Page 1

Revista Forum Estudante | Maio 2017 | Edição n.º 296 Norte | Disponível apenas por assinatura com o custo mensal de 1€

POLITÉCNICO DE SANTARÉM

A escolha de quem sabe

Matias Damásio em entrevista

Vai a um festival Já conheces de verão com a as Academias Memofante de verão Forum?

Bibliotecas Escolares: Um novo Mundo, a mesma missão


C

M

Y

CM

MY

CY

MY

K


1 | Forum Estudante | Mai’17

/Sumário

PASSATEMPOS

CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO: Estes passatempos decorrem até 31 de maio. Apenas serão atribuídos prémios a residentes em Portugal e somente um prémio por pessoa e morada em cada passatempo. Só será aceite, de cada concorrente, uma participação por dia. O não preenchimento correto do formulário de participação em www.forum.pt/passatempos, leva à desclassificação do participante. Os vencedores residentes na área da grande Lisboa terão de levantar o prémio na nossa sede em Lisboa. Aos restantes, os prémios são enviados via CTT. Após notificação, os vencedores têm um prazo de 15 dias para reclamar o prémio. Os prémios devolvidos não serão reenviados. A idade máxima de participação é de 25 anos, inclusive, a confirmar por documento de identificação. OS PREMIADOS SÃO ANUNCIADOS EM FORUM.PT. NOTA: as cores e modelos apresentados podem não corresponder às imagens apresentadas.

www.forum.pt Telefone 218 854 730 FAX 218 877 666 Email geral@forum.pt

LEVA O HITMAN PARA CASA

GANHA DUAS EMBALAGENS DE MEMOFANTE E MEMOFANTE SHOTS

A Forum Estudante tem três exemplares do jogo “HITMAN - THE COMPLETE FIRST SEASON” para ti. Participa em www.forum.pt

Se queres ter memória de elefante, participa no passatempo da Memofante. A Forum Estudante e a Memofante têm para te dar duas embalagens de Memofante Estudantes SHOTS. Participa em www.forum.pt

GANHA 10 PASSES COM CAMPING PARA O SUMOL SUMMER FEST

A Forum Estudante e a Sumol têm 10 passes com camping para o Sumol Summer Fest para te oferecer. Prepara-te para um fim de semana Wild! Participa em www.forum.pt

Direção Gonçalo Gil goncalo.gil@forum.pt Fotografia Fábio Rodrigues, Gonçalo Gil Design Miguel Rocha miguel.rocha@forum.pt Patrícia Basílio Redação Fábio Rodrigues fabio.rodrigues@forum.pt Assinaturas Paula Ribeiro Tel.: (218 854 730) pribeiro@forum.pt Anuidade: 10€ Publicidade Félix Edgar (Tel.: 218 854 103) felix.edgar@forum.pt Comunicação José Maria Archer (Tel.: 218 854 780) Cátia Nogueira Natália Pirtac Distribuição Vítor Silva (Tel.: 218 854 755) vitor.silva@forum.pt Produção Monterreina, Madrid Tiragem: 40 mil exemplares FORUM ESTUDANTE Revista de Cursos, Escolas e Profissões Propriedade e Edição de: PRESS FORUM, Comunicação Social, S.A. Capital Social: 60.000,00¤ NIF: 502 981 512 Periodicidade Mensal Depósito Legal n.º 510787/91 Registo ICS n.º 114179 Sede Tv. das Pedras Negras, nº 1 - 4.º 1100-404 Lisboa Tel.: 218 854 730 | Fax: 218 877 666

Administração Roberto Carneiro (Presidente) Rui Marques Francisca Assis Teixeira

SUMÁRIO 4 7 14 17 20 26 41 60 61 62 64

Escolas Da Rádio LX ao dia do Ensino Profissional Dicas para estudar Já segues estes conselhos? Fama Ficámos “loucos” com Matias Damásio Pancadas O teu intervalo é igual ao de toda a gente Clínica ISPA Como e quando estudar? Capital Jovem da Segurança Rodoviária Uma semana em grande, no Porto Academias Forum Estudante Mergulha no nosso mundo! Só Rir A moda está na moda? Música Fomos à rua de Luís Severo HorósCopos Professor Esótanga tem uma previsão segura para ti Tech Fomos conhecer o segredo da Razer

Revista Forum Estudante #296 // Maio 2017 // e-mail: geral@forum.pt // www.forum.pt


/Study Abroad

publirreportagem

©Tiago Maya / Visual Arts

2 | Forum Estudante | Mai’17

735 PESSOAS VISITARAM A FEIRA STUDY ABROAD PORTUGAL EM LISBOA E NO PORTO No passado mês de Março, realizou-se, em Lisboa e no Porto, a 4ª edição da feira Study Abroad Portugal. O evento ontou com a presença de cerca de 30 instituições estrangeiras, desde de agências educativas, escolas de verão, universidades, colleges, escolas de línguas e muitas mais. Estas participações permitiram disponibilizar informação sobre estudar em mais de 15 destinos, nomeadamente: EUA, Reino Unido, Holanda, Canadá, Austrália, Dinamarca, Luxemburgo, República Checa, entre outros. Para além da possibilidade de contactar directamente com os representantes destas instituições, esclarecer todo o tipo de dúvidas relacionadas

com a oferta de cursos, processo de candidatura, financiamento ou simplesmente saber como é que é estudar/viver num determinado campus ou país, os visitantes poderam ainda assistir a um programa de seminários bastante diversificado. Os seminários decorrem em paralelo com a feira e são de livre acesso para todos os visitantes. Como complemento às habituais palestras sobre estudar no Reino Unido, medicinas no estrangeiro e da sessão de partilha de experiências no estrangeiro, nesta edição, o programa de seminários contou com apresentações sobre voluntariado, personal branding e networking. O número de registos para as feiras Study

Abroad Portugal, março passado, ultrapassou os 1000, sendo que 420 visitaram a feira de Lisboa e 315 a do Porto. Os graus académicos mais procurados continuam a ser as Licenciaturas e os Mestrados e o Top 10 dos destinos mais procurados continua a ser liderado, por ordem de preferência, pelo Reino Unido, os EUA e o Canadá, mas também inclui países como Austrália, Irlanda, Holanda e Itália. A feira Study Abroad Portugal volta em outubro, nos dias 21 e 22, em Lisboa e no Porto, respetivamente. A participação na feira é gratuita, bastando apenas um registo através do site: www.studyabroadportugal.pt


4 | Forum Estudante | Mai’17

/Escolas

UMA RÁDIO PARA “LEVAR A VOZ DOS JOVENS À CIDADE DE LISBOA” A Rádio LXJovem está “no ar” desde 24 de março. Na cerimónia de lançamento, no Auditório Sam The Kid, em Marvila, o vereador dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, João Carlos Afonso, explicou que este canal de comunicação pretende “mostrar que os jovens têm muito a oferecer à cidade”.

Em cima, sessão de apresentação da Rádio LXJovem, com o vereador João Carlos Afonso

Durante a sua juventude, João Carlos Afonso trabalhou numa “rádio pirata”. Segundo revelou o vereador, durante a apresentação do novo projeto do Pelouro dos Direitos Sociais da CML essa experiência mostrou-lhe como o mundo radiofónico pode servir para “partilhar o conhecimento e cultura com os outros”. Por essa razão, o vereador espera que a Rádio LXJovem se assuma como “um palco de diversidade”, ao juntar jovens “num mesmo suporte”. Esta rádio estará sediada no espaço LXJovem, em Marvila, e funcionará em parceria com a Associação de Radioamadores da Região de Lisboa. O objetivo, explicou o Chefe de Divisão para a Coesão e Juventude da Câmara Municipal de Lisboa, Mário Rui Souto, é fundar um espaço onde a palavra será dos jovens. “Queremos criar condições para que os jovens possam dizer o que gostam e querem, sem filtros – isso é que os fará crescer”, salientou. Numa primeira fase, revelou Mário Rui Souto, os programas da Rádio LXJovem serão difundidos pelos meios digitais e

através de podcasts. O objetivo, contudo, é “trazer a Rádio LXJovem até ao éter”, criando uma antena própria para esta estação.

O Espaço LXJovem situa-se no Bairro do Armador, em Marvila, e conta com...

… pontos de acesso à internet,

UM ESPAÇO PARA A JUVENTUDE EM LISBOA O espaço em que funcionará esta rádio – o espaço LXJovem, em Marvila – sofreu uma profunda remodelação em 2015. Nessa altura, foram criados, neste local, uma sala de exposições, um auditório e uma sala para ensaios de bandas. Com a criação da rádio, esta sala de instrumentos será agora transferida para um outro espaço em Marvila. Ao longo destes dois anos, revela Mário Rui Souto, o espaço LXJovem tem adqurido “uma dinâmica tremenda”, contribuindo para desmistificar a ideia de que estamos “numa zona que é difícil de entrar”. “Muita gente de vários pontos da cidade tem vindo até aqui”, reforça. O espaço LXJovem conta ainda com dois espaços adicionais que funcionam em articulação: o “Círculo das Letras”, na rua Voz do Operário e o “Gira-Discos”, na Graça.

zona de exposições…

e biblioteca.


5 | Forum Estudante | Mai’17

/Escolas

LINKEDAY: LIGADOS AO FUTURO Decorreu no passado dia 18 de Abril a primeira edição do LInKE DAY, uma iniciativa organizada pela Escola Profissional Gustave Eiffel do Entroncamento, com o objetivo de dar a conhecer aos seus alunos e comunidade as diversas possibilidades de escolha após a conclusão do ensino secundário.

pub

Oportunidades de carreira, prosseguimento de estudos, desenvolvimento de hobbies, criação do próprio emprego, voluntariado, entre outras oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional estiveram representadas neste evento através de 24 expositores e 7 palestrantes. Ao longo do dia, mais de 200 jovens puderam assistir a demonstrações e experimentar diversas atividades profissionais, contactar com entidades promotoras do empreendedorismo na região e conhecer casos de sucesso, bem como interagir com várias entidades do ensino superior.

UMA MISSÃO BEM SUCEDIDA Por Sara Moreira

No passado dia 4 de Abril, a animadora Forum Estudante Sara Moreira visitou o Agrupamento de Escolas da Arrifana. Eis o seu relato. “O meu objetivo foi falar um pouco com os alunos do 9º ano sobre os projetos da Forum Estudante. Numa escola onde os alunos e o corpo docente estão em harmonia, fui recebida de forma calorosa e com o carinho de todos. Poucos eram os alunos que conheciam os projetos da Forum Estudante, mas agora já não se fala noutra coisa. Foi uma missão bem-sucedida”.


6 | Forum Estudante | Mai’17

/Escolas

E TU?

CONHECES A TUA CONSTITUIÇÃO?

O ENSINO PROFISSIONAL TAMBÉM TEM DIA O Complexo Desportivo do Jamor, em Oeiras, recebeu as comemorações do Dia do Ensino Profissional. A Iniciativa da Agência para a Qualificação e o Ensino Profissional reuniu mais de 5000 estudantes. Quando subiu ao palco, para cantar uma versão de Hallelujah, Joana Sousa encontrou pela frente milhares de estudantes. Os muitos jovens presentes no público, envergando t-shirts brancas onde se lia #somosensinoprofissional, juntaram a sua voz à de Joana. No final da atuação, a aluna do curso profissional de Análises Laboratoriais da Escola Secundária de Pombal revelou à FORUM que esta performance foi diferente das suas outras experiências em palco: “serviu também mostrar que também há talento no Ensino Profissional – e essa é uma forma de defendê-lo”. As palavras de Joana Sousa estão em linha com aquele que a ANQEP define como objetivo principal das comemorações do Dia do Ensino Profissional

que se realizaram, no Complexo Desportivo do Jamor: “pretendese demonstrar o que é hoje o ensino profissional”, evidenciando “o seu peso e impacto”. Desta forma, ao longo do dia, os mais de 5000 alunos de cursos profissionalizantes, vindos de 83 escolas de todo o país, realizaram várias atividades que pretendem “reforçar um conjunto de valores expressos num conceito maior – uma cultura de Ensino Profissional”. Esta é a terceira edição do Dia do Ensino Profissional e, segundo o Presidente do Conselho Diretivo da ANQEP, Gonçalo Xufre Silva, tem-se registado um crescimento gradual. Para a edição dete ano, realçou, “as inscrições foram preenchidas muito rapidamente”. “Isso dá-nos ainda mais ambição para a quarta edição”, reforçou.

Para que serve a Constituição da República Portuguesa? Quais são os teus direitos fundamentais? E os teus deveres? Quais as liberdades que a CRP prevê? E o que diz sobre os jovens? Estas são algumas perguntas que podes ver respondidas no seguinte site: www.anossaconstituicao.pt. O Projeto “A Nossa Constituição” é uma iniciativa do Conselho Nacional de Juventude, com o apoio da Assembleia da República e promovido em conjunto com a Direção Geral de Educação e a Forum Estudante. Na semana do 25 de Abril, as escolas foram desafiadas a realizar sessões sobre a Constituição da República Portuguesa, sugerindo a alunos e professores que parassem, pensassem e falassem sobre #anossaconstituição. No nosso site (www.forum.pt) e no site do CNJ (www.cnj.pt) - podes ver o que aconteceu nessa semana em várias escolas e se não tiveste oportunidade de participar nesta ação, ainda vais a tempo de explorar o assunto em www.anossaconstituicao.pt, onde podes vídeos sobre os Direitos Fundamentais, ler e explorar a Constituição por temas e responder ao Quiz (teste) sobre a Constituição, explorando através das respostas as questões abordadas.

Para mais informações, lê o código QR.


pub

28.03.17_AF_Anúncio Forum Estudantes.pdf

7 | Forum Estudante | Mai’17

/Dicas para estudar

6 DICAS

PARA MELHORAR O ESTUDO

A diferença, por vezes, está no detalhe. Através de pequenos ajustes podes conseguir aumentar em muito a rentabilidade do teu tempo de estudo. Já segues estes conselhos?

01

Começa por ler toda a matéria, para que tenhas uma ideia geral de todos os conceitos e de que forma se interligam. Podes escolher assinalar as partes que te parecem mais importantes.

02

Preocupa-te em mudar de local de estudo. Ao te integrares em novos ambientes, vais manter o cérebro estimulado e vais encontrar mais facilmente motivação para te concentrares.

03

Não te fiques apenas pelo digital. Estudos comprovam que a informação é mais facilmente apreendida através de folhas impressas ou manuscritas. Ao escolher uma fonte,

tenta não escolher estilos muito complexos (ou serifados).

04

Não faças multitasking: focate apenas numa tarefa. Ao distribuíres a tua atenção por vários objetivos, podes acabar por não conseguir cumprir nenhum com eficácia. C

05

Não desprezes a importância de criar ligações. Não tentes apenas memorizar, procura compreender de que forma as ideias e conceitos encaixam. Para tal, pode ser uma ajuda representar visualmente a matéria, através de gráficos ou esquemas.

06

Se gostares de ouvir música, escolhe a música com critério. Estudos demonstram que a música instrumental (nomeadamente á “música clássica”) podem ajudar à fixação de informação. Pela mesma razão, tenta evitar rádio: a voz dos apresentadores e dos anúncios pode acabar por distrairte.

M

Y

CM

MY

CY

CMY

K

1

28/03/17

13:06


8 | Forum Estudante | Mai’17

/PNL

BIBLIOTECAS ESCOLARES

UM NOVO MUNDO, A MESMA MISSÃO Há mais de 20 anos que as Bibliotecas Escolares são uma presença nas escolas portuguesas. Hoje, são cerca de 2500, espalhadas por todo o país. Conheces a sua missão?

espaço “O LIVRO QUE TRAGO NA MOCHILA” Partilha connosco as tuas leituras: conta-nos o que andas a ler, o porquê da tua escolha e revela qual será a tua próxima leitura. Envia o teu testemunho para: geral@forum.pt

TO KILL A MOCKINGBIRD

Estávamos em 1996 e o objetivo era simples: criar bibliotecas nas escolas e servir a comunidade educativa. Como se lê no relatório que funda a Rede de Bibliotecas Escolares, em 1996, “cabe às escolas e às suas bibliotecas a função essencial de criar e desenvolver nos alunos competências, (…) para que os cidadãos se tornem mais conscientes, informados e participantes”. Neste processo, destacou-se Teresa Calçada, como responsável pela conceção, lançamento e coordenação da rede durante quase duas décadas. Para tal, foram traçados algumas das linhas que todas as bibliotecas devem seguir. Assim, em cada biblioteca escolar existe a preocupação que o aluno “se sinta num ambiente que lhe pertence”, com “acesso à informação e conhecimento” e onde “possa descobrir e alimentar o prazer de ler”, estudar e adquirir novas competências. Muito mudou desde 1996, nomeadamente a forma como os jovens se relacionam com a leitura: novos suportes digitais surgiram

e alteraram este contexto. Numa entrevista recente à Antena 1, a coordenadora da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares, Manuela Silva, destacou que, ainda que realidade atual possa distanciar as pessoas da leitura, são as bibliotecas escolares que, muitas vezes, levam as crianças a descobrir o gosto pelos livros. De resto, para Manuela Silva, este novo contexto digital reforça mesmo o papel das bibliotecas escolares no crescimento dos jovens, uma vez que “a Escola tem de cumprir a aproximação à leitura e proporcionar aos alunos a descoberta pelo seu valor”. “Sem a leitura, sem conhecimento, os jovens terão muito mais dificuldade em mover-se no Mundo atual”, reforçou. De forma a estar próxima da comunidade escolar, a Rede de Bibliotecas Escolares tem uma presença ativa no Facebook em www.facebook.com/rbeportugal. Podes seguir esta página para ficar a saber mais sobre o que a tua biblioteca tem para te oferecer.

