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Edição Nº 10 dezembro 2012

5 de outubro ‐ 102 anos de República

http://www.verdehorizonte.net

Jornal Escolar

pág. 3

Biblioteca

pág. 4

Clube Europeu

pág. 5

Guy Fawkes

pág. 5

Cor e Arte

pág. 6 e 7

Liberdade

pág. 8 e 9

Eco‐escolas

pág. 10

Dia do Diploma

pág. 10

Concurso de Postais de Natal

pág. 11

Top Chef

Identidade

pág. 11 pág. 12 e 13

Maçaenses pelo Mundo Ciência e Tecnologia Coluna Geek

Receitas de Natal

Top Chef em Mação, pág. 11

pág. 13

pág. 14 e 15 pág. 15 pág. 16 e 17

Passatempos e dicas de beleza

pág. 18 e 19

Halloween, pág. 10

500 Exemplares


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Ficha técnica

Editorial

Coordenação

Chegámos ao final de mais um período letivo e como é habitual o nosso “Horizontes” chega às mãos dos nossos leitores com o pulsar do nosso Agrupamento. Notícias, reportagens, opiniões, encontramos um pouco, do muito que vamos fazendo, que vamos construindo com as nossas crianças e jovens. A escola, a nossa escola, está diferente; novos problemas, novos desafios, novos papéis são colocados diariamente aos elementos desta grande comunidade – a Comunidade Educativa do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte. Com uma escola, literalmente, para todos, mais do que a quantidade de alunos a entrar no sistema, os grandes problemas que se colocam a esta nova escola são os decorrentes da diversidade. A escola inclusiva, chamou e continua a chamar a si um conjunto de problemas e aos quais tenta dar, amiudadas vezes com dificuldade, resposta. Para lá de um público cada vez mais heterogéneo à escola é pedido que mantenha os alunos por um período mais longo ‐ até aos dezoito anos. Estes novos públicos e de maior permanência remetem a escola para novas dimensões, papéis e funções que durante décadas e até séculos estavam destinadas a outros atores/agentes especialmente a família. No fundo a escola assume‐se, numa primeira fase, como acolhedora, como cuidadora, como família que alimenta, que mima, que repreende e só numa segunda fase como possibilitadora de aprendizagens e sucesso académico. Assim, à nossa escola apresentam‐se‐lhe dois desafios sequenciais e complementares: o primeiro grande desafio desta nova escola de todos e para todos é manter os alunos e evitar o abandono; o segundo é permitir o sucesso (já que tem todos os alunos e por mais tempo, esta nova escola deve proporcionar, promover condições para que o sucesso educativo seja uma realidade).

Horizontes nº 10 ‐ dezembro 2012 Anabela Ferreira Luísa Morgado Maria José Mendes Maria da Luz Faria

Reportér fotográfico José Gonçalves

Redação

Toda a comunidade escolar

Projeto gráfico Ilídio Vicente

Toda a produção gráfica foi realizada recorrendo exclusivamente a software open source. Scribus Open source Desktop Publishing

GIMP The GNU Image Manipulation Program Debian GNU/Linux The Universal Operating System

Boas Festas

A equi‐ pa do Jor‐ nal Horizontes deseja a todos os seus leitores um Natal feliz e um prós‐ pero Ano Novo!

CONVITE

As oportunidades da crise!!!

Convida­se toda a comunidade a participar na “Gala do Aluno 100%” a realizar no dia 14 de dezembro, pelas 21.00 horas, no Cineteatro de Mação.

No fundo é passar da função de guarda para a função educativa, é passar da escolarização para a escolaridade. É nesta nova escola portadora duma realidade social e familiar cada vez mais complexa que um conjunto de profissionais competentes e dedicados, poucas vezes com o devido reconhecimento, proporcionam um conjunto variado de experiências educativas/formativas que vão muito além da sala de aula. Com mais de duas dezenas de projetos variados, abrangentes e inovadores que vão desde este Jornal Professor José António Almeida ‐ Diretor do Agrupamento de Escolas “Horizontes” a um canal de transportam esse desafio para a escola televisão (a dar os primeiros passos) questionando por palavras e passando pelo Jornal “Verde Horizonte comportamentos a autoridade dos Online”, Clube “Artes de Palco”, professores e/ou assistentes operacionais. “Aprender Ciência Experimentando”, A escola (através dos seus profissionais) “Aprender a Fazer”, “Visual Colorido”, tem tido muita serenidade a lidar com Clube “Informática e Clínica do PC”, estes comportamentos menos próprios, Projeto “Eco‐Escolas”, “Laboratório da resistindo à tentação de castigos de maior Terra”, “Matemática Elementar”, Clube de dimensão mas de, quase sempre, menor “Jardinagem”, Atelier de Inglês, Clube dos eficácia. “Valores”, Atelier de Língua e Cultura Os tempos que se avizinham não se Espanhola, Agrupamento Ativo, Atelier de preveem fáceis, mas com a ajuda de todos Matemática, Aprender a Estudar, Oficina do seremos capazes de transformar as Português, “Parede de cor – Valores dificuldades em oportunidades de Artísticos”, Clube Europeu e crescimento. As crises que a história EmpreEscolas, tentamos proporcionar uma acolheu sempre permitiram potenciar a educação/formação capaz de contribuir de criatividade e a evolução; vamos acreditar forma decisiva para a autoconstrução das que mais uma vez, com um “olhar” mais nossas crianças e jovens. atento somos capazes de descobrir novas Vivemos uma crise sem precedentes e a oportunidades de crescimento, de escola, como todos sabemos, reflete desenvolvimento. muitas vezes com muita “ressonância” os A todos os Maçaenses em geral e a todos problemas das famílias e das comunidades aqueles que passam os seus dias nas várias locais. Crianças e jovens vivem momentos escolas do Agrupamento em particular de instabilidade, colocando em causa, desejo um Feliz Natal e um extraordinário demasiadas vezes, a autoridade dos pais, 2013. dos avós ou de qualquer adulto e José António Almeida

“Vivemos uma crise sem precedentes”


5 de outubro ‐ 102 anos de República Atividades e eventos

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Peça de teatro ‐ História da Implantação da República (I)

No dia 4 de outubro,145 alunos que frequentam as turmas do 5.º ao 8.º Ano, e ainda 5 alunos do 10.ºA assistiram à peça “História da Implantação da República” no Cineteatro de Mação. A peça foi apresentada pela Companhia Profissional de Teatro EDUCA que deu a conhecer diversos factos históricos através de um espetáculo cativante, divertido e, acima de tudo, prático enquanto complemento às aulas das disciplinas de História e Geografia de Portugal (2.º ciclo) e de História (3.º ciclo). Sinopse da peça: Sentados num qualquer quiosque português, dois jovens amigos e o dono do quiosque começam a relembrar a

nossa República, abordando‐a através de sketches que relatam uma época que iria culminar com o Regicídio em 1908 e posterior Proclamação da República no dia 5 de outubro de 1910. Entre as intervenções dos atores, era mostrado em vídeo um enquadramento espácio‐temporal dos vários acontecimentos importantes da História de Portugal. A peça retrata de um modo factual e divertido diversos acontecimentos que precederam a Implantação da República de 1910: desde as Invasões Francesas, a primeira Carta Constitucional Política, as Guerras entre os dois irmãos D. Miguel e D. Pedro, o episódio da Maria da Fonte, o Ultimato Inglês e a Crise Económica da época. Agrupamento de História e Geografia

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Os alunos assistem à peça com atenção

Peça de teatro ‐ História da Implantação da República (II)

A peça começa com o encontro de três homens que já não se viam há muito tempo. O local escolhido é um quiosque e eles começam a conversar sobre o acontecimento que se celebrava naquele dia. Falaram sobre o dia 5 de outubro de 1910, dia no qual se comemora a Implantação da República. Eles relembraram esse dia como sendo um dos mais importantes da História de Portugal, porque o país deixou de ser governado por um rei, para passar a ser um regime republicano.

No regime republicano, a população vota e elege o respetivo Presidente da República. Os atores contaram, de forma divertida, alguns episódios que provocaram o fim da Monarquia e que levaram à Implantação da República, como por exemplo: a Batalha de Ourique em 1139, na qual D. Afonso Henriques lutou contra a sua mãe; falaram da passagem do cabo Bojador por Gil Eanes, em 1434; das Invasões Francesas e da guerra entre D. Miguel e D. Pedro, em que D. Miguel defendia uma Monarquia Absoluta e D. Pedro não concordava e o episódio da Maria da Fonte, entre outros. A peça de teatro deu a conhecer um pouco mais da nossa História.

“A peça de teatro deu a conhecer um pouco mais da nossa História.”

A peça contou com três atores que se desdobraram em vários papéis.

Recordando um passado recente...

No dia 4 de outubro do corrente ano, os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º ano e também alguns alunos do ensino Secundário foram assistir à peça juvenil “História da Implantação da República” da Companhia Profissional de Teatro EDUCA, que decorreu no Cineteatro de Mação. A peça começou com o diálogo humorístico de dois jovens num quiosque sobre os acontecimentos históricos que levaram ao surgimento da República. Relembrando alguns dos acontecimentos, entre sorrisos e palmas que marcaram a Formação de Portugal, desde a rejeição da ingerência galega por parte dos senhores portucalenses. Os revoltosos ganharam a causa, o infante Afonso Henriques, filho de Henrique de Borgonha e de D. Teresa, o jovem possuía como credenciais o ter‐se armado a si próprio cavaleiro e ter defendido a cidade de Guimarães do cerco que lhe foi posto por Afonso VII de Leão e Castela quando este, recentemente chegado ao trono por morte de D. Urraca, exigiu que os portucalenses o reconhecessem como soberano. Na batalha de S. Mamede, nas proximidades de Guimarães, consumada a vitória, Afonso Henriques adotou o título de príncipe e impôs‐se como governante do condado.

A luta entre Liberais e Absolutistas caracterizada pela revolução de 1820 e traduzida na perda de muitos privilégios para a nobreza e clero, que tiveram o apoio de D. Miguel, originando conspirações contra o regime Liberal defendido por D. Pedro. Deu‐se uma guerra civil, vencendo os Liberais. Com este acontecimento, D. Maria II passou a governar Portugal. A Primeira Carta Constitucional Política foi elaborada em 1822. O Ultimato Inglês cujo objetivo era executar o projeto do Mapa Cor‐de‐Rosa, em que a Inglaterra

“ houve vários sketches de humor, seguidos de uma boa explicação sobre os acontecimentos ”

reclamava o direito de soberania sobre os territórios englobados no mapa ultramarino português, resolvendo a 11 de janeiro de 1890, apresentar um ultimato a Portugal. A cedência e a capitulação face aos ingleses foi considerada uma tremenda humilhação para os portugueses, logo aproveitada pelo Partido Republicano que rejeitava o poder inglês e denunciava a fraqueza e cobardia do governo e dos partidos do regime monárquico. Sucederam‐se as manifestações nas ruas e as acusações e protestos nos jornais.

A República Portuguesa foi proclamada em Lisboa a 5 de outubro de 1910. Criado um governo provisório, que tomou o controlo da administração do país, chefiado por Teófilo Braga, um dos representantes do movimento republicano nacional, iniciou‐se um processo que culminou na implantação do regime republicano. Este Governo, pelos Decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana. Após a abolição da monarquia, foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova constituição em 1911. A implantação da República foi resultante de um longo processo de mutação política, social e mental, onde mereceram um lugar de destaque os defensores da ideologia republicana, que conduziram à formação do Partido Republicano Português no final do século XIX. Esta peça de teatro foi muito educativa, dinâmica e divertida, porque houve vários sketches de humor, seguidos de uma boa explicação sobre os acontecimentos que levaram ao 5 de outubro de 1910, data da Implantação da República. Ana Francisca Pio Tropa Salgueiro

Daniel Pires Patrício, 6.º B N.º 5

Frases retiradas dos textos redigidos pelos alunos sobre a peça de teatro representada no dia 4 de outubro no Cineteatro de Mação

“Foi uma peça que nos ensinou o significado da Implantação da República e de como foi um acontecimento importante para Portugal.” Clara Minhoto N.º2 do 6.ºC

“Os atores fizeram‐nos rir.”

Sofia Pedreira N.º19 do 6.ºA

“Acho que foi muito educativo.”

Nuno Esteves N.º 5 do 6.ºD

“A peça de teatro foi feita por excelentes atores que contribuíam para enriquecer os nossos conhecimentos sobre a História de Portugal.” Tiago Fernandes N.º19 do 6.ºB

“Gostei muito de ver o espetáculo de teatro!” Mariana Lopes N.º14 do 6.ºA

“Aprendi muito sobre o que aconteceu antes e depois do 5 de outubro de 1910.” Marta Mousaco N.º15 do 6.ºA

“Assisti a uma peça de teatro onde se explicava como passámos da Monarquia para a República.” Marta Matos N.º14 do 5.ºB


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Atividades e eventos

Trabalho de Projeto no Jardim de Infância: À descoberta do Brasil no globo (Conhecimento do Mundo) Situação desencadeadora

A atividade surgiu num momento de partilha de notícias em grande grupo, no tapete, quando a Educadora disse que uma das alunas estava prestes a deixar o nosso grupo porque iria brevemente mudar‐se para o Brasil. Na sequência deste comentário, várias crianças manifestaram‐se querendo saber onde ficava o Brasil. Tornou‐se evidente o interesse das crianças e a educadora interveio provocando o questionamento e a discussão e, assim, estimulando a curiosidade do grupo. A atividade foi realizada em grande grupo, utilizando‐se como recursos um globo terrestre existente na sala e uma caneta aguarelável. (Depois canetas, papel, lápis, cartolina, tintas, computador e livros). A Educadora começou por perguntar às crianças que objeto era aquele. No geral, não souberam indicar o nome, com exceção de uma criança que revelou conhecer o objeto, todavia a maioria das crianças sabia o que representava – a terra‐ reponderam muitos. De seguida, foi‐lhes perguntado se sabiam onde estávamos no planeta Terra. Nenhum sabia indicar a nossa localização no globo, mas todos revelaram muito entusiasmo em ver e conhecer. A sala foi escurecida e o globo iluminado despertando ainda mais a atenção e a curiosidade. Então, a Educadora indicou onde Portugal se encontra, no globo, e contornou‐o com caneta preta aguarelável. Depois todos manifestaram vontade de saber onde fica o Brasil, país para onde iria viver a colega da sala. A Educadora indicou onde fica aquele país e o comentário surgiu em relação ao tamanho dos dois países: “Portugal é tão pequenino!” É importante para a criança o uso do globo para falar deste tipo de questões, relacionadas com distâncias físicas a uma escala muito distante da real. O uso deste recurso permite também que a criança fique com uma noção mais exata

Biblioteca Escolar

Neste primeiro período foram comemoradas várias efemérides e realizadas várias atividades e exposições, das quais destacamos a realização de uma Feira do Livro no final do 1º período letivo, que já se tornou uma tradição na biblioteca e no agrupamento. À semelhança dos anos anteriores, a Biblioteca Escolar, promoveu a Feira do Livro que teve lugar na biblioteca da escola sede do Agrupamento, que começou no dia 20 de novembro e terminou no dia a 30 de novembro.

