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LEPIDOPTERA BORBOLETAS E MARIPOSAS DO BRASIL

Fotografias

Almir Cândido de Almeida Textos

André Victor Lucci Freitas

primeira edição São Paulo 2012

Exclusiva Publicações Ltda


Para minha esposa Sônia e meus filhos Levy e Beatriz, pelo incentivo constante e pela paciência nas minhas longas ausências. Almir Cândido de Almeida

Para meus mestres, Keith S. Brown Jr., Ronaldo B. Francini e Olaf H. H. Mielke, por todos ensinamentos e pela constante inspiração. André Victor Lucci Freitas


AGRADECIMENTOS

Este livro não teria sido possível sem a ajuda de diversas pessoas, que de uma forma ou de outra colaboraram.

Ailton Cândido de Almeida Bruno Lima Cal Martins Carla Penz Clemira Ordoñez Souza Cristina Akisino Cynira Any Jovilhana da Silva Gabriel Fernando Breda Vicente Flavio Guglielmino Francisco Carvalho Souza Gilberto Teixeira Rodrigues (Betinho) Igold Knock Igor Chamon Seligmann Iraci Corecha Jauffret Jacques Jauffret Jan Van Bodegraven Jonas Coronado José Carlos Bonan José de Ribamar Bandeira José Francisco de Almeida Filho Keith Willmott Leonardo Patrial Lucas Frigo Marcelo Duarte da Silva Maria da Glória Ribeiro de Godoy Maria Lucia D´Avila Ferrante Bonan Mathieu Joron Norma Knoch (In memoriam) Olaf Mielke Phil DeVries Vitor Osmar Becker Vitoria da Riva Carvalho William Leslie Overal Foto da capa: Borboleta Heraclides thoas sendo atacada por aranha

Todas as fotos deste livro foram feitas com as borboletas e mariposas vivas e livres, em seu ambiente natural, exceto página 77, cuja foto é de um pedaço de asa encontrada na trilha.


Revisão de texto:

Cristiano Agra Iserhard Graziela Chagas Lucas Augusto Kaminski

CTP, impressão e acabamento - Prol Gráfica

Contato com os autores: Almir Cândido de Almeida - almcand@uol.com.br André Victor Lucci Freitas - avlfreitas@yahoo.com

www.almircandido.com.br

EXCLUSIVA PUBLICAÇÕES LTDA Rua Vergueiro, 2556 - cj. 73 Vila Mariana - São Paulo - SP - Brasil - CEP 04102-000 tel. (11) 5573-8110 fax. (11) 5084-3807 www.grupodirecional.com.br


PREFÁCIO As borboletas e mariposas estão entre as mais belas criaturas da natureza. Seu complexo processo de desenvolvimento envolvendo a metamorfose (do ovo, lagarta, crisálida e finalmente para a fase adulta) resulta em um ser que simboliza a inconstância, a graciosidade, o renascimento e a transformação de um novo começo. Para produzir este livro o fotógrafo Almir Almeida, apaixonado pela natureza brasileira, viajou pelos quatro cantos do Brasil, passando pelos diversos biomas, como Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampas, com o objetivo de registrar a maior diversidade possível. Podemos ver desde espécies comuns, facilmente encontradas nas praças das grandes cidades e jardins das casas, até espécies raras e ameaçadas de extinção, que só vivem em ambientes bem preservados, que ainda não sofreram a influência humana. Foram mais de 10 anos e milhares de quilômetros percorridos e, pelas imagens apresentadas, podemos ter uma ideia da impressionante biodiversidade da natureza brasileira. Por outro lado, o cientista André Freitas, especialista em lepdópteros, nos brinda com um texto leve e agradável, acessível a qualquer leigo no assunto, porém com profundidade suficiente mesmo para especialistas. O resultado é este maravilhoso livro, um verdadeiro presente para todos os apreciadores destes frágeis e encantadores seres vivos.

Ourivaldo Barbosa do Valle Diretor da Confederação Brasileira de Fotografia


Borboleta Nicolaea schausa - Serra da Canastra - MG


Os pontos vermelhos indicam os locais onde foram fotografadas as borboletas e mariposas que aparecem neste livro.

