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Edição 45 Ano 8 Junho 2017 Santa Maria de Jetibá - ES

O jornal do cooperado da:

SEMANA TECNOLÓGICA DO AGRONEGÓCIO 16 A 19 DE AGOSTO PARQUE DE EXPOSIÇÕES SANTA TERESA-ES

Coopeavi lança concurso de qualidade de café só para mulheres pág. 5

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2ª Feira de Negócios durante Festa Pomerana foi sucesso de público na Loja Matriz pág. 6

‘Dia C de Cooperar’: saiba como participar com suas iniciativas durante todo o 2º semestre pág. 10

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Por Dentro da Coopeavi

Palavra da Diretoria

Conectar solidariedade também é cooperar

á estamos na metaJ de do ano de 2017. Um ano que começou

com incertezas, quando parecia que estava tudo melhorando, voltou todas as incertezas. Mas no meio dessas intempéries vimos o quanto o agronegócio tem força para levantar a economia do nosso Brasil. As últimas estimativas oficiais apontam que o segmento agropecuário cresceu 13,4%, ou seja, contribuiu significativamente para o crescimento, no primeiro trimestre do ano, de 1% no Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Estesingelocrescimento representa muito para o país e também mostra a importância do trabalho do homem do campo para fazer o Brasil voltar a trilhar no caminho do crescimento. Sabemos o quanto cada trabalhador rural se esforça fazendo o melhor, produzir com

qualidade para alimen- granjas. tar o mundo. Por isso, Mas para fazer qualidaesforçamos ao máximo de e investir em infraespara mostrar à popu- trutura na propriedade lação como o esforço é necessário ter dinheirural é importante para ro para custeio. E como que chegue um alimen- conseguir crédito com to à cidade. juros mais Prova disso, barato? Na estamos reapágina 03 eslizando duas tamos abormodalidades Trabalhamos dando sobre do Concurso forte no primeiro esse assunSingle Origin: semestre, mas to. Também a masculina nessa segunda trouxemos e uma edição metade do ano em primeira especial para mão a proprecisamos premiar as gramação esforçar um mulheres que completa da t r a b a l h a m pouquinho mais 6ª Semana forte no camTecnológica po. Os cafés do Agronepremiados tegócio (STA) rão uma edição especial à na contracapa do jornal. venda com identificação Estamos trabalhando do produtor e a região forte para oferecer a toonde os grãos foram pro- dos que irão à STA os duzidos. Na avicultura, melhores preços e conditambém premiaremos ções de pagamento para os melhores ovos, le- investir na propriedade vando em consideração e colher bons frutos. A as melhores práticas de 2ª Feira de Negócios, remanejo e sanidade das alizada na Loja Matriz

durante da Festa Pomerana, foi uma amostra do que será a STA deste ano. Alémdisso,precisamos de mostrar para a sociedade que o cooperativismo é uma forma diferente de fazer negócio. Com esse intuito, mudamos a linha de trabalho que vinha sendo realizada no Dia C, abrimos a possibilidade de participação para todos os colaboradores e cooperados unirem as forças e fazerem a diferença nas localidades atuação da cooperativa. Trabalhamos forte no primeiro semestre, mas nessa segunda metade do ano precisamos esforçar um pouquinho mais e fazer ainda mais bonito frente aos outros segmentos econômicos. Sabemos que podemos e assim faremos. Juntos estamos construindo uma nova forma de fazer negócios. Boa leitura!

Colaboradores das unidades industriais da Coopeavi de Santa Maria de Jetibá e Baixo Guandu participaram, no dia 2 de junho, de uma palestra em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). A iniciativa é uma demanda do Plano de Educação Ambiental da Cooperativa- já instituído pelo Iema.

