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Sumá rio

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Tá de brincadeira? Eduque seu filho também na hora da diversão

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Vaidosas Especialistas falam sobre o tempo certo de furar as orelhinhas das meninas

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Que soninho! Aprenda técnicas para que a noite do bebê seja ainda mais relaxante

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prime Primeiro evento da Sempre Materna no São Luiz, unidade Analia Franco

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Dose dupla Acabe com os fantasmas da amamentação para gemelares

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Grávida doce Entenda o que é a diabetes gestacional e previna-se

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Salva-vidas Congele as células-tronco do cordão umbilical do bebê e fique tranquilo.

Seções Boletim Médico.................................14 Empório Mamãe ................................16 Empório Papai ....................................17 Cantinho São Luiz............................19 Sempre Paterna ...............................20 Empório Bebê...................................25 Entrevista Dr. Alan Landecker: 28 Babyoteca.......................................31 Leitor e Onde Encontrar..............34

Errata: Onde Encontrar, edição 22 na página 34

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Editorial

Novinha em folha! Nós, da equipe Sempre Materna, acreditamos que o futuro começa agora e, por esse motivo, não paramos de criar para que a Sempre Materna esteja constantemente recheada de novidades relacionadas ao Universo MaternoInfantil. Afinal, esse é o nosso talento. Mas, antes de falar do futuro, quero voltar um pouquinho ao passado não muito distante, para relembrar o sucesso que foi o Primeiro Sempre Materna Prime, realizado em dezembro, na unidade Anália Franco do Hospital e Maternidade São Luiz. Aliás, vale ressaltar que temos muito orgulho em estar ao lado de uma marca tão importante, conceituada e premiada em saúde, como o São Luiz. Voltando ao evento, o Prime foi um dia diferenciado, com as mais diversas atividades que envolvem o mundo da gravidez. Com mais de 70 participantes, entre eles, futuras mamães, pais e avós, a Sempre Materna fechou 2010 com chave de ouro. A boa notícia é que o conceito Sempre Materna Prime já tem uma extensa agenda para esse ano. Vale a pena conferir a matéria nessa edição e acompanhar as novidades pelo nosso Portal (www.semprematerna.com.br). Um brinde a 2011! O ano novo chegou e junto com ele nossos projetos nascentes. Um deles, que em “off” conto para vocês, é o lançamento da nossa WEB TV nos próximos dias. Aguardem! Outra inovação da marca é que a revista Sempre Materna agora é bimestral, o que nos deixará mais próximas. E, nessa edição, você conta com a entrevista Do “GG” para o “P”, com o cirurgião plástico Alan Landecker, que discorre sobre a volta à forma depois do parto. As mamães saberão todas as regras sobre cirurgia plástica no período pós-parto. E as recém-nascidas não ficam de fora quando o assunto é beleza. Em Berço da vaidade, especialistas explicam como deve ser feito o primeiro furo na orelinha. Já brincou com seu filho hoje? No Mundo do faz de conta os pais irão compreender como a diversão, o desenvolvimento e o crescimento infantil andam juntinhos. Bateu o soninho? Depois de tanta brincadeira, é hora de descansar. Nana Neném ensina métodos de relaxamentos para que não só o bebê, mas toda família tenham noites de sono bem tranquilas. E não para por aí. Queremos você por perto o ano todo para desfrutar de todas as nossas ferramentas que já existem e também das que estão por vir. Acompanhe as informações pela revista, pelo portal, blog, twitter, cursos e agora também pela Web TV.

Produção Executiva UNIKA Press Comunicação e Editora Tel/Fax: (55 11) 3881-0002 E-mail: unikapress@unikapress.com.br

Edição 23 Portal: www.semprematerna.com.br Diretora Editorial Keila Cristiuma Robles semprematerna@semprematerna.com.br Redação Editora de Arte: Adriana Borges Fullan arte@semprematerna.com.br Revisão: Fernanda Sal Fotos: Shutterstock, Istockphoto e SXC Ilustração: Fernando Arcon Redação: Carolina Ildefonso, Ariane Camilla Jornalista Responsável: Keila Cristiuma MTb: 25.452 Publicidade Tel/Fax: (55 11) 3881-0002 semprematerna@semprematerna.com.br Periodicidade Bimestral Propriedades e Direitos A revista Sempre Materna é publicação da UNIKA Press Comunicação e Editora, com apoio do Hospital e Maternidade São Luiz. É proibida a reprodução de fotos e matérias sem aviso prévio e sem citação da fonte. Dúvidas, críticas e sugestões contato@semprematerna.com.br Participe! Distribuição Hospital e Maternidade São Luiz, unidades Itaim, Morumbi e Analia Franco, consultórios médicos nas especialidades de ginecologia e obstetrícia e pediatria, clínicas de vacinação, clínicas de reprodução humana, clínicas de criobiologia, laboratórios de análises clínicas e lojas do segmento materno-infantil. Apoio

Boa leitura!

Diretora Editorial

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Brincad eira de Crianรงa

Mundo do faz-de-conta Especialistas reconhecem a brincadeira como fundamental para o crescimento saudรกvel infantil 6 | Sempre Materna


Brincadeira de Criança

O

papai e a mamãe ficam de cabelo em pé. É brinquedo para todo lado, parede rabiscada e até música alta para incrementar a diversão. Brincar contribui para o processo de socialização dos pequenos, auxilia na aprendizagem, estimula o desenvolvimento de habilidades básicas e aquisição de novos conhecimentos, aguça a criatividade, a imaginação e também o lado aventureiro dos pequenos. De acordo com dados atuais, poucos pais sabem o quanto é importante o brincar para o desenvolvimento físico, psíquico e intelectual do seu filho. “Os brinquedos são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo, e, também, é uma forma de auto-expressão”, afirma a diretora de marketing da Hasbro Brasil, Ana Coutinho. O filósofo Jean Piaget (1976) – estudante do pensamento infantil – dizia que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. “O jogo é, portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação do real à atividade própria, fornecendo seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu.”

Brincar é coisa séria!

