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Edição numero 50, de 01 de dezembro de 2015 Produzido e Distribuído por October Doom Entertainment

RESENHA: Gustav Zombetero compartilhou sua impressão sbre o disco De estreia do Mammoth Storm

ENTREVISTA: Sean Pollacco, do Weeping Silence fala sobre os caminhos da banda e sobre o novo disco Opus IV Oblivion

FUNERAL WEDDING: Resenha do álbum Singularity, do Enshine


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October Doom Magazine |Edição 50.

De 01 de dezembro à 07 de dezembro de 2015

Sumario:

Entrevista da Semana: Sean Pollacco, baixista do Weeping Silence, fala sobre a banda e sobre o recém lançado Opus IV Oblivion

Pág. 04

Funeral Wedding:

Resenha do álbum Singularity, do Enshine

Pág. 08

RESENHA

O Gustav Zombetero, da SUD, resenho o álbum Fornjot, do Mammoth Storm

Pág. 09

AGENDA DA SEMANA:

Agenda lotada com eventos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais Pág. 11

Expediente: October Doom Magazine

By October Doom Entertainemnt A October Doom Magazine é resultado da parceria e cooperação de alguns grupos e iniciativas independentes, que trabalham em função de um Underground Brasileiro mais forte e completo, além de vários individuos anônimos que contribuem compartilhando e disseminando este trabalho. Aqui, os nomes de alguns dos principais colaboradores desta iniciativa:

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ENTREVISTA:

Por Morgan Gonçalves

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a distante e pouco conhecida República de Malta, na Europa, o Weeping Silence lançou recentemente seu quarto álbum de estúdio, Opus IV Oblivion, que considero uma perfeita sintetização do Gothic/Doom Metal. O septeto foi formado em meados dos anos 90 passou por muitas mudanças na formação e na sonoridade, e essa evolução acabou tornando a banda, um grande representante do gênedo Gothic/Doom na Europa. Sean Pollacco é Baixista do Weeping Silence, e é com ele que eu bato um papo sobre tudo o que acontece em torno do grupo e da música do Weeping Silence. Confiram! Morgan Gonçalves: Olá, meu caro Amigo. É engraçado pensar que falamos há muito tempo – desde que conheci a coletânea Cathedral Of Doom – e mesmo assim, essa entrevista ainda não havia acontecido. Bom, fico feliz que esteja acontecendo nesse momento tão bacana da banda. Sinta-se em casa! A banda foi formada por volta de 1998, quando você tinha uns 18 anos, e ainda não fazia parte do grupo. Você chegou a acompanhar os primeiros anos da banda até 2000, quando você passou a integrar o Weeping Silence?

– que agora toca bateria com a banda de Funeral Doom “Victims of Creation”. Lembro-me de ir ao show de Weeping Silence duas vezes ou mais. Mal sabia que eu iria se juntar a eles em 2000, e que a banda iria mudar do que foi um Funeral Doom Atmosférico para Gothic/Doom.

Sean Pollacco: Olá para você e todos os leitores. Estou honrado de estar aqui e muito obrigado por me convidar para essa entrevista. Sim, como você bem disse, eu tinha aproximadamente 18 anos quando eu comecei a ouvir o Weeping Silence. Na época, a banda tinha um vocalista masculino fazendo apenas vocais limpos – Dino

Sean Pollacco: Você está certo em apontar isso. Geralmente há uma longa história por trás de uma estreia muito tardia. O Weeping Silence havia decidido assumir a linha Gothic/Doom e em 2001 Rachel se juntou à banda. A música para o primeiro álbum foi escrita e gravada alguns anos mais tarde, e nós assinado com uma

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M.G: Apesar de ter sido formada nos anos 90 e lançar duas demos nos primeiros anos do milênio, a banda só lançou o primeiro Full em 2008. Por que o público teve que esperar tanto pelo dubut End of an Era?


gravadora sul-americana. No entanto, tivemos de deixar esse selo e começar a negociar com outra gravadora, acabamos assinando com a Sleaszy Rider Records. Toda esta questão nos fez retroceder uns três anos. Não foi o começo perfeito que se esperava, mas de alguma forma nós conseguimos um contrato e lançamos a estreia.

