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Jornal dos Estudante da EEEP Alan Pinho Tabosa ­  Pentecoste – CE | 20 de Dezembro  ­ 2013 Nº II I

EDITORIAL Caro leitor, hegamos em nossa penútima edição deste ano! Bom, teremos muita coisa boa, se liga aí: Semana da Consciência Negra na Escola Alan Pinho com o novo integrante do Jornal Gabriel Sousa (Aqui. 1º ano), dicas de etiqueta por Léa Tabosa, continuação do conto Vem cá, gatinho, por Litelton, história de vida da professora Geisiane Andrade e novidades da International Night, e muito mais, leia e não se arrependerá. E lembre-se, a leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e a interpretação. Equipe do “Jornal InterAção”

A morte de Nelson Mandela repercutiu em todo mundo O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, divulgou uma nota de pesar sobre a morte do ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela.

Para ele, a morte do líder sul-africano "torna o mundo mais pobre de referências de coragem". Leia a matéria completa no link: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/12/106845 0-morre-nelson-mandela-lider-sul-africano-que-derroto u-o-apartheid.shtml MANDELA

20 DE NOVEMBRO, DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Na semana em que comemoramos o dia da consciência negra, realizou-se na EEEP Alan Pinho Tabosa diversas atividades para celebrarmos este dia. Iniciamos a semana, exatamente em 20 de novembro, onde houve diversas apresentações acerca da cultura afro-brasileira (trabalho de sociologia professor Tony Ramos). Na sexta-feira 22 de novembro, foi exibido no auditório da escola o filme Besouro de mangangá. Em seguida, o grupo de capoeira, Capoeira Brasil, apresentou-se na escola, no qual o professor Elvis Teixeira é um dos membros do mesmo. Na sequência ocorreu outras apresentações, como desfiles de personalidades negras da escola, danças do grupo de teatro da Alan Pinho, sobre a organização da professora Geisiane Andrade. Foi uma semana maravilhosa, onde refletimos sobre as nossas origens e a importância de valorizá-las. Gabriel Sousa (AQ1)

Vem Aí International Night

No dia   30/12,   a   partir   das   18 horas,   acontecerá   o   evento International   Night.  Este  tem como   objetivo   mostrar   que   nós fazemos   parte   de   uma   aldeia global,   que   de   alguma   forma, somos conectados uns aos outros e  o  que   faz   essa   conexão   é   a linguagem   passada   pela   nossa cultura,   tradições,   dentre   outras maneiras.   Pretendemos apresentar  isso   através   da   arte, em   diversas   formas   como:   a literaruta,  a música, o cinema, a dança,   etc.   Queremos   também, mostrar   a   comunidade   escolar   a importância do conhecimento das diversas   línguas   como   forma   de conhecer   a   cultura   de   vários países.  Contamos   com   a   sua presença!! Litelton Firmiano I FEIRA DE AQUICULTURA

“Niguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor de sua pele, da sua origem ou de sua religião. Para odiar, é preciso aprender. E, se podem aprender a odiar, as pessoas também podem aprender a AMAR!”

No dia 11 de dezembro realizou-se na EEEP Alan Pinho Tabosa a I Feira de Aquicultura dos estudantes do curso de Aquicultura 1º e 2º ano, sob a organização do professor técnico de Paulo Roberto. Tivemos o apoio do DNOCS, que ajudou com alguns materias, aquários, etc. A feira teve como objetivo apresentar o curso de Aquicultura e as áreas nele trabalhadas, para comunidade escolar e demais escolas convidadas. A feira foi divida em 10 estandes, cada um apresentando um tema diferente. Gleidson Oliveira Aqui.2


