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A cada edição da Informe COMIGO, celebramos conquistas que traduzem a força do cooperativismo. Nesta, em especial, temos motivos grandiosos para nos orgulhar. A COMIGO foi eleita, pela quarta vez, a melhor empresa do agronegócio pelo anuário Valor 1000, publicação que avalia resultados financeiros e práticas de ESG das maiores organizações do país.
Esse reconhecimento chega em um ano em que celebramos o nosso cinquentenário, consolidando-nos como a maior empresa de Goiás, a oitava das regiões Norte e Centro-Oeste e a quinta maior cooperativa do Brasil. Mais do que números, esse resultado reflete dedicação, inovação e confiança de todos os que acreditam na nossa cooperativa. Como bem destacou nosso presidente executivo, essa conquista é de cada um dos 12,5 mil cooperados e 3,5 mil colaboradores, que fazem a COMIGO ser o que é.

afirmando nossa responsabilidade ambiental e nosso compromisso com as futuras gerações.
Essa mesma visão de futuro esteve presente no 24º Workshop do CTC, que reuniu produtores, técnicos e estudantes em torno da inovação no campo, e no Circuito Inova Pec, que fortaleceu o conhecimento em pecuária de corte. Além disso, a 12ª turma de Jovens Lideranças Cooperativistas viveu experiências enriquecedoras em viagem técnica, reafirmando que preparar sucessores é garantir continuidade e evolução.

Seguimos firmes no compromisso de construir um legado sustentável, e isso se evidencia em várias frentes. Recentemente, conquistamos o Selo Prata no Programa Brasileiro GHG Protocol, com a publicação de nosso inventário completo de emissões de gases de efeito estufa. A meta agora é clara: avançar para o Selo Ouro, re-

Nosso compromisso social também merece destaque. Com a campanha “Você doa, a COMIGO dobra”, arrecadamos 37,5 toneladas de alimentos, valor que a cooperativa dobrou, somando 75 toneladas destinadas a instituições filantrópicas. Essa é a essência do cooperativismo: prosperar juntos e multiplicar resultados.
Enquanto comemoramos esses feitos, reforçamos nossa atenção às práticas que fortalecem o produtor no dia a dia. Nesta edição, trazemos cadernos técnicos sobre uso da ureia em bovinos de corte, dieta de confinamento, agricultura de precisão e recomendações de práticas ESG no campo. Conteúdos que unem ciência e prática, ajudando nossos cooperados a produzir mais, com responsabilidade e rentabilidade.


A história da COMIGO mostra que cada década é marcada por avanços importantes. Entre 2007 e 2015, expandimos nossa infraestrutura, inauguramos fábricas e lojas, e lançamos programas que hoje se tornaram referência, como o de Jovens e Mulheres Cooperativistas. Essa trajetória, construída passo a passo, nos trouxe até aqui e nos projeta para o futuro. Finalizo reforçando que cada conquista aqui registrada pertence a todos nós. Cooperados, colaboradores e parceiros que acreditam, trabalham e constroem, diariamente, a solidez da COMIGO. Que essa edição inspire ainda mais confiança em nosso modelo de cooperativismo, que se mostra, mais uma vez, um caminho seguro para produzir, inovar e prosperar.
Boa leitura!



















ANTONIO CHAVAGLIA PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COOPERATIVA COMIGO



CADASTRO COMIGO
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878
Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO
Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500
SAC COMIGO: 0800 642 1500
Site: www.comigo.coop.br
E-mail: sac@comigo.com.br
CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Presidente: Antonio Chavaglia
DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente Executivo: Dourivan Cruvinel de Souza
Diretor de Lojas: Carlos Alberto Leão Barros
Diretor de Insumos: Cláudio César Teoro
Diretor Industrial: Paulo Carneiro Junqueira
Diretor Administrativo Financeiro: Warlen Ferreira de Freitas
Diretor Comercial: Welton Vieira de Menezes
CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO
Jovens lideranças vivenciam experiências no agro nacional. Visitas a empresas e cooperativas reforçaram aprendizados sobre tecnologia, sucessão e integração.


12
Alceu Ayres de Moraes
Luiz Gustavo Cavalet
Marciano Casagrande
Max Eugênio da Silva Arantes
Rafaela Henkes Vian
Renata Ferguson
Rogério Martins Silva Caetano
CONSELHEIROS FISCAIS
Alexandre Oliveira de Sá
Gabriel Neves de Almeida
Márcia Raquel Gomes de Andrade Vian
Moisés Martins de Miranda Júnior
Samuel Silva Barbosa
Vanine Di Garcia Lessa
ASSESSORIAS
Assessoria Ambiental
Auditoria interna
Comunicação
Cooperativismo
Jurídica Planejamento Processos
Sistema de Gestão da Qualidade
O evento reuniu centenas de participantes em estações práticas e palestras técnicas.




INFORME COMIGO
Revista bimestral editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO.
Conselho Editorial: Beckembauer Ferreira, Ubirajara Oliveira Bilego e Gabriele Triches Ribeiro.
Coordenação ASCOM: Gabriele Triches Ribeiro
Editor Responsável: Pedro Henrique Cabral Rosa - RP: 0004462/GO
Matérias e Fotografias: Douglas Dias Teixeira
Pedro Henrique Cabral Rosa
Wellerson Martins Moreira
Wagner Silva Filgueira
Diagramação, composição e arte: Rodrigo Viana de Oliveira
Comercial: Gabriela Alves
E-mail: gabrielaalves@comigo.com.br
Telefone: (64) 3611-1690
Impressão: Cirgráfica - Goiânia Tiragem: 12.500 exemplares
Selo Prata reconhece a gestão sustentável da COMIGO. Inventário completo de emissões de GEE reforça meta de alcançar o Ouro.


CADASTRO COMIGO
Fundação: 6 de julho de 1975
Gênero: Cooperativa de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários.
Instalação/Atividades:
ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0013-19
CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44
CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0046-87
FIRMINÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618.0063-88
INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0024-71
IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0062-05
JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48
JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0012-38
Estrela D’Alva - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0031-09
Cooperativa COMIGO conquista o prêmio de melhor do agronegócio pela quarta vez e celebra 50 anos com resultados expressivos.


CTC evidencia força da pesquisa agrícola no 24º Workshop. Resultados, debates e painéis mostraram como a inovação transforma a vida do produtor.


Paraíso - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0036-05
Bom Jardim - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0048-49
Fábrica Suplemento Mineral Jataí
Fazenda Florestal VI e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0060-35
MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40
MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40
MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0042-53
Fábrica Suplemento Mineral
MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0017-42
NOVA CRIXÁS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0061-16
PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0053-06
PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0022-00
Armazém II - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0052-25
Fazenda Florestal VII e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0064-69
PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97
PONTALINA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0058-10
RIO VERDE: Sede Administrativa / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Fazenda Florestal IV / CNPJ: 02.077.618/0047-68
Depósito de Insumos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0055-78
Complexo Industrial / CNPJ: 02.077.618/0002-66
Fazenda Florestal I / CNPJ: 02.077.618/0016-61
Fazenda Florestal II / CNPJ: 02.077.618/0029-86
CTC - Centro Tecnológico COMIGO / CNPJ: 02.077.618/0032-81
Ponte de Pedra - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0034-43
Fazenda Monte Alegre - Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0040-91
Máquinas e Implementos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0041-72
Fazenda Florestal V / CNPJ: 02.077.618/0059-00
SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0005-09
Cinquentão - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0033-62
SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0037-96
Armazém II / CNPJ: 02.077.618/0057-30

