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ISSN 2317-4544

BORRACHAAtual - 1


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Editorial

Editorial Entrevista Pneus Notícia Notas & Negócios Matéria Técnica Classificados ABTB Frases & Frases Agenda & Cursos

Foto da Capa: Amazonas

Vivendo uma Histórica Transição Momentos de transição são tempestuosos e geram grande insegurança. O desconhecido é algo que sempre amedrontou a humanidade. Porém, todos que enfrentaram seus medos e saíram-se vitoriosos desfrutaram de uma prosperidade nunca antes vista. Já os que falharam, mergulharam em crises e continuaram a carregar suas mazelas, esperando o aparecimento de uma nova oportunidade de mudança. A situação brasileira atual é de uma grande oportunidade de transição, de mudarmos para algo melhor e próspero. Grandes interesses estão

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expediente

em jogo e os donos do poder junto às oligarquias instaladas querem manter seu poder. A nova situação poderá alterar esta conjuntura e trazer ao palco novos atores, que deverão desempenhar um papel à altura dos novos desafios, sejam eles nacionais ou mundiais. O País não está parado. O setor agrícola vai muito bem e diversas atividades dos segmentos de tecnologia e informação crescem sem parar. A estagnação está na manufatura e na indústria de base, presas por regras trabalhistas e tributárias arcaicas e totalmente defasadas

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frente às exigências dos novos tempos. O Brasil terá que decidir seu futuro, tornando-se uma importante

Ano XXII - Edição 129 - Mar/Abr de 2017

nação agrícola e de serviços, mas importadora de tecnologia ou então

Diretores: Adriana R. Chiminazzo Spalletta Antonio Carlos Spalletta

uma nação na vanguarda digital e cibernética que exigirá pesados e

ASPA Editora Ltda. Rua Com. Bernardo Alves Teixeira, 695 CEP 13033-580 - Vila Proost de Souza - Campinas - SP CNPJ 07.063.433/0001-35 Insc. Municipal: 00106758-3

Além de uma total renovação na estrutura cultural da população. Fim

sinceros investimentos em educação, pesquisa e desenvolvimento. do jeitinho e sim ao respeito, honestidade e ética. Nesta edição é com muito orgulho que comemoramos em conjunto com o grupo Amazonas seus 70 anos de fundação. Um exemplo de empreendedorismo brasileiro que surgiu no interior paulista, na cidade

Redação: Rua Com. Bernardo Alves Teixeira, 695 CEP 13033-580 - Vila Proost de Souza - Campinas - SP redacao@borrachaatual.com.br

de Franca, e espalhou-se pelo mundo. Uma empresa que enfrentou crises, dificuldades, planos econômicos e concorrência asiática, mas soube dar a volta por cima e alcançar o sucesso, sendo exemplo para

Assinatura e Publicidade: Tel/Fax: 11 3044-2609 - assinaturas@borrachaatual.com.br www.borrachaatual.com.br

quando na verdade a solução está bem mais próxima do que elas imaginam. Parabéns Amazonas! Solicitamos às empresas que ainda não o fizeram, que atualizem

Jornalista Responsável: Adriana R. Chiminazzo Spalletta (Mtb: 21.392) Projeto Gráfico: Ponto Quatro Propaganda Ltda. Impressão: Gráfica Josemar Ltda. Tiragem: 5.000 exemplares

diversas outras companhias que procuram exemplos internacionais

seus dados para o “Anuário Brasileiro da Borracha 2017-2018”. Boa leitura a todos!

Editora

Antonio Carlos Spalletta Editor BORRACHAAtual - 3

A revista Borracha Atual, editada pela ASPA Editora Ltda., é uma publicação destinada ao setor de Borracha, sendo distribuída entre as montadoras de automóveis, os fabricantes de artefatos leves, pneus, camelback, calçados, instituições de pesquisa, órgãos governamentais e universidades. As opiniões expressas em artigos assinados não são necessariamente as adotadas pela Borracha Atual. É permitida a reprodução de artigos publicados desde que expressamente autorizada pela ASPA Editora.


Entrevista

Tentamos fazer melhor o que o mercado pede. Rodrigo Bertoncine Bombonatti

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erente de Vendas Técnicas da Chem-Trend, empresa do grupo Freudenberg, recebeu Borracha Atual no estande da empresa na última Feiplastic para entrevista, na qual comentou em profundidade a linha de produtos focada no evento, a visão do mercado brasileiro, características da feira, entre outros assuntos.

BORRACHA ATUAL: Qual o principal foco da Chem-Trend na Feiplastic? Rodrigo Bertoncine Bombonatti: Na verdade, estamos focados no que a Chem-Trend prega, desenvolvemos manufatura de produtos que auxiliam a produção de nossos clientes, ou seja, elevam sua produtividade. Nesta Feiplastic 2017 expusemos com maior afinco a nossa nova linha Ultrapurge, que é um agente de purga. Consolidada com a linha Lusin, que já está no mercado há um bom tempo, um agente de limpeza de máquina de alta eficiência. Quando digo eficiência, falo de eficiência química, com componentes de reação química que interagem com a resina, o agente de purga e a própria contaminação que 4- BORRACHAAtual

se tem na máquina. Pode ser tanto uma contaminação por tintas pretas, uma contaminação por impregnação, por carbonização e também em uma transição. Quando você tem uma transição de cor, de material, algum problema técnico, hoje a solução é escassa no mercado. Percebemos uma carência desse segmento em torno do “setup” de máquina. Então introduzimos a linha Ultrapurge para complementar a linha Lusin, atacando nesse mercado que acreditamos estar carente. Qual o tamanho da economia da empresa ao usar essas linhas de produtos? A eficiência desses produtos situa-se entre 60 e 70%, representando uma

diminuição do custo operacional, no “setup”, devido à eficiência química que atuamos. Por ele não ser abrasivo, ainda, você tem um diferencial na reação química dentro da câmara quente. Ele não tem abrasividade, não afeta, por exemplo, no balanceamento de pontos de injeção, onde o abrasivo começa a desgastar, ele só tem reação química que não ataca o cromo. Isso faz com que tenha eficiência na troca de material, na transição de material e de cor, nos pontos pretos, carbonização e também na parada de máquina. Com a ociosidade do mercado, muitos clientes estão parando as máquinas aos sábados e retomando na segundafeira, gerando muito “scrap” na retomada, no “startup” das máquinas. O que fazemos? Deixamos esses materiais dentro do cilindro, pois eles


já promovem uma manutenção da limpeza. No “startup” das máquinas já se consegue na terceira ou quarta peça iniciar a produção.

“Nosso diferencial é a reação química. É uma reação que não tem abrasividade.”

poderemos desenvolver essa solução customizada. Temos técnicos dentro de laboratórios especializados nessa linha de termoplásticos e agentes de campo abrangendo o Brasil e o hemisfério sul.

O produto fica na máquina parada? Sim. O processo consiste em parar a máquina com um canhão carregado com nosso produto, desligar a máquina e no “startup” reativar o aquecimento. Aquece-se até atingir o patamar adequado e inicia-se a produção com a sua própria resina. Sem nenhuma perda nesse intervalo? Há perda, logicamente, na transição da purga. No produto final, porém, a perda gira em torno de cinco injeções no máximo. Então você reduz os pontos pretos que vão sendo gerados... Com a máquina parada temos a carbonização gerada pela degradação do próprio polímero, que logicamente será evitada com o nosso material, carregado de antioxidante e teremos esta limpeza e a permanência dessa limpeza por um longo período. Manutenção é o quesito: quando mais se utiliza os produtos para a limpeza de máquinas, mais fácil será a sua limpeza.

A linha Ultrapurge não tem a tecnologia da Chem-Trend. De quem foi adquirida?

Os produtos mostrados aqui se aplicam apenas a termoplásticos, não à borracha...

Em meados de 2016 a Chem-Trend adquiriu uma empresa chamada Ultrapurge, assim como a máquina do agente de purga. Era uma empresa italiana, adquirida pela Chem-Trend e começou a globalizar os produtos, ou seja, hoje vamos ter, mais ou menos em junho, a produção local dessa linha Ultrapurge. Assim como já temos a nacionalização da linha Lusin. Esse é um grande diferencial da Chem-Trend em agentes de purga: a fabricação local dos nossos produtos.

O agente de purga é para o processo de termoplástico. Apresentamos na Feira essas soluções para os mais diversos segmentos, ou seja, para o segmentos alimentício, linha branca, automotivo, farmacêutico e chapas englobando diferentes processos como: injeção, extrusão de chapas, refis e filmes. Há um campo bem abrangente para nossos produtos, assim como os materiais. Quando ofertamos para o mercado um agente de purga, os técnicos e vendedores são treinados para apresentarem uma diversidade de “grades” para cada especificidade de segmento, aplicação e materiais. Não é um único produto funcionando para todos os casos. Segmentamos para avaliar caso a caso, participamos dos testes iniciais comprobatórios da verificação da eficiência de nossos produtos até que eles se tornem comerciais para nossos clientes.

Quais os investimentos em pesquisa? A Chem-Trend investe pesado em laboratórios. Além da produção, nós podemos desenvolver produtos customizados para os clientes. Caso não tenhamos uma solução em portfólio para determinada aplicação,

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Entrevista

Nosso foco, como Chem-Trend, é sempre auxiliar na redução ou otimização do processo na redução de custos de nossos clientes. No aumento de eficiência. Há um bom tempo as empresas estão focadas na redução de custos. A Chem-Trend vem colaborando com elas lançando novos produtos... Trabalhamos com especialidades. Aonde existir uma carência de um produto que tenha especialidade diversa, é onde queremos estar. Não cair na questão de commodities. Não olhamos para o que o concorrente faz. Tentamos fazer melhor o que o mercado pede. Além das linhas Ultrapurge e Lusin, o que mais foi mostrado na Feiplastic? Logicamente o foco foram os agentes de purga, mas também apresentamos produtos consolidados da linha Lusin para manutenção de moldes, esses mais focados na parte de ferramentaria, mas que também auxiliam bastante o processo produtivo, que seria a linha de aerosol, protetivos, agentes lubrificantes para extração, limpadores de moldes, e os próprios desmoldantes. Cada um com sua característica diferenciada de mercado. Por exemplo, nosso agente protetivo tem uma formação incolor a base de cera, ou seja, existe uma micromembrana de proteção em seu molde que não deixa a água ser absorvida pelo molde. Por ser em cera e incolor, no “startup” da máquina não é necessário aplicar um desmoldante como seria o convencional e muito menos fazer uma limpeza muito pesada para isso. É um produto incolor. Inicia-se a produção da máquina sem que haja uma necessidade de limpeza. 6- BORRACHAAtual

“Além da produção, nós podemos desenvolver produtos customizados para os clientes.” Há intenção de lançar novos produtos no Brasil ainda em 2017? Isso é uma questão estratégica que muitas vezes não se deve comentar. Qual a visão da Chem-Trend sobre o mercado brasileiro atual? Acreditamos que o mercado é carente nessas soluções mais tecnológicas. Investimos em produtos certos para determinadas operações. Voltando ao exemplo do agente de purga, atualmente o que é feito? É passada geralmente uma resina para fazer essas transições de material, cor ou mesmo limpeza de carbonização. Você não tem um produto eficiente que auxilie nessa operação. A Chem-Trend visa muito: qual é o tipo de produto que pode auxiliar naquela determinada operação? O agente de purga funciona para operação de “setup”. O mercado tem essa carência. Nossos visitantes neste evento - começamos a fazer contato com alguns clientes novos têm dificuldades diversas. A intenção é ajudá-los a solucionar seus problemas internos com eficiência. Alguns visitantes da Chem-Trend nesta Feira utilizam tecnologia ultrapassada, até pelo momento econômico e a dificuldade na troca de equipamento. Qual a reação deles quando são apresentadas as soluções da empresa que podem ajudar na redução de seus custos? Ainda mais do que quando apresentamos o produto. É quando conseguimos provocar um teste.

Quando mostramos eficiência ao cliente de 60 a 70%, ou seja, usamos um produto específico com a quantidade correta, segue-se os procedimentos e parâmetros e demonstramos essa eficiência, o cliente fica surpreso e desperta aquela pergunta: “Por que não coloquei esse produto antes em minha operação?”. Isso fica bem claro... A indústria de transformação acaba cada vez mais controlando os seus processos. O “setup” é uma alteração dentro do processo de transformação que geralmente não tinha tanto controle. Agora as empresas estão controlando isso cada vez mais. É uma operação complexa. Dentro do “setup”, cria-se uma ociosidade das máquinas. Um exemplo: você tem uma máquina parada durante uma hora. Não é só o custo daquela horamáquina parada, você está deixando de produzir dentro daquela hora. A redução do tempo de “setup” é importantíssima para se elevar a eficiência da operação. E nosso produto foca no aumento da eficiência da operação produtiva, índice de refugo, reutilização de produto. Quando você faz uma limpeza com resina, existe a utilização de uma determinada quantidade de produto... Por mais que ele se torne recuperável e reciclável, você já gerou uma energia para demandar aquele produto. Qual a economia mais significativa com a utilização dos agentes de purgo da Chem-Trend: tempo ou custo? Se colocarmos em um gráfico, dentro de uma operação de “setup”, aonde as empresas perdem dinheiro é na ociosidade da máquina. Quanto deixou de produzir com ela parada. Quando falamos no custo do material utilizado, se eu utilizo 20 quilos de uma resina e eu precisaria utilizar 1 quilo do meu produto - e eu estou até elevando o nível sustentável da empresa, porque não estou gerando tanto resíduo


(“scrap”). De novo: por mais que ele se recupere, é um “scrap”. Você vai reprocessar uma matéria-prima nobre. Com nosso produto vai se utilizar uma quantidade menor e irá reduzir muito a ociosidade da máquina parada. Assim como se o cliente possui um controle sobre hora-homem, energia, todos esses pontos que, quando você tem uma máquina ligada, é um custo. Quanto mais eu manter ela produtiva, maior a eficiência e mais eu conseguirei reduzir o custo da operação. A ociosidade, o tempo da hora-máquina parada, é o que conseguimos reduzir. Você afirmou que esse mercado estava carente quando vocês entraram. Significa que a Chem-Trend não tem concorrentes nesse segmento? Existe uma concorrência em agente de purga, isso e inevitável, mas nosso diferencial é a reação química. É uma reação que não tem abrasividade. Ou seja, é um dos únicos produtos do mercado que podem ser indicados para câmara quente. No processo de injeção a câmara quente tem um “gate” bem estrangulado, ou seja, você precisa de um balanceamento bem regulado. Quando você tem um produto abrasivo, começa a desgastar o “gate” nos canais quentes e existe um problema futuro muito maior que a própria limpeza. Nosso produto não ataca como um material abrasivo. Ele é uma reação química dentro do cilindro na câmera quente ou mesmo nas matrizes. Em relação à Feiplastic 2017, o que pode afirmar em comparação com os eventos anteriores? Na feira passada a Chem-Trend participou junto com a Activas, que é uma distribuidora e estávamos no mesmo estande. Nessa edição, com o foco que a Chem-Trend está dando

“A redução do tempo de “setup” é importantíssima para se elevar a eficiência da operação.”

na área de termoplásticos, decidimos fazer um estande sozinho e aprimorá-lo com produtos demonstrados, painéis e interatividade. Com isso, pretendemos atrair novos clientes, prospectar novas oportunidades e é isso que conseguimos na feira, participando e interagindo com visitantes e avaliando o que acreditávamos que o mercado demanda essa característica de “setup”. Então, demanda essa característica de produto. Houve uma percepção de que na Feiplastic desse ano havia mais gente nos estandes que nos corredores (o que sinaliza mais gente fazendo negócios)? Acredito que a qualidade dos visitantes foi muito boa. Não foi a primeira vez. Participo há muito tempo, a busca do visitante por novas tecnologias incentiva a empresa a expor. O visitante vem procurando coisas novas, procurando situações para eles que não são casuais. O cliente vem até você procurando novas situações, perguntando o que você está demonstrando de novo. Acredito que os visitantes interagem com os expositores, procurando novas soluções para aumentar a eficiência produtiva deles. Ainda na comparação com outros eventos, é plausível dizer que antigamente os donos das empresas enviavam funcionários menos graduados à feira até como um prêmio e hoje eles mesmos estão comparecendo para fechar negócios? Sim. Muitos dos visitantes que atendi são donos, diretores, vêm de São

Paulo, fora de São Paulo, visitantes da Argentina, Chile, Colômbia e Bolívia. O alto escalão está procurando oportunidades. Acredito que a questão operacional é importante. Muitas vezes vemos, além da alta direção, o pessoal operacional ao lado deles. Por quê? Porque como alto escalão, às vezes não entendem a especificidade da própria empresa. Então trazem junto a eles os técnicos, que para nós é interessante... sentar e entender, marcar visitas, para que isso seja mais claro ainda para eles. Donos e presidentes de empresa estão buscando a feira como um artifício fácil e concentrado de busca em resinas, de soluções em produtos auxiliares de processo, máquinas, equipamentos... Essa característica se acentuou nesta edição? Essa percepção já vem da penúltima feira. Esse ano foi um choque ainda maior, pois a qualidade dos visitantes aumentou bastante. A Chem-Trend está satisfeita com sua participação no evento? Fecharam bons negócios? A Chem-Trend quer expor mais a marca no universo de termopláticos. Então o que buscamos é a prospecção, conhecer novos clientes, conhecer novas oportunidades, conhecer novas regiões onde ainda não temos atuação. Nesse contexto, nossa participação foi bastante positiva. Em relação aos visitantes estrangeiros, pode-se dizer que algum país de origem se destacou? Recebemos bastante visitantes da América do Sul. Não conseguiria quantificar, mas recebemos muitos da Argentina, Bolívia, Chile, Peru e Colômbia. BORRACHAAtual - 7


