VGBL leva a menor arrecadação do setor segurador em 2025
Além do impacto no IOF, os cortes na subvenção ao Rural apontam queda no crescimento. Página 14.
CNSP nº484/2025:
Seguro de Vida Universal tem novo normativo publicado
Ele dispõe sobre as regras para estruturação, comercialização e operacionalização. Página 14.
5 anos de Sandbox:
Susep inicia ciclo de diálogo sobre aprimoramento
Iniciativa marca uma nova etapa do programa, com escuta à sociedade e às empresas. Página 16.
Gustavo tem o dom de reunir pessoas. Desde seu portal, fundado em 2000, ele já praticava essa habilidade, o que lhe rendeu o maior patrimônio digital da comunidade de seguros. Foram 25 anos de trabalho duro a serem comemorados em 2026, no Transamérica, em São Paulo. O Pro Magno ficou pequeno para os mais de 8 mil techs esperados. A entrevista, na página 04.
JORNAL NACIONAL DE SEGUROS
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Carlos Valle Presidente do Sincor-PE
Diversificar ou especializar? O caminho para o sucesso no mercado de seguros
Quando criança, eu frequentemente me queixava de dores no corpo, e meu pai sempre dizia: “Vai passar, é a dor do crescimento.” De fato, as dores físicas passaram, mas outras surgiram, especialmente aquelas ligadas às incertezas profissionais.
No início da minha trajetória no mercado de seguros, eu abraçava toda e qualquer oportunidade de negócio. Se fosse necessário segurar desde um submarino até um foguete, eu estava disposto a tentar. Entretanto, apesar do esforço, muitas vezes o fechamento do contrato escapava por entre os dedos.
Com o passar dos anos — e aprendendo com as experiências — percebi que, na verdade, o grande desafio estava na falta de conhecimento específico sobre os produtos e as necessidades reais dos clientes. A dúvida entre diversificar ou especializar me acompanhou por um bom tempo, até que compreendi que não existe uma resposta única, mas sim uma escolha alinhada ao perfil de cada profissional.
Da mesma forma que na medicina encontramos especialistas extremamente bem-sucedidos e outros médicos que administram hospitais atuando em diversas áreas, no mercado de
seguros há corretores que se destacam em nichos específicos e corretoras que expandem sua atuação por meio de equipes especializadas.
Hoje, observo que muitas corretoras vêm adotando um modelo híbrido, diversificando sua carteira por meio da contratação de colaboradores exclusivos para determinadas áreas ou mesmo através da parceria com corretores especialistas.
A grande lição é que o sucesso não está em escolher entre diversificar ou especializar, mas em entender nosso próprio perfil e explorar ao máximo nossas aptidões — seja como empresários com uma visão ampla de mercado, seja como especialistas que dominam um segmento específico.
O mais importante é a busca contínua por conhecimento e excelência. No final das contas, o crescimento sempre traz desafios, mas, como dizia meu pai, "vai passar" — e nos tornará mais fortes e preparados para o futuro.
JNS
EQUIPE
O CORRETOR
Nelson Fontana nelson@fontana.com.br
Para onde nosso mercado está caminhando?
NCO M A P A L A VRA
Jornal Nacional de Seguros
JNS MEGGA Com e Editora Ltda
Nelito Carvalho (in memoriam), Editor responsável: Manoel Carvalho Neto (Mtb 66.995/SP), Editor executivo: Sérgio Carvalho, Equipe: Flávio Carvalho (diretor de arte), Julia Moscareli de Carvalho (redes sociais) e Cassio Manga (Caricaturas)
COLABORADORES
Aparecido Rocha, Carlos Barros de Moura, César Barreto Padilla, David Nigri, Décio Milnitzky, Dorival Alves de Souza (Sincor-DF), Fernando Coelho dos Santos, Nelson Fontana, Aparecido Rocha (Insurance Reviewer), Ricardo Padilla, Roberto Silva Barbosa, Thiago Fecher e Walter Polido.
