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Informe COMIGO Novembro - Dezembro 2025

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www.comigo.coop.br | 1


ONDE TEM AGRO, TEM STIHL ƒ A roçadeira STIHL FS 120 é perfeita para enfrentar mato emaranhado e capoeiras altas. Ela pode ser usada com diferentes conjuntos de corte e seu sistema de filtro de ar de longa duração garante maior desempenho e durabilidade. stihl.com.br @STIHLBRASIL

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Editorial

CAROS COOPERADOS, Encerramos um ciclo histórico

As pesquisas desenvolvidas pelo

causas relevantes e transformar re-

para a COMIGO. Celebrar 50 anos

CTC, como os estudos sobre a in-

sultados em benefícios reais para a

é, acima de tudo, reconhecer uma

terferência do calcário na eficiên-

sociedade.

trajetória construída com trabalho,

cia do glifosato, mostram como a

cooperação e visão de futuro. O

informação técnica aplicada pode

evento que marcou o encerramen-

gerar economia, eficiência e me-

to das comemorações, realizado no

lhores resultados no campo. Da

Centro Tecnológico COMIGO, em

mesma forma, os conteúdos téc-

Rio Verde, simbolizou exatamente

nicos apresentados nesta edição,

isso: a valorização da nossa histó-

seja na agricultura ou na pecuária,

ria, o orgulho das nossas conquis-

reforçam nosso compromisso em

tas e a confiança no caminho que

levar orientações práticas, seguras

seguimos. Reunir mais de 4.200

e atualizadas para apoiar a tomada

pessoas, revisitar nossa linha do

de decisão dos produtores.

tempo e ver diferentes gerações conectadas pelo cooperativismo foi a confirmação de que estamos no rumo certo.

Outro pilar que merece destaque é a qualidade dos nossos produtos e processos. A certificação das Sementes COMIGO, com altos

Essa mesma solidez se reflete

índices de precisão no tratamento

nos reconhecimentos conquista-

industrial e aumento da capacida-

dos ao longo do ano. Ser destaque

de de entrega, reflete o rigor téc-

no Prêmio Pop List 2025, como

nico e o cuidado em cada etapa.

marca mais lembrada em cinco

Da mesma forma, a conquista da

segmentos, e receber homenagens

certificação GACC para exportação

como a moção de aplausos da Câ-

de óleo de soja à China amplia ho-

mara Municipal de Jataí reforçam

rizontes, abre mercados e reafirma

a presença da COMIGO nas comu-

nossa capacidade de atender aos

nidades onde atua e a confiança

mais altos padrões internacionais.

construída ao longo de décadas.

A responsabilidade social tam-

São reconhecimentos que pertencem a cada cooperado, colaborador e parceiro. Seguimos

Ao olharmos para o balanço do agronegócio e as perspectivas, sabemos que os desafios permanecem. Margens apertadas, custos elevados e cenários climáticos instáveis exigem gestão rigorosa, presença constante na lavoura e decisões bem fundamentadas. A COMIGO seguirá ao lado do cooperado,

oferecendo

estrutura,

assistência técnica, informação e segurança para atravessar esses momentos. Celebrar 50 anos é motivo de orgulho, mas também de responsabilidade. Que a história construída até aqui continue sendo a base para inovar, crescer e cooperar. Seguimos firmes, com os pés no chão, olhando para o futuro, certos de que o cooperativismo continua sendo o nosso maior diferencial. Boa leitura!

bém segue presente em nossas ações. As doações ao Hospital do Câncer de Rio Verde mostram que

avançando

com

cooperar vai além da produção. É

base em conhecimento e ciência.

estar junto da comunidade, apoiar

ANTONIO CHAVAGLIA

PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA COOPERATIVA COMIGO

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NESTA Edição

Índice

ESPECIAL – BALANÇO DO ANO E PERSPECTIVAS 03 EDITORIAL 06 QUADRO SOCIAL 08 CADERNO DE NUTRIÇÃO

Aumento no faturamento, safra histórica e desafios no horizonte: o presidente Antonio Chavaglia faz a leitura do agronegócio em 2025 e projeta 2026.

15º WORKSHOP CTC DE PECUÁRIA Atualização técnica, ciência aplicada e troca de experiências marcaram o 15º Workshop CTC de Pecuária.

16 COMIGO NO CAMPO 30 TOP10 32 DICAS DE PECUÁRIA 34 ARTIGO CTC 36 CADERNO ESG 39 5 PERGUNTAS 40 AGENDA DO CONSELHO 42 NOTAS 46 PASSATEMPO

CADASTRO COMIGO Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878 Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500 SAC COMIGO: 0800 642 1500 Site: www.comigo.coop.br E-mail: sac@comigo.com.br CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Antonio Chavaglia DIRETORIA EXECUTIVA Presidente Executivo: Dourivan Cruvinel de Souza Diretor de Lojas: Carlos Alberto Leão Barros Diretor de Insumos: Cláudio César Teoro Diretor Industrial: Paulo Carneiro Junqueira Diretor Administrativo Financeiro: Warlen Ferreira de Freitas Diretor Comercial: Welton Vieira de Menezes

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12 CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO Alceu Ayres de Moraes Luiz Gustavo Cavalet Marciano Casagrande Max Eugênio da Silva Arantes Rafaela Henkes Vian Renata Ferguson Rogério Martins Silva Caetano CONSELHEIROS FISCAIS Alexandre Oliveira de Sá Gabriel Neves de Almeida Márcia Raquel Gomes de Andrade Vian Moisés Martins de Miranda Júnior Samuel Silva Barbosa Vanine Di Garcia Lessa ASSESSORIAS Assessoria Ambiental Auditoria interna Comunicação Cooperativismo Jurídica Planejamento Processos Sistema de Gestão da Qualidade

18 INFORME COMIGO Revista bimestral editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO. Conselho Editorial: Beckembauer Ferreira, Ubirajara Oliveira Bilego e Gabriele Triches Ribeiro. Coordenação ASCOM: Gabriele Triches Ribeiro Editor Responsável: Pedro Henrique Cabral Rosa - RP: 0004462/GO Matérias e Fotografias: Douglas Dias Teixeira Pedro Henrique Cabral Rosa Wellerson Martins Moreira Wagner Silva Filgueira Diagramação, composição e arte: Vanessa Fernandes dos Santos Comercial: Gabriela Alves E-mail: gabrielaalves@comigo.com.br Telefone: (64) 3611-1690


CAPA

RECONHECIMENTO EM JATAÍ Câmara Municipal de Jataí presta homenagem à COMIGO por sua trajetória, contribuição ao agronegócio e pelos 50 anos de história da cooperativa.

20 Impressão: Cirgráfica - Goiânia Tiragem: 12.500 exemplares CADASTRO COMIGO Fundação: 6 de julho de 1975 Gênero: Cooperativa de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários. Instalação/Atividades: ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0013-19

PRÊMIO POP LIST 2025 COMIGO é a marca mais lembrada de Rio Verde e conquista cinco categorias no Prêmio Pop List 2025.

22 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0012-38 Estrela D’Alva - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0031-09 Paraíso - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0036-05 Bom Jardim - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0048-49 Fábrica Suplemento Mineral Jataí Fazenda Florestal VI e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0060-35 JUSSARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0067-01 MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40

CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0046-87

MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0042-53 Fábrica Suplemento Mineral MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0017-42

FIRMINÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618.0063-88

NOVA CRIXÁS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0061-16

INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0024-71

PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0053-06

IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0062-05 JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48 JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90

PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0022-00 Armazém II - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0052-25 Fazenda Florestal VII e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0064-69

CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44

SHOW COMIGO 50 ANOS COM SÉRGIO REIS Um encerramento à altura da história: mais de 4,2 mil pessoas celebram os 50 anos da COMIGO em um evento que uniu memória, reconhecimento e emoção.

