Diário da Cuesta
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
![]()
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
A produção literária dos Acadêmicos da ABL terá seu quinto livro a ser lançado no 54º Aniversário de fundação da Entidade, em 09 de Julho de 2026. Conta com o apoio do Prefeito Municipal, Fábio Leite e da Secretaria da Cultura, Cris Cury e marcará de forma positiva gestão da Professora Dra Cristina Mattos, Presidente da ABL. Página 2






Sidney Schechtel, mais conhecido como Sidney Sheldon, foi um escritor e roteirista norte-americano. Durante sua vida, Sheldon publicou 18 romances; todos alcançaram a lista de mais vendidos do jornal The New York Times. Eles totalizaram 300 milhões de cópias vendidas. É considerado o escritor mais traduzido do mundo. Ganhou o OSCAR como melhor Roteiro Original, em 1947, pelo filme “O Solteirão cobiçado”. Nascimento: 11 de fevereiro de 1917, Chicago, Illinois, EUA. Falecimento: 30 de janeiro de 2007, Eisenhower Health, Rancho Mirage, Califórnia, EUA. Página 3
A ABL -Academia Botucatuense de Letras continua em sua “caminhada peabiruana”, sempre divulgando a cultura em Botucatu. E é de destaque a edição dos livros acadêmicos desde a sua fundação A produção literária dos Membros da ABL reveste-se de real importância para o acervo cultural de Botucatu.
PRIMEIRO LIVRO: A primeira produção literária da ABL, ocorreu no ano de 1992, com o lançamento da “COLETÂNEA LITERÁRIA DA ACADEMIA BOTUCATUENSE DE LETRAS”. Nessa edição pioneira, a capa e os retratos dos acadêmicos foram feitos pelo acadêmico Eugênio Monteferrante Netto; a diagramação coube ao acadêmico José Antonio Sartori; e na coordenação de produção, as acadêmicas Elda Moscogliato e Leda Galvão de Avellar Pires.

Diretoria: Presidente: Antonio Gabriel Marão; 1º Vice: Luiz Peres/José Celso Soares Vieira; 2] Vice: Olívio Stersa; 1º Secretário: Edson Lopes; 2º Secretário: Elda Moscogliato; 1] Tesoureiro: José Antonio Sartori; 2º Tesoureiro: Eugênio Monteferrante Netto; Bibliotecária: Leda Galvão de Avellar Pires. Com o patrocínio da Divisão de Cultura da Prefeitura Municipal (gestão de Joel Spadaro), tinha as seguintes produções literárias e seus respectivos autores: “Impressões do Hawaii”, de Luiz Peres; “O Auto-Retrato”, de Armando Moraes Delmanto; “Os Espíritos e os Sonhos”, de Laurival Antonio de Luca; “A Explosão – Ave, Brasília,Uma Família Paulista” de Leda Galvão de Avellar Pires; “Nello Pedretti”, de Aleixo Delmanto; “A Boneca”, de Maria Amélia Blasi de Toledo Pisa; “Mensagem – Pátria – Nada... Existe o Nada? Falando sobre Guilherme de Almeida”, de Antonio Gabriel Marão; “O Velho Ipê – A Vida das Línguas – Monômios – As Grandezas do Brasil”, de Arnaldo Moreira Reis; “Na Marcha da Vida – Sinfonia da Vida – A Florada – Convite ao Poeta – Rio São Francisco – Receita para Fazer Versos – Deixai o Poeta Cantar”, de Dinorah Silva e Alvarez; “Florilégio Musical – Humberto de Campos (Biografia) – Canto de Natal”, Aécio de Souza Salvador; “Discurso – Crônica”, de Elda Moscogliato; “Cidade Universitária”, de Osmar Delmanto; “Ainda bem... – A Mosca – Invasão – Minha Casa”, de Edson Geraldo Luiz Lopes; “Martins Fontes (Biografia)”, de Eugênio Monteferrante Netto; “Recepção à Acadêmica Dinorah Silva e Alvarez (discurso)”, de José Antonio Sartori; “Othoniel Motta (Traços Biográficos)”, de Francisco Guedelha; “A Vida e a Obra de Paulo Eiró, de Olívio Stersa; “Rubião Meira, Meu Avô”, de Domingos Alves Meira; “Raio de Sol – Despedida – Cabelos Brancos – Névoa – Princesa da Serra (Poesias)”, de Trajano Pupo Júnior; “A Palavra”, de Dom Vicente Marchetti Zioni; “José Pedretti Neto (reminiscências)”, de Maria José Del Papa Zacharias.