ENDEREÇO
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ão precisa ser vidente para perceber que o Mercado de Seguros está caminhando para o crescimento pela desconcentração. Historicamente os Mercado de Seguros brasileiro estava concentrado em 5 a 7 seguradoras responsáveis por 85 a 90% dos prêmios recebidos e quase 98% do lucro do setor. Quem opera no ramo há mais de 30 anos acompanhou a migração dos grupos seguradores brasileiros, onde se concentravam as maiores fatias de mercado no século passado, para os grandes bancos e grupos internacionais. O Mercado de seguros tradicional está hoje concentrado em uma dezena de grupos ligados a grupos bancários ou seguradores internacionais. Nos Mercados americano e de países europeus as líderes detêm fatias pequenas operando em concorrência com centenas de outras seguradoras. As formas de operar também são mais variadas, com mútuas, sociedades anônimas, clubes de P&I.
Quem observa o que está ocorrendo com o setor bancário brasileiro, percebe o que se passa também no mercado de seguros. Tecnologia e mutualismo. Os cinco principais bancos brasileiros concentravam praticamente todo mercado bancário, mas passaram a concorrer com cooperativas de crédito e bancos digitais que hoje detêm fatias importantes que os pequenos bancos nunca conseguiram ter.
As seguradoras digitais são um fenômeno ainda em desenvolvimento enfrentando algumas dificuldades decorrentes da falta de cultura dos brasileiros, acostumados com o tratamento pessoal dos corretores de seguros e pela complexidade da contratação on line de seguros simples como o de automóvel. Como a simplificação de processos de aceitação como bônus, perfil e vistorias implicam diretamente no aumento da sinistrali-dade, as seguradoras digitais não estão tendo o mesmo sucesso dos bancos digitais.
O outro caminho para a desconcentração de Mercado é o cooperativismo e mutualismo. Este é o caminho onde estão os melhores resultados. O setor de planos de saúde atualmente tem participação significativa de operações mutualistas e cooperativistas. A UNIMED tem origem cooperativista. Os Planos coletivos de adesão individual podem estar se valendo de operadoras de saúde, mas são fundamentalmente baseados em mutualismo simples, visto que são apólices anuais mutualistas, onde o grupo se cotiza para o pagamento dos tratamentos de saúde dos membros que necessitam e o resultado, o chamado coeficiente sinistro-prêmio, é repassado para o grupo a cada aniversário.
Inúmeros grupos operam em autogestão, que é uma operação puramente mutualista, administrado por especialistas que credenciam as redes de serviços e gerenciam as operações em conjunto com estipulantes que são, normalmente, associações de classe ou empregadores.
O modelo cooperativa mutualista está sendo adotado pela
Jornal Nacional de Seguros Ed. 362 OUT 2025
Carlos Valle
Nelson Fontana
O CORRETOR
SUSEP para orientar o futuro do mercado de seguros. A regulamentação das sociedades cooperativas de seguros, os grupos de proteção patrimonial mutualistas, Associações de Proteção veicular estão se mostrando eficientes e muito bem recebidos pela população, com um crescimento extraordinário. 2.216 cooperativas se cadastraram na SUSEP na fase I do projeto de regulamentação das operações das APV.
Alguns aspectos são preocupantes neste processo de expansão do mercado de “proteção pessoal e patrimonial” para o cooperativismo e mutualismo:
As falsas cooperativas – É sabido que muitas cooperativas são falsas empresas controladas por seus fundadores que se revezam na diretoria e ficam com as sobras como se fossem lucros pessoais usando artifícios como remuneração de cargos e benefícios pessoais.
Estão se formando grupos cooperativistas em que o único elo entre os cooperados é a proteção patrimonial. Vimos com a experiência dos Clubes de Seguros que as apólices grupais de vida funcionam bem quando o grupo tem vínculos anteriores ao seguro com o estipulante. Apólices de vida em grupo (que são um modelo operado pelas seguradoras, mas são basicamente mutualistas porque são contratos anuais em que o equilíbrio financeiro é bancado pelo próprio grupo, sem formação de reservas de longo prazo) funcionam bem quando o estipulante tem autoridade, respeito e vínculo com os segurados, anterior à contratação do seguro, como associações de classe ou empregadores. Modelos como o CLUBE DOS EXECUTIVOS, abertos ao público em geral, criam uma falsa impressão de seguros individuais. Este modelo está em extinção. Da mesma forma, o artigo 15 da RN 557/22 da ANS exige que os estipulantes de “planos coletivos de saúde de adesão individual” sejam os empregadores dos segurados ou associações de classe profissionais. Esta experiencia está sendo desprezada por muitas APV, abertas ao público em geral. O proprietário de um veículo adere à cooperativa como um cooperado, mas não conhece nem tem vinculo com o grupo anterior à adesão. Sua participação singela como cooperado, tendo um ou poucos veículos protegidos, certamente não o fará participar das assembleias e diretoria da Cooperativa, facilitando o controle pelos fundadores que passam a dispor dos resultados em seu favor, como se fossem donos. Devemos esperar problemas nestas APVs e falsas cooperativas.