24 PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97 PONTALINA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0058-10 RIO VERDE: Sede Administrativa / CNPJ: 02.077.618/0001-85 Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85 Fazenda Florestal IV / CNPJ: 02.077.618/0047-68 Depósito de Insumos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0055-78 Complexo Industrial / CNPJ: 02.077.618/0002-66 Fazenda Florestal I / CNPJ: 02.077.618/0016-61 Fazenda Florestal II / CNPJ: 02.077.618/0029-86 CTC - Centro Tecnológico COMIGO / CNPJ: 02.077.618/0032-81 Ponte de Pedra - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0034-43 Fazenda Monte Alegre - Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0040-91 Máquinas e Implementos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0041-72 Fazenda Florestal V / CNPJ: 02.077.618/0059-00 SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0005-09 Cinquentão - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0033-62 SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08 Armazém / CNPJ: 02.077.618/0037-96 Armazém II / CNPJ: 02.077.618/0057-30

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Quadro Social

NOVOS COOPERADOS DEZEMBRO DE 2025

9.992

2.382

HOMENS

MULHERES

238

PESSOA JURÍDICA

12.612 TOTAL

AGROPECUARIA ALMEIDA LTDA

JATAÍ-GO

ODAIR VIEIRA DE SOUZA

FIRMINÓPOLIS-GO

AGROPECUARIA J P LTDA

ARUANÃ-GO

JOAO DE DEUS ARAUJO

AMORINÓPOLIS-GO

ELOIZIO FERNANDO MARTINS LEAO

ACREÚNA-GO

SERAFIM AUGUSTO DE CARVALHO FILHO

JATAÍ-GO

ERLITO BERNARDES

PARAÚNA-GO

RICARDO VIEIRA CUNHA

CAIAPÔNIA-GO

JOSE MARIO MARIMOTO

ITAJÁ-GO

RODRIGO BORGES VASCONCELOS

SÃO LUÍS DE MONTES BELOS-GO

WALDEMAR ANTONIO CARNEIRO

MATRINCHÃ-GO

WILLIAM PEREIRA DA SILVA

CÓRREGO DO OURO-GO

RANIA ALVES DE SOUZA BORGES

CAÇU-GO

THIAGO FERNANDES OLIVEIRA

INDIARA-GO

VANDERLI PARREIRA DOS REIS

CAÇU-GO

DANILLO HANDERSON DUTRA PEREIRA

MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO

FELIPE AVELINO SILVA HENZEL

BALIZA-GO

LARISSA RODRIGUES MACHADO

ARENÓPOLIS-GO

VANDERLEI FURTADO TELES

BALIZA-GO

VANIA CRISTINA ASSIS GUERRA

IVOLÂNDIA-GO

ALVACI RODRIGUES DA SILVEIRA

PARAÚNA-GO

EDIMAR CATARINO DO NASCIMENTO

JANDAIA-GO

DANIEL DIVINO DE SOUZA SILVA

SANCLERLÂNDIA-GO

FATIMA TERESANI STEIN

MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO

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NELLA PICCININI

MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO

CLEUNICE FERREIRA DA SILVA LUZ

FAZENDA NOVA-GO

GLEICE ELAINE MARIN

IVOLÂNDIA-GO

CARLOS DIVINO SILVA

ITAPIRAPUÃ-GO

GUILHERME HENRIQUE M. CAMAROTA

RIO VERDE-GO

ANIVALDO BATISTA FERREIRA

SANTA FÉ DE GOIÁS-GO

LUCIANO PEREIRA MENDONCA

MUNDO NOVO-GO

MATHEUS GOBBI

BOM JARDIM DE GOIÁS-GO

MARCELO OLIVEIRA GUIMARAES

NOVA CRIXÁS-GO

FELICIANO CARVALHO MACHADO

JATAÍ-GO

SENHORINHA COIMBRA SOARES

MOZARLÂNDIA-GO

ANA BEATRIZ CARVALHO MELO BUENO

JATAÍ-GO

RENATO REZENDE DE PAIVA

TRINDADE-GO

ROSEMEIRE DIVINA MARTINS OLIVEIRA

QUIRINÓPOLIS-GO

VALDERSON GERALDO DA COSTA

CEZARINA-GO

MARLENE FRANCO DE ANDRADE

ITUMBIARA-GO

TATIANNA ROCHA ALVES

EDEALINA-GO

ROBERTO GOUVEIA CRUZ GUIMARAES

SANTO ANTÔNIO DA BARRA-GO

HAMYLLA ALVES DE SOUSA MENDES

PIRANHAS-GO

MAGNUS MAGNO MARTINS HONORATO

RIO VERDE-GO

ANTONIO DE CARVALHO BARROS NETTO

PIRANHAS-GO

ADRIANA MARCHESI

JUSSARA-GO

PAULO ROBERTO C. DE MORAES NETO

PARAÚNA-GO

ERODIANO SOUZA SILVA

ACREÚNA-GO

VANDAIR FERNANDES CARDOSO

VARJÃO-GO

MARCOS ROBERTO BEGNINI

CAÇU-GO

MOACIR FERREIRA ALMEIDA

ITAPIRAPUÃ-GO

FABIO HENRIQUE PRIESNITZ

JUSSARA-GO

PATRICIA DO COUTO FERREIRA

ITAPIRAPUÃ-GO

ADEVALDO JOSE DA CUNHA

TRINDADE-GO

MARIA VIRGINIA MARIANO

FAZENDA NOVA-GO

MILTON JOSE DE MARCHI

MATRINCHÃ-GO ANICUNS-GO

MARCIO SEBASTIAO LELIS

JUSSARA-GO

MARCOS FERNANDES DA CUNHA

LEANDRO SABINO DE MELO

NOVO BRASIL-GO

ADIVONILSON RIBEIRO DE ALMEIDA

DOVERLÂNDIA-GO

FRANKLIN ANTONIO MARQUES

SANTA FÉ DE GOIÁS-GO

ALBERTO ISAAC HORBILON FILHO

RIO VERDE-GO

EURIPEDES RAMOS VAZ

ITAPIRAPUÃ-GO

DURANDIR MIRANDA NUNES

NOVO BRASIL-GO

DOMINGOS BORGES JARDIM

MATRINCHÃ-GO

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Caderno de nutrição

FRESCURA OU MAIS DINHEIRO NO BOLSO? COMO AUMENTAR A PRODUÇÃO EM MAIS DE 4 LITROS POR VACA/DIA

A produção de leite no Brasil é marcada por produtores de alta tecnologia e outra de subsistência (esse grupo representa cerca de 75% dos estabelecimentos e contribui com a menor parcela do volume de produção total, 35%) e uma grande maioria está no processo de transição (com cerca de 25% das propriedades e com o maior volume de produção 65%, sendo os principais sustentáculos das indústrias). Todos os envolvidos na cadeia leiteira tem notado uma mudança

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na estrutura da produção de leite no país, onde o modelo de produção obsoleto e sem mensurações, vem abrindo espaço para sistemas de produção com tecnificação, profissionalização e aumento das escalas de produção. Os produtores devem atentar para mensuração e gestão dos dados zootécnicos e dos custos de produção já que, as margens da atividade leiteira estão cada vez mais estreitas e ainda em períodos de queda nos preços como tem acontecido atualmente.

Nesse cenário, produtores que têm controle do seu sistema de produção e consequentemente, mais eficientes, tem conseguido estabelecer margens positivas e se manter na atividade, portanto, práticas de melhorias de bem-estar e conforto tem total ligação nessa pecuária moderna. Você sabia que uma vaca em estresse térmico pode ter redução na sua produção de até 25% por dia? Pensando em um rebanho de 100 animais com média de produção de 25 litros por dia seria uma


redução de 625 litros por dia, pensando em um ano seriam 228.125 litros de leite que deixariam de ser vendidos por não investir em sombra, aspersão e ventilação e conforto. Isso representaria um déficit de mais de 600 mil reais no caixa da propriedade conforme podemos ver na tabela 1. Portanto, pecuária de precisão e o bem-estar não são mais ‘’gastos” e sim investimentos para quem quer ser mais eficiente e lucrativo no sistema de produção e consequentemente permanecer na atividade. Sabemos que o estresse térmico é muito impactante no nosso país, pois temos estações bem quentes e relativamente longas e com umidade relativa muitas vezes elevada, o que provoca pouco ou nenhum alívio do calor durante a noite, além de as vacas leiteiras terem alta carga térmica interna (o rúmen e uma câmera de fermentação que tem temperatura na casa de 38°C a 40°C) para a síntese de leite, e esse conjunto pode exceder sua capacidade de dissipar a carga térmica acumulada. Essas condições de umidade e temperatura são quantificadas por um índice composto denominado índice de temperatura e umidade (THI) que mensura a ocorrência de estresse térmico além de apresentar uma boa correlação com os parâmetros fisiológicos do animal como temperatura corporal e frequência res-

PERDAS POR ESTRESSE TÉRMICO Nº DE VACAS

100

MÉDIA PRODUÇÃO

25

TOTAL PRODUZIDO

2.500

PERDA DE PRODUÇÃO LITRO/DIA

625,0

PREÇO L/LEITE

R$ 2,70

PERDAS EM R$/DIA

R$ 1.687,50

PERDA DE PRODUÇÃO LITROS/ANO

228.125,00

PERDAS EM R$/ANO

R$ 615.937,50

piratória. As vacas conseguem lidar com uma faixa de THI e manter a sua produção, mas quando ultrapassa o limiar os animais não conseguem administrar esse equilíbrio térmico ocorrendo o estresse térmico que acarreta redução no desempenho produtivo e reprodutivo. Quando os animais saem dessa zona de conforto eles lançam mão de algumas estratégias fisiológicas para minimizar o impacto como aumento da frequência respiratória e fluxo sanguíneo periférico, menor expressão de estro, redução do consumo de matéria seca e maior ingestão de água e procura por sombra e vento.

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Limite do estresse: Frequência de respiração excede 6 0 BPM. P erdas r eprodutivas detectáveis. Temperatura retal excede 38,5˚ C. Perdas de rendimento de leite - 0,283 kg/h

Estresse m édio-moderado:F requência de respiração excede 75 BPM. Temperatura retal excede 39˚C. Perdas de rendimento de leite - 0,303 kg/h

Estresse m oderado-severo: F requência de respiração excede 85 BPM. Temperatura retal excede 40˚C. Perdas de rendimento de leite - 0,322 kg/h

Comumente no campo encontramos produtores dizendo que a temperatura acima dos 28°C causa o estresse térmico, porém, hoje sabemos que isso é um erro já que levam em conta somente a temperatura ambiente e não a umidade relativa. Os trabalhos científicos têm mostrado que o THI maior que 68 está associado a quadros de estresse térmico.

