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Editorial

D E STAQ UE S D E STA E D IÇ ÃO Página 6 - Entrevista ao Presidente do Cons. Geral Página 22 - Notícias do Projeto Comenius Página 32 - Comemoração do Dia de S. Martinho Página 38 - Festa de Natal na sede do Agrupamento Página 64 - Notícias do CQEP Página 70 - Quadro de Excelência

FICHA TÉCNICA Esta publicação pertence ao Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto - Cinfães Direção: Manuel António Pereira Coordenação: Helena Duarte Layout: Pedro Peixoto e Dora Ferreira Revisão Ortográfica: Helena Duarte, Carla Pinto e Lúcia Pinto Capa: Toni Afonso e Licínio Sardinha Fotografia: Sónia Botelho Impressão: Litogaia AG info@teq.pt Tiragem: 2500 exemplares Depósito Legal: 240864/06

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Editamos mais uma revista na convicção de que o fazemos para garantir que todo o trabalho que se realiza no Agrupamento tenha a visibilidade que lhe permita ser reconhecido hoje e sempre. Há um objetivo didático, claramente impresso neste desafio. Queremos que todos possam estar presentes e deixem a sua marca. Sonhamos também com a possibilidade de que, num futuro próximo, todos nos possamos rever naquilo que hoje estamos a construir e que esta nossa revista possa constituir-se num álbum de memórias de todos nós. Em Educação os tempos e os ritmos são sempre diferentes. Convivemos com constantes alterações, com incertezas e com enormes incompreensões que, de alguma forma, nos fazem estar sempre mais atentos e mais recetivos aos sinais. A verdade é que os sinais dos tempos não são promissores para a escola que conhecemos, para a escola que ajudamos a construir com devoção e muita paixão. A escola é hoje entendida, por parte de quem tem a obrigação de a defender e preservar, como um enorme encargo que é preciso alijar, que é preciso reduzir, que é preciso minguar… Ao contrário do que insistentemente nos tentam fazer acreditar, menos investimento não resulta necessariamente em

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mais qualidade nem em mais sucesso. Menos investimento, mesmo que profusa e insistentemente justificado, não garante a melhoria da qualidade da escola pública, bem pelo contrário, influencia a demanda de caminhos mais óbvios, menos seguros e talvez menos cuidados. Precisamos de uma escola que responda às crescentes necessidades de toda uma população esmagada por anos de desânimo e por constantes e incertas promessas capazes de fazer que o mais crédulo se torne socialmente agnóstico e que o maior sofista se torne socialmente acreditado. É pela educação que vamos. É pela educação que poderemos encontrar o verdadeiro caminho do desenvolvimento. É pela educação que poderemos encontrar as respostas para as constantes incertezas que perpassam pela sociedade de que fazemos parte, que nos alberga, e que tanto influenciam os nossos dias. O futuro será sempre aquilo que hoje construirmos. Por isso, é fundamental que o preparemos com cuidado, com atenção e com rigor. Preparar o futuro é, seguramente, apostar na educação, ter a consciência de que uma sociedade mais bem formada é necessariamente uma sociedade mais livre, mais autónoma e mais participativa. Queremos uma educação de qualidade e para isso trabalhamos todos os dias, sempre com a convicção de que a escola é o porto de partida, mas também o porto de chegada para todos quantos esperam uma vida equilibrada e mais digna, longe dos sobressaltos que só a ignorância perpetua. Este ano letivo iniciou-se, na escola sede do Agrupamento, com alguns contratempos originados por colocações tardias de alguns professores o que levou a que, logo que o assunto foi resolvido, tivéssemos feito aprovar um calendário de recuperação de aulas para as turmas envolvidas. Esse processo de recuperação prolonga-se por vários meses e decorre neste momento, obrigando, naturalmente, a uma sobrecarga letiva para algumas turmas. Mesmo assim, temos a certeza de


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que tudo estamos a fazer para que todos tenham as mesmas oportunidades e possam atingir os objetivos propostos e definidos. Sistematicamente, incentivamos todos os alunos para a necessidade de assumir o tempo de escola como o tempo de preparar convenientemente o futuro. Queremos que tenham plena consciência disso. Queremos que aprendam que o futuro é, em boa parte, o resultado do que fizeram no tempo que estiveram na escola. Afinal os tempos estão difíceis para todos, mas muito mais para todos quantos não aproveitaram esses tempos e não obtiveram uma formação académica e profissional sólida. Este é um dos nossos constantes desafios que encaramos como prioritário e que constantemente recordamos a todos os atores intervenientes. A vida das famílias não é fácil por todas as razões que conhecemos e, nesse sentido, entendemos muitas das dificuldades que diariamente nos são colocadas. Mais do que isso, entendemos as limitações que alguns apresentam e tudo temos feito para, de acordo com os nossos parcos meios, ajudar a encontrar respostas e soluções ainda que temporárias. A escola é também o reflexo das famílias. É na escola que primeiro se sente os seus desequilíbrios. É na escola que se sente a sua maior ou menor funcionalidade ou ainda a importância de que a mesma se reveste para as famílias. Precisamos de famílias mais atentas, mais participativas e mais interventivas junto dos seus educandos. É preciso que todos aprendam que independentemente das dificuldades económicas ou outras, o rigor e o valor do trabalho são bens acessíveis a todos. Sem trabalho não há sucesso, sem rigor e disciplina dificilmente encontraremos o caminho para o sucesso. Sucesso, trabalho e rigor são pilares fundamentais de uma vida equilibrada, com mais qualidade e com melhores perspetivas de futuro. Continuamos a incentivar à participação empenhada de todos e por isso não descuramos a possibilidade de participar nos mais diversos desafios que nos vão surgindo. Afinal os desafios são um forte estímulo para o constante reforço da motivação. Mais uma vez este ano fomos agraciados com o primeiro Prémio para a Educação Financeira, Todos Contam, o que acontece pelo terceiro ano consecutivo e que muito orgulha este Agrupamento. Para além disso, o Centro Escolar de Nespereira viu também ser-lhe atribuído o prémio Resinorte, do concurso Eco Natal para o 1º Ciclo, e ainda o reconhecimento de um projeto candidatado ao Prémio Ciência na Escola, da Fundação Ilídio Pinho. Paralelamente, continuamos a valorizar as parcerias multinacionais, desenvolvendo, por isso, projetos nessa área, com escolas parceiras de vários

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países europeus, tanto em parcerias Etwining como em Erasmus Plus. Também, pela primeira vez, apresentamos uma candidatura para a formação de professores e funcionários no estrangeiro, candidatura aprovada e totalmente financiada pela Comunidade Europeia e a decorrer. Teremos, assim, durante o ano, vinte e sete professores e alguns assistentes a participarem em formação em diversos países, uma oportunidade única e um forte incentivo à universalização cultural do nosso Agrupamento. Ainda no âmbito das nossas atividades anuais, aceitámos o desafio do Município e participámos no desfile de Carnaval que, este ano, se realizou no sábado, dia 14 de fevereiro. Foi muito bom poder contar com todos os professores e funcionários do Agrupamento que, nesse dia, estiveram presentes, contribuindo assim para valorizar mais uma atividade que tanto enobrece a nossa terra. Continuamos motivados e, tudo temos feito para que os nossos alunos tenham todas as oportunidades. Este é um desafio, e também um compromisso que todos assumimos com orgulho e com paixão. Uma palavra de muito apreço para todos quantos dão o seu melhor, todos os dias, para que a nossa escola seja uma escola de sucesso e para todos quantos participam neste enorme desafio de garantir que o futuro tenha as cores da esperança e o presente a luz que ilumine os passos de todos quantos em nós depositam a sua confiança! Cinfães, março de 2015 Dr. Manuel António Pereira—Diretor


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Dr. Jorge Ventura, Presidente do Conselho Geral, em entrevista Autor de várias publicações, coautor e coordenador da “Monografia de Cinfães”, dirigente associativo, cidadão interventivo, advogado. Desempenha as funções de Presidente do conselho Geral do nosso Agrupamento de Escolas, o que muito nos prestigia. Um cinfanense humanista que vale a pena ouvir e conhecer.

Alunos - Sabemos que foi sempre bom aluno, pode indicar-nos qual o segredo para o sucesso escolar? Dr. Jorge Ventura - Posso dizer, tal como Beethoven, que o sucesso depende 97% de trabalho e 3% de genialidade. De facto, sem trabalho não há sucesso. Sem estudo, sem aplicação, sem concentração nas aulas, sem interesse pelo estudo e pela leitura não pode haver sucesso. A razão do sucesso é o trabalho e o gosto pelo estudo e pelas matérias que estamos a estudar.

Alunos- Que recordações guarda dos seus tempos de escola? Dr. Jorge Ventura - Muito boas! Guardo recordações de camaradagem, de amizades que fizemos, dos professores - porque sempre estimei muito os professores, e sempre os vi como pessoas que nos estavam a auxiliar no nosso futuro e que nos estavam a auxiliar, não só na aprendizagem mas também a encontrar uma profissão de futuro. Os professores são fundamentais na formação da nossa personalidade, na aquisição de conhecimentos e também na orientação que nos dão para a vida, porque somos jovens, e depois havemos de ser adultos e, em adultos, temos que encontrar uma vocação profissional, temos que ter um futuro que assegure a nossa existência e a nossa vida, portanto, os professores são fundamentais para nos orientar nesse sentido. Guardo, também, muito boas recordações dos meus colegas de escola, naturalmente! Guardo algum saudosismo da própria escola em si, do próprio estabelecimento ( recordo com carinho o antigo Externato Liceal de Cinfães ) e também dos professores, que foram sempre figuras tutelares na minha formação.

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Alunos - O Sr. Dr. desempenha, no nosso Agrupamento, as funções de Presidente do Conselho Geral. É fácil ou difícil exercer tais funções? Dr. Jorge Ventura - Acho que é uma honra! É uma função que visa, apenas, a prossecução do bem comum, do interesse público. E qual o interesse público, do Conselho Geral? O sucesso escolar, o vosso sucesso escolar! Garantir que a escola vos proporciona condições de aprendizagem, condições boas para a aquisição de conhecimentos. E, portanto, o Conselho Geral é um órgão que, no fundo, tenta dar indicações para uma boa gestão da escola onde vocês estudam. Portanto, presidir a esse órgão é, de facto, uma grande honra e também devo dizer que é uma tarefa facilitada, porque os senhores conselheiros que fazem parte do órgão, onde se inclui a vossa professora, a Drª Helena Duarte, são pessoas muito cultas, muito ativas, e que zelam também pelo vosso sucesso escolar, pelo vosso bem-estar na escola, e para que a escola vos proporcione estas condições de aprendizagem, como hoje, por exemplo, aqui, em que estão numa sala aquecida, em que vocês podem estar com uma concentração boa, porque fisiologicamente também estão bem! Seria diferente se estivessem num espaço húmido, frio, que vos tirasse a concentração do estudo. A escola faz esse esforço para que vocês estejam bem, e vocês também devem corresponder no sentido de aproveitar esta oportunidade e estudar, ganhar conhecimentos, que é o que importa!


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Alunos - Porque é que decidiu exercer a sua profissão e a atividade política na sua terra natal, Cinfães? Não era mais fácil optar por exercer advocacia numa grande cidade, como por exemplo o Porto, dado o maior número de oportunidades que aí lhe poderiam surgir?

Volto a dizer, gosto muito da terra onde vivo, pois é uma terra com muitas oportunidades, devia ter mais, naturalmente que sim, mas não poderia virar-lhe as costas, partir para outras terras à procura de emprego! Por isso, decidi fixar-me cá e acho que fiz bem!

Dr. Jorge Ventura – Era, mas não seria tão interessante! A advocacia é uma causa que me fascina, pois tenta-se resolver problemas das pessoas! Para quem acredita que a vida em sociedade tem de se regular por normas e, acima de tudo, que tem que se dignificar a Pessoa Humana, defender os direitos das pessoas e fazer-lhes ver também os deveres que elas têm, em ordem a um bom ordenamento jurídico, é, de facto, um desafio muito aliciante, daí que eu tenha preferido seguir essa carreira em detrimento de outras variantes que há no Direito, como uma magistratura, enfim, empregos em determinadas repartições, perseguição de objetivos diplomáticos, como em Embaixadas…

Alunos - Sendo o Sr. Dr. Advogado, Escritor, Dirigente de uma Associação e Político ativo e, dada a conjuntura atual, o que pensa sobre os últimos acontecimentos verificados em Paris, nomeadamente o atentado ao jornal “Charlie Hebdo”?

O Direito dá um mundo de oportunidades, por isso, no fim do meu curso, ponderei se iria exercer cá ou se iria para uma daquelas grandes cidades, como referiu, por exemplo, o Porto… mas não, decidi exercer a minha profissão aqui, na minha terra, porque gosto muito dela! Acho que a minha terra proporciona boas condições de vida e bem-estar!

onde, enfim, fiz o que pude, no sentido de valorizar o meio natural, valorizar a natureza, valorizar a arquitetura da nossa terra, os costumes, as tradições, porque entendo que uma terra tem que ter uma identidade cultural própria, e a identidade cultural faz-se, valorizando precisamente o lado imaterial de que falei: os costumes, as tradições, as vivências, mas também o patrimó-

Dr. Jorge Ventura - Eu não sou político ativo, nem nunca fui! Em dada altura, fui autarca, exerci, durante 12 anos, as funções de Vereador do Pelouro da Cultura, na Câmara de Cinfães, mas nunca vi isso pelo lado político, digamos assim; vi mais como um contributo para a minha terra. Pus ao dispor da terra onde vivo algumas das capacidades que tenho e abracei esse Pelouro da Cultura,


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nio edificado, como a nossa própria arquitetura e, muitas vezes, valorizar uma arquitetura tradicional, seja um moinho, seja uma ponte de madeira, é um traço de identidade, e nunca nos devemos envergonhar daquilo que nós temos, porque para muita gente isso pode parecer uma vulgaridade (ruralidade?), mas não! É cultura! E, portanto, uma terra tem que ter uma identidade cultural própria e o que eu fiz, nessa altura, em que me dediquei mais à autarquia, foi essa tentativa de valorizar aquilo que é, culturalmente, nosso. E, se valorizarmos o que é culturalmente nosso, depois há toda uma série de outros fatores que se desenvolvem também, seja a nível turístico, seja a nível da restauração, seja a nível da hotelaria que, no fundo, é o que eu acho que é uma das áreas que o Concelho deve abarcar: saber desenvolver um turismo sustentável na nossa região e esse turismo sustentável tem que ter essa identidade cultural! Foi isso que eu tentei promover! Relativamente ao atentado ao jornal, pois é, de facto, um atentado à liberdade de expressão, é um atentado, também, à dignidade da pessoa humana, é um atentado, enfim, aos três princípios que a Revolução Francesa adotou e que, no fundo, foram, digamos assim, o suporte cultural da civilização ocidental, a partir dessa mesma

época: os princípios da Igualdade, da Liberdade e da Fraternidade! Esse atentado põe em causa todos esses princípios. Foi hediondo, mas creio que a sociedade reagiu bem e fez saber que não é uma bomba que destrói um edifício tão sólido quanto aquele que é assente nesses três princípios: Igualdade, Liberdade e Fraternidade, sem os quais não pode haver sociedade. Alunos - Nessa linha, considera que a liberdade de expressão tem limites? Dr. Jorge Ventura - A liberdade de expressão tem limites, sim, mas esses limites não podem ser coartados com atentados, com o ataque à integridade física, com o ataque à vida, portanto, não é esse tipo de resposta que se espera da parte de quem não concorda com a liberdade de expressão. A liberdade de expressão é, de facto, um pilar e um primado fundamental da nossa sociedade! Se nós não pudermos exprimir-nos livremente, não pode haver progresso, não pode haver modernidade, não pode haver desenvolvimento, porque somos coartados nas nossas ideias, na nossa expressão literária e artística! Relativamente à pergunta, se a liberdade de expressão não tem limites, isso é um assunto, enfim, de alguma teoria, de algum debate, mas eu tenho como para mim, e sou a pessoa que sou, na humildade que represento, que, de facto, há determinados conteúdos e determinadas manifestações de expressão que devemos pensar e refletir, antes mesmo, de nos expressarmos. Alunos - Considerando a conjuntura atual, acha que há esperanças para os jovens, concretamente para os jovens cinfanenses? Dr. Jorge Ventura - Acho, acho que há esperança! Não só esperança - acho que há certezas! A questão é que todos nós temos que nos capacitar que temos de ser muito bons naquilo que fazemos. Temos que ter competências, temos que ter habilitações para desenvolvermos a nossa atividade. Aquela pessoa que não tem competências desenvolvidas, que de certa maneira tem uma desqualificação no seu trabalho, tem certamente menos oportunidades do que aqueles que desenvolveram as suas competências e as suas qualificações! Daí a importância de estudarmos e daí a importância de termos sólidos princípios assentes no estudo, naquilo que a escola nos proporciona. Nem todos vão ser advogados, nem todos vão ser médicos e há uma diversidade de oportunidades, e isso é que é interessante, porque uma

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sociedade, para existir, precisa, em termos laborais, que haja uma diversidade também de ocupações e de empregos, e de pessoas que têm as suas competências próprias! Mas quando nós decidirmos que a nossa vocação é aquela, então temos que ter a certeza que temos que a desenvolver de um modo muito bom, e temos que nos esforçar por isso, porque, hoje em dia, a aprendizagem é contínua. Estamos sempre a aprender! A evolução é muito rápida. Se nós virmos na História, a evolução, ao longo dos tempos, foi parecendo uma evolução muito lenta. A partir da Revolução Tecnológica, (talvez antes, a partir da Revolução Industrial!), as coisas parece que evoluíram muito mais rapidamente, e vocês veem, por exemplo, nas tecnologias, não é? Ainda há pouco, a Apple apresentou os seus resultados líquidos, e concluiu-se que, num trimestre, vendeu não sei quantos telemóveis por hora! 34 mil telemóveis por hora! Isto é um dado, mas isto é um dado que significa um progresso muito rápido. Este telemóvel, daqui a mais uns meses, está completamente ultrapassado, isto quer dizer que a sociedade também, em termos laborais, em termos daquilo que as empresas e que a sociedade esperam de nós, enquanto trabalhadores, é precisamente uma atualização, sempre constante. Hoje em dia, o mundo laboral impõe-nos que nos não deixemos desatualizar, temos que estar permanentemente atualizados, e, portanto, a base de tudo isso é o estudo, é a competência e a seriedade que depositamos naquilo que fazemos. Alunos - Enquanto Presidente do Conselho Geral e enquanto cidadão, que mensagem deixa aos alunos da nossa escola?

