Coope Notícias - Julho 2018 - ED #51

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Edição 51 Ano 9 Julho 2018 Santa Maria de Jetibá - ES

STA 2018: Bons negócios de verdade para você produtor

O jornal do cooperado da:

Rastreabilidade: mais duas unidades atendem produtores de hortaliças. pág. 4

PÁG. 3 Terceiro silo de milho fica pronto em novembro deste ano. pág. 8

Coopeavi promove lançamento da colheita de cafés especiais. pág. 11

Saiba como a Coopeavi enfrentou a greve dos caminhoneiros entre maio e junho. págs. 6 e 7

Santa Teresa ganha espaço para a arte e cultura. pág. 12


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Informativo Bimestral da Coopeavi Santa Maria de Jetibá - ES Ano IX – Nº 51 Diretoria Executiva

Arno Potratz PRESIDENTE

Denilson Potratz VICE-PRESIDENTE

Argêo João Uliana DIRETOR ADMINISTRATIVO COMERCIAL

Avelino Hell, Ederson Jacob Edival Corteletti Fábio Fösh Willian Espíndula CONSELHO ADMINISTRATIVO

Carlos Alberto Roldi Filho Josélio Kruger Marco Aurélio Kurt CONSELHO FISCAL

Carlos A. Lima Daniel Piazzini Luís C. Brandt Marcelino Bellardt GERÊNCIA EXECUTIVAS

Domicio Faustino GERENTE DE COMUNICAÇÃO

Coopeavi é parceira da Escola Cooperação em projeto.

Fred Colnago

Comissão estrutura cooperativa mirim Escola Cooperação, cooperativismo. sobre o cooperativisA de Santa Maria, Apesar de funcionar mo, com projetos prátiparticipa de projeto pi- dentro da instituição de cos na comunidade, loto no Estado para criação de uma cooperativa mirim. Uma comissão formada por 13 estudantes de 6º ao 9º ano dá andamento aos procedimentos para constituição da entidade. A primeira assembleia será em outubro. Com apoio da Coopeavi, a cooperativa mirim é uma iniciativa da escola e se propõe a aumentar a experiência dos estudantes com o

ensino, a cooperativa é uma entidade real, com as mesmas atribuições e deveres. Os alunos estão em processo de aprendizado de redação de ata e escolha do nome e logomarca da entidade. Uma das coordenadoras, a professora Luciene de Oliveira destaca que o foco do projeto é o aprendizado. “Nossos alunos já detêm determinado conhecimento

Os alunos já detêm determinado conhecimento sobre o cooperativismo, a ideia é formar pessoas para constuir cooperativas Luciene de Oliveira, professora

mas agora a ideia é formar pessoas que tenham ideia de constituir cooperativas no futuro”. O gerente de comunicação da Coopeavi, Domicio Faustino, enaltece a iniciativa. “A Coopeavi está dando apoio para que a experiência do cooperativismo não fique somente na teoria, mas para ser vivido no dia a dia dos estudantes”, diz.

PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO

Leandro Fidelis TEXTOS

Daniel Piazzini Domicio Faustino Lívia de Souza Miranda REVISÃO

Arquivo Coopeavi FOTOS

Tiragem 3.000 exemplares Fale Conosco (27) 3263-4750 – ramal 4830 imprensa@coopeavi.coop.br

Rua Francisco Schwartz, 88 - Centro Santa Maria de Jetibá - ES CEP: 29.645-000 Fb.com/coopeaviagronegocios Twitter.com/Coopeavi Instagram.com/Coopeavi WWW.COOPEAVI.COOP.BR

Palavra da Diretoria

É momento de nos unirmos ainda mais Estamos vivendo um momento muito confuso. A economia, que apresentava sinais de recuperação, está em uma instabilidade grande devido a chegada do período da campanha política. O cenário pode ficar conturbado a partir do dia 15 de agosto, quando termina o prazo para o registro de candidaturas. Em um ambiente incerto, podemos ter muitas surpresas nessa eleição.

Você associado é a razão de existir da Coopeavi e está 100% em nosso foco de trabalho

Essa variação do mercado pode ser ainda maior depois do dia 07 de outubro, a depender do candidato que vir a ganhar. Diante desse cenário desenhado, precisamos de nos unir ainda mais, para escolher candidatos que defendam o cooperativismo e o agronegócio. E continuar trabalhando alinhados com os objetivos que nos motivou a fazer parte desta cooperativa.