M.G: For The Unsung foi o terceiro disco da banda, com mais elementos de Gothic/Doom Metal e a participação de Anders Jacobsson, do Draconian, chegando inclusive a tocar em alguns eventos com a banda Sueca. Oque mudou entre Theatre of Life e For the Unsung e como essa parceria com Anders Jacobsson aconteceu?

M.G: Em 2011 a banda lançou Theatre of Life, o segundo álbum da banda, que trouxe um pouco mais de Metal Sinfônico à sonoridade do WS. Como foi a recepção do disco pelo público e crítica?

Sean Pollacco: Quando estávamos lançando o debut, a banda já estava em estúdio gravando ‘Theatre of Life“. Naquela época (2006-2008), Weeping Silence queria explorar um aspecto menos Doom. Queríamos experimentar com Symphonic Gothic Metal, que é o que eu sinto que o álbum é. Rachel tinha o alcance vocal e estávamos todos a ouvir esse estilo de qualquer maneira. O álbum recebeu boas críticas, mas não foi o nosso melhor álbum, com certeza. Alguns sentiram que nós estávamos mais adaptados a tocar Gothic/Doom, que Symphonic Gothic, e eu acredito que eles estavam certos. Seja como for, nós apenas fizemos o que tinha vontade de fazer naquele momento, sem arrependimentos. Desde então mudamos o nosso estilo de novo, e isso não foi nada além do reflexo dos próprios músicos no momento da composição.

Sean Pollacco: For The Unsung foi composto em 2009-2011. Naquele momento Joe era um membro da banda fazendo os guturais, que era novo para nós, e mais da banda queria voltar às nossas raízes Doomi. Este foi o início da nossa mudança para o subgênero Gothic/Doom em que estamos agora. “For The Unsung” está em algum lugar entre o” Theatre of Life’ e nosso mais recente álbum ‘Opus IV Oblivion’. Nós ainda tocamos algumas músicas desse álbum ao vivo. A nossa colaboração com Anders aconteceu depois que perguntei se ele estaria interessado em fazer algumas músicas com a gente, e para nossa surpresa ele disse que sim. Naquela época Draconian eram certamente uma das bandas que mais nos inspirava e tivemos o prazer de ter conhecido (mesmo tendo sido através da) um cara tão humilde como Anders. De qualquer forma, Anders cantou em duas canções e estamos honrados por ter feito esta colaboração. Este ano Draconian foi headlined no Metal over Malta Festival, que nós hospedamos e tocamos. No final, foi muito bom conhecer os rapazes e a Heike. October Doom Magazine | 5


M.G: Em 2013 a banda participou da coletânea Cathedrals of Doom, com continha cinco bandas, entre elas, a brasileira Les Memóires Fall. Como surgiu o convite para participar da compilação?

ser traduzido por Ato IV. Esquecimento, há um contexto entre todas as canções, um tema em especial?

Sean Pollacco: Daniel Szöllősi da Eclipse of the Sun foi quem nos convidou para fazer parte dessa compilação. Eu sinto que foi uma agradável iniciativa e agradecer-lhe a partir daqui por termos participado dela. M.G: Só por curiosidade, vocês conhecem mais bandas de Doom do Brasil, além do Les Memoires Fall? Sean Pollacco: Para ser honesto, eu não sou muito familiarizado com bandas de doom brasileiras, mas com sua ajuda eu acho que eu poderia tornar-se mais familiarizado com eles. Portanto, sinta-se livre para fazer algumas sugestões. M.G: Bom, HellLight, Mythological Cold Towers, A Sorrowful Dream, In Absenthia e Eternal Sorrow são ótimas bandas para conhecer um pouco do Doom Metal Brasileiro, espero que goste. Sean Pollacco: Vou ouví-las. M.G: Opus IV. Oblivion e o mais recente trabalho do Weeping Silence. Uma perfeita junção de vozes, música e letra, que nos leva aos anos de 2005, quando o Draconian lançava seu Arcane Rain Fell. Como o grupo encontrou essa sonoridade, que caiu tão bem para a proposta da banda? Sean Pollacco: Em 2012, nossos vocalistas anteriores deixaram a banda e Dario e Diane assumiram os vocais. Todos os membros da banda foram revisitando algumas faixas mais dark e doomier, juntamente com o desejo de compor algo mais agressivo. E isto evoluiu para o novo álbum, que é o nosso mais pesado e doomiest até hoje. Você faz uma comparação com ‘Arcane Rain Fell’, que é um álbum que eu amo pessoalmente. Tenho escutado repetidamente nosso novo álbum, então eu realmente não posso olhar para essa música, sem relacionar. No entanto, parece certo para o que nós queremos fazer com Weeping Silence neste período de tempo. M.G: Ainda falando do novo álbum, que poderia 6 | October Doom Magazine