Pneus ContiPremiumContact vence teste independente Novo F-700: o melhor Firestone para veículos compactos A Firestone, marca pertencente à Bridgestone, está lançando o pneu F-700, que chega para ser o seu principal produto na linha de pneus de passeio para o segmento de veículos compactos. O novo pneumático apresenta um excelente desempenho de frenagem, dirigibilidade e economia de combustível. No requisito frenagem no molhado a linha F-700 apresenta classificação C no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, que pode representar uma melhoria de até 2% na distância de frenagem em relação ao seu antecessor. Com estes atributos, o F-700 é a escolha perfeita para os clientes que procuram um produto confiável e com qualidade superior para equiparem seus veículos, sem abrir mão de uma excelente relação custo e benefício. “Hoje, o F-700 é o melhor produto da categoria quando comparado à concorrência no mesmo segmento”, explica Concheta Feliciano, diretora de Marketing da Bridgestone. “Colocamos todo o nosso know-how e tecnologia para criar um produto que ofereça desempenho superior e cuidados com o meio ambiente, segurança e economia”. O Firestone F-700 foi projetado com ombros abertos que melhoram o desempenho de frenagem e seus amplos sulcos longitudinais promovem um excelente escoamento de água. Além disso, possui um desenho de banda de rodagem otimizado com blocos robustos, que proporcionam equilibrio entre desgaste, tração no molhado e eficiência energética. Além das características que possibilitam uma maior segurança aos consumidores, o F-700 é o primeiro lançamento da Firestone na linha de passeio com a marca “Fuel Fighter” - a mesma traz um benefício adicional que proporciona economia para o cliente final, possibilitando maior quilometragem com menor consumo de combustível. O F-700 estará disponível nas medidas 175/65R14, 175/70R13, 165/70R13, 175/70R14, 185/65R14, 185/70R14 e 185/70R13. No Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), que tem o objetivo de fornecer informações úteis de desempenho dos pneus aos consumidores, sua classificação em resistência ao rolamento é “E”, na aderência ao molhado “C” e ruído ele indica 72 dB. 88-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

O ContiPremiumContact 5™ foi o grande vencedor do teste independente de pneus de verão para SUVs, edição 2017, promovido pelo Automóvel Club Europa (German ACE) em parceria com a GTÜ (Gesellschaft für Technische Überwachung mbH), organização de inspeção de veículos automotores integrada por mais de 2 mil engenheiros de testes e peritos de toda a Alemanha. O teste mostrou a performance dos pneus de diversas marcas para veículos SUV. No Brasil, esse é um segmento que tem atraído grande interesse dos consumidores. Para se ter uma ideia, segundo pesquisas internas da Continental, um dos maiores grupos sistemistas do mundo, o mercado de SUV no país praticamente dobrou sua participação nos últimos cinco anos e é o que mais cresce entre todos os segmentos. Com uma frota de mais de dois milhões de SUVs no mercado brasileiro essa categoria de veículos apresenta, desde 2011, um crescimento médio anual de 15%. Os modelos de veículos SUVs têm exigências específicas sobre os pneus, por esse motivo, o ContiPremiumContact 5™ apresenta características que o diferenciam dos demais modelos de outras marcas oferecidas no mercado para este segmento. Com DNA alemão, o ContiPremiumContact 5™ se destaca pela alta tecnologia que permite a entrega de três itens indispensáveis para um SUV: excelente dirigibilidade, eficiência no consumo de combustível e alto rendimento de quilometragem percorrida. Essa performance superior é possível graças a tecnologias como Macro-BlockTM, na qual blocos flexíveis e adaptáveis ampliam a área de contato do pneu com o solo, gerando maior aderência e estabilidade nas curvas. As qualidades do ContiPremiumContact 5™, durante o teste da GTÜ e do German ACE, levaram a marca a conquistar 153 pontos do total máximo de 190, ficando cinco pontos à frente do segundo colocado, sendo o único a ser “altamente recomendado”. A pista escolhida para os testes foi a de Mireval, na França, e o veículo empregado foi o SUV Opel Mokka, da GM. No total, foram analisados onze modelos de pneus na medida 215/60R17 96H, de diferentes fabricantes com forte presença não só no mercado europeu como mundial.


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Pneus decidir, transformar e interagir com as condições do ambiente.

Goodyear apresenta novos conceitos em Genebra

Suas principais características incluem: Conectividade de comunicações V2X para coletar e compartilhar informações em tempo real sobre as condições de direção, a partir de dados dos pneus, outros veículos, infraestrutura e sistemas de trânsito, para obter um panorama completo de informações; inteligência artificial, para processar dados por meio de algoritmos de aprendizagem e melhorar a frenagem, condução e eficiência; uma pele biônica feita com um polímero superelástico com capacidade sensorial elevada e flexibilidade para adaptar seu padrão de banda de rodagem às condições de direção, com a ajuda de componentes abaixo da superfície.

A Goodyear Tire & Rubber Company apresentou no 87º Salão Internacional do Automóvel de Genebra, realizado em março, novas e emergentes tecnologias de seus mais recentes pneus-conceito imaginados para o futuro da indústria automotiva. Na evolução do ecossistema de mobilidade, definido pela transição para os veículos sem motorista em centros urbanos, a Goodyear pretende revolucionar a interação entre pneus, veículos e seus entornos. Entre os seus novos conceitos – o Eagle 360 Urban em formato esférico e o pneu inteligente IntelliGrip Urban –, novas tecnologias como inteligência artificial e sistema de conectividade vehicle-to-everything (V2X) foram desenvolvidas para ajudar os veículos autônomos do futuro a enfrentarem todas as dificuldades e incógnitas que se aplicam durante a condução de um automóvel. “O futuro da indústria automotiva está sendo definido por rápidos avanços em tecnologia, assim como por mudanças nas atitudes e no comportamento dos consumidores”, afirma Joe Zekoski, vice-presidente sênior e diretor técnico da Goodyear. “Os conceitos e tecnologias que estamos mostrando em Genebra fazem parte da revolução que está acontecendo na intersecção de autonomia, mobilidade e conectividade, onde os pneus e os serviços desempenharão um papel crítico para atender às necessidades de informação e desempenho de nossos clientes”, destaca. Goodyear Eagle 360 Urban – Modelo é uma evolução da versão de 2016 do conceito de design esférico da Goodyear para veículos autônomos. A nova edição integra ainda mais o pneu ao sistema nervoso do veículo – uma inteligência artificial ou um “cérebro” que permite sentir, 1010-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

Michelin é fornecedora oficial da Porsche Império GT3 Cup Os carros da Porsche Império GT3, a principal categoria de Gran Turismo da América do Sul, passa a competir com pneus Michelin em 2017. A Michelin é a fornecedora oficial da Porsche Supercup e de outras séries que competem com os carros de corrida mais produzidos no planeta, há mais de uma década. O público das competições Porsche Império GT3 Cup no Brasil poderá conferir a alta performance dos pneus MICHELIN, em carros das gerações “991” e “997-II” – respectivamente, os bólidos das classes Cup e Challenge. O modelo que competirá nas pistas será o mesmo utilizado em todas as etapas da Porsche GT3 em todo o mundo, oferecendo alta durabilidade e desempenho constante do início ao fim da corrida. Ana Paula Guimarães, diretora de Marketing da Michelin América do Sul, celebra a parceria. “A participação da Michelin na Porsche Império GT3 Cup, no Brasil, associa duas marcas premium, que prezam pela altíssima qualidade de seus produtos, tornandose um dinâmico laboratório para o desenvolvimento de importantes inovações tecnológicas”, afirma.


“Fico muito contente em ter a Michelin conosco a partir deste ano. Com a parceria, não apenas vamos seguir alinhados aos principais eventos de Porsche no mundo, como ainda proporcionaremos aos nossos pilotos competir com pneus especialmente desenvolvidos para equipar seus carros de corrida”, diz Dener Pires, promotor do Campeonato Sul-Americano da Porsche Império GT3 Cup. Com perspectiva de mais grip do que nunca nos 13 anos de história do campeonato, a temporada 2017 da Porsche Império GT3 Cup começou no dia 17 e 18 de março, em Curitiba.

Bridgestone apresenta pneus do novo Chrysler Portal A Bridgestone Americas, Inc. (Bridgestone) acaba de anunciar o desenvolvimento de um modelo de pneu conceitual de última geração que foi apresentado no novo veículo Chrysler Portal. O automóvel representa um olhar do futuro para o transporte familiar pretendido para as próximas gerações. O pneu conceitual da Bridgestone foi projetado especificamente para se integrar com perfeição ao design do Portal, incorporando diversos elementos de design do veículo em sua lateral e na banda de rodagem. À medida que os automóveis incorporam tecnologias para atender a estilos de vida dinâmicos e sempre conectados, os pneus também estão sendo redesenhados. Os engenheiros de pneus da Bridgestone vêm desenvolvendo tecnologias inovadoras para atender às novas necessidades dos motoristas e fabricantes de automóveis, permitindo o monitoramento em tempo real das condições meteorológicas e da pista, um melhor desempenho e uma redução no consumo de combustível. “A tecnologia está revolucionando rapidamente o setor automotivo, e as inovações em pneus têm um papel fundamental nesse processo”, afirma Mike Martini, Presidente de Equipamentos Originais das Divisões de Vendas de Pneus para o Consumidor nos EUA e Canadá da Bridgestone Americas Tire Operations. “Os pneus têm um impacto importante sobre a performance de um veículo.

Suas características são fundamentais para proporcionar o desempenho desejado pelos fabricantes de automóveis e atender às necessidades e expectativas da próxima geração de motoristas.” À medida que os carros autônomos oferecem aos motoristas a oportunidade de estar sempre conectados, a Bridgestone continua impulsionando a inovação com foco na eficiência, performance e segurança. A Bridgestone está à frente do desenvolvimento e da implementação de tecnologias de pneus que consigam determinar as condições superficiais da pista com base no conceito de Sensoriamento de Informações da Área de Contato (CAIS, do inglês Contact Area Information Sensing). Essa nova tecnologia utiliza a área de contato do pneu para analisar as mudanças nas condições da pista e compartilha essas informações com o motorista, ajudando a maximizar a segurança ao volante. A Bridgestone também está à frente do desenvolvimento de uma tecnologia de pneus que permite o consumo eficiente de combustível, ajudando os fabricantes de automóveis a cumprir com os padrões de Economia de Combustível Média Corporativa (CAFE, do inglês Corporate Average Fuel Economy). Em 2016, a Bridgestone Corporation recebeu o prêmio Qualitas Foundational Principles Award da FCA US como reconhecimento pela elaboração, engenharia e fabricação dos melhores pneus do setor. O Chrysler Portal, com pneus conceituais da Bridgestone para direção autônoma, foi apresentado no CES 2017 em Las Vegas e esteve em exibição no North American International Auto Show em Detroit, nos Estados Unidos.

Dunlop e Volkswagen ampliam parceria A Dunlop comemora a extensão de sua parceria com a Volkswagen para fornecimento de equipamento original para novos veículos em 2017. Desde abril de 2016 a marca já equipa de fábrica o Up! nas versões que utilizam a medida 185/60R15 com o pneu ENASAVE EC300+. Pelo novo acordo, a Dunlop fornecerá, também, para os modelos Take Up! Move Up!, Gol City, Gol Trend, Voyage City e Voyage Trend. Todos eles na medida 175/70R14 84T também do modelo ENASAVE EC300+. “Para a Dunlop este é um acontecimento a se comemorar. Com a ampliação da parceria, conseguiremos ultrapassar, em 2017, a marca de meio milhão de pneus vendidos para o equipamento original, ou seja, carros que saem de fábrica com nosso produto”, afirma Leandro Baruta, Gerente de Equipamento Original da Dunlop no BORRACHAAtual- -11 11 BORRACHAAtual


Pneus Brasil. Rodrigo Alonso, Gerente de Vendas e Marketing da Dunlop também completa: “Este segmento é bastante promissor para a empresa. Fechamos 2016 com cerca de 1% de Market Share em Equipamento Original, porém, nosso balanço de vendas de Fevereiro mostra que já saltamos para 5% nesse mercado extremamente competitivo. Graças ao fornecimento para Toyota, Volkswagen e Fiat estamos dando passos importantes para a marca neste segmento, reforçando o compromisso da Dunlop no país”, completa. A escolha do pneu ideal para equipar todos esses veículos da Volkswagen foi muito importante para alcançar os resultados. Produzido na fábrica da Dunlop localizada no Paraná, o modelo ENASAVE EC300+ possui alta tecnologia capaz de proporcionar um rodar macio e durável com tempo de resposta otimizado durante as manobras do condutor. Na linha de montagem automatizada da marca, os pneus são desenvolvidos a partir da tecnologia Sun System, que permite a produção de pneus sem emendas, garantindo uma condução de alta performance, com muito mais conforto e segurança. O modelo também conta com tecnologia sustentável que garante baixo consumo de combustível e contribui para a conservação do meio ambiente. Além do excelente conforto ao dirigir, também oferece maior aderência em superfícies secas e molhadas. Seu perfil arredondado e melhor distribuição da área de contato ao solo auxilia na capacidade de absorver impactos e reduzir desgastes irregulares causados pela superfície, tornando-se mais resistente e preparado para o solo brasileiro. A partir de maio o ENASAVE EC300+ na medida 175/70R14 também estará disponível no mercado de reposição através dos mais de 160 pontos de vendas da Dunlop em todo o Brasil.

Pneus de moto K60 para todos os terrenos Usando tecnologia alemã e melhor desempenho em diversas superfícies, o pneu K60 Scout, da Heidenau, é ideal para motos big trail, ou seja, que podem ser usadas nos diferentes tipos de solos, desde o asfalto perfeito até as mais desafiadoras condições de terreno. O modelo da Heidenau pode ser encontrado oficialmente em uma das maiores distribuidoras do Brasil, a FW Performance Aos amantes de motos, a FW Performance, importadora e distribuidora de produtos de alta performance para veículos, traz oficialmente para o Brasil os pneus da Heidenau. Capaz de proporcionar maior dirigibilidade, o K60 Scout é 50/50, ou seja, pode ser usado em diversos tipos de 1212-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

superfícies, como asfalto e terra. Por isso, o produto é ideal para pessoas que vivem na cidade, mas buscam realizar longas viagens com períodos de lama e pedras. O modelo, por ser dual purpose, garante a segurança na hora de dirigir e dá a possibilidade do motorista ir para qualquer região sem preocupação com condições boas ou ruins de solo. Segundo o presidente da FW Performance, André Lago, o diferencial do pneu é o seu desenho, permitindo a versatilidade nas superfícies. “O K60 Scout conta com uma linha contínua no meio, o que garante o bom desempenho no asfalto, já os gomos na lateral permitem a dirigibilidade na terra. Essa combinação no mesmo pneu faz com que a moto big trail exerça sua principal função,andar em qualquer lugar”, explica Lago. O produto misto da Heidenau tem tecnologia alemã que possibilita maior quilometragem e uma maior área de contato com a superfície, tornando-o surpreendente. “Atualmente, as motos dual purpose saem de fábrica com pneus one purpose, restringindo seu objetivo principal. Para que o motorista tenha a experiência completa com a sua big trail será fundamental optar por um modelo 50/50, como o K60 Scout. “, comenta Lago. O produto da Heidenau possui oito medidas diferentes e pode ser encontrado na FW Performance e revendedores.

Michelin faz parcerias com GM e Toyota Os pneus MICHELIN, fabricados na unidade fabril da empresa em Itatiaia (RJ), foram mais uma vez escolhidos para equipar veículos de grandes montadoras instaladas no país: General Motors e Toyota. “A Michelin tem construído sólidas parcerias com as principais montadoras do país, estando presente com pneus para equipamento original em todos os segmentos de veículos. Nesse trabalho, buscamos sempre oferecer pneus da mais alta qualidade, com o melhor nível de resistência a rolamento, respeitando o caderno de encargos dos clientes”, explica Antonio Mello, Diretor Comercial de Pneus de Passeio e Caminhonete Primeiro Equipamento da Michelin América do Sul. A General Motors escolheu o pneu MICHELIN Primacy 3 para equipar os principais veículos de passeio da montadora, líder nos segmentos em que atuam: os modelos Chevrolet Cobalt, Spin e Onix Activ. Outros dois modelos da Chevrolet, a picape S10 e o SUV Trailblazer, altamente reconhecidos pelo consumidor brasileiro, sairão da linha de montagem com os pneus MICHELIN LTX Force. Já a Toyota elegeu a Michelin para equipar o novo Corolla 2017 com os pneus MICHELIN Primacy 3, a partir


de março de 2017. O Corolla é líder no segmento de sedãs médios no Brasil, campeão de vendas da marca Toyota, também no Brasil, e um dos veículos mais vendidos na vizinha Argentina. Modelos: MICHELIN Primacy 3 - Conforme testes realizados pelo instituto TÜV SÜD Automotive, freia até 3 metros antes que a concorrência e proporciona maior aderência em curvas sobre piso molhado, oferecendo maior controle da trajetória do veículo e MICHELIN LTX Force – Para uso misto, oferece, em comparação com a média dos concorrentes, uma frenagem mais curta em solo molhado e um melhor controle em situações de aquaplanagem, além de possuir uma maior durabilidade e uma maior robustez.

“O aplicativo foi concebido como uma ferramenta de suporte para os nossos clientes. É uma ótima maneira de estreitarmos a relação com um público estratégico a partir dos produtos e serviços apresentados na plataforma. Com toda a certeza o app será de muita utilidade para apoiar a escolha do pneu mais adequado”, afirma Fabio Garcia, gerente de marketing de pneus comerciais da Goodyear Brasil. A linha completa de produtos OTR da Goodyear possui alta tecnologia de construção de carcaça e compostos de borracha para resistir às mais severas condições de operação, atendendo a diversos segmentos como infraestrutura, minas de superfície e subterrânea, pedreiras, operações industriais e portuárias.

