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Março 2014

NĂşmero dezassete


Direção:

Capa:

Tiragem:

Manuel António Pereira

Toni Afonso

3500 exemplares

Coordenação:

Impressão:

Depósito Legal:

Helena Duarte

Litogaia AG

240864/06

Elisabete Barbosa

info@teq.pt

Layout: Licínio Sardinha Fotografia: Sónia Botelho

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s nos s nos encontramos! encontramos!

Índice: Prémios.............................. ........5 Opinião..........................................................8 Ambiente............................................12 Concursos..................................................14 Atividades...........................16 Comemorações....................................30 Literário............................40 CEF’S..........................................44 TEIP............................................................48 Biblioteca Escolar 1º Ciclo.........................50 English page...........................................................52 Page du Français.......................................53 Comenius...........................................57 Espaço Alunos..................................58


EDITORIAL

O

ano letivo já vai a meio e a verdade é que continuamos a ter a impressão que ainda mal começámos. Isto porque o tempo é escasso e a dimensão das nossas obrigações é tal que as horas dos dias não bastam. Queremos que os nossos alunos cresçam de forma equilibrada, que vejam o mundo de forma proativa e que, eles próprios, façam parte deste grande desafio que é ajudar a construir um futuro melhor. Um futuro onde a vida seja encarada com um sorriso e com a certeza de que todos fazemos parte deste grande desígnio que é dar e receber, isto na linha de André Maurois quando diz que “ a vida é um jogo do qual ninguém pode retirar-se, levando apenas os lucros”. Não nos basta trabalhar muito, desenvolver os melhores projetos ou dar os melhores apoios. Precisamos que a comunidade tome consciência que, ela própria, também tem que fazer parte desse grande desafio. Nada se consegue sem esforço e, quando este é partilhado, o sucesso está sempre mais próximo. Cada vez mais, sentimos que o valor do trabalho tem vindo a esmorecer nas práticas diárias de alguns dos nossos alunos, isto porque é quase tudo gratuito, recebido sem esforço e sem necessidade de empenho pessoal imediato. Este, um dos grandes desafios da escola de hoje. Só com trabalho dedicado e empenhado se consegue atingir a excelência. Então, como fazer para ganhar aqueles alunos que, habitualmente, recebem sem nada ter que dar em troca e que desistem antes da primeira gota de suor? Não temos respostas, mas tudo fazemos para inverter esta forma de estar, trabalho árduo que nem sempre nos garante a certeza de estar a seguir o caminho certo e que se transformou no principal dilema da escola dos nossos dias. Esta competição diária obriga a repensar a escola todos os dias e obriga também a que se articulem estratégias conducentes à sua revalorização. Isto, porque a escola de hoje tem que se impor pela qualidade do que oferece, pela sua dimensão 2

europeia, e pelas mais-valias que daí resultarão e não pela vã ideia da sua inquestionabilidade. Este ano letivo começou com alterações substanciais no quadro docente do Agrupamento. Chegaram professores novos, partiram professores que muito ofereceram a esta comunidade, uns e outros imbuídos da vontade de contribuir para o sucesso da mesma. Para os primeiros, um agradecimento sincero, para os outros o desejo de adaptação rápida. Todos deram e darão o seu contributo para uma comunidade mais coesa e mais equilibrada. Aliás, a mudança é quase sempre um processo de crescimento e, nesse sentido, podemos afirmar que mudaram os atores, mas não diminuiu a vontade de fazer do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto de Cinfães, uma referência de que todos se orgulhem. Também motivo de grande orgulho são os laços que se vão mantendo entre os que por aqui passaram e a escola. De facto, a manutenção dessa relação é a prova de que esse tempo foi marcante. Refiro, por exemplo, e poderia referir outros, o professor Licínio Sardinha que, não obstante já ter saído do Agrupamento há dois anos e se encontrar a lecionar nos Açores, continuar a ser o responsável técnico da nossa Revista Escolar, trabalho que faz sem qualquer contrapartida. Uma parceria que nos orgulha e muito dignifica. As atividades realizadas até esta data são muitas e cumprem um plano de atividades ambicioso que já garantiu, este ano letivo, mais um prémio nacional no âmbito do Programa Todos Contam. De facto, recebemos o prémio para o melhor projeto nacional de educação financeira para o segundo ciclo. Motivo de grande orgulho e a prova de que vale a pena investir na inovação. Ainda uma palavra de muito apreço para todos os que, de forma discreta, continuam a ser os pilares fundamentais no equilíbrio constante da escola. Os assistentes técnicos e operacionais que, junto dos alunos, em cada escola, contribuem todos os dias para a melhor integração das crianças e jovens. É desta parceria fundamental, aliada à participação empenhada da Associação de Pais e Encarregados de Educação, que poderemos esperar uma escola com mais sucesso e uma comunidade mais ativa e com melhores perspetivas de futuro. Referimos também o papel fundamental do poder local na persecução desse desiderato. Aliás, cada vez mais às autarquias está reservado um papel principal no processo educativo. Por isso e porque se deu início a um novo mandato autárquico com novos atores, deixamos aqui os votos sinceros de um reforço das parcerias bilaterais com a clara intenção de promover a articulação porque, afinal, somos parceiros neste grande desafio de fazer crescer Cinfães. Para os órgãos eleitos e para a Câmara, em particular, os nossos votos de muito sucesso. Para alunos e professores, o mesmo desafio: Juntos vamos conseguir! Fevereiro de 2014 O diretor Manuel António Pereira


Centro Escolar de Nespereira Inauguração

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arranque do ano letivo 2013/2014 ficou marcado pela inauguração do novo Centro Escolar de Nespereira. Este estabelecimento de ensino agrega, no mesmo espaço, o ensino do Pré-Escolar e do 1º Ciclo para os alunos das freguesias de Nespereira e Fornelos, com cinco salas para o 1º Ciclo e três salas para o Pré-Escolar, com capacidade para um total de 125 e 75 alunos respetivamente. Dispõe, ainda, de uma biblioteca, sala polivalente, copa, sala de professores, gabinete de coordenação, secretaria, sanitários, vestiários e zonas de arrumos. No exterior, podemos encontrar uma horta pedagógica e um recreio coberto e descoberto, com um parque infantil. É uma estrutura que vai, certamente, proporcionar aos alunos ótimas condições para conviver, estudar, aprender…

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Entrega dos prémios do concurso de Postais de Natal!

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o dia 10 de janeiro, teve lugar a entrega dos prémios do concurso de Postais de Natal, promovido pela empresa Resinorte. Ironia do destino, calhou exatamente no meu dia de anos, um dia que eu adoro! O dia estava a correr lindamente, só tinha motivos para isso…mas, quando chegou perto da hora, fiquei muito nervosa, pois odeio ter uma plateia de olhos postos em mim; o sentimento é extremamente desagradável. Lá foram passando as horas e o momento estava prestes a chegar. Já estavam todos na Biblioteca da Escola, ou seja, eu que recebi o 1º prémio mais as minhas duas colegas, Ana Teles do 9ºB e Márcia da Rocha do, 9ºD, que ganharam respetivamente, o 2º e 3º prémios e, claro, todos os outros alunos, professores e funcionários que quiseram assistir ao momento. De repente, entraram o Sr. Diretor da nossa escola e os Senhores que representavam a Resinorte. Um dos representantes da empresa começou logo a interagir connosco, o que me deixou a mim mais tranquila. Depois de uma breve conversa, começam a falar do meu nome e chamaram-me lá à frente para receber o prémio. Sem eu esperar, o Sr. Diretor da Escola anunciou que eu fazia anos e pediu a todos que me cantassem os parabéns. Foi um momento que guardarei para sempre no meu coração. De seguida, entregaram-me o meu prémio (um ipad!) e tirei uma foto juntamente com as outras premiadas. Apesar de estar nervosa, talvez como nunca estive, não esquecerei este dia, pois, para mim, não foi importante o prémio, mas sim o reconhecimento do meu trabalho. Foi um dia verdadeiramente inesquecível! Ana Catarina Pereira, nº 1, 7ºC

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Entrega de Certificados do Quadro de Excelência

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o dia 18 de outubro, realizou-se na nossa escola, uma cerimónia de entrega dos Certificados de Excelência. Nesse dia, ao acordar, senti um “nervoso miudinho”. Era sexta-feira e, por isso, durante a manhã, tive aulas, como sempre, e a tarde passei-a em casa, pois tenho esse tempo livre. Mas nessa tarde as horas passaram muito, muito rápido! Aquele “nervosinho” que senti ao acordar tornava-se cada vez mais intenso! Até que chegaram as 20:30. Cheguei à escola, acompanhada pelos meus pais, e constatei que estavam lá outros alunos com o mesmo objetivo, o que também me tranquilizou um pouco. A cerimónia iniciou-se com um discurso feito pelo senhor Diretor da escola, que agradeceu não só aos alunos, mas também aos pais e professores que contribuíram também para os nossos bons resultados. Depois do discurso feito pelo senhor Presidente do Conselho Geral e pelo senhor Presidente da Associação de Pais, começou, então a entrega dos Certificados a cada aluno. Quando chegou a minha vez de receber o Certificado, senti-me muito feliz e orgulhosa, pois todo o meu esforço feito ao longo do ano fora, naquele momento, reconhecido. Como foi uma experiência excelente, vou fazer todos os possíveis para que, no 9º ano, consiga obter os mesmos resultados, já que a obtenção deste certificado não depende apenas da avaliação interna, mas também da classificação externa obtida nos exames nacionais! Aqui fica um conselho: estudem, pois vale a pena! A sensação de dever cumprido é absolutamente extraordinária!

Inês Ribeiro Valente, 7ºC

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Latvia vs Cinfães

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t has been almost four months since I came to Cinfães. When I first applied for Comenius project, I did not think that I could get here. Portugal is one of those countries where many assistants want to go. I was nicely surprised when I received the letter of approval for my project, where Portugal was mentioned as my destination country. I had been in Portugal before and it stayed in my memories as a beautiful country where warm and always helpful people live. When I arrived here, the first thing what I really enjoyed were the mountains. Latvia’s highest hill is only 300 m high so mountains here in Portugal were a great change from what I am used to. I was very excited about my first day in school. I was surprised when I saw the school for the first time. From seeing it in pictures on the school homepage and knowing the number of students, I thought that the school building would be bigger. However, as I saw later, it is enough; there is more space than it seems from outside. One of the things that I like the most in this school is the school bell. I think it is a very good idea to change the usual sound and replace it with music. I hope that when I go back to my country and start working in some school, this could be an idea which I could introduce there. In general, schools in Latvia are very similar to this school. There are only few differences: one lesson is 40 minutes long; latvian pupils have to pass much more tests during the study year; summer holidays last 3 months and starts from June 1st. All other things are practically the same: school starts at 8.30 am; pupils have to learn mostly the same subjects; etc. Everyone here is doing the best to make me feel good and I really appreciate it, because it is a long time what I am spending away from my home and family. I know that in the end of this project I will miss Cinfães and people here the same as now I am missing my family and home in Latvia. 6

Laura Lazdupa


A visita à escola da escritora Rosa Duarte

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o dia 28 de outubro de 2013, comemorou-se o Dia Internacional da Biblioteca Escolar. Nesse dia, o Complexo escolar de Cinfães recebeu a visita da escritora Rosa Duarte, autora do livro “Histórias com riso, animais com siso”. Quando a escritora chegou, todos os alunos quiseram fazer perguntas, pois estavam ansiosos por conhecê-la e também muito curiosos por saber coisas sobre ela. A escritora contou-nos que gostava muito de ler e escrever, pois a sua área preferida era a escrita. Também disse que tinha sido professora e, quando os seus alunos faziam desenhos e textos, quando os via inspirava-se e daí vinham-lhe as ideias para as suas histórias maravilhosas. Rosa Duarte disse-nos que tinha um cão e uma gata que dormiam juntos; contou-nos que os seus vizinhos encontraram um cão que quase foi atropelado, levaram-lho e perguntaram se queria ficar com ele, o que ela aceitou. A senhora também nos contou que ele é barulhento, mas meigo e que não faz mal a ninguém. A escritora falou-nos de muitas mais coisas e também nos falou da sua infância, quando gostava muito que o pai lhe lesse livros, mas assim que aprendeu a ler e a escrever, começou a fazer composições e a ler as suas próprias histórias. No fim desta apresentação, os meninos que tinham livros, levaram-nos para a escritora assinar e os outros foram dar uma volta ao recreio. Eu gostei muito desta atividade, porque conhecemos uma nova escritora e ficámos a saber muito sobre ela. Ana Carolina Correia,4ºG

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Impossível pensar o Mundo sem Educação

O inverno

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inverno é a estação do ano mais fria e com os dias menores. Chega em dezembro, no mês em que nasceu o Menino Jesus. Na Gralheira, nesta época do ano, o frio aperta de verdade e nós temos de usar os capuchos de burel castanho que para além de nos protegerem do frio, também nos protegem da chuva e da neve. Na nossa terra, a neve surpreende-nos muitas vezes, deixando tudo branquinho. De repente, a Serra de Montemuro fica toda alva e fofa. As crianças, nesta altura, aproveitam para brincar na neve. É uma grande alegria para elas, ver os flocos de neve leves, brancos e fofos a cair. As pessoas mais velhas não gostam tanto da neve, pois não podem ir para os campos trabalhar, os animais não podem pastar e as estradas ficam muito perigosas, por vezes, intransitáveis. Mas que a nossa aldeia fica bonita, toda branquinha, lá isso fica! Bonita e muito sossegada!

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massificação e diversificação da população escolar, bem como as alterações verificadas na sociedade, ao nível dos valores, atitudes e mesmo ao nível profissional, impõem à escola uma grande exi-gência. Na verdade, atualmente, os professores deparam-se com inúmeras questões que requerem respostas imediatas, tais como a proficiência da escola. Esta tem de ensinar tudo e depressa e só um professor/educador reflexivo e cons-ciente das dimensões da ajuda, do afeto e da amizade consegue encontrar saídas para ajudar a enfrentar pro-blemáticas contemporâneas como a violência, a in-disciplina, a toxicodependência, o roubo, a delinquência, enfim, poderíamos desfiar um rol de situações desta natureza, pois elas existem e estão aí perante toda a comunidade educativa. Por isso, é necessária uma articulação real entre a escola, a família e a comunidade.