Intermediação – os corretores nutrem esperanças de participar do desenvolvimento do mercado segurador cooperativista para intermediar a contratação de proteção mutualista. Nos grupos existentes previamente à formação de cooperativas de seguros, associações, federações e cooperativas agrícolas ou outras, esta intermediação não é muito bem vista, visto que as entidades já têm relacionamento com o grupo, possuem o cadastro dos participantes, a maioria já possui veículos de comunicação, de forma que, de maneira geral, acham que dispensam a atuação de intermediários, principalmente para a manutenção dos contratos após a adesão. Os “segurados” passam a ser cooperados e vistos como “gente da casa”. Os corretores podem observar as outras formas cooperativistas existentes no mercado de seguros como os planos saúde por auto gestão e os Fundos Fechados de Previdência Privada e observar que eles podem, no máximo remunerar um intermediário para trazer um novo cooperado, mas passam a cuidar internamente do relacionamento com os cooperados após a adesão, de forma que os corretores de seguros devem perder as “carteiras de clientes” ao levarem seus segurados para as entidades mutualistas.
Podemos esperar bastante competitividade das operadoras mutualistas visto que estamos passando a concorrer com entidades sem fins lucrativos, que operam regionalmente, dispensam intermediários, podem pedir contribuições extras se os preços cobrados forem insuficientes e distribuem sobras.
O ADVOGADO
David Nigri www.danigri.com.br
Regulamentação das Cooperativas de Seguros e Proteção Patrimonial
CContexto Histórico: A posição da Susep. Até poucos anos atrás, a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) entendia que a atividade de proteção veicular era ilegal. Essa visão se fundamentava no receio de que, em caso de sinistro, os clientes não recebessem a devida indenização. A insegurança quanto à capacidade de ressarcimento e a falta de garantias estruturais para a atividade eram fatores determinantes para a restrição dessa prática.
Inovações da Lei Complementar 213
A nova legislação transforma esse cenário ao regulamentar formalmente as cooperativas de seguros e proteção patrimonial. Entre as principais inovações, destaca-se a exigência de que as cooperativas mantenham reservas financeiras através da administração por uma empresa separada da associação. Essa medida tem como objetivo:
Assegurar a Solvência: Ao separar a gestão das reservas da administração da própria associação, cria-se uma barreira que protege o patrimônio dos clientes, garantindo que os recursos necessários para a indenização estejam sempre disponíveis.
Fortalecer a Confiança do Consumidor: Com a exigência de reservas devidamente administradas, os usuários passam a contar com uma rede de segurança, aumentando a credibilidade do sistema de proteção veicular.
Adequações e Prazos para Conformidade
A lei impõe um prazo de 180 dias para que todas as entidades que atuam na proteção de veículos e outros bens se adequem às novas regras. Durante esse período, será necessário:
Adaptar o Contrato Social: As cooperativas deverão revisar e ajustar seus contratos sociais para refletir as mudanças impostas pela lei, garantindo que todas as obrigações e responsabilidades estejam claramente definidas.
Registro no Cadastro da SUSEP: As entidades precisarão se registrar formalmente
junto à SUSEP, promovendo uma maior transparência e facilitando a fiscalização e o controle por parte do órgão regulador.
Adequação da Legislação Interna: Além das adaptações contratuais, as associações devem revisar e atualizar suas normativas internas, cri-ando regras que garantam a solvência e o funcionamento adequado da cooperativa, de forma a proteger os interesses dos associados e dos clientes.
Impactos e Perspectivas para o Setor A regulamentação trazida pela Lei Complementar 213 representa um avanço importante para o setor de proteção veicular e outras modalidades de proteção patrimonial. Com a obrigatoriedade de manter reservas financeiras sob administração separada, as cooperativas ganham em solidez e transparência, aspectos fundamentais para o fortalecimento da confiança dos consumidores.
