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Agrupamento de Escolas de Valongo

Edição de maio de 2013

Ano XVIII Nº 51

1 Bugio

Destaques desta Edição:

PRESS udável tação sa n e m li a a para um B6

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TEBAS apresenta “Leandro, rei da Helíria”

Editorial "Esta edição especial comemora o 1° aniversário do Agrupamento de Escolas de Valongo. Ainda jovem, esta unidade orgânica integra seis escolas, com caraterísticas próprias, que as individualizam e fazem de cada uma, especial. Respeitando as diferenças, começámos a escrever a nossa história. Foi tempo de aprender, desaprender, reaprender… Foi tempo de compromisso, responsabilidade e ação… Foi tempo de angústias e incertezas… Foi tempo de alegrias, de emoções… Foi tempo de mudança, mas sobretudo, de construção e crescimento. Todos juntos, desde a educação pré-escolar ao ensino secundário, crianças, jovens e adultos, professores, pais e funcionários, procurámos delinear um percurso de aprendizagem e sucesso. Todos juntos, privilegiámos a educação e a formação de qualidade e, em suma, valorizámos a escola. Ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas, com muita vontade e trabalho, vamos definir o caminho mais adequado à nossa realidade. Entretanto, "O Bugio" continuará a registar os momentos importantes da vida deste agrupamento de escolas." A Diretora, Paula Sinde

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O Bugio

NOTÍCIAS da BIBLIOTECA

Na companhia dos livros, amigos para a vida... Integrada na Semana Aberta do Agrupamento, a Semana da Leitura, promovida pela Biblioteca e pelo Departamento de Línguas, decorreu com atividades variadas que incluíram a hora do conto, nas escolas de Concurso de leitura Trabalhos sobre a água

Sessão sobre higiene oral 1º ciclo e um concurso de leitura para os alunos dos 2º e 3º ciclos. A Biblioteca foi, ainda, espaço de exposições, sessões de higiene oral para os alunos do 2º ciclo, “Peddypaper” de Ciências Fisico-Químicas, para os alunos do 8º ano, “Book Vamos falar de livros?

Maquetes sobre a água

quetes sobre a água, outra inspirada na obra “O Cavaleiro da Dinamarca” de Sophia de M. B. Andresen e outra alusiva ao 25 de abril.

O prof. Adelino Amaral decorou a biblioteca com uma árvore que, ao longo ano, vai vestir-se de diferentes roupagens. Esta árvore vai, ainda, ter um habitante.

hunting”, para os alunos do 9º ano e acolheu, ainda, a nossa habitual tertúlia sobre livros, que já vai na sua 6ª edição. Este encontro contou com a participação dos alunos do Clube de Música. Estafeta de leitura Foram várias exposições apresentadas, entre as quais, uma de ma-

25 de abril, sempre!

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A Biblioteca da Escola de Fijós participou na atividade "Estafeta de Leitura", promovida pela Biblioteca Municipal de Valongo. A notícia desta iniciativa é dada na página da Escola de Fijós, pelos alunos e professoras que nela participaram.

A Biblioteca da Fundação de Serralves ofereceu à nossa Biblioteca um conjunto de publicações que irão integrar a nossa coleção. Boas Férias com boas leituras!


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DESPORTO ESCOLAR

Sempre a dar o seu melhor... E não é que se passou mais um ano letivo? As aulas estão a acabar e as atividades desportivas também! A nível interno, e já depois da edição da Páscoa d’ “O Bugio”, mas antes das férias, integrando a Semana Aberta do Agrupamento de Escolas de Valongo, teve lugar o Dia da Educação Física, tiveram lugar os Torneios Inter Turmas de Futebol, para as turmas do 5º Ano, Andebol, para as do 6º e 7º Ano e de Basquetebol, para as do 8º e 9ºAnos que, como de costume, decorreram com fair-play e desportivismo. A nível externo, os vossos colegas continuaram a fazer boa figura J! No Basquetebol, o Professor Marcelino levou a equipa de Iniciados feminina ao 1º lugar na Fase Local do CLDE do Porto, tendo falhado, por pouco, a ida ao regional Norte, devido a problemas burocráticos e à “compra” de reforços de peso, por parte da EB 2,3 de Valongo. Na Natação, a nossa Escola voltou a terminar entre as primeiras, de mais de 30 escolas e conseguimos apurar alguns colegas vossos para os Regionais (que, desta vez, tiveram lugar na Piscina de Águas Santas), de onde voltaram contentes por terem cumprido as expectativas. Por último, e ao contrário do normal na última década, a nossa Escola não organizou o Encontro de Encerramento de Natação, a já famosa “Meia Hora a Nadar de Sobrado”, devido ao encerramento da “nossa” piscina. Resta-nos desejar-vos….. BOAS FÉRIAS, até para o ano e……… PRATIQUEM DESPORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Educação especial

Dar asas à expressão artística... No âmbito da disciplina “Leitura animada”, os alunos de Educação Especial construíram uma barraquinha de marionetas. Para dar vida ao teatro, foi necessário inventar uma história. A prof. Zita Carvalho pôs mãos à obra e, com a ajuda dos alunos, que foram dando o seu

O que é Consciência Fonológica ? A consciência fonológica é a habilidade de perceber os sons da fala, independentemente dos seus significados. Envolve a manipulação auditiva e oral dos sons.

contributo, criaram as personagens (a Ana, por exem-

Através de atividades direcionadas e específicas, reali-

plo, inventou a Violeta). À história chamaram “A festa

zadas de forma lúdica, as crianças aprendem a perceber

dos zzz…” e tem um objetivo bem definido: desenvol-

sons de rima, dividir palavras em unidades menores,

ver a consciência fonológica dos alunos. Como a elabo-

identificar palavras isoladas, mexer na ordem dos sons

ração da história correu tão bem, a Prof. Zita está a pen-

formando novas sequências, e, consequentemente, per-

sar apresentá-la aos alunos do Pré Escolar e concorreu

ceber que sons falados podem ser escritos e vice-versa.

ao concurso literário “ Escrita Criativa”, promovido

O que parece ser óbvio, para leitores proficientes, é um

pela Escola Secundária de Valongo.

grande motivo de estimulação, para crianças que ainda

Aqui fica um pequeno excerto a convidar à leitura...

vão aprender a ler.

“Certo dia, três amigos resolveram fazer a festa dos sons. Combinaram que a festa seria apenas destinada aos meninos e meninas, cujos nomes tivessem o som “z”.