EB1 da Gralheira

“Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos. Chegamos? Não chegamos? Haja ou não haja frutos, pelo sonho é que vamos. Basta a fé no que temos. Basta a esperança naquilo que talvez não teremos. Basta que a alma demos, com a mesma alegria, ao que desconhecemos e ao que é do dia a dia. Chegamos? Não chegamos? Partimos. Vamos. Somos.” (Sebastião da Gama) Lúcia Araújo da Silva (Docente do grupo 300)

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Uma história (Sobre o currículo oculto)

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requentava eu o 3º ano de escolaridade, na escola primária de um vila da beira Douro, decorria o mês de março de 1965. A professora, uma se-nhora que eu muito respeitava, pediu que fizéssemos uma redação livre, baseada em tema à escolha de cada um. Eu era considerado um bom aluno, e sempre demonstrara especial prazer pela escrita; tal exercício seria realizado sem dificuldade. Mas nesse dia, quando me dirigia à escola assistira à passagem de um funeral de um homem que vagamente conhecia. Sabia que ele era um pouco marginal, dependente do álcool, e que falecera à míngua, abandonado pelos poucos familiares que tinha. A verdade é que não me saía da ideia a singularidade de tal funeral: um caixão, quatro homens, um homem de opa vermelha transportando uma cruz… Tão só! Alguns dias antes assistira a um outro funeral, no qual participara como acompanhante, tendo para mim ficado a imagem que nunca vira tanta gente junta. O defunto era filho de um grande proprietário da região e havia falecido na queda de uma avioneta. Nunca o vira em vida e, como eu, possivelmente a maior parte dos acompanhantes do féretro. Quando a professora pediu a realização da composição, não me saíra ainda da ideia uma questão para a qual não descobria resposta. Por que razão o “Biné”, um homem que todos conheciam, ia para o cemitério “sozinho”, enquanto o “Dr. Tal” tinha tal número de acompanhantes? Claro que escrevi sobre o assunto, terminando a composição com uma afirmação que ainda hoje recordo. Os pobres até na morte são pobres. No dia seguinte, quando a professora entregou as redações, teve o cuidado de me dizer, em tom pouco amigável, que “aquilo não era redação que se apresentasse”. Já na posse do trabalho, reparei que a frase que a senhora professora menos apreciara tinha sido exatamente a última, sobre a qual passara um vistoso traço vermelho. Este episódio nunca me saiu da memória. Por vezes penso na pouca sensibilidade de uma professora que, perante uma tal situação, permitiu que uma criança, chocada e “ofendida”, interiorizasse serem tabu, na escola, questões como a pobreza ou a injustiça. Dr. Manuel António Pereira (1995)

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Jardim de Infância e EB1 de Louredo – Trabalho em equipa

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maior vantagem das pequenas comunidades, sejam elas escolares ou não, é, provavelmente, a marca, a robustez, a solidez das relações sociais e afetivas que proporcionam. Nesta pequena comunidade escolar de Louredo, os laços interpessoais e de proximidade confundem-se com as regras comunitárias e com uma espécie de “familiaridade” que aqui reina. Revelaram-se uma mais-valia para o sucesso das atividades desenvolvidas, que exigiam o envolvimento e colaboração de todos. A escola de Louredo - São Cristóvão de Nogueira (segundo a placa identificativa deste estabelecimento) acolhe neste ambiente de conforto, duas turmas de 1º ciclo e uma do pré-escolar. Ao longo do primeiro período, desenvolveram-se algumas atividades de articulação entre o pré-escolar e primeiro ciclo. Neste contexto de parceria, realizou-se o magusto no recinto da escola com a tradicional fogueira, castanhas assadas e jogos tradicionais, com a colaboração de alguns encarregados de educação. Na festa de Natal, todos os pais contribuíram com géneros alimentícios, para o cabaz de Natal e lanche-convívio. Colaboram também com danças e dramatizações da sua autoria. Outro elemento importante desta comunidade é o Lar de Idosos, que, para nós, é fundamental no desenvolvimento de sentimentos, valores e competências de cidadania. Assim, em janeiro, propomo-nos realizar uma troca de cantares de janeiras já agendada, cumprindo, assim, a atividade singular deste estabelecimento de ensino. A Educadora Edite Andrade

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EB1 DE LOUREDO UMA ESCOLA ABERTA À COMUNIDADE

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oi num ambiente de muita alegria e satisfação que a Escola de Louredo recebeu um grupo de idosos do Lar de São Sebastião (São Cristóvão de Nogueira) que vieram a esta instituição cantar os reis. No passado dia 12 de janeiro, um grupo de idosos e menos idosos, acompanhados pela senhora coordenadora do lar, cantaram e encantaram as crianças, professores e auxiliares de ação educativa desta escola. Bem equipados com alguns instrumentos musicais, cantaram lindas quadras com especiais dedicatórias a todos os elementos do corpo docente deste estabelecimento de ensino, auxiliares e aos alunos de uma maneira geral. Os alunos bateram palmas ao ritmo da música e acompanharam no canto do refrão. Como forma de retribuir a alegria que proporcionaram, a escola ofereceu ao lar duas pequenas telas: uma com um desenho feito pelas meninos do pré-escolar e outra com alguns “pensamentos” que os meninos do 1º ciclo têm dos idosos e da importância dos lares da terceira idade. No final houve um pequeno lanche – convívio. Foi uma atividade muito interessante que vem no sentido dos objetivos do Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas – A abertura e envolvimento da comunidade na escola, para além de se ter dado continuidade a uma tradição, preservando o património oral local. O professor Responsável de Estabelecimento Carlos Pinto

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Ídeias Positivas Embora sejamos poucos alunos valemos por muitos, pois cada um de nós gosta muito de ajudar o nosso Planeta com Ideias Positivas. Desde que usamos os crachás das Brigadas Positivas que não nos esquecemos de alertar os nossos amigos, os nossos pais, os nossos irmãos, os nossos tios, os nossos primos, os nossos avós e outros para serem amigos do Planeta, adotando Ideias Positivas. Como tal, achamos por bem que todos juntos nos lembremos sempre, de: • tirar o carregador do telemóvel da tomada, assim que acabar de carregar; • desligar a televisão na tomada e não no comando; • desligar a luz quando se sai de um quarto ou uma sala; • ir a pé para a escola; • andar mais a pé e de bicicleta em vez de carro; • usar mais vezes os transportes públicos; • reutilizar os livros de que se não precisa, podendo ser reutilizados por outras escolas; • reduzir o consumo de água, fechando a torneira enquanto se lavam os dentes; • reduzir o consumo de água, tomando duche em vez de banho de imersão; • aproveitar a água da chuva para regar; • reciclar latas, garrafas e jornais, colocando-os no ecoponto; • reciclar pilhas usando o pilhão. Todos juntos, com estas e outras Ideias Positivas, podemos realmente ajudar o nosso Planeta. Cabe-nos, a todos nós, como bons cidadãos, respeitar o Planeta Terra, cuidando bem dele para que não fique irremediavelmente doente. Portanto, vamos ser positivos, poupando a água, economizando a energia e reciclando. Todos os dias, cada um de nós, deve ser uma Brigada Positiva de si mesmo. Por favor, em conjunto, vamos ser muito positivos! EB1 da Gralheira

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Ação de sensibilização “Proteção da Natureza”

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o dia 1 de novembro de 2013, veio à escola EB1 de Louredo, um grupo de polícias do ambiente. Vieram a pedido do nosso professor, para nos ajudar a compreender melhor alguns assuntos relacionados com a matéria de estudo do meio. Os alunos, professores e auxiliares puderam assim assistir a uma apresentação em PowerPoint sobre o trabalho que estes agentes desempenham. Começaram por nos explicar o que é o SEPNA (Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente) e quais os seus principais objetivos. O SEPNA pretende proteger a natureza de todos os perigos que a ameaçam, como os incêndios, a poluição atmosférica, aquática e dos solos, o desordenamento do território e os maus tratos aos animais. Para isso, aposta na educação, sensibilização, vigilância e prevenção. Ensinaram-nos algumas regras de proteção da natureza, principalmente os cuidados a ter para prevenir os incêndios. Também nos informaram que não devemos ter animais selvagens em casa, tais como melros, corvos, cobras e tordos… No final, ainda falámos das raças de cães consideradas perigosas e dos cuidados que devemos ter com estes animais. Ao longo da formação, fomos fazendo perguntas aos agentes, que nos responderam de forma muito simpática. Nós gostámos muito desta formação, pois foi muito educativa e interessante. Aprendemos muitas coisas para termos um ambiente mais saudável e bonito. Alunos do 3º ano (EB1 de Louredo)

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CONCURSO LITERÁRIO Um conto de Natal

Um dia de Natal

propósito do Natal, a Junta de Freguesia de Cinfães promoveu um Concurso Literário destinado aos alunos dos 2º, 3º e 4º anos de escolaridade do Complexo Escolar de Cinfães e da EB1 de Tuberais. De acordo com o regulamento do referido concurso, os textos deveriam ser escritos em prosa, ao gosto de cada aluno. O júri, constituído por dois elementos da Junta de Freguesia, selecionaria o melhor conto de cada ano, de acordo com a sua originalidade, criatividade e correção ortográfica, e o premiado receberia uma obra literária. A tarefa foi proposta aos alunos dos referidos anos de escolaridade, que a acolheram com muito agrado, e os textos foram escritos na aula, corrigidos e passados a limpo. Em seguida, foram enviados para a Junta de Freguesia para serem lidos e analisados pelo júri e escolhido o vencedor, de acordo com as regras apresentadas. No dia da Festa de Natal do Complexo Escolar de Cinfães, que teve lugar no Auditório Municipal, no dia 16 de dezembro, o senhor Presidente da Junta de Freguesia anunciou os vencedores e entregou-lhes os prémios. Deixamos aqui os textos vencedores do Concurso.

á muito, muito tempo, numa aldeia maravilhosa onde viviam algumas pessoas, estavam três amigos a brincar na rua, no dia de Natal. Entretanto, como não estava frio, a mãe da Joana decidiu ir dar um passeio para os entreter. De repente, a Joana ouviu atrás de uma casa um barulho que não era habitual, era muito estranho. Decidiram ir espreitar. Lá atrás, sentado numa pedra estava um velho senhor, já com as lágrimas nos olhos. Os três amigos espantados perguntaram: - O senhor não havia de estar em casa com a sua família? O velho senhor respondeu tristemente: - Fui abandonado há dois meses atrás, no meio da floresta, enquanto apanhávamos lenha para o inverno. Os três amigos nem acreditavam! A Joana sussurrou ao ouvido da mãe, perguntando se o velhinho podia ir passar o Natal a casa. A mãe achou uma grande ideia e, então, foram perguntar-lhe. O velhinho ficou surpreendido e muito contente com o convite tão amável. Já ao amanhecer, o velhinho agradeceu imenso por tudo o que fizeram por ele. Eles ficaram muito amigos e o velhinho passou a viver com eles.

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Rafael Filipe Silva Pinto nº 16 3º F Complexo Escolar de Cinfães

Um dia de Natal

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ra uma vez um menino chamado José. Ele vivia numa pequena aldeia. Era um menino muito pobre, que tinha o sonho de um dia poder ver o Pai Natal. Quando chegava essa altura do ano, ele ficava radiante só de pensar que podia ser dessa vez que o Pai Natal iria aparecer. Na noite de consoada, sentou-se à mesa com a sua família para uma ceia de natal. Não tinham muitas coisas, pois eram pobres, mas os seus pais faziam de tudo para que nesse dia houvesse o melhor! José ceou e, no final, foi para a janela esperar o Pai Natal! Esperou...esperou... Até que adormeceu... Passado algum tempo, ouviu um sininho a tocar... abriu os olhos, olhou lá para fora e, finalmente, viu o PAI NATAL no seu trenó! O Pai Natal sorriu-lhe e seguiu a sua viagem. José ficou tão feliz! Mas mais feliz ficou quando viu o seu presente junto da lareira... Pedro Silva – 2.º C Complexo Escolar de Cinfães 14


A fábrica dos brinquedos

Concurso de leitura

ra véspera de Natal e, na família do Carlitos, todos estavam ansiosos que chegasse a meia-noite para trocarem os presentes. Eram onze horas e trinta e ainda estavam todos à mesa. Quando chegou a meia-noite, começaram a trocar os presentes, mas o Carlitos nem os abriu. Os seus pais disseram-lhe para ele abrir, mas o Carlitos fazia que “não” com a cabeça. Foi uma noite longa - só foram para a cama às cinco horas da manhã - e, quando todos adormeceram, o Carlitos ficou na sala à espera do Pai Natal. Ficou quase toda a noite acordado, sem pregar olho, até que ouviu um som esquisito vindo da chaminé. O Carlitos não fez barulho e espreitou logo pela lareira. Só podia ser o Pai Natal! O Pai Natal colocou alguns presentes debaixo da árvore de Natal do Carlitos, enquanto ele ia para o quarto mais descansado, mas sem querer, o menino escorregou no tapete, fez muito barulho e o Pai Natal ouviu. Sem esperar, o velho senhor trepou logo pela lareira e o Carlitos levantou-se e foi até lá puxar a perna do Pai Natal para baixo. Ainda conseguiu puxá-lo, mas caíram os dois. Depois de se terem levantado, o Carlitos perguntou-lhe: - Pai Natal, pode-me levar consigo até ao Pólo Norte? O Pai Natal responde-lhe: - Claro que sim! Vamos até à fábrica dos brinquedos, mas deixa um bilhete aos teus pais! - Claro! – afirmou o Carlitos. O bilhete dizia que o Carlitos tinha ido ao Pólo Norte com o Pai Natal. Chegaram à fábrica do Pai Natal num abrir e fechar de olhos, pois as renas voam muito, muito rápido. Na fábrica, estavam a mãe Natal e as suas três filhas, Clarinda Natal, Florbela Natal e Carla Natal, a filha mais velha, e também os gnomos a fabricar os brinquedos. O Carlitos perguntou: - Pai Natal, são os seus gnomos que fabricam os brinquedos? - Sim! Vamos ver os brinquedos! – exclamou ele. O Pai Natal começou a dar brinquedos ao Carlitos. - Tantos brinquedos, Pai Natal! Como os consegue entregar a todas as crianças do mundo? – perguntou o Carlitos. - Com o anti-relógio. Um “clico” num botão e diminui uma hora. – explicou o Pai Natal. - Uau, o Natal é mesmo mágico! – exclamou o Carlitos. - Pois é! Oh, oh, oh! – riu o Pai Natal. No final, o Carlitos e o Pai Natal tiraram uma fotografia e o velho senhor levou-o a casa, mas pediu-lhe para não contar a ninguém, pois iam rir-se dele…

concurso de leitura realizou-se no dia vinte e sete de novembro, de dois mil e treze, pelas dezasseis horas e quarenta e cinco minutos. Esta atividade consiste na leitura de um livro. Posteriormente, os alunos participantes preenchem um inquérito sobre o livro que leram. É uma atividade muito importante para a formação dos alunos e desenvolve o gosto pela leitura. Da minha turma, o 7ºA, participaram muitos alunos, mas não ganhámos o primeiro lugar. O livro escolhido para os alunos do terceiro ciclo foi um livro do autor António Mota, “Cortei as tranças”. O questionário sobre o livro foi corrigido pela senhora professora bibliotecária, Graça Bompastor. Passada uma semana, os resultados foram afixados e os alunos que ocuparam os seis primeiros lugares passaram à fase seguinte. Nesta fase, os alunos leram em frente ao júri, formado por vários professores e foram apurados os três primeiros lugares. Os vencedores receberam um certificado de participação e prémios que foram entregues no dia da Festa de Natal. Nesta cerimónia, estiveram presentes os alunos, o senhor diretor e vários senhores professores de Português.

