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GAZETA 9ª EDIÇÃO

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Gazeta Maiquiniquense

EDIÇÃO ESPECIAL

Tiragem 1200 exemplares Volume 9 edição 9 20 de Julho 2010

Irregularidades da Prefeitura são denunciadas a justiça! "NÃO PERGUNTE O QUE SUA CIDADE PODE FAZER POR VOCÊ, MAS O QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA CIDADE"

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Frase acima proposta resume muito bem a atual situação político/social em que se encontra o nosso Pais, em Maiquinique não fugindo a regra segue o mesmo caminho. Nesta edição especial do Gazeta Maiquiniquense, os cidadãos leitores desse jornal poderão ter acesso as denúncias feitas pelo MCCM (movimento de combate a corrupção de Maiquinique). Esse trabalho contou com a participação de vários cidadãos, do vereador Juliano Silveira e da equipe do Gazeta Maiquiniquense, afinal essa é uma ação a ser feita em equipe. O apoio de cada cidadão foi primordial neste processo. Além do que gente notória e insuspeita na comunidade nos ajudou e tem nos ajudado muito, e após várias pesquisas, investigações e apurações, constataram boquiabertos o ROMBO assombroso que vem acontecendo nos cofres público de Maiquinique. Tamanho não foi o nosso espanto ao percebemos que roubar dinheiro público é muito fácil, a julgar pela quantidade de corruptos flagrados a toda hora no país. Provas coletadas em vários casos revelam que os mecanismos de controle da

administração pública ainda são frágeis e muitos se aproveitam disso sem a menor cerimônia. Os vestígios encontrados pelo MCCM indicam que os corruptos de nossa cidade agem como cupins. Estão sempre em bando e fazem apodrecer as estruturas democráticas de nossa cidade. Isso tudo são exemplos feios que nenhuma cidade, com certeza quer ter. Por isso não podemos nos mostrar “indiferentes” e passivos a esses atos de corrupção, pois agindo assim estamos indiretamente dando carta branca para que esses políticos corruptos continuem a agir dessa maneira. Precisamos mudar isso. Mais do que isso, precisamos acabar com esse tipo de atitude. Fizemos o nosso papel, fiscalizamos, denunciamos, trouxemos a luz da justiça o rosto daqueles que mancham a raiz cultural da nossa cidade e fere a ética e a moral da população Maiquiniquense, pois numa cidade onde já falta verdade honra e vergonha por parte da administração pública, não pode faltar democracia, pois a concentração de poder beneficia apenas apadrinhados políticos, e uma parcela pequena de parentes das autoridades vigentes. Agora cabe a você, cidadão eleitor, que tem consciência do seu papel e reconhece a força que tem em mãos lutar conosco para por fim a esses absurdos. Levante-se e grite, sua cidade precisa de você! Aqui você vive e aqui criará seus filhos, e eles os seu netos. É mais do que justo que queira uma cidade mais justa,

UMA REFFLEXÃO Nas favelas, no senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a constituição Mas todos acreditam no futuro da nação Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? No Amazonas, no Araguaia iá, iá, Na Baixada Fluminense Mato Grosso, nas Gerais e no Nordeste tudo em paz Na morte eu descanso, mas o Sangue anda solto Manchando os papéis, documen-

tos fiéis Ao descanso do patrão Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Terceiro mundo, se for Piada no exterior Mas o Brasil vai ficar rico Vamos faturar um milhão Quando vendermos todas as almas Dos nossos índios num leilão Que país é esse? Que país é esse?

Confira nesta edição Sobrinho do prefeito humilha...

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Crônica do leitor

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Biblioteca itinerante

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A cultura do eucalipto

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O mapa da corrupção

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DENÚNCIAS

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Febeaci 3 E muito mais ...

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Sobrinho do prefeito humilha funcionários do hospital municipal de Maiquinique!!!

redação do Gazeta Maiquiniquense, sempre abriu espaço para que o cidadão possa participar da construção deste jornal. E essa participação se faz por meio de denúncias, críticas ou elogios a atual situação político-social pela qual passa nossa cidade. Foi através dessa participação que funcionários do hospital municipal e alguns cidadãos de nossa cidade pediram que publicássemos aqui uma reportagem sobre um fato revoltante que aconteceu no hospital. Gostaríamos de ir logo direto ao ponto e expressar aqui, não a minha, mas a revolta da maioria dos maiquiniquenses, que viram a pouco mais de um ano e meio nossa cidade ser invadida por parentes do atual prefeito, que entraram de sola na administração de nossa cidade, e o resultado é o que estamos vendo agora. Bom, isso agente pode até tolerar, ainda que a muito contragosto. Mas o que não podemos tolerar aqui em NOSSA cidade é que “filhinhos de papai” vindo não se sabe de onde, humilhe os nossos conterrâneos da maneira como aconteceu no dia 15 de maio no Hospital municipal de nossa cidade, quando um Jovem, sobrinho da primeira Dama e que se mostrava visivelmente desequilibrado, agrediu de maneira vexamatória e humilhante, funcionários daquela repartição. O Código Penal Brasileiro, que fala sobre desacato, diz em seu Art. 331 que “Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela é crime, imputando ao autor da agressão e ofensa a pena de detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa. A ofensa constitutiva do desacato é qualquer palavra ou ato que redunde em vexame, humilhação, desprestígio ou irreverência ao funcionário. É a

