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Edição 49 Ano 9 Abril 2018 Santa Maria de Jetibá - ES

O jornal do cooperado da:

Cooperativa anuncia a retomada do crescimento em 2018 pág. 4 e 5

Coopeavi recebe visita inédita do Ministro da Agricultura pág. 6

Vai começar ciclo de palestras do Qualificaves pág. 11


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Palavra da Diretoria

Resultados da Coopeavi em 2017

F

indamos mais um ano com muito trabalho, dedicação e garra para entregar o melhor resultado possível. Não foi um ano fácil. As incertezas políticas só dificultaram as nossas tomadas de decisões, pois influenciaram na economia e, consequentemente, nos resultados de todas as ações que desenvolvemos ao longo do ano. Para se ter uma ideia, determinados fatos influenciaram na taxa do dólar, que por sua vez alterou o preço do milho e fertilizante. Foi praticamente um jogo de xadrez. Foi necessário ficarmos atentos a todos os acontecimentos. Por outro lado, percebemos que o cooperado vem acreditando e confiando na Coopeavi e em sua gestão.

Tivemos esta certeza com o resultado da 1ª Pesquisa de Levantamento de Necessidades e Satisfação de nosso quadro social. Nela ficou evidenciado que 8 em cada 10 associados tiveram suas expectativas atendidas ao se associarem à cooperativa, e na memória dos cooperados o nome Coopeavi está ligado a palavras como: Cooperativa, Ajuda, Apoio ao Produtor, União, Pre-

ço Justo, Parceria, Bom Atendimento... Isso nos enche de orgulho! Nossos produtos, serviços e gestão também foram avaliados. Em uma escala de 0 a 10, as rações Coope receberam nota 9,1. Nossas lojas de produtos agropecuários nota 8,9 e a Consultoria Técnica nota 8,2. No atendimento geral prestado ao cooperado, fomos avaliados em 8,2 e no quesito Gestão e Diretoria, atingimos a

nota 8,6. Nesse ano que passou, conseguimos mais do que o resultado econômico. Essa certeza de que o cooperado acredita na nossa gestão, atestando que a Coopeavi está cumprindo sua missão, é que nos faz seguir em frente motivados e determinados em melhorar cada vez mais. Você associado é a razão de existir da Coopeavi e está 100% em nosso foco de trabalho.

Informativo Bimestral da Coopeavi Santa Maria de Jetibá - ES Ano IX – Nº 49 Diretoria Executiva

Arno Potratz PRESIDENTE

Denilson Potratz VICE-PRESIDENTE

Argêo João Uliana DIRETOR ADMINISTRATIVO COMERCIAL

Avelino Hell, Ederson Jacob Edival Corteletti Fábio Fösh Willian Espíndula CONSELHO ADMINISTRATIVO

Carlos Alberto Roldi Filho Josélio Kruger Marco Aurélio Kurt CONSELHO FISCAL

Carlos A. Lima Daniel Piazzini Luís C. Brandt Marcelino Bellardt GERÊNCIA EXECUTIVAS

Você associado é a razão de existir da Coopeavi e está 100% em nosso foco de trabalho

Domicio Faustino GERENTE DE COMUNICAÇÃO

Fred Colnago PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO

Leandro Fidelis TEXTOS

Daniel Piazzini Domicio Faustino Lívia de Souza Miranda REVISÃO

GIRO RÁPIDO

Novos membros do Conselho Fiscal Além de aprovar as contas, a AGO da Coopeavi, que você acompanha em detalhes nas páginas 3 e 4 desta edição, a cooperativa renovou dois terço do Conselho Fiscal para este ano. Por unanimidade, foram eleitos Carlos Alberto Roldi Filho, Josélio Kruger e como suplentes. Elimar Schwambach, Horácio Müller e Alfeu Scota.

Arquivo Coopeavi

Cooperjovem lança ‘Cooperativas Mirins’

Em abril, o programa “Cooperjovem” (OCB) inicia um novo projeto, o “ Cooperativas Mirins”. Elas são cooperativas escolares, formadas por estudantes, para a realização de atividades socioeconômicas e culturais em benefício dos associados. A Coopeavi é parceira da Escola Cooperação (Santa Maria), onde acontece projeto piloto .

FOTOS

Coopeavi apoia Festa do Tomate A Coopeavi patrocinou pela primeira vez a Festa do Tomate, cuja 32ª edição foi realizada entre os dias 26 e 28 de janeiro, no Distrito de Alto Caxixe, em Venda Nova do Imigrante. O evento promove shows musicais e concurso de qualidade entre os produtores.

