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N° 8 | junho | 2013

Revista dos antigos alunos do Santo Inácio

Da sala de aula ao altar História de antigos alunos que se casaram e como o colégio foi importante em suas vidas


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Não é preciso ser antigo aluno do Santo Inácio para ajudar a manter esses projetos e melhorar o atendimento

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Associação dos Antigos Alunos dos Padres Jesuítas - RJ Rua São Clemente, 216 - Botafogo Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2527-3502 contato@asiarj.org.br


Índice

N°8 | junho | 2013

Saiba o que muda após as obras que estão sendo realizadas no prédio que sempre foi usado como moradia para os padres jesuítas. página 6

Conheça o antigo aluno que se tornou o professor mais jovem a ser contratado pelo colégio. Ele dá aulas de matemática para o 9º ano. página 8

A matéria de capa da revista mostra os casais formados por antigos alunos do colégio. Contamos a história de alguns. página 10

Em artigo, o músico e antigo aluno Celso Alvim (82) fala sobre a importância do colégio na definição de sua carreira. página 14 Revista dos antigos alunos do Santo Inácio Conselho Editorial Pe. Luiz Antonio de Araújo Monnerat, SJ; Vera Porto; Izabela Fischer; Olga de Moura Mello e Maria José Bezerra Jornalista Responsável Pedro Motta Lima (JP21570RJ) (editor@revistasino.com) Projeto Gráfico Ana Mansur (anamansur@gmail.com) Diagramação Daniel Tiriba (dtiriba@gmail.com)

Apresentamos o projeto social Fé e Alegria, que tem mais de 30 anos de Brasil. Ligado à Companhia de Jesus, beneficia cerca de 30 mil pessoas por ano. página 18

Revisão André Motta Lima

Gráfica Walprint

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Fale com professores e alunos do Colégio Santo Inácio, seus familiares e mais de 2 mil antigos alunos que recebem a revista em casa, pelo correio

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Tiragem 5 mil exemplares

* na capa, o casamento de Roberto Pichniski Araújo (94) e Paula Queiroz Gonçalves (98)”

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Produção ML+ (Motta Lima Produções e Comunicação)

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editorial

Os casais inacianos Todos aqueles que passaram pelo Colégio Santo Inácio conhecem, ao menos, um casal de antigos alunos formados nos corredores da escola. E a nossa matéria de capa é justamente sobre estes casais. O convívio diário acaba em namoro, mas é, segundo eles, a formação semelhante que leva ao casamento, à formação de uma nova família e ajuda na hora de educar os filhos. Como o espaço é limitado, mostramos apenas algumas das várias histórias que começaram no velho prédio do pátio do Sino. Nesta edição também explicamos as mudanças pelas quais o colégio está passando com obras no prédio que sempre foi usado como moradia para os padres jesuítas. O espaço vai receber setores do apoio pedagógico, salas de professores e até mesmo a reitoria e suas assessorias. As transformações, como sempre, têm como objetivo final a adequação ao projeto pedagógico da escola.

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Temos também dois artigos de antigos alunos. Um deles tem como foco na cultura. O músico Celso Alvim (82), maestro do Monobloco, que arrasta uma multidão no carnaval carioca, escreve sobre a importância do colégio em sua escolha profissional. Fernando Magalhães (54) nos envia suas lembranças e esperamos que a leitura entusiasme outros a fazer o mesmo.

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E ainda abrimos um espaço para apresentar os antigos alunos que são funcionários da escola. Após o assunto ter sido capa da nossa 6ª edição, fomos procurados por funcionários que poderiam estar na reportagem, mas que, por falta de espaço, ficaram de fora. Resolvemos, então, abrir esta seção. Espero que gostem. Pedro Motta Lima (94) editor@revistasino.com.br

Compartilhe conosco suas memórias inacianas Quais professores marcaram sua vida? Quais colegas de turma se tornaram grandes amigos? Com quem você perdeu contato e gostaria de reencontrar? Envie fotografias antigas e recentes, conte as histórias de época de colégio e diga como está sua vida agora. Você também pode comentar as notícias da Revista Sino e sugerir pautas para as próximas edições, além de enviar artigos sobre temas de seu interesse. O material enviado poderá ser publicado nesta revista e em nossa página no Facebook. Saudações inacianas!

minhasino@revistasino.com.br facebook.com/RevistaSino


Arsoi será em junho e terá mais pontos de trocas de fichas

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aquelas destinadas à compra de alimentos. Por conta das grandes filas formadas em 2012, a organização do evento também optou pela instalação de dois pontos de compra de fichas. Um deles ficará na área da cantina, onde ficou o posto único de trocas na Arsoi de 2012. O outro será montado do outro lado do campão, perto do parque infantil. É importante ressaltar, no entanto, que as fichas compradas não poderão ser destrocadas ao fim do evento. Além dessas mudanças, sempre pensando em facilitar a vida dos frequentadores, vai haver coleta seletiva de lixo durante o evento. A organização, portanto, solicita que os participantes fiquem atentos aos diferentes cestos de lixo distribuídos pelo colégio.