Atualmente, há no mercado empresas conceituadas que investem no estudo e na criação de produtos voltados para a puericultura dos bebês. E contam com equipes de especialistas multidiciplinares que analisam e confeccionam cada brinquedo com critério e seriedade. “Prezamos pela qualidade, resistência e segurança dos brinquedos para o conforto e satisfação dos pais e também para a diversão e aproveitamento da criança”, reforça a diretora de marketing da Hasbro. O brinquedo educativo pode ser um ótimo presente, mas precisa estar de acordo com as necessidades reais da criança para que sua finalidade seja cumprida com sucesso. Para que tudo aconteça no tempo certo, as mamães e os papais precisam ficar atentos a cada etapa do pequeno. Até os quatro meses de idade o que prevalece no desenvolvimento através das brincadeiras é o amadurecimento e coordenação do bebê. Em seguida, até os oito meses, é a vez da manipulação e repetição, quando puxam tudo o que estiver por perto e fazem várias vezes achando muita graça. Já, ao completarem um aninho, a percepção do ambiente é maior e anda lado a lado com a criatividade. Diversão é o que não falta. Com 18 meses está ainda mais espertinho. É teimoso faz tentativas até conseguir o que quer e, sem medo, arrisca novas situações, o que faz os cuidadores ficarem com as antenas em pé. Mas, o tempo voa e logo completam dois anos, quando usam e abusam da imaginação. Agora, os pequenos escolhem o que querem com gestos, palavras e os adultos,

mais do que nunca, se divertem e mergulham junto no mundo da imaginação. Segundo Ana, o objetivo é surpreender o bebê, levando-o a um universo de descobertas nos seus primeiros anos de vida. “Crianças são sedentas de estímulos e desenvolvimento e com brinquedos adequados, seguros e desenvolvidos com foco na educação e entretenimento, conseguimos fazer isso ao mesmo tempo em que as direcionamos em como brincar, pois criamos ambiente propício para isso.” Com a estimulação correta, aos três anos de idade as habilidades gerais estão bem instigadas e o pequeno sentirá a necessidade de expor as aprendizagens e absorver ainda mais. “A massinha de modelar marca a infância, principalmente nessa fase e está presente em todas as préescolas. É uma das primeiras experiências com construção de algo que estava apenas na imaginação, além de ajudar coordenação, na distinção das cores e formas.”

Que tal convidar um amiguinho?

Brincar sozinho pode começar a ficar chato e os bebês naturalmente procurarão companheiros, que no caso dos filhos únicos costumam ser os pais ou avós. A partir daí, inicia-se o conceito de grupo e descobre-se os prazeres e frustrações, crescendo emocionalmente. Uma boa sugestão para os pais é reunir a criançada e deixar que role solta a diversão.

Adultos, não atrapalhem a brincadeira:

• Dê tempo para que a criança possa explorar o material. Não interfira, deixe-a descobrir sozinha e esteja disponível caso precise de ajuda. • Estimule a auto-estima do bebê. Faça com que ele se sinta capaz de aprender. Nada de apressá-lo, deixe com tempo livre para brincar. • Nada de broncas nas brincadeiras, permita que o pequeno tome a iniciativa. • Use também a criatividade. Introduza propostas novas. • Escolha brinquedos adequados ao nível de desenvolvimento e interesse da criança. • Aumente a dificuldade se notar que o jogo está fácil demais e reduza-a se estiver além de seu entendimento.

Vamos guardar?

A brincadeira acabou, é hora de recolher tudinho! Ensinar a criança a guardar os brinquedos é uma maneira de deixar a casa organizada e estimular a responsabilidade do pequeno. Uma forma de conscientizá-lo para conservar seus objetos, que servirá para a vida toda. Explique que se forem bem preservados durarão por muito mais tempo e ele poderá curtir mais e mais. Mamães e papais, deem o exemplo! Nas primeiras vezes, ajude-o, até que chegará o dia em que ele fará tudo sozinho. www.semprematerna.com.br | 7


Cois a d e menina

Berço da vaidade Quem diz que mulher já nasce preocupada com a beleza não está errado, afinal os cuidados começam na maternidade

A

s meninas pagam o preço da feminilidade ainda quando recém-nascidas. Até parece que já nascem produzidas de acessórios. É mais rápido do que imaginamos. Com apenas dois cliques, desfilam nos primeiros dias de vida com um charmoso par de brincos. Segundo a pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Alessandra Cavalcante, hoje em dia, a maioria das maternidades não permite que se fure a orelinha antes da alta para evitar risco de infecções. Alguns profissionais recomendam ainda que os pais esperem a primeira dose da vacina antitetânica (com dois meses) para que sejam feitos os furinhos. Entretanto, é postura individual dos médicos. Vale a pena consultar o seu.

Quem procurar?

A empresária, dona da marca e design de jóias da Carlotha Bolota, loja especializada em brincos para gestantes, bebês e crianças, Gislaine Cerezani, aconselha a escolha de um profissional da saúde treinado que possa encontrar o ponto certo e utilizar todos os materiais esterilizados. Outra preocupação comum das mamães é se a filha vai sentir dor. “Quanto menor o bebê mais fácil de fazer o furinho, pois a pele é mais

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molinha. É possível também usar pomada anestésica 30 minutos antes para amenizar a aflição”, tranquiliza Dra. Alessandra. E completa: “as pistolas usadas em farmácias não devem ser usadas, pois são mais doloridas, o correto é que se fure direto com o brinquinho”.

Combinação

De bolinha, pedrinha, estrelinha ou personagem de desenho animado, mais do que deixar a menina fashion, é necessário cuidado ao escolher a joia. “Para a segurança da criança não use brincos pontiagudos, dê preferência para os de bolinha ou pérolas pequenas”, esclarece a pediatra. Os pais também devem ficar atentos à qualidade do acessório. “A pele do bebê é extremamente sensível e precisa de produto de qualidade para evitar alergias e contaminações. Priorize os brincos de aço, prata e ouro”, indica Gislaine. Além da vaidade, é preciso pensar também na higiene. Para evitar infecções, Dra. Alessandra recomenda a limpeza com álcool a 70%, três vezes ao dia. “Deve-se sempre rodar os brincos todos os dias no primeiro mês, antes da limpeza, para evitar que ele grude. E não é indicado tirá-los por um mês, para que o furo não feche”, finaliza.


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Sem açúcar

Fantasma da gravidez Como num passe de mágica, o Diabetes pode aparecer no pré-natal

E

le chega silencioso, participa da gestação e pode trazer complicações. Atenção, futuras mamães! Muito cuidado com os carboidratos. Nada de exageros. Alimentação balanceada e atividades físicas monitoradas são ótimas dicas para ficar longe do assombroso Diabetes na Gestação. Incluídas no grupo de risco, as mulheres que nunca tiveram, nessa fase, podem ter. Também conhecido como intolerância à glicose, o diabetes gestacional é doença específica do período gravídico que se desenvolve devido a uma quantidade insuficiente de insulina na mãe para o aumento de sua resistência. Segundo a endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Fernanda Brandão Uliana Pulzi, a principal suspeita do Diabetes Gestacional é a alteração no desenvolvimento fetal, como aumento do líquido amniótico e feto grande para a idade gestacional. “Já os sintomas maternos comuns são: aumento da sede, do apetite e do volume urinário, fraqueza, sonolência e indisposição, porém, na maioria das vezes, não há sintomas.” Para diagnosticar o problema, o acompanhamento do pré-natal é fundamental. “O rastreamento é realizado com glicemia de jejum na primeira consulta. Conforme o resultado, é necessário fazer também o teste oral de tolerância à glicose”, alerta Dra. Fernanda. É importante lembrar que os exames devem ser repetidos entre a 24ª e 28ª semana de gestação, já que o aumento da resistência à insulina ocorre, geralmente, a partir deste período. “A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas fundamental para manter normal a glicemia (açúcar no sangue). Durante a gravidez ocorre aumento da resistência à ação da insulina e da necessidade de produção deste hormônio pelo pâncreas como forma de compensação. Quando a produção não aumenta o suficiente, acontece o aumento da glicemia e diabetes gestacional”, explica a endocrinologista. 10 | Sempre Materna


