo una organización pionera en integrar la Terapias Basadas en la Naturaleza en tratamientos médicos tanto en Chile como en Latinoamérica. Ha desarrollado su trabajo principalmente en el Parque Nacional Río Clarillo en el que participó en el diseño del primer sendero oficial de baño de bosque en un área protegida en el país. En el año 2023 obtuvo el fondo Contemplative Changemaking que entrega anualmente el Mind and Life Institute -institución fundada en Estados Unidos por el neurocientífico chile-

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no Francisco Varela y el Dalai Lama- a proyectos sociales con un enfoque contemplativo que aportan al bienestar de las comunidades. Gracias a este fondo se comenzó a trabajar en alianza con la Unidad Oncológica del Hospital Sótero del Río y en convenio con Conaf para realizar caminatas dos veces al mes por dos años. Este hito marca la realización del sueño de Fundación Floresta de llevar la Terapia de Bosque a la salud pública en Chile.

Por su compromiso con la salud de las personas y de la naturaleza, desde el año 2023 la fundación es parte de la Alianza Global por el Clima y la Salud en su división de América Latina y el Caribe, aportando en las discusiones sobre cómo vincular las políticas públicas en salud y medioambiente.

Al mismo tiempo Floresta busca generar evidencia científica sobre las Terapias Basadas en la Naturaleza a nivel regional, llevando a cabo actualmente una investigación sobre el efecto de una sesión de Terapia de Bosque en mujeres con cáncer de mama en alianza con el centro de investigación MIDAP, que es parte de las escuelas de Medicina y Psicología de la Pontificia Universidad Católica de Chile y la Universidad de Chile.

Las personas interesadas en participar de las caminatas pueden contactar directamente al equipo de la fundación vía whatsapp. Las sesiones son gratuitas para pacientes oncológicos y abiertas al público general quienes realizan un pago que va en beneficio de la participación de las personas con cáncer.

Para más información:

+569 87369979 (Fundación Floresta)

www.gabrielaiglesias.cl

Gabriela Iglesias, fundadora de la Fundación Floresta, es una psicóloga graduada de la PUC. Tras su propia experiencia de sanación del cáncer, adoptó un enfoque holístico que integra la psicología, la conexión con la naturaleza y la medicina del estilo de vida. Obtuvo formación en terapia de bosque, mindfulness, nutrición integrativa y otras disciplinas relacionadas con el bienestar emocional y físico.

23 MARZO 2024
Ramón Subercaseaux 624, Pirque guitarraintegral440@gmail.com +569 4 913 1036
Eduardo Yañez
DE LA FILOSOFÍA A LA CARPINTERÍA, “UNA RARA Y LINDA CASUALIDAD”
TODOPIRQUE 26

EN

LA

ENCRUCIJADA

DE LA VIDA, DONDE LAS OPCIONES LABORALES SE PRESENTAN COMO PUENTES HA CIA DESTINOS INCIERTOS, EDUAR DO YAÑEZ ENCONTRÓ SU SENDA EN UN OFICIO INUSUAL: LA CARPINTERÍA. SU FASCINACIÓN POR LA MADERA NO SOLO LO ATRAPÓ, SINO QUE TRANSFORMÓ SU VIDA EN UN VIAJE SIN RE TORNO.

Así, entre las vetas de la madera y las herramientas que dan forma a sus sueños, Yañez esculpe no sólo muebles, sino también su propio destino. Acompáñanos a conocer la historia de este artesano de la madera que ha labrado su lugar en el mundo de la carpintería.

UN AZAR PARA INICIAR UN NUEVO CAMINO

“Fue casualidad, en ese momento yo estaba en una pega frente al escritorio todo el día, así que me nació la necesidad de hacer algo útil”, revela Yañez. Agregando que necesitaba, “buscar un trabajo tangible, para mí la carpintería es eso, un oficio que se puede tocar”

Este artesano, antes inmerso en el mundo de la sabiduría, logró aterrizar sus sueños en la carpintería. Licenciado en filosofía, Yañez sintió la necesidad de escapar de los castillos en el aire para construir algo con sus propias manos.