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o dia 24 de Maio deste ano, o prefeito da cidade vizinha de Itarantim, Gideão Mattos, tinha sido afastado do cargo de executivo que ora ocupava naquele município. A justiça federal determinava ainda que ficaria suspenso por 10 (dez) anos os direitos políticos deste (ex) prefeito, além do que, o mesmo teria que pagar multa de 50.000,00 (cinqüenta mil reais)

grosseira falta de acatamento, podendo consistir em palavras injuriosas, difamatórias ou caluniosas, vias de fato, agressão física, ameaças, gestos obscenos, gritos agudos etc. Alguns cidadãos que estavam presente no local, bem como alguns funcionários daquele hospital, procuraram a redação do gazeta, e clamaram por justiça. Uma vez que a maioria dos funcionários que estavam presentes no dia das agressões são contratados, e tiveram receio de reclamarem seus direitos, afinal, vivemos uma ditadura em nossa cidade hoje.

Descreveremos abaixo o texto entregue a nós por esses cidadãos. Regra dos hospitais em qualquer lugar do mundo é manter os pacientes que estão em observação ou internados em devido repouso. Mas, segundo esses cidadãos que nos procuraram, no dia 15 de maio quarta feira, deu entrada no Hospital Municipal um indivíduo de nome Maicon, sobrinho do prefeito, aparentemente com problema de saúde. No momento que o mesmo chegou ao hospital, o médico não se encontrava no local. Foi quando o mesmo visivelmente transtornado começou a gritar e humilhar com palavras injuriosas os funcioná-

RAPIDINHAS

dentre outras implicações. Isso tudo se deve as irregularidades denunciadas anos atrás, por cidadãos e autoridades políticas Itarantienses, que perceberam o rombo que esse prefeito vinha fazendo nos cofres públicos, quando o mesmo exercia seu mandato de prefeito em 2004, 2005, 2006, 2007 e anos posteriores. Agora eu lhes trago uma pergunta:

rios daquele hospital, dando ORDENS para que as auxiliares e Técnicas de enfermagem o atendesse de imediato. Mas talvez o que esse rapaz, que é estudante de fisioterapia, não saiba é que o pré-atendimento em um hospital deve ser feito pelo médico e não por auxiliares. Mas esse jovem mal educado não parou por aí, e achando pouco o vergonhoso teatrinho encenado por ele, após ter sido internado o mesmo numa atitude de total desrespeito ao regimento do hospital saiu do quarto onde estava e foi se sentar-se do lado de fora das dependências da enfermaria, para ficar se vangloriando com algumas amigas suas, dizendo que queria um leito exclusivo para ele. Com a chegada do pai da CRIANÇONA, sendo que a mãe do mesmo é irmã da primeira Dama, este fora transferido para a observação pediátrica, ala destinada exclusivamente a CRIANÇAS! Tal situação seria cômica se não fosse trágica e provocasse tanta indignação, pois, um homem de mais de 20 anos de idade já deixou de ter o privilégio de ficar na pediatria... As mães que estavam acompanhando seus filhos e os demais pacientes daquele Hospital acharam isso uma covardia, já que o mesmo não se encontrava em nenhum hospital particular, e além do mais todos os pacientes são iguais, ou melhor, deveria ser. Aqui cabe uma reflexão, simples e direta. É justo? Não sabemos onde isso vai parar, mas nós do Gazeta, assim como o povo de nossa cidade estamos perplexos com tal desrespeito. Afinal são nossos pais, mães, irmãs, tias filhos, avós que trabalham e freqüentam aquele hospital, e não podemos admitir que irresponsável nenhum os humilhe desta forma como foi dita aciO que podemos nós, Maiquiniquenses, aprender com isso tudo? Estamos vendo a história dessa cidade vizinha se repetir aqui em nossa cidade, resta saber se, assim como os itarantienses, teremos também coragem para fiscalizarmos e denunciarmos as irregularidades vigentes em nosso município. Pensem nisso. A responsabilidade é de todos nós.


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S ou leitor do Gazeta des-

CRÔNICA DO LEITOR

de as primeiras edições, sempre elogiei o fato de nossa cidade agora ter um jornal impresso que pudesse informar e conduzir o povo a uma reflexão acerca de nossa política, nossa cultura e nosso social. Às vezes discordo de alguns pontos aqui proposto, e outras vezes, concordo. Adoro a leitura prazerosa desse jornal e o trabalho que esses rapazes vêm fazendo. Por isso resolvi escrever esse texto ao Gazeta Maiquiniquense para expressar um profundo sentimento de tristeza pelo que aconteceu em nossa câmara dia 8 do mês corrente. Peço perdão aos leitores que ora a lêem, por eu não ter aqui me identificado com o meu verdadeiro nome, é que sou funcionário da prefeitura contratado, e de maneira nenhuma gostaria de me expor. Assistindo a sessão da câmara de “vereadores” (?) de nossa cidade pude notar que o “(...)a subservi- único compromisso desta câmara é ência dos vere- com o Prefeito Jesulino Porto, a adores da situa- subserviência dos vereadores da ção é tamanha, situação é tamanha, que eles ignoque eles ignoram completa- ram completamente o seu papel institucional, não fiscalizam e as mente o seu papel instituci- proposições legislativas são pautaonal, não fisca- das na agenda do executivo, comlizam(...)” portamento que enfraquece o poder legislativo. A única coisa que eles fazem são aprovar projetos de leis, que são pedi-