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Neste ano, o Arraial da Solidariedade Inaciana (Arsoi) será realizado no mês de junho, no dia 29, das 11h às 20h. O evento, que tradicionalmente acontece em julho, foi antecipado por conta dos preparativos para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e para o Magis, o encontro mundial dos jovens inacianos, que acontece antes da jornada - o colégio vai abrigar peregrinos para os dois eventos. Como acontece anualmente, os ingressos serão distribuídos para os alunos do colégio e suas famílias - 11 mil. Como haverá uma cota por estudantes, os parentes que precisarem de mais ingressos e os antigos alunos que desejarem participar podem comprar suas entradas antecipadamente, a partir do dia 17/06, na secretaria do ensino fundamental, cuja entrada fica pela Rua Eduardo Guinle, ou na sede da Associação dos Antigos Alunos (Asia), que fica na casa ao lado do prédio do colégio, na Rua São Clemente. O valor continua o mesmo: R$ 5. O convite é imprescindível para participar da festa e vale lembrar que a partir das 19h não é permitida mais a entrada no colégio. As principais mudanças prometem ser no sistema de fichas. Ao contrário do que aconteceu no ano passado, não haverá distinção entre as usadas em barracas de brincadeiras e

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obras

Vista do prédio em obras

Evolução estrutural

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Colégio passa por obras para se adequar a novas necessidades pedagógicas, ganhando mais espaço

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Colégio Santo Inácio está passando por um ciclo de obras, sempre na busca pela adequação do espaço ao projeto pedagógico. Depois de intervenções marcantes como o novo Centro Esportivo e o aterramento da piscina antiga seguido da construção de um espaço de convivência no local, além de obras de melhorias em banheiros e vestiários, estão sendo realizadas obras no prédio que sempre foi usado como moradia para padres. Os jesuítas continuarão ali, mas passarão a ocupar dois andares, ao invés dos quatro até então reservados para quartos, refeitório e áreas de convivência. Obras farão com que o terceiro an-

dar receba setores de apoio pedagógico, como o núcleo de mídia, a formação cristã e salas de professores. Consequentemente, os acessos e os espaços para circulação tiveram que ser ampliados, para receber alunos e profissionais. A direção e suas assessorias deixarão a sobreloja do hall de entrada do colégio e ocuparão o quarto andar do edifício, abrindo espaço para que setores administrativos, como o Recursos Humanos, que ficava na casa ao lado do prédio principal, passe a funcionar junto da secretaria. Além das mudanças entre os setores, também haverá alterações físicas no hall principal do colégio. “Com as obras, será possível ampliar a porta que liga a entrada do colégio ao


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tem como alvo o térreo e a sobreloja do edifício. “Esta parte ficará para o segundo semestre”, explica o diretor. Além das obras no prédio, que serão responsáveis por algumas mudanças no colégio, também está prevista a mudança do sistema de ar-refrigerado do prédio que abriga o ensino médio (o do pátio do Sino). “Acabou a vida útil do equipamento e vamos aproveitar para restaurar o telhado original”, conta Dáu. Segundo ele, não há planejamento para novas obras, mas a direção está sempre atenta às necessidades do colégio. “Só o tempo dirá o que faremos com nosso espaço físico”, avalia. Dáu, no entanto, admite que há estudos para transformar o prédio histórico que fica ao lado do colégio, e que foi a primeira casa da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), em um centro cultural e de memória da escola. Histórias, certamente, não vão faltar...

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Corredor passará a receber alunos

pátio do Sino. Além disso, vamos substituir as atuais portas de madeira por vidro, para que seja possível ver o pátio interno desde o hall de entrada”, explica o diretor administrativo-financeiro da escola, Jorge Dáu. Ele explica que os espaços obtidos com a transferência de alguns setores que funcionam no prédio do pátio do Sino serão redimensionados e redistribuídos para que funcionem como salas de aula. “A ideia não é aumentar a capacidade de receber alunos, mas adequar a escola às novas necessidades pedagógicas”, explica Dáu. As obras foram iniciadas em meados de janeiro deste ano, e foram divididas em duas fases. A primeira, que está em andamento, abrange as intervenções realizadas do terceiro ao sexto piso do prédio e tem previsão de término para julho - as mudanças estão previstas para o recesso de meio de ano. A segunda fase

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No sentido horário: corredor com circulação limitada será aberto; mudança nos aparelhos de ar condicionado vão acabar com espécie de “casa de máquinas” montada no telhado; canteiro de obras visto de cima do prédio; adaptação interna para receber sala dos professores