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Dr. Jorge Ventura – A mensagem é esta: eu não conheço escola mais bonita do que esta! Porquê? Porque tem espaços exteriores muito cuidados e isso deve-se a vocês, certamente, porque sabem respeitar o mesmo espaço, porque o espaço interior é agradável, e verifico-o neste gesto de o vir cá ver, de sentir este pulsar de estudo, o interesse pelas aulas. Penso, também, que devem respeitar os professores. Acho importante que o professor tenha a autoridade máxima dentro da sala de aula, porque é o professor que vos está a nortear e a abrir caminhos para a vossa própria vida e, portanto, é importante que vejam a figura do professor como a figura que vos quer bem e que quer o vosso proveito e o futuro também! Queria deixar aqui também uma palavra de apreço pelo que a Direção, especialmente o Diretor desta escola, o Sr. Professor Manuel António Pereira, tem feito pelo ensino aqui, em Cinfães, e também pelo que tem conseguido de bom para esta escola. Porque a escola não é só ensinar conteúdos, a escola tem outros desafios, outros projetos, em que vocês também participam, seja nas energias renováveis, seja no ambiente, seja na literatura, entre outros. E isso é motivador. Para além destas matérias, vocês também têm que ter outros conteúdos à vossa espera, e acho que a escola vos proporciona isso. Assim, a todos aqueles que trabalham nesta escola, aos professores, funcionários, alunos, pais, que também se devem preocupar pela participação na escola enquanto encarregados de educação, deixo, a todos, uma palavra de apreço e de grande satisfação. Entrevista preparada e conduzida pelos alunos: Ana Beatriz Sequeira, nº 2; João Resende, nº 9; Neuza Cardoso, nº 17; e Rafael Pinto, nº23 – 9ºC. Supervisão: Profª Helena Santos Duarte

“Práticas de avaliação, do modo como vemos… à forma como fazemos” Teve lugar, no passado dia 4 de Setembro, na sala de convívio de alunos, a ação de formação “Práticas de Avaliação, do modo como vemos… à forma como fazemos”, dinamizada pelo Dr. Aníbal Sousa, docente da Escola Secundária Alves Martins - Viseu.

Esta formação teve como públicoalvo todos os docentes do nosso Agrupamento de Escolas, e visou debater pressupostos e perspetivas, propondo, concomitantemente, algumas formas de atuação perante uma realidade altamente complexa como é o processo avaliativo.

O evento, que decorreu durante todo o dia, contou com a presença de algumas dezenas de profissionais que tiveram, assim, oportunidade de potenciar o desenvolvimento/ atualização de competências avaliativas, fundamentais ao exercício das suas funções docentes. Prof.ª Helena Santos Duarte


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Certificados de Excelência Tomando como inspiração Malala

Receção aos alunos À semelhança de anos anteriores, também este ano, em tom de encontro, alegria e boa disposição, teve lugar a receção aos alunos.

foi previamente preparado para o efeito, e as primeiras palavras de boasvindas foram proferidas pelo Sr. Diretor do Agrupamento de Escolas que,

Yousafzai, realizou-se no passado dia 1 de outubro, na Biblioteca Escolar, pelas 18.30h. a cerimónia de entrega dos certificados de excelência e mérito dos alunos do nosso Agrupamento.

Este é sempre um momento muito gratificante para todos os que nele se reconhecem: escola, alunos e família. A caminhada conquistada pelos alunos tem-se mostrado, ano após ano, cada vez mais gratificante

Assim, no dia 12 de Setembro, 6ª feira, foram recebidos os alunos do 1º ciclo e seus encarregados de educação, e no dia 15 do mesmo mês foi a vez de a escola receber os alunos do 2º e 3º ciclos e respetivos responsáveis educativos. A receção, em cada um dos dias, teve lugar no pavilhão gimnodesportivo, que

- muitos deles somam, seguidamente, as felicitações do Senhor Diretor do Agrupamento!

Parabéns aos nossos alunos pelas suas conquistas!

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acompanhado pelos restantes elementos da direção do Agrupamento, apresentou os professores titulares de turma, bem como os diretores de cada uma das turmas do 2º e 3º ciclos, reiterando outras informações essenciais ao funcionamento escolar, tendo deixado, ainda, um veemente apelo à responsabilização e à participa-

ção empenhada de todos os intervenientes no processo ensino - aprendizagem. Após este encontro inicial, cada grupo-turma, juntamente com os seus respetivos encarregados de educação, teve oportunidade de efetuar um primeiro contacto com os professores presentes no evento, especialmente com os diretores de turma, uma vez que estes últimos desempenham um papel fulcral, enquanto figuras de gestão intermédia, dentro da orgânica escolar. Este foi, pois, um arranque pautado pela responsabilização e pela cordialidade, prenúncio de ano letivo que se quer sereno, profícuo e feliz para todos. Prof.ª Helena Duarte


A Vinda Para o 5º ano No dia 15 de setembro, segunda-feira, comecei o quinto ano na Escola Básica 2º, 3º ciclo General Serpa Pinto, em Cinfães. Sou da turma A, e tenho o número seis. Eu não estava habituada a ter um professor para cada disciplina, mas agora, que já os conheço todos, tornou-se mais fácil. Na segunda-feira, apenas houve reunião de apresentação. O Senhor Diretor Manuel Pereira falou de vários aspetos a ter em conta: as regras, os almoços e outros pontos importantes. No fim, conhecemos a escola acompanhados pelo Diretor de Turma (D.T.) António Oliveira, professor de Matemática, que também dá aulas de Ciências Naturais, mas não à nossa turma. Na terça-feira de manhã, entrámos às nove horas e um quarto e tivemos aula de Educação Física, no pavilhão da escola. Nesta aula, apresentámo-nos, falámos do material necessário para as aulas de Educação Física e registámos tudo no caderno diário. Depois, fizemos o mesmo com os Critérios de Avaliação. O nosso professor de Educação Física chama-se Manuel Marques. Mais tarde, tivemos aula de História e Geografia de Portugal. Nesta aula falámos das Regras do Agrupamento e registámo-las no caderno diário. A nossa professora de História e Geografia de Portugal chama-se Conceição Monteiro. Passados dois blocos de quarenta e cinco minutos, tivemos Matemática. Nesta aula, o professor e Diretor de Turma deunos uma ficha biográfica para preencher com várias informações sobre nós e sobre a nossa família e explicou-nos como deveríamos preencher os espaços. Depois fomos almoçar. O almoço era frango frito com arroz de feijão. A comida estava deliciosa e foi nesse dia que comecei a apreciar feijão! Eheheh! Às dezasseis horas, tive a disciplina de Educação Cívica e Ambiental (E.C.A), que é dada pelo Diretor de Turma. Nesta aula, falámos de vários assuntos, como o material necessário e outros pontos. No último tempo, os meus colegas deveriam ter Educação Moral Religiosa Católica (E.M.R.C), mas ainda não tinham professor. Para mim foi igual, porque não estou inscrita nesta disciplina. E terminámos assim esta terça-feira de aulas. No dia seguinte, quarta-feira, tivemos História e Geografia de Portugal. Nesta aula ilustrámos a primeira página do caderno e terminámos o registo das Regras do Agrupamento. Mais tarde, tivemos Inglês na sala 2. A professora de Inglês chama- -se Dulce Pereira. Nesta aula, começámos por ilustrar a primeira página do caderno diário. Os trabalhos de casa desta disciplina eram terminar a ilustração. Às dez horas e vinte minutos deveríamos ter tido aulas de Educação Musical (E.M), mas o professor de Música faltou, porque teve uma consulta médica. Passaram noventa minutos e tivemos Apoio ao Estudo de Português. Nesta aula, apresentámo-nos e fizemos um marcador de lugar. Nesse marcador escrevemos o nosso nome numa

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espécie de acróstico, mas em vez de ser em forma horizontal foi escrito na vertical. A professora de Português chama-se Maria João Ribeiro. Depois do almoço, tivemos aula de Ciências Naturais. Nesta aula falámos sobre as regras dentro da sala de aula, o material necessário para esta disciplina e visualizámos e explorámos o manual escolar. O professor de Ciências Naturais chama-se Paulo Lourenço. Após dois blocos de quarenta e cinco minutos, tivemos aula de Português. Nesta aula concluímos os marcadores de lugar, ilustrámos a primeira folha do caderno diário, escrevemos um poema e um acróstico na mesma, e registámos o material necessário para a aula e os critérios de avaliação. E assim terminou este dia. Na quinta-feira de manhã, tivemos Matemática. Nesta aula falámos nos manuais escolares e em outros aspetos importantes. Mais tarde, tivemos aula de Educação Tecnológica. Nesta aula, falámos sobre o material necessário e a professora Dora Ferreira “entrevistou-nos”, perguntando o nome, a idade, as dificuldades que temos, a disciplina preferida e a profissão que queremos ter. Depois do almoço tivemos aula de Educação Visual (E.V.) com a mesma professora. Nesta aula, registámos o material necessário e fomos à papelaria da escola comprar algum do material necessário. Comprámos uma capa e um tubo de cola, que era o que ninguém tinha e precisava de comprar. Alguns colegas meus compraram um bloco A4, mas eu já tenho. A última aula deste dia foi de Inglês. Nesta aula fizemos o primeiro exercício do manual de Inglês, “Tween Five”, e copiámos algum vocabulário para o caderno. Também começámos a fazer alguns exercícios do livro “Tween Fun”. E assim terminou esta quinta-feira da primeira semana. Na sexta-feira, de manhã, tivemos Educação Física. Eu e mais alguns colegas não praticámos porque não levámos outras sapatilhas no saco e ficámos a ver os outros colegas a jogar futebol, a correr, a saltar à corda, etc. Às dez horas e vinte minutos, tivemos aula de Português. Nesta aula, falámos e registámos as normas de atuação nas aulas de Português, falámos também das Regras do Agrupamento e lemos o texto “O regresso às aulas”, do livro “Trisavó de Pistola à Cinta”, de Alice Vieira. Mais tarde, tivemos Inglês. Nesta aula, falámos sobre as ilhas britânicas (The British Isles) e sobre os seus países (Scotland, England, Northern Ireland, Republic of Ireland and Wales) e registámos alguns esquemas no caderno. Quarenta e cinco minutos depois, tivemos Apoio ao Estudo de Inglês. Nesta aula, continuámos a falar dos mesmos assuntos. Depois do almoço tivemos tarde livre. E desta forma terminou a primeira semana de aulas. Carolina Madureira, nº6, 5ºA


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A Terra Treme é um exercício de preparação e autoproteção para o risco sísmico, com a duração de um minuto, em que qualquer cidadão pode participar, individualmente ou em grupo. Realizou-se um pouco

Exercício Público de Cidadania “A Terra Treme”! O Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto participou no exercício público de cidadania “A Terra Treme”, realizado no dia 13 de outubro, pelas 10h30. Este exercício teve a duração de um minuto. Promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, e inserido nas celebrações do Dia Internacional para a Redução de Ca-

tástrofes, esta atividade visou sensibilizar a comunidade para a preparação e autoproteção para o risco sísmico. Pretendeuse, sobretudo, envolver a comunidade escolar nesta ação de sensibilização e de preparação, contribuindo de uma forma ativa para o aumento da preparação dos indivíduos, enquanto responsáveis de primeira

linha pela sua autoproteção em situação de emergência, uma vez que uma sociedade PREPARADA e CONHECEDORA dos perigos vigentes é uma sociedade mais RESILIENTE. O objetivo era, coletivamente, treinar os 3 gestos que salvam durante a eventual ocorrência de um sismo: BAIXAR, PROTEGER e AGUARDAR.

por todo o país, no dia 13 de outubro, pelas 10.13h.

São 3 os gestos decisivos nesta ação: baixar, proteger e aguardar!

Sessão “Prevenção no Consumo de Estupefacientes, Álcool e Tabaco” O consumo de estupefacientes, álcool e tabaco é um fenómeno mundial e, entre os jovens, tem vindo a acentuar-se. A toxicodependência é um dos problemas sociais mais graves do nosso tempo e, em Portugal, está a adquirir contornos preocupantes. Relacionado com esta problemática e com o objetivo de alertar e prevenir, realizou-se, no dia 1 dezembro, na EB 2,3 General Serpa Pinto – Cinfães, uma

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Sessão de “Prevenção no consumo de estupefacientes, álcool e tabaco”, para as turmas do Ensino Vocacional, ministrada pelo Destacamento Territorial da GNR de Lamego. Os alunos revelaram bastante curiosidade e demonstraram interesse pelo tema. Os alertas e as consequências, que o consumo excessivo destas substâncias provoca, ficaram patentes no modo como alguns alunos puse-

ram determinadas questões. Estas sessões são de enorme interesse para os alunos pela atualidade e pela pertinência dos temas em destaque. A prevenção deve ser assumida como uma responsabilidade do conjunto da sociedade, passando pela Escola. Prof. José Sousa Coordenador do Clube de Proteção Civil


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Alunos com Olhares de Geógrafos...

Numa das aulas de Geografia decorrida no primeiro período, os alunos das turmas do 7º ano de escolaridade deslocaram-se a um dos miradouros de Cinfães, situado na parte

mais cimeira da vila, para uma interesLegenda sante aula de que descampo relacicreve a onada com a imagem observação ou gráfico. da paisagem. No miradouro puderam observar, com atenção e entusiasmo, toda a vila de Cinfães, assim como parte do vale do Douro, as suas margens e as serras da Aboboreira e do Marão, aproveitando, da melhor forma, o

dia de céu limpo que estava, bem como o enorme campo de visão que o miradouro proporciona. Os alunos elaboraram um esboço da paisagem observada e descreveram os elementos naturais e humanos visualizados, tendo ainda sido feita referência aos elementos mais antigos (como as pontes da linha férrea do Douro) e mais recentes (como o hotel em construção e os aerogeradores situados no alto da Aboboreira e do Marão). O grupo de Geografia

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A Geografia tem na observação da paisagem uma das principais etapas do seu método científico. Não basta ver; é preciso compreender o que nos rodeia...

Esta foi uma interessante experiência pedagógica, aproveitando da melhor forma as excelentes potencialidades que Cinfães oferece ao transeunte, em termos de observação da paisagem. Fica o registo de alguns dos momentos passados em trabalho pelos alunos do 7º ano, no miradouro de Cinfães.

CURIOSIDADE O concelho de Cinfães, que se estende desde o alto da serra do Montemuro até ao vale do rio Douro constitui um verdadeiro cenário idílico para os amantes da natureza e todos aqueles que gostam de apreciar a natureza.


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CURIOSIDADE A Televisão em Portugal nasceu em março de1957, sendo um grande fenómeno nacional. Inicialmente, as pessoas dirigiam-se aos locais públicos para poderem ver a "magia" da TV.

A Televisão A televisão é um importante meio de comunicação, na nossa sociedade; no entanto, tem aspetos positivos e negativos que, na minha opinião, influenciam a nossa vida. Quanto aos aspetos positivos, acho que a televisão nos faz passar bons momentos, porque há programas que nos fazem rir, como por exemplo: desenhos animados, filmes e séries cómicas. Há programas que nos ajudam a aprender e ter mais conhecimentos, como os documentários sobre o ambiente, a saúde, a alimentação e a vida animal;

outro aspeto positivo é que a televisão nos dá informação e nos mantem atualizados sobre o nosso país e o mundo, através dos noticiários. Por outro lado, há bastantes aspetos negativos que prejudicam a nossa vida. Eles são: ao estarmos tanto tempo sentados, sem atividade física, isso pode provocar obesidade; por outro lado, por estarmos muito fixos à televisão, pode levar a graves problemas de visão e menos tempo a estudar. Os programas com muita violência fazem com que as pessoas se tornem

mais violentas e pouco sensíveis aos problemas dos outros. Um último aspeto negativo é a falta de diálogo com a família e os amigos, porque as pessoas estão muito atentas à televisão; por outro lado, pode haver desentendimentos porque cada um quer ver um canal diferente do outro, e isso pode levar a discussões. Concluindo, a televisão tem muitas coisas boas, no entanto as pessoas têm que saber utilizá-la bem para que os aspetos negativos não se concretizem. Dinis Manuel Domingos Cirnes Cardoso

Ainda... a televisão Na minha opinião, a televisão é uma tecnologia que pode ter efeitos positivos, mas também negativos. Alguns dos aspetos que me parecem negativos são o facto de passarmos muito tempo a ver televisão, o que diminui a nossa atividade física e, por outro lado, esforça a visão. Isto terá consequências na nossa saúde. Alguns programas são muito violentos (filmes e até alguns desenhos animados), o que pode fazer com que os jovens se tornem mais violentos por acharem a violência

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“normal”. Considero também que pode diminuir a convivência em família, quando as pessoas de uma família têm gostos diferentes e veem televisão separadamente. Nos intervalos há muita publicidade, o que incentiva ao consumismo. Apesar disto, também existem aspetos positivos, como o mantermo-nos informados e aumentarmos o nosso conhecimento, quando assistimos a telejornais ou a documentários sobre diversos assuntos. Penso que a televisão

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também nos pode ajudar a treinar a leitura e a escrita e, ainda, a desenvolver o nosso domínio ao nível das línguas estrangeiras, ao vermos filmes, lendo legendas. Por vezes, pode fazer companhia, em especial às

Pessoas que estão sós. Concluindo, quando não é usada em excesso, e se soubermos selecionar os programas que vemos, a televisão é benéfica. Ana Filipa Correia, Nº2, 6ºB


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Angola A capital de Angola é Luanda. Há quem diga que Angola é um país sem higiene, que os miúdos brincam no lixo, que todas as crianças são atrevidas, as casas estão todas destruídas, mas só diz isso quem nunca lá foi. Angola é um país como Portugal: tem praias, rios, lagos e lagoas, tem restaurantes muito bonitos; as escolas estão a ser renovadas. Antes as aulas eram debaixo das árvores, agora já há salas para cada ano. Angola tem cidades lindas, bairros com casas boas. Há crianças que têm brinque-

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Angola situa-se na dos com que brincar, mas quem não tem, não se importa, pois sabe construir carros de latas, carros de barro... Só há duas estações do ano, primavera e verão. Outono e inverno não há, embora às vezes faça frio, mas não há daqueles temporais em que é preciso usar casacos muito quentes. Este país precisa de melhorar a aprendizagem; precisa de mais escolas e precisa de ter mais médicos. Angola podia ter pessoas muito boas para o desporto, mas não há quem o promova. O meu

país tem muitas condições para gerar riqueza, mas para isso deviam saber tomar bem conta do dinheiro, não porque alguém o roube, mas sim porque não o devem gastar todo em coisas desnecessárias. Eu vim de Angola. Nasci em Benguela, vivi em Cubal, e estou aqui em Portugal há quatro anos. Fui lá nestas últimas férias, e acreditem que tudo está a mudar para melhor! Angola, agora, vai ser melhor do que antes. Afonso de Vasconcelos, nº 1, 5ºA

costa do Atlântico Sul da África Ocidental. O país está dividido entre uma faixa costeira árida, um planalto interior húmido, uma savana seca no interior sul e sudeste e uma floresta tropical no norte e em Cabinda.