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Carolina Miguel Costa Madureira, 4º G

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Verónica Bernardes,Nº24, 7ºA.


Um ato de bondade…

como é que se pode ser feliz? - Filho, parece-me bem, assim sempre tenho alguém com quem conversar! – Desabafou o pai do Diogo.

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ramatização original criada pelo 7ºE e orientada pela professora Rita Almeida (Posta em cena na Biblioteca Escolar em 17.12.2013) Dois cenários. Duas famílias muiiiito diferentes! Apresenta-se a síntese da peça, com algumas supressões e sem aquele “gostinho” de poder presenciar in loco as emoções transmitidas! Em casa dos Gonçalves, passa-se mais um Natal. Nada de novo: mesa cheia das melhores iguarias, árvore nova, decorada pela melhor loja da cidade; 24 graus de temperatura ambiente; televisão ligada, muitos presentes e vales em compras para todos… Maria da Felicidade Gonçalves, ocupada com os seus telefonemas de última hora para as amigas de circunstância, nem tem tempo para dar atenção aos seus filhos. Eles também não a reclamam…! O Natal, nesta casa, é sempre igual. Em casa dos Rodrigues celebra-se mais um Natal, na alegria de uma noite em que todos os momentos se vivem com um sorriso! É no Natal que em casa desta família se anseia pela hora de jantar! Durante algum tempo a família elabora prioridades para poder colocar na mesa: batatinhas da sua horta, umas postinhas de bacalhau, adquirido com as poupanças do mês; um bolinho-rei ainda morno; frutos secos das árvores singulares que presenteiam a família com estes mimos e os doces típicos do Natal, feitos em conjunto durante a tarde! A família, assim reunida, inicia a refeição com uma oração, agradecendo a saúde que os brinda diariamente e a vontade de seguirem lutando por dias menos difíceis. O pai olha para a mãe, feliz pela mesa cheia de amor… No momento em que iniciam a refeição, ouve-se o bater da porta…A surpresa e a felicidade em receber os padrinhos que estavam longe, reflete-se por toda a casa! Em casa dos Gonçalves ouve-se Diogo, o filho mais novo: - Mãe, pai, deem-me a vossa atenção! - O quê??? Não tens atenção? Não estás a comer do bom e do melhor?! - Não é isso, mãe. Conheces o Manuel? - O meu cabeleireiro? - Não… - O meu contabilista? - Não, mãe, o meu MELHOR AMIGO! Filho do senhor que vos vende a lenha. Ele é muito simpático. Convidou-me para ir hoje a casa dele para ver a sua coleção de pedrinhas de seixo. A mãe dele ouviu e disse que podíamos ir todos, pois é noite de Natal e sabe que costumamos passá-la aqui sozinhos… Podemos ir?! - Filho?! Mas aquelas pessoas são tão diferentes de nós… - Pois são, mãe… São felizes! Vamos aprender com elas

Em casa dos Rodrigues ouve-se novo bater de porta… Manuel adivinhava quem era e foi a correr abri-la. Com algum receio, os Gonçalves entraram, admirados pelo que começavam a ver. Depressa se ambientaram, pois a família logo os acarinhou como se fossem os seus. A noite decorreu com ternura e os Gonçalves aprenderam a dar GRAÇAS, testemunhando que os Rodrigues, com aquele ato de bondade em recebê-los, ensinou-lhes o quão importante é valorizar os momentos de reunião familiar…Ouviram-se histórias, contaram-se anedotas e, quando estava prestes a chegar a meia-noite, junto ao presépio, Liliana, a irmã mais nova, leu a sua mensagem de Natal.

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A colheita da azeitona

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dia 5 de dezembro amanheceu frio e cinzento para acolher um grupo de encarregados de educação que, voluntariamente, se apresentou na nossa escola para apanhar azeitona. Este ano, a colheita prometia, tendo sido necessários dois dias para apanhar 277 kg de azeitonas, que produziram 40 litros de azeite. Em nome de todos quantos trabalham nesta escola, agradecemos aos senhores: Henrique Manuel Ferreira da Silva – Pai da aluna Margarida Selas da Silva – 1.º B; José Fernando da Silva – Avô da aluna Margarida Selas da Silva – 1.º B; Adalberto Fernando Cardoso – Pai dos alunos Gonçalo Cardoso - 3.º E, e Rafael Cardoso - Jardim de Infância; Rui Madureira – Pai da aluna Gabriela Madureira Jardim Infância; Altino Ferreira - Avô da aluna Gabriela Madureira - Jardim Infância. A Coordenadora do Complexo Escolar de Cinfães

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Passeio pela Natureza – Apanha de nozes e castanhas

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o dia 23 de outubro, a turma A (1º e 2º anos) da Escola E. B. 1 de Louredo e o Pré-Escolar deslocaram-se a uma quinta próxima da escola, propriedade de um encarregado de educação, com o intuito de observar as transformações na natureza nesta época do ano, o outono. Os alunos e professoras tiveram a oportunidade de se deslumbrar com a beleza do rio Douro, recolher alguns frutos (nozes e castanhas) para utilizar no magusto da escola e na confeção de bolos, de contactar com alguns animais que pastavam na quinta e de comer deliciosas uvas! Foi uma tarde muito bem passada, divertida e inesquecível. A professora Aida Bessa


A Feira de S. Miguel

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oje dia 27 de setembro de 2013, a nossa escola, Complexo Escolar de Cinfães, realizou a feirinha de S. Miguel. Para essa feira, os meus colegas e eu levámos diversas coisas entre legumes, bolos, coelhos e geleias e muitas outras coisas. O que nós lamentámos foi que a feira teve de ser realizada nas respetivas salas de aula, pois estava mau tempo, mas mesmo assim não faltou clientela! Cada turma tinha diversas coisas que os alunos levaram e foi com essas coisas que formaram as barracas. Foi assim que realizámos a feira de S.Miguel, e eu penso que foi uma atividade muito divertida e engraçada! Complexo Escolar Cinfães Carolina da Silva Rodrigues-4ºH

A Feirinha de S. Miguel

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oje, dia 27 de setembro de 2013, no Complexo Escolar de Cinfães, realizou-se uma Feirinha, em nome do santo S. Miguel. Com esta feira, nós pretendemos vender produtos de qualidade, por exemplo: doces, legumes, frutos, roupas e materiais escolares. Mas hoje choveu e, por isso, teve que ser diferente. Tivemos de a fazer dentro das salas, cada turma na sua sala, mas isso não nos impediu de fazer compras. Também vieram as nossas mães, que enviaram por nós produtos fantásticos. Todas as turmas fizeram algum dinheiro e esse dinheiro vai servir para fazer algumas atividades no Dia da Criança e durante este ano letivo. Sobraram alguns doces e todos os meninos comeram o que sobrou das suas bancas. Na nossa barraquinha, sobraram poucas coisas, mas, no fim do dia, ainda havia bolo de iogurte e bolo de coco. Há três anos que já faço esta aventura. Este ano pode ter sido diferente, mas foi na mesma muito giro. Eu gostei muito da nossa feirinha.

Feira de S. Miguel na escola

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o Complexo Escolar de Cinfães realizou-se uma feira de S. Miguel No dia 27 de setembro, entre as 10 horas e o meio-dia, os alunos, professores e assistentes operacionais do Complexo Escolar de Cinfães realizaram uma feirinha de S. Miguel, na escola. Nos dias anteriores e na manhã desse mesmo dia, todos os alunos trouxeram de casa produtos para vender na feira. Houve um pouco de tudo: feijão seco, batatas, cebolas, legumes diversos, castanhas, nozes, frutos, bolos, tartes,

Complexo Escolar de Cinfães Beatriz Magalhães 3º E

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is,

queques…tudo para vender na banca de cada turma. Ao contrário do que é habitual, este ano a feira teve que ser feita no interior da escola, na sala de aulas de cada turma, pois o mau tempo não permitiu que fosse feita ao ar livre. Apesar disso, houve muitos “fregueses”, entre familiares, amigos, vizinhos e conhecidos que não quiseram faltar a este convívio. Com esta atividade, a escola procura apurar algum dinheiro que ajude a custear as despesas com atividades para os alunos. Para além disso, a “feirinha” faz com que a escola e a comunidade se aproximem mais, o que é muito bom para o desenvolvimento pessoal e social dos alunos. O Complexo Escolar de Cinfães agradece a colaboração de todos os pais e outros familiares que contribuíram para que esta atividade fosse possível. 4ºG, Complexo Escolar de Cinfães, 11/10/2012

*************** Feira de outono

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o passado dia 6 de novembro, quarta-feira, realizou-se a primeira feira de outono da Escola de Santiago de Piães. Os produtos vendidos foram doados pela comunidade local. Havia um pouco de tudo: produtos hortícolas, bolos variados, licores, sumos, animais, roupa, compotas, frutos da época, frutos secos, sementes, etc. Os alunos, os professores e as assistentes operacionais receberam a comunidade local e venderam todos os produtos. Recebemos a visita de pessoas ilustres do concelho: o Presidente da Câmara Municipal de Cinfães, Sr. Enf.º Armando Mourisco; o Diretor do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, Professor Manuel Pereira; a Adjunta da Direção, Professora Olga Lemos; e o Presidente da Junta de Freguesia de Santiago de Piães, o Sr. Antero Correia. Os alunos do 4º ano brindaram os visitantes com uma canção/dança ensaiada para o efeito. A nossa feira foi um enorme sucesso. Agradecemos a toda comunidade educativa o empenho e a dedicação. Alunos do Centro Escolar de Santiago de Piães.

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CONVíVIO

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omo os nossos amiguinhos sabem, nós alunos da EB1 de Oliveira/Desamparados, estamos aqui nos Desamparados desde outubro 2011, devido às obras do Complexo Escolar de Oliveira do Douro que nunca mais terminam e nos obrigam a estar afastados dos nossos traquinitas do Jardim de Infância. Como tínhamos muitas saudades, resolvemos fazer algumas atividades juntos e assim tentar amenizar essa nostalgia. No dia 16 de outubro, os alunos do jardim e do 1º ciclo resolveram fazer uma permuta. Os pequeninos levaram frutos para o jardim, fizeram batido de fruta e mandaram-no-lo para bebermos ao almoço, e nós, já mais crescidinhos, fizemos na nossa escola leite-creme e enviámo-lo para eles para sobremesa. Não acham esta atividade engraçada!? Mas, meus amiguinhos, não ficámos por aqui, pois no dia de S. Martinho, os meninos do Jardim de Infância pediram transporte à Junta de Freguesia e vieram fazer o magusto à nossa escola. Foi um dia delirante para todos nós: pintámos, fizemos jogos tradicionais, ouvimos histórias, dançámos, fizemos a fogueira e assámos as nossas deliciosas castanhas, enfarruscámo-nos e almoçámos todos na nossa escola e, como ainda tínhamos pacotes de leite que a empresa Mimosa nos tinha dado, voltámos a confecionar leitecreme para todos. Como gostámos de estar juntos, estamos ansiosos por regressar à nossa escola para ouvir as gargalhadas dos pequeninos e observar os seus bonitos sorrisos! EB1 de Desamparados/ Oliveira

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Retratos de uma receção aos alunos!

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nibindo a prenoção “uma imagem vale mais que mil palavras”, destaco, primeiro, as PALAVRAS que marcaram o meu dia, deixando em mim uma bela imagem dele! Nesta receção aos alunos, na escola onde agora leciono, as palavras dedicadas pela Direção à comunidade educativa foram distintas das que venho habituada a ouvir. Geralmente, a comunicação de quem gere uma escola principia pela motivação dos alunos para o sucesso, consagrado pelo seu esforço. Hoje, as palavras que ouvi primeiramente foram de apelo às famílias para que ajudem a escola na sua missão educativa! Sensibilizaram-se os alunos, pais e encarregados de educação para a importância do cumprimento de regras fundamentais: saber RESPEITAR o outro; saber OUVIR; TRABALHAR COOPERATIVAMENTE; “comer tudo” o que a cantina destina; realizar os trabalhos de casa; regrar as horas de sono; colher a fruta que as árvores da escola nos oferecem […] O discurso tornou-se-me familiar, lembrando-me os conselhos da minha mãe, que confiava na escola e na sua missão. Finalmente, o sucesso só se conquista com o labor de todos! “Pois”, hoje escrevi muito, porque venho feliz! E…já agora…deixo uma imagem bem acolhedora deste dia! Profª Rita Almeida

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Compal Air

A minha vitória no Corta-Mato

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o passado dia 20 de novembro, realizou-se na nossa escola mais um torneio Compal Air. A turma A, do 7º ano, participou com três equipas femininas: 7ºA1; 7ºA2 e 7ºA3. Chegámos ao local dos jogos um pouco antes da hora marcada para verificarmos a que equipa pertencíamos. Eu, Ana Rita Mouta, fazia parte da equipa 7ºA1 e o meu primeiro desafio foi contra o 7ºA3. Nesta fase, saiu vencedora a minha equipa, 7ºA1. Seguiram-se os restantes jogos e na fase final encontraram-se as equipas 7ºA1 e 7ºA2. Assim, só podiam sair vencedoras meninas do 7ºA, e foi a minha equipa, 7ºA1. Todas mostrámos que somos uma turma com muitas raparigas dinâmicas, que gostam de participar em atividades extracurriculares.