O Diogo e o Tiago da Escola de Fijós adaptaram e ilustraram a história “A sereia Estrelinha” que vai ser publicada no blogue da biblioteca. Página 4


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ESCOLA básica da balsa

Ser livre é… e outras descobertas Ser livre Ser livre é: Ser feliz, É ter amor, paz e sossego, É poder brincar com o cão, É poder brincar com os amigos, É poder fazer aquilo que queremos, É poder ser novo e crescer. Ser livre é: Ter uma mãe para nos ler histórias, É ter pai, É poder voar, E poder estudar. É brincar no escorrega, É poder voar como os passarinhos. Ser livre é: Bonito, É ser feliz e voar, É poder atirar pedras para a água da praia, É cumprimentar toda a gente, É poder brincar com as bonecas e os pais, Ser livre é bom… Trabalho coletivo / J.I. da Balsa

Agentes da Escola Segura visitam a Escola da Balsa No dia dezanove de abril, de manhã, estivemos a observar um filme sobre Segurança Rodoviária, que os agentes da Escola Segura trouxeram. Aprendemos coisas muito importantes: temos de andar de carro, com cadeirinha e cinto de segurança, até aos doze anos de idade; devemos sair do carro pelo lado do passeio e só podemos andar de mota, a partir dos sete anos, e com capacete. Também aprendemos que, quando andamos a pé e não há passeios, devemos ir de frente para os carros e na berma. Ao atravessarmos uma rua, devemos olhar muito bem para os dois lados. No fim, colocamos algumas perguntas. Foi uma aula interessante e muito divertida. Alunos dos 2º/3º anos Escola da Balsa

Os alunos do 1º ciclo da Escola da Balsa realizaram um trabalho de ilustração do livro ”Da gota ao oceano”. A cada aluno foi atribuído um excerto do livro que, em seguida, foi ilustrado. Os desenhos foram digitalizados e vão ser divulgados no “Bibliotecando”. Esta foi uma atividade desenvolvida com as docentes das turmas e com as professoras bibliotecárias.

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Escola básica de CAMPELO

Para uma alimentação saudável... PASSEZINHO Os grupos da educação pré-escolar, do jardim-deinfância de Campelo, estão a desenvolver, este ano letivo, diversos trabalhos e atividades, no âmbito do programa PASSE – programa de alimentação saudável em saúde escolar, com vista à promoção de hábitos de alimentação mais conscientes, esclarecidos e saudáveis. Temos contado com a colaboração de enfermeiros e de uma nutricionista, que nos têm orientado na concretização do programa, que foi apresentado aos pais, em reunião geral de jardim-de -infância. O PASSEzinho está a ser concretizado em 15 sessões, ao longo do segundo e terceiro períodos. Estas sessões são de aprendizagem e muito divertidas para as crianças. Abordamos temas como: a roda dos ali- aula, rapidamente se transforma numa cozinha ou numa mentos, alimentos saudáveis e não saudáveis, higiene sala de jantar! oral, importância dos afetos e atividade física. Numa das últimas sessões, transformámo-nos em jornalistas e fomos entrevistar os nossos familiares mais próximos! Estivemos a descobrir as “Histórias lá de Casa”, sobre os hábitos de exercício físico, que também são muito importantes, aliados a uma alimentação saudável! Descobrimos que os nossos familiares consideram o desporto e o exercício físico muito importantes, quer para o corpo, quer para a mente! Quase todos fazem algum tipo de atividade física! Vamos todos seguir o exemplo! TOCA A MEXER, pela Continuamos a Passe(ar) pela Vida com SAÚDE nossa saúde! Olá a todos e a todas, mais uma vez! Somos a turma C 2/3, da Escola Básica de Campelo e, este ano letivo, continuamos a partilhar convosco a implementação deste projeto: o PASSE! (Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar). Como já aconteceu no ano anterior, este programa tem contribuído para que conheçamos cada vez mais e melhor os alimentos, aqueles que são mais nossos “amigos”, aqueles que podem trazer coisas menos boas para a nossa saúde, ou seja, continuamos a aprender mais e mais sobre alimentação saudável e, isto tudo, de uma forma muito divertida! Temos realizado várias sessões, a nossa sala de Página 6


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Escola básica de CAMPELO

Observar/aprender/aplicar A turma C1/2 da Escola Básica de Campelo fez um trabalho de grupo, sobre os seres vivos (plantas). No trabalho aqui representado, o grupo do Rafael Barros, do Ruben Samuel, do José e da Matilde desenhou uma árvore, identificou as partes que a constituem e referiu, ainda, as funções de cada parte da planta. O grupo do 1º ano fez uma experiência, sobre a germinação do feijão. Nesta fase inicial, pudemos observar os três recipientes onde os alunos colocaram as sementes. Os alunos que participaram neste trabalho foram o Daniel, o Francisco Vieira e o Tomás. No recipiente do Daniel já podemos observar a semente a rebentar.

Marta

João Paulo

Na área do português, os alunos aproveitaram os seus ídolos para, através da descrição, introduzirem o uso dos adjetivos nas frases. As imagens ao lado mostram os resultados alcançados.

Jorge Filipe

Maria João

Joana

Rafael Vale

PROJETO SOBE No dia 8 de abril, no âmbito do Projeto SOBE (Saúde Oral Bibliotecas Escolares), a turma do 1º ano assistiu à projeção do filme “A lenda do reino dos dentes” apresentado pelas Professoras Bibliotecárias. Nessa sessão, foi explorada a importância da escovagem dos dentes e foram realizadas, pelos alunos, algumas atividades, entre as quais a ilustração de um dente, conforme a imagem o demonstra. Turma C1 de Campelo

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Escola básica de CAMPELO

Tempo de crescer... Crescer em Segurança A segurança é uma coisa muito importante e, para a aprendermos melhor, veio à minha escola a G.N.R., no dia 12 de abril à turma C3/4 e C4, para aprendermos mais coisas sobre a segurança e podermos “crescer em segurança”. Eu aprendi várias coisas com o Guarda Vicêncio e a Guarda Catarina, que são as seguintes: - Devemos estar sempre com atenção ao que os guardas mandam fazer, pois se não estivermos com atenção não podemos ter uma vida em segurança; - Devemos estar sempre na cadeira própria, a menos que tenhamos mais de 12 anos, ou então, se o carro não tiver cintos atrás, ou se fôr um carro comercial; - Aprendermos que antes de atravessar na passadeira, devemos parar e olhar para a esquerda, direita e novamente para a esquerda. Para finalizar este texto, vou falar de uma das mais importantes coisas. É importante não abrir a porta a pessoas que não conhecemos, não aceitar nada de estranhos, nem falar com eles.

A primavera A primavera é a minha estação preferida! Eu adoro a primavera, porque faço anos nesta estação e gosto de ver as flores a crescer e o sol lindo a brilhar. Eu gostava de estar a ver televisão, brincar com o meu irmão e jogar computador. Eu queria ir passear, brincar com as minhas amigas e andar de bicicleta. Também gostava de fazer um piquenique ao ar livre, jogar à bola na relva e fazer muitas mais brincadeiras. Na primavera é tudo mais colorido e lindo, já podemos tirar os “kispos”, os cachecóis e as luvas. Como é bela esta estação! É por isso que eu adoro a primavera. Ana Luís Coelho e Silva, C3/4

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Ilustração de Maria Keil in “A Primavera é o tempo a crescer”


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ESCOLA básica DE Fijós

Para mim, liberdade é... Sair de casa e poder correr. Ilustração de Maria Keil in “A Primavera é o tempo a crescer”

(Carolina) Para mim, liberdade é falar sem medo. (Dinis) Para mim, liberdade é poder ir à biblioteca e ler o livro que eu escolho. (Inês) Para mim, liberdade é vestir como eu gosto. (Maísa) Para mim, liberdade é andar de bicicleta e ir à praia. (Rita e Ivone) Para mim, liberdade é dar a minha opinião. (Rúben) Para mim, liberdade é andar na escola com meninas. João) Para mim, liberdade é poder sair do meu país quando eu quiser. Maísa) Para mim, liberdade é poder demonstrar carinho por alguém. (Inês) Para mim, liberdade é poder manifestar-me. (Rodrigo) Para mim, liberdade é poder andar descalço. (Flávio) Para mim, liberdade é sentir-me feliz no meu país. (Sofia) Para mim, liberdade é ver o programa de televisão que eu gosto. (Joel)

Poder brincar, divertir-me, estudar, aprender… Ser feliz, sem guerras. Ter liberdade para falar e fazer o que penso. “ Filipe Barbosa “Ser feliz e estar sempre alegre, nunca chorar.” Raquel Silva “Gostava de ter liberdade para expor as minhas ideias e para ajudar quem mais precisa”. Lara Barbosa

Escola Básica de Fijós – Turma F2 Poder brincar no monte. Andar de moto quatro. Descobrir coisas novas.

