REVISTA ALGARVE INFORMATIVO #494

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FERNANDO DANIEL FANTÁSTICO NA FATACIL

ÍNDICE

Mirian Tavares (pág. 14)

Fábio Jesuíno (pág. 18)

«Caminhos da Vida» de Domitília Gonçalves (pág. 22)

Festa da Ria na Fuzeta (pág. 30)

FATACIL em Lagoa (pág. 38)

Festival de Acordeão João César em Portimão (pág. 56)

Fernando Daniel em Lagoa (pág. 64)

Orquestra do Algarve em Tavira (pág. 78)

Bispo em Portimão (pág. 92)

Camané em Tavira (pág. 106)

Dos caramelos

Mirian Tavares, professora

O cão é um cavalheiro, eu espero ir para o céu deles, não para o dos homens. Mark Twain

mais exitosa campanha de rebranding dos últimos tempos foi a dos caramelos. Ou melhor, Caramelos, pois eles se assumem com letra maiúscula. Para quem não é do Brasil, explico: os caramelos são os cães que eram chamados, há uns tempos, de vira-latas. São os rafeiros, em Portugal. Quando eu vivia aqui, ou mesmo nas muitas vezes em que cá voltei, a passeio ou a trabalho, via os cães a andarem nas ruas de cabeça baixa, com um ar famélico. Eram enxotados dos passeios e tentavam, para sobreviver, tornarem-se invisíveis, parte da paisagem, ou camuflados – assumiam a cor das pedras sujas do calçamento ou das paredes descascadas. De repente, alguém se lembrou de rebatizá-los, deixaram de ser vira-latas e passaram a assumir o nome mais digno, e doce, de caramelos. O nome foi inspirado na cor de pelo que a maior parte deles ostenta –um tom entre o amarelo queimado e o dourado. Parecem um caramelo quando está quase no ponto – uma calda doce e apetitosa. Muita gente decidiu adotar um caramelo, passou-se a exibir, sem constrangimentos, um belo espécime, numa coleira toda chique, pelos mais diversos lugares da terrinha. E ganharam

também protagonismo nas redes sociais – há perfis e perfis dedicados aos bichos. Desde aqueles que criam memes, aos que contam histórias protagonizadas por eles, os heróis do momento. Os donos do pedaço. Outro dia, caminhava na avenida Beira-mar e deparei-me com um bando (ou matilha, em português mais formal) de caramelos. A bem da verdade, nem todos têm o pelo da mesma cor: há os branco e preto, os com manchinhas castanhas, os que não têm cor definida. Há de um tudo, como se costuma dizer, mas eles não pensam muito nisso, são todos caramelos, orgulhosamente. Andam pelas ruas com um ar altivo, olham as pessoas nos olhos, mesmo mantendo o olhar docinho e, às vezes, triste (estratégia milenar usada para amolecer até os corações mais duros), mas seguem o baile. Passeiam entre as mesas dos bares, deitam-se onde bem lhes apetecer, mesmo que seja no meio do calçadão mais importante da cidade. E já quase ninguém os enxota. Há os que ainda preferem seus cães que custam milhares de reias, mas mesmo estes, muitas vezes, adotam um caramelo. Porque fica bem na ficha corrida do cidadão: tutor de um caramelo. Acho que os caramelos são os gatos do mundo canino. Passeiam despreocupados, cabeça erguida, barriga cheia. Não duvidam do seu valor, até se tornaram

interesseiros, mas continuam fofos e fiéis. Quem imaginou esse rebranding merecia um prémio da sociedade dos marketeiros, se é que existe alguma. Resultou tanto, que até os próprios cães descobriram sua autoestima. Eles sabem que valem muito e, por isso, andam por aí a correr atrás de motos, a nadar na praia, a organizar-se em bandos, a dominar a área. São os maiores. E continuam uns queridos.

