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Agrupamento de Escolas de Valongo Ano XIX Nº 53

Edição de Março 2014

1 Bugio

Destaques desta Edição Editorial Mais um período letivo terminado e mais uma edição de "O Bugio" para registar as muitas experiências vividas no nosso agrupamento. Nas nossas escolas, vivemos cada dia com intensidade e alegria. Com trabalho e criatividade, aprendemos a pensar, a conviver e respeitar. Com determinação, persistência, paciência e rigor, ensaiamos pequenos passos para uma educação com sentido. Alunos, famílias, professores e funcionários, todos juntos, articulamos a ação para uma aprendizagem fecunda e profunda. Fácil? Nem sempre! Porém, une-nos uma crença partilhada e a alegria de construir um projeto de qualidade. O calor dos afetos apoia o crescimento de cada uma das crianças e jovens e o amor está na base de toda a aprendizagem. Nas nossas escolas, vivemos cada dia com alegria e amor e "a alegria e o amor são as duas grandes asas para os grandes feitos". (Goethe) Paula Sinde


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NOTÍCIAS da BIBLIOTECA

Aprender com a Biblioteca Escolar... “Aprender com a Biblioteca Escolar” é um projeto lançado, este ano letivo, pela Rede de Bibliotecas Escolares. Pretendese apoiar os professores no desenvolvimento do currículo, promover, nos alunos, o trabalho de pesquisa, um tratamento da informação eficaz, a utilização do catálogo coletivo do Agrupamento e o recurso a metodologias para a elaboração de referências bibliográficas. Este é um trabalho que envolve docentes de História e de Tic do 7º ano, já que foi o ano de escolaridade selecionado para desenvolver este projeto. O tema em análise é “Península Ibérica: Dois Mundos em Presença” e está a ser trabalhado no sentido da contextualização da Lenda de S. João de Sobrado. Os alunos participam em sessões, na Biblioteca, sobre literacia da informação e

realizam trabalhos variados que serão expostos durante a Semana Aberta do Agrupamento. No Dia de S. Valentim, para além da habitual distribuição de

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correio, a Biblioteca associouse ao projeto promovido pela Biblioteca Municipal de Valongo que consistiu na produção de individuais que foram utilizados, em alguns restaurantes do concelho, neste dia. Agradecemos as ideias criativas dos alunos que participaram! O Projeto SOBE (promoção da higiene oral) está, mais uma vez, a decorrer, este ano com sessões dinamizadas pela Enf. Albertina e pelas docentes de Ciências. Todos os alunos do 1º ciclo do Agrupamento e dos 5º, 6º e 7º anos da Escola Básica de Sobrado estão a frequentar esta formação que pretende, acima de tudo, incutir nos alunos hábitos de escovagem diária dos dentes. Os alunos da Prof. Lurdes Nascimento (ou seja, todos os alunos da Escola!!) visitaram a nossa Biblioteca e trataram o tema “Nelson Mandela e a sua vida em defesa dos Direitos Humanos”. Ao mesmo tempo que conheciam melhor esta personalidade, refletiam sobre a liberdade e a igualdade entre os homens, utilizando os variados recursos disponíveis na Biblioteca. Esta foi, ainda, uma oportunidade para refletir sobre as situações de violência em contexto escolar e o respeito que devemos ter com todas as pessoas com quem convivemos diariamente. Os alunos do 7º ano, da Prof. Lurdes Dias, vieram à Biblioteca, no âmbito da disciplina de Português, realizar um “Bibliopaper”

sobre a vida e a obra de Sophia de Mello Breyner Andresen. A Dra. Paula Machado, museóloga do Museu Municipal de Valongo e autora do livro “Bugiada” editado pela Câmara Municipal de Valongo, esteve nas Bibliotecas das Escolas de Fijós e de

Campelo a contar aos alunos do Pré Escolar e 1º ciclo a Lenda de S. João de Sobrado. Os alunos participaram entusiasticamente, já que a tradição das Bugiadas os acompanha desde que nasceram. BOAS FÉRIAS Professora Manuela Antunes


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DESPORTO ESCOLAR

Notícias dos nossos atletas Ora bolas! - Dizem os Professores de Educação Física. Agora que estávamos a conseguir pôr os alunos em forma (depois de os fazermos “derreter” as rabanadas, bolo rei e aletria) lá vão eles deitar o nosso trabalho por água abaixo, com as amêndoas, folar e pão de ló… Mas, falemos de coisas sérias e das atividades levadas a cabo pelo Desporto Escolar, neste segundo período, que está a chegar ao fim, e dos “feitos” dos vossos colegas. As “meninas do Basket” já tiveram as três jornadas, da fase local, do torneio e, neste momento, encontram-se no segundo lugar do grupo que lhes dá apuramento para a fase seguinte; no entanto, esse apuramento ainda

está dependente dos resultados da última jornada (onde elas não jogam). Na Natação, já tiveram, também, lugar os três Encontros, que servem para apurar os alunos que irão aos Regionais; este ano, devido à proliferação de alunos federados, o apuramento dos alunos “normais” passou a ser quase uma “Missão Impossível”. No entanto, os vossos colegas nunca desistiram e, dando sempre o seu melhor, conseguiram alguns resultados de relevo, melhorando, ao longo do ano, as suas marcas.