Por Dentro da Coopeavi

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano IX • N. 51

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Vem aí a 7ª Semana Tecnológica do Agronegócio Agora intitulada Feira Coopeavi, evento será realizado de 15 a 18 de agosto, no Parque de Exposições de Santa Teresa ocê cooperado tem V encontro marcado de 15 a 18 de agosto, no Parque de Exposições de Santa Teresa. A 7ª Feira Coopeavi: Semana Tecnológica do Agronegócio (STA) terá como foco a realização de negócios, difusão do conhecimento e lazer para os produtores rurais. A feira é aberta aos mais de 12 mil cooperados. Na última edição, bateu recorde de participação e geração de negócios. Passaram pelo evento cerca de 5.000 pessoas, que movimentaram mais de R$ 21 milhões em quatro dia com a aquisição de in-

Esperamos superar o número de participantes do ano passado, com ainda mais ofertas especiais Arno Potratz, presidente da Coopeavi

No ano passado, mais de 5.000 pessoas participaram do evento.

sumos e equipamentos. Segundo o gerente executivo de Marketing, Daniel Piazzini, a programação vai destacar a integração da Consultoria Técnica com o Negócio do Café. As temáticas vão abordar desde a influência da água no crescimento da planta, além da parte de fertilizantes e defensivos, chegando ao manejo da pós-colheita por meio de terreiros suspensos, despolpa e fermentação forçada para obtenção de qualidade. “As tecnologias visam agregar valor ao produto. Teremos ainda um momento para provar a bebida e discutir mercado. Será um circuito de café para transferência de conhecimento de forma lúdica e prática”, diz Piazzini.

Os demais negócios da cooperativa também estarão presentes. Para avicultores e pecuaristas, a ênfase será na qualidade da ração, comercialização do ovo e nutrição animal. Também serão realizados workshops para estudantes e com temas voltados para hortifruticultura, a exemplo da rastreabilidade dos produtos vegetais. Os palestrantes ainda estão sendo definidos. Todos os anos, a Semana Tecnológica do Agronegócio conta com participação maciça dos cooperados e familiares. Além das diversas capacitações nas áreas de cafeicultura, horticultura, pecuária e avicultura, há opções de lazer para as crianças, apresentações musicais e praça de alimentação.

O presidente da Coopeavi, Arno Potratz, está otimista com mais uma STA. “Nós esperamos superar o número de participantes do ano passado, com ainda mais ofertas especiais para nossos associados, para continuar sendo a maior feira de negócios do agronegócio cooperativista capixaba”.

SERVIÇO

7ª Feira Coopeavi (7ª Semana Tecnológica do Agronegócio) > Data: 15 a 18 de agosto > Local: Parque de Exposições de Santa Teresa (região serrana do ES) > Realização: Coopeavi > Mais informações: www.sta.coop.br

A diversão para a criançada mais uma vez estará garantida.

Concurso de qualidade de ovo Dentre as novidades para 2018 está o retorno do Concurso de Qualidade de Ovos à programação. A competição para eleger o melhor ovo capixaba é de nível estadual e conta com a parceria da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves). Em 2017, o concurso aconteceu na programação da Feira de Avicultura e Suinocultura

Capixaba (Favesu), em Venda Nova do Imigrante. De acordo com o veterinário da Coopeavi, Tarcísio Simões, dentre as mudanças no regulamento, os concorrentes vão poder inscrever dois crivos de ovos, em vez de um, no concurso de nível estadual. Outras regras foram mantidas ou alinhadas com relação ao sistema de inspeção e marca.

Os cooperados podem acessar o regulamento do concurso e outras novidades no site www. sta.coop.br, que está de cara nova. Já os estudantes de cursos técnicos e superiores podem se inscrever na palestra de abertura dia 15 de agosto. O site também informa os pré-requisitos para candidatos interessados em trabalhar no atendimento dos estandes da feira.


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Loja Agro

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Lojas de Rio Possmoser e Várzea Alegre oferecem rastreabilidade Além da matriz, as duas unidades cadastram produtores e disponibilizam etiquetas de rastreabilidade para vegetais rodutores de frutas P e hortaliças associados à Coopeavi têm dois

novos pontos disponíveis para se cadastrar no sistema obrigatório de rastreabilidade. Além da loja matriz, a cooperativa estendeu o serviço para as unidades de Rio Possmoser (Santa Maria de Jetibá) e Várzea Alegre (Santa Teresa). Nas duas lojas, técnicos foram capacitados para dar orientações e imprimir as etiquetas que contêm informações sobre as etapas de produção, transporte, armazenamento e comercialização de alimentos produzidos ou vendidos no Espírito Santo. Em maio, foi encerra-

