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O ano de 2023 foi um ano de desa os para a Cooperativa COMIGO, mas também de grandes conquistas. Superamos as adversidades e avançamos em nossos projetos, sempre com foco no desenvolvimento do agronegócio goiano.
Em 2024, continuaremos trabalhando para fortalecer nossa posição de liderança no mercado. Para isso, estamos investindo em tecnologia, infraestrutura e capacitação.
Estes são alguns dos comentários que z em uma entrevista exclusiva par ao COMIGOCast, que também é capa desta edição do Informe COMIGO. Nesta edição da revista, também apresentamos algumas das principais ações da Cooperativa. Em janeiro, estamos inaugurando nossa nova Unidade Armazenadora em Mineiros. O armazém é o maior do estado de Goiás, com capacidade de armazenamento estático para 3,3 milhões de sacas de grãos. Essa nova unidade é fundamental para ampliar nossa capacidade de armazenamento e atender à crescente demanda do mercado.
Em dezembro, inauguramos o Centro de Convivência “ Ângelo Thomaz Landim”, no complexo industrial. O espaço foi projetado para proporcionar bem-estar aos colaboradores, através de um ambiente confortável, moderno e aconchegante, além de ser uma nova sede administrativa para a unidade e tersalas de reuniões para visitantes.
No mercado, lançamos o CooperBezerro, um novo suplemento
mineral para bezerros. O produto foi desenvolvido pela Cooperativa e chega para ajudar o pecuarista a ter bezerros com melhores resultados nos primeiros meses de vida.
Mesmo em tempos adversos, nossos cooperados se sobressaem com o apoio da cooperativa, nesta edição a revista apresenta um case de sucesso de uma fazenda de Caiapônia que conseguiu aumentar a produção diária de leite em 466%, através da combinação de uma alimentação balanceada com a assistência técnica veterinária da COMIGO.
As notícias deste período e os quadros da revista também estão repletos de informações, com artigos dos nossos técnicos nas seções Artigo CTC; Dicas de Pecuária e Caderno de Nutrição. No top 10, trouxemos dicas para manejo de pragas secundárias. E no água na boca, uma deliciosa receita oferecida pelo Óleo COMIGO.
Agradecemos a con ança de todos os nossos cooperados e parceiros. Juntos, construiremos um futuro ainda mais próspero para o agronegócio goiano. Com a certeza de que 2024 será um ano de grandes realizações,
Atenciosamente,
Antonio Chavaglia Presidente do Conselho de Administração da Cooperativa COMIGO


03 Editorial 06 Quadro Social 08 Comigocast 10 Caderno de Nutrição
Dicas de Pecuária
Workshop
Doação
A Cooperativa COMIGO lançou um novo suplemento mineral para bezerros, o CooperBezerro. Um produto que foi desenvolvido pela Cooperativa e chegou para ajudar o pecuarista a ter bezerros com melhores resultados nos primeiros meses de vida.

A combinação de uma alimentação balanceada com a assistência técnica veterinária tem contribuído para os excelentes resultados em fazenda de Caiapônia.Produção diária de leite teve aumento de 466%.

Passatempo

CADASTRO COMIGO
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878
Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO
Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500
SAC COMIGO: 0800 642 1500
Site: www.comigo.coop.br
E-mail: sac@comigo.com.br
CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Presidente: Antonio Chavaglia
DIRETORIA EXECUTIVA
Dourivan Cruvinel de Souza
Diretor de Lojas: Carlos Alberto Leão Barros
Diretor de Insumos: Cláudio César Teoro
Diretor Industrial: Paulo Carneiro Junqueira
Warlen Ferreira de Freitas
Diretor Comercial: Welton Vieira de Menezes
CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO
Alceu Ayres de Moraes
Luiz Gustavo Cavalet
Marciano Casagrande
Max Eugênio da Silva Arantes
Rafaela Henkes Vian
Renata Ferguson
CONSELHEIROS FISCAIS
Cleudson Rodrigues da Trindade
Márcia Raquel Gomes de Andrade Vian
Gustavo de Almeida Veloso
Vanine Di Garcia Lessa
ASSESSORIAS
Assessoria Ambiental
Auditoria interna
Comunicação
Jurídica
Planejamento Processos
Sistema de Gestão da Qualidade
INFORME COMIGO
Revista bimestral editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO.
Conselho Editorial: Beckembauer Ferreira, Ubirajara Oliveira Bilego e Gabriele Triches Ribeiro.
Coordenação ASCOM: Gabriele Triches Ribeiro
Pedro Henrique Cabral Rosa
Pedro Henrique Cabral Rosa
Wagner Silva Filgueira
Diagramação, composição e arte: Vanessa Fernandes dos Santos
A Cooperativa COMIGO inaugura em janeiro sua nova Unidade Armazenadora. É o maior armazém do estado de Goiás, com capacidade de armazenamento estático para 3,3 milhões de sacas de grãos.

Comercial:
Gabriela Alves
E-mail: gabrielaalves@comigo.com.br
Telefone: (64) 3611-1690
Impressão: Tiragem: 12.500 exemplares
CADASTRO COMIGO
Fundação: 6 de julho de 1975
Gênero: comercialização de produtos agropecuários.
ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0013-19
CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44
CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0046-87
FIRMINÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618.0063-88
INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0024-71
IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0062-05
Em entrevista exclusiva para o COMIGOCast, o presidente do conselho de administração, Antonio Chavaglia, fez suas considerações sobre 2023 e as perspectivas para 2024.

JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48
JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0012-38
Estrela D’Alva - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0031-09
Paraíso - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0036-05
Bom Jardim - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0048-49
Fábrica Suplemento Mineral Jataí
MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40
MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40
MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0042-53
Fábrica Suplemento Mineral
MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0017-42
NOVA CRIXÁS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0061-16
PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0053-06
PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0022-00
Armazém II - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0052-25
A Cooperativa COMIGO inaugurou em dezembro o Centro de Convivência “ ngelo Thomaz Landim”. O espaço foi projetado para proporcionar bemestar aos colaboradores, através de um ambiente confortável, moderno e aconchegante.

PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97
PONTALINA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0058-10
RIO VERDE:
Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Fazenda Florestal IV / CNPJ: 02.077.618/0047-68
Depósito de Insumos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0055-78
Complexo Industrial / CNPJ: 02.077.618/0002-66
Fazenda Florestal I / CNPJ: 02.077.618/0016-61
Fazenda Florestal II / CNPJ: 02.077.618/0029-86
CTC - Centro Tecnológico COMIGO / CNPJ: 02.077.618/0032-81
Ponte de Pedra - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0034-43
Máquinas e Implementos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0041-72
Fazenda Florestal V / CNPJ: 02.077.618/0059-00
SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0005-09
Cinquentão - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0033-62
SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0037-96
Armazém II / CNPJ: 02.077.618/0057-30
Adalto Alves Costa Filho
Ademar Inacio Moreira
Aderval Messias de Lima
Adervanil Joaquim de Rezende
Adolfo Pereira de Faria
Agricola Salles Amadeu Ltda
Agrop. Faz. Reunidas D. Ltda
Alan Janio Guiimaraes Aguiar
Alcidino da Costa Ferreira
Angela Maria Rezende Ferreira
Antonio Carlos Grandi
Antonio Lazaro dos Santos
Antonio Vital da Silva
Ariston Alves de Rezende
Benedito Antonio de Souza
Claudio Calaca Pinto
Cleidimar Goncalves de Araujo
Cleuton Cesar Pinheiro
Dario Fonseca Faustino
Eduardo Vieira Sarmento
Eldo Paulo da Silva Junior
Fabio Lamonato Ghedini
Fernando Santana
Floriza Alves de Faria
Fredson Costa Lima
Gabriel Rezende Paniago
Gesyene Leao de M. Barbosa
Guilherme Augusto M. Oliveira
Guilherme Goncalves de Oliveira
Helio Alves Oliveira
Hermes Martins da Costa Junior
Itamar Luiz Pinto
Jeferson Faria Querubini
Joao Alves Filho
Joao Macedo Filho
Joao Ricardo Amaral
Jose de Jesus Sousa
Jose Lopes Coelho
Jose Maria Silva Sobreiro
RIO VERDE-GO
SÃO L. MONTES BELOS-GO
PIRANHAS-GO
MINEIROS-GO
RIO VERDE-GO
PIRANHAS-GO
TRINDADE-GO
RIO VERDE-GO
ISRAELÂNDIA-GO
MUNDO NOVO-GO
RIO SONO-TO
MONTIVIDIU-GO
CHAPADÃO DO CÉU-GO
IPORÁ-GO
PALMINÓPOLIS-GO
MOZARLÂNDIA-GO
PIRANHAS-GO
MONTES C. DE GOIÁS-GO
IVOLÂNDIA-GO
MINEIROS-GO
ITAJÁ-GO
CAIAPÔNIA-GO
SANTA H. DE GOIÁS-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
PILAR DE GOIÁS-GO.
DOVERLÂNDIA-GO
MONTIVIDIU-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
ARUANÃ-GO
RIO VERDE-GO
ARAGUAÇU-TO
QUIRINÓPOLIS-GO
RIO VERDE-GO
TURVÂNIA-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
FAZENDA NOVA-GO
MUNDO NOVO-GO
IPORÁ-GO
ITAPIRAPUÃ-GO
Jose Venancio O. S. B. Macedo
Julio Cesar de Oliveira Carneiro
Larissa Borba Mesquita
Lenigher Luan de Oliveira Assis
Mara Rubia da Cruz
Marcelo Cestari
Marcia Maria de Azevedo Galvao
Marcio Piacentini
Marco Aurelio Pacheco Duarte
Marcos Junior Oliveira da Silva
Maria De Fatima A. P. Rezen
Maria Eduarda Gorgen
Mariana Di Guimaraes Quirino
Mario Cezar Xavier de Freitas
Mariza Nunes de Freitas Silva
Mateus Vitor Franco Chagas
Mauricio de Godoi da Silva
Maurito Batista Ferreira
Mendonca Participacoes Ltda
Michelle Moraes B. de Aguiar
Miguel Martins Cardoso
Natalia Goulart Conrado Silva
Neuza Maria de Jesus Costa
Nilda Maria Rocha
Octavio Leite de Moraes
Olenildo Perez de Oliveira
Osvaldir Rodrigues Pinto
Ottoniel Vieira Ramalho
Ozair Severino Leonel
Paulo Cezar Junqueira
Paulo Ricardo A. Veiga Silva
Paulo Vergilio Rosa
Pedro Cortes de Souza Neto
Raimundo Pinheiro Dantas
Ranulfo Emrich Netto
Rayner Pereira Adorno da Silva
Renatto Queiroz Arruda
Rogerio Fernandes Santana
Ronaldo Rodrigues da Silva
1.982
MULHERES
175 11.449
PALESTINA DE GOIÁS-GO
BURITI DE GOIÁS-GO
RIO VERDE-GO
RIO VERDE-GO
CAIAPÔNIA-GO
NOVA CRIXÁS-GO
MUNDO NOVO-GO
CAIAPÔNIA-GO
CAÇU-GO
PALESTINA DE GOIÁS-GO
NOVA CRIXÁS-GO
JATAÍ-GO
NOVA CRIXÁS-GO
EDEALINA-GO
PONTALINA-GO
CEZARINA-GO
PONTALINA-GO
JATAÍ-GO
MONTES C. DE GOIÁS-GO
SANTA H. DE GOIÁS-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
JATAÍ-GO
JANDAIA-GO
CACHOEIRA ALTA-GO
ITARUMÃ-GO
SANTA H. DE GOIÁS-GO
ARENÓPOLIS-GO
MARA ROSA-GO
BOM J. DE GOIÁS-GO
NOVA CRIXÁS-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
NOVA CRIXÁS-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
ARENÓPOLIS-GO
CAIAPÔNIA-GO
ISRAELÂNDIA-GO
MONTES C. DE GOIÁS-GO
SANTA H. GOIÁS-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
Rubens Martins Pereira Filho
Santa Maria Empreendimentos Ltda
Sergio Antonio Jesus Freese
Simone Amaral Junqueira
Sonia Maria Machado Rodrigues
Susana Rogeria Magalhaes A. Gat
Thiago Pimentel Camara
Urcilane Adriano da Silveira
Vandair Jorge de Sousa
Vanessa de Cassia G. Ghedini
Vanilda Peres de Sousa
Vanio Antonio de Farias
Vardesson Cornelio da Silva
Vilsonia Duarte do Prado
CAÇU-GO
CRIXÁS-GO
RIO VERDE-GO
NOVA CRIXÁS-GO
FAZENDA NOVA-GO
PALMINÓPOLIS-GO
MUNDO NOVO-GO
APORÉ-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
CAIAPÔNIA-GO
MONTES C. DE GO FIRMINÓPOLIS-GO
ANICUNS-GO
RIO VERDE-GO

Por Pedro Cabral
Nas últimas edições do COMIGOCast, o pesquisador agronômico do Centro Tecnológico COMIGO, Dr. Guilherme Braz, falou sobre a atenção ao monitoramento e ao manejo integrado de plantas daninhas; o engenheiro agrônomo e professor titular da
COMIGOCAST T3E21 - INVESTIMENTO E RETORNO FINANCEIRO COM INTENSIFICAÇÃO DE PASTAGENS
O engenheiro agrônomo Dr. Moacyr Corsi, referência do agro e professor titular da ESALQ-USP, fala sobre os principais investimentos necessários para a intensi cação e como calcular o retorno nanceiro da atividade.


ESALQ-USP Dr. Moacyr Corsi, abordou o investimento e retorno nanceiro com a intensi cação de pastagens, e o médico veterinário da COMIGO, Aurélio Souza traz informações sobre reprodução de bovinos, além de outros convidados e assuntos imperdíveis.
COMIGOCAST T3E22ESTAÇÃO DE MONTA DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL COM AURÉLIO SOUZA
Neste episódio, o médico veterinário da COMIGO, Aurélio Souza aborda o período conhecido como estação de monta, inseminação arti cial, cursos de capacitação e muito mais.



O COMIGOCast é para ouvir onde e quando você quiser, seja nas principais plataformas de streaming ou no nosso canal do YouTube. Para facilitar, con ra abaixo os QR Codes de cada episódio. Em 2024 um nova temporada estreará.

COMIGOCAST T3E23ZONA DE CONFORTO E O INSUCESSO NO MANEJO DE PLANTAS DANINHAS
O pesquisador agronômico do Centro Tecnológico COMIGO, Dr. Guilherme Braz, fala sobre como a falta de atenção ao monitoramento e ao manejo integrado pode levar ao insucesso no controle de plantas daninhas.