Finalmente, resta-nos falar do Atletismo, onde voltamos a marcar presença no Corta-Mato Distrital do Porto e onde, “à segunda”, (a primeira tentativa foi adiada, devido ao mau tempo) os vossos colegas voltaram a ter um desempenho muito positivo no“Lamódromo” do Parque da Cidade, conseguindo muitos resultados, na primeira metade das classificações por escalão/sexo – Inf A Fem 19º (em 67); Inf A Masc 25º (em 67); Inf B Fem 53º (em 64); Inf B Masc 21º (em 75); Inic Fem 44º (em 53); Inic Masc 27º (em 67) e Juv Masc 36º (em 43). Das restantes atividades desportivas, deste segundo período, falaremos no final do ano, pois os Torneios Inter-Turmas da Semana Aberta irão ter lugar depois de encerrada esta edição d’ ”O Bugio”, pelo que nos resta desejar umas boas férias da Páscoa (cuidado com os doces e a “linha), descansem, divirtam-se e preparem-se para o terceiro Período (que vai ser bem rápido). Professor Rui Castro

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ESCOLA básica da balsa

Atividades no jardim... O segundo período foi muito rico em projetos e, consequentemente, em vivências, no JI da Balsa. Vamos destacar logo o início, com o cantar das janeiras, que decorreu da melhor forma, alegrando as ruas das redondezas da nossa escola. O primeiro grande projeto trabalhado foi o sistema solar, com muitos porquês sobre o sol e os corpos celestes que estão sob o seu domínio gravitacional. Surgiram histórias, muitas questões e filmes. O projeto culminou com a construção de uma maquete deste grande tema.

crianças até aos 6 anos. O livro trabalhado foi “A Gata Gatilde” e apresentamos, aqui, o resultado. Destacamos, também, no âmbito do projeto ACP Kids, um cartaz, que foi entregue à Câmara, para sensibilizar as pessoas responsáveis, para a falta de sinalização nas imediações da nossa escola. Alunos do JI da Balsa e educadora Cristina

O carnaval foi uma festa divertidíssima com danças, jogos e desfiles! A cor das fantasias e das serpentinas transformaram o dia em magia e a imaginação e a alegria fez deste dia, um dia especial. Viva a fantasia! (Foto na primeira página) Inscrevemo-nos no concurso “Uma aventura literária 2014”, na modalidade de desenho, para

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ESCOLA básica da balsa

O dia de S. João no tempo dos avós

No dia vinte e quatro de junho é celebrado o maior acontecimento de Sobrado, o S. João. Os Cristãos comemoram a vitória sobre os Mouros e os festejos duram todo o dia. No tempo dos nossos avós, o dia começava cedo para todos os participantes e para a maioria dos sobradenses. Os Bugios, pelas oito horas, faziam a sua concentração e dança de apresentação, em casa do rei Cristão, enquanto os Mourisqueiros

a faziam em casa do Reimoeiro, com músicos e músicas diferentes. Por volta das dez horas iniciava-se o almoço dos dois grupos, em separado, na Casa do Bugio. Às onze horas, os Mourisqueiros terminam o almoço para participarem na missa solene e na procissão. Enquanto isso, as mães de família, em casa, preparavam os comes e bebes que levavam pa-

ra o almoço. Normalmente era arroz e cozido à portuguesa ou cabrito assado e, como nesse dia costumava estar calor, levavam água, pois era uma necessidade. Os homens levavam garrafões de vinho. A festa durava todo o dia, as famílias saíam de casa de manhã, para garantirem um lugar no Passal. Iam a pé, porque naquela altura não tinham transportes públicos e poucas famílias tinham transporte particular. Nas ruas e caminhos havia sempre muito movimento de pessoas. Quando as famílias chegavam, escolhiam um lugar, estendiam a toalha, punham tudo em cima e iam ver a Dança de Entrada. Vinham pessoas de muitos sítios que só iam embora, no fim do dia, quando as representações acabassem. A Dança de Entrada começava no fim da procissão e nesta, Mourisqueiros e Bugios empenhavam-se ao máximo nas suas danças, perante os olhares maravilhados de milhares e milhares de pessoas. Era um desfile de alegria, movimento e cor. De seguida, apareciam os participantes responsáveis pelas críticas sociais, que divertiam os presentes e, no fim, toda a gente ia almoçar. De tarde, por volta das quinze horas, continuavam as representações. Realizava-se a cobrança dos direitos, depois a sementeira ou lavra da praça, outras representações e, às dezassete horas, a Dança do Doce, Página 5


