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Julho 2017 | Ano II | N.º 22

FERSANT Presidente da República visita feira empresarial

Cláudia Martinho Jorge e Pedro Valverde, a nova direção da MERCAR

“Voltámos a ser uma empresa que ri”

FICOR

Internacionalização

“Coruche - Capital Mundial da Cortiça”

BAU investe na Colômbia

Essence inn Marianos

AgriExport

Inaugurado o primeiro hotel inclusivo de Fátima

Como exportar para os Estados Unidos


ÍNDICE

09 Julho 2017 | Ano || | N.º 22

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

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Notícias das empresas FERSANT: Feira Empresarial supera expetativas CCDRC: Das 87 empresas gazela do Centro, 8 são do Médio Tejo Empresas: Essence inn Marianos Poder local Entrevista a Cláudia Martinho Jorge e Pedro Valverde, a nova direção da MERCAR

VINHOS 20 21

Dona Mécia – Divinis Conde De Ourém – Divinis

INFORMAÇÃO E APOIO 20

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Rede de Incêndio Armada As 10 competências-chave para prosperar na Quarta Revolução Industrial

VIVER O TEJO 26

Centro de BTT Alcanena – Nascentes do Alviela

INFORMAÇÃO E APOIO 24

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Recuperação de crédito: certidões eletrónicas a partir de junho 2017 Novos incentivos à contratação de jovens e desempregados de longa duração em vigor em agosto Medida Estágios Profissionais: prorrogadas candidaturas até 31 de julho Comissão Europeia: simplificadas regras aplicáveis aos investimentos públicos nos portos e aeroportos, na cultura e nas regiões ultraperiféricas Comissão Europeia: importação de produtos biológicos sujeitos a um novo sistema europeu de certificação eletrónica Proteja a sua empresa de Ransomware

EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO 37

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Notícias Empresas: LeopolDina Reis Simões – Assessoria de Imprensa e de Comunicação Empresas: FACTIS

INTERNACIONALIZAÇÃO

38 FICHA TÉCNICA Diretora: Maria Salomé Rafael Conselho Redatorial: Cláudia Monteiro Sandra Pereira ribatejo.invest@nersant.pt

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40 42 44 45

Notícias Empresas: BAU Special Solutions Empresas: Digidelta AgriExport: Como exportar para os Estados Unidos

Publicidade: Maria João Rodrigues maria.joao@nersant.pt Propriedade: NERSANT, AE. Várzea de Mesiões - Apartado 177 2354-909 Torres Novas Tel.: 249 839 500 | Fax: 249 839 509 www.nersant.pt

Periodicidade: Mensal Tiragem: 250 exemplares

Isento de registo na ERC ao abrigo do decreto regulamentar 8/99 de 9/6 artigo 12.º, n.º 1 a)

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

SUMOL+COMPAL DISTRIBUI DIVIDENDOS

Editorial

Ribatejo Invest

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revê o Banco de Portugal que a economia portuguesa cresça durante os próximos anos a um ritmo superior àquele que se antecipa para o conjunto da zona euro. Se o crescimento do PIB se situar nos 2,5%, Portugal registará o desempenho mais positivo nos últimos 17 anos. Este crescimento da economia, que se deve sobretudo ao dinamismo das exportações e ao crescimento do turismo, não deve fazer-nos esquecer os constrangimentos e dificuldades que sentem diariamente todas as empresas, principalmente as micro e PME. Sabemos do que falamos. A Ribatejo Invest tem percorrido o distrito e tem dado a conhecer histórias de sucesso de empresas da região, dando visibilidade a negócios e projetos inovadores, que muitos ainda desconhecem, porque é para os mercados externos que estas empresas se têm direcionado. De entre as várias preocupações elencadas, as dificuldades de acesso ao crédito bancário e de tesouraria surgem como as mais comuns. Ganha por isso especial relevância a apresentação do programa Capitalizar, que o Governo, através do Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, e do Presidente da Estrutura de Missão para a Capitalização das Empresas, José António Barros, apresentam na NERSANT no início deste mês. O programa Capitalizar, cujo objetivo é apoiar a capitalização das empresas e a retoma do investimento, propõe um conjunto de medidas e instrumentos financeiros muito interessantes e necessários para as empresas. Aguardamos com expetativa que rapidamente todas as medidas possam ser operacionalizadas, contribuindo assim para uma melhoria das condições de funcionamento das empresas e para a consolidação do nosso crescimento económico.

Maria Salomé Rafael Presidente da Direção da NERSANT

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A Sumol+Compal aprovou em Assembleia Geral a distribuição de um dividendo ilíquido de 0,08500 euros. Na mesma reunião, foram ainda eleitos os órgãos sociais da empresa que tem António Eusébio como Presidente. Este dividendo diz respeito aos resultados alcançados pela empresa no exercício financeiro de 2016, que foram lucros de 10,5 milhões de euros, tendo subido quase 25% face ao período homólogo do ano anterior. Na mesma Assembleia Geral, em que esteve presente ou representado 84,7% do capital social da sociedade com direito a voto, foi aprovada por unanimidade a eleição dos membros para o Conselho de Administração, Mesa da Assembleia Geral, Conselho Fiscal e Comissão de Vencimentos e o seguinte Revisor Oficial de Contas para o triénio 2017/2019. A empresa é liderada por António Eusébio e tem uma fábrica em Almeirim.

CABENA NA EXPOFLORESTAL A Cabena, empresa de Benavente especializada no fabrico de mobiliário urbano e de equipamento para espaço de jogo, recreio e lazer, esteve em Albergaria-a-Velha, a participar na ExpoFlorestal, o certame mais importante que se realiza em Portugal no segmento da indústria florestal, agrícola e de ambiente. A feira reúne assim, no mesmo espaço, todos os agentes ligados à fileira da floresta. Com a presença neste certame, a Cabena apresentou a sua variada gama de equipamentos na limpeza florestal e de aproveitamento energético dos resíduos florestais.

NOVO CONCESSIONÁRIO ŠKODA EM SANTARÉM Está já aberto ao público em Santarém a Santagus, o novo concessionário ŠKODA, colocando à disposição de particulares e empresas, toda a gama desta marca, desde os pequenos citadinos aos mais espaçosos e aventureiros. O novo concessionário ŠKODA situa-se na zona industrial de Santarém e realizou um cocktail de inauguração do novo espaço agora disponível nesta cidade, onde estiveram presentes dezenas de convidados.

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EDP VOLTA A LANÇAR PROGRAMA PARA LEVAR STARTUPS À WEB SUMMIT

VINHOS DO RIBATEJO PREMIADOS Os vinhos do Ribatejo não param de ser distinguidos quer em Portugal quer no estrangeiro. Agora, foi a vez da Quinta da Lagoalva, Solar dos Loendros e Herdade dos Templários viram os seus vinhos premiados. A Quinta da Lagoalva esteve no Concurso Mundial de Bruxelas 2017, onde foram avaliados 9080 vinhos. Os seus vinhos obtiveram excelentes classificações, com destaque para a atribuição de Medalha

de Prata ao Lagoalva Branco Talhão 1 2016 e ao Lagoalva Reserva Tinto 2015. No mesmo concurso, o vinho Convento de Tomar, da Herdade dos Templários, foi distinguido com Medalha de Ouro. Quanto ao Solar dos Loendros, foi atribuída Medalha de Ouro no âmbito do Portugal Wine Trophy 2017, ao seu Vinho Branco Solar dos Loendros - Chardonnay 2016. A Ribatejo Invest congratula os premiados.

Pelo segundo ano consecutivo, a EDP vai ajudar três startups portuguesas a ir ao Web Summit apresentar ideias para mudar o mundo energético. Desta vez, a empresa liderada por António Mexia juntou-se à Impresa para escolher as melhores ideias a concurso sem limitações de países: “As candidaturas podem ser enviadas até dia 23 de agosto e, posteriormente, serão analisadas por um júri constituído por elementos da EDP Inovação e do Grupo Impresa”. “As 15 melhores ideias passam à 2ª fase do concurso – um programa de aceleração de startups, desenvolvido pela Fábrica de Startups, no qual a equipa vai ter de prestar provas sobre a solidez e a viabilidade do projeto. Esta segunda fase decorre durante o mês de outubro e irá ser decisiva para selecionar os três finalistas”, garante a EDP.

RAÇÕES ZÊZERE ORGANIZA II SEMINÁRIO AVÍCOLA DO ZÊZERE GELADOS COM SABOR A RIBATEJO JÁ CHEGARAM A LISBOA Gelado de Pampilho e Sorvete de Melão de Almeirim, gelados medalhados num concurso realizado no CNEMA em Santarém, são apenas alguns dos sabores ribatejanos já disponíveis na capital portuguesa. A Pascoalini, geladaria com origem no Ribatejo, acaba de inaugurar o seu novo espaço em Lisboa, no Bairro Alto. “Este novo espaço tem uma área com mesas altas e um balcão especial para degustação dos gelados ou do café Nespresso, cappuccino, late

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macchiato, entre outras opções.... Ao longo dos 7 dias da semana teremos ainda um dos gelados medalhados nos sabores do dia...”, explicou o mentor do projeto, Rui Pascoalinho. De salientar ainda que a nova Geladaria do Bairro Alto apresentará uma nova imagem, tendo como inspiração a estrela principal da marca, isto é, os inúmeros sabores autênticos criados nos últimos quatro anos pela Pascoalini e que se aproximam muito dos sabores originais, surpreendendo até os palatos mais apurados.

A Rações Zêzere dinamizou no seu auditório, o II Seminário Avícola do Zêzere. O evento contou com cerca de 30 pessoas que exercem atividade no ramo avícola, e que tiveram a oportunidade de ouvir vários especialistas que abordaram os temas mais pertinentes da atualidade, contribuindo desta forma para o fomento do conhecimento técnico na comunidade. De acordo com a empresa, esta tem sido uma das preocupações da Rações Zêzere, que mantém a intenção contínua de aliar o conhecimento técnico à qualidade do saber-fazer. No evento marcaram presença os especialistas Rui Fortunato (Rações Zêzere), Sousa Nunes (TNA), Jorge Canoa (Merial), e Raul Garcia (Ibertec), que dissertaram sobre os seguintes temas, respetivamente: “O Futuro da Avicultura”, “Biosegurança na prevenção de Salmonella e Mycoplasma”, “Vacinação em Avicultura”, e por último “Successful cage-free management in Layers”.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Parceria entre a Sofalca, Vigobloco e Modo Arquitectos Projeto inovador de sinalética e mobiliário urbano em Coruche junta cortiça e betão branco Uma parceria improvável entre duas indústrias da região do Médio Tejo, associadas a uma equipa de arquitectos da mesma região, aceitou o desafio do município de Coruche para desenvolver um conceito inovador de sinalética e mobiliário urbano para o Centro Histórico da Vila de Coruche. Foi assim que a Sofalca, a Vigobloco e a Modo Arquitectos estabeleceram outra ligação improvável: a da cortiça com o betão branco. O projeto foi apresentando na FICOR Feira Internacional da Cortiça, que decorreu de 25 a 28 de maio, em Coruche, e é consequente da estratégia do município, que trabalha neste momento a respetiva imagem de marca assente, como é natural, neste elemento identitário, que ao mesmo

tempo se apresenta como grande janela para o mundo, na qual Coruche se afirma como Capital Mundial da Cortiça. “Portugal é não só o maior produtor de cortiça do mundo - 157 mil toneladas por ano, o dobro do segundo país, Espanha; é também o país com maior área de montado de sobro: 736 mil hectares - cerca de 30% do total mundial”, reforça Paulo Estrada, administrador da Sofalca, que vê a utilização da cortiça na sinalética e no mobiliário urbano, neste concelho especificamente, como “uma decisão natural e inevitável”. Rui Serrano, arquiteto e sócio da Modo Arquitectos, defende, enaltecendo a iniciativa do município de Coruche, que “a sinalética e o mobiliário urbano cumprem funções tão

importantes nos espaços públicos dos centros históricos, que sua ausência é imediatamente percebida pelas pessoas. Na verdade, esta ausência é muitas vezes causa de experiências pouco positivas, associadas a memórias que evitam o regresso aos lugares visitados”.

SOBRE A PARCERIA EMPRESARIAL A Sofalca assenta a sua filosofia de negócio numa forte tradição e experiência acumulada no setor da cortiça. A Vigobloco está no mercado com uma preocupação constante na sofisticação de processos produtivos e na comercialização de pré-fabricados de betão. A Modo Arquitectos aposta no desenvolvimento criativo e inovador do potencial da região.

X edição da FICOR reforça a marca “Coruche - Capital Mundial da Cortiça” A X Edição da FICOR foi inaugurada pelo Ministro da Agricultura, Capoulas Santos, e o Presidente da Câmara Municipal de Coruche, Francisco Oliveira. Francisco Oliveira, edil do município de Coruche, destacou perante os produtores de cortiça, empresários, profissionais do setor florestal e agrícola, bem como da população, a importância da FICOR que se tem vindo a afirmar ao longo dos anos no contexto nacional e internacional pelo caráter interprofissional, agregando os principais agentes da fileira, desde a produção florestal à indústria, passando pela investigação e desenvolvimento. Exemplo disso tem sido o trabalho desenvolvido pelo Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça, que reuniu no passado dia 26 de maio a fim de aferir o estado da arte ao nível da investigação e a forma de financiar a Agenda 3i9. Para além do carácter interprofissional, destacou-se ainda o debate político, que teve lugar no Observatório do Sobreiro e da Cortiça, que teve como mote o compromisso de “Todos pelo Sobreiro”. O Presidente destacou ainda a importância da ligação do vinho à cortiça e a criação do espaço Wine and Cork que se revelou um sucesso de partilha tripartida entre casas vinícolas, produtores de cortiça e a população. Em jeito de balanço o Presidente Fran-

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cisco Oliveira reforçou que “o carácter lúdico- profissional da FICOR é o nosso selo de qualidade, conseguimos colocar este tema na ordem do dia e reforçar a importância da sustentabilidade do sobreiro e da importância deste setor para a nossa economia, além de termos conseguido gerar atratividade e tornar a cortiça um tema atraente para o público em geral. Tivemos milhares de visitantes a assistir ao Desfile de Moda Coruche Fashion Cork, que este ano contou com os coordenados do estilista Nuno Baltazar, e a animação, quer em concertos quer nas atividades lúdicas para os mais novos, foi um sucesso. Disse na inauguração da Feira e reforço, agora, estamos na presença do nosso ouro verde” destacou. Além da mobilização da população no vasto programa lúdico- cultural, um dos maiores sucessos da FICOR esteve na área desportiva com a XIII Edição da Corrida das Pontes que contou com mais de 900 atletas e é já um marco nos eventos de running a nível nacional. “A importância do evento e a certeza de que estamos no caminho certo passa, também, pela atratividade que o nosso território tem tido nomeadamente com a IKIMOBILE que foi parceira do evento e vai investir 1.6 milhões em Coruche na área da tecnologia móvel. Hoje, Coruche é sinónimo de cortiça e montado de sobro e

este certame contribui para o desenvolvimento rural de áreas de baixa densidade, e reconhece a importância estratégica desta nobre matéria-prima, a cortiça, para o futuro do nosso concelho e país”, disse ainda o Presidente do Município.

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Projetos turísticos do Ribatejo distinguidos pela Entidade Regional de Turismo Diversos projetos do Ribatejo foram distinguidas no âmbito dos prémios Turismo do Alentejo – Ribatejo 2016. A cerimónia de entrega de prémios decorreu no Centro Cultural Fialho de Almeida, em Cuba, que contou com a presença de inúmeros parceiros, entre públicos e privados. A Entidade Regional de Turismo atribuiu o “Melhor Evento” do Ribatejo ao Proj In.Str / Iniciativa verão In.Str …é um espanto!, o “Melhor Enoturismo” à Sociedade Agrícola da Quinta da Lagoalva, a “Melhor Gastronomia” à Sabores do Toiro Bravo (Menção Honrosa) e a “Melhor Tecnologia e Comunicação ao Sítio de Turismo do Município de Rio Maior, O Maior Turismo (Menção Honrosa). Na categoria “Melhor Animação Turística”,

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foi atribuída uma menção honrosa à Passeios Turísticos a Cavalo pelo Ribatejo e o prémio à Rota do Escaroupim e Cultura Avieira. Casas do Falcoeiro conseguiram uma menção honrosa no âmbito da categoria “Melhor Alojamento Local” e o Benavente Vila Hotel arrecadou o prémio de “Melhor Empreendimento Turístico”. Quanto ao “Melhor Projeto Público”, foi atribuído o prémio à Falcoaria Real de Salvaterra de Magos. Foi ainda atribuído um prémio especial “Turismo do Alentejo / Ribatejo”, referente à candidatura desta mesma Falcoaria a Património Cultural Imaterial. De referir que a região do Ribatejo concorreu com 38 projetos, e o Alentejo com 138.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

FERSANT

Feira Empresarial supera expetativas A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, organizou em paralelo com a Feira Nacional da Agricultura, a XXVIII FERSANT – Feira Empresarial da Região de Santarém, que voltou a superar as expetativas da organização. certame foi inaugurado no dia 10 de junho pelo Ministro da Agricultura, Capoulas Santos, que visitou as empresas expositoras da FERSANT, acompanhado pelo Vice-Presidente da Direção da NERSANT, Domingos Chambel, que foi dando a conhecer as empresas em questão. Uma das paragens obrigatórias foi no stand do Agrocluster Ribatejo, entidade criada pela NERSANT há alguns anos e que hoje congrega na sua estrutura associativa grande parte das maiores empresas agroindustriais da região. O certame foi ainda visitado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que esteve na feira no dia 13 de junho, e que aproveitou a ocasião para incentivar os empresários presentes no certame a continuar a investir no país. O Presidente da República foi acompanhado na visita por alguns membros da direção da NERSANT, entre os quais João Lucas e Diogo Almeida Ramos, bem como

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pelo Presidente da Comissão Executiva da NERSANT, António Campos. Esta é a 28.ª edição da FERSANT, que se mudou em 2010 para Santarém, em paralelo com a feira da Agricultura. Desde essa altura, o certame não tem parado de crescer, sendo cada vez mais os visitantes que acorrem ao local para realizar negócios com as empresas expositoras. Também o networking empresarial se tem intensificado, sendo este um local cada vez mais importante para a concretização de parcerias comerciais e negócios entre as diversas empresas expositoras. Nada melhor que o testemunho das empresas participantes para comprovar a eficácia do certame. Ana Coelho, da empresa Diamantino Coelho & Filho, S.A., explicou à Ribatejo Invest que o principal objetivo da empresa com a participação no certame foi a divulgação de novos produtos, nomeadamente a alimentação biológica para animais que a empresa começou a produzir recentemente. Na feira, contou

Ana Coelho, “foram efetuados vários contactos e as pessoas que visitaram o nosso stand mostraram interesse. Na sequência da FERSANT ficaram encaminhadas várias reuniões com possíveis clientes (finais e revendedores), para apresentação dos produtos e condições comerciais”. “O balanço geral da feira foi, por isso, positivo e correspondeu às nossas expetativas”, finalizou a empresária. Quem também teve bons resultados na FERSANT foi a empresa Primetool, do Grupo Filipe Faria. Justino Rosa começou por dizer à Ribatejo Invest que a feira permitiu dar a conhecer “a empresa e o grupo, bem como os produtos por nós produzidos e comercializados.” Tal como a Diamantino Coelho, também para a Primetool valeu a pena participar no certame. Segundo Filipe Faria, o balanço não poderia ter sido melhor: “Encetaram-se contactos que já se transformaram em negócios”, divulgou. O certame finalizou dia 18 de junho.

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Seminário sobre a Economia Circular decorreu na FERSANT

Agrocluster Ribatejo propõe criar valor em vez de desperdício Foi no dia 16 de junho, no CNEMA em Santarém, que o Agrocluster Ribatejo reuniu em seminário um conjunto de empresas agroindustriais, para falar sobre a Economia Circular. A sessão, realizada ao abrigo do projeto Natureef, teve como objetivo alertar os presentes para as vantagens da Economia Circular. Criar valor em vez de criar desperdício. Foi desta forma que o Presidente do Agrocluster Ribatejo, Carlos Lopes de Sousa, resumiu o conceito de Economia Circular. O dirigente do cluster alertou as empresas para a necessidade de se adaptarem a esta nova tendência, uma vez que a implementação dos princípios que regem a mesma, tem inúmeras maisvalias para as empresas. Para este seminário, o Agrocluster Ribatejo convidou três oradores, que deram o seu testemunho quanto à temática. António Vasconcelos, da empresa The Natural Step, uma ONG que tem como missão alertar a sociedade para as questões da Economia Circular, fez uma apresentação sobre “As tendências inovadoras na economia circular do setor agroindustrial”, deixando diversas sugestões de adaptação do conceito ao negócio das empresas presentes. Seguiu-se a intervenção de duas empresas, que explicaram a adaptação do seu negócio à Economia Circular. Nuno Oliveira, da Esporão S.A., falou sobre a economia circular na perspetiva da gestão dos ecossistemas e João Silva, da

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Cooperfrutas explicou de que forma a sua empresa está a aplicar este conceito, com enfoque nas diversas vantagens que isso acarreta. Este seminário realizou-se no âmbito do projeto Natureef, consórcio internacional que o Agrocluster Ribatejo integra e que tem como objetivo a transferência de tecnologia para as empresas da região. Teve lugar no CNEMA, em Santarém, no âmbito da realização da FERSANT e Feira Nacional da Agricultura. De referir que a Economia Circular é um conceito estratégico que assenta na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia, substituindo o conceito de fim-de-vida da economia linear, por novos fluxos circulares de reutilização, restauração e renovação. A Economia Circular ultrapassa assim o âmbito e foco estrito das ações de gestão de resíduos e de reciclagem, visando uma ação mais ampla, desde o redesenho de processos, produtos e novos modelos de negócio até à otimização da utilização de recursos (“circulando” o mais eficientemente possível produtos, componentes e materiais nos ciclos técnicos e/ou biológicos). Visa assim o desenvolvimento de novos produtos e serviços economicamente viáveis e ecologicamente eficientes, materializando-se na minimização da extração de recursos, maximização da reutilização, aumento da eficiência e desenvolvimento de novos modelos de negócios.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Das 87 empresas gazela do Centro, 8 são do Médio Tejo

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Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) identifica, pelo quinto ano consecutivo, as empresas gazela da região Centro. Das 87 empresas gazela identificadas nesta região, 8 são do Médio Tejo. O conceito de empresa gazela, assumido internacionalmente, corresponde a empresas jovens e com elevados ritmos de crescimento, sustentados ao longo do tempo. Correspondem a organizações inovadoras, capazes de se posicionarem de forma diferenciadora nos mercados, onde afirmam a sua competitividade e constroem sucesso

a um ritmo acelerado, contribuindo fortemente para a criação de postos de trabalho. No relatório elaborado pela CCDRC, contam-se 87 empresas gazela na região Centro, mais 30 do que em 2015. Destas empresas, 8 delas são da sub-região do Médio Tejo e integram, todas elas, o distrito de Santarém. A Ribatejo Invest não perdeu a oportunidade de dar a conhecê-las. As distinções às empresas aconteceram numa gala realizada em Coimbra, com a presença de Manuel Machado, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro e Nelson de Souza,

Secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão. De referir que a região Centro de Portugal integra as sub-regiões da Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela, Médio Tejo, Oeste, Região de Coimbra, Região de Leiria e Viseu Dão-Lafões. Do Médio Tejo fazem parte diversos concelhos do norte do distrito de Santarém, entre eles, Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha. Integram ainda o Médio Tejo os concelhos da Sertã e Vila de Rei, distrito de Castelo Branco.

Empresas gazela 2016 – Médio Tejo Nome

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Atividade Económica

Município

Construções Francisco & Marco, Lda.

Construção

Ferreira do Zêzere

GSP, Unipessoal, Lda.

Indústrias Transformadoras

Abrantes

Montalman, Lda.

Indústrias Transformadoras

Ourém

Mtil – Empresa de Trabalho Temporário, S.A.

Atividades administrativas e dos serviços de apoio

Abrantes

Oceanfólio, Lda.

Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis e motociclos

Vila Nova da Barquinha

Ribasabores – Indústria de Carnes, Lda.

Indústrias Transformadoras

Tomar

Sava – Velas e Ceras, Unipessoal, Lda.

Indústrias Transformadoras

Mação

Tribosaicos – Unipessoal, Lda.

Construção

Torres Novas

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Essence inn Marianos

Inaugurado o primeiro hotel inclusivo de Fátima Fátima tem um novo hotel. Trata-se do Essence inn Marianos, nova unidade hoteleira de quatro estrelas. Os conceitos Espiritualidade e Inclusão não são nesta nova unidade hoteleira teóricos ou abstratos, porque se veem, se sentem, quer pelos hóspedes, quer pelos funcionários, ou não fosse o Essence inn Marianos o primeiro hotel inclusivo de Fátima.