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o dia 11 de novembro de 2013, comemorou-se o dia de S. Martinho e, entre outras atividades, realizou-se o Corta-Mato, no qual eu participei, na categoria Infantis A. No início da corrida estava muito nervosa e sem nenhuma expectativa de ganhar. Comecei a correr com fé e dedicação. Fui correndo sem olhar para trás e, para meu espanto, já estava na segunda volta, sem nenhuma colega ao meu lado. Nesse momento, corri ainda com mais entusiasmo, pois já estava a ver a meta. Nem queria acreditar que tinha conseguido chegar em primeiro lugar! Depois de tomar um banho relaxante, dirigi-me ao bar dos alunos para comer algo e assim poder repor algumas energias gastas. É bom existirem estas iniciativas na escola, para podermos participar. Gostei muito desta atividade!

Ana Rita Mouta, Nº2, 7ºA

(Andreia Sousa, Nº4, 5ºA)

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A alimentação saudável

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ara termos uma alimentação saudável, temos de comer de uma forma equilibrada, saudável e variada, como: sopa, beber muita água e comer fruta, por exemplo, laranjas, bananas, maçãs, pêras, quivis … Ao contrário de uma alimentação saudável, existem muitas pessoas que não comem corretamente. As pessoas comem comidas com muita gordura, com muito açúcar, bebem bebidas alcoólicas e muitos sumos com gás. Uma alimentação pobre em vitaminas vai fazer com que o nosso corpo fique com poucas defesas e que fiquemos doentes. Para sermos saudáveis, devemos comer corretamente e praticar exercício físico, pois assim evitamos muitas doenças. Devemos, desde pequenos, comer corretamente, pois só assim seremos pessoas saudáveis. A nossa alimentação, boa ou má, vai refletir-se na nossa saúde. Complexo Escolar de Cinfães Ana Beatriz - 4ºH

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Dia da Alimentação

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o dia 16 de outubro, no Complexo Escolar de Cinfães, festejámos o Dia da Alimentação. Em cada turma, as senhoras professoras falaram deste tema e realizámos algumas atividades específicas para cada ano de escolaridade: canções, puzzles, receitas, PowerPoints... Para celebrarmos este dia, a Mimosa deu “uma ajudinha”! Enviou para cada aluno alguns pacotes de leite com sabor a baunilha, alguns balões e um livrinho da “Missão Crescer Saudável”. Quero agradecer à Mimosa e também às senhoras professoras que possibilitaram que festejássemos este dia especial na nossa escola. Eu gostei muito de tudo o que fizemos ao longo deste dia. Aprendemos, mas também nos divertimos muito! Beatriz Ferreira – 2.º C Complexo Escolar de Cinfães


Dia da Alimentação

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o dia 16 de Outubro, festejámos o Dia Mundial da Alimentação, convidando familiares dos alunos para confecionarem alguns doces tradicionais : o leite-creme e o doce da Teixeira, procurando preservar e manter viva esta tradição. As crianças participaram alegremente, tendo feito o registo das respetivas receitas. Para além desta atividade, as crianças exploraram a roda dos alimentos e visualizaram um powerpoint com uma breve história que alertava para os bons hábitos alimentares. Com o empenho e participação de todos, assinalou-se este dia que, para além da componente pedagógica e da educação para a saúde, assumiu também um papel relevante na reflexão sobre hábitos a ter e regras para uma alimentação saudável. Por fim, uma palavra de apreço aos familiares que colaboraram e que se envolveram ativamente neste dia.

Atividade: Pequeno-almoço Saudável – 17/10/13

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o âmbito da comemoração do Dia da Alimentação, realizámos a atividade “Pequeno-almoço Saudável” nas instalações dos Cursos de Educação e Formação no dia 17 de outubro entre as 10h00 e as 11h00. A responsabilidade foi da nossa Chefe de Cozinha, Regina, que concebeu e organizou o evento com a colaboração da técnica Elizabete, dos alunos de Cozinha 2 e duas alunas de Cozinha 3. Esta atividade envolveu e dinamizou todos os elementos que compõem este espaço. Os principais objetivos foram: a articulação com o serviço de restaurante; a promoção de hábitos de vida saudáveis; o incentivo e a participação dos alunos no processo de planificação e desenvolvimento de atividades práticas; a estimulação dos alunos para o trabalho em equipa. Da ementa constavam: copo de leite c/ ou s/ chocolate; batidos de fruta ou iogurte; pão de sementes c/ queijo e fiambre; bolo Mármore; fruta fresca (morango; abacaxi; laranja; uvas; melão; meloa). Cada um dos participantes contribuiu com 1€. No final, todos ficaram satisfeitos, não só pela qualidade do serviço e dos alimentos, mas sobretudo pelo espírito de colaboração e pelo sentido de solidariedade e de partilha que o momento proporcionou a todos.

E.B.1/ J.I de Boassas

Coordenador dos Cursos CEF: António Amaral

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Campeonato de jogos matemáticos no CEF2

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o penúltimo dia de aulas do 1.º período letivo, no antigo edifício da escola EB 2, 3 de Cinfães, onde se encontram a ministrar os cursos de educação e formação, a turma CEF de cozinha 2 disputou um concurso de jogos matemáticos. Inicialmente, eram para ser três jogos, mas os alunos, que não eram assim tantos, optaram por realizar apenas dois, “Damas” e “3 em linha”. O segundo foi mais renhido, o que o tornou mais interessante. Os vencedores foram João Vinhas, nas “Damas”, e no “3 em linha”, Ana Pereira. Para se tornar uma competição mais composta e motivadora, pensa-se, no próximo período, realizar nova competição com as duas turmas de CEF que existem atualmente. Profª Lurdes Martins

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ALUNOS DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO DE MERIDÃOS VÃO AO TEATRO

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o dia 5 de dezembro, os alunos do Jardim de Infância e da E.B. 1 de Meridãos deslocaramse ao Teatro Rivoli, no Porto, para assistirem ao musical de Filipe La Féria – PETER PAN. Foram acompanhados pelas professoras, assistentes operacionais e animadora pedagógica. Para o efeito foi, ainda, convidado o Sr. José Carlos que, na qualidade de presidente da Junta de Tendais, muito tem colaborado com o referido estabelecimento de ensino. Enquanto não chegava a hora do espectáculo, todos puderam usufruir de um espaço para brincadeiras infantis onde deram largas à sua energia! O musical foi muito interessante, cativou a atenção de crianças e adultos. Foi tão apelativo e cativante que parte das crianças voltariam lá no dia seguinte! Foi muito agradável e enriquecedor! Texto sugerido pelos alunos do Jardim de Infância de Meridãos

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Um dia no shopping…

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o dia sete de dezembro, as turmas do 5ºA e 6ºF deslocaram-se até ao Porto, mais precisamente ao NorteShopping, para assistirem a uma sessão de cinema. Saímos da nossa escola por volta das nove horas e chegámos à «Cidade Invicta» por volta das onze, já depois de termos feito uma paragem numa estação de serviço para irmos à casa de banho e comermos um pequeno lanche, pois a fome já começava a apertar!!! Aqui, ainda tivemos oportunidade de brincar uns minutinhos num pequeno parque de diversões. Quando chegámos ao destino, gritámos de alegria porque sabíamos que a aventura ia começar! Como estávamos na época de Natal, o Shopping estava muito bonito! As montras estavam decoradas com enfeites de natal e no centro havia uma grande árvore, muito colorida. Dirigimo-nos à sala de cinema e, ansiosos e a saborear umas deliciosas pipocas, aguardávamos que a sessão começasse!... O filme, intitulado «Khumba», era baseado numa zebra que tinha nascido apenas com metade das riscas, sendo rejeitada pelo seu grupo e culpada por uma seca que afetava a terra. Assim, para que tudo regressasse à normalidade, «Khumba» e dois amigos, partiram numa missão

com o objetivo de encontrar uma “lagoa de água mágica”, onde, supostamente, todas as zebras recebiam as suas belas listas negras. Ao longo dessa longa e perigosa viagem, com novos amigos e novas experiências, «khumba» enfrentou um malvado leopardo que aterrorizava os animais ao redor e compreendeu algo muito importante: a diversidade é essencial à sobrevivência e ser diferente pode, muitas vezes, revelar-se uma força. É que, apesar de «khumba» não ter conseguido recuperar as riscas, conseguiu salvar a terra e ser admirada por todos! Quando o filme terminou, dirigimo-nos à parte da restauração para almoçar. Alguns colegas foram à Pizza Hut, mas a maioria optou por ir ao Mac Donald´s comer um delicioso hambúrguer! No final do almoço, fomos dar uma volta pela área comercial e, enquanto passeávamos, encontrámos um enorme escorrega que todos quiseram experimentar! Por fim, depois de tanta animação, as horas passavam e eis que tínhamos de regressar a Cinfães. Durante a viagem aproveitámos para falar com a Laura, que também nos acompanhou neste dia, e pôr em prática os nossos conhecimentos de inglês! Adorámos esta visita, que foi bastante divertida e enriquecedora, especialmente porque alguns colegas nossos nunca tinham ido ao cinema e estavam muito felizes. Agradecemos às nossas professoras que nos proporcionaram este dia, mesmo sendo ao fim de semana! (A turma do 5ºA, em Educação Cívica e Ambiental)

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Quebra Nozes no Gelo

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ste ano, os nossos professores e os nossos pais resolveram oferecer-nos uma prenda de Natal especial e levaram-nos a ver um espetáculo no gelo intitulado “O Quebra Nozes no Gelo”, no Marshopping – Porto. Quando chegámos, fomos almoçar e, no fim, demos uma volta pelo shopping para ver as lojas e os enfeites natalícios. Às catorze horas, dirigimo-nos à tenda que estava montada no estacionamento do shopping, onde era apresentado o espetáculo. Aí, já se encontravam vários meninos de outras escolas, pois a tenda era muito grande e confortável, o que não invalidava momentos agradáveis e de bem-estar. No centro, encontrava-se a pista de gelo e uma grande árvore de Natal rodeada pelas bancadas. Gostámos imenso deste espetáculo. Agradecemos aos nossos professores e aos nossos pais pelo facto de nos proporcionarem um dia tão agradável como este. Alunos do Centro Escolar de Santiago de Piães.

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Os alunos da E.B.1 de Ferreiros a caminho de Viseu

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o dia 17 de dezembro, deu-se o encerramento do 1º período com a realização de uma visita de estudo a Viseu. Saímos de Ferreiros bem cedo e pelas 10h já estávamos à porta do Museu do Quartzo, onde nos aguardavam diversas atividades, entre elas uma fascinante visita ao museu do mineral quartzo. Por volta das 12h, a fome já apertava e, como dias não são dias, fomos almoçar ao Mcdonald´s. Para fazermos a digestão, dirigimo-nos ao Rossio da cidade onde nos aguardavam uns duendes muito simpáticos que nos guiaram até à “ Aldeia do Pai Natal”. Aqui pintámos motivos de Natal, fizemos pinturas faciais, ouvimos histórias natalícias e, como não podia faltar, escrevemos um postal com os nossos pedidos ao Pai Natal. Finalmente, o momento mais aguardado do dia, a visita à casa do Pai Natal, onde tivemos a oportunidade de mostrar como se canta em Cinfães. Para conhecermos melhor e de uma forma diferente a cidade, foi-nos proporcionada uma viagem no comboio turístico. A chuva caía miudinha, mas ainda foi possível ver os pavões e outros animais no parque do Fontelo. No final da tarde, fomos ao shopping “Palácio do Gelo” e lanchámos à beira da pista de gelo onde patinavam algumas pessoas. A noite caía e lá regressámos muito contentes à nossa terra. Foi um dia inesquecível pra todos nós! Os alunos do 3º e 4º anos E.B.1 de Ferreiros

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O magusto na escola N

o dia treze de novembro de 2013, em conjunto com os nossos professores e auxiliares, fizemos o tradicional magusto na nossa escola, EB1 de Louredo. Nesse mesmo dia, começámos por pintar desenhos relacionados com esse tema, lemos alguns poemas e quadras, fizemos cartuchos para colocar as castanhas assadas e ouvimos e cantámos melodias sobre castanhas. Depois de fazermos estas atividades no interior da sala de aula, fomos para o recreio da escola. Aí, pegámos em caruma, castanhas e sal e preparámos uma fogueira, que os professores acenderam. Passado algum tempo, já se ouviam as castanhas a estalar. Enquanto as castanhas acabavam de assar, fizemos uma roda à volta da fogueira e cantámos algumas canções. De seguida, comemos algumas castanhas da fogueira e depois fomos para a cantina comer bolo de noz que tínhamos feito no dia anterior, pipocas e castanhas assadas no forno, que uma encarregada de educação fez o favor de assar em sua casa e bebemos sumo. No final, alguns meninos enfarruscaram-se com a cinza da fogueira. Eu gostei muito desta atividade, pois foi muito divertida e demos continuação a uma tradição.