Uma nova opção de suplemento para aumentar o lucro na sua fazenda

Por Wagner Filgueira
ACooperativa COMIGO lançou um novo suplemento mineral para bezerros, o CooperBezerro. Um produto que foi desenvolvido pela Cooperativa e chegou para ajudar o pecuarista a ter bezerros com melhores resultados nos primeiros meses de vida.
O proteinado possui em sua composição tecnologias que aceleram e ajudam no processo de ruminação do rebanho, unindo nutrientes que reparam e protegem a mucosa do animal, reduzindo índices de diarréia e, consequentemente, a perda de peso do animal.
Vitor Macedo, Consultor Técnico da COMIGO, trabalha o novo suplemento com animais em algumas propriedades, uma delas localizada em Santo Antônio da Barra-GO. “O CooperBezerro é um suplemento mineral proteico que possui um extenso pacote tecnológico. Nós escolhemos o promotor de crescimento lasalocida, que não restringe um consumo no cocho e possui efeito

coccidiostático. É a COMIGO produzindo um produto para a categoria que é o futuro da sua propriedade”, destacou Vitor.
O CooperBezerro é apenas um da extensa linha de produtos desenvolvidos pela COMIGO para ajudar o homem do campo, seja na pecuária ou na lavoura, a conseguir os melhores desempenhos. Todos os produtos passam por diversos testes e são desenvolvidos sob um rigoroso padrão de qualidade, que garante resultados que agradam e reforçam a marca COMIGO dentro do agronegócio brasileiro.



Com a chegada das chuvas, as pastagens retomam sua máxima velocidade em crescimento e desenvolvimento, tornando um cenário muito favorável para a produção forrageira.
Muitos pecuaristas acreditam (erroneamente), que nesta época não é preciso fazer suplementações com incremento de tecnologias, pois apenas a pastagem seria su ciente para suprir as demandas nutricionais dos animais.
De fato, nesta época, as forrageiras dispõem de um maior teor de proteína bruta e de nutrientes digestíveis totais em sua composição. Porém, as forrageiras tropicais raramente satisfazem adequadamente todos os requerimentos nutricionais dos bovinos, pois apesar do aumento de proteína bruta, a sua maior parte não é considerada de boa qualidade pelo fato de que o animal não consegue ter 100 % de aproveitamento desse nutriente.
Isso acontece porque a proteína presente no capim é dividida em frações como mostra a gura 1. A fração “C”, que é a parte da proteína que não é degradável, somada a fração “B3”, que é a fração de baixa degradabilidade, somam mais de 50% da proteína da
planta. As frações B1 e B2, são de melhor qualidade, apresentando degradação média, entretanto estão presentes em pequenas proporções da planta. A fração “A” é de alta degradabilidade, contudo, ela se encontra apenas nas pontinhas da folha, tornando-a difícil de ser utilizada pelo animal, a não ser que seja em sistemas em que se utilize piquetes rotacionados e muito bem manejados.


Proporção das frações proteicas em % da proteína em pastejo simulado de capim Tanzânia irrigado ao longo do ano
Por isso a utilização de suplementos em que a fonte de proteína é oriunda de cereal como o farelo de soja é tão bené ca, uma vez que o farelo possui alta porcentagem de proteína bruta, além de uma rica composição em aminoácidos, se tornando uma fonte de proteína de alto valor biológico, com alto teor de absorção pelos animais.
Diversos estudos e pesquisas demonstram que o fornecimento de suplementação proteica e energética, proporciona ganho de peso adicional aos animais. Na suplementação mineral, os animais têm ganho de cerca de 400 g/dia e na adensada temos um incremento de cerca de + 100 g/dia. Já com a utilização da suplementação proteica os ganhos adicionais são de
+ 150 a 350 g/dia e na suplementação energética esse aumento chega a ser de + 500 g/dia.
Para tomar a decisão de qual tipo de suplementação implantar na propriedade, deve-se levar em consideração qual é o objetivo da fazenda, infraestrutura e mão de obra. Já para a decisão de qual suplemento utilizar (produto), vai depedender de fatores como a fertilidade do solo, espécie forrageira, manejo de pastagens, época do ano, categorial animal, tempo de suplementação e etc.
Outro ponto importante a ser considerado é a disponibilidade de cocho necessária para cada tipo de suplementação. Para a suplementação mineral e adensada, são considerados adequados de 3 a 6 cm/UA, 10 a 15 cm/ UA para a suplementação proteica e 15 a 25 cm/UA para a suplementação proteica energética.
Apesar do aumento de investimento nanceiro no fornecimento de suplementos proteicos ou proteicoenergéticos, o ganho adicional promove um retorno de no mínimo 2 a 3 : 1, ou seja, cada 1 real investido retornam 2 a 3 em ganho adicional direto e ganho no uxo nanceiro do sistema de produção.
Para simular a rentabilidade da suplementação concentrada, iremos adotar um cenário de sistema de terminação de novilhas, com peso inicial de 250 kg de média e peso nal de 360 kg de média no mínimo, por um período de 180 dias, que representaria o período total de águas do ano. Iremos adotar um preço de remuneração de arroba de R$ 225,00 e o rendimento de carcaça será
de 50 %. Não iremos considerar custo operacional (sanidade, mão de obra, pastagem, etc.), apenas o custo com a nutrição, a m de tornar a visualização dos números mais práticas, tendo em vista que o custo operacional pode variar muito de uma propriedade para a outra.
Podemos observar no quadro 1, que os animais suplementados apenas com o mineral ou com mineral adensado, permanecerão nas pastagens por todo o período das águas e ainda entrarão no período da seca com peso abaixo do preconizado para o abate, de 12 arrobas. No mineral os animais chegarão ao m do tratamento com 10,7 arrobas, enquanto que no tratamento com mineral adensado, os animais chegarão com 11,33 arrobas.
Na adoção da suplementação proteica, as novilhas alcançarão o objetivo nal de peso mínimo de 12 arrobas, com a melhor relação de custo benefício do comparativo entre as suplementações, embora não alcancem o maior ganho de peso e nem a maior remuneração do comparativo.
Já na adoção da suplementação proteica energética, os animais atingem o peso nal superior ao preconizado, chegando a 13,73 arrobas. Essa técnica se apresenta como uma interessante estratégia de terminação de novilhas, pois além do maior ganho de peso obtido entre os comparativos, o abate poderia ser antecipado em 57 dias, visto que os animais alcançaram o peso de 12 arrobas bem antes da data nal, liberando a área de pastagem para a
reposição, ou ainda, aumentando a taxa de lotação da área.
No grá co a seguir podemos visualizar melhor o custo da arroba produzida em vermelho e o saldo (R$/ animal) de cada suplementação em azul. No sistema utilizando apenas suplemento mineral, temos o menor custo de arroba produzida, porém não teremos saldo de suplementação, pois os animais não conseguiram alcançar o peso preconizado. Já no sistema utilizando adensado, temos um pequeno saldo de R$ 72,88/cabeça.
Nos sistemas mais intensi cados, temos um saldo de R$ 337,88/cabeça com a utilização do proteínado e no caso da suplementação proteica energética, a necessidade de investimento é mais elevada devido a maior quantidade de suplemento fornecido diariamente. Entretando, a margem de lucro também será maior em função do ganho de peso diário, sendo nesse caso de aproximadamente R$ 409,77/cabeça, com a utilização dessa estratégia.

Comparativo entre as tecnologias de suplementação

*Preços com base na tabela da COMIGO do dia 15/12/2023.
A utilização de técnicas para maximizar o ganho de peso no período das águas podem auxiliar muito os produtores quando bem aplicadas, como foi descrito nesse artigo, pois possibilitam a elevação do giro do capital investido, diluem os custos xos e melhoram a e ciência alimentar.
Desta forma, podemos caminhar para uma produção mais sustentável, onde atendemos todas as necessidades nutricionais e sanitárias dos animais, além de produzirmos mais alimentos em uma menor área.
Para mais informações procure um consultor técnico da COMIGO.



