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ABCSEM celebra 45 anos de hist贸ria na Hortitec ENTREVISTA Robert Wierzbicki, representante da ABCSEM

NOTAS Confira os pr贸ximos eventos e os 煤ltimos acontecimentos


ÍNDICE

NOTAS DA ASSOCIAÇÃO

CAPA - ESPECIAL

Confira os próximos eventos e os últimos acontecimentos

ABCSEM celebra 45 anos de história

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ENTREVISTA

Robert Wierzbicki, representante da ABCSEM em comitês técnicos Página 7

EXPEDIENTE Conselho Editorial Marcelo Pacotte Jornalistas responsáveis Isabella Monteiro – MTB: 57224/SP Daniela Mattiaso – MTB: 47861/SP Projeto Editorial e Gráfico MyPress & Co.

A Revista da ABCSEM é uma publicação digital da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas, que tem como objetivo divulgar informações sobre o mercado de hortaliças e flores. Este veículo de comunicação possui periodicidade trimestral, com visualização gratuita e circulação livre na WEB. As opiniões aqui expressas não refletem necessariamente a visão da ABCSEM. © Todos os direitos são reservados. É proibida a reprodução total ou parcial de textos e imagens sem autorização prévia.


NOTAS DA ASSOCIAÇÃO Congresso Brasileiro de Sementes A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) realizará entre os dias 14 e 17 de setembro, o XIX Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes), em Foz do Iguaçu (PR). No evento, o presidente da ABCSEM, Steven Udsen, apresentará o “Levantamento de dados socioeconômicos da cadeia produtiva de hortaliças no Brasil”. Acesse: www.cbsementes.com.br

Seminário de Tomate de Mesa

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Registros de Produtos Mais de 350 minor crops foram incluídas na bula de inseticidas, herbicidas, fungicidas, acaricidas e bactericidas pelo governo brasileiro. Os registros resultaram em mais de 700 indicações de alvos biológicos a serem controlados pelos defensivos e na definição de mais de 500 Limites Máximos de Resíduos (LMR). As inclusões permitirão ao produtor proteger a produção com mais eficiência e segurança. Acesse: www.agricultura.gov.br/vegetal/agrotoxi cos/csfi

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Jornal Folha de São Paulo Marcelo Pacotte, secretário executivo da ABCSEM, foi entrevistado pela Coluna Vaivém das Commodities, do Jornal Folha de São Paulo, durante a Hortitec 2015. O assunto foi a crescente demanda do consumo de hortaliças no País. A nota foi divulgada no dia 20 de junho.

Encontros de Viveiristas Entre os dias 15 e 16 de setembro, a ABCSEM realizará o 6º Seminário Nacional de Tomate de Mesa (6º SNTM) no Teatro Unimep, em Piracicaba (SP). O evento abordará temas ligados à cadeia produtiva do tomate de mesa nacionalmente e internacionalmente.

Para promover a tecnificação e profissionalização dos viveiristas, a ABCSEM realizará dois eventos no final do ano: o primeiro em Florianópolis (SC), no dia 21 de outubro, e o segundo em Anápolis (GO), no dia 18 de novembro.

Acesse: www.tomatedemesa.com.br

Mais informações: (19) 3243-6472 ou abcsem@abcsem.com.br


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Entidade realizou evento comemorativo para convidados em Holambra (SP), durante a Hortitec 2015 Com uma trajetória marcada pelo comprometimento com a projeção e o crescimento do setor de Hortaliças, Flores e Ornamentais (HFO), a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM) celebrou mais um marco em sua história: 45 anos. A entidade comemorou a data durante a Hortitec

– maior feira de horticultura da América Latina – que aconteceu em junho, na cidade de Holambra (SP). A comemoração reuniu um público de grande expressão, com a presença de profissionais da área, associados, parceiros, além de autoridades como o Secretário de Agricultura de São

Associados e parceiros presentes no evento de celebração do aniversário da entidade


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Paulo, Arnaldo Jardim, e o Prefeito de Holambra, Fernando Godoy. Evoluindo com o setor Na abertura do evento, o secretário executivo da associação, Marcelo Pacotte, destacou a importância das diversas parcerias estabelecidas pela ABCSEM para a consolidação do importante trabalho da entidade na representação das empresas de HFO. “Estas alianças reforçam nosso comprometimento com as causas de interesse do setor como um todo, que refletem diretamente as demandas de nossos associados, principais protagonistas das ações coordenadas pela ABCSEM”, enfatizou. Na ocasião, Steven Udsen, presidente da ABCSEM, lembrou que a entidade se formou numa época em que a horticultura estava se profissionalizando. E, desde então, “assumiu a missão de congregar e orientar o setor quanto ao uso de sementes e mudas de qualidade, critérios de beneficiamento e armazenagem, bem como quanto aos aspectos normativos e de segurança fitossanitária, que envolvem o comércio nacional e