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Escola básica da Balsa

em frente à casa do padre, feita primeiro pelos Mourisqueiros e em seguida pelos Bugios, dirigindo-se, depois, para o respetivo castelo, onde se dava início às diligências entre os dois grupos e, mais tarde, à batalha entre Mouros e Cristãos e à prisão do rei dos Cristãos, no seu castelo. Esta guerra acontecia porque os Mouros queriam ficar com a imagem milagrosa de S. João Batista que tinha salvo a princesa, filha do rei Mouro e que pertencia à tribo dos Cristãos, que a queriam de volta. Os Cristãos, para libertarem o seu rei ,construíram uma enorme serpe e, investindo com ela contra os Mouros, assustaram-nos de tal maneira que estes fugiram a sete pés. Desta forma, tudo voltou ao normal e restabeleceu-se a paz. Todos os anos, milhares e milhares de pessoas assistem com alegria e emoção a estas representações repletas de cor e movimento. O número de Bugios tem vindo sempre a aumentar e já ultrapassa o meio milhar. 3º/4º anos da Escola da Balsa

Cascata de S. João Os alunos da Professora Lurdes Nascimento, com o apoio das suas famílias, construíram e modelaram réplicas de edifícios e outras construções, bem como personagens ligados à festa de S. João de Sobrado.

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Com estas peças montou-se uma Cascata, que pode ser visitada, na Biblioteca da Escola Básica de Sobrado. Destacamos, aqui, as figuras centrais da festa: o S. João, o Bugio e o Mourisqueiro. O nosso agradecimento a todos os pais e encarregados de educação que apoiaram este projeto.


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Escola básica de CAMPELO

UM INVERNO COM COR Para decorar a nossa sala de aula, a professora resolveu lançar a ideia e nós, com os nossos pais, decorámos, em casa, os nossos bonequinhos para enfeitar um cartaz que preparámos na sala, na hora das expressões. Utilizámos variadíssimos materiais e o resultado foi o que mostramos na fotografia, com alguns dos bonequinhos que fizemos… Lá porque os dias no inverno são cinzentos e nublados, isso não significa que nas nossas salas não possa haver cor e alegria! Este ano tivemos um inverno muito chuvoso…dias muito cinzentos em que não pudemos ir

para o recreio brincar, saltar, fazer corridas, jogar à bola, brincar às caçadinhas…

Projeto “Saúde Oral” Olá, a todos! Somos a turma C2, do Centro Escolar de Campelo e, à semelhança do ano passado, também este ano letivo estamos a participar no projeto “Saúde Oral”. Com este programa, temos aprendido a tratar melhor dos nossos dentinhos: escovamo-los todos os dias, na escola e até já recebemos a visita dos alunos

estagiários do curso de Medicina Dentária do ISCSN, que estiveram a observar os nossos dentes e nos deram alguns conselhos

Turma C1

importantes que não devemos esquecer: - Lavar os dentes depois das refeições e sempre que comemos uma guloseima; - Ter uma alimentação saudável; - Visitar o dentista regularmente. No final da visita, entregaramnos um diploma e um livrinho com atividades muito divertidas! Deixamos-vos, aqui, algumas imagens desse dia. Turma C2

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Escola básica de CAMPELO

Na atividade de enriquecimento curricular de Inglês, a turma C2/3, da Escola Básica de Campelo, realizou uma atividade de pintura, recorte e colagem sobre o St. Valentine’s Day. O trabalho de pesquisa realizado permitiu encontrar alguns poemas, alusivos a esse dia, bastante engraçados. Na área de expressão plástica, com o tema do Carnaval como pano de fundo, os alunos construíram as suas máscaras favoritas e o resultado é o que se segue:

Na atividade de enriquecimento curricular de Inglês, os alunos estudaram o tema “Animals” e uma das atividades realizadas e que merece destaque no nosso jornal é o “My Little Zoo! turma C2/3, da Escola Básica de Campelo

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Escola básica de CAMPELO

Crescer em Segurança

Participação da turma C4 na Ação “Crescer em Segurança”, ministrada pela Associação para o Desenvolvimento Integrado da

Cidade de Ermesinde e a Secção de Programas Especiais de Santo Tirso, realizada na biblio-

teca da Escola Básica de Campelo. turma C4

Experiências

Carnaval

No âmbito da área de Estudo do Meio, a turma C1/3 da Escola Básica de Campelo realizou experiências relacionadas com as plantas para observar e avaliar, ao longo do tempo, o seu desenvolvimento.

A educação ambiental / proteção do meio ambiente é da responsabilidade da sociedade em geral, mas o papel do educador é de importância primordial neste processo. Para ajudarmos a preservar o

Foram plantados feijões, bolbos de flores e também um morangueiro e uma batata. Foi uma atividade onde participaram todos os alunos, com muito empenho.

nosso Planeta é necessário, desde cedo, sensibilizar para comportamentos amigos do ambiente e de respeito pela natureza. Sendo esta uma das temáticas abordada todos os anos, (sistematicamente) no Jardim de

turma C1/3

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ESCOLA básica DE Campelo

FESTA/DESFILE DE CARNAVAL

Infância, este ano proporcionouse servir de mote para o desfile de Carnaval. Saber separar os materiais para reciclar, respeitando os

ecopontos é uma das formas de ajudar a proteger o meio ambiente. Assim, e de acordo com as cores de cada sala, os grupos mascararam-se de ecopontos:

Escola Básica de Fijós Atividades do Dia do Pai No passado dia 19 de março, festejou-se o Dia do Pai, na turma do 1º/3º anos, da Escola Básica de Fijós. Na aula anterior a esta data, elaborámos e decorámos com grande imaginação, cuidado e muito carinho uns marcadores de livros, em forma de gravata, para os nossos papás ou “Dads”/“Daddies” como dizemos e aprendemos nas nossas aulas de Inglês. Presenteamo-los com umas frases bem simpáticas, pois o(s )nosso(s) papá(s) é(são): “o(s) nosso(s) herói (s)”(“Daddy you are my Hero”) ou “o nosso Mundo” (“Daddy you are my world”). Parece que os nossos pais adoraram o nosso presente! Profª Paula Viana, A.E.C. de Inglês

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azul, para papel e cartão, verde, para vidro e amarelo para embalagens plásticas e metálicas. Educadoras da Escola Básica de Campelo


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ESCOLA básica DE Fijós

Nós, os alunos do 1º ano, da turma F1/3, trabalhámos, no âmbito da Educação Literária, o livro de lengalengas: ”Mais Lengalengas” de Luísa Ducla Sores, com ilustrações de Sofia Castro. A nossa professora sugeriu que fizéssemos um desenho, imaginando uma nova capa para o nosso livro, partindo de duas das lengalengas que trabalhámos “A casa do João” e “Está a chover e a nevar”. O resultado foi este:

ces, corre para a Biblioteca mais próxima e descobre-as. São muito engraçadas!!!! Nós, os alunos do 3º ano, trabalhámos o livro “Robertices” de Luísa Dacosta, com ilustrações de Cristina Va-

ladas. Fizemos os nossos fantoches e apresentamos o texto “Carochinha” aos nossos colegas. Divertimo-nos imenso!!! Alunos da turma F1/3

Conheces estas lengalengas? Se ainda não as conhe-

Os alunos da turma F3/4, nas aulas das Expressões, construíram uma maquete do sistema solar, após o tema ter sido abordado em Estudo do Meio. Todos os materiais utilizados são reciclados (papel de jornal, restos de tecido, arame, …) Apesar de ter dado bastante trabalho a executar, no final, todos ficaram bastante orgulhosos com o resultado. Turma F3/4

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ESCOLA básica DE Fijós

Projeto ambiental

Nos dias 10 e 11 de março de 2014, os alunos do 1º ciclo,

Sapadores Florestais que tratam das florestas durante todo o ano, de forma a protegê-las dos incêndios, na altura do verão. A viatura que eles nos mostraram está adaptada ao trabalho que fazem e que não é muito fácil, pois andam, muitas vezes, em terrenos bastante acidentados e com muita inclinação. Qualquer pessoa pode participar nesta iniciativa, mesmo quem trabalhe durante a semana, uma vez que, aos sábados, também decorre esta ação. Ela é muito importante pois contribui para a valorização ambiental desta Área de Paisagem Protegida Local. Texto coletivo da turma F3/4, com ilustrações da turma F2 e participação das turmas F2/4 e F3

Projeto “ A Horta Biológica”

da escola de Fijós, participaram na ação de plantação de árvores autóctones que decorreu nas serras de Santa Justa e de Pias. Esta ação consistia em plantar três tipos de árvores diferentes (medronheiros, sobreiros e carvalhos), uma vez que nas serras já existiam vários eucaliptos. Cada aluno plantou uma árvore e contou com a ajuda dos Página 12

Este projeto, que teve início no ano anterior, consiste na exploração de um pequeno espaço em terra, situado no espaço exterior do Jardim de Infância, que foi transformado em horta, onde semeámos, plantámos e colhemos produtos hortícolas. Este ano, já plantámos e colhemos couve penca, couve nabiça e alho francês que levámos à cantina escolar, para fazer a sopa. Também plantámos/semeamos algumas ervas aromáticas. Neste mês de março, prepa-

rámos e estrumámos a terra da horta com o composto que fizemos no “compostor”, com a colaboração das senhoras da cantina escolar que nos dão os restos dos legumes que utilizam

para fazer as refeições. Também continuámos a fazer a compostagem com as cascas da fruta que comemos no lanche da manhã. Entretanto, já semeámos e plantámos algumas sementes e plantas que trouxemos de casa, tais como: alface, cebolinho, couve portuguesa e cenouras. Também colocámos uma vedação nova e fizemos um espantalho novo para a nossa horta ficar mais bonita e protegida. Grupos EPEF1 e EPEF2


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ESCOLA básica DE Paço

Poemas de Primavera Quando os dias de Sol apareceram, os alunos, na Escola Básica de Paço, felizes, disseram que tinha chegado a primavera, cansados que estavam de tantos dias de chuva. Lá expliquei que ainda faltavam alguns dias. A turma P2/4 (segundo e quarto anos) decidiu fazer umas belas poesias dedicadas à próxima estação. Esperamos que gostem!