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perfil

Vocação para a sala de aula Antigo aluno resolve ser professor depois de criar monitoria para seus colegas de turma

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antigo aluno e atual professor de Matemática do colégio, Felipe Ferreira, formado em 2000, frequenta o colégio, constantemente, desde 1987, quando entrou para a pré-escola do CSI. E mais: casou com uma colega de turma e escolheu a carreira após dar aulas de monitoria na escola. É justo, portanto, que ele seja o primeiro a ocupar este espaço dedicado aos antigos alunos que trabalham no Santo Inácio. “Este colégio é muito importante na minha vida”, pontua. Não temos dúvidas. Felipe sempre foi representante de turma, além de bom aluno de Matemática. “Quando estava no terceiro ano, o coordenador Gabriel Ribeiro me chamou para conversar, pois a turma tinha ido mal na matéria, e pediu que eu conversasse com o pessoal. Como eu gostava de matemática, propus as aulas de monitoria durante a tarde. Chamamos os melhores alunos de cada matéria e montamos, com a ajuda do colégio, a monitoria. A coisa deu certo, outras turmas quiseram participar e chegamos a ter 60 alunos em sala. Comecei a gostar”, contou. O futuro professor, no entanto, já tinha feito sua inscrição para o vestibular de engenharia civil. “Passei para a UFRJ, mas logo no início da faculdade já pedi a transferência interna, que demorou

bastante”, lembra. Enquanto isso, para matar a vontade de estar na sala de aulas, passou a ser voluntário do curso de pré-vestibular social criado por antigos alunos do colégio, o Invest (http://cursoinvest.wordpress.com/), e foi contratado como monitor no colégio PH. Ou seja, continuou frequentando a escola. “Mas depois de três anos na UFRJ comecei a ficar desistimulado, pois o curso estava fraco, era desorganizado, não conseguia pegar matérias na área pedagógica... Foi quando fui conversar com o Thales, que foi meu professor aqui no colégio. Ele me disse para largar a UFRJ e ir para a PUC, onde ele trabalhava. Além disso, o estágio supervisionado era aqui no Santo Inácio”, contou. E assim foi feito. “Estagiei na 9ª série com a Ofélia, que foi minha professora. Atualmente trabalho com ela, que foi também minha madrinha de casamento”, diz. Felipe também estagiou com Miguel Jorge, outro dos seus professores. “Durante a monitoria, no 3º ano, fiz uma boa amizade com os professores. Na missa de formatura, após serem anunciados e chamados ao altar, os professores me convocaram para que me juntasse a eles. Foi muito emocionante. Confesso que pesou na minha escolha pela matemática”, lembra-se. A formatura na faculdade aconteceu em 2005 e no mesmo ano já foi contra-

tado pela escola. “Logo que me formei mandei um currículo. Uma semana depois fui chamado pelo RH para participar de um processo de seleção. A entrevista era às 8h. Eu chequei às 6h20”, diverte-se. Felipe achou que não seria selecionado quando viu entre os concorrente Eduardo Wagner. “Se trata do autor de livros usados por mim na faculdade. Não teria como competir”. No fim das contas os dois foram contratados: Eduardo para a informática, Felipe para dar aulas para o 9º ano do ensino fundamental. “No dia 1º de agosto de 2005 comecei a trabalhar. Disseram-me que fui o professor mais novo a entrar no colégio. Ou seja, estava realizando meu sonho aos 22 anos”. A sensação de estar em casa, entretanto, não diminui suas responsabilidades e cobranças. “Ser aluno era bem mais fácil. Como professor temos que lidar com a diversidade e manter jovens entre 14 e 15 anos estimulados a aprender matemática. Os desafios são diários”, garante. Estar entre os mais jovens pode ajudar. “Se bem que outro dia estava comentando que sou jovem e ouvi de uma aluna: ‘nem tanto, professor, nem tanto’”, diverte-se. Mas me identifico com eles, pois fui aluno do colégio, e sempre que tenho chance explico a importância do Santo Inácio em minha vida e como pode ser relevante na vida deles”.