Estou a ler To Kill a Mockingbird de Harper Lee. É um clássico da literatura americana, uma amiga com bom gosto recomendoumo, e já encontrei algumas referências ao livro noutros livros e em séries – daí a minha vontade de o ler. Estou a gostar bastante do livro (até agora nada me tinha deixado tão interessada em Direito!), pois aborda temas fundamentais da existência humana e da vida em sociedade, sob o ponto de vista inocente de uma criança. Maria Marques Portela, Braga

WWW.PLANONACIONALDELEITURA.GOV.PT


pub

pub

OFERTA FORMATIVA 2017 LISBOA AUDIOVISUAIS E PRODUÇÃO DOS MÉDIA Técnico Especialista em Desenvolvimento de Produtos Multimédia Nível 5 (1.500 horas) Cursos de Especialização Tecnológica

CIÊNCIAS INFORMÁTICAS Técnico Especialista em Gestão de Redes e Sistemas Informáticos Nível 5 (1.375 horas) Cursos de Especialização Tecnológica

Técnico Especialista em Tecnologias e Programação de Sistemas de Informação Nível 4 (1.375 horas) Aprendizagem (DUAL)

ELETRÓNICA E AUTOMAÇÃO Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores Nível 4 (3.625 horas) Aprendizagem (DUAL)

Técnico de Eletrónica Médica Nível 4 (3.625 horas) Aprendizagem (DUAL)

Técnico Especialista em Automação, Robótica e Controlo Industrial Nível 5 (1.560 horas) Cursos de Especialização Tecnológica

Técnico Especialista e Telecomunicações e Redes Nível 5 (1.560 horas) Cursos de Especialização Tecnológica

PORTO Audiovisuais e Produção dos Média Técnico Especialista em Desenvolvimento de Produtos Multimédia Nível 5 (1.500 horas) Cursos de Especialização Tecnológica

Ciências Informáticas Técnico Especialista em Gestão de Redes e Sistemas Informáticos Nível 5 (1.375 horas) Cursos de Especialização Tecnológica

Eletrónica e Automação Técnico de Eletrónica, Automação e Comando Nível 4 (3.625 horas) Aprendizagem (DUAL)

Inscrições Abertas

Modalidades Aprendizagem Dual Educação e Formação de Adultos Especialização Tecnológica Vida Ativa Formação Modular

www.cinel.pt Lisboa Rua Jau - Alto de Santo Amaro Tel: 214 967 700 Email: cinel@cinel.pt

Porto R. de S. Rosendo nº 377 Tel: 225 363 210 Email: geral.porto@cinel.pt


10 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Lisboa

publirreportagem

UMA ESCOLA PARA O TEATRO E CINEMA A Escola Superior de Teatro e Cinema é a primeira instituição de ensino superior público nas suas áreas, caracteriza-se por oferecer formações profissionais de grande qualidade, confirmadas pelo reconhecimento exterior, nacional e internacional.

Atualmente, a ESTC ministra Licenciaturas e Mestrados em Teatro e em Cinema e participa no leccionamento do Curso de Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento criado por parceria entre a Universidade de Lisboa e o Instituto Politécnico de Lisboa.

Em 2008, implementado o processo de Bolonha, as licenciaturas da ESTC foram redesenhadas e a ele adaptadas. A implementação dos seus mestrados e a abertura a uma nova parceria, que deu origem ao Doutoramento em Artes, favoreceu o modelo LMD (licenciatura, mestrado, doutoramento).

A ESTC é composta por dois departamentos, o de Teatro, fundado por Almeida Garrett, e o de Cinema criado no âmbito da reforma Veiga Simão por um grupo de cineastas ligados ao “cinema novo” português. A integração dos cursos de Teatro e Cinema do Conservatório no Instituto Politécnico de Lisboa instituiu a nova escola como parte do ensino superior público, no âmbito do subsistema politécnico.

A ESTC está representada nas principais associações internacionais de escolas das suas duas áreas e tem como principal objetivo uma maior internacionalização da sua imagem, o desenvolvimento da investigação aplicada e a implementação de maior relação e colaboração entre instituições de ensino superior artístico na região de Lisboa, a nível académico e científico. No campo da internacionalização o Departamento de Teatro está a trabalhar com um conjunto de escolas europeias no âmbito de um programa internacional que lidera, chamado École des Écoles e o Departamento de Cinema colabora, atualmente, já no segundo ano do curso, com o ISARC numa

O que diferencia a ESTC das restantes instituições de ensino superior na área do teatro e cinema é a natureza aplicada e prática do seu ensino, diretamente virada para as profissões do Teatro e do Cinema.

parceria com o governo Moçambicano para a criação de uma licenciatura em Cinema, em Maputo. Também a mobilidade internacional de estudantes tem vindo a crescer. A ESTC continuará a desempenhar a sua missão no contexto do Ensino Superior Artístico, formando profissionais altamente qualificados, realizando atividades de pesquisa e de investigação, apostando na experimentação e produção artística realizando e participando em projetos de desenvolvimento de prestação de serviços à comunidade.

www.estc.ipl.pt


11 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Lisboa

publirreportagem

SABES O QUE É GENIAL?

APRENDERES O QUE GOSTAS E TER EMPREGO GARANTIDO NO FINAL! Sabemos que o mais importante para ti é fazeres aquilo que mais gostas. E se a isso puderes aliar uma taxa de empregabilidade de 94%? Parece-te bem? Então o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL), do Politécnico de Lisboa, é o lugar certo para ti!

Localizados no coração de Lisboa e na maior área de negócios do setor empresarial do país, não podíamos estar mais perto do teu futuro. Contamos com uma oferta formativa de elevado prestígio, que compreende os cursos de licenciatura em Comércio e Negócios Internacionais, Contabilidade e Administração, Finanças Empresariais, Gestão e Solicitadoria.

Qualquer um destes cursos permite que possas trabalhar nas melhores empresas quer a nível nacional ou internacional, ou trabalhar por conta própria! Não importa agora o caminho que irás seguir, mas podes ter desde já a certeza que estarás mais preparado do que nunca para desenvolver a tua profissão, munido das melhores ferramentas que uma Instituição de Ensino Superior te poderá oferecer. As competências que vais adquirir

connosco são altamente procuradas pelo mercado de trabalho pois ensinamos o “saber fazer”, através duma formação eminentemente prática, ministrada por um corpo docente de excelência. Outro aspeto relevante é o facto do ambiente dentro e fora da sala de aula ser tão familiar que vais achar que não saíste do secundário, tal é o acompanhamento que é dado por toda a estrutura ISCALINA. Se quiseres ter uma experiência de ensino mais distante e descobrir novas culturas, podes contar com os mais de 400 parceiros Erasmus do Instituto Politécnico de Lisboa, do qual nós fazemos parte como uma das suas 8 Escolas e Institutos. São tantas as razões para escolheres o ISCAL que se torna difícil falar de tudo… ensino superior público com o maior prestígio, propina atrativa, desporto escolar, residência, bolsa de estudos, praxe integradora e solidária, Prémios de Excelência Académica para os nossos melhores alunos, e muita, muita animação! Segue o teu sonho.

Descobre mais sobre o ISCAL com o seu vídeo institucional: youtube.com/watch?v=hT2zBoK7CZI

www.iscal.ipl.pt


12 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Lisboa

©Vilma Serrano

©Carlos Ramos

publirreportagem

FORMAÇÃO EM DANÇA? É NA ESD! A Escola Superior de Dança (ESD), do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), oferece-te o curso de Licenciatura em Dança e a possibilidade de prosseguires os estudos para o Mestrado em Ensino de Dança.

A dança, enquanto arte performativa, permite a união entre o trabalho físico e criativo. O papel da Escola Superior de Dança é dar uma formação que une a prática com a teoria da dança. A cultura pedagógica da ESD assenta na promoção de um contacto direto de auscultação e de diálogo. Esta prática promove a união, a cooperação e interajuda e o desenvolvimento de um espírito de grupo – “a comunidade ESD”. Tirar um curso na ESD representa abraçar a dança como parte da tua vida e do teu futuro. Significa um treino técnico intenso e uma dedicação em pleno à Arte da Dança. Simboliza a partilha de experiências e a diversidade de abordagens artísticas. Defendemos,

por isso, que o rigor, a disciplina, o empenho e o amor pela Dança são elementos indispensáveis para a construção de percursos académicos interessantes e de sucesso.

A ESD é uma escola de referência da qual nos orgulhamos. A Licenciatura em Dança permite desenvolver competências técnicas, criativas e performativas. Ao longo de 3 anos de aprendizagem, podes ensaiar e explorar ativamente a sociedade e o contexto em que vives, através de apresentações coreográficas, para o público em geral, em locais artísticos e/ou culturais, em monumentos e festivais de dança. Tens, ainda, a oportunidade de criar e interpretar peças de coreógrafos e professores de renome. Esta experimentação promove a valorização e a realização pessoal dos nossos estudantes, bem como a descoberta de uma identidade artística, enquanto coreógrafo ou intérprete.

LICENCIATURA EM DANÇA | 1º Ciclo do Ensino Superior Duração: 6 semestres | Total de créditos: 180

MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA | 2º Ciclo do Ensino Superior Duração: 4 semestres | Total de créditos: 120

CONDIÇÕES DE ACESSO Candidatos portadores do 12º ano ou equivalente • Uma das seguintes provas de ingresso: Geografia; Filosofia; História da Cultura e das Artes; Inglês; Matemática; Português. • O concurso local de acesso implica: 1. Prova de Técnicas de Dança 2. E xercícios práticos de resposta criativa 3. Prova de Composição Coreográfica

CONDIÇÕES DE ACESSO AO CURSO Os candidatos têm de preencher um (1) dos seguintes requisitos: • T itularidade de um grau de licenciatura, preferencialmente na área da dança • T itularidade de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido, preferencialmente na área da dança • C urrículo escolar, científico ou profissional artístico que seja reconhecido pelo Conselho Técnico-Científico

A Escola Superior de Dança está em contacto com a comunidade artística e educativa, nacional e internacional. Convida bailarinos e coreógrafos para realizarem masterclasses. Estabelece parcerias e protocolos com várias entidades que permitem e apoiam a participação dos nossos estudantes em projetos inseridos no plano de estudos do curso. A ESD realiza também intercâmbios internacionais com escolas de vários países europeus, através do Programa Erasmus+. Estas valências de formação pessoal, social e profissional promovem a integração e reconhecimento dos nossos estudantes, no meio artístico, bem como a inserção no mercado de trabalho.

As instalações da ESD situam-se no centro histórico da cidade, no Bairro Alto. Esta localização permite, também, a vivência cultural e artística da cidade de Lisboa. Entre os vários serviços da escola, podes usufruir do gabinete de massoterapia, da biblioteca especializada em dança, do gabinete de apoio à produção, do ginásio e dos estúdios de dança. O que é preciso para ser estudante da ESD? Gostar de dança, ter prática e o 12º ano completo. O acesso é feito através de provas práticas (audições): prova de técnicas de dança; exercícios práticos de improvisação; prova de criação coreográfica.

Participação em parceria com a Universidade de Lisboa

DOUTORAMENTO EM ARTES - ARTES PERFORMATIVAS E DA IMAGEM EM MOVIMENTO | 3º Ciclo do Ensino Superior Duração: 6 semestres | Total de créditos: 180 Para mais informações sobre os cursos, condições de acesso e critérios de apreciação de candidaturas, consulte: www.esd.ipl.pt Rua da Academia das Ciências, nº 7, 1200-003 Lisboa | tel: (+351) 21 324 47 70/4 | email: geral@esd.ipl.pt

www.esd.ipl.pt


13 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Lisboa

UMA ESCOLA COM SAÚDE! Com mais de 30 anos de história, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), integrada no Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), oferece múltiplos cursos de licenciatura e mestrado na área da saúde, gerando uma grande diversidade de saídas profissionais.

entanto, que os estudantes tenham contacto com a prática e ambiente profissional desde o início do curso. A componente prática da formação ministrada reflecte-se também na grande variedade de estágios em empresas, hospitais, clínicas, laboratórios, centros de saúde e indústria. Os profissionais de saúde formados na ESTeSL são uma referência para o mercado de trabalho, o que se reflete na alta empregabilidade dos recém-licenciados.

Internacionalização e Investigação Na ESTeSL, os estudantes dispõem de instalações modernas, com um grande número de laboratórios devidamente equipados para o ensino clínico. Os mestrados e cursos de formação permitem uma atualização constante de conhecimentos, que reforça as competências científicas e de especialização dos licenciados, em diferentes áreas da saúde.

Formação de excelência na área das ciências da saúde A exigência científica e pedagógica da ESTeSL é sustentada por um corpo docente dinâmico e qualificado e garantida por um sistema de avaliação de qualidade. O reconhecimento de formação de excelência por parte dos parceiros nacionais e internacionais implica um desafio contínuo: continuar a apostar na exigência científica dos nossos cursos, permitindo, no

A Escola aposta ainda na internacionalização a vários níveis, para além dos estudantes internacionais que são recebidos todos os anos, os estudantes da ESTeSL têm a possibilidade de realizar períodos de mobilidade em instituições de ensino superior estrangeiras de grande prestígio, como o Instituto Karolinska, entre outros. A área da investigação é outra vertente em desenvolvimento. Os estudantes e docentes desenvolvem trabalhos de investigação através do Centro de Investigação em Saúde e Tecnologia (CIST-ESTeSL), dos vários Grupos de Investigação em funcionamento na Escola, ou em parceria com diversos centros de investigação universitários de referência. A Escola marca ainda presença em diversas redes académicas e profissionais internacionais e nacionais que incentivam as atividades de investigação.

www.estesl.ipl.pt

pub

publirreportagem


14 | Forum Estudante | Mai’17

/Fama

ENTREVISTA A MATIAS DAMÁSIO:

“SOU MUITO MAIS DO QUE UM ARTISTA DE KIZOMBA. SOU UM MÚSICO”


15 | Forum Estudante | Mai’17

/Fama

Quando fala de si, Matias Damásio fala de música. Recorda os gramofones do bairro da “Lixeira”, nos arredores de Benguela, há mais de 20 anos. Refere o que espera de diferente no seu regresso aos Coliseus de Lisboa [30 de abril] e do Porto [20 de maio]. E explica as razões para as atuais milhões de visualizações no Youtube e para o carinho que sente do público português: “faltava uma oportunidade para nos conhecerem”. Lançaste o teu primeiro álbum aos 24 anos. Qual a relação que tiveste com a música durante a tua infância e adolescência? Nasci numa cidade do sul de Angola, em Benguela, num bairro a que chamam “Lixeira”. Vivi em condições muito difíceis mas, apesar de não ter rádio nem televisão, tinha à minha volta uma série de lojas que tinham gramofones a tocar música de manhã à noite. Foi aí que ouvi e fui levado, de forma muito natural, até à música. Ouvia de tudo um pouco: Eduardo Paím, Bonga… Tocavam praticamente 24 horas por dia. Era uma poluição sonora boa (risos).

Até que, aos 12 anos, saíste de Benguela… Fui para Luanda, por causa da guerra. Fui viver uma aventura que, no tempo da guerra, foi vivida por muitas crianças. Fui para Luanda sozinho, vivi de um lado para o outro: casa de uma tia aqui, de um amigo ali. Cresci neste ambiente, com saudades dos meus pais e da minha terra. Na altura, já rabiscava uns papéis e foi aí que aprendi a tocar viola, aos 15 anos de idade. A viola teve uma importância fundamental na minha vida. Foi com ela que comecei a escrever as primeiras canções, a tocar numa barraca aqui, num bar ali… A começar a ganhar a vida com isso, de forma não-profissional.

Quando compões, hoje em dia, ainda recorres à viola? É básico: a minha música toda começa na viola. Tudo o resto vem depois. O que ouvem nos álbuns é exatamente a minha essência – pego na viola e começo a escrever as minhas canções. Tenho uma viola em todos os lugares onde estou: no hotel, em casa, em Portugal, em Angola… Sem a viola, praticamente, estou perdido.

O teu primeiro disco foi um marco importante e teve o nome Vitória, como disseste, por sentires que conquistaste algo. Nesta fase, quais estão a ser as tuas vitórias? A conquista do mercado português é uma grande vitória para nós. Portugal, até pela relação que existe com Angola, sempre esteve na nossa agenda. Portugal é também, para nós, uma porta para o Mundo. A partir daqui,

poderemos sonhar com outras vitórias: com o Brasil, com Espanha. É o começo de muitas vitórias que queremos ter. E este carinho que estamos a receber em Portugal é também uma delas.

Embora estejas a ter agora mais notoriedade em Portugal, há vários anos que aqui marcas presença, com concertos em salas importantes como os Coliseus ou o Centro Cultural de Belém. Quais as principais diferenças que sentes, neste momento, em comparação com essas passagens anteriores? Os artistas africanos têm uma particularidade: cantam em toda a parte do Mundo, por causa das comunidades. Porque, como sabes, África emigrou muito para vários pontos do Mundo. Por isso, acabámos por já ter passado por muitos lugares, com um apoio muito grande. É só

“Sem a viola, praticamente, estou perdido” olhares para Lisboa e perceber que existem muitos angolanos que lotam concertos, de facto. Mas a grande diferença é que hoje temos oportunidade de chegar ao público português. Sinto que conseguimos chegar com a nossa música a pessoas que, independentemente da sua relação com Angola, gostam de música. Esse é um sentimento ainda maior: reunir várias pessoas e culturas num lugar.

Já referiste no passado que o crescimento da popularidade da música africana entre os portugueses é um factor importante. Qual achas que pode ser a razão para esse crescimento? Eu costumo dizer que esse crescimento – e ainda bem que chegou – veio tarde. Repara no caso de França e de Paris, em específico, que é o grande palco da música africana. Acho que a música africana, para além de conter ritmos quentes, inclui coisas que temos em comum. As próprias editoras também se abriram para o mercado africano. E,

sobretudo, deveu-se a dois embaixadores que são o Anselmo Ralph e o C4Pedro que fizeram o público português ter mais curiosidade. Eu e outros vamos apanhar essa estrada. Faltava uma oportunidade para as pessoas nos conhecerem.

E qual o apoio dos jovens, em específico, que sentes à tua música? Quando saímos do espetáculo encontramos a neta, a filha e a mãe (risos). Esse público mais jovem, em particular, expressa-se nas redes sociais e são os grandes causadores desses milhões de visualizações que temos. Tenho uma gratidão muito profunda, porque todos os dias recebemos inúmeras mensagens de jovens. Sentimos que esse público está muito presente, não só nas canções, mas também no nosso dia-a-dia. É um público muito importante na nossa carreira.