A primavera é a estação das flores. Flores cheias de cores. Cores da primavera. Primavera cheia de Sol. Sol que dá calor. Calor ameno de primavera. Primavera é uma estação feliz. Feliz sou eu a brincar. Brincar e a ver nascer as flores. Flores que eu apanho. Apanho e atiro ao ar. Gonçalo (turma P2/4)

A primavera é cheia de flores. Flores coloridas que enfeitam o jardim. Jardim mais bonito agora. Agora que é primavera Primavera que é tão bela. Bela para jogar e saltar. Saltar para sonhar. Sonhar com as flores da primavera. Carolina (turma P2/4)

A primavera é a melhor estação. Estação do ano que dá para brincar. Brincar ao ar livre. Livre como o Sol brilhante. Brilhante aparece o arco-íris. Arco – íris com muitas cores. Cores como flores de primavera. Mariana (turma P2/4)

A primavera é bonita. Bonita e bela. Bela primavera cheia de flores. Flores de muitas cores. Cores que eu gosto, Gosto muito de brincar. Brincar com os meus amigos. Amigos sempre felizes. Marcelo (turma P2/4)

Na primavera flores de muitas cores. Cores como o arco-íris que enfeitam o céu. Céu mais azul na primavera. Primavera que me convida para brincar Brincar no recreio e no jardim. Jardim onde eu apanho flores. Flores com vários cheiros e cores. Cores que reluzem e pintam. Pintam a nossa vida. Vida mais colorida na primavera. Núria (turma P2/4)

A primavera é a rainha Rainha das flores Flores de muitas cores Cores que pintam a paisagem Paisagem que fica florida e verdejante. Verdejante com muitos verdes. Verdes diferentes e brilhantes. Brilhantes a reluzir os raios de Sol. Sol que dá luz e calor. Calor que me vai deixar ir brincar. Brincar lá fora e jogar. Jogar para me divertir e sorrir.

Na primavera nascem as flores Flores com cores brilhantes e lindas. Lindas como estrelas cintilantes e grandes. Grandes ou pequenas mas sempre belas. Belas flores de primavera. Diana (turma P2/4)

A primavera começa dia 19 de março Março mês da primavera e da árvore. Árvore verde e cheia de flores. Flores cheirosas e vaidosas. Vaidosas e muito coloridas. Coloridas fica tudo na natureza. Natureza que fica uma beleza! Érica (turma P2/4)

Primavera que és tão bela Bela cheia de raios de Sol. Sol que reflete a luz da árvore molhada. Molhada com algumas lágrimas. Lágrimas que as nuvens libertaram. Libertaram mas não ficaram por cá. Cá ficou a luz e o calor. Calor que eu gosto para brincar. Brincar com os amigos e a primavera festejar. Gabriel (turma P2/4)

Catarina (turma P2/4)

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ESCOLA básica DE Paço EDUCAÇÃO LITERÁRIA “Era uma vez…” Era uma vez uma árvore E uma árvore viva É um mundo. Tem tronco, braços, ramos, Folhas, flores, frutos. Biografia de Matilde Rosa Araújo Matilde Rosa Araújo nasceu e viveu em Lisboa, em 1921, tendo estudado em casa com professores particulares até ter entrado na Faculdade de Letras, da Universidade Clássica de Lisboa, em 1945. Foi professora, lecionando a disciplina de Português e foi formadora de professores na Escola do Magistério Primário de Lisboa. Foi autora de mais de 40 livros (contos e poesia para adultos) e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças. Dedicou-se à defesa dos direitos das crianças através da publicação de livros e de intervenções em organismos com atividade nesta área, como a UNICEF em Portugal. Em 1980, recebeu o Grande Prémio de Literatura para Crianças, da Fundação Calouste Gulbenkian, e o prémio para o melhor livro infantil, pela mesma fundação, em 1996, pelo seu trabalho Fadas Verdes (livro de poesias de 1994). Matilde Rosa Araújo, em maio de 2004, foi distinguida com o Prémio Carreira, da Sociedade Portuguesa de Autores. Faleceu em Lisboa a 6 de julho de 2010. Trabalho de pesquisa na sala de aula, Turma Paço1/3 – Prof. Rosa Soares

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E balança ao vento. E canta. E às vezes chora. Poisam-lhe os pássaros E as lágrimas da chuva. Elas purificam o ar, Embelezam a terra. (Matilde Rosa Araújo) Depois da leitura desta poesia, de Matilde Rosa Araújo, dedicada à árvore, fizemos a ilustração. Turma Paço1/3 – Prof. Rosa Soares

A partir de uma lengalenga sugerida pela professora, criámos as nossas lengalengas como tarefa de equipa. Os elementos do grupo iam dando ideias e as mesmas iam sendo registadas, sempre com palavras a rimar.

O que está no barco? Um arco. O que está no galinheiro? Um candeeiro. O que está no ninho? Um passarinho, Com um filhinho Muito fofinho.

