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Lançamentos • Resenhas • Shows • Matérias • Entrevistas e Muito Mais.

Edição numero 37, de 01 de Setembro de 2015 Produzido e Distribuído por October Doom Entertainment

Entrevista da semana com

E A TERRA NUNCA ME PARECEU TÃO DISTANTE Rodrigo Bueno resenha álbum do My Silent Wake

Conheça Tuna de Tierra e Black Shape of Nexus

Novo disco do Depressive Mode

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OCTOBER DOOM SOUND’S 2015 UMA PRÉVIA DO OCTOBER DOOM FESTIVAL

IN ABSENTHIA • LES MÉMOIRES FALL • PRAGA • INTO SPECTRUM • AS DRAMATIC HOMAGE • DOWNLOAD GRÁTIS • 28/JUL/2015

/OctoberDoomEntertainment /Octoberdoom.bandcamp.com

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SUMARIO:

Capa: Entrevista da Semana:

Luden Viana, do E a terra

nunca me pareceu tão distante, em entrevista, contando detalhes da carreira da banda paulistana Pág. 5 à 7

Funeral Wedding:

Resenha do álbum Damnatio Memoriae, do My Silent Wake. Pág. 4

A Path to Nowhere:

Novo disco do Depressive Mode, lançado está semana. Pág. 7

Para Conhecer:

Conheça o Desert Stoner do Tuna de Tierra e o Sludge/Drone/Doom do Black Shape of Nexus Pág. 8

Agenda da Semana:

Final de semana extendido, com eventos no Rio de Janeiro e São Paulo Pág. 9

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My Silent Wake – Damnatio Memoriae

Resenha Por Rodrigo Bueno Lançamento: 2015 Blumenal, SC. Brasil Fundador do site Funeral Wedding Selo: Independente Há pelo menos uns 5 anos ouço falar desta banda e já me foi até recomendado por alguns contatos, mas lembro de ter escutado uma vez e não ter achado nada de mais no som deles. E eis que alguns anos se passam e recebo em minha caixa de email este álbum para resenhar. Olhei e pensei comigo mesmo, o que tiver que ser, será. Coloquei o álbum em minha playlist e fui dar uma conferida. O álbum abre com “Of Fury” e logo de cara o que me chama atenção são os vocais, que me trouxeram a mente o insano Chris Reifert do saudoso Autopsy. Na sequência temos “Highwire”, que é uma música mais acelerada, com uma influência maior do “Gothic” e soando bem moderna para os padrões Death/Doom que a banda se propõe. Chegando em “Now it Destroys”, esta banda que antes eu achava muito comum e não tão empolgante, acabou ganhando meus ouvidos. Esta faixa é meio que uma junção das duas primeiras, tem uma levada uptempo, com aqueles vocais alá Autopsy, soa moderna e tem uma pegada nos riffs de guitarra que são excelentes. Mas foi com a música “Black Oil” que definitivamente eles me ganharam. Pensa numa música sofrida, com riffs melancólicos e vocalizações desesperadas. Temos algumas mudanças de andamento, mas ela continua com essa mesma negatividade. Dando continuidade a este sofrimento, no bom sentido, temos “And so it Comes to an End”. Não há muito o que dizer desta faixa, apenas o sentimento de desolação imposto pela melodia de guitarra e os vocais guturais que ecoam na mente deprimida do ouvinte. Após um pequeno alívio com “The Innocent”, temos outra faixa torturante que é “The Empty Unknown”. Os riffs esmagadores desta faixa, passam como um rolo compressor por cima do ouvinte e um sentimento de amargura é deixado após a audição desta excelente música, muito deste sentimento é devido as excelentes vocalizações. E para encerrar temos “Chaos Enfolds Me” que vem selar o caixão do deprimido ouvinte, deixando um vazio por dentro. O jeito é colocar pra rodar novamente este disco. Tracklist: 1. Of Fury 2. Highwire 3. Now it Destroys 4. Black Oil