Relativamente ao teu último disco, sublinhaste que era “mais do que um disco de kizomba”. Porque é que quiseste reforçar esse ponto? Os rótulos não fazem muito bem. Na verdade, durante estes 10 anos de carreira, cantei de tudo um pouco. Mas, mais do que ser rotulado como artista de kizomba, queria mostrar para as pessoas o compositor e cantor que sou, neste disco. As pessoas vão perceber que a grande preocupação neste disco são as letras e as melodias.

“Faltava uma oportunidade para as pessoas nos conhecerem” Elas tanto podem estar num ritmo mais soul, RnB, como estar em kizomba. Tanto que, quando vou à televisão, levo a viola e canto o Loucos mas não é ritmo kizomba. Isso é mostrar às pessoas que sou muito mais do que um artista de kizomba – eu sou um músico. A Kizomba hoje toca, amanhã é kuduro, depois é salsa. É como tudo… Mas gostaria de deixar a marca musical – mostrar que tenho a arte da música.


16 | Forum Estudante | Mai’17

/BP Segurança ao Segundo

AQUI ESTÃO OS FINALISTAS!

Já foram revelados as cinco equipas que, no dia 4 e 5 de maio, irão disputar a final do desafio BP Segurança ao Segundo. Fica a saber mais sobre cada uma delas. EQUIPA

ESCOLA

CONCELHO

DISTRITO

TEMA ATRIBUIDO

EP Cisave

Escola Profissional Cisave

Guimarães

Braga

Telemóvel

O ITAP inventa

Instituto Técnico Artístico e Profissional de Coimbra

Coimbra

Coimbra

Cinto de Segurança

Lost Boys

Escola Secundária D.Dinis

Lisboa

Lisboa

Álcool

Erro 404

Escola Secundária D.Dinis

Lisboa

Lisboa

Fadiga e Cansaço

Creative Spirit

OFICINA - Escola Profissional do INA

Santo Tirso

Porto

Velocidade

Creative Spirit

Erro 404

EP-CISAVE

SABE MAIS EM BPSEGURANCAAOSEGUNDO.PT

2017

O ITAP Inventa

Lost Boys


17 | Forum Estudante | Mai’17

/Pancadas

CRONOLOGIA-TIPO DE UM INTERVALO-TIPO

-2 MINUTOS

Todos sabemos que o intervalo começa antes do intervalo. Os últimos dois minutos da aula são reservados a pensar em todas as coisas que vamos fazer durante os próximos quinze minutos. E que acabamos por não fazer. O que prova como a distração pode ser um desperdício de tempo. Mas não nos precipitemos. Vamos por partes.

2 MINUTOS

Nos primeiros dois minutos, tudo parece possível. A Escola é um Mundo de possibilidades: pode ser desta que declaramos o nosso amor, que marcamos o golo que recordaremos para sempre ou que tiramos a selfie que bate o record de likes. O intervalo é do tamanho dos nossos sonhos: grande, gigantesco. E ai de quem nos diga que não é possível.

9 MINUTOS

Depois do sonho, a obra. Os primeiros sete minutos são caracterizados pelo entusiasmo inicial – fase tão habitual nos mais diferentes âmbitos da vida. Tudo corre às mil maravilhas: as piadas têm piada, os cruzamentos são teleguiados e os filtros do insta parecem mais belos. Não só nada é impossível como, nos primeiros 9 minutos do intervalo, tudo parece possível.

10 MINUTOS

A pressão do tempo é, infeliz e provavelmente, uma das grandes provas por que passarás na vida. O intervalo não é exceção. Há uma triangulação a meio-campo que falha. Engasgaste-te quando recitavas um verso de amor. Ou então ainda estás na fila para comer um croissant com manteiga e fiambre e senteste estagnado. Até podes marcar ou conseguir pequenas vitórias. Mas todas trazem o amargo sabor de final de intervalo.

15 MINUTOS

A campainha é impiedosa: não olha ao contexto nem à necessidade. Até podias seguir isolado para a baliza ou estar prestes a dizer as palavras mágicas. A campainha não vai perdoar.

Procura apenas fazer o melhor — chuta do meio campo ou arrisca um beijo inesperado. Se nada funcionar, já sabes: podes tentar no próximo intervalo.


18 | Forum Estudante | Mai’17

/Redescobrir a Terra www.redescobriraterra.forum.pt

AINDA VAIS A TEMPO DE LEVAR A AGRICULTURA À TUA ESCOLA

Mais de 150 escolas já se associaram ao Dia Nacional da Agricultura nas Escolas. Exposições, passatempos ou aulas especiais são apenas alguns dos exemplos de atividades que serão realizadas. Sabe como podes levar este dia até à tua escola. O processo é simples: para associares a tua instituição de ensino ao Dia Nacional da Agricultura nas Escolas necessitas de encontrar um professor que aceite ser seu representante. Depois, é só preencher o formulário de inscrição em redescobriraterra.forum.pt. Depois de feita a inscrição, a Forum Estudante vai contactar a tua escola, enviando um Kit Pedagógico que contém ideias e materiais para auxiliar alunos e professores a desenvolver atividades que celebrem a agricultura.

O dia de atividades é 19 de maio, durante o qual as mais de 150 escolas inscritas até ao momento desenvolverão atividades de divulgação e promoção da sustentabilidade, do respeito pelo ambiente e da importância do setor agrícola para o desenvolvimento sustentável. Esta é uma ação inserida no programa Redescobrir a Terra – uma iniciativa da Confederação de Agricultores de Portugal e da Forum Estudante, sendo que as inscrições encontram-se abertas

para todas as escolas do 1.º ao 12.º de escolaridade. Para além do apoio de instituições de ensino superior e profissional de todo o país, esta ação conta com a parceria da Direção Geral de Educação, bem como de diversas Empresas e Associações Agrícolas. O objetivo, destaca a organização, no seu site, é “contribuir para a introdução do conhecimento do mundo da Agricultura moderna e sustentável, de uma forma lúdicapedagógica, despertando assim potenciais vocações para o setor”.

uma iniciativa

apoios

parceiros

Escola Profissional Agrícola

Afonso Duarte


pub

DESCUBRA A ARTE DOS CURSOS DE HOTELARIA NA SUÍÇA Os cursos de Hotelaria combinam níveis académicos de elevada qualidade com experiência prática de trabalho e foram preparados para responder às necessidades desta atividade apaixonante. Escolha a escola e o curso mais adequados aos seus objetivos, bem como o nível académico que pretende atingir. • Hotelaria • Resorts & SPA • Artes Culinárias • Negócios

• Eventos • Turismo • Hotel Design • Gestão Hoteleira

Para mais informações ver em: www.swisseducation.com

Os nossos estudantes têm rapidamente ACESSO A POSIÇÕES DE RELEVO NO MERCADO DE TRABALHO em qualquer país. Para mais informações, contactar: Tel: 218132535 // multiway@multiway.org

www.multiway.org

pub

SWISS EDUCATION GROUP Montreux | Switzerland | T +41 21 965 40 20 info@swisseducation.com | www.swisseducation.com

Gostavas de Estudar nos Estados Unidos, mas achas as Universidades caras?

NÃO TANTO QUANTO ESPERAS! Propomos:

4 Acesso a uma Universidade Americana 4 Uma experiência que nunca irás esquecer 4 Melhorar o teu nível de Inglês 4 Melhores perspectivas no acesso ao mercado de trabalho 4 E a cereja no topo do bolo: Uma Bolsa de Estudo parcial! As inscrições para o ano de 2017/18 estão a decorrer neste momento. Não percas a oportunidade de também ter uma experiência fantástica. Contacta já com a Multiway.

multiway@multiway.org www.multiway.org Multiway.Cursosnoestrangeiro Tel.: 21 813 25 35 Av. E. U. América, 100 – 13º Fte. 1700-179 Lisboa


20 | Forum Estudante | Mai’17

/Clínica ISPA

ESTUDO EFICAZ

Com a aproximação dos exames, a ansiedade começa a aumentar e, por isso, é tempo de nos organizarmos para que o estudo seja o mais eficaz possível no tempo que resta. Não há receitas milagrosas, nem varinhas de condão! O desafio é cada um encontrar o seu próprio ritmo e método de estudo. Com a nossa experiência, vamos percebendo o que resulta melhor, em que períodos somos

Por Joana Oliveira Psicóloga Clínica da Clínica ISPA

mais ou menos produtivos, como funciona a nossa atenção, que tipo de apontamentos mais nos ajudam, o que é que mais nos distrai e estratégias para melhor nos concentrarmos. Há tantos métodos quanto o número de pessoas e o que resulta para uns não resulta para outros.

“[…] é fundamental investirmos na preparação, ou seja, nas condições necessárias para que o estudo possa ser eficaz.” Em primeiro lugar, é fundamental investirmos na preparação, ou seja, nas condições necessárias para que o estudo possa ser eficaz. Mais do que a escolha do local, se é no quarto ou na sala, na biblioteca ou no café, é importante criar um ambiente propício para o estudo, estudo com uma iluminação adequada e evitando os factores que nos possam distrair ou interromper. Ao reconhecer e identificar o que nos distrai podemos criar estratégias para evitar que isso aconteça. Em relação aos métodos de estudo, estudo há para todos os gostos. Uns tiram apontamentos e

fazem resumos, outros preferem ler apenas os livros, outros sublinham com várias cores e ainda há aqueles que fazem esquemas e diagramas. Dependendo do que conhecemos sobre nós, sobre a forma que funciona a nossa atenção e a nossa memória, existem diferentes estratégias. Para os mais visuais, escrever, sublinhar e desenhar gráficos poderá ser útil. Para os mais auditivos, ler em voz alta ou explicar o que se aprendeu a alguém é preferível. Um dos aspectos essenciais para o sucesso do estudo é a planificação e a gestão do tempo. Se nos testes a matéria é mais reduzida, nos exames temos de estudar tudo o que foi aprendido durante o ano, o que pode ser assustador. Se dividirmos o trabalho em pequenas metas, além de nos permitir lidar com uma quantidade de matéria mais exequível, a sensação de cumpri-las dentro dos prazos poderá ser motivante. Um plano de estudos é bom quando é possível de ser cumprido, o que implica que tenha de ser ajustado ao nosso ritmo e às nossas capacidades, respeitando os sinais de cansaço e de stress. Um estudo eficaz requer que se estabeleçam prioridades, dedicando a cada tarefa o tempo adequado. Bons hábitos de estudo vão ser úteis não só neste momento mas também no futuro, permitindo-nos lidar melhor em próximas situações semelhantes.


21 | Forum Estudante | Mai’17

/ISPA

publirreportagem

ISPA. IU ISPAMEDIA ISPA. PT

BIOINFORMÁTICA? É NO ISPA! Analisar o genoma de uma nova espécie, procurar alvos terapêuticos para atacar uma doença genética, identificar um micro-organismo presente numa amostra de solo ou descobrir a origem ancestral de uma pessoa com base numa amostra do seu ADN, publicar, online, dados de experiências biológicas em bases de dados abertas, são exemplos de atividades correntes no mundo da investigação biológica e biomédica atual. Comum a todos estes exemplos é a necessidade de recolher e tratar uma enorme quantidade de informação genética para obter as respostas pretendidas. Essa tarefa de tratamento de informação, até há poucos anos presente apenas na imaginação de alguns investigadores mais visionários, é hoje em dia o trabalho do dia-a-dia de milhares de Bioinformáticos espalhados por laboratórios, empresas e Universidades de todo o mundo.

O que é a Bioinformática? A Bioinformática é a tecnologia de criação de sistemas informáticos para dar resposta ao desafio imenso de organizar, catalogar, relacionar, armazenar e disponibilizar a informação produzida e, por outro lado, a criação de algoritmos de analise automática dessa informação utilizando modernas técnicas tais como a aprendizagem automática ou a inteligência artificial.

Quem é o Bioinformático? O Bioinformático é assim um profissional multidisciplinar capaz de comunicar e compreender as necessidades do investigador (Biólogo, Bioquímico, Médico, Farmacêutico, Neurocientista, …), desenhar estratégias para dar resposta aos problemas e desafios da investigação e criar sistemas informáticos (programas, algoritmos, bases de dados) capazes de responder às perguntas colocadas.

Porquê uma formação em Bioinformática? Uma formação específica em Bioinformática surge da necessidade de aliar o conhecimento técnico nas áreas de Computação, Estatística e Matemática ao conhecimento alargado nas áreas de Biologia Molecular e Celular, Genética e Genómica. Só profissionais com um amplo leque de conhecimentos, mas ao mesmo tempo com competências profundas nas áreas técnicas são capazes de desempenhar este papel. A Bioinformática é uma área tecnológica em expansão. Várias estimativas apontam para um crescimento do mercado global da Bioinformática de 20% até o final da década. O valor económico estimado desta área tecnológica será nessa altura de 11,5 milhões de Euros. Em Portugal a Bioinformática esta ainda a dar os primeiros passos, mas a excelente infraestrutura de comunicações

e Internet, a qualidade da formação técnica, a disponibilidade de recursos de computação científica são fatores que podem potenciar o desenvolvimento da Bioinformática em Portugal. Nessa linha, várias empresas oferecendo produtos e serviços têm surgido nos últimos anos em Portugal, tais como a Coimbra Genomics, Silico Life, BioInfor2Bio, BSIM2, Ophiomics, Biocant, para nomear apenas algumas.

A Licenciatura em Bioinformática no ISPA A Licenciatura em Bioinformática, aberta há dois anos no ISPA e credenciada pela A3ES, é um curso de 3 anos, com um foco importante nas áreas da Informática, Biologia e Estatística que procura formar profissionais multidisciplinares altamente qualificados que possam integrar equipas de investigação e empresas nas áreas da Biologia, Medicina, Biotecnologia, Farmacêutica, Genética e Genómica, assim como, trabalhar em indústrias mais tradicionais nas áreas de Informática, TI’s e análise de dados. A excelência do seu projeto pedagógico científico, a qualidade da sua atividade científica e a relevância da sua extensão universitária são reconhecidas nacional e internacionalmente. As sinergias possíveis com a Licenciatura em Biologia e com os vários grupos de investigação em Biologia – eles próprios utilizadores das ferramentas Bioinformáticas – são uma garantia de sucesso desta iniciativa.


22 | Forum Estudante | Mai’17

/IPCA

publirreportagem

O IPCA É UM CASO DE SUCESSO NO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO Com 20 anos de atividade letiva, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), em Barcelos, é um caso sério de sucesso no contexto do ensino superior público em Portugal. Sobretudo nos últimos anos, o IPCA tem mantido uma tendência sempre crescente na procura dos seus cursos e, também, do número de estudantes, que são já mais de 4100, bem como de professores doutorados e de carreira. A estes números tem correspondido, também, um aumento significativo da oferta formativa e um crescimento bem visível ao nível das infraestruturas. Só nos últimos três anos, o IPCA inaugurou, no Campus de Barcelos, um Centro de Investigação e Desenvolvimento de Jogos Digitais, onde foram já investidos mais de 3,5 milhões de euros em equipamentos, e o Centro de Investigação para o Incremento Técnico-Científico do Cávado e do Ave (PRAXIS 21). Em fase adiantada de

construção encontra-se, atualmente, um novo edifício para a Escola Superior de Tecnologia e para a Biblioteca. Paralelamente, o Campus sofreu intervenções no sentido de se tornar ainda mais verde, saudável e seguro, reforçando a sua ligação à Natureza e, por exemplo, criando uma ciclovia interna. Neste mesmo período, passou a dispor também de polos em Braga e Guimarães para a oferta exclusiva de cursos técnicos superiores profissionais. Para breve está, ainda, a remodelação de um edifício histórico do centro da cidade de Barcelos destinado à Escola Superior de Design do IPCA, que se encontra, atualmente, em instalações situadas no Campus.

Estudantes de todo o país A exemplo do que tem sucedido todos os anos, no final das três fases do Concurso Nacional de Acesso (CNA),

o IPCA preencheu todas as vagas disponíveis para o ano letivo 2016/2017. Isto significa que nenhum dos 13 cursos de Licenciatura de que dispõe, grande parte dos quais em regime diurno e pós-laboral, ficou com vagas por preencher. De realçar, ainda, que frequentam, atualmente, as licenciaturas das três escolas superiores do IPCA (Design, Gestão e Tecnologia) estudantes provenientes de mais de 90 concelhos de todo o país, o que ilustra bem o forte impacto da oferta formativa deste instituto não só a nível regional, mas também nacional. A grande maioria dos mais de 4100 estudantes do IPCA frequenta cursos de licenciatura, sendo que este ano, pela primeira vez, os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) tornaram-se na segunda formação com maior número de alunos, seguindo-se os Mestrados.


24 | Forum Estudante | Mai’17

/IPBeja

10

publirreportagem

RAZÕES PARA ESCOLHER O IPBEJA

O Instituto Politécnico de Beja conta com quatro escolas superiores e uma oferta formativa de mais de 30 cursos. Sabe mais em studyinalentejo.com.

1

5

Os cursos do IPBeja têm uma crescente notoriedade junto das entidades empregadoras por terem planos de estudos ajustados às necessidades do mercado de trabalho, dos quais fazem parte estágios integrados.

O IPBeja situa-se numa das cidades mais seguras de Portugal, onde as quentes noites de verão favorecem a diversão e o convívio sob um imenso céu estrelado, tão perto da reserva Dark Sky Alqueva; tal como os dias longos e luminosos favorecem a descoberta de uma das regiões menos poluídas da Europa.

PATRIMÓNIO, CULTURA E TURISMO O IPBeja beneficia do facto de estar numa cidade e numa região onde a história milenar se traduz num vasto património e numa cultura de múltiplas expressões, com destaque para a Arte Chocalheira, o Cante Alentejano ou a gastronomia com base na Dieta Mediterrânica, reconhecidas pela UNESCO como património imaterial da humanidade.