Dunlop amplia seu portfólio de pneus de carga

Goodyear desenvolve aplicativo móvel para pneus OTR Atuando forte em pneus fora de estrada (OTR), a Goodyear desenvolveu um aplicativo móvel especifico para atender à alta demanda dessa área. A nova plataforma leva aos compradores novos serviços e funcionalidades que os ajudam na decisão de compra do pneu ideal para o tipo de operação e equipamento, fortalecendo o papel da Goodyear como pioneira na inserção de inovação e tecnologia. O app, disponível para iOS e Android, contempla a linha completa de produtos OTR da Goodyear, permitindo que o usuário faça buscas de pneus por tipo de equipamento, código de aplicação e aro. Além disso, é possível fazer cálculos de TKPH (sigla em inglês para Ton Kilometer per Hour, ou Tonelagem Quilômetro/Hora). Trata-se de um cálculo essencial para indicar o fator de operação ideal para o pneu OTR em minerações. O dispositivo também oferece a funcionalidade de busca de medidas por equipamentos (modelo/fabricante) e ainda a opção “Mensagem”, pela qual o usuário poderá enviar ao SAC da Goodyear dúvidas e sugestões dentro do aplicativo.

A Dunlop anuncia a ampliação de seu portfólio para o segmento de carga, com dois novos modelos de uso misto. O SP571 chega na medida 275/80R22.5 e é fabricado com um composto especial com tecnologia japonesa que ajuda a reduzir picotamentos, cortes e arrancamentos na banda de rodagem, além de possuir protetores de sulco que auxiliam na proteção da carcaça para recapagem. Já o SP925 vem em duas medidas: 275/80R22.5 e 295/80R22.5 e conta com sulcos profundos que permitem maior aproveitamento da banda de rodagem original, além de desenho com blocos largos e abertos, que proporcionam excelente autolimpeza e alto nível de tração em estradas de terra “O segmento de pneus de carga, para nós, é extremamente importante e estratégico. Embora 2016 tenha sido ano difícil para o setor, conseguimos crescer e atingir 4% de mercado”, afirma Rodrigo Alonso, Gerente Sênior de Vendas e Marketing da Dunlop. “Para os próximos anos, esperamos crescer ainda mais. Estamos investindo na instalação de uma planta para produção de pneus para veículos de carga e vamos investir na formação de equipes de venda, bem como no aumento de Truck Centers”, completa Rodrigo. Pensados para condições de baixa a moderada severidade, os pneus SP925 e SP571 podem ser utilizados na construção civil (caminhões caçamba, betoneiras, transporte de equipamentos de obra), em caminhões de coleta de lixo e em serviço de apoio a atividade rural (transporte das vias de acesso à plantação para os armazéns, pecuária, florestal). Os modelos começaram a ser vendidos em abril e podem ser encontrados através da rede de distribuidores da Dunlop em todo território brasileiro. BORRACHAAtual- -13 13 BORRACHAAtual


Pneus Descarte consciente de pneus A JBS Transportadora, unidade de negócios que presta serviços de transporte para a JBS e empresas parceiras, inovou o sistema de rastreamento e de gestão de suas frotas. Aliado ao reuso consciente e ao descarte responsável dos pneus, o objetivo da Companhia é garantir sua competitividade nacional ao reduzir custos e minimizar os impactos à natureza. A JBS Transportadora possui mais de 1.100 caminhões em sua frota e todos eles são rastreados por satélite. Quanto aos pneus, são enquadrados em um sistema inovador que controla a profundidade do sulco de qualidade, quilometragem e desgastes, por meio de profundímetros acoplados aos tablets com o software do gerenciamento. Isso permite, remotamente, a tomada de decisões estratégicas, táticas e operacionais e um ciclo otimizado do equipamento para dimensionar, em tempo real, o uso do “par perfeito” de pneus nos veículos. Além de minimizar os impactos ambientais, a empresa estima reduzir de 15% a 20% os custos logísticos com a manutenção da frota. “Temos mais de 32 mil pneus em uso em todo o Brasil. Fazemos o controle ativo de cada pneu, desse modo conseguimos saber quantos quilômetros ele rodou e até quando podemos utilizá-lo. Também conseguimos diminuir custos de equipe, pois a demanda frequente com manutenção e calibragem é reduzida”, explica Ricardo Gelain, diretor da JBS Transportadora. A empresa tem 35 filiais distribuídas pelo País e possui o compromisso sustentável com a redução das emissões de gás carbônico na atmosfera. O sistema de escapamento de toda a frota de caminhões é equipado com o composto químico Arla 32, que reduz significativamente os impactos ambientais. Além disso, a JBS Transportadora renova a sua frota a cada três ou quatro anos, de forma que seja mantida a excelência não só na parte mecânica, mas também de ergonomia e conforto ao volante para os colaboradores. Reuso e descarte responsável - Para aumentar a vida útil dos pneus, que é de um ano e meio, o recape é feito duas vezes e, posteriormente, são encaminhados para um descarte responsável. Atualmente, a JBS Transportadora reforma cerca de 1.100 pneus por mês e envia aproximadamente 400 unidades de inservíveis para uma entidade sem fins lucrativos criada pela indústria de pneumáticos, em Araraquara (SP), que é responsável pela destinação correta do material. No Brasil, uma das formas mais comuns de reaproveitamento dos pneus inservíveis é como combustível 1414-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

alternativo para as indústrias de cimento. Eles também podem ser utilizados na fabricação de solados de sapatos, asfalto, borrachas de vedação, tapetes de carro, dutos pluviais, pisos para quadras poliesportivas ou pisos industriais.

Bridgestone comemora 10 anos de operação na Bahia A Bridgestone está comemorando dez anos de operação na Bahia. Com um efetivo de 800 empregados diretos e 430 indiretos, a planta localizada no Polo Industrial de Camaçari recebeu investimentos recentes na ordem de R$ 250 milhões, ampliando sua capacidade produtiva de 8 mil para 10 mil pneus por dia. “Este é o resultado de uma parceria de sucesso da Bridgestone com o povo da Bahia, que faz de nossa planta uma referência global de excelência em qualidade”, explica o presidente da Bridgestone Brasil, Fabio Fossen. “Em uma década, produzimos aqui mais de 23 milhões de pneus de alta performance para carros de passeio e caminhonetes, e estou certo de que esses dez anos foram apenas o início de uma longa e próspera jornada”, acrescenta. Os produtos fabricados em Camaçari abastecem o mercado brasileiro e da América Latina, além de serem exportados para a América do Norte. A localização estratégica da planta permite abastecer as regiões Norte e Nordeste do país, otimizando o tempo de entrega e custos de logística. “O investimento do governo baiano em parcerias com a iniciativa privada é o caminho para o desenvolvimento econômico e social, e essa parceria está dando frutos, a exemplo da Bridgestone, que investiu na Bahia e hoje pode comemorar os 10 anos de atividade no estado com crescimento econômico e uma rede de distribuição eficiente em razão da excelente localização do empreendimento”, comemora o governador Rui Costa. A Bridgestone é líder global do setor de pneumáticos, com 49 fábricas de pneus distribuídas por todos os continentes. No Brasil, a fabricação de pneus das marcas Bridgestone e Firestone está distribuída nas unidades de Santo André (SP) e de Camaçari (BA). A companhia possui também duas fábricas de bandas de rodagem e partes de borracha para reforma de pneus, instaladas em Campinas (SP) e Mafra (SC), empregando, no total, cerca de 4 mil pessoas.


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Notícias

Grupo Amazonas completa 70 anos Já se passaram 70 anos desde que os saltos de borracha Amazonas ficaram mundialmente conhecidos por serem mais resistentes e duráveis. Toda a experiência com borracha tornou o Grupo Amazonas referência no desenvolvimento de soluções de alta performance em compostos de borracha e também em adesivos para aplicações em diversos setores industriais além do calçadista. Para marcar estas sete décadas de atividades e desenvolvimento, a empresa lançará um livro comemorativo contando toda a história do Grupo, desde sua fundação em 14 de março de 1947 na cidade de Franca, interior de São Paulo; e participou em três importantes feiras de negócios: Fimec e Fimma, ambas em março, e Feicon, no mês de abril, todas no Rio Grande do Sul, e em São Paulo participará da SICC, em maio, ocasião em que receberá convidados em seu estande para celebrar o aniversário. “O Grupo Amazonas é uma empresa de alma jovem, que aposta em tecnologias de ponta e na sustentabilidade. Por isso, continuamos investindo no desenvolvimento de produtos inovadores, que já se tornaram uma marca do grupo”, diz o CEO, Denilson Farias.

Atuação em diferentes segmentos Pioneiro na produção de saltos sintéticos para calçados, o Grupo Amazonas hoje é um dos maiores fabricantes de componentes da indústria calçadista da América Latina, fornecendo solados, saltos, placas, palmilhas e adesivos para as principais indústrias do setor e aos mais importantes fabricantes de calçados esportivos de alta performance. Apesar de sua ampla experiência em compostos de borracha, já na década de 1960 iniciou a ampliação do seu mix de produtos, com a fabricação de adesivos. Hoje produz mais de 16- BORRACHAAtual

1.400 variedades de adesivos e selantes para os mais diversos segmentos em suas unidades de Franca (SP), Jequié (BA) e João Pessoa (PB), com destaque para construção civil, calçados, embalagens, móveis, estofados, colchões, gráfico e automotivo. No segmento de compostos de borracha SBR e de TR (borracha termoplástica), o Grupo Amazonas produz em suas fábricas de Franca e Montevidéu, no Uruguai, compostos de borracha extrusados e calandrados, priorizando qualidade do produto, excelência no atendimento técnico e prazo de entrega para atender aos mercados agrícola, automotivo, predial, elétrico, alimentício, calçadista, de mineração, entre outros. Nas décadas seguintes outros setores da economia seriam abraçados pela empresa. Num período de intenso desenvolvimento do grupo, com a necessidade de aprimorar o transporte e a entrega de seus produtos, surgiu em 1982 a Painel Transporte e Logística. A Painel teve rápida expansão e hoje atende a 2.000 clientes por mês, movimentando 36 mil toneladas por ano de matérias-primas para indústrias de diversos segmentos e de todos os portes. Tendo a qualidade como ponto essencial em todos os seus serviços, desde dezembro de 2016 faz parte do seleto grupo de empresas avaliadas e aprovadas pelo Sassmaq - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade - que atesta desempenho das empresas que prestam serviços à indústria química. Outro importante segmento de atuação surgiu em 2010, quando o Grupo Amazonas assumiu o desafio de aliar design e tecnologia para transformar borracha em produtos de moda. Hoje, a empresa atua na fabricação de sandálias de borracha através da Amazonas Private Label e da Amazonas Licenciados, que trabalham com importantes marcas, inclusive a marca própria Amazonas, exportada para mais de 60 países.


Visando dar suporte a todas as áreas de negócios, a companhia conta com mais de 1.200 colaboradores divididos entre suas seis fábricas: duas em Franca (SP), duas em João Pessoa (PB), uma em Jequié (BA) e uma unidade em Montevidéu, no Uruguai; um Centro de Distribuição na região Sul do país; além de 14 filiais e agências da área de Transporte e Logística.

Inovação no DNA da empresa A inovação está no DNA da empresa, que foi a primeira indústria brasileira a desenvolver colas para solados. No segmento de construção foi pioneira no lançamento do FixaTudo, produto ideal para fixação, vedação, reparos e manutenções residenciais em geral, e que se tornou um marco no setor. A empresa, que também foi a primeira a fabricar no Brasil adesivos base água, sem tolueno e a pioneira no fornecimento de cola em espuma antichama para o setor moveleiro, continua inovando e, hoje, tem entre seus carros-chefes os adesivos hot-melt, as modernas linhas de metalocenos e PSA, processando, ao todo, mais de 43 mil toneladas/ano entre adesivos e selantes. Resultado de constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento de itens que propiciem eficiência nos processos e agreguem valor ao produto final, o Grupo Amazonas possui diversas patentes registradas. Recentemente, requereu patente de mais dois produtos inovadores, utilizados na colagem de solados, desenvolvidos e testados em seus laboratórios: o PROMO, um polarizador permanente para substratos de TR e SBR; e o PAE Amazonas, um promotor de adesão em EVA, que elimina o processo de cura UV na colagem de substratos em EVA.

Outro cuidado importante é tomado com os resíduos de borracha gerados na produção de solados, placas e outros artefatos. Como a borracha é um material nobre e 100% reciclável, além de muito utilizada em diversos segmentos de mercado onde o grupo atua, a empresa não permite que a natureza leve milhares de anos para decompô-la. Os resíduos da produção são separados, tratados e transformados, através de tecnologia limpa em produtos de alta performance.

Perfil do Grupo Amazonas O Grupo Amazonas, fundado em 1947, na cidade de Franca (SP), é referência nacional e internacional em suas áreas de atuação: Adesivos e Selantes; Componentes para Calçados; Compostos de Borracha e de TR; Gestão de Marcas em Sandálias e Moda; e Transporte e Logística. Graças à visão empreendedora de seus fundadores, a empresa que iniciou suas atividades com a manufatura de saltos de borracha alcançou, em pouco tempo, reconhecimento nacional e internacional como uma das mais importantes indústrias de componentes para calçados do país. O foco na qualidade e na inovação, desde sua origem, foi a base para o crescimento e expansão do portfólio de produtos, abrangendo soluções pioneiras. Hoje, com mais de 13 mil itens comercializados, a companhia está presente no mercado de consumo e industrial, tendo sua marca fortemente reconhecida por consumidores finais – incluindo o mercado internacional - e pelas principais indústrias brasileiras dos mais diversificados segmentos. O grupo possui capacidade instalada para processar mais de 80 mil toneladas de matérias-primas e 3,6 milhões de pares de sandálias por ano.

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Notícias

Participação na Fimec 2017 Entre os dias 14 e 16 de março, o Grupo Amazonas, um dos maiores fabricantes de componentes para a indústria calçadista da América Latina, apresentou diversas novidades na Fimec 2017 – Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes, que foi realizada em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Os visitantes do evento conheceram os lançamentos da empresa nas linhas de adesivos, placas, solados, compostos de TR e serviços de logística. Segundo Lidmor Carvalho, Gerente Nacional do Negócio de Calçados, a Fimec é uma grande oportunidade para apresentar ao mercado toda a estrutura do Grupo Amazonas, especialmente em termos de produtos e serviços. “Temos um amplo portfólio destinado ao setor calçadista, com a melhor tecnologia e produtos inovadores. A expectativa com a feira é a melhor possível, uma vez que o segmento calçadista vem se recuperando e a Fimec é uma grande oportunidade de apresentação de tecnologias que possibilitem otimização de produção e redução de custos produtivos”, afirma. Lançamentos e Novidades apresentados na Fimec Em Adesivos, a grande novidade foi o PAE Amazonas, um promotor de adesão em EVA, que elimina o processo de cura UV na colagem de substratos em EVA, o que favorece a racionalização dos processos, proporciona ganho de desempenho e otimiza mão de obra. Isento de tolueno, o PAE Amazonas é indicado para colagem de solados femininos, masculinos, infantil e de alta performance. Trata-se de mais uma solução exclusiva do Grupo Amazonas, com patente requerida em 2016. Outro lançamento inovador foi o PROMO, um polarizador permanente para substratos de TR e SBR, que possibilita a substituição do processo de limpeza e halogenação de solados, que são processos temporários e com curta validade, por um processo permanente e desempenho de alta eficiência na colagem. Desta forma, além de inverter a polaridade existente entre os solados de TR e SBR e o adesivo de

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PU - sem a tradicional solução com alta concentração de cloro – o PROMO elimina a necessidade de limpeza dos substratos, pois já faz em um único processo a polarização e a limpeza dos mesmos. O novo produto, que otimiza o processo produtivo, já teve a patente requerida em dezembro de 2016. O Grupo também apresentou lançamentos em solados de borracha para os segmentos casual e de alta performance e novas texturas em placas compactas para confecção de calçados femininos. As novidades atendem os requisitos de conforto, segurança, leveza e durabilidade, cada vez mais exigidos e esperados em calçados voltados a todos os perfis de consumidores. Na área de compostos de borrachas, foi mostrada toda a linha de compostos de TR (borracha termoplástica, à base de copolímero de estireno e butadieno) para injeção de solados. Material bastante versátil, alia as propriedades físicas da borracha e do plástico e proporcionam flexibilidade, elasticidade, dureza, fluidez, densidade de acordo com a necessidade de cada solado. Transporte e Logística: serviço qualificado - No estande da empresa, os visitantes conheceram os serviços oferecidos pela Painel Transporte e Logística, empresa do grupo com ampla expertise nos segmentos de máquinas e componentes para calçados e capacitada para atendimento nacional, com cargas completas e fracionadas. A grande novidade nesta área foi a obtenção, em dezembro último, do selo Sassmaq - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade. O objetivo do Sassmaq é reduzir, de forma contínua e progressiva, os riscos de acidentes nas operações de transporte e distribuição de produtos químicos e a avaliação das empresas é feita por organismos certificadores independentes credenciados pela Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química). A avaliação e aprovação pelo Sassmaq coloca a Painel Transporte e Logística em um seleto grupo de empresas aptas a transportar produtos químicos seguindo todos os requisitos de segurança e que oferecem serviços qualificados nas operações de logística.