Sem a çúcar O% açúcar Não cuidar do problema pode trazer sérias complicações maternas, como hipertensão arterial, pré-eclâmpsia (hipertensão associada à perda de proteína na urina) e eclâmpsia (hipertensão associado a convulsões com necessidade de interrupção da gestação), que indiretamente causam sofrimento ao bebê. E que, consequentemente, fazem com que as gestantes diabéticas tenham maior índice de parto cesárea. Paralelo ao acompanhamento médico, é indicado que a futura mamãe reestruture o cardápio. Conforme a especialista, o segredo é não deixar de comer. “A dieta deve ser fracionada e não ultrapassar jejum de quatro horas. Os alimentos devem apresentar adequado valor nutritivo, porém com a ingestão de carboidrato, sal e gordura saturada controlados”, orienta. Ainda segundo Dra. Fernanda, geralmente o valor calórico diário é dividido em seis refeições. “É indicado a orientação de profissionais especializados para elaborar o plano alimentar de acordo com a necessidade de cada gestante, baseado no seu índice de massa corporal (IMC), exercícios físicos, padrão de crescimento fetal e necessidade de prevenir excesso de ganho de peso.”

Nasceu Mesmo sendo característica da gestação, para garantir a saúde da mãe e do bebê no pósparto as medidas preventivas devem continuar. Já que mais de 30% das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem Diabetes Mellitus (popularmente conhecida por diabetes), de cinco a 10 anos após o parto. Retornar ao peso adequado e as atividades físicas e manter a boa alimentação, com acompanhamento médico, são as dicas da endocrinologista. A saúde do pequeno também precisa ser preservada. A preocupação das mamães é se o problema pode ser hereditário. “Filhos de mães diabéticas apresentam maior risco de intolerância à glicose no futuro, porém o tratamento efetivo e vigilância constante da mãe e do feto, além de bons hábitos alimentares e exercícios físicos desde a infância reduzem o risco desta evolução”, esclarece a médica. E completa: “o diabetes neonatal, que ocorre no recémnascido até o sexto mês de vida, é raro, de causa genética e não está relacionado ao diabetes gestacional”. www.semprematerna.com.br | 11


Criob iol o gia

Tesouro da vida As células-tronco do seu bebê, se corretamente armazenadas, podem resolver diversos problemas de saúde no futuro

C

om o poder de reverter casos graves de saúde, o congelamento do cordão umbilical é assunto que deve fazer parte do pré-natal. Diferente do que algumas pessoas pensam, a criopreservação é um procedimento simples e, segundo trabalhos recentes, pode ajudar a salvar vidas. A gestação é o período para fazer a opção, já que a coleta acontece na sala de parto, imediatamente após o nascimento do bebê, tanto no parto normal quanto no cirúrgico. Após o nascimento, são retirados cerca de 70 a 100ml de sangue do cordão umbilical e placentário. Mas, não se preocupe, além de indolor, não interfere no procedimento do obstetra. Em seguida o material é levado ao laboratório do CCB onde é processado, colocado em duas bolsas próprias para congelamento e armazenado em tanques criogênicos a -196ºC. Segundo especialistas, essas células podem servir para tratar doenças como leucemia, linfoma, anemia maligna e outras mais de 60 doenças do sangue. Não menos importante são os estudos que apontam a cura para outras patologias como diabetes, paralisias, insuficiência hepática, derrame, entre outras. O diretor do Centro de Criogenia Brasil (CCB), Dr. Carlos Alexandre Ayoub, explica que se devidamente conservadas, em tanques de nitrogênio a menos 196º C, as células-tronco podem ser preservadas por longo tempo. “O banco mais antigo de criopreservação destas células foi fundado em Nova York, em 1992, porém, na teoria, elas podem ser criopreservadas infinitamente.” Havendo necessidade, a utilização pode ser feita pelo próprio doador, assim chamado de transplante autôlogo, facilitando assim seu uso, evitando procura de doadores, que leva, em média, de seis a nove meses. Esta é uma oportunidade da medicina que se concretiza nas maternidades como garantia de cura e proporciona tranquilidade e segurança para os pais. 12 | Sempre Materna


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Bol eti m M éd ico

SupercomplexoB Pequenos comprimidos reduzem o risco de má-formação no sistema nervoso do bebê

M

anter uma alimentação saudável na gestação não é o suficiente do ponto de vista vitamínico. Para que as necessidades nutricionais da mulher e do bebê sejam realmente supridas os polivitamínicos precisam entrar em cena. E, nessa fase, o ácido fólico é o personagem principal. Segundo o ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Dr. Soubhi Kahhale, a ingestão de ácido fólico - um componente vitamínico do complexo B três meses antes da mulher engravidar e três meses depois da fecundação previne em mais da metade as chances da criança apresentar alterações no tubo neural que dará origem a formação do cérebro e da medula espinhal do feto. Pesquisa realizada pelo Departamento de Genética Médica, da Faculdade de Ciências Médicas Carmem Bertuzzo, junto ao ginecologista e obstetra do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), da Unicamp, Dr. Ricardo Barini, comprova que a precaução pode reduzir também a geração de bebês com Síndrome de Down. Isso mesmo, a prevenção ideal é aquela planejada. Já que quando se descobre a gravidez, o tubo neural está formado e não há mais tempo do ácido fólico agir. “É importante começar o uso antes do início da gestação para cobrir deficiências nos tecidos da mãe. E ser contínuo até a oitava semana, ou seja, nos dois primeiros meses”, explica Dr. Soubhi. Nos Estados Unidos, os especialistas recomendam que as mulheres em idade fértil tomem este suplemento, independente de planejarem ou não a gravidez. A boa notícia para as futuras mamães é que o ácido fólico não causa efeitos colaterais e não estimula o aumento de peso. Além, de evitar problemas de saúde para o bebê. “O organismo feminino necessita

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dessa substância, também conhecida como folato ou vitamina B9, para produzir glóbulos vermelhos e também componentes químicos do sistema nervoso (norepinefrina e serotonina)”, esclarece o médico. Estudo feito pela Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que, se o suplemento pudesse ser usado um ano antes ou mais, essa medida reduziria em 70% o risco de parto prematuro entre a 20ª e 28ª e 50% menos chance entre a 28ª e a 32ª semana. O ginecologista explica que a dose necessária é apenas de 0,8mg. Entretanto, com algumas exceções. “Algumas pacientes tomam até 5mg por dia ou 2mg. São doses muito altas, mas boas para mulheres que eventualmente em gestação anterior tiveram filho com defeitos do tubo neural.” Saiba quais alimentos são ricos em ácido fólico e inclua já no seu cardápio: • verduras verde-escuras (couve, espinafre, brócolis) • batata grande (daquele tipo para assar com casca) • feijão fradinho • gérmen de trigo • aspargos • mamão papaia • laranja