Na pecuária moderna, a eficiência produtiva deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma exigência de mercado. Nesse cenário, o confinamento de bovinos tem se consolidado como uma estratégia fundamental para reduzir o tempo de abate, elevar o rendimento de carcaça e garantir padronização na qualidade da carne.
Mas, para que esse sistema funcione com o máximo de desempenho, é preciso atenção redobrada à dieta dos animais.
Uma dieta de confinamento bem formulada é mais do que oferecer comida, é fornecer nutrientes na proporção exata para que os bovinos expressem todo seu potencial genético. O foco é claro: maximizar o ganho de peso, melhorar a conversão alimentar e reduzir os custos por quilo produzido. Essa dieta deve considerar a categoria animal, a fase de desenvolvimento e os objetivos de terminação, sempre equilibrando dois pilares nutricionais: volumosos e concentrados.
Volumosos:
Embora o confinamento priorize dietas mais concentradas, o volumoso ainda exer-
ce papel vital na saúde do rúmen. Silagem de milho, sorgo, cana picada ou capins conservados são opções comuns, garantindo fibra efetiva para estimular a mastigação e manter o pH ruminal estável.
Concentrados:
É nos concentrados que reside a densidade energética da dieta. Ingredientes como milho moído, sorgo moído, farelo de soja, ração pronta são os mais utilizados. A combinação precisa entre energia e proteína garante o crescimento muscular e a deposição de gordura na medida certa.
Etapas da dieta:
O sucesso de uma dieta de confinamento começa com uma boa adaptação. A transição alimentar que pode durar de 7 a 21 dias prepara o rúmen para uma nova rotina, reduzindo o risco de distúrbios metabólicos, como a acidose ruminal. A seguir, vêm as fases de crescimento e terminação, nas quais se reduz o teor de volumoso e se eleva gradualmente a inclusão de concentrados. O objetivo é acelerar o ganho de peso e garantir o acabamento ideal de carcaça.
Cuidados essenciais
Além da nutrição é importante atenção em outros pontos, como:
• Disponibilidade de água limpa e fresca 24 horas por dia;
• Ambiente confortável, com espaço adequado no cocho e área seca para deitar; Manejo sanitário rigoroso;
• Acompanhamento frequente do desempenho animal e da qualidade da dieta.

Tecnologia exclusiva IHARA para o combate de mancha-alvo.
Quer descobrir como os bovinos podem se adaptar melhor ao confinamento e atingir o máximo desempenho? Para responder a essas e outras

perguntas, assista à última live do COMIGO no Campo e confira dicas valiosas sobre manejo, alimentação e bem-estar no confinamento.
Hugo Rodrigues Purceno, Médico Veterinário da COMIGO, detalha os cuidados essenciais para a adaptação de bovinos em confinamento. Durante a live, ele explica as fases de adaptação, destaca a importância de uma dieta balanceada, aborda o monitoramento
de doenças respiratórias e reforça a prioridade do bem-estar animal. O conteúdo oferece orientações práticas para otimizar o desempenho e a saúde do rebanho.
Informações

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Não perca as lives do COMIGO no Campo! Toda segunda quartafeira do mês, às 19h, abordamos temas que fazem a diferença na agricultura e na pecuária, trazendo soluções práticas para otimizar a rotina do produtor.
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ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE; USO AGRÍCOLA; VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO; CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO; INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS; DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS; LEIA ATENTAMENTE E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA; E UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. ATENÇÃO
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ADRIANA VIEIRA GUIMARAES
AGRO SERRANA AGROPECUARIA LTDA
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ANA PAULA JACINTHO JUNQUEIRA
ANTONIO ASSIS DOS SANTOS
ANTONIO DONIZETI MESQUIARI
ANTONIO MARCOS ALVES NOGUEIRA
ARIELLEM MARIA MORAES BARZOTTO
ARMANDO GUIMARAES CARVALHO
ARNALDO OTONI DE CARVALHO FILHO
ARTUR COSTA E SILVA
BARROS & FILHOS AGROPECUARIA LTDA
CARLOS ALBERTO ARANTES JUNIOR
CARLOS ALIRIO POLI E SOUZA
CASSIO ANTONIO DE AGUIAR
CAÇU-GO
IVOLÂNDIA-GO
JATAÍ-GO
AURILÂNDIA-GO
PARANAIGUARA-GO
NOVA CRIXÁS-GO
ITARUMÃ-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
RIO VERDE-GO
PIRANHAS-GO
JATAÍ-GO
SANCLERLÂNDIA-GO
JATAÍ-GO
BELA VISTA DE GOIÁS-GO
NOVA CRIXÁS-GO
JATAÍ-GO
CELSO BRANDAO DE OLIVEIRA
CICERO PINTO E SILVA
CLAUDIO LEONCIO CARRIJO DA CUNHA
CLEBERSON COSTA DOS SANTOS
DANILO CINTRA MARQUES
DANILO REIS CAMARGO
DEBORA CRISTINA ARANTES VINAGRE
DIVINO JOSE PEREIRA
EDUARDO STUANE VIEIRA
ELCIO RODRIGUES FRAGA
ELI FERREIRA DE BARROS
EMIVALDO DE OLIVEIRA PINTO
EURIPEDES VIEIRA DE OLIVEIRA
FABIANE MACHADO VILELA
FANIA RAQUEL LIMA MIRANDA
FLAVIA MACHADO VILELA
ARUANÃ-GO
IPORÁ-GO
MINEIROS-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
JUSSARA-GO
FAZENDA NOVA-GO
INDIARA-GO
CÓRREGO DO OURO-GO
PARAÚNA-GO
JUSSARA-GO
CRIXÁS-GO
CÓRREGO DO OURO-GO
PONTALINA-GO
TORIXORÉU-MT
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
PIRANHAS-GO

FRANCISCO GERMINIANO N. BEZERRA
GABRYELA RODRIGUES FERREIRA LIMA
GERDSON FRANCO DOS SANTOS
GIOVANNA DE ALMEIDA AZEVEDO
GUTEMBERG CASTRO OLIVEIRA
HELAINE FREITAS AZEVEDO
HELIO NARESSI NETO
HELSON HENRIQUE SENA SANTOS
IRON FERREIRA MORATO
JACINTO ADRIANE FERNANDES
JACQUELINE DE ALMEIDA AZEVEDO
JOAO BRAZ OLIVEIRA DA COSTA
JOAO CARLOS DE ALENCAR
JOAO MARCOS MARTINS SILVA
JOAO PEREIRA DE LIMA
JOAO PEREIRA FULANETTI
JOAO SOARES DE OLIVEIRA
JOCEMAR RODRIGUES DA ROSA
JORGE ALBERTO ALVES COSTA FILHO
JOSE ANTONIO SANTOS
JOSE FERREIRA MORATO NETO
JOSE PAULEMAR ROCHA
JOSE RICARDO RORIZ COELHO
JOSUILIO IZIDORO MARCELINO
KAMYLLA VILELA GAROFO
KELLY CRISTINA SILVA GUIMARAES
LOURENCO AUGUSTO DE MEIRELES REIS
LUCIANA VICENTE
LUIZ HUMBERTO DULGHEROFF NAVES
MANOEL CESAR MARQUES
NOVA CRIXÁS-GO
PALMINÓPOLIS-GO
CEZARINA-GO
CAIAPÔNIA-GO
BOM JARDIM DE GOIÁS-GO
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
JUSSARA-GO
ANICUNS-GO
BURITI DE GOIÁS-GO
SERRANÓPOLIS-GO
CAIAPÔNIA-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
SÃO MIGUEL DO ARAGUAIA-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
JUSSARA-GO
NOVA CRIXÁS-GO
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS-GO
CHAPADÃO DO CÉU-GO
PORTELÂNDIA-GO
INACIOLÂNDIA-GO
FAZENDA NOVA-GO
JUSSARA-GO
ARAGUAÇU-TO
MAIRIPOTABA-GO
RIO VERDE-GO
CAÇU-GO
ÁGUA BOA-MT
RIO VERDE-GO
APARECIDA DO RIO DOCE-GO
JUSSARA-GO
MARCIA DE BONI SCHMIDT
MARIA DO SOCORRO FERNANDES
MATHEUS BORGES GUIMARAES
MATHEUS SOUSA CASTRO
NEWTON ALVES FERREIRA
NILCE CROTTI
NIVALDA LEMES DE ASSUNCAO
NUZIMAR DE SOUZA LIMA
PAULO HENRIQUE SILVEIRA BERTOLINI
PAULO JOSE RIBEIRO MORAIS
PEDRO LUCAS RODRIGUES N. DE MELO
POLIANA MACHADO NUNES PERFEITO
RAFAEL MORATO SILVA
RENATO CUNHA GUIMARAES
RICARDO JUNQUEIRA CARVALHO
RICARDO LUIZ DE OLIVEIRA
RODRIGO BUSO PEREIRA
ROSANA ANGELICA DA COSTA
SARA MATOS FERREIRA
SARA VITORIA SOUZA FARIAS
SILVESTRE JOSE VIEIRA
SOLANGE ALVES CRUVINEL
TIAGO HENRIQUE DOS SANTOS
VALDIRENE VIGILATO NUNES
VALMIR DO PRADO PINTO
VANDERLEI GARCIA
WALTER SOARES CARDOSO NETO
WEDES ALVES DE OLIVEIRA
WELDER ALVES SANTANA
WILIAM DA SILVA MATIAS
NOVA CRIXÁS-GO
JUSSARA-GO
PARAÚNA-GO
RIO VERDE-GO
NOVA CRIXÁS-GO
IVOLÂNDIA-GO
PARAÚNA-GO
NOVO BRASIL-GO
ITAJÁ-GO
ISRAELÂNDIA-GO
ACREÚNA-GO
CAÇU-GO
CÓRREGO DO OURO-GO
RIO VERDE-GO
MORRINHOS-GO
ADELÂNDIA-GO
QUIRINÓPOLIS-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
GOIÁS-GO
AMORINÓPOLIS-GO
ANICUNS-GO
RIO VERDE-GO
UIRAPURU-GO
FAZENDA NOVA-GO
INDIARA-GO
ACREÚNA-GO
NOVA CRIXÁS-GO
BURITI DE GOIÁS-GO
JAUPACI-GO
TROMBAS-GO
Por Wellerson Martins

