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Boletim médico 10

Saúde ocular

Ciência 11

Translucência nucal

Desenvolvimento 12

Cuidado precioso

Polivitamínicos 34 Maternidade fortificada

Rede D’or São Luiz 35 Faz a diferença

Amamentação 38 Pedras no caminho

Gêmeos 14

Diversão 40

Higiene 16

Babyoteca 42

Mamãe ao quadrado Prato limpo

Entrevista 18

Dor aqui, ali e acolá

Empório baby 21 Passeio sobre rodas

Fique por dentro 22 Boletim Sempre Materna

Guia de nomes 24 Escolha certa

Manual do bebê 26 Cólicas sem mistérios

Planejamento

28 36 Capa

06 09

Educação

Bem-Estar

sumário

Brincadeira e aprendizagem Para toda a família

Sempre Paterna 44 Pai herói

Empório mamãe 46 Fashion até a cabeça

Empório papai 47 Em cima da hora

Sexualidade 48 Prazer sem culpa

Com você 50

Quase biografia de amor www.semprematerna.com.br

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editorial

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A Sedução dos Bebês

ciência já comprovou que existe uma área do cérebro que desperta reações emotivas quando nos deparamos com um bebê ou uma criança pequena. Também de acordo com estudiosos, essa descoberta foi decisiva para que os “filhotes humanos” garantissem afeto, proteção e cuidado. Adoro saber o porquê de tudo. Essa é minha marca registrada, mas na realidade, no que diz respeito aos babies, eu nem precisaria dos cientistas. Vale ressaltar que tenho enorme respeito por essa profissão, inclusive meu filho Alexandre, de 9 anos, jura que será um deles. Bebês são tudo de bom... eu piro. Não posso negar, nasci Sempre Materna. Dizem que a culpa é da posição da lua e do sol no dia e na hora do meu nascimento e que mulheres sob o signo de câncer (o meu, sou de 12/07, esqueçam o ano) têm a maternidade ainda mais aflorada. Será??? Pode ser!!! Para os experimentos científicos o que nos leva a comportamentos afáveis são processos neuroquímicos. A equipe Sempre Materna é contaminada desse amor por gestantes e bebês. Esta edição da revista tem muitas pautas de cuidados com estes seres deliciosos desde quando eles são gerados, como é o caso das matérias Emoções a mil, na página 6 e Maternidade Fortificada, na 34. Também tem um guia completo sobre a higiene de recém-nascidos, abordando trocas de fraldas, coto umbilical e banho. A Sempre Materna não deixa os papais fora da jogada. Tem conteúdo mais que bacana para eles, como o texto Pai Herói, na página 44. Bom, recado dado. Leiam tudo e quando acharem que estão satisfeitos, visitem nosso portal (www.semprematerna.com.br). Lá tem uma infinidade de textos e atualização diária ao seu dispor. Beijo, até a próxima. 4

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Diretora Editorial

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Edição 27 Portal: www.semprematerna.com.br DIRETORA RESPONSÁVEL Keila Cristiuma Robles keila@semprematerna.com.br REDAÇÃO Editora e Jornalista Responsável: Keila Cristiuma MTB: 25.452 Redação: Ariane Camilla, Laís Tarifa e Stephane Sena redacao@semprematerna.com.br Arte: Talita Costa Belluzzo arte@semprematerna.com.br Revisão: Georgia Villa Fotos: Shutterstock, Istockphoto, SXC, Photl Ilustração: Fernando Arcon PUBLICIDADE Tel/Fax: (55 11) 3562-4082 publicidade@semprematerna.com.br ATENDIMENTO AO LEITOR E ASSINANTE Tel/Fax: (55 11) 3881-0002 Priscilla Marques contato@semprematerna.com.br PROPRIEDADES E DIREITOS A revista Sempre Materna é publicação da UNIKA Press Comunicação e Editora, com apoio do Hospital e Maternidade São Luiz. É proibida a reprodução de fotos e matérias sem aviso prévio e sem citação da fonte. DÚVIDAS, CRÍTICAS E SUGESTÕES contato@semprematerna.com.br Participe! DISTRIBUIÇÃO Hospital e Maternidade São Luiz, unidades Itaim, Morumbi e Anália Franco, consultórios médicos nas especialidades de ginecologia e obstetrícia e pediatria, clínicas de vacinação, clínicas de reprodução humana, clínicas de criobiologia, laboratórios de análises clínicas e lojas do segmento materno-infantil. APOIO:

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bem-estar

Emoções a mil Nervos à flor da pele não combinam com gravidez

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elaxamento e calma são palavras quase inexistentes durante a gestação: idas ao obstetra, exames, compras, decoração do quarto e escolha da maternidade são algumas das etapas que fazem parte da rotina de todas as futuras mamães. Nesse cenário, é difícil controlar a ansiedade e o nervosismo, mas ficar tranquila é a melhor saída para tornar o momento prazeroso ao invés de complicado para a nova família. O grau de estresse no período gestacional e algumas atitudes da mamãe podem determinar a personalidade do filho. Segundo estudo realizado na faculdade Imperial College, em Londres, podem surgir problemas emocionais ou de atenção na criança. O estudo sugere ainda que o cortisol, hormônio relacionado à emoção, aumenta quando ocorre a concepção e, por isso, há mudanças no comportamento da gestante. De acordo com a psicóloga do Hospital Brasil, Fernanda Viana, o principal motivo do estresse da mulher durante o desenvolvimento do feto é a fantasia, ou seja, as expectativas em relação à gravidez e ao nascimento do bebê. “O medo, a insegurança, as mudanças corporais, tudo mexe com as emoções”, explica. Fernanda esclarece que isso acontece por conta das constantes preocupações. Questionamentos como: “meu filho será saudável?”, “vou ter complicações no parto?”, “será que aquilo que

O medo, a insegurança, as mudanças corporais, tudo mexe com as emoções

projetei vai dar certo?”, “sei cuidar de um recémnascido?”, costumam inquietar as mulheres nessa fase da vida. Outros motivos são os fatores externos como trabalho, casamento, problemas financeiros, entre outros. Fique calma O estresse fica menos evidente quando as expectativas se confirmam ao longo dos exames indicadores do desenvolvimento e bem-estar do feto. “Após avaliações e consultas médicas, a ansiedade é reduzida porque ela fica mais tranquila e confiante”, conta a psicóloga. Segundo Fernanda, para diminuir qualquer medo, todas as dúvidas devem ser sanadas durante as consultas ao obstetra. Lembre-se: é preciso sentir-se confortável e ter uma relação amigável com o médico, pois é ele quem fará o parto do seu filho. Para relaxar Hábitos saudáveis são bem-vindos. Eles fazem bem tanto para a futura mamãe, quanto para o bebê. “Boa alimentação e noites de sono tranquilas aliviam a impaciência”, diz. Além disso, compartilhar com o companheiro a ansiedade materna não só aumenta o vínculo entre o casal, como também é comprovadamente essencial para a saúde da nova família.

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educação

Bê-á-bá

Antes de nascer, o bebê começa a se habituar ao ambiente sonoro. Depois, aprender a falar é simples, basta um pouco de dedicação da família

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fato que para a mamãe e para o papai todo som que vem do filho tem significado especial. Desde os primórdios, a aquisição da linguagem é essencial para o convívio em sociedade e, inicialmente, depende do estímulo materno. De acordo com a fonoaudióloga do Hospital e Maternidade São Luiz, Flávia Ribeiro, a partir da 20ª semana de gestação o bebê começa a ouvir, percebe as batidas do coração da mamãe, e até reage 8

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aos sons fortes do ambiente. A relação entre os pais e o filho torna-se ainda mais intensa ao perceberem estas reações. Estudos mostram que o recémnascido já é capaz de reconhecer a voz materna e outras vozes familiares. Ele acalma-se ao ouvir uma voz conhecida, isso pode ser percebido quando, ao ouvir a mamãe falar, para de chorar. Deste modo, aproveite o momento para conversar com o filhote ainda no ventre e não hesite em chamar o papai e a vovó para participarem


Quando ele demora a soltar as primeiras palavrinhas é fundamental excluir qualquer dificuldade orgânica

Quando? Segundo a fonoaudióloga, nos primeiros meses de vida o filho aprende a compartilhar os seus anseios por meios de sons sem significado (balbucio). Há também outras formas que os bebês encontram para demostrar em suas emoções: o choro, o riso e as expressões faciais. Mas é por volta do 6º mês de vida que essas emissões se intensificam involuntariamente. “Nesse período, a criança brinca com os próprios ruídos e imita o que escuta, exercitando-se naturalmente para aprender a linguagem”, destaca Flávia. Todas estas expressões são formas de comunicação do filho com a mãe. Por volta do 9º mês o bebê repete intensamente emissões como “tatata” e “bababa”, e começa a imitar o que ouve. Apesar de não serem articuladas, as primeiras palavras surgem por volta do 1º ano. Nesta fase, quando o bebê diz “dá” olhando para uma bola, todos entendem que ele quer o objeto. “Aos poucos o ele aumenta o número de palavras. Por volta de 2 anos começa a combiná-las para formar frases com significados cada vez mais complexos”, explica. Meu filho não fala, e agora? Para Flávia, até os 18 meses, é importante perceber alguma habilidade relativa à comunicação, como imitação de sons e a intenção de se comunicar. “Quando ele demora a soltar as primeiras palavras é fundamental excluir qualquer dificuldade orgânica

desta missão. “Demostrar que existe forte elo já é uma forma de estimulá-lo para o universo dos sons”, aconselha. Devido a este contato na vida intrauterina, ao nascer, o bebê reconhece as vozes apreciadas. “Isso explica a razão de ficar mais calmo ao escutar a voz materna ou paterna”, explica.

como perda de audição que possa comprometer o desenvolvimento da expressão linguística”, esclarece. Incentivar é o melhor remédio O principal caminho é a espontaneidade. Não há necessidade de pressionar o filho, afinal, a fala deve ser uma conquista natural. “O estímulo deve ocorrer rotineiramente e de forma tranquila. Não precisa impor a repetição, por exemplo. Comece nomeando objetos e pessoas familiares, narrando os fatos e, principalmente, expressando afetividade”, aconselha a fonoaudióloga. Outra recomendação da profissional é o capricho na entonação de voz, pois o bebê ouvirá com atenção e tentará imitá-la. “O contato visual é importante para que ele perceba os movimentos articulatórios. Além disso, os momentos de pausa e silêncio devem ser respeitados, pois assim como uma conversa natural, não se fala o tempo todo.”

