CIDADANIA PRECISAMOS GRITAR: MACHISMO MATA!
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ra você aí que nunca ouviu falar sobre o machismo, ou o que é, vou lhe dizer de uma forma simples: é a crença de que o homem é superior a mulher, e que ela deve ficar sempre abaixo dele, submissa a ele e tendo seus direitos sempre negados. No Brasil, a cada 7 minutos
uma mulher sofre violência doméstica; a cada 11 minutos, uma é vítima do estupro; a cada 1 hora e meia, uma mulher não sobrevive pra contar a história. Mais da metade dessas violências, são causadas pelo parceiro ou ex parceiro da vítima dentro da sua própria casa. Em Maiquinique a história
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uando falo de violência contra a mulher, estou falando da violência física, da violência sexual, da violência moral e da violência psicológica. São exemplos de violência contra a mulher: humilhar, xingar, oprimir, bater, expor a vida íntima, forçar ato sexual. Consigo me lembrar de 4 casos de feminicídio (assassinato contra mulheres) em nossa cidade nos últimos anos. Todos provocados por homens. Todos com requintes de crueldade, em que a vítima teve sequer chance de defesa. Todas essas mulheres mortas por dizer "não". Consigo me lembrar de no mínimo 3 casos de estupro nos últimos 4 anos, em que as vítimas eram CRIANÇAS.
não é diferente. Enquanto você lê esse texto, tem uma vizinha, uma irmã, uma amiga sua sendo agredida pelo companheiro, mas que não vai denunciar. E ela não denuncia por medo, por vergonha, por não encontrar em nossa cidade centros de apoio necessários à uma mulher vítima da violência.
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enunciar os agressores, mesmo quando a violência não tiver sido sofrida por você (lembrando que você não precisa se identificar); apoiar a mulher agredida sempre e não fazer julgamentos que vá fazer a vítima se sentir pior. Maiquinique não pode se calar
Redação/fotos: Rafael, Ímara Barros.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ano VII, ediçãoXIII - Abril de 2016
azeta
Maiquiniquense
IMAGEM ILUSTRATIVA
diante desses casos de violência. Quando uma mulher é agredida ou assassinada, todas nós mulheres também somos. Machistas não passarão, ficar calada não é mais uma opção. Gritaremos sempre que uma mulher for violentada, até que todas e todos ouçam e que nenhuma mulher seja mais vítima do machismo.
Em 2006 foi sancionada a Lei Maria da Penha que visa aumentar as punições pra casos de violência, uma lei que cria mecanismos para impedir a violência doméstica e familiar contra a mulher e proteger também os seus direitos. E é nessa lei, e na do feminicídio (sancionada em 2015), que nós devemos nos agarrar para resguardar nossos direitos enquanto mulheres e humanas.
NÚMEROS PARA FAZER DENÚNCIAS Central de Atendimento à Mulher: 180 Polícia Militar de Maiquinique: (77)99130-4965 Polícia Militar: 190
INFORMAÇÃO
Por: Ímara Barros*
Me lembro também de uns 5 casos em que mulheres tiveram sua vida íntima exposta na internet, e foram motivo de piada e vergonha, na cidade. Mulheres vítimas do mesmo inimigo: a nossa sociedade patriarcal, em que o machismo sempre esteve arraigado em nossa cultura e que o homem teve o poder durante toda a história. Muitos disseram ou dirão que cada mulher agredida ou morta, teve/tem culpa disso lhe acontecer, que se ela quisesse, poderia ser diferente. Não! Não poderia. Culpabilizar a vítima pela agressão que ela sofreu, é só uma forma de violentá-la mais uma vez. Mulher morre e é agredida pelo simples fato de ser mulher, essa é a triste realidade. Violência de gênero existe e ninguém pode negar.
O que podemos fazer?