Diretoria Executiva

Arno Potratz Presidente

Denilson Potratz Vice-Presidente

Argêo João Uliana Diretor Administrativo Comercial

Avelino Hell, Cláudio Novelli, Ederson Jacob, Edival Corteletti, Fábio Fösh e Willian Espíndula Conselho ADMINISTRATIVO

Carlos Alberto Roldi Filho, Josélio Kruger e Solimar Plaster Conselho Fiscal

Carlos A. Lima, Daniel Piazzini, Luís C. Brandt e Marcelino Bellardt Gerência Executivas

Fred Colnago projeto gráfico e Diagramação

Domicio Faustino e Leandro Fidelis Textos

Simone Holz Loose e Domicio Faustino Revisão

Felipe Amarelo Arquivo Coopeavi

GIRO RÁPIDO Palestra sobre meio ambiente

Informativo Bimestral da Coopeavi Santa Maria de Jetibá - ES Ano VIII – Nº 45

Comunicação em destaque A OCEMG reuniu profissinais de comunicação das cooperativas com atuação em Minas Gerais no dia 01 de junho em BH. A Coopeavi esteve presente no evento para entender como mensurar melhor os resultados das ações de comunicação em sua área de atuação no ES e MG.

Quinze anos de Coopeavi O ano de 2017 é especial para seis colaboradores da Coopeavi: Alexsandro da Costa, Angela Krause, Fredy Holz, Juliana Moreira, Nivaldo Neitzel e Rita Gums completam 15 anos de cooperativa. Para celebrar a ocasião, a diretoria entregou uma edição do livro comemorativo aos 50 anos da Coopeavi.

Fotos de Capa

COAVE do Piauí visita a Coopeavi A Cooperativa Mista dos Avicultores do Piauí (COAVE) pretende voltar com as atividades da avicultura de postura. Para saber mais como funciona o setor de produção de ovos, visitou a Coopeavi no dia 08 de junho. O assunto de maior interesse foi o Condomínio Avícola.

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Agro cresce 13,4% no primeiro trimestre do ano Processamento de grãos de café para obtenção de bebida de qualidade

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om um crescimenC to de 13,4% frente ao trimestre anterior,

o setor agropecuário contribuiu para a primeira alta do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil após oito trimestres consecutivos de queda. A agropecuária foi o grande destaque, respondendo por 80% desse aumento. De acordo com cálculosdoComitêdeDatação de Ciclos Econômicos (Codace), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o crescimento observado

de janeiro a março deste ano foi de 1%. Se não fosse o campo, a alta no PIB nesse período teria sido de apenas 0,2%. O fato de o PIB do Agronegócio ter caído em 2016, por causa de problemas climáticos (-6,6%), qualquer pequeno número que se colocasse para comparação já geraria um crescimento mais forte. No geral, a agropecuária representa 5,5% do PIB do Brasil, durante o ano todo. É importante salientar que este nú-

mero se refere, apenas, à produção agrícola e pecuária, e não envolve, portanto, as agroindústrias, por exemplo. Na comparação do primeiro trimestre de 2017 com o primeiro trimestre de 2016, o PIB nacional caiu 0,4% (nessa comparação o agro subiu 15,2%). Se só existisse o agro na economia brasileira e o imposto fosse 0%, a economia teria crescido 0,7% em vez de ter registrado a queda (*Fonte: Gazeta do Povo).

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Fique por atento!

informativo Bimestral da Coopeavi • Ano Viii • N. 45

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Como conseguir crédito com juros mais baixos? A Declaração de Aptidão ao Pronaf auxilia os agricultores na produção e melhorias das condições de trabalho. Saiba como! Coopeavi utiliza o A espaço deste jornal para esclarecer você,

cooperado e agricultor familiar, sobre como requisitar a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). O documento garante acesso a diversas políticas públicas que auxiliam no desenvolvimento da produção e, consequentemente, na melhoria das condições de trabalho e qualidade de vida. Criado para identificar o agricultor familiar nas áreas rurais, o DAP permite acesso, por exemplo, ao crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e aos programas de compra pública, como o de Aquisição de Alimentos (PAA) e o de Alimen-

tação Escolar (Pnae). Atualmente, existem mais de 5,1 milhões de DAPs ativas no Brasil. A Bahia é o estado com o maior número de adesão com 700 mil DAPs. Quem pode A declaração pode ser emitida por pessoa física ou jurídica e contempla públicos específicos como: jovens, mulheres e assentados da reforma agrária. Ainda existe a DAP que inclui agricultores familiares com renda anual de até R$ 10 mil e a direcionada aos trabalhadores com renda bruta familiar anual superior a R$ 10 mil e até R$ 360 mil. onde retirar Basta o agricultor ir até um órgão emissor autorizado, que pode ser o escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (no nosso caso o Incaper) mais próximo ou os sindicatos de trabalhadores