Adesivos PUR e Base Água foram lançados na Fimma 2017 O Grupo Amazonas, fabricante de mais de 1.400 variedades de adesivos e selantes para os mais diversos segmentos, incluindo o de móveis, chegou à Fimma Brasil 2017 – Feira Internacional de Máquinas, Matérias-Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira – cheio de novidades. No decorrer dos quatro dias de exposição, de 28 a 31 de março, no Parque de Eventos Bento Gonçalves (RS), os visitantes puderam ver de perto importantes lançamentos: os adesivos hot-melt PUR, linhas PURAM 8015 e PURAM 8020, destinados, respectivamente, ao recobrimento de perfis e à colagem de fitas de borda; e o PURAM 8030, adesivo PUR aplicado frio para colagem de esquadrias, janelas e portas. Outros destaques foram os recém-chegados ao mercado AM-1039, adesivo base água monocomponente, AM 1038, adesivo base água bicomponente para colagem de colchões e estofados e AM-7007, adesivo hot-melt de alto desempenho. Já comercializados, mas ainda novos no mercado, os adesivos AM-1038, AM-1039 e AM-7007, fabricados no Brasil, reforçaram a linha apresentada na feira. Indicados para colagem de estofados e colchões (espuma x espuma, espuma x tecido e madeira x espuma), o AM-1038 (bicomponente) e o AM 1039 (monocomponente) têm alto rendimento e boa colagem. Isentos de cheiro e não inflamáveis, não oferecem periculosidade ou insalubridade. São vendidos em baldes de 4,5kg e bag in box de 10kg. O adesivo hot melt de alto desempenho, AM-7007, utilizado para colar fitas de borda de madeira, PVC, ABS, PET, papel, entre outras, tem como diferenciais alta resistência ao calor, maior rendimento e melhor colagem. É oferecido em sacos de 25kg.

“Nossos produtos seguem a tendência sustentável do mercado que é “fazer mais com menos”. Desse modo, todos têm foco muito grande na rentabilidade, especialmente a linha PURAM a base de hot melt poliuretano reativo (PUR), e na preservação do meio ambiente, caso dos AM 1038 e AM-1039, uma vez que substituem os produtos tradicionais a base de solvente usados atualmente no mercado. São iniciativas que trazem vantagens como zero inflamabilidade, resultando em redução dos custos com seguros contra incêndio e, também, trabalhistas, em função da insalubridade, além de fácil descarte das embalagens. Aos 70 anos de vida, não trazemos simplesmente um novo produto ao mercado, trazemos novos conceitos e mudamos paradigmas”, ressalta Fabiano Pucci. Investindo em parcerias Realizado pela Associação das Indústrias de Móveis do Estado do RS (Movergs), com apoio do Instituto SENAI de Tecnologia Madeira e Mobiliário/ Fiergs, o Laboratório de Inovação – espaço dedicado a alavancar demandas da indústria por meio de uma rede integrada e colaborativa de tecnologia e projetos –, contou nesta edição com o apoio do Grupo Amazonas no fornecimento de adesivos. No local, os visitantes tiveram a oportunidade de criar, aprender, orientar, inventar e ter contato com especialistas, técnicos, pesquisadores, educadores e redes colaborativas de conhecimento. “Esta participação vai ao encontro de nossa estratégia de investir fortemente em parcerias com fabricantes de equipamentos e insumos, visando com isso apresentar ao mercado o melhor adesivo para cada máquina existente ou que porventura esteja sendo lançada”, afirma Fabiano Invernizzi Pucci. Foto da fábrica

Além dos lançamentos e destaques, a empresa apresentou ao público da Fimma sua linha de auxiliares para a indústria moveleira: selantes, silicones, selantes base água, PUR líquido, cianoacrilatos e o já consagrado MS Fixa Tudo. São itens que proporcionam excelente acabamento e colam peças que as colas tradicionais não conseguem. Nesta seara, destaque para a cola PVA D3, de alta resistência à umidade em colagem de portas, cadeiras e madeiras em geral.

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Notas e Negócios

Couro sintético a base de TPU Elastollan® melhora conforto de bancos Assentos de automóveis revestidos com couro sintético ganham em conforto quando o material é feito com o poliuretano termoplástico (TPU) Elastollan®, da BASF. O couro sintético ultramacio é altamente resistente à abrasão e ajuda os fabricantes no cumprimento das rigorosas normas relativas aos compostos orgânicos voláteis (VOCs) para aplicações como bancos de carros e mobiliário.

Maria Juliana Silva, supervisora de EHS da LORD

LORD conquista ISO 14001:2015 Fabricante de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, certificou a unidade que opera em Jundiaí (SP) de acordo com a norma de gestão ambiental ISO 14001:2015. Trata-se da versão mais atualizada e exigente da norma, comenta Maria Juliana Silva, supervisora das áreas de meio ambiente, saúde e segurança (EHS) da LORD. “Sempre é um trabalho bastante árduo conquistar a ISO 14001, e isso se intensificou depois da última revisão da norma, que incluiu pontos como avaliação do ciclo de vida dos produtos e dos riscos e oportunidades relacionados a diversos tipos de processos”, ela afirma. A alemã DQS ficou a cargo das auditorias feitas na planta da empresa. “Constituímos em Jundiaí um grupo no qual participaram representantes de todas as áreas. Dessa forma, obtivemos um maior nível de engajamento e colaboração dos funcionários”, comenta Maria Juliana, lembrando que foram necessários seis meses para a obtenção do certificado. “Todo o processo foi concluído em um espaço relativamente curto de tempo graças à participação dessa equipe multidisciplinar”. Para a executiva da LORD, a conquista da ISO 14001 é importante também sob o ponto de vista do relacionamento com os clientes. “As empresas monitoram as atividades dos seus fornecedores. Então, aqueles que contam com a certificação ambiental costumam receber uma pontuação maior”. Com matriz em Cary (EUA), a LORD Corporation atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Para mais informações, acesse www.lord.com 20- BORRACHAAtual

O fabricante Suzhou Ruigao New Material Co. Ltd. adotou o Elastollan grau B50A12CF na produção de couro sintético do mais recente modelo de uma montadora chinesa, devido ao seu processo termoplástico de custo interessante e ambientalmente amigável quando comparado a tecnologias de processamento convencionais, tais como a coagulação. “O Elastollan simplifica e acelera significativamente o processo de produção de couro sintético, pois pode ser extrudado diretamente no tecido sem uma camada intermediária. Além disso, utiliza tecnologia sem solventes, ajudando as montadoras a satisfazerem as normas sobre VOC, cada vez mais rigorosas”, disse Tony Jones, Chefe da área industrial de Materiais de Performace, Ásia Pacífico da BASF. Além de ser durável e resistente ao desgaste, o couro sintético feito com Elastollan é adequado para o uso em bancos de carro e mobiliário, devido ao seu alto desempenho mecânico. Assim, como resultado, além de uma camada macia, fina e flexível de material, o couro é mais facilmente tingido e estampado, permitindo uma variedade de cores e designs modernos. O produto complementa o portfólio de couro sintético da BASF, que inclui o Haptex®, uma solução de sistema de poliuretano (PU) para a produção de couro sintético.

Banda Eco da Vipal aprovada em mais um teste Viação Vaz, de Santo André, em parceria com a NSA Pneutec e MPF Controle de Pneus, atestou a alta economia de combustível com a banda DV-UM3B ECO da Vipal Borrachas, alcançando o expressivo percentual de 18,7% de economia de combustível, se comparado ao desempenho do desenho padrão. As análises, realizadas durante dois dias, foram mediadas por Josemar Putti, Consultor de Negócios da Vipal Borrachas, Brasilio Orias Vaz, Gerente de Suprimentos da Viação Vaz, e pela MPF Controle de Pneus, empresa que fez o acompanhamento dos testes. “Os resultados foram surpreendentes. Após os testes, comprovamos economia de 18,69% de combustível utilizando as bandas ECO”, afirma


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Notas e Negócios Vaz. “A utilização das bandas da Vipal nos veículos da empresa irá colaborar e muito para a economia em nossos processos”, diz. A DV-UM3B ECO foi desenvolvida especificamente para pneus radiais em eixos de tração ou livre. Ideal para aplicação em perímetro urbano, proporciona ótima tração e baixa resistência ao rolamento do pneu. Seu design é projetado para minimizar a retenção de pedras e objetos indesejáveis, dando mais proteção à carcaça contra avarias. Além disso, também é feita para obter maior rendimento quilométrico e estabilidade no contato com o solo, assim como a temperatura, que tende a manter-se estável, prolongando a vida útil do pneu.

Univipal mobiliza 10,7 mil participantes em cursos e treinamentos A Univipal, universidade corporativa da Vipal Borrachas, mobilizou em 2016 mais de 10,7 mil participantes em seus cursos, entre integrantes da Vipal Rede Autorizada e clientes, 4,2 mil a mais que em 2015. Além de visitas às fábricas de Nova Prata (RS) e Feira de Santana (BA), eles estiveram em cursos de EAD (ensino à distância), treinamentos in loco com equipes técnica e comercial, curso presencial de Gestão de Negócios e aulas práticas no Centro Técnico Vicencio Paludo (CTV), espaço que completa 30 anos em 2017. O programa de cursos à distância teve indicadores significativos em 2016, com 1.859 alunos participantes. Dos treinamentos presenciais, tanto pela equipe técnica quanto comercial, foram 954 no total em 2.435 horas de aula, mobilizando 8.387 profissionais das mais diversas localidades de todas as regiões do Brasil. Em 2017, se completam 35 anos que a Vipal realiza essa prática, a qual vem ao longo deste tempo qualificando e aprimorando o mercado nacional de reforma de pneus. Igualmente, as visitas às fábricas (99 no total, envolvendo 916 visitantes), tiveram grande movimentação. Além do Brasil, clientes e parceiros de países estrangeiros também participaram. Foi o caso dos reformadores da Oceania, em outubro, Artic Cool, Tyre Lug, Eco Green, as três da Austrália, e Power Retread, da Nova Zelândia. Da América do Sul, no mesmo mês, foi a vez de 19 profissionais de 11 reformadoras autorizadas da Argentina, Paraguai e Uruguai: Grupo Salta, Obermann, Zanetti, Bandasur, Gom. Alberti, Gom. Vieytes, Cyco, Terraf, Precurados San Juan (Argentina), Recapar, Recinpar (Paraguai) e Recomer (Uruguai). Antes, em abril, quem esteve nas fábricas foi o diretor da Vacu Lug, da Inglaterra, uma das maiores reformadoras da Europa.

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Grupo Solvay fatura 10,9 bilhões de euros em 2016 O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,9 bilhões de euros em 2016, segundo anúncio feito na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica, em fevereiro. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,28 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2015. A margem sobre o EBITDA bateu recorde em 2016 e alcançou 21%, um índice relevante para a indústria química em geral. O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 846 milhões de euros contra 768 milhões de euros em 2015. A empresa obteve em 2016 uma geração de caixa de 876 milhões de euros, que representou um aumento de 384 milhões de euros em relação ao ano anterior. Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, “a empresa registrou em 2016 um crescimento sólido do EBITDA, apoiado por nosso processo de transformação organizacional e pela melhoria do perfil dos nossos clientes. A busca pela excelência operacional, por resultado rápido de sinergias e uma dinâmica contínua de preços contribuíram de forma sólida para o nosso desempenho”, disse. Para Clamadieu, ‘a atualização do nosso portfólio nos permitiu reduzir significativamente nossa intensidade dos gases de efeito de estufa. No geral, estes elementos combinados aumentam a criação de valor sustentável para os nossos clientes e acionistas”. O CEO do Grupo Solvay acrescentou que a empresa continua no rumo certo para alcançar os objetivos de médio prazo. “Para 2017, esperamos que o EBITDA subjacente cresça em um dígito de nível médio, impulsionado principalmente por nossas áreas de Advanced Materials e Advanced Formulations, e gere mais 800 milhões de euros de caixa”, disse.

Evonik apresenta VESTENAMER® para a produção de pneus Na Tire Technology Expo 2017, em Hannover, Alemanha, a Evonik VESTENAMER® expôs um aditivo de processo com propriedades exclusivas para a produção eficiente de pneus. O aditivo de processo VESTENAMER® simplifica a mistura e produção de vários componentes de pneus. O produto também melhora a dispersão de misturas de polímeros difíceis e reduz a viscosidade do composto, enquanto mantém as propriedades dinâmicas positivas do vulcanizado inalteradas em geral ou aumenta essas propriedades ainda mais em alguns casos. Os modernos pneus de alto desempenho precisam ter baixa resistência ao rolamento e excelente tração em pistas


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Notas e Negócios molhadas, além de alta resistência à abrasão. Isso só é possível com o uso de cargas altamente ativas como o negro de fumo e, especialmente, as sílicas precipitadas. Especialmente as misturas com altas concentrações de carga demandam processos de mistura de múltiplos estágios para garantir uma boa dispersão. Como auxiliar de dispersão, VESTENAMER® pode reduzir de modo considerável os ciclos de mistura e, ao mesmo tempo, otimizar a consistência dos lotes na produção. Em decorrência disso, a quantidade de etapas de mistura no processo pode ser reduzida e o processo projetado com mais eficiência. Alta dureza, extraordinária resistência à abrasão e muito baixa deformação por compressão são os requisitos importantes quando se trata de compostos para diversas faixas de aros. VESTENAMER® melhora a processabilidade do composto de borracha por meio da redução da viscosidade na temperatura da mistura e, desse modo, evita o “bagging” no laminador. Graças à sua cristalinidade e alta taxa de recristalização abaixo da faixa de fusão, VESTENAMER ® resulta em uma excelente estabilidade dimensional nos processos de extrusão. Por meio da redução da fricção interna, a adição de VESTENAMER ® pode reduzir significativamente a reversão da borracha natural. Ao misturar elastômeros incompatíveis – em decorrência de diferentes polaridades – o aditivo de processo da Evonik pode melhorar muito a compatibilidade. Um aditivo de processo com propriedades únicas - VESTENAMER® é um aditivo semicristalino também denominado “Trans-Octenamer Rubber” (TOR). Como auxiliar de processamento de polímeros, ele atua como plastificante em compostos de borracha durante a mistura e o processamento. No entanto, durante a vulcanização do componente de borracha, ele é reticulado (crosslinked) juntamente com a borracha e, como elastômero, é plenamente integrado à rede do polímero. Desse modo, as excelentes propriedades da mistura se mantêm estáveis na aplicação final.

ABIMAQ discute saídas para o setor em reunião dos CDES “Apesar do empenho do governo e da coragem para promover as reformas já anunciadas, há um consenso que as medidas voltadas diretamente ao setor produtivo são claramente insuficientes”. Assim o conselheiro João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas iniciou a sua fala na 46º reunião plenária do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, em Brasília. 24- BORRACHAAtual

De acordo com Marchesan, o “programa de regularização tributária - PRT” não atende minimamente às necessidades das pequenas e médias empresas e impede a normalização das dívidas tributárias deixando a maioria dos industriais à margem da legalidade fiscal e sem possibilidade de acesso a financiamentos competitivos, necessários quando finalmente voltarmos a crescer. Há um amplo consenso de que a retomada do crescimento passa obrigatoriamente pelos investimentos e pelas exportações”, ponderou. Ele considerou que o controle dos gastos públicos, já implantado, e as reformas da previdência, trabalhista e tributária, em andamento, aumentam a confiança de quem produz neste país. ”No entanto – argumentou - no nosso caso, o faturamento das indústrias fabricantes de bens de capital, no ano passado, foi reduzido praticamente à metade do obtido em 2013, com óbvias consequências para a saúde financeira das empresas”. Para a ABIMAQ, é chegado o tempo, portanto, do governo começar a dedicar o mesmo empenho e os mesmos recursos que foram dispensados ao controle dos gastos, às medidas necessárias para a retomada do crescimento. “O crescimento não virá simplesmente como decorrência do necessário ajuste fiscal e do controle da inflação”, afirmou. “Em resumo, senhor presidente, o acúmulo de notícias negativas nos deixa em dúvida se o governo chega a ter clara dimensão do risco para a própria sobrevivência não só da indústria fabricante de bens de capital, mas também, de boa parte da indústria brasileira ou se a sobrevivência da indústria de transformação não está entre as prioridades do governo”, finalizou.

LORD lança adesivo para aplicações em comunicação visual Fabricante de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, anuncia o lançamento do LORD 810/20, adesivo para a colagem de painéis de revestimento (cladding) usados em comunicação visual. Própria para o trabalho do tipo junta seca feito com chapas de ACM, termoplástico e compósitos (SMC), a novidade substitui com muitas vantagens a fixação por meio de parafusos e rebites, fitas dupla face e solda. “Por não gerar marcações e ondulações no substrato, o adesivo LORD 810/20 é ideal para projetos em que a estética é um ponto importante. Também garante maior liberdade de design e flexibilidade, uma vez que é fácil de aplicar em regiões curvas e de difícil acesso”, detalha Lucas Honório, executivo responsável pela área de desenvolvimento de negócios da LORD no Brasil.


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Notas e Negócios O adesivo LORD 810/20 também se destaca por apresentar maior resistência mecânica – cisalhamento e arrancamento – do que as fitas dupla face, bem como preço inferior ao dos adesivos estruturais disponíveis no mercado. “Fornecemos bisnagas contendo 540 g do produto a um preço, em média, 80% inferior ao da concorrência para o mesmo volume de adesivo”. Caracterizado pela cura rápida mesmo sob baixas temperaturas, o adesivo LORD 810/20 requer pouco ou nenhum preparo da superfície do substrato antes da aplicação e, além de fixar, ainda atua como um excelente vedante. “Trata-se da solução mais moderna e de melhor relação custo-benefício para a fixação de chapas usadas em comunicação visual”. Helvio Manke, gerente de vendas da LORD, lembra que a empresa já participava do mercado brasileiro de comunicação visual por meio de distribuidores. “Ao lançar o LORD 810/20, fortalecemos a nossa presença com a oferta de um produto totalmente diferente do que existe em termos de fixação química”, comenta.