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Jornal InterAção

HISTÓRIA DE VIDA DA PROFESSORA GEISIANE DE ANDRADE Geisiane Alves de Andrade, nesceu em 01 de Abril de 1983 em Pentecoste / CE. Em sua infância teve que morar com seus avós, pois sua mãe foi embora para Rondônia, e sua avó não lhe deixou ir com sua mãe. Quando sua avó morreu, teve que ir morar com seus padrinhos em Morada Nova. Os mesmos tinham quatro filhos biológicos e de maneira alguma negaram a moradia de Geisiane em sua casa. Seus padrinhos nenca deixaram que faltasse nada para que ela crescesse em boas condições. Sempre gostou de brincar e sempre foi apoiada nos seus estudos por seus padrinhos. Mas sempre sentiu muita falta de sua mãe. Sua educação foi muito rígida, tradicional. Sua família sempre presava a formação de valores. E foram estes valores que definiram a sua personalidade. Aos 10 anos voltou de Morada Nova e passou a morar com sua mãe. Gostava muito de lhe ajudar nas tarefas diárias, e acima de tudo sua mãe lhe incentivava muito a estudar. Quando estava cursando a 2ª série, tinha muita dificuldade para aprender, e por isso teve um bloqueio psicológico, pelo principal motivo de não ter a presença de sua mãe ao seu lado. Devido a esse problema não conseguia aprender, ler fluentemente. Lembra-se de um fato que marcou muito sua vida educacional, quando um dia a professora lhe chamou para ler uma lição em sua mesa, e como não sabia ler, teve que decorar a lição do livro: “Marcelo: martelo e marmelo”, da autora Ruth Rocha. Na hora que ia se apresentar esqueceu de tudo, e infelizmente ficou reprovada na 2ª série. Repetiu de ano e conseguiu começar ler fluentemente. Após terminar o 3º ano do ensino médio, casou-se, mas continuou fazendo seus cursos de teatro. Após três anos do término do 3º ano, mudou-se para Sobral e começou a cursar o curso de Biologia, no ano de 2006, mas trancou o curso. Em 2008, voltou para Pentecoste e começou a cursar o curso de história. E considera esta etapa da sua vida um período muito marcante. Logo após a inauguração da EEEP Alan Pinho Tabosa, ficou muito interessada em realizar um projeto de artes na escola. Participou do processo seletivo e foi selecionada. Já havia participado indiretamente do PRECE, mas acabou saindo. Sempre admirou o trabalho e metodologia. E hoje em dia gosta muito de trabalhar com essa forma de ensino. Em sua vida considera determinante a presença de Deus, que lhe motiva diariamente, e sempre tem em sua mente, seu coração e principalmente em sua vida, a citação bíblica do Salmo 23, 1: O Senhor é meu pastor e nada me faltará. E diz ter encontrado nas artes o seu verdadeiro mundo. Por: Willian Araújo (Agro 1).

Visita da Kacy!!! Kacy, é com muita admiração, que nós, estudantes da E.E.E.P.: Alan Pinho Tabosa, agradecemos a sua visita em nossa escola. Você é um verdadeiro exemplo de total solidariedade. Seremos eternamente gratos por você existir em nossas vidas. Esperamos que você continue sempre com esse seu jeito alegre, e seja sempre tão determinada e esforçada. Muito obrigado! Seja sempre muito bem-vinda. Que 2014 seja maravilhoso para todos nós, e que você volte sempre! Por: Willian Araújo (Agro 1)