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lguns elementos diferenciadores do hotel, que tem como lema “Despertar Sentidos”, começam na própria arquitetura, da autoria do gabinete Branco Cavaleiro Architects, que projetou uma unidade hoteleira de linhas modernas e traços simples, com espaços bem dimensionados e ambiente contemporâneo e cosmopolita. Mas a surpresa não fica por aqui. O despertar dos sentidos é reforçado pelo carácter temático assumido em cada piso, caracterizado por um tema e uma essência associada: piso 1 Floral, piso 2 Frutado, piso 3 Natural, piso 4 Amadeirado, piso 5 Oriental. Com uma localização privilegiada pela proximidade com o Santuário, o Essence Inn Marianos resulta da requalificação de duas unidades hoteleiras propriedade da Congregação dos Marianos: o Hotel Marianos e a Pensão S. Paulo. Os dois antigos empreendimentos estão agora irreconhecíveis já que foram completamente requalificados. O próprio conceito de hotelaria foi redefinido com este novo projeto: Espiritualidade e Inclusão passam a ser as dimensões estratégicas e distintivas do Essence Inn Marianos. “Pretendemos manter o apelo que nos caracteriza como congregação religiosa, a uma vivência de espiritualidade, mas apresentamos agora uma oferta de bemestar e de lazer que queremos inclusiva e diversificada”, explica o padre Jovanete Paulo Vieira, superior da congregação dos

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Marianos da Imaculada Conceição em Portugal e diretor do Essence Inn Marianos. Além dos dispositivos habituais que servem as pessoas com mobilidade reduzida ou total, o Essence Inn Marianos terá toda a sinalética em Braille e será o primeiro hotel em Fátima a usar a tecnologia inovadora Be My Eye, para auxílio às pessoas cegas que chegam ao hotel. A pretensão da inclusão não está contudo pensada unicamente para os hóspedes, alarga-se ao próprio funcionamento da unidade hoteleira, já que 20% dos colaboradores são portadores de alguma defici-

ência/limitação. “Temos, em diferentes serviços, funcionários com algum tipo de limitação, nomeadamente auditiva, cognitiva, motora e congénita. Sobretudo queremos envolver, acolher e sensibilizar para a inclusão”, explicou Rita Cunha, assistente de direção do hotel. O Essence Inn Marianos tem 91 unidades de alojamento: 76 quatros duplos e 10 singles; 3 suites e 2 apartamentos. Desses, 38 espaços de alojamento estão preparados para receber hóspedes com mobilidade condicionada. Falamos de uma unidade hoteleira voca-

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Além dos dispositivos habituais que servem as pessoas com mobilidade reduzida ou total, o Essence Inn Marianos terá toda a sinalética em Braille e será o primeiro hotel em Fátima a usar a tecnologia inovadora Be My Eye, para auxílio às pessoas cegas.” cionada para turismo de lazer, cultural ou religioso, para viagens de negócios ou eventos familiares, sociais e empresariais. O hotel é servido de um business center com três salas que podem ser usadas juntas ou de forma separada. Foram os antigos clientes a ter o privilégio de estrear o novo hotel. “Trabalhamos com as mesmas famílias e grupos há anos, quisemos que fossem eles os primeiros a apreciar e a desfrutar o novo hotel. A

Inclusão também está nestes pequenos gestos, só assim tem sentido falarmos em verdadeiro acolhimento”, refere o padre Jovanete Paulo Vieira. Com estacionamento privado para ligeiros e para autocarros, o Essence Inn Marianos possui uma piscina interior, com luz natural indireta proporcionada por um pequeno pátio. O restaurante tem vista privilegiada para a Praça Luís Kondor e capacidade para mais de 100 pessoas. O hotel tem dois bares: um serve a zona da receção e do restaurante e o outro é um piano bar, junto do business center. A congregação dos Marianos da Imaculada Conceição foi fundada em 1673 pelo Beato Estanislaw Papczynski, na Polónia. Possui atualmente 485 membros em 19

países. A congregação foi introduzida em Portugal em 1754 pelo zelo missionário de Frei Casimiro Wyszinski e atualmente trabalha em diferentes áreas de apostolado: juvenil e vocacional, da misericórdia, paroquial, acolhimento, fé e cultura. O Seminário dos Marianos estabelece-se como casa religiosa em Fátima em 1972, num edifício onde em tempos funcionara a Clínica de Fátima. Posteriormente passa a hotel. A Pensão São Paulo era contígua ao terreno do Seminário e foi adquirida em 1983 com o objetivo de acolher peregrinos. No novo Essence Inn Marianos existe um espaço que evoca a antiga capela, que lembra o carisma dos Marianos, convite para o enriquecimento cultural, espiritual e religioso.

Manulena abre loja de velas no hotel A fábrica de velas e artigos decorativos Manulena dá início na Cova da Iria/ Fátima a um novo projeto: a abertura da sua primeira loja de velas, integrada no Essence Inn Marianos. “Além da venda dos artigos das diferentes gamas e marcas que produzimos, a Manulena Candle Shop terá um espaço de oficina-workshop onde o cliente pode fazer a experiência do fabrico de uma vela”, refere Pedro Custódio, diretor-geral da Manulena. A loja-oficina é um projeto desenvolvido em conjunto pela Manulena e pelo Essence Inn Marianos, onde funciona a loja. A Manulena Candle Shop surge como uma conjugação de esforços com base na conceção definida pelo hotel. “Desde o início do projeto que pretendemos que o hotel tenha um espaço onde o cliente possa conceber a sua vela, já que o simbolismo da luz é muito forte em Fátima, basta pensar no impacto que tem a procissão das velas”, explica o padre Jovanete Paulo Vieira, diretor-geral do Essence Inn Marianos, que recorda que “foi muito difícil encontrar parceiros com experiência comprovada no setor, até que

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conheci a Manulena”. Por seu lado, a Manulena refletia de há um tempo a esta parte na possibilidade de abertura da sua primeira loja de velas. “Era um objetivo que tínhamos: juntar à produção e comercialização, uma loja própria, a Manulena Candle Shop. Sempre quisemos que a nossa primeira loja abrisse em Fátima, onde o nosso pai iniciou a comercialização das velas que produzia de forma artesanal. Esta parceria veio na altura certa, foi uma feliz coincidência”, explica Pedro Custódio. O espaço comercial do Essence Shop tem acesso pelo interior do hotel e, diretamente do exterior, pela Praça Luís Kondor. Está dividido em três setores: o da venda de artigos religiosos; a venda de velas e artigos de decorativos da Manulena e o espaço de oficina-workshop. Ânia Matos, do Departamento Comercial da Manulena, explica como funcionará o processo de criação da vela: “Primeiro há que escolher o formato e o tamanho da vela; depois a cor, que pode ser, por exemplo, uniforme ou em degradê. É possível selecionar uma essência aromática – Floral, Frutado, Natural, Amadeirado

ou Oriental – e finalizar a decoração ao gosto pessoal”. Fundada em 1968, por Manuel Pedro Custódio, falecido em 2011 aos 76 anos de idade, a Manulena mantém-se uma empresa familiar, administrada pelos três filhos do fundador, o José, o João e o Pedro. Dois dos netos Custódio já integram a equipa de trabalho desta empresa sediada em Mira de Aire, no distrito de Leiria, e que fabrica, comercializa e exporta velas decorativas e de culto, ambientadores e outros produtos que têm como matéria-prima a cera.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Município de Alcanena adquiriu veículos elétricos…

Futuros arquitetos desafiados a pensar Santarém Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal de Santarém, e João Monteiro, Presidente da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, assinaram um protocolo de cooperação entre as duas entidades, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. O protocolo visa desenvolver a cooperação entre as partes em áreas de interesse comum, nomeadamente, científica, cultural e social, estudos sobre Arquitetura e Urbanismo, incrementando a relação entre o meio académico e o Município. Os estudantes da Faculdade de Arquitetura vão realizar estudos nas áreas de Arquitetura e Urbanismo de interesse para o território do Município, bem como desenvolver projetos de investigação científica em conjunto com os arquitetos da autarquia. O protocolo vai permitir uma troca de experiências, assim como uma criação de conhecimento que vai beneficiar o território concelhio e as suas comunidades. Para João Monteiro é muito importante a ligação das Universidades à prática, “a ligação direta entre a prática da profissão e a ligação às pessoas que trabalham na profissão, ou seja, na ligação da prática à realidade”. Ricardo Gonçalves referiu que é importante que “as pessoas se sintam desafiadas a pensar Santarém”. O autarca considera que este tipo de protocolo é muito importante “pois vai trazer para Santarém novos olhares, novas visões que vão poder acrescentar e ver potencialidades ou fraquezas com as quais nós, muitas vezes, já estamos familiarizados, pelo que não as detetamos”.

Teve lugar no Cineteatro de Porto de Mós, a cerimónia de Assinatura dos Contratos de Financiamento de Aquisição de Viaturas Elétricas de Serviços Urbanos Ambientais, presidida pelo Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes. A Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, e a Diretora do Fundo Ambiental, Alexandra Carvalho, procederam à assinatura do contrato de financiamento referente à aquisição, pelo Município de Alcanena, de três viaturas elétricas, dirigidas aos serviços ambientais da autarquia, num investimento total de 84.870,00€, comparticipados a 25% pelo Fundo Ambiental, o que corresponde a 21.217,50€. Os veículos elétricos adquiridos pela

autarquia destinam-se a substituir os veículos dos serviços urbanos ambientais, utilizados no âmbito das competências nas áreas de limpeza urbana, de jardins e na prestação de outros serviços ambientais, visando a redução dos consumos e das emissões poluentes e, consequentemente, reduzir os custos diretos e indiretos na sua utilização.

…E o Município de Torres Novas também Na cerimónia de assinatura dosa contratos de financiamento, o Município de Torres Novas esteve representado pelo Presidente da Câmara Municipal, Pedro Ferreira, que viu a sua candidatura aprovada pelo Fundo Ambiental (Aviso de concurso nº 557-A/2017 - Veículos de Serviços Urbanos Ambientais Elétricos) no valor de 48.502,55€ (Investimento elegível estimado), com financiamento aprovado de 13.011,24€ Esta aprovação e assinatura de contratos representa a aquisição de viatura comercial de mercadorias de 2 lugares, elétrica, para apoio a serviços ambientais; de uma máquina lavadora-aspiradora elétrica para limpeza de espaços públicos e de 3 pontos de carregamento de veículos elétricos. De referir que, da região do Médio Tejo, apenas quatro municípios apresentaram candidatura ao Fundo Ambiental para aquisição de viaturas elétricas de servi-

ços urbanos ambientais, nomeadamente, Alcanena, Torres Novas, Entroncamento e Serviços Municipalizados de Tomar. Para além do Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, estiveram também presentes nesta cerimónia o Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, e o Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, assim como os Presidentes e representantes das 117 autarquias e serviços municipalizados contemplados no âmbito das respetivas candidaturas apresentadas ao Fundo Ambiental.

Tomar com Espaço Empresa nos Paços do Concelho Tomar acaba de abrir no Balcão Único de Atendimento do Município, situado no rés-do-chão dos Paços do Concelho, o Espaço Empresa, que funciona das 9h00 às 16h00, sem interrupção. Estão agora disponíveis neste local os serviços de Registo Nacional de Pessoas Coletivas (Certificado de Admissibilidade On-line para entidade a constituir; Certificado de Admissibilidade On-line de alteração de nome, sede ou objeto para

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entidade já constituída; e consulta de certificado de admissibilidade), Regime Jurídico de Acesso e Exercício de Atividades de Comércio Serviços e Restauração (Feirante ou vendedor ambulante - acesso, alteração e cessação da atividade; Restauração e bebidas - exploração, alteração e encerramento de estabelecimento; Restauração e bebidas não sedentária - exercício, alteração e cessação da atividade), Alojamento Local (registo de atividade;

registo de cessação de atividade; registo de alteração de dados; e consulta de registo), Autenticação BdE (registo de acesso), Criação Chave Móvel Digital, Acesso ao DEE (Dossier Eletrónico da Empresa) e INPI - Propriedade Industrial (registo de marcas on-line).

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ENTREVISTA

Cláudia Martinho Jorge e Pedro Valverde, a nova direção da MERCAR

“Voltámos a ser uma empresa que ri” Uma grave crise económico-financeira que assolou o país e quase paralelamente a morte do fundador da empresa, Martinho Jorge, foram a “gota de água” para o conhecido concessionário da Renault em Abrantes. A persistência de Cláudia Martinho Jorge em salvaguardar a empresa, levou a empresária a tomar medidas drásticas e a procurar “sangue novo” para a sua MERCAR. Depois de um período conturbado, onde chegou a partilhar o seu vencimento com o novo Director-geral da empresa, Pedro Valverde, a empresa está de novo em velocidade cruzeiro rumo ao crescimento. A MERCAR é uma empresa antiga com uma nova gestão. Como tem sido este desafio? CMJ: A MERCAR foi fundada em 1983 pelos meus pais. Eu nunca quis acompanhar o negócio e cheguei até a afastarme bastante daqui, seguindo Engenharia Zootécnica nos Açores. Quando já estava a trabalhar nesta área, o meu pai resolveu vender a empresa, pois não estava a conseguir acompanhar o mercado, nomeadamente a informatização crescente que se fez sentir naquela altura. Achei por bem, com uma licenciatura em engenharia, bastante vasta, e com alguma formação mais específica na área, experimentar e tentar salvaguardar a empresa. Receei que se perdessem todos estes postos de trabalho e, foi assim que me iniciei neste percurso.

É bom trabalharmos numa empresa que ri, é aqui que passamos maior parte do nosso dia.” Cláudia Martinho Jorge

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Fiz uma formação em vendas automóvel no IFA – Instituto de Formação Automóvel da Renault Portugal e o meu pai na altura fez questão que me iniciasse numa empresa modelo do grupo à época. E a empresa modelo selecionada por ele foi a Renault Telheiras, onde fui estagiária aprendiz e onde conheci o Pedro Valverde, na altura Diretor de Vendas da mesma. O meu pai acabou por não vender a empresa e vim para cá no final de 2002. PV: A Renault Telheiras, que é o braço armado do próprio importador, foi uma empresa criada na altura com uma lógica visionária. As instalações eram o topo daquilo que havia, as pessoas foram selecionadas a dedo, tudo o que eram projetos piloto do importador passavam por ali. Foi uma empresa criada em 1998 com esse objetivo. É nesta linha que o Martinho Jorge pede à Cláudia para fazer uma passagem lá, porque a Renault Telheiras era, na altura, o centro vivo da atualização, daquilo que seriam todos os projetos de desenvolvimento ao nível do retalho. E em 2002, a Cláudia integra definitivamente a MERCAR em Abrantes… CMJ: Os estilos de gestão e a própria operacionalização da atividade é bastan-

te diferente nos dois locais. Ainda vim aprender muito. Na altura comecei por desenvolver trabalho que ainda não era realizado na empresa, nomeadamente pelo marketing e ainda por preparar a empresa para a certificação da qualidade. Uma vez que não havia funções definidas para cada colaborador, comecei por definir as tarefas e missões das pessoas, a nível de processos, procedimentos… e fui acompanhando também a área comercial muito de perto, fui tentando apanhar também alguma técnica acompanhando o meu próprio pai com a gestão da equipa de vendas e do laboratório comercial. Acabei por assumir a equipa de vendas como responsável. Não correu tao bem como eu esperava: era jovem, não tinha a experiência e, para além disso, entrámos na fase de declínio do mercado. PV: Quando a Cláudia começa, foi uma fase em que o mercado se dividiu por quatro. Não há milagres… CMJ: A equipa comercial foi sendo substituída e alterada porque existiam elementos muito antigos que não agarravam os processos da forma que queriam que fossem abordados. Queríamos alterar o conceito de vendedor para o verdadeiro conselheiro comercial, sempre disponível

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No final de 2014, eu e a Cláudia iniciámos as nossas conversações sobre a hipótese de integrar a empresa. Chegámos à conclusão que a MERCAR não podia gastar nem mais um tostão. E assim sendo, foi de comum acordo que o vencimento que a Cláudia tinha teria de ser dividido comigo, e foi o que aconteceu.” Pedro Valverde para informar, esclarecer e tentar adaptar a oferta à realidade do cliente. Foi isso que aprendi em Telheiras, quer na formação quer no concessionário. Naturalmente que o reconhecimento da equipa numa pessoa tão jovem e que acabava por ter muitas ideias inovadoras - e teóricas! - também não ajudou a que o trabalho planeado fosse implementado da melhor forma. O meu pai a essa data queria ir-se afastando da empresa, queria abraçar outros projetos pelos quais estava apaixonado, como a agricultura. Manteve-se, no entanto, sobre a alçada do comércio das viaturas usadas, no qual ele tinha realmente uma paixão enorme e conseguia-se destacar dentro de toda a rede de distribuição pelos resultados que tinha a nível dos usados. A mim, sentia que me faltava algum défice da alma comercial que via nele. O Martinho a dada altura, em 2008, entrega-me a gestão da empresa, mas estava sempre no backoffice, a orientarme e dar-me todo o apoio possível. Até que em 2012 temos a infeliz perda do nosso fundador. O Martinho acaba por falecer de forma muito repentina, muito dura, em que eu já estava na gestão da empresa, mas ainda precisava bastante dele. Não só eu, mas toda a equipa! As pessoas viam nele o pilar de sustentação desta empresa. Ele era esta empresa. Ele era a MERCAR. De 2012 até fins de 2014 foram anos bastante duros para a MERCAR. Os resultados financeiros da empresa deterioraram-se bastante nesta altura. Já em 2011 tivemos de fazer uma restruturação de pessoal, em 2012 tive de continuar, após o falecimento do meu pai. Foram épocas muito

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Pedro Valverde e Cláudia Martinho Jorge difíceis a nível económico e financeiro e até de motivação. Tínhamos 42 pessoas e despedimos 22. Chegámos a ser 19. Faturávamos 7 milhões quando entrei e em 2014, o volume de faturação foi de 2 milhões 680. O ambiente era pesado, e quase que poderia ter deixado cair esta empresa. Já não sabia o que havia de fazer. É aqui que surge o Pedro Valverde. Quando aparece o Pedro, cansado da capital e de empresas que gerem as pessoas como números, à procura de um projeto no interior do país, nesta zona onde ele tem casa, foi ouro sobre a azul. Ele tinha aquela alma comercial que não estava a conseguir desenvolver! Com todo o conhecimento que ele tinha e valores tão semelhantes aos nossos, só podia correr bem. Depois de 1 ano de experiência, acabámos, eu e a minha família, por convidar o Pedro a entrar no capital social da MERCAR e nesta missão de salvaguardar a empresa e estes postos de trabalho. Quando o Pedro se junta à MERCAR, começam a caminhar no sentido do crescimento. Verdade? CMJ: O Pedro Valverde foi realmente essencial. É uma pessoa com muito carisma, que veio de fora, com uma grande visão, bagagem e paixão pelo setor automóvel. Com um grande sentido de observação, de análise e de ponderação, não lhe faltaram ideias válidas para implementar uma nova estratégia. Num período bastante curto o Pedro consegue motivar a equipa e, de forma estratégica, levar-nos a aumentar as vendas. A pouco e pouco, fomos levantando também a moral e a motivação. Esta parceria veio dar aqui um input, um sangue novo à empresa. Hoje

voltámos a ser uma empresa que ri. É bom trabalharmos numa empresa que ri; é aqui que passamos maior parte do nosso dia. Pedro, que estratégia foi esta? PV: Antes disso, só para contextualizar: fui diretor de vendas da empresa de 1998 a 2014, no final enquanto gerente de três empresas do grupo Renault, entre as quais a Renault Telheiras. Uma das grandes vantagens da Renault face ao mercado é o facto de ser uma marca visionária e leva ao ponto limite a aplicação e implementação de todos os projetos, em matéria de retalho, comecem eles do lado da gestão ou do lado comercial, do marketing… é evidente que tive a grata oportunidade de receber esta formação durante longos e muitos anos. Antes da minha esposa falecer já tínhamos decidido que iríamos terminar os nossos dias no campo, no Castelo de Bode, onde temos casa. Aquando da morte da minha mulher, decidi mudar de vida. Em Lisboa, as pessoas não têm face…. O que é que aconteceu? No final de 2014, eu e a Cláudia iniciámos as nossas conversações sobre a hipótese de integrar a empresa. Chegámos à conclusão que a MERCAR não podia gastar nem mais um tostão. E assim sendo, foi de comum acordo que o vencimento que a Cláudia tinha teria de ser dividido comigo, e foi o que aconteceu. Isto implicou, quer dum lado, quer do outro, alguma paixão por aquilo que se faz. Até dezembro, apenas fizemos um levantamento daquilo que era necessário e chegámos à conclusão de que era necessário passar uma visão. O management tinha de ser capaz de o fazer! Sentia que as pessoas andavam um pouco desorientadas, sem rumo. E a nossa visão assentava em três

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ENTREVISTA

Hoje em dia já estamos próximo dos 7 milhões de euros de volume de faturação. Mas não queremos ficar por aqui.” Pedro Valverde

eixos de desenvolvimento: volume, rentabilidade e qualidade. Em primeiro lugar começámos por estudar a maturidade profissional dos colaboradores e delinear um plano para os motivar. Percebemos que havia ainda a necessidade de encontrar alguém que nos pudesse ajudar na parte da oficina e do após-venda. Em abril de 2015, contratámos o Sr. António Realista, responsável da área após-venda, com vastíssimo conhecimento e vindo do grupo a retalho da Renault. Este foi uma dos elementos de charneira da MERCAR, que fez com que, praticamente com as mesmas pessoas, aumentássemos significativamente a produção. CMJ: Aliás, devo referir que alguns das pessoas que saíram quando houve necessidade de efetuar despedimentos coletivos, começaram a ser recolocadas nesta altura. Hoje em dia temos 26 colaboradores e com perspetivas de contratar mais dois para a área comercial. Curiosamente também, quanto ao Sr. António Realista, foi uma pessoa que procurámos bastantes vezes em Telheiras para nos ajudar com alguns processos. É curioso que também ele esteja cá atualmente. Também uma palavra de apreço para a Sílvia Augusto, que entrou cá uma estagiária da área da contabilidade e que a pouco e pouco foi ganhando a confiança de todos e com o seu profissionalismo conquistou o seu espaço tornando-se, o meu braço direito…. PV: Voltando à atividade. O Sr. António Realista só no 1.º ano consegue com os mesmos colaboradores, aumentar em cerca de 1300 as horas faturadas na oficina. E se pensarmos que o número de horas corresponde naturalmente a um aumento da venda do número de peças, pode-se verificar o crescimento. Havia uma necessidade muito grande de rapidamente entrarmos num ritmo de rendimento porque a estrutura de custos estava bem matrizada. Havia necessidade de pôr a máquina a funcionar! Isso foi conseguido.

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No primeiro ano, de 2014 para 2015, crescemos à volta dos 70% em volume de negócio. Disparámos a atividade de veículos novos, usados, nas peças… aliás a área das peças foi desde logo a área foi em que obtivemos algum feedback, pelo crescimento das oficina, o que levou à estratégia de 2016, em que quisemos aumentar a exploração na área de peças, introduzindo um canal de vendas externa para aumentar o volume de negócios, algo que também aconteceu. A gestão hoje tem de ser feita de forma muito simples, bem e rápido. E para isso necessitamos do maior número de informações possíveis que sustentem a tomada de decisões. A estrutura comunicacional foi, por este motivo, também organizada. Passou a ser uma gestão partilhada que envolve toda a gente. Há que passar a nossa com transparência e credibilidade. Hoje não temos problemas nenhuns em falar aos nossos colaboradores daquilo que são as nossas contas de exploração e os nossos ganhos. Depois implementámos também uma visão social na empresa. A MERCAR é uma empresa de prestação de serviços que não tem máquinas, tem pessoas, e é do melhor rendimento que nós possamos tirar destas pessoas, que a empresa vai buscar os seus rendimentos. Logo, temos que atuar em conformidade. Temos de ter uma visão social, não de nacional “porreirismo”, logicamente. Premiamos, por isso, quem alcança objetivos. Em 2015, avançámos com prémios de produção. Para mim não há nada como uma empresa que sorri. Uma empresa que tem a capa-

cidade de transmitir o sorriso, ligado às boas competências profissionais e no saber construir aquilo que é a prestação de serviços ao cliente. É aqui que está o segredo. Foi assim que em 2015 conseguimos ter o melhor resultado de sempre! Em 2016 fizemos alguns investimentos ao nível da maquinaria e infraestruturas, e ainda assim os resultados são também positivos e francamente animadores. Conseguimos reduzir significativamente os nossos encargos financeiros. Deu margem para conseguir fazer isso. Hoje em dia já estamos próximo dos 7 milhões de euros de volume de faturação. Mas não queremos ficar por aqui. Quais são as perspetivas? PV: As perspetivas são sempre de crescimento de 2 dígitos. Temos de ser ambiciosos. Na nossa política orçamental para 2017, para todas as áreas, queremos claramente aproximar-nos dos 9 milhões de euros de volume de faturação. É ambicioso, mas esta ambição tem de ser partilhada e nós hoje partilhamo-la com todos os colaboradores. Nós fizemos uma primeira convenção da empresa o ano passado, fizemos uma segunda convenção este ano, onde foram identificadas as pessoas as ambições que temos, quanto queremos ganhar, quais são as nossas ambições em cada uma das atividades, a rentabilidade que se pretende, e as ações que pretendemos colocar em marcha para lá chegar. O management tem ele próprio que se pôr em causa e ser julgado nestas convenções pelos colaboradores. Quando dizemos

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Breve histórico MERCAR 1940 STAL – Sociedade Torrejana Automóveis, Lda., em Torres Novas criada pela empresa “Claras Transportes” para comércio automóvel. 1973 Implementação e desenvolvimento, por Martinho e Elvira Jorge, da filial de Abrantes com um stand de vendas no Rossio ao Sul do Tejo. 1975 Formação da ULTRENA, com a nacionalização, (concessionária da Renault) sendo sócios a CP e a Rodoviária Nacional. Esta empresa tinha como objetivo abranger todas as áreas anteriormente abrangidas pela STAL.

que queremos fazer 9 milhões nas diversas atividades e que queremos crescer mais 20 em volume de vendas de automóveis, temos de dizer que queremos fazer isto, mas também temos de explicar como. Direcionar as pessoas! Automaticamente as pessoas aderem porque conseguem perceber que está ali um projeto de ambição no qual também querem participar. Este é um processo muito importante, o envolvimento das pessoas. Por outro lado, temos vindo, e queremos continuar a apostar na qualidade dos nossos serviços. Aliás, em 2016 e já em 2017, foi-nos atribuído o 2.º lugar do Renault Quality Award – Concessões, que entronca questões de qualidade com performance, entre outros indicadores. Mas no próximo evento, queremos o 1.º lugar e não o 2.º! Neste momento estamos centrados no desenvolvimento da comunicação digital, estamos a desenvolver um site MERCAR que permita uma relação mais próxima com os nossos clientes. Com a era digital que vivemos, é imprescindível exteriorizar a comunicação. Antigamente o produto ocupava aquilo que era central. Atualmente é necessário muito mais que isso. Estamos muito apostados para a proximidade social, para a apresentação de produtos dentro e fora das nossas instalações. Fazer eventos que associem os nossos produtos a outros… há, portanto, um reforço das verbas do marketing. Nesta lógica de proximidade às pessoas, um dos projetos que temos em cima da mesa, é a criação de um serviço de transporte para quem vem por o carro à oficina. Pretendemos conquistar área.

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Qual a importância do mercado empresarial para a MERCAR? CMJ: O nosso cliente tipo é maioritariamente o particular, mas sentimos que realmente uma das nossas prioridades a nível de crescimento é conseguirmos chegar ao tecido empresarial de uma forma mais presente. As empresas hoje em dia são um motor não só a nível da aquisição das viaturas, mas também dos serviços prestados a essas viaturas. São utilizadores que têm um maior desgaste nos automóveis e também uma rotatividade maior de viaturas PV: Este é um ponto estratégico. Precisamos conquistar o mercado empresarial da região, não só pelo volume de negócio que aparece na atividade de venda de viaturas novas, como no papel que este tipo de veículos representam no ciclo de passagem na oficina. Uma empresa é um utilizador intensivo, representa portanto, muitas vezes, duas ou três vezes aquilo que faz um particular em 2 anos, na oficina. Portanto se eu pretender aumentar o ciclo de passagens ou entradas, tenho de apostar neste mercado, que é fundamental. CMJ: Quando entrei a percentagem de vendas a particulares e empresas estaria na ordem dos 80/20, em que claramente a nossa penetração no tecido empresarial era bastante reduzida. PV: Hoje estamos perto dos 50/50. E há aqui outra questão. É que nos mercados em crise, os primeiros a ser afetados são os particulares, pelo que é importante para nós não estarmos excessivamente dependentes deste nicho. As dependências nunca foram boas em lado nenhum. Meia dose é o ideal.