PGG

Com a DAP o produtor rural consegue as melhores condições para financiar a Safra e adquirir insumos com juros menores

rurais e/ou sindicato patronal. É necessário ter em mãos a carteira de identidade e o CPF. No caso de pessoas casadas, devem ser apresentados os documentos do cônjuge. Além dessas informações básicas, o

interessado deve levar documentação que permita a análise dos rendimentos da produção. Caso o sindicato ainda não emitam a DAP, o agricultor familiar precisa comunicar o interesse em fazer o documento e, assim, pedir

Quer maximizar Fermin SN sua produtividade? É um fertilizante fabricado a partir do processo de biofermentação para produção de aminoácidos. Combina altos teores de nitrogênio e enxofre em Conheça os efeitos sua formulação. A sua alta uniformidade granulométrica e a baixa umidade facilitam seu do PGG Fermin SN! manuseio e aplicação. 20% Nitrogênio 22% Enxofre

ao estabelecimento que entre em contato com o MDA. É importante ficar atento ao prazo de validade, a declaração é válida por três anos, após o vencimento é necessário fazer a renovação do documento.

Indicações de Uso:

Café Conilon Café Arábica Feijão Milho Banana Mamão Morango Tomate Pimentão Pepino HF em Geral

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negócio Café

informativo Bimestral da Coopeavi • Ano Viii • N. 45

Campeões do ‘Single Origin’ terão edição especial à venda no mercado As inscrições estão abertas para a segunda edição do prêmio voltado a produtores de arábica e conilon da Coopeavi 2º Concurso de O Qualidade de Café “Single Origin” (Ori-

gem Única) está com inscrições abertas para produtores das variedades arábica e conilon associados à Coopeavi. Os cinco primeiros colocados terão os seus nomes e histórias registrados na embalagem de uma edição especial limitada. A novidade é que, além da venda na sede da cooperativa, o produto poderá ser encontrado no mercado capixaba a partir de julho. Os interessados têm de 19 de junho até o dia 04 de agosto para entregar suas amostras de 03 quilos em um dos dez pontos de captação de café da cooperativa (Afonso Claudio, Castelo, Itaguaçu, Itarana, Matriz, Santa Teresa, Várzea Alegre, Venda Nova e Vila Valério). As inscrições são gratuitas e contemplam amostras de uma saca de 60 kg do tipo cereja descascado. É importante que a amostra seja condizente com a do microlote de procedência, uma vez que qualquer incoerên-

Sivanius Kutz e a família recebendo das mãos dos diretores da Coopeavi a premiação de melhor café arábica do concurso Single Origin, na última Semana Tecnológica do Agronegócio

cia pode desclassificar o cafeicultor na segunda fase do concurso. O regulamento está disponível no site da Cooperavi (www.coopeavi. coop.br) e nas lojas da cooperativa. Seleção Os cafés inscritos serão analisados por quatro degustadores da cooperativa no laboratório da Pronova Coffee Stories, da Coopeavi, em Venda Nova, que vão definir os finalistas. A partir desta fase, os cooperados classificados se comprometem

a vender a saca de café para a Coopeavi. A segunda análise será feita a partir do café comercializado. Para garantir a lisura do resultado final, degustadores convidados vão fechar o ranking com os cinco melhores cafés. Os vencedores receberão uma premiação em dinheiro. No ano passado, o primeiro colocado foi o cafeicultor Sivanius Kutz, de Alta Barra Encoberta, zona rural de Itarana. Os pacotes de café torrado da série especial com o nome do produtor já estão quase

se esgotando. “Como era ano de Olimpíadas, a sensação foi a mesma de um atleta ao ganhar a medalha de ouro”, descreve o cafeicultor. Segundo o gerente do Negócio Café da Coopeavi, Giliarde Cardoso, o objetivo do concurso é incentivar o produtor a focar em qualidade. “É um mercado que está despontando cada vez mais e a cooperativa, por sua vez, incentiva esse tipo de produção para agregação de valor na cafeicultura”, destaca.