A infestação de plantas daninhas é considerada um dos fatores que mais contribui para a baixa produtividade das pastagens. Atualmente no Brasil a média está em 0,97 UA por hectare, mas isso pode ser melhorado apenas com manejo correto dos animais e controle de plantas daninhas, podendo chegar a uma média de 2 a 3 UA por hectare.
Essa melhora nos resultados ocorre quando há um manejo inicial na fase de implantação desse capim, no preparo do solo, adubação de correção e manutenção, sistema de plantio e da escolha da forrageira.
Para fazermos o controle de plantas invasoras na pastagem, podemos seguir alguns passos, sendo eles: adequar de forma correta o pastejo e a taxa de lotação a m de se evitar o superpastejo; respeitar período de lotação e descanso para não prejudicar o desenvolvimento e produtividade do capim; alinhar o manejo inicial com rebanho e aplicação de herbicidas.
Uma das alternativas mais e cazes e com resultados mais rápidos para o controle de plantas daninhas é a utilização do herbicida adequado, melhorando o desenvolvimento da forrageira e, consequentemente, a taxa de lotação. Além de proporcionar o melhor controle de entrada e saída dos animais em seus pastos, onde estas plantas invasoras estão
competindo diretamente por nutrientes, luminosidade e água, podendo prejudicar diretamente a produtividade e desempenho dos animais. Adotando boas práticas é possível ter uma melhora inicial das áreas de 40% a 50%.
Ao optar pelo controle químico a área deve passar por uma avaliação, onde se veri ca as condições da pastagem. Uma análise mostra se o pasto vai se estabelecer novamente ou não, o número de plantas forrageiras por metro e identi ca nas plantas daninhas o nível de infestação, estágio de desenvolvimento e tipo de folhagem.
Todos esses fatores vão interferir diretamente na escolha do herbicida.


Usar o produto de forma correta de ne a e ciência da aplicação. Deve-se também analisar período e horário de aplicação, já que para uma boa resposta é preciso de umidade no solo.
As aplicações podem ser feitas de forma foliar, aplicação no toco, aplicação no tronco (basal) ou aplicação no solo. E devem ser feitas de 30 a 50 dias após a emergência ou rebrotas das plantas invasoras. Assim, as doses são menores, trazendo um custo mais baixo e a alta e ciência no controle.
Cooperado, procure a unidade mais próxima de você e tire todas as suas dúvidas!

em Rio
apresentou
Por Wellerson Martins
No dia 08 de novembro, a COMIGO realizou o 13º Workshop CTC Pecuária. que teve como objetivo oferecer aos cooperados, pro ssionais e pesquisadores da área, atualizações para aprimoramento da pecuária, além da apresentação do resultado de pesquisas realizadas no Centro Tecnológico da COMIGO (CTC). Cerca de 250 pessoas estiveram presentes.
Durante a programação os participantes acompanharam a apresentação do SUPER-PEC, um programa disponibilizado pela Cooperativa para gestão da pecuária e puderam obter mais informações sobre a linha de produtos para bovinos de corte e leite das Rações COMIGO.
O pesquisador agronômico, Dr. Hemython Nascimento trouxe informações sobre “Inovações para pastagens”. Já o pesquisador veterinário Dr. Ubirajara Bilego, apresentou o tema


“Desempenho animal em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária”
O palestrante convidado, zootecnista Me. Antonio Chaker, da Inttegra, falou sobre “Gestão das métricas pecuárias e seu impacto na lucratividade da fazenda de corte”, enquanto o professor Dr. Moacyr Corsi, abordou o “Investimento e retorno nanceiro com a intensi cação de pastagens”.
Para o cooperado Sérgio Maia, o Workshop é uma oportunidade que a cooperativa oferece de demonstrar a evolução da pecuária. “Gostaria de agradecer imensamente a oportunidade de estar aqui neste evento que retrata tão bem a elevação educacional da pecuária. Um evento com magní cas palestras “, a rma.
Já a cooperada Luciane Giacon, destacou a qualidade do conteúdo
apresentado, bem como dos palestrantes. “Um evento desse a gente pode ganhar em torno de dez anos em uma hora. É sensacional o retorno de um evento como esse. Eu agradeço a COMIGO pela oportunidade de estar trazendo esses palestrantes, a toda a comissão técnica, e a consultoria que a COMIGO tem prestado”, ressalta.
Segundo o gerente de geração e difusão de tecnologias da Cooperativa, Eduardo Hara, o Workshop de Pecuária faz parte das ações da COMIGO para o desenvolvimento do setor através da difusão de conhecimento e novas tecnologias. “O evento é uma oportunidade para produtores rurais e demais interessados se atualizarem sobre as últimas tendências da pecuária e adquirirem conhecimentos que podem contribuir para o aumento da produtividade e da rentabilidade de suas atividades”, destaca.

Por Wellerson Martins
Ogado leiteiro do cooperado
Nivaldo Vitorino, em Caiapônia/ GO, está alcançando altos patamares de nutrição e produtividade. Em 8 anos, a produção de leite na fazenda aumentou de 90 para 420 litros diários.
A combinação de uma alimentação balanceada com utilização de produtos da Rações COMIGO e Suplemento Mineral COMIGO em paralelo com a assistência técnica veterinária proporcionada pela Cooperativa tem contribuído para os excelentes resultados alcançados, além de aprimorar a qualidade do rebanho.
Segundo Rone Vieira Sousa, responsável pela gestão da atividade na propriedade, a orientação técnica oferecida pela Cooperativa fez a diferença no desenvolvimento da atividade. “Sem orientação técnica não teríamos esses resultados que temos hoje, não chegaríamos nesse patamar que estamos, com pensamento de evoluir cada vez mais”, a rma. Além disso, de acordo com Sousa, todos os produtos utilizados na fazenda são da COMIGO.
A médica veterinária Raquel Ferreira Gomes, relembra o começo do suporte prestado ao cooperado, visando contribuir para melhor desempenho e rentabilidade. “Eles estavam com propósito de alavancar

a atividade leiteira, com intuito de produzir e ter retorno satisfatório. Na época era ordenha balde ao pé e fomos melhorando”, destaca.
NA FAZENDA, SÃO UTILIZADOS OS SEGUINTES PRODUTOS:
Gado de leite: Suplemento Mineral
Reprodução F7, Ração Pure Milk
Recria: Suplemento Mineral
Cooper Recria 60CR
Bezerros: Ração Bezerro 1 peletizada; Ração Bezerro 2 farelada;
Terceira fase: Ração corte 18 AE
Por Pedro Cabral
ACooperativa COMIGO inaugura em janeiro sua nova Unidade Armazenadora, localizada em Mineiros/GO. A estrutura tem o maior armazém do estado de Goiás, com capacidade de armazenamento estático para 3,3 milhões de sacas de grãos, que serão utilizados para soja e milho.
Para o presidente do conselho de administração da COMIGO, Antonio Chavaglia, esta é uma conquista não somente para os cooperados, mas para o desenvolvimento do agronegócio, sendo que a cooperativa investe em uma área muitas vezes esquecida por outras empresas do setor: o armazenamento de grãos. “O produtor vai ter condições, facilidade e agilidade para entregar os
grãos lá, é um investimento bastante expressivo”, ressalta o presidente.
Cerca de R$ 150 milhões estão sendo investidos na construção, dos quais a maior parte é advinda de recursos próprios da cooperativa, já