Dica de leitura Dificuldades de aprendizagem na alfabetização

Destinado a professores, pais, alunos e educadores em geral, o livro discute o processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita de crianças que estão em fase de aquisição dessas habilidades e as dificuldades advindas desse processo. Autoras: Maria de Fátima Cardoso Gomes e Maria das Graças de Castro Sena. Editora: Autêntica.

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boletim médico

Saúde ocular A primeira avaliação oftalmológica deve ser feita já nos primeiros dias de vida

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ntre todos os sentidos sensoriais, a visão é responsável por dar cor à vida. O Teste do Olhinho, conhecido também como Reflexo Vermelho, ajuda a detectar problemas como catarata congênita, retinoblastoma (tumor intraocular), glaucoma, retinopatia da prematuridade e até mesmo a cegueira. Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP), uma criança fica cega a cada minuto no planeta. Ainda de acordo com a SBOP, no Brasil, 60% dos retinoblastomas (tumores) são diagnosticados tardiamente, quando já não é possível salvar a criança do problema. De acordo com a neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Julia Kimori, o exame de triagem para diagnóstico de patologias oculares é fundamental para prevenir a ausência de visão. “O Teste do Olhinho deve ser realizado nos primeiros dias de vida, no período de permanência na maternidade, se possível na sala de parto, mas não necessariamente”, diz a médica. Exame Não é obrigatório, como o Teste do Pezinho, mas os pais devem ficar atentos e verificar se está incluso no pacote do plano maternidade ou se é necessário adquiri-lo. 10

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O Teste do Olhinho é rápido, indolor e não invasivo. “Não usamos colírio no procedimento, apenas o oftalmoscópio, aparelho que direciona uma luz específica que permite observar a coloração da pupila”, explica a neonatologista. Se a cor refletida for vermelha, assim como acontece nas fotografias, indica que os olhos do recém-nascido estão normais. Já a ausência do reflexo ou cor anormal pode ser indício de problema ocular. “Quando há alteração no teste, com máxima urgência, o bebê é encaminhado para avaliação oftalmológica. Assim, o médico solicita exames de diagnóstico para conduzir o tratamento.” Prematuro O pré-termo, assim que nasce, pode ter uma patologia ocular diferente. Conhecida como retinopatia da prematuridade, ocorre por conta da não formação completa dos vasos sanguíneos da retina. Por isso, para os prematuros o exame do fundo do olho é essencial. O tratamento precoce diminui o risco de miopia, estrabismo e deficiência visual. Primeira consulta Julia Kimori alerta para a importância da primeira consulta ao oftalmologista. “Mesmo que o Teste do Olhinho tenha sido positivo, com 3 meses de vida a visão do filho já pode ser avaliada novamente”, finaliza.


ciência

Translucência Nucal A avaliação feita pela ultrassonografia morfológica ou transvaginal não prejudica a gestante e o bebê

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onfirmada a gravidez, surge uma série de preocupações em relação à saúde do filho. Além dos cuidados diários com a alimentação e idas ao médico, a futura mamãe realiza diversos exames para acompanhar o desenvolvimento fetal. Um dos principais é a aferição da Translucência Nucal (TN), executada pelo ultrassom, para o obstetra e a gestante terem conhecimento do risco de problemas congênitos e alteração cromossômica. O obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, Javier Miguelez, explica que, entre a 11ª e a 14ª semanas de gestação, um líquido localizado na região da nuca do feto permite a realização desse teste. “Quando o resultado da medição do fluido está associado à elevação do risco de provável problema genético”, explica. Durante o exame,

além da translucência, outros marcadores podem ser avaliados, tais como o osso nasal ou o fluxo na válvula tricúspide (passagem do sangue no coração do átrio direito para o ventrículo direito). Estimativa O profissional interpreta a medida da Translucência Nucal junto à três vertentes: a idade materna, o comprimento cabeça-nádega (CCN) e a existência (ou não) de antecedentes de trissomia do cromossomo 21 (Síndrome de Down). Após coletar esses dados, a estratificação do risco é feita por meio de softwares específicos. “O resultado não confirma se há existência de Síndrome de Down ou outros problemas genéticos, apenas apresenta estimativas de risco. Há crianças perfeitamente normais que apresentam graus da translucência nucal aumentada”, ressalta o obstetra. Somente a realização de análises, como a biópsia de vilosidades coriônicas (fragmentos da placenta) ou a amniocentese (coleta do líquido amniótico), confirma a presença de distúrbios genéticos. “A maioria dispensa os testes invasivos, já que a classificação da TN pode tranquilizá-los”, finaliza Miguelez. Então, atente-se para o prazo deste exame - o ideal é realizá-lo na 12ª semana de gestação - e não vá embora da consulta com dúvidas, afinal, o bem-estar da mamãe, inclusive no que diz respeito à ansiedade e ao medo, é essencial para o bom desenvolvimento do bebê. www.semprematerna.com.br

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desenvolvimento

Cuidado precioso Poucos sabem, mas não é preciso esperar os dentinhos nascerem para começar a higienizar a boquinha do bebê

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pesar da choradeira e irritabilidade, quando o primeiro dente desponta toda mamãe fica orgulhosa. Os primeiros sinais são coceira na gengiva e aumento de salivação. No intuito de aliviar os sintomas, a maioria dos bebês levam o dedinho e objetos à boca para coçar o local. A higienização é a prevenção mais eficaz contra problemas bucais tanto na infância quanto na fase adulta. Segundo o odontopediatra do Hospital São Luiz, Sandro Santos, o mais indicado é iniciá-la antes mesmo da erupção. “Mesmo que o alimento seja apenas o leite materno, é preciso retirar excessos para evitar a proliferação de bactérias”, explica. 12

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O procedimento é bem simples: basta enrolar uma gaze no dedo, embeber no soro fisiológico (solução isotônica à venda nas farmácias e supermercados) e passar no interior da boca do bebê. O médico alerta que a limpeza não precisa ser feita diariamente. “Como a mucosa da gengiva do recém-nascido é fina e delicada, o ideal é fazê-la duas vezes por semana ou quando houver regurgitamento”, aconselha Santos. Outra dica do especialista é perceber a melhor hora do dia para tornar rotina e evitar os momentos de sonolência ou fome, pois o bebê pode se sentir incomodado e dificilmente facilita o processo.


Nasceu! A primeira dentição recebe o nome de decídua ou temporária, conhecida popularmente como “dentes-de-leite”. Depois, ela é substituída por dentição mais forte e definitiva. Embora a troca aconteça naturalmente na infância, é preciso atenção, pois o descuido prejudica a saúde da criança. De acordo com Sandro Santos, o aparecimento dos dentes depende do estímulo da cavidade oral, ou seja, se a frequência da mastigação for intensa, mais rápido eles começam a aparecer. “Os primeiros dentes podem surgir a partir dos 6 meses de vida até completar 1 ano. Se a partir desta momento não houver sinal de dentição, é necessário procurar um profissional para fazer avaliações”, declara. Primeira visita Desde o nascimento é importante receber orientação de um odontopediatra para cuidar da gengiva do bebê. Além disso, a familiaridade com o médico já é iniciada e ajudará na frequência às consultas no futuro. “Após o aparecimento do primeiro dentinho é indispensável visitar o dentista para receber orientações sobre doenças e a iniciação da higiene oral ”, recomenda o especialista. Incômodo e dor O surgimento dos dentinhos aumenta a sensibilidade bucal. Por isso, o choro é constante, principalmente durante o período noturno. No entanto, a maneira como cada criança reage pode variar. “Cerca de três dias antes e quatro dias depois do dentinho apontar, pode ocorrer salivação em excesso, irritação gengival e estado febril (37 ° C)”, esclarece o profissional. Quando aparecer o primeiro dentinho é considerável oferecer o mordedor ou frutas que estimulam a mastigação, como pedacinhos de maçã e cenoura. “Ambos massageiam a gengiva e diminuem as irritações, além de agilizar a formação da arcada dentária”, acrescenta.

