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R$ 40,00


Na sua próxima obra, adote novas medidas! Construçþes isotÊrmicas geram conforto tÊrmico e economia de energia.

PAINÉIS E TELHAS ISOTÉRMICOS

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www.isoeste.com.br

Rapidez e perfeição juntas.




ÍNDICE ED. 7 | DEZEMBRO\JANEIRO_2017

Nesta edição, a Parágrafo traz em sua capa Geraldo Carvalho, Superintendente do Cantareira Norte Shopping, destacando o case de arquitetura corporativa do empreendimento

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destaque de capa

Projeto proporciona

potencial construtivo em edificação na capital de São Paulo

42 020 Construction Expo 2017 027 Design contemporâneo 033 Entrevista com Jeferson Salazar 036 Exemplo de eficiência 066 ESTRUTURA DOS NOVOS AEROPORTOS 073 GESTORES DA CONSTRUÇÃO 082 INTEGRAÇÃO COM A NATUREZA 087 CONDOMÍNIO DE ALTO PADRÃO

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8/1/16 6:55 PM


Carta ao leitor

Evolução sem fim

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ovos rumos para levar um conteúdo de ampla qualidade para você. É com essa proposta que apresentamos a edição VII da Revista Parágrafo. Desde a nossa primeira edição, o nosso maior pilar foi a evolução constante. Sempre prezamos por garantir a você leitor uma publicação com conceituados profissionais das mais variadas áreas: arquitetura,engenharia, empresarial e lideranças setoriais que compartilham momentos de incorporação estrutural. Como narrar esse momento positivo, cheio de energia e força? Ao longo de 2016, criamos um formato cada vez mais setorizado, cuidadosamente, preconcebido para atender aqueles que se destinam a melhorar, inovar e expandir seu negócio em escala nacional. A revista tornou-se um mix de bons negócios, de modernização profissional e de grandes oportunidades para todos, flexionando a força de um setor que soma seu preceito para avançar sempre. A Parágrafo avançou fronteiras e hoje pertence ao setor nacional da Engenharia e Arquitetura. Superou barreiras, e fecha mais um ano proporcionando excelentes oportunidades e cuidando, como sempre, dos interesses do setor. Tenha uma excelente leitura!

Conselho Deliberativo Editorial Inside

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M

Editorial

esmo diante de todas as incertezas do ano de 2016, o setor da arquitetura e engenharia conseguiu emplacar bons resultados. Grandes obras que para muitos era impossível sairem do papel, no entanto, foram finalizadas em meio às turbulências mundiais. No Brasil, este segmento conseguiu mostrar que é possível sim, driblar o pessimismo e aplicar meios racionais para erguer novas edificações.

Uma prova desta motivação é o case do projeto arquitetônico do Cantareira Norte Shopping. Inaugurado em abril de 2016, o local é reconhecido como o primeiro shopping do Brasil a adotar o sistema BIM (Building Information Modeling), que auxiliou no planejamento e no gerenciamento das obras em tempo real. Ao utilizar o sistema, a economia foi de 25%, por exemplo, a equipe de obras usou menos materiais e mão de obra, já que o BIM compatibiliza todas as etapas calculando tempo e recurso. Todo este cuidado com os detalhes da obra rendeu ao empreendimento o reconhecimento do “Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa”, na categoria Shopping Centers. Outro projeto segue este mesmo passo da racionalidade é o das obras do Pato Branco Shopping, no Estado do Paraná, com previsão de inauguração em 2017. A construção se destaca pela preocupação com a economia, 10% de todo o material utilizado na construção do empreendimento é de origem sustentável, como materiais com conteúdo reciclado, para minimizar a energia agregada e o esgotamento dos recursos. O empreendimento traz o que há de mais moderno no mercado, semelhante com os maiores e melhores shopping do País. Toda a inovação aplicada vem sendo estudado há meses. Além destas sofisticações proporcionadas pelos novos shoppings brasileiros, a Parágrafo destaca um assunto polêmico no setor nos últimos anos: a chamada Reserva Técnica. Para esclarecer mais sobre esta prática do setor, conversamos com o Presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Jeferson Salazar. Em entrevista, o profissional afirmou que ao avaliar a Reserva Técnica temos que combater o exercício ilegal da profissão, com a devida ampliação de ferramentas legais para tanto, e buscar alternativas para a geração de oportunidades de trabalho com remuneração digna. Desejo a você um 2017 cheio de novas oportunidades. Aproveite bem a revista!

Natasha Tassinari

CEO da Inside Comunique

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panorama do

setor

Seminário debate uso da impressão 3D na arquitetura Com o objetivo de debater soluções para a área de decoração, a Wishbox Technologies, empresa pioneira na revenda e distribuição de impressoras 3D no país, organizou, em novembro, um seminário sobre impressão tridimensional para a prototipagem de peças. O evento foi realizado na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia – Acate, em Florianópolis. O seminário reuniu diversos profissionais de decoração e arquitetura. “É um mercado em ascensão e oferece mais rapidez no desenvolvimento de soluções criativas que geram tendências inclusive na indústria”, explica Tiago Marin diretor da Wishbox.

Arquitetos e Urbanistas se manifestam contra mudanças na Lei de Licitações Uma carta assinada por todos os presidentes dos CAU/UFs (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) chama a atenção para os riscos que alguns artigos do PLS 559/2013, que está em tramitação na Casa Legislativa, oferecem. De acordo com o texto, as principais mudanças aprovadas representam um verdadeiro retrocesso em relação à Lei de Licitações vigente (a 8.666/93), pois permitem que empreendimentos de grande complexidade sejam contratados com base apenas em um “anteprojeto”, documento técnico incompleto e impreciso, quando comparado com o antigo projeto básico. Os presidentes defendem a valorização dos projetos de Arquitetura e de Urbanismo Executivos, contratados com base em aspectos preponderantemente técnicos ou de qualidade, e previamente à licitação das obras. Eles entendem

ser este o processo único e insubstituível para a obtenção de obras públicas de qualidade, construídas no prazo e ao custo previsto. Para Gilberto Belleza, presidente do CAU/SP – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, atrasos nas obras, aumento de custo e graves desvios éticos são alguns exemplos dos problemas provocados pela falta de um projeto prévio à licitação. “Além da baixa qualidade de obras públicas, contratadas apenas pelo critério de ´menor preço`”, completa. A carta foi escrita no dia 1º de dezembro, durante a 22ª Reunião do Fórum de Presidentes dos CAUs, na capital paulista. O comunicado, na íntegra, está disponível no site do CAU/SP (http://www.causp.gov.br/?p=27857). 13


Feicon Batimat Nordeste apresenta tendências da construção e arquitetura Em outubro, Olinda (PE), recebeu a 4ª edição da Feicon Batimat Nordeste – Salão Internacional da Construção. Visitantes com poder de decisão final de compras, das Regiões Norte, Nordeste, passaram pelo Centro de Convenções de Pernambuco durante o evento, para fazer negócios, atualizar profissionalmente, e fazer networking. “Além dos expositores com diversos produtos, a Feicon Batimat Nordeste leva a Olinda experiências que permitem a troca de conhecimentos, atualização e networking profissional. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, tem espaço agendado durante o Fórum do Conhecimento, oportunidade para visitantes e expositores conhecerem melhor o CONSTRUCARD, linha de crédito criada pelo Governo Federal em parceria com a Caixa Econômica Federal”, comenta Paulo Octávio de Almeida, vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, empresa organizadora do evento. 14


Projeto com pastilhas da NGK recebe prêmio de arquitetura TILE Brasil As pastilhas Super NGK são destaque em projeto de arquitetura premiado no 8º Prêmio Internacional TILE Brasil – Projeto com Cerâmica. Assinado pelo profissional André Petracco, o edifício Monet, localizado em Porto Alegre (RS), que traz a qualidade das pastilhas porcelanizadas da Super NGK em sua área externa, foi contemplado com o segundo lugar na categoria “Fachadas”, após ser avaliado por um júri técnico composto por profissionais do ramo da arquitetura e construção. A cerimônia de entrega do prêmio foi no dia 23 de novembro, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Resultado de um projeto arquitetônico inovador e de alta qualidade, a construção chama atenção por sua fachada principal, que conta com desenhos de cubos destacando as janelas. Para compor o visual, Petracco utilizou a transparência dos vidros, a fim de aproveitar a vista do local, que é bastante arborizado. Já as pastilhas NGK dão um efeito atemporal à obra, garantindo a durabilidade do projeto e realçando a figura dos cubos. De acordo com o autor da obra, “a ideia era destacar a marcação geométrica da fachada”.