LEIS QUE PUNEM A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
EDUCAÇÃO
CIDADANIA
* Ímara Barros é estudante do 5º ano de Direito pela FTC, e Militante do Levante Popular da Juventude de Vitória da Conquista Diagramação: Rafael de Jesus - gazetamaiquiniquense@hotmail.com
O FIM DE UMA ADMINISTRAÇÃO QUE NÃO COMEÇOU
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nvestigada pelo Ministério Público Federal, atolada em várias denúncias de corrupção e amargando altos índices de rejeição popular, a atual administração segue afundada em sua própria incompetência, refém de suas próprias mazelas e dando mostras de que qualquer esperança de melhora não só parece algo distante, como também improvável. Improvável porque a gestão atual, deslumbrada com o poder e suas benesses, segue viciada nas práticas mais condenáveis no que diz respeito ao trato da rés pública. Lançando mão de um projeto político de beneficiamento pessoal e familiar, e de práticas escusas (repito) altamente danosas aos cofres municipais, a prefeita Minininha e seu incompetente grupo vem delegando à cidade de Maiquinique, o abandono total dos serviços mínimos. Uma política de terra arrasada, onde bairros inteiros seguem na escuridão, ruas tomadas
por lixo e entulhos, violência sem precedente, saúde na UTI, falta de medicamentos e obras abandonadas. Nessa visão desoladora ainda resta esperanças de melhoras? Não se pode afirmar com alguma certeza, mas sabe-se que em ano de eleições, alguns políticos tendem a mascarar ou esconder suas mazelas com pequenos “remendos administrativos”, no intuito de enganar o eleitorado, e atrair para si e seu grupo de vereadores alguns votos daqueles eleitores mais desavisados. Mas será que, faltando apenas oito meses para o término dessa administração, ela vai finalmente começar?
PRECISAMOS FALAR SOBRE O MACHISMO Cresce número de violência contra a mulher em Maiquinique
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A CIDADE QUE TEMOS, É A CIDADE QUE QUEREMOS?
Hospital Municipal: Pacientes reclamam da falta de lençóis nas camas
Hospital Municipal: Com filtro quebrado, paciente precisou levar água potável de casa
Maiquinique: Lixo e entulhos tomam as ruas
Opinião Coluna com o Psicanalista e ex vereador Luciano Oliveira Pág. 3
DAS VERDADES QUE PRECISAM SER DITAS
A oposição necessária Pág. 2
CIDADANIA DAS VERDADES QUE PRECISAM SER DITAS
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ão resta dúvida de que vivemos uma crise de representatividade na política brasileira. Seja em âmbito nacional, estadual ou municipal, o descrédito e a desconfiança dos cidadãos em relação aos representantes políticos, “situação” ou “oposição”, é mais que evidente, e reflexo disso é o grande número de manifestações que pipocam aos quatro cantos do país, nas suas mais variadas formas reivindicatórias, e que reforça a tese de que vivemos uma efervescência ou uma verdadeira esquizofrenia política. No âmbito municipal, essa desconfiança não é diferente. No executivo temos um governo que vai totalmente na contra mão do seu slogan máximo; “Cuidar de você é um compromisso”. Perdido, refém da corrupção generalizada, e
UMA ESPERANÇA INGÊNUA
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e da nova (velha) administração não esperávamos coisa diferente, no legislativo tínhamos a esperança (isso para os mais ingênuos como eu), de que com a renovação de 80% dos vereadores na última eleição, as coisas pudessem ser diferente. Escrevo aqui, envergonhado pela minha ingenuidade, que esta legislatura conseguiu ser tão ou mais vergonhosa e corrupta quanto a última (com uma pequena exceção, que explicarei abaixo). Composta por 9 vereadores, sendo 7 deles novos eleitos (6 deles “oposição”), a câmara municipal de Maiquinique despontava o ano de 2013 como a representação máxima da politização do eleitorado Maiquiniquense, quando teve mais de dois terços dos seus membros não reeleitos pela população. Todavia, já nos 6 primeiros meses de legislatura, essa euforia se foi. O motivo disso todos já sabem muito bem; Vereadores sendo vergonhosamente cooptados pelo executivo municipal das formas mais sórdidas possíveis (ofertas de cargos na administração à parentes e amigos de vereadores; locação de imóveis e veículos pertencentes aos edis ou a parentes destes; contratos e licitações de compras direcionadas a mercados e lojas de parentes de vereadores; apoio financeiro a projetinhos eleitoreiros e de promoção