Entre os dias 28 e 31 de julho, os participantes da 12ª turma do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas da COMIGO participaram de uma viagem técnica com roteiro contendo visitas à diferentes instituições e lugares, como parte do cronograma de formação do curso.
TECNOLOGIA E HISTÓRIA EM SÃO PAULO
O primeiro dia da viagem foi dedicado à visita à Jacto, em Paulópolis (SP), refe-

rência mundial em tecnologia e inovação agrícola. Os jovens conheceram de perto a história da empresa, seus processos produtivos e outras iniciativas..
Durante o encontro, Chikao Nishimura, acionista do Grupo Jacto e integrante da segunda geração da família Nishimura, destacou que é preciso olhar para o futuro, pensar nas próximas gerações e com a visita dos jovens pôde trazer mais informações sobre sucessão familiar. “Além da
IMERSÃO NO COOPERATIVISMO
PARANAENSE
No segundo dia, já em Ubiratã (PR), os jovens conheceram a estrutura da Cooperativa Agroindustrial União (COAGRU). A visita mostrou como o cooperativismo local promove o desenvolvimento econômico e social, com projetos voltados à sucessão familiar e ao incentivo à participação de jovens.
Para Vinicius Leviski, conselheiro de administração da Coagru, que acompanhou a vista dos jovens goianos à cooperativa paranaense, a intercooperação amplia horizontes. “É muito interessante essa questão da intercooperação, porque são culturas diferentes,
área comercial, de produtos, a gente tem a oportunidade de abordar os problemas de sucessão, principalmente dos jovens”, afirmou. Ele acrescentou que é um desafio que toda família precisa assumir: “Acho que é um momento que toda família tem que ter o cuidado de fazer o trabalho de preparação dessa juventude tão boa que nós temos no Brasil”.
Para Sandro Filho, que já é cooperado e agora participa da formação, a experiência deixou uma lição importante: “Lá nós aprendemos que ninguém cresce sozinho. É sempre muito bom ter uma boa rede de apoio para conseguir o seu ápice, tanto pessoalmente como profissionalmente”, disse.
Em Pompeia/SP, o grupo visitou a Fundação Shunji Nishimura, incluindo o museu que preserva a trajetória do Grupo Jacto, e o Laboratório de Agricultura de Precisão da FATEC, onde foram apresentadas pesquisas e soluções voltadas à eficiência de produtividade no campo.
cooperativas diferentes, mas todas em busca do mesmo objetivo: ser cooperativa, ser cooperativista”, afirmou. Leviski ressaltou também o valor da troca de experiências. “O pessoal veio, trocou ideia, conversamos. É algo diferente da nossa realidade e a nossa realidade também é diferente da de vocês”.
Já o jovem cooperado da COMIGO, Daniel Santos, destacou a importância da iniciativa. “Eu acho uma iniciativa muito interessante da cooperativa com esse curso de jovens. Como cooperado apoio e gostei muito da visita lá na COAGRU, foram muito receptivos e mostram como a gente ainda pode aumentar o nosso leque de opções, diversificar ainda mais o nosso leque de produtos”, disse. Cooperativismo
O terceiro dia foi dedicado a um treinamento de liderança e trabalho em equipe, em Cascavel (PR). A atividade proporcionou reflexões sobre comunicação, gestão de conflitos, colaboração e o papel de cada um como agente transformador no meio em que vive.

ENTRE A POTÊNCIA DE ITAIPU E A GRANDIOSIDADE DAS CATARATAS
No último dia, o grupo visitou dois ícones da região de Foz do Iguaçu (PR). Na Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional, conheceram de perto a grandiosidade da estrutura, referência mundial em engenharia, energia renovável e projetos socioambientais. Já nas Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas da Natureza, encerraram a jornada celebrando, diante
das quedas d’água, as conexões e aprendizados construídos ao longo da viagem.
Para a coordenadora de desenvolvimento de cooperados da COMIGO, Siomara Martins, o programa cumpre um papel essencial na formação de novas lideranças. “Nosso objetivo é preparar jovens para que compreendam o valor do cooperativismo e estejam prontos para assumir papéis de protagonismo em suas propriedades, comunidades e, futura-

mente, na própria cooperativa”, afirmou. Ela destacou ainda a relevância das experiências práticas vividas durante a viagem. “Ao visitar empresas, instituições e outras cooperativas, eles ampliam a visão, trocam conhecimentos e fortalecem o sentimento de pertencimento ao movimento cooperativista”, concluiu.


Fonte: Arquivo pessoal
Estudos demonstram que a intensidade dos danos varia conforme a espécie da gramínea, condições ambientais e manejo adotado, podendo resultar em perdas econômicas expressivas. Além da queda na produtividade, a qualidade da forragem também é comprometida, com aumento no teor de fibras e redução da digestibilidade, bem como de nutrientes
essenciais como proteína bruta, fósforo, magnésio, cálcio e potássio.
De acordo com a EMBRAPA, em diferentes níveis populacionais, foi possível observar que cerca de 25 insetos adultos por metro quadrado foram capazes de reduzir em 30% a produção de matéria seca da variedade de brachiaria decurnbens.
As cigarrinhas-das-pastagens (Hemiptera: Cercopidae) englobam diferentes gêneros e espécies que estão entre os principais responsáveis por perdas produtivas em pastagens brasileiras, especialmente em áreas cultivadas com braquiárias.
Na fase adulta, esses insetos se alimentam sugando a seiva das gramíneas e, durante o processo, liberam toxinas que prejudicam a formação da clorofila. Como consequência, observa-se o amarelamento das folhas, redução do crescimento, menor produção de forragem e, por fim, diminuição da capacidade de suporte das pastagens.
Em uma pastagem altamente degradada, a produtividade de carne é aproximadamente duas arrobas por hectare, anualmente. Contudo, em bom estado de conservação, essa produtividade pode alcançar até 16 arrobas por ano.