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Borboleta Siproeta stelenes meridionalis - Foz do Iguaรงu - PR

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QUEM SÃO OS LEPIDOPTERA? Os insetos perfazem quase um milhão de espécies conhecidas, sendo dominantes em todos os habitats terrestres e de água doce. Para cada 100 espécies conhecidas de organismos multicelulares, mais de 60 são insetos. Mesmo considerando-se que muitos possuem menos de um milionésimo do peso de um vertebrado do nosso tamanho, a soma do peso de todos os insetos na Terra é certamente bem maior do que o de todos os outros animais juntos. Boa parte dos insetos tem grande valor para a sociedade humana, devido aos serviços ecológicos prestados, como polinizadores, decompositores, controladores de microrganismos e pragas, e também devido sua participação na produção de remédios, cera, seda, mel, além de outros produtos alimentares e economicamente importantes. Dentre os grupos mais carismáticos e conhecidos de insetos estão os representantes da ordem Lepidoptera, que são as borboletas e mariposas. O nome Lepidoptera vem de uma característica única e exclusiva deste grupo: suas asas são cobertas por minúsculas escamas (do grego lepis = escamas e pteron = asas). São essas escamas que determinam a coloração das asas das borboletas e mariposas, sendo responsáveis pela formação das mais diferentes combinações de cores que diferenciam as espécies. A ordem Lepidoptera é a segunda maior entre os insetos, com cerca de 160.000 espécies conhecidas em todo o mundo; só no Brasil existem cerca de 26.000 espécies já descritas. Dentre todos os Lepidoptera do mundo, apenas 20.000 são borboletas (mais de 3.000 no Brasil); todo o restante das espécies são mariposas. As mariposas distribuem-se em cerca de 120 famílias, sendo que no máximo uma dezena destas são grandes, carismáticas e conhecidas pelas pessoas em geral. Muito mais conhecidas e estudadas do que as mariposas, as borboletas se distribuem em apenas seis famílias: Nymphalidae, Papilionidae, Pieridae, Riodinidae, Lycaenidae e Hesperiidae.

MORFOLOGIA BÁSICA Como todos os insetos, os lepidópteros possuem o corpo dividido em três partes: cabeça, tórax e abdômen. A cabeça é bem destacada, com um par de olhos grandes formados por diversas partes menores (são chamados de olhos compostos) e um par de antenas. Na cabeça também se encontra o aparelho bucal típico de quase todos os Lepidoptera, uma estrutura em forma de um tubo isolado chamado de espirotromba, com capacidade apenas de sugar líquidos (apenas um grupo pequeno de mariposas possui mandíbulas em vez de espirotromba). No tórax estão presentes a musculatura e as estruturas ligadas à locomoção. Estas estruturas

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locomotoras são os três pares de pernas (em muitas borboletas, o primeiro par é reduzido e pouco visível, dando a impressão de que elas só possuem quatro pernas) e dois pares de asas (algumas espécies de mariposas perderam as asas ao longo da evolução). No abdômen estão a maior parte do aparelho digestório e os órgãos ligados à cópula e reprodução.

BORBOLETAS X MARIPOSAS Apesar de tratadas como grupos distintos, a separação entre borboletas e mariposas não é sempre clara e objetiva. Usualmente, borboletas voam durante o dia, possuem asas muito coloridas e antenas com uma dilatação na ponta, enquanto mariposas são noturnas, em geral com cores mais escuras e antenas finas ou em forma de pluma, sem dilatação na ponta, mas há muitas exceções. Muitas espécies de mariposas voam de dia e são bastante coloridas, e existem borboletas que voam no crepúsculo até o início da noite, tem cores escuras e sombrias. Essa dificuldade deve-se ao fato de que borboletas e mariposas não são o que os cientistas atualmente chamam de “grupos naturais”, ou seja, de mesma origem evolutiva, de modo que as borboletas podem ser consideradas apenas como um pequeno grupo dentro das mariposas.