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Empóri o

o

Livre, leve e solta O segredo para aproveitar looks no pós-parto está aqui: batas e vestidos. Essas peças-chaves facilitam a movimentação da mamãe e estão em alta. Aproveite para abusar de estampas coloridas

Bata Ampla de Voil - Shoulder R$ 219,00

Bata em Gaze de Algodão Listrada Lilla Ka R$ 346,00

Bata Akaxa Espaço Gestar R$ 112,90

Vestido - MOB R$ 339,00

Vestido Bata em Cetim de Seda Pura- Lilla Ka R$ 580,00

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Empório

o

Clássico O papai também pode aproveitar peças-chaves como as camisas polos. Nunca saem de moda e podem ser usadas em ocasiões formais e informais. Além disso, a cada estação, ganham tons e desenhos diferentes Camisa Polo - Brooksfield

R$ 139,00 (cada)

Bermuda de Sarja Marinho - Timberland R$ 219,00

Bermuda Francesco - Zapälla R$ 255,00

Bermuda Branca - Renner R$ 59,90

Os valores sugeridos são de responsabilidade das marcas.

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Cantinho S ão Luiz

A melhor recepção para seu bebê O Hospital e Maternidade São Luiz pensa sempre no bem-estar da nova família, por isso, a cada edição, traz mais novidades

Modernização na Decoração A unidade Itaim modernizou seus ambientes. Os apartamentos, as suítes, os postos de enfermagem, os berçários setoriais e o berçário central receberam nova decoração, pintura e mobiliário. Além disso, a maternidade ganhou uma suíte presidencial inteiramente reformulada. O Espaço de Convivência, localizado no segundo andar, por onde circulam principalmente visitantes e médicos, também está de cara nova. Vale a pena conferir! Fotos: Nicola Labate

Sala do leitinho

Você será mamãe no São Luiz? Então não deixe de visitar a Sala de Consulta do GAAM (Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno) que tem equipe especializada para orientar e facilitar o primeiro contato da mãe com o recém-nascido na hora da amamentação. Comprovado pela Organização Mundial da Saúde, o leite materno é o alimento mais completo para o bebê e deve ser exclusivo até o sexto mês de idade. Além de nutrir, ajuda no sistema imunológico da criança, no desenvolvimento bucal, estimula a fala, estreita os laços entre mãe e filho e ainda colabora para a recuperação da mulher no pós-parto. Outro serviço do GAAM é recolher e armazenar leite no Banco de Leite Humano. E o melhor, mesmo depois da alta da maternidade a mãe pode contar com o suporte dos profissionais e inclusive agendar consultas para tirar dúvidas. Os telefones do GAAM são (11) 3040-1649, na unidade Itaim, e (11) 3386-1330, unidade Anália Franco.

Tum Tum

Para as futuras mamães, ouvir os batimentos cardíacos do bebê durante a gestação é ter a certeza de que ele está bem. Sabendo disso, a unidade Itaim inaugurou um espaço exclusivo para a Ecocardiografia Fetal – exame recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e importante para detectar, ainda no prénatal, problemas cardíacos no feto. Agora as gestantes têm sala exclusiva para acompanhar o exame através de um monitor, assim como é feito no ultrassom. www.semprematerna.com.br | 19


Sempr e Paterna

Papai, ainda dá tempo! Com as técnicas atuais de microcirurgia, é possível ser pai mesmo depois da vasectomia 20 | Sempre Materna


Sempre Pa terna

Q

uantos filhos deseja ter? Um, dois, três, quatro... Quando o assunto é reprodução, antes de tomar qualquer decisão é fundamental que o casal reveja o planejamento familiar. Se o desejo é controlar a natalidade, a vasectomia é um método contraceptivo masculino simples e seguro, que mesmo sendo eficaz, tem caminho de volta. O urologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Dr. Roni Fernandes, explica que a cirurgia interrompe os canais responsáveis pelo transporte dos espermatozóides do testículo e epidídimo até vesícula seminal, onde eles ficam armazenados antes da ejaculação. “Dessa forma, continua saindo o líquido seminal, porém sem nenhum espermatozóide.” Assim, o homem pode ter a certeza de que não será papai novamente. Para evitar arrependimentos, a vasectomia, de acordo com a Lei 9.263, só pode ser realizada em homens acima de 25 anos com, pelo menos, dois filhos vivos ou nos casos onde a gravidez poderá gerar risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro bebê. Mais o testemunho escrito e assinado por dois médicos. Entretanto, mesmo com tantos recursos que garantam o método como definitivo, há homens que mudam de ideia e querem passar pela experiência da paternidade outra vez. No Brasil, não existem dados a respeito. Mas, o Centro de Controle de Doenças Americano afirma que nos Estados Unidos, país onde a incidência de divórcios é elevada, 6% a 8% dos homens recorrem à reversão.

“Todas as dúvidas e mitos devem ser esclarecidos antes da realização, se o homem planeja fazer a vasectomia e coloca a reversão como uma possibilidade para o futuro, ele não está preparado”, reforça o especialista.

Quero mais Para quem já realizou a vasectomia e ainda deseja dar mais um irmãozinho aos seus filhos, os especialistas recomendam a reversão como primeira alternativa, sendo que a gestação pelos métodos naturais não precisa de tantos investimentos financeiros e apresenta menos risco para a mulher. “Diferente dos métodos de fertilização, é uma cirurgia que permite a passagem do espermatozóide naturalmente pelo canal não aumentando a chance de alterações congênitas nos bebês e nem a chance de gravidez gemelar, que já podem existir antes da vasectomia”, esclarece Dr. Roni. Está na lei, todo médico que se propõe a realizar um procedimento de esterilização masculina deve estar habilitado para proceder a sua reversão. Ainda assim, é importante lembrar que o resultado nem sempre é o esperado. Segundo o especialista, a taxa de sucesso da cirurgia de reversão pode variar, dependendo do caso, do tempo após a vasectomia, da técnica e experiência da equipe. “Um dos principais motivos para o insucesso é o tempo pós-vasectomia: cirurgias realizadas há mais de cinco anos, a possibilidade de sucesso é bem menor quando comparadas com as operadas há dois anos.”, finaliza.

Paizão

*Por H.J. Fullan Ser pai depois dos 50 anos de idade é uma experiência fantástica. Mas, não posso negar que envolve muitos sentimentos ambivalentes como o medo e a coragem, o presente e o futuro, a realização e a incerteza. No entanto, não tenho dúvidas que ter uma relação conjugal bem estruturada foi fundamental para enfrentar todas as adversidades do período pré e pós-gestacional. É cultural que a maioria dos homens nessa faixa etária acredita já estar plenamente realizado em termos de família e filhos. Ledo engano! Posso afirmar isso por experiência própria. Depois de 29 anos vasectomizado, eu e minha esposa nos submetemos a tratamento de fertilização e o resultado foi um lindo bebê, forte e saudável.