que a construção da unidade atende aos pedidos dos cooperados da região. “Os armazéns são feitos para atender a demanda do associado, que é o principal motivo da cooperativa existir”, justi ca Chavaglia, reforçando a importância do investimento em armazenagem para os produtores locais e das cidades vizinhas: “temos essa ligação forte com o associado e com o produtor rural e, aqueles produtores que não têm armazém, às vezes, têm di culdade na hora de entregar, por isso a cooperativa tem muita capacidade armazenadora”.
Estatísticas a rmam que, atualmente, a COMIGO recebe cerca de 20% da soja do estado de Goiás.
Além da imponência no volume de capacidade, a unidade é uma das mais modernas da cooperativa: conta com automatização em todos os processos de recepção e secagem de grão, com uma estrutura completa incluindo balanças, sistema de areação, termometria e principalmente dois secadores com capacidade para 150 ton/h, que devem agilizar o processo da chegada dos grãos e reduzir as las, como explica o presidente executivo da COMIGO, Dourivan Cruvinel: “o cooperado hoje precisa de agilidade, tanto na recepção como na expedição”.
O presidente executivo explica ainda que a escolha do local para a instalação da unidade foi baseada no forte crescimento não somente do município, mas de toda a região, que também está em uma boa localização geográ ca. “É pela pujança do município, quase que totalmente focado na atividade agrícola, onde já temos muitos cooperados mesmo estando lá somente há três anos, então é um belo investimento para cooperar ainda mais com o desenvolvimento dessa região”, a rma Dourivan.
De acordo com o gerente da unidade, Leandro Alves Nascimento, já está tudo pronto para a recepção de grãos. Para isso, a unidade gerou novos postos de emprego na cidade, e deve gerar ainda mais durante as safras: “são 60 postos de empregos diretos, e esse número pode dobrar durante a safra, sendo então 120 trabalhadores durante o período contando com os safristas”, a rma. O gerente garante ainda o bom funcionamento da unidade, seguindo a agilidade que a agricultura precisa: “o campo hoje está altamente tecnológico, e a região carecia de um armazenamento à altura da tecnologia empregada no campo”. A unidade armazenadora está localizada na Rodovia BR 364, km 312, s/n, na Zona Rural de Mineiros.



Antonio Chavaglia fala sobre as di culdades enfrentadas e resultados obtidos durante o ano
Por Wagner Filgueira
2023 foi considerado, por muitos, um ano desa ador em diversos sentidos que ditam o ritmo da agricultura brasileira. O ano começou com a transição governamental do país, que, naturalmente, impacta no mercado nanceiro, principalmente quando falamos de importação e exportação, tendo em vista a variação dos preços de comercialização e do valor das moedas que regem a economia mundial.
A alta dos custos de produção e a falta de chuvas regulares também foram fatores que impactaram diretamente na lucratividade dos produtores goianos, principalmente na safrinha. Mas, de acordo com o Presidente do Conselho
Administrativo da COMIGO, Sr. Antonio Chavaglia, foi um ano onde os desa os conseguiram ser superados. “Foi um ano difícil, mas conseguimos superar. Agora, precisamos focar na safra nova. Temos alguns problemas, principalmente em relação à soja precoce, chuvas desiguais, mas sabemos que volta e meia, entre um ano e outro, acontece isso. Precisamos ter muita cautela, porém vamos enfrentar isso com otimismo, responsabilidade e pensamentos positivos”, a rmou Antonio.
Além da agricultura, o setor de pecuária também foi afetado. “As contas precisam ser feitas, tanto para o agricultor, quanto para o pecuarista. As pastagens também foram afetadas, o preço da arroba do boi está baixo, menos de 60 dólares. Isso tira a liquidez e afeta a capacidade de investimento em reformas de pastagens”, completou o Presidente da Cooperativa.
Esses fatores colocam os produtores rurais em uma situação onde a cautela se torna necessária. Especialistas a rmam que esse não é um momento de correr riscos, a nal, o tempo de recuperação em caso de grandes prejuízos pode ser longo. Uma das orientações passadas pela cooperativa aos cooperados é a aquisição do seguro rural. “A COMIGO faz o possível para ajudar o produtor, tanto na venda avista, quanto na venda a prazo. Sempre orientamos a fazerem o seguro rural, principalmente para produtores de regiões com baixa altitude e solos mais arenosos”, continuou Antonio.
Apesar das adversidades, os resultados de produção do estado de Goiás apresentaram um crescimento de 7,6% em relação a 2022, atingindo 31 milhões de toneladas de grãos produzidos.
Em 2023 o agronegócio manteve seu papel de destaque na economia goiana, representando 26,6% do PIB do estado.
“Eu não sou uma pessoa que desanima na primeira martelada. Obstáculos existem para serem superados, mas para isso precisa ter otimismo. Em momentos difíceis, nem sempre é possível falar o que é certo ou errado para o produtor rural, mas em outras épocas já passamos por isso. Com trabalho, fé e esperança vai ser possível recuperar, a médio-longo prazo, os prejuízos da colheita”, nalizou Antonio Chavaglia.
Acesse 28º episódio da 3ª temporada COMIGOCast e con ra mais declarações do Presidente do Conselho Administrativo da COMIGO através do QR Code:


Para a cooperativa, o presidente ressalta que os investimentos e as melhorias estruturais não foram interrompidos, mas precisaram ser revisados para 2024. O faturamento da COMIGO em 2022 foi de aproximadamente 15,5 bilhões, já esse ano foi menor, chegando a 13 bilhões. Isso traz a necessidade de um planejamento bem feito, principalmente relacionado a ampliações e investimentos, para que os gastos não tenham impacto no dia a dia e no funcionamento da Cooperativa. “O planejamento de qualquer atividade é fundamental. Isso serve para qualquer empresa: se gastar mais do que ganha, quebra. Então, as pessoas precisam cada vez mais estarem organizadas na parte econômica, contábil, nanceira… para estarmos mais preparados para o que está por vir”, declarou o Chavaglia.


Faça a correta identificação dos tripes
É muito comum se preocupar com a escolha da raça, características morfológicas dos touros, momento da inseminação, etc. Mas a primeira preocupação está na qualidade da dieta fornecida aos animais, qualidade da água, qualidade do volumoso e do suplemento mineral. Vacas e novilhas em dé cit nutricional apresentarão baixos índices de concepção.

Entenda a diferença no ataque dos tripes nas plantas
Frankliniella tem preferência por partes novas como trifílios ainda fechados e as ores, o que reduz a e ciência do manejo, pela di culdade de atingir o alvo com pulverizações, em altas infestações pode ocorrer abortamento de ores. Já Caliothrips ca mais distribuído no dossel das plantas;
Faça controle preventivo
O controle preventivo do aumento populacional dessas pragas deve englobar o acompanhamento de condições climáticas e a análise da área foliar (uso de lupas facilita a identi cação). O manejo na fase vegetativa, antes do fechamento de linhas, é mais fácil e deve ser realizado para não chegar no ponto de soja fechada com altas populações onde o manejo é menos e ciente.
Elabore estratégias de controle considerando o nível de estresse hídrico e as características das pragas
O controle é di cultado pelas características dos tripes e ácaros: alto potencial reprodutivo, pequeno intervalo entre gerações e gerando altas populações. Especialmente em plantas submetidas a estresses hídricos prolongados;
Tenha atenção na diferença dos produtos para cada espécie
Identi cação das espécies é fundamental pois produtos, em sua maioria, são diferentes entre tripes e ácaros. E entre os tripes, para o Frankliniella tem-se menos opções de moléculas e cientes em comparação com Caliothrips.
Avalie o tipo de ácaro na área
As principais espécies observadas na soja são ácaro-rajado, ácaro-branco, ácaro-verde e os ácaros-vermelhos. Normalmente, o ácaro-rajado ocorre em anos secos, formando teias. Ao contrário do ácaro rajado, o ácaro branco prefere umidade relativa elevada e não tece teias.