5. And so it Comes to an End 6. The Innocent 7. The Empty Unknown 8. Chaos Enfolds Me

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Foto: Arquivo/banda


ENTREVISTA:

E A TERRA NUNCA ME PARECEU TÃO DISTANTE

Foto: Daniel Moura

Por Morgan Gonçalves

Esta semana, conhecemos e nos encantamos com uma banda maravilhosa, que executa Post Rock de altíssima qualidade. O “E a terra nunca me pareceu tão distante”. A banda, situada na cidade de São Paulo, é formada por Lucas Teodoro, Luden Viana, Luccas Villela e Rafael Jonke. O quarteto instrumental, surgiu em 2013, com o objetivo de traduzir tanto a angustia, quanto sentimentos alegres, em notas musicais. Até aqui, são dois EPs e mais alguns singles, mas temos certeza que há muito mais por vir, e por isso, E a terra nunca me pareceu tão distante é nosso convidado para o bate papo desta semana. Morgan Gonçalves: Sejam bem-vindos, rapazes....

Muito feliz por conhecer o trabalho de vocês e poder compartilhar isso com mais pessoas através da October Doom Magazine. Pra começar, como vocês quatro se conheceram e decidiram seguir esse caminho musical do Post Rock? Luden Viana: Eu e o Rafa nos conhecemos ainda crianças, na época da escola. O Lucas e o Marcelo, que gravou tudo que temos lançado até o momento, se conheceram na época do colégio. Eu e Rafa tivemos uma banda durante uns cinco anos e uns seis meses após seu término começamos a montar a ideia do que viria a ser a EATNMPTD. Começou como um trio, com meu primo Danilo no baixo e desde esse momento estava decidido que seria instrumental, não necessariamente post-rock. O post-rock nunca foi um negócio pretendido, ele só aconteceu (risos). A gente percebeu logo no começo que precisávamos de mais uma guitarra e o Lucas Theodoro entrou. Depois de um monte de tretas da vida (trabalho, faculdade, falta de horários, etc) e da saída do meu primo, o Marcelo Mamaa entrou. Ele e o Lucas também tocaram durante muitos anos juntos em outra banda chamada Doppelgangers que acabou mais ou menos na época que o Marcelo começou a tocar conosco.

O Luccas entrou no fim do ano passado com a ida do Mamaa pra Londres. Ele e o Theodoro se conheciam faz tempo também, mas eu e o Rafa só o conhecíamos pelos trampos com a Jennifer Lo-Fi e Lisabi, ambos como baterista. M.G: A banda lançou sua primeira demo (Nem tanto, nem tão pouco), na segunda metade de 2013, e no final do mesmo ano, lançaram o primeiro EP, que recebeu o nome da Banda. Como foi esse início de trajetória, para o EATNMPTD?

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Luden Viana: O Começo foi meio curioso. Ninguém