Escovação Curiosos, os bebês adoram colocar objetos na boca, mas isso não significa que a escova de dente deve ser entregue a qualquer momento, pois é provável machucá-lo. “A mamãe pode utilizar a escova com movimentos suaves nas superfícies. Se estiver começando a dentar e existir somente a pontinha, a gaze ainda deve ser utilizada para a higienização”, informa o odontopediatra. O creme dental não deve conter flúor. Se permanecer na boca, a substância pode causar manchas. “O flúor é útil a partir de 3 anos, quando o açúcar começa a ser consumido com frequência. No entanto, todo produto deve ser retirado, para isso, o bochecho com água é a melhor opção.” Opte por escovinhas bem coloridas e divertidas para estimular a atenção do filhote, mas não se esqueça de observar se as cerdas são macias e a cabeça pequena. “Confira sempre o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a indicação da faixa etária”, alerta o cirurgião. O fio dental tem a missão de eliminar as sujeirinhas que a escova não alcança ou não exclui por completo. Para os adultos o seu uso é essencial, mas para os pequenos há restrições. “Quando houver poucos dentinhos ou eles forem separados, não precisa utilizar o fio, pois a escovação já retira os resíduos alimentares insistentes em ficar nas laterais,” informa o odontopediatra. Cáries

Santos conta que, inicialmente, as cáries podem aparecer em razão da falta de escovação dos dentes depois da mamada noturna. “Quando o pequeno dorme o leite fica “estagnado” na boca a noite inteira. E é exatamente nessa hora que ocorre a maior proliferação de bactérias por causa da baixa produção de saliva”, diz. Mesmo quando o bebê estiver mais crescidinho, evite oferecer açúcares como chocolates, balas e biscoitos doces. “Quanto mais açúcar estiver presente na alimentação do pequeno, mais rigorosa a limpeza dos dentinhos deve ser”, finaliza. www.semprematerna.com.br

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gêmeos

Mamãe ao quadrado

A gestação múltipla requer cuidados em dobro

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o descobrir que está grávida de gêmeos, dúvidas passam pela cabeça da futura mamãe. Os sintomas serão diferentes? Quais são as dificuldades? Como devo me cuidar? Para esclarecer os questionamentos, a Sempre Materna conversou com o especialista em ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz, Aléssio Calil. A resposta para a primeira pergunta é que os sintomas da gravidez de um ou mais bebês são os mesmos, o que pode variar é a sensação de fome, já que na gravidez de gêmeos há maior demanda de nutrientes no organismo. Com relação às outras questões, é preciso saber que precaução deve ser a palavra de ordem. Fazer todos os exames ultrassonográficos necessários, manter alimentação balanceada e nutritiva, além de visitar o obstetra constantemente são tarefas obrigatórias. “A frequência ao pré-natal é quinzenal para mulheres com uma placenta e mensal quando existem duas placentas”, afirma o especialista. Gravidez gemelar é mais sensível e possui mais chances de complicações como parto prematuro, baixo peso, hipertensão e diabetes. “Isso porque os volumes sanguíneos e uterinos são quase duas vezes maiores”. Mas se houver acompanhamento médico adequado e atenção redobrada à saúde, a margem de risco é quase nula.

Incidência Recente pesquisa do Registro Civil, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que os partos múltiplos no Brasil representam 1,86% dos nascimentos. Em 2003 esse índice era de 1,65. Ou seja, o número de nascidos por partos múltiplos é uma crescente. Atualmente, a principal causa do aumento está associada à utilização das técnicas de reprodução assistida. Nelas, são implantados vários embriões no organismo feminino de

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Detecção A descoberta é feita a partir da quinta semana. Nessa etapa o médico já consegue saber se os bebês serão idênticos ou não. Calil explica como é feita a diferenciação. “Quando os espermatozoides fecundam um único óvulo, os fetos serão univitelinos – iguais e com o mesmo sexo. Fecundações de mais de um óvulo resultam em material genético diferente, ou seja, bivitelinos ou multivitelinos”. Cerca de 60% dos casos são de bivitelinos. A hora do parto Segundo o obstetra, 30% a 50% dos nascimentos ocorrem antes da 37ª semana. “A causa é o aumento do peso intrauterino e a acentuada distensão das fibras musculares”. Como, geralmente, os bebês ficam em posições diferentes e dificultam a saída do segundo gemelar, a escolha por cesariana é comum. Nela, o médico pode realizar o parto sem que haja prejuízos para mãe e filhos. É natural também os gêmeos nascerem com peso de prematuros: menos de 2,5 quilos. Mas não há motivo para preocupação, já que eles não têm muito tempo para acumular gordura no útero da mamãe. Nesse sentido, o leite materno será essencial para o desenvolvimento saudável pós-parto.

uma só vez para que probabilidade de engravidar seja maior. Entre 20% e 40% das mulheres submetidas à ovulação dão à luz a mais de um bebê. Ainda contribuem para a incidência de gêmeos: Genética: Histórico familiar com casos de gravidez gemelar e pré-disposição genética para ter ovulação dupla. Idade Materna: Entre os 35 e 40 anos, o corpo feminino produz maior quantidade de hormônios, o que estimula a produção de mais óvulos ao mesmo tempo.

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higiene

Prato limpo Para preparar a papinha do bebê não basta diversificar alimentos. É preciso atenção redobrada na hora de higienizá-los

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ntes de organizar a refeição do filho, é preciso estar com as mãos bem limpas. Com relação aos alimentos que serão utilizados na papinha, também precisam estar bem limpos para o consumo. Para a nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz, Maria Claudia Santos, a manipulação inadequada dos alimentos influencia possíveis infecções no bebê. “Com cuidados simples, a mamãe pode protegê-lo de contaminações. Frutas, verduras, folhas e carnes precisam ser higienizadas de maneira diferenciada, não apenas com água corrente da torneira. É importante ficar sempre atenta em relação à qualidade dos alimentos.”

Confira dicas da nutricionista: Frutas -Observar se estão deterioradas; -Lavar em água corrente; -A limpeza de frutas e hortaliças elimina micro-organismos e reduz a contaminação por agrotóxicos; -Quanto mais grossa a casca mais protegida ela está; -Devem ser servidas sem casca e, preferencialmente, amassadas; -Também podem ser higienizadas com hipoclorito, porém quando a casca for excessivamente fina, como morango, por exemplo, não devem ser cloradas. 16

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Folhas, verduras e legumes -Escolher as folhas, uma a uma, excluindo as “estragadas”; -Lavar folha por folha em água tratada, retirando a terra e as sujeiras com as mãos; -Preparar a solução de hipoclorito de conforme indicação do fabricante; - Após o molho, enxaguar em água potável. Carnes -O cuidado deve ser iniciado já na escolha do local de compra: o ambiente deve ser limpo e ter boa procedência; -Não devem estar avermelhadas ou com aspecto de mal passadas; -O cozimento adequado diminui a possibilidade de contaminação alimentar.

Hipoclorito de sódio Fácil de ser encontrado em supermercados e farmácias, o produto ajuda a higienizar os alimentos, eliminando larvas e bactérias. A quantidade pode variar de acordo com o fabricante, o ideal é conferir as informações no rótulo, pois nele consta a quantidade de hipoclorito necessária e o modo como deve ser usado.


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entrevista

Djalma de Siqueira Junior

Dor aqui, ali e acolรก Problemas na coluna atingem mais da metade das mulheres grรกvidas. Saiba como evitรก-los

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palavra “mudança” é usual no dicionário da gestante, afinal, as transformações são inúmeras e a cada semana uma nova descoberta. A futura mamãe vê e sente o resultado do crescimento do bebê em seu corpo. No entanto, algumas modificações hormonais podem gerar desconforto. Cerca de 50% a 75% das mulheres afirmam sentir dores nas costas ao longo da gravidez, principalmente durante o terceiro e último trimestre. Sobre esse assunto, a Sempre Materna conversa com o ortopedista do Hospital e Maternidade São Luiz - Unidade Itaim, Djalma de Siqueira Junior. Sempre Materna: Por qual motivo a gestação causa dor nas costas? Djalma Siqueira: Devido ao aumento de peso (principalmente no terceiro trimestre) e da posição uterina. Isso desloca o centro de gravidade da mulher e a obriga, para manter-se equilibrada, a utilizar mais os músculos da região lombar. Essa sobrecarga gera as dores tão comuns nesse período. S.M.: Isso acontece com todas as gestantes ou é variável? D.S.: As mulheres que têm melhor condicionamento físico antes e durante a gestação têm menor chance de apresentar dor. Fatores constitucionais como hiperlordose lombar podem predispor o aparecimento dos sintomas. Aquelas pacientes que já apresentam algum problema logicamente estão mais suscetíveis também. S.M.: Qual o tratamento adequado para aliviar as dores? D.S.: Primeiramente, cabe lembrar que medicação só pode ser usada quando for autorizada

pelo obstetra. Uso de compressas quentes pode ajudar. Gosto da hidroterapia quando a intensidade dos sintomas for maior ou não houver melhora com orientações posturais e calor local. Essa terapia ajuda tanto no relaxamento quanto no reforço da musculatura lombar, de maneira segura e agradável, devido ao ambiente e à temperatura da água. Não há restrição em relação ao período de gestação, desde que não haja nenhuma condição especial identificada pelo médico. S.M.: Existe alguma maneira de prevenir essas dores? D.S.: Sim. Realizar exercícios que visem ao reforço da musculatura das costas, do abdômen e quadris é a melhor maneira de prevenção. Mesmo aquelas mulheres que nunca praticaram atividades físicas se beneficiam de um condicionamento moderado, bem orientado e supervisionado durante a gravidez. Já aquelas que realizavam algum tipo de atividade antes, o foco deve ser a manutenção do condicionamento. Exercícios que possam levar a quedas ou traumas devem ser evitados. Assim, caminhada, corrida, natação e ciclismo (bicicleta ergométrica) comprovadamente não causam prejuízo à mãe ou ao feto, desde que excluídas condições como pré-eclampsia, placenta prévia, cervix incompetente ou outros. É importante a paciente conversar com o obstetra antes de realizar qualquer atividade. S.M.: Massagens também ajudam? D.S.: Sim, no entanto elas devem ter a função de relaxamento da musculatura. Manipulações mais vigorosas ou movimentos intempestivos podem agravar a dor. A dica é: sempre procure por profissionais capacitados e, de preferência, bem recomendados. www.semprematerna.com.br

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S.M.: A posição ao dormir pode ser agravante para as dores nas costas? D.S.: Sim. O ideal é dormir de lado com um travesseiro entre as pernas ou em decúbito dorsal (de barriga para cima) com travesseiros abaixo dos membros para que os quadris e os joelhos fiquem flexionados e a musculatura da região lombar fique relaxada. S.M.: Ao longo do dia, qual a postura ideal para a grávida? D.S.: Ao ficar muito tempo em pé, apoiar um dos membros inferiores sobre um degrau ou uma caixa.