Evite o uso indiscriminado de inseticidas
Evitar usar inseticidas como piretroides e pronil também é uma medida preventiva. Pois pode haver o chamado efeito hormese, no qual os inseticidas estimulam a reprodução (aumento da postura e viabilidade de ovos) ou diminui a mortalidade dessas pragas.
Monitore os sintomas da presença de ácaro nas plantas
Inicialmente, o sintoma da planta atacada é de clorose, com pequenas manchas amareladas nas folhas que, aos poucos, tornam-se completamente amarelas, causando desfolha e, em alguns casos, a morte da planta. A atividade alimentar do ácaro-rajado torna as folhas, pecíolos e os caules de cor bronzeada. Pode iniciar em reboleiras;
Escolha corretamente os tipos de produtos
São pragas que podem car na face inferior da folha, de modo que produtos com ação translaminar e/ou efeito fumigante são boas alternativas. Adequada tecnologia de aplicação associado ao alto volume de calda também contribuem no manejo.
Procure assistência especializada
A assistência técnica da Cooperativa COMIGO está preparada para identi car estas pragas e orientar quais os melhores manejos, de acordo com as suas especi cidades.
*com a colaboração de Dr. Diego Tolentino, pesquisador do Centro Tecnológico COMIGO.

O espaço promove lazer e descanso para os colaboradores durante os intervalos no complexo industrial
Por Wagner Filgueira

Foram investidos 23 milhões de reais na construção do espaço que, além do centro de convivência, inclui um novo refeitório do Complexo Industrial e a sede da diretoria industrial. O espaço possui ainda outras salas, espaços para reuniões e apresentações corporativas. Inaugurações
ACooperativa COMIGO inaugurou no último dia 12 de dezembro o Centro de Convivência “Ângelo Thomaz Landim”. O espaço foi projetado para proporcionar bemestar aos colaboradores, através de um ambiente confortável, moderno e aconchegante.


O Presidente do Conselho de Administração, Antonio Chavaglia, e o Presidente Executivo, Dourivan Cruvinel, estiveram presentes na inauguração, junto a membros da diretoria e da gerência de diversos setores da Cooperativa.
O Diretor Industrial, Paulo Carneiro, a rma que a nova estrutura é um belo cartão de visitas e está à altura do nome da COMIGO. “Esse local foi pensado, primeiramente, para dar conforto aos colaboradores. O projeto foi apresentado para os conselhos, aprovado, e agora a obra está entregue
com o que há de mais moderno na parte de comunicação”, declarou
Paulo ainda destacou o espaço da biblioteca, em memória de Aguilar Ferreira Mota, ex-vice-presidente da Cooperativa. “Para todos os funcionários estão aí as áreas de descanso, área de jogos, de informática e também a biblioteca, que foi uma colaboração do Aguilar, nosso vice-presidente. Tem muito trabalho dele aqui e temos que agradecer muito a ele por essa obra”, disse.





A obra carrega o nome de Ângelo Thomaz Landim, que começou sua história junto a COMIGO no dia primeiro de maio de 1979. Ele esteve presente para receber a homenagem e ressaltou que, como ex-colaborador, entende que o reconhecimento é uma forma da Cooperativa de valorizar todos os colaboradores.
“Essa sem dúvida é a maior homenagem que já recebi por se tratar de uma obra, algo que se perpetua. Essa homenagem não é só para mim, mas para todos os colaboradores da Cooperativa. Só tenho a agradecer a diretoria da Cooperativa, especialmente ao Sr. Antonio Chavaglia, com quem eu tenho mais de 40 anos de amizade muito sincera”, falou Ângelo.

Os colaboradores aprovaram o novo espaço. De acordo com Vera Lúcia, que é uma das cozinheiras do Complexo Industrial, o local é muito confortável. “Com certeza cou muito melhor para trabalhar, mais espaçoso, arejado…E faz toda a diferença na hora de tirar o intervalo, você pode descansar, car lá em cima de boa. Eu gostei!” garantiu Vera.
Gerevaldo Batista, motorista de ônibus do Complexo Industrial, ressaltou que os colaboradores se sentem valorizados com a construção do Centro de Convivência. “Muito agradável, fresquinho… A gente se sente tranquilo sabendo que a empresa cuida dos seus colaboradores e dá esse conforto para todos nós”.

Por Pedro Cabral
ACOMIGO e a Ouro no Saúde
Animal realizaram uma doação de R$ 50 mil para o Hospital do Câncer de Rio Verde, valor arrecadado durante campanhas promocionais e de conscientização nas lojas COMIGO, voltadas ao Outubro Rosa e Novembro Azul. A doação é mais uma demonstração do compromisso da cooperativa e da empresa com a comunidade.
A entrega simbólica foi realizada no dia 29 de novembro, pelo presidente do conselho administrativo da COMIGO, Antonio Chavaglia, e pelo diretor comercial da Ouro no, Fabrício Oliveira, além de demais representantes da cooperativa e da empresa, sendo recebida pela presidente do hospital, Célia Mendes.
“Para a COMIGO é muito importante cumprir esse papel de cuidar da nossa comunidade, é um dos princípios do cooperativismo e é fundamental poder contar com essas parcerias com as empresas que atuam junto a cooperativa”, explica Chavaglia.

A presidente do hospital agradeceu o apoio das empresas. “Recebemos com muita presteza, felicidade e muita satisfação. Esses recursos advindos de parcerias da comunidade podem ser usados para custeio, para obras e construção”, disse.
“Provavelmente esse dinheiro já está gasto, pois já começamos o Parque de Imagens, que vai car no custo de R$ 4,5 milhões. Então, toda obra e todo
valor é bem-vindo para todas as nossas obras”, completou Célia.
O diretor da Ouro no também comemorou a doação. “Através de uma campanha comercial que fazemos nas lojas, onde contamos com o apoio da COMIGO, e principalmente com os produtores da região, conseguimos reverter uma parte desse recurso para essa causa tão importante”, a rma Oliveira.
“Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou sempre assim… Gabriela”. Um dos trechos da música escrita por Dorival Caymmi, retrata um pouco da aversão que algumas pessoas possuem em experimentar o novo, preferindo continuar de forma estática em um ambiente denominado como zona de conforto. Pelo signi cado de cada frase exposta neste trecho da música, na psicologia popularizouse o termo “Síndrome de Gabriela” como uma forma de representar o comportamento daquelas pessoas que possuem resistência em se adaptar ao novo.
A adoção deste comportamento em diversas situações do cotidiano (seja no âmbito pessoal ou pro ssional) é temerária, uma vez que para resolução de determinados problemas, ou mesmo para evitar que estes se instalem, a adaptação a novas situações, tecnologias ou comportamentos se constitui na chave do sucesso. Neste sentido, continuar fazendo as coisas da forma com que sempre foram executadas não traz garantia de sucesso algum. E por vezes, quando se der conta de que você está na zona de conforto, o momento de tentar buscar uma mudança e uma adequação ao novo pode ser tarde demais.
Neste contexto, ao se pensar no manejo de plantas daninhas, esta premissa também é válida, visto que
na atualidade a adoção de forma exclusiva de medidas relacionadas ao controle químico não tem assegurado êxito na eliminação da interferência da comunidade infestante. A época em que a adoção do glyphosate como praticamente constituinte único dos programas de controle de plantas daninhas na soja trazia segurança de e cácia, esta época já cou para trás há alguns anos, mas alguns ainda insistem em acreditar que há sobrevida na adoção deste posicionamento.
Para se ter uma ideia da dimensão do problema relacionado a não adoção de medidas integradas de manejo da comunidade infestante, conciliado

ao massivo uso de glyphosate nos sistemas de produção agrícola, desde a introdução das cultivares de soja geneticamente modi cadas no Brasil (≈ 20 anos), já foram relatados 20 casos de plantas daninhas resistentes ao glyphosate, os quais envolvem casos de biótipos de 12 espécies distintas apresentando resistência simples (apenas aos inibidores da EPSPs) ou múltipla (inibidores da EPSPs + outros mecanismos de ação) (Heap, 2023).
De maneira alguma podemos levantar a hipótese de que o glyphosate perdeu sua importância como herbicida para o cenário agrícola brasileiro, uma vez que este ainda se constitui do principal produto tossanitário comercializado no país, além de ser base dos programas de dessecação pré-semeadura de diversas culturas (Pereira et al., 2023). Neste momento, imaginar uma agricultura sem esta molécula, é visualizar um cenário de falhas no controle de plantas daninhas e elevação dos custos de produção, e consequentemente de in ação no preço dos alimentos, uma vez que o setor produtivo não está ambientado tecnicamente para trabalhar sem o uso do glyphosate. Mas o fato é, o uso exclusivo deste herbicida não traz mais nenhuma garantia de e cácia no controle de plantas daninhas, em especial para as áreas em que já há biótipos resistentes ao glyphosate (Figura 1).