Clube da Comunicação No passado dia 27 de novembro, o 1º turno do Clube da Comunicação foi amavelmente recebido pelo senhor Diretor do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, Cinfães. A nossa presença tinha como objetivo auscultar o senhor Diretor sobre questões que nos provocam alguma curiosidade! No início da nossa entrevista, pudemos perceber de que forma é eleito o Diretor de um Agrupamento – após apresentar um projeto a um Conselho de pessoas com cargos diversos na nossa comunidade (Conselho Geral), tem de aguardar pela sua aprovação e nomeação. Este tempo de espera é curto e prazeroso, pois existe a certeza de dar continuidade a um trabalho já valorizado! A forma como entrevistámos o senhor Diretor esteve de acordo com

as nossas idades: somos alunos do 5º ano, turma A, e estávamos curiosos em saber como foi o seu percurso; o que desejava ser quando era pequeno; o que gosta de fazer nos seus tempos livres; que tipo de livros gosta de ler… Do que pudemos conhecer, destacamos algumas características de perfil que nos deixaram a refletir, como por exemplo, o facto de dedicar grande parte do seu dia à escola; trabalhar com paixão e deixar-nos bons conselhos para termos sucesso na escola! Perante a pergunta – Quando está a falar com uma pessoa, consegue perceber o que está para além das palavras? – percebemos, através da sua mensagem, que INTUIR é uma ação muito importante na comunicação humana. No nosso clube

aprendemos a valorizar todo o tipo de comportamentos, sobretudo os não verbais e para verbais (gestos, olhares, posturas, utilização do espaço, silêncios, sons…) e, neste contexto, o senhor Diretor sustentou o que aprendemos nas sessões que tivemos! Quando fala com alguém, está muito atento a todos os sinais que acompanham a interação verbal. A sua experiência e leituras feitas concedem-lhe esta faceta: a de ser um BOM COMUNICADOR! A coordenadora do clube, Rita Almeida Com a colaboração dos alunos do 5ºA: Afonso Vasconcelos; Beatriz Branco; Carolina Madureira; Gonçalo Pereira; José Mário; Mariana Silva e Tiago Guedes


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CURIOSIDADE A Televisão em Portugal nasce em Março de1957, sendo um grande fenómeno nacional. Inicialmente, as pessoas dirigiam-se aos locais públicos para poderem ver a "magia" da TV.


Viajar… cá de dentro, lá para fora

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É do conhecimento geral que estamos em crise; não só Portugal, mas toda a Europa. Temos um governo que, apesar de todas as medidas (sacrifícios do cidadão comum), não consegue pôr as coisas a andar para a frente. Segundo a opinião de alguns, devemos ser mais aventureiros e alargar os nossos horizontes. O futuro está fora do nosso país, dizem. Depois de muitos anos a estudar e a gastar dinheiro, finalmente chega o dia em que tens o “canudo”. Já és formado. Mas será que isso significa alguma coisa? Não. Continuas sem trabalho e sem certezas. Dizem eles que há professores, enfermeiros e médicos a mais. Que não devemos ser comodistas. Por isso, vamos lá sair do nosso país e procurar oportunidades em lugares onde não conhecemos ninguém, não sabendo o que aí nos espera! Vamos viajar! Não de férias, mas para procurar trabalho, muitas vezes precário e sem as mínimas condições. Os nossos governantes pensam em tudo! Eles não nos querem “ver pelas costas”, não. Quando nos dizem “viagem”, é porque se o trabalho não resultar pelo menos… conhecemos outro país! Pode é surgir outro problema, dinheiro para a viagem de regresso, mas isso é outro assunto. Eu não sou contra o facto de procurarmos oportunidades fora do nosso país, até porque somos “O Povo dos Descobrimentos”. A aventura e o desconhecido não nos assustam. Acredito é que cada um tem o direito de escolher e não devem ser os nossos governantes a fazê-lo por nós. Gostava de, um dia, poder aplicar os conhecimentos que adquiri ao serviço do meu país e contribuir para o seu desenvolvimento, mas desta forma não parece fácil.

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Rafael Fernandes, 8ºC

Página de um Diário... Domingo, 23 de novembro de 2014 Amigo Diário! Mais um dia passou! Como é habitual, vou contar-te os avanços e recuos em relação àquele assunto que tu sabes. Afinal, só tu sabes, porque é um segredo só nosso. Hoje, o dia começou sem surpresas. Levantei-me tarde, fiz os trabalhos de casa e almocei. De tarde, fui com a minha mãe às compras, e que bela surpresa tive! Adivinha quem estava lá?! Quando ia no corredor, em direção aos congelados, lá estava ela, linda como sempre! Tenho vontade de lhe falar, mas perco a coragem e não consigo. Ia tão distraído, que tropecei e quase caí, mas ao menos ela olhou para mim e riu-se!!! Acho que não lhe sou indiferente! Quando a vejo na escola, dáme a impressão que também quer falar comigo. Quem sabe ela é como eu e não tem coragem. Amanhã é outro dia. Vou encher-me de coragem e vou falar com ela. Sim, de amanhã não passa! Agora, vou dormir porque estou muito cansado e amanhã vai ser um dia muito especial, espero eu…! Obrigado por ouvires os meus desabafos. Até amanhã, amigo! Rafael Fernandes, 8ºC


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CURIOSIDADE O Dia Mundial do Livro celebra-se a 23 de abril. Foi instituído em 1995 pela UNESCO, por forma a promover o gosto pela leitura. É que para saber escrever, há que ler...

Desafio da Escrita Hoje, mais do que nunca, é essencial saber escrever, tal como ler, pois em qualquer sítio precisamos destas duas aptidões. Falo por mim, porque tenho uma avó que não sabe ler nem escrever, e adorava fazê-lo, pois assim está sempre dependente de alguém. Todos os netos que ela tem já a tentaram ensinar, como eu até já tentei, mas é muito complicado, temos de aprender desde pequenos.

Infelizmente, quem não sabe ler e escrever torna-se mais frágil, pois está sujeito a ser vítima fácil de trafulhices. É dramático colocar à frente de um cidadão um papel para assinar e ele não saber do que se trata. Sempre que escrevemos, é preciso ter em atenção as incorreções que, por vezes, se acabam por dar. É preciso ter um registo cuidado, tanto a falar como a escrever.

Muitas das vezes, o que acontece é que escrevemos tal e qual como falamos em casa. Em casa estamos mais à vontade, e então utilizamos um registo familiar e isso, depois, reflete-se na escrita. Temos de ter em atenção estas incorreções e tentar mudar isso. Para mim, a escrita é um desafio e uma incógnita. Cristiana Fernandes, nº11, 9ºA

Um Espírito Pouco Natalício É Natal! Uma quadra com um significado tão profundo e, no entanto, cheio de superficialidades. Não se aguentam as luzes a piscar, as árvores enfeitadas e as montras engalanadas. Sempre o mesmo. Frases feitas. Votos natalícios. A maior parte deles ditos e escritos como quem diz “bom dia”, sem se sentir o que é dito, sem pensar no que se está a dizer e a quem se está a dizer. Hipocrisia! Só porque é Natal, temos a obrigação de enviar mensagens aos amigos. Escolhe-se a frase já feita, enviada de outros, milhares de vezes, e enviamos aos “amigos” do face-

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book, sempre a mesma, muitas das vezes sem se saber o significado.

para os sem-abrigo e uma manta para os que têm frio.

E os programas de televisão natalícios? Natal dos Hospitais… Galas de Natal… etc., etc. Servem para as apresentadoras se pavonearem com vestidos de lantejoulas, brilhantes e cristais, em nome do próximo e daqueles que mais precisam. Pura hipocrisia!

E o resto do ano? Onde estão os hipócritas que desejam um “Feliz Natal” e se esquecem que, nos outros dias do ano, todos os dias, também é preciso comer, ter uma manta e ter um teto? Todos merecemos um feliz dia, todos os dias da nossa vida.

E os presentes? O Natal serve, também, para se comprarem prendas para pessoas que, às vezes, até nem apreciamos tanto, mas “pertence”. É Natal! Só porque é Natal, nesse dia, e só nesse dia, há refeições para os que passam fome, um teto

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São precisas luzes a piscar, árvores gigantes iluminadas e holofotes apontados para que, milagrosamente, nos lembremos que, afinal, é Natal e há que ser solidário. Nem que seja só por um dia. A consciência fica mais leve e, melhor do que isso, “fica bem na fotografia”. Rafael de Carvalho Pinto, nº23, 9ºC


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Uma Aula Diferente!... No dia 12 de novembro, tivemos uma aula de ECA diferente!... fomos à Biblioteca Municipal ouvir um conto! Esta ideia surgiu depois da nossa Diretora de Turma, a professora Rosa Andrade, convidar os pais que quisessem e tivessem disponibilidade para vir à escola ler para os seus filhos, com o objetivo de desenvolver nos alunos o gosto pela leitura. A mãe da nossa colega Maria José disponibilizou-se para o fazer, mas sugeriu antes que nós fôssemos à Biblioteca, uma vez que é lá o seu local de trabalho, tornando, assim, a história ainda mais interessante. E assim foi! Lá fomos nós ouvir o conto “O rapaz que tinha zero a Matemática”. Este tema foi em ho-

menagem à nossa Diretora de Turma, uma vez que é professora de matemática. E não é que foi mesmo de encontro ao que andávamos a estudar nas aulas? Esta história falava de um menino chamado Vasco, que tinha sempre zero a matemática e que achava que esta não era necessária para nada. Um dia, a professora perguntou-lhe o que ele queria ser no futuro sem saber matemática! Ele deu várias hipóteses, mas ela apresentou-lhe sempre uma razão de que não podia exercer qualquer profissão sem saber matemática. Uma colega também lhe pediu para ele confecionar um bolo e ele, não sabendo matemática, não deitou os ingredientes nas proporções indicadas e

este ficou intragável! Outra situação, e talvez aquela que o fez mudar de ideia, foi quando se deixou enganar por um colega seu, quando foi comprar uma “consola” com o dinheiro que recebeu no Natal. A partir daqui, e depois de falar com o seu avô, ele percebeu que a matemática está sempre presente no nosso dia-a-dia e que é fundamental, até para apanhar vigaristas! No fim da história, recebemos um marcador de livros e fizemos uma visita pela Biblioteca. Apressadamente, regressámos à nossa escola para continuarmos mais um dia de trabalho. Apesar da manhã estar fria e um pouco chuvosa, todos nós gostámos muito desta atividade e gostáva-

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mos de voltar a repetir esta experiência! Aproveitamos, também, para agradecer à Drª Elizabete, que nos recebeu de forma muito simpática e nos proporcionou esta atividade.

6ºA—Educação Cívica e Ambiental

A disciplina de ECA constitui um espaço de diálogo e reflexão sobre experiências vividas e preocupações sentidas pelos alunos e sobre questões relativas à sua participação individual e coletiva, na vida da turma, da escola e da comunidade.


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Um Sábado na Cidade!...

Poucos dias antes das férias de Natal, no dia 13 de dezembro, as turmas do 5ºF e 6ºA, acompanhadas pelas respetivas Diretoras de Turma e algumas Auxiliares, realizaram uma visita de estudo ao Norteshopping. Este já foi o segundo ano que a nossa turma repetiu esta experiência inesquecível! Apesar de estar uma manhã chuvosa, à hora marcada (8h30m), reunimo-nos na nossa escola e, após alguns minutos e de nos despedirmos dos nossos pais, partimos em direção ao nosso destino. Quase a chegar ao Porto, fizemos uma paragem numa estação de serviço, onde saboreámos o nosso primeiro lanche! Já no shopping, observámos as montras decoradas com enfeites de natal, vimos muitas pessoas, e algumas delas ficavam um pouco espantadas ao ver tantas crianças juntas; de seguida, dirigimo-nos à parte da restauração para almoçar. Uns optaram por ir ao “McDonald´s”, outros à “Pizza Hut”, mas estivemos em grupos, estabelecendo-se sempre o convívio entre alunos, professores e auxiliares. Após restabelecermos energias, chegou finalmente o momento mais esperado de todos, a sessão de cinema! O filme intitulado “Os pinguins de Madagáscar” falava sobre quatro pinguins que fugiam de um homem, que se transformava em polvo e que os perseguia, para acabar com a raça deles. Isto porque os pinguins lhe tinham roubado o protagonismo quando ele estava no Zoo, e agora queria vingar-se. Depois dos pinguins saberem do seu plano, tentaram travá-lo, juntando-se a um polícia denominado Vento do Norte, e aí começou a grande aventura! Mas, como quase em todas as histórias e filmes tudo acaba bem, os pinguins, mantendo-se sempre unidos e confiando uns nos outros, salvaram tudo! Terminada a sessão, demos novamente uma volta pela área comercial e ainda experimentámos um pequeno parque de diversões situado no centro do shopping. Ao meio da tarde, fomos lanchar à beira-mar, a Matosinhos, para apreciar o fantástico mar e ver o pôr-do-sol. Passámos pela marginal, junto ao rio Douro, continuando a desfrutar da maravilhosa paisagem, e ainda fizemos um desvio pelo centro da cidade para podermos ver a árvore de natal, na Avenida dos Aliados. No final, regressámos felizes e animados, pois não é todas as semanas que passamos um sábado na cidade!... A turma do 6ºA, em Educação Cívica e Ambiental

A Árvore de Natal da Escola de Oliveira do Douro Este ano, a nossa árvore de Natal foi diferente do que costuma ser. Ela foi feita com material reciclável. Durante o mês de dezembro, os meninos trouxeram para a escola garrafas de plástico. As senhoras professoras, com a ajuda dos meninos, enfiaram as garrafas

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num fio invisível e armouse a árvore à volta de um pau, que serviu de tronco. Pintaram-se as garrafas de verde, dourado, vermelho e prateado, colocaram-se laços dourados ao longo dos fios e, no alto, não faltou a estrela feita também de garrafas de plástico.

um foco de luz que iluminou toda a árvore e enfeitou a entrada da escola.

Escola Básica de Oliveira do Douro Turma B, 2º O momento mais boniano to foi quando se colocou ESCOLAR


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Amanhã Sonho contigo! És o meu anseio. Quero-te muito. Hoje, vivo pensando em ti. Quero-te conquistar. Eu sei que me queres ter, alegre e feliz. Eu sei que isso é possível. Eu sei que o meu empenho, o meu esforço, a minha dedicação, São sementes que lanço à vida! Eu sei que quanto melhor: Preparar o terreno, semear, cuidar, Melhor será a colheita. Melhores serão os frutos! Hoje é tempo de sementeira. Vou querer-te muito. Vou desejar-te. Vou construir-te. Vou percorrer caminhos e veredas. Vou transpor obstáculos, Vou lutar…! Sim vou! Porque sei que tu serás: Mais alegre, mais luminoso, mais feliz, Quanto mais eu me empenhar, quanto mais eu persistir, quanto mais eu me envolver… Sei que será longo e árduo o caminho. Mas sei também que é trabalhando, persistindo, perseverando, Sem esmorecer, sem desanimar, sem “atirar a toalha ao chão” Que a meta se alcança. Amanhã!!! És tu a minha meta. Vou-te transpor, para poder receber os louros, dos vencedores. Sim, porque eu quero ser UM VENCEDOR! Prof. Luiz Semblano

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Projeto Comenius - Centro Escolar de Santiago de Piães Com ajuda dos nossos professores e da Biblioteca Escolar, elaborámos um painel sobre o projeto Comenius, cujo tema foi Unity Through Diversity; foi muito interessante participar. Depois de percebermos melhor o tema “ Unidos pela diversidade”, procurámos, junto dos professores, os países e as respetivas cidades envolvidas. Observámos, com atenção, na BE, livros, mapas, enciclopédias, revistas e desdobráveis, sites e imagens sobre as tradições, vestuário e alimentação das pessoas dessas cidades, como Lucca, em

Itália, Oradea, na Roménia, Belfast, na Irlanda do Norte, Istambul, na Turquia, Dampierre, na França, entre outras mais, de países como Espanha, Finlândia e Croácia. Todos nós, incluindo os meninos do Jardim Infantil, desenhámos o mapa da Europa onde salientámos os países envolvidos, que pintámos de acordo com as suas bandeiras, também identificámos as cidades e colámos imagens. Fomos, depois visitados por uma comitiva constituída por

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professores

professores desses países e cidades, e também pelo Sr. Diretor do nosso Agrupamento, que tão bem conhecemos. Convivemos e confraternizámos todos, oferecemos bandeirinhas dos países e ouvimos palavras de agradecimento em línguas diferentes e também parecidas com a nossa.