Tiragem 3.000 exemplares Fale Conosco (27) 3263-4750 – ramal 4830 imprensa@coopeavi.coop.br

Rua Francisco Schwartz, 88 - Centro Santa Maria de Jetibá - ES CEP: 29.645-000 Fb.com/coopeaviagronegocios Twitter.com/Coopeavi Instagram.com/Coopeavi

Coopeavi participa do Circuito ‘Águas Pomeranas’ fim de levar à refle- templando também a per, Cesan, Farese, SiA xão sobre a impor- avicultura, com o intui- coob, entre outros. tância da água para a to de sensibilizar toda a A Coopeavi apresen-

“Sistemas de irrigação eficientes” foi o tema da Coopeavi.

vida humana, a Coopeavi participou, no dia 22 de março, Dia Mundial da Água, do Circuito “Águas Pomeranas”. O evento foi uma realização da Prefeitura de Santa Maria de Jetibá, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A proposta do circuito é apresentar mecanismos de otimização do uso da água para a agricultura familiar, con-

população, especialmente o produtor rural, sobre a importância do uso consciente deste recurso natural. Nove tendas foram montadas por entidades parceiras para interagir e capacitar os participantes. Além da Coopeavi e das secretarias de Meio Ambiente e Agropecuária, participaram: EDP Escelsa, Idaf, Sindicato dos Produtores Rurais, Inca-

tou ao público sistemas de irrigação eficientes, com economia de água. “Diante da crise hídrica que o Estado enfrentou recentemente, o circuito foi uma oportunidade de os produtores, que são tão cobrados por métodos efetivos de uso da água, compreenderem novos processos e equipamentos”, afirma a secretária de Meio Ambiente, Rose Angela Krause.


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Assembleia Geral Ordinária mostrou transparência da cooperativa e credibilidade do cooperado

AGO 2018

Coopeavi aprova contas e anuncia retomada do crescimento em 2018 Com aprovação dos associados, coperativa vai investir cerca de R$ 6 milhões em projetos para expansão dos negócios ano de 2018 será O marcado por uma série de ações e investi-

mentos da Coopeavi. O valor previsto para os projetos de inovação e expansão de novos negócios é de R$ 6 milhões e foi aprovado pelos associados durante Assembleia Geral Ordinária (AGO), no último dia 24 de março, no ginásio de São Luiz, em Santa Maria de Jetibá. A Coopeavi aposta no

controle da inflação e na volta do crescimento econômico para a cooperativa continuar a crescer este ano de forma sustentável. O valor dos investimentos é 174 % maior do que o aprovado em 2016, quando as ações se concentraram principalmente na busca pela eficiência operacional. Este ano, os investimentos contemplam as principais atividades da Coopeavi (avicultura e cafeicultura), além da frota e do setor de tecnologia e gestão. Só na área de avicultura, os recursos previstos são na ordem de R$ 2,55

milhões. O destaque é a abertura do edital para o segundo grupo de cotistas do Condomínio Avícola de Postura Comercial e a construção do terceiro galpão para novos alojamentos de poedeiras. Outros investimentos em avicultura atendem a Fazenda Sede, a recria

e comercialização de ovos, e também a construção de um novo silo para armazenamento de milho com capacidade de 1.800 toneladas, em Santa Maria de Jetibá. O vice-presidente da Coopeavi, Denilson Potratz, afirma que as ações da cooperativa são para atender as demandas e necessidades dos associados. “Depois Nós esperamos cenário passado deso momento oportuno do favorável, esperamos para agregar mais o momento oportuno negócios para para agregar mais negóa cooperativa cios para a cooperativa crescer e acompanhar o crescer crescimento dos coopeDenilson Potratz, vice-presidente da Coopeavi rados”, disse.

“Assembleia Solidária” arrecadou 807 quilos alimentos, que foram doados para o Hospital Madre Regina Prottman, em Santa Teresa

Modernização do Complexo Logístico na pauta de ações A modernização do Complexo Logístico, em Ibiraçu, também está na pauta de ações e investimentos. Está nos planos da cooperativa fazer a verticalização da estrutura – armazenamento em prateleiras estruturadas – e a implantação do sistema WMS, software que controla a entrada, saída e o endereçamento, ou seja, a localização dos produtos nas prateleiras. E ainda o setor de insumos agropecuários estuda a ampliação do mercado de varejo com a abertura de mais uma loja, além de reformas das unidades de Fazenda do Estado (Domingos Martins) e em Caratinga, região Leste mineira. Outra novidade fica por conta da profissionalização na etapa de torra de café, com a aquisição de equipamentos de última geração, e no lançamento do e-commerce (*Mais na pág.4).


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AGO 2018

Mais de R$ 1 milhão distribuídos entre associados Do montante, 50% serão convertidos em crédito nas lojas e a outra metade, integralizada na conta capital dos cooperados assembleia contou A com a presença de aproximadamente mil

pessoas, entre cooperados e autoridades municipais, estaduais e federais. Na ocasião, os associados receberam o relatório de atividades de 2017. Houve crescimento no faturamento nas operações de comercialização com os cooperados (5,4% em relação a 2016), fechando o anocom a receita líquida de R$ 323,1 milhões e apurando um resultado de R$ 4,6 milhões. Durante o evento, os associados aprovaram as contas de 2017 e deliberaram a distribuição de um total de R$ 1.179.205,25 entre os cooperados que movimentaram com a Coopeavi naquele ano, proveniente das sobras depois das deduções es-

Transparência: cooperados erguem relatório de atividades

tatutárias. Desse montante, 50% serão devolvidos para os produtores em forma de crédito para aquisição de insumos nas lojas Coopeavi a partir de 02 de abril. A outra metade será integralizada diretamente na conta capital do cooperado.