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É importante a paciente conversar com o obstetra antes de realizar qualquer atividade

Ao sentar-se, procurar cadeiras com bom apoio na região lombar ou usar uma almofada para auxiliar nessa função. Abaixar-se sempre com a coluna reta e flexionar os joelhos, evitando curvarse para frente. S.M.: As dores continuam após o parto? O que fazer diante dessa situação? D.S.: As alterações fisiológicas que ocorrem durante a gestação diminuem entre as primeiras quatro a seis semanas pós-parto e, assim, as dores tendem a diminuir. Caso persistam, a mãe precisa comunicar ao médico.


empório baby

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fique por dentro

Boletim Sempre Materna Parcerias e eventos especiais marcaram as ações do Projeto Novos cursos Em parceria com a PBKIDS Baby, a Sempre Materna trouxe para 2012 um calendário recheado de cursos com temas que abordaram desde a gestação até os primeiros cuidados com o bebê. Os encontros foram marcados de repletas informações que farão a diferença durante a maternidade. Além da conversa envolvente e esclarecedora, com profissionais capacitados, as aulas práticas deram o toque final para que estejam aptos a receber com tranquilidade quem tanto esperam. Os workshops já passaram pelas lojas dos shoppings Cidade Jardim, Anália Franco, Dom Pedro (Campinas) e Center Vale (São José dos Campos).

Sempre Materna Press Evento direcionado a jornalistas e profissionais da mídia, o Sempre Materna Press trouxe como pauta o nascimento de uma nova família. Caneta, bloquinho, chá da tarde e delicioso bate-papo, desde a gravidez até os primeiros cuidados com o recém-nascido, marcaram o encontro inesquecível. As futuras mamães puderam sanar todas as suas dúvidas com profissionais qualificados para escrever a melhor matéria da sua vida: a vinda do bebê. Com carinho e muita dedicação, o Sempre Materna Press continuará parte da nossa jornada nos próximos anos.

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Agenda Próximas turmas para os Cursos

Sempre Materna.

Mais de 5 mil mamães,

vovós e cuidadores já desfrutaram do nosso talento. Faça o mesmo, o bebê agradece!

Confira a agenda e inscreva-se.

Fevereiro

20 – Clube da Vovó 27 – Sempre Materna Care

Março

5 – Clube da Vovó 14 – Sempre Materna Care 19 – Clube da Vovó 26 – Sempre Materna Care O Clube da Vovó é o endereço certo para vovós modernas e antena-

das que, mais do que amar o futuro netinho, querem estar atualizadas sobre as novidades da ciência, tecnologia e mercado de bebês, afinal, do filho ao neto há uma boa distância e é preciso reciclar o conhecimento. Já o Sempre Materna Care é um aliado das futuras mamães e papais que pensam em deixar seus bebês com a empregada ou pessoa de confiança. Não é formação para babás, mas atualização de como o cuidador deve proceder com a higiene do bebê, a alimentação, a estimulação infantil, os aspectos psicológicos e emocionais e a conduta da rotina da casa e do pequeno. A Sempre Materna tornou-se referência no segmento materno-infantil e a linha de cursos da marca estende seu carinho a toda família!

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guia de nomes

Escolha Nesta edição, além dos significados de nomes que começam com as letras B e C, trazemos novidade: a cor ideal para cada personalidade

B

C

árbara Mulher estrangeira. Tem percepção aguçada e forte influência sobre os outros. Cor: Magenta.

amila Ministra de Deus. Modéstia e disposição para mudanças são suas principais qualidades. Cores: Verde e rosa.

Cecília Deriva da palavra latina caecus, que significa (cego). Serenidade e sabedoria são suas características marcantes. Cores: Azul royal e turquesa.

Beatriz Do latim Beatrice, representa “aquela que faz alguém feliz”. Cores: Violeta e rosa.

Carina Graciosa. Tem espírito pioneiro e independente. Cores: Verde e vermelho.

Bianca Nome italiano cujo significado é “branca”. Cores: Verde e rosa.

Carla Feminino de Carlos, que significa homem viril. A versão feminina é associada a mulheres independentes com personalidade forte. Cores: Verde e Violeta.

Cibele Deusa da fertilidade e da natureza. É detalhista e seu temperamento é explosivo. Cores: Vermelho e verde.

Brenda Pequeno corvo. É nobre de caráter e gosta de aprender ensinando aos outros. Cores: Vermelho e verde. Bruna Morena, escura. Pessoa solidária. Suas atitudes sempre estão de acordo com o que manda seu coração. Cores: Azul e rosa.

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Carolina Diminutivo de Carla. Cores: Violeta e azul. Cássia Canela picante. Crianças com esse nome são expressivas e confiantes. Cor: Violeta.

Cíntia Aquela que vem do Cinto, monte onde nasceu Apolo e Diana. É meticulosa e sabe manter a calma nos momentos difíceis. Cores: Vermelho e azul. Clara Brilhante, ilustre. Sua espiritualidade e energia são contagiantes. Cores: Verde e violeta. Cláudia Feminino de Cláudio. Tem espírito altruísta e acolhedor. Cores: Violeta e turquesa.


certa B

enício Vem do latim Benitius, que significa “o que vai bem”. É criativo e tem talento para ser líder. Cores: Amarelo e vermelho. Bernardo Forte como urso. Ama aventuras e se alegra com as coisas simples da vida. Cor: Amarelo ouro. Breno Espírito de vida. Com mentalidade vencedora e grandes aspirações. Cores: Vermelho e verde. Bruno Moreno. Tem poder de autotransformação, força interior e mente receptiva. Cor: Magenta.

C

aetano Natural de Gaeta, nome de cidade italiana. Indica pessoa otimista e perseverante. Cor: Rosa.

Caio Sempre alegre. Sua mente criativa o leva a grandes conquistas. Cores: Amarelo e violeta. Carlos Homem do povo, viril. É emocional mas não abre mão de seu orgulho. Cor: Rosa. Cassiano Pertencente à natureza. Tem senso de dever, mente dinâmica e espírito realizador. Cores: Vermelho e verde. Celso Elevado, sublime. É sonhador e transmite alegria por onde passa. Cores: Amarelo e violeta. César Do latim Caesar, que significa cabeleira longa, farta. Pessoas com esse nome possuem habilidades analíticas e de lideranças. Cor: Vermelho e violeta.

Cícero Grão-de-bico. Adora ajudar as pessoas e é otimista em tudo o que faz. Cores: Rosa e violeta. Cláudio É carismático, simpático e comunica-se facilmente com outras pessoas. Cores: Vermelho e azul. Cleiton Do lugar onde a terra é argilosa. Seu idealismo, autenticidade e sinceridade o levam a ser respeitado por todos. Cores: Azul royal e turquesa. Conrado Conselheiro, prudente. É confiante e gosta de compartilhar tudo com os outros, principalmente suas ideias. Cores: Rosa e turquesa. Cristiano Cristão. Tem prazer em agradar aqueles que ama. É criativo, charmoso e bastante curioso. Cores: Turquesa e magenta.

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manual do bebê

Cólica sem mistérios O choro é a primeira forma de comunicação do recém-nascido, por isso, não é preciso se desesperar

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evido à imaturidade intestinal, todo bebê sente desconforto nos primeiros meses de vida. A dor abdominal é resultado da contração involuntária dos músculos. Os sinais são: mãozinhas fechadas, perninhas encolhidas e choradeira compulsiva. De acordo com a pediatra, Camila Reibscheid, a cólica intestinal se manifesta por volta da segunda semana após o nascimento e pode permanecer até os 3 meses de vida. “O primeiro trimestre é o tempo necessário para o amadurecimento da flora intestinal da criança”, explica. A Sempre Materna esclarece, junto aos conselhos da pediatra, os principais enigmas do sofrimento que assustam os papais. “Poucos sabem, mas o prato da mamãe influencia diretamente a digestão do filho. Outro possível motivo é a pega incorreta durante a amamentação, permitindo a entrada de ar.” Prato rico Segundo Camila, os alimentos ingeridos pela mãe transferem substâncias ao leite que ela produz e podem causar gases e desconforto ao filhote. “A alimentação deve ser saudável, ou seja, rica em vitaminas, sais minerais e proteínas. Procure eliminar as refeições que ocasionam flatulência, como as gordurosas e as apimentadas”, aconselha.