Fonte: Arquivo pessoal
O desenvolvimento das cigarrinhas tem início com a eclosão das ninfas, a partir de ovos em diapausa, geralmente no começo do período chuvoso. As ninfas permanecem na base das touceiras, envoltas em uma espuma protetora que produzem, até completarem o ciclo ninfal e originarem os adultos. O ciclo completo dura, em média, 58 dias, sendo aproximadamente 15 dias de incubação, 40 dias de fase ninfal e 3 dias de pré-oviposição. Os adultos apresentam vida média de cerca de 10 dias.
Apesar de possuírem habilidade para voar longas distâncias, a maioria dos adultos realiza apenas pequenos saltos próximos ao solo. Algumas espécies, como Deois flavopicta, podem atingir cerca de 900 metros em um único voo, quando as condições climáticas são favoráveis, embora entre 80% e 95% dos deslocamentos ocorram de forma curta e baixa, com isso a dissipação do inseto ocorre de forma rápida.



O manejo das cigarrinhas pode ser feito de diferentes formas. O controle químico, apesar de eficiente e com custo relativamente baixo frente às perdas potenciais, deve ser utilizado de forma racional. O controle biológico, por meio de microrganismos como fungos entomopatogênicos, também apresenta bons resultados. Entretanto, a medida mais sustentável e econômica consiste no uso de cultivares resistentes, pois já no momento
CONCLUSÃO
A pecuária a pasto depende diretamente da produtividade das forrageiras, já que a pastagem é a forma de melhor custo benefício e a que entrega uma maior rentabilidade. Proteger a sanidade das gramíneas contra pragas como as cigarrinhas é essencial para garantir eficiência, qualidade nutricional e consequentemente lucratividade.
Notozulia entreriana (Berg): Possui coloração predominante preta e brilhante, com manchas creme ou amareladas. As asas apresentam variações marcantes, principalmente nas fêmeas, que geralmente possuem três faixas claras bem definidas. Já os machos apresentam desenhos mais reduzidos ou ausentes. Tanto machos quanto fêmeas possuem abdômen e pernas de tonalidade escura, com algumas áreas em marrom claro.
Deois flavopicta: É a espécie mais comum no Brasil. Os adultos apresentam asas pretas com duas faixas transversais e uma longitudinal amarelada, além de abdome e pernas avermelhados. As fêmeas depositam ovos no solo ou em restos de plantas, e as ninfas, ao eclodirem, instalam-se na base das gramíneas, protegidas por espuma. O clima seco reduz sua reprodução, enquanto condições úmidas favorecem a ocorrência de três a cinco gerações anuais, dependendo da região. Ela é a mais comum encontrada em grande parte do território brasileiro.
Mahanarva fimbriolata: Espécie considerada mais agressiva que as demais, sendo capaz de atacar até cultivares resistentes, como a Brachiaria brizantha cv. Marandu. Apresenta asas vermelhas com faixas pretas e abdome também avermelhado, a fêmea é ligeiramente maior que o macho e possui coloração um pouco mais escura. Uma única fêmea consegue colocar cerca de 350 ovos. Apesar de aparecer menos que a deois flavopicita tem causando danos mais severos às pastagens e muito mais rápido, levando até a morte da forrageira.
da implantação da pastagem o produtor garante maior proteção contra o inseto, favorecendo o manejo integrado da praga.
O manejo integrado, trata-se de escolha da forrageira resistente, manter a altura ideal da forrageira permitindo que inimigos naturais do inseto ajudem nesse controle. Evitar aquisição de sementes com varreduras, pois essas podem trazer os ovos do inseto para a propriedade.



Com o tema “Fortalecendo a produção, o conhecimento e a rentabilidade” a Cooperativa COMIGO realizou o Circuito Inova Pec, evento técnico dedicado a produtores e profissionais da pecuária de corte, no último dia 7 de agosto. O encontro teve programação robusta com o objetivo principal de debater os desafios do setor e apresentar soluções práticas para otimizar o desempenho e a rentabilidade da atividade.
Eduardo Hara, gerente de geração e difusão de tecnologias do Centro Tecnológico COMIGO (CTC), explicou a evolução do formato: “na verdade, o Inova Pec é uma nova roupagem que a gente deu para os dias de campo de pecuária que a gente fazia aqui no CTC. Objetivando um dia mais produtivo, com mais conteúdo e informação, resolvemos estender a programação, transformamos em circuito, com mais estações e palestras, incluindo também a parte comercial”, disse.
E a iniciativa deu certo: o evento atraiu mais de 400 participantes, entre estudantes, profissionais e pecuaristas. “É muito bom reunir todo esse público para que todos possam sair ganhando, fazer negócios, levar informação de qualidade. No fim, quem sai ganhando é o cooperado”, afirma Hara.
A palestra de abertura ficou por conta de Mateus Moretti, que trouxe o tema Terminação Intensiva em Pasto (TIP). Ele destacou que a TIP não deve ser vista como concorrente do confinamento, mas sim como ferramenta complementar dentro do sistema de produção. “O que precisamos é entender as premissas da TIP, planejar e executar corretamente para garantir resultados. Eventos como
este oferecem conhecimento que pode transformar a realidade das fazendas, gerando ganhos de produtividade e eficiência, e, no final das contas, mais rentabilidade para o produtor”, afirmou.
Logo após, os participantes fizeram um tour pelas seis estações temáticas, abordando etapas essenciais da rotina pecuária de maneira prática e intuitiva, inclusive com a apresentação de produtos e forrageiras. Entre os especialistas das estações, estiveram o Dr. Ubirajara Bilego, com a integração lavoura-pecuária; André Velasco, sobre a forrageira Tifton 85; Ernesto Cozer, no manejo com cerca elétrica; Felipe Moura, na implantação de pastagens; Luciano Penteado, analisando impactos no sistema produtivo; e Caio Rodrigues, com dietas para confinamento.
Além disso, a participação de empresas parceiras com stands no evento garantiu condições comerciais exclusivas para os participantes e a apresentação das principais novidades do mercado, aproximando tecnologia e negócios em um único ambiente.
Para encerrar a programação, Hyberville Neto abordou as expectativas para a pecuária de corte no segundo semestre. Ele destacou a importância de os produtores utilizarem ferramentas de gestão de risco para aproveitar a alta do mercado, sem se expor a surpresas inesperadas. “Não temos bola de cristal, mas buscamos clarear as perspectivas. A nossa indicação para este ano é que o produtor utilize instrumentos para sair do risco, e a venda estratégica pode ser uma alternativa interessante diante do cenário atual. Nossa expectativa é positiva, porém cau-
telosa, pois imprevistos podem ocorrer”, analisou.
A receptividade dos cooperados foi positiva e reforçou o impacto do evento. Raymundo Ferronato destacou o caráter completo e diversificado do circuito: “Foi um evento bem completo, desde o início, com temas variados e bem otimizados ao longo do dia”. Karen Martins Leão, também cooperada, ressaltou a importância da difusão tecnológica promovida pela
COMIGO: “Foi uma experiência fantástica, maravilhosa. A pecuária precisa disso. A COMIGO produz essa tecnologia e está fazendo a difusão dela. Todos os temas, desde a fase de cria até a terminação, são fundamentais para o sucesso”.
O Circuito Inova Pec reafirma o compromisso da Cooperativa COMIGO e do CTC em fortalecer o agronegócio por meio da inovação, conhecimento e parceria, contribuindo para uma pecuária
mais sustentável, eficiente e rentável no coração do Centro-Oeste brasileiro. Cláudio Teoro, diretor de insumos da COMIGO, reforçou a missão do CTC na transferência de tecnologia: “Está no DNA do CTC a geração e difusão de tecnologia. O que estamos fazendo aqui é levar essa informação para o cooperado e para nosso corpo técnico”.