EM NÚMEROS

R$ 323,1 milhões de receita líquida em 2017

R$ 4,6 milhões resultado financeiro da Coopeavi em 2017

R$ 1.179.205,25

distribuiído em os cooperados que movimentaram

Merece destaque ainda a evolução do quadro social da cooperativa, que cresceu 7,2% com o ingresso de 818 novas famílias de produtores rurais entre os associados, fechando com 12.207 cooperados. “Agradecemos ao associado, principalmen-

te aquele que negocia conosco e compreende que a evolução da cooperativa é o seu próprio crescimento. Esperamos que continue a depositar em nós sua confiança e credibilidade para os próximos anos”, finaliza o presidente da Coopeavi, Arno Potratz.

MOMENTOS

Vindo à Assembleia, a gente fica mais por dentro do que acontece na cooperativa, se está dando lucro Anaíro Schulz, cooperado

É bom a gente participar para saber como anda a cooperativa. Aqui estamos perto das pessoas, é a melhor coisa Josiane Delpupo, cooperada

Só não venho à Assembleia em caso de doença. Coopero há mais de quinze anos e estou satisfeito com os resultados Valentim Loss, cooperado

“A Assembleia mostra a compreensão do nosso cooperado. O nosso compromisso é trazer prosperidade para todos, estou muito satisfeito”

“Nós acreditamos na nossa transparência e, com planejamento, temos coragem para investir e fazer o dinheiro do cooperado se multiplicar”

“Nos dois anos de crise, seca, a Coopeavi avançou porque trabalha de forma séria e organizada, gerando trabalho, renda, cidadania, dignidade e oportunidade”

Arno Potratz, presidente da Coopeavi

Argêo Uliana, diretor administrativo comercial da Coopeavi

Carlos André de Oliveira, superintendente da OCB/ES.

O interesse de saber como estão as contas é o que me traz aqui. Estou cada vez mais confiante na cooperativa Vanderlei Ott, cooperado

“A Coopeavi é orgulho para o ES e referência para o Brasil. O cooperativismo é o Brasil que dá certo. A política tem que se espelhar onde acontece a transparência, a prestação de contas.” Evair de Melo, deputado federal

“A AGO mostra a capacidade de mobilizar do cooperativismo. A cooperativa maximiza os ganhos do produtor. Imagine esses trabalhadores agindo individualmente?”. Ricardo Ferraço, senador


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AGO 2018

Condomínio Avícola contribui para redução de custos da ração

avicultura apresenA tou os melhores resultados da Cooperativa

Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) em 2017 e está no foco dos investimentos para a expansão dos negócios em 2018. Estão previstos recursos na ordem de R$ 2,5 milhões, conforme anunciado na Assembleia. O destaque é o segundo grupo do Condomínio Avícola de Postura Comercial, que vai culminar com com a abertura do terceiro galpão para novos alojamentos de poedeiras. Outros investimentos em avicultura atendem a Fazenda Sede da Coopeavi, a recria e comercialização de ovos, e também a construção de um novo silo. Além disso, dados das unidades estratégicas de negócio da Coopea-

vi indicam aumento na produção de ração e na venda de caixas de ovos e ovos pasteurizados. Em 2017, a cooperativa comercializou um volume 24,5% a mais que em 2016 e registrou aumento de 8,4% na venda de caixas de ovos, com 30 dúzias cada, e 10,1% de ovos pasteurizados. Para o gerente executivo de produção da Coopeavi, Luís Carlos Brandt, o funcionamento pleno do Condomínio Avícola impactou nos resultados, benefician-

Os custos de fabricação e transporte de ração foram reduzidos para os produtores, mesmo os não cotistas Luís Brandt, gerente de produção

do todos os avicultores ligados à cooperativa. “A perspectiva é o Condomínio continuar a ampliar a participação nos negócios da cooperativa. Os custos de fabricação e transporte de ração foram reduzidos para os produtores, mesmo os não cotistas, devido ao volume demandado pelo Condomínio”, afirma. O mesmo ocorre na fábrica de ração da cooperativa. De acordo com Brandt, o Condomínio Avícola participa de pelo menos 20% do volume de ração demandado para a fábrica. “Esse volume de ração acaba por diluir todo o custo fixo da ração produzida, beneficiando a todos os avicultores associados à Coopeavi”, conclui o gerente de produção da cooperativa.