6

9

A dimensão do IPBeja proporciona um ambiente de proximidade entre professores e alunos. A proximidade da comunidade académica potencia um forte sentido de pertença e preservação de tradições académicas, mantidas pela associação de estudantes e comissões de curso, perfeitamente entrosadas com a comunidade envolvente.

A investigação aplicada ao contexto socioeconómico regional tornam o Instituto parceiro fundamental na transferência de tecnologia e conhecimento necessários ao desenvolvimento da região. O envolvimento de alunos em atividades experimentais e de investigação é prática comum no IPBeja, fomentando assim a empregabilidade e o empreendedorismo.

RECONHECIMENTO E NOTORIEDADE DA FORMAÇÃO

SEGURANÇA E QUALIDADE AMBIENTAL

2

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA E ACESSIBILIDADES

Sediado na cidade de Beja, este instituto está à mesma distância de Lisboa (177km) e Sevilha (217km); a 110 km de Sines e próximo do Cabo de S. Vicente, localizado no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, no Algarve. A cidade de Beja é servida por transportes rodoferroviários, e possui um aeroporto internacional em desenvolvimento.

3

QUALIDADE DO CAMPUS, LOCALIZAÇÃO E TRANSPORTES

O campus do IPBeja tem as 4 escolas, residências e serviços de apoio ao aluno concentrados num único espaço a 5 minutos a pé do centro histórico da cidade, local onde se situam os principais pontos de diversão noturna.

4

APOIOS SOCIAIS E ALOJAMENTO

PROXIMIDADE E TRADIÇÕES DA COMUNIDADE ACADÉMICA

7

DIVERSIDADE CULTURAL, INCLUSÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO

O IPBeja oferece um ambiente inclusivo de grande diversidade cultural, resultado da tradição de bem receber que tão bem caracteriza o povo Alentejano. Os estudantes internacionais representam mais de 40 países diferentes.

8

INVESTIGAÇÃO, EMPREGABILIDADE E EMPREENDEDORISMO

10

COLABORAÇÃO EM REDE COM A COMUNIDADE

O IPBeja promove o trabalho em rede e as parcerias regionais, nacionais e internacionais. Destaca-se o trabalho em rede com escolas, autarquias, associações, produtores, incubadoras e empresas.

O IPBeja promove medidas de apoio social complementares às Bolsas da Direção Geral de Ensino Superior, devidamente ajustadas às necessidades individuais e à integração de cada estudante.

www.studyinalentejo.com


26 | Forum Estudante | Mai’17

/Capital Jovem da Segurança Rodoviária

EM MAIO, O PORTO VIVE A SEGURANÇA Maio é o mês em que o Porto – a Capital Jovem da Segurança Rodoviária de 2017 – recebe a semana foco. São sete dias de atividades que colocam a segurança nas estradas em evidência. Fica a conhecer alguns dos exemplos.

CRIANÇAS E JOVENS NA ESTRADA Através da simulação do ambiente rodoviário, o ACP irá ensinar a crianças e adultos os cuidados a ter na rua (atravessar corretamente, andar de automóvel sempre atrás e com a devida cadeirinha, recuperar a bola que vai para a estrada…) A ação tem o nome de ACP Kids e permitirá reforçar

junto das crianças a importância da prevenção e segurança rodoviária. Para o público adolescente, o ACP vai ainda disponibilizar a primeira experiência de condução, onde os jovens vão adquirir noções básicas para que, no futuro, se tornem condutores mais responsáveis e atentos.

A GRANDE FINAL DO DESAFIO Para os dias 5 e 6 de maio, está reservada a grande Final Nacional do Desafio BP Segurança ao Segundo, onde as 5 equipas finalistas vão filmar e editar um spot de 30 segundos sobre prevenção rodoviária. Cada equipa

trabalhará um tema em específico – uma das cinco maiores causas de mortes na estrada entre os jovens: fadiga, excesso de velocidade, álcool e drogas, Não utilização do cinto de segurança e utilização do telemóvel.

SIMULAR PARA APRENDER Durante esta semana, haverá ainda espaço para dois simulacros de desencarceramento, nas duas margens do Rio Douro: um no Porto e outro em Vila Nova de Gaia. Para além de sensibilizar

para os perigos da condução sem cumprir as regras de segurança, o objetivo passa também por testar os procedimentos de emergência e a coordenação dos vários meios no terreno.

CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO “NOITES DA QUEIMA” A fechar a semana, vão realizar-se ações de sensibilização e prevenção no recinto das Noites da Queima das Fitas. Para além da colocação de um pórtico com mensagens de sensibilização na saída do recinto, irão ser feitos testes

de alcoolémia e transmitidos no palco principal alguns spots de sensibilização. Esta iniciativa será dinamizada pela Federação Académica do Porto, em conjunto com o Gabinete da Juventude da Câmara Municipal do Porto.

Consulta o programa completo em capitaljovemsegurancarodoviaria.pt PROMOTORES

CÂMARA MUNICIPAL

APOIOS

EDUCAÇÃO

APOIOS LOCAIS

VIATURA OFICIAL

MEDIA


Politécnico de Santarém agrária

gestão e educação desporto saúde tecnologia

Composto por cinco escolas superiores, o Politécnico de Santarém inclui cursos em diversas áreas do saber. Das Ciências Agrárias à Gestão e Tecnologia, passando pela Educação, Desporto ou Saúde, fica a conhecer tudo o que este instituto tem para te oferecer, nas próximas páginas.

A ESCOLHA DE QUEM SABE www.ipsantarem.pt


28 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE SANTARÉM

PRESERVAR O PASSADO, SEMEANDO O FUTURO

Com 129 anos de história, a Escola Superior Agrária de Santarém situa-se na “região agrícola mais importante do país”, sublinha o seu diretor, José Potes. Mantendo o espírito que caracteriza a instituição, a ESAS desempenha também um papel fundamental perante o novo contexto do sector agrícola, acrescenta. “Há um espírito da ESAS criado ao longo de décadas de existência”, começa por salientar, José Potes. A fundação da Escola Superior Agrária de Santarém remonta ao ano de 1888 e, durante os anos seguintes, a escola sempre se destacou por colocar os estudantes “em proximidade aos sistemas de produção agrícola”, acrescenta. Hoje, destaca o diretor, a ESAS mantém presente esta preocupação: “é essa a nossa herança e a missão que prosseguimos”, sublinhando que a instituição deve funcionar como uma ponte entre o conhecimento e a sua transmissão. Como prova desta preservação, José Potes recorda o “espírito Charrua” – a alcunha que é, ainda hoje, atribuída aos estudantes da ESAS – como sendo uma presença enraizada “nos alunos, antigos alunos e na região”. Tudo isto antes de recordar aquele que é o lema, ainda hoje ecoado pelos alunos: “ao alto, ao alto, Charrua”.

Do passado para o futuro Contudo, a missão da ESAS está longe de se resumir à mera preservação do passado. Como relembra José Potes,

José Potes, Diretor da Escola Superior Agrária de Santarém, do Politécnico de Santarém

numa época marcada por uma evolução tecnológica muito grande no sector, existe “a exigência de conhecimento técnico e científico atualizado às novas realidades”. Por essa razão, explica, a ESAS desenvolve projetos de investigação em várias áreas que, em comum, procuram “aumentar a produtividade de forma cada vez mais eficiente e sustentável

do ponto de vista ambiental”. Como tal, a investigação da ESAS abrange todo o ciclo – “da semente até ao consumidor final” – e abrange áreas como a vitivinicultura, produção animal ou o sector agro-transformador. De resto, para José Potes, a ideia de uma agricultura de subsistência, técnica e tecnologicamente limitada, é uma visão já ultrapassada: “a grande maioria das pessoas tem a noção que o conhecimento e a tecnologia são uma realidade na agricultura”. Nessa consciencialização, acrescenta, o facto de “a agricultura ter sido o sector com mais impacto na recuperação económica do país” pode ter desempenhado um papel fundamental.

A riqueza da região No prosseguimento da sua missão, a ESAS conta com uma mais-valia, considera o seu diretor: “estamos inseridos na região agrícola mais importante do país”. Este detalhe permite também manter a ligação com uma grande diversidade de realidades e sectores, acrescenta, reforçando: “existe o contacto com todos os sistemas


29 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

agrícolas e de agrotransformação”. De resto, a riqueza da região fica patente também no grande número de empresas do sector e que, cada vez mais, procuram conhecimento técnico atualizado, acrescenta. Esta combinação, resulta numa “elevada empregabilidade” e em muitos diplomados da ESAS “integrados em empresas bem cotadas”. Na sua missão, acrescenta, a ESAS reconhece muita importância em “mostrar o que se faz, preservando uma abertura ao exterior”, uma vez que, sobretudo nos centros urbanos, “existe alguma falta de informação sobre o que é a agricultura, hoje em dia”. “Muitos jovens perderam o contacto com a realidade agrícola e, não tendo essa informação, não a procuram”, salienta José Potes. Por essa razão, é também papel das escolas agrícolas mostrar que “um agricultor é um empresário como qualquer outro, simplesmente, muitas vezes, com melhor qualidade de vida”. Ainda assim, José Potes sente que começa a haver uma maior procura por um tipo de vida que o sector agrícola permite e que os jovens estão a redescobrir. “Ter esse conhecimento pode ser um primeiro passo para que as novas gerações voltem a encontrar o sector, conhecendo a sua riqueza e a sua qualidade de vida”, conclui.

Contatos Quinta do Galinheiro – S. Pedro Freguesia S. Salvador 2001 – 904 Santarém e-mail: info@esa.ipsantarem.pt Tel.: +351 243 307 300 | Fax.: +351 243 307 301

http://si.esa.ipsantarem.pt/


30 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM

DE SANTARÉM PARA O MUNDO (E VICE-VERSA)

A aposta estratégica da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Santarém (ESTGS) passa pela sua afirmação no panorama internacional. O objetivo é a “divulgação da escola e do Politécnico de Santarém”, explica o sub-diretor, António Morão Lourenço “Temos duas grandes apostas estratégicas: a internacionalização dos cursos e a captação de estudantes internacionais”, explica o sub diretor. A escola oferece um curso de mestrado em Sistemas de Informação para a Gestão, lecionado em Inglês, e um curso transversal a todas as áreas do saber lecionadas na ESTGS. “É um curso com muita procura por parte dos estudantes que recebemos, no âmbito do Programa Erasmus”, salienta o subdiretor. Polónia, França, Holanda e Letónia são alguns dos países de origem dos cerca de 40 estudantes internacionais. A mesma filosofia está na base da análise que está a ser desenvolvida para a criação de um curso ERAMUS MUNDUS, em conjunto com duas universidades (Finlandesa e Norueguesa), na área da Gestão Sustentável – um curso “muito inovador” e que constitui “uma oportunidade muito boa para a ESGTS partilhar boas práticas sobre este tema”. Num mundo globalizado – nomeadamente nas atividades ligadas à gestão e tecnologia – é importante garantir que os alunos obtém este

António Morão Lourenço, Diretor da Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém

contacto multicultural, realça António Morão Lourenço. Por essa razão, todos os anos, dezenas de alunos da ESTGS saem do país em Erasmus, “essencialmente, rumo a Polónia e Holanda”, explica.

A tendência interna A captação de alunos internacionais terá sido uma razões para a subida do número de alunos da ESTG, nos últimos 3 anos. “Registou-se um aumento de cerca de 25%”, detalha

o subdiretor. Para António Morão Lourenço, as principais razões prendem-se com a “qualidade do ensino” e o facto “dos alunos do secundário estarem novamente muito interessados em cursos ligados à gestão e informática”. Para além destas duas áreas, a ESTG leciona cursos na área da contabilidade e fiscalidade, marketing e negócios internacionais. Independentemente da área, salienta o subdiretor, existe uma “grande base de contactos com a empresa da região”, sendo que todos os cursos incluem um estágio. “Isso é uma mais valia muito grande para a entrada dos alunos no mercado de trabalho”, tendo em conta que 50% dos alunos ficam na empresa depois do estágio, revela. Ainda que exista esta implementação regional, a ESTG reúne alunos de muitos dos distritos portugueses, com especial incidência na região do Alentejo, Lisboa, Leria e com muitos alunos da Madeira e dos Açores, revela. Um dado que poderá ser explicado, de acordo com Morão Lourenço, pelas caraterísticas da cidade de Santarém. “É uma cidade calma, com preços moderados”, salienta, antes de fazer as


31 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

contas: “nas residências de estudantes do IPSantarém, por exemplo, há preços muito baixos”. A localização geográfica de Santarém também é colocada em evidência: “tem uma posição central no país, sendo próxima de Lisboa”. Em ligação à região Recentemente, a ESTG viu dois projetos serem aprovados no âmbito do financiamento comunitário Portugal 2020, relativos à área da economia social. “Sempre houve uma preocupação especial com este setor”, explica o subdiretor, que salienta “a relação próxima com as organizações de economia social da região que, inclusivamente levou a abertura de um mestrado na área”. De resto, reforça, “muitos diplomados da ESTG estão hoje a trabalhar nestas organizações”. A mesma ligação ao “contexto da região”, levou à abertura de uma PósGraduação em Gestão de Unidades de Saúde em parceria com a Escola de Saúde de Santarém. Para António Morão Lourenço, esta é a forma de acompanhar as características do tecido empresarial local. É olhando o futuro que deixa a garantia: “vamos continuar a fazer frente às necessidades mais específicas do mercado de trabalho, nas áreas da tecnologia e gestão”.

Contatos Complexo Andaluz Apartado 295 2001-904 Santarém e-mail: correio@esg.ipsantarem.pt Tel.: +351 243 303 200

http://si.esgt.ipsantarem.pt/


32 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM

QUANDO A EDUCAÇÃO É APENAS O COMEÇO

Na Escola Superior de Educação de Santarém (ESES), são várias as áreas do saber que marcam presença no campus. Para além da Educação, Arte, Comunicação ou Ciências Sociais são apenas alguns dos exemplos que o seu diretor, Nuno Bordalo Pacheco, refere como formas de “tornar os sonhos dos alunos realidade”. No edifício da ESES, junto à zona de convívio dos alunos, há uma pintura que se assume como protagonista. Ocupando toda a parede, a imagem representa duas figuras – uma feminina e outra masculina – que se olham à distância. Segundo explica o diretor da ESES, a obra é da autoria de uma antiga aluna internacional da escola e evoca uma “relação à região”. “A figura da esquerda simboliza a terra, a da direita simboliza o rio”, explica Nuno Bordalo Pacheco, enquanto aponta a vasta planície da Lezíria Ribatejana. Um pouco por toda a escola, podem encontrar-se motivos artísticos variados. Para além de pinturas e murais, o campus inclui zonas de exposição para esculturas ou fotografias. De acordo com Nuno Bordalo Pacheco, esta diversidade representa a transversalidade de áreas abrangidas pela ESES – da arte, à multimédia, passando pelas ciências sociais e pela comunicação. “Aqui há muito mais do que educação”, reforça. A mudança ocorreu há cerca de 30 anos. De uma instituição de ensino, explica, espera-se que

Nuno Bordalo Pacheco, Diretor da Escola Superior de Educação de Santarém

intervenção “se notar nos corredores da escola”, ela pode ser encontrada também espalhada pela cidade, através do trabalho de alunos. De igual forma, a ESES cresceu no sentido de incorporar na oferta formativa conhecimentos de áreas como novas tecnologias, turismo, ambiente, entre outras. Um alargamento que, segundo Nuno Bordalo Pacheco, faz todo o sentido, face à alteração de contexto na própria área de ensino. “cada vez mais, educar não é só ensinar – envolve valores cívicos ou ambientais, por exemplo”.

O (re)conhimento do professor evolua e responda aos desafios da sociedade. Nesse sentido, a ESES tem “aprofundado e alargado o seu âmbito de ação”, mantendo a sua matriz original – “a educação clássica de professores e educadores de infância”. A inclusão das artes (plásticas e multimédia) relaciona-se com um conceito de “arte como intervenção”, mantendo a perspetiva educativa. Por essa razão, para além de esta

Com mais de 700 alunos, a ESES tem registado uma “tendência crescente no número de estudantes”, nos últimos anos, revela o seu diretor. Um dado que Nuno Bordalo Pinheiro explica com o facto da área educação ter, hoje em dia, alguma fatores que podem fomentar o otimismo: a expansão da escolaridade obrigatória, a necessidade de renovação de quadros e ainda o facto de “o valor social do professores recomeçar a ser


33 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

reconhecido pela sociedade”. Para além das licenciaturas e mestrados onde os jovens poderão encontrar “um caminho natural”, destaca o diretor da ESES, existe também “vasto leque de CTeSP’s” que vão de áreas como Design Digital ao Ecoturismo, passando pela Pintura e Ilustração. Estas formações “alargaram a área de oferta formativa” da escola, sublinha, acrescentando que, em todas as formações, existe “uma ligação à prática”. Esta missão profissionalizante, ressalva, não tem “um sentido depreciativo”. “O aluno não é empurrado para o mercado de trabalho”, esclarece, “simplesmente está apto a exercer uma profissão”.

O laboratório que “torna sonhos realidade” A ideia nasceu no M.I.T. e inspirou a ESES: criar uma estrutura que “torne

os sonhos dos alunos realidade”, explica Nuno Bordalo Pacheco. Assim, desde 2013, o FabLab – um centro de prototipagem rápida – coloca os seus recursos ao dispor dos estudantes da ESES e da sociedade. As aplicações são variadas e podem abranger todas as áreas do saber da ESES. Bordalo Pacheco dá alguns exemplos: “tanto serve para criar pequenos robots como para construir um jogo para se usar em contexto de aula”. A transversalidade fica patente no processo criativo do FabLab. Este inclui uma fase de design, de projeto, de utilização de software e, por fim, de fabricação. A ideia, sublinha o diretor da ESES, “não é produzir em série”.