Neste contexto, assim como na entomologia o termo manejo integrado de pragas (MIP) é amplamente conhecido por todos, é necessário popularizar o manejo integrado de plantas daninhas (MIPD), destacando sempre a importância da utilização de práticas de controle de forma conjunta. Apenas com essa mudança de postura será possível reverter o cenário de desvantagem que vivenciamos hoje no que diz respeito ao manejo e ciente das espécies de plantas daninhas de difícil controle. Em outras palavras, experimentar o “novo” pode ser o ponto de virada para obter sucesso no controle da comunidade infestante. Um detalhe para que não que esquecido: a palavra “novo” aparece redigida entre aspas propositalmente, pois na realidade boa parte das práticas de MIPD consistem em ferramentas já amplamente conhecidas na agricultura, as quais apenas não vêm sendo empregadas com frequência em determinadas situações.
Dentro de um programa de MIPD, existe a possibilidade de integrar diferentes métodos de controle contra as plantas daninhas, os quais de maneira conjunta, poderão diminuir a probabilidade de escapes no controle destas espécies, além de contribuir a médio prazo para uma redução no banco de sementes da comunidade infestante presente no solo.
Na atualidade, ainda existem produtores/pro ssionais que creem que a adoção exclusiva dos herbicidas visando ao controle de plantas daninhas será capaz de trazer um manejo robusto contra a comunidade infestante, assegurando que a colheita da soja, ou de qualquer outra cultura explorada, será no limpo. Por outro lado, há produtores/pro ssionais que a cada safra estão investindo mais na integração de diferentes ferramentas
Área com alta infestação de buva resistente ao glyphosate.
para o controle de plantas daninhas, uma vez que já identi caram que o uso exclusivo de herbicidas tem apresentado falhas no controle, não se constituindo de uma prática sustentável. Além de questões comportamentais, inerentes do histórico de vida de cada um, o que talvez explica a diferença entre estes dois grupos de relaciona-se ao fato de que o primeiro grupo ainda está vivenciado o que podemos chamar de “zona de conforto”, onde talvez os prejuízos gerados pelas plantas daninhas ainda não chegaram a patamares a ponto de incomodá-los, ao passo que para o segundo grupo, o incômodo ocasionado pela comunidade infestante já chegou a níveis em que houve uma necessidade de mudança de postura (Figura 2).
Outro ponto também que não pode deixar de ser mencionado relaciona-se ao custo para a adoção das práticas de MIPD, uma vez que produtores que por vezes não se encontram com uma saúde nanceira tão elevada, acabam por ter mais di culdade de implementar estas ações devido ao custo para execução. Manejar planta daninha custa caro, mas deixar estas espécies em convivência com a cultura é mais caro ainda. Neste sentido, para aqueles que não possuem capital imediato para implementação de todas as práticas de manejo integrado, uma dica é começar aos poucos,
procurando empilhar o máximo de ações de controle das plantas daninhas possível com os recursos disponíveis e à medida que a situação for melhorando, novas estratégias de controle devem passar a ser executadas.
Zona de conforto versus zona de crescimento: aonde você está posicionado no que diz respeito à adoção de estratégias para o MIPD?

A seguir, serão apresentadas algumas estratégias que podem ser utilizadas de forma conjunta para compor um programa de MIPD. Cada uma delas apresentas suas particularidades e forma com a qual exerce o controle das plantas daninhas, o ponto importante é que nenhuma delas assegura a e cácia de forma isolada. Contudo, de forma integrada às outras práticas de controle, poderão proporcionar uma boa e cácia no manejo da comunidade infestante.
Conforme abordado anteriormente, entre os benefícios gerados pela implementação do MIPD, destacase a redução no banco de sementes de plantas daninhas no solo, o que resultará em áreas menos infestadas e com diminuição da ocorrência das espécies de difícil controle (Braz e Takano, 2022). Neste sentido, a adoção do MIPD, à médio prazo, evitará que reduções na produtividade das culturas em decorrência da interferência
da comunidade infestante sejam observadas, trazendo uma diminuição do custo de produção.
Uma das primeiras estratégias no MIPD relaciona-se a adoção de práticas que contribuam para a menor ocorrência de plantas daninhas. Neste sentido, deve-se preconizar pelo uso de sementes provenientes de empresas idôneas, uma vez que a depender da procedência, há possibilidade de se trazer propágulos de plantas daninhas para dentro das propriedades. Neste aspecto, até mesmo a utilização de “sementes salvas” consiste em risco para o produtor, uma vez que o mesmo pode não possuir sistema de bene ciamento deste material com padrões que assegurem a eliminação das sementes das plantas daninhas.
Dentro do cenário de controle preventivo de plantas daninhas, uma prática importante refere-se à limpeza dos maquinários quando houve a mudança de um talhão para o outro, uma vez que por meio do tráfego de maquinários, poderá haver a dispersão das plantas daninhas na
propriedade. Logicamente que na maioria dos casos o operacional acaba di cultando a realização da limpeza dos implementos, uma vez que nas operações de semeadura, pulverizações e colheita, há uma corrida contra o tempo para que tudo seja realizado no momento correto. Neste sentido, uma das possibilidades para evitar que haja a dispersão das plantas daninhas dentro de toda propriedade é deixar que as práticas de manejo nos talhões mais infestados sejam realizadas por último,