O SEGUNDO LIVRO: O lançamento do segundo livro da ABL ocorreu em 1998, em comemoração ao seu JUBILEU DE PRATA (1973 – 1998).
A ABL tinha a seguinte Diretoria: Presidente Perpétuo: Antônio Gabriel Marão; Presidente : José Celso Soares Vieira; 1º Vice Presidente: Olívio Stersa; 2º Vice Presidente: Maria José Del papa Zacharias; 1º Secretário: Edson Geraldo L. Lopes; 2º Secretário: Elda Moscogliato; 1º Tesoureiro: José Antônio Sartori; 2º Tesoureiro: Eugênio MonteferranteNetto; Responsável pelo acervo: Leda Galvão de Avellar Pires As ilustrações ficaram a cargo de Benedito Vinício Aloise; Capa : José Antônio Sartori; Foto/Capa: Marcelino Dias; Revisão: José Celso S. Vieira/Neidi Ricchini Vieira. Com o patrocínio da Divisão de Cultura da Prefeitura Municipal (gestão de Pedro Losi Neto), tinha as seguintes produções literárias e seus respectivos autores: “São Francisco de Sales e a Boa Imprensa”, de Luiz Perez; “Memórias”, de Sebastião de Almeida Pinto; “Até as pedras se encontram”, de Raymundo Marcolino da Luz Cintra; “As “patricinhas” de Botucatu...Nos idos de 42...”, de Leda Galvão de Avellar Pires; “Castro Alves”, de Aleixo Delmanto; “Ritmo: não vivemos sem ele”, de Maria Amélia Blasi de Toledo Piza; “Nos domínios da música”, de Antônio Gabriel Marão; “Filatelia”, de Antônio Gabriel Marão; “As grandezas do Brasil”, de Arnaldo Moreira Reis; “Na Marcha da Vida”, de Dinorah Silva e Alvarez; “O Médico e o Intelectual”, de Antonio Pires de Campos; “Mortém”, de Elda Moscogliato; “Saudação a Botucatu”, de Osmar Delmanto; “Verbo pôr”, de Bahige Fadel; “O livro”, de Sebastião da Rocha Lima; “D. Henrique, o arquiteto”, de Eugênio Monteferrante Netto; “Festa em Louvor ao Divino Espírito Santo”, de José Antônio Sartori; “Centenário de Cornélio Pires”, de Francisco Guedelha; “Retalhos do cotidiano: meu amigo Jabu”, de Olívio Stersa; “A mão direita”, de Ignácio de Loyola Vieira Novelli; “O Varredor de flores”, Ignácio de Loyola Vieira Novelli; “O século XX, o Brasil e a AIDS”, de Domingos Alves Meira; “Despedida/Raio de Sol”, de Trajano Pupo Júnior; Nossas remotas origens eclesitáticas”, Dom Aquino Correa; “Natal na primavera”, de Maria José Del Papa Zacharias; Relembranças”, Maria Helena Blasi Trevisani; “Discurso de posse na ABL, de Armando Moraes Delmanto; “Meus últimos pedidos, de Laurival Antônio de Luca; “A indiferença do rio”, de José Celso Soares Vieira; “Poemas”, Carmem Sílvia Martin Guimarães; “Biografia de Humberto Campos”, Aécio de Souza Salvador; “Aniversário com outra atração”, de Franz Habermann; “O Papagaio”, Edson G. L. Lopes; “Naturalia hominis”, Evanil Pires de Campos; “Espaço vivido: o regaste da identidade da pessoa, Álvaro José de Souza; “Comemoração leva a reviver e sonhar”, de Joel Spadaro; “A Cultura e o Clero”, de Dom Antônio Maria Mucciolo; “A Glória de Viver/The whirling top”, de Beatrice Mandan de Barriera; “Lição de Música”, de Maria Lúcia Dal Farra; “A gratidão do Tico-Tico”, Dom