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Iara Madureira – 4º ano EB1 de Louredo

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o dia 11 de novembro, realizou-se na nossa escola, em Covelas, o magusto. Estava um dia de verão de S. Martinho. Havia sol e calor. Estiveram presentes as mães, os irmãos e os primos. Para fazer o magusto, era preciso a munha, que foi trazida pelas mães, e as castanhas, que nós trouxemos. A D. Lídia, a D. Sandra e a D. Goreti espalharam a munha e fizeram a cama para as castanhas. Atiçou-se o fogo, que fez logo uma grande labareda. Passado um pouco, ouviram-se estoiros. Era sinal de que estavam prontas para comer. Quando o fogo se apagou, afastaram-se as castanhas, que foram comidas acompanhadas de sumo. No final, nós e as mães brincámos ao “enfarruscar”. Saímos da escola, todos pretos. Gostámos da nossa festa. Foi muito divertida. Para o ano há mais! Eb1 Covelas 30


O N

o dia onze de novembro, realizou-se o magusto na nossa escola. Nesse dia, levámos castanhas e sumos para o nosso lanche. Às duas horas da tarde, fizemos uma fogueira para assar as castanhas na caruma que tínhamos levado. Enquanto as castanhas assavam na fogueira, nós cantámos canções de S. Martinho. Depois, comemos as deliciosas castanhas quentinhas e estaladiças, e, com a cinza, sujámos a cara toda. Tivemos ainda a ajuda de algumas mães que assaram castanhas no forno para nós comermos. Brincámos e jogámos muito, foi uma tarde muito divertida! EB1 de S. Cristóvão

S. Martinho é uma atividade da nossa escola que foi comemorado ao longo do dia 12 de novembro, a partir das dez horas da manhã. As atividades começam com o corta-mato, que é organizado pelos senhores professores de Educação Física, e os alunos participam por escalões, consoante a sua idade. A partida começa no fundo da rampa, que desce para o pavilhão Gimnodesportivo, e a meta, também é nesse sítio. Enquanto o corta-mato decorre, os alunos que não participam assistem acompanhados pelos professores. Quando o corta-mato termina, os alunos e outros elementos da comunidade educativa aproveitam para visitar a Feira Hortícola, onde podem ver o que é produzido na nossa região, pelas famílias dos nossos alunos. Ao mesmo tempo, podem ser adquiridos vários produtos, por exemplo, alimentos saudáveis e o bom preço. Durante a tarde, decorreram os jogos tradicionais. Em primeiro lugar, realizou-se o jogo da colher e do ovo. Apesar do esforço dos participantes, vários ovos caíram da colher. Seguiu-se o jogo dos pés atados onde muitos meninos caíram, devido à pressa para saírem vencedores. Por fim, o jogo dos sacos onde eu participei, dando o meu melhor para contribuir para a classificação da turma. O dia terminou com o lanche-convívio entre os encarregados de educação, professores e alunos. Tatiana Tavares, Nº22, 7ºA

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MAGUSTO EM BOASSAS

Cantar os Reis

o dia de S. Martinho, fazendo jus à lenda, o sol brilhou durante a manhã, o que nos permitiu realizar o magusto de acordo com a tradição. Uma vez feita a pilha de “moinha” e colocadas as castanhas e o sal, pusemos a fogueira a arder. Enquanto as castanhas assavam e estoiravam que nem foguetes, cantámos e fizemos jogos à volta da fogueira. Depois, veio a parte mais divertida que é enfarruscarmonos uns aos outros, enquanto vamos saboreando algumas castanhas. Fizemos cartuchos e caixinhas, reutilizando materiais com imaginação, destinados a levar as castanhas que sobraram para comermos à noite com a família.

Pelos caminhos da freguesia Íamos com vontade e folia A cantar de porta em porta Esperando que nos recebessem Sempre com um sorriso de alegria.

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EB1, Santiago de Piães

E.B.1/ J.I. de Boassas

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A tradição ainda é o que era!

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a escola, mais uma vez, cumpriu a tradição! Assim foi num belo dia de sol (não fosse o São Martinho nosso protetor), dia 12 de novembro, durante todo o dia, em que as aulas deram lugar a atividades, também elas enriquecedoras! Logo de manhã, o Corta-Mato permitiu mostrar os jovens e empenhados atletas da escola. Também de manhã, em simultâneo com o Corta-Mato, a feirinha hortícola e gastronómica permitiu à comunidade educativa, alunos, professores, funcionários e até pais e Encarregados de Educação, comprar produtos regionais e saborear belos petiscos. Já à tarde, os jogos tradicionais entusiasmaram e divertiram todos os participantes e demais público, tendo havido ainda tempo para a entrega das medalhas aos vencedores do Corta-Mato. E para terminar o dia em beleza, realizou-se o tradicional magusto que reuniu todos à volta de mesas bem recheadas, não tendo faltado as boas castanhas assadas. A Equipa da Revista Escolar

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Clube Desporto Escolar Modalidade de Boccia

O nosso contributo…

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s alunos do Complexo Escolar de Cinfães participaram na decoração da exposição “Gralheira - A aldeia do Pai Natal”. Com a ajuda dos alunos de todas as turmas, conseguimos recolher garrafas verdes de plástico, e com elas construímos uma árvore de Natal. Na decoração da nossa árvore de Natal foram utilizadas cápsulas de café coloridas, para fazermos alguns sininhos para ficar mais colorida. Ficou uma árvore bonita e diferente, feita com materiais reciclados, e com a ajuda de todas as turmas da nossa escola.

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Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto promove a prática da modalidade de Boccia, no âmbito do Desporto Escolar, proporcionando aos alunos a participação numa atividade que oferece comprovados resultados terapêuticos em termos de estimulação intelectual e coordenação motora, uma vez que é uma prova de controlo muscular que exige um alto nível de concentração e de inteligência. Além destes benefícios, o Boccia representa uma ótima oportunidade de convivência para os atletas, sendo um elemento muito importante para a sua integração na sociedade. Ao longo do período letivo, os alunos praticaram semanalmente esta modalidade, verificando-se uma evolução bastante significativa ao nível motor e no relacionamento interpessoal. No dia 29 de janeiro de 2014, a nossa escola organizou o 1º Encontro de Boccia, que contou com a participação das escolas de Souselo e Resende, e no dia 18 de fevereiro o grupo /equipa de Boccia da nossa escola deslocou-se até Resende para participar no 2º Encontro de Boccia. Nos dois encontros em que a escola participou, todos os atletas envolvidos mostraram-se bastante motivados e o seu desempenho foi muito positivo. O Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto esteve representado com os seguintes alunos: Bárbara Silva e Susana Pereira, da turma do 6º D; Luís Pinho da turma do 7ºB; Ana Rita Montenegro e Maria Rita Vieira da turma do 8ºE, Tatiana Santos da turma do 9º C e Sofia Assunção do 9ºD. A todos eles os nossos Parabéns!!!!

Complexo Escolar de Cinfães Turmas do 1º A e 1º B 34


O Dia da Formação Financeira

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o dia 31 de outubro comemorou-se, a nível nacional, o Dia da Formação Financeira e o nosso Agrupamento, mais uma vez, esteve em destaque! A atividade teve como principal objetivo sensibilizar as pessoas para a importância de poupar, decorrendo sob a forma de uma aula aberta para as escolas de todo o país, através de videoconferência. Na escola Filipa de Vilhena, no Porto, onde decorreu o cerne da atividade, com a presença dos membros do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros e outras entidades, entre as quais o senhor Diretor do nosso Agrupamento, estabeleceu-se a ligação com os alunos da rede de escolas Todos Contam (escolas vencedoras do projeto da 1ª Edição). Da nossa escola participaram as turmas A e B, do 5ºano, uma vez que o projeto desenvolvido no ano letivo transato destinava-se aos alunos do 1º ciclo, dos quais nós fizemos parte. No início da sessão, após as devidas apresentações, os alunos da escola transmissora desta ação, presentearamnos com uma peça de teatro na qual eram evidentes as compras “abusivas” de diferentes produtos (peças de vestuário, calçado, malas e adereços). Esta foi muito esclarecedora para compreendermos a situação do nosso dia-a-dia. Seguidamente, estabeleceu-se a ligação às outras escolas, onde os alunos tiveram oportunidade de colocar algumas questões sobre temas de formação financeira, às quais os vários elementos foram dando resposta. De realçar as questões apresentadas pelos nossos dois colegas, um de cada turma, dirigidas ao Senhor Governador do Banco de Portugal: “Ouvimos muito falar da palavra crise. Por que é que Portugal está em crise?”; e ao Senhor Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários: “O que é a Bolsa? Como funciona?”. Relativamente à primeira questão, foi respondido que Portugal atravessa uma crise financeira porque não tem capacidade para pagar aquilo que é gasto. As pessoas habituaram-se a ter um nível de vida superior ao que poderiam sustentar. Em relação à Bolsa, foi dito que se trata de um “lugar” onde se encontra quem quer aplicar o seu dinheiro, frisando a ideia de não se tratar de um jogo! Ainda tiveram oportunidade de intervir mais dois alunos das mesmas turmas para falarem um pouco sobre as atividades que foram realizadas ao longo do desenvolvimento do projeto. Os professores Carla Ferreira e Rui Botelho também proferiram algumas palavras, nomeadamente sobre os projetos desenvolvidos no nosso Agrupamento e a dificuldade financeira do nosso concelho. Já depois de todos estarmos mais esclarecidos sobre este tema, a sessão terminou com a entrega dos prémios da

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2.ª Edição do concurso “Todos Contam”. E não é que o nosso Agrupamento voltou a ganhar!?… Como desta vez o projeto é destinado aos alunos do 2.º ciclo, por coincidência, nós estaremos novamente envolvidos! Gostámos de ter participado nesta iniciativa, que foi bastante enriquecedora e que nos ajudou a refletir sobre a necessidade de começarmos a poupar desde crianças e a saber gerir o nosso dinheiro, sobretudo neste período que se espera difícil para todos! A turma do 5ºA - Educação Cívica e Ambiental


ALDEIA DO PAI NATAL

elementos relativos à época natalícia. Assim, no dia 13 de dezembro, cantámos canções treinadas pelas professoras de Música e Inglês, apresentámos um belíssimo auto de Natal, declamámos poesias e realizámos o já tradicional lanche-convívio. Este ano, para além dos nossos familiares, esteve presente um elemento da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro, que se juntou ao nosso convívio e nos deu uma pequena comparticipação para as nossas prendinhas de Natal. Tudo correu bem. O Pai Natal, mais uma vez, não se esqueceu de nós e deixou-nos uma recordação. Nós, alunos desta escola, desejamos a toda a Comunidade Educativa um Ano de 2014 repleto de Paz, Alegria e Amor.

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ste ano, o atual Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cinfães pediu a nossa colaboração para a “Aldeia do pai Natal”, que se realizou na linda aldeia da Gralheira, situada em plena serra de Montemuro, com 10,19 km² de área e 165 habitantes, antiga freguesia do concelho de Cinfães, mas que foi extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional. Apesar do cansaço do final do período letivo, não quisemos deixar de participar neste bonito evento e resolvemos fazer uma árvore de Natal com materiais reciclados. Arranjámos rolhas, botões, tintas, cola quente,… e nos intervalos e horas de almoço fomos colando as rolhas e dando forma à nossa árvore. Surgiram pequenas dificuldades com a colagem das rolhas, mas nada que nós não conseguíssemos ultra-

EB1 de Desamparados/ Oliveira

passar, pois o nosso empenho em executar uma árvore tão distinta, superou as nossas expectativas e encantou alguns visitantes. EB1 de Desamparados/ Oliveira

*************** FESTA DE NATAL

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odos os anos, umas semanas antes do Natal, começamos a preparar a nossa festinha para ser apresentada a toda a comunidade escolar no final do 1º período. Começamos por fazer pesquisas de canções, poemas para declamarmos, autos de Natal para representarmos, elaboramos os pequenos adereços para a nossa apresentação, vamos ao musgo para fazermos o presépio, enfeitamos a sala com verdes naturais, desenhos…enfim, vários 36


FESTA DE NATAL NA ESCOLA DE MERIDÃOS

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o passado dia 13 de dezembro de 2013, pelas 14:30 horas fizemos a nossa “Festinha” de Natal numa das salas da nossa escola. Estiveram presentes os nossos pais e encarregados de educação, familiares, amigos e o Senhor Presidente da Junta da freguesia de Tendais. Do programa faziam parte variados números, uns preparados pelas professoras/educadoras titulares, outros pelos professores das AEC, nomeadamente a professora Andreia – Inglês e o professor João – Música! Estas apresentações fizeram divertir toda a plateia que nos aplaudiu com muito entusiasmo e alegria. No final do espetáculo recebemos uma prendinha, que nos foi entregue pelo senhor Presidente da Junta, “visto que o Pai Natal não pôde vir!” A prenda que recebemos foi um guarda-chuva, o que veio “mesmo a calhar”, pois o dia estava muito chuvoso e por isso foi logo estreado! O evento terminou com um lanche-convívio, onde não faltaram saborosas e variadas iguarias que satisfizeram os nossos estômagos famintos. Texto elaborado pelos alunos do 2º e 3º anos – Sala B - Meridãos

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Ceia de Natal na Escola Sede do Agrupamento de Cinfães

DESFOLHADA

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o dia 11de outubro do corrente ano letivo, os meninos do Jardim de Infância de Alhões, a Educadora de Infância e a Assistente Operacional, participaram numa desfolhada, como vem sendo tradição. Esta é a nossa atividade singular. Esta atividade é muito admirada e mostra o empenho e o relacionamento interpessoal entre toda a comunidade educativa.

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o dia 19 de dezembro, realizou-se a Ceia de Natal no nosso Agrupamento. Como tem sido hábito foi solicitada a colaboração dos nossos alunos das turmas de cozinha e dos técnicos no evento. Foi uma oportunidade de todos colaborarem e deste modo evidenciar o saber fazer indo ao encontro do perfil profissional que caracteriza o ser Cozinheiro/a. Deste modo, os alunos confecionaram iguarias de Natal e efetuaram a mise-en-place do serviço de jantar. A mesa repleta - devidamente identificada - dos mais diversos doces de Natal: rabanadas, bolinhos de cenoura, sonhos, aletria, pão-de-ló de Ovar, leite-creme, pudim de ovos, pudim Abade Priscos, bolo de chocolate, tábua de queijos, espelho de fruta laminada. As atividades deste género incutem nos alunos o espírito de responsabilidade nas tarefas que realizam e desenvolvem as competências necessárias do saber, do saber-fazer e do saber-ser. Toda a comunidade escolar ficou satisfeita com a prestação do serviço, tendo sido proferidos os maiores elogios aos técnicos e aos alunos dos cursos de educação e formação.

FESTA DE NATAL

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o dia 13 de dezembro, realizou-se no Jardim de Infância de Alhões, a nossa festa de Natal. Foi uma festa aberta a toda a comunidade educativa e este ano tivemos a honra de ter presente o Exº Sr. Presidente da Câmara Municipal, a Dr.ª Graça e a Dr.ª Mafalda. Foi uma festa muito bonita, na qual os meninos representaram uma peça de teatro, recitaram diversas poesias e cantaram canções alusivas à época natalícia. Como não podia deixar de ser, teve também a presença do tão esperado Pai-Natal com o saco cheio de prendas, prendas estas oferecidas pela união de juntas de freguesia de Alhões, Bustelo, Gralheira e Ramires, para todas as crianças. O Sr. Presidente da Câmara usou da palavra e entre outras palavras agradeceu o convite que lhe foi feito e desejou um Santo e Feliz Natal à comunidade. A nossa festa terminou com um lanche-convívio, para o qual todos deram o seu contributo.