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panorama do

setor

Prêmio IMPAR: Pelo segundo ano consecutivo, A.Yoshii Engenharia é a marca preferida dos paranaenses A A.Yoshii Engenharia foi eleita a marca preferida pelos consumidores do Paraná, de acordo com o Prêmio IMPAR 2016 (Índice de Marcas de Preferência e Afinidade Regional), promovido pelo Grupo RIC, em parceria com o Ibope Inteligência. A construtora, sediada em Londrina, Maringá e Curitiba, e com forte atuação em outras regiões do País - onde realiza obras corporativas -, já havia liderado o ranking nos anos de 2013 e 2015. A oitava edição do prêmio aconteceu em Curitiba, em novembro, e apontou as marcas mais lembradas em 41 categorias. Para chegar ao resultado estadual, a pesquisa foi realizada com mais de 1.200 pessoas em Curitiba, Toledo, Cascavel, Maringá e Londrina - sendo que nessas duas últimas a A.Yoshii apresentou um liderança bastante representativa: 35,6% e 54,4%, respectivamente . Na opinião do presidente do Grupo, Leonardo Yoshii, um importante fator para a conquista desse reconhecimento é a referência que a empresa possui em termos de qualidade das obras, atendimento personalizado e, principalmente, respeito ao cliente. “Investimos no ser humano, na inovação e na eficiência para realização dos projetos. Em cada empreendimento, seguimos esses valores e os resultados aparecem em forma de prêmios, reconhecimento do mercado e clientes fiéis e satisfeitos. Ficamos honrados em saber que somos uma das empresas preferidas do segmento, o que nos motiva ainda mais”, destaca.

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Bresco Investimentos inaugura parque corporativo de R$ 1 bilhão Em dezembro, a Bresco Investimentos inaugurou oficialmente o Parque Corporativo Bresco Viracopos, localizado na região de Campinas. Com investimentos que irão superar R$ 1 bilhão, o empreendimento de uso misto de alto padrão tem cerca de 1 milhão de m² de terreno e 418 mil m² de área potencial construída. “O Parque Corporativo já recebeu investimentos de R$ 400 milhões. O Parque deve estar totalmente completo em 5 anos”, explica Carlos Betancourt, presidente da Bresco Investimentos. Também foi lançado o Ramada Hotel Aeroporto de Viracopos, no Parque Corporativo, hotel do Grupo Wyndham, com 200 quartos. “O hotel, com padrão superior aos da sua categoria, tem uma função estratégica para o Bresco Viracopos, é o mais próximo do aeroporto de Viracopos, e atenderá às demandas dos clientes já instalados e das empresas que estão por vir, além de suprir a carência hoteleira existente nas proximidades do aeroporto”, analisa Betancourt. O hotel é pré certificado LEED e será administrado pela Vert Hotéis. Com várias possibilidades de ocupação, como imóveis prontos para locação e áreas exclusivas para construção Build to Suit (sob medida), o Parque Corporativo Bresco Viracopos busca atender a todo tipo de demanda das empresas, com o privilégio de estar ao lado do aeroporto de Viracopos. “É um empreendimento especial, com ótima localização, a 1,2 km da Rodovia Bandeirantes, vizinho ao aeroporto e com excelente infraestrutura.” No local, já estão funcionando o Centro de Treinamento da Azul Linhas Aéreas, com área de cerca de 7 mil m², que foi construído sob medida e tem espaço previsto para até seis simuladores de voo, e o Centro de Distribuição e de Treinamento da John Deere, com 75 mil m², também construído sob medida. O Flex Viracopos, conceito que une atratividade estética, conforto e infraestrutura dos edifícios de escritórios à flexibilidade e ao baixo custo dos con18

domínios de galpões, também já está em operação, com 35.500 m², e tem a Gollog, UPS e Embraer Savis em suas instalações. “50% do Flex já está negociado”, antecipa Betancourt. E o Parque Corporativo acabou de entregar o galpão G1 Viracopos, com 25 mil m². O empreendimento, que tem posição estratégica e foi construído no modelo Cross-docking, já está disponível para locação. O G1 tem módulos a partir de 4 mil m² e pode atender até quatro empresas distintas. Assim como o Ramada Hotel Aeroporto de Viracopos, o G1 também terá certificação LEED. No início de 2017, será iniciada a construção da área de conveniência com restaurantes, cafés e outras lojas de serviços especializados, visando facilitar o dia a dia dos usuários do empreendimento.


panorama do

setor

American Airlines inaugura Admirals Club no Rio de Janeiro

Diferenciais O Parque Corporativo Bresco Viracopos conta com duas portarias e acesso direto da rodovia, segurança 24h, com controle perimetral e circuito fechado de TV, vias internas pavimentadas com iluminação LED, e redes elétrica e de dados subterrâneas. Além disso, o empreendimento tem placas de energia solar que abastecem as áreas comuns, estação de tratamento de efluentes e reuso de água, coleta seletiva de lixo, jardinagem, limpeza e manutenção, e um parque linear de 247 mil m² de área verde com trilhas para caminhadas e práticas de exercícios.

A American Airlines inaugurou oficialmente o Admirals Club no RIOgaleão - Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. O espaço é reservado aos clientes que viajam na Primeira Classe ou Classe Executiva, além dos membros da oneworld®, nas categorias EmeraldSM e SapphireS. Clientes da American também têm opção de adquirir o acesso de forma avulsa, com o One-Day Pass. Localizado no terceiro andar do Píer Sul, o Admirals Lounge Club dispõe de uma área de 600 m2, onde passageiros são recebidos em balcões de checkin totalmente novos e acabamento contemporâneo, com elementos em pedra, cerâmica, madeira natural e bancadas de quartzo. O clube possui diversas peças de mobiliário personalizadas, incluindo mesas compartilhadas e cadeiras equipadas com tomadas e entradas USB, o que facilita a recarga de dispositivos pessoais e Wi-Fi gratuito. Além das áreas com assentos confortáveis, o layout inclui uma sala de TV, espaço infantil, opções de refeições quentes e frias e um bar self-service. “Nossa sala no Galeão é resultado do grande investimento que a American Airlines vem realizando globalmente para oferecer uma experiência de viagem imbatível. O público carioca merece esse momento de tranquilidade antes da viagem ”, afirma Dilson Verçosa Jr. diretor regional de vendas da American Airlines para a América Latina.

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panorama do

setor

Construction Expo 2017

apresentará soluções de impermeabilização para obras de edificação e infraestrutura

Considerada a feira do profissional da construção, o evento reunirá um público qualificado e mostrará lançamentos que atendem as demandas do setor A aplicação de sistemas de impermeabilização em obras de infraestrutura e de edificações influencia o ciclo de vida útil do projeto, ao proteger as estruturas contra a ação nociva de líquidos e vapores indesejáveis, que podem comprometer a durabilidade da construção. Seu uso adequado previne a propagação da umidade e impede a ocorrência de infiltrações e a corrosão de armaduras, uma vez que a água infiltrada nas superfícies e nas estruturas afeta o concreto, sua armadura, as alvenarias e os revestimentos. “Em obras de infraestrutura, a impermeabilização é de vital importância para garantir a estanqueidade absoluta do sistema. Como é uma impermeabilização definitiva, ou seja, muitas das vezes executada antes de se iniciar a construção da parte de infraestrutura, é importante um projeto de impermeabilização adequado com todos os detalhes genéricos e específicos, com determinação da VUP – Vida Útil de Projeto, segundo a ABNT NBR 15575 – Edificações habitacionais – Desempenho”, afirma José Miguel Morgado, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI), que já confirmou sua participação na Construction Expo 2017 – Feira de Edificações e Obras de Infraestrutura – Serviços, Materiais e Equipamentos, com uma área de aproximadamente 200 m², para levar seus associados e suas tecnologias para serem exibidas na feira. “Vemos com bons olhos a realização da Construction Expo 2017, ainda mais porque ela está na Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, um empreendimento extremamente salutar, onde será possível reunir todas as tecnologias em um único evento”.

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O mercado de impermeabilização fornece soluções diferentes para atender as necessidades das obras e, também, de acordo com a aplicabilidade: fundações, lajes, paredes de contenção, estruturas subterrâneas, áreas molhadas, entre outros. “Para obras de infraestrutura, dependendo das áreas, o ideal é trabalhar com produtos impermeabilizantes pré-fabricados, como mantas de PEAD (polietileno de alta densidade), mantas de PVC, mantas de EPDM, mantas asfálticas que são produtos normalizados pela ABNT”, explica Morgado. Essas mantas garantem a estanqueidade das estruturas e se adaptam às movimentações a que elas estão sujeitas, por serem mais elásticas. Há também no mercado os impermeabilizantes rígidos, cuja aplicação é recomendada para partes mais estáveis de uma edificação, como por exemplo, pisos internos em contato com o solo, contenções, fundações. A Construction Expo 2017 é considerada a feira do profissional da construção, uma vez que apresentará os lançamentos em serviços, materiais, sistemas e equipamentos que atendam as demandas do setor. O evento é direcionado para engenheiros, arquitetos, projetistas, arquitetos-urbanistas, acadêmicos, gestores públicos, profissionais do setor da construção e da infraestrutura, e conta com o apoio das principais entidades setoriais do Brasil e do exterior. A feira ocorrerá entre os dias 7 e 9 de junho de 2017, durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, que contará também com a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, a M&T Peças e Serviços 2017 – Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração, e o Summit 2017, maior evento de conteúdo da área da construção e do setor de meio ambiente do mercado brasileiro.


