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QUARTA-FEIRA, 09 DE ABRIL 2014 Ao menos 4 brasileiros são admitidos pela Universidade Harvard Instituição divulgou na 5ª feira a lista de 2.023 aprovados para graduação. Apenas 5,9% do total de candidatos foram admitidos na universidade

Víctor Domene, de 17 anos, com as cartas de aprovação das universidades norte-americanas (Foto: Arquivo pessoal)

Escolher em qual das universidades mais prestigiadas do mundo estudar é o novo desafio do estudante Víctor Domene, de 17 anos, morador de São Paulo. Ele foi aceito por Harvard, Yale, Columbia, Princeton, Duke, todas nos Estados Unidos, líderes de rankings de excelência – e ainda aguarda o resultado de Stanford. Víctor tem de se decidir, e se matricular, até o mês de maio. O resultado da Universidade Harvard foi divulgado nesta quinta-feira (27). No total, foram admitidos 2.023 estudantes para graduação no mundo todo, 5,9% do total dos que aplicaram (34.295 pessoas). Foram pelo menos quatro brasileiros aprovados nesta etapa, além do estudante Henrique Vaz, que teve o resultado anunciado em dezembro.


No Brasil, Víctor também colecionou aprovações nas melhores instituições: passou no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA); foi o segundo no curso de engenharia elétrica na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pelo Sisu; e o sétimo na Poli, escola de engenharia da Universidade de São Paulo (USP). Não se matriculou em nenhuma porque o sonho mesmo era fazer faculdade no exterior. “Sempre quis estudar fora do Brasil, mas não sabia muito bem como. Quando era criança minha mãe perguntava o que queria ser quando crescesse e respondia: Bill Gates”, diz. Nos Estados Unidos, pretende desfrutar da possibilidade de cursar disciplinas de cursos de diferentes áreas. “Quero ter a liberdade de estudar várias coisas. Quero me formar em ciência da computação, mas pretendi fazer aulas de economia, matemática e gosto de psicologia. Pretendo trabalhar com algo que ajude a impactar o Brasil, tive muitas oportunidades e é justo retornar para a sociedade.” A mãe de Víctor é dona de casa e o pai trabalhou como jornaleiro por muito anos – hoje é assistente administrativo em uma empresa. Os primeiros anos do ensino fundamental, ele cursou na rede pública, a partir do 5º ano migrou para a escola particular porque conseguiu uma bolsa de estudos por mérito. Víctor concluiu o ensino médio no Colégio Bandeirantes, como bolsista do Ismart, ONG que apoia talentos. No histórico, o aluno tem, além de excelentes notas, medalhas em olimpíadas nacionais e paulistas de química, física e informática. Para ele, o forte da sua candidatura às vagas (o processo se chama application) foi a história de vida. “Pude contar minha história de vida nas redações e acho que as minhas cartas de recomendações dos professores do Bandeirantes também ajudaram muito. Contei com a ajuda de muita gente.” O brasileiro vai para Nova York, nos Estados Unidos, no início de abril a convite da Universidade Columbia, e durante a viagem também vai aproveitar para conhecer Princeton. Ele recebeu 100% de bolsa de estudos de todas a universidades em que foi aceito – só Harvard ainda não respondeu - por isso, a falta de condição financeira dos pais não vai ser problema para que ele estude fora do país. Nos Estados Unidos, as bolsas são concedidas a partir da situação socioeconômica da família, e inclui despesas com mensalidade, hospedagem e alimentação.


Eduardo Miranda Cesar na sede da Google, na Califórnia, durante um programa de verão promovido pela University of Pennsylvania (Foto: Arquivo pessoal)