Contatos Complexo Andaluz, Apartado 131 2001-902 Santarém e-mail: geral@ese.ipsantarem.pt Tel.: +351 243 309 180 | Fax.: +351 243 309 187

http://si.ese.ipsantarem.pt/

Antes, pretende-se “transformar os sonhos em objetos físicos”, incentivando os alunos a “não ficar apenas pelos sonhos”. Esta estrutura está integrada numa rede mundial – um dado que, realça o diretor, projeta também a ESES no panorama internacional. Da mesma forma, a escola concretiza vários projetos em parceria com instituições estrangeiras, como são exemplos as iniciativas para a produção de manuais ou formação de professores em São Tomé e Príncipe. Da mesma forma, a aposta no ensino à distância – que data de 1998 – permite à Escola Superior de Educação de Santarém ultrapassar uma mera dimensão regional. Neste âmbito, desenvolvem-se projetos com o Instituto Federal de Brasília, por exemplo. Em qualquer uma destas apostas, realça Nuno Bordalo Pacheco, pretende-se que a escola não seja limitada ao seu espaço físico e às paredes do seu campus. “O objetivo é ultrapassar o conceito de pequena escola regional e assumir o papel de escola internacional”, conclui.


34 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR

ESTUDAR DESPORTO, NA CIDADE DO DESPORTO

Com 20 anos de existência, a Escola Superior de Desporto de Rio Maior nasceu integrada uma estratégia que “usa o desporto como motor para o desenvolvimento”, salienta o seu diretor, João Moutão. O resultado, para quem escolhe estudar na ESDRM, é “uma experiência diferente do que estudar desporto em qualquer outra cidade”, garante. Enquanto sobe as escadas que conduzem ao segundo piso, o diretor da Escola Superior Desporto de Rio Maior, João Moutão, aponta um sinal que aconselha os visitantes a usar as escadas. O objetivo é promover a proatividade, evitando o sedentarismo. “Tentamos ser o mais ativos fisicamente possível”, explica. Os elevadores da ESD de Rio Maior não são utilizados com frequência, garante: “os senhores que fazem a manutenção até já se queixaram que os devíamos utilizar mais”. Aqui, o desporto vive-se diariamente: o campus da ESDRM é composto por ginásios, pavilhões, campos, e tem até o estádio municipal como vizinho mais próximo. Todos os dias, os alunos utilizam estas infraestruturas, contando com acesso gratuito a todas elas. Mas qual a razão para a fundação de uma escola de desporto – a primeira a nível do ensino politécnico – nesta cidade com cerca de 7500 habitantes? Há 20 anos atrás, Rio Maior era uma cidade diferente, começa por explicar João Moutão. Para além de poucos jovens, existia pouca capacidade de os fixar. Por essa razão, “era uma cidade envelhecida”, recorda.

João Moutão, Diretor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior

Face a este contexto, tomou-se uma opção, “na altura, muito inovadora”, acrescenta João Moutão: “usar o desporto como motor para o desenvolvimento”. Para além da abertura da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, houve investimento nas infraestruturas desportivas da cidade: um centro de estágios, de alto rendimento, e várias instalações desportivas concentradas. O resultado, relembra o diretor, “são condições fora do comum para a prática desportiva”.

É por essa razão, de resto, que a ESDRM procura incentivar os seus alunos a conjugar estudos e atividade desportiva. Para além da disponibilização total das estruturas desportivas da escola, existem diversos protocolos assinados com clubes da região, tendo em vista “permitir aos estudantes que aqui chegam continuar a exercer a sua atividade desportiva”. “Somos uma escola de desporto na verdadeira aceção da palavra”, reforça João Moutão. A aposta no desporto traria mesmo resultados. Hoje, dos 7500 habitantes de Rio Marior, 1000 pertencem à comunidade da Escola de Desporto – mais de 10% da população. Este número garante uma visibilidade muito grande à comunidade estudantil e faz com que Rio Maior seja, hoje em dia, “uma cidade académica ou uma cidade dos estudantes”, garante João Moutão. Esta aposta trouxe ainda uma outra consequência: quem quiser estudar desporto, encontra em Rio Maior uma cidade orientada para o mesmo. Nas palavras de João Moutão, “aqui estudase desporto, na cidade do desporto – isso diferencia-nos de qualquer outra cidade”.


35 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

BLASTOFF: MOSTRAR COMPETÊNCIAS Anualmente, a ESDRM realiza uma exposição profissional e de oportunidades no desporto, onde os seus alunos partilham as experiências adquiridas nos respetivos estágios e cursos. O objetivo é também dar visibilidade a estas competências junto dos empregadores. O evento inclui ainda o Sportup Challenge Day, onde alunos de todos as licenciaturas apresentam e defendem uma ideia de negócio, perante um júri de avaliação.

O desporto: ontem, hoje e amanhã De acordo com o diretor da ESDRM, a abertura desta escola teve também o objetivo de preparar uma “mudança de paradigma” na área do desporto. Durante muitos anos, o desporto foi entendido apenas como uma atividade lúdica ou de entretenimento. Hoje, contudo, existe uma “profissionalização” desta área: o aparecimento de ginásios ou personal trainers são apenas alguns exemplos. De resto, para João Moutão, a missão desta escola foi mesmo, desde o início, “formar para as profissões do desporto”. Por essa razão, a ESDRM forma “técnicos especializados” e “agentes de desenvolvimento desportivo”, através das suas cinco licenciaturas: Treino Desportivo; Desporto, Condição Física e Saúde; Desporto Natureza e Turismo Ativo; Atividade Física e Estilos de Vida Saudáveis. Esta foi uma alteração no contexto da formação desportiva

nacional, uma vez que, até aí, a formação se centrava sobretudo nos cursos de via de ensino para a disciplina de educação física. Num contexto em que a obesidade e o sedentarismo são realidades cada vez mais presentes, estes técnicos especializados têm um papel cada vez mais importante, destaca João Moutão. Pela mesma razão, é necessário que quem trabalha o desporto tenha competências mais tranversais: “temos de trazer o desporto até à vida das pessoas e isso exige uma formação com conhecimento de diversas dimensões”. Psicologia, gestão ou saúde são apenas alguns dos exemplos de vertentes incluídas nos currículos dos cursos da ESDRM.

Lá fora e cá dentro Para um problema global, uma resposta global. É por esta razão que, na sua missão, a ESDRM entende a internacionalização como uma

Contatos Avª Dr. Mário Soares 2040-413 Rio Maior e-mail: geral@esdrm.ipsantarem.pt Tel.: +351 243 999 280 Fax.: +351 243 999 292

http://si.esdrm.ipsantarem.pt/

vertente indispensável, sublinha João Moutão. Há cerca de três anos, apostou na criação de uma licenciatura europeia [Atividade Física e Estilos de Vida Saudável] em conjunto com universidades da Holanda e da Lituânia. “É uma formação que permite integrar o mercado de trabalho europeu”, salienta o diretor, destacando a possibiliadde de “fazer um semestre no estrangeiro, com apoios da instituição, interagindo com estudantes de outros países que têm as mesmas preocupações”. A proximidade ao mercado de trabalho é também destacada por João Moutão – “temos mais de 150 estágios em curso”. Contudo, ressalva o diretor, o diplomado da ESDRM não está apenas habilitado a trabalhar numa organização. “Todas as licenciaturas têm uma vertente de empreendedorismo”, explica. De forma a estimular a atitude empreendedora dos alunos, é promovido anaualmente um desafio, durante o evento Blastoff [ver caixa]. A melhor ideia de cada licenciatura vai a concurso. Depois, os melhores projetos serão acompanhados pelo Centro de Negócios de Rio Maior e pelo Núcleo Empresarial Regional de Santarém. “Aqui, há espaço para os alunos desenvolverem as suas ideias – para nós, isso é muito importante”, conclui João Moutão.


36 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM

SAÚDE EM PROXIMIDADE

Na Escola Superior de Saúde de Santarém a aposta passa pela proximidade no ensino, destaca a sua diretora, Isabel Barroso. Uma característica que, garante, faz toda a diferença do ponto de vista da preparação para o mercado de trabalho. A aposta foi recente mas trouxe resultados imediatos, conta Isabel Barroso. Há cerca de sete anos, a ESSS escolheu alterar a forma como acompanhava e apoiava os seus alunos, passando a designar um coordenador de curso que acompanha todo o percurso dos estudantes, do primeiro ao quarto ano. Até aí, em cada ano, o aluno encontrava um coordenador de curso diferente. Esta mudança, realça Isabel Barros, corporiza aquela que é uma das grandes preocupações da ESSS: “aqui os alunos não são apenas mais um, têm um nome”. De resto, para a diretora, esta é uma das razões que explica o facto “dos empregadores terem salientado a boa preparação dos nossos alunos”. Esta proximidade tem ainda uma importância acrescida, ressalva. Trabalhar na área da saúde envolve mais do que meras competências técnicas, sendo que é fundamental garantir um outro tipo de aprendizagem complementar aos alunos. “Cuidar de pessoas exige uma maturidade bastante grande”, reforça. A aposta num “ensino de proximidade” trouxe ainda uma mais-valia adicional

Isabel Barroso, Diretora da Escola Superior de Saúde de Santarém

– a “ligação efetiva dos estudantes à escola”, destaca Isabel Barros. Os alunos da ESSS vêm de várias zonas do país, destacando-se, para além de Santarém, as regiões do Algarve, do Alentejo, do Oeste e de Lisboa.

Preparar para o Mundo A oferta formativa da ESSS, a nível da licenciatura, é exclusivamente dedicada ao curso de enfermagem. A diversificação fica reservada para os cursos de mestrado e de

pós-graduação. “Na fase de póslicenciatura, é possível obter uma especialização”, explica Isabel Barroso. Enfermagem pediátrica, comunitária, reabilitação, saúde materna e obstetrícia são alguns dos exemplos. O Mundo, destaca a diretora ESSS, não tem “as barreiras de há 30 anos”. A grande mobilidade das populações faz com que os diplomados tenham de estar preparados para trabalhar em diversas partes do globo. Adicionalmente, há ainda um detalhe que constitui um factor importante a ter em conta: a boa reputação que os cursos de enfermagem portugueses gozam no estrangeiro. Com efeito, reforça Isabel Barroso, “Portugal tem sido pioneiro na formação de enfermagem”, sobretudo relativamente ao acompanhamento em ensino clínico. O resultado, reforça, “é que toda a gente os quer”. Por essa razão, a ESSS vê também como vertente central da sua estratégia a aposta na internacionalização. Neste ponto, a diretora destaca o grande desenvolvimento que se regista, com a assinatura de protocolos, nos últimos 3 anos, com instituições de ensino da América Latina e da Europa.


37 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

No mesmo sentido, foi também criado, há cinco anos atrás, um Mestrado no âmbito do Erasmus Mundus, em cuidados críticos e emergência, em parceria com uma instituição espanhola e outra finlandesa. Esta formação, destaca Isabel Barroso, “é única em Portugal e tem colocado a ESSS no Mundo inteiro”. Graças a ela, acrescenta, a escola tem alunos de todo o Mundo; oriundos de países africanos, asiáticos, europeus e sulamericanos.

O envolvimento dos alunos A internacionalização, contudo, não se resume à captação de alunos estrageiros. Há também um trabalho ativo dos alunos na promoção de laços com instituições estrangeiras. O maior desses exemplos é a organização, desde 2007, do Congresso LusoEspanhol de Estudantes de Enfermagem.

Anualmente, durante o mês de abril, juntam-se 300 a 400 alunos e professores da área de enfermagem, oriundos dos dois países. A organização fica a cargo dos estudantes sendo que, destaca Isabel Barroso, é nomeado um aluno como Presidente do Congresso. “Os estudantes estão ativamente envolvidos e controlam toda a gestão”,

Contatos Quinta do Mergulhão, Srª. Guia 2005-075 Santarém e-mail: geral@essaude.ipsantarem.pt Tel.: +351 243 307 200 Fax.: +351 243 307 210

http://si.essaude.ipsantarem.pt/

reforça. O tema da edição de 2017 é “Enfermagem: Formar e Cuidar. Diversidade e Singularidade”. Esta postura ativa dos alunos, realça a diretora da ESSS, é também colocada ao serviço da comunidade. Durante o ano letivo, é realizado um trabalho conjunto com associações, autarquias e com o público, em rastreios, sessões de informação e atividades de promoção da saúde. Todas estas atividades são depois certificadas pela escola e reconhecidas no suplemento ao diploma. De resto, para Isabel Barroso, estas aprendizagens, em conjunto com o trabalho de proximidade realizado na ESSS, garantem ferramentas essenciais para quem pretende trabalhar no ramo da saúde. “Há que garantir o desenvolvimento social e profissional dos estudantes”, conclui.


38 | Forum Estudante | Mai’17

/Politécnico de Santarém

publirreportagem

JORGE JUSTINO, PRESIDENTE DO POLITÉCNICO DE SANTARÉM:

“A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO É CADA VEZ MAIS EXIGENTE: TEMOS QUE ACOMPANHAR A EVOLUÇÃO” O Presidente do Instituto Politécnico de Santarém, Jorge Justino, explica todas as mais-valias que um estudante pode encontrar nesta instituição de ensino superior. A proximidade ao mercado de trabalho, a aposta na internacionalização, o fomento ao empreendedorismo e os apoios sociais são apenas alguns dos exemplos referidos. Deixa ainda a mensagem de que vale a pena estudar, de forma a estar perfeitamente enquadrado na sociedade do século XXI. pelo reconhecimento da sua qualidade ao nível do Ensino Superior, pela sua oferta formativa que é orientada para as necessidades regionais e do país e com empregabilidade, bem como pelas condições e infraestruturas proporcionadas aos estudantes.

Existem apoios – financeiros ou de outras índoles – que possam servir como ajuda para os estudantes e as suas famílias?

O Instituto Politécnico de Santarém é composto por 5 escolas com identidades bastante diferentes entre si. O que pensa ser comum a todas elas? Os princípios comuns são vários, nomeadamente: transversalidade, a integração institucional, a valorização do Ensino Superior Politécnico, a qualidade do ensino e investigação, a mesma estratégia em termos de sustentabilidade e valorização do Instituto como polo de desenvolvimento da região e do país e com projeção institucional, e o espírito de missão.

Quais as principais mais-valias que um estudante pode encontrar, ao escolher o Instituto Politécnico de Santarém? A opção, por parte dos estudantes, pelo Instituto Politécnico de Santarém passa

O Instituto Politécnico de Santarém criou, em conjunto com os Serviços de Ação Social, um regulamento de bolsas de apoio financeiro aos estudantes, que, em troca, desenvolvem alguns trabalhos realizados nas Escolas de âmbito pedagógico/técnico/cultural. Também temos o apoio aos estudantes do tipo mecenato, através de instituições bancárias e de outras instituições de solidariedade.

Quais os passos dados pelo Politécnico de Santarém, de forma a garantir uma proximidade entre os mundos do ensino e do mercado de trabalho? Esta ação é fundamental. Temos inúmeros protocolos de cooperação com instituições de poder local, instituições de âmbito social e cultural e núcleos empresariais. Neste contexto, temos desenvolvido, também, projetos em parceria para candidaturas a programas nacionais e internacionais. Pretende-se que o Instituto Politécnico

de Santarém seja um polo dinamizador da região.

A internacionalização tem sido uma aposta levada a cabo por muitas instituições de ensino superior, nomeadamente com o objetivo de aumentar a captação de alunos. Quais as estratégias do Politécnico de Santarém neste domínio? Ao nível internacional temos assumido uma ação relevante na afirmação do Instituto, não só no espaço europeu, mas também fora da Europa, particularmente com os países de expressão portuguesa. A nossa atividade não deve limitarse unicamente à região e ao país. Portanto, todos os anos temos novos alunos estrangeiros, o que implica a ministração de alguns cursos em língua inglesa.

Do mesmo modo, o empreendedorismo tem sido apontado como uma vertente fundamental da formação. De que forma é que o Politécnico de Santarém estimula e apoia os projetos dos seus estudantes? Ao falarmos de empreendedorismo devemos associar a inovação. As empresas e instituições devem criar novos produtos, mas que tragam valor acrescentado. O nosso Laboratório “Orbis Inovação” segue este princípio. Por outro lado, os nossos estudantes têm tido uma participação ativa no Poliempreende e no PoliEntrepreneurship Inovation Network, cujo lema é “agir e não sonhar”, com classificações honrosas a nível nacional.

Há alguma mensagem que queira deixar aos estudantes portugueses? Presentemente o nosso país ainda não atingiu os objetivos da Estratégia Europa 2020. Temos que conseguir maior percentagem de diplomados ao nível do Ensino Superior. O aumento deverá ser de forma a corresponder a, pelo menos, 40% da população na faixa etária dos 30 aos 34 anos, que possui diploma do Ensino Superior. Neste contexto, temos de incentivar os estudantes a obter formação superior e dar-lhes capacidades para o desenvolvimento da atividade profissional. A sociedade do conhecimento é cada vez mais exigente e temos que acompanhar a evolução, cada vez mais rápida, da aquisição de novos saberes e da desatualização dos existentes.


39 | Forum Estudante | Mai’17

/IPSetúbal

#DOIPSPARAOMUNDO

PERDE A ROTINA

EXPERIÊNCIAS DE MOBILIDADE DOS ESTUDANTES IPS NA EUROPA E NA AMÉRICA LATINA. A importância de viver uma experiência internacional é largamente reconhecida, quer pelos estudantes quer pelos empregadores, e uma oportunidade única de aprendizagem e enriquecimento pessoal e académico. Consciente da importância dessa dimensão e do caráter diferenciador que representa na entrada no mercado de trabalho, o Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) promove, ao longo de todo o ano, inúmeras iniciativas que proporcionam o contacto com estudantes e docentes de todo mundo em ambientes multiculturais e distintos. Alguns dos estudantes do IPS decidiram mesmo quebrar a rotina e realizar parte dos seus estudos ou estágios pelo mundo fora, através de programas de mobilidade

internacional (ERASMUS + ou Santander Universidades). Itália, Polónia, Holanda, Espanha, França, Bélgica, Dinamarca, México e Brasil, são alguns dos países por onde passaram os estudantes do Instituto. O IPS é também o destino final na rota de muitos estudantes internacionais, da Europa e da América Latina, que escolhem o Instituto para viverem uma experiência de estudos diferente noutro ambiente cultural. Vamos conhecer alguns estudantes que decidiram perder a rotina e ganhar o mundo.