D

Poucos sabem, mas o prato da mamãe influencia diretamente a digestão do filho

Para aliviar Uma boa alternativa para diminuir as temidas cólicas, já conhecida pelas vovós, é o aquecimento da barriguinha para amenizar o sintoma. Pode ser feito com fraldas aquecidas ou bolsinha de água quente. Até mesmo o banho morninho já traz bons resultados. Outra dica da pediatra é a massagem simples: mexa as perninhas do bebê como se ele estivesse em uma bicicleta. O estímulo contribui para aliviar as cólicas e o toque da mamãe deixa-o mais calmo. “Aguarde pelo menos meia hora depois da mamada antes de iniciar os movimentos para evitar a regurgitação”, alerta Camila.

Banho terapêutico Ofurô é sugerido para bebês de 0 a 6 meses de vida. Os recém-nascidos costumam chorar e ficar irritados na banheira. Embora a temperatura da água lembre a vida intrauterina, há excesso de luz e espaço, o que os deixam aflitos. Já durante o ofurô, feito com um balde especial, a sensação é oposta: “Por proporcionar posição similar à fetal e ser quentinho (36 °C), ajuda a reduzir os desconfortos causados pelas cólicas, além de favorecer sono mais tranquilo.”

Amamentação Além de preservar a flora intestinal do lactente, o aleitamento materno protege-o contra diversas infecções, inclusive do sistema digestório, exemplo são a constipação intestinal (prisão de ventre) e a diarreia. “É importante que os lábios do bebê contornem a aréola do seio para impedir a passagem de ar”, esclarece a pediatra. www.semprematerna.com.br

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capa

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Higiene do bebĂŞ

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Os primeiros banhos no lar são períodos de adaptação para a nova família Momento limpinho Na hora da higiene, a insegurança e a falta de experiência são os maiores receios das mamães de primeira viagem. Para mostrar que os temidos banhos do recém-nascido, a limpeza do coto umbilical e a troca de fraldas não são “bicho de sete cabeças”, a Sempre Materna conversou com a enfermeira do Hospital e Maternidade São Luiz, Antônia Martins Silva. Maternidade Logo após o nascimento, ainda na sala de parto, o recém-nascido já recebe os cuidados iniciais. De acordo com a profissional, o RN passa por uma série de adaptações ao ambiente extrauterino. “Primeiro, ele é colocado embaixo de fonte aquecida para evitar a perda de calor (hipotermia). O tempo de permanência no aquecimento é de 4 a 6 horas antes do primeiro banho”, explica. Além disso, a temperatura do berçário é controlada por termômetro. Há também preocupação na diminuição de ruídos para deixá-los mais tranquilos. Há uma substância, aparentemente, gordurosa que envolve o bebê logo após o nascimento. Quando na barriga da mamãe, essa substância, chamada vernix caseoso tem a função de proteger o bebê. Não há necessidade de removê-lo de imediato, isso é feito no primeiro banho. Na maternidade, o banho, a troca de fraldas e a higiene do coto umbilical são ações realizadas pela equipe de enfermagem, que também orienta a mamãe no processo de amamentação e cuidados com o bebê em casa. Coto umbilical Nos primeiros dias o coto umbilical tem aspecto gelatinoso e a sua queda pode acontecer entre o 7º e o 21º dia. Com o “clamp” (grampo que prende o cordão umbilical), a aparência pode pa30

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recer assustadora, mas a mamãe não precisa se preocupar. Geralmente, a remoção da braçadeira acontece antes da alta hospitalar. O procedimento para a higienização é simples e indolor, requer dedicação, afinal, a higiene e o curativo são essenciais para evitar proliferação de bactérias e infecções. A limpeza também não oferece riscos à saúde. “O choro acontece por conta do álcool gelado, mas não há dor ou sofrimento durante o procedimento”, esclarece a enfermeira”. De acordo com Antônia é normal ocorrer discreto sangramento durante o desprendimento do coto. “O curativo deve ser feito até que a cicatrização se complete, ou seja, até que esteja completamente seca e limpa. Além disso, quando houver contato com urina ou fezes a higienização precisa ser refeita”, explica. Aprenda os passos para cuidar do coto umbilical:

1 – Separe as hastes flexíveis e o álcool a 70%; 2 – Lave as mãos com água e sabão antes da

manipulação; 3 – Devagar, faça movimentos circulares, em sentido horário, da base para a extremidade; 4 - Sempre utilize apenas um lado do algodão em cada direção. Não reutilize a haste;


Sob hipótese alguma o bebê pode ficar sozinho na banheira

5 - Ao colocar a fralda, mantenha o coto ex-

posto para ventilação. Casa

Os primeiros banhos do bebê em casa são períodos de adaptação para a nova família. O choro não significa insatisfação, pois as lágrimas fazem parte das primeiras manifestações relacionadas à comunicação. O momento é favorável para estender o elo entre mãe-filho e deve ser feito com carinho e atenção. Ambiente Utilize o mesmo espaço para banho e troca de roupas, assim evita friagem. Não se esqueça de fechar as janelas. O local deve estar em temperatura agradável para a mamãe. Água

Encha apenas 1/3 da banheira, assim a manipulação do bebê fica mais segura. A temperatura deve ser 36 °C. Boa opção é colocar a parte interna do antebraço para fazer a medição ou usar um termômetro próprio.

o momento exclusivamente para tal missão a fim de evitar acidentes. “Sob hipótese alguma o bebê pode ficar sozinho na banheira. Caso seja necessário o deslocamento do cômodo por esquecimento de algum item, como o sabonete, o RN deve acompanhar a mamãe”, alerta a enfermeira. Segundo a Organização Não-Governamental Criança Segura, os bebês podem se afogar com apenas 2,5 cm de profundidade de água. Outra alerta da ONG para a hora do banho é em relação à eletricidade. Os aparelhos eletrônicos precisam ser desligados se estiverem próximos a água. Material necessário: Banheira Os modelos de banheira são variados, desde os clássicos até os mais sofisticados, como os anatômicos. O primeiro quesito a ser avaliado na hora da compra é a confiabilidade oferecida. O selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) garante que o teste de avaliação da segurança do produto foi positivo.

Tempo Não existe prazo estabelecido, o ideal é que o banho do bebê não dure muito tempo para evitar perda de calor. Em dias frios, o banho deve ser mais rápido.

Sabonete O sabonete usado para banhar o bebê deve ser neutro para não ressecar a sua pele delicada. A versão em frasco (líquido) oferece maior segurança e conforto, já que é necessária apenas uma gotinha na mão da mamãe. O xampu e o condicionar devem ser usados apenas quando o bebê estiver mais crescidinho, pois ambos os produtos possuem químicas e fragrâncias que podem provocar reações alérgicas.

Segurança Banho seguro é essencial e de inteira responsabilidade dos pais. Por isso, é preciso reservar

Algodão O algodão é item essencial no kit banho. Depois de umedecido, ele serve para limpar lu-

Horário Não existe regra, o ideal é optar por seguir a rotina da casa. Por volta do meio-dia, o tempo costuma ficar agradável.

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gares com vestígios de urina ou fezes antes de colocá-lo na banheira. Para isso, é necessário um maço para cada tipo de sujeira. O intuito da préhigiene é evitar a contaminação da água. Escova de cabelo Para pentear o cabelo do recém-nascido a mamãe deve escovar com cerdas finas e extramacias. A regra é simples: manuseio (muito) delicado. Nessa fase, não é indicado o uso de pente, pois pode machucar o bebê. Hastes flexíveis O algodão da pontinha da haste serve para limpar o nariz, a orelha (externa) e o coto umbilical. Não deve ser introduzido na parte interna da orelha, pois pode machucar e também prejudicar gravemente a audição. Fralda descartável

Atenção para o coto umbilical, ele deve ser lavado com sabonete

disponíveis nos tamanhos RN (recém-nascido), XP (extrapequeno), P (pequeno), M (médio), G (grande), XG e XXG (extragrande). Cada fabricante estabelece as dimensões do produto de acordo com o peso do bebê, essas orientações ficam na própria embalagem. Trocador Há banheiras que possuem o trocador acoplado e também há modelos portáteis, como o de bolsa (pode ser dobrado) e o de rolinho (pode ser enrolado). Hora da prática • Boa opção para os primeiros banhos do bebê em casa é envolvê-lo com toalha e higienizar primeiro os olhos com algodão umedecido em água, sem colocá-lo diretamente na banheira. O movimento dessa limpeza é sempre do lado externo para interno, ou seja, do sentido da orelha para o nariz. Em seguida, a face deve ser lavada com as mãos, sem sabonete. Depois, o recém-nascido pode ser colocado na água e o banho será mais rápido. • Depois de separar todo o material necessário é importante observar se a fralda do bebê está suja. Caso esteja, a pele do bebê precisa ser higienizada com algodão umedecido antes do banho. • Atenção para o coto umbilical, ele deve ser lavado com sabonete. Veja o passo-a-passo:

A finalidade da fralda descartável é absorver a urina do bebê para evitar o contato com a sua pele, ou seja, para mantê-lo sequinho. Estão 32

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1 – Retire acessórios que oferecem riscos de machucá-lo: anéis, pulseiras e relógios; 2 – Coloque ⅓ de água morna na banheira; 3 – Sinta a água com a parte interna do braço, ela deve ser bem confortável.