Os 15 anos

da Expo Revestir e do Fórum Internacional de Arquitetura e Construção

A 15ª EXPO REVESTIR e o FÓRUM, considerados a FASHION WEEK DA ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO, ocorrerão de 7 a 10 de março de 2017 no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Serão apresentadas muitas novidades para surpreender os profissionais neste ano que representa um marco para os eventos. A feira firmou-se como palco para as principais empresas do segmento de arquitetura e construção, revelando tendências, expectativas e novas tecnologias, sendo o maior acontecimento nos segmentos de cerâmicas, louças sanitárias, metais para cozinha e banheiro, além de rochas ornamentais, mosaicos, madeiras, laminados, cimentícios e vítreos. O FÓRUM, evento conjunto à feira, oferece ainda uma imersão nos conteúdos mais importantes da atualidade, com ciclos de palestras e debates com personalidades renomadas do setor.

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panorama do

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panorama do

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Expo Arquitetura Sustentável 2017

exibe soluções de sustentabilidade para eficiência na construção

Após o sucesso das edições anteriores, a Reed Exhibitions Alcantara Machado apresenta a 3ª edição da Expo Arquitetura Sustentável, maior feira do país para métodos sustentáveis na construção. As informações sobre a feira animam o setor para a Expo Arquitetura Sustentável que acontecerá de 4 a 7 de abril de 2017, no São Paulo Expo, simultaneamente à Feicon Batimat, maior referência em arquitetura e construção civil para a América Latina. O mercado de construção sustentável cresce com rapidez, atendendo às demandas por novas soluções de desenvolvimento sustentável. A construção civil, importante segmento para a consolidação de conceitos de sustentabilidade na sociedade, encontra na Expo Arquitetura Sustentável o evento de negócios mais democrático do setor no Brasil. A feira reúne todos os modelos e normas de certificações do mercado e integra toda cadeia industrial com arquitetos, construtores e incorporadores, apresentando inovações, tecnologias, conceitos e soluções de sustentabilidade para eficiência na construção. A Expo Arquitetura Sustentável é vitrine para mais de 100 marcas nacionais e internacionais. A próxima

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edição contará com uma área total de 3.000m2, divididos entre mais de 100 expositores. A organização estima um público total de mais de 8 mil compradores altamente qualificados. “Entendemos que formas de construção sustentáveis devem ser cada vez mais incorporadas aos canteiros de obras. Tivemos uma crise hídrica em São Paulo recentemente. No final de 2015, assistimos a assinatura do Acordo de Paris, uma nova agenda referente as mudanças climáticas. A Expo Arquitetura Sustentável tem esse papel no Brasil, trazer novas formas de construção sustentável. Focando em conhecimentos, produtos e soluções para melhor utilização dos recursos hídricos, em tecnologias fotovoltaica e até mesmo com o reaproveitamento de detritos da construção civil”, comenta Paulo Octávio, Vice-Presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento. Durante a Expo Arquitetura Sustentável, os encontros de relacionamento vão estimular o networking, propiciando novos contatos de negócios. Além disso, a construção de edificações sustentáveis pode gerar benefícios como redução dos custos de energia, água, operação e manutenção, melhora das condições climáticas internas, entre outros.


50 anos

henriquepontual.com.br

integrando as melhores tĂŠcnicas, o menor prazo, sem perder o aspecto estĂŠtico do empreendimento.

50 ANOS


ARQUITETURA

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Design contemporâneo Projeto de shopping tem a intenção de ser um marco arquitetônico no PR

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a concepção do projeto do Aurora Shopping, localizado na Região Metropolitana de Londrina, levaram em consideração o conceito de atender mais de dois milhões de habitantes. Mas a sua localização irá favorecer, naturalmente, os habitantes e pessoas que trabalham nos bairros da região primária (distantes até cinco minutos de carro) e secundária (até 10 minutos de carro). Todo o projeto do Aurora Shopping foi concebido de forma padronizada e racional, descomplicando, assim, a sua execução e ganhando praticidade no processo construtivo. A escolha do local que abriga o Aurora Shopping foi feita após pesquisas de mercado e de análise de viabilidade. Para se ter uma ideia do potencial de compra da população (cerca de 53 mil habi-

tantes), que vive na região mais próxima ao empreendimento, o estudo apontou que 73% dos moradores pertencem às classes A e B. Objetivos seguidos Os idealizadores da obra pensaram desde o início em um layout que pudesse atender os mais variados tipos de comercialização. Além de trazer os comerciantes das imediações para o novo centro de compras, o local devera ainda disponibilizar espaços para lojas de maior porte, transformandose em um atrativo para a região. O empreendimento tem área construída de 63.053 m2 , com 18.270 m2 de Área Bruta Locável (ABL), distribuída em 200 operações. O espaço poderá abrigar 170 lojas e um supermercado gourmet. A área de alimentação, com capacidade para abrigar 750 pessoas,

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ARQUITETURA

contará com três restaurantes e 17 fast foods. O Aurora também conta com espaço destinado ao entretenimento de crianças e adolescentes, além de cinco salas de cinema. Outro grande diferencial do empreendimento é o centro de convenções e eventos para até 500 pessoas.

TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE Atento aos novos hábitos de consumo da população como um todo, bem como a sua comodidade, o Aurora Shopping traz inúmeros serviços e estruturas para facilitar a vida de seus frequentadores. Rede wi-fi gratuita em todo o empreendimento, mídia mall para a divulgação de ofertas e promoções e sistema de CRM para cadastramento de promoções (sem filas). Além disso, o projeto acústico na praça de alimentação foi pensando para dar maior conforto ao público. Os estacionamentos são equipados com sinalizadores de vagas, o sistema de ar condicionado é de última geração, pisos e reves-

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timentos visam conforto térmico nas áreas abertas, os móveis são elegantes e aconchegantes, os elevadores possuem alta velocidade, as escadas rolantes são modernas, entre outros equipamentos e materiais que foram empregados e dedicados à segurança e conforto dos consumidores. Além de muitos mecanismos já conhecidos e adotados por empreendimentos do gênero, como uso de luzes de LED, vidros para aproveitar a luz externa e aproveitamento da água de chuva, o Aurora Shopping construiu uma estação para o reaproveitamento de água não só da chuva, mas também de todo seu sistema de ar condicionado. O projeto do mais novo shopping de Londrina também investiu em metais economizadores de água. Além disso, pelo fato de estar fixado em uma área comercial e concentrar todos os tipos de serviços, milhares de pessoas poderão deixar seus automóveis em casa e seguir caminhando até o shopping. Menos automóveis na rua, menos poluição! A intenção da construção é ser um marco arquitetônico na região, e, sobretudo gerar uma interação com o cenário urbano da região, propiciando a sensação de amplitude.


Diferenciais técnicos O Projeto aproveita a luz, as esquadrias possuem diversos tipos de modulações adaptáveis às modificações de uso do espaço e às plantas livres. Já o uso da luz artificial tem o objetivo de conseguir luminosidade e efeitos específicos para cada objeto ou espaço comercial, de acordo com a função.

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ARQUITETURA

Ficha Técnica – Aurora Shopping Cidade: Londrina PR Área do terreno: 9.178,58 Área construída: 63.036,22m2 Pavimentos: 04 subsolos, 03 andares lojas, 01 andar alimentação, 01 andar cinema / games / eventos, 01 andar administração (total = 10 pavimentos) 63.053m2 de área construída 1.000 vagas cobertas Praça de alimentação para 750 pessoas 18.270m2 de ABL distribuída em 200 operações: 160 lojas satélites 2 lojas âncoras 8 megalojas Supermercado 3 restaurantes 17 fast foods 5 salas de cinema Espaço para entretenimento infantil Espaço para entretenimento adolescente Centro de convenções e eventos para até 500 pessoas Arquitetura: Larissa Galindo Arquitetura Climatização: Contractors Engenheiros Associados Ltda Automação: Bettoni Automação e Segurança Ltda Elétrica, hidráulica, Engenharia de projetos: Engebrazil Engenharia Elétrica, Hidráulica CarrionLtda, Galmo Engenharia e Construções Ltda Estrutura metálica: Garcia Engenharia Fundação: Geofix Fundações Terraplanagem: Desmonte Terraplanagem Elevador: ThyssenKrupp Elevadores Paisagismo: Flora Decari Fachadas: projeto Larissa Galindo Arquitetura Execução Galmo Engenharia e Construções Ltda 30


ENTREVISTA JEFERSON SALAZAR

“Não podemos descartar a aplicação do código de ética profissional”

Jeferson Salazar, Presidente da FNA, fala dos desafios da chamada reserva técnica

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os últimos anos, a Reserva Técnica cresceu a passos largos no País e em alguns lugares tornou-se comum. De acordo com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), esta prática consiste na comissão financeira paga por fornecedores de produtos e lojistas pela indicação junto a clientes da área da construção. No entanto, a Lei 12.378/2010, que regula o exercício da Arquite-

sido diversas. Entretanto, há cada vez maior consciência entre os profissionais de que a reserva técnica tem que ser eliminada. Não se pode ter uma remuneração que tem por base uma relação que fere a ética e quebra relação de confiança com a sociedade. No caso dos arquitetos e urbanistas, embora o problema esteja sendo enfrentado de frente e com coragem, não temos dados suficientes para afirmarmos qual percentual de profissionais ativos

e esclarecimento sobre a função social das profissões, conceito que parece ter se perdido diante de uma concorrência cada vez mais predatória. Campanhas de esclarecimento sobre a necessidade de se aplicar a tabela de honorários e debates sobre ética na profissão têm sido realizadas pelo CAU, bem como a aprovação de uma tabela nacional de honorários produzida pelas entidades nacionais de arquitetos e urbanistas.