1983 Abrantes deixou de ser filial da ULTRENA para passar a ter um concessionário, a MERCAR, sendo sócios a ULTRENA e a Rodoviária Nacional. Iniciou a sua atividade com 4 trabalhadores. 1992 Mudança para as atuais instalações o que permite o seu crescimento. 1994 Privatização da MERCAR, tendo as suas quotas sido adquiridas pelos sócios gerentes da empresa, Martinho Jorge e Elvira Jorge. 2007 Certificação ISO 9001:2000. 2008 Cláudia Jorge assegura a Gerência da MERCAR, partilhada com Martinho e Elvira Jorge. 2009 Passagem para a NP EN ISO 9001: 2008. 2010 Com 38 colaboradores, e o país em plena crise económico-financeira, a empresa apresenta uma boa penetração de mercado, bem como um índice de satisfação cliente superior à média nacional. 2010 Início do plano de restruturação da empresa quer na área de pessoal quer no posicionamento geoestratégico com o objetivo de reenquadrar a matriz de custos à capacidade de gerar rendimento na empresa. 2012 Falecimento do fundador da MERCAR, Martinho Jorge em 15 de outubro. 2015 Início da inversão de resultados da empresa.

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VINHOS

DONA MÉCIA Reserva 2013 Características Organolépticas Límpido, com cor rubi intenso, aroma rico e cheio, evidenciando aromas a fruta madura e compota, com final elegante e abaunilhado. Na boca apresenta-se encorpado, suave, com notas de frutos vermelhos, chocolate e ligeiro tostado, com final de boca persistente.

Sugestão de consumo Recomenda-se este vinho para acompanhar pratos de caça, carnes vermelhas, bacalhau, assados, queijos curados entre outros. Deve usar-se um copo grande para que mostre todo o seu potencial. Temperatura de consumo: 17°-18°C.

Vinificação Esmagamento e desengace parcial. Vinificado pelo processo tradicional de curtimenta em cubas de inox, com uma maceração de 8-10 dias a cerca de 28°C. Seguindo-se a sua maturação em barricas de carvalho Francês e Americano, durante 14 meses, depois em garrafa nas caves da Adega.

Conservação Manter a garrafa deitada e ao abrigo da luz. No sentido de preservar a sua qualidade, foi engarrafado sem tratamento de estabilização pelo frio, o que pode originar a formação de um ligeiro depósito durante o seu envelhecimento.

Características Colheita: 2013 Denominação: Regional Lisboa RESERVA Tipo: Tinto Produtor e Engarrafador: DIVINIS Agroprodutos de Ourém, S.A. Castas: Cabernet Sauvignon, Syrah, Alicante Bouschet e Touriga Nacional Clima: Temperado Mediterrâneo Tipo de solo: Argilo-calcários no maciço cársico das Encostas d’Aire. Parâmetros Analíticos Álcool (v/v): 14% Acidez Volátil: 0,65 g/L Acidez Total: 5,60 g/L pH: 3,54

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CONDE DE OURÉM D.O.C. - Tinto e Branco Características TINTO Colheita: 2014 Denominação: D.O.C. Tipo: Tinto Produtor e engarrafador: DIVINIS Agroprodutos de Ourém, S.A. Castas: Castelão (95%) Clima: Temperado Mediterrâneo Tipo de solo: Castas plantadas em terrenos argila-calcários no maciço cársico das Encostas d’Aire. Parâmetros Analíticos Álcool (v/v): 13,5% Acidez Volátil: 0.66 g/dm3 Acidez Total: 6,20 g/dm3 pH: 3,42

Características BRANCO Colheita: 2012 Denominação: D.O.C. Tipo: Branco Produtor e engarrafador: DIVINIS Agroprodutos de Ourém, S.A. Castas: Fernão Pires (95%) Clima: Temperado Mediterrâneo Tipo de solo: Castas plantadas em terrenos argila-calcários no maciço cársico das Encostas d’Aire. Parâmetros Analíticos Álcool (v/v): 14,5% Acidez Volátil: 0,44 g/dm3 Acidez Total: 6,68 g/dm3 pH: 3,27

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TINTO Características Organolépticas Apresenta cor rubi, aroma frutado com notas de fruta madura. Na boca apresentase levemente irreverente devido à sua boa acidez e aos taninos de qualidade, permitindo a este vinho uma excelente evolução em garrafa.

BRANCO Características Organolépticas De cor citrina, brilhante, este vinho apresenta aromas florais e frutados característicos da casta Fernão Pires. Um vinho elegante e tradicional, com muita frescura, fruta e sensações minerais em boca. Um branco para peixes nobres e delicados.

Vinificação Esmagamento e desengace total. Vinificado pelo processo tradicional de curtimenta em cubas de inox com temperaturas, a rondar os 28°C. Com um tempo de maceração de 8 dias. Seguindo-se a maloláctica e o estágio em cubas de inox de 12 meses permitindolhe uma estabilização natural.

Vinificação Suave esmagamento e desengace total. Prensagem das uvas e eliminação do mosto dos apertos finais. Decantação a frio do mosto. Fermentação a baixa temperatura (entre 12° e 15°C) durante 20 dias em cubas de inox.

Sugestão de consumo Deve ser servido à temperatura de 16° a 18°C, e acompanhar pratos de carne e queijos fortes.

Sugestão de consumo Deve ser servido a uma temperatura de 10º-13ºC, em copos adequados. Acompanha pratos de peixe mais elaborados,fumados, patés e carnes brancas ou aves.

Conservacão Manter a garrafa deitada e ao abrigo da luz, para manter as suas características.

Conservacão Manter a garrafa deitada em local seco e fresco ao abrigo da luz.

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INFORMAÇÃO E APOIO

Rede de Incêndio Armada (RIA) A RIA é um sistema hidráulico destinado à intervenção pelos ocupantes de um edifício, dispondo de boca-de-incêndio armadas (BIA). É uma instalação hidráulica mantida permanentemente em carga, pelo que se trata de uma coluna húmida.

A

ma que a boca mais desfavorável (cota mais alta) garanta uma pressão de serviço não inferior a 2,5 Kg/cm2 (BIA tipo carretel) e 4 Kg/cm2 (BIA tipo teatro).

s RIA permitem ações de 1.ª intervenção sobre um sinistro de incêndio garantindo eficiência de meios durante um tempo mínimo de uma hora.

CONSTITUIÇÃO DA RIA • Uma fonte de alimentação de água; • Uma coluna em carga (canalizações com pressão); • Bocas-de-incêndio armadas (tipo carretel ou teatro).

• A rede de incêndio deve ser totalmente independente das restantes necessidades de água e a sua conduta principal deve estar fechada em anel, se possível, de modo a obter um maior equilíbrio de pressão na rede. • Canalizações (colunas em carga) ᧐

Mínimo de duas bocas-de-incêndio normalizadas e armadas, regularmente distribuídas pelos locais de risco a proteger. ᧐

FONTE DE ALIMENTAÇÃO DE ÁGUA • Reservatório ᧐

Reservatório elevado com uma capacidade mínima de 50 m3 (50.000 lt); Reservatório à superfície ou subterrâneo com uma capacidade mínima de 50 m3 (50.000 lt) e equipado com sistema de bombagem pressostático.

A tubagem da canalização de uma rede de incêndio armada deve ser metálica (geralmente aço galvanizado) e protegida exteriormente contra a corrosão. Não é permitido o uso de canalizações plásticas em redes de incêndio não subterrâneas. O diâmetro da canalização principal que alimenta a instalação não deve ser inferior a: ƒ 50 mm – para alimentar 2 bocas de 45/70 mm; ƒ 70 mm – para alimentar 3 a 6 bocas de 45/70 mm; ƒ 100 mm – para alimentar 6 ou mais bocas de 45/70 mm.

BOCAS DE INCÊNDIO ARMADAS (BIA) Uma BIA é um equipamento da RIA que permite a aplicação de água para combate a um incêndio. Existem BIA com três diâmetros: 25mm, 45 mm e 70 mm. As bocas-de-incêndio com diâmetro de 25 mm (calibre reduzido) estão normalizadas (NP EN 671-1) e são equipadas com uma mangueira semirrígida enrolada em carretel. Os carretéis são equipados com os seguintes materiais: • Lanço de mangueira semirrígida com comprimento entre 20 mt e 25 mt. • Uma agulheta de três posições (fechada, jacto e pulverizada); • Válvula de manobra; • Tambor de alimentação axial para enrolamento da mangueira • Armário (opcional).

VANTAGENS DO CARRETEL DE CALIBRE REDUZIDO • Podem operar sem que toda a mangueira seja desenrolada; • A progressão (extensão da mangueira até ao seu comprimento máximo) é

• Grupo de bombagem ᧐

O grupo de bombagem poderá ser acionado por motor diesel ou ser constituído por eletrobombas, desde que a alimentação destas não dependa do quadro geral da instalação elétrica, mas sim da alimentação elétrica de emergência (gerador).

• Caudal ᧐

O caudal correspondente por cada boca-de-incêndio armada deve estar compreendido entre 9 e 15 m3/h (BIA tipo teatro) e 5,5 a 7,5 m3/h (BIA tipo carretel).

• Fonte de alimentação ᧐

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A fonte de alimentação da rede de incêndios armada deverá alimentar simultaneamente pelo menos metade das bocas-de-incêndio existentes, com um máximo de quatro, de for-

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relativamente fácil dado que o seu peso é reduzido; • A reação da agulheta é baixa, pois o caudal também é baixo, o que facilita a manobra da agulheta mesmo por uma pessoa.

INCONVENIENTES DO CARRETEL DE CALIBRE REDUZIDO • O caudal é relativamente baixo (100 a 150 l/minuto) pelo que só devem ser instalados em locais com carga de incêndio baixa; • O alcance é também relativamente baixo- na posição de jacto entre 15/20 mt, para uma pressão de 5 bar; • A sua mangueira não se interliga facilmente com a utilizada pelos bombeiros.

BOCAS DE INCÊNDIO ARMADAS (BIA) DE 45 MM E 70 MM (TIPO TEATRO) As bocas-de-incêndio armadas de 45 mm e de 70 mm também estão normalizadas (NP EN 671-2). São constituídas pelos seguintes elementos: • Lanço de mangueira flexível com comprimento entre 20 mt e 25 mt.

• Chave de manobra para as uniões (opcional) • Armário (opcional).

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS • É necessário desenrolar a totalidade da mangueira e garantir que não ficam dobras antes de se abrir a água. • O caudal a considerar é da ordem dos 200 a 300 l/min para mangueiras de 45 mm e de 350 a 750 l/min para as mangueiras de 70 mm. • A reação da agulheta é elevada, pelo que exige duas pessoas para a sua operação. • As mangueiras têm tendência a danificar-se mais rapidamente do que as dos carretéis de incêndio de calibre reduzido, em especial quando estão montadas na forma acamada.

LOCALIZAÇÃO DAS BIA • Devem situar-se no edifício, preferencialmente no seu interior, tão perto quanto possível dos acessos aos espaços a proteger;

• Válvula de manobra, de abertura lenta;

• O seu acesso deve ser deixado sempre desimpedido de qualquer obstáculo que prejudique a sua manobra e a utilização da mangueira, sendo usual garantir uma área livre mínima de 1 m2 centrada na BIA, no sentido da sua utilização;

• Dispositivo para suporte e acondicionamento da mangueira;

• As BIA tipo teatro devem ficar a uma altura do solo compreendida entre 1

• Uma agulheta de três posições (fechada, jacto e pulverizada);

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e 1,5 m; • As BIA tipo carretel podem estar localizadas a qualquer altura, mas a sua válvula de manobra e agulheta devem ficar a uma altura do solo compreendida entre 0,5 e 1,5 m.

CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO • Anualmente deverá ser feita uma revisão e ensaio geral da instalação. • No caso de existirem grupos de bombagem eletrostáticos: ᧐ ᧐

Mensalmente deverá ser feito um ensaio do sistema de bombagem; Frequentemente (todos os dias se possível ou semanalmente, no mínimo) o sistema der bombagem será posto em funcionamento pelo período mínimo de 5 minutos.

• Fazer o respetivo registo em livro próprio, incluindo a leitura de pressões verificadas. Devem também ser registadas as avarias ou as alterações de funcionamento.

Mais informações: NERSANT Seguros, S.A. Telef.: 249 839 500 geral@nersantseguros.pt www.nersant.pt

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INFORMAÇÃO E APOIO

As 10 competências-chave para prosperar na Quarta Revolução Industrial Previsivelmente, em 2020 mais de 35% das competências consideradas hoje importantes na força de trabalho terão mudado.

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om a Quarta Revolução Industrial, teremos robótica avançada e transportes autónomos, inteligência artificial, materiais avançados, biotecnologia e genómica. Estes desenvolvimentos vão transformar a forma como vivemos e trabalhamos. Alguns postos de trabalho vão desaparecer, outros vão crescer, e empregos que nem sequer existem agora vão ser banais. Uma coisa é certa: a futura força de trabalho terá de alinhar as suas qualificações para acompanhar o ritmo. Um novo relatório, The Future of Jobs, lançado no âmbito do Fórum Económico Mundial, analisa o emprego, as competências e a estratégia para a força de trabalho do futuro. Foi perguntado a diretores de recursos humanos e a responsáveis de estratégia dos principais empregadores mundiais o que significam as atuais mudanças para o emprego, para as competências e para o recrutamento nos diferentes setores e geografias. As conclusões são apresentadas de seguida.

QUE COMPETÊNCIAS VÃO MUDAR MAIS? A criatividade tornar-se-á numa das três competências cruciais para os trabalhadores no futuro (próximo). Com a avalanche de novos produtos, novas tecnologias e novas formas de trabalho, as pessoas vão ter de se tornar mais criativas no sentido de beneficiarem com as mudanças. Os robôs podem ajudar-nos a chegar onde queremos de forma mais rápida, mas (ainda) não conseguem ser tão criativos como os seres humanos. Enquanto que negociação e flexibilidade estão no topo da lista de competências na atualidade, em 2020 vão cair do top 10, à medida que as máquinas, utilizando bases de dados massivas, começam a tomar decisões por nós. Um estudo realizado pelo Conselho da Agenda Global do Fórum Económico Mundial sobre o futuro do software e a sociedade, mostra que as pessoas esperam que, por volta de 2026,

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máquinas de inteligência artificial façam parte dos conselhos de administração das empresas. Da mesma forma, saber ouvir, considerada hoje uma competência-chave, vai desaparecer por completo do top 10, enquanto que a inteligência emocional, que nem constava da lista à data do estudo, vai tornar-se numa das principais competências essenciais para todos.

para que todos possam beneficiar com a Quarta Revolução Industrial. Assim, as 10 competências imprescindíveis em 2020 são: • Resolução de problemas complexos • Pensamento crítico • Criatividade • Gestão de pessoas • Coordenar-se com outros

DISRUPÇÃO NOS SETORES A natureza das mudanças que vai ocorrer vai depender muito de cada setor em si. Os media globais e o entretenimento, por exemplo, já passaram por grandes alterações nos últimos cinco anos. Já o setor de serviços financeiros e de investimento ainda tem de ser radicalmente transformado. E os profissionais que trabalham em vendas e na produção vão precisar de novas competências, por exemplo ao nível da literacia tecnológica. Alguns avanços estão mais à frente por comparação com outros. A internet móvel e a tecnologia da cloud já estão a afetar a forma como trabalhamos. Enquanto a inteligência artificial, a impressão 3D e os materiais avançados ainda estão numa fase inicial de utilização, mas o ritmo de mudança será rápido. A mudança não vai esperar por ninguém: os líderes empresariais, os educadores e os Governos vão precisar de ser pró-ativos na melhoria das qualificações e na reciclagem/formação das pessoas,

• Inteligência emocional • Tomada de decisão e discernimento • Orientação para o serviço • Negociação • Flexibilidade cognitiva Face a 2015: • Resolução de problemas complexos • Coordenar-se com outros • Gestão de pessoas • Pensamento crítico • Negociação • Controlo de qualidade • Orientação para o serviço • Tomada de decisão e discernimento • Saber ouvir • Criatividade Nota: Este artigo é adaptado de um texto publicado em www.weforum.org, produzido por Alex Gray, escritora sénior na Formative Content, para a Agenda do Fórum Económico Mundial no âmbito de Davos 2016.

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VIVER O TEJO

Centro de BTT Alcanena

Nascentes do Alviela

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Centro de BTT de Alcanena – Nascentes do Alviela fica situado na Praia Fluvial dos Olhos D’Água junto ao Centro de Ciência Viva – Carsoscópio, em área protegida do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC), num dos locais mais emblemáticos do Concelho de Alcanena. Neste espaço poderá desfrutar de 5 circuitos devidamente sinalizados e planeados, possuindo 4 níveis de dificuldade distintos. São 192 km de puro prazer e ao dispor de todos os que apreciam BTT, desde os mais novos ou iniciantes, até aos mais experientes e ousados. Os percursos são muito diversificados, desde as zonas ribeirinhas onde é mais fácil rolar por caminhos rurais junto às margens do Rio Alviela, até às zonas mais altas por onde se sobe em trilhos ladeados por muros de pedra e passagens mais técnicas. Em plena área protegida do PNSAC, poderá contemplar os fenómenos geológicos, a fauna e a flora em miradouros naturais que proporcionam, momentos de grande beleza e descontração, enquanto descansa e disfruta da fantástica paisagem. No que respeita às estruturas de apoio, para além do wc’s, balneários e zona de reparação e lavagem de bicicletas, existe ainda no local um restaurante e a possibilidade de ficar alojado, quer em tenda ou em bungalows no Parque de Campismo da Praia Fluvial dos Olhos D’Água, quer em camaratas no Centro de Ciência Viva – Carsoscópio.

Descrição dos Percursos CIRCUITO VERDE 21 - Percurso da Nascente do Alviela Distância: 7 Kms Tempo: 1 hora Desnível Acumulado: 85 metros Este circuito pretende promover os recursos naturais e agrícolas da zona envolvente das Nascentes dos Olhos de Água do Alviela. O circuito tem início junto ao Centro de BTT, segue o rio pelo Aqueduto do Alviela, passando junto à Quinta do Alviela, percorrendo uma extensa área de campos agrícolas, predominantemente ocupados por culturas cerealíferas, seguindo até à ciclovia, regressando por esta via à Praia Fluvial dos Olhos D’Água.

CIRCUITO AZUL 22 - Circuito da Quinta do Alviela Distância: 17,5 Kms Tempo: 1h30 a 2h30 Desnível Acumulado: 280 metros Este circuito pretende promover os recursos naturais e agrícolas da zona envolvente das Nascentes dos Olhos de Água do Alviela. O circuito tem início junto ao Centro de BTT, segue o rio pelo Aqueduto do Alviela, atravessa a ponte da Ferreira e segue até ao lugar da Raposeira. Passa por vários campos de cultivo, até chegar a Monsanto, onde se podem apreciar algumas formações cársicas características desta região serrana, regressando à Praia Fluvial dos Olhos de Água.

CIRCUITO VERMELHO 23 - Circuito da Charneca Distância: 43 Kms Tempo: 3 a 4 horas Desnível Acumulado: 730 metros Este percurso explora essencialmente a zona sul do concelho de Alcanena, passando por pequenos aglomerados populacionais de dimensão variável, como sendo Espinheiro, Malhou, Louriceira

e Bugalhos, onde imperam as culturas de tipo mediterrânico como o olival e o figueiral, algumas culturas cerealíferas e pastagem natural, que convivem com pequenas manchas florestais constituídas por povoamentos de pinheiro e eucalipto cobrindo colinas e encostas areníticas e calcárias. Quanto aos trilhos, estes variam entre estradões nas zonas rurais e alguns single-tacks de elevada beleza.

CIRCUITOS PRETO 24 - Circuito da Serra Distância: 46,5 Kms Tempo: 4 a 6 horas Desnível Acumulado: 930 metros Este percurso explora essencialmente a zona serrana a norte das Nascentes dos Olhos de Água do Alviela, caracterizada por matagais, extensos olivais dispersos por pastagens delimitadas pelos muros de pedra seca. Passa pelos Arrifes, zonas de descontinuidade geomorfológica que separam a zona serrana da zona de charneca, que caracteriza grande parte do território do concelho de Alcanena, composta por extensas áreas de olival e figueiral, resquícios da atividade agrícola outrora abundante.

25 - Entre o Rio e a Serra Distância: 86 Kms Tempo: 7 a 9 horas Desnível Acumulado: 1600 metros Este percurso, de maior extensão que os restantes da rede, abrange grande parte do território do concelho e localidades limítrofes. Com passagem pelo Planalto de Santo António, onde se podem observar as paisagens típicas da zona serrana, desce até ao Polje de Minde, um local de características únicas no país, classificado como Sítio Ramsar. Daqui parte em direção à Serra D’Aire, outra unidade geológica de referência na região, descendo depois por entre trilhos rasgados nos matagais, até aos Arrifes, seguindo o trajeto da água, até aos vales de aluvião de Bugalhos e Vaqueiros, regressando por entre eles à zona envolvente da Nascente do Rio Alviela, onde termina.


Informações e reservas www.viverotejo.pt


INFORMAÇÃO E APOIO

Recuperação de Crédito: Certidões Eletrónicas a partir de junho 2017 PLMJ, Sociedade de Advogados, RL

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o passado dia 17 de junho, entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 68/2017, o qual veio alterar o artigo 170.º do Código de Processo Civil, com o intuito de possibilitar a passagem de certidões eletrónicas por parte do Tribunal, que são equiparadas às certidões emitidas em papel. Assim, o artigo 170º do Código de Processo Civil passou a ter a seguinte redação: “[…..] • As certidões podem ser emitidas em formato eletrónico, nos termos a definir por portaria do membro do Governo responsável pela área da justiça, delas constando apenas o nome do funcionário que as emitiu, sendo a sua assinatura e rubrica e o selo do respetivo serviço substituídos por assinatura eletrónica ou por mecanismo de autenticação aposto pelo sistema informático de suporte à atividade

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dos tribunais. As certidões eletrónicas podem ainda ser emitidas de forma automatizada com base na informação constante do sistema de suporte à atividade dos tribunais, sendo-lhe aposto mecanismo de autenticação pelo sistema informático, o qual dispensa, para todos os efeitos legais, a aposição de assinatura e rubrica de funcionário e o selo do serviço. • As certidões eletrónicas podem ainda ser emitidas de forma automatizada com base na informação constante do sistema de suporte à atividade dos tribunais, sendo-lhe aposto mecanismo de autenticação pelo sistema informático, o qual dispensa, para todos os efeitos legais, a aposição de assinatura e rubrica de funcionário e o selo do serviço. • As certidões eletrónicas previstas no presente artigo são documentos autênticos, nos mesmos termos e para os mesmos efeitos que as certidões em papel.”

Esta medida visa reduzir a intervenção dos funcionários judiciais na elaboração das certidões, permitindo que as mesmas sejam requeridas, passadas e consultadas eletronicamente, prevendo também a emissão automática de certidões nos casos em que a informação já se encontre inserida no processo. Consequentemente, prevê-se que passará a haver uma maior celeridade processual, designadamente, em Processos Executivos e de Insolvência, nos quais os requerimentos para emissão de certidão são efetuados em massa. Note-se que o artigo 29.º da Portaria n.º 280/2013 já prevê a emissão de certidões eletrónicas, quando tenham por finalidade a junção a um processo judicial pendente. Esta é mais uma medida que surge na sequência das reformas legislativas e de desjudicialização em curso, e que visa tirar proveito da utilização das tecnologias por forma a possibilitar uma melhor distribuição de competências e eficiência na tramitação dos processos.

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Medida Estágios Profissionais

Prorrogadas candidaturas até 31 de julho Novos incentivos à contratação de jovens e desempregados de longa duração em vigor em agosto

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novo regime de incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração e de muito longa duração foi publicado dia 21 de junho em Diário da República, prevendo a dispensa temporária parcial ou total do pagamento de contribuições Nos termos do decreto-lei n.º 72/2017, publicado a 21 de junho e que entra em vigor em 01 de agosto, haverá uma redução temporária de 50%, durante cinco anos, da taxa contributiva para a Segurança Social da responsabilidade das entidades empregadoras que contratem jovens à procura do primeiro emprego e durante três anos caso sejam contratados desempregados de longa duração. Ainda prevista está a isenção total do pagamento de contribuições, durante um período de três anos, em caso de contratação de desempregados de muito longa duração. Este novo regime de incentivos aplica-se apenas aos contratos de trabalho sem termo e introduz o designado “conceito de portabilidade”, que transfere o benefício do incentivo também para o trabalhador ao prever que este seja atribuído ao trabalhador independentemente das entidades empregadoras que o contratem sem termo, mediante determinadas condições. Assim, nos termos do artigo 9.º do decreto-lei, “sempre que ocorra a cessação do contrato de trabalho sem termo por facto não imputável ao trabalhador antes do fim dos prazos fixados” (três ou cinco anos de

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isenção de contribuições, consoante os casos), “o trabalhador mantém o direito à dispensa parcial ou à isenção total do pagamento de contribuições nas situações de contratações sem termo subsequentes durante o período remanescente”. No novo regime está ainda previsto, dentro do grupo de desempregados de longa duração, um novo subgrupo que integra os desempregados de muito longa duração, identificados como as pessoas com 45 anos de idade ou mais que se encontrem inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional há 25 meses ou mais. Segundo o texto do decreto-lei, as alterações agora introduzidas ao regime de incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração visa responder às necessidades dos “segmentos e grupos mais atingidos nos anos de austeridade” e adequar a legislação “à atual situação do mercado de trabalho”, já que o atual regime data de 1995. As novas regras permitem a acumulação do direito à dispensa parcial ou isenção total do pagamento de contribuições para a Segurança Social com outros apoios à contratação, “salvo se resultar daqueles regimes específicos a sua não acumulação com o presente apoio”. MAIS INFORMAÇÕES: DFQ - Departamento de Formação e Qualificação da NERSANT E-mail:dfq@nersant.pt Tel.: 249 839 500

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a sequência da publicação da Portaria n.º 131/2017, de 7 de abril, que institui a Medida Estágios Profissionais, visando apoiar financeiramente a realização de estágios profissionais por parte de desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), o Conselho Diretivo do IEFP aprovou o Calendário de Candidaturas para o ano de 2017. O primeiro dos três períodos de candidatura desta medida, cofinanciada pelo Portugal 2020, que vão ocorrer durante este ano tem uma dotação orçamental de 18 800 milhões de euros, estimando-se que permita apoiar 4.000 estágios e, após prorrogação do prazo, decorre até às 18h00 do dia 31 de julho. O estágio profissional tem a duração de 9 meses, não prorrogáveis. Podem candidatar-se à medida as pessoas singulares ou coletivas de natureza jurídica privada, com ou sem fins lucrativos. A candidatura à medida é efetuada por cada entidade, no portal Portal NETemprego (www.netemprego.gov.pt), na área pessoal da entidade, devendo ser efetuado o registo prévio, caso ainda não esteja registada. Durante este período de candidatura será também possível formalizar o pedido de Prémio ao Emprego, apoiando a celebração de contratos de trabalho sem termo, com ex-estagiários. O montante do Prémio ao Emprego é de valor equivalente a duas vezes a retribuição base mensal, tendo por referência o valor previsto no contrato, até ao limite de 5 vezes o valor do IAS (€ 2 106,6). Antes de realizar candidatura, as entidades devem consultar o REGULAMENTO e verificar as regras de acesso a esta medida, bem como o Despacho n.º 4462/2017, que define a comparticipação financeira do IEFP, I. P., por mês e por estágio no âmbito da medida Estágios Profissionais. Mais informações e esclarecimentos podem ser obtidos através do Centro de Contacto, disponível todos os dias úteis das 8h00 às 20h00 pelo Tel.: 300 010 001.

