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Janeiro 2018 | Ano III | N.º 28

Investimento para as empresas duplica para 2 mil milhões de euros em 2018

Internacionalização

Conheça os produtos com potencial de exportação para a Austrália Consultoria e Formação para Empresários

Mais de 300 empresas integram Move PME e Melhor Turismo 2020

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ÍNDICE

16 Janeiro 2018 | Ano ||| | N.º 28

DESENVOLVIMENTO REGIONAL 19

04 08 14 16 19

Notícias Poder Local Empresas: Hidro Ibérica Empresas: Essence Inn Marianos Empresas: Ecoveg

INFORMAÇÃO E APOIO 34

20 22 24 25

Formação-Ação: Move PME e Melhor Turismo 2020 Harmonização dos regimes de recuperação / insolvência G Suite Mercado Único Digital

EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO 26

Notícias

VIVER O TEJO

36

32

Rota dos Moinhos

EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

38

34 36 38 40

Empresas: Chimp Stickers Empresas: Prodyalca Empresas: IKI Mobile Eventos: Empreender +

INTERNACIONALIZAÇÃO 42 48 50 52

Notícias Produtos com Potencial de Exportação: Austrália Eventos: Prémios Millennium Horizontes AgriExport: Como exportar para o Panamá?

50 FICHA TÉCNICA Diretora: Maria Salomé Rafael Conselho Redatorial: Cláudia Monteiro Sandra Pereira ribatejo.invest@nersant.pt

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Publicidade: Maria João Rodrigues maria.joao@nersant.pt Propriedade: NERSANT, AE. Várzea de Mesiões - Apartado 177 2354-909 Torres Novas Tel.: 249 839 500 | Fax: 249 839 509 www.nersant.pt

Periodicidade: Mensal Tiragem: 500 exemplares

Isento de registo na ERC ao abrigo do decreto regulamentar 8/99 de 9/6 artigo 12.º, n.º 1 a)

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

RAÇÕES ZÊZERE PATROCINOU TRAIL DO ZÊZERE

Editorial

Ribatejo Invest

C

omeçamos o ano de 2018 com notícias de novos investimentos na região. A instalação de uma central de Biomassa no Ecoparque do Relvão (Chamusca), que representa um investimento de 9 milhões de euros, a que se soma o anúncio de que a nova unidade industrial farmacêutica Generis será construída no Parque de Negócios de Rio Maior são motivo de satisfação. Estas notícias vêm confirmar o que a NERSANT tem repetidamente afirmado: o Ribatejo é uma região com enorme potencial para atração de novos investimentos, dispondo de infraestruturas empresariais, mão-de-obra qualificada e de uma localização estratégica que nos coloca no centro dos mais importantes eixos rodoviários. É, porém, nas acessibilidades rodoviárias que residem alguns dos constrangimentos da região. A diversidade de vias rodoviárias e ferroviárias que nos atravessam, não podem fazer-nos esquecer as fragilidades que ainda temos no distrito e que são do conhecimento da tutela. Refiro-me, naturalmente, à necessidade premente de se investir em novas acessibilidades que permitam uma ligação ao Ecoparque do Relvão ou ainda à urgência da requalificação da estrada nacional 362, que liga Alcanede a Santarém. A norte do distrito, são necessários investimentos na construção de novas ligações a Abrantes e a Constância, onde estão localizadas duas das maiores empresas exportadoras da região e do país. Sabemos que as empresas localizadas no interior do país já se debatem com custos de contexto e de interioridade muito elevados, pelo que devem ser apoiadas de forma a que possam continuar a trabalhar, a criar emprego e riqueza. Ignorar esta questão é sujeitarmo-nos a pagar uma fatura demasiado elevada, que ninguém deseja. Num momento em que o Portugal 2020-2030 começa já a surgir no horizonte, é importante que seja dada toda a atenção a esta questão. O Ribatejo assim o merece.

Maria Salomé Rafael Presidente da Direção da NERSANT

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A Rações Zêzere, empresa dedicada ao fabrico e comercialização de rações para animais, patrocinou o Trail do Zêzere, umas das mais conceituadas provas da especialidade a nível nacional. A prova foi organizada pelo Clube de Atletismo de Ferreira do Zêzere. De acordo com a Rações Zêzere, é objetivo da empresa “continuar sempre a apoiar a prática desportiva, no intuito de promover o bem-estar individual e social.” A Rações Zêzere fabrica e comercializa cereais, misturas e alimentos compostos para animais de criação. É uma empresa de capital 100% português, inseridos num grupo com mais de 40 anos de experiência no setor agroalimentar. Tem sede em Ferreira do Zêzere.

SUGAL BATE RECORDE DE PRODUÇÃO DE TOMATE E FATURA MAIS DE 265 MILHÕES Este ano, o Sugal Group up ultrapassou as 1,7 milhões de toneladas de tomate colhidas nos três países onde marca presença - Portugal, Espanha e Chile. Um passo que representa “a maior produção de sempre” e consolida a posição de “segundo maior produtor mundial de derivados de tomate”, segundo o grupo português. Com os resultados da campanha de 2017, a Sugal, que detém a fábrica da Guloso em Benavente, ficou perto de alcançar os 5% da produção global de tomate, tendo superado os 265 milhões de euros em volume de faturação. Mas as perspetivas de crescimento não ficam por aqui. A empresa estima que em 2018 continue a bater recordes, ultrapassando as 1,8 milhões de toneladas transformadas de tomate fresco. A empresa que nasceu no Ribatejo há 60 anos exporta mais de 90% da sua produção para 70 países. E é a única no mundo que produz em dois hemisférios, com duas campanhas por ano: entre janeiro e abril no hemisfério Sul e entre junho e outubro, no hemisfério Norte.

SEM IR COMEMOROU 10.º ANIVERSÁRIO A SEM IR, empresa de engenharia e manutenção industrial e residencial com sede em Santarém, comemorou no dia 8 de dezembro, o seu 10.º aniversário. A empresa decidiu juntar à efeméride a realização do típico jantar de Natal, reunindo em ambiente de boa disposição e alegria, a sua equipa de colaboradores. Manutenção industrial e residencial, auditorias energéticas e candidaturas comunitárias, são o lote de serviços da SEM IR, que tem realizado trabalhos um pouco por todo o país.

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ADEGA DE ALMEIRIM COM NOVO PORTAL

COMPAL FAMÍLIA TEM NOVA CAMPANHA E NOVO SABOR “As famílias pediram e a Frutologia fez” é o mote da nova campanha de Compal Família, uma bebida com alto teor de fruta, leve e pouco doce, criada para as refeições principais. A criatividade da campanha é assinada pela Young&Rubicam Portugal, contando com a produção da Take it Easy, consultoria de produção da Filmbrokers e estratégia de meios da Initiative. A campanha dá também a conhecer o novo sabor Manga Maracujá Limão, que se junta aos sabores Laranja Tangerina e Frutas do Pomar, no formato familiar de 1,5 litros e com um PVP recomendado de 1,79 euros. De referir que a Sumol+Compal, empresa detentora da marca Compal, possui uma unidade fabril em território ribatejano, mais concretamente em Almeirim.

Em 1958, no coração do Ribatejo, nasceu a arte de vinificação da Adega de Almeirim, num casamento perfeito entre a terra e o rio Tejo. Movidos por tal tradição e inspirados nos dias modernos, a Adega de Almeirim lançou, em novembro, uma nova posição no meio online. Para celebrar o lançamento do novo portal, desenvolvido de raiz pelo estúdio criativo Ivory Black, a empresa promoveu um passatempo para todos os seus seguidores nas redes sociais. Os três vencedores do passatempo puderam receber 3 garrafas do vinho Varandas Grande Escolha Branco. De referir que a Adega de Almeirim possui 1200 hectares de vinha, produzindo anualmente 20 milhões de litros de vinho, sendo um dos maiores produtores a nível nacional.

ACIONISTAS QUEREM RETIRAR HISTÓRICA SUMOL + COMPAL DA BOLSA A bolsa portuguesa deverá em breve perder mais uma empresa cotada. Os principais acionistas da Sumol + Compal pretendem retirar a empresa de bolsa. Cotada na bolsa portuguesa desde 1987 (na altura com outra denominação), a Sumol + Compal deverá em breve perder o estatuto de empresa com qualidade de sociedade aberta. O que, por outras palavras, indica a exclusão das ações da bolsa portuguesa. De acordo com um comunicado enviado para a CMVM, a Refrigor e a Frildo solicitaram a convocação de uma assembleia geral de acionistas da Sumol + Compal, com o propósito de deliberar a saída da desta empresa da bolsa de Lisboa. Uma decisão que tem aprovação quase certa, uma vez que estes acionistas controlam 85,8% do capital da Sumol + Compal e mais de 90% dos direitos de voto.

A Sumol + Compal tem capital disperso na bolsa portuguesa desde 1987, na altura ainda como Sumolis, pois a fusão com a Compal que deu origem à atual empresa só ocorreu na década passada. A empresa é líder no mercado português de bebidas não alcoólicas, com uma quota de 26%. Fabrica marcas como a Sumol, Compal, Bongo, Frize, Água Serra da Estrela e distribui a Pepsi, 7Up e outras marcas internacionais. Está presente em seis países, entre eles Angola e Moçambique.

MAIS DE 300 PROJETOS HOTELEIROS FORAM APOIADOS PELO PORTUGAL 2020 CHEGOU O AZEITE NOVO GALLO 2017/18 A marca Gallo celebra com todos os portugueses mais de 25 anos de um conceito pioneiro em Portugal, com o lançamento de uma nova edição do seu Azeite Novo, uma edição limitada e numerada, feita com as primeiras azeitonas da colheita. Com uma garrafa de design exclusivo, onde as azeitonas que o compõem são comparadas a verdadeiras “pedras preciosas”, este azeite premium vem acompanhado de um prato de degustação Vista Alegre, convidando ao ritual da tiborna. O pack Azeite Novo 2017-2018 está disponível a um PVP recomendado de 7,99 euros. De referir que o azeite da marca Gallo tem uma unidade de produção instalada em Abrantes.

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O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, afirmou que mais de 300 projetos hoteleiros foram apoiados através do Portugal 2020 num valor total de 300 milhões de euros. Em Coimbra, na sessão de encerramento do 29.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, o Ministro realçou ainda os 90 hotéis que vão abrir até ao final de 2018 para “responder ao aumento da procura”. Portugal está a protagonizar o maior crescimento do número de turistas no sul da Europa e o Ministro destacou que “o turismo está a viver um bom momento porque está também a crescer de forma sustentável”. O Governo lançou instrumentos de financiamento, nomeadamente para a requalificação da oferta turística, para dinamizar a

oferta turística ao longo de todo o ano e por todo o território do País. O Ministro destacou que a região Centro foi uma das que mais cresceu, a par dos Açores e do Alentejo, e acrescentou a necessidade de o crescimento continuar e de se espalhar “mais pelo território”.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

34 empresas do distrito de Santarém entre as 1000 maiores empresas nacionais O jornal Expresso promoveu em dezembro, um suplemento onde dá a conhecer as 1000 maiores empresas da economia portuguesa. A Ribatejo Invest analisou o documento e concluiu que 34 destas empresas têm sede no distrito de Santarém. Para a construção deste trabalho, o Expresso e a Informa D&B selecionaram um conjunto de indicadores e rácios económico-financeiros, obtidos a partir da recolha e tratamento de dados feitos com o rigor e know-how da Informa

Posição

6

Empresa

D&B. Integram este ranking empresas que entregaram o balanço e a demonstração de resultados individuais, relativos ao exercício de 2016, emboras em alguns casos, por questões de períodos de tributação diferentes, foram avaliados pelo ano de 2015. De acordo com o Expresso, no ranking, são consideradas empresas que contemplam as formas jurídicas: sociedade anónima, sociedade unipessoal por quotas, sociedade por quotas, cooperativas, repre-

Concelho

sentação permanente, sociedade em nome coletivo, sociedade em comandita, EIRL e setor empresarial do Estado. As empresas off-shores da zona franca da Madeira e as sociedades anónimas desportivas, acrescenta ainda o jornal, não fazem parte do universo de empresas do rank desta edição. A Ribatejo Invest dá a conhecer o conjunto de 34 empresas do distrito de Santarém que integram as 1000 maiores empresas da economia portuguesa, com a respetiva posição no ranking e concelho de localização:

Posição

Empresa

Concelho

24

ITMP Alimentar

Alcanena

585

Valsabor

Santarém

52

Alcapetro

Alcanena

652

Monliz

Alpiarça

109

Tejo Energia

Abrantes

689

Silicália Portugal

Abrantes

196

Mitsubishi Fuso Truck Europe

Abrantes

703

Panpor - Produtos Alimentares

Rio Maior

215

Nobre Alimentação

Rio Maior

709

Iberwind II Produção

Rio Maior

223

Renova

Torres Novas

765

Transportes Broliveira

Ourém

233

Sugal

Benavente

786

Riazor – Azeites e Óleos Vegetais

Torres Novas

327

Caima

Constância

788

Spast

Benavente

378

Carbopego

Abrantes

839

Transbase

Alcanena

410

Hospital Distrital de Santarém

Santarém

850

Rações Zêzere

Ferreira do Zêzere

417

De Heus - Nutrição Animal

Cartaxo

869

J.J. Louro Pereira

Santarém

432

Font Salem Portugal

Santarém

880

Ribasabores – Indústria de Carne

Tomar

472

Fábrica Torrejana

Torres Novas

888

Comave do Zêzere – Indústria e Comércio de Aves

Ferreira do Zêzere

476

Agrupalto

Benavente

938

Casa por ITM

Alcanena

526

EMEF

Entroncamento

958

João Serras – Comércio de Pneus e Combustíveis

Mação

529

João de Deus & Filhos

Benavente

973

Dacsa Atlantic

Coruche

560

CBI – Chassis Brakes International Portugal

Abrantes

985

Lusical – Companhia Lusitana de Cal

Santarém

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Coruche tem candidaturas abertas para Reabilitação e Revitalização Urbanas Estão abertas as candidaturas ao financiamento de projetos no âmbito do IFRRU 2020 – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas, o qual visa o financiamento de operações de reabilitação urbana incidentes nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) delimitadas pelo Município. De referir que o Município de Coruche tem seis ARU aprovadas: Centro Histórico da Vila de Coruche; Bairro Alegre, Av. do Sorraia e Av. do Castelo; Bairro Novo; Santo Antonino Norte; Vila do Couço; e Vila Nova da Erra. Os projetos poderão assim aceder a empréstimos com condições mais vantajosas face às atualmente existentes no mercado para a reabilitação integral de

edifícios destinados a habitação ou a outras atividades, incluindo as soluções integradas de eficiência energética mais adequadas no âmbito da reabilitação. As candidaturas podem ser apresentadas junto dos quatro bancos selecionados para atuar no âmbito do IFRRU 2020: o Santander Totta, o Banco Português de Investimento (BPI), o Millennium BCP e o Banco Popular Portugal. A entidade responsável pela gestão das garantias é a Sociedade Portuguesa de Contragarantia Mútua (SPGM), que gere o Fundo Português de Contragarantia Mútua. A formalização de candidaturas é simples e faz-se em três passos: 1- O Município de Coruche tem um interlocutor IFRRU 2020,

que emitirá o parecer de enquadramento do seu projeto e o apoiará no processo de licenciamento; 2- Para permitir a escolha das melhores soluções para aumentar a eficiência energética do imóvel a reabilitar um perito qualificado realizará a Certificação Energética; 3- O pedido de empréstimo é realizado num balcão da rede comercial de qualquer um dos bancos selecionados. Os interessados em candidatar-se devem dirigir-se à Câmara Municipal para verificar se o seu edifício está inserido em ARU e se tem enquadramento no respetivo instrumento financeiro.

…E redução da derrama para 2018

Ourém aprova manutenção da taxa de IMI… A Câmara Municipal de Ourém aprovou em reunião de Câmara a manutenção das taxas de IMI e da participação variável no IRS a aplicar em 2018. Neste contexto a taxa de IMI em 2018 continuará a ter a incidência de 0,33% sobre os prédios urbanos avaliados nos termos do Código do Imposto sobre Imóveis (CIMI) e 0,80% para os prédios rústicos. A taxa a aplicar em matéria de IRS também irá ter continuidade em 2018, mantendo-se a participação variável de 5%. A permanência das taxas de IMI atualmente vigentes pressupõe a reavaliação das mesmas para o ano de 2019, embora o Município de Ourém evidencie uma expressiva vantagem fiscal neste âmbito, face à generalidade dos municípios que compõem o distrito de Santarém. Foi também aprovada a redução da taxa prevista em função do número de dependentes que

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fazem parte do agregado familiar. Esta medida implica que os agregados familiares com um dependente a cargo usufruam de uma dedução fixa de 20 euros, com dois dependentes a cargo a dedução fixa-se nos 40 euros e com três ou mais dependentes a dedução será de 70 euros. No que diz respeito à taxa a aplicar em matéria de IRS a manutenção tem por base o pressuposto de que a redução teria um impacto reduzido num cidadão padrão de rendimentos médios, sendo nulo nos cidadãos de rendimentos reduzidos, além de que a redução da taxa beneficiaria os cidadãos com rendimentos mais elevados subvertendo a função redistributiva adjacente a este imposto. As propostas aprovadas em reunião de Câmara serão votadas na próxima Assembleia Municipal.

A Câmara Municipal de Ourém aprovou na reunião de Câmara de 18 de dezembro, a redução em 0,05% da taxa geral de Derrama para 2018. Assim, a taxa geral fixa-se em 1,15% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de imposto sobre o IRC e as entidades com volume de negócios igual ou inferior a 150 mil euros continuam isentas. A aprovação por unanimidade da redução da taxa geral de Derrama pelo Município de Ourém realça uma evidente vantagem fiscal face à generalidade dos municípios que integram a região envolvente e permite que aproximadamente 67% das empresas continuem isentas de imposto. Os municípios podem deliberar lançar anualmente uma Derrama até ao limite de 1,5%, logo o Município abdica de um acréscimo potencial desta receita se aplicadas as taxas máximas em vigor. O executivo camarário manifestou ainda a intenção de anualmente reduzir a taxa geral de Derrama em 0,05%, ou seja, em quatro anos fixar a taxa em 1,00%. A proposta aprovada em reunião de Câmara será agora submetida à próxima Assembleia Municipal.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Mação apoia famílias e negócios maçaenses A Assembleia Municipal de Mação aprovou a taxa de 0,275% para o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) a aplicar a prédios urbanos para o ano de 2018, mantendo-se o concelho de Mação, com esta taxa, abaixo do limite estabelecido (0,3%), sendo que esta minoração de 8,3% é possível com base na lei que o permite fazer (artigo n.º 112 n.º 6 do CIMI), mediante aprovação da Assembleia Municipal, em “áreas territoriais, correspondentes a freguesias ou zonas delimitadas de freguesias, que sejam objeto de operações de reabilitação urbana ou combate à desertificação”. Esta medida é já aplicada há vários anos em Mação. Também no que se refere à redução da taxa de IMI para os agregados familiares, atendendo ao número de dependentes, a Autarquia procede à redução fixa sobre prédios de sujeitos passivos com dependentes a cargo. Segundo o artigo 112.º-A do CIMI, passa a existir uma dedução fixa de 20 euros para agregados com 1 dependente, 40 euros para 2 dependentes e 70 euros para 3 ou mais dependentes no agregado familiar. Saliente-se que no seu Regulamento de Incentivo à Natalidade e Apoio à Família, a Câmara Municipal de Mação contempla já também os agregados familiares com três ou mais filhos até aos 15 anos para que possam aceder a uma redução de 50 % na taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis, relativamente à primeira habitação. Ainda ao nível do IMI, foi também aprovada a devolução deste imposto às Associações Culturais, Desportivas e Recreativas do concelho e às Entidades Gestoras de ZIF (Zona de Intervenção Florestal), sendo que a devolução é feita em dobro para estas últimas o que, sendo simbólico, serve como “apoio” e uma forma de reconhecimento

da importância das ZIF. A Assembleia Municipal de Mação deliberou também fixar em 4% a participação variável no IRS a liquidar em 2018, relativamente aos rendimentos dos Munícipes do ano de 2017. A isenção da taxa de derrama continua a ser válida apenas para pessoas coletivas com sede fiscal no concelho de Mação. Para as empresas que não têm sede social no concelho foi novamente aprovado o lançamento de taxa de derrama de 1,5 % sobre o lucro tributável. Assim, as empresas do concelho de Mação que aqui têm a sua sede não são tributadas. Este conjunto de propostas, já aprovadas por unanimidade pelo Executivo Camarário, e agora pela Assembleia Municipal de Mação configuram uma clara e objetiva forma de apoio e incentivo aos munícipes e famílias maçaenses, às Associações Concelhias, assim como aos empresários que

escolhem este concelho para desenvolver a sua atividade, tendo aqui a sua sede social. A Câmara Municipal de Mação vai assim prescindir, à semelhança dos anos anteriores, de verbas em benefício do bem-estar e qualidade de vida dos seus munícipes. Medidas que se juntam a muitas outras já implementadas, sempre em benefício daqueles que aqui residem e fixam negócio.

Novo investimento empresarial poderá chegar a Mação Um empresário do concelho de Ourém está interessado em investir em Mação. O empresário, fez saber o Presidente do Município, Vasco Estrela, em reunião de Câmara, pretende investir 2 milhões de euros num projeto de avicultura. A carta de intenção do empresário foi de facto um dos pontos da Ordem de Trabalhos de uma das reuniões de Câmara de novembro, do Município de Mação. Vasco Estrela, Presidente do Município, confirmou este interesse, bem como a vontade da autarquia em ajudar na fixação deste investimento.

Este investimento representa a criação de 3 postos de trabalho diretos, inicialmente, abrindo ainda 15 postos em trabalho sazonal. No total, serão 8 mil m2 para a produção de intensiva de frangos, na casa das 960 mil aves por ano, referiu Vasco Estrela. O Município sugeriu em reunião de Câmara que o projeto possa estabelecer-se em cinco lotes de terreno disponíveis na zona industrial de Ortiga. A Ribatejo Invest está a torcer para que este investimento possa ser uma realidade em breve.

Município de Constância visita Zona Industrial de Montalvo O Presidente da Câmara Municipal, Sérgio Oliveira e os vereadores Jorge Pereira e Filipa Montalvo visitaram no dia 19 de dezembro algumas empresas da Zona Industrial, localizada na freguesia de Montalvo, concelho de Constância. Auscultar os empresários sobre as suas dinâmicas, planear a projeção da zona industrial e apresentar o atual executivo municipal (com pelouros atribuídos) foram os principais objetivos desta visita. Registe-se que o executivo municipal definiu como um dos pilares da sua atuação

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o crescimento económico, uma vez que o mesmo é fundamental para a criação de emprego, para a fixação da população e para a criação de riqueza, o que é determinante em termos do desenvolvimento do concelho. Deste modo, informou ainda a Câmara Municipal de Constância em comunicado, “o executivo municipal está permanentemente disponível para ouvir as necessidades dos investidores e colaborar ativamente no desenho das melhores respostas para fomentar o desenvolvimento da sua atividade”.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Governo aprova Plano de Ação para a Economia Circular O Conselho de Ministros aprovou o Plano de Ação para a Economia Circular no âmbito da estratégia a seguir até 2020 e com o objetivo de redefinir o conceito de fim de vida da economia linear, assente na produção e eliminação de resíduos, apostando nos conceitos de reutilização, reparação e renovação de materiais e energia. O Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, afirmou que este “é um dos planos de fundo mais relevantes que o Ambiente tinha assumido para esta legislatura”, uma vez que a economia circular é encarada como um elemento-chave para combater o aumento no consumo de recursos sem pôr em causa o crescimento económico. Na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, Matos Fernandes referiu que “o princípio basilar da economia circular é que todos os resíduos são materiais que podem voltar a ser utilizados”. “Para poderem voltar a ser utilizados, os produtos têm de ser produzidos de raiz para poderem durar mais, para serem reparados, para voltarem a ser manufaturados e onde, no limite, os consumidores passem a ser utilizadores”, acrescentou. O Ministro realçou que este “é um modelo económico de igual bem-estar mas onde se consegue separar o crescimento económico do consumo de recursos”.