O Que é o Etwinning? O etwinning é um projeto a que todas as escolas podem aderir, bastando, apenas, terem outra turma de outro país para trabalhar consigo. O etwinning consiste na comunicação entre turmas de países diferentes, onde se fazem muitas atividades em conjunto. O Etwinning está em todos os países da Europa: Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Suécia, Países Baixos e o Reino Unido. Os territórios e os países ultramarinos são também elegíveis. Para além destes países, a antiga República Jugoslava da Macedónia, Albânia, Croácia, a Islândia, a Noruega e a Turquia também podem participar. Muitos perguntam se é preciso ser bom a TIC. Definitivamente não! Um dos objetivos de Etwinning é dinamizar as competências dos professores em TIC e torná-las parte integrante do dia a dia da sala de aula. O Etwinning satisfaz todos os níveis de conhecimento das TIC. O nosso projeto etwinning começou em novembro de 2012. Chamava-se “Friendship Rainbow”, agora chama-se “Pots of Gold”. Este projeto é realizado entre duas escolas: uma da Croácia - escola de Strahoninec, com a professora Tamara Vidovic e a nossa escola, com o professor Paulo Vasconcelos. Neste projeto, realizamos imensas atividades, em conjunto com os nossos amigos da Croácia, tais como: partilha de prendas e lembranças; fazemos postais e magnetos com os nossos desenhos; fazemos videoconferências; criamos o calendário anual e o concurso de logótipos, etc. Aprendemos Inglês, porque falamos em inglês com os nossos amigos, e aprendemos informática quando fazemos trabalhos no computador ou procuramos na internet. Mas o melhor de tudo é que fazemos novas amizades! Gostamos muito deste projeto e esperamos que ele continue, porque fazemos coisas fantásticas e porque gostamos muito de falar com a professora Tamara e com os nossos amigos. Agora que sabem o que é o Etwinning, tentem participar!! Os alunos do Pots of Gold - etwinning project e Prof. Paulo Vasconcelos


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Comenius Project Meeting

De 1 a 5 de dezembro de 2014, decorreu mais um encontro no âmbito do projeto Comenius. Desta feita, a Turquia recebeu os seus quatro parceiros: Portugal, Itália, Dinamarca e Bulgária. Ora, nós (Portugal, Escola E. B., 2, 3 de Cinfães) fomos muito bem representados pela sua Coordenadora, professora Dulce Pereira (que também coordena os cinco países), pelo Sr. Diretor, Manuel Pereira, e pelos professores António Oliveira e Elisabete Barbosa, que partiram no dia 30 de novembro para uma viagem de quase um dia! Depois de uma noite descansada e um dia a explorar a bela cidade de Istambul, os quatro professores foram recebidos no colégio MEV Koleji ÖZEL BÜYÜKÇEKMECE OKULLARI, assim como todos os professores dos outros países visitantes. E diga-se, muito bem recebidos, com “pompa e circunstância”, ao som da Banda de Música do próprio colégio, depois das saudações calorosas dadas pelos elementos da Direção e por um grupo significativo de professores. O ambiente de festa aqui vivido antecipou o que iriam ser os dias de intercâmbio educacional entre os cinco países participantes, suscitando em nós um sentimento de importância e a certeza de que fomos bem-vindos.

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Seguiu-se uma visita às instalações do colégio que terminou no Salão de Congressos com o espetáculo de receção. Aqui fomos presenteados com os discursos de abertura dos diretores e com a apresentação, feita pelos alunos, de danças tradicionais de cada país participante. Foi um momento muito interessante e comovente, que entusiasmou a plateia composta pelos professores visitantes, pelos professores do colégio, e por pais e alunos. Será oportuno destacar que se trata de um colégio privado, com instalações modernas e bem equipadas, com espaços amplos e alegres. Só para exemplificar, refira-se a Sala de Cinema, a Sala de Congressos, a Sala de Informática, a Piscina Olímpica, as múltiplas salas de aula com quadros inteligentes, a enorme Cantina, o Ginásio, enfim, espaços a que qualquer aluno ou professor aspiraria, numa escola ideal! A primeira manhã de trabalhos terminou com uma bela refeição na Cantina, onde fomos muito bem servidos com iguarias locais. Já à tarde, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco da cidade que une a Ásia e a Europa, tendo visitado o Miniaturk Park, onde existem miniaturas dos principais monumentos e pontos turísticos da Turquia. O primeiro dia terminou com um belo jantar no décimo andar de um prédio, que proporcionou uma maravilhosa vista noturna sobre a cidade. No segundo dia, em reunião na Biblioteca do colégio, foi feita a apresentação das atividades realizadas pelos alunos dos cinco países durante o primeiro período letivo. A professora Dulce Pereira, enquanto coordenadora, conduziu a reunião e procedeu à apresentação das atividades e dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do segundo ciclo da nossa escola, causando boa impressão e admiração por parte de REVISTA

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PÁ I N A 2 5 pois foi percetível o empenho e entusiasmo dos alunos através do filme visionado. todos osGparticipantes,

Sendo a música o tema central, as canções, as danças e os instrumentos de música estiveram presentes nos diferentes vídeos de apresentação, bem como a alegria e a boa disposição das crianças portuguesas e estrangeiras. Assim se mostrou a dinâmica das aulas nos diferentes países. Claro que a tradição foi o mote que impulsionou todas as atividades, tendo-se levado, assim, um pouco da essência do povo português e dos demais países. À tradição esteve associada a música enquanto linguagem universal. Foi, então, transmitida uma mensagem de Paz e União entre os povos. Neste encontro de povos e culturas, o pilar que o sustentou e sustenta, a Educação, é a razão que envolve o projeto Comenius “When children and music meet together”. Por isso, nada mais pertinente do que citar a figura mais respeitada na Turquia, Mustafa Kemal Atatürk (1881-1938): “We must absolutely be successful in education. This is the only way to salvation of a nation”. Coube também aos coordenadores dos outros países a apresentação dos seus trabalhos e atividades: Aynur Erol Turquia; Magdalena Georgieva, em representação da coordenadora Valentina Ruseva - Bulgária; Dennis Oversⱷ - Dinamarca; e Beatrice Arena - Itália. De entre todas as canções apresentadas, destacou-se “Frei João” que foi cantada pelos alunos de todos os países, na versão própria de cada um. Para além das apresentações, reformulou-se o projeto, fazendo-se os devidos ajustes e combinando-se as atividades a desenvolver e a apresentar no encontro na Itália, que decorrerá em março. Ainda nesta manhã, tivemos a honra de assistir a algumas aulas. Então, em pequenos grupos dirigimo-nos a diferentes salas de aula. Assim, tivemos oportunidade de observar, não só os métodos e as estratégias dos professores turcos (bastante semelhantes aos portugueses), mas também o empenho e o comportamento dos alunos. Numa destas aulas, ensinámos aos alunos a canção “Os olhos da Marianita”. Foi uma atividade apreciada pelos alunos que rapidamente apreenderam a fonética da língua portuguesa e cantaram com entusiasmo. Na tarde do segundo dia, foi-nos proporcionada uma visita aos monumentos mais representativos da cultura e religião turcas: Hagia Sophia, Topkapi e Gran Bazar, tendo ficado a Blue Mosque para o dia seguinte. Fazendo jus ao ditado “Não há duas sem três”, no terceiro dia de trabalhos, fez-se a reunião de encerramento com os respetivos discursos e entrega de lembranças, objetos e produtos típicos locais. Mais uma vez, perpassou o sentimento de termos sido bem-vindos. No final da tarde deste dia, pudemos conhecer a praça Taxim Square e a longa avenida que dela parte. E, para acabar em beleza, nada melhor do que uma noite a passear no Bósforo, num belo barco, com um belo jantar e um espetáculo tipicamente turco. Pode mesmo dizer-se que foi “a cereja no topo do bolo”! Fica aqui a sugestão para a participação de todos neste tipo de projetos, que proporcionam o acesso a diferentes culturas, raças e religiões, mas onde a Educação é objeto das mesmas preocupações, anseios e dedicações de professores e alunos! Para além de todas as trocas de experiências e saberes entre os professores dos cinco países, ficou o sentimento de um agradável convívio e o começo de novas amizades! Prof.ª Elisabete Barbosa


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Escola Básica de Cinfães comemora o Dia Mundial da Alimentação

QUADRAS No Dia da Alimentação Aprendemos a cozinhar Pão

branco

ou

com

sementes E divertimo-nos sem parar

O saco da farinha Dizia o que fazer Para um rico pãozinho Ficar bem feito e cozer

Enquanto os meninos cantavam Às fatias era cortado o pão Barradinho com manteiga Caiu no nosso coração

O Dia da Alimentação Foi um dia maravilhoso Aprendemos a fazer pão Que ficou delicioso!

No dia 16 de outubro de 2014, as senhoras professoras organizaram uma atividade muito interessante para se comemorar o Dia da Alimentação, na escola da vila. Assim, por volta das 11 horas, os alunos foram-se organizando em cada sala. As professoras relembraram a importância de uma alimentação variada e equilibrada, levando-os a observar com atenção os sete grupos constituintes da Roda dos Alimentos. De seguida, conversaram sobre a presença do pão na alimentação de cada um, bem como sobre a sua importância, uma vez que é fonte de vitaminas, minerais e hidratos de carbono. Foi muito interessante saber que o pão fermentado, semelhante ao que comemos hoje, já era consumido pelos egípcios por

Feira de S. Miguel No dia 3 de outubro de 2014, entre as 9h e 30min e as 14 horas, alunos, professores e assistentes operacionais da Escola Básica de Cinfães concretizaram, mais uma vez, a tradicional “Feirinha de S. Miguel”. Durante essa semana e ainda no próprio dia, os alunos foram trazendo um pouco de tudo: frutas, legumes, doces, salgados, bebidas, patos, coelhos, roupa e até brinqueREVISTA

volta de 4000 anos a.C.! De seguida, os alunos ficaram a saber que iriam confecionar um pão, numa máquina de fazer pão, ficando combinado que, para os alunos dos 1º, 2º e 3º anos, seria pão branco, e para os alunos do 4º ano, seria pão com sementes. Apresentada a máquina, registados os utensílios, os ingredientes necessários e o modo de confeção para que nada falhasse, passou-se à sua produção. Na sala nº 5 estavam presentes os alunos do 2º C, 4º G e 4º H e foram estes alunos que, aos poucos, foram colocando os ingredientes na máquina, pela seguinte ordem: 300ml de água, 1 colher de sopa de óleo alimentar e 500 g de farinha com sementes. Ligaram a má-

dos! Estes produtos foram colocados na banca de cada turma, para serem vendidos pelas professoras e seus alunos. Todas as bancas estavam muito bonitas e foram muito apreciadas, atraindo muitos “clientes”. Cada aluno trouxe também um euro, para poder fazer as suas comprinhas... Logo pela manhã, foram chegando familiares e amigos, que a todos alegravam com a sua visita e faziam questão de não sair de mãos a abanar, deixando as várias bancas aos poucos vazias.

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quina e escolheram o programa. O relógio da máquina indicava que o pão estaria pronto passadas 2h e 52 min. A máquina amassou, deixou que a massa fermentasse e cozeu. Quando chegaram à sala, após o almoço, os alunos ficaram admirados e sem palavras, pois estava perfumada com o cheirinho a pão quente. Enquanto as senhoras professoras tiravam o pão da máquina e o cortavam em fatias, os alunos cantavam uma belíssima canção sobre a alimentação. Depois de partido o pão, foi barrado com manteiga e distribuído pelos alunos. Ficou delicioso! Era visível no rosto dos alunos a felicidade que sentiram na realização desta atividade, acabando por fazer um pequeno registo com algumas quadras. Alunos do 4º H da EB Cinfães

Com esta atividade, pretende angariar-se algum dinheiro para ajudar a pagar certas atividades realizadas pela escola e também conviver e fortalecer laços de amizade com toda a comunidade. Alunos e professores agradecem a todos os pais e restante comunidade de Cinfães, a sua presença e contribuição, possibilitando que, mais uma vez, esta feira se realizasse com muito sucesso. 4º H da EB de Cinfães


O Nosso Magusto No dia 11 de novembro foi o nosso magusto. Magusto cheio de castanhas e alegria. Alegria de festejarmos mais um magusto na escola. Escola onde se desenvolveram diversas atividades. Atividades realizadas com grande entusiasmo. Entusiasmo de comer castanhas e brincar. Brincar, jogar, cantar e reutilizar! Reutilizar os pacotes de leite. Pacotes de leite que serviram de cartuchos. Cartuchos que enfeitámos e enchemos de castanhas. Castanhas quentinhas e boas... Boas recordações deste magusto vamos guardar. Guardar nos nossos pequenos corações. Corações de crianças felizes. Felizes por escrever sobre o Nosso Magusto! Escola Básica de Cinfães – 3.º E

O Alfa veio à Escola No dia 15 de setembro, primeiro dia de aulas, o Alfa fez uma surpresa Escola Básica de Cinfães e apareceu na escola! Os alunos nem queriam acreditar quando ouviram o Hino do Alfa e viram o seu amigo aparecer! Esta visita era há muito esperada por todos os alunos que, na escola, “convivem” diariamente com o jovem extraterrestre do Planeta Maquineta. Para os mais pequenos, foi também uma grande excitação, pois embora já conhecessem o Alfa, ainda não estavam muito familiarizados com a sua história. Todos quiseram fazer perguntas ao Alfa que, infelizmente, estava com um problema na voz e falava muito baixinho… foi precisa muita ajuda das senhoras professoras! Em reconhecimento pela forma como foi recebido, o Alfa ofere-

ceu um conjunto de balões gigantes com que todos jogaram, atirando-os de um lado para o outro do corredor. No final, cada criança recebeu um balão mais pequeno que pode levar para casa. Para os alunos, dos mais pequenos os mais graúdos, esta visita constituiu o momento mais alto do primeiro dia de aulas! Todos garantiram ter adorado estar com o Alfa e foi isso mesmo que registaram nas impressões do regresso à escola! Um agradecimento especial à Dra. Maria José, da Porto Editora, por ter possibilitado esta visita e um “muito obrigado” especial à Senhora Educadora Olga Vieira, pela colaboração prestada. Escola Básica de Cinfães


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No início do presente ano letivo, conforme tem sido feito nos últimos anos, procedeu-se ao “apadrinhamento” dos alunos do 1º ano pelos colegas do 4º ano. A “cerimónia” decorreu no primeiro dia de aulas, de modo a que os alunos mais pequenos começassem o ano devidamente acompanhados pelos respetivos padrinhos. À hora marcada, os “padrinhos” dirigiram-se às salas de aulas dos “afilhados” e, depois de se explicarem as respetivas funções, procedeu-se ao “apadrinhamento”, devidamente registado fotograficamente.

Padrinhos e afilhados A partir do primeiro momento, cada um assumiu integralmente o seu papel e quem pensa que tal se esfumou passado pouco tempo, desenganese, pois ao longo das semanas e meses que se seguiram, esta relação foise fortalecendo e está para durar! Os afilhados não saem para o almoço sem que os respetivos padrinhos os vão buscar à sala para os acompanhar na refeição (no caso de comerem na cantina), preocupando-se também em ajudá-los na arrumação do material e na colocação dos casacos. Esta rotina enraizou-se de tal forma nos mais pequenos que os

Acróstico Outono é uma estação Uma folha caiu Todos os dias são bonitos O tempo fica mais fresco No outono festejamos o magusto Os meninos gostam desta estação. Muitas castanhas Assadas vamos comer Gostosas e saborosas Um dia especial Sem preocupação e Todos felizes O magusto vamos festejar. Adormeci Num sono profundo Acordei feliz na minha cama.

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alunos do 1º ano ficam desorientados se os padrinhos não os forem buscar, mas nunca há confusão, pois se um padrinho / uma madrinha não estiver, logo outro assume o seu papel, sem que seja necessária qualquer indicação do professor nesse sentido. A preocupação dos padrinhos vai muito para além do acompanhamento dos alunos do 1º ano nos intervalos ou na hora do almoço. Os alunos do 4º ano preocupam-se, não apenas com o comportamento dos seus afilhados, como também com o seu desempenho e até com os seus resultados. É frequente vê-los a ajudar os

os “pequenitos” na superação de algumas dificuldades, acompanhando-os na realização de tarefas suplementares. Quanto aos mais pequenos, o respeito pelos “crescidos” é de tal ordem que tratam os colegas por “padrinho” e “madrinha”, o que até chega a confundir alguns adultos… Em suma, uma prática que tem resultado muito bem, não apenas para a integração dos mais novos, como também para a manutenção de um bom ambiente entre todos os alunos. Escola Básica de Cinfães Turmas do 1º e 4º anos

Maria bonita Ando com o Rodrigo Rapaz giro Gosta de cães Ando na escola Rodrigo engraçado Isabel está feliz Dás-me a boneca? As bonecas são giras. Sonho com estrelas Ilha bonita Mando em mim Olho para todos Nado na piscina Eu desarrumo os brinquedos Ele foi ao mar Dei-lhe um rebuçado Um menino preguiçoso A árvore tem muita sombra Rói a rolha o rato Dei uma bicicleta O meu pai é amigo.

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Rói os lápis Olho para todos Dou coisas Rapariga bonita Isabel está contente Gosto de jogar à bola O meu irmão é bebé. EB 1 de Cinfães, 2º Ano


Cantares de Janeiras na Escola Básica de Cinfães O dia 19 de janeiro de 2015 foi a data escolhida para cantar as Janeiras na Escola Básica de Cinfães. Para ouvir as vozes afinadas dos alunos de todos os anos de escolaridade do 1º Ciclo e ainda da Educação Pré-Escolar, pais, avós, irmãos e outros familiares marcaram presença na escola. As crianças preparamse como habitualmente, com empenho e dedicação, auxiliados pelos professores titulares de turma e pelos professores de Música e, à hora marcada, entoaram energicamente as canções que tinham aprendido. O momento foi também escolhido para proce-

der ao sorteio dos cabazes de Natal, um por cada ano de escolaridade, num total de seis cabazes, confecionados com produtos enviados generosamente pelos Encarregados de Educação. Antes de ser retirado o número sorteado para cada cabaz, os alunos disseram algumas quadras dedicadas a todos os presentes. Os felizes contemplados com os cabazes foram a Cátia Matos (São Cristóvão), o Narciso Ferreira (Cinfães), o José Manuel Correia (Boassas), o José Caldeira (Baião), a Alexandra Fraga (Vila Chã, Cinfães) e o António Roque (Vila Ruiva).

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Nós somos alunos do 1º Ano Os mais pequeninos da Escola Trouxemos algumas prendas Dentro da nossa sacola

Somos alunos do 4º ano Que é um ano passageiro Trouxemos alguns produtos Para angariar algum dinheiro

Nós somos do 2º ano Alunos bem comportados Trouxemos alguns presentes Para serem sorteados

Esse dinheiro é bem preciso Para o passeio anual É um dia diferente É um dia especial…

Nós somos do 3º ano Alunos mais crescidos Aos pais nós fizemos Para a escola, alguns pedidos

Aos pais de todas as turmas Não deixamos de elogiar Tudo o que nós pedimos Estão sempre prontos a ajudar

Nossos pais corresponderam Com boa compreensão Ficamos muito felizes Pela nossa participação

Dizemos a todos pais Que estamos muito orgulhosos Apesar de tanta crise São uns pais maravilhosos!