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dos absurdos que o executivo manda para o legislativo, e propaganda política de candidatos apoiados pelo prefeito, numa câmara onde se deveria discutir os assuntos que interessam a nossa cidade. Então percebi que de uma Câmara como essa não se pode esperar grande coisa, pois, a maioria dos vereadores pensam apenas nas migalhas que o prefeito lhes oferecem (alguns empregos, aluguéis de carros e imóveis, atendimento a pedidos pessoais...), que ao que tudo indica são sobras do banquete e da farra que o executivo municipal vem realizando com o dinheiro público, tudo com a conivência da maioria dos edis daquela casa. Maiquinique, neste momento que completou 48 anos de emancipação, tem muito pouco a comemorar, a dívida social refletida na violência, no sucateamento da saúde e da educação, na falta de políticas públicas voltadas para as crianças, juventude e idosos, a falta de saneamento básico e de infra-estrutura na maioria dos bairros e a corrupção desenfreada que assola o município, demonstra que Maiquinique precisa resolver muitos problemas, ganhar muitos “presentes” para comemorar seu aniversário com festa e alegria. Como disse no começo desse “texto desabafo”, sou funcionário contratado do prefeito, admiro-o como pessoa, mas enquanto gestor, este tem deixado muito a desejar. Espero que as coisas mudem daqui pra frente, pois me sinto envergonhado em olhar nos olhos daqueles que, outrora eu havia pedido votos para o

BIBLIOTECA ITINERANTE GAZETA MAIQUINIQUENSE

Gazeta Maiquiniquense tem o prazer de disponibilizar para o acesso público a sua biblioteca. A biblioteca possui um acervo com mais de 800 volumes de livros diversos ( Romances, Crônicas, Contos, Auto ajuda, Religiosos, Espirituais, Sociologia, Filosofia, História, Psicologia, dentre outros), vários DVDs com filmes para entretenimento e estudo, dezenas de teses e artigos científicos, revistas e jornais para pesquisas, além de aulas e assistências para a realização de pesquisas, trabalhos escolares e acadêmicos. A biblioteca será instalada no novo escritório do Gazeta Maiquiniquense,

próximo ao Hospital Municipal. Para ter acesso a esse “círculo cultural” você não paga nada. Basta preencher a ficha de cadastro que serão

distribuídas nas escolas e comércios de nossa cidade, além de poder realizar a inscrição na própria biblioteca. A Biblioteca Já foi inaugurada e está funcionando a pleno vapor. Na oportunidade também estaremos orientando e ajudando os estudantes na confecção de trabalhos escolares e acadêmicos, bem como ministrando aulas de reforço de algumas matérias. Os amantes da leitura que quiserem um tira gosto desse delicioso projeto, já poderão visitar nossas instalações á rua Hélio Silveira, nº 27 do lado da ANTIGA casa do professor Donizete. (maiquiniquevista.blogspot.com)


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QUEM ACREDITA SEMPRE ALCANÇA

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uando unimos nossas esperanças com a vontade de vencer, não há nada que possa nos impedir de realizar os nossos sonhos. Cada um acredita naquilo que pode ser, e em busca desta concretização, muitas vezes lutamos, perdemos, caímos e nos levantamos, mas o importante é que nunca devemos deixar de acreditar que podemos ser sempre além daquilo que a vida nos obriga a ser. “Apesar das dificuldades encontradas, tanto financeira quanto social, ou até mesmo na educação adquirida, nunca irei deixar de acreditar que posso ser sempre algo mais...se eu não chegar onde sempre quis, tenho a certeza de que bem perto eu chegarei, o que não posso e voltar de mãos vazias. Ainda não consegui o que quero, mas já estou com os meus pés nesta grande estrada, dando os meus primeiros passos”. Aqui estão os meus sinceros agradecimentos a todos aqueles que me ajudaram dar inicio a minha caminhada. Agradeço a todos vocês que acreditam em mim! Ao Gazeta Maiquiniquense, a prefeitura de Maiquinique, aos vereadores que assim contribuíram, aos comerciantes pela “O que motiva o homem é a esperança De concretizar seus sonhos . E um homem motivado Deixa de ser Um mero expectador da vida Para fazer a historia .” (Willian Figueiredo)

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grande ajuda, aos amigos e colegas, a minha família e a meu Deus por ter usado todos vocês para mim ajudarem! Obrigado, e que Deus possa me ajudar a fazer valer esse apóio e essa confiança que vocês depositaram em mim. “Sonhar é ser sempre um pouco mais....”(MATEUS RODRIGUES ROCHA DUARTE)

Mateus Rodrigues e o cientista norte-americano MARTIN CHALFIE ganhador do prêmio Nobel de química em 2008! ( 33°reunião Anual Sociedade Brasileira de química: “A química construindo um futuro melhor”(Águas de Lindóia,São Paulo) 28 a 31 de maio de 2010.)