Acesse o QR Code e confira o vídeo com mais imagens e informações sobre o evento:










Reconhecimento representa o cooperativismo goiano em evento nacional sobre sustentabilidade
A COMIGO participou pela primeira vez do Ciclo 2025 do Programa Brasileiro GHG Protocol e conquistou o Selo Prata, reconhecimento pela publicação de um inventário completo de emissões de gases de efeito estufa (GEE).
Com essa conquista, a COMIGO se destaca como representante do cooperativismo goiano em um dos mais relevantes programas de sustentabilidade do Brasil, reforçando seu compromisso com práticas de gestão ambiental responsáveis.
O inventário contemplou as operações do Complexo Industrial, das Unidades de Produção de Suplemento Mineral e da Loja Agropecuária de Rio Verde (GO), reunindo dados detalhados de todas as fontes de emissão de Escopos 1, 2 e 3:
Escopo 1 - São as emissões de GEE que ocorrem diretamente nas fontes que pertencem ou são controladas pela organização.
Escopo 2 - São as emissões associadas à geração de eletricidade, calor ou vapor adquiridos e consumidos pela organização. Embora a empresa não emita diretamente, ela é responsável por consumir a energia.
Escopo 3 - Inclui todas as outras emissões indiretas que ocorrem na cadeia de valor da organização, tanto a montante (fornecedores) quanto a jusante (clientes).
A iniciativa contou com o apoio do Sistema OCB/Sescoop e parceiros, por meio do Programa ESGCoop, que estimula a adoção de boas práticas ambientais, sociais e de governança no cooperativismo.
Segundo Reginaldo Passos, assessor ambiental da COMIGO, o processo de elaboração do relatório foi estratégico: “a partir de 2026 o relatório será obrigatório. Mas a COMIGO se antecipou e elaborou o primeiro, referente aos dados de 2024. Os dados foram tabulados nas planilhas do GHG Protocol e, a partir disso, construímos o relatório”, explica.
O assessor destaca ainda que o objetivo agora é ampliar o alcance. “Nos próximos anos vamos incluir outras unidades, sempre com dados confiáveis. Para isso, os gerentes e encarregados passarão por
treinamento para coleta correta das informações. A meta é avançar até o Selo Ouro, que exige auditoria e certificação completa das emissões”, afirma.
Para Reginaldo, o reconhecimento também reforça o compromisso ESG da cooperativa: “esse certificado é muito importante porque comprova que a COMIGO está voltada para a sustentabilidade. Estamos nos antecipando a uma exigência legal, mas sobretudo mostrando a fornecedores, clientes e à sociedade que estamos no caminho certo”.
A divulgação dos resultados aconteceu nos dias 05 e 06 de agosto, durante o Evento Anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, realizado na EAESP/FGV, em São Paulo. O encontro reuniu representantes

de mais de 500 organizações, incluindo 29 cooperativas, em um espaço de troca de experiências e debate sobre soluções sustentáveis para o futuro.
Segundo a política de qualificação do Programa, o Selo Prata reconhece inventários completos de GEE, com abrangência e qualidade técnica na contabilização das emissões.
Francimar Duarte, assessora de sustentabilidade e SGI, representou a COMIGO no evento, e conta como foi a experiência: “o evento celebra a publicação dos inventários de emissões do ciclo anterior (2024) divulgando os resultados e as análises feitas sobre eles, além de ser um espaço para o compartilhamento de aprendizagem, permitindo que as empresas compartilhem
SOBRE O PROGRAMA BRASILEIRO GHG PROTOCOL
suas experiências, desafios e soluções na gestão de emissões de GEE, além de painéis de discussão com especialistas”, afirma.
Para a COMIGO, este é mais um marco na trajetória de 50 anos de história, reforçando o propósito de integrar desenvolvimento econômico, responsabilidade socioambiental e valorização do cooperativismo goiano. “Para nós, este é um momento muito importante por ser o primeiro ano em que a Cooperativa realiza seu inventário de emissões de gases de efeito estufa, com registro público”, afirma Francimar.
Seu principal objetivo é estimular a cultura corporativa de inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil, proporcionando aos participantes acesso a instrumentos e padrões de qua-
Realizado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces), o Programa Brasileiro GHG Protocol é responsável pela adaptação do método GHG Protocol ao contexto brasileiro e pelo desenvolvimento de ferramentas de cálculo para estimativas de emissões de gases do efeito estufa corporativas.
lidade internacional para contabilização das emissões e publicação dos inventários no Registro Público de Emissões. O PBGHG também atua na capacitação de organizações-membro para elaboração de inventários organizacionais de GEE, oferecendo treinamentos sobre o método do GHG Protocol.
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Coleta de dados
Comece com uma boa amostragem de solo e histórico de produtividade. Depois, avance para coletas mais detalhadas, como mapas de colheita e outros dados que mostram a variabilidade da área



Adube cada talhão na medida certa
Cada talhão é diferente. Ajuste a dose de fertilizantes às condições específicas para ter mais eficiência e melhores resultados

Comece adequando-se à sua realidade
Na ausência de equipamentos para aplicação em taxa variável, divida a área em zonas de manejo, conforme a variabilidade do solo, e ajuste a aplicação de insumos à realidade de cada uma


Adequação do maquinário


Se não houver trator com controle automático de taxa, comece pelo básico: instale um piloto automático ou barra de luz. Mesmo simples, já reduz falhas e sobreposições nas aplicações






Invista na melhoria do solo
A fertilidade do solo é o segundo maior limitante da produtividade.
Invista em nutrição e calagem para corrigir a acidez e garantir maior potencial das culturas


Histórico da propriedade
Mantenha um registro completo dos dados de análise do solo e dos insumos utilizados na sua propriedade. Isso permite monitorar a evolução da fertilidade do solo e melhorar continuamente o manejo

Amostragem de solo
Utilize um bom programa de amostragem de solo, preferindo grids menores (2 a 4 ha) e amostragens estratificadas para avaliar com mais precisão a variabilidade e o perfil do solo
Invista na capacitação da equipe
Capacite a equipe para interpretar dados e usar as tecnologias corretamente. A COMIGO oferece treinamentos e assistência técnica
Sempre que possível, utilize mapas de colheita: eles são a resposta direta da planta ao manejo, revelando diferenças de produtividade no talhão e permitindo identificar zonas de alta e baixa performance
Potencial de resposta
Com apoio da assistência técnica da COMIGO, avalie o potencial de resposta de cada talhão antes de investir em práticas agrícolas, garantindo que o manejo resulte em maior produtividade e eficiência

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No ano em que celebra seu cinquentenário, a COMIGO foi eleita a melhor empresa do agronegócio pelo Anuário Valor 1000, consolidando sua posição de destaque no setor. Esta é a quarta vez que a COMIGO recebe o título. O anuário avalia resultados financeiros e práticas de ESG do ano de 2024, no qual a cooperativa

obteve um faturamento líquido de R$ 10,9 bilhões, entre outros indicadores.
O evento de premiação aconteceu no último dia 15 de setembro, em São Paulo. Para Dourivan Cruvinel, presidente executivo da cooperativa, o reconhecimento é motivo de gratidão. “Ao longo dos

anos, temos feito um capital de giro, preparado nossos cooperados, dado assistência técnica, e isso agora é fruto do trabalho desses 50 anos”. Ele agradece aos cooperados e colaboradores pelo resultado: “Esse prêmio eu dedico a essas pessoas que fazem o dia a dia da cooperativa”, afirma.