Turma 4ºG—EB de Cinfães

Um sorriso mais branco… é um sorriso mais feliz! A Escola Básica de Cinfães aderiu a um projeto de Saúde Oral, promovido pela Associação Mundo a Sorrir em parceria com o Município de Cinfães. Este projeto é desenvolvido pelo Programa para a Inclusão e Vida Saudável (PIVS) e tem como objetivo fundamental a promoção de cuidados básicos e diários de higiene oral. Nesse sentido, pretende-se que os alunos desta e doutras escolas beneficiem da escovagem dentária em ambiente escolar. Esta deverá ocorrer diariamente e de preferência após o almoço e sob a supervisão dos professores. Os pressupostos gerais deste projeto foram apresentados aos docentes e aos Pais/Encarregados de Educação, numa reunião/palestra realizada a 19

de janeiro, orientada pela Sr.ª Dr.ª Isabel Baldaia – médica-dentista. Após a autorização dos Pais/ Encarregados de Educação, a Dr.ª Isabel regressou à escola, nos dias 21 e 22 de janeiro, para desenvolver uma ação de sensibilização para a promoção da Saúde Oral junto dos alunos. Nestes dias, procedeu ao controlo da placa bacteriana, através da aplicação de corante, explicou como praticar a escovagem dentária a todos os alunos. De salientar, que este projeto terá a duração de dois anos e que de 3 em 3 meses, far-se-á novo controlo da placa bacteriana, procedendose também à substituição das escovas. Será importante referir a adesão

que todas as crianças têm demonstrado. O entusiasmo na escola tem sido enorme! Projetos como este de promoção da Saúde Oral, em populações em idade escolar, revestem-se de extrema importância, uma vez que em Portugal, tradicional e culturalmente, sempre se negligenciou esta área. E, como diz o provérbio, “De pequenino se torce o pepino”! Uma palavra de apreço ao executivo camarário, por assumir todas as despesas inerentes ao projeto e ainda à Dr.ª Isabel Baldaia pela simpatia e profissionalismo demonstrados. Espera-se que estas crianças, daqui por alguns anos, sejam jovens com sorrisos mais brancos e mais felizes! Escola Básica de Cinfães – 3.º E


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Escola debate o insucesso escolar

No âmbito do Parlamento Jovem, no dia 5 de janeiro do corrente ano, o Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto – Cinfães recebeu um Deputado da Nação. A Assembleia da República disponibiliza um Deputado da Nação para se deslocar às escolas a fim de o mesmo falar aos alunos sobre o funcionamento da A.R e sobre o tema do projeto. O deputado que se deslocou ao Agrupamento de escolas General Serpa Pinto- Cinfães, foi José Junqueiro, do Partido Socialista. Mais de 300 jovens participaram na sessão do Parlamento Jovem.

Após a abertura feita pelos membros da mesa, o deputado fez uma introdução ao funcionamento da AR e depois introduziu o tema escolhido: "Combate ao insucesso escolar". No diálogo, muito participado, com os alunos, 2º e 3ºciclos, foram muitas as questões colocadas das quais se destacam:

preendedorismo, início atempado do ano escolar, mais participação dos pais, espaços adequados às matérias lecionadas, melhor logística para as atividades desportivas, entre outros.

estudo regular, mais atenção e melhor atitude na aula, entreajuda dos colegas nas aprendizagem, melhor aproveitamento do tempo disponível. Sublinha-se a elevada participação dos alunos.

O que alunos acham que podem fazer para ajudar ao sucesso escolar:

Prof.ª Lúcia Silva

O que pode ser mudado na escola para melhor sucesso escolar: menos alunos por turma, programas curriculares mais compatíveis com o mercado de trabalho e com uma carga horária compatível com os tempos de deslocação à escola, introdução de uma disciplina de em-

Alunos foram a votos No âmbito do Parlamento Jovem, que é uma iniciativa da Assembleia da República, dirigida aos jovens dos 2.º e 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, tem como principais objectivos incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política; sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afetam o seu presente e o futuro individual e coletivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político, entre outros. No dia 13 de janeiro de 2015, os alunos foram a eleições. Apresentaram-se a eleições treze listas, constituídas por 10 membros cada. A afluência às urnas foi significativa, com uma votação de 70% dos alunos. O período eleitoral decorreu, na biblioteca da escola sede, entre as 13.30h e as 15.30h. Como resultado destas eleições, foram eleitos 42 Deputados. Estes Deputados, na sessão escolar, que decorreu no dia 21 de janeiro, defenderam e votaram o projecto, três medidas contra o Abandono e Insucesso Escolar. Foram eleitos três deputados que irão defender o projecto no dia 9 de março, em sessão distrital. As sessões decorreram com elevada participação cívica. Os pressupostos do projecto está a lançar a semente, estamos convictos que, num futuro próximo, a sociedade usufruirá os seus frutos.

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ESCOLAR


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Ecos da Gralheira Recordações do Zé Nascido na Gralheira, em casa de paredes graníticas, esburacadas e cobertura de colmo, o Zé aqui cresceu à sombra destas árvores, bebeu nestas fontes, banhou-se nestas águas, adormeceu e sonhou, tantas vezes, embrulhado em capucho ou xaile, à beira de seara ou lameira onde os mais velhos trabalhavam, embalado pelo canto das aves, pelo rumor de uma brisa suave e tonificante, ou pelo sussurro encantador das águas límpidas de córregos e ribeiros. Frequentou a escola primária até à quarta classe, embora fosse obrigatório só até à terceira. Terminadas as obrigações escolares, esperava-o um rebanho de gado para guardar. Roto e descalço, alegre e feliz, todos os dias subia a serra no pastoreio do rebanho, tendo por companhia tantos outros colegas de escola, que tiveram igual sorte. Entretinham-se com o jogo do nicho, das cartas e, mais tarde, com os bailaricos que faziam com as jovens pastoras, ao som de flauta ou realejo, longe das vistas dos pais e do abade da freguesia, que eram contra os bailaricos. Sentiam-se livres e felizes naquele mundo que era só seu, nos cumes e planaltos do Montemuro, podendo ver-se, aqui a além, terreiros bem coçados pelo dançar desses jovens guardadores de vacas e rebanhos. Mas a Gralheira e o Montemuro eram pobres, sem condições para sustentar todos os seus filhos. Muitos tiveram que sair para o Brasil, para os países da Europa e para Lisboa e Porto, com o coração partido. Lá longe, na grande cidade, na vida agitada do dia-a-dia, o seu pensamento fugia para estas bandas e vinha fixar-se na pequena aldeia que deixaram entre lágrimas! Muitos ficaram por lá, alguns voltaram! E o Zé voltou como peregrino da vida, romeiro do berço, discípulo da escola, à fonte do batismo, em busca de recordações da infância e da mocidade, já tão distantes. Mas a aldeia que aqui deixou há tantos anos já não é a mesma. Aquela aldeia cinzenta, de paredes enegrecidas pelo tempo e coberturas de colmo a confundir-se com a paisagem circundante, já não existe. As chafurdas e estrumeiras dos caminhos, deram lugar a calçadas modernas em granito; muitas das casas velhinhas foram reconstruídas ou remodeladas; abriram-se restaurantes e cafés; a telha substituiu o colmo; a estrada trouxe o automóvel; e a povoação cresceu, espreguiçou-se, a invadir campos e cabeços com novos prédios. Com todas estas alterações, o pobre Zé já não conhecia a sua terra. Muitos dos seus companheiros de infância e mocidade já tinham morrido. Sentia-se velho e cansado. Mas conseguiu ainda reunir forças para subir à serra, na esperança de encontrar ali recordações de outrora. Só que os caminhos e carreiros, que dantes trilhava, já não existiam também. Apenas encontrava, aqui e além, o sulcos abertos no lajedo pelas rodas dos carros das vacas que, ao longo dos séculos, transportaram mato e centeio da serra para a Gralheira, e que ali ficaram como testemunhas vivas da utilização desses caminhos, dantes andados e que agora esperam por alguém. Sentou-se no alto do monte, olhou em redor, mas não encontrou os terreiros coçados dos bailaricos; os alqueves e as searas verdejantes; nem ouviu a voz da montanha produzida pelo canto dos pastores e pelo som de chocalhos e campainhas dos rebanhos que pastavam na serra. Agora, o silêncio era apenas quebrado pelo rufar dos geradores dos parques eólicos. Era dia de consoada de 2007. Então, cerrou os olhos, como que sonhando, deixou de desfilar na sua memória as mais belas imagens da infância e mocidade. Recordou os dias de consoada, quando combinava com os companheiros de pastoreio não levar pão para o monte, para à noite comerem mais. Recordou o acender das lareiras e como contavam as que já estavam acesas e aquela ligeira nuvem de fumo que cobria toda a aldeia. Agora estava ali, naquele dia, no mesmo lugar na esperança de ver espetáculo idêntico. Mas foi num misto de amargura e tristeza que viu muitas casas apagadas, porque seus donos morreram ou estão longe da terra e da Pátria, como ele estivera. Resta-lhe a consolação de verificar que nem tudo o que era belo e tradicional se perdeu na voragem do tempo, nas ondas do progresso. O ar da montanha continua puro; as aves cantam, fazem e refazem os seus ninhos; as águas correm límpidas e cristalinas nos córregos e ribeiros; os moinhos continuam a moer a fornada; os sinos tocam e o povo ainda reza e crê em Deus.

Gralheira, 12 de janeiro de 2015 Carlos de Oliveira Silvestre


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LENDA DE S. MARTINHO

A lenda de São Martinho conta que certo dia, um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio que lhe pediu esmola. Martinho rasgou a sua capa em duas e deu uma ao mendigo. De repente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo. A tradição do Dia de São Martinho é assar as castanhas e beber o vinho novo, produzido com a colheita do verão anterior.

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Notícias da Biblioteca ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

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A biblioteca escolar é um

espaço

equipa da biblioteca tem

Na semana de 27 a 31

privilegiado

como preocupação princi-

de outubro, comemorou-

onde se podem organizar

pal a oferta de atividades

se o Dia Internacional da

exposições, debates, mo-

que contribuam para a

Biblioteca

mentos de poesia e de

integração dos alunos na

sessões de formação de

teatro que dão aos alunos

vida escolar e facilitadora

utilizadores. Durante esta

uma dimensão mais enri-

da entrada dos mesmos na

semana, as turmas do 5º

quecedora do ensino que

vida ativa.

ano receberam informa-

Escolar

com

lhes é facultado. Os res-

Em setembro, a inte-

ção adequada sobre a or-

ponsáveis orientam o seu

gração dos alunos do 5º

ganização, o uso da biblio-

trabalho no sentido de

ano passa por uma visita

teca e dos seus recursos.

criar uma articulação das

guiada à biblioteca, pois é

Esta foi apresentada como

atividades da biblioteca

uma ocasião privilegiada

um espaço acolhedor e os

com as áreas curriculares,

para familiarizar os novos

pequenos leitores, convi-

de forma que umas com-

alunos com o mundo dos

dados a ser elementos

plementem as outras. Para

livros e todas as valências

ativos e participativos.

alcançar este objetivo, a

aí disponíveis.

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Notícias da Biblioteca (cont.)

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A biblioteca tem uma clara fun-

soa com Deficiência, ou dos Direi-

atividades curriculares e de comple-

ção socioeducativa quando integra-

tos Humanos. A colaboração dos

mento curricular, contribuindo para

da no quotidiano escolar. Para que a

clubes de Teatro e da Comunica-

que os alunos ocupem também os

dinamização da leitura seja eficaz na

ção são também fundamentais na

tempos livres de uma forma mais enri-

formação de leitores, organizam-se

organização das atividades desen-

quecedora.

atividades de modo a que os alunos

volvidas.

adquiram uma atitude positiva em

A biblioteca escolar procura

torno do livro e da leitura. Com este

ser, cada vez mais, um apoio às

objetivo, mais uma vez se organizou o Concurso de Leitura para os dois ciclos de escolaridade. Esta atividade teve grande adesão por parte dos alunos. No dia 15 de dezembro, às 15 horas, foi realizada na biblioteca escolar uma sessão cultural com o objetivo de fazer a entrega de prémios e certificados a todos os participantes no concurso de leitura do 1º período. Para o 2º ciclo, o livro escolhido foi “Missão Impossível” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Os três primeiros classificados foram os alunos Marco António Monteiro - 6ºD, Carolina Miguel Madureira - 5ºA e Pedro Filipe Amaral - 6ºE. “A Pérola”, de John Steinbeck, foi a obra indicada para o 3ºciclo e os alunos classificados nos três primeiros lugares foram respetivamente, Ana Beatriz Cardoso – 9ºA, Daniela Filipa Pontes – 8ºD, e Rafael de Carvalho Pinto -9ºC. Estes alunos do 3º ciclo irão representar a escola na final distrital do Concurso Nacional de Leitura. Para além das atividades referidas, a biblioteca foi um local onde se realizaram exposições temáticas, promovendo a comemoração de efemérides ou dias de reconhecida importância na formação de crianças e jovens, como os dias da Alimentação, do Não Fumador, da Pes-

A Coordenadora da Biblioteca Graça Bompastor


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No 1.º período escolar, aproveitámos o mote do dia 27 de outubro, “Dia Internacional da Biblioteca Escolar”, este ano com o tema “A tua Biblioteca Escolar: um mapa de ideias”, e alargámos a novembro e dezembro varias atividades promotoras da leitura, que iniciámos nessa semana. Assim, os alunos do 1.º Ciclo e Jardim Infantil dos Centros Escolares de São Cristóvão e Santiago de Piães envolveramse nos projetos e atividades dinamizados pela Biblioteca Escolar (BE), mostrando continuado interesse em frequentar e usufruir destes espaços. Os professores e educadores das turmas continuam a ter um papel essencial na motivação dos alunos e na facilitação das estratégias para a promoção da leitura, conseguindo-se, em conjunto, uma boa integração das atividades da BE nos planos curriculares de turma. Para tal, utilizámos os projetos “Hora do Conto”, “A BE no intervalo e tempo livre” e o “Plano de Desenvolvimento da Língua Portuguesa”, “Projeto Sobe (Saúde Oral e Bibliotecas Escolares)” que têm facilitado esse trabalho articulado.

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A Biblioteca Escolar no 1º Ciclo e no Jardim Infantil A biblioteca escolar desempenha um papel central no suporte aos curricula, no desenvolvimento das literacias, na aquisição de competências de informação e na formação de leitores. Nesse sentido, o nosso propósito continua a ser criar-lhes hábitos de leitura e incentivar a sua ida à BE. Apresentamos algumas atividades, realizados pelos alunos, como leituras, desenhos e ilustrações, pintura de telas que constituíram desafios aos quais foram atribuídos, como prémios, livros infantis:

hães e Ana Carolina Pinto - 4.ºG1.º Ciclo de Louredo - Mariana Sofia e Diana Patrícia -3.º B; Renato Ferreira; Rui Pedro e Gonçalo - 4.º A. Alunos vencedores do desafio Página procura livro: Do CE de São Cristóvão: Mafalda Pereira, Rodrigo Miguel e Soraia Rafaela 2.º A; José Filipe, Sara Raquel e Marcelo Ribeiro – 3.º B.

Alunos vencedores do desafio Desenhar um Conto, a partir do livro “Contos de Animais com Manhas de Gente” de Alexandre Parafina – Alunos do CE de São Cristóvão: Rodrigo e Daniel, com o conto “O Lobo a Velha e a Cabaça” – 4.º C. Desenho e pintura de uma telas para a BE a partir de livros - Alunos dos 3.º e 4.º anos dos CE de São Cristóvão e Santiago de Piães.

Leitura em voz alta – Alunos das turmas dos 3.º e 4.º anos que leram histórias aos mais pequeninos do Jardim Infantil; Alunos das turmas do 4.º ano que participaram de forma regular na leitura de histórias na BE. Alunos vencedores do desafio Ilustração de frases do texto “As Bibliotecas” do escritor Walter Hugo Mãe: Do Complexo Escolar de Cinfães - Luciana Pereira, Laura e Rafael - 3.º E; Maria Leonor, Matilde e Lúcia - 3.º F; Ana Carolina da Silva, Susana Andrade e Carolina Soares - 4.ºH; Gonçalo, Beatriz Maga-

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Joel Oliveira - Professor Bibliotecário


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Missão Pijama O Centro Escolar de Santiago de Piães aderiu ao projeto “Missão Pijama”. O Pré-escolar e o 2º ciclo receberam um Kit, para cada sala, com um poster, um livro “O menino que não sabia brincar”, um convite e casa dos Pijamas (mealheiro) para entregar aos Pais. Cada Professor explicou às crianças o porquê deste projeto e a importância de todas poderem participar, assim como desenvolver as atividades inerentes a este projeto. Foi feita a exploração do livro “O menino que não sabia brincar”, com o objetivo de mostrar que a compreensão da forma e a importância de brincar são fundamentais na vida das crianças. Foram também elaboradas as personagens da

História e a “Casa dos Pijamas” com materiais recicláveis. No dia 20 de novembro, comemorou-se, então, este grande dia. As crianças vieram para a escada vestidos de pijama e com a sua “casa pijama – mealheiro”, trazendo os donativos para enviar para a “Missão Pijama”, ajudando assim outras crianças. Também, todos juntos, cantámos o hino da “Missão Pijama” de Pedro Abrunhosa, tornando este dia divertido, educativo e solidário. Este dia serviu também para lembrar às pessoas que “todas as crianças têm direito a crescer numa família”.

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UM OVO POR INVENTAR Na nossa escola, na Be, houve um concurso em que todos nós participámos e que se chama “O Poder do OvO”. Para fazer o trabalho, reciclámos alguns materiais: esferovite, cartão e outros. Também usámos materiais não recicláveis. As tintas. Usámos as cores azul, amarelo, cor-de-rosa, verde, laranja, roxo e branco. Participaram no concurso muitos alunos que gostaram muito de participar e que também se divertiram imenso. A avaliação deste trabalho será feita através das fotografias enviadas à Derovo Group, que as colocará na sua página do facebook. A vencedora será a que tiver mais “likes”. Este passatempo é promovido pela Derovo Group, que oferece à biblioteca da escola vencedora o prémio “Jogo do Super Ovo”. Nós gostámos muito de participar neste concurso. Foi uma atividade muito “fixe” e divertida. Obrigado por nos terem convidado para participar. Esperamos que gostem do nosso trabalho.

Alunos do Jardim Infantil do Centro Escolar de Santiago de Piães

As Alunas Margarida e Vanessa, da turma C do 4.º ano do CE de Santiago de Piães


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A ESCOLA DE LOUREDO A escola do 1º CEB de Louredo fica localizada na aldeia de Louredo que pertence à freguesia de S. Cristóvão de Nogueira. Situa-se a 3 km da sede do concelho, na zona mais ribeirinha, estando envolvida pelos rios Sampaio e Douro.