“À sociedade brasileira, que custeou o banquete da corrupção, sobrou como herança os ‘elefantes brancos’”. tura e Urbanismo no Brasil, caracteriza como infração disciplinar o ato de “locupletar-se ilicitamente, por qualquer meio, às custas de cliente, diretamente ou por intermédio de terceiros” (Art. 18). Para esclarecer mais sobre esta prática do setor, a Parágrafo conversou com o Presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Jeferson Salazar. Em entrevista, o profissional afirmou que ao avaliar a Reserva Técnica temos que combater o exercício ilegal da profissão, com a devida ampliação de ferramentas legais para tanto e buscar alternativas para a geração de oportunidades de trabalho com remuneração digna.

no mercado de trabalho lançam mão deste expediente como forma complementar de honorários, apesar de alguns afirmarem convictamente de que não se trata da maioria. Mas também é importante ressaltar que este modelo de ação não surte efeito se mirarmos apenas em uma única profissão, pois essa questão permeia a sociedade brasileira em diversos níveis, portanto, estamos enfrentando no universo profissional, que é restrito, de algo bem maior: a ética na sociedade. Isso quer dizer que se não ampliarmos este entendimento para os demais setores da sociedade correremos o risco de não lograrmos sucesso nessa campanha.

Parágrafo - Em relação à cam- Parágrafo - Quais as principanha contra a chamada re- pais maneiras adotadas para serva técnica. Como está sen- acabar com a reserva Técnica? do a receptividade no setor? Salazar: A principal e mais imJeferson Salazar: As reações têm portante é através da orientação

Mas ainda falta uma grande campanha dirigida para a sociedade sobre as atribuições profissionais e a importância do trabalho dos arquitetos e urbanistas nas suas diversas áreas de atuação. A FNA tem realizado campanhas dirigidas a públicos diversos como cartilhas para leigos (possíveis contratantes), prefeitos, jovens arquitetos e urbanistas, Guia do Usuário digital sobre a tabela de honorários, animações em vídeo sobre as atividades dos arquitetos e urbanistas, entre outras. Entretanto, outras ações também são necessárias, muitas das quais citadas no artigo “Mudando Paradigmas”, que publiquei ano passado. E, acima de tudo, temos que ter clareza que quando valores e interesses individuais prevalecem sobre valores e interesses coletivos, abre-se uma imensa porta para a degradação de grupos sociais e da própria sociedade. Com os arqui33


ENTREVISTA JEFERSON SALAZAR tetos e urbanistas não é diferente. A apologia ao individualismo, tão cultuada durante anos a fio, tem que ser estancada e substituída por um novo pacto social. Parágrafo - Há inúmeros arquitetos que sobrevivem da reserva técnica. Como convencê-los a mudar a forma de trabalho? Salazar: Esclarecendo, num primeiro momento. Também temos que combater o exercício ilegal da profissão, com a devida ampliação de ferramentas legais para tanto e buscar alternativas para a geração de oportunidades de trabalho com remuneração digna. Mas não podemos descartar a aplicação do código de ética profissional. Parágrafo - Sobre corrupção, como você acredita que a arquitetura pode ajudar o País a encarar a crise política, já que inúmeras empreiteiras estão envolvidas em escândalos recentes? Salazar: Preliminarmente, a arquitetura não pode ajudar o País se o País não quiser ser ajudado. Mas, certamente, se um conjunto de medidas defendidas pela FNA e demais entidades de arquitetos e urbanistas forem adotadas pelo poder público poderemos contribuir para que estes escândalos envolvendo obras públicas e desvios de recursos sejam coisa do passado, tais como: - obrigatoriedade de estudo de viabilidade técnico-econômica anterior ao lançamento do edital de concorrência, tendo garantias de recursos para conclusão do empreendimento, evitando paralisações de obras contratadas; - elaboração de editais por corpo técnico especializado para con34

Não há no país nenhuma entidade, associação, sindicato ou conselho profissional de arquitetos e urbanistas ou de engenheiros que apoie o RDC/CI. E não se trata de uma questão corporativa, como quer fazer crer o governo e sim porque há décadas reivindicamos a recuperação da capacidade de planejamento do Estado brasileiro e o Brasil, ao arrepio de qualquer racionalidade, caminha em sentido oposto.”

tratação e elaboração de projetos completos e detalhados, acompanhados de orçamentos, cronogramas de execuções e memoriais descritivos de execução antes da licitação da obra, seja por concurso ou outra modalidade de contratação, evitando-se assim soluções oportunistas e aditivos que, muitas vezes, superam em muito o valor inicial da obra contratada; - obrigação de obtenção de licenças ambientais, antes do início das obras, de forma a evitar paralisações por força de ações judiciais; - elaboração de editais por corpo técnico especializado para contratação das obras somente após a conclusão dos proje-

tos e adquiridas as devidas licenças para execução da obra; - implantação de serviços públicos de controle da qualidade das obras executadas, com equipes técnicas independentes e autônomas em relação ao órgão contratante; Parágrafo - As pessoas estimam que esse modelo de contratação integrada ajuda a desburocratizar as licitações e que torná–lo mais complicado poderia eliminar uma série de obras no País. Como controverter essa avaliação? Salazar: A contratação integrada é um cheque em branco para a corrupção. A Lei 8.666 (de Licitações


Públicas) está sendo criminosamente esquartejada e enterrada na prática. E o discurso em sua defesa não passa de uma grande farsa política e jurídica, com o governo apostando todas as suas fichas na extensão universal da Contratação Integrada, através do Regime Diferenciado de Contratação – RDC/CI, regime pelo qual os gestores públicos federais, estaduais e municipais poderão contratar obras sem projeto algum e sem nenhuma previsão de custos e de tempo de execução. Como sugere o próprio nome, o RDC teria que ser um regime diferenciado de contratação para situação de excepcionalidade que pode ocorrer na gestão da coi-

sa pública e que, em nome da lisura e da transparência, a suposta situação teria que ser caracterizada, limitada e definidos de forma clara os critérios para sua aplicação. O gestor público tem a obrigação moral de respeitar diretrizes orçamentárias, tendo por base um bom planejamento. A extensão do RDC/ CI para todas as obras públicas será a institucionalização da falta de planejamento como regra geral na administração pública. É a inversão de valores na contramão do caminho da probidade administrativa e financeira que o país necessita, escancarando os recursos públicos para a fanfarra desavergonhada e para a gestão temerária e sem

controle social destes recursos. A contratação de obras sem projetos bem elaborados e detalhados, sem especificações e orçamentos e sem cronograma de execução, imporá custos altíssimos ao país e comprometerá a qualidades das obras públicas. Os exemplos de obras contratadas pelo RDC/CI se multiplicaram pelo país com as obras da Copa, Olimpíadas e do PAC, nas quais, invariavelmente, os custos e prazos finais ficaram muito acima do que se anunciou e a qualidade das obras muito abaixo daquilo que se prometeu. Só podemos interpretar o RDC/CI como um verdadeiro conluio de inconfessáveis interesses políticos e privados se sobrepondo aos interesses maiores da nação brasileira. É a institucionalização da falta de planejamento na gestão da coisa pública à serviço de interesses ocultos. Parágrafo - Como seriam feitos esses projetos completos? Salazar: Não acredito na possibilidade de projetos completos, nem de qualidade com o RDC/CI. Se aparecer algum, será o ponto fora da curva. Será a excepcionalidade que o país necessita que seja regra. 35


ARQUITETURA

Original e dinâmico Shopping destaca-se por funcionalidade e eficiência 36


A

ideia principal para a concepção do Shopping Pato Branco (PBS), localizado no Estado do Paraná, surgiu a partir das condições de implantação existente, como local; características topográficas, viárias, urbanas e cultural. O PBS impactará a economia local visto que o fornecimento de materiais e mão de obra será o máximo possível com empresas e pessoal da cidade e região. Após a conclusão da obra e operacionalização do shopping em si a geração de empregos diretos e indiretos se multiplicará e também impulsionará bastante a economia de Pato Branco e região. Além disso, os habitantes de cerca de 20 municípios da região sudoeste não precisarão em média trafegar mais que 50km para ter acesso a um centro de compras e lazer aos moldes do que se encontra nos grandes centros. A funcionalidade do empreendimento está baseada no equilíbrio de fluxo de pessoas, para que todos os pontos tenham igualdade de atração. O PBS foi concebido dentro do conceito de Mix-used com isso os empreendedores planejam que além de um centro de compras e Lazer, dentro do entorno do Shopping tenhamos hotel, centro comercial, clinicas médicas e outros. O acesso do shopping Pato Branco será pela avenida da Inovação, onde terá um estacionamento coberto e hipermercado. Subindo por meio de escadas rolantes e elevadores, o público terá o acesso ao segundo piso onde estarão as lojas. O empreendimento traz o que há de mais moderno no mercado, semelhante com os maiores e melhores centros de compras do País. É algo que vem sendo estudado há meses e conta com todo o know how da Paisagismo empreendimentos. 37


ARQUITETURA

Assinatura do protocolo de intenções para instalação do Pato Branco Shopping

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Fotos: Divulgação

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ARQUITETURA

O Pato Branco Shopping terá aproximadamente 26 mil metros quadrados de área construída, mais de 100 operações (lojas/franquias), 4 salas de cinema da rede Cine Laser, academia, mais de 700 vagas de estacionamento (externas e cobertas), praça de alimentação, área para eventos, entre outros. A construção se destaca pela preocupação com a economia, “10% de todo o material utilizado na construção do empreendimento é de origem sustentável, como materiais com conteúdo reciclado,

para minimizar a energia agregada e o esgotamento dos recursos”, afirma Robson Machado, Diretor da G8 Associados, um dos grupos responsáveis pela obra. Os sócios do G8 Associados se reúnem semanalmente com as equipes de engenharia e arquitetura e participam ativamente de todas as discussões e decisões sobre o andamento e ajustes dos projetos e ainda a empresa que administra a obra (A3M Construtora) é de propriedade de um dos sócios do G8.