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Os prejuízos causados pelo estresse térmico vão além do período em lactação, sendo evidenciado cientificamente em animais no período seco (onde estão sem produzir leite) afetando negativamente a próxima lactação com redução de 3 a 5 quilos de leite por dia na lactação. Ocorre também o efeito indireto de causar hipertermia no feto (através ambiente intrauterino) que acarreta supressão do mesmo de expressar seu real potencial genético, onde os trabalhos têm mostrado que as novilhas nascidas de mãe que sofrem estresse

térmico tem na sua vida produtiva futura redução ao redor de 5 quilos de leite dia na primeira lactação em comparação da novilhas de mães que não sofreram estresse térmico nesse período. De forma prática um projeto de resfriamento deve contemplar ciclos de molhagem e secagem dos animais. Onde devemos molhar por 1 minuto e ventilar por 4 minutos por pelo menos 8 ciclos ou 40 minutos, geralmente esses manejos são feitos em todas as ordenhas.


Outro ponto de extrema importância é o ambiente onde a vaca ficará deitada e irá se alimentar, já que uma vaca em lactação precisa ficar, aproximadamente, de 12 a 14 horas deitada/descansando e cerca de 3 a 5 horas comendo, isso representa cerca de 60 a 80% do dia do animal. Os estudos têm mostrado que a cada aumento de uma hora no tempo de descanso de uma vaca em lactação se tem o incremento de 1,7kg de leite, porém o ambiente para esse animal exercer o ócio deve ser limpo, bem arejado e com temperatura adequada, no caso de sistemas de composto de barn a umidade da cama (45 a 60%) e sua temperatura (após o revolvimento maior de 55°C) e revolver a cama 1-2 vezes ao dia são práticas para garantir melhores desempenhos. É importante atentar para a lotação do galpão (o ideal é não ser

maior que 110%, pois nessas situações ocorre diminuição do tempo de descanso e ruminação dos animais) e também espaço de cocho adequado (o ideal é acima de 70cm por animal em lactação, para pré e pós-parto devemos trabalhar com valores acima de 1m). Esses fatores de superlotação, dimensionamento errado de cochos e manejo inadequado do ambiente, forçam as vacas ficarem mais tempo de pé e aumentarem as interações agressivas, o que predispõem a maior incidência de problemas de casco e também eleva o nível de cortisol circulante e o que causa supressão do sistema imune. Como mensagem final, é importante salientar que o ativo mais importante dentro da propriedade rural é a vaca, por isso devemos garantir que ela esteja saudável para expressar seu potencial produtivo máximo e trazer rentabi-

lidade para o negócio, já que vacas produtivas e sadias demoram mais a deixar o rebanho. Cuidar do bem-estar do rebanho mostra ser uma atitude inteligente, que traz mais lucro e eficiência e ainda fortalece o produtor rural já que, as variáveis que conseguimos controlar estão da porteira para dentro e não da porteira para fora. Para tirar dúvidas e entender mais a respeito do tema, entre em contato com o departamento técnico das RAÇÕES COMIGO.

José Aquiles Júnior Consultor Técnico | Rações COMIGO

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Entrevista

O desafio da rentabilidade Equilibrando custos e eficiência para a safra 2026 Por Pedro Cabral

O ano 2025 entrará para a história da Cooperativa COMIGO. Por um lado, pelo marco do seu cinquentenário, em que a cooperativa se consolidou entre as maiores do agronegócio, resgatou sua história e se mostrou pronta para o futuro. Por outro, o ano fica marcado pela complexidade do cenário econômico enfrentado pelo produtor rural: em um ano de produtividade elevada, mas com margens severamente achatadas pelo baixo preço das commodities

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e pelo alto custo dos insumos e do crédito, a busca pelo equilíbrio financeiro tornou-se a palavra de ordem. Nesta entrevista exclusiva, o presidente da COMIGO, Antonio Chavaglia, faz um balanço do faturamento recorde de R$ 14 bilhões, detalha as celebrações dos 50 anos da cooperativa e deixa um alerta fundamental: para atravessar 2026, o cooperado precisará de gestão na ponta do lápis e presença constante dentro da lavoura.


Informe COMIGO: O ano de 2025 foi um histórico para a COMIGO pelas celebrações do cinquentenário. Como foi para o senhor viver esse momento e o que isso representa para a cooperativa?

Antonio Chavaglia: Foi um ano de muitas atividades e emoções. Começamos com o lançamento do livro contando a nossa história, tivemos aquele show de drones mostrando o quanto a COMIGO está aliada à tecnologia, tivemos muitas festas e até um show exclusivo do Sérgio Reis, que veio para encerrar o ano com chave de ouro. Nós coroamos tudo recebendo o prêmio de melhor empresa do agronegócio pelo Valor 1000, justamente no ano do nosso cinquentenário. Tudo isso é fruto de um trabalho persistente dos cooperados, que enfrentam as dificuldades e continuam produzindo bem e trabalhando junto com a cooperativa. Também temos uma equipe que olha para a cooperativa com bons olhos, que luta para que ela seja fortalecida e que detém o conhecimento para dar respostas rápidas às demandas. Sem pessoas preparadas, especialmente com os avanços de tecnologias e toda essa automação eletrônica que temos hoje, não teríamos chegado aos 50 anos; a cooperativa já teria acabado.

IC: Agora, em relação ao setor, qual o balanço que o senhor faz do agronegócio em 2025? AC: Foi um ano de uma safra muito boa de soja e também de milho, com recordes de produção. Só que os preços ficaram muito perto dos custos. Às vezes, o produtor tem uma boa produção, mas com os custos elevados ele não tem o resultado que esperava. Estamos vivendo um momento de preços das commodities mundiais muito baixos, o que traz incerteza e falta de tranquilidade, além do crédito caro. As produções mundiais têm sido muito grandes nos últimos anos e o comércio não tem absorvido com rapidez para reduzir os estoques de passagem. Isso traz um desconforto, com produtores tomando prejuízo em algumas regiões. Mas a COMIGO, dentro do planejamento estratégico, cumpriu e até superou as metas de recebimento de grãos. Foram mais de 63 milhões de sacas de soja, o que representa cerca de

16% a 17% da soja do estado de Goiás. No milho, a meta também foi cumprida e superada, recebendo pouco mais de 24 milhões de sacas, garantindo o volume necessário para a industrialização rodar até janeiro. IC: E como o senhor avalia que será o ano de 2026, com o que já pode ser percebido em relação a essa safra que já iniciou? AC: Temos um ano desafiador pela frente. Os custos financeiros estão muito altos e os insumos continuam caros em relação ao preço de venda dos produtos agrícolas. O plantio começou com desafios climáticos: algumas regiões foram favorecidas com chuva, outras menos. Isso aconteceu em diversos estados, gerando replantio e gastos extras para o produtor, que agora espera uma colheita razoável. Tudo depende do clima. Se 2025 foi desafiador com produções boas mas preços baixos, imagine chegar em 2026 com uma produção menor e preços que não reajam para cobrir juros e insumos. Isso traz muita incerteza. Mas a COMIGO trabalha dando assistência e orientação para equilibrar isso dentro da propriedade, de forma que seja possível manter a atividade com uma rentabilidade aceitável. IC: Considerando estes fatores, qual a previsão de faturamento da COMIGO para 2025? AC: A expectativa de faturamento para 2025 é de R$ 14 bilhões. É um número que conseguimos crescer em relação ao ano passado, enquanto outras empresas não conseguiram. Isso é resultado de um conjunto: setor de grãos, industrial, rações, suplemento mineral, insumos agrícolas e todas as atividades da cooperativa, justamente por conta da cooperativa atuar em todas essas áreas, em que uma supre a outra. Para o ano que vem, planejamos crescer um pouco mais, mas dependerá da safra de soja e milho. A cooperativa está bem estruturada contabilmente e planejada estrategicamente. Precisamos que tudo corra bem, pois o setor agrícola de forma geral não aguenta viver eternamente com recuperações judiciais de produtores e empresas e isso pode afetar a cooperativa, por que estamos no mesmo mercado. É preciso equilíbrio para que todos tenham renda.

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IC: Esse faturamento demonstra que o cooperado tem sido atuante. Por que o produtor tem buscado tanto a cooperativa em momentos de dificuldades do setor, como vimos neste ano? AC: O produtor está de olho no custo e confia na COMIGO. Nós garantimos a qualidade. Não trabalhamos com “pool” de insumos de diversos lugares; fazemos o transporte em caminhões próprios para ter certeza de que o que compramos é o que entregamos. Existe muita pirataria de químicos e adubos no Brasil e a fiscalização não acompanha. O cooperado sabe que na COMIGO, além de preço justo e retorno por ser associado, ele tem segurança contra falsificações que podem destruir o resultado de uma safra.

de esmagamento de soja em Palmeiras está dentro do cronograma e deve rodar em 2027. Já estamos trabalhando na capacitação das pessoas da própria região de Palmeiras em parceria com a prefeitura e entidades. É uma indústria totalmente automatizada e não queremos trazer gente de fora; queremos que a comunidade local se desenvolva conosco. Onde a COMIGO chega, ela vai para somar, levando tecnologia e assistência técnica. Com a nova indústria, vamos agregar valor e reduzir a dependência da venda direta do grão, e com isso o nosso faturamento deve chegar aos R$ 25 bilhões em 2028.