E-commerce de café no ar este ano Um canal para comercialização cafés especiais torrados e para contar a história dos cafeicultores das montanhas capixabas por trás das embalagens dos produtos. Essa é a proposta do projeto de e-commerce a ser lançado este ano pela Coopeavi para incrementar os negócios no setor cafeeiro O projeto foi anunciado pela diretoria da cooperativa durante a Assembleia. Por meio do site www.pronovacoffee.com, que está em processo de finalização, será possível adquirir os cafés finos da marca Pronova, paralelamente à linha tradicional. O gerente executivo de marketing da Coopeavi, Daniel Piazzini, aposta no e-commerce para garantir a rastreabilidade dos cafés da cooperativa. “Um dos diferenciais da nova plataforma é a possibilidade de conhecer a história dos cafeicultores ligados à Coopeavi. É mais do que um site

Cafés da marca Pronova estarão à venda pela Internet.

de venda, lá o consumidor poderá visualizar a propriedade e conhecer as famílias que estão produzindo esses cafés únicos”, destaca. Depois de três anos da agricultura capixaba ser assolada pela crise hídrica, o setor de cafeicultura volta a respirar aliviado, conforme apontam os resultados da Coopeavi relativos ao ano passado. Segundo dados das unidades estratégicas de negócio da cooperativa, o comércio e as exportações de café subiram consideravelmente em comparação com 2016. Em 2017, a cooperativa teve um aumento de 36,2% na comercialização de café verde,

alcançado um volume de 191,4 mil sacas. Já na venda de cafés especiais, o volume de sacas foi 32,5% maior que em 2016, enquanto as exportações aumentaram em 18,5%. Além do e-commerce, os investimentos da Coopeavi estimados em R$ 657,5 mil vão contemplar reformas nos armazéns e melhorias na torrefação de café. “Depois do cenário passado desfavorável, esperamos o momento oportuno para agregar mais negócios para a cooperativa crescer e acompanhar o crescimento dos cooperados”, finaliza o vice-presidente da cooperativa, Denilson Potratz.

O funcionamento pleno do Condomînio impactou nos resultados em 2017.

Cooperativa apresenta bons indicadores financeiros A Coopeavi vem retomando a evolução dos indicadores. A liquidez corrente, indicador que mostra a capacidade de pagamento a credores no curto prazo, manteve-se positiva marcando R$ 1,12. Já a liquidez geral, que trata das obrigações no longo prazo está vem evoluindo desde 2015, chegando a R$ 0,98, um crescimento de 4,2%. Contudo, vale destacar a redução do prazo médio de renovação de estoques que atingiu 49 dias, 9,2% inferior a 2016, que contribuiu significativamente para reforçar o caixa da coo-

Potratz: resultado do esforço

perativa e a evolução do patrimônio líquido, que continuou crescendo, fechando o ano em R$ 75,8 milhões. Outro indicador financeiro favorável é o Ebtida, que representa quanto uma empresa gera de recursos através de suas atividades operacionais, sem contar impostos, depreciação e outros efeitos financeiros. A cooperativa fechou o ano com R$ 15,1 milhões de Ebtida. Para o presidente, Arno Potratz, o controle da inflação e a volta do crescimento, aliados ao fim da crise hídrica, fizeram os negócios respirarem mais aliviados. “Durante a crise, buscamos as melhores oportunidades para os nossos associados. Mantivemos o resultado operacional na faixa dos R$ 15 milhões, reduzimos significativamente o giro de estoque, o ciclo financeiro e a dívida líquida, trazendo dinheiro para o caixa da cooperativa”, destacou.


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Ministro da Agricultura faz visita inédita à Coopeavi Blairo Maggi se reuniu com a diretoria, colabores, cooperados e autoridades e destacou importância do cooperativismo

FALAS Infraestrutura “Como é que o Governo pode fazer para melhorar a renda de vocês, aqui em Santa Maria?! Milho caro, estrada ruim, impostos, portos, ferrovias... tudo isso faz parte de um conjunto que uma vez o país conseguir melhorar, conseguir fazer, vai melhorar o preço das mercadorias aqui. Entre eu no meu Mato Grosso e vocês aqui tem uma diferença gigante. O milho para nós lá não vale nada”, avaliou.

Coopeavi recebeu, A em 15 de março, a visita do ministro

da Agricultura, Blairo Maggi. Foi a primeira vez que um membro do alto escalão do governo federal esteve em Santa Maria de Jetibá, na região serrana do Espírito Santo, onde fica a sede da cooperativa. Maggi se reuniu com a diretoria, colaboradores e cooperados da entidade, dentre agricultores familiares e avicultores, além de autoridades municipais, estaduais e federais. A visita à Coopeavi foi intermediada pela senadora Rose de Freitas e pelo deputado federal, Evair de Melo e a OCB-ES. Santa Maria reúne diversos motivos para colocar o Espírito Santo numa posição de destaque no cenário do agronegócio nacional. É o segundo município maior produtor de ovos do Brasil, é o primeiro capixaba em PIB agrícola e a Coopeavi está no ranking das 200 maiores e melhores

Tenho consciência das necessidades. A sociedade espera bons produtos, mas não se importa com a renda dos produtores Blairo Maggi, ministro

Maggi teve recepção calorosa na cidade

empresas do agro do Estado. O ministro destacou a importância do trabalho conjunto entre a pasta e as associações e cooperativas de produtores rurais do país. “Tenho consciência plena das necessidades dos agricultores. A sociedade sempre espera produtos bons e baratos, mas não se importa com a renda dos produtores”, disse Maggi. Blairo Maggi também ressaltou as mudanças em mais de 900 normas ligadas à agricultura, pecuária e abastecimento para facilitar a vida do produtor rural. “Esse é o princípio que estamos trabalhando no Brasil inteiro para os produtores terem sua renda garantida”.