CSI e Liessin reuniram três toneladas de recicláveis Alunos, professores e colaboradores do CSI e do Colégio Liessin arrecadaram três vezes mais do que o estipulado na campanha “Conquiste a Meta Solidária”, do projeto Light Recicla. As duas escolas reuniram três toneladas de material reciclável em um período de três semanas, em abril. A meta era arrecadar uma tonelada. Segundo Juliana Lima, assessora de reponsabilidade social do CSI, a participação de alunos, educadores, famílias e colaboradores foi fundamental para o sucesso da campanha. “Principalmente no Ensino Fundamental I, o envolvimento foi grande. Os funcionários que fazem a limpeza do Colégio também ajudaram muito, separando os materiais que poderiam ser reciclados”, conta Juliana. A cada semana, os colégios recolheram um tipo de material reciclável. De 8 a 13 de abril, foi a semana do plástico. A meta de 100 quilos foi ultrapassada em mais que o dobro: foram reunidos 225,8 quilos. Entre 15 e 19 de abril, mais uma superação. A meta era juntar 100 quilos de metal, mas foram arrecadados 1.456,3 quilos. A doação do papel, coletado na semana de 22 a 26 de abril, também foi bem mais alta do que o esperado. O objetivo era reunir 800 quilos, mas foram contabilizados 1.322,6. Toda a arrecadação será convertida em créditos para as contas de energia elétrica da creche e da Unidade de Apoio à Pré-Escola (Unape), que o CSI mantém no Morro Santa Marta. As instituições atendem crianças de 0 a 12 anos. Apesar do término da campanha “Conquiste a Meta Solidária”, o CSI continua participando do projeto Light Recicla, reunindo materiais recicláveis em dois locais: ao lado da quadra São Francisco Xavier e na saída das vans do Ensino Fundamental I. (fonte: Colégio Santo Inácio)

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Unidos pelo colégio Casais formados com “ajuda” da escola contam um pouco de suas histórias

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s alunos do Santo Inácio se orgulham de saírem do colégio preparados para a vida, após receberem uma formação integral. Muitos ainda têm a sorte de sair da escola com um(a) companheiro(a) para encarar o mundo e os desafios que estão por vir faculdade, mercado de trabalho, responsabilidades... Estas pessoas fazem parte do (relevante) grupo de antigos

alunos que se casaram. Alguns começaram a namorar ainda na escola, outros já formados, mas em encontros promovidos pelo colégio, e há também aqueles que se encontram pela vida e que tiveram na mesma formação um bom empurrão. Nesta última categoria está o casal de médicos Roberto Pichniski Araújo (94) e Paula Queiroz Gonçalves (98). Os quatro anos de diferença entre eles

fizeram com que o casal, pais dos gêmeos Pedro e Lucas, não se conhecessem no colégio. Os dois começaram a namorar quando ela começou a fazer residência na Marinha. “Eu já trabalhava lá. Nas primeiras conversas descobrimos que tínhamos o Santo Inácio como algo em comum, além da ginecologia e obstetrícia, que é a nossa área”, contou Roberto. Mas as coincidências não ficaram apenas aí. “Eu fui


de Santo Inácio. “A irmã dela era da turma do meu irmão. E eles, quando bem pequenos, eram meio namoradinhos, aquela coisa de criança. Meus pais chegaram a conhecer os pais dela nesta época”, recorda-se Bigu. O namoro começou um mês depois do encontro promovido pelo colégio. “Não éramos um casal que tinha muitos amigos em comum, mas construímos muitas amizades a partir do início

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Frota (94) e Luisa Aguiar (97) recebeu um empurrãozinho do colégio para começar seu namoro. Eles se conheceram durante uma Semana Santa Jovem, em 1996. “Eu estava no segundo ano do ensino médio e o Rodrigo já tinha se formado. Ele estava lá como monitor”, lembra Luisa, uma das únicas a chamá-lo pelo nome e não pelo apelido de Bigu. Ele, no entanto, jura que já a conhecia, desde sua época

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de penetra na festa de 15 anos dela. A irmã da melhor amiga da Paula era da minha turma”, diverte-se ele, que ainda descobriu que seu pai, também obstetra, foi da equipe que fez o parto de Paula. Os vários pontos em comum ajudaram no início do namoro. “Além da profissão, tínhamos alguns amigos e histórias em comum, sem falar na formação”, diz Roberto. Também médicos, o casal Rodrigo

Letícia e Guilherme em fases bem diferentes: ainda no colégio, quando eram colegas de turma e iniciavam o namoro, e com seus filhos durante festa infantil

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O casal Pedro e Tertesa em dois momentos: na beira de um lago, bem no início do namoro, e em foto atual. Sempre com o mesmo sorriso

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Rodrigo e Luisa posam após o batizado de Maria, que, assim como o de Lucas, foi celebrado na capela da escola. No detalhe, um registro da Semana Santa Jovem em que se conheceram, em 1996