Além disso, a cooperativa trabalha dando toda a assistência e orientação para que o trabalho dentro da propriedade seja equilibrado e produtivo. Nossos agrônomos e veterinários são fundamentais nesse processo: eles mostram para o produtor todos os custos que ele tem na sua fazenda, como ele pode produzir melhor e como isso vai afetar no lucro. Com esses números na mão, o cooperado consegue fazer uma análise real antes de decidir suas compras. Além disso, em cada nova região que a COMIGO chega, ela vai para somar através da tecnologia e do suporte desses profissionais, ajudando a desenvolver o município. IC: Inclusive, para aprimorar essa assistência técnica, teremos em breve uma nova unidade do Centro Tecnológico COMIGO no Vale do Araguaia, certo? Sim, será em Montes Claros de Goiás, em uma área de 15 hectares. É uma região com altitude e regime de chuvas diferentes, então precisamos entender quais são as cultivares e o manejo que melhor se adequa para que o produtor consiga produzir bem. Isso vai contribuir muito para a região do Araguaia. IC: O senhor mencionou a industrialização como um dos responsáveis pelo aumento do faturamento da cooperativa. Como estão os investimentos nessa área? Antônio Chavaglia: Estamos fazendo três novos armazéns - um em Palmeiras, outro em Acreúna e também mais um no Cinquentão, em Santa Helena - e a nova indústria

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IC: É uma meta de evolução financeira alta, qual a estratégia para sustentar esse crescimento? AC: A empresa que não cresce, desaparece, porque os custos sobem todo ano. Isso é uma realidade mundial. A COMIGO sobe um degrau por ano com estratégia para enfrentar esses custos que aumentam de 5% a 10% anualmente. Por isso, estamos focados na industrialização, não está nem no planejamento abrirmos novas lojas até que a nova


fábrica esteja concluída e funcionando. A soja vendida “in natura” durante a safra quase não dá resultado por causa do frete caro. Com a nova indústria em 2027, queremos vender muito pouco grão sem processar. Precisamos estar estruturados para que o custo de manutenção e operação não engula a margem do produtor, e a industrialização através da cooperativa é o caminho para tornar a atividade mais rentável. IC: Para o agronegócio, qual é a avaliação dos cenários político e econômico atualmente? AC: Vivemos em um país com incertezas econômicas. A inflação está baixa, mas os juros estão muito altos, o que desequilibra a economia. Além disso, o ano que vem é de eleição, o que pode ser tumultuado politicamente. O produtor quer equilíbrio e segurança jurídica, mas vemos momentos de insegurança que podem travar o setor. O mercado interno está bem abastecido, com sobra de mercadorias. O produto brasileiro tem qualidade e mercado lá fora. O problema são os acordos internacionais mal cuidados, custos de frete e o pesado custo da porteira para fora. Falta gestão estratégica política. Não se investe em ferrovias, por exemplo, que poderiam ajudar a baratear o

custo de logística que é tão pesado para diversos setores. O governo investe pouco em infraestrutura e menos ainda no fomento ao agronegócio. IC: Diante de tantas incertezas econômicas e políticas, qual a recomendação principal para o cooperado que inicia o planejamento para 2026? AC: Organização financeira e cautela. O produtor precisa ter o custo na mão e saber a estratégia de vencimento dos seus negócios. O ideal é não fazer investimentos pesados ou compras grandes sem antes colher e saber o resultado real da safra. Esperar a produção chegar para ver o que sobra e pagar menos juros no banco é o segredo. E o mais importante: ficar de olho na lavoura. É preciso entrar no meio do talhão para identificar pragas e doenças. Já vimos produtores perderem 30% da produção por falta desse cuidado. Dessa forma, a cooperativa também seguirá dando apoio para o associado. Estamos aqui para trabalhar para que o setor continue superando os desafios e mantendo a sua rentabilidade, a expectativa é que as condições sejam melhores para alcançarmos estes objetivos. Desejo que 2026 seja um ano mais tranquilo e que a luz divina proteja nossas famílias.

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COMIGO no Campo

ENTRE A LAVOURA E O REBANHO: COMO MANEJAR DOENÇAS FOLIARES E GARANTIR VACAS MAIS PRODUTIVAS? Nas lives mensais do COMIGO no Campo, você encontra estratégias e recomendações para aumentar a produtividade e reduzir riscos no campo. Na pecuária leiteira, mostramos como a atenção ao pré-parto e à nutrição equilibrada garante vacas mais saudáveis e com melhor desempenho após a parição. Na agricultura, destacamos estratégias para enfrentar doenças foliares, com orientações sobre diagnóstico, manejo e proteção das plantas. Todo mês, o COMIGO no Campo coloca produtores e técnicos em contato com pesquisadores e consultores que apresentam novidades, análises e recomendações sobre agricultura e pecuária. As lives trazem dicas reais, pensadas para facilitar o dia a dia na fazenda.

Informações

O quadro vai ao ar toda segunda quarta-feira do mês, às 19h. Acesse: comigo.coop.br/lives

Informações

Qual o segredo para vacas mais produtivas e saudáveis?

Manejo de doenças foliares, proteção, sanidade e resultado na lavoura

O Consultor de Nutrição Leiteira, Valdir Chiogna, destacou que o cuidado com o pré-parto é fundamental para um bom manejo. Chiogna afirma que, nessa fase, o animal chega ao pós-parto mais equilibrado, com menor risco de complicações e melhor desempenho nas lactações seguintes. Ele reforça que a nutrição adequada, com ração balanceada, suplementação correta e boa oferta de volumosos, é um pilar da produção e impacta diretamente o bem-estar e a produtividade das vacas. O conteúdo ressalta a importância de um planejamento nutricional que concilie eficiência e saúde do rebanho.

O Dr. Rafael Fernandes, pesquisador do Centro Tecnológico COMIGO (CTC), ressaltou que o manejo das cultivares começa com um diagnóstico preciso dos sintomas e dos agentes causadores, seguido por um conjunto de medidas, como a escolha de cultivares resistentes, a rotação de culturas e a aplicação criteriosa de fungicidas, sempre apoiado em monitoramento técnico. Ele destaca a importância de alinhar as práticas à realidade de cada propriedade, considerando clima, histórico de doenças e o custobenefício das ferramentas disponíveis. O episódio traz orientações práticas para que os produtores adotem medidas preventivas e protejam a lavoura na próxima safra.

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Pecuária

COMIGO REUNIU ESPECIALISTAS E COOPERADOS NO 15º WORKSHOP CTC DE PECUÁRIA EVENTO DESTACOU AVANÇOS CIENTÍFICOS, MANEJO SANITÁRIO, GESTÃO DE PESSOAS E INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA. Por Wagner Filgueira e Pedro Cabral

A pesquisa científica só ganha força quando se transforma em prática no campo, e é justamente esse o propósito do Workshop CTC de Pecuária. A 15ª edição reuniu cooperados, colaboradores e parceiros da COMIGO para um dia de troca de experiências e atualização técnica, mostrando como o conhecimento é a principal ferramenta para impulsionar a produtividade da pecuária goiana. O evento abriu espaço para os pesquisadores do CTC, Dr. Patrick Bezerra e Dr. Ubirajara Bilego, que apresentaram resultados de experimentos em recria e na integração lavoura-pecuária. Os dados reforçam uma tendência: cada decisão dentro da fazenda deve ser guiada por informação. Para Eduardo Hara, Gerente de Geração e Difusão de Tecnologia do CTC, eventos como esse reforçam o compromisso da COMIGO com o fortalecimento do agronegócio como um todo. “Assim como a agricultura, a pecuária tam-

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bém caminha a passos largos para desenvolver a mão de obra e o conhecimento para que todos evoluam juntos.” Seguindo essa linha de raciocínio, o workshop trouxe palestras externas que conectaram ciência, manejo e gestão. O Dr. José Zambrano, especialista convidado, destacou como um bom manejo sanitário se traduz diretamente em produtividade. Ele reforçou que prevenir é sempre mais eficiente do que remediar. “Hoje existem ferramentas para prevenir doenças. Um bom planejamento faz com o que o produtor aplique medidas preventivas, ao invés de corretivas, fazendo com que ele ganhe tempo e, consequentemente, rentabilidade”, destacou José. Na sequência, o debate avançou para um tema que

vai além da porteira: a liderança. Ricardo Arantes compartilhou sua visão sobre o impacto das pessoas nos resultados da fazenda. Para ele, uma gestão eficiente nasce de uma boa liderança. “Pessoas são o motor e alma da empresa. São as pessoas que fazem acontecer, então a função de um bom líder é entender que o papel dele é fazer com que as pessoas queiram ficar. Se você tem uma equipe que não quer estar ali, você tem um grande problema a ser resolvido”, afirma o Zootecnista. A participação dos cooperados reforça a importância de eventos assim. Diogo Bressan, sempre presente nas capacitações da Cooperativa, destacou a amplitude dos temas. Para ele, a junção entre atualização técnica e gestão é essencial. “Os eventos da Cooperativa sempre trazem muitos temas


técnicos e atuais, isso é muito importante para a pecuária, mas hoje também aprendemos sobre gestão, que é um gargalo que precisa ser melhorado nas propriedades.” A cooperada Karla França compartilhou uma visão semelhante. Ela saiu da propriedade com um objetivo claro: buscar evolução. E encontrou. “Vim atrás de conhecimento e encontrei muito conteúdo que agregou valor à minha trajetória na pecuária.” Mais do que um workshop, o evento demonstrou como a COMIGO transforma estudo em estratégia, e estratégia em resultados para quem vive da pecuária. A cada edição, reforça-se a mensagem de que quando o conhecimento chega ao campo, a produtividade chega junto.