O Coordenador dos Cursos CEF: António Amaral

Jardim de Infância de Alhões

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Festa de Natal 2013

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e festa é cor, alegria e boa disposição, então estamos a falar da nossa festa de Natal que, mais uma vez, honrou a tradição da Escola E. B. 2, 3 de Cinfães! Bem cedo, pela manhã, o entusiasmo e a excitação caracterizaram o ambiente escolar, pois tudo começou com o simples ato de transportar as cadeiras para o pavilhão! Depois, toda a confusão e barulho necessários para a organização dos lugares dos alunos de cada turma deram lugar a um maior sossego e ordem para o início das diferentes atuações. Desta forma, pudemos assistir a vários números artísticos, desde danças, canções a pequenas dramatizações, sem esquecer a habitual apresentação da ginástica rítmica. Podemos dizer que foi uma verdadeira festa, cheia de calor humano, bem organizada e amplamente participada por alunos, professores, encarregados de educação e demais elementos da comunidade educativa!

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Receita para fazer um bom aluno Tome-se o peso de muito interesse Igual peso de atenção Uma pérola de silêncio E uma raspa de participação À parte, em banho-maria Um frasco de boa educação Muita, muita cidadania E também muita compreensão

Está muito sol. O barco no mar. O menino a fazer castelos de areia, Tem protetor solar. A toalha na areia, O guarda - sol a tapar. O chapéu na cabeça E a estrela-do-mar. Um Natal com rimas O Pai Natal dá prendas aos meninos que não se portam mal, As renas dele voam como um pardal. Ele estava tão contente, Porque ia receber um presente. Não parava de cantar:« O Rodolfo era uma rena com o nariz a brilhar, nariz que era vermelho a acender e apagar.» As outras renas riam-se dele a valer Pobre do Rodolfo que nada podia fazer. Mas um dia o Pai Natal com ele foi ter: -O trenó ficou sem luz, preciso do teu nariz. A partir desse dia Rodolfo ficou mais feliz. Assim à frente do trenó, em vez de faróis estava um nariz.

Prepara-se uma calda de curiosidade Uma chávena de bom gosto e organização Um pacote de empenho e criatividade Q.B de entusiasmo e concentração Adiciona-se um punhado de trabalho na escola Muito estudo, muita vontade e muito querer Três boas colheradas de trabalho em casa Se tudo isto fizer, muito bem irá aprender Para envolver estes ingredientes com muita ternura e muito amor, Junta-se o precioso apoio dos pais E muito trabalho do professor

João Pedro Mendes da Rocha, 7 anos, 2º D, Complexo Escolar de Cinfães.

Unta-se com regras derretidas Uma forma de tamanho familiar A boa temperatura vai crescendo Em cada forno escolar

Pedido sentido

Polvilha-se com bons resultados e com um sopro de fantasia “eis um bom aluno” Isto é real, com um pouco de magia! Trabalho elaborado pela turma do 3º F – Complexo Escolar de Cinfães (Após a leitura do poema “Receita para fazer uma avó”, de Maria Augusta Silva Neves)

Neste meu caderno da imaginação, Ponho as palavras do coração! Deixo a caneta correr e contar O que há no meu ser. Deixo a mente sofrer, Deixo o coração sentir Dores de doer, Lágrimas a sorrir, Só para te pedir, A ti, meu Deus, Paz, Amor e Esperança! Prof.ª Elisabete Barbosa

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Quadras à minha turma

SINTO SAUDADES

A turma do 7ºC É de grande animação Convida toda a malta Não aceita um “não”.

Da vida que vivi Dos amigos que perdi Dos alunos que ensinei De tudo o aprendi e Hoje quase esqueci.

Em cada um de nós Há um grande coração Não só com bondade Mas também com diversão. Somos uma turma “fixe” E somos bem comportados Gostamos muito uns dos outros Mas às vezes somos “tramados”! Na turma 7ºC Há uma grande alegria Temos bons professores Que trabalham com mestria! Somos uma turma unida Não deixamos ninguém para trás Se alguém faz mal ao outro Nós vamos lá e “zás”! Queremos agradecer à diretora Por nos querer aturar Esperamos que seja por muito tempo Que todos juntos possamos ficar! Mariana Sousa, 7ºC Sinto-me feliz Porque sempre fiz aquilo que eu quis Dei amor e carinho aos que mais precisavam Fui amiga do meu amigo E quase sempre respeitada Não distingui ricos, pobres A todos que precisavam dei a mão Os anos foram passando E, os meus amigos terão sempre Um cantinho No meu coração. Profª Carmo

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Sinto saudades Da afetuosidade dos colegas Das risadas que se davam Das merendas que se faziam Dos trabalhos que se realizavam Da pureza das crianças Daquele beijo ternurento Que enchia o meu coração de alegria. Não tenho saudades: Da burocracia exagerada De colegas arrogantes De pais pouco interessados De meninos resmungões Colegas pouco humildes Que partem os nossos corações. Profª Carmo

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O meu horizonte

Tão especiais como ela Tão especiais como a tua própria vida. O amor não dá para esconder. Quando sentes amor, Teus olhos brilham... quando passas Ou dizes o nome dessa pessoa. O amor é Quando passas Menos de uma hora Sem a ver E já sentes saudades. O amor é Quando olhas pela primeira vez para alguém E sentes borboletas na barriga E tens vergonha de falar ou estar com ela. O amor é Quando a tua mão se encaixa perfeitamente Na mão dela. O amor é Um sentimento lindo!

I Para alcançar meus sonhos A meus pais tenho que agradecer Um dia fazê-los felizes Será meu maior prazer. II Estudar para ser médico geral É essa minha esperança Com apoio da minha mãe E do meu pai que está em França. III Com minha mãe sempre presente E meu pai no pensamento Trabalhando dia e noite Para nos dar alimento. IV Também tenho minha irmã Patrícia Irmã querida e bela Quando preciso de algo Posso sempre contar com ela.

Mariana Sousa, 7ºC

Francisco Meneses Marques, 7ºC

Esta Pedra Esta pedra onde me sento Foi pilar de lar outrora.

O Amor

Guardei-a no topo do jardim Entre camélias e oliveiras Ladeada de hortelã e cidreira Lírios, alfazema e alecrim.

Só quem sente Sabe que o amor É para todo aquele que nasce E que tem um coração. Quando sentes amor Parece que aquela pessoa Está na palma da tua mão. Mas, afinal, descobres Que tudo não passa de uma ilusão. E parece que o mundo Desaba a teus pés, Que tudo aquilo em que acreditavas Foi levado pelas marés. O amor é aquilo que não se vê. O amor é aquilo que se sente. O amor não se demonstra com palavras. O amor demonstra-se com atos. Atos? Que quer dizer? Que os atos para com aquela pessoa Têm de ser especiais

Nela está o suor de rostos amigos Que me deram à chegada abrigo. Nela estão vincadas as ausências Dos que amei e já partiram. Esta pedra onde me sento É legado, é saudade, é porvir É a velha casa onde regresso Em busca de antigos regaços No turbilhão da vida a fluir. Profª Helena Santos Duarte

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A minha turma I Foi- me dado um dever Para a Revista Escolar Fazer meus lindos versos Para minha turma mostrar. II Vim da escola para casa Com isso no pensamento Para partilhar com todos Este lindo e querido momento. III Agora o momento chegou E a vós quero mostrar O quanto gosto desta turma E de assim continuar. IV Todos nós aqui presentes Temos um sonho a realizar Juntos e com nossas forças Isso iremos alcançar. V Tudo o que vos desejo Amigos da minha Nação Que consigam vossos sonhos De todo o meu coração. VI Gosto muito desta turma Amigos e amigas também Quero deixar um grande beijo À minha diretora também. VII E assim eu me despeço E a todos um grande beijo Ver-vos alcançar vossos sonhos É tudo quanto vos desejo. Francisco Meneses Marques, 7ºC

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Acrósticos Magusto é uma festa As castanhas a estalar Gostamos do S. Martinho Um dia sem igual São boas as castanhas Temos castanhas quentinhas O magusto é muito divertido. Cá em Vila Nova há muita castanha Assam-se castanhas São Martinho é no dia 11 de novembro Tantas castanhas para comer Saltar na fogueira No dia de São Martinho Há magusto na escola As crianças divertem-se. E.B.1 de Vila Nova


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omos treze alunos inscritos no curso de cozinha tipo três. Todos nos inscrevemos com a ambição de um dia obter uma profissão como cozinheiros profissionais com habilitações e conhecimentos adquiridos dentro desta área. Até ao momento todos nós gostamos de todas as atividades que foram propostas e realizadas na escola, nas quais participamos de uma forma muito satisfatória. Neste curso, até a esta data, realizámos diversas atividades práticas desde o lanche para a entrega dos diplomas de mérito na escola sede; pequeno-almoço saudável; preparação de várias iguarias para o S. Martinho. Participámos com entusiasmos e profissionalismo na preparação e serviço na ceia de Natal do agrupamento. “Semanalmente temos estado muito empenhados na preparação, confeção e serviço dos almoços pedagógicos no edifício onde funcionam os Cursos de Educação e Formação.” Esperamos todos que o ano letivo decorra muito bem. Estamos ansiosos com a concretização da formação prática em contexto de trabalho – estágio, assim como a obtenção e conclusão deste curso. Os alunos do CEF 3

Trick or Treat

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s Turmas dos Cursos de Educação e Formação de Cozinha comemoraram o dia de Halloween com um pequeno beberete para o qual confecionaram acepipes, aperitivos e guloseimas alusivas ao tema. Deliciosas sepulturas, múmias horripilantes, dedos macabros e aranhas arrepiantes estiveram expostos e foram devorados com entusiasmo pela comunidade escolar ao som de Thriller de Michael Jackson. Os alunos apresentaram-se com profissionalismo e usaram as impecáveis fardas do seu curso. A Comemoração teve lugar no Restaurante Pedagógico decorado com mestria, com morcegos, vampiros, fantasmas e gatos negros… Creepy… Spooky!! Happy Halloween! “Eu adoro o halloween, é o único dia do ano em que todos usam uma máscara, e não apenas eu. As pessoas gostam de fingir que são monstros, enquanto eu tenho que passar o ano fingindo que não sou um.” Dexter Morgan

A Diretora de Turma do CEF de Cozinha 2: Ricardina Cabral.

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com cães farejadores de substâncias estupefacientes. Todos aplaudiram o excelente desempenho de uma cadela Labrador Retriever, ainda juvenil, e de um Pastor Alemão, já adulto, num simulacro de deteção de substâncias ilícitas. Foi também realizada uma interessante apresentação em powerpoint sobre o mesmo tema, seguida de um excelente debate sobre o consumo de substâncias estupefacientes. Alunos e professores conversaram abertamente sobre o assunto e esclareceram-se dúvidas de ambas as partes com os agentes da autoridade. Este tipo de iniciativa é útil e muito pertinente na realidade em que se inserem as escolas de hoje.

“A educação não pode conseguir grandes resultados quando age por movimentos bruscos e intermitentes. Mas quando a educação é paciente e contínua, quando ela não busca os êxitos imediatos e aparentes, processando-se lentamente, num sentido bem determinado, sem se deixar desviar pelas incidências externas e pelas circunstâncias adventícias.” Émile Durkheim

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s Cursos de Educação e Formação, na sua vertente de Cozinha, turmas 2 e 3, revelaram ao longo do primeiro período letivo uma imagem muito aplicada na execução das atividades propostas pelos seus técnicos e professores. O blogue criado para o efeito de mostrar à comunidade educativa (e ao mundo!) o resultado deste empenho, é o testemunho visível de que, quando movidos por uma estratégia de motivação positiva, os jovens acedem aos desafios propostos em prol do seu futuro e do bom nome que a instituição escolar pode obter! Várias foram as atividades propostas e executadas, destacando-se as seguintes: “Pequeno-almoço Saudável”, no âmbito da comemoração do Dia da Alimentação; serviço de Porto de Honra na sessão de entrega de diplomas de mérito; comemoração do Halloween com a produção de iguarias “horríveis” para um lanche partilhado; participação na comemoração do dia de S. Martinho na Escola Sede e na ceia de Natal. Para além da participação específica e técnica, os alunos têm demonstrado também uma postura na vida da escola na sua vertente cultural, com trabalhos diversos, expostos na sua escola ou no blogue. No entanto, a maior visibilidade do conceito e atu45

A Diretora de Turma do CEF de Cozinha 2: Ricardina Cabral

ação do curso tem sido revelada nos almoços pedagógicos, que ocorrem às terças e quartas-feiras de todas as semanas! Nestes almoços, os alunos e os respetivos técnicos preparam pequenos mimos para agraciar os seus professores, encarregados de educação e todos os interessados na sua degustação! Para mais curiosidades, consultar http://cefsaecinfaes. blogspot.pt/ Rita Almeida

GNR no Agrupamento de Escolas de Cinfães nos cursos CEF

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o dia 2 de Dezembro, a GNR esteve presente na escola dos cursos CEF para fazer uma demonstração cinotécnica


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DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR

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umar ou não fumar - eis a questão? Os malefícios do tabaco estão demonstrados há anos. Sabe-se hoje, e ensina-se nas escolas em vários níveis de ensino, que o consumo de tabaco está relacionado com o desenvolvimento de uma série de doenças graves, principalmente associadas ao sistema cardiorrespiratório. Sabe-se, igualmente, que aumenta exponencialmente a probabilidade de desenvolver inúmeros cancros, nomeadamente, cancros da boca, laringe, faringe, esófago, estômago, entre outros. De facto, o fumo do tabaco contém cerca de 5000 compostos químicos (dos quais, pelo menos 50 são potencialmente cancerígenos), sendo a nicotina uma das drogas mais viciantes que se conhece. Contudo, não há campanha que possa ser feita que leve alguém a não fumar. Fumar é uma opção individual, que se toma de modo consciente e que terá consequências para o resto da vida. Boas ou más, ficará ao critério de cada um… No âmbito das comemorações desta actividade, foi realizado um concurso que visava construir a árvore brônquica e eleger os melhores slogans. DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO “Que o vosso alimento seja o vosso primeiro medicamento” Uma alimentação saudável deverá obedecer às necessidades individuais de cada um, pelo que dependerá de vários fatores (como o sexo, a idade ou a atividade física). Para nos alimentarmos corretamente podemos usar a Roda dos Alimentos, constituída por 7 grupos alimentares. Estes estão divididos de acordo com a sua proporcionalidade, sendo que no centro se encontra a água, uma vez que todos os alimentos são constituídos por este elemento. Contudo, em termos gerais, uma alimentação saudável deve ser completa (devemos ingerir alimentos de todos os grupos), variada (dentro de cada grupo devemos variar os alimentos ingeridos) e equilibrada (devem ser respeitadas as porções diárias), rica em frutas e legumes e pobre em gorduras, principalmente as de origem animal. Uma alimentação errada, associada ao excesso de peso,

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pode causar diversas doenças, pois causa no indivíduo um desequilíbrio em termos de nutrientes necessários ao organismo, causando inúmeras consequências como, por exemplo, a obesidade, o colesterol elevado, a diabetes e a hipertensão. Estes podem desencadear em riscos ainda mais sérios para a saúde, nomeadamente, o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC). Nós somos aquilo que comemos, ou, como há muito escreveu Hipócrates, “Que o vosso alimento seja o vosso primeiro medicamento”… No âmbito das comemorações desta atividade, foi distribuído um folheto aos alunos do 5º ano de escolaridade, elaboraram-se cartazes informativos e, ao longo do dia, na biblioteca da escola, passaram vídeos e PowerPoint sobre a alimentação saudável. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A SIDA A SIDA - Síndrome da Imunodeficiência Humana “A SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Humana) é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infetada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais, contacto com sangue infetado, de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação”, (www.roche.pt/sida/). O VIH atua atacando o sistema imunitário do organismo humano (nomeadamente, os linfócitos) tornando-o cada vez mais débil e fraco.