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do namoro. Inclusive, neste grupo, há alguns casais formados por antigos alunos, como nós. A começar por minha irmã do meio (Luisa é a mais velha de três meninas), que acabou se casando com um amigo meu”, conta Luisa, que é oftalmologista. Rodrigo destaca as facilidades trazidas por uma formação semelhante. “Nós temos a mesma religião e valores e isto reflete diretamente na forma que desejamos criar nossos filhos. Há entendimento”, afirma o pai de Lucas e Maria. Pedro Tostes e Teresa Nessimian têm uma história semelhante, mas vivida na década de 80. “Sou da turma de 79 e ela de 81. Eu já tinha saído do colégio, mas continuava participando dos encontros de jovens. Quando a conheci ela ainda era aluna e participava de um grupo que fazia um jornal mural após as missas de sábado. Fomos apresentados por um casal amigo, ele

da minha turma e ela da turma da Teresa. Eles acharam que nós tínhamos a ver e armaram uma reunião em uma quinta-feira de junho, mas avisaram para que todos faltassem. Fomos os únicos a comparecer. No caminho de volta para casa fomos conversando e acabou rolando”, conta Pedro, que atualmente trabalha no colégio, como Orientador Educacional. Segundo ele, a passagem de ambos de Santo Inácio fez com que a relação fosse construída em uma base muito sólida. “Partimos de um patamar diferenciado, pois tínhamos princípios, objetivos e metas muito semelhantes. Era uma visão de mundo convergente”, afirma Pedro, que tem uma filha formada no colégio e um menino no primeiro ano do Ensino Médio. “Nossa relação com o colégio é muito intensa. Eu sempre estive vinculado de alguma forma. Antes de trabalhar aqui foram os grupos

de oração, encontros de casais. Na família da Teresa, então, nem se fala. O pai e os irmãos são antigos alunos. E meu sogro tinha uma relação muito próxima com os padres jesuítas. Era dentista de alguns deles e ainda participava do coral, além de estar na Congregação Mariana”, conta. No caso do professor de matemática do colégio, Felipe Ferreira, o cupido fez seu trabalho em sala de aula mesmo. “Nós éramos amigos, da mesma turma. No último ano de colégio acabamos nos apaixonando. Namoramos por sete anos e nos casamos na igreja da escola”, conta, lembrando-se no início de namoro com Mariana Arruda Câmara Ferreira da Silva. Depois de formados, os dois ainda continuaram frequentando a escola, como voluntários do curso de pré-vestibular social Invest. “Eu dava aula de matemática, ela de biologia e ainda tinha a minha mãe, que dava au-


Os casais Felipe e Mariana (acima) e Roberto e Paula (ao lado) fizeram como muitos outros casais de antigos alunos e optaram por celebrar seus casamentos na igreja do colégio

educação ajuda muito, não só no casamento como na educação das crianças”, garante Letícia, que espera que os filhos também estudem no colégio. “Nos casamos na igreja do Santo Inácio, as crianças foram batizadas aqui e neste ano fizemos o EPC (Encontros de Pais com Cristo), que recomendo para todos os casais”.

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Ibtur

casada com Guilherme de Oliveira, ambos formados em 1997. O relacionamento, que está completando 20 anos, começou em 1993, um ano depois de passarem a ser colegas de turma. “Fazíamos todos os trabalhos no mesmo grupo e até hoje estudamos juntos”, contam os pais de Miguel e João. “Realmente ter tido a mesma

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las de história. Estamos muito ligados ao colégio”, conta o professor. Levando em consideração a quantidade de casais formados, podemos concluir que namorar nas dependências não era um problema. “Era muito tranquilo, respeitávamos as regras básicas e os inspetores sempre apoiaram nosso namoro”, conta Letícia Zuardi,

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antigos alunos

Dos saraus ao monobloco Jorge Bispo/divulgação

Divulgação Rio Lapa Londres

Celso Alvim (82) celsoalvim@plap.com.br

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e você fizer uma pesquisa de opinião para saber qual são os colégio no Rio de Janeiro que fomentam a educação para as Artes, certamente o CSI não ocupará os primeiros lugares. Resolvi aceitar o convite para escrever para a SINO e aproveito a oportunidade para derrubar este preconceito, contando um pouco da minha trajetória profissional e como o Santo Inácio foi fundamental nela. Pra mim, o interesse por música começa nas festas da primeira fase da adolescência, por volta dos 12 anos, quando comecei a ouvir os Beatles. Mais tarde, no ginásio, descobri que outros amigos compartilhavam esse fascínio pelos Beatles e, por causa disso, resolvemos montar uma banda. Eu não tocava nada, então fui escalado para a bateria, que foi improvisada com um atabaque e uma bandeja de cozinha nos primeiros ensaios. Esse contato com a música me fez descobrir a minha vocação e o ambiente do colégio foi muito importante. Fomos descobrindo outros amigos, de várias turmas e anos diferentes, que também toca-