DISCUSSÃO ( a cultura do eucalipto em Maiquinique)

assados 17 anos do início do plantio de eucaliptos no extremo sul da Bahia, estudo pedido pelo Ministério Público Estadual ao Instituto do Meio Ambiente (IMA) – órgão estadual responsável pela preservação e fiscalização ambiental – afirma que há “uma grave falta de governança, seja regional ou local, para lidar com a situação (dos plantios), que, de longe, ultrapassa os limites do controle ambiental”. Esse é o trecho de entrada de uma reportagem feita pelo jornal A TARDE de vitória da Conquista no dia 28 de fevereiro de 2009 sobre a exploração da cultura do eucalipto na região do extremo sul da Bahia. Esse tipo de cultura vem levantando várias opiniões em Maiquinique sobre seus benefícios e seus malefícios, e é evidente que tema tão polêmico quanto esse e que está causando diversas opiniões em nossa cidade, não poderia deixar de ter seu espaço aqui no Gazeta.

Na tumultuada sessão, do dia 8 de junho do corrente ano, na câmara de vereadores de nossa cidade, o professor e ambientalista Ivan, que vem fazendo junto com alguns amigos e simpatizantes, um trabalho exemplar de proteção ambiental, falou acerca dessa, se a ocasião me permite, “PRAGA” da cultura do eucalipto. Não queremos aqui julgar se o plantio desse tipo de cultura trará muitos ou poucos empregos para nossa cidade. Nem se ele trará mais, ou menos investimentos, ou se nossa cidade será ou não melhor infra-estruturada depois dessa cultura. Mas apenas para mostrar, com DADOS BEM REAIS E VISÍVEIS, os MA-

LES e DANOS, muitas vezes IRREPARÁVEIS que esse plantio trouxe para as cidades onde ele foi aceito. Aqui segue mais um trecho da reportagem do A TARDE, onde pode-se perceber o quanto é preocupante essa situação, que já é considerada de descontrole. “Descontrole - O promotor João Alves Silva Neto é categórico em afirmar que o governo do Estado sempre soube que o plantio de eucalipto no extremo sul estava se desenvolvendo de forma descontrolada e sem observar as normas ambientais, sobretudo as que estavam nas condicionantes das licenças ambientais concedidas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA). Ele garante já ter denunciado o problema diversas vezes. Silva Neto afirma que a expansão está tão grande que as feiras de Eunápolis estão sendo abastecidas com produtos agrícolas de Vitória da Conquista (sudoeste baiano) e de cidades do Espírito Santo. “Foi feito um levantamento com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e É ESTARRECEDORA A SITUAÇÃO”, garante.” Estudando ainda mais a fundo o polêmico assunto, podemos perceber que o descontrole no plantio não é o único agravante desse tipo de cultura, a desertificação do solo onde se faz esse plantio é uma das principais conseqüência. Tanto assim que os locais onde se nota esse tipo de “PRAGA” são conhecidos por DESERTO VERDE, que é uma expressão utilizada pelos ambientalistas para se referir à monocultura do eucalipto e seus nefandos impactos socioambientais. Entre os principais efeitos deste crime ambiental, perpetrado na maioria das vezes com o apoio do poder público, destacam-se: Desertificação, erosão dos solos, morte à biodiversidade (em florestas de eucalipto, normalmente só há formigas e caturritas), destruição de biomas (como é o caso da região sul baiana), concentração de terras (agravando a questão


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fundiária no Brasil) para cultivo de vastas extensões, atendendo à ânsia por lucros cada vez maiores por parte do capital estrangeiro, representado pelas corporações que detêm esse “poder”. A associação de proteção ao meio ambiente em Maiquinique, que tem como membros, cidadãos de grande importância em nossa cidade, em sua luta constante para a proteção desse nosso BEM MAIOR, se mostra sobretudo preocupada mais ainda quando a questão da monocultura do eucalipto atinge diretamente o Rio Maiquinique, que como já foi dito em edições anteriores do Gazeta,

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corre o risco de desaparecer. E segundo os ambientalistas, essa cultura em nossos solos aceleraria e muito a degradação do nosso rio. Com uma luta árdua, sem interesse algum, que não o de preservar o meio ambiente para as futuras gerações, eles vêm mostrando que não estão para brincadeiras, afinal, desafiar empresas multinacionais e poderosas como essas que querem o plantio em nossa região, não é nada fácil, acreditem. Por isso é muito importante a participação de todos em apoiar o excelente trabalho desses cidadãos e a sua luta em prol do meio ambiente.