BRASIL Vir para o Brasil foi um dos maiores desafios a que me propus, mas ainda bem que o fiz! É com certeza a maior aventura da minha vida. Agora que estou na reta final percebo o verdadeiro sentido de um programa de mobilidade. É uma «bagagem» que fará sempre parte do meu caminho, são experiências académicas que jamais esquecerei, professores, colegas, amigos... formas de estar, de pensar, de sentir tão iguais mas tão diferentes da nossa sociedade. Acima de tudo conheci-me, ultrapassei desafios e testei os meus limites. Mas valeu a pena! Joana Neves Estudante de Comunicação Social na Universidade Federal Fluminense, Brasil

ESPANHA FAZER ERASMUS É... ntrar numa aventura sem saber o que vais encontrar. ealizar sonhos que sempre achaste impossíveis ceitar todas as diferenças culturais e querer saber mais sobre diferentes culturas entir que mesmo longe da tua família e amigos nunca estarás sozinho isturar idiomas e no final todos se entenderem tilizar expressões do teu idioma e rires sozinho pois só tu entendes implesmente um dos MELHORES momentos da tua vida. Não o percas!

E R A S M U S

Sara Figueiras Estudante de Marketing na Universidad de Málaga, Espanha


40 | Forum Estudante | Mai’17

/IPSetúbal

HOLANDA ESPANHA A experiência Erasmus é sem dúvida algo marcante na nossa vida, quer a nível pessoal como a nível profissional. Esta experiência motivanos para conhecer novos mundos e ir mais além profissionalmente. Não tenham medo porque compensa cada segundo. Diana Lopes e Ana Margarida Oliveira Estudantes de Gestão de Recursos Humanos na Universidad de Granada, Espanha

FRANÇA Porque fazer Erasmus é uma das melhores experiências que podemos viver. Porque ninguém continua igual depois de ter feito Erasmus. Porque não fomos feitos para ficar toda a vida num só sítio. Porque partir para novas aventuras é o que nos faz aprender e crescer. Por tudo isto não pude deixar escapar esta oportunidade e parti para França com o programa Erasmus pós-graduados. Rita Oliveira Estudante de Fisioterapia Estágio no Centre Hospitalier Yves Touraine, França

Daniel Moedas e Diogo Santos Estudantes de Fisioterapia na Hanze University of Applied Sciences, Holanda

MÉXICO Está a ser a melhor experiência que já tive! A nível académico, não consigo apontar qualquer ponto negativo. A universidade é excelente e o ensino é inigualável. Enquanto alunos, temos todos os serviços ao nosso dispor dentro do próprio campus, que é enorme! Temos esplanadas em todas as áreas, zonas de restauração para todos os gostos, espaços de lazer, ginásio e muita segurança. Para além das aulas, a universidade oferece também uma série de atividades extracurriculares desde pintura, escultura, aulas de guitarra, piano, dança, canto, teatro, idiomas como italiano, mandarim, francês, alemão, enfim.. uma infinidade de opções! A integração é formidável! Este semestre, o grupo reúne a Coreia, Argentina, Colômbia, Bélgica, mexicanos de outras partes do país e, claro, uma portuguesa! Andreia Dias Estudante de Comunicação Social na Universidad Anáhuac México Norte, México

Erasmus é desafiar as fronteiras, ganhar curiosidade em expandir o mundo. Aprendemos a abraçar todas as culturas e acima de tudo compreendemos que nós temos raízes em todo o mundo. Crescer e Viver. Na Áustria deparámo-nos com a frase “Living life contructs your soul” e esta experiência está a ser mesmo isso, uma experiência que nos está a completar enquanto pessoas e também enquanto futuros profissionais, tendo aqui oportunidade de expandir os conhecimentos, adquirir novas skills e competências enquanto futuros fisioterapeutas (novas técnicas de intervenção e diagnóstico, novas abordagens multidisciplinares, etc.) e conhecer novos e diferentes profissionais de saúde. Mas, mais importante, conhecer e estabelecer novas amizades de todos os cantos do mundo!

BÉLGICA

É uma experiencia fantástica! Acabamos sempre por conhecer novas pessoas, costumes diferentes. No nosso caso, viemos para o Reino Unido e os carros andam ao contrário! Isso foi uma aventura interessante, habituarmo-nos a olhar para o outro lado para atravessar a estrada. Nunca pensámos que fosse algo tão gratificante a nível pessoal e profissional. Um dos motivos foi também o facto de querermos vir trabalhar no estrangeiro.

Embrenhar-me nesta experiência foi provavelmente das melhores decisões que já tomei. Estou a adorar cada segundo e tenho crescido imenso. A minha perspetiva do mundo mudou e só tenho pena que o tempo seja tão curto. Além disso, ter contacto com estudantes de diferentes nacionalidades tem enriquecido ainda mais a experiência e temme aproximado mais de outras culturas. Já não me sinto 100% portuguesa. Nunca estive tão longe mas, ao mesmo tempo, me senti tão perto de casa.

André Salgado e Natália Carvalho Estudantes de Engenharia Mecânica Estágio final de curso na empresa 3D Systems Europe, Reino Unido

Patrícia Matos Estudante de Gestão da Distribuição e da Logística, Karel de Grote Hogeschool, Antuérpia

REINO UNIDO


dossier

academias de verão Mar

Campo

Desporto

Comunicação

Indústria

Experiências

Tecnologia

Informática

Voluntariado

Descobre as tuas opções e encontra novas experiências.

Inscreve-te já! A participação em todas as Academias Forum Estudante é gratuita e sujeita a inscrição, com o preenchimento de um formulário. Para mais informações visita www.forum.pt


42 | Forum Estudante | Mai’17

/I Love We

www.ilovewe.forum.pt

NA NATUREZA CRESCE-SE

SEM LIMITES

Projeto desenvolvido pela Escola Superior de Educação de Coimbra, pelo CASPAE e pela Universidade de Aveiro leva crianças dos 3 a 10 anos a sair da sala de aula e a aprender em contacto com a natureza. Sabe mais sobre este complemento ao ambiente escolar que pode poderás conhecer, em profundidade, durante a Academia I Love We (ver caixa).


43 | Forum Estudante | Mai’17

/I Love We

26 de junho a 1 de julho de 2017 É junto a uma antiga casa florestal, no interior da Mata Nacional do Choupal, que vários grupos de crianças brincam e aprendem. Faça chuva ou faça sol, o importante é permitir a exploração da natureza, respeitando o tempo e o ritmo de cada criança. As atividades são realizadas ao abrigo do projeto Limites Invisíveis – iniciativa que define o seu objetivo como a promoção de “experiências educativas com crianças entre os 3 e os 10 anos, em espaços exteriores na natureza”. Através destas atividades, o Limite Invisíveis espera contribuir “para o desenvolvimento de disposições e competências para a aprendizagem e para o sucesso académico, adoção de estilos de vida saudáveis e ambientalmente sustentáveis”. A iniciativa surge como uma oferta complementar à oferta educativa formal, habitualmente centrada nos espaços Escola/Sala de Aula. Conforme se pode ler no site limitesinvisiveis. pt estes programas visam sensibilizar e motivar as crianças, as famílias e as comunidades educativas para “a importância do espaço exterior natureza como contexto de desenvolvimento e de aprendizagem através do brincar”.

O tempo e o ritmo personalizado de cada participante são também fatores colocados em evidência: cada criança é desafiada a explorar o mundo que a rodeia “de acordo com o seu tempo, iniciativa, interesses, capacidades e a construir a sua própria infância, única e irrepetível”.

6 horas, quatro dias por semana Para além de workshops e programas de férias, entre outras iniciativas, o projeto Limites Invisíveis define como atividade central o Programa Casa da

powered by

#ilovewe17

Mata, na Mata Nacional do Choupal. De segunda a quinta-feira, durante seis horas, um grupo de crianças que frequentem jardins de infância na cidade de Coimbra podem brincar e aprender num ambiente natural. A opção de participação é facultativa e estende-se por um período de 8 semanas. O programa retira inspiração do modelo escandinavo, sendo que algumas das suas colaboradoras [Isabel Duque e Luana Pinho] tomaram contacto com essa realidade na Dinamarca. Num artigo assinado pelas duas educadoras, em conjunto com outras quatro autoras, é colocado em evidência o papel da natureza no crescimento das crianças: “as pesquisas demonstram que o contacto

com a natureza pode promover a criatividade, o desenvolvimento de habilidades motoras, a concentração e a capacidade para resolver problemas, atenuar o défice de atenção das crianças e promover melhores tomadas de decisão ambientais”. De acordo com o artigo – que se centra nos “benefícios do contacto com a natureza” – em Portugal, as crianças passam “a maioria do seu dia em locais fechados”. Por essa razão, o projeto Limites Invisíveis nasceu da necessidade de “criar estratégias que permitam às crianças aprender com e na natureza, brincando livremente em espaços estimulantes e capazes de promover o seu desenvolvimento integral”.

ILOVEWE: CONHECER AS VÁRIAS FACES DA COMUNICAÇÃO Durante a primeira edição da Academia I Love We, os participantes puderam conhecer a realidade dos Limites Invisíveis, na companhia de algumas das crianças que desenvolvem atividades neste ambiente natural. Durante toda a manhã, foram os mais pequenos que orientaram as diferentes equipas de estudantes do ensino secundário, dando a conhecer os diversos espaços da mata e as espécies que a habitam. Para a edição deste ano – que se realiza entre 26 de junho e 1 de julho – os

apoios

participantes desta academia terão nova oportunidade de conhecer de perto a realidade da Educação Outdoor. A I Love We é uma iniciativa da ESEC e da Forum Estudante que pretende dar-te a conhecer todas as vertentes da comunicação: passando pela comunicação social e organizacional, animação, arte, música, teatro, turismo ou desporto. Para participar, só precisas de preencher o formulário em ilovewe.forum.pt e esperar por novas instruções.


44 | Forum Estudante | Mai’17

/That’s All Digital

www.thatsalldigital.forum.pt

UMA BREVE HISTÓRIA DA

REALIDADE VIRTUAL Numa altura em que a realidade virtual ameaça tornar-se uma presença em muitos lares, fica a saber um pouco da sua história. Para conhecer em profundidade esta e muitas outras tecnologias digitais, não percas a oportunidade de participar na Academia Forum Estudante That’s All Digital.


45 | Forum Estudante | Mai’17

/That’s All Digital

26 de junho a 1 de julho 2017 Ainda que se tenha tornado acessível muito recentemente, a tecnologia de realidade virtual existe há já várias décadas. Ao longo dos anos, esta tem sido utilizada para efeitos de formação, em áreas como a militar ou de saúde. O conceito chave é o de “simular a realidade”. Nesse sentido, uma das primeiras tentativas surgiu durante a década de 1950. O cineasta Morton Heilig, procurando criar uma experiência verdadeiramente imersiva, criou o Sensorama que, como o nome indica, procurava estimular o máximo de sentidos. Como tal, esta máquina juntava colunas de som stereo, ventoinhas, geradores de cheiros, uma cadeira vibratória e um imagens estereoscópicas em 3D. O mesmo Morton Heilig criaria, alguns anos depois, em 1960, uma primeira aproximação a um conceito que chegou até aos dias de hoje – o headset. Apelidando a sua invenção de Máscara Telesférica, Heilig fundou o primeiro periférico da linha dos HMD (HeadMounted Display) e que juntava som stereo e imagens em 3D. Um ano mais tarde, esta tecnologia seria aperfeiçoada, com a criação de o primeiro headset interativo. Com recurso a uma sistema magnético, os movimentos da cabeça comandavam o movimento de algumas câmaras. Esta tecnologia era vista como especialmente útil para a área militar, permitindo a exploração de espaços sem correr riscos. Em 1965, chegaria uma nova aproximação ao conceito atual de

Realidade Virtual: a adição do sentido do tacto. Ivan Sutherland tentou simular a realidade com recurso a um dispositivo que chamou “Ultimate Display”, adicionando objetos 3D e estímulos tácteis. “Com a programação adequada”, previu Sutherland, “este dispositivo poderia ser, literalmente, o País das Maravilhas em que entrou Alice”. Depois de algumas novas adições a nível dos dispositivos tecnológicos e da programação, o conceito de “realidade virtual” seria popularizado durante a década de 1980. Nessa altura, a empresa VPL criaria luvas, óculos e headsets de realidade virtual. A tecnologia ganharia popularidade, acreditando-se que seria o futuro da indústria de entretenimento. Por essa razão, durante os anos seguintes, surgiriam jogos em grupo de formato árcade de realidade virtual, novos VR sets, e até uma consola portátil 3D. Vários filmes – como Tron (1982) ou The Matrix (1999) – detalhavam realidades virtuais complexas. Durante a primeira década deste milénio, os computadores aperfeiçoaram a sua capacidade gráfica e são, hoje, capazes de simular a realidade com um nível de detalhe muito elevado. Atualmente, é possível contar com um simulador no conforto do lar. Vários gigantes tecnológicos posicionaram-se para garantir a pole position no mercado da realidade virtual e realidade aumentada, o que parece indicar que o futuro da indústria do entretenimento pode passar por esta tecnologia.

ENTRA NO MUNDO DIGITAL Tecnologias 3D, realidade virtual, audiovisual, internet das coisas, são apenas algumas das áreas que poderás conhecer em profundidade durante a Academia That’s All Digital que se realiza, de 26 de junho a 1 de julho, em Barcelos, de forma totalmente gratuita. Promovida em parceria com o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, esta semana de atividades vai preparar-te para o mundo cada vez mais tecnológico e digital, sem esquecer a parte do contacto da natureza e do desporto, com viagens até à Serra do Gerês e a prática de Hóquei em Patins, por exemplo.

PARTICIPA

Para participar, apenas necessitas de preencher a ficha de inscrição em thatsalldigital.forum.pt e esperar pelo nosso contacto.

1950

1960

1965

1980

1982

1999

Morton Heilig cria o Sensorama

A Máscara Telesférica, também criada por Heilig, o percursor do headset de hoje

Aproximação ao conceito atual de VR, por Ivan Sutherland: o “Ultimate Display”

Equipamento de VR da VPL

TRON

The Matrix

powered by


46 | Forum Estudante | Mai’17

/Sportsweek

www.sportsweek.forum.pt

SPORTS WEEK 2017 A SEMANA DO DESPORT DESPORTO NA CID CIDADE ADE DO DESPORT DESPORTO O

DO DESPORTO EM ALTITUDE À AVENTURA SUBTERRÂNEA Na Serra dos Candeeiros, pratica-se atividade desportiva em contacto com a natureza. Durante a Academia SportsWeek, e com a ajuda da Cooperativa Terra Chã (ver caixa), poderás ficar a conhecer todas as riquezas deste património ambiental, numa ligação direta ao desporto: Passeios de BTT, escalada e rapel em paredes naturais são alguns dos exemplos. Sem esquecer uma aventura em profundidade, na gruta de Alcobertas.


47 | Forum Estudante | Mai’17

/Sportsweek

3 a 8 de julho de 2017

planalto da Serra dos Candeeiros, praticar rapel e escalada nas paredes naturais da serra revestidas a calcário. O dia não terminaria sem um passeio pelos trilhos da Serra dos Candeeiros. Depois da subida a um dos planaltos da serra, os participantes puderam desfrutar de um horizonte que alargava até ao Atlântico, a oeste.

Sportsweek: Desporto em todos os ambientes Enquanto os participantes da Sportsweek avançam, iluminando as paredes das galerias subterrâneas da Gruta de Alcobertas, o guia Tiago Laurentino vai revelando a magnitude do espaço. “A gruta tem 210 metros de comprimento e as galerias chegam a atingir 9 metros de altura”, explica. No interior foram descobertas “ossadas de ursos” e outros animais e, ainda, “pontas de lança”, “pedaços de cerâmica e bijuteria”, acrescenta. Mas o dia dos participantes da Sportsweek não se ficou por esta jornada subterrânea. À superfície, foi possível fazer um passeio de BTT pelo

SPORTS WEEK 2017 A SEMANA DO DESPORTO NA CIDADE DO DESPORTO

powereb by

Este é apenas um dos dias da Sportweek – a academia que te oferece a possibilidade de praticar desporto nos seus vários ambientes: da praia, ao pavilhão, passando pela serra, ginásio ou pelo estádio. Surf, Fitness, Hip-Hop, Vólei de Praia, Desportos de Combate, Escalada ou Paintball são apenas alguns exemplos. Uma iniciativa da Escola Superior de Desporto de Rio Maior do Instituto Politécnico de Santarém e da Forum Estudante, esta academia realiza-se entre os dias 3 e 8 de julho. Para participar, apenas necessitas de preencher a ficha de inscrição em www.sportsweek.forum.pt e esperar pelo nosso contacto.

COOPERATIVA “TERRA CHÔ: DESENVOLVIMENTO LOCAL E INTEGRADO Fundada em 2001, a Cooperativa Terra Chã define o seu objeto como “desenvolvimento local, artesanato e serviços”. Esta cooperativa surgiu como “estrutura (…) que tivesse como centro as pessoas e o território”, lê-se no seu site. Em 2008. a Terra Chã passou também a desenvolver projetos nas áreas da apicultura e silvopastorícia e ambiente. No centro da sua atuação, está o entendimento do “território e as suas características como um espaço de oportunidades e não como um obstáculo”, acrescenta a mesma fonte. Desta forma, o objetivo é trazer “novas formas de fazer e de valorizar profissões, paisagens e outros recursos, criação de emprego local nas áreas da restauração, agricultura, artesanato e turismo de natureza”.

apoios


48 | Forum Estudante | Mai’17

/Leiria-In

www.leiria-in.forum.pt

POR DENTRO DO VIDRO

Durante a Academia Leiria-In, os participantes têm a possibilidade de visitar o Museu do Vidro, na Marinha Grande. Neste local, instalado no antigo Palácio Stephens, é possível aos visitantes, desde 1998, conhecer “a arte, artesanato e indústria vidreira em Portugal”. Junto à entrada da zona de exposições do Museu do Vidro, Olinda Colaço aponta a sua primeira pintura em vidro. Sobre o fundo branco, destaca-se a imagem de um fauno e um cupido. “Sempre gostei da mitologia e dos grandes mestres renascentistas”, explica a artista. A carreira de Olinda Colaço começou em 1973 e, em 1980, aceitou o desafio lançado pela família para passar pintar em vidro, utilizando os materiais tradicionalmente utilizados na região. Hoje em dia, assegura, é “das únicas mestres que dá formação para manter este património vivo”. À época, explica Olinda, a pintura em


49 | Forum Estudante | Mai’17

/Leiria-In

10 a 15 de julho de 2017 vidro era feita “numa lógica de linha de montagem”. A sua decisão em iniciar uma carreira prendeu-se com a vontade de controlar todo o processo: do desenho à pintura. “Não queria ser uma executante mas sim uma criadora”, reforça. O objetivo foi conseguido, com a construção de uma carreira que se prolongou até 2007 – altura em que as dificuldades do mercado em oferecer subsistência e alguns problemas de saúde a forçaram a deixar a atividade. Os vários anos de trabalho exposto no Museu do Vidro são “um reconhecimento que apenas chegou a custo”. Essa é, precisamente, a mensagem que diz querer passar aos participantes do Leiria-In, com o seu trabalho: “quando queremos uma coisa, conseguimos, se lutarmos”.