A OPOSIÇÃO NECESSÁRIA
S
e você conseguiu ler esse textão até aqui, deve estar se perguntando; cadê as exceções da câmara que Rafael falou? Lhes digo que, independente das ressalvas que possam ser feitas, é preciso reconhecer que 3 dos 9 vereadores permaneceram resistentes e imunes às “propostas” imorais e cooptação pela administração pública. Não digo isso como se, manter-se ético no exercício de um cargo público fosse um favor ou mérito pessoal desses vereadores, claro que não é um favor, é antes um dever, uma obrigação. Mas observei o trabalho desses três edis ao longo dos quase 4 anos de legislatura, e pude acompanhar de perto as ameaças e intimidações que os mesmos recebiam, sempre que votavam contra projetos prejudiciais à população,
casado com incompetência e ingerência administrativa, a atual administração não só NÃO cuida da população, como também DESCUIDA. Atolada em dívidas, com os índices de rejeição altíssimos, e respondendo à várias denúncias de corrupção, a administração da prefeita Minininha parece não ser capaz de se encontrar mais, e segue perdida em meio às suas mazelas, fazendo a cidade e os cidadãos maiquiniquenses sangrarem até o seu fim (que eu espero ser breve) pessoal dos edis da situação, pra não dizer outras imoralidades e ilegalidades que fogem o absurdo), transformando assim a câmara em um verdadeiro balcão de negócios, que resultou em um “puxa-empurra”, ao ponto de um dos nobres edis ter “mudado de lado” 4 vezes em apenas 3 meses! Mas não se assuste com isso, a indecisão desse “vereador da saúde” é fichinha se comparada às imorais e antiéticas manobras e negociatas do excelentíssimo senhor presidente da casa, que vislumbrado pelo poder, passou uma verdadeira rasteira em seus, até então colegas da base oposicionista, e do dia pra noite, literalmente, mudou sua opinião em relação à prefeita municipal, que antes era responsável por “praticar várias coisas erradas”, e agora na visão dele, é a melhor prefeita da Bahia. Renovação da câmara: Novos edis, velhas práticas
ou denunciavam as mazelas e a cor r upção do executivo municipal. A prefeita e seu grupo, inconformados com a independência e com o trabalho honesto desses três vereadores, praticou e vem praticando um verdadeiro terrorismo político contra a oposição, ao ponto de arquitetar, sem escrúpulo algum, ataques pesados à imagem, à honra e à dignidade dos mesmos. Não foram poucas as tentativas de intimidação. Os telefonemas ameaçadores que a esposa do vereador Lício Luz recebia, altas horas da noite, os perfis falsos em redes sociais espalhando boatos absurdos a respeito do vereador Íris Patez, ou as intimidações, propostas imorais e hostilização pública da vereadora Mira de Valdete, sempre que denúncias de corrupção provocava a abertura de inquérito civil no Ministério Público Federal, eram fatos quase que
rotineiros. Entendo que o trabalho do vereador é fiscalizar o poder público, e esses três cumprem fielmente com esse quesito. Também é função do vereador a proposição de projetos e leis para o benefício da coletividade, ao que estes três também cumprem. Por tanto senhores, é preciso refletir, e falo refletir profundamente sobre esses três vereadores. Podemos não estar de acordo com muitas ações dos vereadores da oposição, mas não devemos negar jamais, que em meio a uma câmara covarde, conivente e apoiadora das mazelas da administração municipal, esses três vereadores, Lício, Mira e Íris, por mais pouco que tenha feito, fizeram MUITO, se comparado aos outros, e isso PRECISA e DEVE ser reconhecido pelos cidadãos de bem de nossa cidade.