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INFORMAÇÃO E APOIO

Comissão Europeia

Simplificadas regras aplicáveis aos investimentos públicos nos portos e aeroportos, na cultura e nas regiões ultraperiféricas A Comissão Europeia aprovou novas regras em matéria de auxílios estatais que isentam do controlo prévio da Comissão certas medidas de apoio público a portos, aeroportos, projetos culturais, bem como às regiões ultraperiféricas. O objetivo é facilitar o investimento público para a criação de emprego e crescimento e, ao mesmo tempo, manter a concorrência.

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Comissária Margrethe Vestager, responsável pela política da concorrência, declarou: “Queremos garantir que as empresas possam concorrer em condições de igualdade no mercado único – e queremos que o façam com a maior eficácia possível. As regras da UE em matéria de auxílios estatais são as mesmas para todos os Estados-Membros. As mudanças introduzidas hoje permitirão não só poupar tempo e evitar dificuldades quando forem realizados investimentos em portos e aeroportos, na cultura e nas regiões ultraperiféricas da UE como, ao mesmo tempo, preservam a concorrência. Permitem igualmente à Comissão concentrar-se nas medidas de auxílios estatais com maior impacto sobre a concorrência no mercado único, «concedendo a cada coisa a importância que merece» em benefício de todos os cidadãos europeus.” Nos termos do “Regulamento geral de isenção por categoria” de 2014, os EstadosMembros podem aplicar uma vasta gama de medidas de auxílio estatal sem a aprovação prévia da Comissão, uma vez que são pouco suscetíveis de falsear a concorrência. Consequentemente, encontram-se atualmente isentas cerca de 95 % das medidas de auxílio estatal aplicadas pelos Estados-Membros (que representam, no total, uma despesa anual de cerca de 28 000 milhões de EUR). Por exemplo, no domínio da investigação, desenvolvimento e inovação, o número de notificações de auxílios estatais diminuiu para metade desde 2014 (ver o painel de avaliação dos auxílios estatais de 2016). A Comissão alargou agora o âmbito de aplicação deste regulamento aos portos e aeroportos, na sequência de duas consultas públicas. No que respeita aos aeroportos, os Estados-

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Membros podem agora efetuar investimentos públicos nos aeroportos regionais que movimentam até 3 milhões de passageiros por ano, com total segurança jurídica e sem controlo prévio da Comissão. Esta medida facilita o investimento público em mais de 420 aeroportos em toda a UE (que representam cerca de 13 % do tráfego aéreo). O regulamento permite também às autoridades públicas cobrirem os custos de exploração dos pequenos aeroportos que movimentam até 200 000 passageiros por ano. Estes pequenos aeroportos representam quase metade dos aeroportos na UE, mas apenas 0,75 % do tráfego aéreo. Apesar de poderem contribuir de forma significativa para a conectividade de uma região, não são suscetíveis de falsear a concorrência no mercado único da UE. No que diz respeito aos portos, os EstadosMembros podem agora efetuar investimentos públicos de até 150 milhões de EUR em portos marítimos e de até 50 milhões de EUR em portos interiores, com total segurança jurídica e sem controlo prévio da Comissão. O regulamento permite às autoridades públicas cobrirem os custos de dragagem em portos e vias navegáveis de acesso. Além disso, o regulamento inclui uma série de novas simplificações noutros domínios. Em especial, a Comissão só analisará os processos de auxílio estatal mais importantes, que envolvam um montante de auxílio mais elevado para projetos culturais (e apenas se estas medidas constituírem efetivamente auxílios estatais, o que não acontece na maioria dos casos) e para infraestruturas desportivas multifuncionais. A Comissão também permitiu que as autoridades públicas compensem mais facilmente os custos adicionais suportados

pelas empresas quando operam nas regiões ultraperiféricas da UE, tendo em conta os desafios específicos que enfrentam estas empresas, como o afastamento e a dependência económica em relação a um pequeno número de produtos comercializados. A iniciativa tem como objetivo reduzir os encargos administrativos para as autoridades públicas e outras partes interessadas, no âmbito do programa da Comissão para a adequação e a eficácia da regulamentação da UE (REFIT). Faz parte dos esforços da Comissão no sentido de centrar o controlo dos auxílios estatais nos processos mais importantes que têm um impacto significativo na concorrência no mercado único, para maior benefício dos consumidores. Complementa várias iniciativas adotadas nos últimos dois anos pela Comissão para modernizar a aplicação das regras em matéria de auxílios estatais. Estas iniciativas visam facilitar ainda mais o investimento público em apoio dos nossos objetivos comuns em matéria de emprego e crescimento, clima, inovação e coesão social. A atualização do Regulamento constitui mais uma etapa importante do trabalho coerente da Comissão Juncker para garantir uma aplicação tão eficaz e eficiente quanto possível das regras da UE em matéria de auxílios estatais.

INICIATIVAS COMPLEMENTARES Para além da revisão do Regulamento geral de isenção por categoria, a Comunicação sobre a noção de auxílio adotada em

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Importação de produtos biológicos sujeitos a um novo sistema europeu de certificação eletrónica Está já em vigor um novo sistema de certificação eletrónica tendo em vista uma melhor monitorização da importação dos produtos biológicos. Este sistema faz da UE o líder mundial no domínio da rastreabilidade e da recolha de dados fiáveis sobre o comércio destes produtos.

D maio de 2016 esclarece que medidas de apoio público não são abrangidas pelo controlo dos auxílios estatais da UE, nomeadamente por não distorcerem a concorrência no mercado único. Ajuda os Estados-Membros a conceber medidas de apoio público que podem ser implementadas sem controlo prévio da Comissão. Confirma, por exemplo, que o investimento público em estradas, vias navegáveis interiores, caminhos-de-ferro e redes de distribuição de água pode ser efetuado, regra geral, sem controlo prévio da Comissão. Além disso, a Comissão adotou, em setembro de 2016, uma série de decisões em matéria de auxílios estatais (ver também o pacote anterior de maio de 2015) que esclarecem que medidas de apoio público podem ser aplicadas pelas autoridades dos EstadosMembros sem controlo prévio da Comissão, por não afetarem as trocas comerciais entre os Estados-Membros. Em conjunto, estas iniciativas ajudam a estimular o investimento, ao reduzir os encargos administrativos para as autoridades públicas e as empresas e aumentando, simultaneamente, a segurança jurídica para os beneficiários de auxílios e os concorrentes. Permitem também aos Estados-Membros assumir a responsabilidade das suas escolhas políticas em matéria de medidas de auxílios estatais locais e à Comissão concentrar os recursos na investigação dos auxílios estatais que possam ter um impacto mais significativo na concorrência no mercado único.

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urante um período transitório de seis meses usar-se-á tanto a certificação em papel como a certificação eletrónica. A partir de 19 de outubro de 2017, as importações de produtos biológicos serão cobertas unicamente pelo sistema de certificação eletrónica. O comissário da UE responsável pela Agricultura e pelo Desenvolvimento Rural, Phil Hogan, declarou a este propósito: “O nosso compromisso quanto a medidas de inspeção e de certificação rigorosas constitui um aspeto importante das normas da UE em matéria de segurança alimentar. Estas normas exigentes permitiram que nos tornássemos a referência mundial em termos de produtos alimentares. Devemos, contudo, continuar os nossos esforços para encontrar novas e melhores maneiras de fazer ainda mais. Estas novas normas vão melhorar a rastreabilidade dos produtos biológicos, que são um importante mercado em expansão”. Na prática, estas alterações vão exigir a inclusão destes certificados de importação no sistema informático veterinário integrado (TRACES, Trade Control Expert System), o atual sistema eletrónico da UE para o rastreio de produtos alimentares na UE. Acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana, o sistema TRACES demonstrou que facilitava o

comércio ao permitir aos parceiros comerciais e às autoridades competentes obter facilmente informações sobre os movimentos das suas remessas e ao acelerar os procedimentos administrativos. Esta ferramenta provou igualmente ser de grande utilidade na reação rápida às ameaças sanitárias, graças ao rastreio do movimento das remessas e a uma simplificação da gestão de riscos das remessas rejeitadas.

CONTEXTO Na sequência das recomendações do Tribunal de Contas Europeu e de um pedido dos Estados-Membros no sentido de responder à problemática ligada à monitorização de movimentos de produtos biológicos e à coerência dos controlos de importação, as novas normas visam melhorar a rastreabilidade dos produtos orgânicos e reduzir o risco de fraude. O Regulamento de Execução (UE) n.º 2016/1842 da Comissão foi publicado em 14 de Outubro de 2016 e altera o Regulamento (CE) n.º 1235/2008 no que diz respeito ao certificado de inspeção eletrónico de produtos biológicos importados e de outros elementos e o Regulamento (CE) n.º 889/2008 no que diz respeito aos requisitos aplicáveis a produtos biológicos transformados ou conservados e a transmissão de informações.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Proteja a sua empresa de Ransomware

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ansomware é um ataque informático que visa a encriptação dos ficheiros de um computador ou, nos casos mais recentes, a encriptação dos ficheiros de todos os computadores que estejam ligados a uma rede informática. Esta encriptação faz com que os utilizadores que sejam vítimas de ransomware percam toda a informação que tenham guardada em seus computadores, sendo necessária uma chave de desencriptação para se conseguir recuperar os ficheiros. No computador é também deixada uma mensagem a explicar como pode ser adquirida a chave de desencriptação, o que envolve o pagamento de uma certa quantia de dinheiro (normalmente na moeda virtual de bitcoins), pagamento este que nunca garante que realmente nos seja fornecida a chave de desencriptação. De forma bastante resumida, um ransomware funciona como se de um resgate se tratasse, em que são “raptados” os ficheiros que temos guardados no computador e nos é pedida uma quantia em dinheiro para que os possamos recuperar.

COMO É DISTRIBUÍDO? A distribuição de ransomware é normalmente feita através do envio de mensagens de e-mail com anexos maliciosos, que, uma vez abertos, o computador é infetado pelo ransomware. Estes anexos normalmente possuem a extensão .js, .exe, .com, .vbs, .jar ou .bat, não estando excluída a hipótese de que outras extensões de ficheiros possam também ser utilizadas para que o computador seja infetado com ransomware.

COMO ME POSSO PREVENIR? A melhor forma de prevenção é desconfiar sempre de todos os e-mails que lhe pareçam minimamente suspeitos e nunca abrir os ficheiro anexados nessa mensagem de e-mail. Outra boa maneira de prevenção é colocar os ficheiros com as extensões .js, .com, .vbs, .jar e .bat a abrir por defeito com o Bloco de Notas, de forma a que estes tipos de ficheiros não sejam executados normalmente e assim prevenir a infeção do seu computador. Fora isso, deve também fazer backups regulares dos seus ficheiros para outra máquina que não esteja ligada à sua rede informática. Embora não o ajude a prevenir a infeção por ransomware, os backups podem mostrar-se cruciais no caso de o seu computador vir a ser infetado, pois em vez de perder todos os seus ficheiros pode

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apenas perder os ficheiros para os quais não tinha feito backup.

FUI INFETADO POR RANSOMWARE, O QUE DEVO FAZER? Acima de tudo, não deve pagar a quantia que lhe estão a exigir pela chave de desencriptação. Estamos a lidar com criminosos, que na maior parte dos casos não são gente de confiança, por isso, mesmo que pague a quantia exigida, a probabilidade de recuperar os seus ficheiros é muito baixa. Fora isso, é aconselhável seguir os seguintes passos: 1. Desligar o seu computador da internet ou da sua rede interna, para assim prevenir a possibilidade de infetar outras máquinas na sua rede; 2. Utilize um antivírus ou anti-malware para limpar o ransomware do seu computador; 3. Uma vez neutralizada a infeção, pode começar a explorar soluções para tentar recuperar os seus ficheiros: a) Experimente utilizar ferramentas que recuperam os ficheiros apagados, como por exemplo o Recuva. Em ransomwares menos desenvolvidos, é possível recuperar os ficheiros que são apagados após a encriptação dos mesmos pelo ransomware, sendo em todo o caso uma hipótese que dificilmente terá sucesso; b) Procure por ferramentas de desencriptação para o ransomware que infetou o seu computador. O site nomoreransom.org é uma boa fonte de informação para começar a procurar ferramentas de desencriptação para ransomwares existentes, sendo que pode identificar o nome do ransomware através da extensão com que ficaram os seus ficheiros. 4. Se já perdeu a esperança em recuperar os seus ficheiros ou então já conseguiu recuperar os seus ficheiros e fez backup

dos mesmos, proceda à reinstalação do seu sistema operativo. Nada melhor do que cortar o mal pela raiz, garantindo assim que o ransomware foi totalmente removido.

O QUE É O WANNACRY? O WannaCry é um tipo de ataque ransomware que foi lançado a nível mundial no passado dia 15 de maio , estimandose que tenha infetado à volta de 200.000 computadores em 150 países. Este ataque teve grande impacto pois tratava-se de um ransomware mais evoluído do que o habitual, não se limitando a infetar apenas um único computador mas sim toda uma rede informática. Daí que o pânico causado tenha levado algumas empresas a desligarem completamente a sua rede informática até que a situação estivesse mais ou menos controlada. Para que se espalhasse para todos os computadores de uma rede informática, o WannaCry utilizava uma falha existente nos sistemas operativos Windows, falha esta que embora na altura já estivesse corrigida, levou a que computadores quando não tivessem as atualizações em dia fossem infetados pelo WannaCry. Atualmente já existe uma ferramenta de desencriptação para ficheiros que tenham sido infetados com o ransomware WannaCry, embora com o tempo se possa esperar o aparecimento de ransomwares mais evoluídos com base no WannaCry. O WannaCry foi realmente uma chamada de atenção para o impacto que este tipo de ataques pode vir ter nas empresas. Este tipo de ataques podem surgir quando menos estamos à espera, sendo por isso crucial um alerta constante de forma a evitar a infeção por este tipo de ataques e a tomada de medidas que possam reduzir os estragos causados.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Comunidade de mulheres empreendedoras lançada em Santarém A comunidade internacional de empreendedoras Adoro.Ser.Mulher apresentou-se oficialmente em Santarém na Fundação Passos Canavarro – Casa Museu, onde decorreu um cocktail onde estiveram presentes empresárias de várias cidades e embaixadoras desta rede. Foi no meio do jardim, cheios de flores e rosas, da Fundação de Passos de Canavarro, que a rede Adoro.Ser.Mulher chegou à cidade de Santarém, reunindo cerca de 30 empresárias de várias áreas. Num ambiente de convívio e de início de networking, estas mulheres conheceram a rede e todos os planos para este ano, e também alguns dos projetos com produtos da região, fornecidos pelos vários parceiros que quiseram apoiar o Adoro.Ser.Mulher D’ Santarém. Foram provados vinhos, queijos, doces, entre outros. Em junho, foi ainda realizada uma segunda reunião privada com potenciais associadas da rede Adoro.Ser.Mulher D’ Santarém. Adoro.Ser.Mulher é uma Comunidade Internacional de networking que apoia e motiva o empreendedorismo feminino. A

missão principal é facilitar a vida profissional da mulher, para que tenha mais sucesso nos negócios, um estilo de vida mais harmonioso e mais tempo para a sua vida pessoal. Esta rede oferece ferramentas de marketing e divulgação, para impulsionar negócios e serve de vitrine para os produtos das empreendedoras. Aqui, tem a possibilidade de estender além-fronteiras a sua rede com novos contactos, ligando-se a potenciais clientes, parceiros, participar em eventos de negócios, debates, seminários, forma-

ções, e acompanhar histórias de carreira inspiradoras de outras mulheres também extraordinárias. Outro dos objetivos, de carácter social é dar a conhecer locais, produtos e serviços das regiões. Por último, mas não menos importante, o Adoro. Ser.Mulher quer apoiar algumas causas e instituições de solidariedade. A gestora local da Adoro.Ser.Mulher D’ Santarém é Maria de Bragança Serrão, que também é responsável pela dinamização do grupo na cidade.

Alunos da Barquinha vencem concurso Mentes Brilhantes Os alunos da Escola Secundária D. Maria II, de Vila Nova da Barquinha, venceram o Concurso Nacional “Mentes Brilhantes para o Turismo Militar”, na categoria ensino secundário. Em novembro de 2016, o Ministério da Defesa Nacional, em parceria com a Universidade de Aveiro, lançou no Regimento de Infantaria n.º 10, em Aveiro, o concurso “Mentes Brilhantes para o Turismo Militar”, que envolveu 50 escolas e cerca de 2000 estudantes. Do desafio lançado, obteve-se um total de 63 projetos, dos quais 45 vieram do ensino superior e 18 do ensino secundário. A Escola Secundária D. Maria II de Vila Nova da Barquinha, com um vídeo em torno da cultura templária, desportos radicais e atividades de estratégia desenvolvidas nas três unidades militares sediadas em Vila Nova da Barquinha (Brigada de Reação Rápida, Engenharia e Tropas Paraquedistas), venceu o prémio ao nível do secundário. Do ensino superior, a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Porto, classificou-se em primeiro lugar, com o projeto “CIM! Centro Interativo Militar”.

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Na cerimónia de entrega dos prémios, estiveram presentes o Pró-reitor da Universidade de Aveiro, Joaquim da Costa Leite, o vice-chefe de Estado-Maior do Exército, tenente-general Rodrigues da Costa, a Subdiretora de Recursos da Defesa Nacional, Catarina Figueiredo Cardoso, o comandante do Regimento de Infantaria n.º10, Coronel Carlos Sobreira, entidades empresariais e autárquicas, assim como várias escolas nacionais, mas também do Brasil. O Secretário de Estado da Defesa Nacio-

nal, Marcos Perestrello, também presente, afirmou na cerimónia de entrega de prémios que o turismo militar é uma oportunidade para a “afirmação do patriotismo e da identidade nacional”. O Secretário de Estado referiu que “a capacidade de inovação, imaginação e empreendedorismo que os estudantes têm podem fazer do turismo militar um setor importante no país” e acrescentou que “o Ministério da Defesa Nacional tem o maior gosto em associar-se a este projeto de desenvolvimento económico”.

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CityHack: idealizar e realizar soluções para as cidades Maratona apresenta resultados práticos da Tecnologia focada nas Pessoas Aconteceu no Complexo da Levada, em Tomar, o CityHack, uma maratona tecnológica de 24 horas que juntou 70 jovens talentosos e com vontade de mostrar as suas ideias, num total de 16 equipas, oriundas de 10 instituições de ensino superior e a representar 17 cursos. Esta iniciativa, promovida pelo Mestrado de Analítica e Inteligência Organizacional (MAIO) do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) em parceria com o Município de Tomar iniciou-se no dia 27 de maio, pelas 10.00h, com uma visita pela cidade, onde os mentores, profissionais especialistas nas áreas a concurso (Social & Inclusão, Turismo & Cultura, Saúde & Bem Estar, Emprego e Dinâmica Empresarial e Mobilidade & Eficiência Energética), apresentaram os problemas que se colocam às cidades nestas temáticas e motivaram as equipas participantes para os tentarem resolver. A maratona teve início pelas 15.00h e, durante 24 horas, as equipas puderam desenvolver soluções efetivas e já consolidadas de plataformas para cidadãos, baseadas em soluções de realidade aumentada, aplicações móveis e inteligência artificial. O júri, constituído pelos parceiros tenológicos do evento e pelas instituições organizadoras: NOESIS (Cristina Carvalho), COMPTA (Hélder Quintela), CILNET (Rita Tecedeiro), MEDIATREE (Olivier Molero), SOFTINSA (Henrique Mourisca), IPT (Eugénio Almeida) e Município (Anabela Freitas), anunciou pelas 15.00h, no domingo, as equipas vencedoras. Em 1.º lugar ficou a equipa Snacks Alternativos com o projeto “À minha volta”, uma app de divulgação de eventos, numa área geográfica onde o utilizador se encontra. Os promotores têm a possibilidade de promover os eventos e os utilizadores perceber e escolher aqueles nos quais têm interesse em assis-

tir perto da zona onde se encontram. Em 2. º lugar ficou o projeto “STOUR” da equipa Tom@rH@cks que tem como objetivo recolher dados das visitas ao locais turísticos, com o recurso a sensores e pulseiras disponibilizadas aos turistas. Esses dados, após um tratamento estatístico, são analisados para perceber quais os percursos mais comuns e permitir novas experiências aos visitantes. Em 3.º lugar ficou a equipa Amar pelos 5 com o projeto “TemplarBench”, constando de uma aplicação e o desenvolvimento de um banco de jardim que vai disponibilizar o acesso gratuito à internet a todos os utilizadores da aplicação e recolher dados dos utilizadores para estudos demográficos das visitas turísticas numa cidade. De acordo com Nuno Madeira, coordenador do mestrado em Analítica e Inteligência Organizacional e elemento da organização deste Hackathon, “foram mesmo desenvolvidas soluções alinhadas com as boas práticas e envolventes para cidades inteligentes. O objetivo principal desta iniciativa onde se pretendia que a tecnologia fosse centrada nas pessoas com a criação de plataformas e soluções disruptivas que melhoram a vivência nas cidades e permitem a partilha de conhecimento para

melhores decisões, foi claramente atingido.” Realçou ainda um dado estatístico que considera “um feito nunca visto”: este evento de cariz tecnológico contou com 25% de participantes do sexo feminino (oriundos de áreas tecnológicas ou de suporte como por exemplo as áreas sociais e de turismo). A título de balanço destas 24 horas tecnológicas, Nuno Madeira acrescenta que os participantes referiram o enriquecimento que tiveram, não só pela resolução de questões no domínio da procura de soluções para problemas concretos, mas no âmbito das relações humanas e uso das novas tecnologias, considerando o evento uma memória que jamais esquecerão. Este City Hack, que surge de uma parceria entre o Politécnico de Tomar e o Município, comprova que o IPT está a cumprir o seu papel natural na procura e desenvolvimento de soluções nas áreas abrangidas neste Hackathon e que as parcerias com empresas tecnológicas têm contribuído para cimentar a sua importância no ecossistema das cidades inteligentes, ao mesmo tempo que a autarquia consolida o seu interesse no fomento de ideias exequíveis que ajudem Tomar a tornar-se uma cidade mais intuitiva e “fácil de utilizar”, e pólo criativo no contexto das cidades inteligentes.

Comissão Europeia lança portal sobre Transformação Digital O portal Digital Transformation Monitor, financiado pelo COSME, um programa europeu para a competitividade das PME disponibiliza um vasto leque de informação sobre a temática da transformação digital no espaço europeu. Dados estatísticos sobre o setor, infor-

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mação sobre iniciativas de apoio ao digital, relatórios sobre oportunidades industriais e tecnológicas, entre outra informação relevante, são apenas alguns dos temas que podem ser consultados. No portal, os visitantes podem, assim, informar-se sobre as últimas tendências

da transformação digital na Europa nos mais diversos setores. Existe ainda um artigo sobre a cidade de Lisboa.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

BfK IDEAS 2017: concurso de ideias para estudantes e investigadores Estão abertas as candidaturas ao BfK IDEAS 2017, um concurso de ideias para estudantes e investigadores. O objetivo é premiar e divulgar as ideias de negócio “nascidas do conhecimento”, que conjuguem a criatividade, o potencial de negócio, de inovação e o impacto societal. O BfK IDEAS tem como objetivo distinguir a criação de produtos, processos ou serviços de base científica e tecnológica, que demonstrem criatividade, potencial de inovação, de negócio e viabilidade económica. Serão valorizadas as ideias de negócio que associem a dimensão tecnológica com a responsabilidade social. Os finalistas têm acesso a um programa de imersão para aperfeiçoamento e desenvolvimento das ideias. Os vencedores do concurso terão acesso a um programa de aceleração em ciência e tecnologia, que os irá capacitar para transfor-

Softinsa e a IBM Portugal patrocinaram o SAP Innovation Forum 2017

mar o potencial de negócio da ideia em produtos e/ou serviços. O BfK IDEAS 2017 é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior através da ANI. Representa uma cultura que celebra a valorização da Ciência e o seu impacto na sociedade, dado o seu reconhecido contributo para o crescimento económico e o desenvolvimento dos países a médio e longo prazo. O período de candidaturas encerra a 31 de julho. Mais informações em www.bornfromknowledge.pt.

A Softinsa e a IBM Portugal patrocinaram o SAP Innovation Forum 2017, o maior evento da SAP em Portugal, que decorreu recentemente no Centro de Congressos do Estoril. Esta edição, subordinada ao tema “Digital Business”, focou-se nas mais inovadores soluções de gestão empresarial, assim como no testemunho dos clientes na transformação digital dos seus processos de negócio. Na sessão “Procurement Digital Transformation with SAP Ariba”, Rui Ferreira Alves, Global Business Services Senior Manager da IBM Portugal, apresentou as capacidades da solução de SAP Ariba, e Luciano José, Director of Purchasing do Grupo Pestana, falou sobre a sua experiência neste projeto, em parceria com a IBM, e dos benefícios que estão já a ganhar ao nível de vários processos de compras no grupo.