Ficha técnica Pato Branco Shopping Endereço: Via da Inovação, Região Vila Nova, Pato Branco - PR Área construída: 30 mil metros quadrados. Investimento: Aproximadamente R$ 100 milhões. Vagas de estacionamento: 800 Geração de empregos, quando da operação: Cerca de 1500, diretos e indiretos. Fase da obra, em novembro de 2016: Cerca de 90% da terraplanagem concluída. Próximas etapas da obra: - Início do estaqueamento e fundação previsto para dezembro de 2016. - Início da instalação de pré-moldados previsto para os primeiros meses de 2017; Previsão de inauguração: - Outubro de 2019.

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Fotos: Divulgação / Doria Lopes Fiuza

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ARQUITETURA

Sustentável e moderno

Cantareira Norte Shopping recebe maior prêmio de arquitetura corporativa da América Latina

É

com toda a razão que as características principais do projeto arquitetônico do Cantareira Norte Shopping renderam ao empreendimento o reconhecimento do “Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa”, na categoria Shopping Centers. Projetado em conjunto com o Collaço Monteiro Arquitetos Associados, esta edificação possui uma estrutura moderna e sustentável. “Ficamos muito orgulhosos por esse reconhecimento. Nosso pro42

jeto foi realmente pensado em detalhes para que o empreendimento se destacasse no segmento, oferecendo máximo conforto e modernidade aos clientes. O Prêmio foi recebido com o sentimento de que esse trabalho deu certo e está sendo um sucesso”, descreve o superintendente do empreendimento, Geraldo Carvalho. Inaugurado em abril de 2016, o local é reconhecido como o primeiro shopping do Brasil a adotar o sistema BIM (Building Informa-


tion Modeling), que auxiliou no planejamento e no gerenciamento das obras em tempo real. “Ao utilizar o sistema, a economia foi de 25%. Usamos menos mão de obra e materiais, já que o BIM compatibiliza todas as etapas calculando tempo e recurso”, conta Carvalho. As bases calculadas por este sistema foram em prol de um edifício mais sustentável. Para obter maior eficiência energética, a tecnologia indicou a quantidade exata de lâmpadas LED, e a locali-

zação de cada uma no ambiente. A redução dos desperdícios e a promoção do uso consciente dos recursos hídricos foram outras práticas adotadas nesta obra do Cantareira Norte Shopping. Foi implantado um modelo de instalações hidráulicas que possibilita a autossuficiência do empreendimento em abastecimento de água. Segundo Carvalho, o shopping reutiliza 100% da água usada internamente. O empreendimento possui dois sistemas de captação: um

sistema de ar-condicionado com equipamento de termoacumulação de água gelada, e um sistema de coleta de águas pluviais para reuso nos sanitários públicos, na irrigação das áreas verdes do centro comercial e no abastecimento das torres de resfriamento, que consomem diariamente em torno de 150 m³. “Há, ainda, um poço artesiano que abastece o reservatório, além do tratamento completo do esgoto gerado pelo shopping.” Essas medidas geram uma econo43


ARQUITETURA mia de aproximadamente 20% a 25% do consumo para a utilização dos sanitários públicos; 2% a 5% para a irrigação, e 10% a 15% no sistema de ar-condicionado, totalizando um potencial de economia de quase 50% do consumo total das áreas comuns do empreendimento. O Cantareira Norte Shopping ocupa um terreno de 75 mil m² e tem 27 mil m² de Área Bruta Locável (ABL). Está localizado a 3 km do Rodoanel, no entroncamento da

Avenida Raimundo Pereira de Magalhães e Estrada do Corredor, importantes eixos de crescimento. O empreendimento conta com âncoras como Renner e C&A, Besni, além de Daiso, Mais Valdir e Kalunga como megalojas. Dispõe de ampla praça de alimentação, cinco salas de cinema Cineflix, área para games, academia Smart Fit e mais de 1300 vagas de estacionamento.

“ O projeto beneficia toda a região com o uso sustentável dos recursos hídricos, a iluminação natural oferece sensação de aconchego aos clientes.” Geraldo Carvalho, Superintendente do Cantareira Norte Shopping

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Ficha Técnica Edificação: Cantareira Norte Shopping Área do terreno: 75.170,33 m² Área construída: 53.091,46 m² Arquitetos: Colllaço e Monteiro Climatização: Projeto THERMOPLAN e execução HEATING COOLING Automação: Projeto BETTONI e execução CONTROLLER Elétrica, hidráulica, Projeto SOENG e execução PLANEM Estrutura metálica: Projeto BELTEC e execução MEDABIL Fundação: Projeto ZF e execução SINCO Elevador: THYSSSEN KRUPP Paisagismo: MARTA GAVIÃO Fachadas: FABRICAÇÃO E MONTAGEM CPI PREMOLDADOS


Design emblemático

Arquitetura traz potencial construtivo em edificação na capital de SP

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ARQUITETURA

A

premissa para o projeto arquitetônico do edifício B32 é proporcionar um novo espaço urbano público e privado no coração da Avenida Faria Lima, com potencial para mudar a relação da rua com aqueles que a frequentam diariamente. Espaços inspiradores e uma vista privilegiada determinam o projeto de arquitetura, principalmente, através do seu design singular aos detalhes. Além disso, o prédio contará com um espaço multiuso e um Teatro, com grande espaço e instalação. O projeto do edifício procurou observar as demandas dos mais rigorosos usuários de São Paulo e, principalmente, em relação aos espaços internos, públicos e técnicos; facilidades de estacionamento; energia; conforto ambiental; transporte vertical; iluminação Led; segurança; e Certificação LEED. O edifício tem identidade bem marcada e foi feito com muita racionalidade, criando soluções para um ambiente acolhedor, agradável e convidativo entre esses dois níveis.

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ARQUITETURA

Sustentabilidade A construção reflete os princípios fundamentais que conduzem as ações da empresa, sustentabilidade, compromisso socioambiental e, literalmente, transparência. Por isso, desde o planejamento inicial, a implantação do complexo tem o objetivo de reduzir o impacto de sua ocupação e absorver em seus espaços a magnitude da paisagem e do ambiente natural. Exemplo disso, são as árvores mantidas no terreno, o verde passa a ser um integrante fundamental da arquitetura proposta e não apenas um residual de áreas não ocupadas. Na construção do teatro do B32, houve uma busca por soluções sustentáveis, além de pensar no crescimento cultural e na qualidade de vida da região da Faria Lima.

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A FLPP – Faria Lima Prime Properties é uma empresa de propósito especifico cujo único projeto é a incorporação do edifício de escritórios B32, atualmente sendo erguido na Av. Faria Lima 3732, esquina com Leopoldo Couto de Magalhães, em São Paulo.

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ARQUITETURA

Layout interior O edifício B32 possui um núcleo lateral e estrutura periférica, o que permite a criação de pavimentos corporativos sem interferências. Com alto padrão tecnológico, o projeto dispõe de piso elevado, sistema de ar-condicionado VRF – Variable Refrigerant Flow –, eficiência energética, reúso de água e certificação Gold – US Green Building Council. Além do hardware, buscar melhorias no software, nos aspectos além do concreto. Propriedade e Gestão Única e Profissional, equipe não terceirizada e altamente treinada; flexibilidade tanto das operações como das receitas (dynamic pricing) buscando utilidade máxima de todas as áreas.

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ARQUITETURA

Concepção Ampla Um Teatro traz junto ao empreendimento um conceito diferenciado Este teatro não vem de uma sugestão separada. Ele apareceu como parte do projeto do Edifício B32. Quando o prédio foi criado, surgiu a oportunidade de se criar um grande espaço aberto, desenhado como uma verdadeira praça aberta ao publico, na Faria Lima. O espaço clamava por um equipamento publico e ai surgiu a ideia do teatro.

Um dos aspectos interessantes é a forma como o teatro se beneficia do prédio de escritórios. Ele vai operar, na maior parte dos casos, em horários diferentes daqueles dos escritórios e utilizar todas as instalações (ar condicionado, suprimento de energia e backup, vagas de garagem, etc..) do edifício. Essa sobreposição dos equipamentos permite o uso partilhado e mais eficiente, mais um fator de sustentabilidade (o prédio deve ser certificado no mais alto nível do LEED, indicador de sustentabilidade).

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ABIMAD DE CARA NOVA! Mônica Barbosa já faz parte disso.