Hoje, posso afirmar que estou presente em cada momento da vida do meu filho caçula. Da gestação ao parto, do primeiro banho, da primeira troca de fralda e até hoje continuo mais presente do que nunca. Acompanhar o desenvolvimento físico, cognitivo e comportamental do meu filho é de fato uma experiência maravilhosa. Sou psicólogo clínico e, portanto, posso afirmar que participar da vida dos nossos filhos traz enriquecimentos imensuráveis, fortalecendo ainda mais o vínculo entre pai e filho. * H. J. Fullan, 50 é psicólogo e pai de três filhos. O mais novo tem um ano e três meses e é fruto de muito amor e da superação de uma vasectomia. E-mail : fullan@uol.com.br

Coluna do Papai

Mande sua história, seu desabafo, seu modo de encarar a paternidade, ou seja, participe desse espaço Sempre Paterna.

Telefone: (11) 3881-0002 / Email: semprepaterna@semprematerna.com.br

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Bons So nhos

Nana Neném Para descansar a sua cuca e a do seu filho, invista nas nossas dicas de métodos relaxantes

S

ilêncio, o bebê está dormindo! O sono alimenta, faz crescer, relaxa, ajuda no desenvolvimento e é indispensável à manutenção da saúde física e mental da criança. A pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Cylmara Gargalak Aziz, explica que o tempo de sono das crianças varia com a idade e se altera de acordo com o amadurecimento do sistema nervoso, mas tem grande importância para todas as faixas etárias. Como diriam as vovós, dormir ‘sustenta’. “O sono calmo e tranquilo leva a liberação do hormônio Leptina, que é responsável pela saciedade e queima de gordura”, diz a especialista. Mas, além de alimentar, é ótimo aliado do crescimento. Dra. Cylmara esclarece que os bebês crescem pela liberação do hormônio do crescimento (GH) que atua na síntese de ossos e músculos e é liberado, 75%, no organismo durante o sono REM, ou seja, sono profundo. “O ciclo do sono vai desde a semiconsciência ao sono leve, segue-se o sono com sonhos e finalmente o sono profundo.” Segundo pesquisa quantitativa do perfil do sono infantil, realizada com 35 mil pais de crianças de até três anos de idade em todo o mundo, 35% dos pais brasileiros acham que seu filho tem algum problema relacionado ao sono. A pediatra afirma que não há idade certa para os pesadelos, pois os recém-nascidos têm mais sonhos do que os adultos, os quais passam, aproximadamente, 25% do tempo sonhando. “Portanto, se o bebê se assustar dormindo é necessária a presença de um dos pais perto para acalmá-lo. Procure cantar baixinho e acariciá-lo, sem retirá-lo do berço”, aconselha. Estudo realizado pela Johnson & Johnson com a participação de Jodi Mindell, especialista em problemas do sono pediátrico, diretora associada do Centro do Sono, no Hospital das Crianças da Filadélfia, e professora de psicologia na Universidade Saint Joseph, dá três dicas mágicas para que a noite não só do casal, como do filho seja tranquila. 24 | Sempre Materna

1º Banho morno- A sensação com o toque da água traz à lembrança do aconchego do útero materno e também relaxa as fibras musculares e aumenta a circulação sanguínea, ajudando a eliminar toxina, aliviar cólicas e tranquilizar o bebê. Aproveite para usar produtos que ajudem na hora do sono, como sabonetes líquidos na água, conforme orientação do pediatra. 2º Massagem relaxante - Desde o momento do nascimento o bebê reconhece seus pais, suas vozes, seus rostos, seus cheiros. Mas, talvez, a melhor maneira de ser profundamente reconhecidos por ele seja o toque. Massagear regularmente seu filho melhora os padrões de sono, ajudando alguns bebês a dormirem melhor e por mais tempo. Peça dicas ao pediatra sobre hidrantes e óleos específicos. 3º Atividade tranquilizante – Indicada já no quarto do bebê, que deve ser um ambiente silencioso, tranquilo e com pouca iluminação utilize uma bela canção de ninar. “A música pode influenciar no estado de espírito, isto é, há músicas que nos fazem relaxar e acalmar, outras que nos ajudam a adormecer e outras que parecem dar-nos energia. O bebê não é diferente e está provado que as canções de ninar o acalmam. Mas, não coloque o som muito alto”, reforça Dra. Cylmara. Tabela da soneca Idade Recém-nascido Três semanas Seis semanas 4 meses 6 meses 9 meses 1 ano 18 meses 2 anos 3 anos

Número aproximado de horas de sono: 16 a 20 horas por dia 16 a 18 horas por dia 15 a 16 horas por dia 9 a 12 horas mais duas sonecas 11 horas mais duas sonecas 11 a 12 horas mais duas sonecas 10 a 11 horas mais duas sonecas 13 horas mais uma ou duas sonecas 11 a 12 horas mais uma soneca 10 a 11 horas mais uma soneca


Empório Beb ê

Je colorie la vie !

Hora do mergulho

Uma pequena provence perto de você!

Curtir o sol em praias e piscinas é a especialidade dos pequenos. Para acompanhá-los, nada melhor que um visual moderno e criativo, sem se esquecer do conforto e da proteção

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Prime

Para comemorar o fim de 2010, a oficina realizada na unidade Anália Franco virou sucesso

S

empre em busca de novidades e do aprimoramento do seu talento com as gestantes e casais “grávidos”, a Sempre Materna, em parceria com o Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, realizou no dia 18 de dezembro o primeiro Sempre Materna Prime. Confira as atrações!

Abertura - Depois de um delicioso brunch ao som da cantora

soprano Andréia Bien, a diretora da marca Sempre Materna, Keila Cristiuma Robles, junto ao coordenador científico de ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, Dr. Eduardo de Souza, deram as boasvindas aos mais de 70 participantes. Em seguida, numa conversa interativa, o médico falou sobre tudo o que pode e não pode nas viagens durante a gestação.

Xô dores! - O evento também teve as dicas do educador físico da BPFit, Alexandre Alves, com recomendações de postura e exercícios físicos para as gravidinhas amenizarem as tantas dores que aparecem nessa fase. Os papais não ficaram de fora: participaram e seguiram à risca as indicações. Moda - Quem não gosta do estilo Zazou? Por esse motivo a Sempre Materna convidou a grife para apresentar as novas tendências e eliminar as dúvidas das futuras mamães. O que usar? Quando? Como? O diretor da loja, Luiz Henrique Lobo, junto à estilista Daniela Lobo, da Zazou, participaram em um descontraído bate-papo sobre moda para as gestantes, com direito a brindes. Almoço - É hora de se alimentar. A Sempre Materna ofereceu saboroso almoço, com pratos recomendados por nutricionistas, 26 | Sempre Materna

com direito a gargalhadas na sobremesa. Enquanto os participantes se deliciavam com os doces, curtiam também o divertido Stand Up, Nada Sério, com as artistas Andrea Barreto e Wanessa Morgado.