internacional dos materiais propagativos”, explicou. Ele salientou ainda o engajamento da ABCSEM no fomento à difusão do conhecimento por meio da organização de cursos, seminários e workshops que abordam temas relevantes para a cadeia produtiva. Apenas nos últimos cinco anos, cerca de duas mil pessoas participaram destes eventos. O comprometimento da ABCSEM com o aprimoramento técnico dos envolvidos no negócio de hortaliças também foi destacado pelo prefeito de Holambra, Fernando Fiori de Godoy. “A parceria que a entidade estabeleceu com a Prefeitura de Holambra para a implantação do Polo Tecnológico, certamente trará inúmeros benefícios não apenas para nossa região, como também para o estado e o País”, comentou.

Representantes da ABCSEM e autoridades durante a cerimônia realizada para o público no local

Da esquerda para a direita: Steven Udsen, presidente da ABCSEM; Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura do Estado de São Paulo; Marcelo Pacotte, secretário executivo da ABCSEM; Fernando Fiori de Godoy, prefeito de Holambra (SP); e Paulo Koch, diretor de Projetos da ABCSEM


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Manual Técnico de Hortaliças Durante o evento, a ABCSEM realizou também o lançamento da 3ª edição do Manual Técnico de Hortaliças, que reúne informações atualizadas e relevantes sobre o cultivo das principais hortaliças no Brasil, abrangendo 46 espécies e 57 tipos de hortaliças. De acordo com Paulo Koch, diretor de Projetos da ABCSEM, trata-se de um manual prático com orientações gerais, resultante do conhecimento de vários profissionais, acumulados ao longo dos anos. Contudo, ele observa que cada agricultor deve recorrer ao auxílio de um agrônomo para aplicar estas técnicas às particularidades de solo, clima, épocas de plantio, pragas e doenças típicas de cada região.

A publicação tem como objetivo principal, contribuir para a difusão do conhecimento entre os profissionais da área. “A informação é essencial para que nossa cadeia produtiva possa evoluir e produzir alimentos cada vez mais seguros – isentos de resíduos químicos e biológicos – saudáveis e nutritivos, com tecnologias que proporcionem o abastecimento regular do mercado”, afirmou Koch na cerimônia. A coordenação técnica do manual foi realizada pelo professor da Unesp de Botucatu, Ismael Inácio Cardoso, em conjunto com o engenheiro agrônomo da Prefeitura de Jundiaí (SP), Felipe Oliveira Magro. O projeto contou ainda com o apoio de 15 colaboradores e 21 patrocinadores.

O Manual Técnico de Hortaliças pode ser adquirido diretamente com a ABCSEM, pelo telefone: (19) 3243-6472 ou pelo e-mail abcsem@abcsem.com.br Ismael Inácio Cardoso, professor da Unesp de Botucatu (SP), responsável pela coordenação técnica do trabalho de atualização do Manual Técnico de Hortaliças da ABCSEM


Liderança em prol da horticultura Durante o evento, o secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, destacou a relevante contribuição do setor para a economia paulista e nacional, enquanto gerador de renda e empregos. Jardim ressaltou ainda a importância da atuação da ABCSEM no acompanhamento da dinâmica do setor produtivo de HFO, ao longo destes anos, que passa, atualmente, por novos paradigmas como a escassez hídrica e a sustentabilidade na produção. “As propostas apresentadas pela ABCSEM são estruturantes para o setor e criam referências. Por isso, elas são extremamente válidas para que possamos atuar de forma integrada, a associação e o poder público, na busca por maior agilidade na resolução dos pleitos do setor, impulsionando seu crescimento”, afirmou Jardim. Segundo o secretário, “a ABCSEM completa 45 anos de história, mas mantém o frescor de renovar seus compromissos com a saudabilidade dos alimentos e a qualidade dos produtos ofertados pelo setor, na busca permanente por inovação e evolução”. Para ele, o Manual de Hortaliças, lançado pela entidade, é uma evolução do ponto de vista da qualidade e disseminação da informação sobre boas práticas a serem adotadas na produção. E, por isso, também será divulgado no site da Secretaria de Agricultura: www.agricultura.sp.gov.br

HISTÓRICO DA ABCSEM A ABCSEM foi fundada em 24 de abril de 1970, no Rio de Janeiro (RJ), por 22 empresas, em prol de melhores condições de importação e comercialização de sementes no Brasil. Atualmente são 47 as empresas associadas que, juntas, representam 80% do valor do comércio de hortaliças e flores no País.