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte crianças, também numa atividade de da forma da Terra e que adquira tapete, em grande grupo, sobre a ferramentas para a compreensão de alimentação: alimentos saudáveis e não situações mais distantes do seu quotidiano saudáveis, da falta de alimentos param e finalmente a satisfação da sua muitas pessoas na terra, quando uma aluna curiosidade através da observação, referiu:“ É por isso que nos supermercados manipulação e contacto com estão às vezes senhoras a pedir alimentos para os meninos pobres”. A Educadora materiais/recursos diversificados. Exploramos tamanhos/extensão, da terra e pegou neste tópico e a atividade do mar, distâncias, grande e pequena, (à desenrolou‐se a partir da África, dos países exceção de um grupo muito reduzido de muito pobres onde não há alimentos, do das plantas que dão crianças mais novas, todas responderam crescimento que a distância entre os dois países era alimentos, que está condicionado à muito grande) longe e perto, e a partir da existência da chuva e à falta dela‐seca. Novamente se fez noite na sala para se observação da linha que divide o globo terrestre em dois, equador, exploramos fazer luz na cabeça das crianças sobre a noções como à direita e à esquerda, em localização do continente africano. E a par cima e em baixo. Fizemos com a caneta o do uso desse recurso, permitindo a trajeto que a colega iria fazer de avião. observação, novamente a exploração dos conceitos matemáticos que foram Exploramos meios de transporte. Como temos andado a falar e a explorar o surgindo. sol, a propósito da cor, começamos pela Falamos dos meios de transporte que cor amarela, houve uma criança que disse levam os alimentos desde o supermercado que a terra é maior que o sol, o que deu onde são recolhidos para o cais de grande ou origem a explicações sobre o assunto. embarque‐navio/barco aeroporto‐avião. Falamos também da noite e do dia. Uma aluna fez a ligação: amarelo/sol, com a noite, e surgiram a lua e as estrelas que são também amarelas. Uma outra aluna lembrou‐se dos relâmpagos porque diz que eles de noite são amarelos. Esta atividade foi particularmente importante para as crianças pela valorização da sua curiosidade, por terem sido escutadas as suas dúvidas e descobertas, pelo confronto com um modelo da Terra que manipularam e através do qual puderam descobrir a localização dos países e ouvir falar de muitos outros temas que foram surgindo como já foi descrito. No Dia Mundial da Alimentação voltamos a usar o globo, novamente Viajando à volta do mundo. como recurso para uma atividade parecida. A Educadora falava com as

Há que desenvolver e fomentar o gosto e o hábito de leitura na população escolar, reconhecer o papel do livro na formação do ser humano, conhecer as novidades, proporcionar uma maior proximidade entre as editoras e os alunos e abrir a escola a toda a comunidade. Ao longo de vários dias, esta iniciativa, dedicada ao livro e à leitura, reuniu obras de várias editoras nacionais a preços especiais. Estiveram disponíveis livros de diferentes autores e de alguns géneros literários.

A equipa da biblioteca escolar, António Bento

A já tradicional Feira do Livro promovida pela Biblioteca do Agrupamento.

Autoavaliação escolar

O presente artigo visa, de forma genérica, divulgar os resultados dos inquéritos realizados, no ano letivo transato, com a participação de toda a comunidade educativa. Assim, o documento emanado do Observatório da Qualidade, distingue três níveis de pontos fortes e fracos que obtiveram referências e que refletem uma maior ou menor preocupação por parte da comunidade e s c o l a r. Apuraram‐se, de facto, os problemas detetados; registaram os aspetos mais positivos e apontaram‐se ainda sugestões de atuação. Re s u m i d a m e n t e , o s p o n t o s f o r t e s registados são: as atividades disponibilizadas; as instalações e os equipamentos; a Biblioteca; o horário de abertura às 9.00 horas; o empenho e forma de ensino dos professores; a Direção; as aulas; a preocupação com o sucesso dos a l u n o s e o Pr o j e t o “ A l u n o 1 0 0 % ” . Po r o u t r o l a d o , o s p o n t o s f r a c o s apurados são: os resultados académicos; as avarias na

Fizemos pesquisa na internet sobre meios de transporte de carga para países muito distantes. Efetuamos pesquisa na internet sobre alguns países da África. Foi visto um Power point sobre a falta e alimentos nalguns países, atingindo muitas crianças:“ Para todas as crianças um mundo melhor”. Estas atividades foram registadas pelas crianças individualmente e em trabalho de grupo. Para além das várias Áreas das expressões trabalhadas, as atividades exploratórias desenvolvidas privilegiaram sobretudo a Área de Conhecimento do Mundo e a Área de Formação Pessoal e Social possibilitando o desenvolvimento de competências/processos científicos como a observação, a classificação e a comunicação e, igualmente, a aquisição de atitudes como a curiosidade, o espírito crítico, a cooperação ou a perseverança, importantes para o desenvolvimento futuro das crianças.

máquina dos cartões; a manutenção dos WC; o facto de os alunos mal comportados não serem castigados; a alimentação; a falta de meios informáticos ou as suas avarias; a ocorrência de situações em que os balneários têm água fria; o aquecimento ser ligado apenas de manhã; a limpeza e a segurança. Po r ú l t i m o , a p r e s e n t a n d o o P l a n o de Ação, este evidencia e sugere medidas passíveis de aplicação e promotoras de melhoria que se subdividem em desafios, alertas, constrangimentos, perigos, atividades, horário, indisciplina, instalações, liderança, recursos humanos e segurança. Pa r a t e r m i n a r, é de suma importância referirmos ainda que a globalidade da informação é fornecida no documento “ Re l a t ó r i o de autoavaliação 2011/2012” produzido pela equipa do Observatório da Qualidade e que este pode ser consultado na íntegra na página da escola e no moodle, na disciplina do Observatório da Qualidade. A equipa do Observatório da Qualidade


Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Concurso rosa dos ventos

A rosa dos ventos vencedora, da Mariana Matos, do 5ºB.

Os alunos do 5.º e 7.º anos participaram no concurso “Rosa dos ventos” dinamizado pelas professoras de História e Geografia de Portugal do 2.º Ciclo, e de Geografia do 3.º Ciclo. Nos trabalhos apresentados pelos alunos, foram utilizados diversos materiais tais como: madeira, esferovite, lã, palhinhas, garfos de plástico, massinhas, pedrinhas, feijões, palitos, areia… Os trabalhos foram expostos no átrio da escola desde o dia 20 até 29 de novembro. Foram apresentados vinte trabalhos, procedeu‐se a uma votação e, após a contagem dos votos, obteve‐se o seguinte resultado: em 1.º lugar – Mariana Matos do 5.ºB, em 2.º lugar – Raquel Parente do 7.ºB e em 3.º lugar ficaram três alunos‐ Beatriz Mousaco do 7.ºA, David Dias do 5.ºB e Mariana Dias do 7.ºA.

XXXI Olimpíadas da Matemática

O São Martinho na Escola

Este ano o São Martinho coincidiu com um domingo. Por conseguinte, este celebrou‐se de forma mais discreta nas escolas. Contudo, esta temática acabou por ser trabalhada e o dia, e a sua lenda, divulgado através de uma iniciativa do Agrupamento de Língua Portuguesa. Os alunos diretamente envolvidos na mesma foram os de 5º, 6º e 7º anos que

Atividades e eventos

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pesquisaram, redigiram e produziram trabalhos que puderam, posteriormente, mostrar à comunidade escolar numa exposição que ocupou um local privilegiado. Assim, as portas dos vários blocos estiveram enfeitadas desde a véspera, e deste modo permaneceram alguns dias, lembrando a tradição nacional desta celebração. O Agrupamento de Língua Portuguesa

As professoras, Lígia Silva e Maria José Cavaco

No dia 7 de novembro realizou‐se a primeira eliminatória das XXXI Olimpíadas Portuguesas de Matemática. Este ano participaram 24 alunos distribuídos pelas diferentes categorias. Brevemente serão divulgados os alunos das categorias Júnior, A e B que seguem em frente na competição. Estes alunos irão realizar uma segunda eliminatória no dia 9 de janeiro. Boa sorte a todos. Agrupamento de Matemática

Uma das portas de S. Martinho.

Guy Fawkes Day

Remember, remember the 5th of November No passado dia 5 de novembro relembrámos o Guy Fawkes Day. Foi através do Agrupamento de Inglês que nos foi proposta esta atividade. A prova foi difícil...

Clube Europeu

estrangeiras e, claro está, ensinar a ler e a escrever a língua materna. Os “padrinhos” receberão seguramente experiências de vidas as quais com certeza cheias de histórias, sofrimentos e alegrias que estariam irremediavelmente perdidas e cairiam no esquecimento sem esta partilha.

“Apadrinhar… um idoso” O Clube Europeu, no âmbito da parceria com o lar da Santa Casa da Misericórdia, deu início à atividade “Apadrinhar um idoso”, a qual irá decorrer ao longo do ano letivo. Nesse sentido, no dia 6 de dezembro, um A equipa do Clube Europeu grupo de alunos, movidos pelo entusiasmo da partilha de saberes, deslocou‐se ao lar com a finalidade de conhecer os respetivos “afilhados”. É uma atividade um pouco sui generis, pois verifica‐se a inversão de papéis, agora são os mais novos que irão partilhar os conhecimentos adquiridos enquanto alunos os quais irão desde a informática, as línguas O Clube Europeu em plena ação.

Começámos por pesquisar a história e vimos vídeos alusivos a este dia, que marcou a história britânica. Neste âmbito os alunos elaboraram trabalhos em powerpoint, em cartolina e, alguns, recriaram a figura de Guy Fawkes, a ser queimado na fogueira. Guy Fawkes foi um dos membros de uma conspiração católica, cujo objetivo era fazer explodir o Parlamento Inglês e depor o rei protestante, James I. Ao tomarem consciência de que este seu ato poderia causar a morte de muitos inocentes, resolveram alertar as pessoas para que não se aproximassem do Parlamento no dia do ataque. Um desses avisos chegou aos ouvidos do rei, que ordenou uma revista. Guy Fawkes foi encontrado a guardar barris de pólvora nas caves do Parlamento. Foi preso, torturado e executado, tal como todos os outros elementos do chamado Gunpowder Plot, cujos nomes foram, por ele, revelados.

Remember, remember the 5th of November.

Jornal Digital

Leia, colabore, divulgue!

Verde Horizonte on‐line

verdehorizonteonline.com

Bruna Cristóvão, nº 2 8ºC Inês Pereirinha, nº 11 8ºC Vanessa Cristóvão, nº 20 8ºC


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Cor e Arte

Cor/psicologia na interdisciplinaridade

Já se avizinhava a tormenta. O céu ainda carregado de azul, fixei‐o de longe e subi no olhar cada vez mais perto, enquanto castelos de nuvens e cinzentos de chumbo se sobrepunham a anular o seu azul natural. Mas eu não estava ali, para assistir à tempestade. Tentei descer, e de soslaio, espreitei as manchas brancas em forma de cubos, prismas e uma esfera a construir a cidade. Que me importava agora o céu e a terra, se o meu livro aberto continuava ali e abafava tudo o que vira antes, atraído apenas pelos raios de luz em forma de arco, de todas as cores, em farrapos saídos daquela esfera. Ali continuaria, a fim de inventar, criar e transformar tudo do meu jeito. Teria

Daltonismo

O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da perceção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando‐se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica. Este distúrbio, que é conhecido desde o século XVIII, recebeu o nome em

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de ser um livro, onde caberiam todas as disciplinas, se lugar têm no muro da escola para serem folheadas uma por uma. Se os saberes cabem nos que bem souberam das suas opções, que farei…senão, inventar paletas tintadas de marcas gestuais, que escrevo nos pincéis o pensamento, a ponto dos meus dedos apagarem tudo o que quero transformar… E… manchei assim… numa composição: * Era a cor da luz, transparente e quente, na frase, na quadra e no poema. * Era a cor marinha do atrevimento, conhecimento e da verdade na História. * Era o verde da calma e frescura da Natureza‐ os ocres da terra; os cheiros que falam das flores, de todos os tons; dos sons dos animais, em movimento de matizes bailados; dos sabores da cor no néctar dos frutos. homenagem ao químico John Dalton, que foi o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Uma vez que esse problema está geneticamente ligado ao cromossoma X, ocorre com maior frequência entre os homens, que possuem apenas um cromossoma X. Os daltónicos apresentam dificuldade na perceção de determinadas cores primárias, como o verde e o vermelho, o que se repercute na perceção das restantes cores. Se queres saber mais sobre o daltonismo, visita: http://pt.wikipedia.org/wiki/Daltonismo Professor Ilídio Vicente

* Eram os violetas do mistério e pensamento, das ideias sabedoras. * Eram os vermelhos, os azuis das línguas sem fronteiras. * Eram os castanhos doirados dos corpos em movimento. Era o arco‐íris a enfeitar as telas. * Era o preto – a negação da própria cor – dos números, das somas e subtrações. Eram crianças, que as seguiam curvadas do cansaço no final da tarde, carregando nas mãos livros pesados. As outras cores que restaram da mistura de tantas outras, e ficaram a espreitar, depressa se foram juntar em forma de damas redondas…e todas caminhando, harmoniosamente entoavam: deixámos de ser todas brancas deixámos de ser todas negras cada qual com a sua cor cada qual com o seu valor. Caminhamos em conjunto,

A Cor

A cor, na minha opinião, sempre foi e sempre irá ser parte da nossa cultura visual, pois a sociedade atribui muita simbologia a cada cor, o que faz com que seja mais adorada ou mais detestada de acordo com os gostos de cada um. E quando falo em gostos refiro‐me a tudo, pois creio que esses gostos vão influenciar a admiração ou o repúdio por uma cor. Por exemplo, nos tempos mais antigos, como no século XVII, decorava‐se tudo a dourados, vermelhos e verdes por se atribuir a essas cores o simbolismo de riqueza. Hoje em dia, somos uma sociedade mais versátil, pois, apesar de existir simbologia de cores, existe também uma simbologia mais

tecemos malhas, estruturas, com cheios , vazios e cores criamos montanhas nos rios e a subirem nos céus criamos rebanhos às cores, procuramos pastores pintamos nas grutas os frisos da vida e em romano, marcamos os séculos da Arte e dos estilos. Do outro lado dos vales acenamos a multidões, analisamos nos livros, as “matérias”, os saberes inteiros, de curiosidade, articulamos programas, p´la interdisciplinaridade. Matizamos os muros com os tons do conhecimento. …e finalmente, consegui recriar, mesmo por baixo do azul ciano o ”livro da psicologia das formas de qualquer cor”, que de letras me cercaram! Mª Manuela Pio . Artes Visuais

própria ou até desprezo dessa simbologia, alguém que use uma camisola preta ou laranja no dia a dia não a usa pelo significado da cor, mas sim porque gosta. Outro exemplo de simbologia própria é o facto de atribuir o vermelho ao Amor, pois existe também a opinião de que o Amor é de todas as cores, o que apoio, porque o Amor não tem preconceito e é livre. Como também apoio que o preto não é uma cor triste, pois, se a noite não fosse escura, a Lua não se destacaria. Mas são opiniões e hoje em dia todos as podem ter e expressar, o que faz da cor algo subjetivo aos olhos de cada um. Pois, apesar de ser cultura visual e nunca perder a sua simbologia, pode ser vista de maneiras diferentes por diferentes mentalidades. Vânia Marques nº:27 12ºA

Guernica

O "Guernica" de Picasso é um dos mais famosos quadros do mundo. Picasso usou a ausência de cor para simbolizar o seu repúdio pelo terrível bombardeamento da aviação alemã, sob comando de Hitler, à pequena cidade espanhola de Guernica, em 1937. Este código QR permite‐te saber mais sobre esta obra de Picasso. Professor Ilídio Vicente

Guernica, de Pablo Picasso.