Warlen Freitas, diretor administrativo financeiro da COMIGO, afirma que, quando a cooperativa foi fundada, o objetivo era fazer algo grandioso, mas que não imaginava, naquela época, que a COMIGO chegaria aos patamares atuais, e por isso tem orgulho deste reconhecimento: “É uma honraria estar entre a elite das empresas, ainda mais sendo a campeã. É com muito orgulho que chegamos aos 50 anos sendo premiados como a melhor empresa do agro brasileiro”, comenta.
O sentimento de coroação ao receber o título no ano em que a cooperativa completa cinco décadas também é compartilhado por Claudio Teoro, diretor de insumos, que ressalta a confiança que os cooperados depositam na cooperativa. “Esse reconhecimento mostra a confiança e a segurança que eles têm nos serviços e produtos da cooperativa. Vamos continuar retribuindo tudo o que os cooperados têm feito, negociando e operando junto à COMIGO”.


O diretor de lojas, Carlos Alberto Leão, também destaca os investimentos estratégicos e a participação ativa dos cooperados como fundamentais para o bom desempenho da COMIGO no ranking: “Cada vez mais, o cooperado está participativo dentro da cooperativa, gerando receita, deixando resultado e fortalecendo a posição da COMIGO como a maior empresa do agro”.
Para os cooperados, o prêmio é reflexo da confiança e do empenho no dia a dia da produção no campo. Moisés Júnior, conselheiro fiscal, reforça que este é um indicativo de que a COMIGO acompanha a

evolução do setor. “É motivo de muita honra estar aqui presente, pois mostra que a nossa cooperativa está trabalhando para se adaptar à evolução pela qual o mundo está passando. Para nós, cooperados, é muito importante saber que a COMIGO está sendo bem zelada ao longo dos anos”.
O cooperado Marciano Casagrande, conselheiro de administração, lembra que o prêmio é fruto do esforço coletivo: “Isso representa uma trajetória de trabalho muito bem feita, de responsabilidade e de reconhecimento do mercado por essa história. É a força de cada um, é um prêmio de todo mundo, é nosso, é da COMIGO!”, exclama.

Os parceiros da cooperativa também reconhecem a seriedade e o profissionalismo da cooperativa. Patrícia Moreira, Head Large Corporate do Banco Safra, afirma: “É uma gestão muito séria. A COMIGO já é reconhecida e, aqui em São Paulo, em conversas com outros bancos, todos a tratam como referência. Ela é reconhecida pela se-

riedade, pelo conservadorismo e pela gestão, o que faz toda a diferença”.
Luís Alberto Pereira, presidente do Sistema OCB/GO, reforça a importância do reconhecimento também para o modelo cooperativista: “Esse prêmio enche de orgulho o cooperativismo goiano e brasileiro. O Sistema OCB Goiás sente-se honrado em ser parceiro da COMIGO”. Para o presidente, esta é a prova de que o cooperativismo funciona: “Essa conquista demonstra de maneira inequívoca que o cooperativismo dá certo e mostra que é um bom negócio cooperar para progredir pessoas, empresas e comunidades inseridas nessa cooperativa”, destaca.
Além da posição de melhor do agronegócio, a COMIGO também foi classificada como a maior empresa de Goiás no ranking geral, 8ª maior das regiões Norte e Centro-Oeste e 5ª maior cooperativa do Brasil. O prêmio reflete o comprometimento da cooperativa com a excelência e a sustentabilidade em suas operações.


Sobre o anuário
O ranking Valor 1000 avalia há 25 anos as mil maiores empresas brasileiras, com base em dados contábeis e financeiros coletados nos balanços contábeis das empresas participantes, por profissionais do jornal Valor Econômico, do Grupo Globo, em parceria com a Serasa Experian e o
Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas.
A seleção ocorre em duas etapas. Na primeira, são analisados seis critérios contábeis e financeiros, entre os quais receita líquida, margem Ebitda e rentabilidade do patrimônio líquido têm maior peso, enquanto crescimento da receita, alavancagem financeira e cobertura de juros completam a avaliação, que corresponde a 70% da nota final. Na segunda etapa, as três melhores empresas de cada setor




passam por avaliação de práticas ESG, envolvendo governança, responsabilidade social e ambiental, que representa 30% da pontuação final.
O resultado final combina desempenho financeiro e ESG, destacando os líderes de cada setor por critérios que vão além dos números, reconhecendo também governança, compromisso social e respeito ao meio ambiente.



Fortalecendo o conhecimento e a aplicação de novas tecnologias no campo, o 24º Workshop CTC de Agricultura reuniu, no dia 28 de agosto, produtores rurais, técnicos, estudantes e profissionais da área em um ambiente de intensa troca de informações e experiências, com palestras, debates e apresentações de resultados das pesquisas realizadas pelo Centro Tecnológico COMIGO (CTC).
Para o gerente de geração e difusão de tecnologias do CTC, Eduardo Hara, o evento simboliza a relevância do trabalho desenvolvido ao longo do ano. “Realizar o 24º Workshop é uma satisfação muito grande. Quer dizer que mostra a perenidade do interesse das informações que temos para levar ao nosso público, seja cooperado ou nossa equipe técnica”. Hara reforçou ainda que o evento é a prestação de contas do trabalho realizado no CTC durante todo o ano: “é justamente um momento de devolutiva das informações que pesquisamos ao longo do ano para o nosso público. Isso é muito
importante para direcionar até o posicionamento do cooperado em relação à próxima safra, na aquisição de insumos, na venda e na comercialização de seus produtos”, explicou.
O diretor de insumos da COMIGO, Claudio Teoro, reforçou que o papel da cooperativa é justamente assumir a responsabilidade de realizar pesquisas aplicadas, evitando que o produtor precise arriscar testes em sua propriedade. “É muito arriscado o produtor fazer pesquisa na sua propriedade, tentar validar alguma tecnologia. Compete à COMIGO fazer esse trabalho para os produtores e cooperados: realizar pesquisas, gerar e divulgar tecnologia para nossos cooperados e para o produtor, de maneira geral, interessado”, destacou.
Os pesquisadores do CTC apresentaram os resultados de suas pesquisas em palestras com os dados relevantes de suas análises. Leonardo Fernandes Sarkis deu orientações sobre “Como planejar a correção e adubação da sua
próxima safra”; Amanda Magalhães Bueno apresentou “Microrganismos, aliados estratégicos na nutrição e fisiologia de soja e milho”; Diego Tolentino de Lima abordou o tema “Pragas na produção de grãos: desafios e manejo eficiente”; e Rafael Henrique Fernandes falou sobre o “Controle eficiente de doenças foliares”.
Entre os convidados, Guilherme Braz, da Universidade de Rio Verde –Centro Agro, falou sobre a resistência de plantas daninhas a herbicidas, destacando os desafios atuais e estratégias de controle. Ele também entregou uma obra sobre a trajetória da agricultura na região e do CTC. Já Marcela Fernandes Marini, do Rabobank, trouxe um panorama do mercado de grãos no Brasil. “A gente entende que hoje existe uma incerteza enorme em relação ao mercado, principalmente pelas questões geopolíticas. Tentamos trazer um pouco mais de insumo ao produtor na hora de tomar as decisões”, afirmou.