O SÃO JOÃO QUE “NÃO FOI”

o mês de junho as cidades do nordeste se enfeitam e se preparam para uma das festas mais tradicionais do país; as festas juninas. E em Maiquinique não é diferente, uma vez que o São João sempre é esperado com grande ansiedade pelos seus conterrâneos. Porém esse último evento junino de nossa cidade deixou muito a desejar, uma vez que as falhas técnicas, a má organização e as pequenas atrações deixaram a população descontente e desanimada com os festejos, alguns até afirmando que “este foi o pior São João da história de Maiquinique”. O Gazeta foi as ruas para saber quais os pontos mais deficientes dessa última festa Junina na opinião dos cidadãos e visitantes que aqui aguardavam com grande expectativa esse evento tão importante. Entrevistamos 50 pessoas, as quais esporam suas opiniões de forma independente. Quando perguntado aos entrevistados: como você avalia o São João de Maiquinique? 87% dos entrevistados disseram péssimo, 9% acharam ruim e 4% regular. Quando perguntado aos entrevistados: Como você avalia a ornamentação da Cidade durante os festejos Juninos? 74% responderam que a ornamentação estava ótima, 17% responderam excelente, 6% regular e 3% péssimo. Quando perguntado aos entrevistados: como você avalia as atrações desse São João em nossa cidade? 83% opinaram em péssimo, 13% ruim, 3% regular e 1% não souberam opinar. Perguntamos ainda aos populares e visitantes de nossa cidade, na opinião deles qual teria sido a maior decepção desse São João de Maiquinique; 76% disseram ter sido a sonorização do evento que causou diversos transtornos durante as festividades, empobrecendo ainda mais o evento, já 22% dos entrevistados afirmaram ter sido as atrações. 2% preferiram não responder.Vale salientar aqui que, os números do resultado desta pesquisa foram arredondados para o seu valor aproximado. Mas o que justifica que uma festa tão tradicional como os festejos juninos sejam tão empobrecidas desta maneira pelo poder público de uma cidade? A arrecadação que é pequena? Ou a errada filosofia de quem acha que São João é um gasto desnecessário? Podemos dizer aqui que nada justifica o empobrecimento e o esquecimento de um evento tão tradicional

como esse, uma vez que cidades tão pequenas quanto Maiquinique deram verdadeiros shows nesse São João, com atrações de porte Nacional e Internacional. Só para citar um exemplo; a cidade de Itapitanga, que fica próximo as cidades de Coaraci, Ilhéus e Ibicuí tem um número de habitantes aproximado de Maiquinique, assim bem como o seu espaço físico e sua arrecadação se assemelham muito a nossa cidade, e no entanto teve um dos melhores São João do nordeste, com atrações como a dupla sertaneja de renome nacional e internacional, Rick e Renner, bandas de forró consagradas pela mídia nacional como, Suco de Pimenta, Os Federais, Sandro Lúcio, Robério e seus teclados, Cacau com Leite, De carona no forró, dentre várias outras. Outra cidade com renda mais ou menos igual a de Maiquinique, e que também teve um grande São João foi a cidade de Itambé. Esta com poucos recursos conseguiu montar uma ótima estrutura e contratar bandas muito boas para seu evento junino, tais como; Caviar com Rapadura, Edu e Maraial, Lordão, banda Leva, Serginho de Goiás e outras. Mas ainda que a prefeitura de nossa cidade não quisesse tanto para o nosso são João, com o dinheiro gasto nessa última festa Junina em Maiquinique poderíamos ter uma estrutura descente, um som que não nos mataria de vergonha frente aos visitante, e atrações de maior expectativa. Nós do Gazeta decidimos mostrar a prestação de contas dessa festa junina em Maiquinique, só para que o leitor ter uma idéia mais clara de como foi mal aplicado e superfaturado esse último evento festivo em nossa cidade. Constam no diário oficial da prefeitura de Maiquinique os seguintes valores: R$37.500,00 (trinta e sete mil e quinhentos reais) para contratação de shows das seguintes bandas: Dalto Camargo, Caetano Bonfim, Esqueminha dos Teclados, Doce Obsessão, Doce Chamego, Tornado da Bahia, George Musical, Banda Domínio e Adelson & Magrão, além de R$27.700 (vinte e sete mil e setecentos reais) para contratação de serviços de sonorização e iluminação. Não sabemos onde esse dinheiro foi gasto, mas ao que parece não foi na festa Junina.