Andar nos riachos a molhar as mãos e os pés Beatriz Silva “Se eu tivesse liberdade, poderia deitar-me mais tarde. Era certo que não comia a sopa, só o que mais gostasse. Escolheria eu a minha roupa e passava mais tempo a ver televisão e no computador. Acabo de descobrir que não sei se seria realmente mais feliz…” Joana Bessa Escola Básica de Fijós - Turma F2/3B

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ESCOLA básica DE Fijós

Saber mais... ALIMENTOS PARA TODOS OS DIAS / ALIMENTOS PARA OS DIAS DE FESTA No dia 10 de abril, tivemos mais uma sessão do PASSE (Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar). Aprendemos a distinguir o que se pode comer, todos os dias, do que só se deve comer, em dias de festa. Alimentos dos dias normais - qualquer alimento representado na Roda dos Alimentos (peixe, carne, frutas, hortaliças, leguminosas, leite, iogurtes, pão, batatas, arroz, massa….) Escola Básica de Fijós - Turma F1

Alimentos que devem ser reservados apenas para dias de festa - batatas fritas, bolachas de chocolate, croissants, refrigerantes, rebuçados, chocolates, gomas, chupa-chupas,

No âmbito do circuito da “Estafeta de Leitura – Con-

revelaram interesse e curiosidade e, de uma forma geral,

texto Municipal – que se realizou de 08 a 19 de abril,

interagiram e envolveram-se na atividade. Já em contex-

acolhemos em Fijós, no dia 15 de abril, a Escola Sénior

to de sala de aula, as crianças fizeram registos da ativi-

da Associação Viver Alfena que nos apresentou o conto

dade.

“O Barco de Papel”, de António Torrado.

No dia 16 de Abril, em representação da EB1/JI de Fijós as professoras bibliotecárias deram continuidade à estafeta, deslocando-se à Escola Básica de Azenha/Campo onde leram o seu conto e ouviram o conto “Sopa de Pedra”. Nunca é demais promover a leitura e o gosto pelos livros! Escola Básica de Fijós- Grupos do Pré-Escolar

Ensinaram-nos, ainda, a fazer barquinhos de papel. As professoras bibliotecárias deste Agrupamento, Manuela e Cristina, fizeram a leitura e a dinamização do conto “Um pequeno Crocodilo ternurento que só visto” de Daniela Kulot. Os grupos da educação pré-escolar Página 10


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ESCOLA básica DE Fijós

Se eu fosse um livro, gostava de ser uma banda desenhada, para que as crianças e os adultos pudes-

Centopeia das garras da Pantia (bruxa má), com Mom, Yoco e Mia. Catarina

sem ler-me e rir. Mas não gostava de ficar numa prate-

Se eu fosse um livro, gostaria de estar na biblioteca da

leira, parado e sozinho. Augusta

minha escola, na prateleira mais alta de todas, porque, assim, poderia visualizar os meninos que por ali pas-

Se eu fosse um livro, gostava de viver numa grande bi-

sam. Também gostaria de ser o número 3580 e ser de

blioteca, porque, nas bibliotecas, há silêncio e, nas ou-

banda desenhada, porque, assim, as crianças que gos-

tras casas, não. Eu seria um livro divertido, que daria

tassem de BD pegariam em mim.

para todas as idades, com jogos e muitas coisas interes-

Miguel

santes para aprender. Se me comprassem, esperava ser

Se eu fosse um livro, gostaria de ser um livro de aventu-

bem tratado pelos meus donos.”

ras, para as crianças me lerem e tratarem bem. Gostaria Miguel G.

de estar na biblioteca de Valongo. Ricardo

Se eu fosse um livro, gostava de estar numa biblioteca, para todos me lerem e gostarem das minhas histórias. Seria pequeno, mas muito grosso e com uma capa dura e forte. O meu título seria “A lenda da Centopeia” com unicórnios e fadas que têm uma aventura, ao salvar a

Se eu fosse um livro, gostava de ser um livro de contos tradicionais, para que as pessoas pudessem ler e reler os nossos antepassados. Gostava de ser o livro mais vendido em Portugal. Marta

Depois de visualizado o cartaz que estava na biblioteca da E.B2/3 de Sobrado, e do qual gostamos muito, decidimos, também nós, escrever um pequeno texto com o título “Se eu fosse um livro…”. De seguida, utilizamos toda a nossa imaginação e fizemos um desenho com o seguinte título “Se eu fosse a capa do meu livro seria…” Os resultados foram muito interessantes. Turma F1/4 Página 11


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ESCOLA básica DE Paço

Era uma vez... o sentido de sensibilizar os alunos para a importância de poupar água e proteger o meio ambiente, a EB1/JI de Paço participou na atividade “Gota a Gota”, proposta pelos Coordenadores do Clube de Proteção Civil, do Agrupamento de Escolas de Valongo. A escola recebeu pedaços de tela e todos (alunos, professores e assistentes operacionais) colaboraram na construção de uma “manta” alusiva ao “Ciclo da Água”.

N

Esta atividade serviu de incentivo na elaboração de uma história coletiva, em que todas as turmas idealizaram uma parte. Os mais pequenos, do Jardim de Infância, criaram o primeiro parágrafo “Era uma vez… partiram em viagem pelo mar fora…” A turma do 1º ano deu continuidade à história e terminou a sua parte “…com tantas coisas que tu nem imaginas!” A turma do 2º/3º anos seguiu a narrativa até “…alimentarem-se de outros peixes (algas←peixes←peixes maiores). ” Por último, os alunos do 4º ano finalizaram a história. Não foi atribuído nenhum título… Fica a sugestão: após a leitura da mesma, dá largas à imaginação e atribui-lhe um título adequado. BOAS LEITURAS! ________________________________

E

uma vez um rei, João Ratão, que morava num reino chamado S. Gonçalo. Um dia, o rei resolveu convocar os marinheiros do reino para irem à Índia. Colocaram, na grande nau do reino, mantimentos, remédios, ouro, bebidas e objetos pessoais. Depois de carregarem e colocarem tudo o que era necessário na nau, partiram em viagem pelo mar fora…

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Entretanto, pescavam peixes (sardinhas, carapaus…) que saltitavam nas redes. Os peixes eram cozinhados na cozinha do barco por um marinheiro cozinheiro. Certo dia, avistaram um tubarão martelo. Queriam muito apanhá-lo, mas ele conseguiu fugir sempre, até que deu uma boa dentada na nau que começou a meter água. Os marinheiros recearam o pior, porque achavam que iam mesmo parar ao fundo do mar. Um marinheiro chamado Afonso, muito corajoso, lembrou-se de ir ao fundo da nau, a nadar, para tapar os estragos que o tubarão causou e lá conseguiu que a nau ficasse boa para navegar. Quando o marinheiro Afonso se preparava para regressar, apareceu o tubarão que abria a boca e só se viam os dentes. O marinheiro pensou que era o seu fim, mas, qual não é o seu espanto, quando o tubarão começa a falar com ele. - Olá marinheiro! Venho do túnel do tempo do mar e não percebo porque me querem apanhar e matar. O marinheiro Afonso estava muito assustado, mas, agora, estava ainda mais admirado com tudo. Pensou que estava a sonhar ou tinha mesmo morrido. -Mas, mas, …tu falas? Não pode ser! Os tubarões não falam! - Já te disse, venho do túnel do tempo do mar. Lá, tudo é possível!