DESENVOLVIMENTO E CICLO DE VIDA Borboletas e mariposas são insetos de metamorfose completa, também chamados de holometábolos. Isso significa que ao longo de seu crescimento e desenvolvimento passam por quatro estágios muito distintos de forma, comportamento e hábitos de vida: ovo, larva (lagarta), pupa (crisálida) e adulto. O ciclo de vida desses animais inicia-se de um ovo colocado pela fêmea. A deposição dos ovos (sozinhos ou em grupos, que chegam a mais de 1000 ovos em algumas espécies) pode ocorrer em diferentes partes da planta – principalmente nas folhas e flores – aonde a lagarta (fase pós-ovo) irá se alimentar, nesse caso, a planta é denominada de planta hospedeira. Os ovos também podem ser depositados em plantas vizinhas, em folhas mortas, no solo e até mesmo serem abandonados em pleno vôo sob a vegetação. A duração do estágio de ovo varia de poucos dias em espécies de climas quentes até mais de um mês em algumas espécies de lugares com climas mais frios. Dos ovos nascem as lagartas – ou larvas – que assim como estes, podem estar sozinhas ou em grupos. Por um período que varia desde menos de um mês até quase um ano, as lagartas de borboletas e mariposas alimentam-se durante quase todo o tempo, acumulando energia para chegarem à fase adulta. Esta fase é muito importante para elas, pois é a época em que irão crescer o máximo possível e

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armazenar energia e nutrientes para a fase de pupa, para ao final tornarem-se adultos fortes e bem desenvolvidos. Durante o crescimento, as lagartas “trocam de casca” por quatro a oito vezes, sendo que a última troca dá origem ao estágio de pupa. Esse processo de troca de casca, comum a todos os artrópodes, é denominado ecdise ou muda e consiste na troca do esqueleto externo formado pela proteína quitina, que é rígido e não cresce com o animal. A fase de pupa é a mais delicada do ciclo de vida dos lepidópteros, pois elas não se alimentam e são imóveis, não podendo fugir nem se defender caso sejam atacadas. No estágio de pupa ocorrem mudanças profundas em toda a estrutura corporal do animal, que passará de uma fase mastigadora e sem asas para um adulto sugador e alado. Muitas espécies de mariposas fabricam também, um casulo, que é uma proteção feita de seda e às vezes outros materiais, dentro da qual a pupa fica protegida (as borboletas não constroem casulos). A maioria das pupas de borboletas possui uma estrutura de fixação com pequenos ganchos no final do abdômen chamada cremaster, pelo qual se fixa ao local escolhido para permanecer parada (muitas vezes pendurada). Entretanto, muitas mariposas e algumas borboletas realizam esta parte do ciclo de vida no solo, e há também pupas de espécies de mariposas ou borboletas da família Hesperiidae que permanecem dentro de abrigos feitos com as folhas da planta na qual se alimentou durante a fase de larva. Após um período que vai de uma semana até dois anos, o adulto emerge da pupa, completando o ciclo. Ao saírem da pupa, os adultos ainda possuem as asas bem pequenas, e estas precisam ser expandidas antes de iniciar as atividades da vida adulta. Este é outro momento crítico da vida de um lepidóptero. Por cerca de quase uma hora o adulto fica parado enquanto as asas aumentam de tamanho por pressão de uma substância chamada hemolinfa (o “sangue” dos insetos), permanecendo em repouso até que as asas sequem completamente. Quaisquer perturbações neste momento podem resultar na quebra das asas ou na parada da expansão, o que impede a borboleta ou mariposa de voar, levando-a quase sempre à morte.

ALIMENTAÇÃO Como já foi mencionado acima, lagartas e adultos são muito distintos em termos de alimentação. As lagartas possuem mandíbulas e alimentam-se por mastigação, já os adultos são em sua maioria sugadores, alimentando-se somente de líquidos. Por esse motivo, cada fase de desenvolvimento será tratada separadamente. A maioria das lagartas de lepidópteros alimenta-se da parte externa da planta (folhas, flores, frutos, sementes e ramos), mas existem inúmeras espécies de borboletas e, especialmente, mariposas que quando na forma de lagartas alimentam-se internamente dos tecidos da planta. Dentre estas, estão larvas de