A principal feira de alta decoração Programe-se e gara

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23ª EDIÇÃO 7 A 10 DE FEVEREIRO DE 2017 TER A QUI DAS 10H ÀS 19H SEX DAS 10H ÀS 17H

o na América Latina está chegando. anta sua presença!*

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ESTRUTURA

Grandiosidade estrutural Empreendimento, em Angra dos Reis, reunirรก Beach Club, Spa e conceituado hotel da Rede Fasano 58


L

ocalizado na Costa Verde entre o Rio de Janeiro e São Paulo, o FRAD.E, primeiro resort brasileiro, com lançamento previsto para 2017, será um empreendimento de alto padrão com a assinatura das incorporadoras Polo Real Estate e KaraJosé. Com mais de 17 milhões de me-

tros quadrados, o FRAD.E é um dos raros lugares do País. Formado por vilas: Maris – de frente para a praia-, Acqua - localizadas ao centro do complexo -, e Natura – mais próximas à natureza, os novos condomínios possuem características próprias para atender a demanda de diferentes perfis de clientes. 59


ESTRUTURA

São 145 residências que vão de 160m2 a 594m2, e zelam pela preservação da natureza – iluminação e ventilação naturais, possuem garagens subterrâneas, hub social, lagos, sem perder a organicidade do espaço. As vilas foram projetadas sob me60

dida para quem não abre mão da conveniência e oferece, dentre os diversos benefícios, serviços hoteleiro no sistema pay-per-use, área de lazer exclusiva com bar, piscina, spa, fitness e espaço recreativo para crianças. Além de uma infraestrutura urbana completa, tudo


isso sem perder o sossego, tranquilidade e segurança das vilas. Quem desenvolveu o projeto de arquitetura e decoração de interiores foi o escritório Bernardes Arquitetura e o paisagismo leva o crivo de Marcel Faisal.

No decorrer de 2017, o FRAD.E também anunciará o nome do beach club que oferecerá serviços diversos para a comunidade das vilas e passantes, bem como os serviços do novo Spa, que será instalado em uma estrutura com mais de 1.500m². 61


ESTRUTURA

HOTEL FASANO ANGRA DOS REIS Com 54 amplas suítes, todas com vista para o mar de Angra dos Reis, o complexo FRAD.E receberá a primeira unidade do Hotel Fasano na região. O novo hotel não contará só com a sofisticação e serviços já característicos da grife Fasano, mas também com dois restaurantes (ainda não definidos) com assinatura do restaurateur Rogerio Fasano. Todo o projeto foi pensado para atender clientes que buscam por opções de residência ou hospedagem exclusivas. A previsão de abertura do hotel é para o primeiro semestre de 2017. Riqueza da mata atlântica, marina, campo de golfe (18 buracos), centro de compras, restaurantes, entretenimento e serviços de excelência para moradores e visitantes do mundo todo.

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ESTRUTURA

PLANEJADO PARA O BEM-ESTAR No que tange às práticas sustentáveis adotadas nesta obra, destaca-se a obediência à legislação vigente, combate ao desperdício, atenção e controle nas atividades produtivas para evitar retrabalhos, estímulo ao reaproveitamento, planejamento das ações de logística de canteiro como estoque e movimentação de materiais e pessoas. Na obra, houve também um planejamento para evitar desperdício e geração desnecessária de resíduos, reaproveitamento daqueles que forem viáveis e descarte nos vazadouros públicos licenciados do restante. De acordo com o engenheiro Rodrigo Correa, da construtora Lafem Engenharia, o corpo do prédio principal foi executado em estrutura metálica, que conferiu leveza aos elementos estruturais valorizando o projeto arquitetônico do Thiago Bernardes. Correa conta que por se tratar de um empreendimento de alto padrão, os acabamentos seguem o que há de melhor e como a concepção arquitetônica privilegia a integração com a paisagem local, o projeto faz amplo uso de pedras naturais e madeira. “O maior desafio deste projeto de obras foi a logística devido a distância dos grandes centros, a dificuldade de mão de obra qualificada local e a própria e extensão da obra”, afirma o engenheiro.

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Confiabilidade no mercado Há 32 anos, a construtora Lafem Engenharia tem como fundamento em sua atuação a competência, solidez, cumprimento rigoroso de prazos e atendimento exclusivo e personalizado de seus clientes. Um dos diferenciais competitivos da companhia é a diversificação de portfólio. A empresa atua tanto em green fields como em retrofits nos segmentos residencial, corporativo, hoteleiro, comercial e industrial. A Lafem contabiliza cerca de 800 obras, que somam mais de 1.500.000,00 m² de área construída. É certificada ISO 9001 desde 2008 pelo Bureau Veritas e participa do Green Building Council Brazil, sendo referência de certificação ambiental para diversos empreendimentos. Entre suas obras de retrofit e restauração, destacam-se espaços como a Casa Daros, em Botafogo, zona sul da Cidade, o Hotel Copacabana Palace, a Torre Vargas 914, que recebeu o selo Leed pelo Green Building Council na categoria Gold, o edifício Galeria Sul América, ganhador do prêmio internacional FIABCI Prix D’Excellence 2013, o Standard Building onde funciona hoje o IBMEC do Centro do Rio, e o edifico Serrador, dentre inúmeras outras.


ESTRUTURA

Além das decolagens

Aeroportos brasileiros ganham novas edificações que valorizam as paisagens urbanas


NOVO TERMINAL DE PASSAGEIROS DO AEROPORTO DE GOIÂNIA

C

om obras iniciadas em 2005, sendo paralisadas pelo consórcio responsável em 2007 por determinação do Tribunal de Contas de União (TCU). O novo terminal de passageiros do Aeroporto de Goiânia teve, em setembro de 2013, a autorização do TCU retomar as obras juntamente com seus projetos executivos. A conclusão deste novo terminal foi realizada no primeiro semestre de 2016. O local possui a área do sítio aeroportuário de 3.967.365,04 m² e área do terminal de passageiros: 34.135 m². O local conta com cinco pavimentos – subsolo, térreo, pavimento técnico, 1º pavimento e galeria técnica. Todo o projeto arquitetônico foi elaborado pela PLANORCON – Estudos e Projetos de Engenharia. A fundação do local conta com estacas em hélice continua e reforço estrutural em estaca raiz. A fachada principal foi executada em mosaico de pastilhas azuis e a estrutura metálica é composta por Telha metálica trapezoidal tipo sanduiche apoiado em treliças metálicas. Para a climatização, foi adotado sistema tipo expansão indireta, contando com uma central de água gelada com condensação a água e dotada de termoacumulação em água. No que tange à setor elétrico da obra, a alimentação é disponibilizada pela concessionária local (CELG). Em caso de falha da rede da concessionária, existe geração de emergência constituída por três geradores. 67


Automação O novo terminal de passageiros do aeroporto de Goiânia contempla os seguintes sistemas de automação: Sistema de Gerenciamento de Utilidades e Energia (SIGUE), Sistema de Distribuição de Sinais de TV e FM (SDTV), Sistema de Sonorização (SISOM), Sistema de Detecção de Alarme de Incêndio (SDAI), Sistema Integrado de Solução Operacional e Banco de Dados Operacionais da Infraero (SISO/BDO), Sistema de Data e Hora Universal (SDH), Sistema de Controle de Acesso e Detecção de Intrusão (SICA), Sistema de Docagem de Aeronaves (SIDO), Sistema de Segurança Aeroportuária (SISA), e Sistema Gestor de Estacionamento (GEST).


OBRAS DO NOVO TERMINAL DE PASSAGEIROS DO AEROPORTO DE VITÓRIA (ES) Assinado pelo Escritório de Arquitetura de São Paulo - Bacco Arquitetos Associados, o terminal de passageiros do novo Aeroporto de Vitória iniciou suas obras em junho de 2015 e tem prazo de conclusão previsto para setembro de 2017. Área do sítio aeroportuário possui 4.348.314,17 m² e área do terminal de passageiros: 31.850 m². O local contará com dois pavimentos, além de área operacional e ático. O local contempla em suas fachadas predominância de vidros insulados termoacústicos e fechamentos em painéis de resinas termofixas endurecidas, homogeneamente reforçadas com fibras de madeira e fabricadas sob alta pressão e temperatura. A fachada leste (voltada para a área de pistas e pátio) contempla vidros insulados, especificados com isolamento acústico adequado frente ao ruído imposto pelo aeródromo. A fachada oeste, voltada para o acesso ao terminal, apresenta predominância dos painéis. No projeto paisagístico do novo Aeroporto de Vitória, procurou-se valorizar a paisagem urbana, integrada à arquitetura do edifício, pelo uso de vegetação com relevante impacto visual, adequada ao clima e de baixa manutenção. Houve uma preocupação especial na utilização de espécies nativas da região, como o jequitibá-rosa (árvore-símbolo da cidade), pauferro, algodoeiro, entre outras. Também serão utilizadas palmáceas pela praticidade de manutenção e pelo fato de se poder adquiri-las com porte sem perdas 69


ESTRUTURA

no transplante. A adoção dessa vegetação levou em consideração o clima, resgatando-se parcialmente a paisagem e desenho orgânico, amenizando o impacto das áreas de intervenção com a mata nativa. O sistema de climatização é composto por fancoils e fancoletes em ambientes privativos e sanitários com exaustão mecânica, com distribuição de ar por redes de dutos de alta velocidade e redes de ar de baixa velocidade até os difusores nos ambientes. Para aprimorar a redução do consumo de energia, será desenvolvido também um sistema de acumulação de água gelada em tanques cilíndricos verticais, de modo a utilizar o sistema de termoacumulação por estratificação durante horas-pico de energia. Já a fundação do TPS é constituída por blocos de estacas hélice contínua monitoradas. Este novo aeroporto contará com o total de 8 elevadores, sendo 2 panorâmicos, 1 de maca, 2 de serviços, 1 de desembarque e 2 para embarques remotos.