O que está? O que está na floresta? Uma giesta. O que está na feira? Uma bandeira. O que está no farol? Um girassol. O que está no monte? Uma pequena fonte. O que está na areia? Uma mulher feia.

Trabalho de grupo: Diogo, Fabiano, Rui, Luís, Rodrigo e Dinis Manuel Turma de Paço 3º ano – Prof. Rosa Soares

O que está? O que está na banheira? Uma lapiseira. O que está no cato? Um gato. (Continua na página 15)


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Escola básica de Sobrado

Departamento de Línguas (Continuação da página 14)

O que está no buraco? Um pequeno macaco. O que está no fogão? Um anão. O que está na janela? Uma aranha amarela. O que está no cobertor? Um computador. O que está na casa de banho? Um rato a tomar banho. O que está na escola? Uma sacola. Um tubo de cola E uma bola que rebola. Trabalho de grupo: João, Juliana, Rúben, Lara, Adriana e Dinis MiguelTurma de Paço 3º ano – Prof. Rosa Soares

Reflexões A partir do poema “A Velha” de Luísa Ducla Soares (A Cavalo no Tempo), a turma C, do 5º ano, refletiu sobre a condição de ser idoso na sociedade atual. Dessa reflexão resultaram os seguintes trabalhos:

Quando chegamos a idosos, há vários quadros possíveis: podem ter o apoio da família, da comunidade ou ficarem entregues a si mesmos. Na minha família há dois idosos que são os meus bisavôs. A minha família optou por lhes dar apoio domiciliário, isto é, diariamente, a minha avó, ou os meus tios e tias fazem tudo o que é necessário para tratar deles. No entanto, tenho um vizinho que teve de ir para um lar porque a família não podia tratar dele. Deve ser triste! Inês Oliveira, 5ºC

nhia dos seus familiares. Iva Mariana, 5ºC

Eu conheço um idoso que vive da ajuda dos vizinhos, porque não tem família. Eu tenho muita pena dele, mas no fundo acho que ele tem muita sorte pois tem alguém que se preocupa com ele. Conheço também uma senhora que tem família, mas esta não se interessa por ela, por isso, passa os dias num lar. Acho muito triste a vida desta senhora, pois, tendo família, acaba os seus dias sozinha. Filipe, 5ºC

Eu conheço uma senhora idosa, a D. Maria, que vive com a filha. Na semana passada fez 100 anos; tem uma excelente memória, pois lembra-se de tudo sobre a vida dela, dos amigos e familiares… coisas que já se passaram há muitos anos! Felizmente, só conheço idosos que vivem com a sua família. Eu penso que os idosos deveriam viver sempre na compa-

Poemas - S de Sobrado Sobrado e os sobradenses Sobrado e os seus sinos Com sapatos, sapatinhos Que saem a brilhar Saiam da frente Vem aí a serpente Do S. João de Sobrado Sobrado e as sardinhas Com pão a acompanhar Sobradenses a sorrir e sinos a tocar. Beatriz Duarte – 5º C

Sobrado com os seus sonhos

Sobrado com os sobradenses Os sorrisos das senhoras Seus santos Seus sítios Seus sinos Suas saladas Sobrado a sonhar Que tem seus sinais No princípio de Sobrado. Filipe – 5º C, nº9

Sobrado com seus senhores Sobrado com seus sinos Existem muitos sonhos

Existem muitos santos Existe muito sucesso Sobrado tem tudo Sombras, saladas, sítios… Sobrado ganhou seu sucesso no grande sorteio Dividiu sorridos por todos os sobradenses E ainda é conhecido Pelo S. João de Sobrado. Bernardo Coelho – 5º C (Continua na página 16)

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Escola básica de Sobrado

Departamento de Línguas (Continuação da página 15)

e debaixo da árvore todos en-

Sobrado com as suas sardinhas As típicas sobremesas Sobrado com as suas serras Seus serralheiros a trabalhar Senhoras a olhar Seus sacos de serrim Sapos nos sacos Os sonhos a saltar Nos sorrisos dos sobradenses.

contrarão a sua surpresa.

Rodrigo Dias – 5º C

Com S de Sobrado Fala-se do S. João Neste belo sítio Também há uma igreja, Com o seu cemitério E sinos a tocar. Começa o Santo Natal Convidar-se-ão as senhoras e os senhores Como o sapateiro Simão, A simpática peixeira Sandra e a padeira Sara Uniram-se para fazer as sobremesas

Érica Magalhães, 5ºC

Sobrado com o seu silêncio E com os seus sinais. Sobrado com o seu sino A festejar o Santo Domingo Semanal. Sobradenses com os seus sonhos Fazem as estrelas cintilar. Vamos todos dançar Com simpatia e alegria Festejar com sorrisos na cara. Bárbara Camacho André, 5ºC

S de Sobrado tem segurança Tem sítio Tem sucesso Tem sorriso Tem saudade S de Sobrado nasce do sol De Santo Em Sobrado podes sonhar E sorrir.