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muitas pequenas mariposas, chamadas de minadoras, pois constroem verdadeiras galerias enquanto se alimentam dentro das folhas, formando caminhos irregulares facilmente observados. Muitas lagartas de borboletas da família Lycaenidae se alimentam de flores e outros tecidos reprodutivos, podendo destruir conjuntos de flores inteiros e também as sementes que estão sendo formadas dentro dos frutos. Algumas lagartas são detritívoras, ou seja, alimentam-se de folhas mortas e outros materiais orgânicos em decomposição. Uma espécie comum de mariposa do gênero Phereoeca (Família Tineidae) chamada popularmente de “traça das roupas” (não confundir com as traças dos livros, que pertencem a outro grupo de artrópodes), possui lagartas que se alimentam de restos (usualmente pelos e cabelos caídos pela casa, insetos mortos e outros materiais) e costumam roer as roupas dentro dos armários. Poucas espécies são carnívoras, como por exemplo, as famosas lagartas que se alimentam de pulgões ou ainda vivem dentro de formigueiros alimentando-se das larvas das formigas. Ainda assim, lagartas são conhecidas por serem comedoras de folhas, e muitas espécies de mariposas e algumas de borboletas são consideradas pragas de plantas cultivadas. As mais conhecidas pela população são a borboleta-dacouve Ascia monuste (Família Pieridae), a borboleta-do-maracujá, em especial a Dione juno (Família Nymphalidae) e a lagarta-da-palmeira do gênero Brassolis (Família Nymphalidae). Dentre as mariposas, muitas espécies podem causar prejuízos em diferentes plantas, como a Spodoptera frugiperda (Família Noctuidae) que ataca o milho e outros cereais, além de outras espécies que infestam grãos armazenados, como a Plodia interpunctella (Família Pyrallidae). Algumas espécies de mariposas tem importância médica, sobretudo das famílias Saturniidae, Megalopygidae e Arctiidae que possuem lagartas que “queimam”. Ainda assim, a maioria dos lepidópteros não afeta negativamente a economia humana, pois alimentam-se de espécies de plantas nativas do Brasil sem valor comercial. Com relação aos adultos, a diversidade de alimentação é muito menor do que nas larvas, e por se alimentarem de líquidos a maioria deles é bastante generalista com suas fontes de alimento. De modo geral, as borboletas e mariposas podem ser divididas em dois grupos principais: 1) as que se alimentam de néctar, e 2) as que se alimentam de material em decomposição, como frutas fermentadas, fezes e carcaças de animais. A maioria das espécies conhecidas alimenta-se de néctar de flores, chamadas de nectarívoras, sendo conhecidas por visitarem jardins e ajudarem na polinização de algumas plantas (ainda que não sejam tão eficientes se comparadas às abelhas). Para a maioria das nectarívoras não há muita escolha na alimentação, sendo que elas podem visitar quaisquer flores de diversos tipos de plantas, desde que sua espirotromba consiga alcançar o néctar. Entretanto, algumas espécies possuem espirotrombas que podem ser mais longas que seu próprio corpo, o que lhes permite escolher bem seu alimento, procurando o

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รกlbum 17


Ovos de borboleta Caligo teucer 18


Ovos de borboleta Heraclides hectorides

Ovos de borboleta Mechanitis lysimnia 19


Lagartas de mariposa Alta Floresta - MT

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Lagarta de mariposa Sphingidae ItacarĂŠ - BA

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Lagarta de mariposa - Arctiidae - Itatiaia - RJ

Lagarta de borboleta Hamadryas feronia - Alta Floresta - MT 22


Lagarta de borboleta Hamadryas fornax - Serra do Japi - SP

Lagarta de mariposa - Ribeir達o Grande - SP 23


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Lagarta de mariposa - Geometridae - Cotia - SP 25


Lagarta da borboleta Phoebis sp. - S達o Miguel Arcanjo - SP 26


Lagarta de mariposa - Saturniidae - Santa Izabel do Parรก - PA 27


Pupa de borboleta Mechanitis lysimnia - Itatiaia - RJ 28


Pupa de borboleta Actinote sp. - Serra do Japi - SP

Pupa de mariposa Oiketicus sp. - Serra da Canastra - MG

Pupa de borboleta Catonephele sp. - Peruibe - SP

Pupa de mariposa Oiketicus sp. - Guaraqueรงaba - PR 29


Borboleta Cissia sp. - Caseara - TO 30


Borboleta Splendeuptychia libitina - Campinas - SP 31


Borboleta Caligo idomeneus - Alta Floresta - MT 32


Borboleta Semomesia cf. gneris - Alta Floresta - MT 33


Borboleta Cithaerias andromeda bandusia - Alta Floresta - MT 34


Borboleta Arcas ducalis - Serra do Japi - SP 35


Mariposa Rotschildia hesperus - Serra Bonita - Camacan - BA 36


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Borboleta Ithomia agnosia - Ubatuba - SP 38