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TERMINAL DE PASSAGEIROS DO AEROPORTO DE VITÓRIA


BASTIDORES

Integrando conhecimento Encontro de Gestores da Construção debate perspectivas de mercado e boas práticas de inovação 72


D

oze palestrantes e mais de 280 profissionais da cadeia produtiva da construção participaram, em dezembro, do Encontro de Diretores & Gestores da Construção focado nas perspectivas de mercado e boas práticas de gestão e inovação, promovido pelo EnRedes.

Líderes empresariais apresentaram e debateram as perspectivas e oportunidades para o mercado imobiliário, o ambiente para o crédito e fundos de investimento na construção, e compartilharam práticas e cases de sucesso em diversas áreas de gestão e inovação. O Encontro contou com parti-

cipantes de todos os segmentos (incorporadores, construtores, fabricantes de materiais, fornecedores de serviços, consultorias, projetistas, órgãos públicos, fundos de investimentos, academia e entidades, imprensa), e possibilitou um amplo e dinâmico debate com profissionais diferenciados, 73


mesclando assuntos que estão em plena pauta do país e do setor.

Perspectivas para o mercado imobiliário brasileiro A Caixa, além do balanço de 2016, apresentou o Plano de Negócios 2017, em que estima contratações para acesso à moradia no valor de R$ 80 bilhões, sendo previstas a contratação de 630 mil novas unidades pelo programa MCMV em todas as faixas. De 2017 a 2020, prevê-se um investimento do FGTS na ordem de R$ 200 bilhões em habitação social, seu principal foco. Foi abordada também a qualidade do crédito imobiliário, hoje discutida sob o tripé: análise do risco de crédito (vontade de pagar); avaliação do imóvel (garantia real) e apuração da renda (capacidade de pagar). Foram apontados alguns desafios urbanos para a habitação, que tendem a ser encarados, como produção massificada, áreas isoladas, baixa qualidade urbanística, expansão urbana, além de aprimoramentos necessários para a habitação sustentável, como qualificação do projeto arquitetônico, qualificação da inserção urbana, soluções integradas com a cidade existente e qualificação do projeto urbanístico. Em relação ao Programa MCMV, este foi identificando como o grande responsável pelo ressurgimento do mercado de habitação popular no Brasil, principalmente pelo déficit habitacional do país que é ainda grande, com cerca de 6,1 milhões de unidades, concentrado especialmente nas regiões Sudeste e Nordeste, que tende a crescer a nos próximos 20 anos, devido ao envelhecimento da população. Os atuais desafios para 74

quem atua no segmento de habitação popular, no entanto, têm se concentrado no teto do preço, custo de produção, necessidade de padronização dos processos e industrialização do método construtivo, perfil de crédito do cliente e em algumas alterações nas regras do MCMV que reduziram a capacidade de compra do consumidor. Com relação aos desafios e a pauta atual do mercado imobiliário, foram destacados que o retorno de investimentos para o setor deve ocorrer após 2017, os estoques continuarão sendo determinantes para novos lançamentos, a diminuição do número de companhias será temporário e a readequação de preços provocará efeitos em toda a cadeia produtiva. Do ponto de vista das empresas, será determinante a Governança para o sucesso no próximo ciclo, incluindo “compliance” como forma de administração de riscos, sendo que os bancos serão agentes transformadores na organização das companhias. Já do ponto de vista do setor, há necessidade de aprimoramento da legislação que envolve incorporação imobiliária, uma modelagem da relação dos incorporadores e imobiliárias, além da readequação do modelo de financiamento de empresas e clientes.

O papel dos fundos de investimento no mercado imobiliário atual

sentadas, neste sentido, várias modalidades de investimentos e em uma significativa diversificação de segmentos do mercado imobiliário, como em segmentos pouco penetrados (self-storage, galpões De um modo geral todos os pales- refrigerados, projetos BTS), em trantes apontaram que, entre suas aquisições oportunas e de ativos estratégias de investimentos, estão (edifícios comerciais, galpões, reo conhecimento profundo do mer- sidenciais), oportunidades em cado e sua dinâmica, reputação, distress (shoppings, estoque resihistórico e “expertise” daquele que dencial), além de ativos de alta quaserá o chamado ‘sócio’, além de li- lidade e com cap rates atraentes. quidez dos negócios. Foram apre- Foram também pontos comuns


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BASTIDORES

sobre a avaliação realizada para os investimentos: localização estratégica, diversificação de segmentos, diversificação em diferentes estágios de desenvolvimento do empreendimento, alavancagem, análise mercado, produto, viabilidade financeira, mitigação dos riscos (gerenciamento de obra, acordos societários, controles financeiros, etc.) e Governança.

Boas práticas de gestão no setor da construção A BSP, gestora do maior portfólio de ativos imobiliários do país, com mais e 1,3 milhões de m² de ABL divididos em mais de 900 imóveis em território nacional, apresentou suas estratégias de investimentos: criar um portfólio que gere receita de acordo o IGP-M e aumentar a fatia de imóveis alugados por terceiros, diversificando as agências, o que acredita pode gerar inúmeras oportunidades no mercado imobiliário. Sobre Governança corporativa e Compliance pós-Lava Jato e os principais desafios da construção civil, a Deloitte chamou a atenção para a atual legislação que aborda a Lei Anticorrupção (que pode levar a perdas financeiras para empresas de construção civil, impactando na continuidade dos seus negócios), a Portaria CGU (que leva a necessidade de criação de uma Cultura Ética nas organizações) e a Lei que dispõe sobre o estatuto jurídico da empresa pública e da sociedade de economia mista, no âmbito da União, Estados, DF e Municípios (que traz maior fiscalização pelos órgãos públicos da conduta das organizações). A Deloittet também destacou que há 76

uma percepção generalizada no setor de que a corrupção é mais um problema ligado ao setor público e à concorrência desleal nas obras públicas do que às atividades privadas. No entanto, vários problemas identificados no setor devem ser tratados com afinco pelas empresas da construção no mercado em geral e na condução de seus negócios, pois envolvem também questões éticas, como irresponsabilidade na entrega do produto, alto índice de acidentes, descumprimento da legislação trabalhista, atividades executadas com potencial dano ao meio ambiente, falta de cumprimento dos prazos de entrega das obras, impunidade furtos em obras, etc. Por isso, na pauta das empresas do setor deve estar a criação de um Comitê Executivo para tratar do Negócio como um todo, levando em conta a Governança Corporativa, Gestão de Riscos, Controles Internos, Compliance, Sustentabilidade, IT GRC e Auditoria Interna. Já o Secretário de PPPs e Concessões da Prefeitura do Rio de Janeiro apresentou todo o processo de formulação de políticas e diretrizes da Prefeitura no que se refere a Concessões e Parcerias Público Privadas, as várias modalidades que foram desenhadas nestas áreas, além da carteira de projetos que seriam efetivados em curto, médio e longo prazos, assim como o desenvolvimento de estudos de viabilidade financeira e operacional dos projetos associados a estas modalidades. Em 2016 atingiuse R$ 10,1 bilhões em PPPs e R$ 6,2 bilhões em Concessões na cidade do Rio. Os pontos relevantes que envolveram esta remodelação foram, segundo o secretário, a criatividade na modelagem institucio-


Na visão da Delloitte, vários problemas identificados no setor devem ser tratados com afinco pelas empresas da construção no mercado em geral e na condução de seus negócios. Ronaldo Fragoso, Deloite 77


BASTIDORES

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nal e financeira e a forma inovadora que foi conduzida, sem aplicação de recursos do tesouro; a valorização do centro da cidade como local de moradia; o novo conceito de mobilidade urbana, com introdução de novos modais e prioridade ao pedestre; a valorização do patrimônio material histórico e cultural; a garantia da operação e efetivo poder de realização; a visão de futuro e oportunidades para a cidade continuar a se desenvolver.

Inovação em gestão empresarial e gestão de fornecedores

Seguindo o mote de que toda inovação precisa gerar resultados, atendendo às necessidades e expectativas do mercado, sendo sustentável e viável do ponto de vista econômico e de realização, oferecendo retorno financeiro às empresas, o último painel trouxe três casos práticos nesta área. A Gafisa demonstrou os passos que seguiu para inovar na gestão de fornecedores de materiais e logística, o que levou a mudanças significativas quanto à mecanização e evolução dos canteiros: mapeou inicialmente problemas e oportunidades, reviu o papel das áreas, do papel operacional ao parceiro estratégico, e, finamente, estabeleceu sinergia entre as áreas, definindo também suas responsabilidades. O foco principal desta gestão inovadora surgiu da necessidade de um engajamento da indústria da construção civil – empresas e fornecedores – para quebrar com os modelos atuais de abastecimento.