Sean Pollacco: Há uma conexão lírica e ambiente que ele cria. O álbum é sobre a descoberta de nossa própria percepção da morte, vida após a morte, e da forma como abordá-la. É também sobre a maneira como tratamos a Terra, a morte e tristeza que trouxemos sobre ela, e a necessidade de uma humanidade mais iluminada. Então, é variado. Eu escrevo a maioria das letras agora, e eu acho que vocês podem ver uma clara mudança no estilo do novo álbum, que se encaixa melhor com a música que tocamos hoje. M.G: Opus IV Oblivion foi lançado em 23 de outubro e a banda já tem datas marcadas para grandes festivais pela Europa. Há planos do Weeping Silence para as Américas, em especial, a do Sul? Sean Pollacco: Acredite em mim quando eu digo que nós realmente desejamos tocar na América do Sul. Sabemos que há uma grande cena, e que as pessoas são muito agradáveis e amigáveis. O problema é que não nos tem sido oferecido uma boa oportunidade de tocar aí ainda. No entanto, se alguma vez chegar uma oferta séria para tocar no continente, vamos estar no avião e indo para o show! Vamos esperar e ver o que acontece, talvez algo vai apareça. Enquanto isso, nós estamos tocando alguns shows na Bélgica,


França e Holanda, Metal over Malta Festival, Metaldays e Gothoom Open Air Festival e vamos anunciar mais shows em breve também. M.G: Aqui, deixo o espaço livre para a banda falar aos seus parceiros, amigos e fãs. Desfrutem! Sean Pollacco: Eu quero agradecer a você e todos os leitores pelo seu tempo, e todos os que compram a nossa música e merch. Isso significa o mundo para nós. Uma breve menção também de Massacre Records, Spine Splitter Estúdio e tantas pessoas no mundo da música que nos apoiam. Cuide bem do mundo em torno de você e continue a ouvir e apoiar artistas e sua música!

M.G: E aqui, eu finalizo esse papo tão bacana. Quero dizer que o álbum me deixou muito entusiasmado, o trabalho ficou perfeito, que espero que mais discos como esse venham do weeping Silence e que espero vê-los pelo Brasil em breve. Grande Abraço Sean Pollacco: Muito obrigado meu amigo. Esperamos vê-lo em breve também! Tudo de bom!! Informações sobre o Weeping Silence e novo disco Opus IV. Oblivion, nas páginas da banda: facebook.com/weepingsilence Weepingsilence.com/

Discografia:

(End of an Era - 2008)

Weeping Silence: Diane Camenzuli – Vocal Dario Pace Taliana – Vocal Manuel Spiteri – Guitarra Mario Ellul – Guitarra Sean Pollacco – Baixo Alison Ellul – Teclado Angelo Zammit - Bateria

(Theatre Of Life - 2011)

(For the Unsung - 2012)

(Opus IV Oblivion - 2015)

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RESENHA Mammoth Storm - Fornjot Por Gustav Zombetero / Stoned Union Doomed

Fundado em 2012 - na Suécia - por Daniel Arvidsson (membro dos Draconian), sendo o mesmo responsável pelo baixo/vocais, Emil Ahlman - bateria/órgão e Christer Ström - guitarra. Em 2013 eles lançaram o seu 1º material, uma demo intitulada “Demo 2013” contendo 3 faixas, com uma qualidade mediana, porém, já era possível compreender qual seria a proposta da banda. Mammoth Storm - Fornjot - Tracklist Napalm Records - 2015

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Augurs Echo Vultures Prey Sumerian Cry Fornjot Horns of Jura Hekla Ancient Apocalypse (Bonus Track)