bem sincero. Consigo ver grande parte das ideias do Vazio no EP anterior…Acho que o aprendizado foi tinha grandes pretensões. Só queríamos fazer muito mais em como ser uma banda, como fazer as exatamente as músicas que fizemos. Foi tudo coisas funcionarem, como fazer um show funcionar, feito com calma e na raça. Só conseguimos gravar do que no processo de composição. Algumas das porque rolou a grana do prêmio do mês da cultura ideias de riffs do Vazio, já estavam prontas ou sendo independente no Centro Cultural da Juventude e trabalhadas na época do homônimo. Acho as coisas fomos vendo o que ia virar a partir disso. que fazemos hoje muito mais maduras e pensadas. M.G: A banda encontra referencias em bandas Mas esse período foi bom. Foi o período de entender como Explosions in the Sky e Godspeed You! Black como é ter uma banda, o que vai muito além de fazer Emperor. No Brasil, temos o Labirinto, que se aproxima dessa sonoridade, mas ainda são poucos, músicas hahaha. os representantes do Post-Rock no país. Por que M.G: A gente percebe – ou pelo menos eu sinto – vocês escolheram esse gênero pra se expressar que os nomes das músicas dizem tudo o que uma através da música? voz poderia dizer no decorrer das canções. Como vocês nomeiam as músicas do EATNMPTD? Luden Viana: Não sei exatamente se existia essa coisa objetiva de se expressar com música ligada Luden Viana: Os nomes das músicas quase diretamente ao gênero musical...A gente precisava sempre são dados por quem trouxe o arranjo se expressar de alguma forma e calhou dos arranjos principal da parada. Normalmente somos eu e o que tínhamos soarem dessa forma. A gente sempre Lucas que levamos as ideias brutas pros ensaios e teve muita influência de Hurtmold, Tortoise e todas aí trabalhamos todos juntos. Acho que os nomes as outras já citadas. Isso influenciou nosso jeito de tentam passar algum sentimento do momento de compor de formas que nem conseguimos precisar composição. Eu tenho uma dificuldade muito grande muito com palavras. O nosso processo de composição de compor como rotina. Acaba sendo sempre nos é muito natural e pouco premeditado. As coisas momentos de introspecção e calma que faço as coisas somente aconteceram (risos). e junto aos acordes vem alguma ideia de nome. De vez em quando o nome vem antes da música e as coisas giram em torno dele. Sei lá. Não é muito matemático. Mas tentamos sempre dizer algo, por mais simples ou enigmático que seja. É a única coisa com um significado - relativamente - objetivo nas músicas, não faria sentido nomear de qualquer jeito. M.G: Até aqui, foram dois EP, duas singles e uma demo... muitos shows e claro, muitos amigos.... Quais dos próximos passos para o E a terra nunca me pareceu tão distante? Luden Viana: Um clipe, lançar um 7’’ - que já está gravado-, tocar por todos os lugares que nos deixarem, fazer mais amigos, lançar mais EPs, envelhecer tocando guitarra/baixo/bateria, fazer uma vida disso hahaha. Acho que é por aí. M.G: Este, senhores, é um espaço livre, pra que vocês possam mandar mensagens, cobrar dividas, mandar beijos, contar piadas sem graça... enfim, fiquem a vontade! M.G: Depois do álbum homônimo, vieram mais dois Luden Viana: Po, cara, você falou com o cara mais singles, até que fosse apresentado, em novembro sem graça da banda pra contar piada hahaha. de 2014, o segundo EP, sob o título de Vazio. O Essa semana eu li uma entrevista com o pessoal do álbum apresenta um amadurecimento da banda, Ventre, uma banda bem massa do RJ, e nela eles bem como a reafirmação do interesse pelo Post falavam sobre como eles vivem de música e tudo Rock, sem deixar de lado outras possibilidades mais. Fiquei meio feliz lendo aquilo porque não faz sonoras. Como foi esse período entre o primeiro EP nem um mês que a Larissa - baterista da banda e Vazio? nos abrigou em sua casa por quatro dias enquanto Luden Viana: Eu não consigo ver um tocávamos e gravávamos no RJ. Sei lá, sou meio wamadurecimento muito grande entre os EPs, sendo sentimental com essas coisas e o final da entrevista 6 | October Doom Magazine


falava pra acreditar. O Vitor Brauer falou isso no final da apresentação da Lupe de Lupe no Showlivre também, pra acreditar. Tem tanta gente da minha idade fazendo música e falando pra acreditar que eu não consigo me ver falando outra coisa pras pessoas. Acredita, corre pelo certo e acredita mais um tanto. Uma hora essa porra toda vai virar. M.G: E aqui, somos nós que agradecemos. São belíssimas as músicas da banda... linda a harmonia entre os integrantes e sem dúvidas, é uma banda que não saíra mais da minha playlist. Obrigado pelo bate papo, e muito sucesso pra vocês. E se vocês quiserem ouvir e acompanhar as novidades do E a terra nunca me pareceu tão distante, siga a banda nas redes sociais. Facebook.com/eaterranuncamepareceutaodistante