Escola dos sonhos O estudante Eduardo Miranda Cesar, de 18 anos, também reuniu uma lista invejável de aprovações. Nos Estados Unidos, ele foi aceito pela Universidade de Chicago, Northwestern, Pensilvânia, Princeton, Brown e Harvard. Ele ainda está na lista de espera de Duke. No Brasil, foi aprovado pela UFSCar e pela Unirio quando ainda cursava o segundo ano do ensino médio. Ao final do terceiro ano, passou na UnB e na USP. Ele conta que seu principal interesse nas instituições americanas é a possibilidade de o aluno cursar dois anos da universidade antes de determinar em qual curso deseja se formar. “Lá eles valorizam muito essa exploração da vida acadêmica antes da escolha final do curso”, diz. A princípio, Eduardo pensa em se formar em economia ou em ciências da computação. Em Harvard, poderia até optar por um double major, ou seja, titular-se nas duas áreas. Agora, Eduardo aguarda as propostas de bolsa das universidades que o aprovaram. Ele explica que o processo de bolsa das universidades para as quais ele aplicou avaliam toda a situação financeira da família do candidato e determinam quanto de subsídio ele precisaria para concluir o curso. Até agora, ele já recebeu uma oferta da Universidade de Chicago, que considerou razoável. “Por mais que Harvard sempre tenha sido a minha escola dos sonhos, os resultados dos processos de bolsa vão contar, com certeza. No final das contas, nem fico muito preocupado porque todas são universidades dos sonhos”, diz. Desde a quinta série, Eduardo estudou no Colégio Militar de Brasília. “A gente tem muito orgulho do colégio militar porque lá eles tiram água de pedra. Por mais que seja uma escola


pública, oferecem uma gama enorme de atividades extracurriculares. Eu tinha várias oportunidades: era da banda, participava do grupo de filosofia e meu colégio sempre teve todo tipo de esporte. No segundo ano, eu e outros três ou quatro alunos criamos o clube de simulação das Nações Unidas”, conta. Todas essas experiências, segundo ele, são muito valorizadas no processo seletivo das universidades americanas. Ele também contou com o apoio da Fundação Estudar, que tem tradição em orientar alunos brasileiros com interesse em estudar no exterior. Por meio da fundação, ele recebeu orientação de duas mentoras, brasileiras ex-alunas de Harvard e Pensilvânia. “Elas foram fundamentais no sentido de aproximação maior com as faculdades. Elas sabiam me falar qualquer coisa que eu quisesse saber sobre as universidades.” Ele também recebeu orientação sobre o modelo de redação que deveria escrever em sua candidatura e teve seus documentos revistados antes de submetê-los às instituições. Segundo Eduardo, seus pais sempre o apoiaram em seu sonho de estudar fora, mas também ficam “com o coração apertado” de saber que ele passará quatro anos fora do país. Já a namorada, Larissa Guimarães, não está preocupada com a distância, já que ela também foi aprovada em uma universidade americana: a Universidade de Columbia.

DIÁRIO DO COMÉRCIO (09/04) Fapemig destinará até R$ 40 mil para desenvolvimento de projetos inovadores A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) divulgou o resultado dos projetos aprovados para o Programa de Apoio ao Inventor Independente e Micro e Pequena Empresa ou Empresa de Pequeno Porte (Programa Inventiva). A chamada destinará R$ 600 mil ao conjunto de propostas aprovadas - com uma média de R$ 40 mil por projeto -, recurso este provido por parceria entre a Fapemig, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae) e o Instituto Evaldo Lodi (IEL). O programa, que se enquadra na categoria de editais de fluxo contínuo, tem como objetivo principal incentivar o desenvolvimento da inovação tecnológica em Minas Gerais, por meio de financiamento e ações de estímulo, buscando promover a transformação de ideias e invenções em produtos que possam ser absorvidos pelas cadeias produtivas. O programa volta-se ainda à criação de novas empresas, desenvolvimento de empregos e economia de divisas. Histórico - O projeto Inventiva é uma iniciativa que beneficia inventores independentes e microempresas, resultado de um convênio de cooperação firmado entre as quatro instituições que o fomentam. Desde o seu lançamento, em 2007, já investiu um montante de R$ 900 mil, tendo recebido 85 propostas e apoiado 32 delas. A previsão é que o programa apoie 15 novos


projetos até o fim de 2014, com uma média de R$ 40 mil por projeto. O Inventiva tem atuação central no apoio ao empreendedor na construção do protótipo. Os recursos não reembolsáveis permitem que o inventor contrate uma consultoria especializada, desenvolva um design competitivo e finalize pesquisas para a modelagem do protótipo, dentre outras ações baseadas no pedido de depósito de patente. A Fapemig e o BDMG são parceiros nas linhas de financiamento Pró-Inovação (para projetos de desenvolvimento ou implantação de inovação de produtos e serviços) e Proptec (para empresas selecionadas ou já instaladas em parques tecnológicos). Recentemente, as instituições firmaram convênio de cooperação técnica e financeira para a criação do programa "Minas Estruturador", destinado a empresas com projetos estruturadores contemplando novas tecnologias ou tecnologias avançadas.