Henrique Golland Trindade; “Alcolea”, de Dom José Melhado Campos; “Biquinha” do meu coração”, de Hugo Pires; “Coluna Nobre”, de Genaro Lobo; “Oãram”, Milton Marianno; “Um jornal a serviço da cultura”, de Adolpho Dinucci Venditto; “Exaltação à Princesa Isabel”, de Antônio Oscar Guimarães; “Vim buscar para a vida”, de Vanice Camargo Alves; “Essas mulheres maravilhosas e suas cabeças (bem) pensantes, de Hernâni Donato; “O Missionário”, de Francisco Marins; “Mestre”, de José Pedretti Neto; e “Homenagem aos 25 anos da ABL – Retrospectiva histórica”, de José Antônio Sartori.


O TERCEIRO LIVRO: O lançamento do terceiro livro da ABL ocorreu em 2013, em comemoração ao 40º Aniversário da ACADEMIA BOTUCATUENSE DE LETRES (1972 – 2012)
A ABL tinha a seguinte Diretoria: Presidente Perpétuo: Antônio Gabriel Marão; Presidente Emérito : José Celso Soares Vieira; Presidente: Antônio Evaldo Klar; 1º Vice Presidente: Carmem Sílvia Martin Guimarães; 2º Vice Presidente: Maria Helena Blase Trevisani; 1º Secretária: Carmem Lúcia Ebúrneo da Silva; 2º Secretária: Maria da Glória Guimarães Dinucci Venditto; 1º Tesoureiro: José Sebastião Pires Mendes; 2º Tesoureira: Márcia Furrier Guedelha Blasi; 1º Bibliotecária: Maria Amélia Blasi de Toledo Piza; 2º Bibliotecária: Leda Galvão de Avellar Pires.
A organização deste terceiro volume da ABL ficou a cargo da Acadêmica Carmem Lúcia Ebúrneo da Silva, com o apoio da Prefeitura Municipal (gestão João Cury Neto). Revisão: José Celso Soares Vieira;Carmem Sílvia Martin Guimarães; Carmem Lúcia Ebúrneo da Silva; Antônio Evaldo Klar; Capa: Cláudia Bassetto/Paula Ângelo Com o título “40 Anos- Coletânea – Contribuindo para a educação de Botucatu”, tinha as seguintes produções literárias e seus respectivos autores: “Quadragésimo aniversário da Academia Botucatuense de Letras”, Antônio Evaldo Klar; “Florilégio Musical”, Aécio de Souza Salvador; “Nello Pedretti”, de Aleixo Delmanto; “A Cuesta de Botucatu”, de Álvaro José de Souza; “A Educação aqui e acolá”, Antônio Evaldo Klar; “Maria Sofia de Jesus”, de Antonio Gabriel Marão; “Quarenta Anos da Academia Botucatuense de Letras”, de Antônio Evaldo Klar; “Dom Henrique, meu padrinho e amigo”, Antônio Oscar Guimarães; “O Médico e o Intelectual”, de Antonio Pires de Campos; “52 Anos” (de “A Gazeta”), de Antonio Tílio Junior; “O Menino do Retrato”, de Arlete Bravo Nogueira; “Academia Botucatuense de Letras (40 Anos de Glórias)”, de Armando Jesus Barbieri; “Viva Alessino!”, de Armando Moraes Delmanto; As Grandezas do Brasil”, de Arnaldo Moreira Reis; “Lenda de Botucatu”, de Bahige Fadel; “Benedicto Vinício Aloise”, de Carmem Sílvia Martin Guimarães; “São Francisco de Sales e a Boa Imprensa”, de Carlos Antônio de Rosa; “O Prazer de Coordenar o Embrião-Livro”, de Carmem Lúcia Ebúrneo da Silva; “Academia Botucatuense de Letras – Um Sonho de Mamãe”, de Carmem Sílvia Martin Guimarães; “Artista e a Inocência de uma Criança”, de Celina Simionato Chamma; “O