Evonik lidera fornecimento de aditivos para a indústria de coatings A Evonik Industries está se transformando em uma das maiores fornecedoras de aditivos da indústria de coatings. A aquisição da divisão de Performance Materials da Air Products, concluída no começo do ano, representou uma contribuição importante nesse sentido. Em 3 de janeiro, a Evonik realizou a fusão de sua linha de negócios Coatings Additives, da linha de negócios de Sílicas para coatings, e do braço de aditivos especiais da Air Products. Segundo o Dr. Claus Rettig, presidente da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, “O resultado é a constituição de um dos maiores fornecedores mundiais de aditivos para a indústria de coatings. A nossa plataforma de tecnologia não se compara a nenhuma outra no mundo. Ela nos permite desenvolver soluções inovadoras para praticamente todo e qualquer desafio da indústria de tintas e revestimentos”. Os produtos da nova linha de negócios são mutuamente complementares. A ampla variedade de aditivos para revestimentos base água da marca TEGO® será combinada com a sílica AEROSIL® para controle das propriedades reológicas de tintas e resinas e com o agente fosqueante ACEMATT®. Os agentes de umectação das marcas SURFYNOL® e DYNOLTM e a expertise adicional para a formulação de revestimentos automotivos adquiridos da Air Products são o complemento perfeito para o portfólio de aditivos para revestimentos. 26- BORRACHAAtual

Revestimentos de Sílica - Dentre suas outras conquistas, o setor de revestimentos da linha de negócios Sílica da Evonik produz dois grupos de renome mundial para a indústria de revestimentos: AEROSIL® e ACEMATT®. Como componentes de revestimentos e tintas, as sílicas pirogênicas AEROSIL® são empregadas basicamente para controle das propriedades reológicas, como espessantes, agentes tixotrópicos e agentes antissedimentantes e também para a melhora das propriedades anticorrosão. Os agentes fosqueantes de sílica ACEMATT® podem alterar a superfície de um revestimento de tal modo que a luz incidente é dispersada de maneira definida. Invisíveis ao olho humano, as partículas dos agentes fosqueantes que se sobressaem no revestimento não alteram de modo significativo a cor do revestimento ou a cor do substrato nos vernizes transparentes. Coating Additives - A linha de negócios Coating Additives da Evonik, ainda em sua configuração anterior, já liderava o mercado de aditivos para aplicações base água. Com a marca TEGO®, ela continua oferecendo um leque exclusivo de produtos aos clientes nas indústrias de revestimentos e tintas para impressão. São mais de 200 produtos que permitem aos formuladores ajustar seletivamente as propriedades funcionais dos revestimentos. Além de seus conhecidos antiespumantes e desaerantes, o portfólio de aditivos também inclui agentes umectantes, aditivos de dispersão, aditivos de nivelamento, aditivos para umectação de substratos, aditivos para cura por radiação, aditivos reológicos e agentes hidrofóbicos. Completando o portfólio de produtos, encontramos corresinas, nanocompósitos e resinas especiais.

Henkel expande plataforma web para adesivos sensíveis à pressão A Henkel lança sua nova plataforma online com vasto conteúdo em português sobre aplicações, serviços técnicos e o portfólio para adesivos sensíveis à pressão (PSA) para fitas e rótulos, aplicações médicas e farmacêuticas, gráficas, entre outras. O conteúdo também pode ser visto em outros cinco idiomas: inglês, alemão, espanhol, turco e chinês. A multinacional alemã é a única indústria a oferecer as quatro principais tecnologias PSA: hotmelt, solvente acrílico, UV acrílico e base água sob o guarda-chuva das marcas Loctite, Technomelt e Aquence. Esse amplo portfólio e uma equipe técnica global concede à empresa um profundo conhecimento do mercado de PSA. A Henkel está comprometida com a inovação contínua nas tecnologias em adesivos, trabalhando


em estreita colaboração com clientes no processo de desenvolvimento de produtos e soluções sob medida. “Soluções PSA tem ganhado importância crescente em vários campos de aplicação, desde etiquetas, rótulos e fitas até aplicações médicas, como o fornecimento de medicamentos via subcutânea. Nossa expertise mundial nos diferencia para atendermos nossos clientes com a melhor qualidade técnica possível. Por meio do site, será possível conectar indústrias de todos os lugares com nossos especialistas e discutir aplicações específicas” – afirma Andre Baron, Head da área de Adesivos Industriais da Henkel para Brasil, Argentina e Chile. O endereço eletrônico: http://www.pressure-sensitivesolutions.com/pt.html.

entidades envolvidas na realização da 41ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec). A coletiva de imprensa de avaliação dos resultados começou com a exposição do diretor-presidente da Fenac, promotora da Fimec, Márcio Jung. Empossado em janeiro deste ano, o dirigente encarou sua primeira feira com naturalidade e impôs mudanças que agradaram os mais de 500 expositores, entre elas o menor número de dias, o que concentrou e qualificou a visitação. “Tenho convicção de que, com a união de todas as entidades presentes, conseguimos fazer a melhor Fimec dos últimos anos. Durante os dias, conversei com os expositores que relataram um evento muito animador para os negócios”, destacou.

Entidades setoriais unidas festejam a melhor Fimec dos últimos anos

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, apoiadora do setor coureiro-calçadista de longa data como dirigente de entidades setoriais, ressaltou o ambiente positivo gerado pela mostra. “O nosso empresário está mais otimista com a recuperação econômica e deve aumentar os investimentos”, disse, destacando a união setorial das entidades como um grande trunfo para o desenvolvimento do setor.

A união da cadeia coureiro-calçadista para desenvolvimento do setor foi a tônica de todos os discursos das

Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein,

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Notas e Negócios o setor demonstrou uma integração essencial para a retomada da competitividade. “O grande destaque desta Fimec, além dos negócios que foram gerados, foi a união setorial, uma integração que não é natural em muitos setores econômicos e que devemos comemorar como um pilar da nossa competitividade”, comentou. Segundo o executivo, o ambiente positivo, de relacionamento, proporcionado pela feira foi fundamental para o sucesso dos negócios. “E essa coletiva de imprensa servirá para catalogar esse momento de integração, para que a sociedade perceba, louve e comemore conosco esse fator de competitividade”, concluiu. Qualificação - O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para Couro, Calçados e Afins (Abrameq), Marlos Schmitt, destacou que a cadeia sai fortalecida da Fimec, vivendo um ambiente mais otimista e de retomada da economia. “Também é importante frisar a qualidade dos visitantes que, em um menor número de dias, nos proporcionou a potencialização das ações e dos negócios”, avaliou o dirigente. Endossando as palavras dos dirigentes das entidades, José Fernando Bello, presidente-executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), ressaltou os projetos de integração realizados durante a feira, entre eles o FF Exchange, rodada de negócios entre curtumes e calçadistas promovida pela entidade em parceria com a Abicalçados. Fábrica Conceito - Um dos grandes destaques desta edição da Fimec foi a Fábrica Conceito, estrutura que durante os três dias da feira proporcionou a produção, in loco, de mais de cinco mil pares de calçados e viabilizou aos visitantes uma experiência no interior de uma fábrica, com o que existe de mais atual em tecnologia de máquinas, equipamentos e produtos inovadores. O idealizador da Fábrica Conceito, Luis Coelho, ressalta que esta foi a 8ª edição da iniciativa, realizada em parceria com a Fenac e o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC). “Quando iniciamos a Fábrica Conceito, eu tinha o sonho de realizar um projeto grandioso, que fosse social e sustentável e mostrasse a realidade do setor calçadista para os visitantes. Esta edição superou o meu sonho”, comemorou o empresário, que registrou uma visitação maior do que nas edições anteriores. Falaram na coletiva de imprensa também os representantes das demais entidades parceiras: Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul), Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), Associação Brasileira dos Químicos e Técnicos da Indústria do Couro (Abqtic) e Associação Comercial e Industrial da Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI NH/CB/EV). 28- BORRACHAAtual

A próxima edição do evento ocorrerá entre os dias 6 e 8 de março de 2018, também na Fenac, em Novo Hamburgo/RS.

MTE-THOMSON completa 60 anos de Brasil O ano era 1957 e a indústria automotiva dava seus primeiros passos no País. Segundo pesquisa do IPARDES*, a produção nacional foi rapidamente de um total de 1.166 unidades de veículos em 1957 para 14.495 em 1959. Para atender essa demanda, surge a MTE (Metalúrgica Termo Elétrica), lançando seu primeiro produto, um sensor de temperatura para ser usado no Chevrolet Bel Air, carro importado de grande porte e estilo para a época. Como empresa 100% brasileira foi se desenvolvendo ao longo desses anos acompanhando a evolução dos novos veículos como fornecedor original constante. Já em 1975, uma joint-venture com uma empresa americana, transforma-a então na MTE-THOMSON, que desenvolveu no Brasil a válvula termostática para equipar o Passat, um grande lançamento da Volkswagen neste mesmo ano. A empresa se mantém atuante com este nome no mercado até hoje e com capital 100% brasileiro. Em 1990, insere na sua produção a tecnologia de cerâmica automotiva, desenvolvendo assim uma enorme gama de produtos como Termistores, Sensores de Temperatura para motor e escapamento, a primeira a lançar a Sonda Lambda no Brasil, Sensores de Pressão e Posição, Sensor Wideband entre outros. “Somos uma empresa inserida num setor muito concorrido, mas mesmo assim, temos orgulho de sermos a única fabricante na América Latina dos Termistores NTC e PTC e a primeira de Sensores Lambda. Passamos por crises e mudanças no País que outras empresas 100% brasileiras infelizmente não resistiram. Estamos felizes e esperando por mais 60 anos!”, afirma Alfredo Bastos Jr, Diretor de Marketing da empresa.

Lanxess anuncia resultados positivos de 2016 No ano fiscal de 2016, a empresa de especialidades químicas LANXESS avançou com sucesso, registrando fortes dados de desempenho. O EBITDA pré-excepcionais aumentou 12,4%, para 995 milhões de euros, em comparação com 885 milhões de euros no ano anterior. Os principais impulsionadores desse desenvolvimento positivo foram volumes maiores em todos os segmentos, o aumento associado na utilização da capacidade e a economia de custos resultante da melhoria da competitividade de plantas


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Notas e Negócios e processos. Em consequência de tudo isso, o EBITDA préexcepcionais atingiu o topo de orientação recente de 960 milhões de euros para 1 bilhão de euros. A margem EBITDA pré-excepcionais do Grupo melhorou de 11,2% para 12,9%. O lucro líquido também aumentou em 16,4%, saindo de 165 milhões de euros e chegando a 192 milhões de euros. As vendas diminuíram ligeiramente, passando de 7,9 bilhões de euros em 2015 para 7,7 bilhões de euros, principalmente devido ao ajuste dos preços de venda condicionados aos menores custos das matérias-primas. Também em 2016, a empresa tomou várias decisões estratégicas importantes e realinhou seu portfólio. A ARLANXEO, uma joint venture com a Saudi Aramco para o negócio de borracha sintética, começou a operar em 1º de abril. A LANXESS encerrou em agosto a aquisição da unidade de negócios Clean & Disinfect, da empresa norte-americana Chemours. Em setembro, a LANXESS anunciou a aquisição da empresa química norte-americana Chemtura, um dos principais fornecedores de aditivos retardantes de chamas e lubrificantes. Ambas as aquisições fortalecem a posição da LANXESS nos mercados de especialidades químicas premium. Aquisição planejada da Chemtura - A aquisição planejada da Chemtura é um passo crucial no caminho de crescimento da LANXESS e continua evoluindo dentro do cronograma previsto. No início de março, as autoridades da Coréia do Sul aprovaram a aquisição, assim como autoridades antitruste nos Estados Unidos e no Brasil. No início de fevereiro de 2017, os acionistas da Chemtura votaram por ampla maioria a favor da fusão planejada. A LANXESS espera receber todas as autorizações regulamentares remanescentes e fechar a transação até meados de 2017. Maior dividendo proposto para 2016 - O bom desempenho da empresa em 2016 deve ser refletido em um maior dividendo novamente. A Diretoria e o Conselho Consultivo deverão propor à Assembleia Geral Anual de 26 de maio de 2017 um aumento de 17% em relação ao ano anterior, atingindo o patamar de EUR 0,70. Isto resultaria num pagamento total de dividendos de cerca de EUR 64 milhões.

excepcionais avançou 14,7 por cento em relação ao ano anterior, de 326 milhões de euros, para 374 milhões de euros. Esta melhoria nos resultados foi atribuída principalmente ao forte crescimento do volume e à melhor utilização da capacidade. A margem EBITDA pré-excepcionais melhorou em conformidade para 17,5%, em comparação com 15,6% em 2015. No segmento de High Performance Materials, as vendas diminuíram ligeiramente 2,7 por cento, de EUR 1,09 milhão para EUR 1,06 milhão. No entanto, o EBITDA pré-excepcionais avançou cerca de 43% para 159 milhões de euros, o que foi substancialmente superior ao nível do ano anterior de 111 milhões de euros. Os principais fatores aqui foram maiores volumes em grupos de produtos mais rentáveis ??e maior utilização da capacidade. A margem EBITDA pré excepcionais cresceu, respectivamente, para 15,1 por cento, em comparação com 10,2 por cento em 2015. Dado um ambiente competitivo difícil, as vendas no segmento ARLANXEO diminuíram 5,2% para EUR 2,71 bilhões, a partir de um patamar de EUR 2,86 bilhões um ano antes. Apesar do desenvolvimento positivo dos volumes, o EBITDA pré-excepcionais foi de 4.6% abaixo do nível do ano anterior de 391 milhões de euros, com 373 milhões de euros. Em um ambiente competitivo ainda desafiador, o efeito de preços de venda reduzidos compensou o custo resultante de preços de matéria-prima mais baixos. A margem EBITDA préexcepcionais de 13,8% foi praticamente no mesmo nível do ano anterior, atingindo 13,7%. Perspectivas para 2017 - O bom desempenho observado em 2016 continuou em 2017. A LANXESS teve um início muito bom para o novo ano fiscal e espera EBITDA pré-excepcionais entre 300 milhões de euros e 320 milhões de euros para o primeiro trimestre de 2017. Isso representaria um aumento nos ganhos de cerca de 20% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (262 milhões de euros). Para todo o ano de 2017, a LANXESS espera um ligeiro aumento no EBITDA pré-excepcionais em relação a 2016. O fechamento bem-sucedido da aquisição planejada da Chemtura geraria uma contribuição adicional de lucros que a LANXESS ainda não incluiu em sua atual orientação para 2017. Tradicionalmente, a empresa especifica sua orientação quando anuncia seus dados do primeiro trimestre. A declaração trimestral será publicada em 11 de maio de 2017.

Desenvolvimento de negócios por segmento - As vendas do segmento de Advanced Intermediates em 2016 foram de cerca de 1,74 bilhão de euros, 4,6% abaixo do valor do ano anterior, que foi de 1,83 bilhão de euros. Devido à antecipada queda da procura no setor dos agroquímicos no quarto trimestre, o EBITDA pré-excepcionais diminuiu ligeiramente, 3,8%, atingindo 326 milhões de euros, face a um valor muito forte de 339 milhões de euros no ano anterior. No entanto, a margem EBITDA pré-excepcionais foi ligeiramente acima do ano anterior, saltando de 18,6% para 18,7%.

Abraciclo Anuncia Linha de Crédito Especial para Motocicletas

As vendas no segmento de Performance Chemicals melhoraram em 2,7%, passando de cerca de 2,09 bilhões de euros para cerca de 2,14 bilhões de euros. O EBITDA pré-

A ABRACICLO, Associação Brasileira, dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, firmou acordo de cooperação comercial com a Caixa

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Econômica Federal, em 17 de março, que visa ampliar as operações de financiamento para o segmento de motocicletas. O acordo prevê o desenvolvimento de ações conjuntas para potencializar os negócios do setor e fortalecer as parcerias entre a Abraciclo e suas associadas e a Caixa e suas subsidiárias, através de linhas de financiamento para os consumidores e para pessoas jurídicas (indústria e concessionárias). Serão oferecidas taxas competitivas e prazos diferenciados. “O acordo é uma conquista para o segmento, que vem sofrendo com a alta seletividade na oferta de crédito nos últimos anos. A iniciativa da Abraciclo junto à Caixa vem num momento muito oportuno para estimular os negócios, ampliando a oferta de crédito para os consumidores, o que permitirá um acesso ainda mais fácil para compra das motocicletas”, declara Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

Bridgestone volta a patrocinar o World Solar Challenge 2017 A Bridgestone Corporation (Bridgestone) anuncia que novamente será a principal patrocinadora do Bridgestone World Solar Challenge 2017 (BWSC), competição que acontecerá entre os dias 8 e 15 de outubro na Austrália. Com o objetivo de impulsionar as tecnologias ambientais do setor automotivo, a Bridgestone confirma seu compromisso com as novas modalidades do automobilismo. O BWSC representa o evento ideal para promover esforços de pesquisa e desenvolvimento voltados para a mobilidade sustentável. Patrocinado pela Bridgestone pela primeira vez em 2013, o BWSC representa para a empresa uma maneira de impulsionar o desenvolvimento de tecnologias ambientalmente sustentáveis, como seus inovadores pneus ECOPIA com tecnologia “ologic”. Além disso, ao apoiar equipes do BWSC de todo o mundo, a Bridgestone busca servir de inspiração para os jovens engenheiros que terão um papel fundamental no desenvolvimento dessas tecnologias no futuro. O BWSC é um dos mais conhecidos eventos com veículos solares do mundo e foi criado em 1987, sendo este ano o 30º aniversário da competição. Na corrida, os carros devem percorrer um caminho de 3.000 quilômetros entre Darwin, na costa norte da Austrália, e Adelaide, ao sul do país. O evento tem duração de cinco dias e os participantes escolhem entre três categorias de corrida para competir, cada uma com diferentes requisitos. A competição de 2015 contou com a participação de 46 equipes provenientes de 25 países, formadas principalmente por estudantes universitários. BORRACHAAtual - 31


Notas e Negócios

Romi apresenta soluções para paredes finas em ciclos ultrarrápidos e automação Desenvolvendo continuamente soluções que proporcionam excelentes vantagens competitivas para seus clientes, a Romi apresentou na Plástico Brasil, realizada entre os dias 20 e 24 de março, seis equipamentos: as injetoras ROMI EN 600 e ROMI EN 220, a injetora para paredes finas em ciclos ultrarrápidos ROMI ES 300, as sopradoras ROMI C 5TS e ROMI MX 20L e o Centro de Usinagem ROMI D 800. Além do baixo nível de consumo energético e de ruído, excelente performance e confiabilidade, toda a linha de injetoras e sopradoras está equipada com o novo comando de operação CM20. O comando CM20 possui altíssima velocidade e capacidade de processamento, interface gráfica multitouch e plena conectividade, sendo possível acessá-lo remotamente via browser, tablets ou smartphones. Os recursos interativos do comando CM20 e as diversas possibilidades de automação dos equipamentos Romi proporcionam aos clientes o aumento da eficiência e da produtividade em sua cadeia produtiva, rumo à Indústria 4.0. “Nossos esforços estão totalmente direcionados para oferecer aos nossos clientes soluções completas e tecnológicas para aumentar a sua competitividade no mercado. afirma William dos Reis, Diretor da Unidade de Máquinas para Plásticos.