AJUSTE À NOVA REALIDADE João Pedro Matos Fernandes destacou que o modelo de economia linear, de consumo de recursos, não vai ser possível num planeta com dez mil milhões de habitantes: “Hoje são extraídos cerca de 65 mil milhões de toneladas de matérias-primas que teriam de passar a ser 185 mil milhões se nada fosse feito até 2050”. Por isso, a área de governação do Ambiente, em conjunto com a Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a Economia, a Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e o Mar, “concebeu este

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plano de ação que se estrutura com um conjunto de objetivos e também um conjunto de ações concretas, umas transversais, outras setoriais”. O Ministro destacou o setor da construção como o “de mais baixa eficiência material” e referiu que “em rigor, todo o parque que já existe construído é um banco de materiais suficiente para poder não se extrair mais e poder continuar com a atividade de construção”.

AÇÃO REGIONAL E DAS JUNTAS DE FREGUESIA Matos Fernandes destacou ainda a relevância das medidas de base territorial, destacando o papel das juntas de freguesia na definição e realização de projetos em áreas como a reparação dos pequenos equipamentos. “Temos mesmo de criar condições para que se deixe de dizer que é melhor deitar fora e comprar novo do que reparar. Temos mesmo de saber reparar”, acrescentou. O Ministro referiu também o papel das juntas de freguesia para pôr em prática medidas que combatam o desperdício alimentar. Os estudos da União Europeia para a Economia Circular “indicam que a expetativa de criação de emprego em Portugal é de 57 mil postos de trabalho até 2030, sendo certo que este emprego é muito mais qualificado, até do ponto de vista técnico, do que o emprego que está por trás do modelo de economia linear”.

Alcanena: reunião extraordinária da Assembleia-Geral da AUSTRA Realizou-se em novembro, uma Assembleia-Geral extraordinária da AUSTRA – Associação de Utilizadores do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena, solicitada pela Presidente da Câmara, Fernanda Asseiceira, tendo tido como ponto único o problema ambiental que se vive em Alcanena. Os empresários participaram de forma expressiva, estando presentes representantes da generalidade das empresas de curtumes do concelho. A Presidente da Câmara, após um enquadramento das ocorrências, apelou à corresponsabilização social e ambiental, que não podem estar dissociadas da dimensão económica. Propôs, ainda que o CTIC visitasse as várias empresas, verificando o grau de implementação das boas práticas que se encontram elencadas no manual da sua responsabilidade, lançado em 2015. A Presidente da Assembleia-Geral associou-se ao apelo da Presidente de Câmara para que todos os empresários avaliem os respetivos processos produtivos, de forma a evitar problemas ambientais, nomeadamente a completa dessulfurização, antes da rejeição das águas residuais nos coletores. Deverão também passar a ter os tanques cobertos. Na reunião, o CTIC comprometeu-se a apresentar um conjunto de medidas a adotar em cada unidade industrial, de forma a contribuir para a resolução do problema. De salientar que a Câmara Municipal já solicitou a presença do projetista da rede de coletores, para avaliar intervenções a realizar na ETAR, a curto prazo, para melhorar a sua eficiência em termos de redução dos odores também nela libertados. Foi ainda novamente reforçado o pedido da presença da IGAMAOT no terreno. O problema ambiental que se vive em Alcanena tem sido a principal preocupação da Presidente da Câmara, sendo comprovado pelas diligências já tomadas e outras em curso, pois a autarca considera inqualificável o que está a acontecer.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL Águas do Ribatejo inaugura duas ETAR e anuncia empreitadas de 6 milhões de euros

Secretário de Estado do Ambiente presidiu à comemoração dos 10 anos da AR A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo assinalou o seu 10.º aniversário, no dia 13 de dezembro, com a inauguração de duas estações de tratamento de águas residuais (ETAR) em Samora Correia e em Benavente e o anúncio de novas empreitadas nos concelhos de Torres Novas, Almeirim e Benavente com um investimento superior a 8 milhões de euros. O aniversário da empresa foi assinalado com uma sessão que contou com a presença dos ex-presidentes das Câmaras Municipais de Benavente, Coruche, Alpiarça e Chamusca, alguns dos protagonistas na génese do projeto. Na mesa redonda participou também o secretário executivo da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, António Torres que foi apelidado como “o pai da criança” dado o seu empenho na condução técnica do processo de criação da empresa intermunicipal. “Foi um parto muito complicado. Uma longa maratona com muitas pedras no caminho, mas o tempo veio darnos razão”, disse António Torres. A sessão da manhã teve ainda as participações do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, do presidente da ERSAR (entidade reguladora), Orlando Borges, do ex-ministro do Ambiente (2005-2009) Fran-

cisco Nunes Correia e do presidente do Grupo de Apoio ao PENSAAR 2020, Diogo Faria de Oliveira. Em dia de aniversário, a prenda foi o anúncio da aprovação de duas novas candidaturas financiadas pelo POSEUR PORTUGAL2020 para empreitadas a realizar nos concelhos de Almeirim e Torres Novas. Após o almoço, a comitiva seguiu para o lançamento da primeira pedra da Nova ETAR de Samora Correia que vai servir uma parte significativa da freguesia contemplando tratamento para os efluentes domésticos e industriais. A obra, que inclui as estações elevatórias e condutas, está orçada em mais de 4,6 milhões de euros e deverá ser inaugurada no primeiro trimestre de 2019. O Secretário de Estado do Ambiente,

Carlos Martins comprometeu-se a participar na inauguração após o enchimento do primeiro caboco da obra com a ajuda dos presidentes da AR e do Município de Benavente e da vogal do Conselho de Administração da Águas do Ribatejo. O Presidente da Câmara de Coruche e do Conselho de Administração da Águas do Ribatejo, Francisco Oliveira, disse que os investimentos nas ETAR da Murteira e da Quinta do Papelão , inauguradas nesta tarde e aquele que teve o lançamento da primeira pedra - a ETAR de Samora Correia - se inserem no esforço de recuperar o “défice de cobertura” em matéria de saneamento, uma vez que a região está “razoavelmente bem dotada” em termos de abastecimento de água.

Ministro da Educação inaugura Laboratório de Aprendizagens Criativas e Inovadoras da Chamusca O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, marcou presença no encerramento do primeiro período letivo na sede do Agrupamento de Escolas da Chamusca, onde inaugurou duas salas do Laboratório de Aprendizagens Inovadoras e Criativas (LAIC), projeto executado em colaboração com o Município da Chamusca que envolve várias empresas do concelho como parceiras. O projeto prevê no futuro disseminar as novas abordagens pedagógicas como a criatividade e inovação junto das crianças do concelho. Ao encontro desta nova filosofia de ensino está o projeto de Atividades Extra Curriculares (AEC´s) desenvolvido pelo Município, sobre o qual Tiago Brandão Rodrigues mostrou muito interesse, classificando-o mesmo de pioneiro a nível nacional. É um projeto que pretende estimular a criatividade, espirito crítico, empreendedorismo, envolvimento social e humano das crianças do concelho,

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capacitando-as para no futuro serem jovens interessados e envolvidos na sociedade e no crescimento e promoção do concelho. Certo de que a base para ter cidadãos mais interessados passa por capacitá-los desde cedo, Paulo Queimado, Presidente da Câmara Municipal da Chamusca salientou o papel estratégico que a Educação tem no projeto Municipal. “Todos queremos ter jovens/adultos com intervenção cívica na comunidade, a chave passa por começar a capacitar esses jovens desde cedo, envolvêlos nos projetos e mostrar que têm voz. O projeto das AEC´s hoje apresentadas ao Sr. Ministro mostra isso mesmo, que temos crianças muito capazes, com bastante vontade e interesse e que o caminho é capacitálos para que no futuro esses mesmos jovens participem no crescimento do concelho.” Tiago Brandão Rodrigues aproveitou a ocasião para visitar várias salas de aula no agrupamento e interagir com os alunos.

Falou de vários temas desde a aplicação de vários níveis de volumes, na sala de matemática, até às áreas, na sala de desenho. Frisou a importância do projeto apresentado pela Câmara Municipal da Chamusca em colaboração com o agrupamento explicando que “quando falamos em criatividade e inovação não falamos unicamente de tecnologia e isso também foi demonstrado aqui, que a tecnologia inovadora pode ajudar, mas mais do que isso são práticas pedagógicas inovadoras, criativas, em salas como esta ou muitas vezes com simples organização e promoção do trabalho de grupo”. A visita aconteceu no dia 15 de dezembro.

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Iniciativa Plantar o Futuro

Hidro Ibérica celebra Dia Mundial da Oliveira com oferta da árvore a creche e jardim infantil Para celebrar o Dia Mundial da Oliveira, a Hidro Ibérica ofereceu oliveiras à Creche e Jardim Infantil de Benavente. A ação é a primeira no âmbito da iniciativa Plantar o Futuro, dinamizada pela empresa, e que pretende sensibilizar os mais pequenos para a importância da agricultura e da Natureza, promovendo o contacto das crianças com árvores de fruto e ensinando-as a cuidar delas.

A

cultura da oliveira faz parte da tradição portuguesa e está espalhada por quase todo o país. Portugal produziu cerca de 90 mil toneladas de azeite em 2017, sendo o sétimo maior produtor mundial e o quarto maior exportador. Neste dia, para além da importância das oliveiras para a agricultura, pretende-se alertar para a importância do azeite, ingrediente indispensável da alimentação mediterrânica, como parte de uma alimentação saudável. A Creche e Jardim Infantil de Benavente foi escolhida porque o seu programa pedagógico inclui exatamente esta sensibilização e contacto com o Meio Ambiente. A oferenda da Hidro Ibérica não pôde desde logo ser plantada pelas crianças da instituição, devido à chuva que caiu intensamente, pelo que as mesmas aproveitaram a ocasião para conhecer a árvore um bocadinho mais de perto. “Os adultos devem ser os primeiros a incutir nas crianças a necessidade de preservação da natureza. Além dos bons exemplos do quotidiano, proporcionar atividades como plantar uma árvore e acompanhar

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o seu crescimento, ajuda-nos a mostrar aos mais pequenos a importância do meio ambiente. Desde a escolha da árvore até aos cuidados necessários ao seu crescimento, tudo é relevante para que se desenvolva

uma consciencialização ecológica desde a infância. É uma atividade bastante divertida e educativa que promove valores de educação e cidadania. Obrigado à Hidro Ibérica por nos proporcionar experiências como esta”, disse Cláudia Mesquita Mendes, coordenadora pedagógica da Creche. Cristina Gonçalves, Chefe de Divisão da Educação esteve também presente como representante da Câmara Municipal de Benavente. “Num ano em que a seca e os incêndios marcaram o país, tornou-se óbvio para nós que era importante celebrar o Dia Mundial da Oliveira e continuar a celebrar a Natureza noutros eventos da iniciativa Plantar o Futuro. Estamos inseridos do distrito de Santarém, apesar de termos clientes e delegações noutras zonas do país, e por isso é aqui que queremos fazer a diferença e educar as crianças para a importância da agricultura e da Natureza”, afirmou Jorge Salgueiro, gerente da Hidro Ibérica. Com esta iniciativa, a Hidro Ibérica pretende, através dos “homens e mulheres de amanhã”, formar futuros agricultores e, quem sabe, olivicultores.

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Laboratório de Análises Clínicas Clinova é agora SYNLAB

Este é o primeiro de muitos eventos da iniciativa Plantar o Futuro, que serão realizadas pela Hidro Ibérica na zona de Salvaterra de Magos, Benavente e Samora Correia, que visa sensibilizar os mais pequenos para a importância da agricultura e da Natureza, promovendo o contacto das crianças com árvores de fruto e ensinando-as a cuidar delas. A Hidro Ibérica, Lda. realiza serviços de projeto, comercialização, montagem e assistência pós-venda de pivots, rega gota a gota, rega de cobertura fixas e móveis, máquinas de rega e outros sistemas de rega, drenagens, implantação de olival, amendoal, vinha, pomar e floresta, consultoria e apoio técnico ao empresário agrícola. “A Hidro Ibérica é uma empresa com um vasto historial no mercado dos sistemas de rega e que conta com mais de 25 anos de experiência no mercado. Ao longo de todos estes anos temos vindo a adquirir know-how que nos permite proporcionar ao cliente um serviço que se distingue pelo profissionalismo e qualidade”, rematou o responsável da empresa, Jorge Salgueiro.

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O Grupo LABCO, líder europeu em serviços de análises clínicas e exames complementares de diagnóstico, acaba de iniciar um processo de reestruturação e mudança de imagem na zona centro do país. Desde o final do mês de novembro que os cerca de 14 centros distribuídos por 8 localidades ao redor, e no interior de Torres Novas, pertencentes ao Laboratório de Análises Clínicas Clinova, passam a designar-se por SYNLAB.

O

nome muda, mas a equipa de colaboradores e profissionais médicos mantemse, bem como os nossos valores e essência. Continuamos a ser uma empresa que trabalha diariamente para satisfazer os seus utentes, clientes e a comunidade médica, disponibilizando agora um leque de serviços ainda mais vasto. Esta reestruturação assenta essencialmente na uniformização de uma imagem comum nos cerca de 300 centros espalhados pelo país, imagem essa que passa a refletir melhor os valores da empresa: moderna e jovem, mas com muita experiência, alta qualidade a preços concorrenciais, o mais amplo leque de serviços, mais próxima e orientada para o cliente. Reforçaremos o processo de melhoria de instalações e outros processos internos, tornando tudo mais intuitivo e cómodo” explicou Albert Sumarroca, CEO Iberia da SYNLAB. São também esperadas novidades nas áreas de Genética, Anatomia Patológica

e Medicina Preventiva Personalizada/ Anti-aging, assentes na disponibilização de novos testes de rastreio que permitem avaliar o risco genético de desenvolvimento de patologias como cancro da mama ou trissomias no feto. Estes serviços de diagnóstico complementar foram reforçados de forma a satisfazer objetivos estratégicos: identificação do risco genético de desenvolvimento de patologias; prevenção primária que permite prevenir patologias e infeções; prevenção secundária assente na deteção precoce, redução de tratamentos desnecessários e auxílio na decisão do tratamento a aplicar por parte do profissional de saúde; avaliação e acompanhamento da terapêutica, de forma a fazer uma melhor gestão da patologia e qualidade de vida, bem como limitar o risco de recaídas.

SOBRE O GRUPO SYNLAB O Grupo SYNLAB surge da fusão da SYNLAB com a LABCO. Com valores e estratégias semelhantes, estas duas empresas tinham, como objetivo principal, a disponibilização de serviços de alta qualidade e de última geração para diagnósticos médicos. Em 2015, decidiram unir forças e deram origem a um dos líderes mundiais em serviços de diagnóstico clínico. O Grupo SYNLAB possui a mais ampla rede de centros, com presença em 40 países de 4 continentes. A equipa é constituída por mais de 19.000 colaboradores e 1.000 especialistas médicos, que realizam mais de 450 milhões de testes anualmente.

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Como é um hotel por dentro?

Essence Inn Marianos iniciou visitas-guiadas O hotel Essence Inn Marianos, em Fátima, iniciou recentemente um programa de visitas guiadas. O primeiro grupo a participar foi o das crianças da sala dos cinco anos da Casa da Criança do Valinho de Fátima, ao qual se juntaram alguns jovens do Centro de Reabilitação e Integração de Fátima.

É

propósito da unidade hoteleira dar a conhecer como é um hotel por dentro, mas mais do que isso, é intenção deste projeto sensibilizar para a importância da inclusão da pessoa com deficiência ou com limitação, formando no sentido do acolhimento a todos, do respeito pelas diferenças, da valorização dos dons individuais e da entreajuda.

As visitas-guiadas a grupos iniciam na receção do hotel e percorrem os espaços públicos da unidade hoteleira, como o Bar do Piano e as salas de conferências, e também a zona dos quartos. O percurso faz-se depois com a visita à Essence Shop Manulena Candle, loja-atelier onde o visitante poderá ter a experiência de personalizar a sua vela, escolhendo a cor e a fragrância preferidas. E, de regresso ao piso da receção, é chegado o momento de conhecer a zona do restaurante e da cozinha. As surpresas, adaptadas aos

diferentes grupos em visita, acontecem ao longo do percurso. Em todos os lugares do hotel se pode circular sem limitações ou barreiras, os espaços estão devidamente identificados em Braille, além da disponibilização aos hóspedes da tecnologia My Eyes, especificamente para pessoas com limitações de visão. Nos pisos de alojamento uma outra novidade: por cada andar e em cada quarto, diferentes aromas diferenciam os espaços, algo certamente agradável à generalidade dos hóspedes, mas útil

Em todos os lugares do hotel se pode circular sem limitações ou barreiras, os espaços estão devidamente identificados em Braille, além da disponibilização aos hóspedes da tecnologia My Eyes, especificamente para pessoas com limitações de visão”. 16

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A nossa proposta é a de um de lugar de turismo e peregrinação mesmo, verdadeiramente, para todos e isso inclui as valências de um turismo acessível, adaptado e inclusivo.”

àqueles com limitações de visão, que assim mais facilmente reconhecem o seu piso e quarto. O padre Jovanete Paulo Vieira, diretor da unidade hoteleira, refere que esta abertura à comunidade local e aos peregrinos, por meio da realização das visitas guiadas ao hotel e à loja-atelier, é também uma forma de dar a conhecer a missão da congregação Padres Marianos da Imaculada Conceição, ordem fundada em 1673, na Polónia, e presente em Portugal desde 1954. “Em fevereiro deste ano o Santo Padre Francisco recebeu o nosso instituto em audiência, falou-nos do nosso fundador, o santo Estanislau Papczynski, e exortou-nos a continuarmos a seguir o seu exemplo de vida. Somos chamados, como nos recordou o Papa Francisco, a servir e a testemunhar Cristo Ressuscitado em todos os lugares onde que a Igreja nos enviar e também no compromisso com e pelos pobres, que entendemos serem todos os que se confrontam com limitações aos mais variados níveis. Este projeto faz parte desta missão.”, afirma o padre Jovanete. De resto, o hotel é aberto à multiplicidade de pessoas que escolham ali alojar-se. “A nossa proposta é a de um de lugar de turismo e peregrinação mesmo, verdadeiramente, para todos e isso inclui as valências de um turismo acessível, adaptado e inclusivo. É esta a génese deste hotel”, sublinha Rita Cunha, assistente da direção. As visitas guiadas, aberta a escolas ou a grupos familiares ou em peregrinação, entre 15 a 20 pessoas por grupo, devem ser pré-agendadas: +351 249 531 572 - info@emarianos.com O hotel Essence inn Marianos, de quatro estrelas, tem 91 unidades de alojamento: 76 quartos duplos e 10 singles; 3 suites e 2 apartamentos. 38 desses espaços de alojamento estão preparados para receber hóspedes com mobilidade condicionada.

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Hotel de Fátima participa no Encontro do Empreendedorismo e Inovação na Economia Social

Essence Inn Marianos apresentou-se no Portugal Economia Social O hotel Essence Inn Marianos participou no Encontro do Empreendedorismo e Inovação na Economia Social, iniciativa que se realizou a 17 e 18 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira. Rita Cunha, assistente de direção da unidade hoteleira de Fátima, apresentou, na qualidade de oradora, a idealização, génese e desenvolvimento do projeto inclusivo, durante a conferência “Turismo Acessível, Inclusivo e Adaptado – Uma opção de Futuro e Sustentabilidade para as organizações sociais”, a 18 de novembro. No âmbito do evento multidisciplinar Portugal Economia Social, constituído por Fórum de Debate, Concursos e Mostra de Produtos e Serviços, a conferência “Turismo Acessível Inclusivo e Adaptado” é uma organização da Fundação AIP e da Accessible Portugal. Na sua globalidade, a iniciativa conta como Alto Patrocínio do Presidente da República. O hotel Essence Inn Marianos foi apresentado no painel “Casos de Sucesso em Portugal – Exemplos de como as organizações sociais locais, as empresas de turismo e entidades públicas

podem entreajudar-se”. O Essence Inn Marianos é propriedade da Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição tem como lema “Despertar Sentidos” e como marca diferenciadora ser um hotel inclusivo, tanto para hóspedes como para funcionários. Tem 91 unidades de alojamento: 76 quartos duplos e 10 singles; 3 suites e 2 apartamentos. Desses, 38 espaços de alojamento estão preparados para receber hóspedes com mobilidade condicionada. A 5 de outubro último realizou-se a bênção e abertura oficial da Essence Shop Manulena Candle, um espaço de exposição e venda dos produtos Manulena que integra um atelier de velas, no qual é possível o cliente personalizar a vela que adquirir de recordação ou para levar para a procissão de velas. O acesso a este espaço pode fazer-se pela receção do hotel ou pela entrada principal da loja, pela Praça Luís Kondor.

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Ecoveg: uma empresa em rota de crescimento Localizada em Almeirim, a Ecoveg é um dos principais distribuidores nacionais de produtos agrícolas, na área da nutrição vegetal. Com quase trinta anos de presença no mercado, a empresa pretende expandir-se e apostar na exportação.

É

na zona industrial de Almeirim que se situa a Ecoveg, uma empresa especializada na importação, exportação e comercialização de fertilizantes, turfas, substratos, plásticos e acessórios para agricultura. A Ecoveg importa todos os produtos que comercializa e é a representante em Portugal de algumas marcas internacionais bastante conceituadas no setor. Vende para o mercado grossista e tem como clientes os revendedores e grandes empresas agrícolas. David Dias, CEO da empresa, explica que a Ecoveg está focada numa pequena franja de mercado (nutrição), onde tem uma presença a nível nacional, com clientes por todo o país. “Só tratamos de nutrição, não trabalhamos com fitossanitários”. A atividade da Ecoveg está centrada na comercialização de adubos. “Fornecemos, por exemplo, substratos para viveiros e, quando a planta sai para o campo, fornecemos todos os inputs necessários, nomeadamente as matérias orgânicas e adubos”, explica. Para além de ser a representante em Portugal de grandes marcas multinacionais, a Ecoveg possui já uma gama própria, constituída por produtos fertilizantes sólidos granulados (AGROVEG), solúveis (HYDROFEED), organominerais (AGROVEG ORGAMIN), corretores de carências, aminoácidos, bioestimulantes (FERTIVEG). Um dos projetos que a empresa pretende desenvolver a médio prazo passa pelo alargamento do portfólio dos produtos de marca própria. Paralelamente, “já estamos a trabalhar batata de semente, da marca AGROPLANT, da qual somos exclusivos”, conta David Dias.

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De realçar que a Ecoveg é uma das poucas empresas que está licenciada para o armazenamento de nitratos para utilização agrícola. “Nós temos capacidade para armazenar vários tipos de nitratos, que é um material muito sensível, porque, sendo mal utilizado pode servir para fabricar explosivos”. Claro que, as características deste produto obrigam a cuidados especiais no seu armazenamento e a uma segurança reforçada.

EMPRESA FAMILIAR A Ecoveg é uma empresa familiar com 17 anos de existência, mas já tem um historial de 30 anos no mercado. A empresa, que nasceu no Montijo, mudou-se há quatro anos para a zona industrial de Almeirim, onde ocupa um lote industrial. A vinda para Almeirim surgiu de uma “necessidade de mudança e de criar um corte com o passado” explica David Dias. “Viemos para um sítio que é muito mais central, estamos mais perto dos nossos clientes principais e estamos perto de vias rodoviárias. Continuamos a ter os clientes que tínhamos na zona do Montijo e estamos nesta importante zona agrícola, onde temos grandes clientes e de onde facilmente chegamos a todo o país.” A mudança trouxe uma nova dinâmica à empresa, que redefiniu estratégias, apostou em novos serviços ao cliente e numa estratégia de diferenciação e inovação. O crescimento tem sido muito positivo, justificado pelo crescimento no mercado nacional e pela aposta na exportação. Há 6 anos que a empresa está a exportar para

Angola, o que teve reflexos imediatos no volume de faturação. Um dos administradores da Ecoveg (o pai de David Dias) está de forma permanente em Angola, o que tem permitido o desenvolvimento de contactos e o acompanhamento dos clientes in loco. Sobre a atual situação em Angola, David Dias admite que tem existido alguma turbulência, mas “trabalhamos com parceiros que são muito certinhos e tudo tem corrido bem”. A aposta na exportação é um dos objetivos da Ecoveg, que já está a desenvolver um projeto de internacionalização. No futuro, a empresa tentará fazer uma abordagem a outros países, uma vez que neste momento apenas trabalham o mercado angolano. Em 2017, a Ecoveg aumentou o seu volume de negócios, valor que regista um crescimento face aos anos anteriores. Tendo em conta o crescimento que a empresa tem registado, um dos objetivos passa pela construção de novas instalações, de maiores dimensões, uma vez que aquelas onde se encontra já não permitem à empresa expandir mais. De registar que a Ecoveg tem também um outro armazém na Póvoa do Varzim, que assegura a cobertura de toda a zona norte. A força de vendas, constituída por 5 técnicos comerciais distribui-se por todo o território nacional. A empresa tem mais sete colaboradores nas áreas administrativas / contabilidade, armazém e motoristas. Para além desse investimento, há outros projetos em carteira, que a empresa prefere ainda não revelar.