A Even apresentou o case GDFor, detalhando esta inovação em gestão de empreiteiros e pessoal de obra, utilizando ferramenta de TI. Com o objetivo inicial de garantir o controle e a gestão dos documentos dos colaboradores terceirizados das obras de forma mais eficiente, segura e totalmente automatizada, foi desenvolvida uma plataforma eletrônica, disponibilizada via web tanto para a construtora como fornecedores de serviços, que trabalham em conjunto e integrados para garantir que as exigências trabalhistas de documentação sejam cumpridas, os treinamentos de segurança sejam realizados e o controle da documentação dos trabalhadores seja efetuado de tal forma que o acesso do colaborador à obra seja, desta forma, liberado por meio de catraca eletrônica. A Tecnisa apresentou seu programa de gestão da inovação, partindo do ponto de que é preciso melhorar, inovar e diferenciar para ganhar competitividade. São realizados encontros semanais com um time multidisciplinar, que tem como principais objetivos a disseminação da cultura de inovação, o equilíbrio do conhecimento e o apoio técnico ao desenvolvimento de projetos. É realizado também o Fast Dating, um processo de inovação onde qualquer empresa tem a oportunidade de mostrar suas ideias, produtos e serviços. O destaque do programa fica por conta da ára de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que visa aprimorar, desenvolver e avaliar de maneira sistêmica os produtos, técnicas e métodos construtivos, a fim de subsidiar técnica e economicamente escolhas da empresa, racionalizando de maneira contínua seus processos construtivos e de forma sustentável. 79


ESTRUTURA

Exuberância na composição 82


Arquitetura traz facilidade de acesso prezando pelo respeito e integração com a natureza 83


ESTRUTURA

C

om a visão no futuro, o Shopping Cerrado, em Goiânia (GO), abriu as suas portas no primeiro semestre de 2016, oferecendo conforto e comodidade para uma região em pleno desenvolvimento. Com este novo centro de compras a capital de Goiás ganha uma nova referência de entretenimento. O local traz espaços dedicados à interação e à descontração, uma área de alimentação completa e integrada e um cinema trazendo o que há de mais moderno no mercado. O objetivo do empreendimento é atender um cliente que busca produtos, lazer e serviços em um ambiente diferenciado. “Acreditamos que o shopping vem agregar para os moradores da região e também para o comércio, pois irá fortalecer ainda mais a vocação que a região tem de comércio forte”, afirma Humberto Moreira, superintendente do Shopping Cerrado. Com todos estes atributos de excelência, o centro de compras conta com uma ABL (área bruta locável) de 27.805 m² em um terreno com área total de 65 mil m² e possui mais de 150 lojas, e 2.094 vagas de estacionamento. Diante deste amplo espaço, o projeto arquitetônico pensou nos mínimos detalhes ao adotar uma 84

iluminação natural, proporcionada por ambientes envidraçados, além de um belo projeto paisagístico externo, permitindo que o consumidor sinta-se muito mais próximo à natureza e ao cerrado. Toda a estrutura do empreendimento teve como premissa a facilidade de acesso, o respeito e integração com a natureza, o aconchego e os serviços, com diferenciais para agradar até os mais exigentes. A estrutura da edificação é toda pré-moldada em concreto armado de alto desempenho que absorve grandes vãos estruturais, e utiliza fechamentos externos de alto padrão de qualidade agregando valor ao imóvel. As lojas foram estruturadas para serem trabalhadas da maneira que o mercado se desenhar. Com exceção para as lojas chamadas âncoras que tem uma área maior reservada, assim como os cinemas. As ações sustentáveis também integram ao projeto, tais como o uso de matérias que contenham selo de sustentabilidade, materiais regionais, pisos com baixa absorção de calor, previsão para o reuso de água e uso de placas fotovoltaicas. Alan Gonçalves, Gerente de projetos da AD Arquitetura, empresa responsável pelo projeto, afirma que o modelo de cons-

trução como o Cerrado tem muita similaridade com projeto de Galpões, porém os acabamentos tanto internos quanto de fachada, tem a preocupação da estética. “Os sistemas devem buscar a rapidez de construção buscando sistemas industrializados e que propiciem vãos maiores para que reflitam em espaços mais abertos e amplos.” O arquiteto responsável pelo projeto afirma que o terreno de pouca dimensão precisou ser remem-

brado. “Foi desafiador locar todas as necessidades desse projeto. Em Goiânia, existe um sistema de transporte que se desenvolveu muito em qualidade e funcionalidade para a população, que é o Ônibus municipal, e este terreno foi pensado em aliar o transporte com o uso do shopping, sendo esse o ponto principal para o seu sucesso. Portanto existe uma estação diferenciada que convida o usuário a entrar no shopping”, acrescenta.


Grandes marcas e operações inéditas O Shopping Cerrado chega para suprir às necessidades dos consumidores de Goiânia, oferecendo o melhor em moda, gastronomia, serviços e entretenimento. “Teremos as melhores marcas operando no Shopping, e nosso público terá o privilégio de contar com lojas inéditas.” O Cerrado é o sexto shopping a entrar em operação com a administração da CCP (Cyrela Commercial Properties S.A.). A CCP é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil; Administra o Shopping Cidade São Paulo (SP), Tietê Plaza Shopping (SP), Shopping D (SP), Grand Plaza Shopping (SP) e Shopping Metropolitano Barra (RJ).

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ESTRUTURA

“ Foi desafiador locar todas as necessidades desse projeto. O terreno foi resultado de um remembramento de vários outros terrenos.” Alan Gonçalves, Gerente de projetos da AD Arquitetura

AMPLA EXPERTISE Em 30 anos de projetos, a AD Arquitetura registrou experiências que agregaram muito conhecimento, assim como excelentes relacionamentos. A empresa busca a cada cliente evoluir no sistema construtivo, com novas tecnologias que inclui a sustentabilidade. “O Segmento de shoppings centers não foi diferente, mas claro em menor escala, em nossa atuação em bons projetos como o shopping de Goiânia e o Shopping Pátio Roraima, em Boa Vista (RO), absorvemos muita experiência nesse tipo de empreendimento, que demanda um conhecimento técnico bem vasto, pois agrega diversas disciplinas de projetos de engenharia”, afirma Gonçalves.

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Serra Dourada Alphaville CondomĂ­nio mescla arquitetura de alto padrĂŁo com sofisticado paisagismo


PAISAGISMO

A

s propostas de intervenção no Condomínio Alphaville Fazenda Campestre estabelecem uma relação respeitosa com os diversos elementos originais da fazenda e que conferiram um caráter único ao local. Com o projeto de arquitetura assinado por Gustavo Penna, este empreendimento buscou-se, assim, ao inserir as novas edificações, minimizar as intervenções na topografia e preservar ao máximo a vegetação existente.O pavilhão do Clube pousa no platô existente no terreno, onde anteriormente situava-se o estábulo. Ao manter-se as linhas de árvores existentes, cria-se através deste paisagismo uma barreira natural para as insolações do nascente e poente. As quadras de esportes e campo de futebol situam-se em cotas acima do local de implantação do pavilhão do clube e inserem-se na topografia através de suaves taludes e pequenos aterros. A organização funcional do pavilhão é feita em linha, estando numa extremidade os acessos de pedestres e veículos, estacionamento e áreas de apoio e serviço, que são conectados ao restante do Clube através de varandas de estar e circulação. Pés direitos generosos e grandes vãos definem o caráter de alguns espaços de convivência como o Salão de Festas, Salão de Jogos, Spa, Fitness. Em alguns trechos, como sobre os vestiários e sobre a sauna, este pé-direito elevado permite a criação de pavimentos técnicos para os reservatórios de água e equipamentos. Estes espaços são interligados ao terraço das piscinas através de um varandão, criando um espa88


PAISAGISMO

ço aberto que permite, de diversos pontos do clube, a vista para a mata e áreas de preservação permanente do condomínio. Um deck em madeira, interligado ao varandão e ao terraço das piscinas, conforma-se à topografia em diferentes níveis, abraçando várias jabuticabeiras existentes no local. Cria-se assim uma área aberta sombreada, ideal para pais e mães relaxarem enquanto suas crianças brincam no playground adjacente. Um pátio descoberto arborizado cria uma agradável ambientação para o Fitness e faz a transição para a área Gourmet, mais isolada, que se prolonga através de um deck em madeira até próximo ao lago. Estrutura metálica foi a escolha para o pavilhão do clube, pois vence grandes vãos com peças estruturais de pequenas dimensões, o que permite, sem maiores interferências, a utilização de grandes panos de vidro nos fechamentos dos espaços. A lâmina da cobertura é feita em telha metálica termoacústica, com forro em réguas de madeira na face inferior e recobrimento superior também em réguas de madeira, porém espaçadas. Este recobrimento prolonga-se nas empenas laterais dos espaços com pés-direitos mais altos, agora com fechamento interno em vidro, permitindo transparência e unidade formal entre os diversos elementos.

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Revista Parágrafo - Ed. 07 - Inside Comunique  

A edição 7 da Parágrafo apresenta cases especiais da arquitetura, engenharia e infraestrutura do Brasil. O destaque desta edição é o projeto...

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