FALA

É um mercado que está despontando e a cooperativa incentiva a produção de qualidade para agregação de valor Giliarde cardoso, gerente do Negócio Café da Coopeavi

www.yarabrasil.com.br

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Negócio Café

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 45

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Concurso de qualidade de café só para mulheres Resultado será divulgado durante a 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio, de 16 a 19 de agosto, em Santa Teresa vem aí a primeira E edição de um concurso de qualidade de café 100% voltado para as mulheres. Intitulado “Cafés Especiais Femininos”, o prêmio da Coopeavi é voltado para cooperadas ou mulheres de cooperados e vai selecionar amostras de microlotes de arábica e conilon. A divulgação das vencedoras será durante a 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio, de 16 a 19 de agosto, em Santa Teresa. A expectativa é da participação de pelo menos 30 produtoras SERVIÇO

‘Cafés Especiais Femininos’ ›› Inscrições: 19/06 a 04/08 ›› Quem pode: cooperadas e mulheres de cooperados ›› Mais Informações:

www.coopeavi.coop.br

ligadas aos núcleos femininos da cooperativa em Vila Pontões (Afonso Cláudio) e Jatibocas (Itarana). Segundo o gerente do Negócio Café da Coopeavi, Giliarde Cardoso, o concurso tem a chancela do concurso geral do ano passado, o “Single Origin Coffee”. O novo prêmio vem coroar a participação feminina na produção de cafés de qualidade, uma vez que estes núcleos da cooperativa estão focados nesse mercado. Edição especial A ganhadora terá uma edição especial de café torrado pela “Pronova Coffee Stories”, braço da Coopeavi em Venda Nova, com o nome da cafeicultura impresso na embalagem. “Os núcleos representam a inserção e o reconhecimento do trabalho da mulher na cafeicultura, pois ela tem uma boa parcela de responsabilidade pela qualidade de café. Geralmente é ela que seca

A Coopeavi reconhece a importância das mulheres na produção de café especiais

café no terreiro e tendo os olhos voltados para a qualidade, ela consegue envolver toda a família. Através de workshops, hoje elas já sabem o que interfere positivamente ou negativamente no campo e na xícara do consumidor final”, afirma Cardoso. O gerente destaca que o objetivo com o concurso é trazer cada vez mais famílias para a cafeicultura de qualidade e, consequentemente, novos cooperados para a Coopeavi. “Esse é o melhor caminho para agregação de valor e, por consequência, o caminho para

a sustentabilidade do produtor no campo, uma das missões da cooperativa”, afirma Cardoso. A bióloga da Coopeavi, Marcela Takiguti, é responsável pela coordenação dos núcleos femininos da cooperativa por meio do Instituto Coopeavi. Ela destaca o incentivo da cooperativa à permanência das mulheres no meio rural através dos núcleos. “A mulher mantém o bem-estar das famílias. E um dos parâmetros para atingir a sustentabilidade da agricultura familiar é o seu empoderamento”, diz.

FALA

A mulher mantém o bem-estar das famílias. E um dos parâmetros para atingir a sustentabilidade é o seu empoderamento

Marcela Takiguti, bióloga Coopeavi

Workshop de cafés especiais capacitam núcleos Teoria e prática sobre cafés para cooperadas e mulheres de cooperados. Essa foi a tônica do workshop ministrado

para membros dos núcleos femininos da Coopeavi de Pontões (Afonso Cláudio) e Jatibocas (Itarana), nos meses de

Núcleo Feminino de Alto Jatibocas

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abril e maio. O degustador de café da cooperativa Elivelton de Oliveira ministrou dois dias de atividades para cada núcleo, sendo a primeira etapa a parte teórica da produção de cafés especiais e a segunda com noções práticas sobre colheita e pós-colheita. O objetivo do workshop é fazer as mulheres compreenderem o processo de produção de cafés de qualidade e incentivá-las a terem esse foco nos negócios. Num total de 40 par-

ticipantes, os grupos aprenderam a degustar, diagnosticar bebidas finais e rio, identificar defeitos nas amostras e terem noção de como isso pode afetar o café na xícara. Os grupos femininos estão levando esse conhecimento para as lavouras, uma vez que a colheita do café está no seu auge nas regiões onde vivem. A cata segue até agosto e a produção será base para seleção de amostras para o primeiro concurso de qualidade de café feminino, que

acontecerá durante a 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio. Para o gerente do Negócio Café da Coopeavi, Giliarde Cardoso, o workshop deixa um legado às mulheres. “Elas são muito importantes porque as mulheres têm papel fundamental na produção de cafés especiais, principalmente no pós-colheita. Elas vão contribuir de forma bem significativa para esse mercado. Nós pretendemos deixá-las cada vez mais especialistas no assunto”, destaca.