Goodyear investe para reduzir uso de água na fábrica de Americana No Dia Mundial da Água, comemorado dia 22 de março, a Goodyear anunciou um investimento estratégico que resultou na economia de recursos hídricos em sua principal fábrica instalada no Brasil, no município de Americana (SP). A implantação de uma série de melhorias que permitiram o reuso e o uso eficiente da água nos processos industriais e administrativos resultou em uma redução total de aproximadamente 73% na captação de água. Isto seria suficiente para atender 27.200 habitantes, tendo em vista o consumo humano médio de água por dia para cada habitante recomendado pela ONU. As obras incluíram a instalação de uma nova Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), composta por equipamentos como tanques, sopradores de ar, centrífuga, filtro de prensa para lodo ativo, bombas e infraestrutura. Além disso, foi implantado um sistema de reuso de água das linhas extrusoras (tanques de captação, bombas e infraestrutura para interligação com a ETE), além de poços artesianos compostos por bombas submersas e infraestrutura de 32- BORRACHAAtual

interligação com a ETE, com um sistema de osmose reversa para gerar vapor por meio da água reutilizada. A Goodyear é ainda membro do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Fundado em 1989, o Consórcio PCJ é composto por municípios e empresas e tem como objetivo conscientização de todos os setores da sociedade sobre a problemática dos recursos hídricos da região, no planejamento e no fomento às ações de recuperação dos mananciais.

Monroe Axios amplia linha de bieletas no mercado de reposição O mercado de reposição ganhou em março 35 novas aplicações da linha de bieletas da Monroe Axios, marca do grupo Tenneco. A ampliação do portfólio, que contempla modelos das principais fabricantes de veículos, atende à elevada demanda do setor que busca pela mesma qualidade dos produtos originais no aftermarket. O componente tem a função de ligar a barra estabilizadora a partes da suspensão, proporcionando maior controle de inclinação do carro em curvas e terrenos desnivelados. A ampliação da linha vai de acordo com a política da marca de estar atenta às necessidades do setor, buscando de forma constante novas soluções para atender ao mercado. Dentre os veículos contemplados com as novas aplicações, estão modelos com importante participação na frota nacional, como o Fiat Uno e Palio, Ford New Fiesta e Ecosport, Chevrolet Onix e Novo Prisma, Honda Fit e City, Hyundai HB20 e i30, Renault Duster, Toyota Hilux, dentre outros. “Todo desenvolvimento da linha é feito com base nas especificações técnicas das principais montadoras do País, seguindo seus critérios e características quanto a testes e materiais”, explica Ecaterina Grigulevitch, gerente de Produtos para a América Latina da Monroe Axios.

Fras-le divulga desempenho de 2016 A exemplo de muitas crises ao longo de seus 63 anos, a Fras-le está enfrentando bem o prolongado período de turbulência econômica, ratificando a sua vocação em lidar com situações adversas. Apesar dos desafios econômicos e da instabilidade política a níveis globais, a Companhia conseguiu atingir um bom desempenho em 2016. “Preferimos contrariar a corrente negativa e nos prepararmos para garantir um bom espaço num novo ciclo de crescimento”, afirmou o recém-empossado diretor-presidente da Fras-le,


Sergio Lisbão Moreira de Carvalho, para quem “a saída é a busca de competitividade e produtividade nos mercados interno e externo, mesmo diante de um Real mais valorizado”. A receita líquida consolidada apresentou retração de 7,1% no exercício de 2016 comparada ao desempenho de 2015, devido principalmente à redução na demanda por materiais de fricção no segmento de montadoras no mercado doméstico, e também, em alguns países no mercado externo. Em contrapartida, o desempenho da receita líquida consolidada nos últimos 5 anos apresentou um crescimento médio anual de 5,2%. O lucro bruto consolidado da Fras-le atingiu o montante de R$ 232,0 milhões em 2016, uma retração de 9,2% sobre 2015, enquanto a margem bruta ficou em 28,5%, com uma leve redução de 0,7 ponto percentual. Nos últimos 5 anos, o lucro bruto consolidado apresentou evolução média anual de 8,3%, e no mesmo ritmo, uma notória ascensão da margem bruta. Este desempenho reflete um conjunto de ações que integram o Plano de Competitividade e os esforços contínuos em buscar a maximização de seu portfólio através do conceito 80x20, que consiste em ferramentas que auxiliam o processo de tomada de decisão, priorizando projetos e ações que atendam as expectativas de resultado.

Mercado externo - As exportações da Fras-le a partir do Brasil somaram US$ 79,6 milhões em 2016, uma evolução de 8,0% sobre 2015, apesar de alguns movimentos adversos no cenário internacional, como uma menor demanda de materiais de fricção no NAFTA. No somatório total do mercado externo, que considera as exportações + as vendas através das operações do exterior, o faturamento chegou aos US$ 126,8 milhões, apresentando uma retração de 6,2% em relação ao exercício de 2015, devido a menores volumes de vendas nas unidades dos Estados Unidos e da China. Por outro lado, o fim dos bloqueios alfandegários no mercado sul-americano e o crescimento das vendas em algumas regiões como Europa, África e Américas do Sul e Central foram fatores importantes para o desempenho da Companhia no exterior. Além do novo diretor-presidente, a Fras-le inicia 2017 com outra novidade que é a aquisição do controle da FederalMogul Friction Products Sorocaba Sistemas Automotivos Ltda, fabricante de pastilhas para veículos leves, somando novas tecnologias da Federal Mogul com a expertise da estrutura de vendas da Companhia. A operação está subordinada à aprovação do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (“SBDC”) e aos demais órgãos de defesa da concorrência.

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Notas e Negócios S.A Implementos e Participações continua apostando no mercado nacional e na ampliação das exportações, reforçando, também, as iniciativas no segmento de reposição para fazer frente à alta ociosidade de suas fábricas. “A Randon está ingressando numa nova Era”, diz o presidente David Abramo Randon, referindo-se à política de gestão de custos na estrutura, gestão e processos das empresas nos últimos anos para enfrentamento da crise.

Renovadora Figueiredo é modelo de sustentabilidade com energia solar A Renovadora Figueiredo, Concessionário da Rede Tipler localizado em Luis Eduardo Magalhães/BA, alia a reforma de pneus com a o uso de energia solar. Em parceria com a Enersol, empresa especialista em energia sustentável, a Figueiredo instalou 400 painéis solares com o intuito de suprir a demanda por geração de energia elétrica. O resultado foi excelente, garantindo independência energética e redução de custos para a empresa, como afirma Hélio Figueiredo, proprietário da Renovadora Figueiredo: “Essa ideia teve fundamentos ecológicos e econômicos. A sustentabilidade está na fonte energética, que é 100% limpa e renovável. A rentabilidade se vê no “valor investido no projeto x valor pago mensalmente à concessionária de energia elétrica’. O investimento vale a pena e se paga,” diz ele. Com essa decisão, a Renovadora Figueiredo passou a ser a primeira empresa do segmento de reforma de pneus a operar com 100% de independência energética, tornando-se referência no Brasil todo em sustentabilidade. “A preocupação constante com o meio ambiente é sempre bem vista pela sociedade. Para uma recapadora, que pelo próprio negócio já demonstra grande cuidado pelo meio ambiente, reforçar esse posicionamento com a produção e uso de energia solar é algo realmente diferenciado. Esse investimento nos proporcionará maior competitividade no mercado ,” complementa Hélio.

Randon anuncia resultados de 2016 Após o terceiro ano consecutivo de retração econômica que exigiu forte controle de despesas e adequação da capacidade fabril aos volumes de mercado, a Randon 34- BORRACHAAtual

Em 2016, a receita bruta total da Randon SA., com impostos e antes da consolidação, somou R$ 3,7 bilhões, 13,1% inferior à de 2015. No mesmo exercício, a receita líquida consolidada atingiu R$ 2,6 bilhões, 15,3% menor quando comparada ao ano anterior. A divisão autopeças respondeu por 50,1% das receitas da Companhia e a divisão implementos por 44,4%, enquanto os serviços financeiros representaram 5,5%. A participação menor (5,6 pontos percentuais) da área de implementos na receita é creditada à redução de 20,8% no volume de vagões faturados. O EBITDA de R$ 142,7 milhões registrado no último ano foi 11,8% inferior a 2015 e o EBITDA Ajustado ao final de 2016 somou R$ 252,1 milhões. Exportações - Dentro de sua estratégia de internacionalização e para fazer frente à prolongada retração da demanda no mercado interno, a Randon S.A intensificou as ações nos mercados internacionais, apesar das crises também localizadas em outros países. Entre as iniciativas está em andamento o projeto de viabilidade para aumentar as exportações pelo sistema CKD, ou seja, o envio do produto em partes a ser montado no local de destino. Em 2016, as vendas consolidadas para o exterior encerraram em US$ 151,6 milhões, 4,2% inferiores a 2015. A representação do mercado externo em proporção à receita líquida consolidada aumentou de 16,9% em 2015 para 20% em 2016. As unidades externas faturaram US$ 113,6 milhões (planta de veículos rebocados na Argentina e as unidades controladas pela Fras-le no exterior – EUA e China), o que totalizou US$ 265,2 milhões em 2016 ou 11,9% menor do que em 2015. Desempenho por segmento Montadora – Além da venda de veículos rebocados, esta divisão também produz vagões ferroviários e veículos especiais (retroescavadeiras, caminhões fora-de-estrada e minicarregadeiras) que, juntos, somam uma receita líquida de R$ 1,2 bilhão. A venda de semirreboques representou 65,1% dos negócios desta divisão em 2016, com a entrega de 9.850 unidades (- 6,9%). Mesmo assim, a Randon ampliou seu Market share no ano, que passou de 26,2% em 2015 para 29,1% em 2016. O mercado doméstico de semirreboques total (Brasil) caiu 22,1% com 23.075 unidades vendidas em 2016. A venda de vagões ferroviários (31,9% da receita líquida da Randon) alcançou 1.584 unidades, uma queda de 20,8% sobre 2015, quando foram entregues 1.999 vagões. O mercado brasileiro de vagões demandou 3.903 unidades


em 2016, sendo que 40,6% foram fabricados pela Randon. As vendas de veículos especiais foram diretamente afetadas pela falta de investimento governamental e pela baixa demanda da construção civil, e representaram 3,1% das receitas da divisão montadora. Foram vendidos 196 veículos (- 44,8%), sendo 188 retroescavadeiras e 8 caminhões fora-de-estrada. Autopeças – Integrado pelas empresas Castertech, Fras-le, JOST, Master e Suspensys (filial da Randon S.A Implementos e Participações), este segmento somou R$ 1,3 bilhão em receita líquida consolidada. Bastante dependente das vendas para montadoras, a divisão explorou novas oportunidades de negócios e parcerias, utilizando seus canais de distribuição. Com exceção da venda de suspensões e rodagem, que teve seus volumes reduzidos em 28,6% no ano, graças a esta estratégia os demais produtos tiveram quedas inferiores a 10%, apesar da queda de vendas de caminhões no País ter chegado a 29,4%. Este segmento somou US$ 100,1 milhões em exportações, um crescimento de 0,3% considerado significativo dado o complexo ambiente de negócios no mercado externo.

Tipler patrocina projeto Casa Auxiliadora A Tipler, empresa que há mais de 40 anos entrega soluções em reforma de pneus para os segmentos de cargas e passageiros, está apoiando a Casa Auxiliadora, entidade que mantém um grupo de música instrumental com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no bairro Scharlau, em São Leopoldo/RS, mesmo bairro onde a Tipler mantém a sua sede. A Casa Auxiliadora é projeto da Associação Beneficiente Nossa Senhora Auxiliadora. A partir dos recursos arrecadados, a Casa mantém a Banda Musical Auxiliadora. Além dos participantes diretamente beneficiados, o projeto ainda leva música de qualidade a diferentes locais, impactando um número ainda maior de pessoas. “A Casa Auxiliadora tem utilizado a música como instrumento de inclusão social. É um trabalho muito importante e que a Tipler tem orgulho de fazer parte”, ressalta Fabiano Fratta, Gerente Comercial da Tipler.

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Notas e Negócios

Braskem inaugura planta de UTEC® nos Estados Unidos A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, inaugurou em 29 de março passado a sua nova planta de Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular (PEUAPM) em La Porte, no estado norte-americano do Texas. Comercializado sob a marca UTEC, o PEUAPM de alto desempenho da Braskem foi desenvolvido e produzido utilizando tecnologias proprietárias da empresa. “Estamos felizes com a inauguração de hoje, que nos permitirá aumentar a nossa presença e compromisso em La Porte por meio de novas capacidades de produção do PEUAPM de última geração, o UTEC. O evento celebra o grande esforço da nossa equipe, não só em La Porte, mas em todo o mundo, para viabilizar o sucesso deste projeto. A nova planta de UTEC foi bem executada e concluída com sucesso sem registrar nenhum incidente de segurança. Esperamos expandir o negócio UTEC para atender melhor os nossos clientes e desenvolver para eles novas aplicações de alto valor”, destacou Christopher Gee, diretor Global de Negócios UTEC da Braskem. As operações da planta de UTEC tiveram início em janeiro de 2017 após o bem-sucedido comissionamento da planta, seguido do início da produção de grades de produtos comerciais e amostras. A nova planta de UTEC permitirá à Braskem atender melhor os seus clientes na América do Norte e também na Europa e Ásia, por meio de exportações. O polímero UTEC possui excelentes propriedades mecânicas, tais como elevada resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. Autolubrificante, o polímero possui alta resistência e baixo peso, além de ser usinável, com aplicação em produtos semiacabados. A resina UTEC é oito vezes mais leve que o aço e dez vezes mais durável que o polietileno de alta densidade (PEAD). Suas diversas aplicações abrangem setores como automotivo e de transporte, eletroeletrônicos, fibras e têxteis, industrial e de maquinário pesado, manuseio de materiais, óleo e gás, dutos e mineração, plásticos porosos, recreação, além de aplicações para o consumidor final.

Rinaldi prestigia parceiros comerciais A Rinaldi dedicou o mês de março a uma série de visitas e palestras técnicas a clientes dos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Sempre em contato direto, a equipe da fábrica gaúcha de pneus e câmaras de ar esteve nas instalações de nove parceiros comerciais. 36- BORRACHAAtual

Em Minas Gerais, o roteiro incluiu as empresas Indepe (na cidade de Inhapim), Hiper Motos (Ipatinga), Motoarte (Belo Horizonte), Gominha Pneus e Total Max Parts (ambos de Lagoa da Prata). Já em São Paulo, a equipe visitou a Kagiva Motos, Brandão Motos e Pirâmide Motos, em São José dos Campos, além da Serginho Motos, em Taubaté. “As visitas são fundamentais para reforçarmos o relacionamento com os clientes. É preciso estar perto para passar informações importantes sobre os produtos e e os investimentos da fábrica e, principalmente, para ouvir os clientes e entender suas dúvidas e necessidades”, explicou Sérgio De Paris, gerente comercial da Rinaldi.

TMD/COBREQ lança pastilhas de freio para Jeep Renegade e Fiat Toro Depois de fornecer pastilhas traseiras originais para o Jeep Renegade 1.8 Flex e o Multijet 2.0 Turbo Diesel, fabricados no Brasil através de sua unidade fabril de Essen, Alemanha, agora a TMD Friction torna-se a primeira fabricante a colocar no mercado de reposição nacional as pastilhas dianteiras da marca Cobreq para os modelos do Jeep Renegade e do Fiat Toro.

Randon e Wacker Neuson fazem acordo de cooperação O Grupo Wacker Neuson e as Empresas Randon iniciaram cooperação para a fabricação de retroescavadeiras nas instalações da Randon em Caxias do Sul (sul do Brasil). A Wacker Neuson realizará a comercialização através da sua rede de distribuidores, com foco na América Latina. O Grupo Randon produz um dos maiores portfólios do mundo no segmento de veículos comerciais voltados para transportes rodoviários, ferroviários e equipamentos para construção. O Wacker Neuson Group desenvolve, fabrica e distribui equipamentos leves e compactos em todo o mundo e, graças ao seu diversificado portfólio, é líder mundial no mercado. Wacker Neuson oferece produtos inovadores, incluindo escavadeiras, carregadeiras de rodas, carregadeiras de rodas telescópicas, basculantes compactas, rolos compactadores e geradores. As retroescavadeiras, que serão produzidas na fábrica da Randon, localizada em Caxias do Sul, Brasil, serão vendidas através da ampla rede de revendedores da Wacker Neuson na América Latina.


Venda de carros importados cai 26% em março

mundialmente, é a aposta da organização no crescimento e fortalecimento dos mercados brasileiro e sul-americano nas áreas de energia e telecomunicações, com investimentos que somam cerca de R$ 150 milhões.

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.453 unidades, anotaram em março último queda de 26% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 3.317 unidades. Com esse resultado, associadas à entidade fecharam o primeiro trimestre do ano também com queda, de 38,3%. No período foram licenciadas 6.084 unidades contra 9.860 veículos nos primeiros três meses de 2016.

Em seu pleno funcionamento, será um polo competitivo para atender o mercado nacional de fios e cabos, bem como para ampliar as exportações das atuais linhas de produtos. “Os investimentos nessas novas instalações mostram o compromisso da Prysmian com os mercados brasileiro e sulamericano e a disposição em buscar um crescimento ainda maior nessas regiões”, comenta Marcello Del Brenna, CEO da Prysmian na América do Sul.