Os Mammoth Storm se enquadram no que costumamos rotular de Stoner/Doom Metal, não é possível afirmar categoricamente a feita, pois a sonoridade dos caras é mais expansiva, traz elementos do Doom Metal melancólico, mesmo que em dosagens suaves, isso faz do som da banda algo original nessa linha de som. É preciso também salientar o peso dissonante e esmagador do trio, peso que ficou mais nítido no Ep “Rite of Ascension” - com apenas 2 faixas e quase 25 minutos de lentidão cósmica, neste Ep se nota de cara a evolução dos caras, isso fica a cargo da qualidade da gravação também. Após o “Rite of Ascension” era só aguardar a próxima empreitada. E assim foi, quando no início de 2015 fora anunciado o Debut - “Fornjot”, munido de 6 faixas + a releitura da faixa Ancient Apocalypse (originária da Demo 2013) como bônus. O play foi lançado via Napalm Rec. no dia 6/11/15. Sobre o “Fornjot”... temos aqui o auge de inspiração da banda, a óbvia permanência de faixas longas que martelam a sua mente sem piedade, o vocal de Daniel parece extraído de alguma caverna congelada nórdica, em certos momentos me lembrou Tiamat antigo, o conjunto de cordas com o andamento soturno da bateria, tudo encaixado na mais perfeita harmonia. No contexto lírico, os caras tratam da mitologia nórdica, não me aprofundarei neste assunto por desconhecimento de causa hahaha. O play se estende por 62 minutos de transe e contemplação do peso! Mammothstorm.bandcamp.com Facebook.com/MammothStorm

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Daniel Arvidsson - Baixo, Vocal Christer Ström – Guitarra Emil Ahlman – Bateria/Órgão


Por: Rodrigo Bueno

Resenha da Semana

Tracklist:

Banda: Enshine Álbum: Singularity Lançamento: Out/2015 Selo: Rain Without End/ Naturmacht Productions

1. Dual Existence 2. Adrift 3. Resurgence 4. In Our Mind

Tendo seu bem aclamado debut lançado em 2013, eis que este duo franco/sueco retornam com mais um ótimo full-lenght.

5. Astrarium Pt. II 6. Echoes 7. Dreamtide 8. The Final Trance 9. Apex

Tudo o que pudemos conferir no álbum anterior, encontramos aqui, ou seja muito Melodic Doom Metal.

É chegada a hora de um pequeno interlúdio, marcando a metade do disco e intitulado como “Astarium Pt. II”. A primeira parte pode ser encontrada no debut album e soa bem interessante vocês ouvirem as duas em sequência.

As linhas de guitarra soam mais melodiosas e as atmosferas criadas pelos teclados são de fazer qualquer ser pensante se tornar uma pessoa mais introspectiva. Isto podemos sentir logo de cara na faixa de abertura “Dual Existence”.

“Echoes Master” é a responsável por abrir o segundo ato, e aqui mantém todo seu approach do Melodic Doom que lhe é característico e tendo sua extensão na faixa seguinte intitulada “Dreamtide”.

“Adrift” é a faixa que vem em seguida começa com uns efeitos que me trouxe o Anathema na cabeça, por manter um clima viajante/deprê. Os vocais limpos dão uma ênfase maior nessa melancolia, enquanto os guturais fazem o belo serviço no restante da faixa.

“The Final Trance” e “Apex” são responsáveis de finalizar de uma maneira bem pra baixo, mas no bom sentido. Enquanto a primeira mantém a mesma pegada do álbum, a última é responsável por dar aquele toque introspectivo e deixar aquele gosto de quero mais.

A faixa seguinte, “Resurgence” deixa de lado o Melodic Doom e nos traz uma pegada mais modernosa, não é ruim, mas eu achei muito genérico. Para nossa sorte, a medida em que a faixa vai avançando, temos uma variação para uma levada mais tristonha, com um forte apelo as melodias do teclado. “In Our Mind” para mim é uma das melhores músicas do disco, pois possui uma dose extra de melancolia, principalmente na hora em que os vocais limpos aparecem, e seu clima (nesta parte em específico) flerta com o shoegaze para tão logo descambar para o lado melódico e seus vocais guturais competentíssimo. Não há como não destacar o excelente solo de guitarra.