vam. Aí passamos a frequentar os saraus do colégio, produzimos um show no auditório e concorremos em vários festivais de outros colégios na época (São Vicente, Teresiano, São Marcelo, Bahiense, entre outros). Me formei em 1982 e fui para o faculdade de Odontologia, sem largar a música. Consegui conciliar por quase três anos os dois estudos e atividades, mas em 1985 decidi seguir a carreira musical. A partir daí, o grupo original do CSI sofreu baixas, mas eu segui estudando e tocando como baterista em diversos grupos como João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, Titãs e outros. A partir de 1990 comecei a tocar e estudar percussão, encontrando um novo campo de interesse que desembocou na formação dos grupos Pedro Luís e a Parede e no Monobloco, trabalho no qual sou o maestro. Da minha geração, lembro de outros ex alunos que seguiram no campo da música, como Eduardo Lopes (da tur-

ma de 78), músico e maestro que hoje mora na França, Rodrigo Ticelli (de 83), compositor de música contemporânea e Eduardo Lyra (de 83), percussionista que tocou com os Paralamas e Cidade Negra. Vale registrar também os vários amigos que tocavam, mas não se profissionalizaram como: Marcelo Cavalheiro, Daniel de Souza, Cezinha e Sérgio Castro. Outro dia, recebi uma ligação do Eugênio Costa, parceiro junto com Daniel Telles, dos primeiros passos musicais. Eles queriam “levar um som” pra celebrar os mais de 30 anos do começo de toda essa caminhada. A partir daí começamos a ensaiar, aproveitando para recordar um monte de histórias da nossa época de colégio. Temos o projeto inclusive de fazer um show da nossa primeira banda, quando convocaremos outros amigos que tocaram conosco e os colegas que nos prestigiaram naquela época. Vamos aguardar...

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Boas lembranças do colégio Fernando Magalhães (54) fpmhunter@gmail.com

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sozinhos. Nossa turma o trouxe ao Rio para um almoço festivo, organizado pelo França, na Sociedade Germania. Foi sua despedida deste mundo. Para a maioria, a inauguração da Sears, na praia de Botafogo, foi um acontecimento. Já estávamos no cientifico e íamos lá ver a escada que subia sozinha. Era um tal de subir e descer... E no último andar tinha um cachorro quente fantástico e um molho caseiro com tomate, cebola e pimentão. Mas no colégio também tinha. Nós é que já estávamos começando a bater as asas - que pressa boba. Vou terminar com uma frase do colega Francisco Borja, no discurso de formatura de 1954: VÓS NOS ENSINASTES UM CAMINHO DE LUZ E DE PAZ - OBRIGADO SANTO INÁCIO.

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hora do recreio - nunca mais fizemos esta gracinha, como ele dizia. Gostávamos de ir para a casa da Gávea-Pequena, em retiro; eram três dias de descanso, camaradagem e meditação. Os Jesuítas daquela época usavam batina. Sempre teremos por eles carinho e eterno agradecimento por terem ajudado nossos pais a formar os homens que somos. Pe. Coelho, Pe. Barreto, Pe.Gialuisi, Pe. Leme Lopes (que oficiou o casamento de muitos inacianos). E não podemos esquecer, o Sr.Elpidio, da Secretaria, e os abnegados irmãos - Ir.Luiz (um santo), Ir. Hugo e o Ir. Alochio que o nosso amigo Ricardo descobriu em São Paulo com quase 90 anos, forte, ajudando os velhos Jesuítas impossibilitados de se alimentar

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stive no Colégio Santo Inácio no fim da segunda metade dos anos 40 e na primeira dos anos 50. Terminei o científico em 1954. Neste período, os costumes e as pessoas mudaram muito. O uniforme cáqui começou a ser substituído por outro, de um cinza horrível. No colégio não havia ainda meninas. Nós ficávamos de olho nas do Jacobina e da Santa Úrsula, que muitas vezes nos convidavam para as comportadas festinhas de sábado - ótimas. Na hora da saída o Pe. Barreto (prefeito geral) ia fazendo a chamada já com as turmas formadas no corredor - a primeira a sair era a de autos particulares, depois Bambina, Flamengo, Jardim Botânico, Copacabana, Leblon. Na porta do colégio ficava uma fila de bondes vazios para pegar os alunos. Não havia engarrafamento, só uma pequena retenção e a Rua São Clemente era de mão dupla. O recreio era esperado por todos com ansiedade. O futebol era muito disputado, piscina só em sonho. Uma vez, eu e o nosso amigo Marcio Murta, pulamos o muro na hora do recreio grande e fomos tomar banho de piscina na casa de um amigo e vizinho. Quando olhamos para o ultimo andar do colégio vimos o Pe.Barreto e o Pe.Gialuizi nos vendo dentro da água, na volta fomos chamados ao gabinete do Pe.Barreto e negociamos a suspensão de dois dias por cinco dias em pé no corredor na