Sexualidade, sexo e os tabus

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conceito de sexualidade e o de sexo são facilmente confundidos. A sexualidade é um conceito abrangente e, porventura, difícil de definir, envolvendo sentimentos, emoções, sensações. A sexualidade do casal, hetero ou homossexual, pode manifestar-se de forma física através do sexo, assim que ambos o entendam, sendo apenas uma das suas formas para se chegar à satisfação desejada. A Sexualidade pode-se definir pela busca de prazeres, sendo estes não apenas os explicitamente sexuais. A Organização Mundial de Saúde (OMS) lança um conceito de sexualidade muito interessante: “A sexualidade é uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”. Viver a sexualidade, com sexo ou não, na adolescência é um direito do ser humano. Negá-la, tratando-a como tabu, ou restringi-la a conteúdos básicos como a morfologia e fisiologia do sistema reprodutor ou as Infeções Sexualmente Transmissíveis, que são importantes, mas não suficientes para quebrar algumas barreiras que persistem e continuam a levar à ignorância sexual. No âmbito das comemorações desta atividade, os alunos do 9º ano realizaram inúmeros cartazes digitais que foram posteriormente impressos e expostos na entrada principal da escola. Equipa do Projeto de Educação para a Saúde

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atual contexto político, económico, financeiro e social do país desencadeia problemas gravíssimos nas condições de vida das populações, de onde poderemos salientar com alguma veemênciaAlunos, Pais/ Encarregados de Educação, Professores, ou seja, todos os setores da comunidade educativa se ressentem de forma mais ou menos evidente dos aspetos negativos desta profunda crise. Assim, continuamos a assistir a um contexto socioeducativo que insiste em não evoluir positivamente, pelo contrário, a cada dia que passa, regride. Os resultados das aprendizagens académicas e não académicas que deveriam ter melhorado- pois era essa a tendência em determinado momento- estagnaram e, a partir de determinada altura, pioraram. Continuamos a salientar que, só, utopicamente, poderíamos alimentar expetativas positivas, uma vez que o “berço” dos educandos é a família e muitas destas “padecem” de carências profundas, que as levam a descurar e até negligenciar, involuntariamente, aspetos fundamentais do desenvolvimento dos seus filhos. Continua a ser penoso sentir o declínio da qualidade de vida das populações, o que se reflete, de forma direta, nas vivências diárias dos alunos, dentro e fora da escola. É de valorizar, de forma enfática, a multiplicidade de papéis que a Escola/ Agrupamento tem vindo a assumir, em estreita articulação com os Pais, desdobrando-se em ações e intervenções de caráter formativo (- Participação de todos os técnicos nas reuniões de conselho de turma e de diretores de turma, como “ponte” entre as famílias e escola); na sua globalidade e especificidade, foram exploradas ao longo do ano temáticas relacionadas com o insucesso, a indisciplina, o abandono e absentismo. O nosso Agrupamento continua a acreditar que, juntos e com a colaboração de todos, é possível fazer mais e melhor. Como tal, foi elaborado um plano de melhoria, que passo a citar de forma muito sucinta. No que concerne ao apoio à melhoria das aprendizagens, temos vindo a implementar a Ação -“Plano de desenvolvimento da Língua Portuguesa e Estrangeiras”, cujo Objetivo é Desenvolver Competências nos Domínios: Compreensão/Expressão Oral/ Escrita e Leitura; Promover e desenvolver o uso do vocabulário através da implementação de atividades de cariz lúdico-pedagógico que estimulem o gosto pelas línguas materna e estrangeira e desenvolver competências na área do falar, através da promoção de dias temáticos relacionados com as línguas portuguesa e estrangeiras, condu-

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centes a aumentar o sucesso. A Ação - “Matemática 100 problemas” tem como Objetivos, Melhorar o Sucesso na Disciplina de Matemática, quer na componente interna e externa e dinamizar o Laboratório da Matemática, onde o principal objetivo é desenvolver o trabalho cooperativo e colaborativo entre pares de alunos. A Ação - “ O mais próximo de mim”, pretende criar um grupo de “tutores”/”padrinhos” para acompanharem os alunos do 5º ano, recém chegados à escola-sede, nos diferentes espaços escolares, contribuindo para uma integração rápida e simples, evitando confusões, conflitos, desânimos e, por vezes até, insucesso escolar, ajudando os Diretores de Turma na resolução de problemas, controlando a indisciplina, absentismo e abandono Escolar, melhorando as aprendizagens académicas. Também a Ação - “Alimenta o Saber”- pretende Melhorar/Reforçar as Aprendizagens dos alunos com plano de estudo, por iniciativa própria, e Incentivar à frequência da sala de estudo com o objetivo de melhorar/ reforçar as aprendizagens. A Ação - “Ensinar, Formar, Educar, Construir para Intervir”, pretende criar espaços ou momentos de desenvolvimento nas áreas da educação artística (música, arte, pintura…); controlar a indisciplina, o abandono e o absentismo. A Ação - “Anda Comigo à Escola” - Com o intuito de uma maior responsabilização dos Pais/ Encarregados de Educação no processo ensino/aprendizagem. Pretende-se com esta ação delinear um conjunto de medidas assertivas, promotoras de sucesso escolar dos alunos, em sintonia com os Pais/Encarregados de Educação, controlar a indisciplina, o absentismo, abandono escolar e melhorar as aprendizagens. Ainda a pensar que “Corpo São …Mente Sã”, estamos a desenvolver no nosso agrupamento a Ação - “ Crescer de Forma Saudável”, que pretende desenvolver capacidades e atitudes, de forma sistémica (ecológica), que habilitem a comunidade escolar para ser capaz de lidar com os desafios do quotidiano ou com situações de saúde individual e de cuidados de higiene e alimentação de forma mais equilibrada e saudável. Recentemente, como estratégia para melhoria de resultados, a Direção do Agrupamento tem vindo a dinamizar pequenos colóquios junto de todos os alunos do Agrupamento, por ano escolar, com o objetivo de fazer uma análise responsável dos resultados obtidos, comportamento e assiduidade. Foi possível também à Direção criar o momento Extramat e Extraport – para ajudar os alunos a melhorarem as suas aprendizagens. Para além das estratégias atrás referidas, apostamos convic-

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tamente na Supervisão Pedagógica em sala de aula, nas diferentes disciplinas, pela mais-valia que representa, na diversificação de metodologias e estratégias em determinados conteúdos programáticos-potenciando a partilha, a troca de experiências, o trabalho cooperativo e a segurança, aspetos essenciais na promoção da melhoria das aprendizagens dos alunos. As dimensões familiar e socioeconómica foram trabalhadas através da partilha e cooperação vertical e horizontal das diferentes Lideranças Intermédias, Diretores de Turma e Técnicos Especializados (Psicólogo, Assistentes Social e Mediadora de Conflitos) e Docentes das várias disciplinas. De referir algumas medidas que a estes níveis foram desenvolvidas: fornecimento de Materiais Escolares, Suplementos Alimentares e Produtos de Higiene; realizaram- se regularmente, e cada vez em maior número, encontros com alunos e/ou famílias, para abordagem de questões de natureza privada a nível moral, social, ético, relacional, fundamentais para o exercício de uma VERDADEIRA CIDADANIA. Não é despiciendo expressar, novamente, como um constrangimento muito relevante, a situação real do Concelho de Cinfães, no que diz respeito a: ausência de emprego/ elevadas taxas de desemprego, ausência de entidades empregadoras, ausência de espaços para o desenvolvimento de atividades de caráter lúdico e sociocultural que preencham os tempos livres dos alunos nos períodos sem atividades letivas. Também nesta problemática, há uma intenção séria, por parte de todas as instituições do Concelho, desde Escolas do Concelho, Câmara Municipal, Juntas de Freguesia, CPCJ, Centro de Saúde, entre outras, de partilhar, cooperar , colaborar, co-responsabilizar, estabelecer metas e objetivos comuns para alcançarmos todos os nossos objetivos. Apostámos num trabalho em Rede. Sozinhos não somos nada e juntos podemos mudar, para melhorar. Acreditamos que a base de tudo e para tudo está na Educação / Formação.

A Coordenadora Sónia Ferreira

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A Biblioteca Escolar no 1.º Ciclo e no

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s bibliotecas escolares, pelo que são e pelo que oferecem, constituem hoje recursos essenciais ao desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem, em todos os ciclos de ensino. As bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto - Cinfães são espaços onde os alunos leem e têm acesso a informação, a documento livro e não livro, exploram jogos e realizam atividades livres extracurriculares e de enriquecimento curricular. Fazer chegar os serviços da biblioteca escolar a todos os alunos da escola/ agrupamento implica a interação com os professores/educadores, e nesse sentido temos trabalhado em conjunto e procuramos promover a igualdade de oportunidades no acesso ao conhecimento e ao exercício da cidadania, estimulando e desenvolvendo o gosto pela literatura e pela audição de histórias, contos e lendas. Assim, através dos Projetos “A Hora do Conto” e “Plano de Desenvolvimento da Língua Portuguesa”, em colaboração com os professores e educadores das várias turmas, proporcionamos histórias aos alunos dos Centros Escolares de São Cristóvão, Santiago de Piães e de Nespereira, assim como a muitas outras crianças, nomeadamente do 1.º Ciclo e do Jardim Infantil de Cinfães, do Jardim Infantil de Travassos, do 1.º Ciclo e JI de Louredo. Os alunos têm manifestado gosto em frequentar as bibliotecas escolares, verificando-se nesse sentido grande procura das mesmas. A confirmá-lo, o projeto “A BE no intervalo e tempo livre” que permite a todos eles, desde o jardim infantil ao 4.º ano de escolaridade, dos Centros Escolares onde as mesmas estão implementadas, deslocar-se aí várias vezes por semana e durante todo o ano. Também o fazem em contexto de aprendizagem noutros momentos com os seus professores ou educadores. No nosso Agrupamento, contamos, ao nível do 1.º Ciclo e Jardim Infantil, com as Bibliotecas Escolares dos Centros Escolares de São Cristóvão e Santiago de Piães e também este ano letivo com a Biblioteca Escolar do Centro Escolar de Nespereira, que, apesar de ainda se encontrar numa fase inicial do seu apetrechamento, já proporciona algumas atividades que envolvem, de forma ativa e regular, os alunos do Centro Escolar.

Durante o 1.º período, os mais pequeninos visitaram as Bibliotecas Escolares, e assinalámos, com as turmas do Jardim Infantil de São Cristóvão e Santiago de Piães, o dia do Mar e o dia Mundial da Alimentação, através das leituras dos livros “Nadadorzito”, de Leo Leoni, e “Sopa de Rato”, de Arnold Lobel. Também os alunos do 1.º Ciclo participaram, em outubro, mês Internacional das Bibliotecas Escolares, em várias atividades no espaço das bibliotecas, como por exemplo o passatempo “Página procura livro”, cujos vencedores de cada ano de escolaridade receberam livros como prémio. 1 Momento de leitura - foi a atividade realizada no dia 28 de outubro, Dia Internacional das Bibliotecas Escolares, em que os alunos partilharam um momento de leitura nas suas salas de aula. Nesse sentido, cada professor e educador pôde escolher um dos contos ou poemas que sugerimos (obras recomendadas nas Metas Curriculares para o 1.º ciclo) e, à hora marcada, iniciaram na sala de aula o momento de leitura. Os contos ou poemas lidos nas salas de aula ficaram registados em grelha própria. Várias outras atividades se desenvolveram no sentido de continuar a motivar os nossos alunos para a leitura. Assim, no Complexo Escolar de Cinfães, os alunos dos 2.º, 3.º e 4.º anos receberam a escritora do livro “Bichos com Riso, Rimas com Siso”, Rosa Duarte, que respondeu a questões colocadas pelos alunos e interagiu com eles através de rimas e canções. A escritora observou e apreciou com muito agrado os desenhos e versos realizados pelos alunos inspirados no seu livro. Já os mais pequenos, os alunos, do 1º ano e Jardim Infantil do Complexo Escolar de Cinfães e Jardim Infantil de Travassos, assistiram, na nova Biblioteca Municipal, à animação da leitura a partir do livro “Alinhas?”. No apoio ao desenvolvimento curricular, o Plano de Desenvolvimento da Língua Portuguesa (pdlp), permitiu que a BE estivesse muito ligada às turmas. O pdlp facilitou o trabalho articulado com os professores das turmas e a BE, conseguindo-se, em conjunto, uma boa integração das atividades da BE nos Planos Curriculares de Turma. Através do Projeto TEIP, promovemos a articulação com o currículo, incentivando a transversalidade, apresentámos a todas as turmas do Agrupamento duas

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no Jardim Infantil histórias de natal: “Quem dá prendas ao Pai Natal”, para os 3.º e 4.º anos, e “ Sonho de Neve”, para os 1.º e 2.º anos. As bibliotecas são, assim, estruturas nucleares na escola, pois são dotadas de recursos, serviços e tecnologias, capazes de contribuir para o enriquecimento do currículo e das práticas docentes. É, hoje em dia, evidente que a leitura de histórias promove uma variedade de competências nas crianças e que elas se desenvolvem melhor e têm melhores resultados na escola quando contactam com livros diariamente.

Joel Oliveira - professor bibliotecário

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English page

Across 3. What cupid shoots. 5. A Valentine’s Day treat. 7. Valentine’s Day color. 9. Something you wear on your finger. 10. He shoots love arrows. 12. Something often written on Valentine’s Day cards. 14. Touch lips. 15. The symbol of love.