NOTÍCIAS CURTAS
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uando é que percebemos que uma administração fracassou? Ao contrário do que alguns pensam, não é difícil precisar o momento em que uma administração municipal começa a fracassar, mesmo que em seus objetivos mais básicos. Na última edição do Gazeta Maiquiniquense mostramos, com números da própria prefeitura, que essa gestão foi a que mais recursos arrecadou em toda a história de nossa cidade. Todavia, mesmo tendo arrecadado tanto, a gestão da prefeita Minininha pouco fez, negligenciando os serviços mais básicos, e rebaixando Maiquinique a uma condição de abandono sem precedentes. Ante a essa "terra arrasada”, e com índices
de aprovação beirando o ridículo, a prefeita e seus asseclas, na teimosia de não largar o poder (e as suas benesses), tentam a todo custo ganhar a simpatia perdida da população, e nesse desespero buscam fazer alarde de qualquer coisa que eles julguem positivo para a imagem da administração, chegando ao cúmulo de a nossa Excelentíssima gestora inaugurar até banco de praça! Um dia irei contar isto aos meus netinhos e eles vão comentar: "Esse vovô inventa cada besteira!" Pois foi isso que aconteceu, quando um
REFLEXÕES
A
s mazelas sociais e morais que tomaram conta do nosso
município, o descaso com a população e a falta de comando vem mostrando ao longo desses quatro anos de administração um total descompromisso, contrariando o slogan de campanha da atual gestão que é “cuidar de você é um compromisso”. Não gostaria aqui de ser repetitivo, mas alguns assuntos relevantes merecem uma reflexão. O concurso público realizado em Maiquinique foi uma fraude, beneficiando apadrinhados da atual gestão e servindo de moeda de barganha política nesse ano de eleição. Não é difícil de prever, é claro, que numa realidade como essa muitas pessoas sem nenhum preparo ou estudo apareçam como APROVADAS nos resultados finais. Mais de 1500 inscrições foram feitas para 86 vagas, alguns poucos candidatos foram tão eficientes que foi impossível lesá-los, e essa pequena minoria passou porque sabia e estudou muito, ao que merece nosso respeito!
A
grande desculpa (cinismo de quem insiste em defender o indefensável), é que em outras administrações também ocorreu a mesma coisa, como se um erro justificasse o outro. Já imaginaram alguém que mata uma pessoa e em sua defesa alega que matou por conta de outro assassinato! Ah, você que passou no concurso com aquela “mãozinha” pode ter seu momento de REFLEXÃO e chegar à conclusão que você contribuiu com a desonestidade e quem sabe lembrando-se dos seus filhos e o péssimo exemplo que passará para eles ou dos pais que honestamente te criaram, poderá sentir dor na consciência e não aceitar essa nomeação que não foi merecida... Pense nisso! Acabaram com o campeonato municipal de futebol, fecharam a farmacinha do hospital, limitaram os programas sociais a quase nada e os benefícios estão restritos a amigos, parentes, vereadores, alguns trocaram de lado (oposição e situação) mais de uma vez, aos coligados fica uma reflexão: ‘‘Os muitos jogadores e os times vão jogar onde? Os doentes que necessitam de remédios e que procuravam a farmacinha, vão fazer o que?’’ Os beneficiados nós já sabemos, quando não estão curtindo praias ou em viagens de lazer, estão desfilando em carros novos, reformando casas, etc. E o povo? Paralelo a tudo isso vem o descaso da atual administração em relação ao Colégio Altair Almeida Meira (CEAAM), que corre o risco de
pré-candidato ao cargo de vereador, resolveu colocar um branquinho na Praça Aleixo, para os motoboys que ali trabalham pudessem se sentar enquanto esperam seus clientes. O bem intencionado e futuro candidato a vereador achou por bem convidar a ilustre ilustríssima para essa inauguração e dividir com ela os louros desta nobre a ç ã o . Te v e f o t o s e comemoração, e a prefeita se mostrou bastante sorridente, afinal, agora ninguém mais vai poder dizer que sua desastrosa administração não realizou nenhuma obra com recursos próprios.