Placa comemorativa Por ocasião da vinda do ministro, a Coopeavi lançou uma placa comemorativa na fachada da sede e presenteou Maggi com os cafés especiais da marca Pronova e o livro comemorativo aos 50 anos da cooperativa. Em 2018, a Coopeavi comemora 54 anos de atuação, reunindo cerca de 12 mil associados. O diretor administra-

tivo comercial da Coopeavi, Argêo Uliana, considera o dia 15 de março de 2018 um marco histórico na cooperativa. “Nunca vi desde o início da Coopeavi um ministro sair de Brasília para conhecer produtores da região serrana capixaba. Isso aponta para um futuro melhor para nossa agricultura”, declarou.

Autoridades fazem o decerramento da placa comemorativa

MOMENTOS “Santa Maria, depois de Aracruz, foi a que mais empregou. E, depois, o ICMS dessa cidade cresceu 18%. Isso é fruto de algum visionário? É fruto da labuta cotidiana de todo mundo que trabalha” Rose de Freitas, senadora

“A Coopeavi possui estrutura e conta com 12 mil associados. Apesar das dificuldades, o trabalho cooperativista e associativista é uma forma de manter os produtores rurais em atividade” Nélio Hand, diretor executivo Aves

“Santa Maria é um município novo, trinta anos de idade, e prosperou com suas próprias pernas. Agradeço à Coopeavi, a maior empresa do município, pela oportunidade”

““Vivemos crises política e econômica, mas o que vemos em Santa Maria é uma cooperativa crescendo 40%, não importando o tamanho da dificuldade e do desafio”

Hilário Roepke, prefeito de Santa Maria de Jetibá

Ricardo Ferraço, senador da República

“Em muitos momentos nós (Mato Grosso) não queremos plantar porque não dá lucro nenhum, mas plantamos por R$ 20 uma saca. Mas, para vocês, chega por R$ 40 ou R$ 45. O que faz esse negócio ficar deste tamanho? É o frete! A distância de dois mil e poucos quilômetros, são as estradas ruins, as ferrovias que não funcionam. Então, o Governo tem de investir na infraestrutura do país”. Importação de milho “Urgentemente vocês têm de começar a pensar na importação de milho, se for mais barato que trazer de outro lugar. Eu consigo entender todo o sistema, e aqueles que estão envolvidos precisam tomar atitudes antecipadas para que o prejuízo não chegue”. “Muitas das viagens que fiz resultaram em decisão firme, permitiam ver o que era prioridade. Por isso, é importante que o ministro, o senador, o deputado saia de sua sala e venha ao encontro daqueles que trabalham no campo”.


Avicultura

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Avicultores aptos para novos alojamentos Eles estão entre os 337 proprietários de granjas que cumpriram as exigências da Instrução Normativa nº 008, do Mapa uarenta e seis aviQ cultores com processos elaborados pela

Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), além de outros associados que assumiram a regularização da granjas de postura comercial por conta própria, vão poder receber novos lotes de galinhas poedeiras. Eles cumpriram as exigências da Instrução Normativa (IN) nº 008, de 17 de fevereiro de 2017, do Ministério da

A avicultura tem importante papel socioeconômico, daí a garantia de condições mínimas de biosseguridade Júnior Abreu, diretor do Idaf

Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os granjeiros estão entre os proprietários de 337 granjas avícolas comerciais capixabas que apresentaram requerimento de registro ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf). O prazo para entrega da documentação foi oficialmente encerrado no último dia 3 de março. Agora, os processos serão analisados pelas equipes do Idaf. Em caso de necessidade de adequações, os responsáveis terão um prazo de até 30 dias para promover os ajustes. De acordo com a legislação federal, os estabelecimentos que não protocolaram não têm mais permissão para novos alojamentos até que o núcleo se adeque à legislação. “Todos os produtores que entregam ovos no Entreposto da Coopeavi apresentaram requerimento de registro de granjas. A primeira etapa é o requerimento, que gerou número de protocolo. Após, a documentação será analisada, e se estiver tudo certo, a próxima etapa será a vistoria”, explica o veterinário da Coopeavi, Tarcísio Simões. De acordo com o di-

Granjas ligadas à Coopeavi são modelo de fitossanidade

retor-presidente do Idaf, Júnior Abreu, o Instituto vem realizando diversas ações ao longo dos anos para contribuir com o processo de regularização. Cursos, reuniões técnicas, palestras, capacitações, participação em feiras agropecuárias,

elaboração de cartilha orientativa, entre outras iniciativas foram realizadas em parceria com a Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves). “A avicultura tem um importante papel social e econômico no Estado, por isso, tanto o Idaf

quanto a Aves atuam para garantir que as condições mínimas de biosseguridade sejam implantadas, prevenindo a introdução no Estado de doenças de impacto sanitário e econômico, como a influenza aviária, por exemplo”, explica Abreu.