Foto: Isa Mestre

Portugal deve afirmar-se como uma nação empreendedora

Fábio Jesuíno, empresário

identidade de Portugal nasce da ousadia e da capacidade de inovar. Ainda que alguns tentem esconder este legado, o espírito empreendedor sempre nos pertenceu. Está inscrito na nossa história, fomos um povo que, contra todas as probabilidades, ousou partir em busca do desconhecido, criar soluções pioneiras e transformar limites em novos horizontes.

Hoje, mais do que nunca, é tempo de renovar essa vocação e assumir que Portugal tem de ser uma fábrica de empreendedores, sejam eles artesãos que preservam tradições ou empresas tecnológicas que marcam presença internacional.

Ao longo da sua história, Portugal não navegou apenas mares, mas também ideias. Ideias que, pela visão e coragem de quem ousou sonhar, mudaram o rumo do mundo. Esse espírito empreendedor, feito de audácia, determinação e a nossa reconhecida capacidade de «desenrascar», continua vivo e a inspirar um país que segue em frente, reinventando caminhos e abrindo portas para o futuro.

Caravela Portuguesa

A caravela, desenvolvida no século XV, foi uma revolução marítima. Leve, veloz e

capaz de navegar contra o vento graças às suas velas triangulares, tornou-se a embarcação símbolo dos Descobrimentos. Sem ela, Portugal não teria aberto novas rotas comerciais nem ampliado o mapa do mundo.

Astrolábio Náutico Português

Aperfeiçoado pelos portugueses, o astrolábio náutico permitia calcular a latitude em alto-mar usando a posição dos astros. Esta inovação foi fundamental para a navegação oceânica, tornando possíveis longas viagens sem referências costeiras.

Passarola

No início do século XVIII, Bartolomeu de Gusmão apresentou a Passarola, um dos primeiros ensaios de máquinas voadoras mais pesadas que o ar. O projeto não chegou a tornar-se funcional, mas abriu caminho para o imaginário da aviação e colocou Portugal no mapa da inovação aeronáutica.

Pirelióforo

Inventado por Manuel António Gomes (Padre Himalaya) no final do século XIX, o Pirelióforo era um gigantesco forno solar. Capaz de concentrar os raios do sol para atingir temperaturas elevadíssimas, antecipava a importância das energias renováveis num tempo em que ainda se vivia da dependência do carvão e da lenha.

Herrmann Wall Phone –«O Privilegiado»

João Cordeiro da Herrmann inventou, em 1885, este inovador telefone de parede. Foi um modelo pioneiro que já previa a praticidade no uso doméstico e empresarial, sendo considerado um avanço relevante para a democratização da comunicação telefónica.

Bola de Vento para Microfones

Inventada em Portugal, a tradicional proteção em espuma conhecida como «bola de vento» revolucionou a captação de som, evitando ruídos e distorções quando exposta a vento ou movimento. Tornou-se indispensável em estúdios, gravações externas e transmissões televisivas.

Telefone Pré-Pago – «Um Mimo»

Muito antes de se tornar comum a nível global, Portugal lançou em 1995 o primeiro sistema de telemóvel pré-pago no mundo, apelidado de «Mimo». Esta invenção democratizou a comunicação móvel e inspirou operadoras internacionais a adotarem o mesmo modelo.

Via Verde

Em 1991, Portugal foi o primeiro país do mundo a introduzir um sistema totalmente automático de pagamento eletrónico de portagens. A Via Verde transformou a mobilidade nacional, eliminou filas e tornou-se exemplo de eficiência exportado para outros países.

ColorAdd

Criado pelo designer português Miguel Neiva, o ColorAdd é um código universal de cores que permite a pessoas daltónicas identificar tonalidades através de símbolos. Hoje é aplicado em transporte público, hospitais, escolas e produtos, sendo uma referência mundial em inclusão social.