“Venía del mundo del pensamiento y los libros, alejado del mundo de lo sensible”, comparte. Para él, la carpintería no es solo la creación de objetos de madera, “de los castillos en el aire, pude aterrizar a la carpintería, que para mí son castillos construidos y tangibles”, concluye Yañez, reflejando la transformación de sus ideales en creaciones sólidas y palpables.

INICIO Y PRIMEROS TRABAJOS

“Fue una mesa de pallet, yo intenté hacer uno para regalarle a mi hermana y en el proceso me picó el bichito de dedicarme a esto, esto el año 2008”, recuerda. Este primer trabajo marcó el inicio de su viaje en la creación de piezas de madera que se convirtieron en su verdadera vocación.

Saliendo de la universidad hace cuatro años, Yañez se encontraba traduciendo poesía del inglés al español en una editorial. Aunque disfrutaba de su labor, sentía la necesidad de encontrar un equilibrio y tierra firme. “Yo necesitaba una contraparte, yo estaba muy en el aire y necesitaba tierra, algo que me entregó la carpintería, además de una mejor retribución económica. La carpintería fue esto, tierra, libertad e indepen-

guras del hemisferio norte, como Paul Sellers y Matthias Wandel, dos youtubers de la vieja escuela que compartían su pasión por la carpintería.

La carpintería, tradicionalmente hermética, experimentó una transformación con la llegada de las plataformas en línea. Yañez destaca el papel crucial de YouTube al “transparentar y dejar entrar luz a este oficio, abrir las puertas para dejar ver los secretos y democratizar la carpintería”. Para él, esta apertura ha sido fundamental para compartir conocimientos y hacer que la carpintería sea accesible para todos, convirtiéndola en una pasión compartida y democratizada.

DANDO FORMA A SUS SUEÑOS

El proyecto más significativo en la carrera de Eduardo Yañez se gestó en el sur, donde se aventuró en la construcción de algo que se asemejaba a una vivienda. Recordando la experiencia, comparte “implicó sudor, partí desde cero, tomé mi aserradero portátil y obtuve la madera desde el mismo lugar”.

La magnitud de este proyecto se refleja en una construcción de unos 70 metros cuadrados, donde la madera fue extraída de árboles caídos en Osorno. Pero lo más significativo fue el destinatario: sus padres. 'Una cooperación por toda la paciencia que me han tenido —entre risas— le puse mucho corazón”, confiesa Yañez.

La elección de trabajar con madera, según Yañez, fue “una rara y linda casualidad”. Desviándose de los caminos convencionales, encontró en este material la vía para expresar su creatividad y pasión. La madera se convirtió en su lienzo, donde cada proyecto es una obra única y auténtica. En un mundo donde lo tangible se fusiona con lo artístico, Yañez descubrió en la carpintería la oportunidad de dar forma a sus sueños.

27 MARZO 2024

SOBRE PIRQUE Y EL SUR

Sobre Pirque, Eduardo Yañez comparte su aprecio por el entorno natural que caracteriza a la zona, a pesar de la creciente influencia urbana que amenaza su belleza diariamente. “Me gusta el entorno natural que mantiene Pirque, aunque la ciudad se encuentra acechando”, confiesa. Además, destaca la riqueza de la tradición carpintera en madera que perdura en la localidad. “Lo que sí tiene Pirque es linda carpintería en madera, en construcciones antiguas y aún queda gente que trabaja la madera. Esto invita a mirar el pasado y el oficio tradicional', añade Yañez.

A pesar de su arraigo en Pirque, Eduardo Yañez confiesa que todo buen carpintero siente una atracción especial por el sur, y no solo por la belleza natural. “Cuando se pensaba en buenas maderas, se pensaba en caoba, ébano; sin embargo, Chile tiene maderas bellísimas y están en el sur”, destaca.

Para Yañez, la elección de establecer su aserradero en el sur va más allá de la variedad de maderas. Reside en la convicción de que las maderas chilenas del sur, como un tesoro escondido, merecen ser reconocidas y apreciadas.