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Lojas Agropecuárias

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano VIII • N. 45

A Feira recebeu cerca de 1.000 cooperados

2ª Feira de Negócios garante melhores preços de produtos a cooperados O evento foi realizado pela Coopeavi durante a 28ª Festa Pomerana, de 4 a 6 de maio, em Santa Maria de Jetibá

U

ma oportunidade para o cooperado estreitar elações com sua cooperativa e ainda adquirir produtos agrícolas com melhores preços. Esse foi o objetivo da Feira de Negócios, que teve sua segunda edição realizada durante a 28ª Festa Pomerana, de 4 a 6 de maio, no pátio da sede da Coopeavi. De quinta-feira a sábado do evento cultural, a feira recebeu cerca de mil cooperados. Em oito estandes com atendimento de colaboradores e fornecedores

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parceiros do segmento de sementes, adubos, irrigação e maquinário agrícola, que compõem o mix da Coopeavi, os cooperados chegaram a conseguir 13% de desconto na compra de produtos. Com isso, a Feira gerou receita e atendeu de forma diferenciada associados que têm como referência a Loja Matriz e as filiais de Rio Posmosser, Caramuru, Melgaço, Garrafão e Santa Teresa. O estacionamento da cooperativa ficou lotado nos três dias do evento. Além dos negócios, a Feira ainda se mostrou receptiva para as famílias dos cooperados. Durante o evento, a criançada pôde se divertir na área de recreação, com

pula-pula e outros brinquedos. Os núcleos femininos da Coopeavi também tiveram seu espaço garantido para comercializarem produtos da caseiras e comidas típicas da região. E o som da concertina animou os participantes, numa alusão à cultura pomerana festejada na cidade. O cooperado Ademar Schroeder, de Rio das Pedras, aproveitou as condições comerciais diferenciadas. “Para nós produtores é muito importante esse evento. É um apoio que a Coopeavi oferece para nós”, disse. O gerente comercial regional centro-serrano da Coopeavi, Claudemar Blank, destaca a importância do evento no for-

talecimento do vínculo entre cooperados e cooperativa. “A diretoria esteve presente e manteve contato com os co-

operados durante toda a Feira. Para o próximo ano, pretendemos convidar mais pessoas para fortalecer essa relação.”

FALA

Para nós produtores é muito importante esse evento. É um apoio que a Coopeavi oferece Ademar Schroeder, cooperado de Rio das Pedras

A diretoria manteve contato durante o evento. Vamos convidar mais pessoas para fortalecer essa relação Claudemar Blank, gerente comercial regional centro-serrano

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negócio ovo

informativo Bimestral da Coopeavi • Ano Viii • N. 45

Concurso vai premiar melhores ovos do ES Os resultados dos concursos serão divulgados durante a 4ª Favesu, no dia 23 de junho, em Venda Nova do Imigrante o próximo dia 23 de N junho, a Coopeavi vai anunciar e premiar os vencedores do 3º Concurso de Qualidade de Ovos. O resultado será divulgado, junto com a premiação do melhor ovo do Espírito Santo no 1º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba durante a 4ª Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (4ª Favesu), no Centro de Eventos de Venda Nova. O concurso tem a parceria da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) e visa incentivar e promover a qualidade do ovo capixaba. Para selecionar os melhores ovos, uma Comissão Organizadora formada por técnicos da Coopeavi visitará as propriedades dos avicultores inscritos. A comissão coletará os ovos, os levará para o Entreposto da cooperativa, onde os identificará por códigos e, posteriormente, serão levados para o local do evento. As etapas do concurso compreendem as avaliações visuais clas-