HOMENAGEM Durante o evento, o professor João Restle, importante pela sua atuação em pesquisas científicas na pecuária, foi homenageado. Um ato que reconhece e valoriza a parceira que contribuiu com a evolução da COMIGO no setor durante os anos. “Eu recebo essa homenagem em nome da parceira de anos que eu tenho com a COMIGO. É visível o quanto a Cooperativa está preocupada com o desenvolvimento da ciência para o produtor. Agradeço ao apoio que a COMIGO tem dado visando melhorar o sistema de produção e a pecuária goiana como um todo”, declarou o Professor.

Informações Acesse o QR Code e confira o vídeo do 15º Workshop CTC de Pecuária:

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Reconhecimento

COMIGO RECEBE MOÇÃO DE APLAUSOS DA CÂMARA MUNICIPAL DE JATAÍ HOMENAGEM REUNIU PARLAMENTARES, COLABORADORES E AUTORIDADES DA COOPERATIVA Por Wagner Filgueira

A Cooperativa COMIGO recebeu, no dia 11 de dezembro, uma moção de aplausos da Câmara Municipal de Jataí, em reconhecimento à sua trajetória, contribuição para o desenvolvimento do agronegócio e aos 50 anos de história da cooperativa. A homenagem foi proposta pelo vereador Carlone Assis e aprovada pelos parlamentares do município. Durante a sessão, o presidente executivo da COMIGO, Dourivan Cruvinel, destacou a importância do reconhecimento e a forte ligação da cooperativa com Jataí, município onde a COMIGO mantém um de seus principais entrepostos, com mais de 1400 cooperados.

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“Receber essa homenagem nos deixa muito felizes. É o reconhecimento de um trabalho construído ao longo dos anos junto aos produtores da região. Estamos em Jataí há 46 anos, com armazéns, fábrica de sal, loja agropecuária e, principalmente, com cooperados muito participativos. Agradecemos à Câmara Municipal e ao vereador Carlone por esse reconhecimento, que também marca os 50 anos da cooperativa” , afirmou Dourivan.


Ao justificar a homenagem, o vereador Carlone Assis ressaltou a relevância histórica e econômica da COMIGO para Jataí e para todo o Sudoeste Goiano. “São 50 anos de uma história que ajudou a desenvolver não apenas Jataí, mas toda a nossa região. A COMIGO oferece insumos, gera oportunidades e também colhe os frutos desse trabalho junto aos produtores. Hoje, a cooperativa leva nossos produtos para o mundo, fortalecendo o agronegócio brasileiro. Por isso, entendemos que essa homenagem é mais do que merecida”, destacou o parlamentar.

A sessão contou com a presença, além dos vereadores e do presidente executivo, do diretor de Insumos, Cláudio Teoro, do diretor Comercial, Welton Menezes, do gerente da loja de Jataí, Gilmar Moura, além de membros dos Conselhos Fiscal e de Administração e colaboradores da cooperativa. A moção de aplausos reforça o papel da COMIGO como agente de desenvolvimento regional, referência no cooperativismo e parceira histórica dos produtores rurais de Jataí e de todo o Sudoeste de Goiás.

Informações Acesse o QR Code e confira imagens do evento:

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Premiação

COMIGO É DESTAQUE NO PRÊMIO POP LIST 2025 COMO MARCA MAIS LEMBRADA EM RIO VERDE RECONHECIMENTO REFLETE EVOLUÇÃO CONTÍNUA, INVESTIMENTOS E RELACIONAMENTO PRÓXIMO COM PRODUTORES E CONSUMIDORES. Por Wellerson Martins

Mais uma vez, a COMIGO foi destaque no Prêmio Pop List realizado pelo Jornal O Popular e TV Anhanguera, se destacando entre as marcas mais lembradas de Rio Verde. A cooperativa foi premiada nos segmentos: Loja Agropecuária, Armazéns gerais de grãos, loja de Implementos agrícolas, indústria de alimentos e Sementes agrícolas. A força da marca COMIGO mais uma vez foi reconhecida pelo público rio-verdense. Em cerimônia realizada no mês de setembro, em

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Rio Verde, a cooperativa figurou entre as empresas mais lembradas no Prêmio Pop List, iniciativa do Jornal O Popular em parceria com a TV Anhanguera. A premiação destacou a COMIGO em cinco segmentos: Loja Agropecuária, Armazéns Gerais de Grãos, Loja de Implementos Agrícolas, Indústria de Alimentos e Sementes Agrícolas, áreas que representam parte da trajetória de desenvolvimento e expansão da

cooperativa ao longo de seus 50 anos de atuação.


RECONHECIMENTO CONSTRUÍDO COM EVOLUÇÃO E PROXIMIDADE Na categoria Armazéns Gerais de Grãos, o diretor industrial Paulo Carneiro destacou que o reconhecimento é consequência da trajetória de expansão e melhoria contínua. “A COMIGO nasceu para suprir armazenagem de arroz, naquela época em que não havia estrutura. E de lá para cá, foi se desenvolvendo. Hoje temos capacidade muito grande tanto de recebimento quanto de armazenagem, além da qualidade dos produtos que armazenamos”, afirmou. Também premiada na categoria Indústria de Alimentos, a cooperativa teve sua evolução reforçada pelo diretor comercial Welton Menezes. “Em 1983, a COMIGO passou a industrializar a soja, e a marca cresceu junto com o desenvolvimento da região e da própria cooperativa. A cooperativa sempre investiu no produtor rural, em tecnologia e infraestrutura para atender melhor os cooperados”, destacou.

mostra que estamos no caminho certo, atendendo da maneira correta. Se somos lembrados, é porque nossos cooperados estão sendo bem atendidos”, pontuou. EXCELÊNCIA EM SEMENTES

LOJAS E ATENDIMENTO RECONHECIDOS PELO PÚBLICO Nas categorias Loja Agropecuária e Implementos Agrícolas, a COMIGO também esteve entre as mais lembradas. O diretor de lojas, Carlos Alberto Leão, destacou a importância desse reconhecimento.“É muito gratificante para nós que estamos à frente do negócio e para toda a equipe da COMIGO, colaboradores e cooperados. Isso

A cooperativa também se destacou na categoria Sementes Agrícolas. Segundo Adriana Ferraz, coordenadora de gestão de produtos, o reconhecimento reflete o nível de investimento e aprimoramento constante. “A cooperativa vem investindo cada vez mais em qualidade. Buscamos materiais adaptados à nossa região, entregando sementes que permitam ao cooperado atingir maior produtividade e retorno sobre o investimento”, afirmou.


COMIGO ENCERRA CELEBRAÇÕES DOS 50 ANOS COM EVENTO HISTÓRICO EM RIO VERDE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL REUNIU COOPERADOS, FAMÍLIAS E PARCEIROS EM UMA NOITE DE CELEBRAÇÃO E MEMÓRIA Por Wellerson Martins e Wagner Filgueira

O encerramento das comemorações dos 50 anos da COMIGO foi marcado por um momento especial de celebração junto aos cooperados e suas famílias. No dia 20 de dezembro, mais de 4.200 pessoas participaram de um grande evento realizado no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), em Rio Verde, reunindo história, emoção e música em uma noite que simbolizou a trajetória da cooperativa ao longo de cinco décadas. Entre os destaques, espaços especialmente montados para fotos e interação do público e um túnel com linha do tempo apresentaram momentos importantes da história da cooperativa. Ao longo do percurso, o público pôde relembrar a fundação, a consolidação das atividades, a expansão das unidades e os principais marcos que contribuíram para o crescimento da COMIGO ao longo de seus 50 anos.