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ESCOLA básica DE Paço - Não…não “pooooode” ser! Tu não és real. - Acredita, marinheiro! Lá no fundo do mar, há um túnel com tantas coisas que tu nem imaginas! Vou levar-te a conhecer o túnel do tempo do mar… O marinheiro agarrou-se à grande barbatana do dorso do tubarão e este levou-o até à superfície. Os marinheiros que olhavam fixamente o mar, à espera do marinheiro Afonso, avistaram a barbatana dorsal do tubarão e gritaram: - Alerta! Tubarão à vista! Tubarão à vista! Ouvindo esta gritaria e detetando a aproximação do perigo, o tubarão mergulhou, novamente, nas profundezas do mar. Assim, o marinheiro não teve a possibilidade de avisar os seus colegas que se encontrava bem e que tinha feito amizade com o tubarão martelo. Os dois amigos seguiram, então, para o túnel do tempo do mar… Quando chegaram ao destino, o marinheiro ficou incrivelmente espantado com a variedade de espécies que existia (outros tubarões, raias, polvos, medusas…). O marinheiro ficou, então, a conhecer melhor as diversas espécies e respetivos habitats do universo marinho. Era tudo maravilhoso e sereno até ao momento em que assistiu à lei da sobrevivência “cadeia alimentar”… alguns peixes a alimentarem-se de plantas ou algas e peixes a alimentaremse de outros peixes ( algas← peixes← peixes maiores).

← ←

A certa altura o tubarão disse: - Eu esqueci-me de te dizer que havia aqui outra pessoa que tu vais gostar de conhecer. - Quem? Quem? Diz-me! - insistiu o Afonso. - Olha, ela é uma marinheira que vive aqui há bastante tempo. – contou o tubarão. - É bonita? Como se chama? Quantos anos tem? – perguntou o Afonso. - Chama-se Carolina e é uma jovem bonita! – respondeu o tubarão. -Vamos conhecê-la! Quando chegaram… o Afonso escondeu-se atrás do tubarão, mas este empurrou-o para a frente da Carolina. Foi amor à primeira vista! Ficaram logo apaixonados. -Como te chamas? És muito bonito. – disse a Carolina. - Eu? Eu chamo-me Afonso. – respondeu o marinheiro. - Queres namorar comigo? - Era mesmo isso que te ia perguntar. Então eles foram dar um passeio para se conhecerem melhor. Durante o passeio encontraram os outros marinheiros que também estavam no fundo do mar. Eles, quando viram o Afonso, acompanhado com uma bonita jovem e um tubarão martelo, ficaram espantados. O Pedro perguntou: - Então Afonso está tudo bem? - Está sim. Esta é a Carolina e o meu amigo tubarão martelo. – respondeu o Afonso.

Durante alguns minutos, ficaram a conversar sobre o que tinha acontecido, até que um marinheiro interrompeu a conversa e gritou! - Vejam o que eu encontrei! Foram todos ver. Era um baú de ouro! - Podemos ficar com ele? – perguntou o Rafael. - Podem sim. – respondeu o tubarão martelo.

Era a lei da natureza! Neste preciso momento, os marinheiros que permaneciam no barco começaram a ficar preocupados, até que o marinheiro Pedro teve uma ideia: - E se um de nós fosse lá em baixo à procura do Afonso? - Tu é que és o chefe, tens de decidir. – disse o Rafael - Vamos todos! - gritou o Pedro. Quando chegaram ao fundo do mar, viram o túnel e ficaram maravilhados! Todas as belezas do mar estavam ali. Do outro lado do túnel estava o Afonso e o tubarão martelo. Os marinheiros pegaram no ouro e foram para a nau para regressar ao Reino de S. Gonçalo. O Afonso, que estava apaixonado, resolveu ficar para trás, com a Carolina. Eles pediram ao túnel do tempo do mar que os transformasse em peixes. Ficaram para sempre no fundo do mar e viveram felizes, com os seus amigos peixes, na sua nova casa. FIM Trabalho coletivo realizado por todas as turmas da Escola Básica de Paço (Abril de 2013)

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Escola básica de Sobrado

Departamento de Ciências Exatas e da Natureza Concursos de Cálculo Mental O grupo de Matemática da Escola Básica de Sobrado desenvolveu, no dia 13 de março de 2013, uma atividade de cálculo mental destinada aos alunos do 2º e 3º ciclos. Esta atividade consistiu em duas competições, uma destinada aos alunos do 2º ciclo, SuperTmatik, e outra destinada aos alunos do 3º ciclo, Jogo do 24, tendo ambas decorrido, em simultâneo. Estas competições tiveram como principal objetivo desenvolver o cálculo mental dos alunos e promover o gosto pela aprendizagem da matemática. Aos alunos vencedores foi-lhes atribuído o respetivo prémio.

Alunos Vencedores – 1º LUGAR 5º ano Miguel Ângelo Dias, 1º LUGAR 6º ano André Silva

SUPERTMATIK Alunos Vencedores – JOGO DO 24

MATEMÁTICA EM JOGO A atividade “Matemática em Jogo” consistiu numa exposição interativa de jogos sobre a matemática, que decorreu na semana aberta, de 11 a 15 de março. Esta atividade foi composta por uma parte de exposição, propriamente dita, onde podiam ser visualizados sólidos platónicos, jogos de engenho (com a respetiva explicação) e onde foram patenteados jogos matemáticos realizados pelos discentes em anos transatos. A outra parte, mais interativa, era constituída por diversos jogos os quais podiam ser visualizados, manuseados e jogados pelos discentes. Esta atividade decorreu na sala B15, e participaram nela todas as turmas do 2º e 3º ciclos. Cada professor de matemática acompanhou, durante 45 minutos, a(s) respetiva(s) turma(s) à sala, para uma visita e exploração de uma parte do “mundo da matemática”. Esta atividade foi desenvolvida com o objetivo de promover as competências, ao nível da matemática e fomentar o gosto por esta área do conhecimento. Os alunos revelaram muito interesse e entusiasmo pela atividade e manifestaram vontade em participar, durante mais tempo do que o atribuído. Muitos alunos referiram que esta atividade deveria permanecer, ao longo do ano letivo.

Competições Nacionais De Ciência 2013 EquaMat

1º LUGAR Ana Margarida - 9º B 2º LUGAR Carlos Dias - 9º C 3º LUGAR João Ferreira - 8º C

Ambas as competições tiveram muito sucesso, tendo os alunos demonstrado bastante vontade em participar, grande entusiasmo e interesse.