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InaciANO 2012 ONU Colegial, Arsoi, passeios, Lucernário, Show de Talentos, voluntariado, Diálogo Inter-religioso, debate político, viagem à Colômbia, Natal Mais Feliz e outros eventos que marcaram a vida dos alunos, professores e colaboradores do Colégio Santo Inácio estão no InaciANO 2012 - o anuário que o CSI começa a distribuir este ano. “Revisitamos 2012 e inauguramos um novo tempo de documentação sobre o trabalho que realizamos”, explica o Reitor do Colégio, padre Luiz Antonio Monnerat, que acredita que o anuário sintetiza atividades que permitem visibilizar o empenho de cumprir a missão da Companhia de Jesus: formar jovens competentes, conscientes, compassivos e comprometidos. (fonte: Colégio Santo Inácio)

Foto de atividades realizadas em 2012, quando alunos do CSI participaram do curso

Curso de Liderança na Colômbia Entre 6 a 24 de junho, 56 alunos, professores e colaboradores de dez escolas de 5 países da América Latina estarão na Colômbia para o mini curso Taller Arrupe 2, promovido pela Federação Latinoamericana de Colégios Jesuítas e Inacianos (Flacsi - www.flacsi.net)i. O CSI participará com 9 alunos do 1º e 2º anos do Ensino Médio. A escolha levou em conta, além do senso de liderança, a performance acadêmica dos estudantes. “Nosso foco são os jovens que manifestam protagonismo nas atividades da série e do Colégio”, explica Juliana Lima, Assessora de Responsabilidade Social do CSI. Em 2012, outro grupo de alunos esteve na Colômbia, como foi mostrado na terceira edição da revista SINO. Este ano, eles farão o curso durante oito dias na Finca San José. Depois, passam quatro dias nos povoados de San Pablo e Canaletal, retornando à fazenda para mais três dias de reflexão sobre as vivências do grupo. “Os alunos regressam ao Brasil modificados, mais preocupados com o outro, atentos à realidade que nos cerca, dispostos a ajudar no que for possível e com um senso crítico mais aflorado. Voltam mais inacianos”, revela Juliana. (fonte: Colégio Santo Inácio)

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Achados e Perdidos

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Mais de 700 itens esquecidos pelos alunos no CSI, somente no primeiro semestre de 2012, foram doados ao Instituto Roda D’Água, em janeiro. Livros (134), estojos (112) e casacos (117) estão entre os campeões da lista, seguidos de perto por uniformes (75), potes (70), agendas (45) e pastas (37). A lista incluiu ainda garrafas plásticas (38), bermudas (24) e jalecos (22). Paulo Cordeiro, responsável pela Segurança, informa que, apesar do grande volume doado, cerca de 500 itens ainda estão no Achados e Perdidos. “Todos encontrados a partir do segundo semestre de 2012 nas dependências da escola”. (fonte: Colégio Santo Inácio)


Divulgação: Governo do Estado

fazer isso mais vezes. Ainda tem muito lixo por aí e muito morador que joga lixo na vala”, denuncia uma residente da parte alta da Comunidade. Campanha é parte de proposta ampla de estudo Lixo é o tema do bimestre na Unape, que durante o ano trabalha a Sustentabilidade. Antes de conversar com os moradores e entregar panfletos sobre o descarte correto de resíduos, as crianças viram o assunto em sala de aula e fizeram uma primeira incursão na Comunidade para estudar as causas do problema. “A grande dificuldade encontrada pelos alunos foi a falta de orientação e conhecimento dos moradores da região”, conta Márcia. Diante do diagnóstico, as próprias crianças começaram a conversar com amigos e familiares e logo perceberam que era preciso ampliar o alcance da informação, o que deu origem à campanha. Além da panfletagem, os alunos desenvolvem o tema em atividades de Informática e Música, pesquisas com a empresa responsável pela coleta do lixo e entrevistas com representantes da Associação de Moradores e do Polo Social Padre Veloso. Um convênio com a Petrobras possibilita que as atividades extras e de reforço escolar oferecidas na Unape sejam bastante abrangentes e proporcionem o desenvolvimento pleno dos alunos. Nos próximos bimestres, as crianças estudarão a terra, a água e o ar. (fonte: Colégio Santo Inácio)