G1/GRANDE MINAS (09/04) Solo de Montes Claros é propenso para tremores, dizem estudiosos Espeleólogo afirma que região tem cerca de 400 a 600 metros de calcário. Cidade possui ainda 2 falhas geológicas que podem causar os tremores.

Os moradores de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, ainda se recuperam do susto causado pelos tremores de terra ocorridos nesse domingo (6). Durante todo o dia foram registrados cinco abalos sísmicos; o mais forte deles, segundo o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília, ocorreu às 10h40 com magnitude de 3,9. Segundo estudiosos, o solo de Montes Claros é propenso para acomodações. A cidade possui dois focos sísmicos que estão localizados na região noroeste da cidade, mais precisamente na Vila Atlântida, e na região sudeste, próximo ao local onde são feitas detonações por pedreiras. “Os abalos desse domingo podem estar relacionados a essas falhas, mas devido à distância entre as estações sismográficas com os locais onde ocorreram os tremores, não podemos afirmar com exatidão”, afirma o coordenador do Observatório Sismológico da UnB, professor Lucas Vieira. Já para o espeleólogo Eduardo Gomes, os tremores sentidos em Montes Claros têm relação direta com o tipo de terreno encontrado na superfície desta região. “Os bairros em que os abalos são percebidos com maior intensidade são cercados por serras. Nestes locais encontramos a profundidade de 400 a 600 metros de calcário”, explica.


Eduardo Gomes lembra que a acomodação do tipo de solo da região é uma atividade normal nesta área. Em um prédio fica na rua Monte Pascoal, no bairro Ibituruna, o reboco da sacada do quarto andar cedeu. O espeleólogo explica ainda que as falhas geológicas no subsolo montes-clarense são apenas uma das possíveis causas dos tremores na cidade, mas ainda não há estudos que expliquem com exatidão os motivos da recorrência dos abalos na cidade. “Avaliações indicam que os tremores ocorrem a cerca de 1 km de profundidade, mas ainda não sabemos se é acomodação das rochas ou do solo calcário”, afirma. "O estudo dedicado a estes abalos é de extrema necessidade. Precisamos entender por que somente Montes Claros registra os abalos, sendo que todo o Norte de Minas é encontrado o mesmo tipo de solo. Se houve interferência humana é preciso que tomemos providências", questiona Gomes.

O TEMPO (09/04) Professor diz que questão sobre Valesca era irônica e crítica

Uma prova de Filosofia gerou polêmica nas redes sociais esta semana ao citar a cantora Valesca Popozuda como "grande pensadora contemporânea" e seu fazer referência ao hit "Beijinho no Ombro". A questão, aplicada a alunos do Centro de Ensino Médio 3 de Taguatinga, no Distrito Federal, foi reproduzida e duramente criticada em páginas da internet.


VEJA TAMBÉM video Valesca Popozuda é citada como grande pensadora contemporânea em prova video MPF fará diagnóstico para identificar problemas das escolas públicas Mais A questão perguntava: "Segundo a grande pensadora contemporânea Valesca Popozuda, se bater de frente é: A - tiro, porrada e bomba; B - é só beijinho no ombro; C - recalque; D - é vida longa". Ela foi elaborada pelo professor Antônio Kubitschek, que leciona Filosofia na escola há 19 anos. Segundo o educador, a questão foi elaborada de forma irônica para chamar atenção dos alunos e da própria imprensa para a construção de valores na sociedade atual. O tema, inclusive, já havia sido discutido em aula outras vezes. "A prova foi uma provocação. Recebemos várias críticas e muitas pessoas nem sabem o conteúdo da prova. Colocaram (a Valesca) como um ser que não é pensante, só porque é mulher e funkeira. Se fosse o Mano Brown ou o Gabriel, o Pensador, não teria dado esta polêmica", reclama. O professor conta que a questão passou pela coordenação do centro educacional e foi aprovada antes de ser impressa. Os alunos também não contestaram o método de avaliação. "Eles riram entenderam a provocação e fizeram a prova normalmente", explica Kubitschek, que ainda não corrigiu o exame, mas acredita que 80% acertaram a resposta. A repercussão foi tanta que o professor não conseguiu dar aula na manhã desta terçafeira, 8, por causa do assédio de jornalistas e pessoas que viram a postagem. A própria Valesca Popozuda chegou a comentar sobre o assunto nas redes sociais. Pelo Facebook, ela disse que se sentiu honrada pela homenagem e reclamou das críticas, as quais ela culpa o preconceito à música funk. "Ela entrou bem na discussão e entendeu a polêmica que quisemos gerar. Foi positivo por levantar uma discussão dos valores na sociedade", disse o professor.