Olhar da Cidade”, de Cláudia Basseto Jesuíno; “Dinorah Silva Alvarez”, colaboração de Carmem Sílvia Martin Guimarães; “Serviço de Ambulatórios Especializados e Hospital Dia “Domingos Alves Meira”: Uma Iniciativa que Valeu a Pena”, Domingos Alves Meira; “Academia Botucatuense de Letras”, de Domingos Scarpelini; “Pássaros”, de Edson Geraldo Luis Lopes; “Faber Lignarius”, de Elda Moscogliato; “Dom Henrique, o Arquiteto”, de Eugênio Monteferrante Netto; “O Lobo da Estepe e o Espelho”, de Evanil Pires de Campos; “A Estrela de Belém”, de Francisco Guedelha; “Discípulos nas Academias Botucatuenses”, de Francisco Habermann; “Botucatu: Morada da Inteligência”, de Francisco Marins; “Era só o que Faltava, de Hernâni Donato; “Noite sem Estrelas”, de Hugo de Avellar Pires; “A Mão Direita”, de Ignácio Loyola Vieira Novelli; “João Carlos Figueiroa”; “Os Cinquenta Anos da Faculdade de Medicina de Botucatu”, de Joel Spadaro; “E tudo começou com uma vaca”, de José Angelo Potiens; “Feiras de Ciências em Botucatu, de José Antônio Sartori; “O Amigo Saci”, de José Celso Soares Vieira; “O Fim de Chicuta”, de José Pedretti Neto; “Os Senhores do Ultratempo”, de José Sebastião Pires Mendes; “Meus Últimos Pedidos”, Laurival Antônio de Luca; “Pise firme, que este chão é nosso”, Leda Galvão de Avellar Pires; “São Francisco de Sales e a Boa Imprensa”, Luiz Peres; “Aniversário”, de Márcia Furrier Guedelha Blasi; “Non Omnis Moriar”, de Marcos Luciano Corsatto; “A Famosa História da Branca da Gama”, de Maria Amélia Blasi de Toledo Piza; “Eu e a Academia”, de Maria Anna Moscogliato; “Amizade”, de Maria da Glória Guimarães Dinucci Venditto; “Para o Aniversário de Botucatu”, de Maria Helena Blasi Trevisani; “Maria José Del Papa Zacharias”; “As Guardiãs”, de Maria Lúcia Dal Farra; “Oãram”, de Milton Marianno; “Professor Mozart Morais”; “Academia Botucatuense de Letras –Quarenta Anos de Existência”, de Newton Colenci; “Dr. Jaquaribe e os Primórdios de nossa Literatura Histórica”, de Olavo Pinheiro Godoy; “Cumpadre é pra isso mermo”, de Olívio Stersa; “Ética, Moral, Imoral e Amoral”, de Omar Abujamra Júnior; “O Ensino do Latim”, Osmar Delmanto; “Adeus a dois Amigos”, de Oswaldo Minicucci; “Até as Pedras se Encontram”, de Raymundo Marcolino da Luz Cintra; “Rosa Aparecida Innocenti Dinhane”; “Flores para Botucatu”, de Rosa Nepomuceno; “...No Centenário de Botucatu”, de Rubens Rodrigues Torres; “O Simbolismo no Poema Duas Almas de Alceu Wamosy”, de Ruth Marianno; “Cultivemos Nossos Jardins”, de Sebastião da Rocha Lima; “Retalho da História Botucatuense”, de Sebastião de Almeida Pinto; “Cabelos Brancos”, de Trajano Pupo Junior; “Sola Scriptura”, de Valdir Gonzales Paixão Junior; “Venice de Andrade Camargo Alves”; “Nossas Remotas Origens Eclesiásticas”, de Vicente Marchetti Zioni
O QUARTO LIVRO: O lançamento do 4º livro literário da ABL ocorreu em 2022, nas comemorações do JUBILEU DE OURO da Academia Botucatuense de Letras (1972 – 2022).