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No dia 23 de abril, os 30 alunos selecionados das diversas turmas, do 3º ciclo da escola, deslocaram-se à Universidade de Aveiro, para participarem na competição de matemática (a nível nacional) – “Equamat”. A Escola Básica de Sobrado obteve o 66º lugar, num universo de 171 Escolas inscritas no evento. Dos alunos desta escola que participaram na competição, destacaram-se, com melhor desempenho, a equipa do 9º ano, constituída pelas alunas Ana Margarida e Daniela Oliveira, as quais obtiveram o 46º lugar, num universo de 611 equipas e a equipa do 8º ano, constituída pelos alunos André Santos e Sílvia Rocha, os quais obtiveram o 103º lugar, num total de 629 equipas. Com esta atividade, os alunos tiveram oportunidade de participar em projetos de grupo, desenvolver competências matemáticas, de forma lúdica, e o gosto por esta ciência exata.


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Escola básica de Sobrado

Departamento de Ciências Exatas e da Natureza AS CIÊNCIAS … Durante a “SEMANA ABERTA”, foram várias as atividades desenvolvidas no âmbito das Ciências Experi-

O Professor Doutor Nuno Formigo, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, acedeu ao nosso convite e veio proferir uma palestra, na qual participaram os alunos do 3º ciclo.

mentais, tendo como tema a “Água”. Nos “Laboratórios Abertos”, os alunos que se inscreveram, e muitos outros que foram aparecendo, puderam realizar várias experiências, sob a orientação de outros alunos e de alguns docentes. Foi possível ver uma demonstração de AQUAPONIA e conversar com o André Santos, aluno do 8º C, que tem vindo a aplicar e a aperfeiçoar esta técnica. Decorreu, no passado dia 14 de maio, a 1ª sessão de Higiene e Saúde Oral, promovida pelos Jovens Promotores de Saúde de Sobrado, no âmbito do Programa de Educação para a Saúde. Esta iniciativa contou com o apoio da Enf. Albertina Costa do ACES de Valongo. Os alunos do 5º A e do 5º D aprenderam a importância da escovagem diária dos dentes, bem como diferentes aspetos relacionados com a saúde oral. Prof. Fátima Araújo

PLANTAÇÃO DE ÁRVORES NO RECINTO ESCOLAR Durante o mês de abril, os alunos das 4 turmas do 5º ano e os alunos da Educação Especial fizeram plantações de árvores, no recinto escolar, oferecidas pelos Serviços Florestais de Mondim de Basto.

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Escola básica de Sobrado

Departamento de Ciências Humanas e Sociais O liberalismo Fez-se a Revolução Liberal Não no Brasil, mas em Portugal., A 24 de agosto, Na cidade do Porto.

Sucessor de D. João VI D. Pedro abdicou. Deixou o trono nas mãos de seu irmão, Que foi uma grande desilusão. Bruna Marujo, 8º C

Para o liberalismo ganhar, D. Pedro muito lutou. Tanto esforço fez, Que no fim triunfou.

Mas este provocou Uma grande confusão. D. Pedro voltou, Do Brasil para Portugal. Para acabar o absolutismo Por-lhe um ponto final. A guerra também se travou Na Ponte de Ferreira. A Batalha foi renhida E levantou grande poeira.

D. Miguel, seu irmão, Ficou devastado. Por ter perdido esta guerra, O absolutismo ficou arrumado. Catarina Alves, 8ºC Gravuras retiradas do arquivo on line da Torre do Em 1832 chegaram ao Porto Tombo. Disponível em: Forças liberais revoltadas http://antt.dgarq.gov.pt/exposicoes-virtuais-2/ Sobreviveram ao cerco durante meses Mas as forças miguelistas Pelos seus regimes lutaram, acabaram derrotadas. Cada um pelo seu, Ana Martins, 8ºC D. Pedro, o liberal, Confiou no irmão, Que quando governou, Criou grande confusão, D. Pedro regressou E o seu irmão derrotou. Sílvia Rocha, 8º C

A situação não era boa No reino de Portugal D. João VI, o seu rei, Morreu na capital. Sucedeu-lhe D. Pedro Que confiou no seu irmão,

Entre D. Pedro e D. Miguel, O liberal ganhou. E, finalmente, O Liberalismo triunfou. André Santos, 8º C A Batalha de Ponte Ferreira foi um reencontro entre as tropas liberais e absolutistas, travado a 23 de julho de 1832, no lugar de Ponte Ferreira, na freguesia de Campo, concelho de Valongo, no contexto do Cerco do Porto, durante a Guerra Civil (1832-1834). O combate desenvolveu-se em torno de uma antiga ponte de granito, pela qual o exército liberal pretendia realizar a travessia do Rio Ferreira. O exército absolutista era constituído por cerca de 15000 homens e o liberal por 8000 homens, fazendo um total de cerca de 23000 militares em combate. André Ferreira, 8º C

XIV Encontro de E.M.R.C. (no Parque da Cidade do Porto) No dia 19 de abril de 2013, realizou-se o XIV Encontro de alunos de E.M.R.C., no Parque da Cidade do Porto e os alunos do 8º ano de escolaridade da Escola Básica de Sobrado participaram “em peso”, com a sua jovial alegria e boa disposição. A equipa do Ensino Especial também disfrutou do saudável convívio e o sol brilhou mais alto nesse dia… Obrigada a todos aqueles que contribuíram para que fosse possível a realização desta atividade. Um especial agradecimento à Junta de Freguesia de Sobrado. O nosso bem haja! Prof. de E.M.R.C., Maria de Lurdes Nascimento

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Departamento de Ciências Humanas e Sociais Água, fonte de vida Água, líquido precioso, como preciosos foram os trabalhos de todos os alunos que, criativamente, aderiram ao projeto da exposição, sobre o tema “Água, fonte de Vida”. Quem pode apreciar, como eu, a variedade e a imaginação que os alunos demonstraram neste projeto, ficou certamente sensibilizado para esta temática que não deixa de ser preocupante. Vivemos num mundo em que a água é o líquido mais desejado, mais saudável e, ao mesmo tempo, mais mal distribuído do planeta terra. Gostaria que todos tivéssemos consciência que a água é essencial à vida e que, no futuro, dependemos da sua conservação em estado puro e natural para que a nossa sobrevivência e a de todos os seres vivos seja possível. Achei que, de uma forma geral, houve um interesse da parte dos alunos e das suas famílias em demonstrar a riqueza do património de Sobrado, nomeadamente o Rio Ferreira, os seus moinhos, as fontes e até a Pia Batismal da Igreja de S. João de Sobrado, onde a água se torna um símbolo da pureza espiritual e do regresso ao estado original. A água é realmente única e a sua capacidade de transfiguração transforma-a em algo mágico que as pessoas devem, sem dúvida, preservar, como um tesouro da Natureza. Prof. de E.M.R.C., Maria de Lurdes Nascimento

A LÁGRIMA Hoje tive um sonho mau … Vi uma criança que chorava, Do seu rosto caía uma lágrima E ela por uma gota de água implorava! Já há muito tempo Que do céu nenhumas gotas caíam As flores e as árvores murchavam E os animais morriam! Não havia água para beber, Nem tão pouco para banho tomar. Todas as pessoas estavam a sofrer E já nem conseguiam chorar … Ainda bem que deste pesadelo acordei, Não queria viver num mundo assim! Fiquei triste e chorei, Pensando que sem água seria o fim …