A participação dos cooperados ocorreu não apenas como ouvintes, mas também como debatedores, em uma mesa-redonda sobre a importância da pesquisa para as gerações do agro, realizada em comemoração aos 50 anos da COMIGO. Para Gustavo Veloso, o espaço foi uma oportunidade gratificante de compartilhar o dia a dia no campo. “Esse foi um momento
bastante gratificante para mim, porque trouxemos um pouco do nosso dia a dia, conhecemos novas tecnologias e pudemos debater com outros convidados também”, disse.
Já Leonardo Pucci Alves destacou que a pesquisa é indispensável para garantir resultados. “Sem pesquisa não há resultado. Precisamos dela e de profissionais capacitados para implantar no campo, como a cooperativa tem. É

Informações

Acesse o QR Code e confira o vídeo com a cobertura completa do evento:







fundamental treinar a equipe e seguir à risca, sem atalhos”, disse. Antônio Neto lembrou como o apoio do CTC transformou a realidade dos produtores. “Antes, fazíamos da propriedade uma cobaia, plantávamos para ver se dava certo. Depois, o Centro Tecnológico veio para nos dar informação e mostrar novas tecnologias”, comenta Antônio.
à risca, sem atalhos”, disse. Antônio CTC

Responsabilidade Ambiental:
Protegendo Seu Maior Ativo, a terra
Sua terra é o seu bem mais valioso, e a segurança da propriedade e do meio ambiente é fundamental para mitigar riscos e preservar o solo, a água e a biodiversidade.
Nesse período de secas, a prevenção de incêndios é uma medida crucial. É vital limpar e manter os aceiros nas divisas da sua propriedade para evitar a propagação do fogo, protegendo não só a lavoura, mas a vegetação nativa e as propriedades vizinhas.
Para fortalecer a cooperação e a segurança regional, é altamente recomendado combinar com vizinhos a manutenção conjunta dos aceiros em áreas limítrofes. Além disso, manter canais de comunicação com outros produtores para alertar sobre focos de incêndio ou fumaça pode ser uma rede de colaboração rápida que evita grandes prejuízos e maiores acidentes.
A gestão segura de resíduos é outro ponto essencial, protegendo o meio ambiente e a saúde. Para as embalagens
vazias de defensivos agrícolas, a prática obrigatória por lei e essencial para evitar a contaminação do solo e da água é a tríplice lavagem, seguida do armazenamento para posterior entrega nos pontos de coleta. Resíduos comuns como papel, plástico, vidro e alumínio devem ser separados e encaminhados para reciclagem. Resíduos oleosos, solos contaminados, óleos lubrificantes usados e outros produtos de limpeza de óleo e graxa, caracterizados como resíduo perigoso, devem ser coletados adequadamente e encaminhados a empresas licenciadas para recebimento e destinação. É muito importante que sejam mantidos os documentos que comprovem a destinação adequada dos resíduos, tais como recibos, certificados, etc.
Da mesma forma, os equipamentos de proteção individual (EPIs) utilizados no manuseio ou aplicação de agroquímicos, também considerados resíduos perigosos, devem ser depositados em recipientes exclusivos para este fim e posteriormente destinados a empresas credenciadas e especializadas na destinação correta. Pneus,
Os próximos meses marcam um período crucial para o produtor rural, é o momento de transformar o planejamento da safra em ações concretas. É a fase de preparar a fazenda para o plantio, buscando um início de safra que seja eficiente, seguro e, acima de tudo, sustentável.
A sustentabilidade vai além da obrigação, firmando-se como um alicerce para a resiliência e a longevidade do agronegócio, e a segurança é um componente inseparável desse compromisso. Para garantir essa solidez, o produtor deve focar em três pilares interligados: a responsabilidade ambiental, a responsabilidade social e a governança.
por sua vez, devem ser devolvidos à unidade onde foram adquiridos, diretamente aos fabricantes ou a empresas recicladoras. A armazenagem segura de agroquímicos é vital para a prevenção de acidentes e contaminação. O local de armazenamento, ou depósito, deverá obedecer às distâncias previstas em legislação, ficando longe de locais onde alimentos são conservados ou consumidos, medicamentos, fontes de água, moradias familiares e abrigos de animais. É crucial que o depósito tenha um sistema adequado de contenção de resíduos para evitar a contaminação do solo, sistemas de águas pluviais e mananciais e contenha as sinalizações adequadas. Recomenda-se ter materiais absorventes e neutralizantes próximos para conter derramamentos ou vazamentos e manter os produtos sobre estrados, evitando o contato direto das embalagens com o piso. Além disso, a FDS (Ficha com Dados de Segurança) que fornece informações sobre saúde, meio ambiente, medidas de proteção e ações em emergências, deve estar disponível no depósito.
Sua equipe é o maior parceiro da fazenda, e garantir sua segurança e preparação para a nova fase demonstra um forte compromisso com o bem-estar social, um dos pilares do ESG.
Na saúde e segurança ocupacional, é fundamental garantir que todos os colaboradores tenham EPIs adequados (más-
caras, luvas, óculos de segurança etc) de acordo com suas atividades e os riscos a que estão expostos, e que sejam incentivados a usá-los, protegendo assim sua saúde a longo prazo.
Os ambientes de trabalho devem ser mantidos sempre bem sinalizados com placas educativas e de segurança para evitar acidentes, além de serem sempre limpos e organizados.
Neste período também é importante fazer treinamentos práticos com a equipe sobre o uso de máquinas e as medidas de segurança para a próxima safra. Os trabalhadores devem ser instruídos sobre os procedimentos a serem adotados em caso de emergência, assim como o telefone de contato das pessoas que devem ser comunicadas imediatamente. Isso confere confiança e proatividade em situações de risco.

Governança e Organização: A Base da Eficiência e Conformidade
A organização é a base para uma safra sem surpresas, e uma boa governança na fazenda significa antecipação, transparência e conformidade.
Manter a documentação em dia é crucial. É preciso verificar se o seu Cadastro Ambiental Rural (CAR) está atualizado, pois a regularidade ambiental é um pré-requisito para acesso a crédito e mercados exigentes.
As notas fiscais de compra de insumos e os comprovantes de entrega de embalagens vazias e disposição de resíduos, devem ser guardados, pois essa documentação é fundamental para a rastreabilidade e demonstra conformidade em auditorias.
Adicionalmente, é necessário analisar se todas as licenças ambientais e de uso da água estão válidas, um indicador de boa governança e responsabilidade ambiental.
Outra boa prática é manter uma ficha de aplicação de defensivos, para registrar
informações como nome do produto, dosagem, área, hora da aplicação, nome do aplicador e preparador de cauda, equipamento utilizado e condições climáticas. Esse controle é crucial para a segurança de todos os envolvidos, otimização de insumos e conservação ambiental.
O planejamento logístico é crucial para a eficiência da safra. Agendar com antecedência a retirada e a entrega de sementes e insumos agrícolas garante que o plantio ocorra no momento ideal, minimizando atrasos que podem comprometer a produtividade. Além disso, essa organização evita a falta de estoque, otimiza o fluxo de trabalho na propriedade e reduz desperdícios, refletindo em uma gestão mais eficiente e na segurança operacional do seu negócio.
Por fim, antes do plantio, a inspeção de maquinário é vital para garantir a eficiência e evitar acidentes. Revisar e fazer a manutenção preventiva e regulagem de plantadeiras, pulverizadores, tratores etc garante a eficiência da operação e evita o desperdício de insumos. Conferir os estoques de combustível, lubrificantes e peças
de reposição básicas também faz parte do planejamento logístico, reduzindo o tempo de inatividade e os custos operacionais.
Ao adotar e integrar todas essas práticas essenciais de responsabilidade ambiental, social e de governança, o produtor rural não apenas se prepara para o plantio, mas assume um papel de liderança ativa em todo o processo. É sua visão e execução que colocam as pessoas no centro, desde a segurança da sua equipe e da sua família, passando pelo bem-estar da comunidade, até a proteção dos recursos naturais. Fortalecer sua propriedade e seu time com esse compromisso é construir um legado de produção mais sustentável, resiliente e lucrativa para as próximas gerações.