Histórias por trás dos ovos em site reformulado

Projeto de rastreabilidade vai ser atualizado

Principal canal para saber a procedência dos ovos da Coopeavi, o site “Coopeavi Ovos” vai ganhar uma nova versão ainda neste ano. A exemplo dos cafés, os avicultores de toda a região produtora ligada à cooperativa terão suas histórias contadas, com textos e fotos. O trabalho de campo foi realizado durante o mês de dezembro de 2017 pela equipe de co-

municação da Coopeavi. Agora, os profissionais preparam a reformulação do site para manter o projeto de rastreabilidade, atendendo o consumidor final dos nossos produtos. Cada ovo que sai do entreposto da Coopeavi traz um código, que pode ser acessado através do www.coopeaviovos. com.br para saber a propriedade e o produtor que o produziu.


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CONHECIMENTO

Missões técnicas ampliam perspectivas de negócios Viagens visam partilhar boas experiências, trazer mais informações e apresentar melhores práticas aos cooperados

Giliarde Cardoso e Leonardo Eurípedes (à direita na foto) conheceram os cafés da Amazônia.

Coopeavi está semA pre antenada às tendências e melhores prá-

ticas no agronegócio. A cooperativa entende que, para crescer, é necessária a busca incessante por informações, intercambiando com outras entidades dentro e fora do país, com a finalidade de compreender cada vez mais as demandas do consumidor final. Só neste primeiro trimestre, especialistas da Coopeavi representaram a cooperativa em três missões técnicas, todas custeadas por outras entidades. Nos dias 21, 22, 23 e 24 de fevereiro, uma comitiva formada por 14 capixabas, entre avicultores e suinocultores, participou de uma viagem ao Mato Grosso, no Centro-oeste brasileiro. O objetivo foi conhecer a produção de milho, principal insumo dos setores de avicultura, suinocul-

tura e proteína animal no Espírito Santo. O grupo voltou otimista, pois a expectativa da “safrinha”, como é chamada a segunda safra de milho, promete ser boa, apesar da estimativa de produtividade menor. Segundo os especialistas, a produção total em Mato Grosso deve ficar em torno de 26 milhões de toneladas este ano. A missão técnica foi organizada pelas asso-

ciações de Avicultores e de Suinocultores do Espírito Santo (Ases/Aves) e contou com apoio da Corretora Nacional de Mercadorias, além da presença do comprador especialista da Coopeavi, Vilson Ninke. No dia 23, a comitiva visitou uma indústria de etanol de milho, em Sorriso; participou de reuniões com representantes de armazéns, empresas e da cooperativa

Integração para negócios futuros Nélio Hand ressalta que o Espírito Santo é um dos poucos a promover a integração entre consumidor e fornecedor de milho. Para ele, a aproximação gera mais confiança nos processos de comercialização e interesse do Mato Grosso manter o abastecimento futuro. “O setor local tem que dar atenção ao Mato Grosso, pois aquele Estado tem interesse em continuar nos abastecendo. Já existem trabalhos em vista para o agricultor plantar já com a certeza de que compradores vão adquirir o produto”.

Segundo o líder da comitiva, com essa negociação estabelecida o produtor de milho vai conseguir, a médio prazo, equilibrar os custos em relação ao insumo. Outra vantagem no plantio com destinação certa é evitar concorrência com a indústria de

etanol do milho. Só em Sorriso são três prestes a entrarem em funcionamento, com expectativa de outras duas. “É possível essas indústrias serem concorrentes futuramente. Nós precisamos também assegurar nosso abastecimento de milho”, avalia.

Comitiva no Mato Grosso

Cooavil, todas integrantes da cadeia do milho, além de conferir as tendências de preço. O Mato Grosso encerrou a colheita da soja de verão e iniciou o plantio da segunda safra de milho. “Constatamos que a ‘safrinha’ tem mais de 90% do plantio pronto. As chuvas estão caindo na medida certa para os plantios se desenvolverem e os produtores atingirem a safra pre-

vista”, ressalta o diretor-executivo da Aves/ Ases, Nélio Hand. Vilson Ninke (Coopeavi) destaca a importância de estreitar relações com o Estado fornecedor de milho. “Durante a viagem, pudemos conhecer um pouco da realidade das fazendas, do plantio até a colheita. O clima está favorável, ajudando a semear a ‘safrinha’ para o meio do ano”, diz o comprador.

Capixabas são recepcionados por vereadores No Mato Grosso, o grupo capixaba também percorreu fazendas, conheceu o complexo da fazenda Paraguaçu, em Boa Esperança, e foi recepcionado pelo presidente da Câmara Municipal de Sorriso, Fábio Gavasso e outros vereadores. Conhecido como “Capital Nacional do Agronegócio”, o município mato-grossense mantém uma sólida parceria no fornecimento de milho para o Espírito Santo. “É bom conhecermos o caminho da nossa

produção e ouvir o quão é importante nossa matéria-prima para a alimentação da cadeia de avicultura e suinocultura capixaba. Isso nos fortalece a realizar mais ações para o crescimento de nossa agricultura”, disse Gavasso.