Foi então que comecei a entender Que a água devemos poupar e racionalizar Para que felizes possamos viver E neste mundo continuar! João Sousa Santos, 5ºA

Visita de Estudo ao Museu Soares dos Reis e ao Jardim Botânico Da parte da manhã, as turmas do 6º A e D foram ao museu Soares dos Reis e as turmas do 6º B e C foram ao Jardim Botânico. No museu Soares dos Reis, logo na receção, fomos atendidos, com muita simpatia, pelas guias. Depois de pousarmos as mochilas, dividimo-nos em dois grupos. A nossa guia deu-nos um papel, com muitas atividades. Passámos por muitas salas com pinturas, depois parámos num local, onde fizemos a nossa primeira atividade: desenhar o perfil de um retrato de Soares dos Reis. De seguida, passámos por outras salas e fizemos outras atividades, até que chegámos a uma sala que tinha objetos com muitas jóias preciosas: rubis, safiras, diamantes, esmeraldas…. Visitámos mais salas, mas, com muita pena nossa, tivemos que acabar a visita. No final, todos nós já estávamos com fome. Quando saímos do museu, fomos a pé para os jardins do Palácio de Cristal. Lá, almoçámos. Havia majestosos, magníficos, lindíssimos pavões, com a sua cauda de mil cores. Havia também gaivotas e pombas. De seguida, fomos para o parque que existe no palácio, brincar. Toda a gente adorou aquele tempo de convívio. Depois, fomos de camioneta para o Jardim Botânico, onde

está a antiga casa de João Henriques e Joana Andresen, avós da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen. Neste local, visitámos muitos jardins, como por exemplo: o jardim dos Jotas, o jardim do Xisto, o jardim dos Suculentos, o jardim do Arboreto, o jardim do Rapaz de Bronze, o jardim do Peixe… O meu jardim favorito foi o jardim dos Jotas. Adorei este jardim, porque, no chão, os arbustos fazem Jotas. Este jardim foi idealizado por João Henriques ser tão romântico que o mandou fazer para Joana, sua mulher. Eu adorei esta visita de estudo e espero ir, de novo, a outros locais. Joana Moura, nº 10, 6º D

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Departamento de Línguas Texto de opinião A Fada Oriana

Sophia de Mello Breyner escreveu o livro «A Fada Oriana» e Natividade Corrêa foi a ilustradora. O livro fala-nos de amizade, responsabilidade e de promessas. Oriana é uma fada boa que foi encarregada de tomar conta de uma floresta, dos seus animais, plantas e homens. Mas, um Peixe trouxe grandes alterações à sua vida: fê-la pensar demasiado em si própria, e ela esqueceu-se dos outros. Faltando à sua promessa, todos aqueles que dela dependiam passaram a viver mais miseravelmente e perderam toda a confiança que depositavam em Oriana. Por isso, a fada teve de tomar medidas e de mudar a sua atitude, para que os amigos que abandonou, voltassem a confiar nela. Consideramos este livro bom, porque a partir da sua leitura, apercebemo-nos de que a responsabilidade e a amizade devem estar presentes, também, nas nossas atitudes e que, se cumprirmos as nossas promessas, aqueles que nos rodeiam poderão viver mais felizes. Relativamente à amizade, a personagem Peixe mostrounos o seu lado negativo. Intriguista, interesseiro, descomprometido e ausente, o Peixe é o retrato daqueles amigos que não queremos ter ao nosso lado. Mas,

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esta história também nos mostra o que são os amigos verdadeiros. Vemos isso em Oriana que salta do abismo: ela esquece-se de si própria para salvar a Velha. Quanto à responsabilidade, há nesta história vários exemplos que nos mostram a sua importância: quando as andorinhas desafiaram Oriana a voar com elas para países distantes e a fada rejeita a oferta, porque estava comprometida com os seres da floresta; ou quando Oriana perdia dias e dias em conversa com o Peixe, deixando ao abandono e na miséria todos os que precisavam da sua ajuda. Num caso e no outro, podemos concluir que, se também nós cumprirmos com os nossos deveres, as pessoas que vivem à nossa volta são mais felizes; pelo contrário, quando tomamos atitudes irresponsáveis, acabamos por provocar nos outros sofrimento e desconfiança. Por tudo isto, recomendamos a leitura deste livro. A sua história apresenta-nos valores que são importantes na nossa vida. Além disso, a escritora é muito conhecida nos meios literários e, só por isso, é uma escritora de referência para nós. 6º C

Intrigas de capoeira (Reescrita de uma fábula) Numa bela capoeira, viviam muitas galinhas e um lindo galo maldoso. Entre eles havia um pato gabarola, uma codorniz intriguista e uns pintainhos amarelos e brincalhões. Certo dia, as aves da capoeira verificaram que o galo vaidoso não deixava de admirar o seu reflexo nas poças de água existentes no chão daquele espaço. Decidiram, então, descobrir os motivos de tal comportamento e pediram aos pintainhos que fossem brincar para junto do galo e lhes relatassem, depois, as conversas que tivessem escutado. Foi, assim, que ouviram o galo contar ao pato gabarola que ia sair com a galinha pedrês. Então, os pintainhos contaram o sucedido à codorniz intriguista que tratou de espalhar a notícia por todas as galinhas da capoeira. Estas, por sua vez, fizeram troça da galinha pedrês que ficou envergonhada e desiludida com aquelas que ela considerava como suas amigas. Mas, a galinha pedrês não se deixou ficar. Foi contar à intriguista da codorniz que a galinha amarela punha ovos estragados. A codorniz espalhou esta falsa notícia por todos os animais. Deste modo, a galinha amarela percebeu que a galinha pedrês a fizera passar por uma humilhação semelhante à sua. E compreendeu que não devemos fazer aos outros aquilo que não gostamos que nos façam a nós. 6ºB


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Departamento de Ciências Humanas e Sociais O QUE É UMA AÇÃO BOA?

mãe para que ela ficasse orgulhosa de ti e não ficasse tão cansada; mas,

Já reparaste que as pessoas têm opiniões diferentes acerca de tudo? Com certeza tu também tens opinião acerca de muitas coisas. E se eu te perguntasse “o que é para ti uma boa ação”? O que me respondias? Pois é, existiram dois filósofos que responderam a esta pergunta. Experimenta colocá-la aos teus pais e amigos e verás que eles irão responder como um destes filósofos. Vou apresentá-los.

quando estavas a limpar o pó do armário, partiste uma peça de louça!” Para Kant, a tua ação foi boa, porque, apesar de a tua ação ter corrido mal, a tua intenção era boa e é isso que torna a tua ação boa. Kant diz-nos que devemos agir por dever. Não basta fazer o que está certo para agirmos bem, é preciso fazê-lo por dever, com uma boa intenção. Ajudar