Sobrado com o seu sol Sempre de sucesso Em dia de S. João Lá vão as senhoras, sonhadoras Com sorrisos no rosto E a sardinha no pão A festa já vai soalheira E os sobradenses cansados Suspiram por um sofá Para seus pés sossegar. Inês Pinto, 5ºC

Sobrado é um sítio sossegado Com um jardim, no centro, a fazer sombra. Ao fundo, com os sinos, A igreja do seu santo, O Santo André. No S. João, há sardinhas assadas. Sobrado e os sobradenses Povo sonhador e sorridente. É uma vila surpreendente! Ana, nº 1, 5ºC

Carolina Soares, 5ºC

Spring and Carnival No passado dia 21 de março festejamos na Escola Básica de Fijós a chegada da Primavera (“Spring”) na disciplina de Inglês. Elaboramos e decoramos cartazes alusivos ao tema onde redigimos alguns acrósticos e poemas. Eis alguns exemplos: Acróstico Spring Pink roses puRple flowers whIte daisies aNd Green trees (Criado pelos alunos: Filipe Barbosa, Joana Bessa e Raquel Silva – 4º ano)

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Poema Spring is… Spring is sunny Spring is purple flowers Spring is rainy days Spring is pink Spring is dancing Spring is green

anos, da Escola Básica de Fijós, prepararam o seu disfarce carna(Criado pelos alunos: Alexandre Soa- valesco, com afinco e primor e, res e João Dias – 4º ano) no final, com a sessão fotográfica e as máscaras colocadas, foi um Ninguém nos levou a mal momento divertido de reinação e quando fizemos, para este Carna- animação da criançada. val, as máscaras ”Cat pet”- muito coloridas e variadas, por sinal. Os Profª Paula Viana, pequenotes da turma do 1º/3º A.E.C. de Inglês


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Departamento de Ciências Sociais e Humanas VISITA A FIJÓS No dia 19 de março, quatro alunos do 6ºD, Sara Fernandes, David Soares, André Silva e André Topa, deslocaram-se à escola de Fijós, na companhia da professora Manuela Antunes, para abordarem o tema “O 25 de abril e a Guerra Colonial”. Os alunos foram com o objetivo de ensinar os mais novos de uma forma engraçada e divertida, explicando-lhes todos os pormenores sobre uma parte importante da história recente de Portugal. Durante toda esta experiência, os mais novos aprenderam muitos factos da História de Portugal enquanto escutavam a obra de Manuel António Pina “O Tesouro”. Fizeram perguntas, expuseram as suas dúvidas e também tomaram conhecimento de algumas músicas tradicionais

Poupe a água No mundo azul Há muita água, Há terra verde Afogada em mágoa! Há água potável Que é para beber, E água não potável Se beber fica a perder. No dia da água Todos vão poupar, E no entanto Estão a ajudar.

associadas à “Revolução dos Cravos”. Foi um convívio muito agradável e salutar. Ensinamos conteúdos históricos divertindo-nos ao mesmo tempo. Agradecemos à professora Manuela e à nossa professora

de História, por terem promovido uma iniciativa como esta. Que possa ser repetida, futuramente! André Topa, nº 27; David Soares, nº7; André Silva, nº3 e Sara Fernandes nº24

A água potável Está a acabar E a água não potável Está a aumentar. A água é muito importante Não a podemos gastar Porque o seu consumo é constante Logo vamos poupar.

Poema realizado pelos alunos do 6ºD: Diogo Pacheco, nº10; Adriana Barros, nº1 e Guilherme Pinto, nº13

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Departamento de Ciências Sociais e Humanas

Em 2005, a Assembleia Geral da ONU estabeleceu que, no dia 27 de janeiro (dia em que ocorreu a libertação do campo de concentração de AuschwitzBirkenau, pelo exército Vermelho, em 1945), seria celebrado o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Como o nome indica, o objetivo é prestar homenagem aos milhões de judeus e outras minorias que sucumbiram nos campos de concentração nazis, durante a Segunda Guerra Mundial. As Nações Unidas incentivam, por isso, os Estadosmembros a promoverem iniciativas que evoquem e preservem a memória deste trágico acontecimento, visando, a promoção dos Direitos Humanos, junto das crianças e jovens, munindo-os de

estratégias e conhecimentos que lhes permitam, em qualquer circunstância, resistir ao ódio, ao preconceito, à intolerância e ao racismo, para evitar a repetição de tragédias semelhantes. Como afirmou Imre Kertész, escritor judeu laureado com o prémio Nobel da Literatura e sobrevivente do holocausto «O problema de Auschwitz não é o de saber se devemos manter a sua memória ou metê-la numa gaveta da História. O verdadeiro problema de Auschwitz é a sua própria existência e, mesmo com a melhor vontade do mundo, ou

com a pior, nada podemos fazer para mudar isso”. Profª Maria C. Moura

Entre os piores princípios ideológicos nazis, podemos destacar o racismo, o antissemitismo e a eugenia. Estes conceitos foram postos em prática, primeiro, na Alemanha e, com o decorrer da 2ª Guerra Mundial (que começou em 1939), um pouco por toda a Europa. Quando os nazis subiram ao poder, foram criados campos de concentração, inicialmente destinados aos presos políticos mas, com a 2ª Guerra Mundial, estes campos multiplicaram-se e começaram a ser enviados para lá os judeus, deficientes, homossexuais e outras minorias. No decorrer da guerra foram, ainda, criados guetos, onde os judeus viviam isolados da restante população. Ficou tristemente célebre o gueto de Varsóvia, o maior de toda a Europa ocupada e conhecido pelas terríveis condições de vida dos seus milhares de habitantes. Nesta época, os judeus andavam, obrigatoriamente, identificados Ilustração de Bruna Marujo, 9ºC