Candidaturas à Rede e ao Prémio PME Inovação COTEC Estão abertas até dia 21 de julho as candidaturas à Rede PME Inovação COTEC e ao Prémio PME Inovação COTEC-BPI, com o apoio do jornal Público. Se for uma PME inovadora com uma faturação superior a 200.000€, tudo o que tem de fazer para integrar a Rede PME Inovação COTEC (ou candidatar-se ao Prémio PME Inovação COTEC-BPI, com o apoio do jornal Público) é realizar a candidatura através do sistema online de Innovation Scoring®, disponível em www. innovationscoring.pt. A Rede PME Inovação COTEC visa o desenvolvimento de competências das PME, tendo por objetivos promover o reconhecimento público do conjunto de PME inovadoras que a constituem, apoiar o seu crescimento, nomeadamente na atração de investimento relevante e no suporte à sua internacionalização, e estabelecer a coo-

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Congresso Nacional de Inovação Social e Envelhecimento peração em rede destas empresas com os restantes Associados da COTEC Portugal. O Prémio PME Inovação COTECBPI, criado com o apoio do jornal Público, distingue anualmente uma PME que se tenha destacado no panorama nacional pela sua atitude e atividade inovadoras. Em 2017, para além da categoria principal do Prémio, será atribuída a distinção Born from Knowledge, com a parceria da ANI - Agência Nacional de Inovação. Para mais informações, os interessados devem visitar a página da Rede PME Inovação COTEC ou contactar Carlos Cabeleira (213 183 354 ou carlos.cabeleira@cotec. pt).

Decorreu no Cine-teatro de Almeirim, o II Congresso Nacional de Inovação Social e Envelhecimento organizado pela RUTIS ( Associação Rede de Universidades da Terceira Idade), entidade que representa as 305 universidades seniores portuguesas. O evento reuniu 248 participantes, 12 oradores e 15 expositores que durante todo o dia falaram sobre o envelhecimento e apresentarem novos serviços e produtos para o mercado sénior. Destacaram-se as intervenções de João César das Neves, da sexóloga Vânia Beliz, do jornalista Fernando Correia, do projeto “A avó veio trabalhar” e do arquiteto espanhol Rogelio Ruiz. No “mercado da inovação”, onde estiveram expostos produtos e serviços inovadores para os seniores, estiveram em destaque a Sioslive com equipamento digital para a estimulação psicomotora dos seniores, a Varalão com equipamentos para as entidades de apoio social e a NERSANT Seguros / Socialgest, com o novo seguro para centros de dia e centros de convívio.

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LeopolDina Reis Simões - Assessoria de Imprensa e de Comunicação

Novo projeto empresarial na área da comunicação na região de Santarém Criada por Leopoldina Simões, a empresa assume o nome da sua fundadora. “Pareceu-me que a minha credibilidade enquanto profissional da comunicação, com provas dadas e reconhecidas, era exatamente a marca que eu necessitava. É o meu nome e projeto profissional colocado ao serviço de outros projetos que optem pelos meus serviços na área da Comunicação, das Relações Públicas e da Assessoria de Imprensa”.

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empresa nasceu em janeiro de 2016, em Fátima. “Foi algo inesperado, porque saí de uma instituição de impacto internacional em setembro de 2015 e de imediato comecei a receber convites e propostas para trabalhar sobretudo a divulgação na imprensa de diferentes eventos, projetos e marcas. Tive pois necessidade de me regularizar enquanto empresa, no caso como empresária em nome individual”. Até ao momento, Leopoldina Simões realizou um vasto conjunto de trabalhos de divulgação e de assessoria de imprensa, das mais diversas áreas culturais e de mercado, para empresas e entidades de renome local, nacional e nalguns casos internacional. Isto além de convites para trabalhos editoriais, em termos de produção escrita e de divulgação; de marketing e de fundraising. “Sinto-me atualmente mais disponível para escolher projetos de âmbitos diferentes - Cultura, Turismo, Desporto, Construção, Negócios, entre outras áreas. Basta espreitar a minha página pessoal www. dina.com.pt; são trabalhos concretizados em contextos diversificados e com ferramentas da Comunicação diferentes, adaptadas caso a caso, o que permite uma maior liberdade de ação e criatividade”.

O estabelecimento de parcerias várias com empresas locais nas áreas do branding, do design e da publicidade, da videografia e da fotografia tem sido também uma aposta ganha.” www.nersant.pt

Leopoldina Simões O estabelecimento de parcerias várias com empresas locais nas áreas do branding, do design e da publicidade, da videografia e da fotografia tem sido também uma aposta ganha. “Tenho escolhido para trabalhar comigo pessoas e empresas nas quais confio profissional e pessoalmente, criando ou reforçando laços que obrigatoriamente têm como objetivo final servir os interesses e assentar que nem uma luva nas metas específicas de cada cliente e projeto”. “Há projetos que são de grande valor mas que, por vezes, precisam de um empurrãozinho em termos de projeção; noutros casos é necessário reforçar a notoriedade e a visibilidade já detida, em casos extremos, de comunicação de crise, é vital uma atuação proficiente para corrigir e/ou clarificar. Cada caso é um caso.” Natural de Fátima, Leopoldina Reis

Simões é licenciada em Comunicação Social (Universidade da Beira Interior /Covilhã, 1996) e em Ciências Religiosas (Universidade Católica Portuguesa/ Lisboa, 2015). Depois de ter trabalhado como jornalista em órgãos da imprensa escrita e rádio regional, foi assessora de imprensa e coordenadora do Centro de Comunicação Social do Santuário de Fátima, entre os anos de 2004 e 2015. Em termos de voluntariado profissional, além de outros projetos que assume “por acreditar nas causas que representam”, integrou a Equipa Internacional de Comunicação a quem coube o acolhimento e acompanhamento dos jornalistas estrangeiros acreditados para a Jornada Mundial da Juventude, na Polónia. “O trabalho de preparação realizou-se à distância, as novas tecnologias o permitem, e in loco, no final de Julho, em Cracóvia”.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

FACTIS® SCALA

A Plataforma para a Transformação Digital do Serviço TI Um serviço de excelência TI requer os melhores profissionais, as melhores metodologias e ferramentas adequadas. FACTIS SCALA é um conjunto de ferramentas de trabalho integradas, acessível a profissionais de TI que procuram atingir o nível de excelência dos seus serviços.

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FACTIS – Engenharia e Tecnologias de Informação, sediada na Startup Santarém e com Centro de Operações em Lisboa, lançou recentemente uma plataforma integrada para IT Managed Services, a FACTIS SCALA. O nome SCALA inspirou-se em Scallabis e no efeito de escala que a plataforma permite, proporcionando serviços acessíveis, fáceis de requisitar e usar – com o mínimo de intervenção manual de profissionais IT. Esta plataforma é uma máquina afinada de automação e self-service TI, permitindo atender a um maior volume do suporte e pedidos de serviço, suportar mais aplicações e dispositivos, melhorando os níveis de serviço e visibilidade. A sua versatilidade permite a utilização em organizações de qualquer dimensão, desde PME’s a grandes organizações. A plataforma FACTIS SCALA “faz parte da nossa própria transformação digital e permite-nos estar melhor preparados e capacitados para apoiar na transformação digital dos negócios dos nossos clientes”, afirma João Fonte, Diretor-geral da FACTIS.

A plataforma FACTIS SCALA faz parte da nossa própria transformação digital e permite-nos estar melhor preparados e capacitados para apoiar na transformação digital dos negócios dos nossos clientes.” 38

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João Fonte, Diretor-geral da FACTIS A plataforma suporta a operação da FACTIS em todos os seus clientes, proporcionando gestão de serviço, supervisão, monitorização e controlo centralizado. Com o sistema de Service Desk integrado, permite a gestão global e uma visão 360º em tempo real dos sistemas e infraestrutura tecnológica do cliente. A informação é atualizada permanentemente e disponibilizada na consola de gestão assim como no wallboard do Centro de Suporte. As anomalias detetadas acionam os mecanismos de alertas. Nos clientes ligados à plataforma FACTIS SCALA é possível antecipar e prevenir problemas ou anomalias. Quando tal não é possível, os incidentes são registados automaticamente no Service Desk e o cliente é notificado, muitas vezes antes de ter a perceção da anomalia. A plataforma FACTIS SCALA permite centralizar, automatizar e controlar as atividades de gestão, suporte, opera-

ção e monitorização, nas vertentes de supervisão e monitorização de serviços, sistemas/servidores e equipamentos críticos; gestão do parque informático, hardware e software; gestão de segurança e conformidade; e gestão de dispositivos móveis. Para além de uso próprio, a FACTIS SCALA está também disponível para outras empresas de TI e afins, departamentos de TI ou profissionais individuais de TI. Permite a construção de modelos híbridos de entrega de serviço, suportados nas mesmas ferramentas, envolvendo recursos de diferentes entidades, por exemplo o departamento de TI de uma organização e os seus prestadores de serviço externos. A FACTIS SCALA não requer licenças de software nem custos com hardware, permitindo, assim, que profissionais de TI possam aceder a ferramentas de referência do mercado como um serviço, sem

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ter de fazer investimentos. Para além do acesso e uso das ferramentas propriamente ditas, uma das grandes mais-valias passa pela utilização de funcionalidades e automatismos desenvolvidos e partilhados pela FACTIS para a comunidade de utilizadores, dos quais se destacam: • 96 modelos de máquinas incluindo os respetivos drivers prontas a utilizar com imagens otimizadas de Windows 7 e 10 (OS Deployment); • 169 pacotes de instalação e de desinstalação dos principais softwares/aplicações ( Software Deployment); • 2 atualizações mensais dos sistemas operativos e principais softwares/aplicações para além de Microsoft (Patch Management);

• 19 relatórios personalizados respondendo aos principais requisitos de uma gestão eficiente do hardware e do software em uso no parque; • Centenas de scripts de automatização de tarefas rotineiras; • Dashboards para verificação rápida do estado de compliance dos equipamentos em relação às regras definidas para cada empresa ou grupo de máquinas; • Acesso direto e controlo remoto das máquinas geridas, sem necessidade de VPN (Remote Access & Control). Na base da FACTIS SCALA estão soluções de software para gestão e automação do serviço TI de referência do mercado e a experiência adquirida da empresa,

com mais de 20 anos de atividade. Nesta plataforma estão constantemente a ser criados e orquestrados automatismos para as tarefas de rotina associados com a gestão e operação do parque informático, equipamentos de utilizadores e servidores de rede. É constituída por quatro sistemas nucleares integrados: • Gestão de Serviço e Service Desk (BMC FootPrints); • Gestão dos Equipamentos TI ( BMC Client Management); • Monitorização Ativa de Sistemas e Equipamentos; • Sistema de Automação da Criação de Pacotes de Instalação de Software (Packaging Factory).

Acerca da FACTIS Presente no mercado desde 1995, a FACTIS apoia e reúne uma carteira ímpar de clientes nacionais e internacionais, desde pequenas a grandes organizações que, com Confiança FACTIS, fazem crescer os seus negócios. A sua principal atividade é a prestação de serviços profissionais e de outsourcing na área das TI, desde as redes e comunicações às aplicações, promovendo também o desenvolvimento, representação e suporte de produtos e soluções.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Portugal e Luxemburgo assinam acordo para promover língua e cultura portuguesas Portugal e Luxemburgo assinaram a 5 de abril um memorando de entendimento relativo à promoção da língua e da cultura portuguesas no Luxemburgo, refere o gabinete do Ministro dos Negócios Estrangeiros em comunicado. Enquadrada na visita oficial do PrimeiroMinistro António Costa ao país, a assinatura deste documento visa incentivar a aprendizagem precoce da língua portuguesa e a sua continuidade no ensino básico e secundário, sendo um sinal importante para a valorização e o desenvolvimento da língua materna das crianças lusófonas. O entendimento vai beneficiar a integra-

ção e o sucesso escolar dos alunos lusófonos e os dois Governos comprometem-se a criar um novo modelo de cursos de língua portuguesa para estudantes entre o primeiro e o sexto ano. A nota afirma ainda que os alunos lusófonos, mesmo aqueles que não frequentaram cursos, serão incentivados a realizar exames de certificação de conhecimentos em língua portuguesa, uma vez que «a certificação é outro objetivo deste compromisso». Este acordo é particularmente importante para a comunidade emigrante portugues no país, que é uma das mais numerosas.

Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação discute nova parceria com África, Caraíbas e Pacífico

Acordo entre União Europeia e Canadá beneficia pequenas e médias empresas A Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Margarida Marques, afirmou que o acordo comercial entre a União Europeia e o Canadá (CETA) vai beneficiar principalmente as Pequenas e Médias Empresas. “As Pequenas e Médias empresas são os principais beneficiários de acordos desta natureza. Isto é particularmente importante para Portugal, na medida em que 90% do tecido exportador português está ancorado nas PME”, referiu, no encerramento do seminário “Canadá e o CETA – Acordo Económico e Comercial Global com a União Europeia: Que vantagens para as PME portuguesas”, em Aveiro. Margarida Marques disse que o acordo traz vantagens para as empresas e consumidores e permite uma poupança anual de 500 milhões de euros em direitos aduaneiros para a União Europeia. “Para Portugal, isto significa a eliminação de taxas em setores industriais tradicionais”, acrescentou. O CETA é o primeiro acordo económico da União Europeia após o Tratado de Lisboa a incluir um capítulo inteiramente dedicado aos investimentos, reduz as taxas aduaneiras para um grande número de produtos e promove o reconhecimento mútuo de normas e o aprofundamento das relações comerciais entre o Canadá e a UE.

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A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, foi oradora no Painel de Alto Nível “A caminho de uma nova parceria com os países de África, das Caraíbas e do Pacífico: desafios globais e interesses mútuos”. O Painel realizou-se no dia 7 de junho, em Bruxelas, no âmbito dos Dias Europeus do Desenvolvimento. O Painel debateu o futuro relacionamento entre a União Europeia e os países do Grupo África-Caraíbas-Pacífico após o termo do Acordo de Cotonou, em 2020. Os oradores convidados foram os Presidentes da República do Ruanda, Paul Kagame, da Guiana, David Granger, e do Togo, Faure Gnassingbé, e, do lado europeu, além de Teresa Ribeiro, o ex-Comissário Louis Michel e o atual Diretor-Geral da Comissão Europeia para o Desenvolvimento e a Cooperação Internacional, Stefano Manservisi. A discussão teve por base a Comunicação Conjunta “Rumo a uma parceria reno-

vada com os países da África, das Caraíbas e do Pacífico”, na qual a União Europeia apresenta as principais propostas para uma parceria política revitalizada com os países deste grupo. No seguimento desta sessão teve lugar a cerimónia de abertura dos Dias Europeus do Desenvolvimento, durante a qual foi formalmente assinado o novo Consenso Europeu para o Desenvolvimento.

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Cooperação luso-espanhola na promoção internacional de destinos turísticos Foi assinado na Cimeira Luso-Espanhola, em Vila Real, um protocolo que visa a cooperação institucional entre os dois países na promoção internacional conjunta da oferta de caminhos religiosos, espaços naturais protegidos e enoturismo. Com este protocolo, Portugal e Espanha comprometem-se a desenvolver iniciativas conjuntas de promoção internacional dos caminhos da espiritualidade, nomeadamente o Caminho de Santiago e os Caminhos de Fátima. Comprometem-se ainda a desenvolver iniciativas conjuntas de promoção internacional de espaços naturais protegidos (nomeadamente os parques naturais) e do enoturismo (dado o reconhecimento internacional da qualidade dos vinhos de Por-

tugal e Espanha e a oportunidade de afirmação que este ativo e a experiência turística associada às unidades de enoturismo tem, atualmente, na promoção dos dois países em mercados intercontinentais). O Ministro da Economia considerou que este é um momento importante na promoção conjunta de oferta turística complementar nos dois países, destacando como um bom exemplo os caminhos da espiritualidade. Tendo em conta que o caminho português de Santiago é já a segunda rota mais usada pelos peregrinos e que, em parte, coincide com o caminho de Fátima, fazer a promoção conjunta de ambos em mercados estratégicos e distantes (como o mercado sul-coreano ou norte-americano) faz todo o sentido.

SEM IR nos Emirados Árabes Unidos e Alemanha… A SEM IR visitou recentemente, em conjunto com um dos seus parceiros construtores, a empresa Nelson & Patrício, a maior cidade “Carbono Zero” em construção no mundo Masdar City, em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Em pleno deserto e com um Centro Universitário dentro, estudam-se e desenvolvem-se nesta empresa as novas tecnologias de elevada sustentabilidade e amigas do ambiente. Também com o objetivo de adquirir cada vez mais know-how na área que opera, a SEM IR esteve também recentemente, com a CONSTRUAZA, de visita à maior feira de Tecnologia e Inovação nas Energias Renováveis da Europa, a Intersolar em Munique, Alemanha. De referir que a SEM IR Lda. é uma empresa de Engenharia e Manutenção Industrial e Residencial com sede em Santarém e formada por profissionais qualificados e de elevada experiência, conhecimento e formação.

AICEP e Croácia unidas por acordo de parceria A AICEP assinou em Zagreb, capital da Croácia, na presença do Presidente da República, um acordo de parceria com a Câmara Económica da Croácia, para potenciar as trocas comerciais bilaterais. O memorando de entendimento irá potenciar mais trocas comerciais entre os dois países. “Esperamos não só poder dar melhor informação às empresas portuguesas, mas também potenciar mais encontros bilaterais entre as empresas dos dois países, o que no fundo irá potenciar mais negócios”, disse Luís Castro Henriques, Presidente da AICEP. No mesmo sentido, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que “há a ideia de ir

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mais longe no aprofundamento das relações bilaterais, mesmo do ponto de vista estritamente económico”. De referir que em 2015, a Croácia foi o 92.º cliente das exportações portuguesas, com uma quota de 0,03%, e o 61.º fornecedor de Portugal, com uma quota de 0,08%, de acordo com dados da AICEP. Segundo Luís Castro Henriques, que tomou posse como presidente da AICEP em abril deste ano, “há muito espaço para as empresas portuguesas poderem começar a operar na Croácia” e “um memorando destes é muito, muito importante”, porque oferece “um enquadramento estável”.

…E petMaxi em Itália e Espanha A petMaxi, fabricante português de alimentos secos para cães e gatos com sede em Ferreira do Zêzere, esteve recentemente em Itália, mais concretamente na feira da especialidade Zoomark, a divulgar os seus produtos. Trata-se de uma nova feira deste setor de atividade, onde a empresa teve a oportunidade de dar a conhecer as novas embalagens inovadoras e patenteadas para Portugal e que estarão brevemente disponíveis no mercado nacional em 3 e 12 kg. Recentemente, a empresa esteve também na Propet, em Madrid, a maior feira de petfood da península ibérica, onde apresentou e promoveu no mercado espanhol o seu novo produto inovador happyone mediterraneum.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Abertura de nova empresa em Bogotá

BAU investe na Colômbia Fundada em Barcelona, Espanha, em 2009, a BAU Special Solutions dá o salto definitivo para Portugal em 2010. Atualmente a empresa com sede em Torres Novas, tem filiais em Beja, Covilhã e Lisboa, e agora também uma “filha” na Colômbia, um investimento que vai permitir à empresa crescer no tão desejado mercado da América Latina.

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Ribatejo Invest esteve à conversa com Jorge Fonseca, o fundador e Diretor-geral da BAU. Descobriu que no momento de fundação da empresa, o profissional se encontrava a trabalhar numa empresa do mesmo ramo em Barcelona, mas que decidiu arriscar na criação de uma empresa. Fundou a BAU Special Solutions em 2009, em Barcelona, mas a contração do mercado espanhol fê-lo avançar para Portugal, onde entrou em 2010. “A BAU era inicialmente uma empresa catalã, de direito espanhol. Demos o salto para Portugal em 2010, devido a uma oportunidade na Região Autónoma da Madeira. Acabámos por criar a empresa e na semana seguinte estávamos no Funchal a trabalhar na impermeabilização de dois túneis nesta cidade, aos quais se seguiram mais quatro, com diferentes clientes”, contou o empresário. A empresa teve desde sempre um escritório em Torres Novas, mas decidiu dar um passo maior mudando a sede da empresa para esta região em 2015. “Embora tivéssemos desde sempre escritório em Torres Novas, a passagem da sede para esta cidade aconteceu apenas em dezembro de 2015, não só pela ligação familiar à cidade, mas principalmente por ser uma localização do ponto de vista estratégico e logístico bastante privilegiada.” Neste momento, para além da sede em Torres Novas, a BAU tem ainda escritórios em Beja, Covilhã e Lisboa, num total de 12 colaboradores e o balanço destes 7 anos de atividade em Portugal é francamente posi-

Fechámos o ano de 2016 com um volume de faturação na ordem dos 600 mil euros, o nosso melhor resultado de sempre.” 42

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Jorge Fonseca, o fundador e Diretor-geral da BAU tivo. “Durante estes 7 anos temos crescido de forma contínua. O saldo é francamente positivo. O ano passado crescemos entre 30 a 35% relativamente a 2015. Fechámos o ano de 2016 com um volume de faturação na ordem dos 600 mil euros, o nosso melhor resultado de sempre, tendo ainda uma margem de crescimento expectável”, revelou Jorge Fonseca. O leitor poderá estranhar o facto de uma empresa ligada à construção civil, nos 7 anos em que opera em Portugal e que abrangem grande parte dos anos críticos do setor, ter vindo a crescer continuamente. Mas a Ribatejo Invest tem a resposta: a aposta internacional da empresa. “A presença internacional melhorou o nosso posicionamento no mercado. Se há pouco disse que crescemos entre 30 a 35% de 2015 para 2016, o que não referi foi que, no mesmo período, aumentámos o volume de vendas para o exterior em 60%, o que significa que a aposta nos mercados externos tem sido determinante. A empresa, desde a sua criação, sempre exportou, tivemos uma presença internacional constante”, referiu, orgulhoso.

O que é facto é que a BAU apostou desde sempre na sua expansão internacional. Não obstante Portugal ser “o seu mercado primordial”, não deixa de ser limitado para a capacidade da empresa. Tem, por isso, realizado trabalhos em África, nomeadamente em Angola, Guiné Equatorial e Argélia, mas também na Europa, em Espanha e Eurásia, na Geórgia. “Temos tido a sorte de poder estar lá fora, mas a sorte também se conquista, tem sido fruto do nosso trabalho diário e da nossa estratégia”, concluiu o Diretor-geral da BAU. Mas o mercado que mais entusiasma a BAU é a América Latina. “Não a América Latina que vira para o Atlântico, mas a América Latina que vira para o Pacífico”, esclareceu Jorge Fonseca. “Neste momento, 50% da riqueza mundial está na Ásia, pelo que todos os países que de alguma forma têm contacto ou visibilidade junto da Ásia, são mercados que estão a crescer”, disse Jorge Fonseca, que justificou assim a sua aposta nesta zona do planeta, apontando como países prioritários o Perú, Equador e Colômbia, “que estão a ter um crescimento muito interessante”. Para

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Vemos o mercado sem fronteiras, sempre foi a nossa política. O nosso mercado pode ser global.” além disso, acrescentou ainda, são países estáveis, com alguma facilidade linguística e onde os grandes grupos portugueses ao nível da construção também estão a investir, pelo que a aposta da BAU nestes mercados, “está a ser feita de forma muito consciente, pragmática e focada no nosso know-how”. Com o objetivo de dar corpo a esta estratégia, a BAU tem visitado inúmeras vezes alguns dos mercados da América Latina, com quem já criou fortes relacionamentos. Uma das mais recentes novidades a respeito desta estratégia de internacionalização foi o facto de a empresa ter sido convidada para membro-fundador da Câmara de Comércio Luso-Equatoriana. Para além disso, os esforços de internacionalização da BAU para a América Latina acabam de atingir o seu expoente máximo. Após 8 anos de funcionamento em Portugal e Espanha, a BAU Special Solutions abriu uma nova empresa na Colômbia, coincidindo com a participação na feira “Expo Construcción y Diseño” na CORFERIAS em Bogotá, capital do país e onde se localiza a sede da empresa. “Criámos esta nova empresa com o objetivo de maximizar a nossa presença no

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mercado deste setor, e ao mesmo tempo, crescermos também como organização. Uma empresa ou cresce ou morre. Essa é a minha visão, pelo que há que fazer a BAU crescer. Vemos o mercado sem fronteiras, sempre foi a nossa política. O nosso mercado pode ser global”, concluiu Jorge Fonseca. No dia 20 de maio, nasceu assim a empresa BAU Colombia SAS no centro da capital Bogotá, onde a empresa fornecerá os mesmos serviços especializados ao mercado, nomeadamente de materiais para todo tipo de impermeabilizações,

reparação e reforço de estruturas, tratamento de superfícies e os pavimentos industriais. Com a abertura da BAU Colômbia, um investimento direto na ordem dos 50 mil euros, a empresa conseguiu já realizar um primeiro projeto na capital do país, Bogotá, mais concretamente no Hotel EXE, reabilitando integralmente o pavimento da cozinha, onde demonstrou ser uma empresa especialista na aplicação de sistemas inovadores, tudo isto com a homologação dos seus sistemas pelos mais importantes fabricantes mundiais.

A BAU Special Solutions A BAU Special Solutions nasce em Barcelona em 2009. Em 2010 passa a localizar-se em Portugal, na cidade de Lisboa. Aqui inicia-se também a abordagem às obras especiais no mercado nacional, nomeadamente com os trabalhos desenvolvidos em vários túneis no Funchal, na Região Autónoma da Madeira. Em dezembro 2012 é criada uma delegação em Torres Novas, passando, posteriormente, a sede em 2015. Esse ano veio a revelar-se um ano de crescimento com a abertura da delegação a sul, em Beja e com atividade em todo o território nacional, Geórgia e Argélia. Está também, desde 2016, na nossa delegação da Covilhã no PARKURBIS, Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã. A empresa assinou um protocolo, igualmente na Covilhã, com a Universidade

da Beira Interior para a transferência de conhecimento e aposta na investigação dos seus sistemas de aplicação. A experiência adquirida ao longo dos últimos anos, o reforço contínuo na capacidade técnica dos seus colaboradores, e o uso dos melhores e mais eficientes materiais e tecnologias para obras especiais, tornam a BAU Special Solutions numa das empresas mais especializadas e na vanguarda da aplicação de soluções especiais para o setor da construção.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Digidelta Dimensión opera no mercado espanhol desde 2005

Digidelta inaugura novas instalações em Espanha A Digidelta acaba de inaugurar oficialmente as suas novas instalações situadas em Madrid. As novas instalações concentram todas as atividades numa área total de 1600 m², que albergam Escritórios, Showroom, Serviços Técnicos, Sala de Formação e Armazém.