Para Stuart Mill, a sua ação foi

uma velhinha a atravessar a rua, na boa, porque, apesar de a intenção do esperança de ter uma recompensa, assassino não ser aquela, as consenão é uma boa ação, para Kant; mas, quências da sua ação foram boas. se fizer exatamente a mesma coisa, Para Mill, não interessa a intenção porque esse é o meu dever, então, com que a pessoa realiza uma ação, estou a agir bem. Kant diz-nos, tam- mas as consequências da ação. E o bém, que uma ação é boa, se nós qui- que são boas consequências? Trazer sermos que toda a gente faça o mes- a maior felicidade para a maioria das mo e que não devemos usar os ou- pessoas. Se uma ação provocar felicitros, como meio para atingir os nos- dade para muitos, é boa; se trouxer sos objetivos. Concordas?

infelicidade, é má. Vistas desta forma, parecem sim-

John Stuart Mill (1806 – 1873) Immanuel Kant (1724 - 1804) Este filósofo foi defensor de

ples, mas as duas teorias também são

O outro filósofo que te quero criticáveis. E tu, qual preferes? Pensa por ti e chega a uma definiapresentar é Stuart Mill. Ele era de-

ção de ação boa – é para isso que uma teoria intencionalista. Ele defen- fensor de uma teoria consequenciaservem as aulas de Filosofia que irás dia que, para avaliares uma ação co- lista. Por isso, para ele, uma ação boa ter a partir do 10º ano. Pensa bem. mo boa, ou como má, tinhas em con- era uma ação que tinha consequênCristiana Fernandes ta a intenção de quem a praticou. Eis cias boas. Repara neste exemplo: um exemplo para perceberes melhor:

“Um assassino contratado falha o

(aluna de Filosofia do 10º CSE)

“Vamos imaginar que estavas a tiro e fere um terrorista, impedindo ajudar a tua mãe nas limpezas lá de que este faça explodir uma bomba casa - a tua intenção era ajudar a tua que mataria dezenas de inocentes.”

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Departamento de Expressões Caminhada/Passeio de BTT do Ano Internacional da Cooperação pela Água Decorreu, dia 15 de Março de 2013, no âmbito da Semana Aberta, mais uma caminhada ao ar livre e passeio de Bicicletas Todo-o-Terreno, enquadrada no âmbito do “Ano Internacional da Cooperação pela Água”. Realizada, pela primeira vez, no contexto do Agrupamento de Escolas de Valongo, esta atividade foi o culminar de uma semana que decorreu com a realização de uma alargada multiplicidade de atividades, nos estabelecimentos de ensino integrantes, e onde o espírito de abertura à comunidade, de integração e cooperação entre aqueles, foi uma preocupação e um facto. Imbuída, intrinsecamente, deste espírito, e da prática de atividade física saudável, esta atividade, envolvendo cerca de 550 participantes, entre alunos, professores, pessoal não docente e Encarregados de Educação, decorreu entre dois percursos distintos, de ida e volta, com partidas na Escola Secundária de Valongo e Escola Básica com 2º e 3º Ciclo de Sobrado e destino comum na Quintarrei. Num percurso em espaço natural, ao ar livre e de beleza indiscutível, foi preocupação da organização promover a interação entre todos, numa perspetiva ecologicamente positiva, de preservação e respeito pela natureza, nas suas mais características particularidades, com especial referência para a preservação da água, à medida em que, no percurso, os participantes se iam deparando com maiores ou menores cursos e planos de água. Chegados a Quintarrei, decorreu um animado e saudável convívio entre todos os participantes, oriundos dos

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diferentes estabelecimentos de ensino, onde não faltaram os “comes e bebes”, disponibilizados por cada um, bem como propostas para a realização de atividades

físicas lúdicas e até a fatia de um calórico bolo gigante, alusivo ao acontecimento e oferecido pela Direção do Agrupamento, para ajudar ao caminho de regresso. Cremos poder afirmar, então, ter sido esta uma muito agradável e bem sucedida forma de culminar a Semana Aberta do Agrupamento de Escolas de Valongo, enquadrando e espelhando bem o espírito pretendido, para um novo ciclo e contexto de desenvolvimento que se abre aos estabelecimentos de ensino integrantes desta nova forma de organização. Esperamos que todos tenham gostado... Porque, para o ano, haverá, com certeza, mais! Gonçalo Rodrigues (Prof. Educação Física/Coordenador do Departamento de Expressões ESV)


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Dep. de Ciências Humanas e Sociais

Formação PRESSE no Agrupamento de Escolas de Valongo

O Dia da Europa no Agrupamento de Escolas de Valongo

Durante o mês de Janeiro do corrente ano, uma equipa multidisciplinar constituída por 3 elementos: um professor, uma enfermeira e um psicólogo desenvolveram uma formação para professores de diferentes níveis de ensino – do 1º ao 3º ciclo, no âmbito do PRESSE - Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Esta ação

No dia 9 de maio, no âmbito das atividades do Clube Europeu, comemorou-se o Dia da Europa, na Escola Secundária de Valongo. Os alunos do 11º LH3 apresentaram uma coreografia com a música do Hino da Alegria em versão hiphop. Após o seu término, os presentes dirigiramse ao auditório. A presidente da CAP, Paula Sinde, deu início a uma palestra que teve como orador o Engº. João Paulo Baltazar, Presidente da Câmara Municipal de Valongo. A sua exposição centrou-se na articulação entre o Dia da Europa e o Ano Europeu do Cidadão que se comemora este ano. Após a sua apresentação, os alunos do Clube Europeu interagiram com o orador, colocando questões pertinentes sobre o tema abordado. O envolvimento dos alunos inscritos na atividade e a recetividade da Comunidade Escolar foi motivante e promotora de eventos futuros.

foi promovida pela Administração Regional de Saúde do Norte, I.P. (ARSN), através do seu Departamento de Saúde Pública (DSP), em parceria com a Direção Regional de Educação do Norte (DREN), que apoia a implementação da educação sexual nas escolas, de uma forma estruturada e sustentada, envolvendo o trabalho conjunto entre os profissionais de educação e de saúde escolar. A formação teve a duração de 25 horas e as sessões foram teórico-práticas. Com esta formação, pretendeu-se desenvolver, nos docentes, competências para facilitar a promoção da educação sexual, em ambiente escolar e dotar os docentes de instrumentos facilitadores da promoção da educação sexual, em ambiente escolar de forma sustentada e estruturada, facilitando a aplicação da Lei nº 60/2009, de 6 de Agosto.

Profs. Lourdes Vilaça e Margarida Sousa

Prof. Helena Lobo

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mais sobre...