MODA EM AÇÃO Por Léa Tabosa, Tema: Etiqueta. Se viver na sociedade ja é dificil, imaginem ai termos que nos portar de maneiras diferentes da que costumamos nos comportar? Louco né? Pois é, não é pra todo lugar que podemos levar as manias que temos dentro de casa. No meio das pessoas, temos que ser altamente educados, temos que saber nos expressar, respeitar ao proximo e saber a hora certa de cada atitude que devemos tomar. Devemos ter esse cuidado tanto quando estivermos no meio de muitas pessoas, como quando estivermos na escola. Ãn? Escola? Sim, escola! Não é porque passamos de 5 á 10 horas por dia dentro de uma sala de aula que as pessoas que estão ao nosso redor são obrigados a aturar nossas manias e gostos. Nossa, não tem nada pior do que voce ta de boa e um de seus colegas de sala gritar; "Fulano soltou um PUM." Eeeca! Isso é horrivel, gente. Pior ainda, é quando o colega do lado não tem muito cuidado com a higiene bucal, corporal e tls. Existem pessoas que parece ter sido criados em um chiqueiro ou sei lá, tem manias de passarinho. Na hora do almoço fica jogando a comida nos outros estudantes ou colegas de trabalho, deixam derramar suco nas mesas e coisas do tipo... Só não esqueçam de uma coisa, enquanto voces jogam, outros queriam muito estar comendo o que voces tem todo santo dia na mesa.(Só uma dica!) Bom, vamos deixar de muito papo e ir direto ao ponto. Vou dar algumas dicas de etiqueta que devemos seguir para termos um convívio mais agradável com outras pessoas. 1- Nunca, mas nunca, deixe de fazer uma higiene bucal após as refeição. Porque por incrivel que pareça, algumas pessoas acumulam um certo 'hálito'. 2- Evitar falar gírias e palavrões, porque não é nada legal sabe? 3- Não ficar gritando durante o almoço, se voces não sabem, esse horario é sagrado e exige calma nessa hora. 4- Meninas, cuidado com o comprimento das blusas. Estamos em uma escola, não em um baile funk. Até porque não é nada adequado ir com roupas curtas ao local de trabalho ou, de estudo. 5- Jamais se intrometer nas conversas dos outros, muito menos, ficar atropelando a fala do outro. 6- Se não sabe comer com talheres, espere e veja

como o colega do lado come. Mas por favor, disfarce, ta? Assim voce vai evitar constrangimentos maiores. 7- Se voce tem um certo odor nas axilas, capriche nos desodorantes. Uma dica: Dove da cor azul é muito bom e é bastante cheiroso. 8- Se for beber sopa, não fique sugando pelo amor de deus. Isso é muito nojeto! 9- Quando estiver mascando um chiclete, nao fique igual um boi. Ele que come e fica com a boca se remexendo como se tivesse comendo coisa muito grudenta ou elástica. 10- Nada de ficar tirando a comida do dente na frente dos outros e depois comer de volta, isso é o fim da picada. Acho que é só, por enquanto!! ;p Beijinhos e até a próxima ;* Assim seja o Nosso Natal Que o Natal seja celebrado em todas as culturas, Por todas as raças, nas esquinas, nas oficinas e nas praças; Entre as famílias que partilham o pão, Na grande cidade e arredores e nos confins do sertão. Que o Natal seja celebrado com gestos, Poesias, canções, danças, salmos e orações. Que seja uma festa, uma ceia sagrada Fazendo de cada moradia um presépio E de cada coração uma manjedoura, Que acolhe com alegria e amor, O Menino­Deus, o Messias, o Salvador! Que o Natal seja celebrado como um sinal de aliança, esperança e luz. Que ninguém seja excluído de contemplar o Menino Jesus. Ele há de vir para fazer­nos sorrir, prosperar; Para fazer­nos sonhar e viver numa nova Sociedade com justiça, paz e fraternidade, Em manhãs risonhas e noites felizes. Assim seja o nosso Natal Luizinho Bastos São os votos de Boas Festas da equipe do Jornal Interação!

EXPEDIENTE Redatores:   Carlos   Virgílio,   Willian   Araújo   e   Jéssica Castro (Agro. 1º Ano). Vitória Sousa, Litelton Firmiano, Léa   Tabosa   e   Dávilla   Alvino   (Agro.   2º   Ano).   Kalebe Sousa  (Aquic.  2º Ano),  Gabriel  Sousa (Aqui. 1º),José Arineto   (Infor.   1º   ano).  Revisora:   Prof.ª   Janayna   de Sousa   Maciel.  Diretores   de   Arte  :   Renato   Corrêa (Coordenador Escolar), Nicelly Marques (bibliotecária), Dalvinha   Oliveira   e  José  Gleidson   (Aquic.   2º   Ano)   e Bruno Garcês (Aquic. 1º Ano).