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INFORMAÇÃO E APOIO

Mais de 300 empresas frequentam projeto de consultoria para a excelência

Desde fevereiro de 2017 que projetos Move PME e Melhor Turismo 2020 apoiam empresas É empresário ou gestor de uma empresa? Está preparado para os desafios da gestão? Utiliza todo o potencial das ferramentas digitais? Pretende melhorar a atividade exportadora? Precisa reorganizar a sua empresa implementando sistemas de gestão?

A

NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, está a desenvolver o Move PME e o Melhor Turismo 2020, projetos de formação-ação que compreendem a realização de formação e a consultoria especializada nas empresas. A principal vantagem destes projetos prende-se com o facto de os mesmos disponibilizarem às empresas participantes, um consultor sénior que realiza um diagnóstico à empresa e define, implementa e acompanha, em conjunto com o empresário, o plano de ação estratégico definido. Paralelamente, realizam-se ações de formação em sala quer para o empresário/gestor, quer para os trabalhadores da empresa. O objetivo dos projetos e desta metodologia inovadora é aumento das capacidades de gestão das empresas para encetar processos de mudança e inovação, bem como aumentar as qualificações específicas dos gestores e/ou trabalhadores em domínios relevantes para a estratégia de inovação, internacionalização e modernização das empresas. No âmbito do Move PME, as empresas da região podem inscrever- se tendo em conta diversas áreas de intervenção, consoante as suas necessidades. São elas Organização e Gestão; Implementação de Sistemas de Gestão (Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, Inovação, entre outros); Internacionalização; Economia digital e Tecnologias de Informação e Comunicação; Ecoeficiência (Eficiência Energética e Utilização Racional de Recursos Naturais); e Gestão Estratégica. O Move PME tem assim como objetivo apoiar as Micro, Pequenas e Médias Empresas a atingirem padrões de desempenho mais competitivos, recorrendo

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para o efeito a metodologias ativas e diversificadas, e proporcionar ações de formação qualificante para gestores, quadros e trabalhadores, devidamente enquadradas na estratégia da empresa. Já no âmbito do Melhor Turismo 2020, direcionado para empresas do setor turístico, O objetivo do programa é aumentar a capacidade de gestão das empresas participantes, promovendo a sua reorganização, inovação e mudança, bem como a qualificação dos seus recursos humanos em domínios relevantes. O programa visa, em suma, através da sua intervenção nas PME do turismo, modernizar os modelos de negócio, a organização e as práticas de gestão; diversificar a oferta e contribuir para a afirmação de Portugal como destino turístico de referência; referenciar Portugal como destino reconhecido pela qualidade e excelência dos seus serviços turísticos. O modelo de intervenção previsto privilegia, globalmente, a inovação face aos modelos tradicionais de formação no domínio da qualificação e requalificação de ativos. Assim, o modelo de formaçãoação proposto é orientado pela resolução de problemas concretos das empresas, ou

seja, constrói-se em função da resposta a necessidades de evolução das empresas por contraponto à tradicional lógica de organização da formação a partir da mobilização de conteúdos formativos mais ou menos catalogados, percorrendo as fases de Diagnóstico, Definição do Plano de Ação, Formação de Trabalhadores e Avaliação. Os destinatários são todas as empresas do turismo, integradas nas CAE 55, 56, 77, 79, 82, 91, 93 e 96, com menos de 50 trabalhadores. Podem ainda participar empresas com mais de 50 trabalhadores em função da relevância do projeto e no caso de não terem um volume de negócios superior a 2 milhões de euros.

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INFORMAÇÃO E APOIO

A proposta de diretiva com(2016)0723

Harmonização dos regimes de recuperação / insolvência

A

crise económica que assolou a Europa no fim da década passada, levou a que um elevado número de particulares e empresas sucumbissem a processos de matriz falimentar, processos esses que, atentos os princípios da livre circulação de pessoas e de capitais que regem a União Europeia, assumem, cada vez mais, um cariz transfronteiriço, com credores e devedores oriundos de diversas geografias. Apesar dos esforços envidados no sentido de serem adotadas políticas comuns que pusessem cobro às diversas causas que contribuíram para a crise económica, o certo é que a composição do quadro legislativo dos processos de recuperação e falimentar foi sendo deixada à discricionariedade de cada um dos Estados Membros. Esta realidade parece estar, agora, a mudar e prova disso encontra-se na Proposta de Diretiva do Parlamento Europeu que pretende alterar a Diretiva 2012/30/ EU. Como se pode ler, tanto na Exposição de Motivos, como nos Considerandos desta Proposta, as Instituições Europeias pretendem adotar um conjunto de princípioschave que permitirão a harmonização dos regimes de recuperação / insolvência e a eliminação das assimetrias existentes. A Proposta de Diretiva encontra-se estruturada em três partes essenciais, a saber: • Títulos I, IV e V: definição de princípios e diretrizes, de cariz transversal, a serem aplicados aos processos de recuperação; • Título II: enunciação do regime jurídico para a denominada “reestruturação preventiva”; • Título III: determinação do regime jurídico de “segunda oportunidade” para empresários. No Título I da Proposta, o legislador procedeu à (i) enunciação das matérias que serão alvo de regulamentação pela Diretiva, (ii) à definição de um conjunto de conceitos transversais às normas da Diretiva e (iii) à implementação de um mecanismo de “Early Warning” que visa a deteção precoce de situações de deterioração financeira de pessoas singulares ou coletivas que exerçam uma atividade empresarial

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ou comercial. Por sua vez, os Títulos IV e V da Proposta, estão orientados para a determinação de um conjunto de medidas que visam incrementar a eficiência dos processos de reestruturação preventiva e de insolvência: por um lado, pretende-se que os Estados Membros (“EM”) incentivem os players destes processos a apostar na sua formação, por outro, determina-se a prescrição de um conjunto de normas mínimas de conduta a serem adotadas por estes profissionais. Ainda nos Títulos IV e V da Proposta, destaca-se o incentivo à utilização de meios informáticos no contexto dos processos de reestruturação preventiva e de insolvência e a recolha de dados tendo em vista a obtenção de estatísticas fiáveis sobre os processos de reestruturação e insolvência. O Título II da Proposta regula os denominados “quadros jurídicos em matéria de reestruturação preventiva” e, nos seus artigos 4.º a 18.º, encontramos o universo de normas que pautam o acesso por devedores com dificuldades financeiras, pessoas singulares ou coletivas, a processos de reestruturação que lhes permitam a negociação de planos de reestruturação suscetíveis de evitar o recurso ao processo de insolvência. Apesar de muitos dos caminhos apontados pelo legislador comunitário se encontrarem já consagrados na legislação nacional sobre reestruturação e insolvência, existem algumas novidades que merecem destaque. Desde logo, o facto de o devedor poder ver o período de renegociação da sua dívida alargado dos 3 meses previstos no CIRE para 1 ano (cfr. artigo 6.º, n.º 7 da Proposta). Para além disso, também as maiorias necessárias para aprovação do plano de reestruturação podem vir a sofrer um agravamento, dado referir-se que o legislador nacional poderá exigir o voto favorável de até 75% do montante dos créditos de cada categoria (cfr. artigo 9.º, n.º 4 da Proposta). Já os artigos seguintes, de novo de um modo inovador, enunciam situações em que, apesar de o Plano de Recuperação não ter reunido o consenso necessário, pode ainda assim vir a ser aprovado, mediante confirmação da autoridade judicial ou administrativa competente (cfr. artigo 11.º da Proposta), sendo de destacar ainda a

não vinculatividade do plano para aqueles credores que não tenham participado nas negociações (cfr. artigo 14.º, n.º 2 da Proposta). Um último destaque merece o Título III da Proposta, reservado às questões respeitantes à “concessão de uma segunda oportunidade aos empresários”. Este título, que tem início com um princípio geral que obriga os EM a assegurarem aos empresários sobreendividados o acesso a situações de perdão total de dívida (cfr. artigo 19.º), estipula logo no artigo 20.º que esse perdão seja concedido no prazo máximo de 3 anos a contar (i) da data em que se encetou a liquidação dos bens do empresário (ii) ou da data em que seu deu o início da execução do plano de reembolsos. De salientar ainda, por fim, o teor do artigo 23.º, através do qual se permite que dívidas oriundas da atividade comercial e dívidas pessoais do mesmo empresário sejam tratadas num único processo e, desse modo, possam ser alvo do perdão previsto no referido artigo 20.º. Em jeito de conclusão, dir-se-á que esta Proposta de Diretiva não encerrará uma revolução na legislação portuguesa sobre recuperação e insolvência, a qual se encontra, há já vários anos, vocacionada para a recuperação dos devedores. Não obstante, a verdade é que a mesma deixa uma ampla margem de discricionariedade aos legisladores nacionais, a qual, no caso português, poderá dar azo a pequenas revoluções em matérias como sejam a das maiorias necessárias para a aprovação dos planos, ou, ainda, a das condições necessárias para a atribuição de perdões de dívida. Em face deste cenário, a preocupação dos credores deverá ser orientada não tanto para o legislador comunitário, mas antes para o legislador nacional, que poderá vir a ter nas suas mãos, ao que tudo indica, o poder de transpor este regime de forma a acentuar o tom já assumidamente pró-reestruturação existente na legislação em vigor. MAIS INFORMAÇÃO

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INFORMAÇÃO E APOIO

G Suite Aumente a sua produtividade através da cloud O QUE É O G SUITE? O G Suite é um produto do Google com um conjunto de aplicativos que visam o aumento de produtividade através da cloud. Dentro destes aplicativos destacamse: • Gmail – Conta de e-mail empresarial personalizado (Ex: email@asuaempresa), com a capacidade 30 GB de armazenamento por utilizador e compatível com o Microsoft Outlook ou outros clientes de e-mail; • Calendário – Calendários partilháveis para um mais fácil agendamento de reuniões com colegas de equipa; • Hangouts Meet – Videochamadas em HD com a capacidade de pelo menos 25 pessoas dentro ou fora da sua empresa. Não existe necessidade de todos os intervenientes na videochamada possuírem conta Google; • Documentos, folhas de cálculo e apresentações – Trabalhe documentos de texto, folhas de cálculo e apresentações diretamente no seu navegador ou nos seus dispositivos móveis, com a possibilidade de várias pessoas trabalharem o mesmo documento em simultâneo e existindo ainda um histórico de versões dos documentos;

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• Formulários – Inquéritos e formulários de fácil criação para todos os utilizadores, com análise dos resultados integrada em folha de cálculo; • Drive – Armazenamento e partilha de ficheiros através da cloud, com a capacidade de pelo menos 30 GB de armazenamento por utilizador.

vos móveis, mas pode também continuar a receber os seus e-mails no Microsoft Outlook, estando os e-mails sincronizados entre ambas as ferramentas. Estes são apenas dois exemplos do tipo de sincronização que pode fazer entre os aplicativos do G Suite com o seu computador.

QUAIS AS VANTAGENS EM RELAÇÃO ÀS APLICAÇÕES GRATUITAS DA GOOGLE? COMO FUNCIONA? A maioria dos aplicativos disponibilizados pelo G Suite podem ser acedidos através do seu navegador ou através de dispositivos móveis (Tablets e Smarthphones), não ficando assim limitado ao seu computador. Contudo alguns dos aplicativos disponibilizam também a possibilidade de sincronizar com a informação que está no seu computador. Por exemplo, com o aplicativo Drive pode sincronizar alguns dos ficheiros que estão no seu computador com os ficheiros que se encontram guardados na cloud. Com o aplicativo Gmail pode aceder aos seus e-mails através do seu navegador ou através de dispositi-

O G Suite proporciona uma série de serviços adicionais que não estão incluídos nas aplicações gratuitas do Google. Dentro destes serviços adicionais destacamse: e-mail empresarial personalizado (@ asuaempresa), o dobro da capacidade de armazenamento na nuvem (no Gmail e no Drive) e apoio técnico por telefone e por e-mail disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

QUANTO CUSTA? O preço do G Suite varia desde os 4€ por utilizador por mês (mais imposto) aos 23€ por utilizador por mês (mais imposto), conforme a versão que escolher. Existem também as versões G Suite for Education (para organizações educativas) e G Suite for Nonprofits (para organizações sem fins lucrativos) que são disponibilizadas de forma gratuita para organizações que preencham os requisitos necessários.

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Mercado Único Digital

Negociadores da UE chegaram a acordo para pôr termo ao bloqueio geográfico injustificado O Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão chegaram a um acordo político no sentido de pôr termo ao bloqueio geográfico injustificado que afeta os consumidores que desejam efetuar compras em linha de produtos ou serviços dentro da UE. As novas regras estimularão o comércio em linha, em benefício dos consumidores e empresas que tiram partido da expansão do mercado europeu em linha.

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ndrus Ansip, vice-presidente responsável pelo Mercado Único Digital, afirmou: “Hoje pomos termo à discriminação injustificada no comércio em linha. É uma ótima notícia para os consumidores. Com as novas regras, os europeus poderão comprar a partir do sítio Web que escolherem, sem serem bloqueados nem redirecionados. Isto já será uma realidade no Natal do próximo ano.” Na opinião de Elżbieta Bieńkowska, Comissária responsável pelo Mercado Interno, Indústria, Empreendedorismo e PME: “Estamos a adaptar o mercado único europeu ao mundo digital, dando aos consumidores as mesmas possibilidades de acesso ao maior número de ofertas possível, quer entrando fisicamente numa loja noutro país quer comprando em linha. Próxima etapa: Diminuir o preço das entregas transfronteiras de encomendas, que ainda desencoraja as pessoas de comprarem e venderem produtos em toda a UE.” A Comissária Mariya Gabriel, responsável pela Economia e Sociedade Digitais, concluiu: “O fim do bloqueio geográfico injustificado é um excelente passo em frente para os consumidores e para a construção de um verdadeiro mercado único digital ao serviço de todos. Para além do fim das tarifas de itinerância (roaming), os cidadãos da UE terão a possibilidade de comprar mobília em linha, reservar quartos de hotel ou usar cartão de crédito alémfronteiras, como se estivessem no seu país.” Assim, os cidadãos poderão adquirir artigos elétricos, alugar um carro ou comprar bilhetes para concertos em linha no estrangeiro, tal como no seu país. Assegura-se,

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desta forma, que não encontrarão obstáculos tais como serem convidados a pagar com um cartão de débito ou de crédito de outro país. Para as empresas, o fim do bloqueio traduz-se em maior segurança jurídica para operarem transfronteiras. Tal como afirmou Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, na Cimeira Digital de Taline, no mês de setembro, os legisladores da UE têm de levar a bom termo todas as 24 propostas legislativas apresentadas pela Comissão desde o início deste mandato para completar o Mercado Único Digital. A Comissão Europeia está disposta a ajudar o Parlamento Europeu e o Conselho a encontrar boas soluções e demonstrou-o, tornando este acordo possível. As novas regras definem três situações específicas nas quais não há justificação nem critérios objetivos que expliquem um tratamento diferenciado dos consumidores em função do Estado-Membro. São as seguintes: A venda de bens sem entrega física. Exemplo: Um consumidor belga deseja adquirir um frigorífico e encontra a melhor oferta num sítio Web alemão. O consumidor terá direito a encomendar o produto e a retirá-lo nas instalações do vendedor ou a organizar ele próprio a entrega em sua casa; A venda de serviços prestados por via eletrónica. Exemplo: Uma consumidora búlgara deseja comprar serviços de alojamento para o seu sítio Web a uma empresa espanhola. A partir de agora, terá acesso ao serviço e poderá registar-se e comprar o serviço sem ter de pagar nenhumas taxas adicionais relativamente a um consumidor espanhol;

A venda de serviços prestados num local físico específico. Exemplo: Uma família italiana pode comprar bilhetes para um parque de diversão em França diretamente, sem ser redirecionada para um sítio Web italiano. O regulamento não impõe a obrigação de vender e não harmoniza os preços. No entanto, aborda a discriminação no acesso a bens e a serviços, nos casos em que esta não possa ser objetivamente justificada (por exemplo, por obrigações em matéria de IVA ou requisitos jurídicos diferentes). As novas regras entrarão em vigor nove meses após a sua publicação no Jornal Oficial da UE, para permitir uma adaptação, em especial dos pequenos comerciantes.

ANTECEDENTES Um inquérito da Comissão concluiu que o bloqueio geográfico era praticado em 63 % dos sítios Web examinados. Assim, em 2015, menos de 40 % dos sítios Web permitiam que consumidores de outros países efetuassem compras. O resultado é menos receita para as empresas e menos escolha para os consumidores. Proposto em maio de 2016 como parte do mercado único digital, o regulamento para pôr termo ao bloqueio geográfico injustificado foi identificado como uma prioridade legislativa para 2017 por acordo entre as três instituições europeias na Declaração Conjunta no início deste ano. O regulamento fazia parte de um pacote de medidas relativas ao comércio eletrónico, juntamente com uma proposta legislativa sobre entregas transfronteiras de encomendas e uma proposta legislativa para reforçar a aplicação efetiva dos direitos dos consumidores. Fonte: Comissão Europeia

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Investimento para as empresas duplica para 2 mil milhões de euros em 2018 O Primeiro-Ministro, António Costa, anunciou que o Governo vai duplicar a verba de investimento destinado às empresas para 2018, para 2 mil milhões de euros. “A meta que colocamos para 2017 era ir aos mil milhões de euros de fundos comunitários destinados a apoiar a inovação e o investimento empresarial”, disse o Primeiro-Ministro, na apresentação das novas medidas do programa Interface, no Porto, onde também esteve presente o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral. António Costa acrescentou: “Esta meta, felizmente, foi já alcançada em setembro, e temos previsto que, até ao final do ano, as empresas portuguesas conseguirão absorver um total de 1250 milhões de euros de investimento na sua modernização e inovação”. “É por isso que, para o ano, temos uma meta ainda mais ambiciosa, agora já não nos mil milhões, mas duplicarmos e termos, no próximo ano, a capacidade de executar dois mil milhões de fundos destinados a apoiar o investimento empresarial”, disse o Primeiro-Ministro.

O Primeiro-Ministro afirmou: “As medidas anunciadas pelo Ministro da Economia, criando melhores condições para investir, para inovar e para contratar quadros técnicos mais qualificados, é o caminho que temos que prosseguir para que efetivamente o conhecimento seja produzido, aproveitado e valorizado, e o crescimento económico seja efetivamente sustentável”. “Num primeiro balanço do programa Interface, lançado em março, é possível afirmar que, no caso dos fundos estruturais, há um aumento de mais de 70% se comparado com o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) nos apoios à inovação”, disse o Ministro. Manuel Caldeira Cabral afirmou ainda que “as novas medidas de apoio destinam-se aos centros Interface, que fazem a transferência tecnológica diretamente das universidades para as empresas, e que tiveram, durante o período de ajustamento, um enfraquecimento”. Desta forma será possível, por exemplo, docentes universitários terem um incentivo para trabalharem nestes centros de transferência de tecnologia.

NOVAS MEDIDAS DO PROGRAMA INTERFACE O Ministro da Economia anunciou novas medidas do programa Interface, de entre as quais se destacam 180 milhões de euros para as empresas, através dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento. “Está também prevista uma linha que disponibilizará mais 50 milhões de euros, através do Fundo de Inovação, Tecnologia e Economia Circular”, disse Manuel Caldeira Cabral.

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INTERLIGAÇÃO DO CONHECIMENTO COM AS EMPRESAS “Perante a falta de recursos do País, os fundos comunitários são absolutamente chave para a capacitação de investimento”, sublinhou António Costa, lembrando que o programa Interface tem como meta “a valorização dos produtos portugueses, através da inovação, do aumento da produtividade, da criação de valor e da incorporação de

tecnologia nos processos produtivos das empresas nacionais”. O Primeiro-Ministro afirmou ainda que, “reforçando a capacidade de produção de conhecimento no sistema universitário, de continuar a investir na valorização das instituições científicas, e criando também capacidade para as empresas poderem investir mais e melhor, este Programa encontra bases sólidas para poder ter sucesso”. “Sem produção de conhecimento, o Interface não era possível” e “sem haver empresas com capacidade de investir, o Interface não faria sentido”, lembrou António Costa, referindo: “É esta necessidade de termos uma política integrada que contribuirá para podermos continuar a ganhar competitividade e termos novos serviços e produtos que são competitivos no mercado global”. O Primeiro-Ministro realçou também a necessidade de continuar a modernizar o tecido empresarial para assegurar o sucesso do País: “O sucesso é o sucesso do conjunto do País, não é só o sucesso de cada investigador, que vê uma nova ideia protegida em propriedade industrial, não é só o sucesso de uma empresa que consegue lançar um novo produto e consegue crescer: é da soma destes sucessos que resulta o sucesso coletivo do nosso País e da nossa economia”. “Aquilo que permite a Portugal ganhar competitividade não é a precariedade, mas é a sustentabilidade, ou seja, a capacidade de incorporar dentro da própria empresa o conhecimento e a capacidade de valorizar esse conhecimento”, concluiu.

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Arrisca C desafia jovens empreendedores a dar o “salto para o sucesso” O Arrisca C, concurso nacional de ideias e planos de negócio, está de volta. Reafirmando a sua vocação inovadora, o Arrisca C, que vai já na 9.ª edição, vai atribuir mais de 140 mil euros em prémios. O concurso é promovido por um consórcio de 15 parceiros, liderados pela Universidade de Coimbra (UC) e apoiado por mais de duas dezenas de patrocinadores. Esta nova edição do concurso de ideias e planos de negócio mantém o posicionamento dos anos anteriores e aposta no conceito “Chegou o momento de dares o salto para o sucesso”. O formato simplificado de apresentação das candidaturas a concurso visa facilitar aos futuros empreendedores a maneira como mostram ao mercado os seus projetos inovadores. Para além das tipologias do concurso de ideias de negócio, de planos de negócio e do melhor prémio do ensino secundário, mantém-se a aposta em promover o prémio Social ao Centro, direcionado para a Inovação Social, associando à iniciativa, ideias

com uma forte vertente de responsabilidade social e com um potencial de impacto considerável na sociedade portuguesa. Com a experiência e o sucesso das edições anteriores, o Arrisca C apresenta uma proposta ambiciosa. Com cerca de 760.000€ em prémios já distribuídos, 741 projetos candidatos, 1828 promotores e mais de duas dezenas de empresas criadas, o Arrisca C quer aumentar o desafio e tornar esta edição na mais disruptiva iniciativa dos últimos anos. O concurso Arrisca C é apoiado pelo programa INOV C 2020, projeto cofinanciado pelo Centro 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Mais informações em www. arrisca-c.pt.

Campónio selecionada para os MBIA – McDonald’s ® Business Initiative for Agriculture A Campónio, empresa sediada na Startup Santarém, foi uma das startups selecionadas para estar presentes na MBIA – McDonald’s® Business Initiative for Agriculture. A iniciativa teve como objetivo promover o desenvolvimento do setor agrícola nacional. O evento teve lugar no Altis Belém Hotel, em Lisboa, no dia 30 de novembro, e desta vez foi dedicado do tema “Como pode o conhecimento levar inovação ao terreno agrícola”. O objetivo desta sessão do MBIA foi estimular a discussão e partilha das melhores práticas e casos inspiradores no âmbito do empreendedorismo agrícola em Portugal. Para além de Estevão Anacleto, da Campónio, que integrou o painel Elevator Pitch juntamente com as startups Farmcloud e Mater Dynamics, o evento contou ainda com a oratória de André Santos, Gestor da Qualidade da McDonald’s Portugal, do testemunho “fora da caixa” de Joana Astolfi, arquiteta com alma de artista. Estive ainda presente João Alves Pereira, da Grow To Green, que falou sobre “O contributo do Indoor Farming para a valorização do setor agrícola”.