Todavia, muitos outros candidatos que não foram tão eficientes, mas alcançaram uma pontuação razoável para passar no concurso, foram os grandes prejudicados com essa verdadeira fraude, ou seja, foram roubados duas vezes, primeiro no seu suado dinheiro da inscrição e depois no seu direito de concorrer. Mais gritante ainda é que esses mesmos candidatos, perderam suas vagas até para quem não tem escolaridade para fazer o concurso, tamanha a bizarrice da fraude. Luciano Oliveira As cartas marcadas que já tinham Psicanalista e ex vereador sido amplamente divulgadas, acabaram acontecendo, mostrando ao povo e principalmente aos candidatos uma total falta de respeito.
fechar por conta da irresponsabilidade do estado e morosidade do município e seus responsáveis em correr junto ao Governador Rui Costa do PT, que teve o apoio da prefeita. Como o apoiou, pela lógica, possivelmente teria ela, mais facilidade para resolver os problemas, mas nada fez e só agora depois da luta dos estudantes é que postaram uma possível reunião para solução. Parabéns aos alunos que protestaram e chamaram atenção da mídia para os problemas e prejuízos que eles vêm tendo e qualquer melhora ou até mesmo a normalidade com a volta as aulas são méritos exclusivamente desses bravos estudantes. Outro assunto que vem preocupando e muito os funcionários da prefeitura, principalmente aqueles que fizeram empréstimos consignados, é o não repasse da prefeitura para os bancos, colocando o servidor público na inadimplência. Mesmo os valores dos empréstimos sendo debitados todos mês do contracheque dos trabalhadores. A cidade de Maiquinique está às escuras, principalmente o Bairro Morumbi, o funcionário não tem nenhuma responsabilidade por essa situação, já que não tem lâmpadas e alguns disjuntores estão com defeito. Reflitam comigo, se não tem lâmpadas para serem colocadas e muito menos disjuntores, qual a culpa que funcionários têm? As contas da atual administração foram rejeitadas, além de extrapolar o índice pessoal,
outras graves denúncias foram relatadas pelo TCM. Fiscalizando o fundeb, os auditores federais que estiveram em nossa cidade deram um prazo para corrigir as irregularidades e até então pouco fizeram. Agora as contas vão ser votadas favoráveis ou não, vereadores que votarem favoráveis tem que explicar aos seus eleitores e ao povo o porquê do voto favorável diante de graves denúncias. Entretanto, a grande REFLEXÃO deve ser feita nas próximas eleições municipais onde vamos eleger o prefeito e os vereadores. Promessas são a grande arma de alguns candidatos para ganharem a política. Quem não se lembra da promessa de REABERTURA DO M ATA D O R O M U N I C I PA L O U D O S INÚMEROS EMPREGOS PROMETIDOS. A atual administração fez isso e pode fazer novamente. Outros candidatos também devem prometer, mas quero lembrar que quem vive de promessa é santo e alguns devotos colocam os santinhos de cabeça para baixo por não cumprirem seus desejos. Portanto o que se espera do eleitor é que fique atento a essas falsas promessas. Só o voto consciente do cidadão pode mudar essa realidade, e que o eleitor seja criterioso em suas decisões, exigindo o mínimo de formação e conhecimento dos seus futuros representantes do executivo e legislativo, além do respeito e compromisso com a ética, e a moralidade na administração de nossa cidade.