Circuito - Nada de preguiça! Depois do almoço os casais se movimentaram dentro da maternidade. Foram divididos em quatro grupos para as seguintes atividades: Quiz - Será que o casal se conhece? A psicóloga da Sempre Materna dividiu papais de um lado e mamães de outro para responderem questões sobre o emocional da relação. O que acha que ele/ela está sentindo nessa fase? Quem fez menos pontos, ou seja, que sabe pouco sobre o parceiro ganhou prêmio de consolação e quem fez mais pontos, ou melhor, o casal mais interado, um superbrinde da Sempre Materna. Visita à maternidade - “Melhor Hospital Privado do Brasil”, segundo o Top Hospitalar abriu as portas e apresentou a sua estrutura médica e tecnológica para as barrigudinhas e seus acompanhantes em um interessante tour pela unidade Anália Franco para conhecerem todas as instalações do local que recepcionará a chegada do bebê. Prontos para o clique - As futuras mamães tiveram

uma atraente aula de automaquiagem, enquanto os homens apreciavam as jóias com design especial para gestantes, mamães e bebês, para presenteá-las, pois nada melhor do que uma alavancada na auto-estima das mulheres. Em seguida, o casal fazia pose para tirar fotos profissionais para guardarem para sempre a recordação desse momento inesquecível.


Dr. Eduardo de Souza

Coordenador Científico de Ginecologia e Obstetrícia Unidade Anália Franco

Sandra Maria Degrande Ger. Enfermagem Unidade Anália Franco

Marcia Kuriki Borges Sup. da Maternidade Unidade Anália Franco

Regina Guedes Barreto Enf. Pediatrica Unidade Anália Franco

Marcos Budette

Terapeuta Feng Shui

Keila Cristiuma Robles

Diretora da Marca Sempre Materna

Projeto Bebê - Quanto custa criar um bebê? As planejadoras de bebê Ana Alselmo e Viviane Palucci, do Projeto Bebê, conversaram com os futuros pais sobre os gastos que terão e já estão tendo com o novo membro da família que está para chegar. Além disso, deram recomendações de boas compras e de como conter o consumismo. Feng Shui - Outro momento especial do evento

foi a palestra do consultor de Feng Shui e Coaching Pessoal, Marcos Budette, que falou para os futuros papais e mamães sobre como trabalhar a energia dos cômodos da casa para receber o bebê e fez um agradável relaxamento.

Gran Finale - Com lágrima nos olhos, o dia chegou ao final. Na despedida, os Trovadores Mirins fizeram os corações - principalmente das gestantes - baterem mais rápido. Se você não pôde participar, aguarde a agenda de 2011 que estará repleta de novas oficinas. Acompanhe pela revista ou cadastre-se no portal (www.semprematerna. com.br) para receber as programações. www.semprematerna.com.br | 27


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Entrevis ta

Do “GG” para o “P” Cirurgia plástica não deve substituir o tempo de amamentação e de interação com o bebê

S

air da maternidade usando manequim 36 e com o vestido que usou no Natal passado é o sonho de toda mamãe. Porém, sabemos que isso é praticamente impossível. São aproximadamente 40 semanas de modificações hormonais, ganho de peso que vale por dois e alterações físicas e estéticas que não conseguem ser resolvidas somente no parto. Nas puérperas, o corpo precisa de um tempo para se reestruturar e voltar a sua forma antiga. A recuperação pode variar de acordo com o organismo de cada pessoa. Para as mulheres que praticam o aleitamento materno os efeitos são mais rápidos. Estudos comprovam que amamentar acelera a cicatrização e estimula as contrações uterinas, o que favorece o retorno do útero ao seu tamanho original. Assim, temos mamães elegantes em menos tempo.

Mas, do ponto de vista estético, as mulheres querem resultados instantâneos. O espelho torna-se o grande inimigo apontando as diferenças da silhueta antes e depois da gestação. Seios flácidos, estrias, abdômen com acúmulo de gordura e quadris mais avantajados são as mais comuns. É hora de pedir socorro. Além da procura por equipes multidisciplinares – nutricionista, personal trainer, psicólogo – o cirurgião plástico é um dos profissionais mais requisitados nessa fase. Como ser mãe e bela ao mesmo tempo? Para falar sobre esse assunto, a Sempre Materna conversou com o cirurgião plástico Dr. Alan Landecker, Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), que explica detalhes dos benefícios e restrições da cirurgia plástica no pós-parto.

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Entrev ista É permitida a cirurgia plástica no período do pós-parto? Permitido é, mas não é recomendado. A regra geral é fazer a cirurgia plástica apenas seis meses após o fim da amamentação, porque o organismo fica sob efeito de uma série de hormônios e mesmo depois do parto ainda existe inchaço, acúmulo de gordura aonde não devia ter, ou seja, o corpo ainda fica destorcido por um período. E não é indicado realizar a cirurgia plástica nessa fase. Quais os riscos para a mulher? O principal risco na minha concepção é o mau resultado. Você realiza a cirurgia, mas não tem parâmetros, pois o corpo não está no seu estado normal. Desses resultados, a insatisfação mais comum é em relação à estética pós-cirúrgica. A cirurgia plástica pode interferir no aleitamento materno? Sim, pode. Durante o período do aleitamento materno existe uma série de medicamentos que não devem ser ingeridos. E a anestesia e outros medicamentos relacionados à cirurgia podem interferir na composição do leite oferecido à criança. Quais as restrições relacionadas à cirurgia plástica no pós-parto? No período certo, ou seja, após os seis meses do término da amamentação, a paciente é vista como normal para uma cirurgia plástica. Mas, é necessária uma avaliação médica criteriosa. Só existe restrição para pegar peso, assim a mulher não poderá ter a rotina sozinha com o bebê. Quais os tipos de cirurgias plásticas mais comuns após o parto? Mamas e abdômen basicamente, pois são as partes do corpo que mais se modificam durante a gestação. Há casos onde a pele não consegue retrair suficientemente, gerando flacidez e assim alteração do contorno corporal. Para as mamas, há duas possibilidades. Quando as mamas atrofiam e ficam retraídas, mas sem flacidez de pele, o implante mamário pode ser suficiente. Quando há flacidez de pele, corrige-se tirando o excesso de pele. Em algumas pacientes o implante também pode ser utilizado. No abdômen, normalmente a procura acontece por flacidez, acúmulo de gordura na parede e flacidez muscular - os músculos ficam separados, o que chamamos de diástase. Isso gera uma fraqueza na parede muscular, as vísceras se insinuam pra

frente, o que gera uma protuberância, ou seja, perde-se o abdômen reto. A abdominoplastia geralmente é capaz de corrigir estes problemas. Além da preocupação com a estética, há algum tipo de cirurgia por questão de saúde? A maioria das cirurgias plásticas é estética, ajudando a restabelecer a auto-estima da mulher depois da gravidez. Uma exceção seria a rinoplastia em pacientes com problemas funcionais. Nessas, a otimização da função respiratória é uma questão de saúde. Mulheres que ganharam peso além do indicado na gestação podem partir direto para a cirurgia? A regra é qualquer paciente que vai fazer alguma cirurgia no corpo, pós- gravidez ou não, precisa estar no seu peso ideal, ou próximo dele. Se estiver com sobrepeso precisa de programa de educação www.semprematerna.com.br | 29