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O painel MBIA TALKS, mesa redonda onde a organização promoveu um debate em torno do tema “Como pode o conhecimento levar inovação ao terreno agrícola”, contou ainda com o contributo de Anabela Raymundo, Docente do Instituto Superior de Agronomia e representante do projeto River RIce Sugar, de David Mota, Diretorgeral da Nuvifruits, de Isabel Caetano, Administradora da Agência Nacional de Inovação e ainda de João Carvalho Coimbra, Agricultor no Ribatejo e diretor da Agromais. A moderação deste painel esteve ao cargo de Eduardo Diniz, Diretor-Geral do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral. A Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, encerrou os trabalhos.

Renova lança gama Love & Action A Renova reforçou a sua oferta de produtos ambientalmente responsáveis com o lançamento da nova gama Renova Love & Action, composta por produtos distinguidos com o Rótulo Ecológico da União Europeia e certificação FSC. Renova Love & Action é uma gama de produtos com um impacto ambiental reduzido durante o seu ciclo de vida, contribuindo para a utilização eficiente dos recursos e para um elevado nível de proteção do ambiente. Papel higiénico, toalhas de mão e guardanapos, elaborados maioritariamente a partir da reciclagem. A pasta de papel que provém da floresta é toda ela certificada ou de origem controlada. A certificação FSC assegura que os produtos provêm de explorações com gestão florestal responsável. Os processos de fabrico da gama Renova Love & Action foram concebidos para minimizar o consumo de água e, através do uso eficiente de energia na produção e do uso racional do transporte na distribuição dos produtos, a marca empenha-se fortemente na redução do consumo de energia e emissões de gases de efeitos estufa. Fabricados com papel cru natural, neutro e suave, os produtos da gama Love & Action adaptam-se a diferentes ambientes. A gama foi pensada para utilização doméstica (guardanapos e papel higiénico), mas também no segmento profissional - canais Horeca e serviços, com oferta de papel higiénico em rolos jumbo, toalhas de mão interfold e guardanapos. Todos os produtos Renova Love & Action resultam de processos de fabrico triplamente certificados segundo as normas mais exigentes em matéria de meio ambiente, segurança e saúde e qualidade (ISO 14001 e EMAS, OSHAS 18001, ISO 9001).

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petMaxi certificada pela IFS FOOD… Como parte integrante do seu compromisso de melhoria contínua de produtos e serviços, a petMaxi acaba de anunciar a sua certificação no referencial IFS FOOD - International Feature Standards. A IFS FOOD Standard é um padrão reconhecido da GFSI (Global Food Safety Initiative) para auditar fabricantes de alimentos, cujo foco é a segurança alimentar e a qualidade dos processos e produtos. Após uma rigorosa auditoria, a empresa conquistou a certificação, dando resposta positiva nas diversas áreas de análise. De acordo com a empresa, esta conquista representa a certificação da segurança e qualidade dos produtos e processos de

produção, conferindo um estatuto de excelência aos mesmos. Demonstra ainda o compromisso da petMaxi com a qualidade de todo o processo produtivo, garantindo que todos os seus produtos são fabricados de acordo com rigorosos parâmetros reconhecidos internacionalmente. Com esta certificação, a empresa obtém um reconhecimento internacional que lhe confere maior peso em mercados externos, maior confiança por parte dos consumidores, bem como certifica a organização e sistematização de processos, que se regem sob padrões de uniformidade e transparência em toda a cadeia de abastecimento.

SOBRE A PETMAXI Inaugurada em fevereiro de 2015, a petMaxi está vocacionada para o fabrico de alimentos premium e superpremium para animais de companhia. É um projeto pioneiro em Portugal, com tecnologia de vanguarda a nível mundial, com capitais e sócios 100% nacionais. Com o slogan “Feeding Happiness”, a petMaxi tem como principal preocupação ajudar a garantir a saúde e bem-estar dos animais e dos seus donos. HappyOne MEDITERRANEUM, happyOne, Domus, Campeão e Rufia, são algumas das marcas da empresa, que se situa em Ferreira do Zêzere.

…e PTisp com Certificação ISO 9001:2015 A PTisp, situada em Constância, acaba de ver o seu sistema de gestão da qualidade certificado e integralmente conforme aos requisitos da ISO 9001:2015. Este processo efetuado pela APCER – Associação Portuguesa de Certificação confere à PTisp a certificação no âmbito da comercialização e consultoria de serviços de alojamento web, registo de domínios e servidores cloud. De acordo com a empresa, “todo o processo de implementação da ISO 9001:2015 é uma mais valia no auxílio da nossa organização e ordenação de processos. Elevan-

do o nível da nossa organização interna, apuramos o controlo para resultar num intrínseco aumento da qualidade e da produtividade. Como coroar de todo este processo, a atribuição do selo de certificação é prova e garante de uma prestação de serviços conforme os padrões de qualidade estabelecidos que só pode incrementar a credibilidade junto a todos os nossos clientes e parceiros.” A PTisp é uma hosting provider 100% portuguesa, localizada em Constância. Com um extenso portfólio de serviços, a empresa está atualmente cotada entre

os três maiores agentes de registo de domínios. A empresa é ainda acreditada como LIR (Local Internet Registry), pelo RIPE NCC - The Réseaux IP Européens Network Coordination Centre, pelo EURid - European Registry of Internet Domain Names e pela RED. ES - Entidad Pública Empresarial Red.es. É ainda membro da ACEPI (Associação do Comércio Eletrónico e Publicidade Interativa), da Associação Confianza Online, e da Rede PME Inovação da COTEC.

CTR investe em inovação A CTR Lda. - Consultoria Técnica e Representações, tem um projeto aprovado no âmbito de Portugal 2020, com o objetivo de reforçar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação, bem como aumentar a sua capacidade produtiva. De acordo com a empresa, que tem sede em Samora Correia, os objetivos principais do projeto são o crescimento sustentado do seu volume de negócios, potenciando o reconhecimento internacional da empresa, o investimento na Inovação Produtiva – de produto e de processo, o desenvolvimento da estrutura organizacional e de capital humano da empresa e o aumento da área produtiva e logística. O aumento do volume de negócios e o alargamento do portfólio de produtos,

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bem como o aumento da produtividade da empresa, são os objetivos finais da CTR com a implementação deste projeto. A CTR, Lda. foi constituída em 1991, por dois técnicos com uma vasta experiência profissional na indústria de componentes eletrónicos. A atividade principal da empresa durante os seus primeiros anos de atividade, foi essencialmente a produção de componentes e peças elétricas para sub-montagens em aparelhos elétricos de pequena dimensão e para uso doméstico. Posteriormente e através da combinação do elevado know-how entretanto adquirido na produção de elementos de aquecimento elétrico, tais como resistores fixos e termistores PTC e a forte indústria plástica nacional, a CTR iniciou

a produção de difusores elétricos de uso doméstico para ambientação e controlo de insetos. Com o crescimento de mercado significativo e o interesse pelos consumidores em ter mais qualidade e conforto em ambientes pessoais, a produção de soluções para ambientação tornou-se numa área de negócio muito importante para a CTR. Investimentos, R&D, produtos otimizados, novas matérias-primas, e patentes inovadoras são apenas alguns dos esforços realizados pela CTR neste segmento.

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INDUSTRIA 4.0 A Indústria 4.0 é um mosaico tecnológico que prevê a integração entre o mundo físico e o mundo digital, através dos chamados sistemas de produção ciberfísicos (CPS – Cyber Physical Systems), traduzindo-se na digitalização dos processos de produção com troca de dados entre produtos, máquinas, e diferentes atores das cadeias de produção e cadeias de valor. Como as revoluções industriais precedentes, a Indústria 4.0 prevê mudanças radicais nos modelos de produção e organização empresarial, e também nos processos de marketing e da relação com o cliente. A SPI está preparada para apoiar as empresas dos diversos setores económicos a evoluírem para a indústria 4.0, através de: 1. Diagnósticos Indústria 4.0 – conheça o nível de maturidade / preparação da sua empresa nas diver-

Computação em Nuvem

sas dimensões do conceito, com vista a estabelecer medidas prioritárias e de maior valor para a sua empresa. 2. Planos de Transformação para a Indústria 4.0 adote as ferramentas para a adequada gestão dos processos de mudança e inovação, incluindo a identificação de áreas de conhecimento críticas e o estabelecimento de parcerias estratégicas a nível tecnológico e de mercado. 3. Candidaturas a Sistemas de Incentivos – otimize a obtenção de apoio financeiro para o desenvolvimento de medidas no âmbito da Indústria 4.0. 4. Sessões de esclarecimento / sensibilização – faça evoluir a cultura empresarial e o alinhamento e motivação dos recursos humanos para a nova realidade empresarial.

Sistemas digitais de integração horizontal ou vertical Simulação 3D (de produtos ou processos ao longo da cadeia de valor)

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O SEU PARCEIRO PARA A INOVAÇÃO

INOVAÇÃO Gestão de inovação Inovação aberta Desenvolvimento de competências Internacionalização de PME Implementação de clusters Gestão do conhecimento

CIÊNCIA E TECNOLOGIA Transferência de tecnologia Investigação e desenvolvimento Tecnologias emergentes Tecnologias industriais Fábricas do futuro Processos industriais sustentáveis

TERRITÓRIO Desenvolvimento regional Regeneração urbana Desenvolvimento sustentável Planeamento de mobilidade Ordenamento do território Cidades inovadoras

Av. Marechal Gomes da Costa, 1376, 4150 - 356 Porto, Portugal www.spi.pt spiporto@spi.pt + 351 226 076 400 + 351 226 099 164

SPI PORTO • SPI VENTURES SPI COIMBRA • SPI LISBOA SPI ÉVORA • SPI AÇORES SPI SANTIAGO DE COMPOSTELA EBN BRUXELAS • SPI CALIFÓRNIA SPI WASHINGTON D.C. SPI PEQUIM • SPI MACAU


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Rota dos Moinhos Localização do Percurso: Monsanto - Alcanena Ponto de Partida/Chegada: Igreja Matriz de Monsanto Distância Percorrida: 9 km Duração do Percurso: 3h15m Grau de Dificuldade: Fácil Altitude min. / máx. : 76 m / 205 m

DESCRIÇÃO Este percurso deseja mostrar o património rural da freguesia de Monsanto de Alcanena. O percurso inicia-se junto à Igreja Paroquial do Espírito Santo e percorre um trilho em direção aos Casais da Moreta, ao longo do qual podemos observar a escarpa formada pelo cabeço de Monsanto, onde se encontra um moinho recentemente recuperado. Após a chegada à estrada principal, seguimos em direção à Lagoa da Moreta, pequena lagoa temporária, localizada numa zona de extração de barro para a construção civil. Seguindo o caminho agrícola, vamos em direção ao vale, onde se encontra o Algar Barrão. Passando depois junto a uma antiga pedreira, podemos encontrar uma dobra calcária, exemplo nítido das grandes transformações ocorridas a nível geológico e que resultaram na génese do maciço calcário. Descendo o caminho, passamos junto ao moinho, a seguir ao qual descemos a encosta que dá acesso às nascentes do Alviela. Percorrendo a zona envolvente à Praia Fluvial

dos Olhos de Água do Alviela, passamos junto aos extensos prados pertencentes à Quinta do Alviela, zona de relevos suaves, compostos por olival e montado de sobro, que contrastam com as paisagens serranas, onde se iniciou o percurso. Seguindo as indicações pelos caminhos demarcados, subimos novamente à freguesia de Monsanto, pelo trilho que nos leva até ao local de partida.

forma a continuar no trilho pretendido. É possível realizar este percurso em BTT. Pontos de interesse: - Igreja Paroquial do Espírito Santo; - Moinho Recuperado; - Lagoa da Moreta; - Dobra Calcária; - Moinho da Redinha; - Moinho das Saladas.

RAMAL Este percurso apresenta logo no seu início, um ramal que liga a Igreja Paroquial de Monsanto ao percurso. No final do ramal, o visitante poderá escolher qual o sentido em que deseja efetuar a sua caminhada. Aconselhamos o caminheiro a seguir pela esquerda, no sentido da “Dobra Calcária”.

Estruturas de Apoio: - Parque de Merendas da Lagoa dos Casais da Moreta.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Algumas zonas do percurso são coincidentes com Percursos do Centro de BTT de Alcanena – Nascentes dos Olhos D’Água, pelo que aconselhamos algum cuidado adicional pela alta probabilidade de haver cruzamentos entre caminheiros e ciclistas nestas zonas.

Reservas: www.viverotejo.pt

Este percurso - PR7 ACN - interceta-se ao longo do seu traçado com outros, pelo que se aconselha uma atenção especial nestes locais de

Fonte: http://cm-alcanena.pt


EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Chimp Stickers conquistou a Web Summit

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m novembro, a Chimp Stickers, uma startup do Porto Alto, foi uma das 150 startups escolhidas para participar na Web Summit, em Lisboa. A empresa, que desenvolveu uma plataforma online para criação e produção de stickers (autocolantes) aproveitou a oportunidade para dar a conhecer ao mundo os pequenos autocolantes do Chimpanzé (a sua imagem de marca) e os resultados não podiam ser melhores. “Foi uma experiência incrível porque estivemos em contacto com muita gente, de muitas partes do mundo. Os nossos objetivos, que consistiam em dar a conhecer o nosso produto e observar outros produtos e tendências que pudéssemos agregar, foram largamente superados”, contou à Ribatejo Invest Nuno Ramos, um dos responsáveis por este projeto. Sendo uma startup que se dedica à produção e venda online de autocolantes, a melhor forma de se darem a conhecer foi elaborarem e distribuírem massivamente um pequeno autocolante alusivo ao Web Summit. Esse pequeno sticker, pensado como um cartão de visita da empresa, acabou por fazer furor entre os milhares de visitantes da conferência, que o quiseram levar para casa como uma recordação da passagem por Lisboa. A verdade é que esse pequeno autocolante, uma pequena amostra do trabalho desenvolvido pela Chimp Stickers, conquistou o público e chamou a atenção

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A Chimp Stickers participou no II Fórum da Inovação e Empreendedorismo, em Santarém da própria organização da Web Summit. Foi assim, com alguma surpresa, que Nuno Ramos recebeu um pedido da organização para enviarem algumas amostras de autocolantes para a sede da Web Summit, na Irlanda, estando em cima da mesa a possibilidade de participarem como parceiros oficiais na próxima edição deste evento. Mas há mais. Na sequência desta participação na Web Summit, a Chimp Stickers foi convidada e selecionada para participar no Collision New Orleans, a versão norte-americana do Web Summit, agendada para abril. Ainda como resultado da participação na

Web Summit e dos contactos desenvolvidos com outros participantes, já surgiram as primeiras encomendas. Até ao momento, já seguiu um primeiro lote de autocolantes para a Estónia e outro para Espanha. Se tudo correr como previsto, novas encomendas se seguirão em breve, levando os autocolantes do chimpanzé para outros pontos do globo.

STICKER COMO FORMA DE EXPRESSÃO Paulo Carrasco, responsável pelo desenvolvimento de produto da Chimp Stickers, explica que fora do nosso país o sticker, ou

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Nuno Ramos recebeu um pedido da organização para enviarem algumas amostras de autocolantes para a sede da Web Summit, na Irlanda, estando em cima da mesa a possibilidade de participarem como parceiros oficiais na próxima edição deste evento. autocolante, é encarado de uma forma diferente do que acontece em Portugal. “É uma mentalidade diferente. Lá fora, isto é algo muito comum. Um sticker, um autocolante é utilizado como uma forma de expressão, de personalização. A nível pessoal, é pegar num objeto, como um computador, um smartphone, um iphone, um caderno, uma parede e tornar esse objeto uma coisa pessoal, única. Cá, as pessoas são capazes de perguntar para que é que isso serve”. As vantagens da utilização dos stickers, por parte das empresas, são também um mercado a explorar. Como elemento a utilizar numa estratégia de marketing e publicidade, os stickers permitem um elevado retorno uma vez que sendo um produto de baixo custo consegue alcançar grande visibilidade e durabilidade.

PROJETO CHIMP STICKERS O projeto Chimp Stickers é uma loja online, onde os clientes podem comprar autocolantes já desenhados, escolhendo-os a partir de uma biblioteca, ou podem criar e personalizar os próprios autocolantes, utilizando um editor online, ferramenta muito intuitiva e simples de usar. O cliente pode até fazer upload de uma foto que esteja no seu instagram ou facebook e editar no site de forma criativa. Depois de concretizada a compra, é feita a produção em cerca de 48 horas e a encomenda é enviada para qualquer ponto do mundo. Recentemente foi lançada também a versão em inglês, o que permitirá uma abordagem a outros mercados. Como tendência atual, a Chimp Stickers vai lançar também na sua plataforma um Market Place, permitindo a qualquer artista, designer ou mero curioso, ter o seu espaço com as suas criações e ganhar uma percentagem por cada venda consumada. Gradualmente irá também aumentar a coleção de autocolantes e diversificar os produtos existentes. Assim, dentro em breve, será também possível comprar autocolantes para personalizar gadgets, como iphones, ipads e outros equipamentos.

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FACTIS vende negócio PHC Software A FACTIS – Engenharia e Tecnologias de Informação, Lda., sediada na Startup Santarém e com Centro de Operações em Lisboa, celebrou com a WINSIG – Soluções de Gestão S.A., um contrato de venda da sua unidade de negócios dedicada ao Software de Gestão PHC.

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transmissão da unidade de negócios, incluindo os colaboradores, carteira de clientes e meios de suporte à atividade, teve lugar no passado dia 1 de dezembro. A oferta de Software PHC iniciou-se em 2011 numa perspetiva de dinamizar soluções complementares ao portfólio que sempre caraterizou a FACTIS. Suportada por uma equipa técnica certificada, com bastante experiência e totalmente orientada para o cliente, a unidade de negócios PHC da FACTIS carateriza-se pelo foco no serviço, sendo que mais de 75% do volume de vendas provém da prestação de serviços. “Este é mais um passo da nossa transformação, a par com outras ações que estamos a desenvolver. Queremos participar e acompanhar o desenvolvimento tecnológico para levar aos nossos clientes o que de melhor se faz no mundo. Para isso necessitamos de estar muito focados na nossa atividade core. Reconhecemos na WINSIG valores e competências ímpares, a par do facto de ser líder de mercado, que nos dão muita tranquilidade relativamente ao futuro dos nossos colaboradores e Clientes. A WINSIG vai alavancar a Unidade de Negócio PHC. Será, sem dúvida, um par-

ceiro com o qual contamos, assegurando a complementaridade muitas vezes necessária para enfrentar os desafios colocados pelos Clientes.” – Afirma João Fonte, CEO da FACTIS. Segundo Nuno Archer, “esta operação reforça a nossa liderança no universo de parceiros PHC, permitindo aumentar as nossas competências técnicas e setoriais através da inclusão na nossa estrutura de novos colaboradores e clientes”. A empresa ambiciona, assim, capacitar ainda mais pessoas e negócios através da tecnologia.

ACERCA DA WINSIG A Winsig é uma empresa especializada no fornecimento de soluções de gestão integrada com o Software PHC, apresentando fortes competências no módulo PHC Manufactor (com a maior equipa PHC do mercado) e no desenvolvimento Web e Mobilidade. A Winsig é o maior parceiro da PHC desde 2012. A Winsig disponibiliza centros de operação e apoio ao cliente em Lisboa, Leiria, Aveiro, Viseu, Porto e Funchal.

ACERCA DA FACTIS Presente no mercado desde 1995, a FACTIS apoia e reúne uma carteira ímpar de Clientes nacionais e internacionais, desde pequenas a grandes organizações que, com Confiança FACTIS, fazem crescer os seus negócios. A sua principal atividade é a prestação de serviços profissionais e de Outsourcing na área das TI, desde as redes e comunicações às aplicações, promovendo também o desenvolvimento, representação e suporte de produtos e soluções.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Prodyalca inova no segmento dos produtos químicos A Prodyalca, situada no concelho de Alcanena, produz e comercializa produtos químicos para diversos setores de atividade. A empresa, que foi criada em 2004 por João Paulo Oliveira, tem crescido sempre, graças à constante aposta em novos produtos. Detergente em pastilhas e produtos de base nano, são algumas dos desenvolvimentos pensados pela empresa e que estarão em breve no mercado.

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oi a vasta experiência de João Paulo Oliveira, na área de produtos químicos desde 1989, que levou à fundação da Prodyalca, corria o ano de 2004. “A Prodyalca tem na génese a minha experiência pessoal neste ramo de negócio e naquilo que foi a sequência natural da evolução da vida de qualquer pessoa que tem ambições”, começou por dizer o empresário que fundou a empresa já lá vão cerca de 14 anos. A aposta parece ter sido certeira, uma vez que o responsável pela empresa acabou por confessar que este foi um caminho feliz. “A empresa tem crescido sempre”, deixou escapar João Paulo Oliveira à Ribatejo Invest. E nós quisemos saber o porquê deste sucesso. A resposta foi simples. “O trabalho comercial dinâmico que temos vindo a desenvolver ao longo dos anos e, sobretudo, a aposta – que é como quem diz investimento! – constante no lançamento de novos produtos, contribuiu bastante para o aumento da faturação”, fez saber João Paulo Oliveira, que acrescentou que a empresa teve até necessidade de expandir o negócio, com a abertura de uma nova unidade industrial, equipada com dois laboratórios de I&D, em 2012. “A abertura desta nova fábrica foi determinante, pela capacidade de resposta aportada à

“A Prodyalca foi fundada em 8 de setembro de 2004, tendo nascido da experiência profissional do sócio fundador que desempenhou funções de agente comercial numa multinacional americana do mesmo ramo.” 36

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João Paulo Oliveira, fundador da Prodyalca empresa. Na realidade, nos últimos três anos, a Prodyalca mais do que duplicou a sua faturação”, contou. Para que o cliente possa ter noção da dimensão do leque de produtos de que estamos a falar, podemos afirmar que a empresa de dedica à conceção e desenvolvimento, fabricação e comercialização de vários produtos químicos para tratamento de águas, manutenção industrial, construção civil, para o canal Horeca e para o setor dos serviços. Comercializa ainda papel industrial, equipamentos e vários utensílios de limpeza. “A Prodyalca assenta a sua atividade em diversas áreas diferentes: detergência geral, que se divide em ramo automóvel, lavandaria, instalação de doseadores automáticos, entre outros; manutenção industrial, com produtos para ferrugem, para lavagem de

quadros elétricos, tintas especiais para ferrugem, entre outros produtos; temos a área do tratamento de águas para piscinas, segmento onde somos líderes de mercado; a área da construção civil, com produtos como isolantes, hidrofugantes, impermeabilizantes…; e ainda a área dos curtumes, setor para onde fornecemos produtos específicos para o processo, mas também para a manutenção das máquinas e equipamentos; e temos ainda produtos para a área alimentar, com produtos para estábulos, indústria da carne e do peixe, queijarias e salsicharias”, precisou João Paulo Oliveira. “Todos os anos lançamos produtos novos. A nossa estratégia de I&D acontece pela nossa sensibilidade de rua. Na realidade, andamos muito no terreno e apercebemo-nos facilmente das neces-

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A Prodyalca apresentou um 2017 um volume de negócios na ordem de 1 milhão e 260 mil euros.” sidades do cliente. Por outro lado, devido à nossa experiência e conhecimento deste setor, conseguimos já antecipar ou mesmo criar algumas necessidades nos clientes”, afirmou o responsável pela Prodyalca, justificando assim o vasto catálogo da empresa. A empresa tem por hábito lançar novos produtos em diferentes segmentos de negócio, pelo que está em constante processo de investigação e desenvolvimento. “Neste momento estamos a criar uma linha de produtos em pastilha. São evoluções que nós procuramos que, para além de diminuir a pegada ecológica, torna-nos mais competitivos, especialmente na exportação. Por exemplo, uma palete de pastilhas dá para fazer 30 contentores de lixívia acabada”, revelou o empresário, acrescentando ainda que este novo produto “já está em testes e vai estar em breve no mercado”. Mas este não é o único novo produto “na calha”. A empresa está também a pensar o desenvolvimento de “novos produtos de ecológicos, de origem vegetal, e que eventualmente possam caminhar para a nanotecnologia”. João Paulo Oliveira explicou: “Tratam-se de produtos com moléculas mais pequenas, o que diminui drasticamente a tensão superficial. Estes produtos assumem especial importância, por exemplo, na área da lavagem automóvel, que será de assim de qualidade superior”. Quanto a perspetivas futuras, o empresário é otimista. “Acredito que o futuro será risonho para a Prodyalca. Em termos de potencial, a empresa tem projetos em carteira muito importantes e que permitem olhar o futuro com bastante otimismo”, começou por dizer João Paulo Oliveira, acrescentando ainda que “a empresa irá crescer bastante nos próximos 2 ou 3 anos. Esperamos que em 2018, a empresa fature 1 milhão e 800 mil euros. Não tememos o futuro, não estamos preocupados com uma nova crise que possa existir… a nossa diversidade de produtos tem-nos permitido compensar algum decréscimo de investimento em determinado segmento e passar incólumes por este tipo de adversidade”, concluiu.