O pagamento das etiquetas é feito dentro do sistema, e o atendimento é como o de rotina da cooperativa Andrécio Dias, assistente técnico de crédito da Coopeavi

do o prazo para a adequação para oito produtos (mamão, banana, tomate, repolho, chuchu, pepino, beterraba e inhame). Para os demais produtos vegetais, novembro é o último mês para adesão ao sistema de rastreabilidade. A medida visa contribuir para a segurança alimentar e o controle da qualidade dos produtos e está prevista na Portaria 001-R, publicada em novembro passado pelo governo estadual. Várias lojas capixabas já exigem a etiqueta. Na identificação, é preciso conter o nome comum da espécie de fruta ou hortaliça e a variedade quando houver, nome do produtor primário (preferencialmente) ou do distribuidor (no caso do lote consolidado), município e Estado de origem, quando de origem nacional, e o país, caso o produto seja importado. A Coopeavi firmou parceria com a Ferpall, empresa do sul do país, reduzindo em quase 90% o custo mensal para os cooperados se regularizem. Além disso, a cooperativa oferece todo suporte prévio ao produtor, com consultoria

nas propriedades produtoras. O assistente técnico de crédito da Coopeavi, Andrécio Dias, ressalta que a maioria dos cooperados já tem todos os dados necessários no sistema da cooperativa. “O pagamento das etiquetas é feito todo dentro do sistema, e o atendimento se configura como o de rotina nas unidades da cooperativa”. O atendimento se estende aos não cooperados, com tabela diferenciada, e exige a apresentação de documentos pessoais e dados gerais da propriedade, conforme abaixo.

Loja de Rio Possmoser está oferecendo o serviço

SAIBA MAIS

Documentos e informações necessários para o cadastro > Documento de Identidade (RG) > Cadastro de Pessoa Física (CPF) > No caso de pessoa jurídica, cartão do CNPJ e inscrição estadual através do Bloco de Produtor > E-mail > Dois números de telefones atuais > Endereço completo > Coordenada geográfica da propriedade para efeito

de localização (Latitude e longitude - geralmente do galpão onde as atividades são realizadas) Além disso: > Informações como o período de contrato (de seis meses a um ano, por exemplo), disponibilidade do produto na propriedade, os produtos a serem rastreados e o tipo de embalagem com o qual são comercializados.

Coopeavi vai rastrear café Pronova Os cafés Pronova Coffee Stories serão rastreados. A Coopeavi firmou parceria com a empresa Ferpall, do sul do país, para incluir o blend 100% arábica feito a partir de grãos especiais da cooperativa no sistema que identifica a procedência e garante a qualidade do produto. O sistema vai criar um QR Code, código de barras bidimensional que pode ser escaneado até por telefone celular equipado com câmera, e permitir ao consumidor acessar a história dos produtores no portal de internet ainda em construção. Os cafés da série limitada “Single Origin”

já contam com rastreabilidade. “O objetivo é contar as histórias dos cafés de qualidade dos cooperados das montanhas capixabas, como eles produzem, e conectá-los com o consumidor”, diz o gerente do negócio café da Coopeavi, Giliarde Cardoso. Lançado há um ano, o café Pronova é comercializados em redes varejistas parceiras da cooperativa na Grande Vitória. Em pó ou em grãos torrados, o produto vem em embalagens de 250g e 500g, mantendo características reconhecidas pelos melhores degustadores do

mundo. A diferença está no aroma e no sabor, marcados por notas florais, caramelo altamente frutado e melaço de cana. Os cafés da marca são produzidos em altitudes que variam entre 900m e 1.100m, nas regiões de Castelo, Afonso Cláudio, Santa Teresa, Itarana e Venda Nova do Imigrante, e obtiveram notas em análises sensórias entre 84 e 87 pontos. Ainda em formulação, o site www.pronovacoffee.com também será um importante canal de e-commerce para adquirir os cafés Pronova, além da linha tradicional Liva.


Negócio Ovo

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A palestra foi oportunidade de os cooperados se informarem.

QUALIFICAVES 2018

Terceiro encontro aborda geração de renda com o bem estar animal Novo conceito de mercado não desmerece a produção convencional, aplicando outras medidas pela plenitude do plantel

m total de 60 aviculU tores participou do terceiro módulo do Pro-

grama de Anual de Capacitação de Avicultores (Qualificaves Postura Comercial 2018), dia 20 de junho, no Cerimonial Majeksi, em Santa Maria de Jetibá. Numa parceria da Coopeavi e a Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves), o tema foi “Ganhando Dinheiro com o Bem-Estar Animal”, com Marcelo Checco, gerente de assistência técnica da Hy-Line do Brasil. O especialista mostrou as vantagens do mercado para produtos com esse diferencial a partir de práticas implantadas nas granjas para promover o bem-estar das aves. “O bem-estar animal é tendência mundial. A palestra foi oportunidade de os cooperados se inteirarem sobre o assunto, uma vez que o mercado paga bem, com a contrapartida dos investimentos dos avi-

cultores na produção”, afirma o veterinário Tarcísio Simões. O diretor executivo da Aves, Nélio Hand, destaca a relevância do encontro. “Existe tendência crescente por parte dos consumidores em procurar saber como os animais que produzem os alimentos são criados. Eles chegam ao ponto de dar preferência aqueles produzidos dentro do conceito de bem-estar”. Hand salienta que o novo conceito de mercado para ovos não desmerece a produção convencional, tampouco a considera irregular. Segundo ele, a produção diferenciada segue toda a legislação vigente, mas aplica outras medidas, sempre visando a plenitude do plantel avícola de postura. Oportunidade O bem-estar animal agrega valor ao produto. “A produção com esse foco acaba tornando o custo mais alto, o que exige também do consumidor disposição para pagar mais por isso. E é nisso que estão as boas oportunidades de ganho aos produtores”, reforça o diretor da Aves.