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Um dos ambientes reproduziu a primeira loja da COMIGO, inaugurada em 1975, em Rio Verde (GO), simbolizando o início da cooperativa a partir da união de produtores rurais que acreditaram na cooperação como caminho para o desenvolvimento. Outro espaço trouxe a réplica da placa dos fundadores, em homenagem aos 50 produtores que decidiram caminhar juntos e dar início à história da COMIGO. O percurso contou ainda com um espaço da Cápsula do Tempo, no qual os participantes puderam deixar mensagens, desejos e lembranças, que serão abertas daqui a 50 anos, simbolizando a continuidade da história da COMIGO ao longo das próximas décadas. A experiência incluiu também a estante de troféus, reunindo prêmios e reconhecimentos conquistados ao longo das décadas, que refletem o trabalho, a inovação, a gestão responsável e a parceria com os cooperados. Entre os destaques, esteve o Prêmio Valor 1000, que reconheceu a COMIGO como a melhor empresa do agronegócio brasileiro. Encerrando o percurso, um espaço simbólico permitiu que os cooperados se colocassem como capa da revista Informe COMIGO, reforçando a mensagem de que são eles o centro da cooperativa. A proposta associou a imagem do cooperado ao girassol, representando crescimento, união e a busca constante por desenvolvimento. Para os cooperados, o evento também reforçou a importância da COMIGO no dia a dia da atividade rural. Para Alessandro Tavares de Araújo, a cooperativa é parceira na rotina da propriedade. “A COMIGO, para mim, é uma solução de problemas. O que eu preciso para a minha fazenda e para o meu gado, a cooperativa resolve, tanto na parte de medicamentos quanto na de insumos”, disse. A cooperada Neuza Garcia Borba destacou o sentimento de gratidão e parceria construído ao longo dos anos. “Me sinto muito grata por participar dos 50 anos

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da COMIGO. Para mim e para minha família, a COMIGO é uma grande parceira”, afirmou. A programação também contou com a participação do coral do programa Cooperjovem, formado por crianças de escolas apadrinhadas pela cooperativa em Rio Verde, reforçando o compromisso da COMIGO com a educação, a formação cidadã e o desenvolvimento da comunidade. Um dos pontos altos da noite foi o show do cantor Sérgio Reis, que retornou à COMIGO após ter participado da comemoração dos 25 anos da cooperativa. A apresentação emocionou o público e trouxe ainda mais simbolismo ao evento.

“Uma festa como essa é motivo de orgulho para qualquer um que chegar aqui e olhar olho no olho. A COMIGO é um império”, afirmou o artista. Fundador e cooperado, Vanderval Lima destacou a dimensão alcançada pela cooperativa ao longo dos anos. “Nós tínhamos muita esperança, muitos projetos e uma visão ampla. Mas o ponto em que a COMIGO chegou hoje é muito acima do que a gente esperava”, disse.

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O presidente executivo da COMIGO, Dourivan Cruvinel, ressaltou o sentimento de gratidão que marcou o momento. “Chegamos aos 50 anos com alegria e gratidão por todos que trouxeram a cooperativa até aqui: as diretorias que passaram, os conselhos e os colaboradores que participaram dessa história”, afirmou. Já o presidente do Conselho de Administração, Antonio Chavaglia, destacou o simbolismo do evento no encerramento do ano. “É um momento muito especial fechar o ano da forma como estamos fechando, com um evento como esse”, disse, ao ressaltar o envolvimento das pessoas e o trabalho em prol da sustentabilidade do produtor rural. Mais do que uma comemoração, o evento simbolizou o fechamento de um ano marcado por ações e celebrações dos 50 anos da COMIGO, reforçando a união, a confiança e o protagonismo dos cooperados na construção dessa história.

Evento em números

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Informações Confira todas as fotos do evento acessando o QR Code:


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Top 10

Reavalie o nível de dano econômico

Top10 dicas

Com clima adverso, o manejo tradicional pode não se aplicar. A velocidade de crescimento populacional de percevejos, lagartas, tripes e ácaros aumenta, reduzindo a margem de reação. Ajustar o nível de dano econômico de acordo com o risco climático evita perdas silenciosas.

Faça monitoramento estratificado

Em períodos secos, pragas como percevejos migram mais rápido para o centro da lavoura, especialmente a partir de áreas de refúgio, como matas e bordaduras próximas. Use trilhas internas e pontos fixos georreferenciados para capturar essa movimentação e ajustar intervenções com mais precisão.

Avalie a pressão de inimigos naturais antes de iniciar aplicações Quantificar inimigos naturais, como vespas e predadores, pode evitar aplicações desnecessárias e orientar momentos ideais para produtos seletivos, preservando o equilíbrio biológico.

Priorize inseticidas com maior estabilidade térmica Temperaturas elevadas degradam alguns ingredientes ativos com mais rapidez. Opte por moléculas menos sensíveis à fotodegradação e com estabilidade comprovada em condições de alta insolação, especialmente para lagartas de difícil controle.

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SOBRE CONTROLE DE INSETOS Com a colaboração de Vanderson Souza da Silva - Engenheiro Agrônomo

Adapte a regulagem do pulverizador Com baixa umidade, gotas pequenas evaporam antes de atingir o alvo. Prefira bicos de indução de ar, gotas médias a grossas e pressão moderada. Isso garante deposição, principalmente quando a praga se instala em partes mais profundas. Ventos acima de 10 km/h aumentam a deriva e a perda de gotas, elevando o risco de desperdício.

Realize aplicações no início da noite para evitar evaporação Noite e madrugada apresentam temperaturas mais amenas, menor fotodegradação e maior tempo de ação do produto sobre o inseto. Essa simples mudança no horário da aplicação pode elevar a eficiência do controle em 20–30%.

Use rotações inteligentes de mecanismos de ação É um erro repetir o mesmo mecanismo de ação em aplicações sequenciais. Monte programas baseados em IRAC, alternando modos de ação reais e não apenas produtos diferentes da mesma classificação. Isso reduz drasticamente o risco de resistência.

Antecipe-se às pragas secundária Trips, mosca-branca, ácaros e lagartas polífagas ganham força em períodos de estiagem. A lavoura seca favorece seu ciclo e dispersão. Monitorar semanalmente evita que essas pragas “de fundo” se tornem a grande causa de perda de produtividade.

Integre dados climáticos ao calendário de aplicações Combine táticas físicas e culturais para reduzir abrigo de pragas Resíduos mal manejados, reboleiras de braquiária, bordas sujas e falhas na dessecação servem como refúgio para percevejos e lagartas.

Temperatura, radiação solar e déficit de pressão de vapor (DPV) são indicadores-chave para entender o comportamento dos insetos. Usar dados meteorológicos para prever picos populacionais é a diferença entre controle preventivo e controle emergencial.

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Dicas de Pecuária

USO DE CALCÁRIO EM PASTAGENS O calcário tem a função de corrigir o pH do solo, elevar os níveis de cálcio e magnésio e neutralizar o alumínio tóxico presente no solo. Todo o processo se inicia com a análise de solo, que permite avaliar a real necessidade da calagem e, assim, determinar a quantidade correta de calcário a ser utilizada em pastagens, com o objetivo de reduzir a toxicidade causada pelo alumínio. Solos com altos níveis de alumínio apresentam sérios problemas para o desenvolvimento das plantas forrageiras. Algumas espécies possuem leve tolerância a pequenos teores de alumínio, o que reduz os prejuízos ao desenvolvimento inicial, porém o ideal é neutralizar esse elemento. A correção do solo possibilita o início adequado das adubações, especialmente a fosfatada, reduzindo o alumínio tóxico e aumentando a disponibilidade de nutrientes como cálcio, magnésio, fósforo e potássio. Após a realização da análise de solo, é fundamental considerar a espécie de capim que será implantada na área, classificando-a conforme sua exigência de fertilidade (baixa, média ou alta) pois esse fator determina a quantidade de calcário a ser aplicada. Híbridos

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como Xaraés, Marandu, Paiaguás e Piatã são considerados de média exigência em fertilidade. Já cultivares como Zuri, Mombaça, Paredão e Tamani apresentam alta exigência. Para solos de baixa fertilidade, destacam-se espécies como Decumbens, Andropogon e Dictyoneura. Por isso, é essencial conhecer bem a planta forrageira escolhida para definir corretamente a dose de calcário. Após a correção do solo com calcário, ocorre uma melhora sig-

nificativa no aproveitamento de outros fertilizantes, especialmente o fósforo. Também é muito importante observar a forma de aplicação do calcário: se será incorporado ao solo ou aplicado superficialmente em cobertura, em pastagens já formadas. Na aplicação superficial, não se recomenda elevar as doses acima de 3 toneladas por hectare. Apesar de eficaz, esse método resulta em um desenvolvimento mais lento da planta forrageira, pois o calcá-


rio apresenta baixa mobilidade no solo. Mesmo sem revolvimento, as chuvas são cruciais, já que, em períodos de alta precipitação, a penetração do calcário pode alcançar de 5 a 7 centímetros por ano. Aplicações superficiais em doses elevadas podem causar supercalagem da camada superficial, o que não é recomendado.