Down 1. An emotion. 2. A day for love. 4. The flower of love. 6. People often exchange these on Valentine’s Day. 8. Go on a _______. Go somewhere with your boyfriend or girlfriend. 11. Something a poet writes. 13. Present.

Traditional Valentine’s Day Rhyme:

Write it correctly. Hi! How r u ? My name is P and i want u 2 spot the errors in this sms ok? P i need ur help! My mom left me at home and im alone Quick come and met me at my house k? Oh by the way I need u to bring food with u . Come quick! Bye. Jennifer.

Roses are red. Violets are blue. Sugar is sweet. And so are you.

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Le page du Français Le 2 février, 40 jours après Noël, c’est la Chandeleur, appelée aussi la Fête des Chandelles. Tous les ans, la tradition veut que l’on cuisine plein de délicieuses crêpes à déguster avec famille et copains. (Informe-toi sur momes.net) 1- À chaque poêle sa crêpe

2. Dans quelles poêles ont été cuites ce ces crêpes ? (inscris la lettre à l’intérieur de la crêpe)

La pâte à crêpes rapide et économique ! Préparation : 20 min Cuisson : à la poële Ingrédients : (pour environ 30 crêpes ) - 4 oeufs - 1 pincée de sel - 1 verre (20cl) de farine - 1 verre de lait - 1 verre de farine - 1 verre d'eau tiède Préparation : 1. Mélanger tous les ingrédients dans un grand saladier.

3. Le labyrinthe du Carnaval

2. Faites chauffer une poële avec un peu d'huile, versez une louche de pâte à crêpes. Il ne vous reste plus qu'à faire sauter les crêpes dans la poële !

3.     4. Le jeu des 7 erreurs Découvre les 7 différences entre les deux images:

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A Lua e a sabedoria popular

Quando estudávamos os astros, a localização do nosso planeta no espaço e o facto do mesmo ser acompanhado na sua viagem à volta do Sol pela Lua, a nossa professora propôs-nos a recolha de provérbios relativos ao satélite natural da Terra. É o resultado dessa pesquisa que aqui vos deixamos. Arco na Lua, chuva na rua. Lua cheia, a tudo clareia. Lua nova trovejada, trinta dias é molhada. Lua deitada, marinheiro em pé. Lua manchada, bonança assegurada. Lua nova calada, porta trancada. A Lua não fica cheia num dia. Pelas luas se tiram as marés. Com os raios da Lua, não amadurecem as uvas. Não há Entrudo sem lua nova, nem Páscoa sem lua cheia. Quando a Lua minguar, não deves regar. Quando a Lua minguar, nada hás de semear. Lua nova setembrina, sete meses determina. Quando minguar a Lua, não comeces coisa alguma. A Lua ilumina mas não aquece. A Lua, onde está, logo aparece. Lua cercada, terra molhada. Lua nova, muita rama e pouca abóbora. Lua nova trovejada, oito dias é molhada. Se ainda continua, é molhada toda a lua. Lua à tardinha com anel, dá chuva à noite a granel. Lua nova de agosto carregou, lua nova de outubro trovejou. Lua com circo traz água no bico. Lua nova trovejada, ou bem seca ou bem molhada. Não é na lua cheia que a Lua mais alumia. A Lua é mentirosa: quando diz que desce, cresce; quando diz que cresce, desce. Ares turvos e Lua em circo, chuva em cisco. Lua, a de janeiro, e amor, o primeiro. O amor é como a Lua, quando não cresce mingua. Luar de janeiro não tem parceiro, só o de agosto lhe dá pelo rosto. Alunos do 4.º ano EB1 de Tuberais

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Mães revivem jogos da sua infância

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a reunião com os encarregados de educação, realizada no início do ano letivo, as professoras propuseram que as nossas mães viessem à nossa escola ensinar-nos jogos da sua infância, que entretanto entraram em desuso. Muitas das mães mostraram-se disponíveis e entusiasmadas por terem a oportunidade de dar a conhecer às novas gerações a forma como se divertiam no recreio da escola. Foi estabelecido um calendário de acordo com o horário das turmas e a disponibilidade das pessoas que iriam participar. Neste momento, já pudemos aprender “o jogo da bilharda”, “o jogo do lenço”, “o jogo da macaca”, “o jogo de pião”, “o jogo do elástico”que, desde então, têm feito parte das nossas brincadeiras. Foi muito engraçado ver as nossas mães, na escola, a ensinarem-nos esses jogos tradicionais, como se fossem professoras! Esperamos que esta experiência continue, pois temos curiosidade em conhecer outros jogos que os nossos pais praticavam quando tinham a nossa idade. Alunos da escola do 1.º Ciclo de Tuberais

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Cupcakes no Dia de São Valentim

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o dia 14 de Fevereiro celebra-se o dia dos namorados, ou dia de São Valentim, e nós já vamos sendo habituados a comemorar esta data. Tradicionalmente, a troca de presentes e mensagens entre os pares de namorados explodem nesta altura. No entanto, a origem do dia de São Valentim remonta aos rituais pagãos da Roma antiga. De facto, este dia relembra o aniversário de morte de São Valentim, mártir cristão que terá vivido durante o século III. Nesse período, o imperador romano Claudio II proibira os casamentos, por acreditar que os homens solteiros e sem responsabilidades familiares eram uma mais-valia para o seu exército. Valentim ter-se-á oposto a esta decisão e começou a conceder as bênçãos matrimoniais a jovens noivos de forma clandestina. Ora, sabe-se que a rebeldia deste jovem acabou por levá-lo à prisão e à morte no ano de 270. Durante o período de clausura, Valentim teve ainda tempo para se apaixonar por uma jovem, filha do carcereiro, com quem manteve uma bela história de amor. Antes da sua morte, o enamorado deixou-lhe uma mensagem em que assinou “do seu Valentim”, criando, desta forma, a primeira mensagem do dia dos namorados. O Departamento de Educação Especial não poderia deixar de assinalar esta data e propôs aos alunos com necessidades educativas especiais confecionarem cupcakes em parceria com os alunos do Curso de Educação e Formação de Cozinha 3 que se revelaram uma ajuda preciosa ao nível da confeção, orientação e acompanhamento dos nossos alunos. Na Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim de Infância de Boassas a mesma atividade foi levada a cabo pela professora Manuela Ribeiro com alunos mais pequeninos. E foi assim que na sexta-feira, dia 14 de fevereiro, a comunidade educativa da EB 2/3 General Serpa Pinto e da EB1/JI de Boassas pôde saborear os nossos deliciosos cupcakes, dos quais vos deixamos algumas fotografias. Fevereiro 2014 Departamento de Educação Especial

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Dia da Letónia

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oi comemorado, no passado dia 18 de novembro de 2013, o Dia da Letónia, uma vez que, no presente ano letivo, a nossa escola conta com a presença de uma jovem docente letã, Laura Lazdupa, que connosco colabora, sobretudo no desenvolvimento da língua inglesa. Neste dia, foi, assim, hasteada a bandeira nacional da Letónia, ao mesmo tempo que se ouvia o hino do país homenageado. Ao longo do dia, houve, ainda, a oportunidade de, durante os intervalos, se ouvir música de origem letã. Desta forma, e à semelhança de anos anteriores, a escola prova que está aberta a novas culturas, assumindo-se como um espaço de diversidade, tolerância e respeito, promotora de universais valores humanistas.

Equipa da Revista Escolar

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Agueão

Dá saltos muito altos como um golfinho, parecendo que voa como uma gaivota. Por isso lhe chamam golfota. Quando está cheio de água, vai até à costa apanhar banhos de sol e procura alimento para os seus ninhos. Por ser muito grande e dar saltos muito altos, o golfota espanta todos os peixinhos que se encontram à sua volta, por isso tem de voar até à terra como uma gaivota.

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etade Águia Metade Leão Todos os leões e todas as águias adoravam ser como a Agueão. Ela voa e, ao mesmo tempo, corre muito depressa. É enorme e tem uma juba castanha, tem quatro patas com umas enormes e afiadas garras, tem boca, dentes e uma cauda comprida como a do leão. Quando a Agueão se cansa de voar, corre. Alimenta-se de presas e, como voa, tem uma vantagem para caçar. Imagina olhares para o céu… Em vez de veres uma águia, vês uma Agueão!

Mariana Santos, 6.º B

Diminutivos

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u não sei se uso muitinho ou pouquinho os diminutivos, mas tenho uma ideiazinha que a minha turminha e a professorazinha, durante este textinho, vão perceber se uso muito ou não os diminutivos. Quando uso diminutivos, costumo usá-los quando estou na brincadeirazinha ou a fazer trabalhos de casa para a escolinha! A utilização de diminutivos não é sempre corretinha, pois uma amiguinha, chamada Joana, não gosta que eu a chame “Joaninha”, por isso, a partir de agorinha, vou-me esforçar para mudar a minha pequenina personalidadezinha, para deixar de diminutivos usar, pois há um certo nível do ridículo que não devo ultrapassar.

André Figueiredo, 6ºF

O Javagaio

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javagaio é uma junção do javali e do papagaio. Este animal vive na terra e no ar. O javagaio come folhas, raízes, frutos e legumes. Tem quatro patas como o javali e tem duas asas como o papagaio. Vive numa zona de árvores e muita vegetação. O javagaio fala uma língua: repete a língua humana. Só queria ver a reação de uma pessoa ao ver o javagaio…

João Ferreira, 8ºA

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Inês Saraiva, 6.º C

Minha irmã

Galião

O

Vou descrever minha irmã De nome Carla Andreia Ela tem tudo de linda E não tem nada de feia.

Galião vive na terra, gosta de escavar como um cão e também põe ovos como uma galinha. Tem cabeça de cão e patas de galinha. Gosta de nadar no rio ou no mar. Quando tem medo, começa a ladrar como um cão e a fugir como uma galinha.

ab

Toda ela é muito gira Tem encantos tamanhos Belos cabelos compridos E lindos olhos castanhos.

João Pedro Rocha Madureira, 6.º C

Não é gorda nem é magra É mesmo como se quer Não é uma mulher grande Mas é uma grande mulher.

Cavaca

M

etade cavala/Metade vaca A cavaca é um animal extraordinário, pois vive no mar e na terra. Quando ela se farta de estar no mar, vem para a terra comer a sua erva. É um animal invejado pelos bois, pois, com tamanha beldade, espanta todos. Ela está sempre a brincar com os seus amigos peixes. É um animal fantástico, já que é o animal que eu criei na minha imaginação. Podem-na encontrar, ou no oceano ou num prado. A cavaca tem umas barbatanas lindas, tem manchas por todo o corpo, e dois chifres dourados.

É uma pessoa meiga A quem vou sempre amar Se vê alguém triste Lá está ela para ajudar.

Ela trabalha muito Passa a vida a trabalhar Mas tem que pensar mais nela Precisa de descansar.

Tiago Marcelo Fernandes Dias, 6ºF

Gosto muito dela Ela é uma perfeição É uma irmã querida Com um enorme coração.

Golfota

Daniel Silva, nº6, 7ºD

M

etade golfinho/metade gaivota O golfota é um animal muito especial, sendo invejado por muitos animais pelo seu tamanho e pelas características que apresenta. 58


Receita para fazer uma irmã

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nchem-se três biberões e meio de anos de idade Igual peso de traquinices Q.b. de paciência Uma raspa de mimalhice Um quilo de amor Um pacote de beleza Um pacote de sumo de brincadeira Misturam-se todos os ingredientes com carinho Unta-se uma forma com alguns choros Coze com rapidez a boa temperatura No fim, decora-se com um frasco de beijos bem docinhos. Eis uma irmã Traquina, mas que eu gosto muito.

João Ferreira, 3ºano-B, Centro Escolar de Santiago de Piães (Trabalho elaborado na sequência da leitura do texto “Receita para fazer uma avó”)

*************** Riso / Sorriso

Sabias que - o riso é o sinal universal de felicidade? - os cientistas garantem que o riso é contagiante? - com uma gargalhada podes usar mais de 50 músculos? - as raparigas riem mais alto do que os rapazes? - seis horas de riso equivalem a correr 20 minutos? - quando ris estás a estimular o teu sistema imunológico? - a terapia do riso é usada no tratamento do stress? “E a minha alma alegra-se com seu sorriso, um sorriso amplo e humano, como o aplauso de uma multidão.” – Fernando Pessoa “A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporcionem apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração.” – Madre Teresa de Calcutá “É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada.” – William Shakespeare “Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios.” – Martin Luther King Recolha e seleção realizadas pelos alunos da Sala A - 1º e 4º anos - Meridãos

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O outono

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outono é a quarta estação do ano que começa a 21ou 22 de setembro e termina a 21 ou 22 de dezembro. Nesta época, as temperaturas descem. Caem as primeiras chuvas, há trovoada e há vento que faz cair as folhas das árvores. Os dias diminuem e as noites aumentam. Por esta altura, as pessoas arrumam as roupas frescas de verão e começam a usar roupas quentes e impermeáveis. No outono, há uma grande variedade de frutos tais como: maçãs, pêras, nozes, castanhas, dióspiros e romãs, com os quais se fazem boas compotas. Nesta altura, também se fazem as vindimas. O outono cheira a terra húmida e a castanhas assadas. É durante esta estação que se comemora o S. Martinho, que é celebrado com castanhas assadas e com vinho novo. As cores do outono são o castanho, o vermelho, o amarelo e o verde… Nesta mesma estação, as andorinhas e outros animais partem para regiões mais quentes. Eu gosto muito desta estação do ano, apesar de já não poder brincar tanto na rua, devido ao mau tempo. Rui Pedro Pinto (3º ano) EB1 de Louredo

Ele é meu tio

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meu tio é alguém que eu admiro e de quem muito gosto. Ele chama-se Armando Costa, e é um grande atleta de boccia. Participou nos Paralímpicos, onde também ganhou importantes prémios para Portugal. Ele é uma pessoa sábia e bondosa. Tem um coração tão grande como o mar, que parece infinito. Apesar de ter uma doença grave, ele não desiste e lutou, e ainda luta, para melhorar a sua vida. Ele é algo careca… como uma árvore em pleno outono! Acho que já é a idade a fazer efeito…! Tem uns olhos grandes e verdes como a erva do chão. É baixo… e vive colado a uma cadeira de rodas. Ivo Ribeiro, nº8, 7D


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Revista Escolar do AEGSP - nº 17  
Revista Escolar do AEGSP - nº 17  

Edição n.º 17 da Revista Escolar do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto de Cinfães

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