Sr. Abraham Margossian, proprietário da Margossian Sementes, primeiro associado da ABCSEM


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ENTREVISTA

A Instrução Normativa nº 36/2010, que tem como objetivo estabelecer os requisitos fitossanitários para importação de sementes de várias origens para o Brasil, foi colocada em consulta pública, por meio da Portaria nº 380, de 23 de dezembro de 2014, com o intuito de adequá-la às reais necessidades apresentadas pelo setor. Em janeiro deste ano, uma nova proposta que contempla os requisitos fitossanitários específicos por país, cultura e praga, foi enviada à Organização Mundial do Comércio (OMC) para validação, por um grupo de trabalho que representa as Organizações Nacionais de Proteção Fitossanitária (ONPFs) e associações de sementes e mudas de países envolvidos no comércio com o Brasil. Agora, a publicação da versão definitiva da IN 36 está prevista para setembro. Confira os detalhes desta temática na entrevista concedida por Robert Wierzbicki, representante da ABCSEM, via sistema da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) em comitês de entidades internacionais do setor e suporte técnico à International Seed Federation (ISF). Qual a importância da readequação dos requisitos fitossanitários previstos pela

IN 36 à realidade e às demandas atuais de importação de sementes de hortaliças, flores e ornamentais no Brasil? A readequação permitirá uma maior confiabilidade técnica dos requisitos estabelecidos pelo Brasil, face aos países que exportam sementes para o nosso país. Costumo dizer que restringir tudo ou liberar tudo é muito fácil, o difícil é estabelecermos o limite com segurança sanitária. O que pode ser dito sobre a contribuição dos países envolvidos no comércio de sementes com o Brasil, a partir da Consulta Pública, para adequação da normativa aos novos parâmetros adotados? Houve expressiva participação de órgãos internacionais, representantes de diversos países na consulta pública. A participação da ISF foi igualmente expressiva, tendo revisado e proposto alterações nos anexos referentes à nova normativa. A contribuição foi principalmente relacionada à presença das pragas no Brasil, comprovação da transmissão da praga através das


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sementes e se a cultura é ou não hospedeira da praga em questão. Quais serão os impactos e ganhos para o setor, a partir da vigência da normativa atualizada, prevista para setembro deste ano? Haverá manutenção da segurança sanitária, à medida que se estabeleceram requisitos por cultura x país x praga, proporcionando maior especificidade por cultura e menos generalidades. Isto significa que, à medida que se estuda mais e se avança no conhecimento das relações praga x cultura (= patógeno x hospedeiro) e se associa isto a uma condição geográfica, se evita, por deficiência ou falta de conhecimento, restrições sanitárias que possam restringir ou até interromper o comércio de sementes. Mas é lógico que ainda precisamos avançar. O que pode ser destacado sobre os avanços e desafios da Análise de Risco de Pragas (ARP) no que se refere à burocracia e segurança fitossanitária do comércio de sementes no Brasil? As ARPs continuam representando um desafio para o Brasil, apesar de serem vitais para o comércio mundial de sementes. Acredito que faltam trabalhos científicos envolvendo a epidemiologia e a transmissão dos patógenos por meio das sementes. O Ministério da Agricultura tem estimulado o credenciamento de centros colaboradores, mas faz-se necessário maior divulgação e estabelecimento de uma base de dados de ARPs. A ISF possui um Grupo de Trabalho dentro do Comitê Fitossanitário, que tem este propósito. Há uma expectativa geral de melhorias neste campo. O Congresso Mundial de Sementes, promovido pela ISF, em maio, na Polônia, contemplou, dentre outros temas, a necessidade de harmonização

das medidas fitossanitárias do comércio internacional de sementes entre os países. Quais pontos merecem ser ressaltados sobre a abordagem deste tema na ocasião? A harmonização de medidas fitossanitárias é um objetivo há tempos discutido. A principal dificuldade é que o risco muda entre as diferentes origens para uma mesma espécie e praga, ou seja, se a praga não ocorrer no país de origem, não existe o risco. O que deve ser harmonizado é que, neste caso, sempre que a praga não ocorre na origem, não deve ser estabelecido este requisito. Existe ainda a questão cultural entre os países que representa uma interação de fatores. A criação de Grupos de Trabalho dentro do Comitê Fitossanitário da ISF, do qual faço parte, é um ponto a ser ressaltado, uma vez que existem assuntos a serem discutidos, porém, acredito que a ação destes grupos deveria ocorrer em diferentes níveis de atuação, como por exemplo: em comitês de associações e ministérios – Organizações Nacionais de Proteção Fitossanitária (ONPFs) – e em grupos de associações internacionais, como o Comitê de Sanidade Vegetal do Cone Sul (Cosave) e a Seed Association of the Americas (SAA).

Robert Wierzbicki esteve presente no Congresso Mundial de Sementes, promovido pela ISF, no período de 23 a 28 de maio, em Cracóvia, na Polônia


Todo o setor brasileiro de sementes e mudas de hortaliças, flores e ornamentais se reúne aqui

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Revista da ABCSEM  

Ed. 2 - II Trimestre de 2015

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