Júri técnico

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sificatória, interna e da qualidade externa dos ovos, além da Máquina Digital Egg Tester. De tecnologia japonesa, o aparelho detecta a resistência e a espessura da casca, a cor da gema e a altura do albúmen (clara do ovo). Ao final da apuração, será emitida uma nota oficial com a pontuação e classificação das amostras avaliadas. O resultado será divulgado às 16 horas, no auditório principal da Favesu. Os três primeiros colocados receberão uma premiação em dinheiro, sendo R$ 2.000,00 (1º lugar), R$ 1.500,00 (2º lugar) e R$ 500,00 (3º lugar). No ano passado, o campeão foi o avicultor Fábio Fösch, de Santa Maria de Jetibá. O presidente da Coopeavi, Arno Potratz, destaca a importância do concurso e da Favesu. “Quando o consumidor compra um produto na gôndola do supermercado, não enxerga os desafios e esforços em produzir esse tipo de alimento. Esse é o grande legado da Favesu: chamar a atenção do público em geral e lideranças. Uma prova disso é o concurso, que incentiva e valoriza quem produz com qualidade”, diz Potratz.

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A avaliação visual é uma das etapas classificatórias do 3º Concurso de Qualidade da Coopeavi

PREMIAÇÃO

R$ 2.000,00 para o primeiro colocado

R$ 1.500,00

para o segundo colocado

R$ 500,00

para o terceiro colocado

Mais chances em novo concurso Os associados à AVES têm mais uma chance de se destacar pela qualidade dos seus ovos. Paralelamente ao concurso da cooperativa, este ano acontecerá o 1º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba. Para participar, é preciso possuir o serviço de inspeção oficial (SIM, SIE, SIF ou Sisbi) e ser afiliado a AVES. “O concurso será uma oportunidade para difundirmos a qualidade do ovo capixaba e levar a correta informação da importância desse produto na alimentação

humana”, enfatiza o diretor executivo da Aves, Nélio Hand. Os vencedores receberão troféus, sendo que o primeiro colocado terá o direito de utilizar o selo de “campeão do concurso” em suas embalagens. As regras e critérios de avaliação são as mesmas do concurso da Coopeavi, assim como a data para divulgação dos resultados. A análise das amostras ocorrerá no próximo dia 22, a partir das 8 horas, com término previsto para as 12h, durante a Favesu.

FALA

Quando o consumidor compra um produto, não enxerga os desafios e esforços na produção desse alimento arno potratz, presidente da Coopeavi

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negócio ovo

informativo Bimestral da Coopeavi • Ano Viii • N. 45

Cooperado Solimar Berger em sua granja

Galpões se adequam à Instrução Normativa nº 8

Uma das unidades referência do BPP Ovos é a do avicultor cooperado Solimar Berger, em Santa Maria de Jetibá

Coopeavi acompaA nha os avanços na adequação dos esta-

belecimentos avícolas de postura comercial à Instrução Normativa nº 8, que exige o registro das granjas até março de 2018 junto ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) para continuarem habilitadas a recepção das Guias de Transporte Animal (GTA), desta forma, alojando aves nos próximos anos. Em relatório divulgado em março para a cooperativa, o líder do projeto

BBP Ovos, da Embrapa Suíno e Aves, João Dionísio Henn, enaltece o trabalho significativo do cooperado Solimar Berger, 52, em Santa Maria de Jetibá. A granja dele é considerada vitrine para outros proprietários no cumprimento à legislação da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, de 17 de fevereiro deste ano. Henn destaca a iniciativa do avicultor, uma vez que o seu aviário se encontra em um terreno com diversos desafios para a adequação à legislação ambiental e sanitária. A área fica próxima à estrada principal da localidade, é muito declivosa e com pouco espaço, e apesar disso, é modelo

para outros pequenos avicultores. Com uma avicultura de menor escala - são 9.000 aves em produção, Solimar já conseguiu implementar diversos procedimentos na granja, a exemplo do controle de roedores e visitantes, destinação adequada de animais mortos por meio de compostagem, além da gestão da qualidade da água e higiene

e limpeza rotineiras no galpão, todos estes, devidamente registrados nos formulários de controle. Além disso, o avicultor iniciou a construção da cerca de isolamento, o arco de desinfecção de veículos e a nova composteira para aves mortas. Depois da retirada do lote, o cooperado telou todo o aviário com tela de até uma polegada, conforme exige a Instru-