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Aposta na internacionalização A par do investimento no desenvolvimento de novos produtos, a Prodyalca tem também apostado na internacionalização. “A Prodyalca começou o seu esforço de internacionalização em 2011, quando se propôs em sede do QREN a um projeto nesta área”, esclareceu João Paulo Oliveira, acrescentando que a empresa começou a ter “resultados visíveis em 2013 / 2014”. No foco da empresa, estavam países como Espanha, pela proximidade, e os PALOP, com Angola, Moçambique e Cabo Verde à cabeça. “Iniciámos o nosso percurso de internacionalização nesttes através da presença em feiras nestes países que definimos como prioritários, sendo que no final de 2013 e no início de 2014 começámos a ver resultados, com particular incidência no mercado angolano, onde estávamos com uma pujança grande no final de 2014”, contou o o empresário à Ribatejo Invest. No

entanto, completou, “em 2015 aquele país africano entra em crise e o negócio caiu abruptamente, praticamente para zero”. A empresa compensou a perda do mercado angolano com o mercado cabo-verdiano e ainda com os mercados do Norte de África, via Espanha. “Nesta altura, temos um contacto importantíssimo com Marrocos, que estamos em crer que dará frutos ainda durante o primeiro semestre de 2018”, acabou por contar João Paulo Oliveira. A empresa, que já exporta 30% da sua produção, está novamente a investir no seu processo de internacionalizati internacionaliza ção. Está a desenvolver com o apoio do Portugal 2020 um projeto de internacionalização que lhe permitirá equipar-se com maquinaria para a produção de novos produtos direcionados para os mercados externos. Em 2018, a empresa já pretende estar a exportar cerca de 35% do negócio.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

IKI Mobile arranca produção de telemóvel Made in Ribatejo em Coruche A IKI Mobile, empresa portuguesa de telemóveis, pioneira por ter criado o 1.º smartphone do mundo com componentes em cortiça, irá inaugurar a 1ª fábrica de telemóveis na Península Ibérica entre os meses de janeiro e fevereiro, em Coruche.

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ste investimento ronda os 1,6 milhões de euros de capitais próprios e criará, numa primeira fase, 36 postos de trabalho, número que irá aumentar entre 10 a 14 trabalhadores até ao final do segundo trimestre de 2018. A fábrica terá uma capacidade de produção de cerca de 100 mil telemóveis por mês e dará à IKI Mobile a autonomia necessária para crescer sem depender de outrem. Recentemente, a IKI Mobile celebrou vários acordos de distribuição nomeadamente com a VASP, a Databox, a Pagaqui, a Lycamobile e entrou no grande retalho através da presença nos espaços Telecor do El Corte Inglès e nas lojas BOX da Auchan onde está a ser vendido o topo de gama KF5 Bless Cork Edition. Neste momento, a empresa tem uma exportação de 95% dos equipamentos, sendo uma das marcas mais vendidas em Angola e Timor-Leste. Em 2017, a IKI Mobile vendeu cerca de 400 mil telemóveis.

CORTIÇA SIMBOLIZA A PRODUÇÃO PORTUGUESA Como forma de simbolizar a produção portuguesa, a IKI Mobile quis incorporar este componente num dos seus telemóveis, tendo lançado em dezembro de 2016, o smartphone KF5 Bless Cork Edition, um equipamento que se distingue dos restantes do mercado por ter uma traseira e alguns componentes internos feitos em cortiça (70% da sua composição é nacional). Tendo criado o 1.º telemóvel do mundo com cortiça, a localização da fábrica em Portugal, mais precisamente em Coruche, foi uma escolha natural, tendo em conta que esta localidade é a Capital Mundial da Cortiça, beneficiando igualmente da proximidade geográfica relativamente às operadoras europeias, assim como a facilidade de acesso ao

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Tito Cardoso, CEO da IKI Mobile aeroporto e às auto-estradas. Para além de ser um símbolo português, as componentes em cor-

tiça aproveitam várias características importantes da cortiça como a diminuição do número de bactérias, é antialérgica, o speaker tem menos vibração, o aquecimento é mais estável e a temperatura é mais uniforme. A incorporação de cortiça tem ainda outra vantagem: a sua reutilização quando o telemóvel deixar funcionar. Quer isto dizer que, caso o smartphone avarie ou o utilizador decida trocar por outro equipamento, a cortiça presente no dispositivo poderá ser utilizada para criar novos produtos, incluído as tradicionais rolhas para garrafas. É a aposta neste material que faz com que a fábrica da empresa seja em Coruche, a “capital mundial da cortiça”, que produz diariamente cerca de cinco milhões de rolhas de cortiça, 13% do total do país.

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EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

Empreender + resulta no apoio a 202 empreendedores e na criação de 35 empresas no Médio Tejo

Presidente da NERSANT desafia CIMT e CCDRC a apoiar a criação da Startup Ribatejo Na sessão de encerramento do Empreender +, Maria Salomé Rafael, Presidente da Direção das NERSANT, fez uma resenha do trabalho da NERSANT na área do empreendedorismo, começando por dizer que esta preocupação da associação empresarial não é de agora, tendo já “largos anos”.

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dirigente afirmou que o apoio técnico da associação empresarial nesta área é de especial relevância para o sucesso das startups que se criam com o apoio de projetos como estes. “A NERSANT, para além de apoiar os empreendedores no processo de criação da empresa, faz ainda um acompanhamento do recém-negócio durante os primeiros dois anos de atividade”, ressalvou. Enalteceu ainda a cooperação entre os vários agentes do território, nesta missão do apoio ao empreendedorismo. “A NERSANT tem neste momento a Startup Santarém completamente cheia, e vai avançar em breve para a criação de uma nova em Alcanede e outra ainda em Coruche. Para além disso, estamos também a trabalhar com Rio Maior e noutros locais devidamente protocolados, como é o caso de Mação, por exemplo”, fez saber. Mas, continuou, “queremos chegar ainda mais longe. Para fecharmos o nosso projeto de empreendedorismo em toda a

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região, precisamos criar em Torres Novas uma infraestrutura onde possamos levar a cabo este trabalho. Temos ao dispor o nosso pavilhão de exposições, que necessita de obras, e esperamos poder contar com o apoio da CIMT e da CCDRC para o efeito”, concluiu a Presidente da Direção da NERSANT, que afirmou ainda que “só com a criação desta nova incubadora, estaremos em condições de afirmar a marca do nosso apoio ao empreendedorismo, que queremos imprimir a toda a região, e que denominamos por Startup Ribatejo”. Na sessão esteve ainda presente Maria do Céu Albuquerque, Presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que enalteceu o empreendedorismo da NERSANT. “É muito importante estimular a criação do emprego para que os jovens queiram ficar no nosso território”, disse. Isabel Damasceno, Vogal do Conselho Diretivo do Centro 2020, corroborou desta opinião, referindo que o trabalho da NERSANT “é notório e

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202 empreendedores apoiados e 35 empresas criadas com o Empreender +

baseado em resultados concretos”. Aliás, referiu a representante do Centro 2020, “é muito difícil, em projetos imateriais, como é o caso do apoio ao empreendedorismo, demonstrar resultados. A NERSANT tem cumprido de forma exemplar o seu papel, com a demonstração de resultados através de números concretos”, afirmou. Deu, por isso, os parabéns à NERSANT, “pelo resultado mais importante que apresenta: a criação de emprego, fundamental para o sucesso dos territórios. Um território sem pessoas e sem trabalho não tem futuro”, concluiu, aproveitando ainda para “felicitar o empreendedorismo das pessoas do Ribatejo”.

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Para além do apoio a 202 empreendedores, que resultou na criação efetiva de 35 startups até ao final do mês de novembro, o projeto Empreender + compreendeu ainda a realização de 12 sessões de fomento do empreendedorismo junto do público mais jovem e qualificado, o lançamento de calls para apoiar empreendedores com ideias inovadoras para o Médio Tejo, bem como a criação de um conjunto de ferramentas digitais, como o teste de perfil, que permite aos empreendedores testar a viabilidade da sua ideia de negócio. Ao abrigo do projeto realizaram-se ainda 8 workshops de capacitação, um programa de aceleração de ideias e ainda diversas sessões de apresentação de pitchs das ideias de negócio a investidores e financiadores. Tudo com o apoio técnico e acompanhamento especializado da NERSANT, e que veio confirmar a concretização dos objetivos do Empre-

ender +: fomentar o empreendedorismo qualificado e criativo, estimular a geração e aproveitamento de ideias inovadoras, capacitar os empreendedores e os seus projetos e potenciar a criação de novas empresas na região do Médio Tejo. Na sessão de encerramento, para além do balanço e apresentação de resultados do projeto, foram ainda entregues os certificados aos empreendedores que criaram as suas empresas no Médio Tejo com o apoio do projeto, aos participantes no Programa de Aceleração de Ideias e aos empreendedores com bolsas monetárias. De referir que o projeto Empreender + é um programa dinamizado pela NERSANT e cofinanciado pelo Centro 2020 que visa promover o empreendedorismo qualificado e criativo e apoiar empreendedores na criação e consolidação de novas empresas na Região do Médio Tejo.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

Hidro Ibérica vai estar em abril em Marrocos

Espanha e Estados Unidos são as prioridades na cooperação bilateral para 2018 O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, afirmou que Espanha e os Estados Unidos são os países prioritários quanto à cooperação bilateral, na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2018, na Assembleia da República. “O relacionamento com os Estados Unidos, em particular no que diz respeito a questões pendentes e suas vias de resolução e o caderno de encargos muito rico que decorre da cimeira luso-espanhola” realizada em 2017 foram os principais desafios identificados pelo Ministro para 2018. A representação externa do País terá um aumento de 11% da verba, correspondente a 396,2 milhões de euros: “Os tempos não estão para aumentar a despesa pública, por isso peço humildemente à Assembleia da República este reforço”, disse Santos Silva.

DIÁSPORA NO CENTRO DAS POLÍTICAS EXTERNAS O Ministro afirmou ainda que a política externa quer “deliberadamente, colocar a diáspora e as comunidades no centro da política do Ministério dos Negócios Estrangeiros”. “Somos 15 milhões de pessoas, só 10 milhões vivem em Portugal. Cinco milhões espalham-se virtualmente em todos os países de todos os continentes”, sublinhou Santos Silva, lembrando também que a dotação prevista no Orçamento para 2018 “será necessária para preencher o quadro de pessoal da ação externa”. O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, referiu que os consulados têm realizado mais atos, afirmando que este ano será ultrapassado o número de dois milhões, “o maior de sempre”.

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A Hidro Ibérica - Estudo e Montagem de Regas, Lda., empresa de comercialização, montagem e assistência de sistemas de rega, vai voltar a estar presente na SIAM - Salão Internacional de Agricultura em Marrocos. Esta não será a primeira participação da empresa neste certame, que vai assim voltar a marcar presença no evento em abril, nesta que será a 13.ª edição do certame. A Hidro Ibérica exerce a sua atividade desde 1988 e que tem como objetivo a prestação de um serviço essencial ao agricultor, na área das regas e drenagens agrícolas. Com um vasto historial no mercado ibérico e mundial, a Hidro Ibérica conta com uma enorme experiência em soluções para a agricultura de regadio que garante ao cliente um serviço de qualidade apoiado num acompanha-

mento profissional e rigoroso. A sua experiência e campo de atuação vai desde a elaboração do projeto, execução montagem e assistência de Pivots, Regas Gota a Gota, Regas de Cobertura Fixas e Móveis, Máquinas de Rega/ Drenagem e implantação de soluções “chave na mão”.

BAU com novo serviço na Argélia A BAU Special Solutions acabou de receber a adjudicação de mais um trabalho na Argélia. Deste vez, o cliente é a Teixeira Duarte, que vai agora iniciar com a parceria da empresa torrejana, os trabalhos de impermeabilização dos reservatórios de água potável e reservatórios de incêndio da nova sede do Gulf Bank na Argélia, obra premiada pela sua singular arquitetura no bairro El Biar da capital neste país do Magreb. De acordo com a BAU, a adjudicação deste serviço “é mais um importante passo na internacionalização da empresa”. A BAU Special Solutions nasce em Barcelona em 2009. Em 2010 face aos vários projetos no mercado nacional, passa a localizar-se também em Portugal, na cidade de Lisboa. Aqui inicia-se também a abordagem às obras especiais no mercado nacional, nomeadamente

com os trabalhos desenvolvidos em vários túneis no Funchal, na Região Autónoma da Madeira. Em dezembro 2012 é criada uma delegação em Torres Novas, passando, posteriormente, a sede em 2015. Esse ano veio a revelar-se um ano de crescimento com a abertura da delegação a sul, em Beja e com atividade em todo o território nacional, Geórgia e Argélia. A empresa tem também, desde 2016, uma delegação na Covilhã. A experiência adquirida ao longo dos últimos anos, o reforço contínuo na capacidade técnica dos seus colaboradores, e o uso dos melhores e mais eficientes materiais e tecnologias para obras especiais, tornam a BAU Special Solutions numa das empresas mais especializadas e na vanguarda da aplicação de soluções especiais para o setor da construção.

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Portugal e Marrocos assinam 12 acordos de cooperação Os Primeiros-Ministros de Portugal, António Costa, e de Marrocos, Saadeddine El Othmani, presidiram à assinatura de 12 acordos de cooperação bilateral entre os dois países no final da 13.ª Cimeira LusoMarroquina, em Rabate. “Estes 12 acordos espelham bem a intensidade das nossas relações políticas e económicas”, afirmou António Costa numa conferência de imprensa conjunta com o homólogo marroquino. Entre os acordos, destaca-se o memorando global para o desenvolvimento da cooperação triangular, ou seja, de ações conjuntas de Portugal e Marrocos em países terceiros. Este acordo abrange já a cooperação triangular entre empresas luso-marroquinas em mercados terceiros, nomeadamente na área das energias renováveis, um dos três acordos energéticos assinados. Em matérias económicas, os dois Governos assinaram acordos de cooperação entre as duas agências nacionais de energia, nas áreas do turismo, da geologia e minas, e no domínio portuário e marítimo. Foram também assinados acordos nas áreas da saúde, do emprego, e do trabalho e proteção social, bem como na da modernização administrativa, em matéria de Governo digital e tecnologias de informação. Portugal e Marrocos assinaram

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ainda acordos para ações conjuntas no campo da cultural, particularmente no cinema e no audiovisual.

ENERGIA O Primeiro-Ministro António Costa destacou o projeto para a construção de um cabo de 220 quilómetros de interconexão elétrica entre Portugal e Marrocos, acerca do qual os dois Governos decidiram criar grupos de trabalho para definir o modelo de financiamento da obra. “Este projeto com Marrocos é da maior importância estratégica para os dois países, sobretudo com os objetivos de diversificar as fontes de produção e abastecimento de energia, o que melhorará a segurança neste domínio”, sublinhou. A construção da interconexão elétrica poderá ser complementada com a distribuição de gás natural proveniente dos Estados Unidos por via marítima para Portugal que “poderemos distribuir também relativamente a Marrocos”, disse. “O trabalho com Marrocos neste domínio da energia é da maior importância e marcará seguramente as relações entre os dois países no século XXI”, acrescentou o Primeiro-Ministro. António Costa referiu ainda que o desenvolvimento das interconexões energéticas, além de uma forma de aumentar a segurança energética, é uma forma de baixar

a fatura energética em Portugal, recordando que está marcada para o primeiro trimestre de 2018 uma reunião cimeira sobre as interligações entre Portugal e Espanha, por um lado, e a França, por outro, em que participa também a Comissão Europeia.

PARCERIAS EM ÁFRICA O Primeiro-Ministro marroquino, Saadeddine El Othmani, afirmou a importância das parcerias com Portugal no continente africano, tendo pedido o apoio de Portugal para que Marrocos possa obter em breve o estatuto de observador na CPLP. António Costa afirmou a existência de amplas oportunidades para que Portugal e Marrocos trabalhem em conjunto em vários países africanos, tal como já tinha feito no seminário empresarial. “Estamos a transformar uma relação de vizinhança numa relação de amizade, através da criação de uma parceria estratégica, sobretudo no continente africano. Marrocos deve ver em Portugal uma porta de entrada na União Europeia”, acrescentou. O Primeiro-Ministro agradeceu ainda a importantíssima ajuda que o Governo de Marrocos disponibilizou a Portugal neste verão, que foi um apoio decisivo no combate aos incêndios que Portugal enfrentou.

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Unidade hoteleira de Fátima tem mais dois prémios internacionais O Hotel Luz Charming Houses, de Fátima, concelho de Ourém, arrecadou mais dois prémios internacionais. “Continental Luxury Cultural Retreat” e “Global Luxury Country House” foram os dois prémios que o hotel recebeu nos World Luxury Hotel Awards 2017. A cerimónia, que decorreu no Kulm Hotel ST. Moritz, na Suíça, contou com a presença de Pedro Silva e Ana Alves, proprietários do Luz Charming Houses. “Eram mais de dois mil os nomeados, mas a ‘luz’ voltou a brilhar em Fátima. O Luz Charming Houses, orgulha-se de anunciar que, pelo segundo ano consecutivo, foi um dos vencedores dos prémios World Luxury Hotel Awards, considerados a ‘crème da crème’ da indústria hoteleira de luxo”, lê-se numa nota informativa do hotel galardoado. A Ribatejo Invest dá os parabéns a esta unidade hoteleira de Fátima.

Governo abre mercado da Arábia Saudita à carne de bovino Na sequência das negociações que tiveram lugar no âmbito da reunião da comissão mista Portugal-Arábia Saudita, está aberto mais um novo mercado para a produção de carne portuguesa de bovino. O Reino da Arábia Saudita comunicou esta decisão às autoridades portuguesas, estando a lista de estabelecimentos portugueses aprovados para exportação de carnes e produtos derivados de ruminantes publicada no site oficial das autoridades sauditas, em https://www.sfda.gov.sa/en/food/ about/administration/mangement_

food/Documents/Portugal-meat.pdf. Desde 2015, o Governo já abriu 41 mercados para 133 produtos (99 da área animal e 34 de origem vegetal), encontrando-se a trabalhar na abertura de 52 mercados para viabilização da exportação de 188 produtos, (133 de origem animal e 55 de origem vegetal). Com a internacionalização a constituir uma das vertentes prioritárias da política do Governo, este é um dos eixos mais importantes para reforçar a competitividade do setor agroalimentar e da economia.

Programa Internacionalizar aprovado Foi publicada em Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros n.º 189/2017, que aprova o Programa Internacionalizar. O Programa Internacionalizar é composto por seis eixos de intervenção: A) Análise de mercados e negócios, B) Qualificação de recursos humanos e do território; C) Financiamento; D) Apoio no acesso aos mercados e ao investimento em Portugal; E) Desenvolvimento da marca Portugal; F) Política comercial e custos de contexto. O aumento das exportações de bens e serviços, do número de exportadores, do número de mercados de exportação,

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do Investimento Direto Estrangeiro, do Investimento Direto Português no Estrangeiro e do Valor Acrescentado são os objetivos deste Programa.

A coordenação técnica do Programa Internacionalizar é da competência da Agência Portuguesa para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

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NERSANT elabora estudos de mercado

Sabia que que o vinho é um dos 70 produtos da região com potencial de exportação para a Austrália? A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, no âmbito do seu projeto de apoio à exportação das empresas da região, o Exportintelligence, está a realizar estudos de mercado onde são identificados os produtos da região com maior potencial de exportação para diversos mercados. No caso da Austrália, o vinho é um dos produtos identificados com maior potencial.

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oçambique, Marrocos, Colômbia, Gana, Canadá, Turquia, México, Chile, Polónia e Austrália. São estes os mercados-alvo de um conjunto de estudos que a NERSANT está a ultimar e que têm como objetivo identificar, em cada um dos territórios, os produtos do Ribatejo com maior potencial de exportação. Para tal, a NERSANT aplica, em cada um dos estudos, uma metodologia de análise de competitividade das exportações do concelho de Santarém face aos países de destino, com base no cálculo do Índice da Vantagem Comparativa Revelada (IVCR) das exportações portuguesas e do Índice de Desvantagem Comparativa Revelada (IDCR) das importações daquele país, entre outros indicadores. Um dos estudos já finalizados e disponíveis para distribuição junto das empresas é referente ao mercado australiano. Neste caso, a aplicação da metodologia permitiu selecionar 70 produtos com potencial para

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aumentar as vendas no mercado australiano, distribuídos em 15 secções. De acordo com o estudo feito para o mercado australiano, a secção que apresenta maior potencial de incremento das exportações é a secção IV, referente a “produtos das indústrias alimentares, bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres, tabaco e seus sucedâneos manufaturados”, tendo sido identificados 10 produtos onde o mercado de destino representa mais de mil milhões de euros de importações e praticamente um quarto do valor total do mercado potencial. Nesta secção, destacam-se o potencial do vinho, cerveja, produtos de padaria, ketchup e vinagre. Destaque também para as secções VI Produtos das indústrias químicas ou das indústrias conexas, com 6 produtos, VII - Plástico e suas obras borracha e suas obras, com 3 produtos, XI – Matérias têxteis e suas obras, com 7 produtos, XVII - Material de transporte, com 3 produtos e XX – Mercadorias e produtos diversos,

com 2 produtos, todas com valores na casa dos 400 milhões e que em conjunto representam 50% do valor total de mercado potencial. Para além destas secções, o estudo identifica outras com potencial de exportação. São elas: I - Animais vivos e produtos do reino animal; II - Produtos do reino vegetal; III - Gorduras e óleos animais ou vegetais; produtos da sua dissociação; gorduras alimentares elaboradas; ceras de origem animal ou vegetal; IV - Produtos das indústrias alimentares; bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres; tabaco e seus sucedâneos manufaturados; VIII - Peles, couros, peles com pêlo e obras destas matérias; artigos de correeiro ou de seleiro; artigos de viagem, bolsas e artefactos semelhantes; obras de tripa; X - Pastas de madeira ou de outras matérias fibrosas celulósicas; papel ou cartão para reciclar (desperdícios e aparas); papel e suas obras; XI - Matérias têxteis e suas obras; XII - Calçado, chapéus e artefactos de uso

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semelhante, guarda-chuvas, guarda-sóis, bengalas, chicotes e suas partes; penas preparadas e suas obras; flores artificiais; obras de cabelo; XIII - Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes; produtos cerâmicos; vidro e suas obras; XV - Metais comuns e suas obras; e XVI - Máquinas e aparelhos, material elétrico, e suas partes; aparelhos de gravação ou de reprodução de som, aparelhos de gravação ou de reprodução de imagens e de som em televisão, e suas partes e acessórios. Para além do estudo de mercado os produtos ribatejanos com potencial de exportação para a Austrália, estão ainda em preparação outros estudos, referentes aos mercados de Moçambique, Marrocos, Colômbia, Gana, Canadá, Turquia, México, Chile, e Polónia. As empresas interessadas em conhecer na íntegra estes estudos, devem solicitar o mesmo à NERSANT, através dos contactos datic@nersant.pt ou 249 839 500.

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Procedimentos e barreiras de acesso também disponíveis Para além da identificação dos produtos com maior potencial para diversos mercados, o projeto Exportintelligence tem ainda como objetivo efetuar o levantamento dos principais procedimentos e eventuais barreiras de acesso a mercados, para facilitação do acesso das empresas da região, dando-lhes ferramentas de prévia análise e preparação antes de se abordarem esses novos mercados. Para o mercado da Austrália, este documento já está disponível, estando nele patente a caracterização do país, com enfoque nas relações económicas e comerciais com Portugal, comércio internacional e caráter fiscal da Austrália, e ainda os procedimentos para exportação para este país, destacando-se informações como os regimes aduaneiros, proibições e regimes especiais, certificações e vistorias necessárias, requisitos de embalagem e rotulagem, entre outros. Para além da

Austrália, os estudos estão também disponíveis para os mercados de Marrocos, Moçambique, Gana, Polónia, Colômbia, México, Chile, Canadá e Turquia. Ainda quanto ao mercado da Austrália, a NERSANT tem ainda disponíveis várias fichas de produtos com informações relevantes de apoio à exportação, como o valor de importações, peso de Portugal no mercado e nesse produto, preços, evolução nos últimos anos, maiores importadores, informações de caráter logístico, entre outros dados.