O TEMPO (09/04) Montes Claros tem seis tremores de terra em dois dias Mais recente foi registrado às 23h55 desta segunda-feira; moradores ficaram assustados e Corpo de Bombeiros recebeu mais de cem ligações


Por volta das 23h55 desta última segunda-feira, os moradores de Montes Claros sentiram mais um tremor de terra. Foi o sexto abalo sísmico em apenas dois dias, já que, no domingo, a cidade registrou cinco tremores em um período de apenas sete horas. Em menos de sete horas, Montes Claros registra cinco tremores de terra video Cidade teme que imóveis não resistam a tremores video Montes Claros vai comprar novos equipamentos para identificar tremores Mais O Corpo de Bombeiros da cidade recebeu mais de cem ligações de moradores, assustados com mais este abalo. Foram feitas vistorias em 13 edifícios, juntamente com a Defesa Civil do Município. Segundo o Observatório Sismológico de Brasília, este ablo de segunda-feira teve escala de magnitude de 3.0 na Escala Richter. No domingo, os abalos chegaram a 4.2. Houve queda de luz, rachaduras em imóveis e uma adolescente ficou levemente ferida após ser atingida pelo reboco que caiu do teto de sua casa, que teve que ser interditada. Providências Na manhã de segunda-feira, a Prefeitura de Montes Claros havia anunciado uma série de medidas para enfrentar os tremores, como a compra de dois sismógrafos, licitação de dois veículos para a Defesa Civil e pedido de ajuda ao governo federal. Cuidados Veja as orientações do Corpo de Bombeiros para se proteger dos tremores de terra: Fora de casa: - Não se aproxime de edifícios, rede elétrica, muros, árvores e marquises. Dentro de casa: - Afaste-se de armários ou de objetos que possam cair; - Afaste-se de janelas; - Desligue o gás; - Procure ficar próximo as vigas e colunas da edificação. A porta também é um bom local. Gerais: - Mantenha a calma, o pânico pode ser mais prejudicial que o próprio tremor; - Ligue no ramal 193 apenas em casos de real emergência.


CNI (09/04) Consumidores do Sul são os que mais confiam nas pessoas. Os do Nordeste, os que menos confiam, indica CNI Moradores das duas regiões estão em lados opostos quando se analisa a confiança que têm na maioria das outras pessoas, segundo pesquisa da CNI com o Ibope que ouviu 2.002 em 143 cidades esquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com o Ibope para conhecer melhor o consumidor traça os dois extremos da confiança do brasileiro nas outras pessoas. De um lado estão os moradores da região Sul, os mais confiantes. Do outro, os da região Nordeste. Na média do país, o brasileiro é bem desconfiado: 62% dos brasileiros dizem ter pouca ou nenhuma confiança nas pessoas. É o que mostra a Retratos da Sociedade Brasileira: Confiança Interpessoal. "É importante para a CNI conhecer o consumidor. Quando ele está desconfiado, isso afeta sua decisão de consumo ou de investimento", afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. OS MAIS CONFIANTES - Os moradores da região Sul são os que mais confiam em seus pares. Dos moradores dos três estados, 45% dizem ter alguma ou muita confiança na maioria das pessoas. É o maior percentual entre as cinco regiões (varia de 32% a 42% nas outras quatro) e acima da média nacional (37%). A população do Sul é a mais confiante quando se analisa todas as relações, com a família (97% confiam), com os amigos (80%), com os vizinhos (64%) e com os colegas de trabalho/escola (59%). A CNI ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios de todo o país.

Nível de confiança da população:

Região Sul

Média Nacional

Têm alguma ou muita confiança

Têm nenhuma ou quase nenhuma confiança

Têm alguma ou muita confiança

Têm nenhuma ou quase nenhuma confiança

Na maioria das pessoas

45%

53%

37%

62%

Família

97%%

3%

93%

6%

Amigos

80%

19%

66%

33%

Vizinhos

64%

36%

48%

53%


Nos colegas de trabalho/escola

59%

33%

44%

47%

OS MAIS DESCONFIADOS - Os moradores dos estados do Nordeste são os mais desconfiados: dois terços da população (66%) dizem não confiar na maioria das pessoas. Nas outras quatro regiões, o índice varia de 52% a 65%. Quando se analisa a confiança dos nordestinos nos amigos, nos vizinhos e nos colegas de trabalho, a população da região continua sendo a menos confiante (veja quadro). Somente em relação à confiança na própria família é que deixam de ocupar o último lugar - dos moradores do Sudeste, 7% dizem não confiar na família, enquanto entre os do Nordeste o percentual é de 6%, igual à da média nacional.