Solimar Berger mostra ser perfeitamente possível adequar uma granja às exigências

João dionísio Henn, líder BBP Ovos

ção Normativa. A inovação fica também por conta do novo depósito de ovos. “Solimar Berger está mostrando ser perfeitamente possível adequar uma granja às exigências da legislação vigente, melhorar processos e obter melhor qualidade do ovo”, ressalta João Dionísio Henn. O avicultor santa-mariense prevê que em aproximadamente mais 40 dias o aviário estará totalmente em conformidade com a IN nº 8 para então receber novo lote de aves. “São muitas exigências, mas estou sendo orientado pela cooperativa e também propondo outras iniciativas de acordo com minha realidade”, destaca Berger.

AVES realiza levantamento no Espírito Santo

A Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) convocou avicultores do seguimento de postura comercial a participarem de um levantamento de situação de caso, objetivando adequações dos estabelecimentos de produção avícola (granjas) ao registro conforme estabelece a Instrução Normativa (IN) 56/2007, do

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Ministério de Agricultura (Mapa), dentro do prazo estabelecido recentemente pela INº 08, que visa proteger a avicultura brasileira dos riscos de incidência da Influenza Aviária. A doença já atingiu vários países no mundo e que recentemente apresentou casos na América do Sul. A entidade intermediou a contratação da especia-

lista, a doutora Masaio Mizuno Ishizuka, professora titular emérita de Epidemiologia das Doenças Infecciosas e Vigilância Ambiental- FMVZ/ USP. A estudiosa já realizou vários trabalhos no país relacionados à biosseguridade, com atuação em importantes frentes nos principais polos de produção de ovos do país. O trabalho da doutora

Dra. Masaio Mizuno Ishizuka

Masaio visa implantar um programa de biosseguridade junto ao plantel avícola local. O levantamento foi o primeiro passo para iniciar esse processo que estabelecerá diretrizes quanto aos procedimentos que deverão ser realizados pelos avicultores, visando a regularização dos seus estabelecimentos até março do ano que vem.

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Retranca

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instituto Coopeavi

informativo Bimestral da Coopeavi • Ano Viii • N. 45

Mais que um dia para participar do Dia “C” 2017 Todas as iniciativas voluntárias para difundir o coperativismo e colaborar com o próximo podem ser inscritas até 08/07 Dia Internacional O do Cooperativismo será comemorado

no próximo dia 1º de julho. Ao contrário dos últimos anos, a Coopeavi, por meio do Instituto Coopeavi, planeja uma ação de longo prazo que vai além do consagrado Dia de Cooperar, o popular “Dia C”, realizado juntamente com outras cooperativas na ocasião da data. Pela primeira vez, a Coopeavi está mobilizando seus colaboradores da sede administrativa e nas 20 lojas espalhadas no Espírito Santo e em Minas

Gerais para ações de cunho voluntário. A iniciativa vai de encontro com a proposta do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) nacional para as comemorações deste ano. Com o lema “Atitudes Simples que Movem o Mundo”, a ideia é que todas as cooperativas do Brasil tenham o voluntariado como foco. A Coopeavi lançou uma campanha interna para estimular a participação dos seus colaboradores e multiplicar as informações entre cooperados e suas famílias. Sustentabilidade A dica da cooperativa é associar as ações voluntárias aos Objetivos de Desenvolvimento

Com atitudes simples, como ensinar XX tocar LEGENDA violão, xx você pode fazer parte do Dia C Coopeavi 2017

Sustentável (ODS) difundidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) (www. agenda2030.com.br). As temáticas são diver-

Em 2016, os Núcleos Femininos arrecadaram alimentos para o Hospital Concórdia, em Santa Maria de Jetibá

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sificadas e abrangem, por exemplo, segurança alimentar e agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, energia, água e saneamento, cidades sustentáveis, entre outros. Os interessados devem formar grupos de até três pessoas, sendo pelo menos um colaborador, e inscrever sua ideia voluntária até o próximo dia 8 de julho em qualquer loja da Coopeavi. Todas as propostas serão avaliadas por uma comissão interna. Os autores das mais relevantes receberão material de apoio e deverão fornecer relatórios mensais sobre as ações.