Além disso, o prazo de 180 dias para adaptação coloca as entidades em um período de intensas mudanças e reestruturação. Embora desafiador, esse processo é essencial para que o setor possa se modernizar e oferecer um serviço mais seguro e eficiente. Ao criar mecanismos que assegurem o pagamento das indenizações, a nova lei não apenas protege os clientes, mas também contribui para a sustentabilidade e crescimento das associações.
Conclusão
A LC 213 inaugura uma nova fase na regulação das cooperativas de seguros e proteção patrimonial, corrigindo lacunas históricas e introduzindo medidas que promovem a segurança financeira e a transparência. Com a adaptação obrigatória dos contratos sociais, o registro junto à Susep e a implementação de regras para garantir a solvência, o setor se prepara para enfrentar os desafios do mercado.
Jornal Nacional de Seguros
David Nigri
CQCS INOVAÇAO
JNS entrevistou Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS Por Sérgio
Carvalho.
Num bate papo muito descontraído, Gustavo contou sobre suas impressões a respeito de como a Inteligência Artificial está sendo utilizada nos vários processos da indústria de seguros: whtasapp (atendimento), precificação, sinistros e underwritting, para citar alguns. O executivo também avalia esse fenômeno de transformação das empresas, que passam de 40 funcionários para mais de 4 mil “worldwide”, e muita gente ainda não tinha ouvido falar da marca. Dória anunciou que o CQCS Inovação do ano que vem será no Transamérica Expo Center, em São Paulo, para poder receber mais de 5 mil congressistas. Em 2026, a empresa comemora 25 anos de fundação, e quer fazer isso de casa cheia. Pra finalizar, ele contou como é a convivência com a família, que participa com ele de todos os eventos, sejam no Brasil ou no exterior, e falou ainda da transformação de vida que está atravessando aos 62 anos. Depois de contratar mais um diretor e anunciar um novo sócio (o JNS ainda não descobriu o nome), quer levar uma vida mais tranquila, de “evangelizador”, e dar espaço aos jovens para que o CQCS atravesse mais 25 anos com tranquilidade. Veja a entrevista na íntegra a seguir
- A IA está sendo utilizada em vários processos do mercado de seguros: whatsapp no atendimento, precificação, sinistros e underwritting, para citar alguns. Você acredita que as empresas tem seus bancos de dados organizados para obter o melhor da IA? Onde isso pode chegar?
GD: A organização dos bancos de dados é o grande desafio de toda e qualquer empresa, de todo e qualquer segmento, para poder obter o melhor da IA. Eu acho que a gente vai passar agora por uma fase de transformação, onde empresas vão se especializar em organizar bancos de dados, para que os robôs possam utilizar esses dados de forma adequada. Onde isso vai chegar? Sem limites. Não faço a menor ideia de como vai ser o amanhã da sociedade mundial.
- Outro dia eu vi vc citar uma empresa numa coletiva do CQCS que hj tem 4 mil funcionários (worldwide), e vc nunca havia ouvido falar (GFT). Que fenômeno é este?
GD: Uma das coisas mais incríveis que a gente tem descoberto com a transformação do CQCS inovação, um evento cada vez mais Tec, é o tamanho das empresas de tecnologia. Eu estive na semana passada numa empresa chamada Capco, que há 6 anos atrás tinha 70 funcionários, hoje tem 2.100. Temos um patrocinador GFT que tem mais de 4 mil colaboradores
e são marcas que não passaram pelo nosso andar. E o que é mais interessante, todas elas olhando para o segmento de seguros, com a olhada que pode ajudar muito e transformar essa nossa operação de proteger melhor a sociedade.
- Me fale mais do CQCS Inovacão: ano que vem será no Transamérica, em SP? Qe novidades teremos neste?
A mudança para o Transamérica é uma evolução natural da nossa jornada. O ProMag não tem um limite de 3 mil pessoas e a gente acredita que a gente tem grandes possibilidades de crescer e virar como se fosse o Fábio Abanteck, chegar a 10, 20 mil participantes. Não só de seguros, seguros, tecnologia, soluções, consultorias. Então a única maneira que a gente, a principal maneira que a gente tem de fazer essa ampliação é indo para o Transamérica.
- Eu admiro muito ver sua família unida, trabalhado nos seus eventos. E também assisto uma transformação da nova composição da diretoria do CQCS com a chegada do Kleber. Vc está pendurando as chuteiras, Gustavo?