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A Nossa Festa de Natal A nossa festa de Natal realizou-se no dia 15 de dezembro. Alguns dias antes, fomos preparando e ensaiando as atividades que iríamos apresentar aos nossos pais e familiares. No dia da festa, acordámos muito cedo porque estávamos um bocadinho ansiosos e nervosos. Os nossos pais e familiares encheram a sala para assistirem ao que tínhamos preparado para eles. Fizemos pequenos teatros, dramatizações e declamações; cantámos canções de Natal em Inglês; Fizemos danças e até gi-

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nástica acrobática. Os nossos pais acharam tudo muito divertido e aplaudiram com muita força. O senhor Alfredinho, amigo da nossa escola, também veio contar umas histórias e anedotas. Quase a terminar o nosso espectáculo, o senhor Presidente da Junta deixou uma mensagem de Natal a todos os presentes. Seguiu-se mais um grande momento… o sorteio dos cabazes de Natal, que fez feliz a quem saiu o prémio. Já cansados, fomos para outro espaço da escola onde fizemos um lanche

partilhado. Foi nesta altura que recebemos na nossa escola o senhor Vice- Presidente da CMC, o senhor Dr. Serafim Rodrigues, que nos dedicou uma mensagem de Natal e nos deixou um belo presente… um fato de treino. Foi a altura de gritarmos pelo Pai Natal… e ele lá apareceu, muito carregadinho, com uma bola para todos os meninos e um diário da Violeta para as meninas. Foi um dia muito divertido e com muita alegria. Alunos da Turma B da EB1 de Louredo


Natal em Tuberais

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No dia 15 de Dezembro, pelas 17h30min, na nossa escola, devidamente enfeitada e com o palco montado, teve início a nossa Festa de Natal. Na presença dos nossos pais e de alguns familiares e amigos, apresentámos um auto de Natal, algumas pecinhas de teatro, canções, recitámos poemas e não faltou uma peça de palhaços. Para abrilhantar a festa, neste ano, os nossos pais resolveram, após vários anos de insistência, preparar e apresentar duas peças de teatro, da sua autoria, que surpreenderam e maravilharam a numerosa plateia que abarrotava a sala. Fica o registo de tão animada festa, para a qual muito contribuíram todos os elementos da comunidade educativa.

ANO DE DESPEDIDAS O ano letivo que estamos a viver tem sido repleto de despedidas, nesta nossa escola! Além da professora Irene que, tal como já referimos noutro trabalho, se aposentou em novembro, embora tenha permanecido connosco até ao final do período, logo no final de setembro, nos deixou a professora Dalila, que passou a poder gozar de um merecido descanso. Também ela nos é muito querida e deixou em todos nós muito afeto e saudades. Trabalhou nesta escola alguns anos, dois deles com turma e ultimamente a apoiar os meninos que, normalmente por preguiça ou distração, revelavam mais dificuldade em adquirir as aprendizagens necessárias ao seu sucesso. Sempre espalhou a sua simpatia, dedicação e boa disposição. Também para ela preparámos uma singela homenagem, mas repleta de emoção, em que lhe quisemos demonstrar todo o nosso carinho e gratidão. Desejamos que, tal como já vem sendo habitual, nos continue a visitar e não nos esqueça, assim como nós não a esqueceremos! Alunos da Escola de Tuberais


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RANKING NACIONAL No ranking nacional das

escolas,

elaborado

com base nos resultados obtidos pelos alunos nos exames finais dos 2º e 3º ciclos, a nossa Escola voltou a obter um excelente resultado, acima da média nacional. Tendo em conta o território

específico em

que a Escola se insere, onde predominam problemas socioeconómicos graves, é de realçar o esforço demonstrado pelos alunos, professores e demais comunidade educativa, com vista a conseguir resultados satisfatórios. Parabéns a todos!

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Exemplos a Seguir... A escola de Tuberais, situada no Casal de Cinfães, é uma escola pequena e acolhedora (das únicas que ainda sobrevivem à nova filosofia do estado para a educação), com uma relação bastante próxima, mesmo familiar, entre todos os elementos da comunidade educativa. Apesar de pequena, nem por isso os alunos usufruem de menos oportunidades ou têm menor qualidade de ensino. Os professores que por ela têm passado sempre demonstraram grande empenho, dedicação, exigência e rigor, acompanhados de enorme afeto e carinho. Todos os Assistentes Operacionais têm evidenciado constantemente grande sentido de responsabilidade, muita atenção a todos os pormenores e dedicação relevante aos meninos que lhes estão confiados.

ESCOLAR

As famílias, de maneira geral, são participativas, colaborantes, empenhadas e sempre acarinharam os docentes que a esta escola e aos seus meninos dedicaram e dedicam muito da sua vida.

lecionava a professora Elisabete, responsável, atualmente, pela de Tuberais, onde leciona a turma B de 2.º e 3.º anos, obteve, no mesmo ranking, um não menos honroso 3.º lugar.

Foi, certamente, a conjugação de todos estes fatores que veio a expressar-se numa grande honra para esta comunidade educativa, com a obtenção de um distinto primeiro lugar no ranking nacional das escolas públicas, em 2014, por parte do 4.º ano de escolaridade, constituído por três alunos que merecem destaque neste singelo artigo:

Que os resultados obtidos pelos alunos acima mencionados possam servir de incentivo a todos em geral e particularmente aos que frequentam o 4.º ano de escolaridade, para que possamos continuar a figurar entre os melhores quer no presente ano letivo quer nos subsequentes. E que os alunos que tão bem se distinguiram nas Provas Finais de 2014 continuem a esforçar-se e a dedicar-se ao estudo para que prossigam na senda de novas vitórias!

- Ana Filipa Oliveira Rocha - Rui Pinto Barbedo - Vítor Hugo Cardoso Oliveira Será ainda de salientar que outra escola do nosso Agrupamento de Escolas, a escola de Boassas, onde

Corpo Docente da Escola de Tuberais


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“Cabazes Solidários” - Distribuição de Cabazes de Natal a 20 Agregados Familiares Conscientes da necessidade e do valor de desenvolver junto dos nossos alunos e restante comunidade escolar a prática de comportamentos e atitudes que promovam a solidariedade social, o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família do Agrupamento promoveu uma ação de recolha de bens, no âmbito da Campanha “Cabaz Solidário”, integrada no plano de atividades. Desta forma, foi feita uma proposta a cada turma da escola-sede, para que, em conjunto com o seu diretor de turma, elaborasse um cabaz para posteriormente ser distribuído pelos agregados familiares mais carenciados.

A triagem das famílias a quem foi entregue cada cabaz ficou a cargo da assistente social do Agrupamento. Cada cabaz foi, ainda, acompanhado por uma mensagem de boas-festas do Diretor do Agrupamento. Desta campanha, resultaram vinte cabazes de bens alimentares, tendo sido, assim, possível tornar o Natal das famílias abrangidas mais reconfortante e mais feliz.

sempre dispostos a ajudar quem mais precisa.

“Entendo que solidariedade é enxergar no próximo as lágrimas nunca choradas e as angústias nunca verbalizadas”. Augusto Cury

Os Técnicos do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família Catarina Perdigão

Com este trabalho foi possível perceber que os alunos da nossa escola são alunos solidários e sensíveis às questões sociais, estando

Filipe Teixeira

Eu sou uma nuvem porque... ... tenho o meu lugar marcado no mundo... ... choro e as nuvens também choram... ... sou livre para pensar e sonhar o que me apetecer... ... cabem milhões de gotas no meu coração... ... gosto de andar pela brisa... ... os meus sonhos são leves... ... sou leve como as nuvens de verão ou pesada como as de inverno, quando alguém me magoa... ... o meu estado psicológico também tem os três estados fisicos... ... sou livre e gosto de saber o que se passa no mundo... ... sonho viver como elas, passando por algumas coisas sem lhes dar importância... ... há dias em que tenho luz e outros em que fico às escuras... ... há pessoas que tanto podem gostar de mim como podem detestar-me... ... todos me podem ver com um olhar diferente, tal como as nuvens podem ser vistas segundo a imaginação de cada um... ... porque há transparência em mim... e... porque sonho alto!

8ºC (Texto coletivo – Português)


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Natal a Reciclar

Centro Escolar de Oliveira do Douro

Abriu as portas à comunidade escolar no dia 16 de setembro de 2014. Alunos, professores, auxiliares, encarregados de educação, responsáveis pelo Agrupamento de Escolas de Cinfães e presidente da Câmara

No mês de dezembro, a turma do 3.º e 4.ºanos participou num concurso, no âmbito do programa EcoEscolas. Este concurso consistia na elaboração de um postal com materiais recicláveis. Também participaram na realização de brinquedos com materiais recicláveis, envolvendo os pais/encarregados de educação, para a Aldeia do Pai Natal. Estas atividades foram, de facto, muito interessantes, pois através destas, os

Municipal juntaram-se numa singela cerimónia de abertura que marcou o início do ano letivo 2014/2015 neste novo equipamento que agrupa alunos do 1º Ciclo e do Pré-Escolar.

Gralheira, a Aldeia Natal A aldeia da Gralheira, situada no alto da serra do Montemuro, transformouse, uma vez mais, na aldeia do Pai Natal, com o mote “Venha viver a magia do Natal na serra”. Durante dois fins-desemana, os mais pequenos puderam viajar num universo mágico, onde não

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faltaram renas, duendes, um presépio vivo e, claro, a presença do Pai Natal. O programa teve muita animação ao longo dos dias, tendo sido apresentados diversos trabalhos realizados pelos alunos da Escola Básica de Oliveira do Douro.

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alunos desenvolveram alguns valores fundamentais, principalmente como reaproveitar os materiais e usá-los para outros fins no dia a dia. As crianças demonstraram motivação durante a elaboração dos postais e perceberam que é importante participar em diferentes atividades, independentemente daquilo que se possa alcançar. Também os pais colaboraram, mais uma vez, de uma forma ativa e mostra-

ram o quanto é importante colaborar nas aprendizagens dos seus educandos. Os postais elaborados foram usados no concurso, mas também como convite para os pais/ encarregados de educação participarem na Festa de Natal da escola. Por sua vez, os brinquedos realizados foram usados como decoração na Aldeia do Pai Natal, na Gralheira. Alunos do 3.º/4.º anos, Escola Básica de Oliveira do Douro, da professora Carina Resende


Uma Peça Especial No passado mês de dezembro, os alunos da turma do 3.º e 4.ºanos envolveram-se de uma forma dinâmica na preparação da Festa de Natal da escola. Esta festa foi um dos momentos mais importantes, pois envolveu toda a comunidade educativa. Todos os alunos desde a Pré ao 1.º Ciclo tiveram um papel preponderante para que a peça de teatro “O nascimento do Menino Jesus” resultasse. Foi, sem dúvida, um belo espetáculo teatral!

A nós coube-nos a tarefa de representar as personagens de Maria, José e os Reis Magos. Também alguns alunos fizeram a narração de toda a peça de teatro e a apresentação de toda a festa. Durante algumas semanas, os alunos ensaiaram e, no dia da Festa de Natal, mostraram o quanto é importante o trabalho em equipa. No rosto de cada um verificou-se que havia um sorriso especial, de-

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monstrando que valeu a pena todo o esforço. Todos os alunos envolvidos ficaram muito felizes com o resultado final. Esta peça ficará para sempre no coração de todos os que participaram e todos aqueles que tiveram a oportunidade de assistir!

Alunos do 3.º/4.º anos, Escola Básica de Oliveira do Douro, da professora Carina Resende


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CURIOSIDADE Carlos do Carmo tornou-se o primeiro português a ganhar um Grammy e logo numa das categorias mais consideradas, o "Lifetime Achievement", entregue apenas aos artistas pelo conjunto da obra que produziram ao longo

Dia Mundial da Música O Dia Mundial da Música comemora-se, anualmente, a 1 de outubro. A data foi instituída em 1975, pelo International Music Council. Os objetivos do Dia Mundial da Música são a promoção da arte musical em todos os setores da sociedade, divulgação da diversidade musical e a aplicação dos ideais da UNESCO, como a paz e a amizade entre as pessoas. Nesse dia, decorrem vários concertos, em todo o país. Os alunos do 2º Ciclo da Escola Serpa Pinto apresentaram, na sala dos professores, a canção popular “O pastorzinho”, e entregaram uma imagem de Santa Cecília (padroeira dos músicos). Na qualidade de docente de Educação Musical, quero agradecer o empenho e dedicação de todos os alunos na realização desta atividade. O professor José Pedro

da sua carreira.

Santa Cecília, padroeira dos músicos

Lenda do Penedo dos Casamentos Reza a lenda que, quando os solteiros passam por um certo penedo, perto do lugar de Macieira, na freguesia de Tendais, devem virar-se de costas para o penedo e, com a mão esquerda, atirar três pedras para o alto. Se as três pedras lá ficarem, o casamento está garantido, se caírem, acaba por falhar. É por isso que é chamado Penedo dos Casamentos. Este penedo é também chamado de Pedra da Moura, pois a lenda diz

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que foi transportado por uma moura a fiar, com socas abertas calçadas, desde o poço negro na ribeira de Tendais, onde servia de tampa, até ao local onde atualmente se encontra. Conta ainda a lenda que, dentro do penedo, havia um tesouro. Num certo domingo, dois homens de Macieira, quando todos tinham ido para a missa, dirigiram-se até ao penedo, munidos de ferros, rastilho e pólvora, com a intenção de encontrar o tesouro, a sul do

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penedo. Acertaram no penedo com vários tiros, mas não havia ouro, nem dinheiro, e com medo da moura transfigurada em

cobra, fugiram desiludidos. Lenda recolhida por: Luciana Duarte, nº13, 7ºD


“A Terra Treme” na Aula do 8ºE Mais uma atividade a que aderimos, nós, “Escola EB 2, 3 de Cinfães”, e mais uma vez para o bem comum: exercício público de cidadania “A Terra Treme”! Pois foi no dia 13 de outubro de 2014, pelas 10.30h, na sala 14, onde estava a dar aula de Francês ao 8.º E. Assim que soou o sinal da campainha, os alunos, de forma ordeira, adotaram os procedimentos treinados na aula de ECA, com a Diretora de Turma. E lá fomos todos, alunos e professora, para debaixo das mesas!

desta forma, a atividade de cidadania à disciplina em causa! É de realçar o sentido de responsabilidade demonstrado pelos alunos desta turma que, sabendo que se tratava de um simulacro, encararam a atividade com seriedade e maturidade! Mais uma vez, foi um gosto levar a cabo uma tarefa de utilidade cívica com uma turma tão empenhada e querida! A professora de Francês, Elisabete Barbosa

Para dar algum tempo, decidimos contar, em Francês, até sessenta, articulando,

Dia Mundial do Não Fumador No âmbito da “Comemoração do Dia do Não Fumador”, no dia dezassete de novembro, a equipa do Projeto de Educação para a Saúde, em articulação com a disciplina de Ciências Naturais, promoveu o concurso “O melhor é não fumar”, de forma a sensibilizar os jovens para os perigos do tabaco e divulgar hábitos de vida saudáveis. Vários alunos participaram neste concurso, com trabalhos criativos e originais, na forma de mensagens escritas e/ou desenhos, apelando à promoção de hábitos saudáveis e prevenção do tabagismo. A equipa do Projeto de Educação para a Saúde, após a

análise criteriosa dos trabalhos realizados, selecionou os trabalhos dos seguintes alunos: - Cristiano Pereira, nº 4, 5ºF; - Ana Filipa Correia, nº 2, 6ºB - Gonçalo Correia nº 12, 7ºD - Rafael Fernandes, nº 18, 8º C - Helena Pinto, nº 7, 8ºD - Ana Beatriz Sequeira, nº 2; 9ºC O hábito de fumar provoca graves danos nas vias respiratórias e nos pulmões dos fumadores e é a principal causa de morte evitável em todo o mundo.

A Equipa do Projeto de Educação para a Saúde

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Inserido nas celebrações do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, 'A Terra Treme' visa sensibilizar as diferentes comunidades para a preparação e autoproteção para o risco sísmico.


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CURIOSIDADE

O Dia Mundial da Luta contra a SIDA foi internacionalmente instituído a 1 de dezembro e é comemorado em todos os países do mundo por forma a consciencializar a

Dia Mundial da Luta contra a SIDA O Dia Mundial da Luta Contra a SIDA foi assinalado com atividades que decorreram na Biblioteca Escolar, durante a semana de 1 a 5 de dezembro, orientadas/dinamizadas pela equipa do PES. Os alunos do 9º ano participaram ativamente nas atividades propostas. Elaboraram cartazes, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, que foram posteriormente afixados na biblioteca, acompanhados de literatura alusiva à SIDA (selecionada pela equipa da Biblioteca). Durante a semana, foram projetados filmes sobre os mecanismos de prevenção da doença, sobre os meios de transmissão e sintomas. A SIDA, síndrome da imunodeficiência adquirida, é uma das doenças infetocontagiosas que provoca mais mortes mundialmente. A transmissão do vírus está relacionada com comportamentos considerados de risco. Não existe, até ao momento, nenhum tratamento eficaz ou vacina para a doença. Só a prevenção pode impedir o aparecimento de novos casos. A Equipa do Projeto de Educação para a Saúde

população dos perigos da SIDA e da importância de combater esta doença.

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Dia Mundial da Alimentação

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O Dia Mundial da Alimentação foi assinalado com atividades que decorreram em vários espaços da Escola-Sede do Agrupamento, durante a semana de 13 a 17 de outubro, orientadas/dinamizadas pela equipa do PES. Os alunos das turmas A e D, do 9º ano, participaram ativamente nas atividades propostas. Elaboraram cartazes, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, que foram posteriormente afixados na biblioteca, acompanhados de literatura alusiva à alimentação (selecionada pela equipa da Biblioteca). Durante a semana foi projetada, igualmente, na biblioteca uma apresentação em Power Point intitulada “A alimentação como prevenção para a saúde.” Com o objetivo de alertar para a importância da inclusão da fruta na ementa diária, os alunos do 9º ano confecionaram espetadas de fruta, tendo-se registado uma excelente recetividade junto da comunidade educativa.

A Equipa do Projeto de Educação para a Saúde

Dia da Alimentação Da roda dos alimentos De tudo vou comer E antes da refeição Boa água vou beber.

Gosto de legumes De arroz, massa e feijão Das gorduras e do açúcar Abusar é que não.

