Nº 3: No terceiro número da revista MIL, auscultamos e convidamos quem nos propõe respostas para perguntas. Respostas multidireccionais, imperfeitas e incompletas, mas que são sem dúvida princípios de mudanças necessárias. Questionamos qual o lugar que a nova música tem actualmente e como salvaguardar as gerações de artistas emergentes, garantindo-lhes o direito a fazer cultura numa indústria cada vez mais omnívora e capitalista. Em contrapartida, olhamos para alternativas: mais locais, mais dialogantes, mais sustentáveis, do Reino Unido ao Sri Lanka, sem esquecer o digital. Como sempre – ou como devia ser -, tudo vai dar à importância das comunidades. As que fazem acontecer e multiplicam encontros. Cá estamos. Recomecemos.