Matheus Azevedo Prado Coordenador de Sustentabilidade/ESG



A ureia foi descoberta ainda no século XVIII e passou a ser sintetizada a partir de 1828. Porém, sua produção em escala industrial teve início em 1870, quando passou a ser sintetizada a partir do gás carbônico e da amônia. A ureia é um composto orgânico sólido, cristalino, na forma de grânulos brancos, sabor amargo e solúvel em água. É considerado um composto nitrogenado não proteico (NNP), cuja fórmula química é CO(NH2)2. Não pode ser considerada proteína, porque não apresenta na sua estrutura aminoácidos unidos por ligações peptídicas.
O uso da ureia para ruminantes domésticos começou a cerca de cem anos,
mas intensificou-se a partir da falta de alimentos provocada pela primeira guerra mundial. Isso levou a Alemanha a intensificar a sua produção para reduzir os custos com a suplementação proteica e, por consequência, baratear a produção de leite e de carne. Atualmente, a ureia também tem sido bastante utilizada no balanceamento de dietas para adequar os níveis de proteína degradável no rúmen (PDR) de animais em regime de pasto e de confinamento.
O rúmen (primeiro compartimento estomacal dos ruminantes), possui microrganismos e através deles, esses animais são capazes de transformar tanto o
nitrogênio derivado da proteína verdadeira, quanto o proveniente de alguns compostos nitrogenados não proteicos, como a ureia e o sulfato de amônio, em proteína de alto valor nutritivo. Dessa forma, o uso da ureia na dieta desses animais apresenta-se como um método de economia, permitindo poupar insumos normalmente utilizados na alimentação humana e de outros animais monogástricos. Entretanto, os riscos de intoxicação fazem com que muitos pecuaristas não usem ou que tenham uma certa resistência para adotar a ureia como aditivo alimentar capaz de promover desempenho favorável e otimizar o consumo de alimentos de baixa qualidade.

TOXICIDADE E TRATAMENTO
Embora o uso da ureia representa grande avanço da nutrição animal, seu uso requer cuidados especiais, que incluem um processo de adaptação durante as fases iniciais. Nos casos de ingestão acidental de concentrados com maiores quantidades de ureia ou quando fornecidos a animais de sem adaptação necessária, geralmente ocorrem as intoxicações. O pH ruminal é o principal fator relacionado à toxicidade por amônia em dietas com ureia. Isso ocorre porque a rápida degradação de grandes quantidades de nitrogênio não-proteico (NNP) eleva o pH ruminal. Dessa forma, ocorre aumento da absorção de amônia para o sangue. A ingestão de quantidades superiores a 4550g de ureia para cada 100kg de peso vivo animal (aproximadamente 250g de ureia
Logo que chega ao rúmen, a ureia é rapidamente desdobrada em amônia e CO2 pela ação da enzima urease, produzida pelos microrganismos ruminais. Da mesma forma, parte da proteína verdadeira da dieta é hidrolisada por ação dos microrganismos, fornecendo peptídeos, aminoácidos e, finalmente, amônia. Simultaneamente, ocorre a síntese de proteína microbiana a partir dessa amônia liberada. No entanto, para que esta síntese ocorra, é essencial a presença de uma fonte de carboidratos (celulose e amido, por
exemplo), para formação da proteína microbiana. O uso da ureia com quantidades adequadas de carboidratos com diferentes velocidades de fermentação promove o aumento da digestibilidade da fibra da dieta pelo aumento da quantidade de microrganismos. Nessas condições, ocorre o estímulo à síntese proteica, elevação da degradabilidade da fibra e, consequentemente, aumenta a taxa de passagem dos alimentos, favorecendo o consumo de matéria seca, já que o rúmen se esvazia mais rapidamente.
1) Introduza o fornecimento a ureia gradativamente, permitindo a adaptação dos microrganismos às doses crescentes do produto. Se houver alguma interrupção no fornecimento, reinicie um novo período de adaptação.
2) Após o período de adaptação, limite o fornecimento de ureia ao máximo de 40 g/100 kg de peso do animal/dia.
3) Evite introduzir ureia em lotes de animais famintos ou recém chegados
à fazenda. Aguarde de 3 a 5 dias suplementando somente o volumoso. Forneça a ureia quando o consumo voluntário do volumoso tornar-se constante, entre todos os animais do lote.
4) Evite que o animal ingira a ureia em uma única dose diária. Divida a dose em várias refeições (tratos) ao longo do dia.
5) Não fornecer ureia em mais de um alimento. Exemplo: No volumoso e no concentrado ou suplemento.
para uma vaca de 500kg), em um curto período de tempo, pode ser fatal para animais não adaptados.
O tratamento preconizado nos casos de intoxicação pela ureia tem como objetivo reduzir o pH ruminal e impedir a absorção excessiva da amônia liberada. Para essa finalidade, utiliza-se o fornecimento, via oral, de 4 a 6 litros de solução de ácido acético ou de vinagre a 5%. Dependendo da sintomatologia apresentada, esse procedimento deve ser repetido 6 horas após a primeira administração.
A ureia é um aditivo amplamente utilizado em dietas de ruminantes com o objetivo de reduzir os custos com a suplementação proteica e se adequar aos níveis de PDR no rúmen. Fazendo o uso racional
da ureia é possível obter considerável desempenho animal, mesmo com pastos de baixa qualidade.
O sucesso na sua utilização do produto depende do balanceamento adequado na dieta, da perfeita distribuição e mistura do concentrado ou volumoso e do processo de adaptação bem conduzido.

Por Douglas Teixeira

Em junho, a cooperativa COMIGO promoveu a campanha solidária “Você doa, a COMIGO dobra”, em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela ONU. Durante 15 dias de mobilização, todas as 19 lojas da cooperativa receberam alimentos não perecíveis doados por colaboradores, cooperados e membros da comunidade.
Ao todo, foram arrecadadas 37,5 toneladas de alimentos, que se transformaram em 2.100 cestas básicas. Em um gesto de solidariedade, a COMIGO dobrou a quantidade recebida, alcançando 75 toneladas de alimentos, equivalentes a 4.200 cestas básicas.
O presidente executivo da cooperativa, Dourivan Cruvinel, ressaltou que
a ação foi resultado do esforço conjunto entre cooperados, fornecedores e a comunidade.”Dando sequência à nossa comemoração de 50 anos da COMIGO, fizemos, em conjunto com cooperados e fornecedores, uma arrecadação de cestas básicas, que estão sendo entregues para entidades nas cidades onde a COMIGO possui entrepostos, incluindo Rio Verde. Agradeço aos nossos cooperados e fornecedores pela parceria”, comentou.
As doações foram destinadas a instituições filantrópicas de cada município, garantindo que chegassem diretamente a quem mais precisava. A iniciativa reforça o papel social da COMIGO e evidencia como o cooperativismo pode transfor-
mar união e generosidade em resultados concretos para a comunidade.















































O Conselho Fiscal da COMIGO realizou visitas às unidades da cooperativa, reforçando seu compromisso com a transparência e a boa gestão. A ação contribui para o fortalecimento da governança, assegura mais segurança nas decisões e apoia o crescimento sustentável da cooperativa.

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Em número de 720, representa todos os países da UE Extraíra; arrancara
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Verte textos de uma língua para outra
"(?) que enfim!": finalmente!
Um dos golpes da capoeira
Rasteira (pop.) Carvalho, em inglês
Mulher de forte personalidade (fig.)
Antiga telenovela com Adriana Esteves (?)-se: atrapalhou-se
Parceiros do Carnaval baiano
Arte de gravação em pedra Crime denunciado pelo grupo #MeToo
Apêndice de roteadores de wi-fi (Inform.)
Ofício sem vínculo empregatício (IBGE)
À (?): a maneira de viver do ocioso
Hora litúrgica Cordeiro, em inglês
Antônio Houaiss, lexicógrafo carioca
São Bernardo, no ABCD paulista
Tipo de mistura heterogênea (Quím.)
Cicatriz do cordão umbilical (Anat.)

Número de rodas da bicicleta

"(?) as Mulheres do Mundo", filme Número de Identificação Social (sigla)
Profeta alimentado por corvos (Bíblia)
"Deus (?) livre!", frase de repulsa Cultivem a terra
Prato baiano (?) Rodrigues, atriz
"Ai, Que Saudades da (?)", samba
BANCO 6 3/oak. 4/lamb. 9/hipóteses — kubanacan. 11/abuso sexual.










































































































































































