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O MAPA DA CORRUPÇÃO EM MAIQUINIQUE

s Denúncias feitas pelo vereador Juliano Silveira com o apóio do Gazeta Maiquiniquense e do MCCM (Movimento de combate a corrupção em Maiquinique) caíram como uma BOMBA no colo do executivo e dos demais vereadores, que agora se vêem acuados pela espada afiada da Justiça e da democracia. Mas antes de enumerarmos as denúncias de corrupção do atual “DESGOVERNO PARTICIPATIVO ”, o Gazeta resolveu traçar o Mapa da corrupção que assola e enlameia a democracia de nossa cidade, para que o leitor tenha uma idéia mais clara de como, onde e quando a corrupção acontece, e assim poder tirar uma reflexão acerca dos textos que se seguirão Depois de alguns estudos realizados pelo Gazeta, chegamos a conclusão de que OS SINAIS EXTERIORES DE RIQUEZA são as evidências mais fáceis de serem percebidas e as que deixam mais claro que algo de errado ocorre na administração pública. Vemos isso diariamente em nossa cidade e esses sinais são perceptíveis quando o grupo de amigos e parentes das autoridades municipais exibe bens de alto valor, adquiridos de uma hora para outra, como carros e imóveis, e também na ostentação por meio de gastos pessoais incompatíveis com suas rendas, como viagens, festas, patrocínios, CONSTRUÇÃO E REFORMA DE CASAS, dentre outras coisas. Alguns passam a ter uma vida social intensa. Os corruptos assumem feições diversas. Há o do tipo GROSSEIRO e sem-vergonha, que encontra prazer em fazer demonstrações ostensivas de poder e riqueza, exibindo publicamente acesso a recursos extravagantes, tais como, CARRÕES DE LUXO, MANSÕES IMPONENTES, dentre outros, além de realizarem FESTINHAS E CHURRASCOS PARA SEUS CÚMPLICES PUXA-SACOS EM SUA HUMILDE MANSÃO. Geralmente, não se preocupa em ser discreto, pois necessita alardear o seu sucesso econômico e sua nova condição, mesmo quando os que estão a sua volta possam perceber que o dinheiro exibido não tem procedência legítima. Com esse tipo de corrupto, a apropriação de recursos públicos é associada a um desejo incontrolável de “subir” socialmente e de exibir essa ascensão. Como não encontra maneiras de enriquecer honestamente, recorre a meios ilícitos. Já o fraudador discreto tem formas de agir que tornam mais difícil a descoberta do ilícito. O dinheiro é subtraído discretamente, por

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meio de esquemas bem articulados com os fornecedores, o que torna sua descoberta mais difícil. O resultado dos golpes é aplicado longe do domicílio. Em geral, utiliza-se de "laranjas" (pessoas que, voluntariamente doam seus nomes e dados pessoais, para serem usados por esses ladrões), para contratarem com empresas fantasmas, lavar dinheiro sujo, ou se passar por dono de empresa desse mesmo gestor corrupto. Mas primeiro esse ‘GESTOR” precisa de uma garantia de que aqueles que podem lhe denunciar, não o faça...e, uma forma de prefeitos corruptos obterem apoio aos seus esquemas é buscando, de forma explícita ou sutilmente, o comprometimento dos vereadores com o desvio de dinheiro público. O envolvimento pode dar-se de forma indireta, por meio de compras nos estabelecimentos comerciais do vereador, o qual por sua vez é ameaçado pela interrupção dessas aquisições e por isso, muitas vezes, faz vistas grossas aos atos do prefeito ( isso nos lembra algo?). Outras maneiras que o prefeito usa para ganhar a “simpatia” de vereadores é pelo oferecimento de uma “ajuda de custo”, pela nomeação de parentes dos membros do legislativo municipal para cargos públicos e outras práticas de suborno e nepotismo, o que também nos lembra algo. Há, ainda, os casos em que os vereadores participam diretamente do es- “Não é de admirar, assim, que quema de corrupção, sendo recom- tais vereadores pensados por seu silêncio com uma sejam contráimportância mensal “doada” pelo pre- rios a qualquer feito. Não é de admirar, assim, que tipo de investitais vereadores sejam contrários a gação que se conqualquer tipo de investigação que proponha tra o prefeito.” se proponha contra o prefeito. Qualquer apoio desses vereadores a processos que apurem irregularidades na prefeitura (como criação de CPIs, processos de cassação etc.) traria como conseqüência a revelação do seu envolvimento. E assim, caros leitores, eles gralham, eles riem, eles debocham da inteligência do povo. Pois pensam que, basta fazer uma ou duas obras superfaturadas, e algumas propagandas demagógicas para que o povo fique cego a tudo isso dito acima, e que o povo tampe o nariz pra não sentir o mal cheiro dessa lama fedorenta que suja a nossa prefeitura...Será mesmo assim? Dia 3 de Outubro essa pergunta terá uma resposta, e espero, com a sincera esperança de que não seja ela positiva.


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DENÚNCIAS. UM ATO DEMOCRÁTICO

oram protocoladas na promotoria estadual, no dia ... do mês de maio de 2010, várias denúncias das irregularidades e atrocidades que vem acontecendo na administração pública de nossa cidade. Durante o exercício de fiscalização a qual o vereador Juliano Silveira, nós do Gazeta Maiquiniquense e o MCCM nos propusemos a desempenhar, identificamos inúmeras irregularidades que merecem ser trazidas ao conhecimento dos cidadãos desta cidade como última esperança de apóio a nossa luta de proteção e respeito a ética, a democracia e acima de tudo a justiça, uma vez que a Câmara, mais particularmente os vereadores de situação, numa totalidade de oito, não demonstra nenhum interesse e compromisso em fazer valer a função básica do Poder Legislativo Municipal, o de controlar e fiscalizar os atos do Executivo. Esclarecemos apenas que a fonte de muitas das informações que apresentamos aqui estão nos documentos apresentados pelo Poder Executivo Municipal ao TCM, na prestação de contas das receitas e despesas do Município de Maiquinique referente ao ano de 2009.