As ações estão previstas até novembro deste ano. Depois, um relatório mais completo vai contribuir para verificar os resultados obtidos nas comunidades atendidas pela Coopeavi. intercooperação Apesar do projeto inédito de iniciativas voluntárias, a Coopeavi vai manter a parceria de intercooperação na comemoração do Dia do Cooperativismo. Junto com o Sicoob Centro-Serrano, a Escola Cooperação e a CoopeTranserrana, a Coopeavi prepara uma ação de conscientização sobre o lixo, em Santa Maria de Jetibá.

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Por Dentro da Coopeavi

informativo Bimestral da Coopeavi • Ano Viii • N. 45

Cooperativas agro e de crédito participam de missão técnica Executivos das Cooperativas Capixabas que participaram de missão técnica internacional sobre gestão na Europa ma comitiva de liU deranças do cooperativismo capixaba

participou de uma missão técnica na Europa, de 30 de abril a 13 de maio, para complementar um curso de gestão em cooperativismo. O objetivo foi identificar boas práticas em cooperativas agropecuárias na Alemanha, Holanda, Bélgica e França. Coordenada pela Organização das Cooperativas do Brasil (OCB/ Sescoop/ES) em parceria com o Instituto Superior de Administração e Economia (Isae / FGV), uma das mais renomadas escolas de negócios e formação de executivos do país, o intercâmbio contou com a participação de 27 capixabas. No ramo agro, além da Coopeavi, participaram a Cooabriel, a Veneza e a Selita. As cooperativas foram convidadas para a missão e não tiveram custos com a viagem. Segundo o analista de desenvolvimento humano da OCB/Sescoop - ES, Marcos Vinícius Martins dos Passos, um

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Executivos do Cooperativismo Capixaba participam de etapa internacional do Programa de Formação de Executivos

dos organizadores da comitiva, a viagem incluiu no roteiro cooperativas que são referências mundiais. “Fomos conhecer os modelos de gestão mais eficientes, como ocorre a implantação do planejamento estratégico, além das estruturas de governança nas cooperativas de crédito”, disse. O vice-presidente da Coopeavi, Denilson Potratz, fez parte da missão na Europa. Para ele, a experiência naquele continente é bastante válida para a cooperativa. “A ideia é trazer novi-

dades que tenham aplicação na nossa realidade e também compartilhar essas informações com colegas de outros ramos do cooperativismo.” O superintendente da OCB/ES, Carlos André de Oliveira, afirma que o intercâmbio proporcionou conhecer um modelo de cooperativismo de sucesso, embasado em pontos cruciais para o Espírito Santo. “Dentro do ramo agro, observamos um alto grau de industrialização, diversificação e maior valor agregado aos produtos”, disse.

FALA

Dentro do ramo agro, observamos um alto grau de industrialização, diversificação e maior valor agregado aos produtos carlos andré de oliveira, superintendente da OCB/ES

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Visitas a unidades de referência mundial A viagem começou na cidade de Bonn (Alemanha). No país fica a sede da DGRV, que seria a OCB alemã; e a DMK, a maior cooperativa de laticínio da Alemanha. A primeira etapa da viagem também incluiu capacitação na ADG, instituição de ensino focada na formação de líderes para cooperativas, onde são aplicados diversos programas para cooperativas europeias e do mundo inteiro. Depois da Alemanha, a comitiva seguiu para a Holanda, onde conheceu a Federação das Cooperativas Financeiras; e depois Bruxelas (Bélgica), sede da Confederação das Cooperativas Agropecuárias belgas. Na última etapa, na França, duas cooperativas e a sede da Embaixada do Brasil estiveram no roteiro. “Essa etapa internacional é a segunda parte do curso de oito módulos abordando diversos temas relevantes para as lideranças. A partir da viagem, o objetivo é identificar boas práticas de gestão de cadeia produtiva e implementar ações dentro das nossas cooperativas”, explica Marcos Vinícius.

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Coope Notícias - Junho 2017 - ED #45  

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