Nível de confiança da população:

Região Nordeste

Média Nacional

Têm alguma ou muita confiança

Têm nenhuma ou quase nenhuma confiança

Têm alguma ou muita confiança

Têm nenhuma ou quase nenhuma confiança

Na maioria das pessoas

32%

66%

37%

62%

Família

93%

6%

93%

6%

Amigos

53%

46%

66%

33%

Vizinhos

41%

60%

48%

53%

Nos colegas de trabalho/escola

36%

54%

44%

47%


G1(09/04) Nasa posta a primeira foto do Instagram tirada direto do espaço Imagem mostra engenheiro Steven Swanson com a Terra ao fundo. Conta da ISS na rede social foi aberta em janeiro

Foto postada na conta da ISS no Instagram mostra astronauta com a Terra ao fundo (Foto: Reprodução/Instagram/ISS)

O astronauta norte-americano Steven R. Swanson aparece de camiseta e sorrindo a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) na primeira foto postada no Instagram diretamente do espaço. A foto foi postada na segunda-feira (7) na conta da ISS, administrada pela agência espacial americana (Nasa) na rede social de compartilhamento de imagens. "De volta à ISS, a vida é boa", escreveu Swanson, que é engenheiro de voo. Na imagem, o planeta Terra aparece ao fundo. A conta da ISS no Instagram foi aberta no dia 8 de janeiro. Nesta terça-feira (8), Swanson postou outra foto, na qual aparecem luzes sobre a Terra. Swansou viajou para a ISS no dia 25 em companhia de dois cosmonautas russos, Alexander Skvortsov e Oleg Artemyev, a bordo da nave russa Soyuz.


FOLHA DE S.PAULO (09/04) Estudantes de medicina terão exame bienal obrigatório em 2016 UBLICIDADE Estudantes de medicina terão de fazer, a partir de 2016, exames bienais para comprovar o conhecimento adquirido no curso. O resultado será classificatório para o ingresso na residência. A regulamentação de regras para a graduação de medicina foi aprovada ontem pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), seguindo mudanças previstas na lei que criou o Mais Médicos. A avaliação dos alunos será obrigatória e aplicada pelo Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Estudantes que já estão matriculados em cursos de medicina não serão atingidos pelas novas regras da graduação, mas poderão optar por seguir o modelo futuro. "Ela [prova] passa a ser um componente curricular, como o internato", afirmou Gilberto Garcia, presidente da comissão responsável por analisar o tema. Para entrar em vigor, a resolução precisa ainda ser confirmada pelo ministro Henrique Paim (Educação), o que deve ocorrer em breve, segundo a Folha apurou. DISCUSSÃO Jadete Lampert, presidente da Abem (Associação Brasileira de Educação Médica), é favorável aos exames sazonais, mas afirma que é necessário discutir o formato a ser adotado para a prova. Para ela, a avaliação deveria considerar, além dos conhecimentos dos estudantes, questões práticas que surgem no dia a dia do profissional. "O que temos [como padrão] é uma prova escrita, que avalia mais conhecimentos. As habilidades do médico também são fazer um exame clínico simples, uma anamnese [entrevista com o paciente]", afirma. Sancionada em outubro do ano passado, a lei que criou o programa Mais Médicos definiu um prazo de seis meses para a manifestação do CNE. A proposta original do governo previa a ampliação do curso de medicina de seis anos para oito. Mas, diante das críticas, a ideia foi abandonada. REDE PÚBLICA O conselho definiu ainda que 30% da carga horária do internato médico será dedicada à atenção básica, em unidades públicas de saúde. Hoje, não está definido um percentual mínimo. "[A graduação de medicina] fica mais cidadã. Ela se insere definitivamente num projeto de Estado, numa relação com o SUS. Isso era timidamente tratado na diretriz anterior", avalia Garcia.


Para Lampert, essa decisão terá impacto também sobre a infraestrutura dos postos de atenção básica do país, ainda carentes de equipamentos, segundo ela. "Uma coisa traz outra: não podemos obrigar o aluno a ir a um centro [de atenção básica] que não existe."


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Clipping 09.04.2014