Sidney Sheldon (19172007) foi um escritor e roteirista norte-americano. Considerado pelo Guinness, o escritor mais traduzido no mundo, publicou 18 romances, 250 roteiros para a televisão, seis peças para a Broadway e 25 filmes. É o autor da série para televisão “Jeannie é um Gênio”, apresentada entre 1965 e 1970.
Sidney Sheldon nasceu em Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, no dia 17 de fevereiro de 1917. Filho de Otto Schechtel e Natalie Marcus, descendentes de judeus. Seu pai era vendedor e viajava com frequência, o que permitiu o filho morar em várias cidades. Segundo ele, isso o transformou em uma pessoa tímida e um pouco solitária.
Aos 12 anos, escreveu sua primeira peça, que ele também produziu, dirigiu e estrelou. Frequentou a Northwestern University, em Chicago, aonde participava ativamente de debates.
Depois de terminar a faculdade, aos 22 anos, Sidney Sheldon mudou-se para Hollywood com a esperança de entrar no show business. Escreveu alguns roteiros e enviou para diversos estúdios, mas só não obteve resposta de um deles.
Roteirista
Começou a trabalhar até que chegou aos estúdios 20th Century-Fox, onde impressionou a todos com seu talento e logo conseguiu um emprego de roteirista.
Sidney Sheldon escreveu diversos filmes de sucesso, até chegar a TV onde produziu “The Patty Duke Show”, em 1963. Essa série fez muito sucesso durante 03 anos.

A partir daí, Sidney adquiriu experiência para a sua grande obra televisiva: “Jeannie é um Gênio”, transmitida de 18 de setembro de 1965 até 26 de maio de 1970, composta de cento e trinta e nove capítulos. Criou ainda duas outras séries: “Nancy”, nos anos 70, e “Hart to Hart”, nos anos 80
Livros
Sidney Sheldon contava que enquanto trabalhava na TV, ele não tinha a menor vontade de escrever um livro e nem se achava capaz. Em 1969, algumas ideias começaram a surgir, e finalmente acabou escrevendo seu primeiro livro, “The Naked Face”. Passou então a dizer que adorava escrever livros, pois não havia colaboradores, e ele podia fazer tudo exatamente do jeito que queria. Ele falava:
“Ninguém sabe de onde vem a inspiração”. “Eu acho que a criatividade é um dom. Nós devemos trabalhar muito para desenvolvê-la.”
Pelos seus trabalhos como escritor, ele recebeu um Oscar por “The Bachelor and The Bobby-Soxer”, um prêmio Tony, de teatro, e uma indicação para o Emmy, pelo seu trabalho em “Jeannie”. Recebeu ainda o Prêmio Edgar de literatura de suspense.
Sidney Sheldon publicou 18 romances, 250 roteiros para a televisão, 6 peças para a Broadway e 25 filmes. Oito de seus livros se transformaram em minisséries de sucesso nos Estados Unidos
Sidney e sua terceira esposa, Alexandra Kostoff, viveram entre a Califórnia e um apartamento em Londres. Seu primeiro casamento, com Jane Harding Kaufman em 1945, terminou em divórcio dois anos depois. Teve uma filha, Mary, do seu segundo casamento, com a atriz Jorja Curtright, que morreu em 1985.
Sua atitude em relação à vida era simples: “As pessoas geralmente são negativas e sem coragem. Lembre-se disso: Nada pode impedi-lo quando você estabelece um objetivo. Ninguém pode impedi-lo, a não ser você mesmo. Eu acredito nisso”, afirmava Sidney.
Sidney Sheldon faleceu de pneumonia, em Los Angeles, Estados Unidos, no dia 30 de janeiro de 2007.