O primeiro passo é compreender a amplitude do conceito para muito além da criação das aves poedeiras fora da gaiola. “Além disso, o conceito inclui todo manejo e cuidado com a ave, o que confere também melhor desempenho do animal”, conclui Hand. Vale lembrar que a Coopeavi é pioneira em rastreabilidade de ovos. Todos os produtos da cooperativa possuem um código na casca, impresso com tinta comestível, que permite ao consumidor ver a origem do produto e conhecer a família produtora.

Alternativas ao uso de antibiótico foi tema em maio

Existe uma tendência crescente por parte dos consumidores em saber como os animais são criados Nélio Hand, diretor executivo Aves

Coopeavi já tem experiências na área.

No último dia 17 de maio, o segundo encontro do Qualificaves abordou “Alternativas ao Uso de Antibiótico”, também em Santa Maria de Jetibá. Representante da Kera Nutrição Animal mostrou como a União Europeia, embora sem comprovação científica, aboliu os níveis de antibiótico na ração avícola como forma de evitar tornar certas bactérias infecciosas mais resistentes. O próximo módulo do Qualificaves é voltado para avicultura de corte e está previsto para o dia 18 de julho, às 18h, no auditório da Aves, na Rodovia BR-262, km 47, Posto Venturini, em Marechal Floriano. O tema será “Importância e Cuidados com o Aquecimento na Fase Inicial das Aves”, com o palestrante Renaro Camilo Pasqual, supervisor técnico na área de ambiência da Debona.


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Especial

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A Coopeavi se mobilizou desde o anúncio do primeiro dia de paralisação.

GREVE DOS CAMINHONEIROS

Cooperativa faz força-tarefa para manter a ordem Equipes se desdobram para poupar associados dos efeitos da paralisação nacional e mostra solidez da Coopeavi na crise

união de forças fez A toda a diferença na Coopeavi no enfrentamento da crise provocada pela paralisação nacional dos caminhoneiros, durante dez dias, entre maio e junho deste ano. Profissionais da cooperativa, do motorista ao gerente executivo, se mobilizaram para evitar prejuízos e manter o atendimento aos cooperados do setor

de avicultura. Apesar da perda do faturamento ser irreversível, a Coopeavi se mostrou sólida para desafiar questões externas. Com isso, os associados praticamente não sentiram as consequências de uma das mais graves recessões do agronegócio nacional. Desde o primeiro dia da greve, as equipes comandadas pela gerência executiva de produção ficaram de prontidão para evitar um colapso. A cooperativa atuou em conjunto com a Associação dos Avicultores do Estado do Espírito San-

to (Aves) para garantir a ordem. Dentre as várias ações para mitigar o impactos aos avicultores, a produção de ração da linha de postura a granel foi paralisada na fábrica de Baixo Guandu, no noroeste capixaba, e a matéria-prima, levada para ser fabricada na

A Coopeavi se mostrou uma empresa mais preparada para enfrentar a crise Ederson Abeldt, gerente das fábricas de ração da Coopeavi

unidade de Santa Maria de Jetibá. Foi necessário organizar as equipes de produção e entrega de suplemento. De acordo com o gerente das fábricas de rações da Coopeavi, Ederson Abeldt, dois caminhões que estavam a caminho de Santa Maria foram impedidos por manifestantes de transitar e só liberados após intervenção do comando estadual da Polícia Militar através do Batalhão de Colatina. “Em quase vinte anos como funcionário, foi a primeira vez que vivi algo semelhante. A Co-

opeavi se mostrou uma empresa mais preparada para enfrentar a crise, e isso se refletiu de forma positiva na sociedade”, avalia Abeldt. Prevendo ainda restrição de matéria-prima, foi preciso reformular a composição da ração de modo a continuar a atender os níveis nutricionais demandados pelas aves e evitar queda na taxa de postura. O zootecnista da Coopeavi Felipe Petrucci ficou responsável por essa parte, antecipando possível corte no abastecimento de soja nos dias de paralisação.

Avicultores receberam por produção

Schulz: elogios à atuação da cooperativa.