Quando o calcário é incorporado ao solo, os resultados no desenvolvimento da forrageira são mais rápidos, devido à descompactação do solo e à melhor distribuição do corretivo no perfil. Nesse sistema, é possível utilizar doses mais elevadas de calcário. Sistemas de manejo mais intensificados, como aqueles voltados à produção de silagem ou a altas taxas de lotação, exigem maiores doses de calcário incorporado, além de reposições periódicas. Nesses casos, recomenda-se a realização de análise de solo anual. Outro ponto essencial é a qualidade do calcário. Um PRNT mais elevado indica maior reatividade e rapidez na correção do solo. Tam-

bém deve-se considerar o tipo de calcário, se calcítico ou dolomítico, além do período de aplicação. O ideal é que a aplicação ocorra de 60 a 90 dias antes do plantio, preferencialmente no período seco, para que o calcário reaja com a umidade do solo e proporcione um ambiente favorável ao desenvolvimento inicial das raízes. Esse período também favorece uma distribuição mais uniforme do corretivo. Por fim, é fundamental realizar um planejamento adequado, que permita definir as decisões corretas quanto às áreas que receberão aplicação superficial ou incorporação do calcário, buscando maior resposta produtiva das forrageiras. Conhecer bem as cultivares utilizadas, entender a baixa mobilidade do calcário no perfil do solo e saber quando aplicar e qual produto adquirir são fatores decisivos para o sucesso do manejo.

Leonardo Bruno Cipriano Vendedor de Insumos Externo - COMIGO

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Agricultura

CALCÁRIO SOBRE A FOLHA PODE REDUZIR A EFICIÊNCIA DO GLIFOSATO, APONTA PESQUISA DO CTC Por Wagner Filgueira

Uma observação de campo levou o pesquisador Dr. Valter Vaz, Pesquisador do CTC, a um teste que revela um ponto de atenção importante para quem aplica herbicidas após a calagem: a presença de calcário sobre as folhas pode reduzir a eficiência da dessecação, especialmente em doses menores de glifosato. Após uma aplicação de 3.500 kg/ha de calcário, Dr. Valter percebeu que uma camada significativa do produto permaneceu sobre as plantas. A partir daí surgiu a pergunta: qual é o impacto dessa deposição na eficiência do glifosato? Para responder, o pesquisador dividiu a área experimental em dois grandes blocos: um com calcário visível sobre as folhas e outro completamente limpo, e aplicou glifosato sal de potássio em diferentes doses (1,4; 2,8; 4,2 e 5,6 L/ha). O resultado: •

Na dose de 1,4 L/ha, o controle foi insuficiente, com ou sem calcário.

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Nas doses maiores, o desempenho aumentou e foi eficiente na área “limpa”, porém o calcário sobre a folha reduziu a eficácia do herbicida, mesmo em volumes mais altos.

A conclusão é direta, prática e pode fazer diferença na próxima dessecação: Esperar uma chuva para “limpar” a folha aumenta a eficiência do glifosato e permite trabalhar com doses menores, reduzindo o custo por hectare.

Essa é apenas uma parte do estudo. Para ver os resultados detalhados dessa pesquisa, confira o vídeo na área das aplicações acessando o QR Code ao lado:

Informações


Caderno de ESG

ESTRATÉGIAS PARA RECUPERAÇÃO DA SOJA PÓS-ESTRESSE CLIMÁTICO:

COMO PRODUZIR EM UM CENÁRIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

A safra 2025/2026 começou nos lembrando, mais uma vez, que o clima deixou de seguir padrões previsíveis. Primeiro, muitos produtores enfrentaram um veranico logo após a semeadura, cenário que compromete a emergência e a formação inicial da soja. Depois, quando a chuva voltou, veio com força excessiva: granizo, ventos intensos e precipitações acima do normal. Esse tipo de alternância brusca é reflexo direto das mudanças climáticas, e a agricultura moderna precisa se adaptar rapidamente para continuar produtiva e sustentável.

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ENTENDENDO O DANO E A CAPACIDADE DE RECUPERAÇÃO DA PLANTA Após eventos climáticos severos, o primeiro passo é avaliar a lavoura com critério técnico. Duas situações são decisivas: 1.

Corte abaixo do nó cotiledonar

2.

Corte acima do nó cotiledonar

Se o dano afetar apenas folhas ou ocorrer acima dos cotilédones, existe a possibilidade de recuperação nessas situações. A velocidade dessa recuperação depende do estágio: •

Quando o dano ocorre abaixo dos cotilédones, a planta perde totalmente a capacidade de recuperação, pois as gemas que originariam novos ramos são eliminadas.

Plântulas muito jovens: recuperação mais lenta, pois possuem poucas reservas.

Nesses casos, é indispensável avaliar a perda de estande e definir, junto ao agrônomo, a necessidade de replantio.

Plantas em V2–V3: recuperação rápida, devido ao maior número de nós e gemas ativas.

Plantas em R1 – R3: recuperação rápida da área foliar,


no entanto pode haver redução do potencial produtivo. •

Plantas a partir do estádio R4: o dano reduz o potencial produtivo de modo que as plantas não apresentam mais capacidade de emissão de novas flores e vagens para reposição das estruturas reprodutivas perdidas e nessa fase, possivelmente a janela da safra não permite o replantio da área.

A avaliação técnica é essencial para direcionar a melhor estratégia de manejo.

Figura 1: Corte abaixo do nó cotiledonar. Fonte: Rafael Duarte, 2025.

Figura 2: Danos nas plântulas jovens. Fonte: Rafael Duarte, 2025.

Figura 3: Danos nas folhas de plântulas jovens. Fonte: Amanda Bueno, 2025.

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MANEJO NUTRICIONAL E FISIOLÓGICO: O CAMINHO PARA A RECUPERAÇÃO SUSTENTÁVEL Diante de danos climáticos, a planta precisa reorganizar seu metabolismo, retomar o crescimento e restabelecer sua área foliar. Esse processo exige energia, nutrientes e estímulos fisiológicos. O que utilizar? Micronutrientes São essenciais para ativação enzimática, formação de tecidos novos e respostas ao estresse (Manganês, Cobre, Boro e Zinco). Macronutrientes estratégicos •

Fósforo: impulsiona processos energéticos, fundamentais na retomada do crescimento. Magnésio: participa diretamente da síntese de clorofila, acelerando a recuperação fotossintética.

Aminoácidos Ajudam a reduzir o custo energético de reconstrução dos tecidos e aceleram o metabolismo das plantas estressadas. PROTEÇÃO CONTRA DOENÇAS: UMA JANELA DE OPORTUNIDADES (E RISCOS) Folhas rasgadas, hastes cortadas e tecidos expostos funcionam como porta aberta para patógenos.

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Por isso, é recomendada a inclusão de fungicidas multissítios e/ ou biológicos, reduzindo o risco de infecções e favorecendo o processo de regeneração. O TIMING DA APLICAÇÃO: O ERRO MAIS COMUM E COMO EVITÁ-LO Um dos pontos cruciais é não aplicar as estratégias fisiológicas e nutricionais imediatamente após o dano, nesse momento a aplicação mais assertiva é a de proteção contra doenças. A planta que passou por veranico e recebeu chuva intensa está debilitada e com pouca área foliar funcional. Isso significa: •

menor capacidade de absorção,

maior perda do produto para o solo,

menor eficiência do investimento.

A RECOMENDAÇÃO TÉCNICA IDEAL Aguardar 5 a 7 dias após o evento. Durante esse período, a planta inicia a emissão de novas folhas, reconstruindo sua estrutura e ficando fisiologicamente apta a aproveitar o manejo. Aplicar antes disso aumenta o desperdício e reduz drasticamente o retorno agronômico.

AGRICULTOR SUSTENTÁVEL É AQUELE QUE TOMA DECISÕES TÉCNICAS A sustentabilidade no campo não está apenas em reduzir impactos ambientais, mas também em usar recursos de forma eficiente — seja água, nutrientes, defensivos ou energia. Tomar decisões técnicas após eventos climáticos extremos é parte central dessa postura sustentável.

Drª Amanda Magalhães Bueno Pesquisadora em Fisiologia e Nutrição de Plantas, Centro Tecnológico COMIGO


5 Perguntas

TERMINAÇÃO INTENSIVA A PASTO: EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE NA PECUÁRIA No novo episódio do quadro 5 Perguntas, entrevistamos Matheus Moretti, Zootecnista com mestrado e doutorado em produção animal. Moretti traz uma análise sobre a prática da Terminação Intensiva a Pasto (TIP) e seus benefícios para a pecuária de corte. Ele explica que a TIP representa uma estratégia eficiente para acelerar o ganho de peso dos animais, ao mesmo tempo em que permite otimizar o uso da propriedade: “a unidade de produção deixa de ser o animal e passa a ser o hectare”, afirma, destacando que a intensificação bem planejada amplia a eficiência produtiva sem necessariamente demandar confinamento rígido. Para o zootecnista, a TIP oferece uma alternativa viável e sustentável quando bem aplicada, podendo atender a fase de engorda com maior retorno por área utilizada, conciliando produtividade e manejo de pastagem. Ele ressalta que não se trata apenas de “colocar mais animais no pasto”, mas sim de buscar um equilíbrio entre densidade animal, nutrição, qualidade do pasto e bem-estar, para garantir uma produção econômica e saudável. O episódio oferece uma visão prática e fundamentada sobre a pecuária moderna, mostrando como a Terminação Intensiva a Pasto pode representar uma verdadeira estratégia de produção quando aplicada com cuidado e técnica.