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Prémios Millennium Horizontes destaca empresas do Ribatejo

Couro Azul vence e CTR Air é finalista Realizou-se recentemente na casa da Música, no Porto, a Gala de encerramento da 1.ª edição dos Prémios Millennium Horizontes com a presença do Primeiro Ministro, do Ministro da Economia, do Presidente Executivo do Millennium bcp e do Presidente do Conselho de Administração do Global Media Group.

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o evento, foram conhecidas as melhores empresas portuguesas que, durante o ano de 2016, mais se destacaram na promoção da marca “Portugal” dentro e fora do país. Dos 570 candidatos, representando empresas de norte a sul do país, de 17 dos 18 distritos e das duas regiões autónomas, sete empresas nacionais receberam esta distinção nas categorias principais de Internacionalização, Exportação e Inovação, e ainda na categoria especial MicroEmpresas. O número de concorrentes chegou aos 570, mas foram sete as empresas que receberam os troféus de Microempresa, Inovação, Exportação e Internacionalização da primeira edição dos Prémios Millennium Horizontes. Na gala de entrega dos galardões, foram distinguidas a Ventiláqua (uma microempresa de tratamento de águas industriais), a Introsys (especializa-

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da em sistemas robóticos), a Oli Sistemas Sanitários, a Primavera – Business Software Solutions, a ROFF Consultoria, a BSK Medical e a Couro Azul, esta última com sede no Ribatejo, em Alcanena. O Primeiro Ministro elogiou o esforço dos empresários, admitindo que “em primeiro lugar, o sucesso da economia devese às empresas”, nomeadamente ao seu empenho em inovar e exportar. Por isso, António Costa destacou a determinação do Governo em reforçar os instrumentos de apoio às empresas, exemplificando com os programas Capitalizar e Interface, que terão em 2018 as suas dotações substancialmente aumentadas. António Costa referiu-se ainda ao crescente interesse demonstrado pelas empresas em concorrer aos fundos do Portugal 2020, o que leva o Governo a subir a meta dos 1,2 mil milhões de projetos de investimento este ano para os 2 mil milhões de euros em 2018.

Pelo Millennium bcp, o presidente executivo, Nuno Amado sublinhou o número de candidatos, sem paralelo em iniciativas do género, e destacou que entre os 34 finalistas notam-se três grandes tendências: a aposta nas marcas próprias, a procura de mercados alternativos e uma maior amplitude geográfica nas exportações. O banqueiro explicou ainda que o Porto foi uma escolha óbvia para a cerimónia de entrega dos prémios, não só porque coloca em prática a teoria da descentralização, mas também, e sobretudo, porque “a região norte e centro norte é aquela que serve de motor para puxar a economia quando a situação do país está menos bem”. O Porto representou 23% das candidaturas. De referir que os Prémios Millennium Horizontes são uma iniciativa do Millennium BCP, em parceria com a Global Media Group, a COTEC, a Universidade Católica Portuguesa e a AICEP.

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Couro Azul premiada na categoria “Exportação” Dez empresas foram selecionadas como finalistas dos Prémios Millennium Horizontes na categoria Exportação, para PME e grande empresa. Duas receberam o troféu, sendo uma delas a conhecida empresa de Alcanena na área das peles, a Couro Azul. A empresa, liderada por Pedro Carvalho, vende couros para o setor automóvel, com referência para marcas como a Porsche e a Wolkswagen, aeronáutico e ferroviário de todo o mundo, sendo de

facto uma referência na área da exportação. Hoje, a exportação direta é de 90% e os outros 10% representam os seus clientes instalados em Portugal que exportam tudo o que produzem. Nestes dois últimos

setores, a empresa fez já a remodelação de 40 aviões de médio curso para a TAP, bem como iniciou a remodelação da primeira classe dos Alfa Pendular da CP.

CTR Air finalista na área de Internacionalização A CTR foi constituída em 1991, tendo como atividade principal, durante os primeiros anos de atividade, a produção de componentes e peças elétricas para sub-montagens em aparelhos elétricos de pequena dimensão e para uso doméstico. Posteriormente, dedicou-se à produção de difusores elétricos de uso doméstico para ambientação e controlo de insetos, área na qual se tem distinguido. A empresa produz atualmente 70% dos ambientadores e inseticidas das multinacionais. Tem fábrica na China e vai abrir novas unidades de produção na Índia e nos Estados Unidos da América. A empresa tem sede em Benavente.

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INTERNACIONALIZAÇÃO

PANAMÁ KŐƌŝdžƉŽƌƚĠƵŵĂŝŶŝĐŝĂƟǀĂĚĞƉƌŽŵŽĕĆŽŝŶƚĞƌŶĂĐŝŽŶĂůĞĚĞĐĂƉĂĐŝƚĂĕĆŽĚĂƐWDĚŽƐĞƚŽƌĂŐƌŽŝŶĚƵƐƚƌŝĂů͕ƉƌŽŵŽǀŝĚĂ ƉĞůĂ E/D&KZhD Ğ /EKs>h^dZ ĐŽŵ Ž ŽďũĞƟǀŽ ĚĞ ƉƌŽŵŽǀĞƌ Ž ĂƵŵĞŶƚŽ ĚĂƐ ĞdžƉŽƌƚĂĕƁĞƐ Ğ Ă ǀŝƐŝďŝůŝĚĂĚĞ internacional de Portugal. A elaboração do estudo e a abordagem metodológica assenta no levantamento das principais condicionantes de ĞŶƚƌĂĚĂ ĚĞ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĂůŝŵĞŶƚĂƌĞƐ ĚĂƐ ĮůĞŝƌĂƐ ŵĂŝƐ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂƟǀĂƐĚĂƐƌĞŐŝƁĞƐ;ůĞŶƚĞũŽĞĞŶƚƌŽͿŶŽŵĞƌĐĂĚŽ do Panamá, nomeadamente: azeite; molhos e

ĐŽŶĚŝŵĞŶƚŽƐ͖ ƋƵĞŝũŽƐ͖ ĐĂƌŶĞƐ ;ǀĞƌĚĞƐ͕ ƚƌĂŶƐĨŽƌŵĂĚŽƐ Ğ ĐŚĂƌĐƵƚĂƌŝĂͿ͖ƉĞƚͲĨŽŽĚ͖ĂƌƌŽnjĞĨĂƌŝŶŚĂƐ͖ǀĞŐĞƚĂŝƐ;ĨƌĞƐĐŽƐĞ ƵůƚƌĂĐŽŶŐĞůĂĚŽƐͿ͖ ĚŽĐĞƐ͕ ĐŽŵƉŽƚĂƐ Ğ ƐƵŵŽƐ ĚĞ ĨƌƵƚĂƐ͖ ƌĞĨĞŝĕƁĞƐƉƌŽŶƚĂƐĞƐŽďƌĞŵĞƐĂƐ;ƵůƚƌĂĐŽŶŐĞůĂĚĂƐͿ͘

PANAMÁ - CARACTERÍSTICAS RÍS S GERAIS: G A República do Panamá é o país mais meridional da América érica Central. Está situado tua o no istmo que ta R ômb bia, a sudeste; liga as Américas do Norte e do Sul e faz fronteira com a Costa Rica, a oeste; Colômbia, Caribe, a norte, e com o Oceano Pacífico a sul. A capital é a Cidade Panamá tem dade ade do Panamá Panamá. O Pa P er a economia que mais ma s cresce cr a segunda maior economia da América Central, além de ser eo maior consumidor per capita da região.

iva 2016) População: 124,1 milhões de habitantes (estimativa Densidade populacional: 5,896 hab./km²

COMO EXPORTAR PARA O PANAMÁ? Abordagem ao Mercado Antes de realizar negócios no Panamá, é importante: ͻŽŶŚĞĐĞƌŽƐĐŽƐƚƵŵĞƐůŽĐĂŝƐ͖ ͻdĞƌƉƌĞƐĞŶƚĞƋƵĞŽWĂŶĂŵĄĠƵŵƉĂşƐƋƵĞĠŐŽǀĞƌŶĂĚŽƉĞůŽ ƉƌŝŶĐşƉŝŽ ĚĂ ůĞŐĂůŝĚĂĚĞ͕ ƐĞŶĚŽ ĞƐƚĞ Ƶŵ ƌĞƋƵŝƐŝƚŽ ƐŝŶĞ ƋƵĂ ŶŽŶ ƉĂƌĂĨĂnjĞƌŶĞŐſĐŝŽƐŶŽƉĂşƐ͕ƉĞůŽƋƵĞƐĞĂĐŽŶƐĞůŚĂĂƉŽŝŽĂŽŶşǀĞů ũƵƌşĚŝĐŽ͖ • Aproveitar a localização estratégica do Panamá para o negócio – ĂůŝŐĂĕĆŽĐŽŵĂŵĠƌŝĐĂĞŶƚƌĂůĞĚŽ^Ƶů͕ĂŵĠƌŝĐĂĚŽEŽƌƚĞĞŽ ĂƌŝďĞ͕ďĞŵĐŽŵŽĂƉĂƐƐĂŐĞŵĚĞŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐƌŽƚĂƐĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐ ŵĂƌşƟŵĂƐ͕ƉĞƌŵŝƚĞŵŽƵƐŽĚŽWĂŶĂŵĄĐŽŵŽĐĞŶƚƌŽĚĞŶĞŐſĐŝŽƐ͖ ͻdĞƌĞŵĐŽŶƐŝĚĞƌĂĕĆŽƋƵĞĂƐĞŵƉƌĞƐĂƐůŽĐĂŝƐƐĆŽƌĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ pequenas, logo os volumes de contratação são também eles reduzidos; • O preço prevalece sobre a marca, o que pode ser comprovado ƉĞůĂǀĂƌŝĞĚĂĚĞĚĞƉƌŽĚƵƚŽƐĂƐŝĄƟĐŽƐŶŽŵĞƌĐĂĚŽƉĂŶĂŵĞŶŚŽ͖ ͻdĞƌƉƌĞƐĞŶƚĞƋƵĞŽWĂŶĂŵĄƚĞŵƵŵĐůŝŵĂƚƌŽƉŝĐĂůŚƷŵŝĚŽ͕Ž ƋƵĞƉŽĚĞƌĄĂĨĞƚĂƌŽĂŐĞŶĚĂŵĞŶƚŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐͬƌĞƵŶŝƁĞƐ;Ă

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JANEIRO 2018

ĞƐƚĂĕĆŽ ĐŚƵǀŽƐĂ ŶŽ WĂŶĂŵĄ Ġ ĚĞ Ăďƌŝů Ă ŝŶşĐŝŽ ĚĞ ĚĞnjĞŵďƌŽͿ͖ ͻĨŽƌŵĂĚĞƐĂƵĚĂĕĆŽĠŽĂƉĞƌƚŽĚĞŵĆŽƐĞŐƵŝĚŽĚĂ expressão "Bom dia", "Boa noite" ou simplesmente ΗŽĂƐΗ͘  ĞdžƉƌĞƐƐĆŽ ΗKůĄΗ Ġ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂů ŶƵŵ ĐŽŶƚĞdžƚŽ ĐŽŵĞƌĐŝĂů͘ ĞǀĞ ƐĞƌ ƵƟůŝnjĂĚŽ Ž ƚĞƌŵŽ ΗǀŽĐġ͕͟ ƐĞŶĚŽ ƋƵĞ ƐĞ ƉŽĚĞƌĄ ƵƟůŝnjĂƌ Ž ƚĞƌŵŽ ΗƚƵΗ ŽƵ ŶŽŵĞƐ próprios, se solicitada pelo cidadão do Panamá; ͻ  ƉŽŶƚƵĂůŝĚĂĚĞ ŶĂƐ ƌĞƵŶŝƁĞƐ ŶĆŽ Ġ ƵŵĂ ƉƌĄƟĐĂ ŐĞŶĞƌĂůŝnjĂĚĂ͘hŵĂƚƌĂƐŽĚĞĂƚĠŵĞŝĂŚŽƌĂĠĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽ normal, pelo que não se deverá mostrar estranheza ou ŝŶƐĂƟƐĨĂĕĆŽ͖ ͻ  ƌĞĨĞŝĕĆŽ ĚĞ ŶĞŐſĐŝŽƐ ŵĂŝƐ ĐŽŵƵŵ Ġ Ă ĚŽ ĂůŵŽĕŽ͕ ƌĞĂůŝnjĂŶĚŽͲƐĞ͕ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ͕ĂƉĂƌƟƌĚĂƐϭϮ͗ϬϬŚŽƌĂƐ͘K ũĂŶƚĂƌ Ġ ăƐ ϮϬ͗ϬϬ ŚŽƌĂƐ͘ ŵďŽƐ͕ ŐĞƌĂůŵĞŶƚĞ ƚĞƌŵŝŶĂŵ com uma mesa e uma bebida no mesmo restaurante ŽŶĚĞĨŽŝƌĞĂůŝnjĂĚĂĂƌĞƵŶŝĆŽ͘ŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚĞŶĞŐſĐŝŽƐ ĨŽƌŵĂŝƐŽĞdžƉŽƌƚĂĚŽƌĚĞǀĞǀĞƐƟƌͲƐĞĐŽŵĨĂƚŽĞŐƌĂǀĂƚĂ͘

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&/,^WZKhdK CARNE Z^dZ/O^^W1&/^

Os alimentos embalados, como é o caso da charcutaria e enchidos, devem ser registados ũƵŶƚŽ ĚĂ ƵƚŽƌŝĚĂĚ WĂŶĂŵĞŹĂ ĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚ ĚĞ ůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ĂŶƚĞƐ ĚĂ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ para o Panamá. As carnes ǀĞƌĚĞƐƋƵĞŶĆŽĞƐƚĆŽĞŵďĂůĂͲ das e prontas para venda ao ƉƷďůŝĐŽ͕ ĞƐƚĆŽ ĞdžĐůƵşĚĂƐ ĚĞƐƚĞ processo.

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Embalagem: ĂƌŶĞ ǀĞƌĚĞ: As embalagens devem ser seladas em material que não contamine o produto. K ŵĂƚĞƌŝĂů ŵĂŝƐ ƵƟůŝnjĂĚŽ ƉĂƌĂ Ž ĞŵďĂůĂŵĞŶƚŽ Ġ ƉůĄƐƟĐŽ ă prova d'água. ŚĂƌĐƵƚĂƌŝĂ Ğ ĞŶĐŚŝĚŽƐ: A embalagem deve proteger o ƉƌŽĚƵƚŽĚĞĨŽƌŵĂĂĚĞƋƵĂĚĂĞ ĞĮĐŝĞŶƚĞ ĚƵƌĂŶƚĞ Ž ĂƌŵĂnjĞŶĂͲ mento, transporte e venda, com selagem que evite a contaminação e adulteração do produto.

A importação de carne é ĐŽŶƚƌŽůĂĚĂ ƉĞůŽ DŝŶŝƐƚĞƌŝŽ ĚĞ Desarrollo Agropecuario;D/Ϳ. ƐƚĞŽƌŐĂŶŝƐŵŽĚŝƐƉƁĞĚĞƵŵĂ ƉƌĠͲůŝƐƚĂŐĞŵ Ğ ĚĞ ŵĞĐĂŶŝƐŵŽƐ de licenciamento para evitar a entrada de pragas ou de doenças no Panamá. Deve ser ŽďƟĚĂƵŵĂůŝĐĞŶĕĂĚĞŝŵƉŽƌƚĂͲ ĕĆŽ ĚĂ EĂĐŝŽŶĂů ĚĞ ^ĂŶŝĚĂĚ sĞŐĞƚĂů;E^sͿƉĂƌĂĂĞdžƉŽƌƚĂͲ ção de carne para o Panamá.  ĐĂƌŶĞ ƵƟůŝnjĂĚĂ ŶĂ ƉƌŽĚƵĕĆŽ de salsichas deve ser ƉƌŽǀĞŶŝĞŶƚĞĚĞĂŶŝŵĂŝƐƐĂƵĚĄͲ ǀĞŝƐ͕ ĂďĂƟĚŽƐ Ğŵ ŵĂƚĂĚŽƵƌŽƐ ou incubadoras aprovados e ƐƵũĞŝƚŽƐ Ă ŝŶƐƉĞĕĆŽ ĚĞ ƐĂƷĚĞ pré e pos mortem.

O exportador deverá solicitar ũƵŶƚŽ ĚĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿƵŵĞƌƟĮĐĂĚŽ^ĂŶŝƚĄͲ ƌŝŽ ŶŽ ƋƵĂů ƐĞ ĐĞƌƟĮĐĂ ƋƵĞ Ž ƉƌŽĚƵƚŽĠĂĚĞƋƵĂĚŽƉĂƌĂĐŽŶͲ sumo humano e está em ĐŽŶĨŽƌŵŝĚĂĚĞĐŽŵŽƐƌĞŐƵůĂͲ mentos sanitários. É exigida também uma Declaração por ƉĂƌƚĞĚŽĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ŽŶĚĞĐŽŶƐͲ te, igualmente, que o produto é adequado para consumo humano. WĂƌĂĂƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ ĐŽƌƌŽďŽƌĂƌĂƐŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐĂĐŝͲ ma, é necessário enviar a cópia ĚŝŐŝƚĂůŝnjĂĚĂůĞŐşǀĞůĚŽƌſƚƵůŽĚĂ

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ DŝŶŝƐƚĞƌŝŽĚĞ^ĂůƵĚĚĞůĂ ZĞƉƷďůŝĐĂĚĞWĂŶĂŵĄ;D/E^Ϳ ;ǁǁǁ͘ŵŝŶƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

Rotulagem: K ƌſƚƵůŽ Ğŵ ŝŶŐůġƐ ŽƵ Ğŵ espanhol; Nome do produto; ĞƐĐƌŝĕĆŽ͖ /ŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ WĂşƐ de origem; Nome, morada do ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ ĞŵďĂůĂĚŽƌ ŽƵ distribuidor do produto; /ĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽ>ŽƚĞ͖sĂůŝĚĂĚĞ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͗ ͞ŽŶƐƵŵŝƌ ĂŶƚĞƐ de..." ZŽƚƵůĂŐĞŵĞƐƉĞĐşĮĐĂ: ĂƌŶĞsĞƌĚĞ No rótulo deve constar o modo de conservação do produto: ͲŽŶƐĞƌǀĂƌŽƉƌŽĚƵƚŽŶŽ

ĨƌŝŐŽƌşĮĐŽ ĞŶƚƌĞ ŽƐ Ϭ Ğ ŽƐ ϳ ŐƌĂƵƐ͕ŶƵŵƉĞƌşŽĚŽŵĄdžŝŵŽĚĞ ϭϬĚŝĂƐ͖ ͲŽŶƐĞƌǀĂƌ Ž ƉƌŽĚƵƚŽ ŶŽ ĐŽŶŐĞůĂĚŽƌĞŶƚƌĞŽƐϬĞŽƐͲϭϴ ŐƌĂƵƐ͕ŶƵŵƉĞƌşĚŽŵĄdžŝŵŽĚĞϭ ano. ŚĂƌĐƵƚĂƌŝĂ Ͳ KƐ ĮĂŵďƌĞƐ ĐŽŵ ŚƵŵŝĚĂĚĞ ƐƵƉĞƌŝŽƌĂϳϳйĚĞǀĞŵĚĞĐůĂƌĂƌ na embalagem “água adicionaͲ ĚĂ͟ĞŵůŽĐĂůǀŝƐşǀĞů͘

carne. Os originais devem ser apresentados no registo da hW^͕ŶŽƉƌĂnjŽĚĞϯϬĚŝĂƐƷƚĞŝƐ͘ K /ŵƉŽƌƚĂĚŽƌ ĚĞǀĞ ŝŶĨŽƌŵĂƌ Ă hW^ĞůĞƚƌŽŶŝĐĂŵĞŶƚĞ͕ŶŽŵşͲ ŶŝŵŽϰϴŚŽƌĂƐĂŶƚĞƐĚĂĐŚĞŐĂĚĂ do produto ao ponto de entrada, Ğ ŶĆŽ ŵĂŝƐ ĚĞ ϲϬ ĚŝĂƐ ĂŶƚĞƐ ĚĂ chegada.

Enchidos Ͳ EƷŵĞƌŽ ĚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ͖ Incluir a indicação: "deve ŵĂŶƚĞƌͲƐĞ ĐŽŶŐĞůĂĚŽ ŽƵ ƌĞĨƌŝŐĞƌĂĚŽΗ͖YƵĂŶĚŽĂƐĐĂƌŶĞƐ representam a maior percentaͲ ŐĞŵ;ŵĂŝƐĚĞϱϬйͿĚŽĐŽŶƚĞƷͲ do do enchido, este deve ĚĞŶŽŵŝŶĂƌͲƐĞ ĐŽŵŽ ĞŶĐŚŝĚŽ ă base de determinada carne, por exemplo: mortadela de aves, salsichas de porco.