Foto: Divulgação

Eaterranuncamepareceutaodistante.bandcamp.com

Novo Disco do Recentemente, conversava com um amigo sobre uma grande banda de Funeral Doom que anda “sumida”. Bom, a banda é o Depressive Mode, da Turquia, e não anda tão sumida assim. Para quem não conhece, Depressive Mode foi formada em 2007, em Istambul, Turquia, por Engin Pomakoðlu (compositor, letrista, vocais limpos, teclados, programação de bateria) e Serkan Kekec (Brutal vocal, guitarra). A Dupla lançou seu primeiro registro em 2010, o EP Despair is Darkness, que apresentava uma proposta de Funeral Doom, com a inserção de elementos da musica médio-oriental como diferencial. Influências de Dark Ambient também são ouvidas nas músicas do Depressive Mode, principalmente no primeiro álbum completo da banda, Tales From Lonely Lands, lançado em 2011. Pois bem, exatamente hoje (01/09) o Depressive Mode lança oficialmente seu novo álbum, A Path to Nowhere. O novo disco foi lançado em parceria com a GS Productions, assim como o anterior A Path to Nowhere possui belíssimas doze faixas, que exploram profundamente o resultado do encontro entre Dark Ambiente e Funeral Doom, com melodias cuja cadência hipnotiza, enquanto o teclado nos leva para lugares distantes e inabitados, colocando o ouvinte frente a frente com seus próprios temores e lamentos. A capa do disco, criada pela artista romena Luciana Nedelea, também faz jus ao nome do álbum e todas as canções que o compõe. Facebook.com/depressivemodeband (Depressive Mode - A Path to Nowhere - 2015)

depressivemode.com/

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Para Conhecer

Por Morgan Gonçalves

Uma Cidade não só de Pizzas Nápoles, na Itália, é uma cidade conhecida internacionalmente pela gastronomia, e por seu valor histórico, porém é também lar de uma jovem banda de sonoridade distorcida, porém, muito agradável. Tuna de Tierra é um duo, fundado em 2013, sob iniciativa do guitarrista Alessio De Cicco, em parceria com Luciano Mirra. A sonoridade da banda foca principalmente elementos de Stoner/ Desert Rock, com referências em bandas como Black Sabbath, Kyuss e Queens of the stone age. Recentemente a banda lançou seu primeiro registo, EPisode I: Pilot, na forma de EP, com participação de Jonathan Maurano, nas baquetas. O álbum possui três faixas, que não abusam de pretensão, com músicas tranquilas e cadenciadas, com vocais limpos e tranquilos. Simplicidade seria uma ótima definição para a banda, que nem por isso, deixa a desejar na qualidade sonora. Uma excelente pedida para quem quer algo básico, mas não cansativo. No caso de Tuna de Tierras, menos é muito mais. https://www.facebook.com/tunadetierra https://tunadetierra.bandcamp.com http://soundcloud.com/tuna-de-tierra

Doom/Sludge/Drone/Noise

É a partir desta mistura que chega a dar medo, que Black Shape Of Nexus cria seus pesadelos em forma de música. Conhecida como B.SON (sigla para o nome da banda) o sexteto composto por Jan – Teclados; Ralf Bernhardt – Guitarra; Gebbo Barome – Guitarra; Stefan Kuhn – Baixo; Malte Seidel – Vocal e Marco Hauser – Bateria, surgiu em 2005, na cidade de Mannheim, na Alemanha. Com três álbuns completos, três Splits e mais um álbum ao vivo o Black Shape Of Nexus mostra que a banda não tem medo de experimentar novas possibilidades sonoras. A agressividade e energia que a banda apresenta em Studio e nos palcos, convida o ouvinte para uma dança envolvente e perigosa com sentimentos obscuros e raivosos, com cadências lentas e distorções viciosas... É uma banda, da qual é impossível ouvir só um disco, já que depois do primeiro, se quer sempre mais dessa seiva tensa e escura, como o Sludge deve ser. Conheça mais do Black Shape Of Nexus em https://www.facebook.com/blackshapeofnexus http://blackshapeofnexus.bandcamp.com 8 | October Doom Magazine


