Nº 2: O futuro da cultura é o futuro do ao vivo (mas não só).
Anunciaram o fim dos encontros nas ruas, nos bares, nas salas de concertos, nos teatros, nos museus. O ao vivo metamorfoseou-se, digitalizou-se. O encontro com as pessoas e com a cultura virou-se para os ecrãs. Estranhou-se e, até certo ponto, entranhou-se. Há muito que o digital é destino inevitável, mas agora que se tornou paragem obrigatória, será mesmo por aqui o futuro?
No segundo número da revista MIL pensamos a transformação digital, analisamos os seus vários prós e contras e quebra-cabeças. Olhamos para a inevitabilidade do hibridismo entre o presencial e o online.