Nenhuma caixa de ovo pode ser expedida, causando um acúmulo de estoques na Unidade de Beneficiamento e Ovos e Derivados. Havia risco de acabarem as embalagens para acondicionar a produção e ainda registrar grandes perdas, uma vez que os produtos são perecíveis. Mesmo com esse cenário, a cooperativa continuou recebendo a produção e pagando por ela, apesar do despache estar incerto na ocasião. “Desde o fim da parali-

sação, a cooperativa se empenhou para expedir a produção acumulada, e o estoque foi normalizado nas horas seguintes”, conta o gerente do Negócio Avicultura, Altemir Scardua. Medidas também foram adotadas para manter aves vivas e garantir o abastecimento das granjas. O veterinário Tarcísio Simões e o técnico em avicultura Adilso Barbosa ficaram encarregados de acompanhar todos os avicultores e lotes de poedeiras, bus-

cando minimizar qualquer perda. Justamente no período crítico, a pedido dos cooperados, lotes que sairiam da recria para entrega tiveram que permanecer sob os cuidados da equipe responsável até o fim da paralisação. “A cooperativa tirou nota mil durante a greve e cuidou dos pequenos e dos grandes na mesma proporção”, declara o cooperado Civaldo Schulz, de Santa Maria de Jetibá.


Especial

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GREVE DOS CAMINHONEIROS

Diretoria e autoridades do ES na busca de soluções

presidente da CoO opeavi, Arno Potraz, o vice, Denilson

Potratz, e o diretor administrativo comercial, Argeo Uliana, participaram ativamente de reuniões com o secretários de Estado da Agricultura e Segurança Pública, o comando da PM e o governador, Paulo Hartung, na busca de soluções para reverter o quadro caótico. Para o vice-presidente, Denilson Potratz, a garantia de estoque de farelo de milho e soja e de outros produtos agropecuários colocou a cooperativa numa situação confortável durante a paralisação dos caminhoneiros. Ele destaca a preocupação em manter o pagamen-

to aos cooperados, avicultores e horticultores, em função da crise impactar o orçamento familiar. “Foi assustador enfrentar uma greve tão forte como essa. Temos custos fixos e, sem conseguir realizar vendas, o faturamento do período foi perdido. No entanto, nenhum produtor foi cortado de receita. Nosso setor de Compras trabalha com margem de segurança EM NÚMEROS

10 dias

Esse foi o período da greve dos caminhoneiros em todo o BR.

120 avicultores

É o número de cooperados ligados ao setor de avicultura na Coopeavi

boa, o que fez a diferença”, afirma Potratz. Representada pelo diretor executivo, Nélio Hand, a Aves teve atuação de destaque, realizando a interlocução entre produtores, governantes e manifestantes, na tentativa de liberar o trânsito de carretas tanto que buscariam matéria-prima para ração quanto os que escoariam a produção. Condomínio O Condomínio Avícola para Postural Comercial, sediado em Alto Caldeirão (Santa Teresa) também enfrentou racionamento. Houve redução momentânea de 20% do consumo das aves alojadas.

Logística reversa de rações

FALAS

“A Coopeavi tirou nota mil durante a greve e me deu assistência maior do que deveria. A cooperativa dos pequenos e dos grandes na mesma proporção” Civaldo Schulz, cooperado

A Coopeavi atuou em conjunto com a AVES

“Desde o fim da paralisação, a cooperativa se empenhou para expedir a produção acumulada, e o estoque foi normalizado nas horas seguintes”

Altemir Scardua, gerente do Negócio Avicultura

“Temos custos fixos e, sem conseguir realizar vendas, o faturamento do período foi perdido. No entanto, nenhum produtor foi cortado de receita, temos margem de segurança boa”

Denilson Potratz, vice-presidente

Os avicultores também foram orientados a reduzir o manejo, racionar a alimentação, com o corte de algumas horas durante o dia, e diminuir a luz das granjas para não estimular a produção. Também foi feita a logística reversa das rações já ensacadas do Centro de Distribuição e nas lojas matriz e de Santa Teresa. O suplemento foi desembalado e utilizado para atender os avicultores. O cooperado Fábio do Amaral diz que em mo-

mento algum deixou se abater. “Sem o suporte da Coopeavi a consequência poderia ter sido outra. Mesmo racionada, a ração foi dividida igualmente entre nós”, relata. No auge do movimento, motoristas que faziam o transporte de ração de Baixo Guandu para Santa Maria de Jetibá também foram interceptados por manifestantes quando tentavam retirar as últimas cargas destinadas ao município sede da cooperativa.

Comprometimento dos motoristas

Ederson Abeldt: experiência inédita

Impedidos de prosseguir viagem em diversas estradas do país durante a greve, os motoristas da Coopeavi mostraram comprometimento ao priorizar a cadeia produtiva da avicultura. Teve até quem pegou óleo diesel emprestado para evitar prejuízo aos cooperados. Foi o caso de Alcemir Bernardes, que transportava ovo líquido refrigerado e ficou bloqueado numa rodovia do Estado do Rio de Janeiro. Com 38 anos de cooperativa

e 32 na atual função, ele recorreu a outros caminhoneiros para pegar combustível e não deixar o motor do refrigerador parar de funcionar. Se não fosse a atitude de Bernardes, toda a carga de ovo líquido refrigerado com destino a São

Paulo teria se perdido. Além do prejuízo expressivo, ainda haveria problemas com o descarte do produto deteriorado, procedimento que costuma ser custoso e não simples. Ao final, o motorista da cooperativa chegou em poucas horas ao destino final e conseguiu faTemos que fazer zer a entrega do produto o possível e o em perfeitas condições. “Temos que fazer o posimpossível para resolver o problema, sível e o impossível para resolver o problema, e e não criar outro não criar outro”, disse Alcemir Bernardes, motorista da Coopeavi Alcemir.