É bom conhecermos o caminho da nossa produção e saber a importância da nossa matéria-prima Fábio Gavasso, presidente da Câmara de Sorriso (MT)


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Brandt (de pé, na ponta esquerda) embarcou com outros brasileiros para missão no México.

CONHECIMENTO

Conhecendo a avicultura mexicana O México é o maior consumidor mundial de ovos per capta e tem muito a nos ensinar com soluções para reduzir custos e 4 a 11 de março, D o gerente executivo de produção da Coopeavi, Luis Carlos Brandt, esteve em uma missão técnica no México, custeada e organizada pela Hy-Line do Brasil. A em-

A partir de sociedades colaborativas, os mexicanos compartilharam estruturas individuais para reduzir custos de todo o grupo Luis Brandt, gerente de produção

presa levou um grupo de 12 pessoas, entre técnicos e produtores de todo o Brasil, para conhecer a avicultura local. Os participantes conheceram a produção, as estruturas de postura climatizadas, convencionais e automatizadas, como funciona o mercado da comercialização de ovos no México, além de visitarem indústrias de abate de aves de descarte e de fabricação de ração, bandejas e caixas de papelão. Durante uma semana, o grupo esteve na região de Jalisco, considerado o principal polo produtor mexicano. Segundo Brandt, num raio de 50 km encontram-se 60 milhões de aves. O mexicano consome cerca de 23 kg de ovos por ano, isso dá quase 370 ovos per capta. “Por isso, o país detém hoje o principal consumo mundial per capta. Conhecemos outra realidade, uma vez que su-

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pera o consumo brasileiro, de 192 ovos por ano”, destaca o gerente. Para Brandt, o mais interessante da experiência foi ver de perto a superação dos avicultores mexicanos nos campos econômico e sanitário. O país sofreu com a Influenza Aviária e, na base da união, os produtores encontraram saídas para superar a doença e reduzirem custos na produção. É o caso das fábricas de ração, bandejas, caixas de papelão e do abatedouro de aves de descarte. “Eles tiveram desafios na parte de

suprimento de matéria-prima e insumos. A partir de sociedades colaborativas, compartilharam estruturas para reduzir os custos

de cada avicultor. Mesmo produzindo individualmente, as soluções foram para todo o grupo”, avalia Luis Carlos Brandt.

Grupo conheceu abatedouro

Coopeavi na missão ‘Robustas Amazônicos’ Março também foi o mês de outra missão técnica, a “Robustas Amazônicos”, entre os dias 14 e 16, em Rondônia, norte do país. A

Coopeavi ficou representada pelo gerente do Negócio Café, Giliarde Cardoso, e pelo engenheiro agrônomo Leonardo Eurípedes, que

Rondônia melhorou qualidade.

somaram-se a outros 23 especialistas do Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro. Eles integram o grupo O grupo GTEC-Conilon, criado há cinco anos como um fórum de debates sobre a cafeicultura nacional e teve iniciativa da Syngenta Produção de Cultivos Ltda. A viagem foi organizada pela Embrapa Rondônia e incluiu no roteiro a Cacoal Selva Park e propriedades de café dos municípios de Cacoal e Rolim de Moura. De acordo com Cardoso, Rondônia aumentou seu parque cafeeiro nos últimos anos e trabalhou a melhoria

da qualidade com bons resultados. “Muitas vezes os produtores rondonienses vêm ao Espírito Santo, e essa foi a oportunidade de conhecer tecnologias que estão dando certo lá e são passíveis de serem colocadas em prática aqui também. Esse intercâmbio é muito importante”, ob-

Foi a oportunidade de conhecer tecnologias que estão dando certo lá e podem ser colocadas em prática aqui Giliarde Cardoso, gerente do Negócio Café da Coopeavi

serva o gerente da Coopeavi. A cafeicultura de Rondônia tem passado por mudanças positivas nos últimos anos, com destaque para o aumento da eficiência produtiva, crescimento do volume da safra e melhoria da qualidade. Essa renovação da lavoura é consequência do uso de tecnologia clonal, materiais genéticos superiores, irrigação e novas práticas de manejo. O clima amazônico tem se mostrado muito favorável à produção de cafés híbridos (conilon e robusta), conhecidos pela alcunha de “Robustas Amazônicos”.


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Cafeicultura

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano IX • N. 49

8º Encontro Estadual do Conilon Descascado foca na produção de cafés especiais Objetivo do evento foi contribuir com a sustentabilidade econômica da produção capixaba do Café Conilon m sua oitava edição, E o Encontro Estadual do Conilon Descascado,

promovido pela Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), abordou a produção de cafés especiais entre produtores associados e autoridades do setor no dia 21 de março, em Santa Maria de Jetibá. Com o tema “Perspectivas e Expectativas para o Conilon Descascado”, o evento foi realizado no Cerimonial Majeski, no centro da cidade, com a participação de 50 pessoas. Os debates foram conduzidos pelo gerente do Negócio Café da Coopeavi, Giliarde Cardoso; e pelo gerente executivo de marketing da cooperativa, Daniel Piazzini. Atualmente, o Espírito Santo é o maior produtor brasileiro de conilon do país, com 75% da produção nacional do Robusta, e a variação de 8,5 a 9,5 milhões de sacas por ano. Só para ter uma ideia, se o Estado fosse um país, seria o segundo maior produtor mundial. Pensando em contribuir com a sustentabilidade econômica da produção capixaba do