A influência da arte nas pessoas

A arte é algo que influencia bastante a sociedade onde nos inserimos. A literatura, a pintura, a escultura, a música e até a arte de representar, inserem‐se no grupo a que chamamos arte. Em primeiro lugar, a arte não se designa apenas pelo poder da sabedoria, inteligência ou capacidade, a arte é a nossa história. Assim, pode dizer‐se que, a título de exemplo, a música faz parte dos nossos antepassados, aliás, Portugal é um país repleto de belos fadistas que, ainda hoje, influenciam a maioria da nossa população. Em segundo lugar, e não menos importante, a nossa literatura, considerada uma das artes mais antigas e bastante importante nos dias atuais. A título exemplificativo, podemos referir grandes nomes, como, Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, José Saramago, entre muitos nomes que fizeram “a história” do

nosso país e fizeram da nossa cultura algo mais marcante e de elevada importância. Por último, a arte de representar, sendo também uma arte já antiga e que acaba sempre por nos influenciar. Dentro desta grande arte, existem várias vertentes, como os filmes, as novelas, o teatro… Embora seja uma arte mais recente, existem também grandes artistas, como por exemplo, o grande Rui de Carvalho, ator conceituado, que já fez teatro e principalmente novelas. Esta arte também tem uma grande influência na sociedade, pois todos os dias podemos vê‐la nas nossas televisões, seguimos tendências e costumes juntamente com elas e acabam sempre por alterar o nosso dia a dia. Em suma, podemos concluir que a arte influencia bastante as pessoas e a sociedade que nos rodeia, tal como escreve Manuel Gusmão, a arte é isso mesmo, a arte faz de nós aquilo que somos! Carolina Marques Oliveira

O significado das cores no Marketing

As cores são um elemento fundamental na comunicação e merecem uma atenção especial, porque exercem efeitos fisiológicos sobre o nosso organismo e, por isso, produzem vários juízos e sentimentos que influenciam no dia a dia do ser humano, interferindo nas emoções e no intelecto e têm a capacidade de captar a atenção dos consumidores. O significado das cores é o seguinte: o vermelho aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Esta cor é indicada para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica; o laranja tem o mesmo significado do vermelho, mas tem resultados mais moderados; o amarelo é visível à distância e é estimulante, esta cor pode produzir vacilação no ser humano e pode dispersar

a atenção, não sendo motivadora; o verde é estimulante, mas com pouca força sugestiva, oferece uma sensação de repouso; o azul é uma cor com grande poder de atração, acalma o indivíduo e o seu sistema circulatório; o roxo acalma o sistema nervoso e é essencialmente utilizado em anúncios religiosos, em viaturas, em acessórios funerários, etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve‐se acrescentar vermelho; de luminosidade, o amarelo; de calor , o laranja; de frio, o azul; de arejado, o verde; o castanho esconde a qualidade e o valor, não é recomendável na publicidade; o violeta entristece o ser humano e, por isso, não é muito recomendável na publicidade; o cinza indica discrição, é utilizado para atitudes neutras e diplomáticas e é muito utilizado em publicidade e o preto não deve ser utilizado em grandes quantidades, porque dá uma sensação de frustração.

“ o vermelho aumenta a atenção”

11ºB


Cor e Arte

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

O Livro

Um livro é um amigo Que nasce do coração Está sempre a sorrir E sempre disposto a dar a mão. Abrimo‐lo Ficamos logo encantados Para sonhar e para rir E brincar nos prados

Poema da Amizade A amizade consegue ser tão complexa … Deixa uns desanimados, outros bem felizes … É a alimentação dos fracos É o reino dos fortes. Faz‐nos cometer erros Os fracos deixam‐se ir abaixo Os fortes erguem sempre a cabeça Os assim assim assumem‐nos .

Começamos a ler Ficamos logo a sorrir Pois estamos no paraíso De chorar e rir

Sara Bento 5º ano

Sem pensar conquistamos O mundo geral E construímos o nosso pequeno lugar Deixando brilhar cada estrelinha. Estrelinhas… Doces, sensíveis, frias, ternurentas… Mas sempre presentes em qualquer parte Os donos da amizade.

7

Recomeçar Rever os amigos, Encontrar novos caminhos… Com esperança no amanhã Onde pugnamos por um futuro melhor. Mudamos todos os dias, Entre Sol e Ventanias, avan­ Çando com determinação, Antes que a vida passe Rumando para o devir… Professoras: Anabela Ferreira / Maria da Luz Faria

Maria Beatriz

A cor e a arte

A simbologia da cor como suporte do pensamento simbólico na criação dos conceitos e na associação dos elementos é muito antiga e universal, embora as diferentes cores tenham simbologias diversas consoante as culturas. As principais cores simbolizam o todo e o universo. A cor é, antes de tudo, uma manifestação de luz ou da maior ou menor ausência dela. As sete cores do arco‐íris estão associadas às sete notas musicais, aos sete dias da semana e aos sete planetas conhecidos na Antiguidade. Os signos do Zodíaco estão sempre associados a uma determinada cor consoante a sua natureza. O mesmo acontece com os elementos: o fogo com o vermelho e laranja, o ar com o branco e o amarelo, a água com o verde e a terra com o preto e o castanho. Para simbolizar o espaço vertical são utilizados tons de azul e o espaço horizontal o vermelho. As cores também simbolizam oposição e dualidade, como é o caso do preto e do branco. A separação das cores a partir da luz branca é um fenómeno que foi reconhecido entre os índios da América desde tempos remotos. A partir do sol, o branco era a aurora, o azul a manhã, o amarelo o pôr do Sol e o preto a noite. Certas tribos de índios atribuem ainda cores à alma e ao espírito e também aos quatro pontos cardeais. Os Astecas utilizavam a mesma palavra para designar o verde e o azul e as pedras destas cores tinham também o seu significado simbólico. As cores turquesas eram associadas ao sol e ao fogo e as cores azul‐esverdeadas de certas pedras e da serpente eram associadas à Lua e à fertilidade. Para os antigos Egípcios, o preto era a cor da imortalidade, o verde era a cor da natureza e da saúde, o azul era a cor do ar, o amarelo do sol e do ouro, o branco da positividade e da alegria, o vermelho da maldade e da violência. Em África, as cores revestem um valor mágico e são formas de exercer poder ou de defender de perigos e doenças. O branco afasta a morte, o vermelho é a cor da vida e o preto é a cor do mistério e do oculto. As tradições muçulmanas consideram o preto negativo e usam‐no como proteção contra o mau‐olhado, o branco e o verde são cores positivas e de sorte e o amarelo é

mágico e protetor. Enquanto que o islão oriental considera o preto a cor do luto os muçulmanos do Al‐Andaluz, na Península Ibérica, consideravam o branco como a cor do luto. Na tradição cristã está muito presente a luz como uma manifestação divina e ela quebra a austeridade da pedra

As cores influenciam psicologicamente o ser humano: podem estimular, ou tranquilizar, pois são captadas pela visão e transmitidas para o cérebro e consequentemente refletem impulsos e reações para o corpo. O preto permite a autoanálise, a

através de muitos magníficos vitrais das catedrais. Na simbologia cristã, o branco está associado ao Pai, à fé, à castidade e à pureza, o azul ao Filho e o vermelho ao Espírito Santo, ao amor e à caridade, o preto à penitência e o verde à esperança. As cores podem ser frias e pacíficas como o azul e o violeta ou quentes e estimulantes como o vermelhoe o laranja. Segundo a psicologia analítica de Carl Jung, o verde é a cor da natureza e do crescimento, o azul é a cor espiritual e do pensamento, o vermelho é a cor do sangue e do sentimento e o amarelo é a cor do ouro e da intuição.

introspeção, pode significar também dignidade, está associado ao mistério. O branco remete para a paz, a sinceridade, a pureza, a verdade, a inocência e a calma. O verde simboliza esperança, perseverança, calma, vigor e juventude. O vermelho ativa e estimula, significa elegância, paixão, conquista, requinte e liderança. O dourado simboliza igualmente a paixão, mas também o requinte. A cor amarela desperta, traz leveza, descontração, otimismo. Simboliza criatividade, juventude e alegria.

A cor azul produz segurança, compreensão. Propicia saúde emocional e simboliza lealdade, confiança e tranquilidade. O laranja, além de significar movimento, espontaneidade, tolerância, gentileza, é uma cor estimulante. A cor cinza promove equilíbrio e estabilidade. O rosa significa romance, sensualidade, beleza. A cor violeta significa sinceridade, dignidade, prosperidade, respeito. O castanho associa‐se à estabilidade, constância, significa responsabilidade e maturidade. Na literatura, bem como noutras formas de arte evidentemente, a simbologia da cor está sempre presente. Por vezes, quando comparamos uma obra clássica da literatura, podendo apreciar estas cambiantes e simbologias, com alguma suposta literatura que por aí grassa podemos verificar o quão pobre é esta última. Para efeitos de ressentimento político, criou‐se a ideia de que "a leitura dos clássicos" era uma "parcela de elitismo" nos programas de ensino. Trata‐se de um péssimo argumento . Pelo contrário, consideramos que ocorre precisamente o inverso ‐ justamente, a leitura dos clássicos na escola é uma oportunidade para que os menos favorecidos pelo destino possam contactar de perto com a respiração de grandeza que fez a literatura ser literatura. Na escola, segundo Francisco José Viegas, a substituição de grande parte dos clássicos pelos chamados "discursos contemporâneos" abre caminho para o empobrecimento estético, para a destruição do próprio conceito de literatura – e, a coberto da "democratização" (perversa), para o nivelamento de todos os livros. Não iríamos tão longe, mas nunca poderemos aceitar determinadas opiniões teoricamente validades de que autores populares, como Danielle Steel ou Stephenie Meyer, que fazem as delícias até de leitores que seria de supor cultos e exigentes, possam estar num plano de igualdade com a obra, por exemplo de Eça de Queirós e que é "tudo a mesma coisa".

Artigo com base em informações recolhidas In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003‐2012. Professora Anabela Ferreira


L I B E R D A D E 8

Liberdade

Liberdade (I)

A minha liberdade termina onde começa a dos outros, pois, por vezes, a minha liberdade fica prejudicada por causa de outros a conseguirem. Em primeiro lugar, a liberdade não pode ser encarada como algo que não tem limite e da qual não podemos usufruir sem qualquer tipo de respeito. Se não souber respeitar os outros, o seu espaço e a sua liberdade também não terei direito a ser livre. Pensemos no caso de uma pessoa a quem surge a oportunidade de ir realizar um dos seus sonhos, de partir para longe em liberdade. Isto poderá implicar‐me sofrimento se estiver muito ligada a ela. Porém, se essa pessoa estiver a pensar nas consequências, não poderá seguir o seu sonho e ter a liberdade de ser feliz. Por outro lado, se algum colega meu ultrapassar a sua liberdade e, por causa disso, eu não conseguir aproveitar a minha, por exemplo, se ao querer aprender, não consigo por causa do seu comportamento, influenciando não só a minha liberdade, mas também a liberdade dos professores, que querem ensinar os seus alunos e não conseguem, isto é incorreto. Em conclusão, a liberdade é algo a que todos temos direito, mas, por vezes, fica condicionada por não a conseguir de forma correta. Dulce Cardoso 12ºA Nº11

Liberdade, um direito de todos

Liberdade é um direito que toda a gente deveria ter, mas, infelizmente, muita gente ainda hoje está condicionada em, por exemplo, expressar a sua opinião. Hoje em dia, e no nosso país, existe (ou deveria existir) total liberdade para dizer o que queremos e para nos expressarmos da maneira que entendemos, mas para isso acontecer temos de também respeitar os outros, pois se não o fizermos não estamos a ser corretos nem com os outros, nem connosco próprios. Quando pensamos em liberdade, pensamos automaticamente em sermos totalmente livres, mas como em todas as coisas, a liberdade tem de ter limites. Muitas vezes dizemos coisas, ou agimos sem pensar, por vezes não sabemos como usufruir da liberdade que nos é concedida. Temos, por exemplo, o caso de alguém que, apesar de ser livre, por vezes não respeita os outros, no que diz, ou até mesmo nos seus atos. Temos de pensar antes de agir e devemos ter em atenção que, certamente, quando nós ultrapassamos esse limite de liberdade que nos é concedido, podemos seguramente magoar os outros. Concluindo, podemos dizer que a liberdade deve ser vivenciada com bastante respeito não só por nós, como também pelos outros que nos rodeiam. Sara Oliveira, nº 23, 12ºA

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Liberdade (II)

“A minha liberdade termina onde começa a dos outros” Com esta expressão podemos ter em conta que cada um é submetido a direitos e deveres na liberdade de expressão. Tendo em conta a liberdade de expressão, podemos inferir que, por exemplo numa sala de aula, quando nela existe uma enorme desorganização, um aluno que pretenda expor as suas ideias claramente e de forma organizada, perde a sua liberdade, ou seja, não consegue expor as suas ideias, perdendo a sua liberdade. Então, começa a liberdade dos outros elementos, criadores da desorganização na sala de aula, a impedir a liberdade dos primeiros. Na mesma linha, também podemos dar o exemplo da Assembleia da República, durante um debate, ou seja, se um deputado, ao expor as suas medidas corretamente, for interrompido por algum dos outros deputados do próprio ou de partido diferente, opinando de forma incorreta e violando as regras do debate, o primeiro deputado perde a sua liberdade, começando a liberdade do que o interrompeu. Concluindo, a liberdade deve ser usufruída com consciência e respeito, tanto por nós como pelos que nos rodeiam, como o exemplo da sala de aula e o da Assembleia da República, em que em ambos os casos existia um elemento que não possuía consciência e respeito. Ricardo Pires nº20 12ºA

Ser livre

A liberdade de cada um de nós depende, essencialmente, das atitudes dos outros. Toda a liberdade tem os seus limites, tal como as pessoas. Cada um de nós tem os seus direitos e os seus deveres perante a sociedade. Assim sendo, um dos direitos dos humanos é o direito à liberdade de expressão. Todos temos o direito de nos expressar sobre o que quer que seja, embora existam limites. Com efeito, pode dizer‐se que temos o direito de votar, mas não podemos andar pela rua a insultar as pessoas. Neste caso, as outras pessoas têm o direito de se defender, podendo até chamar as autoridades. Em segundo lugar, podemos falar de outra situação bastante comum, o abandono dos animais. Um dos direitos dos animais é o direito de ser respeitado, receber atenção e todos os cuidados necessários para a sua vida. As pessoas têm o direito de cuidar e educar um animal, mas, a partir do momento em que o abandonam, perdem a sua liberdade, pois o abandono é um ato cruel e degradante. Pode assim concluir‐se que, apesar de toda a liberdade que possamos ter, devemos ter em conta as nossas atitudes, pois poderemos estar a ultrapassar os limites. Carolina Oliveira, 12º A.