Comparado ao mês de fevereiro deste ano, o volume de vendas de março representou uma alta de 45,5%. Mas, esse resultado não ameniza o fraco desempenho do setor de veículos importados, porque fevereiro teve 18 dias úteis e em março 23, o que significaram vendas diárias – respetivamente – de 93,6 unidades e 106,6 veículos, alta proporcional de apenas 13,9%. “Infelizmente, o contingenciamento de nosso setor por cotas proporcionais, até o teto máximo de 4.800 unidades/ ano, sem a incidência dos 30 pontos percentuais do IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados, é fator inibidor de nosso crescimento”, enfatiza José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. “Estamos cientes de que o super IPI vai cair a partir de 1º de janeiro de 2018. Mas a nossa preocupação em relação à sobrevivência dos importadores oficiais e da rede autorizada de concessionárias é de emergência. Temos ainda nove meses pela frente. Por isso, a liberação das cotas não utilizadas em 2016 seria providencial”, argumenta Gandini. “O resultado comercial do setor em março foi importante porque conseguimos interromper uma sequência de quedas. A alta de vendas, porém, foi pífia. Não fosse a alíquota extraordinária de 30 pontos percentuais do IPI e a limitação da cota com teto máximo de 4.800 unidades/ano sem a sobretaxa, certamente nosso desempenho teria sido melhor”, argumenta o presidente da Abeifa, para quem “a contribuição do setor de importação de veículos automotores teria sido mais expressiva na forma de maior arrecadação de impostos, mas principalmente de recuperação da rede autorizada de concessionárias, que chegou a empregar 35 mil trabalhadores em 2011 e hoje com pouco mais de 13 mil postos de trabalho diretos”.

Setor de duas rodas apresenta estabilidade no primeiro trimestre De acordo com os dados divulgados pela ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, saíram das linhas de produção 231.381 motocicletas no acumulado de janeiro a março, o que representa uma leve alta de 1,6%, frente às 227.626 unidades fabricadas no mesmo período de 2016. Sob a comparação mensal, março registrou 82.416 motos, expressivo crescimento de 22,4% em relação a fevereiro e de 2,3% contra o mesmo mês do ano passado. Todavia, vale ressaltar que o segundo mês do ano teve quatro dias úteis a menos, por conta das festividades do Carnaval. As vendas no atacado – para a rede de concessionárias – mantiveram-se estáveis no acumulado do ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros três meses do presente ano foram comercializadas 215.820 motocicletas, contra 215.372 em 2016. Com 80.372 unidades vendidas em março, foi registrada alta de 17,7% em fevereiro (68.312) e queda de 3,8% em março de 2016 (83.523). Sobre as exportações, o acumulado do primeiro trimestre alcançou alta de 26,9%, com 17.444 unidades exportadas, ante 13.749 no mesmo período de 2016. Já o comparativo mensal registrou 5.722 motocicletas exportadas em março, contra 5.953 unidades em fevereiro e 4.721 unidades em março do ano passado.

Grupo Prysmian cria centro de excelência mundial no Brasil

Vendas No Varejo - Com base nos licenciamentos registrados pelo Renavam, foram emplacadas 210.970 motocicletas de janeiro a março, volume 12,1% inferior ao apresentado no mesmo período do ano anterior, com 239.923 unidades*.

O Grupo Prysmian, líder mundial em cabos para energia e telecomunicações, anuncia a criação de um novo Centro de Excelência Mundial no Brasil. O projeto, lançado

No comparativo mensal, março registrou 82.879 motos licenciadas, frente a 60.495 unidades em fevereiro e 86.981 unidades no mesmo mês de 2016. Com quatro dias úteis a BORRACHAAtual - 37


Notas e Negócios mais, a média diária de vendas, com 3.603 unidades, ficou 13,2% acima da apresentada em fevereiro (3.184), porém 8,9% abaixo do que em março de 2016 (3.954). (*) Foram desconsiderados os ciclomotores usados, cujo licenciamento junto aos Detrans passou a ser obrigatório a partir da Lei nº 13.154, de 30/07/2015, e da Resolução Contran nº 555/15, de 17/09/2015 Projeções - “Mesmo que os números tenham apresentado leve melhora no primeiro trimestre, o mercado de Duas Rodas segue cauteloso, mantendo as projeções já anunciadas. De qualquer forma, iniciativas como a da Caixa Econômica Federal, com a linha de crédito especial para motocicletas, e as perspectivas de estabilidade econômica devem impulsionar os negócios”, comenta Marcos Fermanian, presidente da entidade.

Usaflex investe R$ 6,3 milhões em fábrica no RS A Usaflex, fabricante de calçados femininos, inaugurou no último dia 10 de abril sua nova fábrica na cidade de Parobé, no Rio Grande do Sul. A planta faz parte dos planos de expansão da marca, que tem como principal objetivo o acréscimo na capacidade produtiva da companhia que hoje está em 25 mil pares/dia para 35 mil pares. “O desenvolvimento de uma nova fábrica fortalece o plano de duplicação da produção previsto para os próximos seis anos, de forma a melhor atender o crescimento projetado para nossa operação nos canais de multimarca, franquias e exportação”, explica Sergio Bocayuva, CEO da marca. “Além disso, a instalação do novo empreendimento destaca ainda mais a região do Vale dos Sinos como base industrial da Usaflex”, completa. O empresário revela que estão sendo investidos 6,3 milhões de reais na nova unidade fabril e diz que a escolha por Parobé se deu pelo fato da cidade melhor atender, de forma sistêmica, os critérios de decisão do Conselho da Usaflex. Os fatores que influenciaram foram essencialmente técnicos e levaram em consideração, principalmente, a qualificação de mão-de-obra local e a logística. A disponibilidade imediata de um prédio com características alinhadas ao plano de expansão da empresa também foi muito importante para a companhia. Para o prefeito interino de Parobé, Moacir Jagucheski, este é um grande passo para a cidade. “A nova indústria impulsionará o desenvolvimento do município e ainda abrirá novas vagas de emprego para a população. Fizemos o possível, junto com a Câmara de Vereadores, para atender as solicitações da diretoria, pois sabemos da importância em ter uma grande empresa instalada em nossa cidade”, afirma. 38- BORRACHAAtual

A nova planta tem, aproximadamente, 7,5 mil metros quadrados de área construída e empregará cerca de 800 colaboradores em regime de contratação escalonada, seguindo o plano da Usaflex. Sobre o processo produtivo dessa unidade, Bocayuva destaca que 50% da produção adicional será absorvida até 2018 e os demais 50% até 2019. A Usaflex possui sete unidades industriais localizadas estrategicamente nos Vales dos Sinos e Paranhana, no estado do Rio Grande do Sul, e conta com 3,3 mil colaboradores. Produz diariamente 25 mil pares de calçados e sua distribuição é feita por uma plataforma multicanal composta por 7,7 mil lojas multimarcas, 111 lojas fidelizadas e 32 franquias. Além disso, a empresa exporta seus produtos para os EUA, Oriente Médio e países das Américas Central e do Sul.

Exportações de calçados desaceleram no primeiro trimestre Dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que as exportações de calçados desaceleraram nos primeiros três meses do ano. De janeiro a março foram embarcados 31,33 milhões de pares que geraram US$ 259 milhões, número 1,6% inferior em volume e 14,2% superior em dólares no comparativo com igual período de 2016 (31,84 milhões de pares e US$ 226,72 milhões). O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, explica que, embalados pela desvalorização do dólar, os preços dos produtos brasileiros para o exterior aumentaram 16%, de US$ 7,12 para US$ 8,27 o par. “Em um primeiro momento, avaliando a cifra em dólares, podemos chegar à conclusão de que os embarques aumentaram, mas não é o correto. Nossos calçados, em virtude da subvalorização da moeda norte-americana, ficaram mais caros, pois nossos custos são em reais, moeda hoje mais forte”, comenta, acrescentando que, nos últimos meses do ano passado – quando as exportações aumentaram mais de 30% - as coleções haviam sido negociadas com um dólar próximo a R$ 3,60. “As coleções que estão aparecendo agora nos levantamentos foram negociadas em novembro, dezembro e janeiro, com um dólar já no patamar de R$ 3,10 a R$ 3,15, por isso a queda já pode ser verificada”, avalia o executivo. Expectativa - Segundo Klein, com a moeda norteamericana estabilizada em patamares baixos, a tendência deve ser de queda ainda maior ao longo do ano. “O câmbio, num patamar favorável, acaba sendo um compensador para o alto custo que se é produzir no Brasil e que, invariavelmente, nos tira competitividade no exterior. Quando nem o câmbio ajuda, a situação fica realmente complicada”, completa Klein.


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Notas e Negócios Destinos - Nos três primeiros meses de ano, o principal destino do calçado brasileiro foram os Estados Unidos, para onde foram embarcados 3,16 milhões de pares que geraram US$ 48 milhões, quedas de 16% em pares e 3% em dólares na relação com igual período do ano passado. O segundo destino foi a Argentina, país que importou 2 milhões de pares por US$ 35,65 milhões, incrementos tanto em volume (50%) quanto em divisas (104,5%) no comparativo com mesmo ínterim de 2016. O terceiro comprador do período foi a França, que importou 1,8 milhão de pares por US$ 15,3 milhões, números inferiores tanto em pares (-55%) quanto em dólares (-13,3%) em relação com 2016. RS: maior exportador do País - Nos três primeiros meses do ano, o Rio Grande do Sul seguiu como o maior exportador de calçados. No período, os gaúchos exportaram 6,87 milhões de pares que geraram US$ 113,66 milhões, altas de 6,4% em pares e 18% em dólares na relação com o mesmo período de 2016. Com isso, o Estado respondeu por quase 44% dos valores gerados pelos embarques de calçados no Brasil. O segundo exportador do País foi o Ceará, de onde partiram 12,15 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 67 milhões, números superiores tanto em volume (1,6%) quanto em cifras (8,4%) na relação com 2016. Com queda de 21,4% no volume de embarques e um aumento de 12% nos valores gerados, São Paulo aparece na terceira posição entre os exportadores. No trimestre os paulistas embarcaram 2 milhões de pares por US$ 30 milhões. Importações em alta - Se a subvalorização do dólar prejudica as exportações, o contrário acontece com as importações de calçados. “Com o dólar desvalorizado, os produtos importados ficam mais baratos, aumentando a presença no varejo nacional”, explica Klein. Após ter caído mais de 30% no ano passado, a entrada de calçados vem aumentando rapidamente nos primeiros meses. Entre janeiro e março foram importados 8 milhões de pares por US$ 100 milhões, números ainda inferiores tanto em pares (-3,3%) quanto em dólares -(0,9%) no comparativo com 2016. As principais origens das importações foram Vietnã (3 milhões de pares por US$ 56,5 milhões, incrementos de 0,8% e 4,3%, respectivamente), Indonésia (1,12 milhão de pares por US$ 19,4 milhões, quedas de 9,4% e 11,5%, respectivamente) e China (3,15 milhões de pares por US$ 11,2 milhões, quedas de 14,7% e 55,5%, respectivamente). Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações do trimestre também caíram. No período, entraram no País o equivalente a US$ 3,18 milhões desses materiais, queda de 34,7% na relação com o ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai. 40- BORRACHAAtual

Freudenberg anuncia crescimento em 2016

Dr - Mohsen Sohi (Freudenberg)

O Grupo Freudenberg continuou crescendo de forma lucrativa no ano passado, apesar das condições desafiadoras em vários segmentos de mercado e regiões do mundo. O grupo global de tecnologia alcançou vendas de €8,6 bilhões ou R$32,6 bilhões, com base na consolidação pró-rata de joint ventures. Esses números representam um aumento de 13,5% em relação a 2015. “Estamos no caminho para nos tornarmos um dos mais inovadores e amplamente diversificados grupos globais de tecnologia”, afirma Mohsen Sohi, CEO do Grupo Freudenberg. “Continuamos a crescer de forma rentável e sustentável e a implementação de nossos projetos estratégicos está ocorrendo totalmente de acordo com nossos planos. Esse sucesso é resultado do trabalho árduo e do excelente desempenho dos nossos mais de 48.000 colaboradores em todo o mundo”. Na América do Sul, 9 empresas do Grupo Freudenberg geraram vendas de R$ 1 bilhão, sendo R$ 717,8 milhões no Brasil - um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. “Nossa estratégia de diversificação e orientação para o longo prazo têm sido fatores chave para continuarmos crescendo durante a atual crise econômica no Brasil. Além disso, o grupo implementou com sucesso projetos de melhoria contínua, ampliou a atuação em relação a responsabilidade social e fortaleceu sua posição no mercado. Tenho que ressaltar que nada poderia ter sido realizado sem os nossos colaboradores. Eles são verdadeiramente únicos”, diz Alexandre Bicalho, Representante Regional da Freudenberg na América do Sul. O número de colaboradores no Brasil cresceu 14,6%, atingindo 1.411 empregados. O aumento nas vendas e no número de colaboradores pode ser atribuído em grande parte à aquisição dos 50% da participação na Vibracoustic no início de julho. O grupo Vibracoustic é o líder mundial de mercado e tecnologia de componentes de controle de vibração e módulos para a indústria automotiva global. Como único acionista, a Freudenberg tem maior flexibilidade para desenvolver a empresa estrategicamente. No Brasil, a Vibracoustic tem um site em Guarulhos. Em 2016, a Freudenberg investiu R$ 22,7 milhões na América do Sul, sendo R$ 18,2 milhões no Brasil. Foram realizados investimentos em instalações, maquinário e pesquisa em todas as empresas do Grupo Freudenberg. Um projeto importante foi o novo site conjunto entre a Chem-Trend e SurTec em Valinhos, que foi oficialmente inaugurado em abril de 2016. O valor total investido na nova planta foi de R$ 60 milhões, e um dos objetivos é aumentar a proximidade com os clientes. Para 2017, os investimentos na América do Sul serão em torno de R$ 27 milhões.


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Matéria Técnica

Uso de polímeros em aplicações biomédicas Por: Luis Antonio Tormento

O uso de polímeros em aplicações biomédicas tem crescido nos últimos anos. Esta matéria apresenta uma ideia do que existe atualmente e do que está em desenvolvimento. Definindo primeiramente o que é um BIOMATERIAL: é qualquer

Além disso, deve ser atóxico e não deve ter efeito

material sintético utilizado para substituir ou restaurar a função

carcinogênico.

a um tecido corporal e está em contato contínuo ou intermitente

engenharia que estão disponíveis.

Estes

requisitos

eliminam

materiais

de

com fluidos corporais. Esta definição é restritiva, porque exclui

O biomaterial também deve possuir propriedades físicas

os materiais utilizados para dispositivos como instrumentos

e mecânicas para servir como aumento ou substituição de

cirúrgicos ou odontológicos.

tecidos corporais. Para uso prático, um biomaterial deve ser formado ou trabalhado em diferentes formas, ter um custo

Embora estes instrumentos estejam em contato com fluidos

relativamente baixo e estar prontamente disponível.

corporais, eles não substituem nem aumentam a função do

A Figura 1 lista os vários requisitos que devem ser atendidos para

tecido humano. Deve notar-se, contudo, que os materiais

substituição completa em implantes. O material ou a combinação

para instrumentos cirúrgicos, particularmente aço inoxidável,

ideal de materiais deve apresentar as seguintes propriedades:

borracha de silicone e alguns plásticos, tem papel importante nestes instrumentos.

Também excluídos da definição acima estão os materiais usados para próteses, tais como membros artificiais ou dispositivos como próteses auditivas. Estes materiais não são expostos a fluidos corporais. Na exposição a fluidos corporais, geralmente o biomaterial é colocado no interior do corpo e isto coloca várias restrições

Uma composição química biocompatível para evitar reações adversas no tecido

Excelente resistência à degradação (por exemplo, resistência à corrosão para metais ou resistência à degradação biológica em polímeros)

• Força aceitável para sustentar carga cíclica suportada pela articulação

sobre os materiais que podem ser usados como um biomaterial.

• Um baixo módulo para minimizar a reabsorção óssea

Em primeiro lugar, um biomaterial deve ser biocompatível: não

• Alta resistência ao desgaste para minimizar

deve causar resposta adversa do corpo, e vice-versa.

Figura 1

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a geração de detritos de desgaste.


1) Usos para Biomateriais

Oftalmologia:

Uma das principais razões para que os biomateriais

Os tecidos do olho podem ser afetados por várias doenças,

sejam utilizados é a substituição física de tecidos duros ou

causando redução da visão e, eventualmente, cegueira. As

moles que se tornaram danificados ou destruídos por algum

cataratas, por exemplo, causam turvação da lente. O problema

processo patológico.

pode ser resolvido com a colocação de uma lente sintética

Embora os tecidos e as estruturas do corpo funcionem por

(polímero) intraocular (Tabela 1).

um período longo de tempo na maioria das pessoas, algumas

Como os materiais para lentes de contato ficam em contato

sofrem de uma variedade de processos destrutivos, incluindo

íntimo com os tecidos do olho, também são considerados

fratura, infecção e câncer que causam dor, desfiguração ou

biomateriais. Tal como acontece com as lentes intraoculares,

perda de função. Nestas circunstâncias, pode ser possível

elas também são usadas para preservar e restaurar a visão.

remover o tecido doente e substituí-lo por algum material sintético adequado.