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Departamento de Ciências Sociais e Humanas com a Estrela de David, de modo a que qualquer alemão fosse capaz de os identificar. Os arianos tinham, ainda, o direito a fazerem tudo o que desejassem com qualquer judeu. À medida que o número de presos aumentava, alguns campos de concentração passaram a ser de extermínio, ou seja, vocacionados e preparados para os assassínios em massa. Assim, as crianças, as mulheres, os deficientes e os idosos, pouco aptos para o trabalho, eram exterminados, enquanto os homens, mais fortes fisicamente, eram usados como mão-de-obra escrava na indústria de guerra nazi. As más condições de higiene e alimentação, aliadas ao esforço constante, eram propícios ao desenvolvimento de epidemias, que provocaram a morte a milhares de presos. Como as viagens, para estes campos, eram feitas em vagões com pouca ventilação, muitos prisioneiros, também, acabaram por morrer sufocados. Estima-se que, até ao final da guerra, foram assassinados mais de 6 milhões de judeus. Para exterminar estas pessoas, os nazis montaram uma verdadeira “indústria da morte”: os prisioneiros eram encaminhados para o interior das câmaras de gás, pensando que iam tomar banho e, depois de estarem lá, em vez de água, eram libertados gases tóxicos que matavam as

pessoas em poucos minutos. Depois, os corpos eram incineraInfelizmente herdamos, dos, em fornos crematórios Todos nós que aqui estamos, construídos para este fim. As Essa tamanha maldade! chaminés libertavam, continuaAs vítimas que lamentamos mente, um cheiro nauseabundo Sucumbiram no Holocausto que inundava as regiões circunOnde caminhou a desumanidantes, por isto, os campos de dade. extermínio funcionavam fora da Alemanha. O campo de extermínio que Hoje, podemos, conscientes assassinou o maior número de Eliminar as sementes judeus foi o Campo de AusQue a intolerância traz chwitz, sendo que Rudolf Höss, Acabar com toda a guerra comandante deste campo, foi E reinventar a terra considerado um dos maiores asDar-lhe um futuro de paz. sassino em massa. Estima-se que aqui tenham sido mortas O inferno do Holocausto mais de um milhão de pessoas. Não pode ser repetido Quando os Aliados chegaram E, justamente, por isso a estes campos conseguiram, Nunca, jamais, será esqueciainda, salvar milhares de pessodo! as. Lá encontraram imensos objeDaniela, 9ºC tos pessoais roubados aos prisioneiros e muitos corpos amontoados que ainda não tinham sido incineraApresentamos, aqui, alguns livros que a dos. biblioteca da nossa escola possui e que te ajuO holocausto é dam a compreender melhor esta época históriconsiderado o maior ca. crime contra a humanidade, no século XX, mas é, ainda hoje, negado por muitas pessoas. No entanto, a verdade é que aconteceu e milhões de pessoas morreram devido à ideologia nazi. Sílvia, 9ºC

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PASSATEMPOS Encontra, na Sopa de Letras, as palavras relacionadas com a tradição da festa do S. João de Sobrado Bugio Bugiada Cego Cristão João Junho Mourisqueiro Mouro Palanque Reimoeiro Sapateiro Serpe Sobrado Solstício Tradição

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Sabia que… Ajuda o Rei dos Bugios a encontrar a imagem de S. João

O traje dos mourisqueiros é inspirado nas fardas das tropas napoleónicas que invadiram Portugal no início do século XIX. (MACHADO, 2002, p. 28)

Bagadas são lágrimas e é uma expressão que só se utiliza em Sobrado “ Olhem os meninos a limpar as bagadas que lhe (ao Velho) escorrem pela cara abaixo!” (MACHADO, 2002, p. 125)

(…) ”o termo “Bugio” é sinónimo de macaco corpulento com queixo barbado, capaz de grandes e ágeis acrobacias” (MACHADO, 2002, p. 38)

A todos aqueles que colaboraram e permitiram a edição de mais um número de “O Bugio”, o nosso muito obrigado. A toda a Comunidade Educativa desejamos ...

Boa Páscoa Página 20

Ficha técnica Propriedade: Agrupamento de Escolas de Valongo

Equipa de coordenação: Maria Manuela Antunes e Maria do Céu Moura Colaboração: professores, alunos e encarregados de educação. Morada: Rua de Fijós 4440334 Sobrado

Jornal "O bugio" março 2014  

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