Que hei de eu comer À sobremesa do almoço? Se tiver muita fome Como uma maçã sem caroço.

Eu como frutos maduros Leite, carne, peixe e pão Como bem, não como? Vario a alimentação! 7ºD


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Programa Eco-Escola O PROGRAMA ECO-ESCOLA O Eco-Escolas é um Programa Internacional que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental e o Desenvolvimento Sustentável.

“Ser Amigo do Ambiente é Bom!...” Integrado no programa Eco – Escolas, os alunos do 1º ciclo e crianças do Jardim de Infância de Louredo, ao longo do 1º período, realizaram atividades promotoras de um ambiente saudável no recinto escolar.

se cuidou do exterior envolvente. Os alunos, com a ajuda dos professores e das assistentes operacionais cavaram, colocaram as árvores e regaram-nas. Ainda foram retiradas as ervas daninhas e arranjados os canteiros da escola.

Foram feitas plantações de árvores de fruto, nomeadamente: pessegueiros, romãzeira, laranjeira e maracujás e ainda

Foi possível verificar o entusiasmo que envolveu as crianças e até deu azo a um pezinho de dança…

O Programa pretende encorajar, reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido pela escola na melhoria do seu desempenho ambiental e na sensibilização para a necessidade de adoção de comportamentos mais sustentáveis. Visa ainda criar hábitos de participação e cidadania, tendo como principal objetivo encontrar soluções que permitam melhorar a qualidade de vida na escola e na comunidade.

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Esta atividade foi bem-

sucedida, pois houve uma boa interação entre todos os intervenientes. É formidável, como as crianças, ainda hoje, nos momentos de recreio se empenham em verificar o seu crescimento, o aparecimento de folhas novas e deliciam-se em comentar: “Fomos nós que plantámos”. As crianças do JI de Louredo


EB1 de Louredo participa no simulacro “ A Terra Treme” No dia 13 de outubro de 2014, pelas 10 horas e 13 minutos, os alunos, professores, auxiliares de ação educativa da Escola Básica de Louredo, e o senhor presidente da junta de freguesia de São Cristóvão de Nogueira (prof. Paulo Vasconcelos) e seus estagiários, que se associaram à escola, realizaram o simulacro “A Terra Treme”, promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. Neste simulacro, com a duração de um minuto, todos os intervenientes realizaram alguns procedimentos básicos de autoproteção, tais como “baixar,

proteger e aguardar”, que são muito úteis para a segurança das pessoas, nestas circunstâncias. Todos se deslocaram para debaixo das mesas, protegeram a cabeça e o pescoço com as mãos e esperaram alguns instantes “até que a Terra parasse de tremer”. De seguida, todas as pessoas saíram de forma ordeira e calma para o recreio da escola – um local aberto, afastado de árvores e muros. Tratou-se de uma atividade muito interessante, pois apesar de a nossa

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região não ser considerada de risco elevado para acontecer um terramoto, é sempre muito importante as pessoas terem conhecimentos para saberem como atuar numa situação real de um fenómeno natural como este. São pequenos gestos que podem salvar muitas vidas. Turma A, 1º/4º ano – Escola Básica de Louredo


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Apontamento geográfico

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Um pouco da demografia de Cinfães neste início do século XXI Cinfães, à semelhança de muitos outros concelhos do interior do nosso país, atravessa um processo de declínio demográfico que não é novidade para ninguém. Há quem considere esta realidade como uma situação inevitável, dado os fenómenos de litoralização e de urbanização crescentes que têm caracterizado a recente geografia do povoamento em Portugal. A regressão demográfica que tem atingido Cinfães é bem evidente quan-

do se analisa a evolução verificada nas taxas de natalidade e de mortalidade na última década. Se no início deste século XXI estes dois indicadores demográficos apresentavam valores semelhantes (a rondar os 11‰), os dados mais recentes do INE, relativos ao ano 2013, eviden-

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ciam um claro distanciamento entre estas duas taxas, sobretudo devido à quebra verificada na natalidade. De facto, se em 2001 o número de nascimentos registados em Cinfães foi de 248 (correspondente a uma taxa de natalidade de 11,1‰), passados apenas 12 anos a regressão da natalidade foi bem notória, com o registo de apenas 140 nascimentos no ano 2013 (equivalente a uma taxa de natalidade de 7,1‰).

pelo INE), este indicador foi de 7,3‰.. Ou seja, a regressão da natalidade constitui um fenómeno que, neste início do século XXI, tem atingido todo o país e que, face ao aumento verificado na esperança média de vida, tem consequências na evolução verificada noutro importante indicador demográfico: o índice de envelhecimento, que mede a relação entre o número de idosos e o número de jovens. No final do século XX, o concelho de Cinfães regis -

fazem sentir no concelho.

Os dados de Portugal não são muito melhores do que os registados em Cinfães. Efetivamente, se em Cinfães, no ano 2013, se registou uma taxa de natalidade de 7,1‰, a nível nacional esta taxa situou-se nos 7,9‰. Já na NUT do Tâmega, a que pertence Cinfães (a nível dos estudos desenvolvidos

tava um número de jovens equivalente ao número de idosos. O ano 2000 foi o primeiro na história demográfica de Cinfães em que o número de idosos superou o de jovens e, daí para cá, este indicador não tem cessado de aumentar, tendo-se atingido em 2013 um valor de quase 150

idosos por cada 100 jovens. Mais uma vez, a realidade cinfanense acompanha a realidade do país, pois entre 1999 e 2013, a nível nacional, o índice de envelhecimento passou de 97 para 136, o que revela o processo de envelhecimento da população portuguesa.

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APOIO À NATALIDADE O município de Cinfães tem em ação um programa de apoio à natalidade por forma a combater o despovoamento e o envelhecimento demográficos que se


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Com uma natalidade tão baixa, que faz de Portugal um dos países do mundo onde, atualmente, o índice de fecundidade é mais baixo (o número médio de filhos por mulher em Portugal é de cerca de 1,2) e face a um aumento contínuo verificado na esperança média de vida dos portugueses, a proporção de idosos em relação ao número de jovens é cada vez maior. E, num país tão desigual como o nosso, onde o grosso dos investimentos públicos continua a privilegiar as regiões do litoral, são os concelhos do interior profundo que mais são atingidos pelo fenómeno da regressão e envelhecimento demográficos. É de realçar que a realidade demográfica de Cinfães, apesar de regressiva, não é tão grave como a verificada noutros concelhos do interior do país, apesar dos constrangimentos socioeconómicos que

caracterizam o nosso concelho. Apenas a título de exemplo, Castro Daire, concelho que faz fronteira a sul com Cinfães, apresenta um índice de envelhecimento superior a 200, chegando a haver outros concelhos do distrito de Viseu onde há mais de 250 idosos por cada 100 jovens. Noutras regiões do país o índice de envelhecimento chega a ser superior a 500! Há quem considere que a regressão demográfica verificada nos concelhos do interior constitui uma realidade inevitável. Mas, mais importante do que debater essa (in) evitabilidade, interessa canalizar esforços no sentido de estancar, o mais depressa possível, esta regressão. Esses esforços, podendo ser envidados à escala local, com a aplicação de medidas de incentivo à natalidade e de fixação da população residente, devem ser sobretudo

uma prioridade por parte de quem governa o país, de forma a que haja uma verdadeira política de discriminação positiva em prol dos concelhos mais desfavorecidos. Interessa, pois, que, a nível central, sejam tomadas um conjunto de medidas aos níveis fiscal, social, económico e de promoção do emprego e da família, que favoreçam os territórios mais periféricos, como o de Cinfães, ao mesmo tempo que o Estado Central deve, ao nível da promoção da agricultura, do artesanato, do turismo (rural, histórico e ambiental) e de outras atividades económicas, potenciar as mais-valias endógenas que estes territórios do interior possuem, por forma a fixar a sua população local e a atrair mais visitantes e mais investimentos. Pedro Peixoto (Prof. de Geografia)

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CURIOSIDADE Em 2013, Portugal apresentou a mais baixa taxa de natalidade dos países da UE, registando um valor de apenas 7,9 nascimentos por cada 1000 habitantes. Para além da baixa natalidade, o nosso país tem apresentado elevados valores na emigração, sobretudo para os países da Europa Central, mas também para países tão longínquos como Angola, Brasil e até a Austrália. Outro dado: a emigração é cada vez mais qualificada!


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Notícias de Oliveira do Douro

CURIOSIDAD E

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O SÃO MARTINHO No dia de São Martinho, a nossa sala parecia um atelier; uns pintavam, outros recortavam, outros colavam, outros conversavam…fizemos trabalhos engraçados com castanhas a Maria Castanha, os ratitos, os cartuchos… foi divertido e não faltaram as canções e as castanhas assadas.

Alunos da Turma A – 1º e 2º anos da e Profª Olívia Sequeira

EB de Oliveira do Douro

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Há Bruxas na Biblioteca de Nespereira

CURIOSIDADE

No dia 5 de novembro os alunos da sala laranja do Centro Escolar de Nespereira, deslocaram-se ao Auditório Municipal de Cinfães, para assistir a uma peça de teatro intitulada “Há Bruxas na Biblioteca”. Foi a primeira saída realizada pelos alunos neste ano letivo.

Há quem afirme que Nespereira deve o seu nome ao facto de um fidalgo se ter enamorado duma bonita mulher

As crianças deliraram com o cenário de uma biblioteca assombrada, com a interação entre as personagens e o público e com as pinturas faciais.

chamada Inês Pereira, nascida e residente nesta freguesia cinfanense, terra

Esta atividade permitiu ainda, o encontro entre vários jardins e suas educadoras. Foi uma atividade muito positiva e promotora do gosto pela escola e pela leitura.

reguenga na posse de nobres e fidalgos dominantes nos séculos XIV e XV.

“Somos Reizinhos…vimos cantar!”, gritaram os alunos de Nespereira Para manter viva a tradição, este ano as crianças da sala azul, em conjunto com as outras salas do pré-escolar do centro Escolar de Nespereira, deslocaram-se à Sede do Concelho, nomeadamente à G.N.R., Intermarché, Escola Secundária, Mini-Preço, Biblioteca Municipal, Escola E.B.2,3 e Câmara Municipal, a fim de desejar as boas festas.

Pelos lugares onde passamos fomos acolhidos com muita satisfação e entusiasmo, sendo brindados com guloseimas, algum dinheiro e a leitura da história: “A grande fábrica de Palavras”.

As crianças percorreram as ruas da Vila, cantando com animação, apesar do frio que se fazia sentir.

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Missão Pijama—Pijamas à Solta

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A sala verde do Centro Escolar de Nespereira aderiu, em conjunto com as outras salas do préescolar, ao projeto da Missão Pijama. Depois de realizadas várias atividades alusivas ao tema e recolha de donativos, a semana culminou com um desfile “Pijamas à solta”, que teve a colaboração do Professor de Música e de um Encarregado de Educação. As crianças desfilaram ao som do Hino da Missão, acompanhadas de alguns adereços trazidos de casa. A atividade foi um sucesso não só pela total participação, como pela verba angariada.

Desfolhada à Moda Antiga... em Nespereira No dia 10 de outubro, pelas 10 horas, o Centro Escolar de Nespereira, com o objetivo proporcionar a vivência de costumes, tradições e trabalhos da região, realizou uma desfolhada à moda antiga. Neste evento, participaram encarregados de educação, os presidentes de Junta de Nespereira e de Fornelos, o senhor diretor do Agrupamento e elementos dos Ranchos de Nespereira e de Fornelos que abrilhantaram a festa. Tal como manda a tradição, as espigas de milho foram transportadas para a eira (recreio do Centro Escolar,) em carro de vacas, as espigas foram colocadas num grande monte e as crianças, à volta, começaram a desfolhá-las com

a ajuda e o incentivo dos mais velhos. As espigas desfolhadas eram colocadas nos cestos que, depois de cheios, eram despejados no canastro. Os participantes mais efusivos foram as crianças, que participaram com bastante empenho, sempre na esperança de encontrarem um milho-rei (espiga vermelha) e, consequentemente, darem um abraço a um dos presentes. Ao longo da desfolhada, os elementos dos Ranchos animaram a atividade com canções alusivas ao tema e cantaram as modas da terra.


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Dia da Alimentação em S. Cristóvão

No dia 16 de outubro, festejámos na nossa escola o Dia da Alimentação. Na sala de aula, fizemos muitas atividades: construímos um painel da alimentação; fizemos composições ilustradas; falámos sobre a roda dos alimentos; dialogámos sobre os benefícios que podemos obter, praticando uma

boa alimentação e, no fim, cantámos uma canção. Todas as turmas confecionaram uma salada de fruta. No intervalo da tarde, fomos para o refeitório comer a salada de fruta. Foi um dia muito divertido e a salada de fruta estava deliciosa.

À Noite, Cantaram-se as Janeiras em Meridãos Era uma vez uma Escola, situada na freguesia de Tendais, que tentou colmatar o visível desaparecimento de algumas tradições portuguesas. Então, há nove anos atrás, empossada de uma vontade arraigada lançou-se ao desafio e promoveu o I ENCONTRO DE CANTARES DE JANEIRAS com o firme propósito de reacender velhos usos e costumes, de abrir a Escola à Comunidade e de sensibilizar as crianças para a preservação dos valores culturais no contexto regional. Para tal, convidou o Rancho Folclórico Infantil da freguesia, formou o Grupo dos Alunos e o Grupo dos Professores e Assistentes e ficou à espera que algo de bom acontecesse. A adesão foi muito além do expectado! A sala estava apinhada e a Comunidade mostrava-se satisfeita, pois, devido ao horário, pôde comparecer em grande número. Estava lançado o fermento para futuros Encontros!...

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No terceiro ano, por respeito aos diferentes ranchos existentes na freguesia, a Escola resolveu alargar o convite aos outros dois – um deles aceitou e compareceu, transformando o III Encontro mais rico e enriquecedor!

1º Ciclo entoou canções alusivas ao tema, tendo uma delas, o Rap dos Reis Magos, pelo ritmo próprio, agradado sobremaneira a todos os presentes. Poder-se-ia dizer que o Grupo encerrou a sua atuação com Chave de Ouro.

Os anos foram passando e era cada vez mais difícil, para os ranchos, conseguir reunir o número de elementos necessários para atuar com qualidade! Então, nos últimos anos, essa Escola endereçou o convite ao Grupo de Jovens de Tendais que, muito simpaticamente, aquiesceu colaborar com a mesma.

Dando prossecução ao evento, o Grupo de Jovens e de Escuteiros de Tendais iluminou a sala com mais canções de Janeiras.

Nove anos volvidos e imbuída do mesmo espírito de dar seguimento a esta tentativa de salvaguarda das tradições, a Escola levou a público o IX Encontro de Cantares de Janeiras. Desta feita, no dia 23, pelas 18 horas, na presença de alguns convidados e amigos da dita Escola, do Sr. Presidente da Junta da Freguesia, do Sr. Presidente do Município, de muitos Encarregados de Educação e respetivas famílias, o Grupo de Alunos do Jardim de Infância e do

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Para terminar e antes de se dar início ao lanche ajantarado, os autarcas presentes, a pedido da referida Escola, proferiram breves palavras. Mostraram-se agradados com o que viram e ouviram e desafiaram a aludida Escola a continuar! A maioria está convicta de que é esse um objetivo dessa Escola. No entanto, ver-se-á até quando será possível levá-lo a cabo…naquele Estabelecimento de Ensino… Sala A - Meridãos Sugestões dos alunos do 1º e 2º anos Texto elaborado pela professora


Cantar de Reis pelas Ruas de Meridãos Os alunos da E.B.1 e J.I de Meridãos, para continuarem a manter a tradição, que teima em cair em desuso, foram, mais uma vez, cantar os reis pelas ruas da aldeia. Esta atividade, realizada no dia 6 de janeiro de 2015, ocupou alunos, professoras e assistentes durante a manhã e ainda uma parte da tarde.

Mesmo antes de saírem, os alunos procederam à confeção e adorno de uma coroa que colocaram para tornar o evento mais convincente e, ao mesmo tempo, mais completo! As pessoas, como já é habitual, gostaram muito de os ouvir cantar os reis e mostraram-no, aplaudindo e dando-lhes sempre alguma coisa.

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As oferendas variaram entre bolachas, figos secos, rebuçados e algum dinheiro. No final, as guloseimas oferecidas foram distribuídas igualmente por todos os “cantores”. Trabalho elaborado pelos alunos da Turma B - 3º e 4º anos—Meridãos


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Idosos Cantam Janeiras na Escola Foi no passado dia 18 de janeiro que a escola-sede recebeu a simpática visita de um grupo de idosos do Lar de Misericórdia de Cinfães, que nos presenteou com bonitos cantares de janeiras, entoados na sala de professores, durante um dos intervalos.

AS JANEIRAS Cantar as Janeiras é uma tradição que consiste no cantar de músicas pelas ruas por grupos de pessoas

Foi um momento singular aquele, em que, numa sala de trabalho, se ouviram os cantares tradicionais, trazidos por um grupo de pessoas conhecedoras do património cultural e que, generosamente, connosco quiseram partilhar o seu saber, a sua música e a sua alegria!

anunciando o nascimento de Jesus e desejando um feliz ano novo. -Ocorrem em Janeiro, começando no dia 1 e estendendo-se até dia 6, Dia de Reis.

Profª Helena Duarte

J.I. de Meridãos assiste ao “ Espetáculo Musical de Natal - Branca de Neve no Gelo” No dia 2 de dezembro, deslocámo-nos ao Porto, juntamente com outras crianças dos Jardins de Infância do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, para assistir ao espetáculo musical “Branca de Neve no Gelo”. Foi a primeira vez que assistimos a um musical no gelo e, como se tratava de uma história que conhecemos bem e da qual gostamos, foi

muito divertido. A nossa Educadora e a D. Isabel também gostaram muito.

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Jardim de Infância de Meridãos

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O Magusto na Minha Escola No dia 11 de novembro de 2014, festejámos o dia de S.Martinho com a realização do magusto. Depois de termos elaborado um cartucho para colocarmos as castanhas, dirigimo-nos para o recreio da escola. Enquanto a fogueira assava as castanhas, as várias turmas entoaram canções alusivas ao dia que estávamos a celebrar. - Já podem vir os primeiros alunos buscar castanhas – disse a Dona Fátima. - Meninos do 4º ano, façam uma fila e, ordenadamente, tirem da fogueira, com cuidado, algumas castanhas - ordenou a senhora professora.