Ortopedia:

Aplicações Dentárias: Dentro da boca, tanto o dente como os tecidos da gengiva podem ser facilmente destruídos por doenças bacterianas:

Uma das áreas mais proeminentes para biomateriais é na fabricação de

cárie dentária, desmineralização e a dissolução dos dentes.

implantes ortopédicos. Tanto a osteoartrite

A atividade metabólica na placa (uma película do muco que

como a artrite reumatoide afetam a estrutura das articulações

prende as bactérias na superfície dos dentes), pode causar a

móveis, como o quadril, joelho, ombro, tornozelo e cotovelo. A

perda extensiva do dente. Os dentes em sua totalidade e os

dor em tais articulações, particularmente nas articulações de

segmentos de dentes podem ser substituídos ou restaurados

suporte de peso, como a anca e joelho, pode ser considerável,

por uma variedade de materiais (Tabela 1).

com efeitos devastadores sobre a mobilidade. Foi possível substituir estas articulações pelas próteses,

Cicatrização:

desde o advento da anestesia, antisepsia e antibióticos – com isto, o alívio da dor e restauração da mobilidade são bem conhecidas por centenas de milhares de pacientes. O uso de biomateriais para dispositivos de implantes ortopédicos é um dos principais pontos hoje na medicina. Como mostrado na Tabela 1, uma variedade de metais, polímeros e cerâmicas são usadas para tais aplicações.

Os antigos egípcios usavam linho como sutura em 2000 AC. Os materiais de sutura sintéticos incluem tanto polímeros (o material de sutura mais usado é sintético) como alguns metais (por exemplo, aços inoxidáveis e tântalo). Outra importante categoria na cicatrização de feridas são os dispositivos de fixação de fratura, que incluem placas de osso, parafusos, pregos, hastes, fios e outros dispositivos

Aplicações Cardiovasculares:

utilizados para tratamento de fraturas. Embora alguns materiais não metálicos (por exemplo, placas de osso) tenham

No sistema cardiovascular ou circulatório (o coração e

sido investigados, quase todos os dispositivos de fixação de

os vasos sanguíneos envolvidos na circulação do sangue

fratura utilizados para aplicações ortopédicas são feitos a partir

em todo o corpo), podem surgir problemas com válvulas

de metais, particularmente aços inoxidáveis.

cardíacas e artérias- estes problemas podem ser tratados com implantes, com sucesso. As válvulas cardíacas sofrem

Sistemas de catéteres:

de alterações estruturais que impedem a válvula de abrir ou fechar totalmente, e a válvula doente pode ser substituída. As

Uma das áreas de mais rápido crescimento é a de dispositivos

artérias, particularmente as artérias coronárias e os vasos

para administração controlada e direcionada de medicamentos

dos membros inferiores, ficam bloqueadas por depósitos

( cateteres). Muitas tentativas têm sido feitas para incorporar

de gordura (aterosclerose), e é possível, em alguns casos,

reservatórios de fármacos em dispositivos implantados para

substituir segmentos por artérias artificiais. Conforme

uma liberação controlada do medicamento. Algumas destas

ilustrado na Tabela 1, os polímeros são escolhidos para

tecnologias utilizam novos materiais poliméricos como

próteses vasculares.

veículos para a administração de fármacos. Produtos que BORRACHAAtual - 43


Matéria Técnica usam nanotecnologia é uma das grandes

tem sido tão extensa, em comparação

ou integração do tecido. Contudo, os

promessas nesse segmento.

com metais e polímeros. Por exemplo, a

materiais naturais podem estar sujeitos a

fraca resistência das cerâmicas à fraturas

problemas de imunogenicidade.

limita muito sua utilização em aplicações

Outro

de suporte de carga.

materiais

utilizados para implantes são materiais

Como mostrado na Tabela 1, alguns

polímeros naturais, é sua tendência

comuns,

materiais cerâmicos são utilizados para a

para decompor em temperaturas abaixo

cientista de materiais (Tabela 1).

substituição da articulação, reparação e

de seus pontos de fusão. Isto limita

Geralmente estes materiais podem ser

aumento ósseo.

muito sua fabricação em implantes de

2) Tipos de Biomateriais A maioria dos biomateriais sintéticos familiares ao engenheiro ou

divididos nas seguintes categorias: metais, polímeros, cerâmicas e compósitos.

problema

enfrentado

naturais,

pelos

especialmente

diferentes tamanhos e formas. Compósitos: como mostrado na Tabela

Um exemplo de um material natural é

1, os biomateriais compósitos mais bem

o colágeno, que existe na maior parte na

Metais: são os mais utilizados para

sucedidos são utilizados no campo da

forma de fibrila: tem uma característica

implantes. Por exemplo, algumas das

odontologia como materiais restauradores

de estrutura tripla-helicoidal e é a

cirurgias

comuns

ou cimentos dentários. Embora os

mais prevalente no mundo animal. Por

envolvem a implantação de implantes

compósitos de polímeros reforçados

exemplo, quase 50% da proteína do

metálicos. Estes implantes vão desde fios

com carbono-carbono e carbono sejam

couro é colágeno; forma um componente

e parafusos simples até placas de fixação

de interesse para a reparação óssea e

significativo do tecido conectivo tal

de fratura e próteses articulares totais

a substituição das articulações devido a

como o osso, tendões, ligamentos e pele.

(articulações artificiais) para quadris,

seus baixos módulos de elasticidade, estes

Existem pelo menos dez tipos diferentes

joelhos, ombros, tornozelos etc. Além

materiais não apresentam uma combinação

de colágeno no corpo. Entre estes, o

da ortopedia, os implantes metálicos

de propriedades mecânicas e biológicas

tipo I é encontrado predominantemente

são utilizados em cirurgia maxilo-facial,

apropriadas para estas aplicações. Os

na pele, osso e tendões; o tipo II é

cirurgia cardiovascular e como materiais

materiais compósitos são, no entanto,

encontrado na cartilagem articular nas

dentários. Embora muitos metais e

amplamente utilizados para próteses,

articulações e o tipo III é um componente

ligas sejam usados para aplicações em

onde sua combinação de baixa densidade

principal dos vasos sanguíneos.

dispositivos médicos, os mais comumente

/ peso e alta resistência fazem com que se

O colágeno está sendo estudado

empregados são aços inoxidáveis, titânio

tornem materiais ideais para tais aplicações.

extensivamente para uso como um

ortopédicas

mais

puro e ligas de titânio e ligas à base de cobalto (Tabela 1).

biomaterial. É geralmente implantado em os

forma de esponja que não tem resistência

biomateriais discutidos até agora sejam

mecânica significativa ou rigidez. Ele tem

Polímeros: uma grande variedade de

materiais sintéticos, há vários materiais

se mostrado uma boa promessa como

polímeros usada na medicina como

derivados do mundo animal ou vegetal

suporte para o crescimento do novo

biomaterial. Suas aplicações variam de

que estão sendo considerados para uso

tecido e está comercialmente disponível

próteses faciais a tubos traqueais, de

como biomateriais e merecem uma breve

como um produto para cicatrização de

partes de rim e fígado para componentes

menção.

feridas. O colágeno injetável é amplamente

de coração e de próteses para articulações

Uma das vantagens de usar materiais

utilizado para o aumento ou acúmulo de

de quadril e joelho.

naturais para implantes é que eles são

tecido dérmico por razões estéticas.

poliméricos

são

Biomateriais

Os materiais

também

utilizados

semelhantes e familiares aos materiais

para adesivos e selantes médicos e

do corpo.

para revestimentos que servem a uma

A

variedade de funções.

embora

naturais:

este

materiais

naturais

em

consideração incluem coral, quitina (de respeito,

o

campo

da

biomimética (ou imitando a natureza) está

Outros

crescendo.

Materiais

insetos e crustáceos), queratina (do cabelo) e celulose (das plantas).

naturais

Cerâmica: tradicionalmente, a cerâmica

geralmente não oferecem os problemas

é utilizada em larga escala como material

de toxicidade muitas vezes enfrentados

restaurador

3) Usos de biomateriais

Estes

com materiais sintéticos. Além disso,

Poliuretanos: os poliuretanos têm sido

incluem materiais para coroas, cimentos

eles podem transportar locais de ligação

usados há muitos anos como diafragma

e dentaduras. No entanto, sua utilização

a proteínas específicas e outros sinais

de bombeamento em dispositivos de

em outros domínios da biomedicina não

bioquímicos que podem auxiliar na cura

assistência cardíaca esquerda e em

em

44- BORRACHAAtual

odontologia.


corações artificiais. Este é um dos usos mais exigentes de

Os silicones são razoavelmente de alta resistência quando

elastômeros devido às exigências de compatibilidade com o

reforçados com cargas de sílica e resistentes à degradação por

sangue e resistência à fadiga em longo prazo, de aproxima-

ozônio, fluidos corporais e componentes.

Tabela 1 – Exemplos de materiais médicos e dentários e suas aplicações

Silicones são usados para tudo, desde orelhas artificiais e implantes mamários artificiais até anéis vaginais contraceptivos.

Material

Principal aplicação METAIS Metais:

316L, aço inoxidável

Fixação de fraturas, instrumentos cirúrgicos Restaurações dentárias Agentes antibacterianos Eletrodos Ossos, stents, fios ortodônticos

Ouro e ligas Produtos de prata Platina e Pt-Ir Ni-Ti

CERÂMICA E VIDRO

Alumina Zircônia Fosfato de cálcio Vidro bioativo Porcelana Carbono

Cerâmica e vidro: Juntas, implantes dentários Juntas Reparo de ossos, revestimentos Substituição de ossos Restauração dentária Válvulas do coração, implantes dentários, implantes subcutâneos POLÍMERO

Polietileno Polipropileno PET Poliamidas PTFE Poliésteres Poliuretanos PVC Silicones Hidrogels

Polímeros Juntas Suturas Suturas, próteses vasculares Suturas Próteses vasculares, substituição de tecido macio Próteses vasculares Dispositivos que contenham sangue Tubos Substituição de tecido macio, oftalmologia Oftalmologia COMPÓSITOS

BIS-GMA-Quartzo/sílica PMMA-Vidro

Compósitos Restaurações dentárias Restauração dentária (cementos dentários)

Eles têm sido usados como cateteres desde 1950, disponíveis em graus médicos desde 1962 e têm uma história longa e bem sucedida em dispositivos médicos em implantes. A borracha de silicone é geralmente curada por um sistema de peróxido ou platina; a platina é frequentemente usada para obter materiais mais resistentes à fadiga ou mais resistentes. Após a cura, a platina residual ou o peróxido devem ser considerados e determinados para estar em um nível seguro para a aplicação. A aplicação mais comum da borracha de silicone é a de implantes mamários que tiveram recentemente uma trágica história de deformidades. Apesar dos problemas percebidos com silicones, existem muitos implantes e próteses que são feitos de borracha de silicone. Por exemplo, há o uso em longo prazo de borracha de silicone em implantes penianos, e muitos implantes faciais e próteses (por exemplo, orelhas artificiais externas). Novos produtos à base de silicone estão sendo desenvolvidos, como os discos espinais artificiais. Outras borrachas: os copolímeros de blocos de estireno-etilenobutadieno-estireno (SEBS) têm elasticidade e biocompatibilidade para muitas aplicações e não têm plastificantes. Os elastômeros termoplásticos de copolímeros de isobutileno estão também sendo avaliados para a substituição e reconstrução de tecidos moles. Alguns polímeros tipo estrela (estrutura) apresentam-se como uma promessa para os vasos sanguíneos artificiais e outras aplicações biomédicas de implantes. A borracha butílica é poliisobutileno com um par de isopreno percentual para crosslinking. O poli-isobutileno tem a mesma estrutura que o polietileno, com dois metilos em cada carbono da cadeia: por isso é razoável supor que este polímero seja bioestável e biocompatível. A borracha butílica está disponível em grau médico e também em grau alimentar, e muitas vezes é usada como base para

damente 500.000.000 ciclos, com a morte como um provável

goma de mascar. Esta borracha tem sido usada como camada

resultado da falha do dispositivo. A maioria dos dispositivos

impermeável a gás em dispositivos de assistência cardíaca.

de assistência cardíaca comercial, seja em uso, seja em desenvolvimento, utiliza diafragmas de poliuretano.

Referência Bibliográfica: 1) Biomedical applications of rubbers and elastomers

Silicone: é o segundo material elástico mais utilizado para fazer implantes, sendo o mais comum o polidimetilsiloxano. As

- Caerl R. Mcmillin 2) Overview of biomaterials and their use in medical devices

borrachas de silicone podem ser esterilizadas normalmente

- Handbook of Materials for Medical Devices (#06974G)

com vapor, radiação ionizante, óxido de etileno , bem como

Revisão: Marly de Oliveira Freitas

pelos novos sistemas à base de peróxido e cloro. BORRACHAAtual - 45


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Atuando nos mercados de Borracha e Plástico.

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ABTB

www.jornadas2017.com.br As XIV Jornadas Latino-Americanas de Tecnologia del Caucho organizadas conjuntamente pela SLTC (Sociedad Latino-Americana de Tecnologia del Caucho) e ABTB (Associação Brasileira da Tecnologia da Borracha) e com o apoio do Instituto de Química da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e do ISE (Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Polímeros), acontecerão de 08 a 10 de novembro, no Hotel DEVILLE, em Porto Alegre/RS, Brasil. Formas de participação: • Patrocinador Expositor – para empresas que queiram destacar-se neste evento conheça o valor do investimento e benefícios das diferentes categorias no link http://www.abtb.org/anexo/2017/patrocinios-jornadas-2017-por.pdf

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“Os chefes devem ter sempre em mente o seguinte princípio: aqueles que eles governam precisam ser tão felizes quanto possível.” Marco Tulio Cícero “Os excessos de nossa juventude são saques sobre a nossa velhice, pagáveis com juros cerca de trinta anos mais tarde.” Charles Caleb Colton “Oh! Que bela aparência tem a falsidade.” William Shakespeare “Não basta ter as mãos limpas, é necessário ter o espírito puro.” Talles de Mileto “O futuro é sempre o presente a ser organizado. “Não tens de prevê-lo, mas permití-lo.” Antoine de Saint-Exupéry “Os tolos fazem pesquisa e os homens sábios os exploram.” H.G. Wells “Não podemos devorar mais crenças do que somos capazes de digerir.” Havelock Ellis “Aquele que venceu pela força só venceu o seu inimigo pela metade.” John. Milton

“Penso sobre ontem, sonho com o amanhã, mas vivo o hoje.” Steve Jobs

“As vinganças castigam, mas não eliminam as faltas.” Miguel de Cervantes “É uma coisa miserável pensar que se é um mestre sem nunca ter sido aluno.” Fernando de Rojas “Uma princesa que precisa ser salva, nunca lutará como uma rainha.” Tony Flags BORRACHAAtual - 49


2017 MAIO SETEMBRO • EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial - São Paulo - SP / BRASIL

09 a 13.05.17 – informações: www.expomafe.com.br • Formação de Vendedor Técnico para o Mercado de Borracha - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

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• Rubbertech CHINA 2017 – Shangai / CHINA • Silicone Europe Conference - Berlim / Alemanha

16 a 17 – informações: Sarah Arnold + 1 (330) 865 6169 sarnold@crain.com - www.siliconeeuropeconference.com

20 a 22 – Informações: www.rubbertech-expo.com

OUTUBRO

• Seminário: Tendências Emergentes em Borracha Natural Mercado - Bangkok / TAILÂNDIA

30 – informações: Departamento de Indústria de Borracha @ TechnoBiz Tel + 66-2-933 0077/Fax: + 66-2-955 9971 - technobiz.training@gmail.com ou acesse www.rubber-industry.org

• Estudo dos Aceleradores de Vulcanização - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S.Paulo / BRASIL

06 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

JUNHO

• International Elastomer Conference – Cleveland / EUA

09 a 12 – Huntington Convention Center of Cleveland. • 10º Simpósio SAE BRASIL de Novos Materiais e Aplicações na Mobilidade - Seção São Paulo – São Paulo / BRASIL

Informações: reg@rubber.org - 330-595-5535 International Rubber & Advanced Materials In Healthcare Expo, 192nd Technical Meeting, Educational Symposium & Advanced Materials In Healthcare Conference Huntington Convention Center of Cleveland, Cleveland, OH

06 e 07 – Informações: Regiane Prado - SAE Brasil: Tel. 11-3287 2033 / Ramal 106; regiane.prado@saebrasil.org.br; ou http://portal.saebrasil.org.br/portal/evento/ 10o-simposio-sae-brasil-de-novos-materiais-e-aplicacoes-na-mobilidade

• IRCO - International Rubber Conference Organization – Cleveland / EUA

09 a 12 – Huntington Convention Center of Cleveland. Informações: reg@rubber.org - 330-595-5535

• Adesão Borracha Metal - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

09 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br • FEIMAFE 2017 – 16ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramentas e Sistemas Integrados de Manufatura – Expo Center Norte , São Paulo - SP / BRASIL

20 a 24.06.17 – informações: Tel. 11 3060 4717; atendimento@reedalcantara.com.br ; ou acesse www.feimafe.com.br • Future Tire Conference 2017 - Colônia / ALEMANHA

27 a 28 – informações: www.tyre-conferences.com - Katherine Hampson (Marketing): khampson@crain.com - Tel +44 (0) 208 253 9609 ; ou Donna Bushell: dbushell@crain.com / Tel +44 (0) 208 253 9626

AGOSTO

NOVEMBRO • Pré-jornadas para o XIV Jornadas Latinoamericanas de Tecnologia del Caucho – São Leopoldo/RS - BRASIL

06 e 07 – Informações: www.abtb.org e www.sltcaucho.com • I Seminário Internacional de Crosslinking via Peróxidos

07 – Porto Alegre Informações: www.retilox.vpeventos.com - marketing@retilox.com.br - Tel: 11.4705 - 9460 13 –

São Paulo Informações: www.retilox.vpeventos.com - marketing@retilox.com.br - Tel: 11.4705 - 9460

• XIV Jornadas Latinoamericanas de Tecnologia del Caucho – Porto Alegre/RS - BRASIL

08 a 10 – Informações: www.abtb.org e www.sltcaucho.com • Estudo dos Elastômeros de EPDM - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

• Formação de Vendedor Técnico para o Mercado de Borracha - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

04 –

09 e 10 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

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Ed129  

Revista Borracha Atual Edição 129