Conselho Geral Transitório Um momento histórico de trabalho colaborativo de olhos postos no futuro Perceber o percurso deste Conselho Geral Transitório é, sem dúvida, partilhar o prazer de um trabalho de empenhamento sério e a satisfação de uma colaboração produtiva, numa lógica de agrupamento. Dar uma resposta satisfatória, dentro dos imperativos legais, foi um desafio estimulante que nos moveu, ao longo deste ano. O Conselho Geral Transitório, e porque é transitório, tal como o nome indica, antes de nascer já tem marcado o seu prazo de validade. Tem já, também, determinadas as suas missões, e os prazos para as cumprir, bem como a sua composição, quanto ao número de elementos e à sua procedência: sete docentes, dois representantes dos alunos, dois representantes do pessoal não docente, quatro representantes dos encarregados de educação, três representantes da autarquia e três representantes da comunidade local. Quer isso dizer que, a composição do CGT está praticamente regulamentada a priori, com pouco espaço para escolha dos intervenientes, uma vez que têm de estar representados, por exemplo, entre os docentes, os vários níveis de ensino, o que obedece mais a uma lógica de funcionalidade técnica. Contudo, o carácter transitório do CGT não se encontra justificado nos normativos publicados. Essa transitorie-

dade levanta vários problemas, em matéria de legitimidade, na tomada de decisões (nomeadamente na eleição do diretor que, escolhido pelo CGT, irá prestar contas a um novo Conselho Geral, que será diferente na sua composição), em termos de funcionalidade e de motivação dos atores para promover e, ou dar continuidade a projetos. O CG é definido, no DL 75/2008, como o órgão de direção estratégica. A direção refere-se sobretudo a atividades de conceção de políticas; a gestão relaciona-se com a implementação dessas políticas. Portanto, a direção é sobretudo política e a gestão essencialmente técnica. Esta dicotomia que esteve subjacente a todo o nosso trabalho, permitiu-nos chegar ao fim, conscientes da sua importância, em momentos que se tornarão históricos, como o da aprovação do 1º Regulamento Interno do Agrupamento. A dificuldade da execução da tarefa uniu-nos, tornando, assim, possível uma aposta num agrupamento forte e coeso. Neste período de incertezas, tivemos a honra de fazer parte de um grupo que participou na mudança, sempre angustiante e, por vezes, mesmo cruel, crueldade que se atenua pelo facto de termos participado nela. Presidente do Conselho Geral, Prof. Abílio Ramos

Espaço Bugio Assinalando o primeiro aniversário do Agrupamento de Escolas de Valongo, respondemos ao desafio lançado pela Diretora, Prof. Paula Sinde, no sentido de anteciparmos a edição do último número do jornal “O Bugio”. Este número conta com a participação da Escola Secundária de Valongo, através de artigos variados que vêm contribuir para o enriquecimento deste jornal e para divulgar o muito que tem sido realizado por toda a comunidade educativa. “O Bugio” já existe desde 1996, quando, no primeiro ano de funcionamento da Escola Básica de Sobrado, foi lançado com um número único, editado no final do ano letivo (ver fig. à direita). Ao longo dos anos, passou por várias equipas, sempre com o mesmo espírito de divulgação das atividades realizadas pelos alunos e docentes, no âmbito da vida escolar, bem como de publicação de trabalhos da autoria dos alunos. O Bugio tem sido, ao longo destes anos, um espaço de registo de grande parte da história da vida escolar desta comunidade, à qual reconhecemos uma identidade muito própria e onde todos os intervenientes se podem rever . Esperamos continuar a contar com a colaboração de todos para mantermos vivo este projeto!

A A.E de Sobrado tem em mente, para finalizar o ano letivo, a organização de uma festa de final de ano e uma sessão de karaoke. Como o principal objetivo, ao longo do ano letivo, era a organização do baile de finalista do 9ºano, a associação já tem pensado o local e data, que, mais tarde, irá ter a confirmação para todos os alunos. Agradecemos a participação de todos, nos eventos que organizamos, ao longo do todo o ano. Alunos da Associação de Estudantes

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E ainda...

“Era uma vez… por mares já dantes navegados” O verso de Camões, reconvertido, deu a designação a um projeto do Departamento de Educação Pré-escolar, que na valorização da água, recorda a sua importância para as navegações. Navegações que levaram Portugal a outras terras e que trouxeram outros povos invasores. Povos que nos influenciaram muito! Neste âmbito, foi realizada, no passado dia 16 de abril, uma visita de estudo à Nau Quinhentista, atracada em Vila do Conde, junto à Alfândega Régia. Assim, as cerca de 140 crianças dos vários Jardins de Infância do Agrupamento, entraram a bordo, ouviram relatos, imaginaram vivências, conheceram a tripulação e tiveram uma experiência diferente. A partir daí, outras “navegações” estão em curso, nas várias escolas, tendo como base esta temática. Raquel Alves, Coordenadora do Ensino Pré Escolar

Qualific@ "Projeta o teu futuro" O Agrupamento de Escolas de Valongo esteve presente no Qualific@ nos dias 26 e 27 de Abril com a divulgação do Curso Científico-Humanístico – Ciências Socioeconómicas e nos dias 28 e 29 de Abril com a divulgação do Curso Profissional de Turismo. Os alunos dos referidos cursos demonstraram espírito de cooperação na elaboração de materiais para estar presente nesta mostra: powerpoints, marcadores, jogos temáticos, elaboração de um jornal e outros materiais. Sob o mote "Projeta o teu futuro", o MEC procurou, de uma forma dinâmica, lúdica e atrativa, divulgar a oferta de educação e formação do ensino secundário; dar a conhecer os diversos cursos de dupla certificação disponíveis nas escolas; promover a qualificação no acesso ao mercado de trabalho; sensibilizar para aprendizagem ao longo da vida e promover uma atitude de pesquisa ativa e de seleção de informação relevante para as escolhas a efetuar no futuro. Prof. Helena Lobo

De como se faz e desfaz um rei... O TEBAS, (grupo de teatro da Escola Básica de Sobrado) levou à cena a peça de teatro “Leandro, rei da Helíria, integrada no encontro de teatro escolar“TEATRANDO”. Esta foi mais uma apresentação de muita qualidade a que o TEBAS nos tem vindo a habituar.

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PASSATEMPOS Não diga/não escreva Os cidadões dirigiram-se às urnas . Estes produtos não são uns produtos quaisqueres. Nesse jogo houveram muitas ocasiões de golo. Tu dissestes que não aprovavas esta decisão. Não sei da minha cardeneta. Vi, no meu quintal, um largato. Deia-me o livro, por favor . Fiquei mal disposto e gomitei.

Diga/escreva Os cidadãos dirigiram-se às urnas. Estes produtos não são uns produtos quaisquer. Nesse jogo houve muitas ocasiões de jogo. Tu disseste que não aprovavas esta decisão. Não sei da minha caderneta. Vi, no meu quintal, um lagarto. Dê-me o livro, por favor. Fiquei mal disposto e vomitei.

Palavras Cruzadas

Anedotas de última hora

- Como é que sabes que as cenouras fazem bem aos olhos? - Já alguma vez viste um coelho com óculos? Duas pulgas foram ao cinema. No fim da sessão, decidem ir embora: - Olha lá, vamos a pé ou apanhamos um cão? - Como pões um elefante a secar? - Começas a chateá-lo, a chateá-lo e, quando ele for aos arames, prende-o com as molas da roupa.” Tiago Salgueiro in “Anedotas de animais ilustradas”

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Palavras Cruzadas Horizontais: 1—costumava; 2—almoço; 3—horários; 4— diferentes; 5—mesa. Verticais: A—tabuleiro; B—aeróbica; C—telejornal; D— telenovelas; E –. Véspera.

“O que diz um ouriço ao chocar com um cacto? - És tu, mãe?

A todos aqueles que colaboraram e permitiram a edição de mais um número do Bugio, o nosso muito obrigado. A toda a Comunidade Educativa desejamos ...

Boas Férias!

Ficha técnica Propriedade: Agrupamento de Escolas de Valongo

Equipa de coordenação: Maria Manuela Antunes, Maria Cristina Fernandes, Maria do Céu Moura Colaboração: professores, alunos e encarregados de educação. Morada: Rua de Fijós 4440334 Sobrado


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