Obras de Sidney Sheldon
A Outra Face (1970)
O Outro Lado da Meia Noite (1974)
Um Estranho no Espelho (1976)
Linha de Sangue (1977)
A Ira dos Anjos (1980)
Mestre do Jogo (1982)
Se Houver Amanhã (1985)
Capricho dos Deuses (1987)
As Areias do Tempos (1988)
Memórias da Meia Noite (1990)
O Reverso da Medalha (1991)
As Estrelas Cadentes, 1992
Nada Dura para Sempre (1994)
Manhã, Tarde e Noite (1995)
O Plano Perfeito (1997)
Conte-me Seus Sonhos (1998)
O Céu Está Caindo (2000)
Quem Tem Medo do Escuro? (2004)
O Outro Lado de Mim (2005)
DIRETOR: Armando Moraes Delmanto EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.

Gesiel Júnior
Em 1221 uma a igreja foi dada em Florença para treze frades dominicanos enviados a Florença dois anos antes pelo próprio São Domingos de Gusmão (11701221) em pessoa. A comunidade logo cresceu e o templo ficou pequeno demais para acolher todos os fiéis. Assim, em 1279 iniciou-se a construção de uma igreja maior, hoje chamada de Basílica de Santa Maria Novella , por ser a mais nova.
As obras principais, em estilo gótico , terminaram em 1357, mas ela consagrada somente em 1420, ainda incompleta. Por estar próxima de uma estação ferroviária , a mesma leva o mesmo nome da igreja.
Em 1470 as obras da fachada foram concluídas por um dos maiores arquitetos e humanistas do Renascimento, Leon Batista Alberti (1404-1472). A igreja tem uma planta de cruz latina com uma nave principal e dois corredores laterais. Quando se entra lá, o que logo chama a atenção é o grande crucifixo, obra de Giotto (1267-1337), feito no início do século XIV, para o altar principal.

Essa basílica florentina é bem conhecida por seus afrescos. Um dos mais famosos é o da Santíssima Trindade , feito em 1428 pelo pintor Masaccio (1401-1428), um dos primeiros exemplos de correta perspectiva e anatomia do período do Renascimento. Outra obra de arte imperdível é a Natividade de Sandro Botticelli (1445-1510), que fica acima da porta na parte interna da fachada.
Os três vitrais da parede traseira foram criados após um desenho de Domenico Ghirlandaio (1448-1494), artista que na época tinha como assistente um jovem de 14 anos de idade, Michelangelo Buonarroti (1475 - 1564). Eles criaram cenas da vida de Maria e de São João Batista, o padroeiro de Florença.
A torre campanária da Basílica de Santa Maria Novella tem cerca de 69m de altura e foi construí-
da em 1330, usando como base a torre de observação medieval da antiga igreja. Nela ficam cinco sinos.
Logo atrás da entrada encontra-se Claustro Verde , cujas paredes foram decoradas no século XV por Paolo Uccello (1397-1475) com cenas do Antigo Testamento. O nome do claustro refere-se ao tom verde dos afrescos, que foram danificados durante a enchente de 1966.
Importante lembrar : a visita à Basílica de Santa Maria Novella não é gratuita . É necessário pagar um bilhete (5 euros) que dá acesso ao inteiro complexo da Basílica + Museu (claustros e Capela dos Espanhóis).
• Cronista e pesquisador, membro da Academia Botucatuense de Letras, é autor de 58 livros sobre a história regional.

Ângelo Albertini do Amaral
Continuando a série sobre a história postal em Botucatu e região, trazemos mais um complemento sobre o início do Correio em Botucatu.
Vemos, pois, que naquela época “freguesia” é termo eclesiástico, significando território paroquial. “Comarca” é termo jurídico.
Confesso que sou leigo no assunto e até hoje não consegui ver claro, nem encontrei quem me pudesse dar uma orientação segura.
Eclesiasticamente, parece que temos em ordem de grandeza: Capela – Curato – Paró-quia (=freguesia) – Diocese.