Da prática do nepotismo

Conforme relação dos servidores públicos municipais disponível pelo sistema de acompanhamento de pagamento de pessoal – SAPPE – do Tribunal de Contas dos Municípios, nos atentamos para o fato de que o Prefeito Municipal tem nomeado e contratado para ocupar cargos públicos seus parentes até terceiro grau, bem como de servidores investidos em cargos em comissão (secretários) em total afronta aos princípios constitucionais. Sendo que esse absurdo é praticado á face da população, que tem conhecimento desses atos de transgressão a lei, e que a muito espera que seja realizado concurso público em nossa cidade. DENUNCIADO!

Dos funcionários que recebem sem trabalhar Analisando a prestação de contas da prefeitura de Maiquinique durante as investigações do MCCM, encontramos a relação com nome de vários funcionários que vêm recebendo seu salário sem no entanto desempenhar sua função. Como é o caso da vereadora Zildete Oliveira Gama, que recebe um salário de R$ 1.915,00 (um mil novecentos e quinze reais). E assim como a vereadora Zildete, o vereador Leonardo Lévi Lacerda Campos ( Léo de Minininha), também recebe um salário de R$ 510,00 (quinhentos e dez reais) sem trabalhar. É de nosso conhecimento ainda que há vários outros funcionários recebendo seus salários sem exercer o cargo. O mais impressionante nisso tudo é que se somássemos os valores somente destes dois vereadores que recebem sem trabalhar, teríamos um montante de R$46.075,00 (quarenta e seis mil e setenta e cinco reais). Agora perceba o prejuízo aos cofres públicos. Uma máquina de Ultra Som como esta que você vê na foto ao lado, é uma das mais modernas do mercado hoje, e custa em média R$ 34.900,00( Trinta e quatro mil e novecentos reais). Dados encontrados no site (www.fisiomed.com). Com o dinheiro pago indevidamente a esses dois vereadores

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poderia a prefeitura já ter adquirido uma máquina dessa para o nosso hospital há muito tempo. Valendo lembrar que essa foi uma das promessas de campanha do prefeito.

Da alienação ilegal dos bens do município Ainda bem recente a população de Maiquinique presenciou mais uma das várias afrontas dos gestores de nossa cidade no tocante ao patrimônio municipal, quando o atual prefeito encaminhou ao legislativo um projeto de lei onde solicita a alienação (venda) do prédio onde funcionava a “Cesta do Povo”, sem contudo comprovar a existência do interesse público, em nada adiantando o único voto do vereador Juliano Silveira em contrário. Na oportunidade o Gazeta publicou uma série de reportagens especiais sobre a doação e a venda do patrimônio público em nossa cidade. O mais absurdo nisso tudo é que a necessidade dos bens alienados de forma ilegal e imoral está devidamente comprovada no fato de que a prefeitura na pessoa de seu prefeito Jesulino de Souza Porto vem constantemente pagando com verbas dos cofres público municipal aluguéis de terceiros para o funcionamento de repartições públicas, a exemplo: o prédio onde funciona delegacia do IBGE, a casa onde encontra-se alojada o Destacamento da Polícia Militar, o prédio onde funciona o Centro de Inclusão Digital, a casa residencial localizada na praça Lomanto Júnior, de propriedade do vereador Luciano Flávio de Oliveira, onde funciona atualmente a Secretaria de Ação Social, (lembrando que esse vereador também foi denunciado ao ministério público por contratar com o município), a casa residencial à Travessa Padre Arnaldo e prédio comercial situada à Rua 16 de Julho, o primeiro de propriedade do Sr. Jessione Malaquias Lemos e o segundo de propriedade da Srª Rogéria Jaciane de Santana Meira, cujos imóveis são utilizados para extensão de salas de aula da Creche Municipal Lar da Esperança; fato notório é de que somente o segundo imóvel está realmente sendo utilizado pelo Município com finalidade para o qual fora locado, mas o absurdo mesmo é o preço dos aluguéis: R$500,00 (quinhentos reais) cada imóvel.

A luta sempre presente

Mas essas não foram as únicas denúncias. Ainda foram denunciados as promotorias Federal e Estadual fatos como: as ajudas de custos abusivas e pessoais, os vereadores que contratam com município, a nomeação irregular de servidores para cargos na direção e vice direção de escolas, a utilização de laranjas nas contratações de empresas pelo município, as ausências de licitações em vários contratos, o desvio de verba da merenda escolar, as irregularidades com os recursos do fundeb 60, dentre muitas outras discrepâncias desse executivo atual. Quem quiser ter acesso completo a todas as denúncias basta ir ao escritório do Gazeta e Diretório Municipal do PMDB e pedir a sua cópia.