UNA POSIBLE ACADEMIA EN EL FUTURO

Uno de los sueños más acariciados por Eduardo Yañez es la creación de una academia, un espacio donde compartir su experiencia y conocimientos en carpintería. Humildemente, ha intentado que su canal de YouTube sea una especie de preludio a esta visión.

Si bien reconoce la efectividad de llegar a un gran número de personas a través de la plataforma digital, anhela la experiencia más directa de talleres presenciales: “una academia en que los asistentes puedan tocar la madera, las herramientas y yo poder entregar conocimientos de frente a las personas”.

Para Eduardo, la madera no solo es un material versátil y noble, sino también la opción más sustentable en construcción. Ve en ella un camino necesario para el futuro de Chile. “La madera es el material más sustentable que existe en construcción, es un camino que hay que seguir, no es una visión ni romántica ni ideológica, sino la opción inteligente que Chile debe seguir”, expresa con convicción.

La preocupación de Yañez se extiende también al ecosistema y a la necesidad de diversificar las especies utilizadas en la industria made rera. Expone su crítica al monocultivo y aboga por la consideración de las especies nativas. Nos relató su preocupación y crítica del mo nocultivo, la necesidad de que la industria considere las especies na tivas; “planes de manejo, que ya existen, proponen bosques estables de especies nativas para el futuro”, relató Yañez. Con esta perspectiva, el carpintero no solo piensa en el presente, sino en el legado que

deja para las generaciones venideras.

LA PASIÓN POR LA CARPINTERÍA SE CONTAGIA

Con un mensaje alentador, Eduardo Yañez invita a todos a sumergirse en el fascinante mundo de la carpintería. “Motívense con este lindo oficio, el mundo de la madera es muy contagioso, la pasión por la carpintería se contagia, no hay nada más lindo que sentarte en una silla que tú mismo hiciste, es un oficio que vale la pena compartir. Mi invitación es a meter los pies en estas aguas, porque no van a salir más”, anima Yañez.

Aunque actualmente está enfocado en la creación de contenido y en sus proyectos de carpintería, Eduardo confiesa que la enseñanza es su verdadera pasión, incluso por encima de la venta de productos de madera. Su deseo es transmitir sus conocimientos y contagiar el amor por este oficio a través de cada proyecto y lección.

Reflexionando sobre los recursos naturales de Chile, Yañez destaca la abundancia de maderas duras y la necesidad de cuidar y gestionar de manera sustentable el bosque nativo. “Acá hay muchas maderas duras, no tanta variedad de coníferas como pasa en el Hemisferio Norte. Madera linda, árboles que hay que cuidar, falta una estrategia de manejo sustentable del bosque nativo', advierte Yañez.

Al mencionar especies como la lenga y el ulmo, Yañez no solo destaca su valor en la carpintería, sino también su contribución al ecosistema. “Un bosque que incluye al reino fungi, un ecosistema que debemos cuidar en nuestra convivencia con él”, enfatiza. La conexión de Yañez con la madera va más allá de su utilidad práctica; es una expresión de respeto y admiración por la riqueza natural que nos brinda.

barquitodevapor

TODOPIRQUE 28

LA VENDIMIA 1551

HOTEL LAS MAJADAS CELEBRA SU QUINTA EDICIÓN DE LA FIESTA

DEL VINO, UNA ENTRETENIDA TARDE FAMILIAR A LA SOMBRA DE LOS ÁRBOLES DEL PARQUE.

Este sábado 6 de abril, Hotel Las Majadas vuelve a abrir sus puertas para recibir a grandes y chicos en La Vendimia 1551 con algunas de las viñas más destacadas de nuestro país, todo enmarcado por un entorno natural verdaderamente único.

Toda la familia está invitada a esta fiesta de sabores, donde disfrutaremos de los frutos generosos que nos entrega el Valle del Maipo con buenas conversaciones, con música, degustaciones, actividades para los niños y lo mejor de nuestra cocina, todo bajo la sombra de los árboles centenarios de nuestro Parque.

Las viñas que estarán presentes son: El Principal, Haras de Pirque, Portal del Alto, Besoaín Wines, Pérez Cruz, William Fèvre, LOF, Laura Hartwig, Concha y Toro.