AGENDA:

EVIL NIGHT FEST #7

A sequência começa na quinta-feira, 03, onde rola o Evil Nights #7, realizado pela Abraxas, com as bandas Aura, de Space/Stoner Rock e Psilocibina, A noitada acontece no Saloon 79, em Botafogo, Rio de Janeiro. A casa abre suas portas às 20:30hrs, com ingressos à R$15 até as 21 horas e R$20 após. A arte do cartaz é do Rodrigo Toscano e mais informações, você encontra na página do evento no Facebook. Facebook.com/events/1482548778707936/

Underground Metal Fest

Para os fãs do Metal Negro, o fim de semana acontece mesmo no sábado, em Piraju, no interior de São Paulo, onde o Underground Metal Fest - Ritual XVIII reúne os adeptos do Black Metal. Serão cinco hordas, que se reúnem para a celebração: Warforged / Pr, Amen Corner / Pr, Lábar’oculto / Sp, Black War / Sp e Black Achemoth / Sp. O evento começa às 19:00 horas, no Centro de Lazer do Trabalhador, na Av. São Sebastião Nº 275, Vila Cantizane em Piraju. Os ingressos custam R$60, com direito à bebida liberada. Mais informações em Facebook: Facebook.com/events/108996629440863/

Overload Music Fest

Na Capital paulistana, é o Overload Music Fest que movimenta, com seus dois dias de evento. Para a edição de 2015, o cast do evento vem recheado de atrações internacionais, começando no dia 5 de setembro, com os ingleses do Anathema, passando por The Reign of Kindo, Riverside, Andy McKee e finalizando com Novembers Doom, em uma performance Acústica. O segundo dia de evento abre com Paradise Lost, Novembers Doom, Mono e Antimatter. Os ingressos varia entre R$180,00 e R$500,00 para um e entre R$340,00 e R$460,00 para os dois dias de festival, e mais informações na página do evento no Facebook: Facebook.com/events/838783492862238/

Paradise Lost e Anathema no Rio

E fechando o final de semana, o Rio de Janeiro recebe no feriado do dia 7, duas das maiores representantes do Doom Metal Mundial. Anathema e Paradise Lost. O Show acontecerá no Circo Voador, na Lapa, com ingressos a R$ 130,00 + 1Kg de Alimento não perecível. https://www.facebook.com/events/1010945738938700/

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Expediente: O October Doom Magazine é feito de Amizade, Cooperativismo, Força de Vontade e Amor pelo Doom, Sludge, Stoner e Gêneros afins. Aqui, algumas das pessoas e iniciativas que tornam o ODZ possível:

Editor Chefe: Morgan Gonçalves Edição: Morgan Austere Revisão: Solymar Noronha

Rodrigo Bueno Luan Monteiro Leonardo Reis Guilherme Rocha.

Fábio Mazzeu • Luiz Z Ramos • Luiz Bueno

• Thiago Rocha • Vitor Verô • Rodrigo Nueva • Vinicius Fiumari • Edgard Guedes • Bruno Gerasso • Rodrigo Reinke • Henrique Parizzi • Merlin Oliveira •

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E muitas outras pessoas que apoiam essa iniciativa direta e indiretamente. Obrigado à todos. October Doom Magazine. #FeelTheDoom


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October Doom Magazine. Edição #37 01 09 2015  

Publicação Semanal com Entrevistas, Resenhas, Shows e Lançamentos sobre tudo oque acontece no Cenário Underground no Brasil e o mundo! Downl...