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Avicultura

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Montagem do terceiro silo de milho será concluída em novembro Obra foi aprovada na última Assembleia Geral e vai permitir aos cooperados redução de custos na entressafra do milho om investimentos C na ordem de R$ 500 mil, a Coopeavi espera

concluir em novembro deste ano a montagem do terceiro silo para armazenamento de milho em Santa Maria de Jetibá. A obra foi aprovada na última Assembleia Geral Ordinária e prevê reduzir os custos dos cooperados na entressafra do milho. Atualmente, a cooperativa tem capacidade de estocar 2.400 toneladas de milho nos atuais silos da fábrica na cidade sede, o que limitava consideravelmente as operações do tipo. Agora, com a nova estrutura, que comporta 1.800t, a capacidade total passa para 4.200t. Desde a aprovação em março, a Coopeavi deu início às etapas de implantação do terceiro

Os avicultores têm na Coopeavi uma importante parceira na busca em agregar valor às atividades

Luis Carlos Brandt, gerente executivo de produção da Coopeavi

A base da obra fica pronta até o fim de julho

silo. A base deve estar concluída até o fim de julho e, em setembro, a cooperativa deve partir para a montagem da estrutura e dos equipamentos acessórios, como elevadores, roscas e tubulações. Segundo o gerente executivo de produção, Luis Carlos Brandt, a implantação do terceiro silo de milho é resultado de reuniões com os avicultores cooperados, que consideram a ampliação da capaci-

dade de estocagem do grão uma importante ferramenta para ampliar resultados ao longo do ano. “Eles têm na Coopeavi uma importante parceira na busca em agregar valor à atividade dos seus associados”, afirma Brant. Com o aumento da capacidade de estocagem, o objetivo do investimento é permitir aos avicultores oportunidades de redução de custos nos períodos de entressafra do milho.

A redução ocorre por meio da operação de compra antecipada de rações feita pelos cooperados. “Nessa modalidade, a Coopeavi adquire os insumos (milho e farelo de soja) no momento mais oportuno, permitindo o congelamento dos custos de ração aos que participam”, explica o gerente. Os insumos adquiridos são então estocados na fábrica de Santa Maria para serem utili-

zados na produção dos cooperados envolvidos na operação. Brandt explica que, mesmo as matérias-primas sofrendo reajustes ao longo do período de entressafra, os custos dos cooperados que compraram antecipadamente se mantêm travados no valor contratado. “Isso ocorre porque as matérias-primas para a produção das rações já se encontram adquiridas e armazenadas na cooperativa”, finaliza.


Por Dentro da Coopeavi

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Acontece

Showroom: Cooperados em Dia de Loja Technes na Matriz...

E na unidade da Coopeavi em Rio Possmoser.

Tour pelo armazém: Um grupo de 22 cooperados visitou o armazém de café de Vila Valério no último dia 2 de junho.

Gengibre em foco: participantes da palestra técnica sobre manejo nutricional.

4ª Festa do Leite: Evento realizado pela Coopeavi em Itaici (Muniz Freire).

Dia de Campo: Sobre nutrição da banana terrinha, na propriedade de Ernesto Holz Filho, em Baixo Guandu..

‘ES Mais Produtivo’: Coopeavi concluiu etapa do programa, com o recebimento de certificado em maio.

Automaquiagem: Núcleo Feminino de Alto Jatibocas.

Bodas de prata: Comemoração 25 anos unidade de Caramuru.

Colorindo as montanhas: Ação Dia C do Núcleo Feminino do Sicoob Centro-Serrano.

Doação de lavadora: De alta pressão para CMEI Caramuru.

Felicidade: Cooperado feliz com a colheita após tratamento Coopeavi em Barra de São Francisco.

Palestra: Sobre cooperativismo, para os alunos da Escola Cooperação, ação do CooperJovem.