Lapidar ofícios Num edifício contíguo ao Museu do Vidro, há dois artesãos que trabalham o vidro, quase todos os dias. “Estamos aqui de terça a domingo”, explica José Medeiros cujo ofício – lapidário – consiste em transformar as peças de vidro com motivos e desenhos variados. “Esta é uma forma de diferenciar as peças”, relembra o artesão.

10 anos”. Para já, assegura: “vou mostrando o que sei, enquanto puder”.

LEIRIA-IN: EM LIGAÇÃO DIRETA À INDÚSTRIA

Mais que preço e qualidade

A Academia Leiria-In permite-te conhecer, gratuitamente e durante uma semana, tecnologia de topo aplicada à indústria. Esta é uma iniciativa do Politécnico de Leiria e da Forum Estudante e realiza-se de 10 a 15 de julho, em Leiria. A Leiria-In envolve workshops, visitas a empresas com tecnologia de ponta, experiências tecnológicas no IPLeiria e ações ligadas a diversos sectores industriais. Tudo isto, sem esquecer o lugar da diversão, com visitas à praia e ao parque aquático, peddy-paper, atividades nocturnas e muito mais. Para te inscreveres apenas tens de preencher o formulário em www.leiriain.forum.pt e esperar o contacto, para conhecer os passos seguintes.

Com uma visita ao Museu do Vidro e à exposição “Esculpir o Aço”, em julho de 2016, os participantes do Leiria-In tiveram a possibilidade de conhecer melhor a identidade desta região. Segundo a responsável que conduziu a visita a esta exposição, Cláudia Oliveira, o objetivo centrou-se em “dar a perceber o processo de produção cada objeto”, uma vez que o consumidor final olha, sobretudo, “apenas ao preço e à qualidade”. Neste espaço, acrescentou, os jovens puderam conhecer o trabalho das empresas da região e a história da evolução tecnológica dos moldes para vidro e plástico.

Depois de 40 anos “a fazer o que o patrão mandava”, José Medeiros procurou a possibilidade de fazer os próprios desenhos. “Hoje tenho essa liberdade”, sublinha, revelando que o convite para demonstrar o ofício da lapidação surgiu há cerca de três anos, partindo da Câmara Municipal da Marinha Grande. Quanto ao futuro, o artesão considera que “esta profissão acabou” e relembra que será importante que alguém aprenda a arte, assegurando a sua continuidade. Contudo, há alguns obstáculos, desde logo o facto de “para dominar a técnica, serem necessários

Semana da

Indústria

powered by

partners Câmara Municipal da Marinha Grande


50 | Forum Estudante | Mai’17

/PolitĂŠcnicoLX

www.politecnicolx.forum.pt

#thebesttimeofyourlife #somospolitecnicodelisboa


51 | Forum Estudante | Mai’17

/PolitécnicoLX

10 a 15 de julho de 2017 A academia Politécnico LX permite-te descobrir mais sobre várias áreas do saber, desvendando um pouco sobre os caminhos profissionais que poderás tomar no futuro. Das artes às ciências, sem esquecer a comunicação ou o desporto, variedade é a palavra de ordem.

O lema é simples: entre os dias 10 e 15 de julho, podes “ser o que quiseres”. A organização fica a cargo do Politécnico de Lisboa, em parceria com a Forum Estudante, sendo que a participação é gratuita, com alojamento e alimentação incluída. A escolha de uma área de estudos é das decisões mais importantes da tua vida: afinal de contas, vais traçar grande parte da tua vida futura. Por essa razão, todas as experiências que possas acumular e que te ajudem a confirmar a tua vocação serão essenciais no futuro. Mesmo que à partida saibas qual é a tua vocação, a Academia Politécnico LX será sempre um momento de descoberta essencial na tua vida. Devido às várias atividades em poderás participar, terás a oportunidade de confirmar as tuas paixões e, quem sabe, descobrir novas. Para que confirmes ou descubras as tuas paixões, podes contar com atividades realizadas nos mais variados contextos: artes, ciências empresariais,

powered by

ciências da saúde, comunicação, educação, engenharia ou desporto são algumas das opções. Há ainda uma importância adicional no conhecimento de várias áreas: a tua preparação para o futuro. Tendo em conta o contexto globalizado existente, será importante que acumules conhecimentos transversais e provenientes de várias áreas. Há muitas soluções que surgem, precisamente, do cruzamento de conhecimentos diferentes. As experiências diversificadas da Academia Politécnico LX poderão ainda ajudar-te a desenvolver uma perspetiva abrangente. Não há apenas uma forma de ver o Mundo e é importante que conheças o maior número de visões possível. Ao contactares com as diferentes formas de pensar, características das várias áreas do saber, estarás a recolher o melhor de cada campo do conhecimento, estimulando uma perceção global e integrada sobre o Mundo.

INSCRIÇÕES ABERTAS Caso te queiras juntar a esta oportunidade de autodescoberta, a inscrição é muito simples. Basta preencheres o formulário em www.politecnicolx.forum.pt. Depois, é só esperar o nosso contacto, para conheceres os passos seguintes.


52 | Forum Estudante | Mai’17

/IPStartupWeek

www.ipstartup.forum.pt

UMA VISITA GUIADA POR SETÚBAL Uma das atividades do IPStartupWeek (ver caixa) passa por conhecer a história e o património da cidade de Setúbal. Das sepulturas na igreja à estátua de Bocage, já conheces o percurso?

Enquanto explicava os factos que levaram à construção do Convento de Jesus, em Setúbal, o guia José Luís Catalão fez um pedido a um dos participantes da IPStartupWeek: “anda cá, tu vais ser o D. João II”.O exercício serviu para ilustrar o pedido que Dona Justa Rodrigues Pereira, ama de D. Manuel II, fez à corte e ao vaticano para a construção do convento. Desenhado por Diogo de Botaica (o arquiteto que projetaria o Mosteiro dos Jerónimos) o Convento de Jesus e o respetivo museu estiveram fechados ao público durante 23 anos, tendo sido reabertos em 2015. A casa de partida foi a Igreja de Jesus, onde o guia explicou aos presentes algumas das especificidades do espaço. Conforme se caminhava no interior

da igreja era possível observar no chão várias sepulturas. “À entrada eram sepultados aqueles que faziam questão que todos os outros passassem por cima do seu corpo”, revelou Luís Catalão, visto que estes “consideravam que mais importante que o corpo, era a alma”, acrescentou. Observou ainda que naquele espaço se encontrava em falta 14 painéis do retábulo conhecido como “Os Primitivos de Setúbal”. A visita prosseguiu então até ao Convento de Jesus, hoje musealizado e que ao longo da história assumiu várias funções. De lugar de culto religioso, em 1959 torna-se hospital da Misericórdia. Mais uma vez, o chefe da divisão de museus acrescenta uma curiosidade - “no dia em que acontece a inauguração do

hospital, a última freira residente falece”. Anualmente, os participantes da Academia IPStartupWeek têm a oportunidade de visitar estes monumentos, prosseguindo depois numa visita guiada pelo centro histórico da cidade.

Uma viagem no tempo O chefe da divisão de museus da Câmara Municipal de Setúbal introduziu os jovens a uma viagem com “mais de 500 anos” de história. Entre passos quase teatrais, foi formada uma atmosfera de suspense entre os vários pontos da visita. Mas para além da história, a arte. Entre objetos de valor artístico destaca-se uma pintura a óleo, que reúne duas das figuras de maior destaque da cidade de


53 | Forum Estudante | Mai’17

/IPStartupWeek

24 a 29 de julho de 2017

Setúbal – Fernando Santos e Manuel Maria Barbosa du Bocage. Inspiração, dor, ironia, boémia, lirismo, revolta e erotismo são os elementos que podemos encontrar em “Bocage e as Ninfas”, uma obra censurada pelo próprio autor. Os viajantes continuam a senda pelo centro histórico, onde visitaram a antiga fábrica romana de preparado de peixe, cujas ruínas são visíveis através de um chão transparente presente num

espaço comercial. A viagem termina na Galeria Municipal de Setúbal, com um twist. Encontrou-se ali os 14 painéis em do retábulo em falta na Igreja de Jesus. Para José Luís Catalão, o objetivo passou por “dar a conhecer os patrimónios de Setúbal – tanto o edificado como o cultural”. Segundo o guia, a importância desta iniciativa passa também pela preservação destes valores: “só queremos proteger aquilo que conhecemos”.

powered by

IPSTARTUPWEEK DESCOBRE O TEU POTENCIAL Desenvolver as tuas capacidades interpessoais é o grande objetivo desta Academia Forum Estudante, promovida em parceria com o Politécnico de Setúbal, que se realiza entre os dias 24 e 29 de junho. O lema é mesmo o desenvolvimento de competências: vais trabalhar em equipa, desenvolver as tuas competências transversais (comunicação, resiliência, resolução de problemas) e até participar em aulas de defesa pessoal, por exemplo. Não esquecemos o espaço para a descontração: há visitas à praia e passeios pela cidade de Setúbal à mistura. Para participar só tens mesmo de preencher o formulário em www.ipstartupweek.forum.pt e esperar o nosso contacto, para conheceres os passos seguintes.

apoios


54 | Forum Estudante | Mai’17

/Portugal Social on the Road

portugalsocialontheroad.forum.pt

A IMPORTÂNCIA DA

ECONOMIA SOCIAL As instituições deste setor colocam as necessidades dos indivíduos acima da rentabilidade económica. O que não significa que não tenham um papel importante na economia nacional. Fica a conhecer a importância destas organizações no desenvolvimento e sustentabilidade do país.


55 | Forum Estudante | Mai’17

/Portugal Social on the Road

24 a 29 de julho de 2017 Os dados mais recentes são de 2013 e mostram a relevância do sector da Economia Social, em Portugal: à data, cerca 61 mil organizações empregavam mais de 260 mil pessoas. No total, segundo estes dados, o contributo deste setor para o total do emprego do país é de 6%, à frente de áreas como a saúde (5,5%) ou a indústria têxtil (5%). Por outro lado, a contribuição deste sector para o Produto Interno Bruto (PIB) do País, incluindo o trabalho voluntário, ronda os 3,8%. Relativamente aos números absolutos, existem quase 15 milhões de euros que são utilizados em projetos de economia social. Um estudo conjunto da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social e o Instituto Nacional de Estatística conclui ainda que estes valores representam 2,8% da produção nacional e destaca a percentagem da população que está envolvida em trabalho voluntário – 11,5%. Face a estes números, o Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, destacou a importância deste sector na economia portuguesa, durante a sessão de abertura de um seminário sobre a Economia Social, o Emprego e o Desenvolvimento Local, em 2013. Ainda que exista uma tendência para associar a ausência de fins lucrativos à falta de criação de riqueza, ressalvou, esse raciocínio “reflete uma visão incorreta”. Apesar de, por vezes, o peso do terceiro sector “não ser muito percetível pela opinião pública”, salientou Carlos Costa, o seu contributo “não é de todo negligenciável”. “Qualquer que seja o critério de avaliação, o terceiro sector é muito relevante na economia portuguesa”, reforçou. As instituições pertencentes ao sector da Economia Social, distribuem-se por um conjunto diversificado de atividades. De acordo com os dados revelados pelo INE (2016), destacam-se:

4,8%

4,1%

4,8%

13,7%

15,6%

■ Cultura, desporto e recreio (50,7%) ■ Ação e segurança social (15,6%) ■ Cultos e congregações (13,7%) ■ Organizações Profissionais, Sindicais e Políticas (4,8%) ■ Desenvolvimento, Habitação e Ambiente (4,8%) ■ Ensino e Investigação (4,1%)

powered by

O PORTUGAL SOCIAL ESTÁ NA ESTRADA

Para que se conheça grande parte do trabalho social realizado em Portugal, é necessário ir ao terreno, ao local onde se faz a diferença, todos os dias. Como tal, para conhecer estes exemplos de solidariedade, necessitas de te “fazer à estrada”. Por essa razão, a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), em parceria com a Forum Estudante, coloca à tua disposição, gratuitamente e durante uma semana, te oferece a oportunidade de viajar e conhecer instituições e realidades pertencentes a várias zonas do país: o Portugal Social On the Road. Se estás no 9.º ano de escolaridade, no ensino secundário ou ensino profissional, não percas esta oportunidade. E apressa-te: só existem 50 vagas! Só precisas mesmo de fazer a tua inscrição, preenchendo o formulário em portugalsocialontheroad.forum.pt. Se fores um dos escolhidos, prepara-te para colocar a mochila às costas e apanhar o Autocarro do Portugal Social!


56 | Forum Estudante | Mai’17

/Tanto Mar

www.tantomar.forum.pt ARQUIPÉLAGO DAS BERLENGAS

UM MONUMENTO RODEADO DE MAR

Protegidas há mais 500 anos, pela sua riqueza natural, as ilhas do Arquipélago das Berlengas assumem-se como um local de características únicas em Portugal. Durante a Academia Tanto Mar, terás oportunidade de as conhecer: à superfície e em profundidade. Fica a saber mais sobre a história e o património destas ilhas. Depois de uma travessia sem incidentes até às Berlengas, os cinquenta participantes da Academia Tanto Mar ouviram com atenção as indicações dos instrutores de mergulho. “Se relaxarem, vão desfrutar muito mais”. O mais importante no mergulho, ressalvou o técnico, “é não parar de respirar”. Isto de forma a manter os níveis de pressão interna em profundidade. Ao longo do dia, as quatro equipas foram explorando o fundo do mar, conhecendo a fauna e flora locais.

Depois do passeio subaquático, Fábio Remoaldo descreveu o mais marcante da sua experiência. “Estava à espera que os cardumes fugissem mas eles deixaram-se ficar na deles”, revelou, acrescentando: “é incrível ver a beleza da natureza – parece que o tempo para e não existe mais ninguém”. O segundo dia da Academia Tanto Mar, em 2016, foi dedicado quase integralmente à Berlenga Grande – a maior das ilhas do Arquipélago das Berlengas cuja reserva natural

comemorava, à data, 35 anos. Divididos em grupos, os jovens estudantes puderam explorar os trilhos da ilha, fazer mergulho e ainda visitar o Farol Duque de Bragança, escalando até ao topo da torre. O dia ficou ainda marcado pela visita do Primeiro-Ministro António Costa que, depois de desejar aos participantes da Academia uma boa semana, se deslocou até à assinatura de um protocolo para a criação da Rede Nacional de Biosferas da UNESCO. A Reserva Natural das


57 | Forum Estudante | Mai’17

/Tanto Mar

31 de agosto a 7 de setembro de 2017

Berlengas é considerada como Reserva Mundial da Biosfera desde 2011. Contudo, a preocupação em proteger a riqueza natural destas ilhas é bastante mais antiga. No século XV, tornou-se a primeira área protegida do país, depois de D. Afonso V proibir a prática de caça na Berlenga Grande.

Três ilhas, dois mil anos, um arquipélago Um total de três ilhas forma o arquipélago das Berlengas: para além da Berlenga Grande, existem ainda as ilhas Estelas e Farilhões. A ocupação humana da Berlenga Grande data, pelo menos, da era do Império Romano, em que foi baptizada como Ilha de Saturno. No início do século XVI, a ilha passa a ser habitada por monges da Ordem de São Jerónimo, com o objetivo de prestar auxílio às vítimas dos naufrágios. De acordo com informação disponibilizada pelo Programa Ciência Viva, as Berlengas caracterizam-se por

semana

tanto academia de verão

mar

rochas magmáticas e metamórficas – granitos vermelhos bastante deformados, gnaisses e xistos. Pensa-se que se terão formado há cerca de 280 milhões de anos, durante a formação de uma importante cadeia de montanhas: a Cadeia Varisca. A mesma fonte coloca em evidência a importância deste arquipélago para a interpretação da própria história do planeta: “o arquipélago das Berlengas constitui um verdadeiro monumento geológico, registo importante da história da Terra e da formação dos continentes e dos oceanos”. Simultaneamente, a riqueza da fauna, flora e arqueologia destas ilhas justificam também o seu título de reserva natural. O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) destaca o “ecossistema insular, o valor biológico da área marinha envolvente, o elevado interesse botânico, o papel da ilha em termos de avifauna marinha e a presença de interessante património

financiamento

arqueológico subaquático” como fatores que pesaram na classificação do arquipélago como Reserva Natural. Academia Tanto Mar: Há mais mar em Peniche Promovida pela Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM), a Academia Tanto Mar tem o objetivo de te mostrar, durante uma semana e de forma gratuita, tudo o que mar tem para te oferecer. Spoiler Alert: é muito mais do que um dia bem passado. Da investigação ao desporto, passando pelo empreendedorismo, são muitas as formas de rentabilizar este recurso que assume uma importância estratégica para o país. Como tal, podes contar com atividades como surf, mergulho entre outros, entre os dias 31 de agosto e 7 de setembro. Para participar só tens de ir a www. tantomar.forum.pt e preencher o formulário de participação. Depois, é só esperar o nosso contacto para conheceres os passos seguintes.

apoios MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO MAR

Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar

ESTALEIROS NAVAIS DE PENICHE SA


58 | Forum Estudante | Mai’17

/Brisa Student Drive Camp

www.studentdrivecamp.forum.pt

5 DIAS EM ALTA ROTAÇÃO De 9 a 13 de abril, 50 estudantes do ensino secundário juntaram-se no Porto, para 5 dias em ligação direta ao mundo automóvel e da segurança rodoviária. Fica a saber tudo sobre a edição de 2017 do Brisa Student Drive Camp.