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Jornal InterAção Vem Cá, Gatinho – Parte II uando ela entrou em casa e trancou a porta, sentiu um alívio. Tudo estava acabado. O marido morto. O amante fora dali. A herança chegando. E o gato também. Não, o gato não. Era apenas um gato de cemitério! Psicopata e assassino... Ela trancou a porta e ficou apoiada nela. Calma! Respira, garota! Tudo terminará em três dias. Cansada, a moça foi à cozinha e bebeu um copo com água. Nenhum sinal de Bóris. Jéssica subiu as escadas lentamente, parando no último degrau para olhar se o gato estava na sala. Não, ele não estava ali. Ela dobrou o corredor e parou diante da porta do quarto. Tocou a maçaneta. Abra logo. Está esperando o quê? A Morte? Ela sabia o que estava esperando: Bóris. O gato que o marido havia ganhado da mãe quando tinha 15 anos. O gato que havia acompanhado o namoro deles por nove meses. O gato que havia visto o casamento deles há onze meses no fundo da Igreja... No fundo da Igreja... O gato já me perseguia! - Deixe, amor, é só um gato. – dizia ele no seu ouvido durante a cerimônia. - Por que ele está aqui? - Deve ter entrado no carro lá em casa. Os dois subiram as escadas se beijando, tirando parte da roupa. Entraram no quarto. Marlon jogou Jéssica na cama e caiu sobre ela. Os dois começaram a se beijar. A moça jogou a cabeça para trás e fechou os olhos. Ele beijava o pescoço dela, mas Elvis beijava melhor. Ela virou o rosto e abriu os olhos. Levou um susto ao ver Bóris no canto do qurto olhando para eles. - Bóris! - gritou ela. - O quê? - Bóris está ali. - Deixe. -Não. - Ele não vai fazer nada. Deixe ele ter um momento “Voyer”. - Não. - ela percebeu quando o gato deixou parte da língua escapar de sua boca e percorrer seus lábios, fazendo-a gritar – TIRE-O DAQUI! Marlon se levantou e pegou o gato pelo couro do pescoço e o colocou fora do quarto. - Está feliz? - perguntou o homem. - Agora estou. Jéssica estava com a mão na maçaneta desse mesmo quarto e pensou em tudo. Lua-de-mel em Veneza, viagem para Dallas nas férias, presentes valiosos, o irmão de Marlon como amante, o assassinato na manhã do dia anterior... Começou a chorar ali mesmo apoiada na porta. Finalmente a abriu. A cama estava perto, mas Jéssica demorou cinco minutos para chegar até ela, pois tinha que chorar. Não por arrependimento, mas porque simplesmente tinha que chorar. Era um desejo. Ela chorou no chão do quarto. Se levantou, tirou a roupa, pôs uma camisola. Então deitou na cama e