Borboleta Pseudoscada erruca - Serra do Japi - SP 39


Detalhe de asa de borboleta Heraclides thoas PoconĂŠ - MT 40


Detalhe de asa de borboleta Morpho sp. PoconĂŠ - MT 41


Borboleta Evenus satyroides - Alta Floresta - MT 42


Borboleta Sarota sp. - Alta Floresta - MT 43


Borboletas Heraclides astyalus e Marpesia chiron - Rio Cristalino - Alta Floresta - MT

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Borboletas - diversos Pierideos - Rio Teles Pires - Alta Floresta - MT

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Detalhe de asa de mariposa ChapadĂŁo do CĂŠu - GO

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Detalhe de asa de mariposa Serra Bonita - Camacan - BA

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Borboleta Marpesia chiron - Alta Floresta - MT

Borboleta Marpesia orsilochus - Manoel Urbano - AC 48


Grupo de borboletas Protesilaus spp. - Alta Floresta - MT 49


Borboleta Marpesia petreus - Dourado - SP

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Borboletas Pseudoscada erruca - Serra do Japi - SP

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Borboleta Methona sp. - Cacaul창ndia - RO 52


Borboletas Caria sp. - Jardim - MS 53


Borboleta Taygetis larua - Alta Floresta - MT

Borboleta Ancyluris sp. - Alta Floresta - MT 54


Borboleta Calycopis lerbela - Alta Floresta - MT

Borboleta Artines trogon - Alta Floresta - MT 55


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< Borboleta Strymon mulucha Amajari - RR

> Borboleta Heliconius antiochus CaracaraĂ­ - RR

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< Borboleta Dynamine tithia Dourado - SP

> Borboleta Mechanitis polymnia casabranca Mairinque - SP

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Borboleta Dircenna dero Rio Claro - RJ

Borboleta Epityches eupompe - Sรฃo Paulo - SP

Borboleta Ceratinia neso - Santa Izabel do Parรก - PA 60

Borboleta Mechanitis lysimnia Campinas - SP

Borboleta Melinaea ludovica - Santa Izabel do Parรก - PA


Borboleta Episcada doto - Benevides - PA

Borboleta Heliconius ethilla - Alto Capara贸 - MG

Borboleta Hypothyris ninonia daeta - S茫o Miguel Arcanjo - SP 61


Borboleta Sais rosalia - Alta Floresta - MT 62


Borboleta Mcclungia cymo salonina - Serra do Cip贸 - MG 63


Borboleta Vanessa myrinna - Serra do Japi - SP 64


Borboleta Laothus phydela - Campos do Jord達o - SP 65


Mariposa Madoryx pluto - Abreul창ndia - TO 66


Mariposa Cyclomia sp. - Dourado - SP

Mariposa Callionima innus - Serra Bonita - Camacan - BA 67


Borboleta Actinote pyrrha Serra do Japi - SP

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Borboleta Pampasatyrus gyrtone Cambarรก do Sul - RS A identificar - Campos do Jordรฃo - SP

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Mariposa Heterusia sp. - Serra do Japi - SP

Mariposa Geometridae - Campos do Jord達o - SP 70


Mariposa Mictopsichia sp. - Caseara - TO 71


Borboleta Calycopis sp. - Benevides - PA 72


Borboleta Arawacus meliboeus - Campos do Jord達o - SP 73


Borboleta Brangas getus - Porto Acre - AC 74


Borboleta Eurema elathea - Serra da Cantareira - SP

Mariposa Agathodes designalis - Serra Bonita - Camacan - BA 75


< Mariposa Bryoptera sp. Serra Bonita - Camancan - BA

> Borboleta Pythonides lancea Ribeir達o Grande - SP

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Borboleta Epiphile orea - Campos do Jord達o - SP 78


Borboleta Melete lycimnia paulista - Dourado - SP 79


Borboleta Strymon sp. - Jardim - MS 80


Borboleta Rethus periander - Xapuri - AC 81


O livro tem 208 pรกginas com mais de 230 fotos das mais espetaculares borboletas e mariposas do Brasil. Para adquirir seu exemplar, visite www.lepidoptera.com.br ou ligue para a editora: (11) 5573-8110

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