DIA 1 CONHECER O PORTO! Na Reitoria da Universidade do Porto, os jovens participantes foram recebidos por três representantes das instituições parceiras: Brisa e Universidade do Porto. O reitor da Universidade do Porto, Sebastião Feyo de Azevedo, realçou a

DIA 2 EM CONTACTO COM A SEGURANÇA O segundo dia foi dedicado ao maior conhecimento das forças de segurança em Portugal. Os jovens tiveram a possibilidade de conhecer as diferentes áreas e meios que a GNR e a Polícia de Segurança Pública utilizam. Assim, foi explicado e demonstrado como a GNR atua nas ações de fiscalização, e como funcionam os radares. Os participantes tiveram ainda a oportunidade de realizar testes de alcoolémia, conhecer as viaturas utilizadas e o que é feito em caso de acidentes graves. Depois de almoço, a Faculdade de Economia da Universidade do Porto preparou diversas atividades para os jovens ao longo da tarde, desde zumba, uma visita guiada ao Campus e

importância desta iniciativa, sublinhando a importância dos jovens, na passagem de conhecimentos aos mais velhos. Já o Diretor de Comunicação da Brisa, Franco Caruso, relembrou que, em Portugal, a faixa etária dos jovens participantes é a que está exposta a maiores riscos. O objetivo, através desta academia, passa por criar um corpo de cidadãos embaixadores

para a segurança rodoviária. Depois do almoço, os jovens tiveram a oportunidade de conhecer melhor a cidade do Porto, passeando desde a Torre dos Clérigos até à Ribeira, terminando o passeio na Casa Do Infante. O dia terminou com diferentes atividades para “quebrar o gelo” e permitir que todos os participantes se conhecessem melhor.

um simulador de condução. Depois, seguiu-se para a Praça da Câmara Municipal da Maia para uma ação de fiscalização e sensibilização dinamizada pela PSP. Assim, para além de aprenderem as normas de abordagem, os embaixadores da Brisa Student Drive Camp tiveram a oportunidade de falar diretamente com os condutores e explicar a importância da segurança rodoviária.


59 | Forum Estudante | Mai’17

/Brisa Student Drive Camp

9 a 13 de abril de 2017 DIA 4 DOS BOMBEIROS PARA A PISTA

DIA 3 OS NÚMEROS DA CONDUÇÃO De manhã, os 50 participantes foram recebidos pela Brisa que apresentou os diversos fatores de risco e de proteção na condução, uma vez que o risco de morte por acidente nos condutores jovens é superior em 40% ao dos outros condutores. Das mortes provocadas por acidentes de aviação, entre os 18-24 anos, verifica-se que 85% é do sexo masculino e 15% no sexo feminino. 90% destes acidentes devem-se ao erro humano, apenas 5% se deve ao ambiente e ao veículo. Após ouvir atentamente o que foi dito os jovens dividiram-se por grupos e fizeram diversas atividades relacionadas com o que foi dito anteriormente, como a simulação de condução sob o efeito de álcool, uma simulação de capotamento e uma simulação de velocidade e reação.

O dia começou no quartel dos Bombeiros Voluntários da Póvoa do Varzim, que mostraram as viaturas que utilizam no dia-a-dia, os diferentes tipo de vestuário, o museu e ainda dinamizaram um pequeno workshop de suporte básico de vida. A parte da tarde foi cheia de adrenalina, todos tiveram a oportunidade de estar em pista no Kartódromo Cabo do Mundo, na Leça da Palmeira. Durante 15 minutos a pista era apenas deles. Alguns experimentaram pela primeira vez.

DIA 5 O ÚLTIMO DIA E O ADEUS Uma vez que a prevenção e a segurança rodoviária não depende apenas do homem, a inspeção do automóvel é muito importante. Por essa razão os 50 participantes tiveram a oportunidade de assistir de forma detalhada a uma inspeção. Nestes exemplos foram utilizados os veículos da Brisa Student Drive Camp cedidos pela Auto-Sueco.

powered by

outros eram já mais experientes, mas todos conseguiram por em prática algumas das aprendizagens adquiridas ao longo da semana. O dia de atividades terminou com a sessão de encerramento no Salão Nobre da Universidade do Porto com a presença de representantes das instituições parceiras.

A Aula de Condução da Escola ACP foi considerada por muitos como a “atividade” da semana. Independentemente da idade, todos tiveram a oportunidade de experimentar conduzir um veículo verdadeiro e por em prática todas as aprendizagens que foram adquiridas ao longo de todos os dias. Apesar do medo, todos conseguiram cumprir a atividade com sucesso. Assim se fez mais uma edição do Brisa Student Drive Camp. Mas para o ano há mais. Não percas a oportunidade de te inscrever e fazer parte desta aventura.

parceiros

CÂMARA MUNICIPAL

2017 apoios EDUCAÇÃO

viatura oficial

Uma iniciativa inserida em *ÁREA MET

ROPOLIT

ANA DO

POR TO


60 | Forum Estudante | Mai’17

/SoRir

Vestido de ir à fonte

MODA ATUAL

Casaco “Hulk Esmaga”

Queres estar na moda? A Forum dá-te a conhecer algumas das novas trends.

Tu que estás chateado e de mau humor e procuras uma luz que acenda o teu sorriso, uma gargalhada que te encha a alma... Aprecia! Ah, e não te esqueças, se tiveres uma boa piada ou foto, envia-nos para geral@forum.pt

Para fazeres furor na escola!

Alguém precisa de uma mãozinha?! Queres ir de correio? Veste-te assim e basta acrescentar o selo. Uma solução para quando aquela borbulha difícil não desaparece.

Eyebrows on fleek!

Quando tens um jantar meia hora antes do jogo.

Fora de Moda

Prepara-te para o último período, ele vem em força!

Numa sapataria, uma senhora esteve a tarde toda para escolher uns sapatos e acaba por dizer ao empregado: - Mas estes sapatos são muito antigos! Aborrecido devido ao tempo que a senhora levou a escolher, responde o empregado: - Claro, minha senhora, estavam na moda quando começou a experimentá-los…

A minha mulher Um homem diz ao seu amigo: “a minha mulher só tem duas queixas: nunca ter nada para vestir e não ter espaço suficiente no armário.”

Casaco de peles Não dês bola na escola!

Está a tia a ler uma revista de moda: - Diz aqui que são precisos sete angorás para fazer um só daqueles casacos fofinhos. Aqueles dias em que te Resposta da amiga: recusas a sair da cama - É incrível o que hoje em dia ensinam os animais a fazer...

Calças e ténis?! Isso era antigamente, agora a nova têndência é calcénis!


61 | Forum Estudante | Mai’17

/Música

AS RUAS E OS SÍTIOS EM LUÍS SEVERO Aos 24 anos, Luís Severo lançou o seu segundo álbum. Depois de Cara d’Anjo, em 2015, o músico português apresenta agora um disco homónimo, editado pela Cuca Monga. Em conversa com a Forum, o lisboeta explicou o seu novo processo, salientando a forma como a música nos pode levar a lugares muito diferentes: “dos sítios universais a uma rua específica”. Foi perante uma casa cheia que, no dia 29 de março, Luís Severo apresentou o seu novo disco. Sozinho no palco do Teatro Ibérico, em Lisboa, o músico contou apenas com um piano nessa tarefa. A explicação, revela, está relacionada com o processo de criação: “tinha composto as músicas ao piano, ainda não tinha ensaiado com banda e decidi apresentar-me neste registo – de forma aproximada ao que compus e com foco na interpretação”. A mudança no método de composição não é a única novidade neste disco. Há também uma nova chancela: o álbum Luís Severo é lançado pela Cuca Monga – a editora dos Capitão Fausto. As alterações na criação deste disco têm uma razão comum: o elemento da “confirmação ou desilusão”. “Quando fazes uma coisa que corre bem, o segundo disco, livro ou filme tem sempre uma pressão associada”, explica Severo. Por essa razão, o músico de 24 anos tentou “combater esta pressão, mudando tudo – pensei que, pelo menos, se não fosse superior, seria diferente”, reforça. Há, contudo, uma sensação

mais conclusiva do que de experimentação em Luís Severo. A grande mudança, explica o músico, chegou com a possibilidade que o disco anterior garantiu – viver da música. Desde então, “tocar ao vivo permitiu conhecer sítios, cidades, ter ideias, motes e temas”. Um ritmo que Luís Severo quis – e quer continuar – a aproveitar: “este disco sai um ano e meio depois do anterior e espero ter um novo em 2018”.

“Gosto da ideia da música poder conduzir tanto a sítios universais como a uma rua específica” Esta nova fase marcou muitos dos temas de Luís Severo. A descrição oficial fala de um disco sobre “o amor, a solidão, a cidade e a sua falta de espaços”. Chegado ao centro de Lisboa, depois de sempre ter vivido em Odivelas,

o músico explica ter encontrado “uma dinâmica mais pesada, mais intensa e mais individualista”. Por essa razão, em Luís Severo, a cidade é vista como “um sítio fantástico e muito intenso” onde há pessoas “incluídas e excluídas” por diferentes razões. “Quis falar um pouco dessas diferenças e da forma como as vejo”, explica o músico. Estas são dinâmicas que ficam patentes nas referências de Luís Severo aos “seus” locais: da Penha de França à Alameda, numa poesia que, muitas vezes, se ancora na localidade. “Gosto da ideia da música poder conduzir tanto a sítios universais como a uma rua muito específica”, destaca, relembrando que, em diversos artistas e até estilos musicais (do hip-hop ao fado), existe “um sentido de pertença a qualquer coisa”. É já no final da entrevista, realizada numa esplanada no Areeiro, que conclui: “eu falo dos sítios onde vivo. Porque são os que tenho”.


62 | Forum Estudante | Mai’17

/HorosCópos

Touro

(21/04 a 20/05)

MAIO SERÁ UM GRANDE MÊS, SOBRETUDO POR

TER 31 DIAS

E eis que, no primeiro dia depois da Páscoa, o nativo de Touro acordou e se olhou ao espelho. Depois, pensou “tenho de deixar de comer chocolate”, enquanto desembrulhava mais um Mon Cheri. Na impossibilidade de deixares o vício do cacau, caro Touro, deixa, pelo menos, os Mon Cheri’s logo pela manhã. Esse hálito matinal a licor pode-te trazer problemas.

Estava eu a degustar o resto dos chocolates da Páscoa, sentado no meu cadeirão da divinação, quando tive uma visão: maio vai ser um mês recheado de novidades, entre as quais o facto de voltarmos aos meses com 31 dias. Mas há mais novidades reservadas para vocês, caros leitores. Não desesperem, eu explico tudo. Deixem-me só acabar esta sandes mista de Ferrero Rochers e After Eights.

Virgem (23/08 a 22/09)

Capricórnio (22/12 a 19/01)

Quando olho a configuração astral dos nativos de Virgem, encontro um velho ditado japonês: “O meu celeiro foi destruído pelo fogo e agora posso ver a lua”. Quer isto dizer, caros amigos de Virgem, uma coisa muito simples e relevante: se por acaso morarem num celeiro, tenham cuidado com os cobertores elétricos.

Gémeos (21/05 a 20/06)

Balança (23/09 a 22/10)

“Ah ok”, respondeu o ascendente de Sagitário. A seu lado, encontrava-se o ascendente de Capricórnio que, aproveitando a boleia, perguntou à sempre bondosa constelação de Andrómeda: “e os meus nativos, o que estão a fazer?”. Depois de um segundo de hesitação, Andrómeda respondeu, com uma vibração estranha na sua voz profunda de constelação: “o mesmo de sempre – a ver vídeos no Youtube”.

O sentimento de inquietação nos nativos de Gémeos é crescente, à medida que se aproximam coisas muito específicas: os exames nacionais. Contudo, não desesperes. Experimenta soluções novas e que ainda te tenham cruzado a mente, até ao dia de hoje. Estudar, por exemplo.

A previsão mais curta do mês é também uma resposta e fica para os nativos de Balança: “sim”. Agora só tens de encontrar a pergunta.

Caranguejo (21/06 a 20/07) Um certo dia, conheci um nativo de Caranguejo que me perguntou: “consague dzerme sevóser velis?”. Infelizmente, o jovem fez-me a pergunta enquanto roía uma perna de frango gigante, pelo que não percebi grande coisa. Mas contei esta história porquê? Ah, eis o lema para este mês: “perguntas de boca cheia originam respostas vazias”.

Leão (21/07 a 22/08) Lê as seguintes palavras com muita atenção, caro Leão. Este é um conselho que pode mudar a tua vida: “não entres tão depressa nessa noite escura”. Não compreendes o sentido? Muito simples. Apenas necessitas de ler as cerca de 200 páginas de A Coletânea de Poemas de Dylan Thomas. Simples.

Escorpião (23/10 a 21/11) Encontrei novamente um provérbio japonês a passear pelo plano astral. Para os nativos de Escorpião a mensagem é simples: “sabedoria e virtude são como duas rodas de uma carroça”. A conclusão é óbvia – levanta-te mais cedo para não perder o autocarro.

Sagitário (22/11 a 21/12) Quando o ascendente dos nativos de Sagitário olhou para baixo, viu uma quantidade enorme dos seus nativos numa fila indiana. O ascendente de Sagitário ficou confuso e decidiu desabafar com a constelação de Andrómeda. “Não percebo o que se passa com os meus nativos”, queixava-se. Andrómeda, que é uma constelação calma e paciente, explicou-lhe: estão na fila para o concerto do Matias Damásio.

Aquário (21/01 - 19/02) Os nativos de aquário têm um verbo algo controverso na sua mente: festivalar. Controverso porque, tal como a vossa ida ao festival, não é seguro que seja uma realidade. Aplica-te nos estudos e pode ser que tenhas sorte.

Peixes (20/02 - 20/03) Depois do oriente, a sabedoria nacional: “peixe não puxa carroça”. Quer isto dizer que os nativos deste signo não se vão sentir inclinados a realizar esforços físicos que envolvam meios de transporte típicos da era pré-industrial. O que não é surpreendente.

Carneiro (21/03 - 20/04) Ficaste para o fim, caro Carneiro, e é suficiente dizer-te que o teu mês vai ter uma coisa a mais que o de todos os outros signos. Mais precisamente, um ano a mais. Esperamos que o teu aniversário recente te dê energia. Vais precisar. Ou será que vais? Talvez. Quem sabe? Espera. Eu devia saber, não é? Bolas! Hmmm. Vai correr tudo bem. Vai correr tudo lindamente.


64 | Forum Estudante | Mai’17

/Tech

publirreportagem

RAZER

A CIÊNCIA DO PRODUTO PERFEITO

De forma a criar os melhores periféricos e acessórios para gaming, a Razer constrói os seus produtos com a ajuda de diversos atletas de eSports de elite. Para além da colaboração no design e na fase de testes, estes jogadores utilizam os produtos em competição.

Quando se refere ao Deathadder Elite – o rato de computador da Razer especializado para gamers – Lee “Faker” Sang-Hyeok fala da sua “arma de eleição”. A escolha do tricampeão mundial de League of Legends pode ser fácil de compreender. O periférico em questão é, de facto, desenhado para o melhor desempenho de um gamer: o sensor ótico de quinta geração assegura 16000 dpi e uma cobertura de 1143 centímetros por segundo, numa precisão de 99,4%. Mas qual a fórmula da Razer para obter estes resultados? A participação dos gamers no próprio processo de criação da tecnologia é a chave de todo o processo. Segundo explica a Razer, os seus cientistas e engenheiros “trabalham com os atletas de topo da eSports para continuar a inovar”. Gamers profissionais de elite como Faker (LOL), Infiltration (Street Fighter) ou Fuudo (Virtua Fighter)

acompanham o processo de criação, oferecendo o seu feedback e ajudando a encontrar soluções adequadas às suas necessidades. “Estamos constantemente a melhorar a gaming performance e elevamos a barra novamente”, reforça a Razer. O Deathadder Elite assume-se como um exemplo desta parceria para a inovação. Através de testes continuados, os cientistas e engenheiros da Razer – em colaboração com parceiros como a Universidade de Queensland – melhoraram várias vertentes desta tecnologia: sensor ótico, desenho ergonómico ou a nível do mouse switch, por exemplo. Para além da performance, é necessário ter ainda em conta outra componente: o conforto. Ser um atleta de eSports implica longas horas de treino e competição, pelo que todos os detalhes poderão fazer a diferença. Também neste ponto a colaboração

próxima dos atletas é fundamental. Tomando o exemplo dos headphones Kraken Pro V2, o tricampeão mundial de League of Legends explica que este periférico é “mais confortável e não causa incómodo mesmo depois de usar durante longos períodos de tempo”. No mesmo sentido, o gamer Infiltration relembra que a flexibilidade dos headphones permite aos atletas profissionais “que viajam imenso, transportar facilmente” os seus periféricos. Como relembra a Razer, no spot promocional “Faker’s Choice”, muito do trabalho é invisível: “o que ninguém vê são os inúmeros meses de planeamento as infindáveis horas de treino ou os milhões de clicks”. No entanto, concluem, o trabalho feito nos bastidores é fundamental para “dar aos gamers a vantagem injusta” de poderem contar com o auxílio de tecnologia de topo.

FAKER

FUUDO

INFILTRATION


L

LICENCIATURA 1ยบ CICLO

BIOINFORMรTICA

#296 Revista Forum Estudante - Maio 2017 - Norte  

Politécnico de Santarém: Composto por cinco escolas superiores, o Politécnico de Santarém inclui cursos em diversas áreas do saber. Das Ciên...

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you