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Instituto Coopeavi

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Dia C para promover em saúde e meio ambiente na zona rural Data foi marcada por ações voltadas para a saúde e responsabilidade socioambiental na comunidade de Alto Santa Maria i nte rco op e raç ão A marcou o Dia C de Cooperar. No último dia 30 de junho, a Coopeavi foi uma das cooperativas parceiras em uma série de ações voltadas para a saúde e responsabilidade socioambiental na comunidade de Alto Santa Maria, interior de Santa Maria de Jetibá. O evento em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo foi realizado na Escola Fazenda Emílio Schroeder, abrangendo as regiões de rio Lamego, rio Possmoser e demais localidades vizinhas. Foi a primeira vez que o movimento aconteceu na zona rural do município. Além da Coopeavi, a iniciativa envolveu as Escola Cooperação, o Sicoob Centro-Serrano e Coope-Transerrana, com apoio do Sistema OCB/ES e parceiros. Durante toda a manhã, 150 voluntários atenderam cerca de 600 pessoas. Foram realizados exames médicos diversos, atualização do Cadastro Único, consulta do benefício do Programa Bolsa Família, cortes de cabelo masculino, aula de ginástica laboral e palestra sobre esquistossomose com o médi-

Atividades lúdicas para crianças fizeram parte da data.

co Samuel Edson Tonini da Silva. Além dos serviços sociais e de saúde, o Dia C de Cooperar foi marcado pelas apresentações dos grupos de Dança Cultural Frolichdanz e das Divas, do teatro Arte de Somar (Sicoob e Escola Cooperação) e de ginástica rítmica com Elaine

É a oportunidade de chamar a população rural para participar junto com a gente do cooperativismo Denilson Potratz, vice-presidente da Coopeavi

Equipe de voluntários que coordenaram o Dia C de Cooperar

Duarte. O Dia C é um movimento nacional de estímulo à realização de iniciativas voluntárias, contínuas, transformadoras e efetivas, realizadas simultaneamente em todos os municípios brasileiros. Sensibilização As ações deste ano tiveram como objetivo mitigar os problemas de saúde no município. Por meio de levantamento da Secretaria Municipal de Saúde, as cooperativas concluíram que a região de Alto Santa Maria registra um alto índice de contaminação por verminoses por conta da falta de saneamento. E o cooperativismo cumpriu seu papel ao sensibilizar a população em relação aos perigos e formas de reverter o quadro. Para o vice-presidente da Coopeavi, Denilson Potratz, a ideia este ano foi envolver mais os moradores do interior com o cooperativismo. “É a oportunidade de chamar a população da zona rural para participar junto com a gente do cooperativismo capixaba, brasileiro e mundial”.

A bióloga do Instituto Coopeavi, Marcela Takiguti, destaca que Alto Santa Maria é 100% voltada para agricultura familiar e tem alta representatividade no quadro social da cooperativa. A comunidade também se sobressai na

produção orgânica, que significa 60% dos alimentos. “Os moradores chegaram a cogitar usar veneno para matar caramujos no rio, o que não é a solução imediata para o problema. Só com saneamento a saúde ficará em dia”.

Cortes de cabelo masculino gratuitos foram oferecidos

Apresentações culturais marcaram o dia 30 de junho


Negócio Café

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano IX • N. 51

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Colheita de cafés especiais: troca de informações em plena safra Pela 1ª vez, Coopeavi promove lançamentos em localidades produtoras com bate-papo e dias de campo no auge da safra os dias 5 e 6 de julho, N a Coopeavi reuniu produtores e especia-

listas para o lançamento da colheita de cafés especiais. Os eventos foram realizados em Venda Nova e Itarana, respectivamente, e inovaram ao promover bate-papo e dias de campo em plena safra. Em Venda Nova, o encontro ocorreu na sede da Pronova com a presença dos sócios da Origina- Especialistas em Café, de Varginha (MG), Bruno Ribeiro e Douglas Cal. O tema foi “Pré e pós-colheita para a produção de cafés especiais”. Os especialistas instigaram os produtores ao apresentar técnicas de manejo e fermentação, que vem garantindo notas sensoriais superiores na bebida e venda de sacas de café a preços bem acima do praticado no mercado. Bruno está cursando doutorado na Universidade Federal de Lavras (Ufla) e esteve aberto a tirar as dúvidas dos produtores. “Em 2016, consegui ajudar a fazer o café mais caro do Brasil, com cada saca a R$ 19 mil. O segredo foi

Especialistas trocaram informações com produtores dia 5.

identificar a pontuação da bebida antes da colheita”, revelou. Já Douglas Cal se diz impressionado com a alta qualidade dos cafés capixabas e aponta que o caminho para elevar o nível é a troca de informações. “Os melhores cafés do Brasil estão aqui, e não é bairrismo. Um café de 84 pontos está muito fácil de chegar aos 87. O que diferencia muitas vezes é um detalhe, e o objetivo é criar condição para aumentar o volume dessa produção”.Após o encontro, o grupo participou de um dia de campo

FALA COOPERADO! “Pequenos detalhes fazem a diferença durante a colheita. Nunca sabemos tudo, a gente tem só que aprender. Tudo que vem a somar ao produtor é bom.” Gilberto Brioschi, cafeicultor

na propriedade de Gilberto Brioschi. No dia 6, os convidados da Coopeavi ministraram a mesma palestra na propriedade de Edivan Grünewaldt, em Alto Jatibocas, Itarana.