Há diversos brinquedos para divertir o momento

4 – Caso utilize termômetro, a temperatura deve atingir 36°C. 5 – Coloque o bebê segurando-o pelo braço e apoie as costas no antebraço da mamãe . Para que ele não se assuste, coloque primeiro os pezinhos dele na água e, calmamente, o resto do corpo; 6 – Com apenas uma gotinha de sabonete, faça movimentos circulares na cabeça; 7 – Lave delicadamente o pescoço, tórax, abdome, braços e pernas; 8 - Depois, vire-o em posição ventral para lavar o dorso e, por último, a parte genital; 9 – Caso a água sujar por algum motivo (como xixi) troque-a imediatamente e recomece todo procedimento. Troca de roupa

Gêmeos Irmãos podem tomar banho juntos! Os cuidados precisam ser redobrados, claro, mas o momento é extremamente prazeroso tanto para eles quanto para a família. Não é tão simples, por isso, a mamãe precisa de ajuda. “O ideal é esperar que estejam mais firmes. Quando já ficam sentados”, aconselha a profissional. O procedimento é fácil: na banheira, um irmãozinho fica de frente para o outro, cada um de um lado da banheira. Que tal aproveitar para reunir a família? O papai ou a vovô vai deixar o momento ainda mais divertido.

Brincando no banho A hora mais relaxante do dia pode ser repleta de recreação e diversão. Além de ser atrativo para o bebê, brincar durante o “chuá-chuá” auxilia no desenvolvimento motor e cognitivo. Há diversos brinquedos para divertir o momento: livros de plástico, bichinhos que flutuam, espirram água ou se movimentam. A faixa etária é indicada na embalagem do produto e deve ser minuciosamente seguida, pois peças pequenas podem ser perigosas. Cores, formatos e barulhos são grandes atrativos para estimular o desenvolvimento motor do filho. Além de brincar, pode cantar ou colocar música descontrai e torna o banho prazeroso.

O conforto é o principal aliado, pois o bebê precisa ficar aquecido com a roupa na medida certa, sem exageros. Para trocá-lo o ideal é optar por local aconchegante, longe de correntes de ar como próximo à janelas abertas, para ele não sentir tanto frio. www.semprematerna.com.br

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polivitamínicos

Maternidade fortificada

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Descubra novo aliado no quesito gestação saudável: o iodo

ão há nada mais almejado quando se descobre a gravidez, que não ter nenhum tipo de complicação ou risco para o feto. Atingir esse objetivo é fácil, desde que a futura mamãe cuide da saúde e aumente a ingestão de vitaminas e nutrientes. Um deles é o iodo, micromineral produzido pela glândula tireoide, importante para o metabolismo, crescimento e, especialmente, desenvolvimento neurológico. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a deficiência nutricional de iodo é a causa mais comum de retardo mental e danos cerebrais do mundo. Sua falta pode comprometer cérebro, músculos e coração, além de gerar alterações no organismo materno, como aumento de colesterol. O bebê também pode manifestar surdomudez e hipotireoidismo ao nascer. “Para evitar

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esses e outros problemas, recomenda-se ingerir, em média, 150 microgramas de iodo por dia”, diz o ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcos Shiroma. O iodo está presente em alimentos como: sal iodado, frutos do mar, carne vermelha, verduras, frutas e legumes. Mas nem sempre a comida consegue suprir a necessidade da grávida. Nesses casos, os obstetras receitam suplementos polivitamínicos, que contêm vitaminas e sais minerais destinados aos períodos de prénatal e de lactação. O especialista alerta que o excesso de iodo também é prejudicial, já que desencadeia hipertireoidismo. “Por isso, cabe a cada gestante, de acordo com seu perfil nutricional, buscar com o médico sua particular necessidade de suplementação”, esclarece.


Rede D’or D’or São São Luiz Luiz Rede

Faz a diferença Cuidado antes mesmo de nascer A unidade Itaim do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, agora oferece cirurgias fetais por meio de endoscopia – procedimentos pouco invasivos, com delicados equipamentos de videolaparoscopia. De acordo com obstetra Fábio Peralta, o procedimento aumenta as chances de sobrevivência e de cura do feto no caso de doenças durante a gestação. O tipo mais comum é a cauterização de vasos placentários com laser, no caso de transfusão de sangue entre gêmeos. Smart Track Os prontos-socorros do São Luiz passaram por reformas e agora adotam um sistema para agilizar atendimentos de emergência. Trata-se do Smart Track, pré-atendimento feito por equipe multiprofissional - de forma a classificar o quadro do paciente, para que ele receba o apoio necessário em tempo hábil. Acreditação O Hospital e Maternidade Brasil, de Santo André (SP), conquistou o selo nível 3 da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Tornou-se, assim, o único da região do ABC paulista a contar com esse padrão de certificado, que constata a qualidade do serviço prestado e dos controles de riscos clínicos e não clínicos. “O reconhecimento é resultado do compromisso com o paciente e com o trabalho desenvolvido por cada médico, colaborador e pessoas que, direta ou indiretamente, contribui para a excelência do serviço prestado por nós”, afirma a administradora da área de qualidade do Hospital Brasil, Ana Gargalak. www.semprematerna.com.br

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planejamento

Rá-tim-bum! Como o tempo passa rápido! Aquele pequeno que você carregou na barriga já está prestes a completar seu primeiro aninho. Esse momento de alegria merece comemoração especial

P

lanejamento é o segredo de qualquer aniversário, principalmente o de 1 ano. Papai e mamãe precisam pensar em cada detalhe para que tudo aconteça do jeitinho que sempre sonharam. A primeira tarefa é cuidar do orçamento: determinar qual será o investimento para não ter nenhuma surpresa desagradável. Vale lembrar que o bebê ainda não tem muita noção do que está acontecendo, por isso, preparar algo muito grande pode não ser necessário. O que vale mesmo é não deixar a data passar em branco. Depois dos cálculos, chega a vez da organização. Veja nossas dicas: Local e horário Independente da escolha, casa, apartamento ou salão, é fundamental que o ambiente tenha móveis, cozinha, som e toda a estrutura 36

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necessária para receber os convidados. Igualmente importante é ter por perto kit de primeiros socorros, para qualquer eventualidade. Quanto ao horário, a consultora em eventos e proprietária de empresa focada em organização de festas, Juliana Bajon, lembra que costuma-se festejar no período entre as 14h e as 18h. “Se ficar muito tarde compromete o sono das crianças que, geralmente, dormem cedo.” Decoração

O próximo passo é decidir o tema da festa. Não se restrinja à mesa do bolo e aposte na criatividade. Ambientalize o espaço com murais, bexigas, brinquedos e ornamente a mesas dos convidados. Quanto mais cores melhor, elas chamam a atenção do bebê.


Convite Para que os amigos tenham tempo de se programar, Juliana recomenda convidá-los, pelos menos, três semanas antes do aniversário. A arte do convite pode seguir a temática escolhida. Para quem quer economizar, pode usar as redes sociais e os e-mails para divulgação. Cardápio A escolha dos pratos depende do horário da comemoração. “Se for almoço ou jantar, inclua refeição. Massa, risoto, ave ou carne são alguns exemplos. Para o período da tarde ofereça somente salgadinhos como lanche”, ensina a consultora. No quesito bebidas, é importante ter cuidado com a temperatura e com as preferências de adultos e crianças. Para saber a quantidade certa de cada aperitivo, confira nossa tabela de consumo por pessoa.

• Bolo – 70g • Doces – 7 unidades • Salgados – 10 unidades • Refrigerante – 500 ml Diversão Esse é o fator primordial para a criançada. Os atrativos vão depender da faixa etária dos convidados. Algumas brincadeiras que não falham são: fantoches, grupo de recreação, pintura, música, dança e shows. Pense também em atividades voltadas aos adultos. Lembrancinhas Ofereça algo prático, que a criança não jogue fora no caminho para casa. Os pais também podem levar mimos. Um delicioso docinho ou as próprias guloseimas alegram os adultos.

Som

A fotografia é a nossa principal forma de registro que nossos filhos passarão de geração em geração

“Sugiro que tenha música durante toda a comemoração e que seja bem mesclada para agradar a todos os gostos e idades. A presença de um mesmo gênero musical cansa até mesmo as crianças”, comenta Juliana. Caso opte por buffet infantil, verifique quais músicas serão utilizadas. Se achar conveniente, leve alguns CDs de casa. Fotos

Não há frustação maior do que preparar com carinho a festa e depois perceber que nenhuma foto ficou boa. Para que isso não aconteça, contrate profissional especializado. “A fotografia é a nossa principal forma de registro, que nossos filhos passarão de geração em geração. Vale a pena eternizar o momento!”, afirma Juliana. A consultora alerta: antes de escolher o fotógrafo é necessário analisar o portfólio dele. “Contratar às cegas sem checar o trabalho realizado não traz bons resultados.” Parabéns Ápice da comemoração. Por isso mesmo, precisa ser bem planejado. Troca de roupas – A criança brinca o tempo inteiro e no momento de soprar as velinhas está toda desarrumada. Para evitar esse erro, deixe o aniversariante com peças leves ao longo da festa para que possa se divertir à vontade. Na hora do parabéns, troque a roupinha dele. Retrospectiva – Antes de cantar o parabéns, deixe os convidados entrarem no clima da comemoração. Vídeo com os melhores momentos desse primeiro aninho deixam qualquer um emocionado. Cortar o bolo e servir os convidados – Se o ambiente for salão de festas, haverá uma equipe para isso. Já se os festejos forem em casa, deixe essa responsabilidade com alguém de confiança. Aproveite o momento para curtir com a família.