Liberdade (III)

A liberdade de qualquer cidadão tem de terminar onde começa a do outro para que seja possível viver em sociedade e de forma civilizada, numa sociedade onde os valores já não são, infelizmente, os melhores. Qualquer cidadão tem a liberdade de fazer o que quer, desde que isso não interfira na vida e no bem‐estar do outro. Qualquer um pode usar a sua liberdade para assaltar um banco, por exemplo, mas terá de arcar com as consequências do ato que cometeu, neste caso a ida para a prisão, porque ao assaltar um banco irá afetar a liberdade do outro. Todos temos o direito à greve e à participação em manifestações desde que ao fazê‐lo não comprometamos a integridade física, psicológica e moral daqueles contra quem nos estamos a manifestar. A liberdade de expressão é, neste momento, algo que temos e que devemos usar para nos manifestarmos, mas não podemos com ela denegrir, nem magoar ninguém. Concluindo, vivemos em sociedade, logo temos de aprender a respeitar a liberdade de cada um, usando os nossos direitos e deveres em favor próprio e nunca com intenção de prejudicar alguém, por isso, sim, “a minha liberdade começa onde termina a do outro”.

A minha liberdade

A liberdade pertence a todos de igual forma, mas existem limites. Deve‐se considerar que a minha não deve influenciar a dos outros. As pessoas devem conhecer os seus limites, pois não é por serem livres de fazer o que quiserem que podem prejudicar os outros. Não é por sermos amigos de uma pessoa que podemos fazer o que quisermos em sua casa, pois deve‐se ser educado e respeitar o outro. Não se deve culpar alguém de algo sem ter provas ou a total certeza disso, pois essa mesma pessoa pode ser consequentemente culpada por algo injustamente, podendo chegar a ser mesmo julgada por isso ou algo ainda pior. Como exemplo, temos que respeitar e confiar, se uma pessoa visita outra e se desaparece alguma coisa, a pessoa não deve de acusar a outra, pois esse mesmo objeto pode ter sido alguém da sua família a mudá‐lo de lugar ou até poderá ter sido mesmo a pessoa a perdê‐lo sem se dar conta. Concluindo, eu sou livre de fazer o que quiser, desde que não influencie a liberdade dos outros, pois ninguém tem o direito de prejudicar os outros injustamente ou só porque lhe apetece. Todos temos os mesmos direitos e deveres como cidadãos.

“ A minha liberdade termina onde começa a dos outros”

Tânia Marcos, Nº24 12º A

Direitos dos animais

Todos os animais têm o direito à vida, uns com mais outros com menos qualidade de vida, mas todos têm esse direito. Todos os animais merecem viver e nós, quando compramos ou adotamos um, devemos pensar primeiro se temos condições para o ter em todos os momentos da nossa vida, pois quando vamos de férias os animais não têm culpa disso e não merecem ser abandonados só porque nós não temos com quem os deixar ou porque não os podemos levar connosco. Quando encontramos um animal na rua e nos apercebemos que está abandonado, devemos adotá‐lo (se tivermos condições para tal) ou então devemos ir entregá‐lo numa instituição com o fim de cuidar de

Eu também tenho direitos!

Mª de Fátima Faustino Lopes, 12ºA – Nº17

animais abandonados e assegurar que este venha a ter uma vida melhor e que possa encontrar uma família que goste e cuide dele, pois este tem direito de ser feliz. Caso tenhamos ficado com o animal, devemos ter o cuidado de o levar ao veterinário e certificarmo‐nos de que este não tem doenças e tem as vacinas em dia, não só para o seu bem‐estar, mas também para que não transmita doenças às pessoas, bem como a outros animais que possam conviver com ele. Assim, posso concluir que todos os animais têm o direito à vida, não são só os bonitos ou os saudáveis, todos têm esse direito e nós temos o dever de os tratar bem e assegurar o seu bem‐estar. Ana Loureiro, 12ºA


Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Os Direitos do Homem

A história dos direitos do homem é apaixonante. Tem raízes em todos os grandes acontecimentos do mundo e está na base da luta pela igualdade e liberdade em todo o mundo. Em 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas adota e proclama a Declaração Universal dos Direitos do Homem, como forma de protesto contra o Holocausto que se alastrou na Europa, entre 1939 e 1945. Esta declaração teve como antecedentes as declarações que exprimem as ideologias orientadoras das revoluções americana (1776), francesa (1789) e soviética (1917) que, em comum manifestavam descontentamento em relação a uma ordem mundial desatualizada, ao mesmo tempo que representava um programa para instituição de uma “Nova Ordem”. Segundo esta, a guerra não seria mais o processo para resolução de conflito de interesses entre Estados. Todas as formas de totalitarismo seriam afastadas em prol do pluralismo, e todas as formas de cultura faziam de igual modo parte do património comum da humanidade. Nos dias de hoje, continua a verificar‐se o desrespeito pelos Direitos Humanos, nomeadamente: o racismo, a discriminação sexual, o trabalho infantil, a mutilação dos órgãos genitais femininos… Em Portugal continua a registar‐se ainda violência contra as crianças, violência doméstica, entre outras. Na nossa opinião, deviam ser efetuadas mais campanhas de sensibilização, mudanças de mentalidade, educação social, incutindo uma forma de responsabilizar as escolas e a criação de uma disciplina, a ser leccionada por diferentes professores, com diferentes ideologias, de caráter obrigatório, no sentido de refletir sobre os Direitos e Deveres do Ser Humano. Ana Francisca Salgueiro, Rafaela Duarte, Marisa Lourenço, Leonardo Costa e Alexandra Rodrigues

A parede sobre a qual não pude falar…

Os lugares que, por vezes, achamos menos interessantes, são aqueles sobre os quais meditamos mais. Serão estes lugares transportadores de um vazio? Talvez sim, são um vazio que nos preenche, que nos faz acalmar, um conforto que nos traz uma luz para nos indicar o caminho. Nunca pensamos bem, mas o menos interessante pode, por vezes, tornar‐se cativante, mágico, diferente. Mas que lugar será este que nos faz pensar tanto na nossa vida? O que terá ele de tão especial que nos faça ir até ao infinito? Pois bem, esse é mais um pensamento que guardamos para outro momento. Cada um encontra o melhor lugar para si, onde se sinta bem e tranquilo, alguns o céu, pois uma nuvem pode despertar muita atenção, outros a neve, observada de uma janela, quando cai, é como se fosse cada pensamento que vem ter à nossa cabeça e nos faz acreditar… Também há bons momentos do dia para refletirmos: à noite, na paz do nosso lar, com um leite quente para aquecer o nosso coração, tentamos tranquilizar‐ nos, mas quando o pensamento só traz o mal, temos que limpá‐lo e passamos‐lhe com uma tinta por cima, para podermos recomeçar. Todavia, o pensamento é mais forte do que nós e aí não o superamos. Cada pensamento, cada lugar, cada momento tem a sua simplicidade, simplicidade essa que, para cada um de nós, se torna num mundo. Por isso, pensar nem todos o fazem da melhor forma, nem com a mesma convicção. Beatriz Tavares Pereira, 9ºA/Nº4

O prémio Nobel da Paz

O prémio Nobel da Paz 2012 foi atribuído à União Europeia (UE) pelo seu contributo para a paz, a reconciliação, a democracia e os direitos humanos. "A união e os seus precursores têm contribuído, há mais de seis décadas, para o avanço da paz e da reconciliação, da democracia e dos direitos humanos na Europa", escreveu o Comité Nobel norueguês no comunicado em que anunciou o prémio. O comité recordou que a UE passa atualmente por "graves dificuldades económicas e agitação social

Bom colaborador

Um bom colaborador/trabalhador no séc. XXI é: ‐ Assíduo; ‐ Pontual; ‐ Competente; ‐ Sincero e verdadeiro; ‐ Bem‐educado para com os clientes, patrão e colegas; ‐ Tem segurança máxima no trabalho; ‐ Usa equipamento adequado (óculos, sapatos, luvas, protetor auricular, creme protetor de mãos, etc… );

O que é a CPCJ? A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens é uma instituição oficial, não judiciária, com autonomia funcional, que visa promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou pôr termo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral. (A Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo nº 147/99 de 1 de setembro, regula a criação, competência e funcionamento das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens.) Em que casos intervém? Quando a criança ou jovem, menor de 18 anos (ou de 21 anos, a pedido do próprio) se encontra em situação de perigo e designadamente numa das seguintes situações: ‐Está abandonada ou vive entregue a si

própria; ‐Sofre maus tratos físicos ou psíquicos ou é vítima de abusos sexuais; ‐Não recebe os cuidados ou os afetos adequados à sua idade e situação pessoal; ‐É obrigada a atividades ou trabalhos excessivos, ou inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento; ‐Está sujeita, de forma direta ou indireta, a comportamentos que afetem gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais (o representante legal ou quem tenha a guarda de facto) se lhes oponham de modo adequado a remover essa situação. Como intervém? ‐ A CPCJ intervém por sua iniciativa ou mediante participação verbal ou escrita de qualquer pessoa ou organismo público ou privado; ‐ A intervenção da CPCJ depende do consentimento expresso dos pais e da não oposição da criança ou jovem com idade igual ou superior a 12 anos;

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‐ Arruma a ferramenta no local indicado; ‐ Arruma e limpa o seu local de trabalho; ‐ Está atualizado com as novas técnicas de reparação e tecnologias que chegam ao mercado; ‐ Tem as ferramentas adequadas para o trabalho; ‐ Utiliza as ferramentas adequadas na reparação; ‐ É flexível em relação ao horário de trabalho, se isso contribuir para deixar os clientes satisfeitos.

Alunos CEF2A ‐ Mecânico de Veículos Ligeiros (Cidadania e Mundo Atual)

Alunos do CEF de Mecânica de Veículos Ligeiros.

considerável", mas preferiu focar‐se naquilo que considerou o "mais importante resultado" da união: "O papel estabilizador da UE ajudou a transformar a maior parte da Europa de um continente de guerra num continente de paz".

“ a UE trouxe de modo geral paz para um continente que se dividiu depois de duas guerras”

Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Mação

Liberdade

"O trabalho da UE representa 'fraternidade entre nações' e constitui uma forma do

‐ Quando deixa de poder intervir, designadamente por falta de consentimento dos pais, ou oposição da criança legalmente atendível, remete o processo ao Tribunal competente. Legitimidade da Intervenção "A intervenção para a promoção dos direitos e proteção da criança ou do jovem em perigo tem lugar quando os pais, representante legal ou quem tenha a

'congresso da paz' que Alfred Nobel referiu como critério para o Prémio Nobel da Paz no seu testamento de 1895". O prémio serviu para lembrar que a UE trouxe de modo geral paz para um continente que se dividiu depois de duas guerras, nas quais morreram dezenas de milhões de pessoas. Embora tenha sido bem recebido por líderes europeus, o prémio terá pouco efeito prático na crise da dívida que afeta a zona do euro, que causa instabilidade económica e social em vários países. Os prémios Nobel, criados em 1895 pelo químico, engenheiro e industrial sueco Alfred Nobel (inventor da dinamite), foram atribuídos pela primeira vez em 1901.

guarda de facto ponham em perigo a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento, ou quando este perigo resulte da ação ou omissão de terceiros ou da própria criança a que aqueles não se oponham de modo adequado a removê‐lo." (Art. 3º, n.º 1 da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo nº 147/99 de 1 de Setembro.) Quem deve Comunicar à Comissão de Proteção? Qualquer pessoa que tenha conhecimento de situações de crianças e jovens em perigo, deve comunicá‐las às entidades com competência em matéria de infância e juventude, entidades policiais, Comissões de Proteção ou autoridades jurídicas. Esta comunicação é obrigatória quando da situação resulte perigo para a vida, integridade física ou psíquica ou liberdade da criança ou do jovem. Contactos: Telefone ‐241 571 541 Telm. – 96 8516811


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Eco‐Escolas

A coordenadora do programa Eco‐escolas comunica que no dia 10 de outubro de 2012 representou a escola em Gondomar, juntamente com um grupo de alunos envolvidos no programa, na cerimónia nacional das bandeiras verdes, onde viu, mais um ano, a nossa escola ser galardoada com o galardão: «Bandeira verde». Salienta que este galardão constitui um reconhecimento para todos aqueles que direta ou indiretamente trabalharam no desenvolvimento do programa e sem dúvida alguma um incentivo para continuar os desafios que sejam lançados futuramente às escolas. Mais informa de que no dia 7 de novembro se comemorou, a nível nacional, o dia internacional das Eco‐Escolas. O clube Eco‐ Escola expôs, na biblioteca da nossa escola, trabalhos vários que visavam a sensibilização ambiental, concretamente: panfletos, azinheiras, pinheiros bravos,

Dia de Halloween

No dia 31 de outubro a nossa escola vestiu‐se a rigor para comemorar o Halloween. Nesse dia de terror, os alunos da turma de Marketing dinamizaram algumas atividades no corredor do bloco B:

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte medronheiros, sobreiros (exemplares envasados em garrafas de plástico pelos alunos e acompanhados de breve descrição científica), flores (feitas com garrafa ou papel), objetos decorativos (fazendo uso da reutilização dos materiais), instrumentos musicais (utilizando caricas, arame e paus)… Como principais objetivos desta atividade destacaram‐se: Sensibilizar para uma utilização sustentável dos recursos; Diminuir os resíduos produzidos (reutilizando); Ter uma ação pró‐ativa face ao ambiente; Reconhecer a importância da floresta autótone; Comemorar o Dia das Eco‐Escolas; Apresentar os projetos em curso do clube e divulgar o nosso Eco‐Código. O Clube está consciente que o ambiente merece toda a nossa atenção e apela a todos os terráqueos que unam esforços no sentido de proteger a Terra que é de todos nós. Saudações ecológicas, A professora Ilda Dias

pinturas faciais, leitura da sina, venda de doces, um quadro vivo (que provocou grandes sustos) e o grande evento do ano, o lançamento da marca SWEET TIME. SWEET TIME é uma marca de acessórios de moda, que lançou a sua primeira gama de produtos, designada SWEET HALLOWEEN,

O quadro vivo provocou alguns sustos.