Eu diria que eu estou fazendo tipo Michael Jackson, nessa moonwalk. Parece que eu estou indo, mas eu estou saindo. Mas eu não estou saindo da operação co-
mo um todo. Estou saindo de um trabalho mais vigoroso, e entrando cada vez mais num trabalho mais inspiracional, guardião da cultura, esse evangelizador. Eu vou trabalhar até morrer, mas espero que a nova geração, Pedro London, Kleber, meu novo sócio, e quem sabe um dia meus filhos venham fazer do CQCS uma empresa que possa durar mais de 25 anos.
- Fale mais dos 25 anos do CQCS. Uma coisa que ninguém está pres-tando atenção é que no ano que vem o CQCS faz 25 anos. São 25 anos fazendo a transformação da chegada da internet no ecossistema de seguros. Agora estamos nos preparando para fazer a transformação do crescimento exponencial gerado pela simbiose, da inteligência artificial, da biotecnologia e das máquinas todas conectadas. Com essa nova geração o que chega? Com esse evento que está ficando cada vez mais tech, o CQCS tem com certeza fôlego para viver muito mais do que mais 25 anos. Então te espero no Transamérica para celebrar os 25 anos do CQSS e ajudar a construir os próximos 25 anos da indústria do mercado, os próximos 25 do mercado brasileiro de seguros.
- Que momento vc vive hoje?
O momento que eu vivo hoje é do sentimento pleno de bênção de poder ter vivi-
do duas transformações exponenciais da sociedade. Eu tive o privilégio de assistir e empreender na chegada da internet. Começamos o CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros, fundada em 2000), a primeira comunidade online de profissionais seguros e a primeira rede social que se tem notícia três anos antes do Vale do Silêncio. Assistimos todo o assentamento da chegada da internet, no momento que o corretor ia acabar, o mal ia vencer o bem e nós acreditamos que com o trabalho a gente ia construir o futuro. Agora chega a inteligência artificial, e teve de novo um momento de crescimento exponencial. Essa tríade que eu sigo assistindo, que é a inteligência artificial, máquinas conectadas e biotecnologia criando um momento de crescimento estrondoso do desenvolvimento da raça humana, poder, aos 62 anos de idade passar por esses dois momentos, é uma dádiva. Imagine que antes da internet o último momento de transformação tinha sido a revolução industrial, ainda no século anterior, século XX. Eu me sinto realmente um homem grato por tudo que a vida me proporciona, a caminhada do que construiu amanhã, especialmente por trabalhar no seguro, e o resultado do meu trabalho é uma sociedade melhor, mais protegida, melhor protegida e mais resiliente. Gratidão.
Jornal Nacional de Seguros Ed. 362 OUT 2025
CQCS INOVAÇAO JNS 06
Em 2024, CQCS Inovação se tornou o maior evento de tecnologia e seguros da América Latina
Encontro reuniu mais de 2 mil profissionais do setor e discutiu o futuro dos seguros na era da inteligência artificial, da inclusão e da sustentabilidade. Nos dias 11 e 12 de novembro de 2024, o CQCS Insurtech & Inovação transformou o Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo, no epicentro latino-americano da inovação em seguros. Promovido pelo CQCS –Centro de Qualificação do Corretor de Seguros, o evento consolidou-se como o maior encontro de inovação em seguros da América Latina, reunindo mais de 2 mil profissionais, incluindo corretores, executivos de seguradoras, líderes de insurtechs, investidores e representantes de entidades do setor.
Sob o tema “O Novo Mercado de Seguros”, o congresso propôs uma reflexão sobre o impacto da transformação digital, da inteligência artificial e da diversidade na construção de uma nova indústria seguradora: mais inclusiva, tecnológica e próxima do consumidor.
O seguro em transformação
O setor de seguros atravessa um momento de profunda mudança. A digitalização, os dados em tempo real e o avanço das insurtechs estão redesenhando o papel dos corretores e das seguradoras.
Nesse contexto, o CQCS Insurtech & Inovação 2025 funcionou como um laboratório de ideias e plataforma de conexões, apresentando tendências que já moldam o presente do mercado.
Segundo Gustavo Doria Filho, fun-
dador do CQCS e idealizador do evento, “a inovação é uma necessidade, não uma escolha. O que vemos aqui é um mercado disposto a se reinventar, a se abrir para novas formas de pensar e de operar, colocando o cliente no centro da estratégia”.