Cada uma destas invenções prova que Portugal sempre se destacou pelo talento, engenho e visão. Estes são apenas alguns exemplos de empreendedores portugueses, dos mais antigos aos mais recentes, que criaram soluções muito à frente do seu tempo. Hoje, cabe-nos cultivar esse mesmo espírito em todas as áreas, do artesanato ao digital, da tecnologia à sustentabilidade.

Mais do que uma escolha individual, o empreendedorismo deve ser um espírito partilhado pela sociedade, promovido nas escolas, valorizado nas comunidades e incentivado em todos os setores. Tal como a caravela outrora abriu oceanos, a inovação portuguesa tem hoje o poder de abrir novos caminhos globais na ciência, na arte, no turismo e na economia. Vamos transformar Portugal numa nação de empreendedores.

Domitília Gonçalves recorda memórias e afetos de outros tempos em «Caminhos da Vida»

Sala da Assembleia de Freguesia de Boliqueime foi palco, no dia 23 de agosto, do lançamento do livro «Caminhos da Vida», de Domitília Gonçalves, uma obra que é uma verdadeira homenagem às memórias, aos afetos e à identidade do Algarve de outrora. Um conjunto de histórias reais que evocam a simplicidade da vida e os valores humanos que continuam a

moldar a alma desta freguesia do concelho de Loulé, um autêntico resgate da memória coletiva de várias gerações boliquemenses, e que foi apresentado pelo Padre Pedro Manuel. Perante uma sala repleta de familiares e amigos da autora, Carlos Silva Gomes, presidente da Assembleia Municipal de Loulé, afirmou ainda que “a poesia é uma luz no mundo cinzento, e por vezes negro, em que vivemos no passado recente, atormentados pela possibilidade de uma terceira guerra mundial”.

Texto: Daniel Pina| Fotografia: Daniel Pina

Domitília Gonçalves começou a escrever poesia aos 50 anos e, desde então, nunca mais parou. “Mas esta obra esteve difícil de sair, pedi-lhe várias vezes para compilar os seus versos para que os pudéssemos editar em livro”, recordou Nélson Brazão, presidente da Junta de Freguesia de Boliqueime, ao que a autora respondia frequentemente que “aquilo não tem assim tanto jeito”. “Para além de ser uma obra poética, é também histórica, porque nos permite revisitar imagens que estavam guardadas no meu, e nos nossos, baús de memórias. Foi uma alegria relembrar os tempos do candeeiro a petróleo, o ir buscar água aos poços, as carroças, as vivências de casa com as limitações de então, os bailes e os amores e desamores. Nesta

obra terão a oportunidade de conhecer o que era Boliqueime em várias épocas”, descreveu o autarca.

Com uma escrita simples, a obra permitirá às gerações vindouras recordarem “o quão difíceis foram uns tempos que não foram assim há tanto tempo” “A Junta tem o dever de promover a cultura e a vila de Boliqueime tem muitos artistas. Muitas vezes a importunei, o desafio foi lançado tantas vezes, até que finalmente o aceitou e este livro tornouse, felizmente, uma realidade. Parabéns Dona Domitília por presentear Boliqueime e o mundo com esta obra”, finalizou Nélson Brazão.

Fuzeta viveu mais

uma Festa da Ria

e 16 a 21 de agosto a Fuzeta viveu seis dias de muito animação na zona da ribeirinha, com a realização da 20.ª Festa da Ria,

organizada pela Associação Foz do Êta. Um evento recheado de gastronomia, artesanato e música, cujo programa incluiu, no dia 20, a atuação da banda «Os Vizinhos». Foram, sem dúvida, noites superdivertidas nesta conhecida vila costeira do concelho de Olhão.