DIA DO DIPLOMA NO AGRUPAMENTO VERDE HORIZONTE

O Clube Eco‐escolas.

no próprio dia do Halloween. O stand de representação da marca foi visitado por inúmeros alunos, professores e funcionários curiosos para conhecerem os acessórios da gama SWEET HALLOWEEN, tendo ficado agradavelmente surpreendidos com a qualidade e variedade

apresentadas. Nesse mesmo dia, também esteve patente, no átrio da Secretaria, uma exposição alusiva às festividades, e decorreu, no exterior, um espectáculo de dança. Beatriz Dias, 11º B

A Escola foi invadida por feiticeiros de todos os tamanhos...

Todos os alunos que concluíram o ensino secundário e se candidataram ao ensino superior foram admitidos, razão que impossibilitou alguns de comparecem, sendo substituídos pelos Pais.

No passado dia 28 de setembro de 2012, realizou‐se a cerimónia de entrega de diplomas e certificados aos alunos que concluíram o ensino secundário na escola de Mação. O evento, realizado no auditório, iniciou‐se com a declamação de alguns poemas, acompanhada por alguns instrumentos musicais, seguindo‐se uma breve coreografia da música interpretada pela aluna Francisca Correia. No presente ano letivo os Diplomas foram entregues aos alunos dos cursos de Ciências e Tecnologias, Ciências Sócioeconómicas, curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial e alunos dos Cursos EFA (Educação e Formação de Adultos).O convite foi endereçado não só aos alunos mas também às respetivas famílias. A digna e honrosa tarefa de proceder à entrega dos Diplomas coube ao Vicepresidente da Câmara de Mação, Presidente do Conselho Geral, Direção do Agrupamento e Professores. A plateia aguardava a entrega dos diplomas.

O evento encerrou com um pequeno beberete, supervisionado pelo chefe Carlos Pereira e servido por alguns alunos do Curso Profissional de Restauração. A satisfação era visível no rosto dos

participantes. A todos os FINALISTAS uma palavra de incentivo para que continuem a perseguir os seus sonhos e nos ajudem a construir um melhor AMANHÃ! Rufina Costa


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Concurso de Postais de Natal

Dando seguimento ao que já vem sido tradição no nosso Agrupamento, realizou‐se o IV Concurso de Postais de Natal de Francês e, simultaneamente, o III Concurso de Postais de Natal de Espanhol. Mais uma vez, com o intuito de divulgar a cultura e os hábitos da segunda língua estrangeira, bem como de realizar uma aprendizagem e/ou um refrescamento de expressões próprias da época natalícia, o desafio de conceção de postais de Natal com frases alusivas à época festiva foi lançado pelas docentes e amplamente abraçado pelos discentes. Os premiados deste ano do Concurso de Francês são: Ana Rita Lopes, do 7ºB; Jorge Alexandre, do 8º A, e Sara Dias, do 9º A. A Espanhol, o postal premiado é de uma aluna do 8ºB, Maria Leonor Bento, pelo seu empenho e originalidade incutidos nesta atividade. Os alunos do 7º ano, também participaram ativamente ao longo da actividade demonstrando sempre dedicação e originalidade. A singela cerimónia de entrega de prémios decorre, como é hábito, na última semana de aulas do primeiro período, no dia 11 de dezembro, no intervalo das 10.30 horas, na Biblioteca Escolar (local onde os trabalhos permanecem em exposição passível de visita por toda a comunidade). Agrupamentos de Francês e Espanhol

GRAVAÇÃO DE TOP CHEF, EM MAÇÃO

No dia 18 de agosto efetuou‐se a gravação da 10ª sessão do novo talent‐show da RTP1 no Agrupamento Verde Horizonte. Esta sessão tinha como fim último promover apoio a uma causa social, nomeadamente ajudar os Bombeiros Voluntários de Mação a adquirir uma nova ambulância. O programa top‐chef constitui uma réplica do formato do «Masterchef», com algumas variáveis. Dezasseis concorrentes, profissionais da cozinha, aspiram ao título de vencedor. Em todas as sessões existem três provas: A «Prova de Fogo», na qual os candidatos, se vencerem ganham imunidade, a «Prova de Chefs» na qual lutam, individualmente ou em equipa, para salvaguardar a sua posição no programa e a «Prova da Eliminação» onde os jurados decidem qual o concorrente a abandonar o programa. São apoiados por Nuno Diniz, chef executivo do Hotel York House. Este júri, de reconhecido mérito, é constituído pelo chef José Cordeiro, Chef Susana Felicidade e chef Ricardo Costa. A apresentar o programa, a bonita e conhecida Sílvia Alberto.

Os nossos chefs e chefes com os chefs do Top Chef.

Alguns dos trabalhos em concurso.

Os distintos chefs foram divididos em duas equipas: a equipa azul e a equipa amarela. Os chefs, já eliminados em sessões anteriores, foram chamados para integrar as equipas, uma vez que cozinhariam um prato e uma sobremesa para 250 pessoas. À equipa amarela coube a elaboração de um prato de bacalhau, a equipa azul enfrentou o desafio de confecionar um prato de frango. Já dentro da Escola, depois de observado todo o cenário necessário para a prestação de provas dos candidatos, observados «in loco» os chefs, apresentadora, jurados e, aquando da degustação do prato, eis que surge um convidado inesperado: a chuva. Foi necessário abandonar o lugar onde cada um se encontrava, comodamente sentado, contudo, nem por isso a degustação deixou de ser concluída, quer do prato quer das sobremesas. Cada um acomodou‐se, como pôde, debaixo dos telheiros e no Refeitório. O balanço foi, francamente, positivo para todos os participantes. Também aos bombeiros municipais foi possível angariar 1300 euros para ajudar na aquisição da sua tão necessária e desejada ambulância. Rufina Costa

Os comensais aguardam a autorização de entrada.


I D E N T I D A D E 12

Identidade

Quem sou eu?

O momento que mais me marcou foi, sem dúvida, quando comecei uma nova vida, tinha eu apenas seis anos, quando os meus pais decidiram mudar de país. Na altura, achei que era uma ótima ideia, pois poderia estar ao lado das pessoas que amo, como os meus avós, podendo

“ Essa minha dificuldade notou­se quando reprovei no 2ºano” conhecer melhor Portugal e ter uma nova casa, algo que me agradava. Essa ideia que tinha desapareceu assim que apareceram diversos problemas difíceis de resolver, a língua, foi necessário muito treino para conseguir acompanhar o ritmo dos meus colegas. Essa minha dificuldade notou‐se quando reprovei no 2ºano, não foi fácil aceitar isso, uma vez que tinha medo de perder as várias amizades que tinha feito. Foi tudo uma questão de tempo e consegui habituar‐me a todas as mudanças que surgiram na minha vida. Wendy Coluna, 12ºB

Analogias perdidas de sentido

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Identidade

A minha vida quando eu nasci começou naturalmente, mas depois começou com algumas dificuldades por causa de meu nascimento, porque tive de ser operada ao nariz e garganta. Apesar disso, fui crescendo até ultrapassar estas dificuldades. A minha mãe começou a trabalhar, fiquei com a minha avó que tinha de tomar conta de mim. Era uma menina sossegada, mas às vezes tinha algumas manias. Em 2000 comecei a ir para a escola primária, era divertido para conviver com novos amigos, foram belos tempos que passaram, porque fiz muitos amigos com quem aprendi muita coisa. Em 2004, entrei numa nova escola (a que frequento), não conhecia ninguém, era tudo diferente e tudo novo para mim, mas com o tempo habituei‐me a esta escola, fiz grandes amigos com quem me dou muito bem. Uma mudança que me custou muito nesta escola de Mação foi quando uma grande amiga minha saiu desta. Sinto muita falta dela, pois é com quem eu me dou excecionalmente bem. Concluindo, sou uma rapariga divertida, alegre, teimosa, mas simplesmente uma grande amiga.

Faz sentido comparar o dia de hoje com o de ontem, o tempo de hoje com os dias que já lá vão, o sítio onde estivemos ontem e onde estamos hoje. Fazemos isto com coisas e lugares, e muitas vezes, inconscientemente, pela força do hábito. Porém, comparar seres humanos é uma tarefa à qual ninguém se deveria dar ao trabalho. Somos todos tão diferentes que se torna praticamente impossível. E sejamos sinceros, comparar algo é negar a beleza que existe em cada um. Podemos considerar três vertentes para falar do outro: a pessoa que nós acreditamos ser; o que a própria pessoa pensa que é; e, por último, mas não menos importante – muito pelo contrário ‐ o que a pessoa realmente é. Dedicamos demasiado do nosso tempo ao primeiro ponto e esquecemo‐nos que as pessoas, na grande maioria das vezes, não são aquilo que aparentam. É por isso que criar expetativas resulta em desilusões. A personalidade, ou identidade, de cada um é um elemento relativamente estável, ou pelo menos, deveria ser. É o que nos torna únicos, diferentes de todos. Associa‐se a um misto de sentimentos, emoções, pensamentos, atitudes, comportamentos, motivações, tomada de decisões, projetos de vida. Permite que nos reconheçamos e que sejamos reconhecidos pelos outros, mesmo que estes dois aspetos não sejam coerentes. Por vezes passamos uma imagem errada ou diferente da realidade, por vontade própria ou não, dependendo dos casos. Essa capa, que muitos insistem em

O que marcou a minha vida

A minha vida começou num belo dia de junho de 1994, mais propriamente no dia 25, mudando radicalmente a vida da minha família. Na verdade, de quase nada me lembro até aos meus seis anos, que foi quando a minha irmã Mª João nasceu, dia 3 de janeiro de 2000, um minuto depois da minha hora de nascimento. Esse dia foi muito importante, pois, na minha vida, ela é muito especial. Depois desse dia só recordo as datas mais importantes como o 4 de janeiro, o 3 de novembro de 2008, o 12 de maio de 2010 e, por último, o 18 de junho de 2010. Todas as datas que enumerei me marcaram pelo lado negativo, porque perdi pessoas, mas também tiveram um lado positivo que me fez ver a vida segundo outra perspetiva. Em suma, estes cinco momentos que apresentei, foram momentos importantes porque me fizeram ser a pessoa que sou hoje, mas ainda assim, contudo, consigo ser feliz e mais do que tudo forte. Joana Estrela, Nº 10, 12º B

Recordações

Nasci no dia 19 de outubro de 1994, na cidade de Abrantes. Recordo a minha infância com momentos relativamente felizes, sempre com a presença dos meus familiares mais próximos e de amigos. Durante estes dezoito anos, recordo momentos marcantes da minha vida, nomeadamente a noite de Natal, em que a minha família se junta toda no envolvente espírito natalício. Recordo exatamente, há uns anos atrás, como se fosse hoje, o nervosismo sentido com a expectativa de adivinhar o que estaria dentro daqueles embrulhos coloridos e as brincadeiras com os primos. Outro dos momentos mais marcantes da minha vida foi quando tive o meu primeiro cão, um momento único que jamais será esquecido, apesar de ele já não permanecer junto de mim. Sou uma pessoa que valorizo os laços familiares, onde há uma partilha de recordações e sentimentos. Também considero que tenho uma boa relação com os animais. Beatriz Labronso Nº2, 12ºB

Ana Sofia, Nº1, 12ºB

contornar, vai caindo ao longo do tempo. Vamo‐nos revelando, conforme as circunstâncias, as vivências. As relações que criamos com outros vão permitindo que se mostre uma ínfima parte do nosso verdadeiro “eu”, embora isto não aconteça na totalidade e seja um processo moroso. “Conhecer‐nos‐íamos melhor uns aos outros se não estivéssemos sempre a querer comparar‐nos uns com os outros.”1 As semelhanças e as diferenças revelam‐se em cada um e, cabe‐nos a nós, enquanto ser racional e social, aceitá‐las, sem levantar qualquer tipo de problemas. No entanto, são “(…) as pessoas fora do vulgar ficam em pior situação, porque, como as outras não chegam a poder comparar‐se com elas, tornam‐se alvo de demasiada atenção”. É fácil compreender, todos formamos opiniões, temos algo a dizer sobre determinado assunto, sobre determinada pessoa ou somente sobre determinado objeto. É inevitável não o fazer, faz parte da nossa essência emitir juízos de valor. Porém, uma coisa que poucos conseguem ter presente é a diferença entre comparar e admirar. A admiração cria uma motivação para evoluir, para tentar chegar mais longe, enquanto a comparação cria, na maioria das vezes, um sentimento de inferioridade. Nós, seres humanos, tendemos a complicar o que deveria ser simples. Temos tantas coisas com que ocupar a mente e no entanto passamos grande parte do tempo a comparar‐nos, não dando a devida importância ao nosso verdadeiro eu e ao verdadeiro eu do outro. 1

Johann Wolfgang von Goethe, in 'Máximas e Reflexões' Teresa Sofia Cadete Rosa 11ºA

Tenacidade silenciosa?

A pena falaz do jornalista tem vindo, ao longo dos tempos, a informar das contendas históricas, económicas, sociais…servindo‐se mais ou menos das argúcias da razão. Nunca, como hoje, se informou tanto e em tão grande quantidade. Por vezes, essa informação vem mascarada, adulterada, censurada…mas acabamos por, de uma forma ou de outra, refletir sobre ela. O problema, e assombro inaudito, é que nos quedamos numa vida de limbo, permanecemos em reflexões e discussões apuradíssimas. Estagnamos em análises refinadas e não concretizamos, não agimos. O marasmo instalou‐se. Nos momentos inevitáveis de adversidade que vivenciamos e que se adivinham, à luz de cheques suculentos que vão pingando cada vez mais a conta‐gotas, vemos definhar a nossa indústria, economia, sociedade e cultura. É preciso agir! A ação não implica violência (ninguém pretende arruinar a sua vida por uma quixotada), pode até não ser ruidosa. Entenda‐se como ação o dar o nosso melhor, o permanecer com o nosso empenho em cada situação, o nosso contributo em cada tarefa, em cada circunstância. Não desmoralizar e não deixar para os outros (sejam eles quem forem) a resolução dos problemas que são de todos e que se encontram ao nosso alcance. Pensemos nos nossos filhos, alunos, educandos e no futuro que lhes deixaremos num baú de dívidas e problemas. Vários (eleitos por muitos de nós – cúmplices involuntários do sistema) que supostamente eram incorruptíveis,

pois pugnavam pela res publica, não o foram. Pelo contrário, não eram de todo destituídos de ambições pessoais e lançaram o país na situação caótica em que o mesmo se encontra. Em honra da verdade, não podemos permitir‐nos permanecer nesta vida de ignomínia semiconsciente em que nos encontramos. Lutemos todos diariamente por um tempo que resista aos avatares do destino e recordemo‐nos que, quando urge agir, construir, reformar, melhorar, evoluir…todos temos responsabilidades e não só alguns, poucos. Não podemos permanecer no marasmo da crise e demitir‐nos (pela desmotivação e passividade) da missão que cada um de nós abraçou. Vamos afirmar‐nos em tom categórico como portugueses ativos, práticos e lutadores, como sempre fomos e esqueçamos o fatalismo derrotista que, qual fénix renascida, nos assola periodicamente. Professora: Anabela Ferreira

Na cidade de Nápoles, em Itália, o «Museu de Certosa de S. Marino» tem uma extraordinária coleção de Presépios antigos.


Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Maçaenses pelo Mundo…

(Olá! Sou o João e sou português!) Estou em Shanghai, na China, num programa de exchange do meu mestrado em Corporate Finance and Control da universidade Católica Portuguesa. Ao mesmo tempo, estou a fazer um estágio em consultoria financeira na BWA, uma empresa de vinhos com capital italiano e português. Está a ser uma experiência sem precedentes, apesar de já ter morado em dois outros países: Eslovénia, onde fiz o meu programa Erasmus durante a minha licenciatura em gestão, e Austrália, Sydney, onde durante 6 meses estudei, trabalhei e viajei. Na China, as coisas funcionam de maneira muito diferente: somos confrontados com dificuldades que começam com a língua, diferença cultural, comida, passado histórico, religião e até com as amizades que têm de ser consideradas para nos sentirmos integrados neste país que, por um lado, é das maiores potencias económicas e, por outro, está tão longe do que isso pode representar por ser tão atrasado em alguns aspetos como a higiene, a saúde, a liberdade de expressão e até na política, no que se refere às famílias, por só poderem ter um filho. Uma diferença cultural que me leva a lidar constantemente com situações inesperadas. Devo dizer que não esperava que a diferença cultural fosse tão grande, primeiro porque praticamente ninguém fala inglês o que nos altera o dia‐a‐dia por completo e muitos dos chineses mais velhos, como os taxistas, não sabem ler pinyin, o que nos obriga a escrever em caracteres. Resultado: a maioria das vezes que apanho um táxi não vou parar ao sítio certo, e numa cidade que tem duas vezes a população de Portugal o sentido de orientação é constantemente testado! A minha recomendação é que façam programas deste género pelo mundo

(Erasmus, Da Vinci, Inov, ou mesmo viagens por conta própria) para se enriquecerem não só a nível académico, mas também a nível pessoal e cultural. Cada vez mais vivemos num mundo global e é importante sermos competitivos e conhecermos os nossos limites! João Augusto Clemente Ribeiro, 23 anos, antigo aluno da escola de Mação, China, 2012.

Velho continente Outrora Pangeia Único continente Que se abriu como uma teia E se tornou imponente Primeiras civilizações Aqui se formaram Entre muitas ambições Grandes guerras se travaram

Mais tarde se uniram Com o Tratado de Roma começava E com a CEE surgiram Mas a guerra ainda não acabava

Foi então que o muro caiu E toda a gente saltou de felicidade A Europa pediu Paz e nada de maldade

HERÓIS

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Identidade

Mãos na Massa

Em certas alturas, apetece‐me o impossível… sei lá… não ser, não estar, não ter… Decerto são estes os espaços de um certo pousio em que a mãe Terra acolhe o descanso da minha natureza. Mas, também esse tempo é fértil e muito produtivo no futuro. Sem me alhear, mas porque estar empenhada neste preciso momento é unicamente trabalhar… trabalhar… e, conscientemente dar uma pausa às inquietações. Aproximamo‐nos de uma estação do ano de tranquilidade e quase morte a que se segue a pujança da primavera. Penso neste momento ser o tempo de “mãos na massa” corresponder a uma certa quietude de ideias. A todos os leitores o melhor Natal de sempre. Professora Etelvina

Guilherme Antunes Veríssimo, 5º A Nº 8

O João, na China.

Avó de Joana

Os meus Heróis

Uma composição fotográfica que o João nos enviou, da China.

O meu herói não é uma pessoa, mas sim três, três pessoas que já não tenho mais perto de mim. Os meus heróis são: o meu avô materno, António, e as minhas duas avós, a materna, Marcelina, e a minha avó paterna, Mª de Jesus. Para mim, eles foram os meus grandes heróis porque, quando eu precisava, estavam sempre lá. Quando nasci, fui viver com os meus avós maternos, porque os meus pais não se davam muito bem, foram eles que cuidaram de mim para a minha mãe ir trabalhar, e eles, já idosos, sempre me deram muito amor e, por isso, me fizeram o que sou hoje. A minha avó paterna sempre foi a minha melhor amiga, mesmo às vezes sendo um pouco má em relação à minha mãe, mas, quando eu precisava, ela estava sempre lá. Com tudo isto, queria tê‐los cá, pois perdi‐os muito cedo e muito junto uns dos outros. Custou‐me muito e ainda hoje não me acostumei a não tê‐los aqui ao meu lado. Em suma, por tudo o que fizeram e foram para mim, eles são os meus únicos heróis. Joana Estrela, nº10, 12ºB

Existem Heróis?

Como podem ver o título é constituído por uma pergunta e neste pequeno texto tentarei responder acerca do que penso sobre este tema. Para mim, existem heróis, não são aqueles que têm poderes, mas sim aqueles que salvam vidas como os bombeiros, os médicos, os enfermeiros, entre outras profissões que ajudam a salvar vidas, até mesmo pessoas civis, que não fazem parte de nenhuma profissão e que salvam pessoas. Mas, para mim, os mais heroicos dentro de todas as profissões são os bombeiros. Porquê? Porque, para mim, são eles que arriscam tudo para ir salvar alguma coisa que esteja em perigo. Quando se chama alguém para ir socorrer uma pessoa, eles são os primeiros a chegar lá, tanto para socorrer alguém como para ir salvar bens, como nos fogos. Eles colocam a sua vida em risco para salvar alguma coisa. Nestes heróis existem os municipais e os voluntários e para mim eles são iguais, porque são eles que saem para ir socorrer alguém. Terminando o meu texto, percebe‐se que eu valorizo muito as pessoas que entregam as suas próprias vidas, que colocam a sua vida em risco para ir salvar alguma coisa. Querendo dizer com este texto que os bombeiros são para mim uns verdadeiros heróis e não estou a dizer isto por o ser, porque, mesmo antes de o ser, já os achava uns verdadeiros heróis e não querendo dizer com isto que outras pessoas o não sejam também. Rui Dias, 12ºB Nº16

Quem é o teu herói?

Para mim, um herói é um bombeiro sim, mas penso que toda a gente acha que um bombeiro é um herói, por isso os meus heróis são os meus pais. Os meus pais são os meus heróis, porque sempre que preciso deles por algum motivo, eles estão cá sempre e apoiam‐me no que preciso, sempre. São os meus pais que me animam quando estou triste e me fazem as vontades quase todas. Hoje, se sou o que sou, é graças a eles, porque me deram educação e me ensinaram como lidar com as várias vicissitudes da vida. Foram os meus pais que me ensinaram a andar, a comer, a falar, afinal nós somos o espelho da nossa mãe e do nosso pai. São eles que nos ensinam tudo, logo deveriam ser os principais heróis para todos os filhos. Os bombeiros também são heróis, salvam vidas, dão a sua vida pela dos outros e isso é um grande ato de coragem. Penso que devemos dar muito valor aos nossos heróis, porque nos ajudam sempre que precisamos. Patrícia Tomás Nº13 12ºB


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Ciência & Tecnologia

Do infinitamente pequeno se faz o infinitamente grande

Como somos? Que materiais nos rodeiam? O que comemos? O que respiramos? De que são feitas as nossas roupas? Os nossos pertences? Tudo, tudo, tudo? Na essência tratam‐se das mesmas partículas, protões, neutrões e eletrões (sendo que estes ainda são constituídos por partículas mais básicas – quarks, leptões e bosões), de dimensões infinitesimais, cuja existência está largamente aceite por toda a comunidade científica, mas que é impossível ao olho humano ver. E como o Homem gosta de ver para crer! A singularidade de cada elemento presente na natureza resulta da associação, em diferente número, destas três partículas, com principal atenção às duas primeiras. Estas são tão importantes que classificam o elemento: do número de protões resulta o número atómico, Z, e do de neutrões e protões (totalidade das partículas no núcleo de um átomo) definem o número de massa, A. Todos os átomos que apresentem o mesmo

Geocaching

Caça ao Tesouro, orientada por satélite O Geocaching é uma atividade ao ar livre baseada na "caça ao tesouro", na qual se utiliza um recetor de navegação por satélite (Sistema de Posicionamento Global ‐ GPS) para encontrar uma "geocache" (ou simplesmente "cache") colocada em qualquer local do mundo. Uma cache típica é uma pequena caixa, fechada e à prova de água, que contém um livro de registo (logbook) e alguns objetos, como canetas, afia‐lápis, moedas ou bonecos para troca. Normalmente as “geocaches” pretendem divulgar locais de valor arquitetónico, histórico, cultural, natural, etc. Por vezes, para localizar a “geocache”, torna‐se necessário resolver problemas e enigmas, que podem estar relacionados com diversas áreas do conhecimento. Uma das características que diferencia o geocaching de outras atividades é o esforço feito no sentido de preservar a natureza e criar consciência ambientalista. Para tal, é normalmente pedido aos utilizadores que removam algum lixo das áreas onde praticam geocaching ("Cache In, Trash Out" ‐ CITO) e que deixem as áreas visitadas iguais ou em melhor estado que as encontraram ("Leave No Trace", "Take Nothing But Photos, Leave Nothing But Footsteps"). É usual também a realização de eventos CITO listados em http://www.cacheintrashout.com/ que envolvem milhares de geocachers em todo o mundo, limpando uma área em particular. Numa cache tradicional, um geocacher coloca o livro de registos, caneta ou lápis e os pequenos tesouros, num saco à prova de água, e depois anota as coordenadas (latitude e longitude) da cache. Estas, em conjunto com outra informação sobre o local do esconderijo, são publicadas na Internet. Os outros geocachers, os descobridores, leem essa página e, com recetores GPS, procuram‐ na. Quando o conseguem, assinam o livro de registo da cache e registam o achado na mesma página da Internet. Os Geocachers são livres de colocar ou retirar objetos da cache, normalmente por troca de coisas de pequeno valor, de modo a haver sempre qualquer recordação para trazer. Algumas caches contêm o que se chama de "travel bugs" ou "geocoins" ‐ objetos que se deverão mover de cache em cache, e cujos percursos são registados online.

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte Z, pertencem ao mesmo elemento e têm diversidade, continuam a ser as de Hélio (com 2 protões e 2 neutrões). Ou as mesmas propriedades. Também é substâncias menores as mais abundantes seja, por maiores que queiramos ser … segundo este item que os elementos se no Universo. E que imensamente grande é continuamos no reino das partículas encontram organizados na Tabela Periódica o Universo! Em particular, cerca de 60% é pequenas. Professora Luisa Gonçalves cuja organização teve início em 1869 por hidrogénio (apenas com um protão) e 36% Dmitri Mendeleiev. Já os isótopos são átomos de um mesmo elemento cujo número de neutrões, e consequentemente o de massa, são diferentes. A sua utilização é muito importante por exemplo na medicina e datação de fosseis, por permitirem uma avaliação e acompanhamento de radiação emitida. Existem cerca de 118 elementos diferentes, sendo que alguns foram construídos laboratorial‐ mente e ainda não está validada a sua existência. Com estes elementos são construídas todas as substâncias – moleculares, iónicas ou atómicas, existentes no planeta Terra, seres vivos ou inertes, e mesmo em todo o Universo. Os elementos são comparáveis a letras, enquanto As particulas subatómicas são demasiado pequenas para poderem ser vistas diretamente, por isso precisamos as substâncias o são a palavras. de as detetar de forma indireta, como nesta imagem de uma câmara de bolhas, que mostra os rastos No entanto, apesar de tanta deixados pelas partículas à saída de um acelerador de partículas. Existem vários tipos de caches, como por exemplo: ‐ Cache Tradicional ‐ este é o tipo original de geocache composto, no mínimo, pelo livro de registo. Recipientes maiores, normalmente, incluem objetos para troca e os recipientes "nano" (tamanho da cabeça do dedo mindinho) ou "micro" contêm apenas o livro de registo. ‐ Multi‐cache: necessita de uma visita a um ou mais pontos intermédios para determinar as coordenadas da cache final. ‐ Cache‐mistério: necessita que o geocacher resolva um puzzle para encontrá‐la. ‐ Cache‐evento: um encontro de geocachers. ‐ Virtual: local a visitar sem caixas escondidas, mas que, supostamente deve ter algo bonito ou interessante. A visita terá que ser provada através da revelação de algo que garanta que o geocacher esteve presente. A comunidade portuguesa de praticantes tem vindo a crescer a cada ano, assim como o número de “geocaches” colocadas. No mapa apresentado estão representadas as caches atualmente existente no concelho de Mação. Assim, podemos encontrar multi‐caches caches na sede do concelho, Aboboreira e Envendos e clássicas em Castelo Velho do Caratão, Azenha do Cavaco, Conheira da Lagoa, Cobragança, Cruzeiro da Amêndoa, Lage, S. Gens, Castro de São MigueL, Alto do Poio (Rouqueira), Queixoperra, Monte Penedo, Ortiga, Praia Fluvial de Ortiga, Anta da Foz do Rio Frio, Envendos, Praia Fluvial do Carvoeiro,… No endereço oficial do Geocaching (http://www.geocaching.com) encontram‐ se todas as informações complementares que se pretendam sobre esta atividade. Profª M. Manuela M. Alves

O logotipo oficial do Geocaching.