pois desta forma não haveria este efeito de carreamento dos propágulos das espécies que compõem a comunidade infestante.
Outro passo fundamental para se obter o êxito no controle da comunidade infestante relaciona-se a necessidade de assegurar um bom estabelecimento da cultura para que esta possa exercer o controle cultural sob a comunidade infestante. Neste sentido, é fundamental respeitar o intervalo recomendado de semeadura para cada região (diminuir a exposição aos veranicos), selecionar cultivares que apresentem maior velocidade de estabelecimento e que sejam aclimatadas a região de cultivo (Caldas et al., 2023), seguir as densidades de semeadura posicionadas para cada material, investir em programas de adubação de acordo com a disponibilidade de nutrientes no solo e a demanda da cultura, além de realizar um bom manejo de pragas e doenças que por ventura venham a incidir sob a soja. Mediante a adoção destas medidas, as plantas de soja estarão vigorosas e consequentemente mais aptas para vencerem o processo competitivo com contra as plantas daninhas.
Ainda no que tange ao controle cultural, outra medida que contribui bastante para redução na ocorrência de plantas daninhas nas áreas referese à adoção de sistemas de produção diversi cados (rotação/consorciação de culturas). A redução na emergência de plantas daninhas em função da implementação destes sistemas ocorre por várias linhas de atuação, destacando-se: rotação de mecanismos de ação de herbicidas a serem aplicados
nas áreas, uma vez que para cada cultura há ingredientes ativos que são seletivos; presença da palhada após a colheita, material que servirá de barreira física para impedir a emergência das plantas daninhas; liberação de compostos alelopáticos produzidos por algumas espécies inseridas nos sistemas de produção que irá inibir a emergência de algumas plantas daninhas; além de, no caso dos consórcios, haver a ocupação da área disponível para a emergência de plantas daninhas pela espécie consorciada, fato que di culta o estabelecimento das invasoras.
Por m, acerca do controle químico de plantas daninhas, já está mais do que comprovado que como prática para diminuição do banco de sementes de plantas daninhas, é necessária a utilização de herbicidas em diferentes modalidades de aplicação (pré e pós-emergência), bem como realizar a rotação de mecanismos de ação. A utilização de herbicidas em préemergência visando ao controle da sementeira das plantas daninhas se constitui em alternativa interessante para o manejo, com tendência de deixar um bom residual de controle (desde que haja umidade no solo), possibilitando a emergência da soja no limpo (Braz, 2023). Além da possibilidade de uso dos herbicidas em pré-emergência, existe a possibilidade também de rotacionar os herbicidas aplicados em pós-emergência em função das características genéticas da cultivar. Atualmente há no mercado cultivares de soja transgênicas que apresentam tolerância a herbicidas que os materiais convencionais não possuem de forma natural. Neste sentido, em áreas com histórico de ocorrência de
plantas daninhas de difícil controle, a semeadura destas cultivares amplia o leque de opções de herbicidas que podem ser empregados.
A escalada no número de casos de plantas daninhas resistentes a herbicidas é um problema para a agricultura mundial, visualizando um aumento contínuo no relato de biótipos com insensibilidade a determinados ingredientes ativos. Apesar do cenário preocupante, muitos pro ssionais (produtores e técnicos) do setor agrícola acabam optando por não mudar os programas de controle da comunidade infestante por resistência na utilização de novas práticas de manejo, com receio de que estas possam trazer prejuízos para o sistema de produção.
Neste âmbito, a única forma de mudar o panorama crítico que vivenciamos acerca das plantas daninhas resistentes é a adoção de práticas integradas de controle, executando o que é preconizado no MIPD em sua plenitude. Portanto, não deixe que a resistência ao novo impeça o sucesso no controle das plantas daninhas.

A Cooperativa COMIGO realizou no dia 13 de dezembro de 2023, uma celebração especial de m de ano. Um culto ecumêncio abriu a noite, para que as famílias dos colaboradores, cooperados e demais presentes pudessem ter a oportunidade de agradecer pelo ano de 2023 e pedir por um 2024 de muitas bençãos.
Três líderes religiosos participaram do culto, que foi realizado no Salão Social Aguilar Ferreira Mota. A primeira pregação foi do líder espírita Wilson Junior, seguido pelo colaborador da Cooperativa e Pastor Evangélico Abner Martins de Jesus e nalizando com o Padre Católico Wesney José.

Após o momento de oração, a magia do Natal tomou conta do lugar. Um teatro especial encantou os olhos das crianças e dos adultos que estavam presentes, com personagens, muita música e diversão. O papai noel estava lá e tirou fotos com a criançada.



A Cooperativa COMIGO recebeu da Corteva Agriscience o reconhecimento como maior parceiro da empresa do estado de Goiás, no ano de 2023. A homenagem foi entregue em dezembro. A empresa cita que, junto à cooperativa, está sendo construído um caminho de sucesso e amizade duradoura, com conquistas compartilhadas. A cooperativa agradece o reconhecimento e conta com essa parceria novamente neste ano que se inicia.

A COMIGO recebeu, em seu Complexo Industrial, no mês de novembro, integrantes de cooperativas do Mato Grosso, que viajaram até Rio Verde para conhecer a estrutura da Cooperativa e saber mais sobre seus serviços e processos industriais.
A visita da comitiva, composta por 43 pessoas, incluindo cooperados, dirigentes e colaboradores das cooperativas Coabra, Cooperita, Comajul, Cooper ora Brasil, Nova Coop, Cooper bra, Coacen, CMT, Coopernova, Cooami, Coopquer, Unicotton, Cooad, além da Fetranscoop MT e da AgroSchool, foi organizada por meio do Sistema OCB/Sescoop MT, em parceria com o Sistema OCB/Sescoop GO.
A programação no Complexo Industrial contou com a presença
do presidente do Conselho de Administração da COMIGO, Antonio Chavaglia, do diretor industrial, Paulo Carneiro, do diretor administrativo e nanceiro, Warlen Freitas, além do assessor de cooperativismo da Cooperativa, Paulo César Dias do Nascimento.
Segundo o Sistema OCB/MT, a visita à cooperativa goiana teve como objetivo complementar os estudos apresentados no Workshop Agro realizado pelo Sistema no Mato Grosso, bem como avaliar as experiências e o posicionamento estratégico que possam ser referências para o pensamento estratégico das cooperativas matogrossenses voltado para a expansão de serviços prestados aos seus associados.
A COMIGO acredita que, por meio da troca de experiências e da intercooperação, é possível contribuir cada vez mais com o desenvolvimento do cooperativismo.


Escolas municipais de Rio Verde - GO, apadrinhadas pela Cooperativa COMIGO, realizaram em dezembro mostras culturais do cooperativismo. As unidades participantes foram a Escola Municipal de Ensino Fundamental Dona Jose na; a EMEF Dr Checo e a EMEF Odélio Guerra.
As escolas fazem parte do Programa Cooperjovem que, há mais de 18 anos, ensina e resgata os valores do cooperativismo para crianças e jovens. As instituições atendem crianças de 4 a 12 anos de idade, das séries infantil ao 5º ano, sendo que uma delas também oferece a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As mostras culturais mostraram os trabalhos realizados durante o ano dentro dos eixos temáticos: educação ambiental, educação empreendedora, educação cooperativista e educação nanceira.
As exposições foram abertas aos pais dos alunos e mostraram, através de teatro, apresentações e jogos cooperativos, a importância do cooperativismo para a sociedade. O evento potencializou nas crianças e jovens o compromisso com a construção de uma sociedade consciente, colaborativa e próspera.
Além disso, as atividades abordaram a história da COMIGO e a importância que ela traz para o crescimento do município de Rio Verde e região.


Vinho medicinal Recurso para o tratamento de alergias crônicas (Med.)
Itaipu (?), usina hidrelétrica brasileira e paraguaia
Referentes à ética
Diz-se do raciocínio dotado de lógica
Habilidade essencial ao diplomata
Instrumento de percussão do samba (pl.)
Profissional que atua na limpeza urbana
Veste da mulher taitiana
Pessoas radicais e extremistas (fig.) Mares que banham o sudoeste da Rússia
Flor símbolo do Socialismo
Astatínio (símbolo)
Bastão da sinuca Dirige a orquestra
Proteção do livro
Classe do iatismo
Mamífero roedor
Matéria da concha
Pequeno banheiro social Álbum de Caetano Veloso
Autarquias que regulamentam a prática das profissões liberais
Fêmeas de equinos
Limite de altitude
Formando de academia como a Aman
Esposa do patriarca Abraão (Bíb.)
Carne de (?), prato nordestino
Sódio (símbolo)
Idade, em inglês Caminhar a esmo
A estrada sem curva (?) Sader, sociólogo
(?) Palestinos: Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental
Almofada embutida em uma porta Divisão da partida de vôlei (ing.)
Bairro da Cidade
Baixa de Salvador
Apetrechos de caça ou pesca
Deus grego da luz e da beleza
Uma das perguntas do "lead" jornalístico

De, em inglês Moléculagrama (?) Def, rapper 102, em romanos
Veículo construído no estaleiro
A Mãe do Mato, no Folclore tupi