AZEITE Z^dZ/O^^W1&/^

Azeite virgem͗EĆŽƐĆŽƉĞƌŵŝƟͲ ĚŽƐĂĚŝƟǀŽƐ͖ njĞŝƚĞƌĞĮŶĂĚŽ: a concentração ĚĞ ĂůĨĂͲƚŽĐŽĨĞƌŽů ŶŽ ƉƌŽĚƵƚŽ ĮŶĂů ŶĆŽ ĚĞǀĞ ĞdžĐĞĚĞƌ ϮϬϬ ŵŐͬŬŐ͘ ĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐİƐŝĐĂƐĞƋƵşŵŝͲ cas do azeite: ͲDĄdžŝŵŽĚĞϬ͕ϭйĚĞŚƵŵŝĚĂĚĞ͖ ͲDĄdžŝŵŽĚĞϬ͕ϱйĚĞĂĐŝĚĞnj͘

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Embalagem: A embalagem deverá ser de um ŵĂƚĞƌŝĂů ƌĞƐŝƐƚĞŶƚĞ ă ĂĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽĞŶĆŽĂůƚĞƌĂƌĂƐĐĂƌĂĐͲ ƚĞƌşƐƟĐĂƐ ŽƌŐĂŶŽůĠƟĐĂƐ ĚŽ ŵĞƐŵŽ͘ĞǀĞĂƐƐĞŐƵƌĂƌĂƉƌŽͲ teção e conservação do azeite, ƋƵĂŶƚŽăŚƵŵŝĚĂĚĞĞĐŽŶƚĂŵŝͲ ŶĂĕĆŽ͘  ŐĂƌƌĂĨĂ ĚĞǀĞƌĄ ƐĞƌ ƐĞůĂĚĂŚĞƌŵĞƟĐĂŵĞŶƚĞ͘

O azeite deverá cumprir com as ƐĞŐƵŝŶƚĞƐĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŽƌŐĂͲ ŶŽůĠƟĐĂƐ͗ ͲĞǀĞƚĞƌƵŵĂƐƉĞƚŽůşŵƉŝĚŽ͖ Ͳ ĐŽƌ Ğ ƐĂďŽƌ ĚĞǀĞƌĆŽ ƐĞƌ ĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐŽƐĚĂĂnjĞŝƚŽŶĂ͘

É necessário um documento ŽĮĐŝĂů ;ĐŽŵ ĂŶƚĞĐĞĚġŶĐŝĂ ŵşŶŝŵĂ ĚĞ ĚŽŝƐ ĚŝĂƐ ƷƚĞŝƐͿ͕ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ Ğ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ ;'sͿ  Ğŵ WŽƌƚƵŐĂů ƋƵĞ ƐĞ ĚĞƐƟŶĂĂĂĐŽŵƉĂŶŚĂƌĂĞdžƉŽƌͲ tação do azeite para o Panamá ĞƵŵĂƵŵĂůŝĐĞŶĕĂĚĞŝŵƉŽƌƚĂͲ ĕĆŽ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ͕ ƋƵĞ ĚĞǀĞƌĄ ser solicitada pelo importador ŶĂŝƌĞĐĐŝſŶũĞĐƵƟǀĂĚĞƵĂͲ rentena Agropecuaria, sob o DŝŶŝƐƚĞƌŝŽĚĞĞƐĂƌƌŽůůŽŐƌŽͲ ƉĞĐƵĂƌŝŽ ;D/Ϳ͘ ƐƚĂ ůŝĐĞŶĕĂ ƚĞŵƵŵƉĞƌşŽĚŽĚĞǀĂůŝĚĂĚĞĚĞ ϵϬĚŝĂƐ͘ Deve ser ainda apresentada a ĨĂƚƵƌĂ ĐŽŵĞƌĐŝĂů ŽƌŝŐŝŶĂů Ğ Ž documento de embarque. Os produtos a exportar devem ƐĞƌ ƌĞŐŝƐƚĂĚŽƐ ŶŽ ǁĞďƐŝƚĞ ĚĂ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵƌŝͲ ĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ DŝŶŝƐƚĞƌŝŽĚĞĞƐĂƌƌŽůůŽ ŐƌŽƉĞĐƵĂƌŝŽ;D/Ϳ ;ǁǁǁ͘ŵŝĚĂ͘ŐŽď͘ƉĂͬͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

Rotulagem: KƌſƚƵůŽƉŽĚĞƐĞƌĞŵŝŶŐůġƐŽƵ ĞŵĞƐƉĂŶŚŽů͖EŽŵĞĚŽƉƌŽĚƵͲ to; Descrição do produto: ͞ĐĞŝƚĞ͕͟ ũƵŶƚĂŵĞŶƚĞ ĐŽŵ Ă ƚĞƌŵŝŶŽůŽŐŝĂ͞ǀĞŐĞƚĂů͕͟ĞĐŽŵŽ ƚĞƌŵŽ͞ŚŝĚƌŽŐĞŶĂĚŽ͟ŽƵ͞ƉĂƌͲ ĐŝĂůŵĞŶƚĞŚŝĚƌŽŐĞŶĂĚŽ͕͟ĐŽŶƐŽͲ ĂŶƚĞ Ž ĐĂƐŽ͖ WĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͖ EŽŵĞ͕ ŵŽƌĂĚĂ ĚŽ ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ embalador ou distribuidor do produto; Data de validade: ͞ŽŶƐƵŵŝƌ ƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞ ĂŶƚĞƐĚĞů͕͘͘͘͟ƋƵĂŶĚŽƐĞŝŶĚŝĐĂŽ

www.nersant.pt

ĚŝĂŽƵ͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞͲ ŵĞŶƚĞĂŶƚĞƐĚĞůĮŶĂůĚĞ͘͘͘͟ŶŽƐ ƌĞƐƚĂŶƚĞƐ ĐĂƐŽƐ͖ >ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ EƷŵĞƌŽ ĚŽ >ŽƚĞ ŐƌĂǀĂĚŽ Ğŵ ĐĂĚĂ ŐĂƌƌĂĨĂ͖ EƷŵĞƌŽ ĚĞ ZĞŐŝƐƚŽ ^ĂŶŝƚĄƌŝŽ͖ ŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽ͘

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INTERNACIONALIZAÇÃO

QUEIJO RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

KůĞŝƚĞƵƟůŝnjĂĚŽŶŽĨĂďƌŝĐŽĚŽƐ ƋƵĞŝũŽƐ ĚĞǀĞ ĐƵŵƉƌŝƌ ŽƐ EşǀĞŝƐ DĄdžŝŵŽƐ ĚĞ ĐŽŶƚĂŵŝŶĂŶƚĞƐ Ğ ƚŽdžŝŶĂƐ ĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚŽƐ ƉĂƌĂ Ž ůĞŝƚĞ ƉĞůĂ EŽƌŵĂ 'ĞƌĂů ƉĂƌĂ ŽŶƚĂŵŝŶĂŶƚĞƐ Ğ dŽdžŝŶĂƐ Ğŵ ůŝŵĞŶƚŽƐ;Ky^dEϭϵϯͲ ϭϵϵϱͿĞĐŽŵŽƌĞƐşĚƵŽŵĄdžŝŵŽ ůŝŵŝƚĞ͕ƉĂƌĂƌĞƐşĚƵŽƐĚĞŵĞĚŝĐĂͲ ŵĞŶƚŽƐǀĞƚĞƌŝŶĄƌŝŽƐĞƉĞƐƟĐŝͲ das estabelecidos para o leite.

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REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

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ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem ƐĞŵďĂůĂŐĞŶƐĚĞƋƵĞŝũŽĚĞǀĞŵ ŐĂƌĂŶƟƌĂƉƌŽƚĞĕĆŽĚŽƉƌŽĚƵƚŽĞ ŵĂŶƚĞƌĂƐĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŽƌŐĂŶŽͲ ůĠƉƟĐĂƐ͕İƐŝĐŽͲƋƵşŵŝĐĂĞŵŝĐƌŽͲ biológica.

O leite para elaboração dos ǀĄƌŝŽƐƟƉŽƐĚĞƋƵĞŝũŽĚĞǀĞƐĞƌ ĚĞďŽĂƋƵĂůŝĚĂĚĞ͕ƐĞŵĐŽŶƐĞƌͲ vantes, livre de impurezas e odores. K ƋƵĞŝũŽ ĚĞǀĞ ƐĞƌ ŵĂŶŝƉƵůĂĚŽ ĚĞ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ ĂƐ ƐĞĐĕƁĞƐ ĂƉƌŽƉƌŝĂĚĂƐĚŽƐWƌŝŶĐşƉŝŽƐ'ĞͲ ƌĂŝƐĚĞ,ŝŐŝĞŶĞůŝŵĞŶƚĂƌ;ͬ ZWϭͲϭϵϲϵͿĞĐŽŵŽſĚŝŐŽĚĞ WƌĄƟĐĂƐĚĞ,ŝŐŝĞŶĞƉĂƌĂ>ĞŝƚĞĞ WƌŽĚƵƚŽƐ >ĄĐƚĞŽƐ ; ͬ ZW ϱϳͲϮϬϬϰͿ͘ KƐ ƋƵĞŝũŽƐ ĚĞǀĞŵ ĐƵŵƉƌŝƌ ŽƐ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐŽƐĞƐƚĂͲ belecidos de acordo com os WƌŝŶĐşƉŝŽƐ Ğ ŝƌĞƚƌŝnjĞƐ ƉĂƌĂ Ž Estabelecimento e Aplicação de ƌŝƚĠƌŝŽƐ DŝĐƌŽďŝŽůſŐŝĐŽƐ ĚŽƐ ůŝŵĞŶƚŽƐͲͬ'>ϮϭͲϭϵϵϳ͘

É necessário apresentar um ĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽĞƵŵĐĞƌƟͲ ĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂůĚĞůŝŵĞŶƚĂĕĆŽĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ em Portugal. Antes da exportação para o Panamá, os produtos a exportar ĚĞǀĞŵƐĞƌƌĞŐŝƐƚĂĚŽƐŶĂƵƚŽƌŝͲ ĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞ ůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ͘ƐƚĞƌĞŐŝƐƚŽ ĠĞĨĞƚƵĂĚŽƉĞůŽŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ͘KƐ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌĞƐƐĆŽĂŝŶĚĂŽďƌŝŐĂͲ ĚŽƐĂŝŶĨŽƌŵĂƌĂhW^ĂƚƌĂǀĠƐ ĚĞ ŶŽƟĮĐĂĕĆŽ ĞůĞƚƌſŶŝĐĂ ĐŽŵ ϰϴ ŚŽƌĂƐ ĚĞ ĂŶƚĞĐĞĚġŶĐŝĂ͕ ĚĂ chegada do produto no ponto de entrada.

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem O rótulo das embalagens de YƵĞŝũŽ ĚĞǀĞ ƐĞƌͬŵĞŶĐŝŽŶĂƌ͗ K ƌſƚƵůŽƉŽĚĞƐĞƌĞŵŝŶŐůġƐŽƵĞŵ espanhol; Nome do produto; ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ ĚĞ origem; Nome, morada do ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝͲ buidor do produto; Data de ǀĂůŝĚĂĚĞ͗͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞͲ ŵĞŶƚĞ ĂŶƚĞƐ ĚĞů͕͘͘͘͟ ƋƵĂŶĚŽ ƐĞ ŝŶĚŝĐĂŽĚŝĂŽƵ͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞͲ ƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞ ĂŶƚĞƐ ĚĞů ĮŶĂů ĚĞ͘͘͘͟ ŶŽƐ ƌĞƐƚĂŶƚĞƐ ĐĂƐŽƐ͖ >ŝƐƚĂ ĚĞ ingredientes; Indicação do teor de ŐŽƌĚƵƌĂĚŽůĞŝƚĞƵƟůŝnjĂĚŽ͖EƷŵĞͲ ƌŽ ĚŽ >ŽƚĞ͖ EƷŵĞƌŽ ĚĞ ZĞŐŝƐƚŽ ^ĂŶŝƚĄƌŝŽ͖ŽŶƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽ͘

PET FOOD RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

KƐƉƌŽĚƵƚŽƐĚĞǀĞŵƐĞƌƌŽƚƵůĂͲ dos corretamente, incluindo o ŶŽŵĞ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͕ ŶƷŵĞƌŽ ĚŽ lote, peso e data de embalamento. YƵĂůƋƵĞƌ ŝŶĐƵŵƉƌŝŵĞŶƚŽ ĚŽƐ requisitos do Panamá resultará ŶƵŵĂ ƌĞũĞŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ ŶĂ ĞŶƚƌĂĚĂŶĞƐƐĞƉĂşƐ͘

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REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

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ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem: ƐĞŵďĂůĂŐĞŶƐĚĞǀĞŵƐĞƌĨĞŝƚĂƐ de materiais impermeáveis, ŚĞƌŵĠƟĐŽƐĞĨŽƌƚĞƐ͕ƋƵĞƉƌŽƚĞͲ ũĂŵŽƉƌŽĚƵƚŽĚĂĐŽŶƚĂŵŝŶĂĕĆŽ ambiental.

Os produtos devem ser manuseados e embalados de ĨŽƌŵĂ ŚŝŐŝĠŶŝĐĂ͕ Ğŵ ƌĞĐŝƉŝĞŶƚĞƐ ůŝŵƉŽƐ͕ ĨĞŝƚŽƐ ĚĞ ŵĂƚĞƌŝĂŝƐ ŝŵƉĞƌŵĞĄǀĞŝƐ͕ŚĞƌŵĠƟĐŽƐĞĨŽƌͲ ƚĞƐ͕ƋƵĞƉƌŽƚĞũĂŵŽƉƌŽĚƵƚŽĚĂ contaminação ambiental. Os alimentos enlatados, deverão ƐĞƌƐƵďŵĞƟĚŽƐĂƵŵƚƌĂƚĂŵĞŶƚŽ ƚĠƌŵŝĐŽĐŽŵǀĂůŽƌ&ϬĚĞϯ͕ϬŽƵ ŵĂŝƐ͕ĞŵƌĞĐŝƉŝĞŶƚĞŚĞƌŵĞƟĐĂͲ ŵĞŶƚĞĨĞĐŚĂĚŽ͘ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵͲ ƌŝĚĂĚ ĚĞ ůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ Ġ responsável por recolher as amostras necessárias para ĂŶĄůŝƐĞ͗ĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŵŝĐƌŽďŝŽͲ ůſŐŝĐĂƐ͕ŽƌŐĂŶŽůĠƟĐĂƐ͕ĚĞƚĞƌŵŝͲ ŶĂĕĆŽ ĚĞ ĂĚŝƟǀŽƐ Ğ ƌĞƐşĚƵŽƐ tóxicos dos alimentos. O custo ĚĂĂŶĄůŝƐĞĚĞƚĞƌŵŝŶĂĚĂĠƐƵƉŽƌͲ tado pelo importador.

 ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ƶŵ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ Ğ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽĞsĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ em Portugal. Antes da exportação para o Panamá, os produtos a exportar devem ser registados na ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵƌŝͲ ĚĂĚ ĚĞ ůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ͘ ƐƚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ Ġ ĞĨĞƚƵĂĚŽ ƉĞůŽ importador. Os importadores são ĂŝŶĚĂ ŽďƌŝŐĂĚŽƐ Ă ŝŶĨŽƌŵĂƌ Ă hW^ ĂƚƌĂǀĠƐ ĚĞ ŶŽƟĮĐĂĕĆŽ ĞůĞƚƌſŶŝĐĂ ĐŽŵ ϰϴ ŚŽƌĂƐ ĚĞ ĂŶƚĞĐĞĚġŶĐŝĂ͕ ĚĂ ĐŚĞŐĂĚĂ ĚŽ produto no ponto de entrada.

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ DŝŶŝƐƚĞƌŝŽĚĞ^ĂůƵĚĚĞůĂ ZĞƉƷďůŝĐĂĚĞWĂŶĂŵĄ;D/E^Ϳ ;ǁǁǁ͘ŵŝŶƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem: O rótulo das embalagens de Pet &ŽŽĚ ĚĞǀĞ ƐĞƌͬŵĞŶĐŝŽŶĂƌ͗ K ƌſƚƵůŽ ƉŽĚĞ ƐĞƌ Ğŵ ŝŶŐůġƐ ŽƵ ĞŵĞƐƉĂŶŚŽů͖EŽŵĞĚŽƉƌŽĚƵͲ ƚŽ͖ ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ de origem; Nome, morada do ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝͲ buidor do produto; Data de validade; Ingredientes do ƉƌŽĚƵƚŽ;ĞŵŽƌĚĞŵĚĞĐƌĞƐĐĞŶͲ ƚĞƉŽƌƉĞƐŽͿ͖EƷŵĞƌŽĚŽ>ŽƚĞ͘

www.nersant.pt


MOLHOS E CONDIMENTOS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

O sal para consumo humano deve ĐŽŶƚĞƌ ŇƷŽƌ͕ ĚĞ ĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵ Ž ĞĐƌĞƚŽ džĞĐƵƟǀŽ ŶǑ ϭϮϳ ĚĞ ϯϭ ĚĞĂŐŽƐƚŽĚĞϭϵϵϴ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem: No Panamá as embalagens de ŵŽůŚŽƐĞĐŽŶĚŝŵĞŶƚŽƐƐĆŽĂƉƌĞͲ sentadas em vários tamanhos. EĂƐƉƌĂƚĞůĞŝƌĂƐĚŽƐƐƵƉĞƌŵĞƌĐĂͲ dos há geralmente molhos em ĞŵďĂůĂŐĞŶƐ ƉůĄƐƟĐĂƐ Wd ĚĞ͗ ϭϮϬŵů͖ ϭϲϬŵů͖ ϯϭϬŵů͖ ϰϳϬŵů͖ ϳϭϬŵůĞϵϱϬŵů͘džŝƐƚĞŵƚĂŵďĠŵ ƌĞĐŝƉŝĞŶƚĞƐĚĞƉůĄƐƟĐŽĚĞƉŽůŝĞƟͲ ůĞŶŽĐŽŵĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞĚĞϯ͕ϳϵů͘ŵ relação aos molhos, maionese, ŵŽƐƚĂƌĚĂĞŬĞƚĐŚƵƉĞdžŝƐƚĞŵƉĂͲ cotes económicos de consumo ĐŽŵϭϬϬĞϰϬϬŐƌĂŵĂƐ͘

 ƵƚŽƌŝĚĂĚ WĂŶĂŵĞŹĂ ĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ Ġ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů ƉŽƌ ĨĂnjĞƌ ĂƐ ĂŵŽƐƚƌĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐƉĂƌĂĂŶĄͲ ůŝƐĞ͗ĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŵŝĐƌŽďŝŽůſͲ ŐŝĐĂƐ͕ŽƌŐĂŶŽůĠƟĐĂƐ͕ĚĞƚĞƌŵŝŶĂͲ ĕĆŽĚĞĂĚŝƟǀŽƐĞƌĞƐşĚƵŽƐƚſdžŝͲ cos dos alimentos. O custo da ĂŶĄůŝƐĞĚĞƚĞƌŵŝŶĂĚĂĠƐƵƉŽƌƚĂͲ do pelo importador.

Para a exportação de molhos e condimentos é necessário um ƌĞŐŝƐƚŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽ͕ĨĞŝƚŽĂŶƚĞƐĚĂ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ͕ŶĂƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂͲ ŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶͲ ƚŽƐ;hW^Ϳ͘ƐƚĞƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶͲ ƚŽ Ġ ĨĞŝƚŽ͕ ƉŽƌ ŶŽƌŵĂ͕ ƉĞůŽ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌŽƵĞŵƉƌĞƐĂƉĂŶͲ ĂŵĞŶŚĂ;ĂŶƚĞƌŝŽƌŵĞŶƚĞƌĞŐŝƐͲ ƚĂĚŽƐŶŽhW^Ϳ͘ĂƉƌŽǀĂĕĆŽĠ ĐŽŶĐĞĚŝĚĂ ŶƵŵ ƉĞƌşŽĚŽ ŝŐƵĂů ŽƵŝŶĨĞƌŝŽƌĂϭϱĚŝĂƐ͘ Os importadores são ainda ŽďƌŝŐĂĚŽƐ Ă ŝŶĨŽƌŵĂƌ Ă hW^ ĂƚƌĂǀĠƐĚĞŶŽƟĮĐĂĕĆŽĞůĞƚƌſŶŝͲ ĐĂĐŽŵϰϴŚŽƌĂƐĚĞĂŶƚĞĐĞĚġŶͲ cia, da chegada do produto no ponto de entrada.

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem: K ƌſƚƵůŽ ƉŽĚĞ ƐĞƌ Ğŵ ŝŶŐůġƐ ŽƵ em espanhol; Nome do produto; ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͖EŽŵĞ͕ŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝͲ cante, embalador ou distribuidor do produto; Data de validade: ͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂŶͲ ƚĞƐĚĞů͕͘͘͘͟ƋƵĂŶĚŽƐĞŝŶĚŝĐĂŽĚŝĂ ŽƵ ͞ŽŶƐƵŵŝƌ ƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞ ĂŶƚĞƐĚĞůĮŶĂůĚĞ͘͘͘͟ŶŽƐƌĞƐƚĂŶƚĞƐ ĐĂƐŽƐ͖>ŝƐƚĂĚĞŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ŽŶͲ ƚĞƷĚŽůşƋƵŝĚŽ͘

ARROZ E FARINHA RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

&ĂƌŝŶŚĂ: ͲdŽĚĂƐĂƐ&ĂƌŝŶŚĂƐĚĞdƌŝŐŽĚĞǀĞŵ ƐĞƌĨŽƌƚĂůĞĐŝĚĂƐ͘ ͲK WĂŶĂŵĄ ƉƌŽşďĞ Ă ĂĚŝĕĆŽ ĚĞ ƌŽŵĂƚŽĚĞWŽƚĄƐƐŝŽăĨĂƌŝŶŚĂĚĞ ƚƌŝŐŽ͕ĂĚŽƚĂŶĚŽŽWĂĚƌĆŽKy ϭϱϮͲϭϵϴϱͲϵϭ͘ Arroz: Ͳ ƵƚŽƌŝĚĂĚ ĚĞ WƌŽƚĞĐĐŝſŶ Ăů ŽŶƐƵŵŝĚŽƌLJĞĨĞŶƐĂĚĞůĂŽŵͲ ƉĞƚĞŶĐŝĂ ;KKͿ  ŝŶƐƉĞĐŝŽŶĂ ƌŽƟŶĞŝƌĂŵĞŶƚĞƐƵƉĞƌŵĞƌĐĂĚŽƐĞ ƉĞƋƵĞŶĂƐ ůŽũĂƐ ŶŽ WĂŶĂŵĄ͕ ƉŽƌ ĨŽƌŵĂĂǀĞƌŝĮĐĂƌĂĚĂƚĂĚĞǀĂůŝĚĂͲ ĚĞ Ğ Ž ƉĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ ĚŽƐ produtos, principalmente no caso do arroz. Ͳ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ ĚĞ ĂƌƌŽnj ƉĂƌĂ Ž Panamá tem taxas agravadas.

www.nersant.pt

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem: &ĂƌŝŶŚĂ: A embalagem deve ser ĨĞŝƚĂ ĚĞ ŵĂƚĞƌŝĂů ŝŶſĐƵŽ Ğ adequado para o uso a que se ĚĞƐƟŶĂ͕ ŶĞƐƚĞ ĐĂƐŽ ^ĂĐŽƐ ĚĞ WĂƉĞů;ǀĞŶĚĂĂŽƉƷďůŝĐŽͿĞ^ĂĐŽƐ ĚĞ dĞĐŝĚŽ ĚĞ WŽůŝƵƌĞƚĂŶŽ ĐŽŵ ƵŵĂ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞ ĚĞ ϭϭ͕ϯϲŬŐ͖ ϮϮ͕ϳϮŬŐ Ğ ϰϱ͕ϰϱŬŐ ƉĂƌĂ ǀĞŶĚĂ Ă WĂƐƚĞůĂƌŝĂƐĞWĂŶŝĮĐĂĚŽƌĂƐ͘ Arroz: O arroz com casca poderá ĞŵƉĂĐŽƚĂƌͲƐĞ Ğŵ ƐĂĐŽƐ ĚĞ ƉŽůŝƉƌŽƉŝůĞŶŽ͘ Ž ƵƟůŝnjĂƌ ŽƵƚƌŽ ŵĂƚĞƌŝĂů͕ĞƐƚĞĚĞǀĞƐĞƌĂƉƌŽƉƌŝĂͲ ĚŽĞƉĞƌŵŝƟƌĂƐƵĂĂŵŽƐƚƌĂŐĞŵĞ inspeção sem ocasionar perdas do produto.

&ĂƌŝŶŚĂ: KƐ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ ĂĚŝĐŝŽŶĂĚŽƐ ă ĨĂƌŝŶŚĂ ĚĞǀĞŵ ƐĞƌ ƐĞŐƵƌŽƐ Ğ ĂĚĞƋƵĂĚŽƐƉĂƌĂĐŽŶƐƵŵŽŚƵŵĂͲ ŶŽ͘  ĨĂƌŝŶŚĂ ĚĞ ƚƌŝŐŽ ŶĆŽ ĚĞǀĞ ĐŽŶƚĞƌŝŵƉƵƌĞnjĂƐĚĞŽƌŝŐĞŵĂŶŝͲ mal e deve estar livres de odores e sabores anormais. Arroz: É necessária uma declaração do ƉĂşƐĚĞŽƌŝŐĞŵƋƵĞĂƚĞƐƚĞ͗ ͲKĂƌƌŽnjƉĂƐƐŽƵƉŽƌƵŵƉƌŽĐĞƐƐŽ de inspeção e amostragem, e ĚƵƌĂŶƚĞŽƉĞƌşŽĚŽĚĞĂƌŵĂnjĞŶĂͲ ŵĞŶƚŽ͕ŽƐŐƌĆŽƐŶĆŽĨŽƌĂŵĞdžƉŽƐͲ ƚŽƐ ĂŽ ƌŝƐĐŽ ĚĞ ŝŶĨĞƐƚĂĕĆŽ ĚĞ ƉƌĂŐĂƐ͕ŝŶĨĞĕĆŽŽƵƉŽůƵĞŶƚĞƐ͖

 ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ƶŵ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ Ğ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽĞsĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ em Portugal. Antes da exportação para o Panamá, os produtos a exportar devem ser registados na ƵƚŽƌŝĚĂĚ WĂŶĂŵĞŹĂ ĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ͘ ƐƚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ Ġ ĞĨĞƚƵĂĚŽ ƉĞůŽ importador.