Painéis e debates de alto nível
Com mais de 180 palestrantes e 90 marcas patrocinadoras, o evento foi dividido em seis arenas simultâneas, com plenárias e painéis dedicados a temas como open insurance, democratização do seguro, hiperpersonalização de produtos, transformação digital e ESG.
Entre os destaques, estiveram o painel “Pagamentos e Dados Transformando o Seguro”, que mostrou como fintechs e plataformas estão integrando serviços financeiros e seguros; e “Democratizando o Seguro por meio da Inovação”, que discutiu novos modelos de distribuição e produtos voltados às classes emergentes.
Na plenária principal, executivos globais como Robert Pick, Adrian Davis e Jing Liao compartilharam experiências sobre o uso de inteligência artificial, machine learning e design de dados para prever riscos e personalizar experiências. “O futuro do seguro está na convergência entre tecnologia e propósito”, afirmou Pick.
Diversidade e protagonismo feminino em pauta
Um dos pilares do evento foi a ampliação da representatividade no setor. Nes-
ta edição, o CQCS ampliou o programa “Protagonismo Feminino 2.0”, garantindo 37 lideranças femininas entre os palestrantes, e reforçou a iniciativa “Presença Negra”, que busca dar visibilidade a profissionais negros e fomentar equidade nas empresas de seguros.
Para Gustavo Doria, “a inovação não acontece apenas na tecnologia, mas também na cultura e nas pessoas. O setor precisa refletir a sociedade que protege”.
ExpoInsurtech e networking intenso
Paralelamente às palestras, a ExpoInsurtech 2024 apresentou mais de 70 expositores, entre seguradoras, startups, consultorias e provedores de tecnologia.
O espaço foi um ambiente fértil para negócios, com lançamentos de soluções digitais, robôs de atendimento, plataformas de dados e ferramentas de precificação baseadas em IA.
O DemoStage, arena dedicada a startups, deu palco a novas insurtechs que buscam espaço no mercado brasileiro, conectando empreendedores a investidores e grandes companhias. “O CQCS é o ponto de encontro de quem quer fazer diferente”, comentou Renata Cavalcanti, CEO da startup SegTech.
Mensagens que ficaram
A inovação é um processo contínuo –não há mais espaço para esperar o futuro chegar; ele já está acontecendo.
O corretor de seguros permanece essencial, mas precisa dominar dados, pla-
taformas e tecnologias emergentes.
A democratização do seguro é o próximo salto, com foco em microseguros, modelos plug-and-play e produtos sob demanda.
Diversidade, inclusão e ESG são vetores estratégicos de crescimento e re-putação para o setor.
Parcerias são a nova moeda de inovação – seguradoras, insurtechs e corretores devem atuar em ecossistemas conectados.
Conclusão
O CQCS Insurtech & Inovação 2024 reforçou o papel do Brasil como referência em inovação para o mercado de seguros latino-americano. O evento provou que o futuro do setor passa pela combinação entre tecnologia e empatia, dados e propósito, eficiência e inclusão.
Ao final de dois dias intensos, a mensagem era clara: o seguro do amanhã será digital, humano e colaborativo.
Serviço:
CQCS Insurtech & Inovação 2025
Data: 11 e 12 de novembro de 2025
Local: Pro Magno Centro de Eventos, São Paulo (SP)
Organização: CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros
CONEC 2025 reuniu um público recorde de 10 mil em São Paulo. Até
o prefeito Nunes apareceu!
O Congresso dos Corretores de Seguros – Conec 2025, organizado pelo Sincor SP (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo), foi realizado de 25 a 27 de setembro de 2025, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), sob o tema “SinergIA Digital – O Futuro Inteligente do Corretor de Seguros”. A edição se consagrou como a maior já realizada pelo Sincor-SP e registrou cerca de 10 mil participantes, incluindo aproximadamente 7 mil corretores cadastrados como congressistas. O evento contou com uma intensa programação de painéis, trilhas de conteúdo, talk shows, feira de negócios (Exposeg) e iniciativas de sustentabilidade — como a neutralização de 100% das emissões de CO2 do evento. A seguir, mostramos resumidamente os destaques do Conec 2025, as autoridades públicas que estiveram presentes e os principais painéis realizados.
Com o tema SinergIA Digital, o Conec 2025 colocou no centro da agenda a transformação digital, a introdução da inteligência artificial no mercado de seguros e o papel cada vez mais estratégico dos corretores nesse cenário emergente.