Texto: Daniel Pina| Fotografia: Fábio Freira

Todos os caminhos foram dar a Lagoa para

a 44.ª FATACIL

Texto: Daniel Pina| Fotografia: Daniel Pina

e 22 a 31 de agosto, Lagoa viveu a 44.ª

edição da FATACIL

– Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa, a maior

feira a sul do Tejo e uma das maiores montras do que de melhor se produz no país. Com mais de 700 expositores, das mais variadas áreas, a FATACIL é, também, palco para muitos artistas, apostando forte na animação de rua, nos grandes concertos musicais e nos espetáculos equestres, divididos pelo

Palco Lagoa, Palco Algarve, Palco FATACIL, Picadeiro e, de uma forma geral, por todo o recinto.

Uma das novidades desta edição foi a participação dos Paraquedistas do Exército português, Os Falcões Negros, na inauguração da feira, com um salto em queda livre. Outra das novidades foi o regresso do Balão de Ar Quente à FATACIL, onde os visitantes tinham a oportunidade de ter uma vista diferente do recinto da feira. Também a Guarda

Nacional Republicana realizou Demonstrações Cinotécnicas junto à entrada principal do recinto.

O certame foi inaugurado, no dia 22 de agosto, pelo Secretário de Estado da Agricultura, João Moura, que acompanhou o executivo lagoense liderado por Luís Encarnação numa visita ao recinto, lado a lado com muitos outros autarcas algarvios e entidades regionais.

Portimão homenageou João César

com noite memorável de acordeão

Alameda da Praça da República, em Portimão, recebeu, no dia 23 de agosto, a 11.ª edição do Festival de Acordeão João César, um evento que alia celebração musical à homenagem a uma figura incontornável da cultura local. Com entrada gratuita, o festival encheu o recinto e contou com um cartaz de luxo,

reunindo nomes de destaque do panorama nacional e internacional.

A abrir a noite esteve Andreia Sofia Rodrigues, natural do Cartaxo e professora no Conservatório de Música de Santarém, que apresentou um repertório bem português, incluindo temas do homenageado, muito aplaudidos pelo público. Seguiu-se Tiago Pirralho, natural de Coruche, 11 vezes campeão nacional e quatro vezes

Texto: Vera Lisa| Fotografia: Vera Lisa

campeão ibérico de acordeão, que trouxe ao palco uma atuação vibrante e virtuosa. O programa continuou com o Dúo Kasal, formado pelos algarvios Jorge Alves (acordeão) e Mariline Martins (violino), que encantaram com um repertório intimista e inovador, cruzando sonoridades portuguesas numa fusão única entre os dois instrumentos.

A internacionalização do festival ficou a cargo de Egle Bartkeviciute, da Lituânia, atual campeã mundial de acordeão, que impressionou a plateia com a sua técnica irrepreensível e um percurso já marcado por numerosos prémios internacionais. O momento mais simbólico da noite aconteceu no encerramento, com a interpretação do tema «Portimão em Festa», da autoria de João César,

considerado o hino do festival. A performance conjunta de Jorge Alves e Tiago Pirralho emocionou o público e encerrou o espetáculo de forma apoteótica.

Organizado pela Junta de Freguesia de Portimão, em parceria com a Rádio Alvor FM e com o apoio do Município de Portimão, o evento presta tributo a João César, músico cuja dedicação ao acordeão e à cultura portimonense deixou uma marca indelével na região. Com 11 edições realizadas, o Festival de Acordeão João César afirma-se cada vez mais como uma referência regional e nacional, promovendo o acordeão e dando palco a talentos consagrados e emergentes.

FERNANDO DANIEL PRIMEIRA NOITE

Texto: Daniel Pina| Fotografia: Daniel Pina

DANIEL AQUECEU

DA FATACIL

s noites de Lagoa têm estado ao rubro por ocasião da 44.ª FATACIL, a maior feira a sul do Tejo e que este ano decorre de 22 a 31 de agosto. O evento combina tradição, cultura, música e inovação e, claro está, o cartaz do palco principal é um dos grandes atrativos do certame.