Jari Lindholm (guitarra) e Sébastien Pierre (vocal)

Mais em: Enshine.bandcamp.com/ Facebook.com/enshine.band

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AGENDA: Jeremy Irons & the Ratgang Malibus em Florianópolis

04/Nov

Sex

Na semana passada, os Suecos do Jeremy Irons & the Ratgang Malibus desembarcaram no Brasil e realizaram eventos por várias cidades do Rio Grande do Sul. Esta semana eles dão continuidade à sua turnê com um show em Florianópolis, SC. As bandas convidadas para a aberturada noite são a Supernova Jam, de Balneário Camboriú e Pantanum, de Curitiba. A casa escolhida foi o Célula Showcase, que fica na Rua João Paulo, 75, Floripa, e os ingressos custam R$35,00. Mais em Facebook.com/events/503121383189682/ 05/Nov Jeremy

Irons & the Ratgang Malibus Sáb em São Paulo

Os Suecos do Jeremy Irons & the Ratgang Malibus vão ganhando território e chegam à Terra da Garoa, onde se apresentam ao lado do Duo Muñoz e The Muddy Brothers. O encontro será no Superloft, Rua Cardeal Arcoverde, 2926 – Pinheiros, os ingressos custam entre R$20 e R$40 e a casa abre as portas às 18horas. Mais em Facebook.com/events/557362391079582/

Evocação do Caos Fest I

05/Nov

Sab

No Rio de Janeiro, mais precisamente no Estúdio Hanoi, acontece o Evocação do Caos Fest I, com as bandas Baphomaster, Spiritual Void, Bongatron e Pot Zombies. O Honoi fica na R. Paulo Barreto 16, Estúdio Hanoi, Botafogo e os ingressos saem por R$20. Mais em Facebook.com/events/458030721064500/

05/Nov

Sab

Flaming Night #30

Ainda no dia 05, mas na capital mineira, o Flaming Night #30 reúne bandas jovens e outras já conhecidas do público em mais uma apresentação daquelas. As bandas convidades são: Far From Alaska, Dry, Governator Insane e Riviera. O Flaming Night #30 acontece n’A Autentica, Rua Alagoas, 1172, em Belo Horizonte e os ingressos custam entre R$25 e R$40. Mais em https://www.facebook.com/events/1641937456094289/

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Velhos Punks, Ruínas de Sade e Cassandra em Florianópolis

06/Nov

Dom

Em Florianópolis, Punks, Stoners, Doomers e todo mundo se encontra para ver os locais do Velhos Punks, que recebem Cassandra e Ruínas de Sade. O evento conta também com a exposição de Zines de Márcio Insalubre. O local será o Taliesyn Rock Bar, na rua Rua Victor Meirelles, 112, centro de Floripa. Os ingressos custam R$10 Mais em Facebook.com/events/169927946688501/

06/Nov

Dom

Stoner Fest IV

Em porto alegra acontece a quarta edição do Stoner Fest, com as bandas Cattarse, Motor City Madness, Space Guerrilla e Wolftrucker. O evento, que tem a produção da Stereo Produtora e do Fuzz O Rama Produções, rola no Tabu 386, na Rua Dr. Barros Cassal, 386, em Porto Alegre e os ingressos custam R$15. Mais em Facebook.com/events/323140404476795/

Jeremy Irons & the Ratgang Malibus no Rio de Janeiro

06/Nov

Dom

E fechando nossa agenda da semana, não poderia ser diferente. Os caras do Jeremy Irons & the Ratgang Malibus se apresentam no Coletivo Machina, no Rio de Janeiro. As bandas convidadas são Muñoz e The Muddy Brothers. O Coletivo Machina fica na Rua do Resende, 82b, Lapa e os ingressos saem por R$40. Mais informações em Facebook.com/events/928326063881336/

Envie as informações do seu evento para nossa redação. Ajude a divulgar a cena Underground Brasielria. octoberdoom@bol.com.br October Doom Magazine | 11


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October Doom Magazine - Edição #50 01 12 2015  

Publicação Semanal com Entrevistas, Resenhas, Shows e Lançamentos sobre tudo oque acontece no Cenário Underground no Brasil e o mundo! Downl...