Entrevis ta

“A regra geral é fazer a cirurgia plástica só seis meses após a mulher parar de amamentar.” física e acompanhamento nutricional antes do processo cirúrgico. Acima do peso, o resultado não será satisfatório e há mais riscos de complicações, como infecção na ferida cirúrgica e trombose. É importante deixar claro que cirurgia plástica não deve ser feita para emagrecer. Há diferenças nas recomendações de mulheres que fizeram parto normal ou cesárea? Não há. Os procedimentos são os mesmos. A prótese de silicone pode ser colocada quanto tempo após o parto? Depois de seis meses do término da amamentação, a mama já estará no seu estado normal. Ela pode atrapalhar a amamentação? Não. A prótese colocada corretamente não atrapalha a amamentação. A mulher pode praticar o aleitamento materno normalmente. Como prevenção é indicado que a mulher realize exames anuais para o controle das mamas, após a inclusão da prótese.

cirurgia tem riscos. Se for possível resolver sem, é melhor para o paciente. No caso da mulher ter uma segunda gestação, os resultados podem desaparecer? Sim. Os resultados e benefícios podem ser prejudicados. A ideia é que a cirurgia seja feita depois de encerrada a prole. Por isso, é indicado que a mulher converse com o cirurgião sobre suas vontades futuras, pois não adianta você fazer uma cirurgia hoje e ter uma nova gravidez depois um ano. É possível aproveitar a cirurgia da cesárea para fazer algum tipo de correção? Qual? Não, pois o corpo está sob efeito dos hormônios. Uma rara exceção é, no segundo parto, corrigir a cicatriz da primeira gravidez.

A cirurgia plástica resolve o problema das temidas estrias? Estrias são cicatrizes profundas na derme (uma das camadas profundas da pele). E não tem cura, a não ser que você retire cirurgicamente. Quando uma paciente faz uma plástica no abdômen, após a gestação, é comum que tenha estrias entre o umbigo e o púbis. Dessa forma é possível tirar a pele que contém as estrias. Caso contrário, não há cirurgia específica, por exemplo, no bumbum não tem solução, a não ser alguns tratamentos estéticos que melhoram o aspecto, como laser e peeling para clareá-las.

Quais exageros em prol da beleza a mulher não deve cometer no pós-parto que podem trazer complicações para ela e para o bebê? O principal é querer perder o peso da gravidez instantaneamente após o parto com uma cirurgia plástica. É importante lembrar que cirurgia plástica é indicada para corrigir depósitos de gorduras localizadas e/ ou flacidez de pele em pacientes que estão no peso ideal, ou próximo disso. Precisam adotar uma rotina saudável com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas mulheres depositam na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que a cirurgia será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico.

A cirurgia plástica deve ser a primeira opção da mamãe ou deve procurar outros caminhos antes de recorrer a este? Qualquer pessoa, independente de gravidez ou não, deve procurar nutricionista e exercícios físicos antes de pensar em cirurgia plástica. Não é correto recorrer como primeira opção, pois toda

Quais as dicas para a mamãe que quer realizar uma cirurgia plástica? É importante que a paciente procure um especialista que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e sempre realizar as cirurgias em hospitais que tenham UTI e todas as normas de segurança exigidas pela vigilância sanitária.

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Supermix cultural Não fique de fora dessa diversão. Acompanhe as opções que separamos para você curtir de montão ao lado da sua família

Avô, conta outra vez

Q

uem nunca ouviu uma história contada pelos avós e ao final pediu bis? Esse livro resgata o valor da palavra e da ternura que é capaz de unir gerações. Com personagens do passado como fadas, lobisomens, duendes e lendas, o livro além de interativo tem o objetivo de trazer de volta as histórias que passam de pai para filho.

Os Gatinhos Brincalhões

A

s crianças vão soltar a imaginação junto com essa turma. Com ilustrações coloridas, os textos em rima enriquecem a leitura e ajudam os pequenos a entender os segredos que cada felino vai revelar. A diversão é complementada com pop-ups incríveis que dão vida aos gatinhos brincalhões.

Backyardigans

O

novo DVD da turminha traz 44 clipes musicais extraídos da terceira temporada da série que faz muito sucesso com a criançada. Recheado de divertidas aventuras musicais, Backyardigans dá asas à imaginação dos pequenos, levando-os a verdadeira viagem por um Universo de fantasias.

Chegou a hora de ir à escola. E agora? Por Lu Martinez*

Uma das maiores preocupações que temos como pais é a qualidade da educação de nossos filhos. Escolher uma escola ou creche que atenda todas as nossas expectativas parece ser trabalho árduo. Mas, se a hora de ir é inevitável, precisamos fazer o possível para garantir a melhor escolha. Antes de começar a procura devemos considerar que a formação da criança será resultado da parceria entre a instituição e nós, pais. Por isso, é preciso que os princípios e valores que norteiam o projeto educativo estejam de acordo com as nossas expectativas. Para tornar este processo mais fácil, o primeiro ponto que devemos definir é a nossa própria necessidade. O que, afinal, procuramos e queremos para os nossos filhos? Como seria a escola ideal? Para responder todas as possíveis questões é preciso conhecer as instituições. Em uma primeira visita, deve-se prestar atenção em todos os detalhes, materiais, espaços oferecidos, alimentação, organização e equipe de educadores. Prefira visitá-las durante as atividades de rotina, assim é possível compreender o ambiente durante o cotidiano. Um dos pontos fortes na educação infantil é a valorização da brincadeira, seja ela dirigida ou espontânea. Não é necessário ter brinquedos caros e eletrônicos para garantir bom espaço lúdico. Tecidos, cabanas, elementos da natureza (pedras, gravetos, folhas), fantasias, entre outros, garantem boas e divertidas brincadeiras, com o estímulo à autonomia e à escolha que cada faixa etária permite. A quantidade de profissionais também deve ser levada em conta: até um ano de idade o ideal é que haja, pelo menos, um profissional para cada três crianças. Com quatro ou cinco anos, é aconselhável salas com até 16 crianças para dois adultos. Certifique-se também se a escola investe na constante atualização do corpo docente. Para finalizar, observe o clima do local, a forma com que os pequenos circulam pelos espaços, os recursos oferecidos a eles, a relação entre os adultos e os pequenos. Enfim, imagine seu filho neste espaço. Mas lembre-se: o rendimento escolar está diretamente ligado com a adaptação da criança. Portanto, não se esqueça de que quem tem que aprovar a escola também é seu filho. O nosso papel é o de auxiliá-los e direcioná-los para a melhor maneira possível. * Escritora de livros infantis e Empresária, Lu Martinez é Economista, com especialização em Marketing, pela Escola Superior de Propaganda e Marketing; em Administração, pela FGV; e MBA Gestão Empresarial, pela FIA – USP. ** Participação e agradecimento especial à Cilene Iatalesi e Macia R. De Freitas da Escola Villare www.escolavillare.com.br

