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Quarta-Feira

ANO XXII - N0 3555 R$ 1,00

DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI

14 DE MARÇO DE 2018

www.tribunadovale.com.br

S.A.PLATINA

Nonô é condenado a 21 anos de prisão

Rodrigo Martins, o Nonô

Por maioria dos votos, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Santo Antônio da Platina condenou na tarde desta terça-feira (13) o réu Rodrigo Martins, o Nonô, a pena de 21anos, 10 meses e 15 dias de prisão pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe. Apontado pelo Ministério Público Estadual (MP-PR) como um dos chefes do tráfico de drogas na cidade, Martins foi acusado de mandar assassinar Fabiano Gonçalves, na madrugada do dia 6 de fevereiro, na Vila Ribeiro, por ele aliar-se a um grupo rival no comércio de entorpecentes. A defesa criticou as investigações da Polícia Civil e do Ministério Público, desqualificou o trabalho da imprensa, mas não convenceu jurados sobre a inocência do réu.

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PINHALÃO

Prefeito abre sindicância para apurar desvio de combustível

Folha Extra

Prefeito de Pinhalão, Sérgio Inácio Rodrigues

O prefeito de Pinhalão, Sérgio Inácio Rodrigues publicou no órgão oficial do município, na última segunda-feira (12), a portaria Nº 38/2018, determinando a instauração de uma sindicância para apurar denúncia de desvio de combustível no pátio da Prefeitura através de documentação que, segundo ele, foi recebida pelo Departamento de Recursos do Município. O ato do prefeito surpreendeu setores da comunidade tendo em vista que ele mesmo havia registrado boletim de ocorrência na delegacia de Tomazina, sede da comarca, solicitando abertura de inquérito policial para apurar, em tese, crime de calúnia.

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CORNÉLIO PROCÓPIO

Contratos firmados durante sete anos pelo campus da UTF tinham irregularidades”, diz PF

JACAREZINHO

1º caso de feminicídio levado a júri popular resulta em condenação de réu por mais de 14 anos de prisão

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A Polícia Federal (PF) descobriu que todos os contratos oriundos de licitações firmados entre o campus de Cornélio Procópio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no norte do Paraná, e empresas que prestaram serviços de manutenção, entre 2008 e 2015, foram fraudados. As investigações fazem parte da Operação 14 Bis, deflagrada na manhã desta terça-feira (13). A UTFPR informou que logo que recebeu as denúncias de irregularidades no campus, no segundo semestre de 2015, deu início às apurações por meio de auditoria e afastou os servidores.

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