O

evento foi presidido por Rui Leitão, CEO de Digidelta, junto com os restantes membros da Direção de Espanha, Laura Oyola (Direção Administração e Finanças), Armando Mota da Silva (Gestor de Producto Mimaki e Decal), Eleutério Silva (Direção Comercial Mimaki Viscom), Fernando Ferreira (Direção Comercial Mimaki Textil) e Daniel Alvarez (Direção Técnica). O evento contou ainda com a presença de Pablo Serrano, secretário-geral da Associação Fespa Espanha, que nos apresentou a situação da indústria gráfica no mundo: o caso da Espanha. O CEO, Rui Leitão abriu o evento e mostrou-se satisfeito de poder apresentar o investimento e o lançamento de uma nova etapa para a Digidelta em Espanha. Apresentou o conceito de negócio através da distribuição (Partners), as marcas (Mimaki, Decal e NetScreen) e, finalmente, os objetivos da Digidelta para o mercado espanhol, bem como os objetivos para o novo showroom em Madrid. Em seguida, Pablo Serrano apresentou a situação da indústria gráfica no mundo: o caso da Espanha, seguido de Eleutério Silva que apresentou as soluções disponíveis por Digidelta e também agradeceu aos clientes e parceiros Digidelta pela sua lealdade, apoio e confiança nas nossas marcas. Depois de uma pausa, Armando Mota da Silva apresentou as novas ferramentas financeiras da Digidelta para apoiar as vendas, um investimento muito importante para os seus parceiros. O dia terminou com uma visita ao novo

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Showroom, uma área de cerca de 500 metros quadrados no qual os convidados foram capazes de experimentar ao vivo os equipamentos disponíveis para os diferentes mercados de Comunicação Visual, Têxtil e Indústria. As novas instalações da Digidelta em Espanha encontram-se situadas na Calle Puerto de Navacerrada 13, PI “Las Nieves” Móstoles – Madrid.

A EMPRESA A Digidelta é um fabricante e integrador de sistemas com soluções de alto valor acrescentado para os mercados de Impressão Digital, Exibição, Etiquetagem e Comunicação Visual. Fundada em 1986 por Rui Leitão, a empresa é sediada desde então em Torres Novas.

A Digidelta tem como principais soluções: • Equipamentos e consumíveis (tintas) de impressão Mimaki, sendo o importador e distribuidor exclusivo para a Península Ibérica; • Consumíveis para impressão (substratos adesivos) produzidos na fábrica de Torres Novas com a marca própria, Decal; • Soluções de etiquetagem (consumíveis Decal) e equipamentos Decal Labeling - soluções OEM dos melhores fabricantes nos diferentes segmentos; • Equipamento de tecnologia LED para exibição de conteúdos digitais com a marca própria, NetScreen. No ano de

2014, garantimos a produção integral deste produtos nas novas instalações de Torres Novas; • Serviços técnicos de manutenção e de customização (que permitem construir e adaptar-se às necessidades especificas de cada cliente); • Serviços financeiros de Renting, e mais recentemente um serviço (PSI - Prestação de Serviços de Impressão) adaptado a cada cliente incluindo equipamentos, (tinta, substrato e assistência técnica) apoiado numa empresa do grupo, Farben Renting SA.

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ESTADOS UNIDOS KŐƌŝdžƉŽƌƚĠƵŵĂŝŶŝĐŝĂƟǀĂĚĞƉƌŽŵŽĕĆŽŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂůĞĚĞĐĂƉĂĐŝƚĂĕĆŽĚĂƐWDĚŽƐĞƚŽƌĂŐƌŽŝŶĚƵƐƚƌŝĂů͕ƉƌŽŵŽǀŝĚĂ ƉĞůĂ E/D&KZhD Ğ /EKs>h^dZ ĐŽŵ Ž ŽďũĞƟǀŽ ĚĞ ƉƌŽŵŽǀĞƌ Ž ĂƵŵĞŶƚŽ ĚĂƐ ĞdžƉŽƌƚĂĕƁĞƐ Ğ Ă ǀŝƐŝďŝůŝĚĂĚĞ ŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂůĚĞWŽƌƚƵŐĂů͘ A elaboração do estudo e a abordagem metodológica assenta no levantamento das principais condicionantes de ĞŶƚƌĂĚĂ ĚĞ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĂůŝŵĞŶƚĂƌĞƐ ĚĂƐ ĮůĞŝƌĂƐ ŵĂŝƐ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂƟǀĂƐĚĂƐƌĞŐŝƁĞƐ;ůĞŶƚĞũŽĞĞŶƚƌŽͿŶŽŵĞƌĐĂĚŽ dos Estados Unidos da América, nomeadamente: azeite;

ŵŽůŚŽƐ Ğ ĐŽŶĚŝŵĞŶƚŽƐ͖ ƋƵĞŝũŽƐ͖ ĐĂƌŶĞƐ ;ǀĞƌĚĞƐ͕ ƚƌĂŶƐĨŽƌŵĂĚŽƐ Ğ ĐŚĂƌĐƵƚĂƌŝĂͿ͖ ƉĞƚͲĨŽŽĚ͖ ĂƌƌŽnj Ğ ĨĂƌŝŶŚĂƐ͖ ǀĞŐĞƚĂŝƐ ;ĨƌĞƐĐŽƐ Ğ ƵůƚƌĂĐŽŶŐĞůĂĚŽƐͿ͖ ĚŽĐĞƐ͕ ĐŽŵƉŽƚĂƐ Ğ ƐƵŵŽƐ ĚĞ ĨƌƵƚĂƐ͖ ƌĞĨĞŝĕƁĞƐ ƉƌŽŶƚĂƐ Ğ ƐŽďƌĞŵĞƐĂƐ ;ƵůƚƌĂĐŽŶŐĞůĂĚĂƐͿ͘

EUA: CARACTERÍSTICAS AS GERAIS AIS Os Estados Unidos da América é um país localizado ado no continente te a americano, ericano, m mais precisamente na América do Norte. O seu nome é também expresso a partir amb partir de siglas como USA, US e EUA. Os Estados Unidos estão divididos dos em 50 Estados. os. O território t dos EUA limita-se a norte, com o Canadá; a sul, com o México; éxico; a oeste, oeste com om o oceano Pacífico; e a leste, com o oceano Atlântico. É o terceiro com maiss população do ro país p po opula mundo, 314,6 milhões de habitantes, superado apenas e nas pela China ((1,3 mil milhões) milhõ Índia (1,1 mil milhões). Os Estados Unidos possuem mundo, a m a principal economia nom do mundo sua moeda é forte e é usada como referência pa para demonstrarr da dados económicos. nómicos. População: 322,3 milhões hab. (2016) Densidade populacional: 234,1 hab./km2 (20 (2015)

COMO EXPORTAR PARA OS EUA? ͻ^ĞůĞĐŝŽŶĂƌƵŵŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌůŽĐĂůĞĐŽŶĮƌŵĂƌƋƵĞŽŵĞƐŵŽƚĞŵĂƌĞƐƉĞƟǀĂůŝĐĞŶĕĂĚĞŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽͲ/ŵƉŽƌƚĞƌ͛ƐĂƐŝĐWĞƌŵŝƚ ĞͬŽƵtŚŽůĞƐĂůĞƌ͛ƐĂƐŝĐWĞƌŵŝƚ͖ ͻŽůĂďŽƌĂƌĐŽŵŽŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌƉĂƌĂĨĂnjĞƌŽƌĞŐŝƐƚŽĚĂĞŵƉƌĞƐĂĞdžƉŽƌƚĂĚŽƌĂ͖ ͻKďƚĞƌǀŝƐŽWƌĠǀŝŽĚĞ/ŵƉŽƌƚĂĕĆŽĞZĞŐŝƐƚŽĚĂŵƉƌĞƐĂ/ŵƉŽƌƚĂĚŽƌĂ͖ ͻKďƚĞƌŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞĂƉƌŽǀĂĕĆŽĚĞƌſƚƵůŽ;ĞƌƟĮĐĂƚĞŽĨ>ĂďĞůƉƉƌŽǀĂůʹK>Ϳ͖ ͻWĂŐĂƌƚŽĚĂƐĂƐƚĂdžĂƐĨĞĚĞƌĂŝƐĂƉůŝĐĄǀĞŝƐĞĚŝƌĞŝƚŽƐĂĚƵĂŶĞŝƌŽƐ͖ ͻƵŵƉƌŝƌŽƐƌĞƋƵŝƐŝƚŽƐƌĞƐƉĞƟǀŽƐĚĞĐĂĚĂƐƚĂĚŽ͘

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&/,^WZKhdK CARNE Z^dZ/O^^W1&/^

WŽƌƚƵŐĂůĠĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽƵŵƉĂşƐ ƉƌŽĚƵƚŽƌŶĆŽĞůĞŐşǀĞůƉĂƌĂĞdžͲ ƉŽƌƚĂƌ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĐĄƌŶĞŽƐ ƉĂƌĂ os Estados Unidos da América: Ͳ ZĞƐƚƌŝƚŽ Ğŵ ĨƵŶĕĆŽ ĚŽ ϵ&Zϵϰ͘ϭϴĐƚ͖ Ͳ EĆŽ ĂƉĂƌĞĐĞ ĐŽŵŽ ƉĂşƐ ĞůĞŐşǀĞů ƉĂƌĂ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ ĚĞ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĐĄƌŶĞŽƐ ĚĞ ƋƵĂůƋƵĞƌ ĐĂƚĞŐŽƌŝĂ͘

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Embalagem O mercado dos EUA aceita ƚŽĚĂƐĂƐƚƌĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐŽƉĕƁĞƐ͗ • Embalagem em atmosfera ;ĐŽƵǀĞƚĞĐŽŵĮůŵĞƚƌĂŶƐƉĂͲ ƌĞŶƚĞͿ͖ • Embalagem em atmosfera ŵŽĚŝĮĐĂĚĂ͖ ͻŵďĂůĂŐĞŵĂǀĄĐƵŽ͖ ͻ ŵďĂůĂŐĞŵ Ă ǀĄĐƵŽ ĞƐƟůŽ ƐŬŝŶƉĂĐŬĂŐŝŶŐ;ĞĨĞŝƚŽƐĞŐƵŶĚĂ ƉĞůĞͿ͕ǀĂƌŝĂĕƁĞƐĚĂƐĞŵďĂůĂͲ ŐĞŶƐĐŽŵĂƚŵŽƐĨĞƌĂŵŽĚŝĮĐĂͲ ĚĂ͕ ĐŽŵŽ KͲDW͕ ŽƵ ďĂƚĐŚ DWĞWƌŽĐĞƐƐĂŵĞŶƚŽĚĞůƚĂ WƌĞƐƐĆŽ͘ Ğ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ Ă &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ͕ ŶŽ ĐſĚŝŐŽ Ϯϭ&ZϭϬϭ͘ϵϱ ͕ ĞdžŝƐƚĞŵ termos que caracterizam o produto e que podem ser ƵƟůŝnjĂĚŽƐ ŶĂ ĞŵďĂůĂŐĞŵ͕ ƚĂŝƐ ĐŽŵŽΗ&ƌĞƐŚΗ͕ΗĨƌĞƐŚůLJĨƌŽnjĞŶΗ͕ "fresh frozen", e "frozen ĨƌĞƐŚΗ͘

^ĞƐĞǀĞƌŝĮĐĂƌƋƵĞŽƉƌŽĚƵƚŽĚĞ ĐĂƌŶĞ ŝŶƐƉĞĐŝŽŶĂĚŽ ŶĆŽ ĞƐƚĄ em conformidade com a inspeção nos Estados Unidos, ĚĞǀĞƐĞƌƌĞĞdžƉŽƌƚĂĚŽ͕ĚĞƐƚƌƵşͲ ĚŽŽƵĐŽŶǀĞƌƟĚŽĞŵĨŽƌƌĂŐĞŶƐ ĚĞ ĂŶŝŵĂŝƐ ;ƐĞ ĂƉƌŽǀĂĚŽ ƉĂƌĂ ƚĂůͿŶŽƉƌĂnjŽĚĞϰϱĚŝĂƐ͘ĂĚĂĂ ĞdžƚĞŶƐĆŽĚĂĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽ͕ƌĞͲ ĐŽŵĞŶĚĂͲƐĞ Ă ĐŽŶƐƵůƚĂ ƉƌĠǀŝĂ ĚŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶĂ & Ă ƌĞƐƉĞŝƚŽ ĚŽƐ ĐŽŶƚƌŽůŽƐ ƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐ ƉĂƌĂ produtos alimentares: ͻ Ϯϭ &Z ϭϭϳ Ͳ ŽŶƚƌŽůŽƐ ƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐ͘

ͻ ĞǀĞ ƐĞƌ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽ Ž ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐŽŶĮƌŵĞ ƋƵĞ os produtos de origem animal a importar foram: Ͳ/ŶƐƉĞĐŝŽŶĂĚŽƐĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵ os procedimentos adequados; ͲEĆŽĞƐƚĆŽĐŽŶƚĂŵŝŶĂĚŽƐ͖ Ͳ EĆŽ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂŵ ƋƵĂůƋƵĞƌ doença contagiosa; Ͳ ^ĆŽ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽƐ ĐŽŶĨŽƌŵĞƐ ĐŽŵĂƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂĕĆŽǀĞƚĞƌŝͲ ŶĄƌŝĂ ǀŝŐĞŶƚĞ ĚŽ ƉĂşƐ ĚĞ ŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ͘ ͻ ^Ğ Ž ƉƌŽĚƵƚŽƌͬĞdžƉŽƌƚĂĚŽƌ ĞŶƚĞŶĚĞƌ ƚĞƌ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐ reconhecidos nos EUA, pode ĨĂnjġͲůŽũƵŶƚŽĚŽŵĞƌŝĐĂŶEĂͲ ƟŽŶĂů ^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ͖ ͻ ĞƌƟĮĐĂĕĆŽ ĚĂ ŝŶƐƚĂůĂĕĆŽ͗ ŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮƋƵĞ ƋƵĞ uma instalação envolvida no ĨĂďƌŝĐŽ͕ƉƌŽĐĞƐƐĂŵĞŶƚŽ͕ĞŵďĂͲ lagem ou armazenamento de ĂůŝŵĞŶƚŽƐƉĂƌĂĐŽŶƐƵŵŽŚƵŵĂͲ no ou animal nos Estados hŶŝĚŽƐ ĞƐƚĄ ƌĞŐŝƐƚĂĚĂ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘ Este documento é exigido para desalfandegamento aduaneiro Ğ ĂĐĞƐƐŽ ĂŽ ŵĞƌĐĂĚŽ͘  inscrição deve ser solicitada ƉĞůŽŽƉĞƌĂĚŽƌĚĂŝŶƐƚĂůĂĕĆŽ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ /ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂ ƉŚŝƐͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉ ƐͬƉŽƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂͲ ƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ

Rotulagem Ğ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ Ž ŽĚĞ ĨŽƌ &ŽŽĚZĞŐƵůĂƟŽŶƐ͕ơƚƵůŽϮϭ͕ŚĄ ĂůŐƵŶƐƉŽŶƚŽƐŵƵŝƚŽŝŵƉŽƌƚĂŶͲ ƚĞƐĂĐƵŵƉƌŝƌĂŽƉƌŽũĞƚĂƌĂĞƟͲ queta para os produtos

ĐĄƌŶĞŽƐ͗ • A origem, a data de abate, a data limite de consumo e a recomendação para ser bem ĐŽnjŝŶŚĂĚŽƐĆŽŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐ͘ ͻEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶͲ ƚĞ͕ ĞŵďĂůĂĚŽƌ ŽƵ ĚŝƐƚƌŝďƵŝĚŽƌ͘ ĞǀĞ ƐĞƌ ĂĐŽŵƉĂŶŚĂĚŽ ĚĞ ƵŵĂ ĨƌĂƐĞ ĚĞ ƋƵĂůŝĮĐĂĕĆŽ ƋƵĞ indica a relação da empresa ĐŽŵ Ž ƉƌŽĚƵƚŽ ;ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ΗĨĂďƌŝĐĂĚŽƉĂƌĂΗŽƵΗĚŝƐƚƌŝďƵşͲ ĚŽƉŽƌΗͿ͖ ͻWĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͘

AZEITE Z^dZ/O^^W1&/^

K,ŽƵƐĞŽŵŵŝƩĞĞKŶŐƌŝĐƵůͲ ture decidiu tomar medidas para abordar a fraude de azeite nos Estados Unidos para que ƐĞũĂŵĞdžŝŐŝĚŽƐƚĞƐƚĞƐĂƚŽĚŽƐŽƐ ĂnjĞŝƚĞƐ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƐ͘  ĨƌĂƵĚĞ ĞƐƚĄƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂĐŽŵĂĂĚƵůƚĞͲ ração do azeite proveniente de ŐƌĂŶĚĞƐĞŵƉƌĞƐĂƐ͕ƉƌĞĚŽŵŝͲ ŶĂŶƚĞŵĞŶƚĞĚĂƵƌŽƉĂ͘'ƌĂŶĚĞ parte dos azeites importados a granel contém uma grande ƉĞƌĐĞŶƚĂŐĞŵĚĞſůĞŽƐĚĞƐĞͲ ŵĞŶƚĞƐ͘ ĂĚĂ Ă ĚŝŵĞŶƐĆŽ ĚĂ ĨƌĂƵĚĞ͕ƋƵĞŶĆŽĠƉĂƌƟĐƵůĂƌĚŽ ŵĞƌĐĂĚŽ ĚŽƐ h͕ Ă &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&ͿĞƐƚĄ a desenvolver o seu primeiro sistema de teste e amostragem ƉĂƌĂĂƐŝŵƉŽƌƚĂĕƁĞƐĚĞĂnjĞŝƚĞĞ a agência deve apresentar um ƉůĂŶŽƉĂƌĂŐĂƌĂŶƟƌĂƐĞŐƵƌĂŶĕĂ ĚŽƐĐŽŶƐƵŵŝĚŽƌĞƐĞĂƌŽƚƵůĂͲ gem adequada do azeite ŝŵƉŽƌƚĂĚŽ͕ĂŝŶĚĂĞŵϮϬϭϳ͘

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Embalagem: EŽƌĞƚĂůŚŽ͕ϲϯйĚŽƐĐŽŶƐƵŵŝͲ dores preferem embalagens de ǀŝĚƌŽ͕ϯϰйĞŵďĂůĂŐĞŶƐƉůĄƐƟͲ ĐĂƐĞĂƐůĂƚĂƐĂƉĞŶĂƐƐĆŽƉƌĞĨĞͲ ƌŝĚĂƐƉŽƌϯйĚŽƐĐŽŶƐƵŵŝĚŽƌĞƐ͘ O mercado dos EUA aceita ƚŽĚĂƐĂƐƚƌĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐŽƉĕƁĞƐ͗ ͻ 'ĂƌƌĂĨĂƐ ĚĞ ϮϱϬŵů͕ ϱϬϬŵů͕ ϳϱϬŵůĞϭϬϬϬů͖ ͻ >ĂƚĂƐ ĚĞ ϮϱϬŵů͕ ϱϬϬŵů͕ ϭϬϬϬŵůĞϱϬϬϬŵů͘

K ,ŽƵƐĞ ŽŵŵŝƩĞĞ KŶ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĞƐŽůŝĐŝƚĂă&ŽŽĚĂŶĚ ƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&ͿƵŵĂ ĂŵŽƐƚƌĂŐĞŵĚŽĂnjĞŝƚĞŝŵƉŽƌƚĂͲ do para determinar se é ĂĚƵůƚĞƌĂĚŽ ŽƵ ŵĂů ƌŽƚƵůĂĚŽ ʹ ŝŶĚŝĐĂŶĚŽ ƋƵĞ Ġ ǀŝƌŐĞŵ ĞdžƚƌĂ͘ ƐƐŝŵ͕Ă&ĚĞǀĞƌĄƚŽŵĂƌƉĂƌĂ ŐĂƌĂŶƟƌĂƐĞŐƵƌĂŶĕĂĚŽĐŽŶƐƵͲ midor e rotulagem adequada ĚĞĂnjĞŝƚĞŝŵƉŽƌƚĂĚŽ͘ ZĞĐŽŵĞŶĚĂͲƐĞĂĐŽŶƐƵůƚĂƉƌĠͲ ǀŝĂ ĚŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶĂ & Ă ƌĞƐƉĞŝƚŽĚŽƐĐŽŶƚƌŽůŽƐƉƌĞǀĞŶͲ ƟǀŽƐƉĂƌĂƉƌŽĚƵƚŽƐĂůŝŵĞŶƚĂͲ res: ͻϮϭ&ZϭϭϳͲŽŶƚƌŽůŽƐƉƌĞͲ ǀĞŶƟǀŽƐ͘

K ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ƐĞŐƵƌĂŶĕĂ ĂůŝŵĞŶƚĂƌ ĚĞǀĞ ƐĞƌ ŝŶĐůƵşĚŽ ũƵŶƚŽ ĐŽŵ ŽƐ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƐ ĚĞ ĞdžƉĞĚŝĕĆŽƉŽƌƉĂƌƚĞĚŽĞdžƉŽƌͲ ƚĂĚŽƌ͕ĐŽŶĮƌŵĂŶĚŽĂƐŵĞĚŝĚĂƐ ĚĞƐĂƷĚĞ͘EŽƐh͕Ž^ĞƌǀŝĕŽĚĞ ^ĞŐƵƌĂŶĕĂĞ/ŶƐƉĞĕĆŽĚĞůŝͲ ŵĞŶƚŽƐ ;&^/^Ϳ ĚŽ h^ ͕ Ġ Ă autoridade de licenciamento ƉĂƌĂĞŵŝƟƌŽĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞ^ĞͲ ŐƵƌĂŶĕĂůŝŵĞŶƚĂƌƉĂƌĂŝŵƉŽƌͲ ƚĂƌĂnjĞŝƚĞ͘ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽĞŶƚƌĞŐĂƌƵŵĚŽĐƵͲ ŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮƋƵĞ ƋƵĞ Ă instalação envolvida no fabrico, processamento, embalagem ou armazenamento de alimentos ƉĂƌĂĐŽŶƐƵŵŽŚƵŵĂŶŽŽƵĂŶŝͲ ŵĂů ŶŽƐ ƐƚĂĚŽƐ hŶŝĚŽƐ ĞƐƚĄ ƌĞŐŝƐƚĂĚĂ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘ƐƚĞĚŽͲ ĐƵŵĞŶƚŽĠĞdžŝŐŝĚŽƉĂƌĂĚĞƐĂůͲ fandegamento aduaneiro e ĂĐĞƐƐŽĂŽŵĞƌĐĂĚŽ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ /ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂ ƉŚŝƐͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉ ƐͬƉŽƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂͲ ƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ North American Olive Oil ƐƐŽĐŝĂƟŽŶ ;EKKͿ ;ǁǁǁ͘ĂďŽƵƚŽůŝǀĞŽŝů͘ŽƌŐͿ

Rotulagem: EŽƐ h͕ Ž ĞƉĂƌƚĂŵĞŶƚŽ ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ;h^ͿĠĂĞŶƟĚĂĚĞ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů ƉĞůŽƐ ƉĂĚƌƁĞƐ ĚŽ ĂnjĞŝƚĞ͘ WĂƌĂ Ž ĐŽŶƐƵŵŝĚŽƌ͕ ŽƐ ƚĞƌŵŽƐŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐĚĂĞƟƋƵĞƚĂ são os seguintes: Ͳ 'ƌĂƵ Ͳ sŝƌŐĞŵ džƚƌĂ͕ sŝƌŐĞŵ͕ EŽƌŵĂů͕ ĞƚĐ͖ EşǀĞů ĚĞ ĂĐŝĚĞnj͖ sĂƌŝĞĚĂĚĞĚĂĂnjĞŝƚŽŶĂ͖KƌŝŐĞŵ͖ ŽůŚĞŝƚĂƉƌĞĐŽĐĞŽƵƚĂƌĚŝĂ͘ ƐĞƟƋƵĞƚĂƐĚĞǀĞŵŝŐƵĂůŵĞŶƚĞ

listar: ͲEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ embalador ou distribuidor e WĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ͘

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QUEIJO RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

KŽƉĞƌĂĚŽƌƚĞƌĄĚĞĂƐƐĞŐƵƌĂƌŽ cumprimento dos requisitos da legislação dos EUA, aquando da laboração e expedição dos seus ƉƌŽĚƵƚŽƐ͘ƐĐŽŶĚŝĕƁĞƐĂĂƐƐĞͲ gurar para a exportação destes produtos são as seguintes: ͻƐƚĞƐƉƌŽĚƵƚŽƐĨŽƌĂŵŵĂŶŝƉƵͲ ůĂĚŽƐ͕ƉƌĞƉĂƌĂĚŽƐ͕ƚƌĂŶƐĨŽƌŵĂͲ dos e acondicionados de forma higiénica e de acordo com as ŶŽƌŵĂƐ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐ Ğŵ ǀŝŐŽƌ Ğ estão aprovados para consumo humano; • Os referidos produtos, seu ĂĐŽŶĚŝĐŝŽŶĂŵĞŶƚŽŽƵĞŵďĂůĂͲ ŐĞŵĨŽƌĂŵŽďũĞƚŽĚĞŵĂƌĐĂĕĆŽ que garante que esses produtos provêm, na sua totalidade, de estabelecimentos acreditados; ͻ KƐ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ůĄĐƚĞŽƐ ĨŽƌĂŵ ƉƌŽĐĞƐƐĂĚŽƐĞŵƉĂşƐĞƐͬƌĞŐŝƁĞƐ ĐŽŶƐƚĂŶƚĞƐĚŽ͞ŽĚĞŽĨ&ĞĚĞƌĂů ZĞŐƵůĂƟŽŶƐ͟  Ă ƉĂƌƟƌ ĚĞ ůĞŝƚĞ ƉƌŽĚƵnjŝĚŽŶĞƐƐĂƐŵĞƐŵĂƐƌĞͲ ŐŝƁĞƐͬƉĂşƐĞƐ͕ ůŝǀƌĞƐ ĚĞ &ĞďƌĞ ŌŽƐĂĞĚĞWĞƐƚĞŽǀŝŶĂ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