VOLUME 9 EDIÇÃO 9

A

FEBEACI 3

bre espaço que “nois tá chegano”. “É nóis é nóis é nóis de nooovo!” E eles chegam e entram de sola nesse festival de besteiras que assola a cidade nº 3 (FEBEACI 3). Como assim, de quem nós estamos falando? Ora minha senhora, estamos falando das “OTORIDADES PULÍTICAS” de nossa querida e adorável cidade, que sempre dão um jeitinho de sair aqui no FEBEACI. E não por acaso, é cada besteira que agente aqui na nossa humilde inteligência nos sentimos verdadeiros “Einsteins”. Mas como disse o vereador Carlito Barbosa, leitor assíduo do Gazeta, na sessão do dia 8 de junho na câmara de nossa cidade: “não podemos ter esse “eogoísta”.(????) Com isso ele quis dizer... É... Humm...Deixa prá lá. Mas o que realmente importa é o apóio desse vereador ao meio ambiente, onde o mesmo falou uma frase que com certeza já se transformou em um aforismo; “sem ALGA não há vida...” .... Bom... A “alga” também tem sua importância não é pessoal. Mas tudo bem. Pensar nunca foi o forte daquela casa legislativa mesmo. Falando em casa, quem entende muito bem desse assunto mesmo, é o vereador Luciano Oliveira, que na mesma sessão do dia 8 de junho, respondendo as denúncias do MCCM de que o mesmo tem uma casa alugada á prefeitura no valor de 800 reais, ele rebate dizendo: “parece que A CASA MINHA já está condenada, que na realidade não é minha, nunca foi minha, então parece até que estou ganhando dinheiro dentro de MINHA CASA (...) Me desculpe o meu ânimo

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mas quando se falou da MINHA CASA realmente fiquei chateado... Mas afinal, a casa é ou não é do senhor? Bom, todos sabem a resposta, e isso pode até ser relevante, mas daí o vereador Luciano dizer que “(...) Existem coisas erradas sim, e elas devem ser corrigidas(...)E é normal de qualquer administração que ela tenha erros...” Mas e quando esses erros custam milhões aos cofres públicos? E quando esses erros representam o mal funcionamento da saúde de uma cidade? Ou o mal funcionamento de serviços básicos e de assistência social, da segurança e da educação? Tudo bem caro edil, suas desculpas serão analisadas pelo povo, e ele perdoará, se conveniente, essa sua afirmação. Mas resposta danada mesmo as denúncias do MCCM, quem deu foi a vereadora Zildete Oliveira Gama, que recebe um salário de R$ 1.915,00 reais, sem trabalhar! Palavras da edil daquela casa; “eu “tô” tranqüila..., eu “tô” perfeitamente tranqüila, pois eu sou uma serva do senhor, e eu sou conhecedora da palavra eu sei o que é certo eu sei o que é errado... Eu tenho consciência”. De qual Deus ela está falando mesmo? Do nosso Deus que não é! Afinal de contas, o meu Deus é justo e é ético, e receber um salário de 1915,00 reais por mês indevidamente às custas do povo não é nada justo e nem tão pouco ético. E assim o festival de besteiras que assola a cidade vai se estendendo cada vez mais. E o “circo dos animaizinhos” vai dando sua contribuição para a destruição da democracia de uma cidade maltratada e humilhada por

MAIS UMA VITÓRIA DA DEMOCRACIA!

D enunciamos aqui na edição passada (8ª edição) o des-

caso da prefeitura municipal para com os garis e varredores de ruas de nossa cidade. Como fora colocado por esse jornal, através de fatos confirmados pelos próprios trabalhadores, que afirmavam não ser respeitados pela administração pública, que reluta em reconhecer a grande importância que esses profissionais desempenham em nossa sociedade. Uma das irregularidades com os garis e varredores denunciadas aqui no Gazeta 8, foi no que diz respeito ao fardamento destes, pois, todos os trabalhadores desse setor não possuíam nenhuma farda que os mesmos pudessem usar para se proteger da poeira ou dos perigos de contaminação com o contato constante do lixo urbano e industrial. A farda veio ( calça/shorte, camisa/camiseta) mas pela sua simplicidade não chega nem perto de um

fardamento decente, com todos os requisitos básicos preenchidos para a segurança e o conforto desses trabalhadores. O que pelo visto indica que o poder público de Maiquinique ainda está muito longe de reconhecer e respeitar os garis e varredores de nossa cidade como profissionais, pois se isso já tivesse ocorrido, junto com o fardamento mixo que os mesmos demoraram 1 ano e meio para fazerem, viriam também, luvas, botas, bonés, protetores solares, isso só o básico. Sem falar ainda no adicional de insalubridade, que até agora não foi nem cogitado pelo senhor prefeito. Enquanto isso, vemos funcionários sem necessidade alguma receberem absurdos de ajudas de custo, ao passo que nossos garis continuam a ser oprimidos. Esperamos que a atual gestão reveja essa sua postura e respeite mais esses grandes profissionais. Essa é nossa luta.


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GAZETA 9ª EDIÇÃO by Rafael. jesus - Issuu