dormiu. Sonhava que estava tomando sol na praia e tinha algo molhado em seu pescoço. Era bom. Então ela abriu os olhos. Bóris estava em cima dela. A encarando. O que esse gato quer de mim? Ele a olhava meticulosamente. Parecia que a desejava não sei se é para matar ou... para algo diabólico. Ela queria gritar, mas não podia. Sentia um peso no peito que começava a deixa-la sem ar. Gritar. Pedir ajuda. Era só isso que ela queria. O gato movimentava as patas como se estivesse pisando num punhado de terra. Ele quer me enforcar... O gato continuava os movimentos, só que mais fortes. Ela não conseguia se mexer. Não conseguia gritar. Estava sem ar... Jéssica estava desesperada. O gato afundava as patas no seu peito continuamente e não parava de olhar ela. A moça tentava procurar forças para pedir ajuda e não encontrava. Não conseguia nem mexer a cabeça. De repente, o Bóris aproxima seu focinho para o rosto dela. Ele tinha um ar gelado. O desespero dela aumentou. O gato encostou o nariz no dela e deu uma lambida nos seus lábios e empurrou seu peito, sufocando-a ainda mais. O felino voltou a olhar profundamente nos olhos dela. Os olhos de Bóris eram realmente fundos e penetrantes. Parecia que ela se perdia naquele verde cortado por um abismo. E nesse abismo, ela caía. Era por isso que ela não sentia ar, porque caía naquele abismo, caía onde não tinha fundo. O gato pisava em seu peito lhe tirando todo o ar. Era como se fosse uma forma de enforcá-la. Como vou escapar? Socorro. Jéssica precisava reunir todas as forças possíveis e impossíveis para se livrar do gato. Queria gritar, mas não conseguia. Tinha que tentar. Ela puxou um pouco o ar e relaxou o pulmão. A pata do gato pesou mais... Então ela decidiu tirá-lo de cima dela. Os braços não saíram do lugar. A pata do gato pesou ainda mais... Ela tentou rolar na cama. A pata do gato pesou mais... Jéssica se levanta de supetão! Bóris sai correndo do quarto enquanto a mulher tenta se recuperar. Ela se levanta, tranca a porta e dorme. Naquela noite, ela sonhou que estava em um cemitério, mais precisamente dentro de uma cova, e lá no alto, Marlon usava uma pá para jogar areia nela. E ao lado dele, Boris a fitava. Dois dias depois... Jéssica se arruma. Os policiais chegariam 10:30. Pontualmente, três homens e uma mulher na casa dos 40 anos entravam em sua casa. As investigações começariam. - Dona Jéssica – falava um homem alto de cabelos grisalhos. Era o investigador. – Fizemos a exumação e autópsia do corpo de Marlon e foi detectado cianureto. - Eu não permiti nenhuma exumação – bradou Jéssica encarando o investigador.

- Dona Catarina permitiu. Velha idiota. - Desde quando fazem a exumação de um corpo sem a permissão da esposa? – Jéssica estava jogando. - Isso não interessa. – respondeu o investigador. – Só queremos saber se a senhora tem algo a declarar. Cianureto é um veneno forte e mata logo após ser ingerido. - E? – Jéssica estava começando a suar. A mulher que acompanhava o investigador respondeu. - E então, Jéssica, a senhora declarou para a polícia e para a emergência que o seu marido apenas caiu morto no chão, levando todos a pensarem que sofreu um infarto. Quero lembrar que a senhora declarou, também à emergência, que Marlon era um homem doente. O exame não mostrou isso. O investigador de cabelos grisalhos continuou. - Resumindo o que a minha parceira falou: como o cianureto apareceu no corpo do seu marido? Jéssica tremeu. - Não sei. Não faço a mínima idéia. Ele pode ter se matado. - A senhora possui um frasco de cianureto aqui na sua casa? - Não. - E como o seu marido pode ter se matado? - Não sei. Eu não possuo cianureto aqui. Ao terminar de falar, os cinco escutam um barulho de vidro rolando. Quando eles encontarm a origem, se espantam. Bóris entra na sala brincando com um frasco o chutando para um lado e para o outro como se o frasco fosse uma bola ou um novelo de lã. O inspetor se aproxima do gato e pega o frasco. Jéssica se levanta. Aquilo não podia estar acontecendo. - Olhem – fala o inspetor – Aqui está escrito: cianureto. Vejam o rótulo. Não tinha mais como negar. Havia cianureto naquele frasco. Jéssica olha ao redor e todos a encaram. Quando ela vê Bóris, sente algo subir sua espinha, um calafrio, pois ele a olhava diretamente nos olhos. Continua... ,

3ª edição Jornal InterAção  
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