>/DEdZ

E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem Ͳ K ĐŽƉŽůşŵĞƌŽ ĚĞ ĂĐĞƚĂƚŽ ĚĞ ĞƟůĞŶŽ Ğ ǀŝŶŝů ƉĂƌĂ ƋƵĞŝũŽ Ğŵ barra; ͲƌĞƐŝŶĂƉĂƌĂƋƵĞŝũŽƐƉƌŽĐĞƐƐĂͲ dos; ͲƐƌĞƐŝŶĂƐĚĞǀĞĚĂĕĆŽĚĞƐƚĂĐĄͲ ǀĞŝƐƉĂƌĂƋƵĞŝũŽƐƟƉŽĐŽƩĂŐĞ͖ ͲƐƉĞůşĐƵůĂƐĚĞĞŵƉĂĐŽƚĂŵĞŶƚŽ ĚĞĐĂŵĂĚĂƐŵƷůƟƉůĂƐƉĂƌĂƋƵĞŝũͲ ŽƐŵĂĐŝŽƐ͘

ZĞĐŽŵĞŶĚĂͲƐĞ Ă ĐŽŶƐƵůƚĂ ƉƌĠǀŝĂĚŽĚŝƐƉŽƐƚŽŶĂ&ŽŽĚĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ Ă respeito dos controlos ƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐ ƉĂƌĂ ƉƌŽĚƵƚŽƐ alimentares: ͻ Ϯϭ &Z ϭϭϳ Ͳ ŽŶƚƌŽůŽƐ ƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐĞƋƵĞĚĞƚĞƌŵŝŶĂŵ a possibilidade do produto não oferecer nenhuma ameaça ao ĐŽŶƐƵŵŽŚƵŵĂŶŽ͘

Rotulagem A rotulagem deve descrever com ƉƌĞĐŝƐĆŽŽŶŽŵĞĚŽƉƌŽĚƵƚŽ͘/ƐƐŽ ƐŝŐŶŝĮĐĂ ƋƵĞ ƉĂůĂǀƌĂƐ ĐŽŵŽ "processado", "pasteurizado", "misturado" e "espalhar" devem ƐĞƌ ŝŶĐůƵşĚŽƐ ŶŽ ƌſƚƵůŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͘ ŽůŝƐƚĂƌŽƐŶŽŵĞƐĚŽƐŝŶŐƌĞĚŝĞŶͲ ƚĞƐŽƉĐŝŽŶĂŝƐ͕ŽƐŵĞƐŵŽƐƌĞƋƵŝͲ sitos devem ser observados e ƉŽĚĞƉƌĞĐĞĚĞƌͲƐĞăůŝƐƚĂŐĞŵĐŽŵ ĂƉĂůĂǀƌĂΗĐŽŶƚĠŵΗ͘ŽĞƐĐŽůŚĞƌ

ĨĂnjĞƌƵŵĂŝŶĚŝĐĂĕĆŽĚŽşŶĚŝĐĞĚĂ ŐŽƌĚƵƌĂĞĚĂŚƵŵŝĚĂĚĞ͕ŽŶƷŵĞͲ ƌŽ ĚĞǀĞ ƌĞŇĞƟƌ Ž ƉƌŽĚƵƚŽ ĐŽŵŽ sendo vendido, não na "base da ŚƵŵŝĚĂĚĞͲůŝǀƌĞ͘Η Ɛ ĞƟƋƵĞƚĂƐ ĚĞǀĞŵ ŝŐƵĂůŵĞŶƚĞ listar: ͲEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ ĞŵďĂůĂĚŽƌ ŽƵ ĚŝƐƚƌŝďƵŝĚŽƌ͖ WĂşƐ ĚĞŽƌŝŐĞŵ͘

K ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ƐĞŐƵƌĂŶĕĂ ĂůŝŵĞŶƚĂƌ ĚĞǀĞ ƐĞƌ ŝŶĐůƵşĚŽ ũƵŶƚŽ ĐŽŵ ŽƐ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƐ ĚĞ expedição por parte do ĞdžƉŽƌƚĂĚŽƌ͕ ĐŽŶĮƌŵĂŶĚŽ ĂƐ ŵĞĚŝĚĂƐĚĞƐĂƷĚĞ͘EŽƐh͕Ž ^ĞƌǀŝĕŽ ĚĞ ^ĞŐƵƌĂŶĕĂ Ğ /ŶƐƉĞĕĆŽĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;&^/^ͿĚŽ h^͕ Ġ Ă ĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞ ĚĞ ůŝĐĞŶĐŝĂŵĞŶƚŽ ƉĂƌĂ ĞŵŝƟƌ Ž ĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ^ĞŐƵƌĂŶĕĂ ůŝŵĞŶƚĂƌƉĂƌĂŝŵƉŽƌƚĂƌ>ĞŝƚĞĞ WƌŽĚƵƚŽƐ >ĄĐƚĞŽƐ ƐĞƵƐ ĚĞƌŝǀĂĚŽƐ͘ Ɛ ĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞƐ ĚĞ segurança alimentar dos EUA ǀĞƌŝĮĐĂŵ Ž ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉŽƌWŽƌƚƵŐĂů͘ O tempo de inspeção e as taxas a pagar variam dependendo do ƟƉŽ ĚĞ ŵĞƌĐĂĚŽƌŝĂ ĞͬŽƵ ĚŽ ŵŽĚŽ ĚĞ ƚƌĂŶƐƉŽƌƚĞ͘  ŝŶƐƉĞĕĆŽ Ġ ĂƉůŝĐĄǀĞů ĂƉĞŶĂƐ Ă ƵŵĂ ŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ͘ WĂƌĂ ŐĂƌĂŶƟƌ ƋƵĞ ŽƐ ƚƌąŵŝƚĞƐ ĂŽ ŶşǀĞů ĚĂ ŝŶƐƉĞĕĆŽ ƐĆŽ ĐŽŶƐĞĐƵƟǀŽƐ Ğ ĐƵŵƉƌŝĚŽƐ͕ĠŽďƌŝŐĂƚſƌŝŽĂŶĞͲ džĂƌŽŽƌŝŐŝŶĂůĚŽĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐĂͲ ŶŝƚĄƌŝŽŽƵĞƌƟĮĐĂĚŽ&ŝƚŽƐƐĂͲ ŶŝƚĄƌŝŽ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ /ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂ ƉŚŝƐͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉ ƐͬƉŽƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂͲ ƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

PET FOOD RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

Ɛ ^ĞĐĕƁĞƐ ϰϬϮ Ğ ϰϬϯ ĚĂ &ĞĚĞƌĂů &ŽŽĚ͕ ƌƵŐ͕ ĂŶĚ ŽƐŵĞƟĐ Đƚ ;ƚŚĞ &Θ ĐƚͿ ĞdžŝŐĞŵƋƵĞĂůŝŵĞŶƚŽƐĞƌĂĕƁĞƐ ƐĞũĂŵƐĞŐƵƌŽƐĞƐĂƵĚĄǀĞŝƐ͕ŶĆŽ contenham substâncias ŶŽĐŝǀĂƐ͕ ƉƌĞũƵĚŝĐŝĂŝƐ ŽƵ ŶĆŽ ĂƉƌŽǀĂĚĂƐ͕ Ğ ƐĞũĂŵ ƌŽƚƵůĂĚŽƐ ĐŽŵ ǀĞƌĂĐŝĚĂĚĞ͘ KƐ regulamentos federais de rotulagem de alimentos para animais são encontrados no dşƚƵůŽ Ϯϭ ŽĚĞ ŽĨ &ĞĚĞƌĂů ZĞŐƵůĂƟŽŶƐ WĂƌƚ ϱϬϭ ΀Ϯϭ &Z ϱϬϭ΁͘ Os alimentos para animais ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƐ ĞƐƚĆŽ ƐƵũĞŝƚŽƐ ăƐ ĞdžŝŐġŶĐŝĂƐ ĚĂ ůĞŝ dŚĞ WƵďůŝĐ ,ĞĂůƚŚ ^ĞĐƵƌŝƚLJ ĂŶĚ ŝŽƚĞƌƌŽƌŝƐŵWƌĞƉĂƌĞĚŶĞƐƐĂŶĚ ZĞƐƉŽŶƐĞ Đƚ ŽĨ ϮϬϬϮ ;ƚŚĞ ŝŽƚĞƌƌŽƌŝƐŵĐƚͿ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem: &ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&ͿƌĞŐƵůĂĂƐůĂƚĂƐĚĞĐŽŵŝĚĂ para gatos, os sacos de comida para cães, ou as caixas de ďŝƐĐŽŝƚŽƐ ƉĂƌĂ ĐĆŽ͘ K &ĞĚĞƌĂů &ŽŽĚ͕ ƌƵŐ͕ ĂŶĚ ŽƐŵĞƟĐ Đƚ ;&&Ϳ ĞdžŝŐĞ ƋƵĞ ƚŽĚŽƐ ŽƐ ĂůŝŵĞŶƚŽƐ ƉĂƌĂ ĂŶŝŵĂŝƐ ƐĞũĂŵ seguros para comer, produzidos Ğŵ ĐŽŶĚŝĕƁĞƐ ƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐ͕ ŶĆŽ contenham substâncias nocivas e ƐĞũĂŵƌŽƚƵůĂĚŽƐĐŽŵǀĞƌĂĐŝĚĂĚĞ͘ Os alimentos enlatados para ĂŶŝŵĂŝƐĚĞĞƐƟŵĂĕĆŽĚĞǀĞŵƐĞƌ processados de acordo com as ƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚĞ ĂůŝŵĞŶƚŽƐ enlatados com baixo teor de ĄĐŝĚŽƉĂƌĂŐĂƌĂŶƟƌƋƵĞŽĂůŝŵĞŶͲ ƚŽ ƉĂƌĂ ĂŶŝŵĂŝƐ ĚĞ ĞƐƟŵĂĕĆŽ ĞƐƚĞũĂ ůŝǀƌĞ ĚĞ ŵŝĐƌŽƌŐĂŶŝƐŵŽƐ ǀŝĄǀĞŝƐ͕ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵŽơƚƵůŽϮϭ ĚŽ ŽĚĞ ŽĨ &ĞĚĞƌĂů ZĞŐƵůĂƟŽŶƐ͕ WĂƌƚϭϭϯ;Ϯϭ&ZϭϭϯͿ͘

Ɛ ĚŝƐƉŽƐŝĕƁĞƐ ƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂƌĞƐ que afetam diretamente a indústria de alimentos para ĂŶŝŵĂŝƐ ĚĞ ĞƐƟŵĂĕĆŽ Ğ ƌĂĕƁĞƐ incluem: Ͳ ZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ ƉĂƌĂ ĂŶĄůŝƐĞ ĚĞ ƉĞƌŝŐŽƐĞĐŽŶƚƌŽůŽƐƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐ͖ Ͳ ŽĂƐ ƉƌĄƟĐĂƐ ĚĞ ĨĂďƌŝĐŽ Ğ ƌĞŐƵůĂŵĞŶƚŽƐ ƌĞůĂƟǀŽƐ ă ƐĞŐƵƌĂŶĕĂĚĂƐŝŵƉŽƌƚĂĕƁĞƐ͖ ͲsĞƌŝĮĐĂĕĆŽĚĞĨŽƌŶĞĐĞĚŽƌĞƐ͘ &ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ ĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƵ ĐŽŶƚƌŽůŽƐ ƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐ ĞƐƉĞĐŝĮĐĂŵĞŶƚĞ para a indústria de alimentos ƉĂƌĂ ĂŶŝŵĂŝƐ͘  ƌĞŐƌĂ ĞdžŝŐĞ Ă ĨĂďƌŝĐĂĕĆŽ ĚĞ ŝŶƐƚĂůĂĕƁĞƐ͕ Ž processamento, a embalagem e o armazenamento de alimentos de origem animal para implementar procedimentos para minimizar ou prevenir riscos, bem como para cumprir ĂƐ ŶŽǀĂƐ ďŽĂƐ ƉƌĄƟĐĂƐ ĚĞ ĨĂďƌŝĐĂĕĆŽ;'DWƐͿĂƚƵĂŝƐ͘

&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&ͿĠŽƉƌŝŶĐŝƉĂůſƌŐĆŽƌĞŐƵůĂͲ dor sobre alimentos para animais ĚĞĞƐƟŵĂĕĆŽƐƌĞƐƉŽŶƐĂďŝůŝĚĂͲ des incluem: Ͳ /ŶƐƉĞĕƁĞƐ ĂŽƐ ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞƐ ĚĞ alimentos para animais de ĞƐƟŵĂĕĆŽ͕ĞĂŽƐĨŽƌŶĞĐĞĚŽƌĞƐĚĞ ingredientes; Ͳ /ŶǀĞƐƟŐĂĕƁĞƐ ƐŽďƌĞ ĂůŝŵĞŶƚŽƐ ƉĂƌĂĂŶŝŵĂŝƐĚĞĞƐƟŵĂĕĆŽ͖ Ͳ ŽůĂďŽƌĂĕĆŽ ĐŽŵ Ă dŚĞ ƐƐŽĐŝĂƟŽŶ ŽĨ ŵĞƌŝĐĂŶ &ĞĞĚ ŽŶƚƌŽůKĸĐŝĂůƐ;&KͿ͕ŶŽĚĞͲ ƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽ ĚĞ ůĞŝƐ ;ĞƐƚĂƚĂŝƐͿ ĚĞĮŶŝŶĚŽŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͕ĞƐƚĂďĞůĞͲ cendo requisitos nutricionais para alimentos para animais de ĞƐƟŵĂĕĆŽͬĂůŝŵĞŶƚŽƐƉĂƌĂĂŶŝͲ mais; Ͳ ƉƌŽǀĂĕĆŽ ŽƵ ƉƌŽŝďŝĕĆŽ ĚĞ ĂĚŝƟǀŽƐĂůŝŵĞŶƚĂƌĞƐƉĂƌĂĂŶŝŵĂŝƐ ĚĞ ĞƐƟŵĂĕĆŽ ŽƵ ĂƵdžŝůŝĂƌĞƐ ĚĞ ƉƌŽĐĞƐƐĂŵĞŶƚŽ ŶĆŽ ĚĞĮŶŝĚŽƐ ƉĞůĂ&K;ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ'Z^Ϳ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂͲ ƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ƐƐŽĐŝĂƟŽŶŽĨŵĞƌŝĐĂŶ&ĞĞĚ ŽŶƚƌŽůKĸĐŝĂůƐ ;&KͿ;ǁǁǁ͘ĂĂĨĐŽ͘ŽƌŐͿ

;&KͿ͘ ĂƌĄƚĞƌ ŽďƌŝŐĂƚſƌŝŽ͗ EŽŵĞ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ĞĐůĂƌĂĕĆŽĚĞƋƵĂŶƟͲ ĚĂĚĞ ůşƋƵŝĚĂ͖ EŽŵĞ Ğ ŵŽƌĂĚĂ ĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͖>ŝƐƚĂĚĞ/ŶŐƌĞͲ ĚŝĞŶƚĞƐ͖ dŽĚŽƐ ŽƐ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ devem ser listados em ordem

de predominância em peso; ĞĐůĂƌĂĕĆŽĚĞĚĞƋƵĂĕĆŽEƵͲ ƚƌŝĐŝŽŶĂů͖/ŶƐƚƌƵĕƁĞƐĚĞĂůŝŵĞŶͲ ƚĂĕĆŽ͖ĞĐůĂƌĂĕĆŽĚĞĂůŽƌŝĂƐ͘

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem: A rotulagem dos alimentos para animais é regulada em dois ŶşǀĞŝƐ͗ ŶĂĐŝŽŶĂů Ğ ĞƐƚĂĚƵĂů͘ DƵŝƚĂƐ ĚĞƐƚĂƐ ƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂĕƁĞƐ ƐĆŽďĂƐĞĂĚĂƐŶƵŵŵŽĚĞůŽĨŽƌŶĞͲ ĐŝĚŽ ƉĞůĂ dŚĞ ƐƐŽĐŝĂƟŽŶ of ŵĞƌŝĐĂŶ&ĞĞĚŽŶƚƌŽůKĸĐŝĂůƐ

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JULHO 2017

47


INTERNACIONALIZAÇÃO

MOLHOS E CONDIMENTOS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

EĆŽĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚŽ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

>/DEdZ

E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem KƉĕƁĞƐ ƉĂƌĂ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐ ĚĞ molhos e condimentos: ͻ&ƌĂƐĐŽƐĞƉĞƋƵĞŶĂƐŐĂƌƌĂĨĂƐ͖ ͻŵďĂůĂŐĞŵƐƚĂŶĚͲƵƉ͖ ͻŝƐŶĂŐĂƐ͘

ŽŶƐŝĚĞƌĂŶĚŽƋƵĞŽƐŵŽůŚŽƐĞ condimentos possuem listagens de ingredientes que podem conter alérgenos ou glúten, as exigências da sua ĞƐƉĞĐŝĮĐĂĕĆŽ ĂƉůŝĐĂŵͲƐĞ Ă ƚŽĚĂƐ ĂƐ ŐĞƌĂĕƁĞƐ ;ĚĞĮŶŝĕĆŽͿ ĚŽƐŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͘WŽƌĐŽŶƐĞͲ ŐƵŝŶƚĞ͕ŽƐĂůĞƌŐĠŶŝŽƐĂůŝŵĞŶͲ tares e o glúten devem ser ĚĞĐůĂƌĂĚŽƐŝŶĚĞƉĞŶĚĞŶƚĞŵĞŶͲ te da geração em que estão ƉƌĞƐĞŶƚĞƐ͘WŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƐĞĞƐƟͲ verem presentes na terceira ou ŶĂƋƵĂƌƚĂŐĞƌĂĕĆŽĚĞŝŶŐƌĞĚŝĞŶͲ tes, eles ainda terão de ser declarados: • Na lista de ingredientes no rótulo do produto; ͻEƵŵĂŝŶƐƚƌƵĕĆŽ͞ĐŽŶƚĠŵ͘͟

^Ğ Ž ƉƌŽĚƵƚŽƌͬĞdžƉŽƌƚĂĚŽƌ ĞŶƚĞŶĚĞƌƚĞƌĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐƌĞĐŽͲ ŶŚĞĐŝĚŽƐŶŽƐh͕ƉŽĚĞĨĂnjġͲůŽ ũƵŶƚŽ ĚŽ ŵĞƌŝĐĂŶ EĂƟŽŶĂů ^ƚĂŶĚĂƌĚƐ/ŶƐƟƚƵƚĞ;E^/Ϳ͘ dĞƌĄ ĚĞ ƐĞƌ ĞŶƚƌĞŐƵĞ Ƶŵ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮƋƵĞ ƋƵĞ ƵŵĂŝŶƐƚĂůĂĕĆŽĞŶǀŽůǀŝĚĂŶŽĨĂͲ ďƌŝĐŽ͕ƉƌŽĐĞƐƐĂŵĞŶƚŽ͕ĞŵďĂůĂͲ ŐĞŵŽƵĂƌŵĂnjĞŶĂŵĞŶƚŽĚĞĂůŝͲ mentos para consumo humano ou animal nos Estados Unidos ĞƐƚĄ ƌĞŐŝƐƚĂĚĂ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘ƐƚĞ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽĠĞdžŝŐŝĚŽƉĂƌĂĚĞͲ salfandegamento aduaneiro e ĂĐĞƐƐŽĂŽŵĞƌĐĂĚŽ͘ŝŶƐĐƌŝĕĆŽ ĚĞǀĞƐĞƌƐŽůŝĐŝƚĂĚĂƉĞůŽŽƉĞƌĂͲ dor da instalação no ĞƉĂƌƚĂŵĞŶƚŽĚĞ^ĂƷĚĞĞ^ĞƌͲ ǀŝĕŽƐ,ƵŵĂŶŽƐ;,,^Ϳ͕&ŽŽĚĂŶĚ ƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ /ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂ ƉŚŝƐͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉ ƐͬƉŽƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂͲ ƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem Os molhos e condimentos podem ƐĞƌĐŚĂŵĂĚŽƐĚĞΗƚĞŵƉĞƌŽƐΗ͘Ɛ ĞƐƉĞĐŝĂƌŝĂƐĞŽƐĂƌŽŵĂƐǀĞƌĚĂĚĞŝͲ ros compreendem a uma ƉĞƌĐĞŶƚĂŐĞŵ ƌĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ pequena no peso destes dois ƉƌŽĚƵƚŽƐ͘hŵĂǀĞnjƋƵĞŽƐƉƌŽĚƵͲ ƚŽƐŶĆŽƐĆŽĞƐƉĞĐŝĂƌŝĂƐŽƵĂƌŽŵĂͲ ƟnjĂŶƚĞƐ ǀĞŶĚŝĚŽƐ ĐŽŵŽ ƚĂů͕ Ž ƚĞƌŵŽĐŽůĞƟǀŽΗĞƐƉĞĐŝĂƌŝĂƐΗƉŽĚĞ ser usado para declarar os ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ ĚĞ ĞƐƉĞĐŝĂƌŝĂƐ ;ŝƐƚŽ Ġ͕ ŽůĞŽƌƌĞƐŝŶĂƐ ĚĞ ŵĂŶũĞƌŝĐĆŽ͕ ĂŝƉŽ͕ĞƚĐ͘ĞŽƐſůĞŽƐĚĞĞƐƉĞĐŝĂƌŝĂƐ Ğ ŝƐŽĞƵŐĞŶŽůͿ͘ KƐ ĚĞƐŝŐŶĂĚŽƐ ĐŽŵŽ͞ŶŽŶƐƉŝĐĞ͟ĞŽƐŝŶŐƌĞĚŝĞŶͲ ƚĞƐ͞ŶŽŶŇĂǀŽƌŝŶŐ͟ƐĆŽĚĞĐůĂƌĂĚŽƐ pelos seus nomes comuns ou ƵƐƵĂŝƐ͘KƐĚĞƐƟůĂĚŽƐĚĞŵĂĚĞŝƌĂ ;ĄĐŝĚŽ ƉŝƌŽůĞŶŚŽƐŽͿ ĚĞǀĞŵ ƐĞƌ ĚĞĐůĂƌĂĚŽƐĐŽŵŽΗƐĂďŽƌĂƌƟĮĐŝĂůΗ ŽƵΗĂƌŽŵĂĚĞĨƵŵŽĂƌƟĮĐŝĂůΗĚĞ

ĂĐŽƌĚŽĐŽŵϮϭ&ZϭϬϭ͘ϮϮ;ŚͿ;ϲͿ͘ Ɛ ĞƟƋƵĞƚĂƐ ĚĞǀĞŵ ŝŐƵĂůŵĞŶƚĞ listar: ͲEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝďƵŝĚŽƌĞWĂşƐ ĚĞŽƌŝŐĞŵ͘

ARROZ E FARINHA RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

^ĞŶĚŽ Ă ĨĂƌŝŶŚĂ ƌĞƐƵůƚĂĚŽ ĚĂ ŵŽĂŐĞŵĚĞŐƌĆŽƐ͕ĠŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞĂŝŵƉŽƌͲ ƚĂĕĆŽĚĞĐĞƌƚŽƐǀĞŐĞƚĂŝƐĞƉƌŽĚƵͲ tos vegetais que se enquadram ŶĂƐĐĂƚĞŐŽƌŝĂƐĞƐƟƉƵůĂĚĂƐŶŽƌĞͲ ŐƵůĂŵĞŶƚŽ Ϯϭ&Z ϭϯϳ͘ϭϬϱ  ĚŽ ſĚŝŐŽĚĞZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽƐ&ĞĚĞƌĂŝƐ ;&ZͿ͘ No caso do arroz, a casca de arroz ĞŽĂƌƌŽnjƉĂĚĚLJƐĆŽĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶͲ ƚĞǀŝƐĂĚŽƐŶĂůĞŐŝƐůĂĕĆŽͲƌĞŐƵůĂͲ ŵĞŶƚŽ ϳ&Z͕ WĂƌƚĞ ϯϭϵ͘ϯϳͲϯ  ĚŽ ſĚŝŐŽĚĞZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽƐ&ĞĚĞƌĂŝƐ ;&ZͿ͘ Ambos os documentos são ĞdžŝŐŝĚŽƐƉĂƌĂŽĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂͲ ŵĞŶƚŽ͘ A licença deve ser solicitada pelo ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌŶŽĞƉĂƌƚĂŵĞŶƚŽĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ͕ ^ĞƌǀŝĕŽ ĚĞ /ŶƐƉĞĕĆŽ ŶŝŵĂůĞ&ŝƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ;W,/^Ϳ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem &ĂƌŝŶŚĂ͗ O mercado dos EUA aceita todas ĂƐƚƌĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐŽƉĕƁĞƐ͗ Ͳ^ĂĐŽĚĞƉĂƉĞů͖ĂŝdžĂĚĞĐĂƌƚĆŽ͖ ŵďĂůĂŐĞŵƚĞƌŵŽƐĞůĂĚĂ͘  ǀĂƌŝĞĚĂĚĞ ĚĞ ĚŝŵĞŶƐƁĞƐ ĚĂƐ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐƚĂŵďĠŵĠĐŽŶƐŝĚĞͲ ƌĄǀĞů͗ ͲƉƌŽdžŝŵĂĚĂŵĞŶƚĞϱϬϬŐƌ͖ϳϱϬŐƌ͖ Ϯ͕ϮϲŬŐ͖ϰ͕ϱϯŬŐ͖ϵ͕ϬϳŬŐ͘ Arroz: O mercado dos EUA aceita todas ĂƐƚƌĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐŽƉĕƁĞƐ͗ ͻ^ĂĐŽĚĞŵĂŶŐĂĚĞƉůĄƐƟĐŽ͖ ͻĂŝdžĂĚĞĐĂƌƚĆŽ͖ ͻŵďĂůĂŐĞŵƚĞƌŵŽƐĞůĂĚĂ͘  ǀĂƌŝĞĚĂĚĞ ĚĞ ĚŝŵĞŶƐƁĞƐ ĚĂƐ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐƚĂŵďĠŵĠĐŽŶƐŝĚĞͲ ƌĄǀĞů͗ Ͳ ƉƌŽdžŝŵĂĚĂŵĞŶƚĞ ϱϬϬŐƌ͖ ϭ͕ϯϲŬŐ͖Ϯ͕ϮϲŬŐ͖ϰ͕ϱϯŬŐ͖ϵ͕ϬϳŬŐ͘

A instalação envolvida no fabrico, processamento, embalagem ou armazenamento de alimentos ƚĞŵ ĚĞ ĞƐƚĂƌ ƌĞŐŝƐƚĂĚĂ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘ inscrição deve ser solicitada pelo ŽƉĞƌĂĚŽƌĚĂŝŶƐƚĂůĂĕĆŽŶŽĞƉĂƌͲ ƚĂŵĞŶƚŽ ĚĞ ^ĂƷĚĞ Ğ ^ĞƌǀŝĕŽƐ ,ƵŵĂŶŽƐ ;,,^Ϳ͕ &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘

ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƵŵĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞ ĐŽŶĮƌŵĞ ƋƵĞ ŽƐ ƉƌŽĚƵƚŽƐ Ă importar foram inspecionados de acordo com os procedimentos apropriados, estão livres de ƉƌĂŐĂƐ͕ĚĞƋƵĂƌĞŶƚĞŶĂĞƉƌĂƟĐĂͲ mente isentos de outras pragas ƉƌĞũƵĚŝĐŝĂŝƐ Ğ ƐĆŽ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽƐ ĐŽŶĨŽƌŵĞƐăƐƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂĕƁĞƐĮͲ ƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐ ǀŝŐĞŶƚĞƐ ĚŽ ƉĂşƐ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ͘ ƐƐĞ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ Ġ exigido para desalfandegamento aduaneiro e acesso ao mercado e Ġ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂƐ ĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞƐ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐ ĐŽŵƉĞƚĞŶƚĞƐ ĚŽ ƉĂşƐĚĞĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ͘

;&Ϳ ĞdžŝŐĞ ƋƵĞ Ž ƌſƚƵůŽ ĚĂ farinha declare as vitaminas A e ͕ĞŽƐŵŝŶĞƌĂŝƐĐĄůĐŝŽĞĨĞƌƌŽ͘^Ğ ĨŽƌƵƟůŝnjĂĚĂĨĂƌŝŶŚĂŶĆŽĞŶƌŝƋƵĞͲ ĐŝĚĂĞŽƐŶƵƚƌŝĞŶƚĞƐĚĞĞŶƌŝƋƵĞĐŝͲ ŵĞŶƚŽĨŽƌĞŵĂĚŝĐŝŽŶĂĚŽƐƐĞƉĂͲ radamente, esses nutrientes terão de ser declarados no rótulo EƵƚƌŝĕĆŽ͘ YƵĂŶĚŽƚŽĚŽƐŽƐŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐĚĞ uma farinha de trigo forem ĚĞĐůĂƌĂĚŽƐŶĂĚĞĐůĂƌĂĕĆŽŶƵƚƌŝͲ cional, o ingrediente principal da ĨĂƌŝŶŚĂƐĞƌĄĚĞĐůĂƌĂĚŽƉĞůŽ

ŶŽŵĞ;ƐͿĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚŽ;ƐͿŶŽϮϭ&Z ŶƷŵĞƌŽƐ ϭϯϳ͘ϭϬϱ͕ ϭϯϳ͘ϮϬϬ͕ ϭϯϳ͘ϮϮϬĞϭϯϳ͘ϮϮϱ͘ Arroz: ^ĆŽĂƉĞŶĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐĂƐƉƌŽͲ priedades nutricionais do produto ĐŽŵŽĞŵďĂůĂĚĂƐ͘EŽĞŶƚĂŶƚŽ͕ĂƐ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ ŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂŝƐ ƉŽĚĞŵ ƐĞƌǀŽůƵŶƚĂƌŝĂŵĞŶƚĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂͲ ĚĂƐ͕ĐŽŶĨŽƌŵĞƉƌĞǀŝƐƚŽŶŽϮϭ&Z ϭϬϭ͘ϵ;ŚͿ;ϰͿĞϮϭ&ZϭϬϭ͘ϵ;ĞͿ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ /ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂ ƉŚŝƐͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉ ƐͬƉŽƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem ͲEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝďƵŝĚŽƌ͖YƵĂŶͲ ƟĚĂĚĞ ůşƋƵŝĚĂ ĚŽ ĂůŝŵĞŶƚŽ͖ ^Ğƌ listados pelo nome comum ou usual em ordem decrescente de predominância em peso; /ŶĨŽƌŵĂĕĆŽŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘ &ĂƌŝŶŚĂ͗ K&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ

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DOCES, COMPOTAS E SUMOS DE FRUTAS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

ĞǀĞ ƐĞƌ ĐŽŶƐƵůƚĂĚŽ Ž ƌĞŐƵůĂŵĞŶƚŽ Ϯϭ&ZϭϱϬ͘ϭϰϬ  Ă respeito dos doces, sumos e ĐŽŵƉŽƚĂƐ͘džŝƐƚĞŵĞƐƉĞĐŝĮͲ ĐĂĕƁĞƐ ƋƵĂŶƚŽ Ă ΗďůĞŶĚƐΗ ĚĞ ĨƌƵƚĂĞŽƐĐŽŵƉŽƐƚŽƐĂĚŝĐŝŽŶĄͲ veis para preservar e manter a ƋƵĂůŝĚĂĚĞ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͘ ĞƐƚĂ ĨŽƌŵĂ͕ƐĞŵƉƌĞƋƵĞĂĂŶĄůŝƐĞĚĞ uma amostra de importação de geleias, compotas, doces de ĨƌƵƚĂƐ ŝŶĚŝĐĂƌ ƵŵĂ ĚĞĮĐŝġŶĐŝĂ ƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀĂĚĞĨƌƵƚŽƐ͕ĐŽŵďĂƐĞ em valores estabelecidos pela &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ͕ŽůŽƚĞĚĞǀĞƐĞƌĂƉƌĞĞŶͲ ĚŝĚŽ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

>/DEdZ

E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem O mercado dos EUA aceita todas as ƚƌĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐŽƉĕƁĞƐ͗ Ͳ >ĂƚĂƐ͖ ĂŝdžĂƐ͖ &ƌĂƐĐŽƐ Ğ ŐĂƌƌĂĨĂƐ͖ ŵďĂůĂŐĞŵƚĞƚƌĂƉĂĐŬ͘

ŽŶƐŝĚĞƌĂŶĚŽ ƋƵĞ ŽƐ ĚŽĐĞƐ͕ compotas ou sumos possuem listagens de ingredientes que podem conter alérgenos ou glúten, ĂƐ ĞdžŝŐġŶĐŝĂƐ ĚĂ ƐƵĂ ĞƐƉĞĐŝĮĐĂĕĆŽ ĂƉůŝĐĂŵͲƐĞĂƚŽĚŽƐŽƐŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͘ WŽƌĐŽŶƐĞŐƵŝŶƚĞ͕ŽƐĂůĞƌŐĠŶŝŽƐĂůŝͲ mentares e o glúten devem ser declarados independentemente da geração em que estão presentes, bem como a menção a produtos ŽƌŐąŶŝĐŽƐ͕ďŝŽŽƵǀĞŐĂŶ͘WŽƌĞdžĞŵͲ ƉůŽ͕ ƐĞ ĞƐƟǀĞƌĞŵ ƉƌĞƐĞŶƚĞƐ ŶĂ terceira ou na quarta geração de ingredientes, eles ainda terão de ser declarados: • Na lista de ingredientes no rótulo do produto; ͻEƵŵĂŝŶƐƚƌƵĕĆŽ͞ĐŽŶƚĠŵ͘͟ dĞƌĄĚĞƐĞƌĞŶƚƌĞŐƵĞƵŵĚŽĐƵŵĞŶͲ ƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮƋƵĞ ƋƵĞ Ă ŝŶƐƚĂůĂĕĆŽ ĞŶǀŽůǀŝĚĂŶŽĨĂďƌŝĐŽ͕ƉƌŽĐĞƐƐĂŵĞŶͲ to, embalagem ou armazenamento ĚĞĂůŝŵĞŶƚŽƐƉĂƌĂĐŽŶƐƵŵŽŚƵŵĂͲ no ou animal nos Estados Unidos ĞƐƚĄ ƌĞŐŝƐƚĂĚĂ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘

^ĞŽƉƌŽĚƵƚŽƌͬĞdžƉŽƌƚĂĚŽƌĞŶƚĞŶĚĞƌ ƚĞƌ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐ ƌĞĐŽŶŚĞĐŝĚŽƐ ŶŽƐ h͕ ƉŽĚĞ ĨĂnjġͲůŽ ũƵŶƚŽ ĚŽ ŵĞƌŝĐĂŶ EĂƟŽŶĂů ^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ;E^/Ϳ͘EŽĐĂŵƉŽĚĂƐĞŐƵͲ ƌĂŶĕĂ ĂůŝŵĞŶƚĂƌ͕ Ğ ŶĂ ĄƌĞĂ ĚĂ ĞƌƟĮĐĂĕĆŽ ĚĞ WƌŽĚƵƚŽ ƉĞůĂ /^Kͬ/ϭϳϬϲϱ͕ĐŽŶĨŽƌŵĞŽƐƌĞƋƵŝͲ sitos gerais para organismos que ŽƉĞƌĂŵƐŝƐƚĞŵĂƐĚĞĐĞƌƟĮĐĂĕĆŽĚĞ ƉƌŽĚƵƚŽƐ͕ŽE^/;ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽͲ ŶĂů ^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞͿ ĐĞƌƟĮĐĂ Ž cumprimento de uma série de ĞƐƋƵĞŵĂƐĚĞĐĞƌƟĮĐĂĕĆŽĚĞĚŝĐĂͲ dos à qualidade e segurança ĂůŝŵĞŶƚĂƌ͘ĐŽŶĮĂŶĕĂĚŽƐĐŽŶƐƵŵŝͲ dores em alimentos de qualidade segura e a integridade da cadeia de ĂďĂƐƚĞĐŝŵĞŶƚŽĂůŝŵĞŶƚĂƌĠƌĞĨŽƌĕĂͲ ĚĂ ƉĞůĂ ƉĂƌĐĞƌŝĂ ĞŶƚƌĞ Ă E^/ Ğ Ž &ŽŽĚ DĂƌŬĞƟŶŐ /ŶƐƟƚƵƚĞ͘  E^/ fornece um serviço de acreditação ƉĂƌĂŽƉƌŽŐƌĂŵĂĚĞĐĞƌƟĮĐĂĕĆŽĚĂ /ŶŝĐŝĂƟǀĂĚĞůŝŵĞŶƚŽƐĚĞYƵĂůŝĚĂͲ ĚĞ^ĞŐƵƌĂĚŽ&ŽŽĚDĂƌŬĞƟŶŐ/ŶƐƟͲ ƚƵƚĞ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂƉŚŝƐ ͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉƐͬƉŽ ƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ

ŐƌĂŵĂƐ͖ >ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ ůĞŵĞŶƚŽƐ ŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂŝƐ͖ DŽƌĂĚĂ ĐŽŵƉůĞƚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ĞŵƉĂĐŽƚĂͲ ĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝďƵŝĚŽƌ͘

EŽ ĐĂƐŽ ĚĂƐ ďĞďŝĚĂƐ͕ Ă ĞƟƋƵĞƚĂ ĚĞǀĞƌĄ ŵĞŶĐŝŽŶĂƌ Ă ƉĞƌĐĞŶƚĂŐĞŵ ĚĞƐƵŵŽĚĞǀĞŐĞƚĂŝƐŽƵĨƌƵƚĂƐ͘

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem ^ĞŐƵŶĚŽŽſĚŝŐŽĚĞZĞŐƵůĂŵĞŶͲ ƚŽƐ &ĞĚĞƌĂŝƐ ĚĂ &͕ dşƚƵůŽ Ϯϭ͕ Ž nome da compota deve aparecer ŶĂĞƟƋƵĞƚĂƐĞŐƵŝŶĚŽĞƐƚĂƐƌĞŐƌĂƐ͗ Ͳ^ĞĂĐŽŵƉŽƚĂĠĨĞŝƚĂĂƉĂƌƟƌĚĞƵŵ ƟƉŽĚĞĨƌƵƚĂĨƌĞƐĐĂ͕ƐĞƌĄƌŽƚƵůĂĚŽ͗ ΗŽŵƉŽƚĂĚĞƉġƐƐĞŐŽΗ͖ Ͳ^ĞĂĐŽŵƉŽƚĂĨŽƌĨĞŝƚĂĂƉĂƌƟƌĚĞ uma combinação de frutas frescas, ĞůĂ ƐĞƌĄ ƌŽƚƵůĂĚĂ ĐŽŵŽ ΗŽŵƉŽƚĂ ĚĞ&ƌƵƚĂƐDŝƐƚƵƌĂĚĂƐΗ͕ŽƵŝŶĐůƵŝƌĄŽ nome de cada fruta usada para compota; Ͳ ^Ğ Ă ĐŽŵƉŽƚĂ Ġ ĂƌƟĮĐŝĂůŵĞŶƚĞ adoçada e misturada com um ĂŐĞŶƚĞŐĞůĂƟŶŽƐŽ͕ĞƐƐĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ƉƌĞĐŝƐĂĚĞƐĞƌŝŶĐůƵşĚĂŶŽŶŽŵĞĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͘ Ğ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ ĂƐ ƌĞŐƌĂƐ ĚĂ & para a rotulagem adequada, a maioria dos produtos alimentares embalados, incluindo a compota, precisam dos seguintes cinco elementos descritos no rótulo dos alimentos: ͲĞƐŝŐŶĂĕĆŽ;ŽƵƐĞũĂ͕ΗŽŵƉŽƚĂĚĞ ƉġƐƐĞŐŽΗͿ͖WĞƐŽĚŽƉƌŽĚƵƚŽĞŵ

REFEIÇÕES PRONTAS E SOBREMESAS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

EĆŽ ƐĆŽ ǀŝƐşǀĞŝƐ ƌĞƐƚƌŝĕƁĞƐ relevantes, a não ser as ĚĞĐŽƌƌĞŶƚĞƐĚŽƐƉƌŽĚƵƚŽƐƉŽͲ derem ter subprodutos de ŽƌŝŐĞŵ ĂŶŝŵĂů͕ ĐŽŵŽ ƐĞũĂ Ž ůĞŝƚĞŶĂƐƐŽďƌĞŵĞƐĂƐůĄĐƚĞĂƐ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

>/DEdZ

E^^Z/^

Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem No que diz respeito à embalagem ĚĂƐZĞĨĞŝĕƁĞƐƉƌŽŶƚĂƐ͕ŽŵĞƌĐĂĚŽ dos EUA aceita todas as ƚƌĂĚŝĐŝŽŶĂŝƐŽƉĕƁĞƐ͗ ͲĂŝdžĂƐĞŵĐĂƌƚĆŽ͖>ĂƚĂƐ͖&ƌĂƐĐŽƐ͖ ŵďĂůĂŐĞŵĞŵĂůƵŵşŶŝŽ͖ŵďĂͲ ůĂŐĞŵƐƚĂŶĚͲƵƉ͘ WĂƌĂĂƐƐŽďƌĞŵĞƐĂƐ͗ ͲĂŝdžĂƐĚĞƉƌĠͲƉƌĞƉĂƌĂĚŽƐ͖ŽͲ ses individuais prontas em ĞŵďĂůĂŐĞŵ ƉůĄƐƟĐĂ ĞͬŽƵ ƉĞƚ͖ ŵďĂůĂŐĞŵƐƚĂŶĚͲƵƉ͘

ZĞĐŽŵĞŶĚĂͲƐĞĂĐŽŶƐƵůƚĂƉƌĠǀŝĂ ĚŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ ;&Ϳ Ă ƌĞƐƉĞŝƚŽ ĚŽƐ ĐŽŶƚƌŽůŽƐ ƉƌĞǀĞŶƟǀŽƐ ƉĂƌĂ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĂůŝŵĞŶƚĂƌĞƐ͗ Ϯϭ &Z ϭϭϳ͘ dĞƌĄĚĞƐĞƌĞŶƚƌĞŐƵĞƵŵĚŽĐƵͲ ŵĞŶƚŽ ƋƵĞ ĐĞƌƟĮƋƵĞ ƋƵĞ Ă instalação envolvida no fabrico, processamento, embalagem ou armazenamento de alimentos ƉĂƌĂĐŽŶƐƵŵŽŚƵŵĂŶŽŽƵĂŶŝͲ ŵĂů ŶŽƐ ƐƚĂĚŽƐ hŶŝĚŽƐ ĞƐƚĄ ƌĞŐŝƐƚĂĚĂ ŶĂ &ŽŽĚ ĂŶĚ ƌƵŐ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟŽŶ;&Ϳ͘

ĞǀĞ ƐĞƌ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽ Ž ĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞĐŽŶĮƌŵĞƋƵĞŽƐ alimentos a importar que ĐŽŶƚĞŶŚĂŵĐŽŵƉŽŶĞŶƚĞƐĚĞŽƌŝͲ gem animal foram: Ͳ /ŶƐƉĞĐŝŽŶĂĚŽƐ ĚĞ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ os procedimentos adequados; ͲEĆŽĞƐƚĆŽĐŽŶƚĂŵŝŶĂĚŽƐ͖ Ͳ EĆŽ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂŵ ƋƵĂůƋƵĞƌ doença contagiosa; Ͳ ^ĆŽ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽƐ ĐŽŶĨŽƌŵĞƐ ĐŽŵĂƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂĕĆŽǀĞƚĞƌŝŶĄͲ ƌŝĂ ǀŝŐĞŶƚĞ ĚŽ ƉĂşƐ ĚĞ ŝŵƉŽƌƚĂĕĆŽ͘ Esse documento é exigido para desalfandegamento aduaneiro e ĂĐĞƐƐŽ ĂŽ ŵĞƌĐĂĚŽ͘  ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂƐĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐĐŽŵͲ ƉĞƚĞŶƚĞƐĚŽƉĂşƐĚĞĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ͕ ŶĞƐƚĞĐĂƐŽĂ's͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ;ǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ hŶŝƚĞĚ^ƚĂƚĞƐĞƉĂƌƚŵĞŶƚŽĨ Agriculture ;h^Ϳ;ǁǁǁ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͿ ŶŝŵĂůĂŶĚWůĂŶƚ,ĞĂůƚŚ /ŶƐƉĞĐƟŽŶ^ĞƌǀŝĐĞ ;W,/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƉŚŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬĂƉ ŚŝƐͬŚŽŵĞͬͿ &ŽŽĚ^ĂĨĞƚLJĂŶĚ/ŶƐƉĞĐƟŽŶ ^ĞƌǀŝĐĞ ;&^/^Ϳ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĨƐŝƐ͘ƵƐĚĂ͘ŐŽǀͬǁƉƐͬ ƉŽƌƚĂůͬĨƐŝƐͬŚŽŵĞͿ h͘^͘&ŽŽĚĂŶĚƌƵŐĚŵŝŶŝƐƚƌĂͲ ƟŽŶ ;&Ϳ;ǁǁǁ͘ĨĚĂ͘ŐŽǀͿ ŵĞƌŝĐĂŶEĂƟŽŶĂů^ƚĂŶĚĂƌĚƐ /ŶƐƟƚƵƚĞ ;E^/Ϳ;ǁǁǁ͘ĂŶƐŝ͘ŽƌŐͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem ŽŶƐŽĂŶƚĞ ĂƐ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐ͕ ŽƐ procedimentos na origem devem ŽďĞĚĞĐĞƌăƐŶŽƌŵĂƐŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽͲ nais estabelecidas e validadas ƉĞůĂƐĂƵƚŽƌŝĚĂĚĞƐůŽĐĂŝƐ͕ĚĞǀŝĚĂͲ mente auditadas também pela &͘EŽƋƵĞƌĞƐƉĞŝƚĂăƐĞƟƋƵĞͲ tas dos alimentos processados e prontos a consumir, devem listar: ͲEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝďƵŝĚŽƌ͕ΗĨĂďƌŝͲ ĐĂĚŽƉĂƌĂΗŽƵΗĚŝƐƚƌŝďƵşĚŽƉŽƌΗ͖ WĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͖ >ŽƚĞ͖ ĂƚĂ ĚĞ ĨĂďƌŝĐŽĞͬŽƵǀĂůŝĚĂĚĞ͘

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INTERNACIONALIZAÇÃO

VEGETAIS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^ ^ ^W

Os produtos vegetais frescos autorizados a serem ĞdžƉŽƌƚĂĚŽƐĚĞWŽƌƚƵŐĂůƉĂƌĂŽƐ hƐĆŽ͗ŽĂůŚŽ͕ĂŶĂŶĆƐ͕ŵŽͲ ƌĂŶŐŽ͕ ƚŽŵĂƚĞ ;ĨƌƵƚĂ ǀĞƌĚĞ apenas, sem videiras, caules e ĐĄůŝĐĞƐͿ͕ ŝŶŚĂŵĞ͕ ĨĞŝũĆŽ͕ ĨĂǀĂ͕ ďĞƚĞƌƌĂďĂ͕ĐŽƵǀĞ͕ŐƌĆŽͲĚĞͲďŝĐŽ͕ ĐĞďŽůĂƐĞůǀĂŐĞŵ͕ƉĞƉŝŶŽ͕ĨƵŶͲ cho, uva, lima, melão, ervilha e ĂĐĞůŐĂ͘

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ZYh/^/dK^D>'D

^'hZE

ZKdh>'D

>/DEdZ

Embalagem No mercado dos EUA ĞŶĐŽŶƚƌĂŵͲƐĞĂƐƐŽůƵĕƁĞƐƐŝŵŝͲ ůĂƌĞƐăƐĞŶĐŽŶƚƌĂĚĂƐŶŽƐŵĞƌͲ cados português e europeu, ďĞŵĐŽŵŽŶĂƐŵĞƐŵĂƐĚŝŵĞŶͲ ƐƁĞƐĞƉĞƐŽƐ͘

ĂĚĂĂĞdžƚĞŶƐĆŽĚĂĚŽĐƵŵĞŶͲ ƚĂĕĆŽ͕ƌĞĐŽŵĞŶĚĂͲƐĞĂĐŽŶƐƵůƚĂ ƉƌĠǀŝĂ ĚŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶĂ & Ă ƌĞƐƉĞŝƚŽĚŽƐĐŽŶƚƌŽůŽƐƉƌĞǀĞŶͲ ƟǀŽƐƉĂƌĂƉƌŽĚƵƚŽƐĂůŝŵĞŶƚĂͲ res: ͻϮϭ&ZϭϭϳͲŽŶƚƌŽůŽƐƉƌĞͲ ǀĞŶƟǀŽƐ͘

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem ͲEŽŵĞĞŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ embalador ou distribuidor; YƵĂŶƟĚĂĚĞůşƋƵŝĚĂĚŽƐĂůŝŵĞŶͲ tos;Nome comum ou usual; O ƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵĚĞǀĞƐĞƌŝŶĚŝĐĂͲ do no próprio produto, no ƌĞĐŝƉŝĞŶƚĞĚĞƚƌĂŶƐƉŽƌƚĞƉƌŝŶĐŝͲ ƉĂů ŽƵ͕ Ğŵ ĂůƚĞƌŶĂƟǀĂ͕ Ğŵ Ƶŵ documento de fornecedor que ŽĂĐŽŵƉĂŶŚĂ͘KƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵ ĚĞǀĞ ƐĞƌ ůĞŐşǀĞů Ğ ĨĂĐŝůŵĞŶƚĞ ŝĚĞŶƟĮĐĄǀĞůƉĂƌĂŽĐŽŶƐƵŵŝĚŽƌ͘ WĂƌĂĨƌƵƚĂƐĞǀĞŐĞƚĂŝƐ͕ŽƐƚĞƌͲ mos podem ser usados como ΗWƌŽĚƵĐĞ ŽĨΗ Ğ Η'ƌŽǁŶ ŝŶΗ͖ >ŽƚĞ͖ ĂƚĂ ĚĞ ĨĂďƌŝĐŽ ĞͬŽƵ ǀĂůŝĚĂĚĞ͘ sĞŐĞƚĂŝƐĐŽŶŐĞůĂĚŽƐ Ͳ WƌŽĚƵƚŽƐ ĐŽŶŐĞůĂĚŽƐ͗ ĚĞǀĞ ĐŽŶƐƚĂƌĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽΗĐŽŶŐĞůĂͲ ĚŽΗ ũƵŶƚŽ ă ĚĞƐŝŐŶĂĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖/ŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͕ŝŶĐůƵŝŶͲ ĚŽĂĚŝƟǀŽƐĂůŝŵĞŶƚĂƌĞƐĞĐŽůŽͲ ƌĂĕĆŽĞ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽŶƵƚƌŝĐŝŽŶĂů͘

CERTIFICAÇÕES Zd/&/O^s/^dKZ/^ O^E VISTORIAS

ENTIDADES RESPONSÁ Ed/^Z^WKE^s/^W>K Z^WKE VEIS PELO REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽŽĚŽĐƵŵĞŶƚŽƋƵĞ permite a importação de certos vegetais e produtos vegetais ƋƵĞƐĞĞŶƋƵĂĚƌĂŵŶĂƐĐĂƚĞŐŽͲ ƌŝĂƐĞƐƟƉƵůĂĚĂƐŶŽƌĞŐƵůĂŵĞŶͲ ƚŽϮϭ&Zϭϯϳ͘ϭϬϱĚŽſĚŝŐŽĚĞ ZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽƐ&ĞĚĞƌĂŝƐ;&ZͿ͘ ĞdžŝŐŝĚŽƉĂƌĂĚĞƐĂůĨĂŶĚĞŐĂŵĞŶͲ ƚŽ͘ůŝĐĞŶĕĂĚĞǀĞƐĞƌƐŽůŝĐŝƚĂĚĂ ƉĞůŽŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌŶŽĞƉĂƌƚĂͲ ŵĞŶƚŽ ĚĞ ŐƌŝĐƵůƚƵƌĂ͕ ^ĞƌǀŝĕŽ ĚĞ/ŶƐƉĞĕĆŽŶŝŵĂůĞ&ŝƚŽƐƐĂŶŝͲ ƚĄƌŝĂ;W,/^Ϳ͘ ZĞĐŽŵĞŶĚĂͲƐĞƋƵĞŽƐŝŵƉŽƌƚĂͲ dores entrem em contato com Ž W,/^ ƉĂƌĂ ĚĞƚĞƌŵŝŶĂƌ ĂƐ ĐŽŶĚŝĕƁĞƐĚĂƐƵĂŵĞƌĐĂĚŽƌŝĂ͘  ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ƶŵ ĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƋƵĞĐŽŶĮƌŵĞƋƵĞŽƐƉƌŽĚƵƚŽƐĂ importar foram inspecionados ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵŽƐƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶͲ tos apropriados, estão livres de ƉƌĂŐĂƐ͕ĚĞƋƵĂƌĞŶƚĞŶĂĞƉƌĂƟͲ ĐĂŵĞŶƚĞŝƐĞŶƚŽƐĚĞŽƵƚƌĂƐƉƌĂͲ ŐĂƐƉƌĞũƵĚŝĐŝĂŝƐĞƐĆŽĐŽŶƐŝĚĞƌĂͲ ĚŽƐĐŽŶĨŽƌŵĞƐăƐƌĞŐƵůĂŵĞŶͲ ƚĂĕƁĞƐ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂƐ ǀŝŐĞŶƚĞƐ ĚŽƉĂşƐŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ͘

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Revista Ribatejo Invest / Julho 2017  

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