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amamentação amamentação

Pedras no caminho Seios ingurgitados dificultam o aleitamento, mas podem ser tratados

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Sempre Materna


É

fato que a amamentação é essencial para mãe e filho e supre as necessidades nutricionais do recém-nascido. Mas no início, é comum que a nutriz passe por algumas dificuldades. A mais famosa delas é o empedramento do leite materno, problema que, apesar de temporário, exige paciência e cuidados específicos da mamãe. O ingurgitamento mamário, nome técnico para o empedramento, acontece a partir do desequilíbrio entre produção láctea e consumo. O volume acumulado nos ductos mamários fica mais viscoso, com isso os seios ficam inchados e quentes. Para aquelas que enfrentam essa situação, a enfermeira do Hospital e Maternidade São Luiz e consultora internacional em aleitamento materno, Márcia Regina da Silva, explica que a amamentação é o principal agente inibidor do ingurgitamento. “As mamadas frequentes ajudam a esvaziar os seios e, consequentemente, proporcionam sensação de conforto para a mamãe”, explica. Confira outras formas eficazes de prevenção. Ao seguir esses passos corretamente, a disfunção pode desaparecer, em média, após 1 ou 2 dias.

As mamadas frequentes ajudam a esvaziar os seios e, consequentemente, proporcionam sensação de conforto para a mamãe

1.Massagear as mamas com a ponta dos dedos indicador e médio, em movimentos circulares, para desobstruir os ductos mamários (do mamilo para a base). É importante que a massagem não dure mais que 15 minutos em cada mama; 2.Usar sutiã com alças de elástico e base larga para sustentação das mamas; 3. Manter dieta balanceada; 4.Descansar, principalmente quando o bebê estiver dormindo; 5.Ingerir bastante líquido. Quando não tratado adequadamente, o ingurgitamento pode resultar em mastite, caso mais grave que requer tratamento médico imediato. Para não chegar a esse ponto, a mamãe deve adotar as dicas já citadas e evitar algumas receitas caseiras tidas como eficazes e que não passam de mitos. “Compressas de água quente, bomba de ordenha e manipulação constante das mamas são desaconselháveis porque estimulam a produção de leite, que em casos de ingurgitamento, já é excessiva”, explica Márcia Regina.

Como amenizar as dores •Use sutiã com boa sustentação; •Mamadas frequentes em demanda livre; •Não esfregue buchas ou toalhas nos mamilos; •Após amamentar, não lave os seios, pois as propriedades do leite ajudam na cicatrização dos mamilos.

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diversão diversão

Brincadeira e aprendizagem

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A escolha do brinquedo ideal para cada fase contribui para o desenvolvimento da criança

nfância estimulante contribui para a consolidação de personalidade íntegra, saudável e completa. Nesse quesito, o brinquedo é essencial. Está presente na troca de experiências com o meio, aflora a criatividade, provoca atividades que utilizam os músculos, amplia coordenação motora e aptidões físicas, mentais e emocionais. Mas nem todas as peças desempenham esse papel, afinal, cada idade exige diferentes estímulos. A teoria do biólogo e filósofo, Jean Piaget, que se dedicou aos estudos sobre Educação, Psiquiatria e Psicologia, diz que do nascimento até 40

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os 2 anos, o bebê está no estágio sensório-motor, onde tudo é feito por reflexos, como sucção e movimento ocular. Aos poucos ele começa a diferenciar o mundo externo de seu corpo e forma seu autoconceito. Dos 2 aos 7 anos os pequenos estão na fase pré-operatória. Nesta etapa eles começam a adquirir noções de tempo e espaço, mas ainda não há raciocínio lógico, não compreendem que parte de suas ações podem ser desfeitas ou que as relações têm dois lados. A pedagoga Karen Kaufmann explica que, quando o brinquedo está adequado à idade e carac-


terísticas da criança, contribui com a formação de observações, hipóteses e com a vivência de experiências importantes para o processo de aprendizado. “É claro que os pais e demais adultos também podem participar dessa brincadeira, mas é importante que a deixem desenvolver sua autonomia.”

Como escolher Karen sugere as peças ideais para cada etapa da primeira infância: Até os 4 meses: O bebê realiza suas primeiras reações intencionais. Gosta de ser levado ao alto e fixa o olhar em objetos atraentes e coloridos. Sugestões: móbiles, chocalhos e mordedores. Dos 5 aos 7 meses: A criança volta-se para a direção de onde escuta sons. Aos 7 meses virase ao ser chamada pelo nome. Sugestões: Tapetes de atividades com sons, brinquedos que reflitam a imagem, fantoches (manipulados pelos adultos) e chaves. Dos 8 aos 10 meses: Já existe interação com jogos simples e busca por objetos. Sugestões: Bichinhos de pelúcia, bonecos e livros plásticos para o banho. Dos 11 meses até 1 ano: A linguagem está em pleno desenvolvimento. O bebê já consegue concentrar-se ao ouvir histórias e repete tudo o que escuta. Aprecia as mais diferentes formas, cores e texturas. Sugestões: Livros com grandes figuras e pouco texto, telefones de plástico e instrumentos musicais. Quando começa a se equilibrar, a bola é excelente elemento.

Antes de comprar os brinquedos, é preciso avaliar os riscos de acidente

De 1 ano e ½ aos 2 anos: A criança reconhece algumas cores e formas, gosta de brincar de procurar e encontrar objetos que guardou. Mostra preferência por brinquedos de empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos. Sugestões: Blocos de montar, bichinhos de plástico, miniaturas de carros, carrinhos de boneca e cubos de encaixe com formas vazadas. 3 anos: O vocabulário já é bastante extenso. Por volta dessa idade a lateralidade (destra ou canhota) se define. Já gosta de brincar com os amigos e a fantasia, o jogo simbólico e o faz-deconta é parte do cotidiano. Sugestões: Cubos de tecido educativos, com tamanhos decrescentes e que se encaixam, miniaturas (ferro de passar, liquidificador, ferramentas, panelinhas, entre outras), fantasias de fadas e de super-heróis.

Cuidado com a segurança Antes de comprar os brinquedos, é preciso avaliar os riscos de acidente, não se esquecer de procurar o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, o Inmetro, e a indicação etária. “Observe se o brinquedo é maior que o pulso da criança. Isso garantirá que ela não se sufoque caso o coloque na boca”, orienta Karen. Outra dica interessante é usar o rolo de papel higiênico como medida para os brinquedos, ou seja, tudo o que passar por ele é pequeno demais para a criança. www.semprematerna.com.br

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babyoteca babyoteca

Para toda a família Dicas para ler, ouvir, curtir e relaxar Da gravidez à amamentação Oferece orientações sobre a rotina do bebê e esclarece desde as dúvidas mais comuns, como banho e choro, até as mais complexas, como o diagnóstico de depressão pós-parto. Autores: Vitória Pamplona, Tomaz Pinheiro e Marcus Renato de Carvalho. Editora: Integrare Páginas: 248 Baby Einstein Vamos Brincar na Água!

enso. Eles são o momento do or uma mãe e livros de banho ulo para

s atividades cotidianas, e coloque-a na r, quando vazia,

ebê as maiores formas ciência e arte — de uma Produzido na China. ISBN 978- 850209009-5

Vamos brincar na água!

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i n c a r n a á g u a! Vamos br

Criado por Julie Aigner-Clark Ilustrado por Nadeem Zaidi

9 788502 090095

feccionado exclusivamente com materiais novos rior: espuma de poliuretano erior: PVC

eg# PA – 10860 (CN)

Um simpático leãozinho passa o dia brincando na água com sua mamãe, enquanto interage com outros animais e aprende sobre esportes aquáticos.

Autora: Walt Disney Editora: Caramelo Páginas: 10 42

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Tu toca o quê? O grupo Tiquequê comemora 10 anos de carreira com o lançamento de seu primeiro DVD. Gravado ao vivo, o show mistura elementos das danças brasileiras, das brincadeiras populares, da percussão corporal e do teatro dedicado ao universo infantil. Artista: Tiquequê Gravadora: MCD Coração de pai Histórias sobre a arte de criar filhos O livro reúne 45 histórias sobre as alegrias e dilemas na criação dos filhos, sempre descritos pela ótica paterna. Com reflexões poéticas, Gandra dá verdadeira aula sobre paternidade. Autor: José Ruy Gandra Editora: Da Boa Prosa Páginas: 176


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Pai herói

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Homens encaram o desafio da paternidade e da maternidade ao mesmo tempo

avar, cozinhar, passar, trabalhar fora e, ainda, alimentar a prole, trocar fraldas, dar banho e levar à creche já não são mais tarefas exclusivamente femininas. Seja por divórcio, viuvez, adoção ou qualquer outro motivo, cada vez mais as famílias ganham novas configurações onde o protagonista é o pai solteiro. O músico e locutor Aggeo Simões é exemplo de como a ala masculina pode dar conta da jornada tripla. Ao se separar da esposa, em 2005, passou a compartilhar a guarda da filha Ava, de 1 ano e meio. “No início é sempre difícil. Tinha sonhos horrorosos e achava que não ia conseguir, mas com o tempo tudo se ajeitou”. Para ajudar, começou a pesquisar assuntos sobre o universo infantil, teve ajuda da mãe, das amigas e da própria ex-mulher. “Ouvimos o pediatra e até 44

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elaboramos cardápio básico para que refeições, horários e demais rotinas fossem parecidos nas duas casas.” Para conciliar as responsabilidades, Aggeo aproveita o período da tarde quando Ava, que hoje tem 8 anos, está na escola. A experiência o inspirou a criar o blog “Manual do Pai Solteiro”, onde narra suas histórias e dá dicas para quem passa pela mesma situação. Em uma das postagens, ele orienta: “Manifestações de carinho, presença e atenção para com os filhos são sim, provas de amor. Passeios de bicicleta, caminhadas no mato, viagens, piqueniques, geram laços eternos.” Aggeo conta como é sua relação com a filha. “Não é sempre tranquilo. Ela está em uma fase difícil, de questionar tudo e todos. Mas tudo passa depois de um abraço e um beijo.”