Informações Quer saber mais sobre o assunto? Acesse o episódio completo em youtube.com/ cooperativacomigo ou pelo QR Code:

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Conselho Fiscal

AGENDA DO CONSELHO FISCAL Com compromisso com a transparência e a boa governança, o Conselho Fiscal realizou visitas às unidades da cooperativa ao longo do ano para acompanhar processos internos, analisar documentos, observar rotinas operacionais e fortalecer o diálogo com as equipes, reafirmando, neste encerramento de ciclo, seu papel na condução responsável da COMIGO e desejando a cooperados, colaboradores e parceiros um novo ano de união, confiança e trabalho conjunto em favor do crescimento da cooperativa.

Centro Tecnológico COMIGO

COMIGO Florestal


Certificação

COMIGO CONQUISTA CERTIFICAÇÃO DE EXPORTAÇÃO PARA A CHINA A AUTORIZAÇÃO GACC AMPLIA POSSIBILIDADES DA COOPERATIVA PARA COMERCIALIZAÇÃO COM O PAÍS Por Pedro Cabral

A Cooperativa COMIGO conquistou a certificação GACC (General Administration of Customs of China), concedida pelo governo chinês a empresas habilitadas a exportar produtos alimentícios ao país. A autorização, concedida no último dia 6 de novembro e válida até 2030, permite que a cooperativa exporte diretamente óleo de soja para a China, atendendo a todas as exigências legais e sanitárias impostas pelas autoridades chinesas. O registro de fabricantes estrangeiros junto à Administração-Geral de Alfândegas da China funciona, na prática, como a chave que abre o acesso ao maior mercado consumidor de alimentos do mundo. Para a COMIGO, isso representa um

selo oficial de credibilidade e uma vantagem competitiva relevante. De acordo com Reginaldo Passos, assessor ambiental da COMIGO, a certificação é resultado de uma série de tratativas junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e aos órgãos governamentais chineses, mas vai além da documentação. “A certificação reforça o compromisso da COMIGO com práticas sustentáveis, a valorização dos cooperados e o desenvolvimento das comunidades onde atua. É um atestado de excelência em segurança alimentar e de conformidade com rigorosos padrões internacionais”, destaca. Para o gerente comercial da cooperativa, Israel Freitas, o certificado amplia as possibilidades de

mercado para a comercialização dos produtos da COMIGO. “Empresas que possuem esse registro passam a integrar uma lista de fornecedores reconhecidos pela autoridade chinesa, o que facilita negociações, reduz barreiras alfandegárias e aumenta a confiança dos importadores”, explica. Além de abrir novas oportunidades de negócio, a certificação reforça o papel da cooperativa como referência no cooperativismo agroindustrial brasileiro e evidencia a força do agronegócio nacional no cenário internacional, consolidando a presença do Brasil como um dos principais provedores globais de alimentos.

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Notas

COMIGO RECEBE DELEGAÇÃO CHINESA DO WORLD RESOURCES INSTITUTE (WRI) No dia 17 de novembro a COMIGO recebeu a visita de uma delegação chinesa interessada em conhecer as ações desenvolvidas pela cooperativa na área de sustentabilidade. O grupo representava o World Resources Institute (Instituto de Recursos Mundiais), entidade internacional reconhecida por pesquisas e iniciativas ligadas ao uso de recursos naturais. Integraram a comitiva Fu Xiaotian, diretora da WRI China para Alimentos, Recursos Naturais, Investimentos Sustentáveis e Finanças; Zhang Yanping e Yang Junyi, pesquisadoras associadas do Programa de Alimentos e Recursos Naturais da WRI China; além de Tan Lin, CEO

do Hopefull Group e secretário-geral adjunto do Conselho Consultivo da WAFI (World Agriculture Innovation Forum). Os visitantes foram recebidos pelo presidente executivo da COMIGO, Dourivan Cruvinel; pelo diretor comercial, Welton Menezes; pelo gerente comercial, Israel Freitas; e pelo gerente de geração e difusão de tecnologia, Eduardo Hara.

Durante o encontro, a cooperativa apresentou suas práticas e projetos voltados à sustentabilidade, ao uso eficiente dos recursos naturais e à adoção de tecnologias que apoiam a produção responsável no campo. A troca de informações reforçou o interesse internacional pelo modelo de gestão da COMIGO e ampliou o diálogo sobre inovação e desenvolvimento sustentável no agronegócio.

A visita contou com o acompanhamento do secretário de desenvolvimento econômico de Rio Verde, Denimarcio Borges, e dos assessores de relações internacionais do Governo de Goiás, Gabriella Amui e Lucas Vieira.

COMIGO E PARCEIROS DOAM R$ 134 MIL AO HOSPITAL DO CÂNCER DE RIO VERDE No dia 17/12, a COMIGO realizou a doação de R$ 104.000,00 ao Hospital do Câncer de Rio Verde, em parceria com a Ourofino e a Bimeda. A Ourofino doou R$ 54.000,00 e a Bimeda, R$ 50.000,00, valores arrecadados durante campanhas promocionais e de conscientização nas lojas COMIGO, voltadas ao Outubro Rosa e ao Novembro Azul. Pela COMIGO estiveram presentes o presidente executivo, Dourivan Cruvinel e o gerente de compras, Fábio Baylão. Pela Ourofino participaram Carlos Biazzo Arantes,

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gerente regional; Bruno Najjar, consultor comercial; e Sinara Gomes, consultora de demanda. Pela Bimeda estiveram presentes Ricardo Colomietz, gerente regional; Lohan Parreira, técnico comercial; e Patrícia Strucker, representante comercial. Em outra ação, a COMIGO realizou a entrega de um cheque no valor de R$ 30.000,00 ao Hospital do Câncer, valor proveniente da campanha feita em parceria com a MSD, por meio da comercialização de produtos da marca nas lojas da

Cooperativa. A entrega foi feita no dia 19/12, pelo presidente executivo da COMIGO, Dourivan Cruvinel, e por Chelton Lima, coordenador de território da MSD, com a presença de autoridades e representantes do Hospital do Câncer de Rio Verde.


Os cheques, que somam R$ 134.000,00, serão investidos em ações internas da instituição, voltadas ao atendimento, acolhimento e à melhoria dos serviços prestados à comunidade.

SEMENTES COMIGO: QUALIDADE ASSEGURADA POR CERTIFICAÇÕES E PROCESSOS QUE GERAM CONFIANÇA AO PRODUTOR A qualidade das Sementes COMIGO é resultado de um trabalho contínuo de inovação, rigor técnico e cuidado desde o beneficiamento até o tratamento industrial. Esse compromisso com eficiência, segurança e desempenho a campo é reconhecido por diferentes parceiros tecnológicos do setor, consolidando a confiabilidade do produto entregue ao cooperado. As sementes contam com certificações e reconhecimentos técnicos concedidos por empresas como Syngenta, Corteva e BASF, que atestam a excelência no Tra-

tamento de Sementes Industrial (TSI), a eficiência dos processos, a precisão nas dosagens e a padronização operacional. Na última safra (2024/2025), a unidade alcançou 98,7% de precisão na dosagem dos químicos aplicados. O histórico de resultados ainda inclui avaliações técnicas baseadas em critérios rigorosos, como emissão de poeira, fluidez, plantabilidade, dosagem de ingrediente ativo e análise visual dos lotes. Esses parâmetros reforçam o alto nível de controle aplicado ao tratamento industrial e evidenciam a maturi-

dade dos processos adotados pela cooperativa. O trabalho desenvolvido na Unidade de Beneficiamento de Sementes também é reconhecido internamente. Em encontro realizado na UBS, colaboradores foram valorizados por atitudes e resultados que contribuíram diretamente para o desempenho alcançado na safra 2024/2025, reforçando a importância do esforço coletivo das equipes envolvidas na produção, no controle de qualidade e na entrega ao cooperado.

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PASSATEMPO PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS www.coquetel.com.br Narrado; contado (um fato)

© Revistas COQUETEL Maluco Preso; (gíria) unido Marco Nanini, em "A Grande Família"

Duas cidades turísticas da Itália

Material Comemode traração do A "ilha" balho do 2o domingo em meio ao deserto policial de maio

Parasita que se aloja no intestino

Jogo de tabuleiro Regina (?), atriz

X-(?), heróis mutantes (HQ) Objeto para traçar retas

Repercussão acústica Gálio (símbolo)

(?) Vegas: a Capital do Jogo 52, em romanos Chefe ismaelita Cristais de banho Partir; seguir

Fruta seca que gera a passa

Confusa; complicada (gíria)

Dieta alimentar Atmosfera

Embarcação da frota de Cabral

É quebrada pelo pintinho ao nascer (pl.)

Euclides da Cunha, escritor Cair, em espanhol Pátio de fazenda

Camada da pele (?) Rodrigues, cantor

Entrada Inglês (abrev.) Consoantes de "bom"

Mistura Significa usada em "Real", alvenaria em RAF

Suave; macia Vitamina de xampus

3/las — men. 4/caer — lelé. 5/derme. 9/argamassa — solitária.

BANCO

Forma do ângulo de 90º

12

Solução L R E S O L M E A R E G U V A E N A D E R Z J A I N A R G

L A I T N E C U A S R E U M E A C R B A M

E I R A

C E R A S S O C L A N DA S S A

A G A

A T A D O A R I A D AM A S O D I L A S I S I M E Ã N

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