Mas, já o termo “freguesia” confunde porque também é termo usado na divisão de administração civil: 1873, o Brasil tenha 642 municípios com 209 cidades e 433 vilas, 1473 freguesi-as e 28 curatos;
Na organização judiciária, tivemos, naquele ano, 245 comarcas, sendo 139 de primeira, 78 de segunda e 28 de terceira entrância. A unidade inferior à comarca é “termo”.
E distrito? Onde entra o conceito de “distrito”?
Todo o município tinha uma “sede”, que era vila ou cidade. A vila tinha 7 e a cidade 9 ve-readores.
Toda a freguesia tinha um juiz de paz, pois em qualquer demanda tinha de ser primeiro tentada uma conciliação antes que o assunto pudesse ser levado ao foro, onde então, atuavam os juízes de direito.
Ficam pois convidados, os entendidos no assunto a esclarecer melhor esta intrincada questão de divisão eclesiástica, judiciária e de administração civil.
Se o autor diz que não tem luz para o assunto, de nossa parte estamos mais opaco do que meia noite e ponto, em lugar bem êrmo.
Mas a nossa curiosidade é mesmo com a palavra “freguesia”, cuja frequente leitura nos trazia à imaginação a ideia de uma violentíssimo, enormíssima, invasão otomana por todo o terri-tório do país.
Valeu a leitura do tópico acima. Deu para saber que a “freguesia” de Botucatu, até 1855, foi de um juiz de paz e de um padre. E os “turcos” que foram chegando depois, tiveram que an-gariar a sua, batendo matraca, e com muito esforço.
Com referência a carimbos do pouco que conhecemos do as-


suntos nos parece que a agência não foi pródiga em tipos e embora toda literatura acima, nos parece que se produziu em quantidade que muito pouco chegou para o desfrute do presente.
O nosso primeiro carimbo, penso, é o comprido com cercadura: “BUTUCATU”. E andou ele em companhia de algum “mudo” e de algum “francês”?
Os entendidos no assunto apontam como sendo o período áureo do tipo carimbo mu-do, ou instrumento especial, quando entraram em circulação os selos vindo dos Estados Unidos, os que mostram a efígie do imperador D. Pedro II, portanto de 1866 em diante.
Existe a hipótese de que o carimbo tipo francês seja também desse tempo e portanto caminhou mais ou menos passo a passo com o “mudo”.
E dentro dessa hipótese o seguinte: o instrumento especial carimbando a efígie do im-perador e no envelope, o carimbo com o nome da localidade, simplesmente um “falado”, ou um circular datador.
Essa hipótese só se comprovará em peça de inteiro, um envelope, um bilhete postal, ou então, pelo menos um fragmento em bom estado.
Mas isso, sem dúvida é material para coleções de peso, opulentas.
De nossa parte conhecemos o comprido e nos é mais familiar o que chamam de co-mum, aquele circular datador, sem estrela. Aliás, estrela em Botucatu, só vemos no céu, com luar, ou quando inadvertidamente martelamos o dedo. E de muitas.
Uma só, no carimbo, ainda não. Mas deve aparecer um dia.
O s que conhecemos e os que supôs, por não conhecer, foram aplicados naquela agên-cia que “andou de déu em déu”, por falta de um ponto fixo, até localizar-se na antiga cadeia, cujo prédio se demoliu por vetusto, para não enfeiar o venusto, que se construía, para abrigar o Tea-tro Santa Cruz.
Derradeiramente chamava-se Espéria. Ficava na frente de onde hoje está a fonte lumi-nosa, na Praça Emílio Peduti, o popular jardim do bosque, com suas árvores, talvez coevas desta história.
Esse velho teatro pegou fogo, quando já sem dar espetáculos , ironicamente abrigava a biblioteca do centro Cultural de Botucatu, e no salvamento, os livros jogados pelas janelas se arrebentavam no ladrilho da praça, mas salvos, não muitos são, das labaredas.
Continua...