Logo na noite de abertura, a 22 de agosto, o Palco FATACIL recebeu Fernando Daniel, um dos nomes mais aclamados da música nacional, possuidor de uma voz poderosa e de uma legião de fãs que o segue para todo o lado. E isso mesmo se constatou com o recinto a rebentar pelas costuras, num concerto memorável em que o cantor e compositor fez uma viagem pelos seus vários álbuns, para satisfação do imenso público que teve pela frente.

ORQUESTRA DO ALGARVE DE VERÃO INESQUECÍVEL

ALGARVE DEU UM CONCERTO

EM TAVIRA

o dia 16 de agosto, a Praça da República, em Tavira, vibrou com o Concerto de Verão da Orquestra do Algarve, sob a direção do Maestro Martim Sousa Tavares, numa noite escaldante onde a música celebrou o Verão, a leveza e o espírito descontraído da época.

Com um programa escolhido especialmente para a ocasião, o concerto envolveu as muitas centenas de pessoas que encheram a Praça da República em

sonoridades vibrantes e com momentos de grande satisfação, num ambiente informal, festivo e muito musical. Do repertório fizeram parte: D. Shostakovich, Valsa da 2.ª «Jazz Suite»; N. Rota, Tema de Amarcord; G. Gershwin, Summertime; C. Paredes, Verdes Anos; H. Mancini, Baby Elephant Walk; C. Porter, I’ve got you under my skin; H. Mancini, Tema de A Pantera Cor de Rosa; F. Corrêa de Oliveira, Trova do Vento que Passa; Medley: New York, New York, Something Stupid e My Way; Abba, Dancing Queen; M. Jackson, Thriller; M. Jackson, Billie Jean.

BISPO DEIXOU PÚBLICO NO FESTIVAL MAR

Texto: Daniel Pina| Fotografia: Daniel Pina

PÚBLICO EM DELÍRIO ME QUER

quarta edição do Mar Me Quer animou a zona ribeirinha de Portimão de 13 a 15 de agosto e com um cartaz recheado de nomes sonantes para agradar a diferentes gostos.

A primeira noite foi preenchida por Calema, Dillaz e I Love Bailefunk, numa fusão de sonoridades africanas com pop contemporâneo que levou milhares de pessoas a cantar em português, crioulo e outras línguas africanas num verdadeiro retrato vivo da diversidade lusófona. O segundo dia ficou marcado pelo regresso épico dos Da Weasel a Portimão, mas também pelo excelente concerto de Bispo e, a abrir a noite, Deejay Rifox. O

terceiro e último dia assistiu aos espetáculos dos Insert Coin, Soraia Ramos e Plutónio, cada um representando uma faceta diferente da música nacional contemporânea.

Ao longo de três dias, o evento recebeu mais de 29 mil pessoas, confirmando-se como um dos maiores festivais de verão do Algarve. “Esta edição foi muito especial. Recebemos milhares de pessoas de todo o país e sentimos uma energia incomparável a qualquer outra em cada concerto”, referiu André Sardet, organizador e promotor do Mar Me Quer. Já António Gomes, também organizador e promotor do festival, alega que “o Mar Me Quer está a crescer e prometemos regressar ainda com mais força e algumas surpresas no próximo ano”

CAMANÉ RECORDOU MÁRIO BRANCO

Texto: Daniel Pina| Fotografia: Município de Tavira

RECORDOU JOSÉ

EM TAVIRA

nserido na programação do «Verão em Tavira», o Parque do Palácio da Galeria recebeu, no dia 13 de agosto, o inigualável fadista Camané, que apresentou o seu trabalho «Inquietação», no qual presta uma homenagem a José Mário Branco, em nome próprio, com repertório

totalmente exclusivo deste cantautor. Um momento musical em que Camané se fez acompanhar do seu trio habitual de guitarras, mas que incluiu outras instrumentações e core musicais fora da sonoridade do fado que complementaram, de modo perfeito, todas estas canções.

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