Gemínidas

Ao contrário das imagens popularizadas pelo cinema, numa chuva de meteoros não se vêm centenas de meteoros em simultâneo no céu. Tipicamente vemos apenas um meteoro de cada vez, tendo de esperar cerca de um minuto para ver o próximo. Uma vez que estas chuvas apenas ocorrem quando a Terra encontra um destes rastos de cometa, apenas ocorrem em determinadas épocas do ano, bem conhecidas dos astrónomos. As chuvas de estrelas recebem um nome derivado da constelação de estrelas a partir da qual parecem vir os meteoros. A próxima chuva de meteoros irá ocorrer, aproximadamente, entre os dias 13 e 14 de dezembro. Como esta chuva parece vir a partir da constelação de Gémeos, os meteoros são denominados Gemínidas. Os grandes inimigos que nos impedem de apreciar convenientemente uma bela chuva de estrelas são: as nuvens, porque os meteoros ardem muito acima da camada de

As Gemínidas são consideradas a melhor chuva de estrelas de todo o ano. Provavelmente já todos nós, em alguma altura, fomos surpreendidos por um súbito risco de luz no céu noturno. Popularmente esses riscos de luz são conhecidos como estrelas cadentes (estrelas que caem), mas se observarmos com atenção, depois da suposta queda da estrela, não desaparece nenhuma estrela do céu. Na verdade não é nenhuma estrela que tenha caído, é um meteoro, e um meteoro é apenas um pequeno pedaço de matéria sólida (tipicamente rochas) que penetra na atmosfera terrestre. Ao entrar em contacto com a atmosfera, sofre um atrito tão forte, devido à sua enorme velocidade, que alcança temperaturas altíssimas (de milhares de graus), ficando incandescente e evaporando‐se no céu. É essa incandescência que vemos formar um risco no céu noturno. Raramente um meteoro atinge a superfície da Terra, limitam‐se a evaporar devido às temperaturas criadas pelo atrito, muito alto na atmosfera. Mas quando o meteoro é de uma dimensão maior e consegue atingir a superfície passa a chamar‐se meteorito. À medida que o planeta Terra faz o seu movimento Apesar da foto, é bastante raro ver dois meteoros em simultâneo. de translação à volta do Sol, interceta as órbitas de outros nuvens; a Lua, pois o seu brilho intenso pode ofuscar o brilho dos meteoros e o frio, corpos celestes, chamados cometas. Os cometas são pequenos (quando que pode afastar o mais resoluto dos E acreditem, a fazer comparados com a Terra) corpos celestes, astrónomos. astronómicas apanha‐se que têm uma órbita à volta do Sol e que observações libertam gases e poeira ao longo da sua mesmo muito frio. órbita. Notem que o termo "poeira" quando Este ano, as Gemínidas coincidem com a aplicado ao rasto deixado por um cometa Lua Nova, por isso o brilho da Lua não vai pode referir‐se a pedaços de rocha com ofuscar os meteoros. Agora basta esperar que não haja nuvens e proteger‐nos bem do algumas centenas de kilograma... Quando a Terra cruza um destes rastos de frio para podermos apreciar um dos mais cometa dá origem a um fenómeno belos espetáculos proporcionados pela conhecido por "chuva de estrelas". Nesta Natureza. "chuva" são visíveis dezenas ou centenas de Para mais informação sobre este e outros meteoros por hora, enquanto que numa assuntos astronómicos, visita: noite "normal" temos sorte se conseguirmos http://astropt.org Professor Ilídio Vicente ver um meteoro.


Voyager

O programa Voyager, da agência espacial americana (NASA), criou e lançou para o espaço em 1977 duas sondas não tripuladas, a Voyager 1 e a Voyager 2. Ambas as sondas tinham a missão de estudar os planetas gigantes do sistema solar: Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno, aproveitando um raro alinhamento dos planetas que apenas ocorre a cada 177 anos. Foi uma missão muito ambiciosa, pois nunca tinham sido enviadas sondas para tão longe e muitos dos equipamentos e ideias utilizados na elaboração da missão nunca tinham sido testados em "ambiente real".

COLUNA GEEK Ciência & Tecnologia

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte Foi assim com grande satisfação para os cientistas da missão, que ambas as naves não apenas cumpriram totalmente os objetivos, mas os ultrapassaram largamente. Continuam hoje em dia a funcionar e enviar informações regularmente para a Terra, 35 anos depois do seu lançamento e mais de 20 anos depois de ter terminada a sua missão original. Neste momento, ambas as naves Voyager são os objetos humanos mais longínquos e encontram‐se no que é considerado o limite do Sistema Solar. Podes saber mais em: http://voyager.jpl.nasa.gov Professor Ilídio Vicente

Geeks of the world, unite!

Esta coluna é dirigida aos mais tecnologicamente inclinados, aqueles que respiram tecnologia, aqueles a quem os amigos vão perguntar como é que se instala a impressora ou como é que se faz determinada coisa no computador. Enfim, aos geeks. Este espaço é interativo e colaborativo. Se queres participar com comentários, artigos, ideias, etc, podes dirigir‐te ao jornal online, onde esta coluna tem continuação. http://verdehorizonteonline.com Professor Ilídio Vicente

Debian GNU/Linux

Voyager 1

Lágrima de preta

Encontrei uma preta que estava a chorar, pedi­lhe uma lágrima para a analisar. Recolhi a lágrima com todo o cuidado num tubo de ensaio bem esterilizado.

Olhei­a de um lado, do outro e de frente: tinha um ar de gota muito transparente.

António Gedeão

Rómulo Vasco da Gama de Carvalho (Lisboa, 24 de Novembro de 1906 ‐ Lisboa, 19 de Fevereiro de 1997), português, foi um químico, professor de Físico‐Química do ensino secundário no Liceu Pedro Nunes e Liceu Camões, pedagogo, investigador de História da ciência em Portugal, divulgador da ciência, e poeta sob o pseudónimo de António Gedeão. Pedra Filosofal e Lágrima de Preta são dois dos seus mais célebres poemas. Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_ Gede%C3%A3o

Mandei vir os ácidos, as bases e os sais, as drogas usadas em casos que tais.

Ensaiei a frio, experimentei ao lume, de todas as vezes deu­me o que é costume: Nem sinais de negro, nem vestígios de ódio. Água (quase tudo) e cloreto de sódio.

António Gedeão

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O Windows é para bebés. Geek que se preze usa Linux, MacOS ou BSD! Apesar de ao olharmos à nossa volta, parecer que o mundo da informática pertence à Microsoft, na verdade há vida para além do Windows. Até há muitas áreas da informática em que o Windows joga na 2ª divisão, como por exemplo os supercomputadores ou os servidores de internet (que na sua esmagadora maioria usam linux) e até nos smartphones (onde o vencedor é o Android, que usa uma versão modificada de linux). Existem muitas versões de linux (talvez até demasiadas), mas uma das mais usadas é o Debian GNU/Linux (ou só Debian, para os amigos). O próprio Ubuntu (a versão linux mais conhecida) é baseado em Debian. O Debian tem uma merecida reputação de ser um sistema estável e robusto e como todos os sistemas Linux tem uma excelente relação qualidade/preço. É que, ao contrário do Windows ou do MacOS, o preço do Linux é... 0 €. Sim, isso mesmo, o Linux é (e sempre será) gratuito. Mas mais do que isso é open source. Isto significa que além de se poder usar, copiar, emprestar e dar, o Linux pode ser modificado à vontade (por quem souber programar). Curiosamente, a licença de utilização do Linux não permite que seja vendido. Então se o Linux em geral e o Debian em particular são esta maravilha tecnológica e económica, porque é que não são muito mais divulgados que o Windows? Considerações económicas/ financeiras/ políticas à parte, a principal desvantagem do Linux é que não é muito bom para jogos (embora isso esteja a mudar, pesquisem o que anda a fazer a Valve). Linux é excelente para trabalhar, além de ser praticamente imune a vírus, é muito mais estável e configurável que o sistema operativo das janelas, mas (talvez por isso mesmo) é muito mais exigente. Nos últimos anos esta situação tem vindo a mudar lentamente e na atualidade o linux é muito mais "amigo do utilizador", permitindo até escolher várias interfaces gráficas altamente personalizáveis. Acham que nunca usaram linux? Estão enganados. Além do sistema Android dos smartphones, quase todos os routers, pontos de acesso sem fios e caixas descodificadoras de TV (Set Top Boxes) usam alguma forma de linux. Mas no desktop o linux também se destaca. Na verdade, todo este jornal foi construído em sistemas Debian GNU/Linux, usando software também ele open source (programa de edição eletrónica Scribus e programa de edição de imagem GIMP). Professor Ilídio Vicente

Após pouco mais de um mês (foi lançado a 26 de outubro) o Windows 8 ainda não conseguiu ganhar a preferência dos utilizadores. Traz uma nova interface, chamada Metro, que tem gerado alguma polémica, pois acaba com o familiar "botão iniciar" e resume toda a interação com o utilizador através de mosaicos retangulares interativos. Existe um "modo de compatibilidade" para as aplicações das versões anteriores de Windows, mas a Microsoft está a promover fortemente a nova interface. O Metro unifica as interfaces da versão desktop e mobile do Windows, tornando o ambiente único e familiar, independentemente do dispositivo utilizado. Esta nova interface tem encontrado alguma resistência por parte dos utilizadores, tanto dos novos como dos mais experientes. No entanto, após algum tempo de utilização e habituação, os utilizadores têm vindo a afirmar que é uma interface limpa, rápida e eficaz. Será que desta vez a Microsoft acertou no design da interface? E tu, já experimentaste o novo Windows? O que achaste? Professor Ilídio Vicente

QR Codes

Sabes o que é um QR code? Um código QR (Quick Response) é um tipo de código de barras a duas dimensões que permite armazenar entre algumas dezenas até cerca de três kilobytes de informação. Foram desenvolvidos em 1994 pela Toyota como uma forma rápida e prática de identificar os veículos durante o processo de fabrico. Atualmente são bastante usados na área da publicidade e marketing, pois permite transmitir rapidamente um texto ou URL (endereço de internet) de um meio impresso (jornal, revista, etc) para um dispositivo móvel (smartphone, tablet), desde que o dispositivo esteja a usar um software que consiga ler códigos QR. Ao longo deste jornal já te deves ter deparado com alguns destes códigos QR. Se tens uma smartphone com Android, Windows Mobile ou um iPhone, podes instalar uma aplicação para ler códigos QR (há muitas gratuitas) e depois basta apontar a câmara para o código. Experimenta ler o código no final deste artigo. Professor Ilídio Vicente


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Culinária

Benefícios do Chá para a saúde!!!

Entre os séculos XVIII e XIX, o chá esteve no âmago de uma enorme polémica: havia uma crescente preocupação de que o consumo excessivo de chá pelas classes trabalhadoras acabaria por tornar essas pessoas melancólicas e sem força para trabalhar! Escusado será dizer que essa preocupação não atingia as classes altas que, nessa época, não precisavam de laborar! A partir de meados do século XIX, e com a ajuda do Movimento de Temperança, que pretendia diminuir o consumo de álcool, o chá passou a ser um substituto do mesmo. Hoje, é a bebida mais consumida no mundo, logo depois da água, e os seus benefícios para a saúde são mais que muitos! Saboroso e com poucas calorias, disponível em dezenas de sabores e recheado de antioxidantes, já estas quatro características são mais que suficientes para se entregar à “chá‐mania”! Mas há mais… ao longo dos últimos anos, os estudos em torno desta bebida secular têm‐se multiplicado e os benefícios para a saúde também!

Principais benefícios

Graças aos seus poderosos antioxidantes – os polifenois – o chá traz inúmeras vantagens para a saúde física e mental: ‐ melhora os níveis de concentração ‐ aumenta os níveis de energia ‐ é um estimulante do bem‐estar geral ‐ pode ser utilizado como prevenção e tratamento de aterosclerose (a formação de placas nocivas nas paredes das artérias e que pode levar à sua obstrução completa)

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte ‐ é ótimo na prevenção da diabetes ‐ diminui o risco de doenças cardiovasculares ‐ previne contra o cancro (inibe o desenvolvimento de células cancerígenas, impede o fornecimento de sangue ao tumor e incentiva a autodestruição das próprias células cancerígenas) ‐ contribui para a diminuição dos níveis de “colesterol mau” (LDL – lipoproteína de baixa densidade) ‐ melhora o metabolismo lípido ‐ tem um efeito anti‐bacteriano significativo ‐ purifica o organismo, eliminando toxinas ‐ combate a retenção de líquidos

Sabores saudáveis

Com mil e um sabores para provar, são vários os chás que apresentam soluções deliciosamente saudáveis para problemas específicos. É o caso destes chás: É anticancerígeno, diurético e adelgaçante. Mas não só. Veja tudo o que esta bebida pode fazer por si Não é um medicamento, mas os seus benefícios para o organismo são variados. Existem várias espécies de chá. Conheça as vantagens de cada um.

Verde

Produz uma infusão de cor verde jade e um suave e relaxante odor a verduras frescas. É o menos oxidado e, por isso, preserva uma maior quantidade de catequinas (fitonutriente com uma forte ação antioxidante).

Preto

É o mais aromático e o mais forte. As suas folhas em água a ferver produzem uma bebida castanha avermelhada com um aroma semelhante ao do malte.

Branco

Resulta da infusão de chá com folhas jovens, que não sofreram efeitos de oxidação. É o mais suave e delicado (e também o mais caro e difícil de encontrar). O melhor é mesmo experimentá‐los todos!

Pronto a servir

Esqueça o chá engarrafado, preferindo sempre o chá fresco, fervido na hora com recurso às práticas saquetas ou então com ervas e folhas soltas, deixando‐as “marinar” durante 3 a 5 minutos, para poder retirar e aproveitar ao máximo os seus compostos mais benéficos. Se está a tentar emagrecer, troque o açúcar por mel, algumas rodelas de limão, um pau de O chá é sempre uma excelente bebida. canela ou beba‐o tempo de infusão dos habituais 3 a 5 simples! Evite ainda adicionar leite – para minutos para 45 segundos. Depois, além de cortar nas calorias, continua a desfaça‐se dessa água, mantendo apenas a assegurar os benefícios cardiovasculares do saqueta ou as ervas/folhas, verta uma chá, eliminados quando se junta leite ao nova quantidade de água fervida sobre as chá. mesmas, respeitando agora o tempo de Se, por outro lado, está a tentar reduzir o infusão habitual. consumo de cafeína, também pode contar Quer melhores motivos para planear o seu com o chá: uma chávena de chá preto tem próximo chá das 5? um terço da cafeína presente num café e o Texto adaptado do site : chá verde contém apenas um sexto desse http://vilamulher.terra.com.br/beneficios‐do‐ valor. Para reduzir ainda mais a quantidade cha‐9‐3405952‐58746‐pfi‐terezamorais.php de cafeína presente no chá, diminua o

Noite de Natal… Uma Noite Especial…

Gosto dos que sonham enquanto o leite sobe, transborda e escorre, já rio no chão, e gosto de quem lhes segue o sonho e lhes margina o rio com árvores de papel. Ingredientes

Alexandre O’Neill

1 litro de leite meio gordo/magro 1 lata de leite condensado 4 colheres de sopa de chocolate em pó 2 colheres de sopa de farinha de milho canela em pó para polvilhar

Modo de preparar

Bater todos os ingredientes no liquidificador ( menos a canela); Levar a lume brando até o líquido ferver e engrossar.Servir em chávenas polvilhadas com canela. Pode decorar com chantilly se pretender um aspeto mais requintado.


Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Filhoses de Cenoura

Ingredientes: 500g de cenouras (peso descascadas) 500g de açúcar 500g de farinha (Branca de Neve tradicional) 5 ovos 1 colher de chá de fermento Royal sumo e raspa de uma laranja raspa de 1 limão óleo para fritar açúcar e canela para polvilhar Preparação: Coza as cenouras com água e sal, uns 30 minutos, escorro‐as e deixe arrefecer num passador. Num alguidar suficientemente grande, coloque as cenouras e triture com a varinha mágica, depois junte os restantes ingredientes e continue a bater tudo com a varinha, até a mistura não apresentar caroços e começar a fazer bolhas. Mistura‐se canela com o açúcar. Coloca‐se um prato com papel de cozinha, para as escorrer depois de fritas. Um pirex

Canja de Camarão

Ingredientes: ‐ camarão ‐ cebola ‐ alhos ‐ folha de louro ‐ arroz ‐ azeite Confeção: Para aproveitar a água de cozer os camarões, pode optar por esta canja.

para as colocar depois de polvilhadas. Colocar uma frigideira funda e larga com bastante óleo e colocar a aquecer, mas não muito, têm de ser fritas lentamente, se não fritam por fora e ficam cruas por dentro. Pelo mesmo motivo não se pode fazer as filhós muito grandes, que vai empurrando para a frigideira com o dedo. Normalmente estas filhós viram sozinhas, por isso é importante que tenha óleo suficiente e, se necessário, vai‐se acrescentando mais, se faltar, mas às vezes é necessário virá‐las. Conforme se vão fritando, retiram‐se com uma espumadeira e vão‐se colocando no prato com papel de cozinha, depois coloca‐se outras a fritar e passam‐se as primeiras por açúcar e canela. NOTA: Esta receita pode trocar a cenoura pela abóbora. Chefe Carlos Pereira

Assim, depois de coada a água da cozedura, junte‐lhe uma cebola bem picada, dois a três dentes de alho esmagados, uma folha de louro, o azeite e o arroz. No final retire a folha de louro e sirva. Se gostar, pode aromatizar, juntando um molhinho (atado) de cheiros que retira antes de servir. Experimente colorir com açafrão e juntar coentros picados na hora de servir.

Bacalhau em Prata com Presunto

Para 1 Pessoa posta de bacalhau do lombo 0,5 dl bem medido de azeite l cravinho dentes de alho 1 cebola l folha de louro 1 raminho de salsa 1 fatia de presunto 1 folha de papel de alumínio Corte a folha de papel de alumínio à medida da posta de bacalhau e coloque‐a sobre um tabuleiro; dê‐lhe forma côncava, deite‐lhe dentro um pouco do azeite e coloque depois o bacalhau enxuto, o cravinho e um dente de alho; regue com

Canapés

Canapés são aperitivos e são servidos antes da refeição. São feitos de modo a comer de uma só vez. OVOS: Pão de forma, manteiga derretida, ovos de codorniz cozidos. Decoração : a gosto. ATUM : Pão de forma, maionese, atum. Decoração: a gosto.

Culinária

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mais um pouco de azeite. Embrulhe o bacalhau com cuidado para que as espinhas não furem o papel e leve ao forno a 200º, cerca de 15 minutos. Entretanto, descasque a cebola e corte‐a às rodelas; leve‐as a fritar no restante azeite quente com o outro dente de alho, picado, a folha de louro e o raminho de salsa. Frite igualmente a fatia de presunto. Retire o bacalhau do forno e, com cuidado, desembrulhe‐o. Coloque‐o num prato de serviço. Por cima, disponha a cebola frita e, ao lado, o presunto. Sirva com batata a murro ou outra do seu agrado. Chefe Carlos Pereira

PASTA DE FIAMBRE : Pão de forma, manteiga derretida, maionese com fiambre. Decoração : a gosto. QUEIJO : Pão de forma, manteiga derretida, queijo. Decoração: Maionese, noz e cominhos em pó. Chefe Carlos Pereira


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Lúdico

Ser estudante é ter a oportunidade de conhecer o mundo. Ricardo Pires nº20 12ºA

Ser estudante é trabalhar para investir no futuro. Sara Oliveira nº23 12ºA

Estudar e ser estudante é algo que nos proporciona um futuro melhor.

Carolina Oliveira nº28 12ºA

Ser estudante é ter a capacidade de encarar o mundo de outra forma. Ana Loureiro Nº6 12ºA

Ser estudante é ter a oportunidade de lutar por um futuro bem sucedido. Vânia Marques Nº27 12ºA

Ser estudante é aprender a viver o futuro com sucesso.

Curiosidades

Fátima Lopes nº17 12ºA

Há números que saem mais vezes e outros que raramente foram sorteados. As estatísticas da Santa Casa da Misericórdia revelam a chave ideal para fazer a sua aposta. Desde 2004, altura em que o Euromilhões nasceu, dos números sorteados semanalmente, os que saíram mais vezes foram o número 50 (saiu 52 vezes), o 19, o 9, e o 4 (saíram 45

TESTE OS SEUS CONHECIMENTOS

1 – Qual dos seguintes cientistas estuda o movimento, as forças e a energia? A ‐ Físico B ‐ Químico C ‐ Biólogo 2 – O que foi inventado por Johanes Gutemberg? A ‐ Esferográfica B ‐ Impressão tipográfica C ‐ Descaroçadora de algodão 3 – O que significa o termo dinossauro? A ‐ Lagarto terrível B ‐ Lagarto gigante C ‐ Lagarto antigo 4 – Qual o instrumento utilizado para medir A ‐ a velocidade do vento? B ‐ Psicrómetro C ‐ Anemómetro D ‐ Barómetro 5 – Qual a parte do olho que não recebe sangue? A ‐ Córnea B ‐ Íris C ‐ Retina 6 – Quem é que tem mais ossos? A ‐ Adulto B ‐ Adolescente C ‐ Bebé 7 – Um neutrão tem uma A ‐ Carga positiva B ‐ Carga negativa C ‐ Carga neutra

Ser estudante é ter a mentalidade que a insistência é a base para o sucesso. Pedro Lopes nº19 12ºA

Ser estudante é ter a oportunidade de fazer a diferença. Adriana Baço 12ºA Nº2

Ser estudante é viver o presente e preparar o futuro. Tânia Marcos Nº24 12ºA

Ser estudante é pensar no amanhã, despertar para um mundo melhor e pensar num futuro promissor. Dulce Cardoso nº11 12ºA

Ser estudante é dar o primeiro passo para o amadurecimento. Adailson Junior nº1 12ºA

Ser estudante é sair do sonho e entrar na realidade. Joana Lopes nº16 12ºA

vezes), e o 12, 21, 36 e 37 (saíram 43 vezes). Nas estrelas, o 3 e o 5 saíram 90 e 89 vezes, respetivamente, sendo os mais sorteados. As estatísticas revelam também que se deve evitar o 28 e o 48, os únicos números que saíram menos de trinta vezes desde 2004. As estrelas a evitar, seguindo o mesmo raciocínio, são o 4 e o 2. Professora Maria José Mendes

8 – O que é mais leve? A ‐ O ar frio B ‐ O ar quente 9 – Um morango é vermelho porque … A ‐ Absorve luz vermelha B ‐ Reflete luz vermelha 10 – Qual é o planeta que é conhecido pelos seus anéis? A ‐ Marte B ‐ Júpiter C ‐ Saturno 11 – Dos seguintes planetas, qual é o que se encontra mais afastado do sol? A ‐ Terra B ‐ Mercúrio C ‐ Júpiter 12 – Quais são as formações que, numa gruta, se elevam a partir do solo? A ‐ Estalagmites B ‐ Estalactites 13 – Qual é o maior? A ‐ Oceano Pacífico B ‐ Oceano Indico C ‐ Oceano Atlântico D ‐ Oceano Glaciar Antártico 14 – Quantos graus é que a terra roda num dia? A ‐ 90 B ‐ 180 C ‐ 360 15 – No dia 9 de maio celebra‐se o dia da … A ‐ Europa B ‐ UNICEF C ‐ Cruz Vermelha Soluções em http://verdehorizonteonline.com

Frases “Ser estudante é…”

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Princípios e Objetivos:

‐ Incentivar a participação dos alunos no planeamento e gestão das atividades desportivas escolares, nomeadamente, no seu papel como dirigentes, árbitros, juízes e cronometristas; ‐ Fazer com que seja observado o respeito pelas normas do espírito desportivo, fomentando o estabelecimento, entre todos os participantes, de um clima de boas relações interpessoais e de uma competição leal e fraterna; ‐ Orientar as equipas desportivas escolares para que tenham sempre presente a importância, através da análise dos fatores

de risco, da prevenção e do combate ao consumo de substâncias dopantes; ‐ Observar e cumprir rigorosamente as regras gerais de higiene e segurança nas atividades físicas; ‐ Oferecer aos alunos um leque de atividades que, na medida do possível, reflita e dê resposta às suas motivações intrínsecas e extrínsecas, proporcionando‐ lhes atividades individuais e coletivas que sejam adequadas aos diferentes níveis de prestação motora e de estrutura corporal; ‐ Dar a conhecer aos alunos, ao longo do seu processo de formação, as implicações e benefícios de uma participação regular nas atividades físicas e desportivas escolares, valorizá‐las do ponto de vista cultural e compreender a sua contribuição para um estilo de vida ativa e saudável; ‐ Proporcionar a todos os alunos, dentro da Escola, atividades desportivas de caráter recreativo/lúdico, de formação, ou de orientação desportiva. Neste novo ano letivo o Desporto Escolar começa mais uma época, nas várias modalidades existentes. Se queres representar a tua escola ao mais alto nível desportivo, inscreve‐te no Pavilhão Desportivo da Escola. Professora: Eva Patrício

Astrologia consumista

coleção, de higiene, relacionados com a saúde.

CARNEIRO

Decoração, arte, alta costura, perfumes, cosmética e bijutaria, molduras, vinhos e objetos aeronáuticos.

TOURO

Seguros, jogos de estratégia e de magia, cofre com segredo, cartas de Tarot, lupa de detetive e livros de Psicologia ou sobre comportamento humano.

GÉMEOS

Dicionários de idiomas estrangeiros, livros ou revistas de viagens, malas e bilhetes de avião e objetos que lembrem viagens de países exóticos ou longínquos...

CARANGUEJO

Imobiliário, objetos de status, canetas, isqueiros, porta‐chaves ou carteiras de marca e todos os objetos que lembrem jardinagem.

LEÃO

Aeromodelismo, telescópios, aparelhagem de Hi‐Fi: gravadores, leitores de CD’s, eletrodomésticos e alguns objetos relacionados com o Espaço.

VIRGEM

Perfumes, livros de poesia, instrumentos de música, bebidas espirituosas, barcos, sapatos e objetos relacionados com cura ou meditação.

Para todos os signos, de acordo com as suas características, há um presente que se adapta perfeitamente ao seu gosto. Carros, cabeleiras postiças, escovas de cabelo, obras de arte, vestuário requintado, perfumes, viagens e objetos que se relacionem com o culto da imagem. Plantas, joias, mealheiros, cartões de crédito, casacos de peles e objetos que transmitam a sensação de riqueza e desafogo material. Bilhetes de avião, bicicletas, roteiros turísticos, livros, canetas, telemóveis e objetos que se relacionem com comunicação ou movimento. Comida, carpetes, pratas e casquinhas, objetos ligados à casa ou à decoração, brinquedos antigos e tudo o que tenha a ver com a infância. Arte, ourivesaria, bijutaria, peles, pintura, escultura, bilhetes para concertos de música, ópera, teatro e objetos de adorno sumptuosos. Animais, plantas, maquinarias, material de escritório, arquivos, pastas, objetos de

BALANÇA

limpeza

ou

ESCORPIÃO

SAGITÁRIO

CAPRICÓRNIO

AQUÁRIO

PEIXES

Astrólogas: Vi&Fá


Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

O ENCANTO DA MATEMÁTICA Operacionalização

Objetos sobrepostos

Lúdico

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Cada foto tem três objetos sobrepostos. Descobre o que cada uma das imagens representa.

Preencher as células vazias com o número correto e as operações algébricas.

Peças da moto

Qual dos quatro opções tem exatamente as peças certas para completar a moto?

Quadratura da Beleza ‐ Dicas de Beleza

Cabelos Secos Para quem tem cabelos secos, pode hidratá‐los em casa. Faça uma máscara com a polpa de meio abacate batido com um pouco de óleo de amêndoa no liquidificador. Olheiras Para o rosto, rodelas de pepino gelado são ótimas para acabar com as olheiras. Técnica de Relaxamento Use a luva esfoliante quando toma banho para esfregar o seu corpo. Misture sal e sabão líquido, em seguida, massaje o seu corpo e verá como fica muito mais relaxado. Antes da maquilhagem Passar com um cubo de gelo na cara para fechar os poros e a maquilhagem durar mais tempo. Dica de Maquilhagem

Nos olhos com um formato equilibrado, aplica‐se uma sombra de cor clara em toda a pálpebra. Com um tom mais escuro, aplique a sombra ao longo do contorno das pestanas superiores e inferiores. Aplique a sombra mais escura na linha que define a parte côncava, e una‐a à linha definida ao longo do contorno das pestanas superiores, formando um V deitado. Esfume a sombra, de modo a que se funda com o olho. Aplique rímel ao longo de toda a pestana. Unhas Fortes Para fortalecer as unhas, mergulhe‐as todas as semanas numa taça de azeite. Pele do rosto Para deixar a pele do rosto sempre fresca, lave‐a com um chá feito com 3 folhas de sálvia ou malva. Em seguida, enxague com água fria. A

pele perderá o aspeto de cansaço. Exfoliantes faciais: ‐Mel e Óleo Johnson Baby (Peles oleosas) 1º lavar bem a cara com água tépida e um sabonete de beleza ou gel de duche; 2º misturar num recipiente o óleo Johnson baby e 2 colheres ( de sobremesa ) de sal grosso; 3º aplicar sobre o rosto fazendo movimentos circulares com as mãos, depois espere durante 10 minutos; 4º retirar o esfoliante com água tépida fazendo movimentos circulares com as mãos sobre o rosto. 5º lavar bem a cara com água tépida e um sabonete de beleza ou gel de duche. Para que dê resultado tem que repetir o procedimento diariamente, pelo menos uma vez ao dia. ‐Mel e Sal grosso(Peles secas)

1º lavar bem a cara com água tépida e um sabonete de beleza ou gel de duche; 2º misturar num recipiente 6 colheres (de sopa) de mel e 2 colheres ( de sobremesa ) de sal grosso; 3º aplicar sobre o rosto fazendo movimentos circulares com as mãos, depois espere durante 10 minutos; 4º retirar o esfoliante com água tépida fazendo movimentos circulares com as mãos sobre o rosto; 5º lavar bem a cara com água tépida e um sabonete de beleza ou gel de duche. Para que dê resultado tem que repetir o procedimento diariamente, pelo menos uma vez ao dia. Colaboração de: Ana Ambrósio e Carlota Parente, 11º B ‐ Curso Profissional Técnico de Marketing.


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