“Deu para aprender bastante coisa e foi muito bom receber o pessoal para aprender cada dia mais. Vou colocar em práticas as outras formas de manejo que vimos aqui hoje”

“Interessante conhecer experiências que deram certo e que são o contrário do que víamos até então. Sempre mexi o café para não fermentar, e hoje aqui vi que existem outras possibilidades”

A localidade se destacou no último prêmio “Single Origin”. O gerente do Negócio Café da Coopeavi, Giliarde Cardoso, aposta nesse tipo de evento para as próximas safras. “Não é

só reconhecer ao final do ano o que deu certo, mas contribuir neste primeiro momento para ajudar o produtor a melhorar a qualidade do café. Tudo muda o tempo todo”, disse.

Edivan Grünewaldt, cafeicultor

Edilson Brandt, cafeicultor

Certificação para cafés especiais

A Fairtrade é a certificadora mundial do “Comércio Justo”

A Coopeavi está para conquistar a certificação Fairtrade para os cafés especiais de 62 produtores. Equipes da cooperativa já iniciaram pré-auditorias nas propriedades para obtenção do selo reconhecido no “Comércio Justo”. A iniciativa tem apoio do Sebrae/ES, por meio do Sebraetec, e do Instituto Biosistêmico (IBS). Para validar o processo, a Coopeavi dá suporte à Associação Capixaba de Produtores de Cafés Especiais Sustentáveis

(Aproces), que tem como associados cooperados da cooperativa. Essa foi uma exigência da certificadora internacional, que se baseia na parceria entre produtores e consumidores para melhorar a qualidade de vida e reduzir a pobreza por meio de práticas comerciais éticas. “A gente procura a certificação para no futuro vender café com preço diferenciado e garantir sustentabilidade na roça”, diz o presidente da Aproces, Carlos Al-

berto Roldi Filho. A finalidade do sistema de certificação Fairtrade é assegurar aos consumidores que os produtos adquiridos respeitem normas sociais, econômicas e ambientais especiais. Em cumprimento a isso, a Coopeavi seguirá um cronograma de atividades entre setembro e dezembro deste ano. Os coordenadores na cooperativa são o gerente Giliarde Cardoso e a bióloga Marcela Takiguti.


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Por Dentro da Coopeavi

‘Espaço Cultural Coopeavi’ em Santa Teresa Cooperativa abre espaço para fotógrafos e artistas locais cujos trabalhos retratem a cultura e o agronegócio do município ma nova vitrine U para os trabalhos de artistas locais com te-

mática sobre o turismo, cultura e o agronegócio de Santa Teresa. Essa é a proposta do espaço cultural inaugurado pela Coopeavi na abertura da 27ª Festa do Imigrante Italiano, dia 22 de junho, na unidade da cooperativa na cidade. O evento foi marcado por uma exposição de dez painéis com imagens que mostram a diversidade agrícola no município. Os autores

são os fotógrafos Felipe Amarelo e Jonnathan Berger. Além dos trabalhos, o público pode conferir uma mini exposição com outras fotos sobre o agro. O objetivo do Espaço Cultural da Coopeavi é fomentar a produção artística e abrir espaço para fotógrafos e pintores. Felipe Amarelo, de Vitória, fotografa há dez anos e se sente honrado com a oportunidade. “Presto serviços à Coopeavi já há alguns anos e sempre visitei as propriedades rurais. Isso ajudou a abrir os olhos sobre a vida fora da cidade e a produção de alimentos”, diz. As fotos de Amarelo representam a produção

Grupo de dança abrilhantou lançamento.

Informativo Bimestral da Coopeavi • Ano IX • N. 51

Público se identificou com as fotos da exposição.

agrícola com os produtores rurais como protagonistas e as manifestações culturais locais, de forte influência da imigração italiana. “Embora duro, o trabalho no campo envolve dedica-

ção e relação de carinho com os alimentos. Sempre tento colocar nas fotos os produtores como personagens”. O gerente regional da Coopeavi, Claudemar Blank afirma que o Espaço Cultural foi bem aceito pela comunidade. Mais de 1.000 pessoas já passaram pelo local. “É algo novo, diferente. Quem chega à loja observa e elogia e comenta os locais e pessoas conhecidos que estão retratados nas fotos”, diz. “Os moradores de Santa Teresa estão muito contentes de ver suas propriedades estampadas no novo espaço. Era um local que estava vazio e agora está preenchido com algo bonito. Esperamos abrir espaço

Os moradores estão muito contentes. Era um local que estava vazio e agora está preenchido com algo bonito. Argêo Uliana, diretor administrativo comercial da Coopeavi

para outros trabalhos”, finaliza o diretor administrativo comercial da cooperativa, Argêo Uliana.


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