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Re feiç ão em do bro

Onde mama um, mamam dois Amamentação de gemelar é um trabalho para ser feito em equipe, ou seja, mamãe, bebês e também os papais

O

aleitamento materno é normalmente uma preocupação da mulher desde o começo da gestação e pode tirar o sono da futura mamãe após receber a notícia de que em vez de um bebê, serão dois, ou seja, é uma gravidez gemelar. As dúvidas são as mesmas, mas em dose dupla. Será que terei leite suficiente para os dois? E quando eles acordarem chorando quem atendo primeiro? Não vão passar fome? Devo colocar os dois no peito ao mesmo tempo? Mamãe, tenha calma! Com preparação é possível alimentar os pequenos com sucesso. A enfermeira pediátrica do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, Regina Guedes Barreto, explica que o banho de sol na região areolar e nos mamilos é o primeiro passo e deve ser feito ainda na gravidez. “Não é indicado estimular a região com óleos e hidratantes e nem tirar a sensibilidade 32 | Sempre Materna

da pele com o uso de buchas de banho. Os mamilos devem ser higienizados somente com água e sabão.” Quanto à produção de leite, a boa notícia é que ela acontece de maneira natural e faz parte de um ciclo que envolve a tranquilidade e paciência da mamãe, assim como também dependerá dos próprios bebês. “O que mantém a quantidade do leite é a própria sucção dos recém-nascidos. Ou seja, se mamarem com frequência, sem imposição de horários, com a pega areolar adequada e sem administração de outro tipo de alimento, os resultados serão ótimos”, afirma Regina, que ainda completa: “A mãe deve apenas ingerir uma quantidade satisfatória de líquido, principalmente água, manter o hábito alimentar saudável e descansar simultaneamente com os bebês para que haja a produção da prolactina – hormônio responsável pela produção de leite materno.”


Refeiç ão em dobro Papai, seja prestativo! Os homens também têm função na amamentação. “O apoio e participação do companheiro nesse momento é essencial. E deve começar pelo amparo à mamãe, transmitindo segurança, carinho e muita atenção durante todo o pré-natal e, claro, também no período puerperal”, recomenda a especialista.

Juntinhos

Minutos após o nascimento, ainda na maternidade, o apoio da equipe de enfermagem é muito importante para o casal. “Se houver a possibilidade do aleitamento materno em sala de parto, o ideal é colocar os bebês simultaneamente para que ocorra a interação, portanto a avaliação da equipe é fundamental para que tal evento aconteça”, explica Regina. Até aí parece função fácil para os papais. Mas, não acabou. Depois do nascimento dos gêmeos ele é peça fundamental para auxiliar o trio nas mamadas. “Uma boa função é ajudar a mulher a posicionar os bebês no peito, principalmente se a opção for a amamentação simultânea. Além disso, observar a forma que a mamãe segura os bebês, como também a postura em que ela se encontra (a má postura pode gerar dores nas costas desnecessárias para este período), são atividades paternas.” Para não perder a fama de cavalheiro, o ideal é levar a almofada de amamentação para mãe e um apoio para os pés, sem se esquecer de providenciar um copo de água ou suco, já que amamentar dá a sensação de boca seca para a mulher. Aí pronto, é só fazer o bebê arrotar no final das mamadas e, claro, trocar a fralda do bebê. Mais do que ajudar a mamãe, acredite, você será um papai participativo e presente. Assim, com trabalho em equipe todos ficam satisfeitos. E a mulher pode dar a atenção devida para esse momento de troca afetiva e interação com os pequenos. “No decorrer das mamadas é ideal que a mãe, a princípio, conheça os bebês, realizando o pele a pele, adquirindo habilidade para pegá-los”, explica Regina.

Estamos com fome

Como despertadores, na hora da fome não tem conversa com os bebês que reclamam, balbuciam e choram juntinhos. Então, primeira lição: o segredo é manter a calma. A enfermeira recomenda que nos primeiros dias é pertinente colocá-los separadamente para mamar, com isto há menor possibilidade de ferir os mamilos. Segundo ela, com o passar dos dias a relação se tornar mais intensa, a mãe fica mais segura e os bebês já introduzidos na mamada efetiva podem passar para o aleitamento simultâneo. Para Regina, se a mãe adquirir habilidade para colocá-los simultaneamente no peito haverá otimização do tempo como também satisfação dos bebês. “O contato dos três é interessante para a relação, pois o vínculo ficará intenso. Porém, não é regra, a mãe que adquirir a habilidade separadamente poderá fazê-lo e também terá sucesso.” É importante lembrar que, mesmo sendo gêmeos, os bebês são únicos, com características individuais que também se revelam na amamentação. “O padrão de sucção dos bebês pode variar de mamada para mamada, como também de bebê para bebê, portanto é fundamental que ocorra o rodiziamento das mamas, ou seja, se o primeiro gemelar pegou mama esquerda na próxima mamada ele deverá pegar a mama direita, o mesmo deverá acontecer com o segundo gemelar”, diz a enfermeira.

Qual posição vocês mais gostam?

Há várias possibilidades de posicionamento para amamentar, são elas: tradicional ou aconchego, invertida e cavalero. Mas, não existe manual, a correta é aquela que é confortável para mãe e bebê. Escolha a sua! www.semprematerna.com.br | 33


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Onde encontrar - Errata edição 22 gPediatra gCirurgião Dentista gEspecialista em Medicina Fetal gEnfermeira gFisioterapeuta gFonoaudióloga gPsiquiatra gGinecologista e Obstetra

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gRicardo Morando (11) 3578-1477 gCid Pinheiro (11) 3849-9325 gMarcelo Fardin (11) 3459-4135 gAdolfo Liao (11) 3040-1528 gTalita Elci de Castro (11) 3040-1100 gMárcia Regina da Silva (11) 3040-1649 gRenata Fukugava (11) 3040-1100 gFlávia Ribeiro (11) 3040-1100 gIvan Morao Dias (11) 3283-3055 gRenato Kalil (11) 3845-1110


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Revista Sempre Materna, edição 23