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De seguida, fomos para a cantina saborear as tão desejadas castanhas. - As da fogueira estão deliciosas - afirma o Carlos. Todos concordaram. Entretanto, foram distribuídas as que foram assadas gentilmente pelas mães. Nós enfarruscámo-nos uns aos outros de forma a tornar este dia mais divertido. Para terminar esta comemoração, brincámos um bocadinho no salão e no fim do dia regressámos a casa. Gostámos muito deste dia! EB1 de S. Cristóvão

Postais de Natal de S. Cristóvão Este ano, os alunos da escola de S. Cristóvão de Nogueira participaram num concurso proposto pela RESINORTE, que é a entidade responsável pela recolha e tratamento dos resíduos sólidos do concelho de Cinfães. Neste concurso, foi proposto elaborarmos postais de Natal, utilizando materiais reciclados. O postal tinha de conter uma mensagem referente ao Natal e à Reciclagem. Foi um desfio muito interessante, em que todos nós tentámos fazer o mais bonito postal de Natal, pois, para além de divertido, o prémio individual era um Tablet. Depois de feitos os postais, foram afixados no salão da escola, para todos poderem ver os trabalhos realizados pelos restantes colegas.

As professoras e as assistentes operacionais da escola, elegeram um postal por turma, que foi depois entregue no Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto. Dos vários postais das restantes escolas do nosso Agrupamento foi escolhido um, que foi enviado para a RESINORTE.

Como resultado deste trabalho, a nossa escola teve um painel bem colorido que enfeitou o salão onde fizemos a nossa festa de Natal. EB S. Cristóvão Turma B - 2º e 3º ano


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Postal

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No âmbito do desafio lançado pela Resinorte ( Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos) a nossa turma aderiu ao concurso ECONATAL, cujo objetivo foi a criação de Postais de Boas Festas. “Trazemos recados da Resinorte: Repensa, Recupera, Reaproveita e… terás a TERRA Rejuvenescida e mais Forte!” Anunciada por dois simpáticos anjos, esta era a mensagem que o nosso postal transmitia a toda a população: um alerta para a importância da separação, reutilização e reciclagem de resíduos sólidos. Aqui ficam alguns testemunhos dos alunos em relação ao trabalho desenvolvido. " O postal para a Resinorte ficou muito bonito! Na capa existem estrelas a desejar “Um Natal Ecológico”. É de cor azul, tem muitos meninos e dois anjos a segurar uma mensagem. (Fabiano) " O postal ficou muito giro e colorido. Ele tem cores e desenhos de Natal . O postal faz-me lembrar o quanto é lindo o Natal… Com ele ganhámos o 1º prémio do concurso da Resinorte. (Ivan) "O nosso postal ficou muito giro. Foi a nossa professora que o ajudou a fazer. Nós ganhámos o primeiro prémio. Utilizámos algum lixo para fazer o postal. (Luísa) "A estrela da capa do postal da Resinorte anuncia o Natal. Os anjos estão a cantar e a bailar. As crianças e os pais estão a ouvir a mensagem dos anjos. Nós adoramos o postal! (Márcio) "O postal ficou muito original, por isso, ganhámos o primeiro prémio. Ele trazia uma mensagem muito importante. A Resinorte adorou! (Guilherme Vasconcelos) "O postal ficou muito bonito e ganhámos o primeiro prémio. (Nelson) "Para mim, ganhar o primeiro prémio da Resinorte foi um orgulho. (Carina) "Eu gostei muito do postal. Ficou muito giro e com uma boa mensagem. ( Natanael) "Estamos todos orgulhosos por termos ficado em 1ºlugar. A nossa turma está de parabéns por ter feito este postal tão bonito. O nosso postal foi feito com muito carinho. (Filipe) "Este postal de Natal é original. Foi feito para desejar um Feliz Natal. Com aproveitamento de algum lixo, ficou muito bonito. Eu e os meus colegas gostámos muito. (Gonçalo) "Eu adorei o postal da Resinorte. As estrelas desejam um Bom Natal. Anjinhos dançam e cantam. Há muitos meninos felizes. (Letícia)

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"Ganhámos o primeiro prémio e eu goste. (Guilherme Lento) "O postal ficou lindo! Os anjos trazem uma mensagem. A estrela cadente deixou cair duas estrelas. Nós ganhámos o primeiro prémio. (Martim Rodrigues) "Eu gostei muito do postal. Era lindo! Sinto-me orgulhosa de o ter ajudado a fazer .Parabéns a todos nós! (Íris) "Este é o postal que a nossa turma fez para um concurso. Ele foi feito com material que ia para o lixo. Ficámos muito contentes pelo 1º prémio que ganhámos. (Lara) "O postal para da Resinorte é muito lindo. Os anjos vêm dar um recado às pessoas. (Rafael) "O postal da Resinorte que fizemos é muito bonito. Podemos ver duas lindas estrelas. Temos também dois anjos a segurar uma mensagem muito importante. Apesar deste postal ter um fundo escuro, está muito bonito. (André) "O postal ficou muito bonito. Nós falámos sobre a Resinorte e também sobre a reciclagem. Às vezes, com coisas que vão para o lixo, podemos fazer objetos engraçados, como por exemplo: bruxas, postais, bonecos de neve… E foi assim que nós fizemos este postal com anjos, bonecos, estrelas… (Margarida) Alunos do 2ºano, B, do Centro Escolar de Nespereira


O Professor Estranho

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O professor estranho: Colocava os óculos nos pés para ensinar os “Josés”!

Escovava os seus dentes com os cabelos dos pentes!

Cortava uma folha de papel com o seu grande anel!

Ao cortar as unhas ficava com dor pois usava o agrafador!

Ao escrever no quadro fazia sapateado!

Tinha um pequeno pinguim para ensinar flautim!

Como era trabalhador, escrevia, escrevia… e em vez da caneta usava uma enguia!

Com este professor estranho e brincalhão ninguém aprendia a lição!

Gostava muito de fazer o pino mas ficava verde como um pepino!

Trabalho coletivo do 2º ano, B, do Centro Escolar de Nespereira

Quando assoava o nariz usava a pena de uma perdiz! Queria ensinar o “ão”

Aqui fica o postal vencedor do prémio Resinorte...

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O CQEP

O CQEP é uma estrutura do Sistema Nacional de Qualificações e assume um papel determinante na construção de pontes entre os mundos da educação, da formação e do emprego, numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida. Destina-se a todos os que procuram uma qualificação, tendo em vista o prosseguimento de estudos e/ou uma transição/reconversão para o mercado de trabalho. Realizou-se o IV ESOL- Encontro de Saberes Oportunidades e Lazer, na Escola EB 2,3 de Cinfães, promovido pelo Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto de Cinfães. No período da manhã, foi realizada uma palestra cuja abertura foi oficializada pelo presidente da Agência Nacional para a Qualificação, Prof. Dr. Gonçalo Xufre. Contou com a presença do coordenador do CQEP de Cinfães, Prof. Mário Teixeira, o diretor do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto de Cinfães, Prof. Manuel Pereira, e do presidente da Câmara Municipal de Cinfães, Enf. Armando Mourisco. Os oradores, Professor Doutor Luís Alcoforado e Professor Doutor Joaquim Coimbra, das Faculdades de Psicologia das Universidades de Coimbra e do Porto, respetivamente, debateram os seguintes temas: “Qual a importância dos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional na atualidade” e a “Orientação Vocacional ao Longo da Vida”. O encerramento da palestra coube ao Exmo. Sr. Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Prof. Dr. João Grancho. Pelas 14h30, deu-se início à abertura dos Stands Expositores das Empresas de Formação, onde participaram diversas entidades locais e regionais, no âmbito da formação, solidariedade, saúde e segurança. Os CQEP operam em rede e em parceria, de modo flexível, com diversas entidades: - Empregadores; - Entidades formadoras (escolas, centros de formação, entidades certificadas);

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O presente evento teve por finalidade dar a conhecer o Centro para a Qualificação e Ensino Profissional de Cinfães e os seus objetivos à população. O mesmo tem como linhas orientadoras promover o prosseguimento de estudos e/ou uma transição/reconversão para o mercado de trabalho. O CQEP destina-se a: - Jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico; - Adultos com idade igual ou superior a 18 anos, com necessidades de aquisição e reforço de conhecimentos e competências. O CQEP: - Desenvolve processos de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) escolares e profissionais, para adultos; - Colabora na definição de critérios de estruturação de uma rede de ofertas educativas e formativas adequadas às necessidades locais de qualificação, aproximando as escolas/centros de formação das empresas; - Monitoriza o percurso dos jovens e adultos encaminhados para as diferentes soluções de qualificação, visando aferir o cumprimento ou o desvio das trajetórias definidas, numa perspetiva de valorização contínua; - Recolhe informação respeitante à interação entre os resultados das aprendizagens dos jovens e dos adultos e o mercado de trabalho, tendo em vista a melhoria da qualidade do sistema de educação e formação. O CQEP de Cinfães tem em curso processos de RVCC Nível Básico em Cinfães, Souselo e Resende e Nível Secundário em Cinfães e Souselo O CQEP, funciona nas instalações do antigo Externato de Cinfães, de segunda a sexta das 9h às 21h e sábado das 9h às 12h30m. Morada: Lugar de Paúves 4690-896 Cinfães Telefone: 255 563 085 / 93 30 98 700 / 93 85 57 506 A Equipa do CQEP de Cinfães


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CURIOSIDADE A guitarra portuguesa é um instrumento que tem um timbre de tal modo inconfundível que, onde quer que esteja, qualquer português a reconhece aos primeiros acordes. É um instrumento musical carregado de simbolismo, estando intimamente ligado ao Fado.

Musical Instruments No âmbito do Projeto Comenius "When Children and Music Meet Together", as turmas do 5ºA, 5ºD e 6ºB realizaram trabalhos alusivos ao tema “Instrumentos Musicais Tradicionais”, para serem apresentados no encontro na Turquia. Para além de trabalhos de pesquisa e recolha de informação, cada turma fez um conjunto de instrumentos tradicionais de cada país parceiro. Estes instrumentos foram posteriormente, expostos na biblioteca da escola. Prof.ª Dulce Pereira

Quando as aulas de Português se transformam em teatro... Um simples trabalho de grupo à volta do conto “A galinha” de Vergílio Ferreira, permitiu que a turma D do 9º ano pudesse usar a sua criatividade e, assim, “oferecer” a adaptação teatral da obra, na Festa de Natal do Agrupamento, a todos aqueles que comparecerem na Biblioteca, no dia 16 de dezembro, da parte da manhã. O trabalho destes alunos levou-os a adaptar o conto do escritor gouveense a um guião para a representação da peça. Esta pro-

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CURIOSIDADE Sabias que a palavra teatro deriva do grego theaomai, que significa olhar com atenção, perceber, contemplar ...

dução escrita resultou num trabalho original de grande valor. Daí à sua representação teatral foi apenas um pequeno passo. Profª Cristina Marques

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No último dia de aulas do 1.º período, 16 de dezembro, realizou-se na escola sede o 1.º torneio de Rummikub. Trata-se de um jogo muito interessante cujo objetivo é a formação de sequências.

Prevê-se o 2.º torneio para o final do 2.º período letivo. Acrescente-se ainda, que na parte final da atividade, um grupo de professores de matemática animou a sala com o entusiasmo revelado. Esperase que no próximo torneio,

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tica má reate é A m ta o c rci exe bro...

Esta competição é sempre muito participada, uma vez que o jogo é muito desafiante e do agrado da maioria dos alunos. Assim nesse dia participaram 103 alunos.

A vencedora deste 1.ºtorneio foi a aluna Ana Beatriz Pereira do Couto Cardoso, da turma A do 9.ºano.

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Am at div emát ert i ida ca é . ..

1º Torneio do Rummikub

O Dia na Escola O dia que eu vou descrever foi o melhor dia do mundo! Foi o dia em que eu aprendi a escrever. Foi nesse preciso dia que eu descobri a magia das palavras. Aprendi que se as juntarmos, elas podem ficar com um significado completamente diferente. É fantástico!!! A partir desse dia, comecei a juntar letra a letra, palavra a palavra, frase a frase, parágrafo a parágrafo e a construir belos textos com histórias muito criativas. O primeiro texto que escrevi ocupava metade da página e eu, toda contente, comecei a gostar muito das palavras, a procurar mais vocábulos e também a aumentar a minha cultura, pois lia e leio muito. Nesse dia prestei muita atenção na aula, pois se não o tivesse feito não tinha escrito aquele texto, de certeza. Nessa aula e nesse tal texto eu tive poucos erros de ortografia e de pontuação. Nunca me esqueço disso. Depois, no intervalo, contei aos meus colegas, que tinham tido mais erros do que eu e estes ficaram admiradíssimos comigo. -Boa, Carolina!- exclamaram eles. Mais tarde, brincamos às “Escondidas”, às “Caçadinhas”, ao “Mamã, dá licença?” e também aos “Polícias e ladrões”. Na aula seguinte, prestei, como sempre, muita atenção. Nessa aula falámos de vários textos que se encontravam no manual, fizemos a “Compreensão textual” e corrigimos essa ficha. Pouco depois, construímos outro texto e eu, muito entusiasmada, comecei. Nesse texto tive muito menos erros de pontuação e de ortografia. E assim foi este dia, o melhor!

Carolina Miguel Costa Madureira, nº 6, 5ºA


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A Nossa Festinha de Natal

Na nossa escola também passou o Pai Natal. O dia 16 de dezembro foi um dia muito especial. Tivemos uma verdadeira festa com direito a palco e tudo… Apresentámos vários números aos nossos convidados! Todas as turmas apresentaram ou teatros ou canções. As duas turmas do jardim-de-infância, com a ajuda das educadoras Paulinha e Eduarda, apresentaram duas canções: “Brilha, brilha lá no céu” e “Os meus presentinhos”, uma “encenação do presépio ao vivo”, ao som da música “Feliz Natal”, com a canção “Natal Africano”, acompanhada com mímica, e a música instrumental “Toca o Sino Pequenino”. As três turmas do 1º ciclo, com a ajuda das professoras Fátima, Carla e Manuela, apresentaram teatros e canções. Também cantaram diversas músicas de Natal e até tocaram flauta (turma do 4º ano), ensaiados pelos professores de Música e de Inglês. Também ouvimos algumas mães a cantarem duas canções de Natal. Como tivemos convidados ilustres, o Sr. Padre, o presidente da Junta de Freguesia, dois representantes da Câmara Municipal e do nosso Agrupamento, também ouvimos alguns discursos. Por fim… o… Pai Natal!!! Com os presentinhos da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia! Ah… não podemos esquecer o almoço partilhado! Muitos de nós ficámos a almoçar o farnel que trouxemos, juntamente com os nossos pais, professores, com as funcionárias e restantes convidados. As mães puseram a mesa com muitos petiscos e doces de Natal, depois atacámos a comidinha, porque já era um pouco tarde. No fim, os que ficaram, ainda usaram o palco para dar largas à voz, dançar e BRINCAR. Foi um dia em cheio!!!!!! Alunos da Turma B (2º e 3º anos) do Centro Escolar de Santiago de Piães

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Feira do Outono

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No dia 29 de outubro, das 9h às 15:30h, realizou-se no Centro Escolar de Santiago de Piães, a “Feira do Outono”. Esta feira faz parte do Plano Anual de Atividades, como atividade singular deste Centro Escolar. Foi um dia muito bonito e divertido, pois veio muita gente (pais, avós, tios, vizinhos e amigos) comprar os produtos disponíveis na Feira. Havia de tudo um pouco – legumes, doces, café, sumos, fruta, ovos, castanhas, compota, marmelada, batatas, cebolas, enchidos, aves, avelãs, azeite, entre outros. Esteve, também, presente o senhor Presidente da Junta de Freguesia, Antero Correia, e o seu secretário, Filipe Andrade, e como representante do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, a professora Olga Lemos. Alunos do 4ºano do Centro Escolar de Santiago de Piães

Cantada de Janeiras No dia 16 de janeiro, cantámos as Janeiras no Centro Escolar de Piães. Os alunos cantaram: “ BOAS FESTAS” “ E BOAS FESTAS” “ DE BELÉM VIMOS…” Vieram ver-nos cantar as Janeiras: os pais, as mães, o senhor Presidente da Câmara, o senhor Presidente da Junta e o Diretor do nosso Agrupamento de Escolas. Gostámos muito porque nos portámos bem; cantámos bem e o senhor Presidente deu-nos doces. Por tudo isto, nós ficámos felizes e agradecemos aos pais, às mães, aos senhores Presidentes, aos nossos professores, assistentes operacionais e à professora Paulinha, porque ela é que teve a ideia de cantarmos as Janeiras! Janeiras porque é janeiro Ambiente especial Nas aldeias de Portugal Época de Natal, felicidade no ar Inverno gelado, na neve a brincar Rimas e canções lindas As Boas Festas vimos dar Sem cansaço, o nascimento festejar Amor e alegria no ar A CANTAR E A DANÇAR !!!!!! Alunos do Centro Escolar de Santiago de Piães


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Entrega dos Diplomas do Quadro de Excelência Este evento realizou-se no dia 1 de outubro de 2014, na Biblioteca da Escola E.B. 2, 3 General Serpa Pinto – Cinfães.

Câmara Municipal de Cinfães para a área da Educação, professora Graça Reis, e o Presidente da Associação de Pais, senhor Domingos Valente.

A cerimónia serviu para premiar os alunos que foram sujeitos a avaliação externa (sexto e nono anos), e que obtiveram uma média igual ou superior a 4,5 valores. Na cerimónia participaram, para além dos alunos premiados, o Diretor do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, professor Manuel António Pereira, a Vereadora da

Os alunos presentes receberam um Certificado de Excelência, algumas lembranças da escola e uma lembrança especial oferecida pelo município.

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Neste evento marcaram também presença alguns encarregados de educação, diretores de turma e professores dos alunos envolvidos.

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A cerimónia foi abrilhantada pela

declamação de poemas por parte de alguns alunos, orientados pelo professor Mário Crescêncio, e por um número musical em que participaram alguns alunos do 6º ano, sob a orientação das professoras Vera Damas e Dulce Pereira. A organização da cerimónia esteve a cargo do professor Óscar Gomes, que contou com a colaboração da equipa da Biblioteca Escolar.

Beatriz Amaral, n.º5, 7ºA


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SORRISOS...

ALEGRIA...

ORGULHO...

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Revista Escolar do AEGSP - nº 19  
Revista Escolar do AEGSP - nº 19  

Edição n.º 19 da Revista Escolar do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto de Cinfães

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