Rede de apoio Até os heróis têm seus companheiros fiéis, portanto, não adianta querer fazer tudo sozinho. Contar com a ajuda de familiares e amigos faz toda a diferença na educação da criança e no relacionamento com ela. “A maior dificuldade encontrada pelo pai solteiro é a adaptação afetiva dos filhos em ter somente um adulto como referência”, diz a psicóloga do Hospital e Maternidade São Luiz, Patrícia Bader. No entanto, esse não será um obstáculo se a criança for criada em proximidade com avós, tios e outros parentes. Dicas básicas Nem sempre o homem se adapta fácil à vida de pai solteiro. Confira cinco dicas para deixar aflorar o instinto paterno:

A maior dificuldade encontrada pelo pai solteiro é a adaptação afetiva dos filhos

1–Conciliar todos os afazeres não é fácil, mas com disciplina é possível ser bom profissional, amigo, filho e, é claro, pai. 2–Aprenda a criar vínculos com seu filho. Dê banho, brinque e converse, mesmo que ele ainda não entenda tudo o que é dito. 3–Desde cedo, estabeleça limites. Mesmo os bebês precisam de ensinamentos sobre certo e errado. 4– Quando surgir alguma dúvida, peça socorro para quem tem experiência no assunto. Leia livros, revistas, faça pesquisas na internet e não se desespere. Paternidade também é aprendizado. 5–Crianças crescem rápido. Então, aproveite cada fase. Tire fotos, filme e guarde recordações.

Guarda compartilhada Eu namorava há pouco tempo quando descobri que minha namorada ficou grávida. Ela começou chorar quando recebeu a notícia da gravidez e eu falei que não a deixaria na mão. Ela quis casar, eu não gostava dela a ponto de assumir um compromisso tão sério, então propus continuarmos juntos, mas apenas namorando. Ela de bate e pronto me respondeu que se eu não casasse ela faria aborto, então casei. Meu casamento foi horrível, tanto que dois anos e meio depois nos separamos. A única coisa boa que tive da relação foi o convívio com a minha filha, Anna Beatriz! Pela lei, tenho dias certos para ver minha filha, mas isso não me basta. Eu a vejo a cada 15

dias e fico com ela de dois a três dias! Isso é pouco pra quem casou sem amor com outra pessoa para ver seu fruto nascer. Minha ex-mulher não se preocupa se sinto saudade da Anna Beatriz ou se ela sente de mim. Amo minha filha, ela é tudo que tenho. Confesso que, cada dia que passa, fica mais difícil de deixá-la ir quando está comigo. No meu caso ser pai solteiro é como se minhas sessões de tortura tivessem dias certos para começar e terminar!

Washington Sousa, pai da Anna Beatriz de 3 anos.

Coluna do papai

Mande sua história, seu desabafo, seu modo de encarar a paternidade, ou seja, participe desse espaço Sempre Paterna. Telefone: (11) 3881-0002 / email: semprepaterna@semprematerna.com.br www.semprematerna.com.br

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Prazer sem culpa

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Vida sexual ativa na gravidez e pós-parto faz bem e estreita os laços afetivos

abu é o que não falta para o “casal grávido” quando o assunto é sexo. As transformações físicas e psicológicas que acontecem no período gestacional não são impedimento para que ambos mantenham a chama acesa, muito pelo contrário. Estudos recentes revelam: 57% das mulheres aumentam a libido a partir do segundo trimestre de gestação. Para 29% delas, os orgasmos são mais intensos. No primeiro trimestre, a natural adaptação às mudanças do corpo, somada às náuseas e

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à sonolência fazem a libido diminuir. Entre o terceiro e o quarto mês, a futura mamãe tem mais disposição e seu metabolismo fica mais acelerado, nessa fase cresce a sensibilidade feminina e os hormônios circulantes, como estrógeno, estão em alta, deixando-a mais bonita e com desejo sexual elevado. A obstetra do Hospital e Maternidade Assunção, Beatriz Porto, afirma que sexo é benéfico para a saúde. “Durante a relação, o organismo libera serotonina e endorfina, substâncias que ge-


Insegurança é normal, mas é preciso lembrar: não existe transformação mais linda que a gravidez

ram prazer e bem-estar. Essas sensações sentidas pela mãe chegam ao feto.” Os pontos positivos não param por aí: o ato sexual contribui com a vascularização da região pélvica e leva mais sangue para o bebê, além disso, funciona como exercício que ajuda no trabalho de parto. Supere os medos A baixa autoestima costuma atrapalhar na hora “H”. Algumas mulheres ficam preocupadas com o ganho de peso e não conseguem aproveitar o momento. “Essa insegurança é normal, mas é preciso lembrar: não existe transformação mais linda que a gravidez”, orienta a médica. Conversar com o parceiro, até mesmo descontrair e rir da situação é outra saída. “É comum ele ter receio de machucar o bebê, por isso é sempre bom estar presente nas consultas do pré-natal, conversar e esclarecer questionamentos com o obstetra.” Posições A regra de ouro é deixar a barriga livre de qualquer pressão. “Assim a gestante se sente confortável e sem dor abdominal”, comenta Beatriz. Confira as posições mais indicadas para ter uma noite prazerosa sem prejuízos para mamãe e bebê: Colher: Deitado, o casal fica de lado para a penetração. Sentada: A mulher fica em cima do parceiro.. De quatro: Posição recomendada para o terceiro trimestre. Nela, a grávida fica ajoelhada com as mãos no chão e a barriga livre, enquanto o homem faz a penetração. Contraindicação O sexo só é prejudicial quando a gestação é diagnosticada de risco ou há chances de parto prematuro. “Descolamento ovular, rotura pre-

matura de membranas ovulares, placenta prévia, dilatação cervical e sangramento são alguns impedimentos”, explica a especialista. Pós-parto Seja normal ou cesárea, o sexo só é permitido 40 dias depois do nascimento. É a chamada quarentena, período em que o útero volta ao normal. Além do mais, a relação requer energia, concentração e tempo, coisas escassas durante os primeiros dias de cuidados com o bebê. A retomada nem sempre é fácil para o casal. Com as alterações hormonais do pós-parto, a libido fica menos intensa e a vagina ressecada. Por isso, as relações sexuais devem ser mais cuidadosas. “O melhor a fazer nesse momento é conversar com o parceiro. Ele deve ser compreensivo e paciente, dar apoio em tudo o que precisar, até o retorno à rotina de vida conjugal”, recomenda a obstetra.

Mitos sobre o sexo na gravidez. Livre-se deles. 1– A penetração causa aborto; 2 – Infecciona o útero; 3 – Ejaculação masculina afeta o bebê; 4 – Orgasmo acelera o trabalho de parto; 5 – Deixa a gestante enjoada.

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com você

Quase biografia de amor

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o alto dos meus quase 30 anos, achava que minha vida fosse boa, porém, sempre tive a impressão de que algo faltava. Havia um buraco no meu mundo interior que estava difícil de preencher e eu não sabia o porquê. Nunca vivi feliz o suficiente. Um dia, passando mal com tonturas e cólicas leves, me deparei com o fato de minha amiga mensal não estar tão mensal assim. Estava atrasada dez dias e claro que só pude pensar em uma coisa: “Estou grávida!” Fiz o famoso exame de sangue e... POSITIVO! Foi um misto de sensações que vivenciei naquele momento. MEDO, angústia, alegria, MEDO, felicidade, MEDO e MEDO de novo. Ser mãe? Eu não estava preparada! Durante a gravidez, perdi entes queridos, passei por algumas dificuldades, mas cada ultrassom que fazia me animava. Era muito gostoso ouvir o coraçãozinho daquela pessoinha ali dentro. Mas o medo continuava presente, sempre!

Falavam-me: “Olha, quando você vir aquela carinha linda sorrindo para você, tudo vai mudar.” E eu respondia: “Ah, gente, pelo amor! Nunca mais terei minha vida de volta.” E olha, para ser sincera, até hoje não tive minha vida de volta e acho que nunca a terei. Mas acham que estou triste, depressiva? Que nada! Curtir um dia ao lado da minha filha é curtir a vida em sua plenitude. Nada como um sorriso gostoso para alegrar um dia cheio de problemas. Noites de sono? “Isso não me pertence mais!” Mas estou feliz da mesma forma. Me acostumei a dormir por intervalos. Pelo menos não penso mais nos ditos problemas. Minha filha nasceu, eu nasci como mãe e minha vida mudou da água para o vinho. E essa é quase uma biografia do meu grande amor pela minha filha... Luiza. Priscila Trevine São Paulo

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Revista Sempre Materna, edição 27  

Revista sobre gestantes e recém-nascidos

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