El ticket para el evento incluye una copa y tres degustaciones de vino en cualquiera de las viñas para los adultos, y para los niños jugos o bebidas.

Para los aficionados del vino habrá dos charlas: Historia y cultura del vino en Chile, con degustación de una selección de vinos premium del Valle del Maipo y las historias que se esconden detrás de algunos de los vinos más reconocidos de Chile; y Un viaje por la geografía vitivinícola de Chile, una degustación de vinos “extremos” -de norte a sur y de costa a cordillera- descubriendo la diversidad que hace de cada vino único.

Los más pequeños disfrutarán de una entretenida degustación educativa de jugos naturales, donde podrán explorar distintos sabores y dar los primeros pasos para comenzar a formar su memoria sensorial.

El Programa Vendimia incluye estadía para dos personas, el ticket para La Vendimia, cena de tres tiempos maridada en nuestro Restaurant Sequoia, y desayuno buffet.

¡Celebremos juntos la fertilidad de la tierra, sus vinos, su gastronomía y sus tradiciones!

29 MARZO 2024
¡SE VIENE!
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ASOCIACIÓN DE CANALISTAS DEL CANAL DE PIRQUE

Comprometidos con la gestión eficiente del uso de agua de regadío en la comuna

A PARTIR DE MAYO DEL 2023, EL NUEVO DIRECTORIO DE LA ASOCIACIÓN DE CANALISTAS, ASUME EL GRAN DESAFÍO DE ADMINISTRAR Y TRABAJAR EN EQUIPO PARA LLEGAR A SUS ASOCIADOS DE FORMA EFICIENTE EN LA ENTREGA DE LOS DERECHOS DE APROVECHAMIENTO DE LAS AGUAS, LAS CUALES SON CAPTADAS DESDE EL RÍO MAIPO Y CONDUCIDAS

A TRAVÉS DE LA RED DE CANALES PRINCIPALES QUE SUMAN

64 KILÓMETROS APROX. CANAL SIRENEA, CANAL EL LLANO, EL CRUCERAL, CANAL LA ISLA Y CANAL SANTA RITA.

Como parte de la nueva administración, el Gerente actual de ACCP, Rodrigo Rusque Zamora, señaló, “Estamos comprometidos en poder entregar un servicio de calidad a nuestros accionistas, apoyándolos en sus necesidades técnicas y aclarando sus dudas legales”.

Estos últimos meses el Río Maipo ha contado con un alto caudal, condición no habitual para este período, lo que ha generado el aumento de turbiedad y el arrastre de material, afectado el normal uso de la Bocatoma del Canal la Sirena, obligando a realizar cortes para limpieza y así evitar un colapso.

Por otra parte el caudal del Río Maipo en enero del presente año registró un promedio de 249 m3/s, registrando a fines de febrero un caudal actual de 121 m3/seg. La rápida baja en el río indica, según el gerente de la ACCP que, "debemos prepararnos para posibles disminuciones de los niveles de agua en nuestros canales, actualmente contamos con una capacidad máxima de distribución en nuestros canales. De ahí que nuestro desafío a mediano plazo es generar obras civiles que permitan mejorar la calidad y transportar de forma eficiente el agua hasta nuestros últimos accionistas”

Entre las acciones destacadas realizadas por la Asociación de Canalistas del Canal de Pirque, "se ha logrado gestionar el cierre de los trabajos del sifón del canal La Isla, en el río Clarillo, una medida

crucial para garantizar la seguridad y eficiencia de este sifón, evitando su colapso, con el riesgo de dejar sin regadío a más de 1.000 hectáreas de nuestros accionistas. En el marco de ese proyecto, se ha llevado a cabo una importante visita en terreno con el Director Ejecutivo de la CNR, Wilson Parraguez, quienes han financiado un gran porcentaje de estos trabajos", según indicó Rusque.

En el horizonte del 2024, la ACCP se concentrará en la gestión administrativa y técnica con el fin de lograr proyectos significativos a largo y mediano plazo que entreguen mejoras para los agricultores y comunidades pircanas, confirmando el compromiso del nuevo Directorio de la Asociación de Canalistas.

31 MARZO 2024
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