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ Autoridad de Protección al ŽŶƐƵŵŝĚŽƌLJĞĨĞŶƐĂĚĞůĂ ŽŵƉĞƚĞŶĐŝĂ;KKͿ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂĐŽĚĞĐŽ͘ŐŽď͘ƉĂͬͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem: K ƌſƚƵůŽ ƉŽĚĞ ƐĞƌ Ğŵ ŝŶŐůġƐ ŽƵ em espanhol; Nome do produto; ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͖EŽŵĞ͕ŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝͲ cante, embalador ou distribuidor do produto; Data de validade; >ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ ŽŶƚĞƷĚŽ ůşƋƵŝĚŽ͖EƷŵĞƌŽĚŽ>ŽƚĞ͖ZĞŐŝƐƚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ŶĂĐŝŽŶĂů͖ /ŶƐƚƌƵĕƁĞƐ ĚĞ ŽŶƐĞƌǀĂĕĆŽĚĞǀĞŵĐŽŶƐƚĂƌŵĞͲ ĚŝĂŶƚĞƵŵĂůĞŐĞŶĚĂ͗͞DĂŶƚĞƌĞŵ ƐşƟŽƐĞĐŽĞĨƌĞƐĐŽ͘͟

ZŽƚƵůĂŐĞŵĞƐƉĞĐşĮĐĂ: &ĂƌŝŶŚĂ: • No rótulo deve constar a ĚĞŶŽŵŝŶĂĕĆŽ͞&ĂƌŝŶŚĂĚĞdƌŝŐŽ͕͟ ƐĞŐƵŝĚĂ ĚĂ ƐƵĂ ĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽ comercial; ͻEĂ&ĂƌŝŶŚĂĚĞdƌŝŐŽŶƌŝƋƵĞĐŝĚĂ ĚĞǀĞŵ ĞƐƚĂƌ ĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚĂƐ ĂƐ vitaminas adicionadas; • É obrigatória a declaração dos ĂĚŝƟǀŽƐĂĚŝĐŝŽŶĂĚŽƐ͘ Arroz: • Designação do produto, por ĞdžĞŵƉůŽ͞ƌƌŽnjĐŽŵĐĂƐĐĂ͘͟

ͲKĂƌƌŽnjĠůŝǀƌĞĚĞŝŶƐĞƚŽƐǀŝǀŽƐĚĞ ƋƵĂůƋƵĞƌƟƉŽ͕ďĞŵĐŽŵŽŽƵƚƌŽƐ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ďŝŽůſŐŝĐŽƐ͕ ƋƵşŵŝĐŽƐ Ğ ĐŽŶƚĂŵŝŶĂŶƚĞƐ İƐŝĐŽƐ͕ ŝŶĐůƵŝŶĚŽ os solos; Ͳ K ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ deve incluir uma declaração ĂĚŝĐŝŽŶĂůĂĐĞƌƟĮĐĂƌƋƵĞŽĂƌƌŽnjĠ ůŝǀƌĞ ĚĞ dƌŽŐŽĚĞƌŵĂ ŐƌĂŶĂƌŝƵŵ ;ŝŶƐĞƚŽĚŽĂƌƌŽnjͿ͘

JANEIRO 2018

55


INTERNACIONALIZAÇÃO

DOCES, COMPOTAS E SUMOS DE FRUTAS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

ĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵĂŶŽƌŵĂKy ^dEϮϵϲͲϮϬϬϵ͕ĂŐĞŶĞƌĂůŝĚĂĚĞ dos doces e compotas devem ƐĞƌ ĐŽŶƐƟƚƵşĚŽƐ ƉŽƌ ĨƌƵƚĂ ŶƵŵ ŵşŶŝŵŽĚĞϰϱй͘EĆŽƉŽĚĞŵƐĞƌ ĂĚŝĐŽŶĂĚŽƐĐŽƌĂŶƚĞƐĂƌƟĮĐĂŝƐ͘ ZĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ĂŽƐ ƐƵŵŽƐ ĚĞ ĨƌƵƚĂ͕ Ă ƐƵĂ ĐŽŵƉŽƐŝĕĆŽ ĚĞǀĞ ĐŽŶƚĞƌ Ƶŵ ŵşŶŝŵŽ ĚĞ Ϯϱй ĚĞ ĨƌƵƚĂ ƐĞŐƵŶĚŽ Ž ƌĞŐƵůĂŵĞŶƚŽ ƚĠĐŶŝĐŽĚĂŝƌĞĐĐŝŽŶ'ĞŶĞƌĂůĚĞ EŽƌŵĂƐ LJ dĞĐŶŽůŽŐŝĂ /ŶĚƵƐƚƌŝĂů 'Ed/ͲKWE/dϯϭͲϱϯͲϵϵ͘

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Embalagem: KƐ ƐƵŵŽƐ ĚĞ ĨƌƵƚĂ Ğ ŶĠĐƚĂƌĞƐ ƐĆŽ comercializados em embalagens de ǀŝĚƌŽ͕ŵĞƚĄůŝĐĂƐ;ĐŽŵŽƌĞǀĞƐƟŵĞŶͲ ƚŽ ƉƌſƉƌŝŽͿ ƚĞƚƌĂƉĂĐŬ͕ ƉůĄƐƟĐŽ ŽƵ outros devidamente autorizados ƉĞůŽ DŝŶŝƐƚĞƌŝŽ ĚĞ ^ĂůƵĚ ĚĞ ůĂ ZĞƉƷďůŝĐĂĚĞWĂŶĂŵĄ͘ Nas compotas as embalagens mais ƵƟůŝnjĂĚĂƐ ƐĆŽ ĂƐ ĞŵďĂůĂŐĞŶƐ ĚĞ ǀŝĚƌŽ;ϮϱϬŐƌ͕ϰϭϬŐƌĞϰϱϬŐƌͿ͘

Ɛ ĐŽŵƉŽƚĂƐ Ğ ƐƵŵŽƐ ĚĞ ĨƌƵƚĂ deverão cumprir com as seguintes ĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐ͗ ͲƐƚĂƌĞŵĚĞƐƉƌŽǀŝĚŽƐĚĞƐĞŵĞŶƚĞƐ e pedaços grosseiros de casca ou ƉĞůĞĚĂĨƌƵƚĂ͖ ͲWŽƐƐƵŝƌĂƐĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŽƌŐĂŶŽůĠͲ ƟĐĂƐĚĂƐĨƌƵƚĂƐ͖ Ͳ>ŝǀƌĞƐĚĞƐƵďƐƚąŶĐŝĂƐĞƐƚƌĂŶŚĂƐ͖ Ͳ>ŝǀƌĞƐ ĚĞ ƌĞƐşĚƵŽƐ Ğ ƉĞƐƟĐŝĚĂƐ ƉƌĞũƵĚŝĐŝĂŝƐăƐĂƷĚĞŚƵŵĂŶĂ͘

ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƵŵĐĞƌƟĮĐĂĚŽĚĞŽƌŝͲ ŐĞŵĞĐĞƌƟĮĐĂĚŽƐĂŶŝƚĄƌŝŽĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂůĚĞůŝŵĞŶƚĂĕĆŽ ĞsĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿĞŵWŽƌƚƵŐĂů͘ ĞƐĚĞ ĂŐŽƐƚŽ ĚĞ ϮϬϭϱ ƋƵĞ ŽƐ produtos a exportar devem ser ƌĞŐŝƐƚĂĚŽƐŶŽǁĞďƐŝƚĞĚĂƵƚŽƌŝĚĂĚ WĂŶĂŵĞŹĂ ĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚ ĚĞ ůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ͘ ƐƚĞ ƌĞŐŝƐƚŽ Ġ ĞĨĞƚƵĂĚŽ ƉĞůŽ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ͘ KƐ importadores são ainda obrigados a ŝŶĨŽƌŵĂƌĂhW^ĂƚƌĂǀĠƐĚĞŶŽƟĮͲ ĐĂĕĆŽ ĞůĞƚƌſŶŝĐĂ ĐŽŵ ϰϴ ŚŽƌĂƐ ĚĞ ĂŶƚĞĐĞĚġŶĐŝĂ͕ ĚĂ ĐŚĞŐĂĚĂ ĚŽ produto no ponto de entrada.

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵƌŝĚĂĚ ĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ Autoridad de Protección al ŽŶƐƵŵŝĚŽƌLJĞĨĞŶƐĂĚĞůĂ ŽŵƉĞƚĞŶĐŝĂ;KKͿ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂĐŽĚĞĐŽ͘ŐŽď͘ƉĂͬͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem: KƌſƚƵůŽƉŽĚĞƐĞƌĞŵŝŶŐůġƐŽƵĞŵ espanhol; Nome do produto; ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ͖EŽŵĞ͕ŵŽƌĂĚĂĚŽĨĂďƌŝĐĂŶͲ te, embalador ou distribuidor do produto; Data de embalamento; ĂƚĂĚĞǀĂůŝĚĂĚĞ͗͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞͲ ƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂŶƚĞƐĚĞů͕͘͘͘͟ƋƵĂŶĚŽƐĞ ŝŶĚŝĐĂŽĚŝĂŽƵ͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞƌĞŶͲ ƚĞŵĞŶƚĞ ĂŶƚĞƐ ĚĞů ĮŶĂů ĚĞ͘͘͘͟ ŶŽƐ ƌĞƐƚĂŶƚĞƐĐĂƐŽƐ͖>ŝƐƚĂĚĞŝŶŐƌĞĚŝĞŶͲ ƚĞƐ͖ EƷŵĞƌŽ ĚŽ >ŽƚĞ͖ ŽŶƚĞƷĚŽ ůşƋƵŝĚŽĚŽƉƌŽĚƵƚŽ͘ ZŽƚƵůĂŐĞŵĞƐƉĞĐşĮĐĂ: ŽŵƉŽƚĂƐ EŽŵĞ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ ʹ ZĞĨĞƌŝŶĚŽ ĂƐ ƉĂůĂǀƌĂƐŽĐĞ͕ŽŵƉŽƚĂŽƵ'ĞůĞŝĂ͘ Em caso de compotas de várias ĨƌƵƚĂƐ͕ĚĞǀĞĚĞƐŝŐŶĂƌͲƐĞĚĞĂĐŽƌĚŽ ĐŽŵĂƉƌŽƉŽƌĕĆŽĚĞĨƌƵƚĂĞŵ

ordem descendente; O nome deve ĐŽŶƚĞƌŽƟƉŽĚĞĨƌƵƚĂ͕ĂĐƌĞƐĐĞŶƚĂĚŽ ĚĞ Ƶŵ ĂĚũĞƟǀŽ ĚĞƐĐƌŝƟǀŽ͖ ĞǀĞ ĞƐĐƌĞǀĞƌͲƐĞ Ğŵ ůŽĐĂů ǀŝƐşǀĞů Ă ƐĞŐƵŝŶƚĞĨƌĂƐĞ͗͞WƌĞƉĂƌĂĚŽĐŽŵyŐ ĚĞĨƌƵƚĂƉŽƌϭϬϬŐ͟Ğ͞dĞŽƌƚŽƚĂůĚĞ ĂĕƷĐĂƌyŐƉŽƌϭϬϬŐ͘͟ ^ƵŵŽƐĚĞĨƌƵƚĂ ŵĐĂƐŽĚĞƐƵŵŽƐĚĞǀĄƌŝĂƐĨƌƵƚĂƐ͕ ĚĞǀĞĚĞƐŝŐŶĂƌͲƐĞĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵĂ ƉƌŽƉŽƌĕĆŽ ĚĞ ĨƌƵƚĂ Ğŵ ŽƌĚĞŵ ĚĞƐĐĞŶĚĞŶƚĞ͖ĞǀĞĞƐĐƌĞǀĞƌͲƐĞĞŵ ůŽĐĂů ǀŝƐşǀĞů Ğ ƐĞŐƵŝŶƚĞ ĨƌĂƐĞ͗ ͞ŽŶƚĞŶĚŽŵşŶŝŵŽĚĞĨƌƵƚĂyƉŽƌ ĐĞŶƚŽ͖͟WĂƌĂƐĞƌĚĞĐůĂƌĂĚŽŶŽƌſƚƵůŽ ͞&ŽƌƚĂůĞĐŝĚŽ ŽƵ ŶƌŝƋƵĞĐŝĚŽ͙͕͟ ĂƐ vitaminas, minerais ou outros ŶƵƚƌŝĞŶƚĞƐ ƉĞƌŵŝƟĚŽƐ ĚĞǀĞŵ ĐŽŵƉŽƌƚĂƌ ϴϬй ĚĂ ŽƐĞ ŝĄƌŝĂ ZĞĐŽŵĞŶĚĂĚĂ͖ /ŶƐƚƌƵĕƁĞƐ ĚĞ conservação.

REFEIÇÕES PRONTAS E SOBREMESAS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^

EĆŽĞƐƉĞĐŝĮĐĂĚŽ͘

56

JANEIRO 2018

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^

ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^

Rotulagem: O rótulo das embalagens de ƌĞĨĞŝĕƁĞƐ ƉƌŽŶƚĂƐ Ğ ƐŽďƌĞŵĞƐĂƐ ĚĞǀĞ ƐĞƌͬŵĞŶĐŝŽŶĂƌ͗ K ƌſƚƵůŽ ƉŽĚĞ ƐĞƌ Ğŵ ŝŶŐůġƐ ŽƵ Ğŵ espanhol; Nome do produto; ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ ĚĞ origem; Nome, morada do ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝͲ buidor do produto; Data de ǀĂůŝĚĂĚĞ͗͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞͲ ŵĞŶƚĞ ĂŶƚĞƐ ĚĞů͕͘͘͘͟ ƋƵĂŶĚŽ ƐĞ ŝŶĚŝĐĂŽĚŝĂŽƵ͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞͲ ƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂŶƚĞƐĚĞůĮŶĂůĚĞ͘͘͘͟ ŶŽƐ ƌĞƐƚĂŶƚĞƐ ĐĂƐŽƐ͖ >ŝƐƚĂ ĚĞ ŝŶŐƌĞĚŝĞŶƚĞƐ͖ EƷŵĞƌŽ ĚŽ >ŽƚĞ͖ ŽŶƚĞƷĚŽ ůşƋƵŝĚŽ Ğ ƉĞƐŽ ĞƐĐŽƌƌŝĚŽ͖ŽŶƐĞƌǀĂĕĆŽ͖/ŶƐƚƌƵͲ ĕƁĞƐ ƉĂƌĂ ĐŽŶĨĞĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ ;ƐĞĂƉůŝĐĄǀĞůͿ͘

 ƵƚŽƌŝĚĂĚ WĂŶĂŵĞŹĂ ĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ Ġ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů ƉŽƌ ĨĂnjĞƌ ĂƐ ĂŵŽƐƚƌĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐƉĂƌĂĂŶĄůŝͲ ƐĞ͗ĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐŵŝĐƌŽďŝŽůſŐŝͲ ĐĂƐ͕ŽƌŐĂŶŽůĠƟĐĂƐ͕ĚĞƚĞƌŵŝŶĂĕĆŽ ĚĞĂĚŝƟǀŽƐĞƌĞƐşĚƵŽƐƚſdžŝĐŽƐĚŽƐ alimentos. O custo da análise determinada é suportado pelo importador.

 ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ƶŵ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ ŽƌŝŐĞŵ Ğ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ƐĂŶŝƚĄƌŝŽ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂů ĚĞ ůŝŵĞŶƚĂĕĆŽĞsĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ em Portugal. Antes da exportação para o Panamá, os produtos a exportar ĚĞǀĞŵƐĞƌƌĞŐŝƐƚĂĚŽƐŶĂƵƚŽƌŝͲ ĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞ ůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ͘ƐƚĞƌĞŐŝƐƚŽĠ ĞĨĞƚƵĂĚŽ ƉĞůŽ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌ͘ KƐ ŝŵƉŽƌƚĂĚŽƌĞƐƐĆŽĂŝŶĚĂŽďƌŝŐĂͲ ĚŽƐĂŝŶĨŽƌŵĂƌĂhW^ĂƚƌĂǀĠƐ ĚĞŶŽƟĮĐĂĕĆŽĞůĞƚƌſŶŝĐĂĐŽŵϰϴ ŚŽƌĂƐ ĚĞ ĂŶƚĞĐĞĚġŶĐŝĂ͕ ĚĂ chegada do produto no ponto de entrada.

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

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JANEIRO 2018

57


INTERNACIONALIZAÇÃO

VEGETAIS RESTRIÇÕES ESPECÍFICAS Z^dZ/O^^W1&/^ ^ ^W ^^W W W

De acordo com as normas do Ky >/DEdZ/h^͕ ŽƐ ŶşǀĞŝƐĚĞƌĞƐşĚƵŽƐĚĞƉĞƐƟĐŝĚĂƐ͕ nos vegetais, não devem exceder os limites máximos exigidos internacionalmente.

ZYh/^/dK^D>'D

REQUISITOS DE EMBALAGEM E ^'hZE

CERTIFICAÇÕES E VISTORIAS Zd/&/O^s/^dKZ/^ O^s/^

ENTIDADES RESPONSÁ VEIS PELO Ed/^Z^WKE^s/^W>K Z^WKE E^s

ZKdh>'D

ROTULAGEM >/DEdZ

NECESSÁRIAS E^^Z/^ ^^Z Z/^

REGISTO/LICENCIAMENTOS Z'/^dKͬ>/E/DEdK^ ͬ>/E/D

Embalagem: Os vegetais, nomeadamente ďĂƚĂƚĂƐ͕ĐĞďŽůĂƐ͕ĐĞŶŽƵƌĂƐ͕ĚĞͲ vem ser apresentadas em embalagens novas, limpas, de material adequado para a boa conservação e transporte do produto. As embalagens devem ĞƐƚĂƌƐĞůĂĚĂƐŽƵĐŽnjŝĚĂƐŵĞĐĂͲ nicamente. As embalagens mais usadas no WĂŶĂŵĄ͗Ϯ͕ϮϴŬŐ͖ϭ͕ϴϭŬŐ͖ϭ͕ϯϲ ŬŐ͖ϵϬϬŐƌ͖ϰϱϬŐƌ͘

K WĂŶĂŵĄ ĨĂnj ĂŶĄůŝƐĞ ĚĞ ƌŝƐĐŽ ĚĞƉƌĂŐĂƐ;WZͿĞŵǀĂƌŝĞĚĂĚĞƐ ĚĞ ƉůĂŶƚĂƐ ƌĞĐĠŵͲŝŵƉŽƌƚĂĚĂƐ͘ Esta análise é realizada nos produtos vegetais de acordo ĐŽŵŽƌĞŐƵůĂŵĞŶƚĂĚŽƉĞůĂKƌͲ ganização Nacional de Proteção ĚĞ WůĂŶƚĂƐ ;KEW&Ϳ ŶĂ ^ĞĐĐŝſŶ ĚĞŶĄůŝƐŝƐĚĞZŝĞƐŐŽĚĞWůĂŐĂƐ LJZĞƋƵŝƐŝƚŽƐ&ŝƚŽƐĂŶŝƚĂƌŝŽƐ͕ŝͲ ƌĞĐĐŝſŶ EĂĐŝŽŶĂů ĚĞ ^ĂŶŝĚĂĚ sĞŐĞƚĂů;E^sͿƐŽďŽDŝŶŝƐƚĞͲ rio de Desarrollo Agropecuario ;D/Ϳ͘

 ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ Ƶŵ ĐĞƌƟĮĐĂĚŽ ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝŽ͕ ĞŵŝƟĚŽ ƉĞůĂ ŝƌĞĕĆŽͲ'ĞƌĂůĚĞůŝŵĞŶƚĂĕĆŽĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿĞŵWŽƌƚƵŐĂů e uma licença de importação ĮƚŽƐƐĂŶŝƚĄƌŝĂ͕ ƋƵĞ ĚĞǀĞƌĄ ƐĞƌ solicitada pelo importador na ŝƌĞĐĐŝſŶũĞĐƵƟǀĂĚĞƵĂƌĞŶͲ tena Agropecuaria, sob o DŝŶŝƐƚĞƌŝŽĚĞĞƐĂƌƌŽůůŽŐƌŽͲ ƉĞĐƵĂƌŝŽ ;D/Ϳ͘ WĂƌĂ ŽƐ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ĂŐƌşĐŽůĂƐ ĚĞǀĞ ƐĞƌ ĂŝŶĚĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚĂ͗ &ĂƚƵƌĂ comercial; Declaração de ĞdžƉŽƌƚĂĕĆŽ͖ ĞƌƟĮĐĂĚŽ ĚĞ KƌŝŐĞŵ͖WĞƌŵŝƐƐĆŽĚĞĞdžƉŽƌƚĂͲ ção para produtos vegetais e ĚĞƌŝǀĂĚŽƐ͖ŽŶĚŝĕƁĞƐ'ĞƌĂŝƐĚĞ sĞŶĚĂ Η>sΗ ĚĞ WŽƌƚƵŐĂů͖ ĞƐĐƌŝĕĆŽĚŽŵĠƚŽĚŽĚĞĨĂďƌŝͲ ĐĂĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ dŝƉŽ Ğ ŵĂƚĞƌŝĂůĚĞĞŵďĂůĂŐĞŵ͖/ŶĨŽƌͲ ŵĂĕƁĞƐƌĞůĂƟǀĂƐăŽŶƐĞƌǀĂĕĆŽ ĞƐƚĂďŝůŝĚĂĚĞŝŽůſŐŝĐĂĚŽWƌŽͲ duto; Data de produção, de ǀĂůŝĚĂĚĞĞůŽƚĞ͖ſƉŝĂĚĞƋƵĂƚƌŽ ƌſƚƵůŽĚŽƉƌŽĚƵƚŽ͖hŵĂŝůƵƐƚƌĂͲ ĕĆŽŐƌĄĮĐĂĚĂĞŵďĂůĂŐĞŵ͘

ŝƌĞĕĆŽ'ĞƌĂůĚĞŐƌŝĐƵůƚƵƌĂĞ sĞƚĞƌŝŶĄƌŝĂ;'sͿ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŐĂǀ͘ƉƚͿ DŝŶŝƐƚĞƌŝŽĚĞĞƐĂƌƌŽůůŽ ŐƌŽƉĞĐƵĂƌŝŽ;D/Ϳ ;ǁǁǁ͘ŵŝĚĂ͘ŐŽď͘ƉĂͬͿ ƵƚŽƌŝĚĂĚWĂŶĂŵĞŹĂĚĞ ^ĞŐƵƌŝĚĂĚĚĞůŝŵĞŶƚŽƐ ;hW^Ϳ ;ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĂƵƉƐĂ͘ŐŽď͘ƉĂͿ

REQUISITOS DE CERTIFICAÇÃO

Rotulagem: KƌſƚƵůŽƉŽĚĞƐĞƌĞŵŝŶŐůġƐŽƵ ĞŵĞƐƉĂŶŚŽů͖EŽŵĞĚŽƉƌŽĚƵͲ ƚŽ͖ ĞƐĐƌŝĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ͖ WĂşƐ de origem; Nome, morada do ĨĂďƌŝĐĂŶƚĞ͕ĞŵďĂůĂĚŽƌŽƵĚŝƐƚƌŝͲ buidor do produto; Data de ĞŵďĂůĂŵĞŶƚŽ͖ĂƚĂĚĞǀĂůŝĚĂͲ ĚĞ͗͞ŽŶƐƵŵŝƌƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞŵĞŶͲ ƚĞ ĂŶƚĞƐ ĚĞů͕͘͘͘͟ ƋƵĂŶĚŽ ƐĞ ŝŶĚŝĐĂ Ž ĚŝĂ ŽƵ ͞ŽŶƐƵŵŝƌ ƉƌĞĨĞƌĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂŶƚĞƐĚĞůĮŶĂů ĚĞ͘͘͘͟ŶŽƐƌĞƐƚĂŶƚĞƐĐĂƐŽƐ͖>ŝƐƚĂ de indredientes. ZŽƚƵůĂŐĞŵĞƐƉĞĐşĮĐĂ: sĞŐĞƚĂŝƐĨƌĞƐĐŽƐ ĂƚĞŐŽƌŝĂ͕ ƚĂŵĂŶŚŽ Ğŵ ŵŵ ;ĐĂůŝďƌĞͿ Ğ ƉĞƐŽ ůşƋƵŝĚŽ ;ŬŐ Ğ ůďƐͿ͘ sĞŐĞƚĂŝƐĐŽŶŐĞůĂĚŽƐ /ŶƐƚƌƵĕƁĞƐ ƉĂƌĂ ĐŽŶĨĞĕĆŽ ĚŽ ƉƌŽĚƵƚŽ;ƐĞĂƉůŝĐĄǀĞůͿ͖ ŽŶĚŝĕƁĞƐĚĞĐŽŶŐĞůĂĕĆŽ͖EĞͲ ĐĞƐƐĄƌŝŽĂŝŶĚŝĐĂĕĆŽĚĞ͞ƉƌŽĚƵͲ ƚŽĐŽŶŐĞůĂĚŽ͖͟>ŝƐƚĂĚĞŝŶŐƌĞͲ ĚŝĞŶƚĞƐĞĂĚŝƟǀŽƐ͘

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JANEIRO 2018

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Ribatejo Invest / Janeiro 2018  

Começamos o ano de 2018 com notícias de novos investimentos na região. A instalação de uma central de Biomassa no Ecoparque do Relvão (Chamu...

Ribatejo Invest / Janeiro 2018  

Começamos o ano de 2018 com notícias de novos investimentos na região. A instalação de uma central de Biomassa no Ecoparque do Relvão (Chamu...

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