Os cafeicultores tiveram oportunidade de opiniar no evento

conilon, o Encontro Estadual vem propor ao produtor refletir sobre a produção de grãos especiais. “A produção de qualidade possibilita agregar valor ao produto, mas é necessário o compromisso de produzir um volume uniforme ano após ano, para dar sustentabilidade ao mercado. No evento, vamos buscar refletir sobre o papel do cafeicultor no mercado e decidir sobre o andamento do trabalho desenvolvido pela cooperativa em torno do conilon descascado”, destaca Giliarde. O cafeicultor Geovani Sering, afirma que o Encontro é importante

para adquirir “sabedoria teórica” para colocar em prática no dia a dia nas lavouras. “Foi interessante devido ao debate sobre continuar ou não com conilon descascado. Em 2011, a Coopeavi abriu essa porta para nós, não podemos deixar fechá-la porque almejo chegar muito mais longe, com conilon de qualidade”, disse.

Em 2011, a Coopeavi nos abriu essa porta da qualidade de conilon, não podemos deixar fechá-la Geovani Sering, cafeicultor cooperado


Avicultura

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano IX • N. 49

Qualificaves 2018 dá início ao ciclo de palestras

PROGRAMAÇÃO

> 26/04/18 Boas Práticas na Produção de Ovos INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Coopeavi e Embrapa > 17/05/18 Alternativas ao Uso de Antibióticos

A primeira será realizada no próximo dia 26 de abril, em Santa Maria, com apresentação dos resultados do BBP-Ovos em 2017

INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Kera Nutrição Animal > 21/06/18 Ganhando dinheiro com o Bem-Estar Animal

Programa Anual O de Capacitação dos Avicultores (Qualifica-

ves 2018) vai começar. Oito palestras mensais estão previstas até o final do ano, sendo que a primeira do calendário acontece no próximo dia 26 de abril, numa parceria entre Associação de Avicultores do Espírito Santo (Aves), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Coopeavi. Com o tema “Boas Práticas na Produção de Ovos”, a palestra será realizada às 18h, no Cerimonial Majeski, em Santa Maria de Jetibá, sob o comando da pesquisadora em Sanidade Animal na Embrapa Suíno e Aves, Sabrina Castilho Duarte. Na ocasião, o analista de transferência de tecnologia na mesma instituição, João Dionísio Henn, vai apresentar os resultados do projeto BBP-Ovos na Coopeavi. Haverá um jantar a partir das 20h. Segundo o diretor executivo da Aves, Nélio Hand, o programa é

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INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Coopeavi

> 19/07/18 Mycoplasma ou Laringotraqueite

INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Ceva

As palestras seguirão até 22 de novembro.

estabelecido conforme as demandas dos associados, com temas tanto para quem atua com frangos de corte como para postura comercial. “No caso da postura, em parceria com a Coopeavi teremos módulos com temas bem presentes no setor, entre nutrição animal, rentabilidade, doenças, rastreabilidade e bioseguridade”. O veterinário da Coopeavi, Tarcísio Simões, lembra a importância da participação dos cooperados e produtores autônomos no programa de capacitação. De acordo com ele, o Qualificaves

é parte do processo de registro das granjas. “Os avicultores podem usar os certificados do Qualificaves como comprovante de que está capacitado”, ressalta. Nélio Hand destaca ainda a parceria com empresas fornecedoras do setor avícola para a

Como parte do processo de registro das granjas, os avicultores podem usar os certificados do programa como comprovante Tarcísio Simões, veterinário

realização do ciclo de palestras. “Temos esse apoio em função da credibilidade do programa e da seriedade com que a associação e a Coopeavi trabalham com esse projeto”, diz. Ao final do ano, o Qualificaves terá foco na motivação do avicultor. “Teremos um momento motivacional para que o produtor continuar a fazer o que faz melhor na granja, a produzir com qualidade e preocupado com esse importante alimento que produz para a sociedade, que é o ovo”, finaliza o diretor executivo da Aves.

> 16/08/18 Qualificaves na 7ª STA Comparativo de Linhagens INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Coopeavi

> 20/09/18 Estresse calórico Impactos e medidas de controle

INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Carbonor

> 18/10/18 Rastreabilidade Apresentação do Balanço do Registro de Granjas

INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Aves/MAPA/IDAF

> 22/11/18 Encerramento do Qualificaves 2018 Palestra Motivacional INSTITUIÇÃO PARCEIRA:

Coopeavi e OCB-ES


O MAIOR EVENTO DE CAPACITAÇÃO E NEGÓCIOS DO COOPERATIVISMO CAPIXABA.

Feira da

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SEMANA TECNOLÓGICA DO AGRONEGÓCIO

Coope Notícias - Abril 2018 - ED #49  

Informativo bimestral da Coopeavi

Coope Notícias - Abril 2018 - ED #49  

Informativo bimestral da Coopeavi

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