Av. Rio Branco, 185 Loja 10 - Centro livrariaberinjela@gmail.com

Compra e venda de livros e CDs usados

março2013 2012 || junho

Sou cidadão consciente! Essa foi uma das mensagens distribuídas por mais de 100 alunos da Unape, ação mantida pela Associação dos Antigos Alunos do CSI, na Comunidade Santa Marta, durante todo o dia 12 de abril. Os pequenos, com idades entre 6 e 12 anos, entregaram mil panfletos aos moradores e falaram sobre a importância de jogar o lixo no local correto. Segundo Márcia Barros, Coordenadora Geral da Unape, o envolvimento de todos é fundamental para a mudança de postura. “Queremos estimular a adoção de atitudes que façam a diferença na comunidade”. Segundo o professor Nandson Ribeiro, a atividade foi muito enriquecedora para todos. “Embora a maioria seja moradora da comunidade, foi como se estivessem visitando o Santa Marta pela primeira vez, agora com curiosidade e olhar clínico em busca de lixo não descartado de forma apropriada”. Nandson conta que as crianças também atentaram para possíveis focos do mosquito transmissor da dengue e se mostraram muito empenhadas durante todo o trajeto, que começou na entrada e se estendeu ao topo da Comunidade. “Foi gratificante. Toda hora um aluno alertava para um local ainda não vistoriado”, conta o professor. Talhes Augusto Montes, de 12 anos, foi um deles. “A gente ainda não foi naquele beco ali, tio”, avisou o menino. A incursão também funcionou como um alerta para a população, que aprovou a campanha. “Vocês podiam

(21) 2215 3528

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Alunos da Unape fizeram campanha na Comunidade Santa

compro livros

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fé e alegria

Anos de solidariedade

O

Movimento de Educação Popular Integral e Promoção Social, Fé e Alegria completou em maio 32 anos de atuação no Brasil. Atualmente, o movimento, organizado pela Companhia de Jesus, está em 15 estados brasileiros, beneficiando cerca de 30 mil pessoas por ano. O projeto nasceu na Venezuela, no ano de 1955, como uma entidade não governamental de solidariedade social e, desde então, soma esforços com a sociedade e o Estado na criação e manutenção de serviços educativos e sociais nas periferias das grandes cidades e na realidade rural. Na busca por respostas às urgências de alunos, famílias, comunidades e outros parceiros, a proposta educativa de Fé e Alegria se concretiza de diversas formas nos países onde está presente:

Evento do projeto Fé e Alegria tem participação de jovens

Educação Formal

Desenvolvimento Comunitário

Rede de escolas de educação básica (educação infantil, ensino fundamental, médio), ensino técnico e programas de educação superior.

Programas de atenção às necessidades básicas na área de saúde e nutrição; proteção e cuidados emergenciais; organização comunitária e centros comunitários de geração de renda, acesso à cultura e à informação.

Educação Não Formal Programas de complementação à educação formal, educação bilíngue, capacitação de jovens pelo/para o trabalho e formação de valores.

Comunicação Utilização das ferramentas de comunicação, visando ao fortalecimento da relação de compartilhamento entre as pessoas e à possibilidade de ampliar espaços educativos de Fé e Alegria.

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Formação de Educadores Populares Programas de formação de educadores populares. Essa formação continuada e permanente auxilia na construção gradativa da identidade profissional, constituindo um educador íntegro, entusiasta, dinâmico, sensível, alinhado e comprometido com a grande finalidade do modelo educativo de Fé e Alegria. Ação Pública Desenvolvimento de campanhas em favor da educação de qualidade para todos e participação nos movimentos em defesa dos direitos humanos, especialmente de crianças e adolescentes.

História

O Fé e Alegria foi fundado na Venezuela, em 1955 por iniciativa do jesuíta José Maria Vélaz. O movimento deu os primeiros passos de uma jornada de sucesso, que começou em Caracas e se estendeu para diversos países da América Latina. O movimento chegou ao Brasil em 1981, num contexto de efervescência política nacional, quando a sociedade organizada exigia a abertura democrática do País. No campo educativo, recebeu influência determinante da Pedagogia da Educação Popular de Paulo Freire juntamente com a Educação Inaciana (Jesuíta). No Brasil, o Fé e Alegria atua nas cinco regiões do país, em 15 estados. Na região Norte, nos estados do Amazonas e do Tocantins; na região Nordeste, nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Bahia; no Centro-Oeste, no estado de Mato Grosso; na região Sul, nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e em todos os estados da região Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espirito Santo. No Rio de Janeiro desde 1983, Fé e Alegria atualmente atua através do Centro Social de Educação e Cultura de Marambaia, desenvolvendo diversas atividades no âmbito infantil, apoiando as crianças e os jovens através de atividades extracurriculares e promovendo aulas de alfabetização para adultos. O total de beneficiados equivale a 600 pessoas. Saiba mais pelo site http://www.fealegria.org.br/.

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(fonte http://www.jesuitasbrasil.com)

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E se tudo

pudesse

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ser mais?

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Seja sócio

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Não é preciso ser ex-aluno do Santo Inácio para ajudar a manter projetos como o Imagem Solidária

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w ww. asiarj. org. br

Associação dos Antigos Alunos dos Padres Jesuítas - RJ Rua São Clemente, 216 - Botafogo Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2527-3502 contato@asiarj.org.br

Revista Sino - julho2013  

Revista dos antigos alunos do Santo Inácio, edição de julho de 2013.

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