A proposta foi preparar os corretores para o futuro, evidenciar como a IA e outras tecnologias devem se integrar ao trabalho de corretagem e como as seguradoras, reguladores e distribuidores precisarão se adaptar.
Segundo a organização, o evento ocupou aproximadamente 29.270 m² de área, com mais de 88 marcas patrocinadoras (uma alta de 33% frente à edição anterior) e 5.588 m² dedicados à exposição comercial.
Além disso, o Conec 2025 se tornou oficialmente um “Evento Carbono Zero”: foram neutralizadas 21 toneladas de CO� geradas pelo evento.
Foram cerca de 10 mil participantes, com caravanas de todas as regiões do Brasil e convidados internacionais. Por exemplo, uma delegação de mais de 20 profissionais de Buenos Aires.
Autoridades públicas presentes
Embora o evento seja voltado ao mercado privado de seguros, algumas autoridades públicas e representantes da administração apareceram confirmados oficialmente:
Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo (SP), esteve presente na abertura do Conec 2025, ao lado de Orlando Morando, secretário municipal de Segurança Urbana de São Paulo.
O comparecimento dessas autoridades foi articulada em função de uma ação conjunta da Prefeitura com o Sincor-SP e o Sindseg SP, na Exposeg, para apresentar o projeto “Smart Sampa”monitoramento urbano com câmeras e IA - destacando a interface entre segurança pública e seguros.
Painel “SinergIA Digital: O futuro inteligente do corretor de seguros”
Este painel foi um dos mais aguardados. Mediado por executivos do Sincor-SP (Edson Fecher e Rogério Freeman), reuniu especialistas que discutiram o impacto da inteligência artificial no trabalho dos corretores.
Um dos destaques da discussão: a provocação “A internet — e agora a IA — vão substituir o corretor de seguros?” A resposta foi clara: “ninguém substitui gente”, reforçando que o relacionamento humano permanece central na corretagem, mesmo com automação crescente.
Outro ponto relevante: foi apresentada uma demonstração prática de ferramentas com IA, como o uso de chatbots ou robôs, e o alerta de que o corretor que não adotar IA poderá ficar para trás.
Trilhas destacadas
Segundo a programação, a edição 2025 contou com 29 trilhas de conteúdo, distribuídas por temas como IA, transformação digital, responsabilidade civil, saúde suplementar e vendas para corretores.
Alguns exemplos de trilhas:
“Competências humanas na era digital” (Trilha 18 – Palestrante: Andrea Iorio)
“IA e transformação digital” (Trilha 19 – Palestrante: Pedro Doria)
“Responsabilidade civil na era da Inteligência Artificial” (Trilha 22 – com painelistas como Mariana Miranda, Paulo Jatene Bosisio, Alexandre Lasalvia)
Inovação e corretor do futuro
Outra sessão relevante abordou o tema “O corretor do futuro é o futuro da [empresa]”, por
exemplo via a Trilha 20 “Porto – O corretor do futuro é o futuro da Porto” com Luiz Arruda.
Foi enfatizado que os modelos de negócios de corretores estão mudando — mais foco em tecnologia, dados, plataformas e inteligência de vendas — e que as seguradoras passarão a exigir e a apoiar esse novo perfil de corretor.
Sustentabilidade e ESG
A sustentabilidade ganhou destaque: além da neutralização de emissões de CO� já mencionada, o evento trouxe sessões específicas sobre responsabilidade ambiental, social e governança (ESG) aplicadas ao setor de seguros e corretagem. Além disso, ações como o “Passaporte do Bem” estimularam os participantes a interagir com estandes, gerar engajamento e contribuir com causas sociais.
Feira de negócios (Exposeg) & networking
A Exposeg – feira paralela ao congresso –ocupou uma área ampliada, com estandes de seguradoras, insurtechs, empresas de serviços e tecnologia, oferecendo aos participantes oportunidades de relacionamento, parcerias e negócios.
O crescimento da área de exposição em 34% reforça esse movimento.
Insights e principais mensagens
A transformação digital não é mais opcional: a IA, a automação, os dados e os modelos de negócio baseados em tecnologia já estão moldando o futuro da corretagem.
Mesmo com tecnologia, o corretor humano continua sendo imprescindível — o diferencial está na combinação entre relacionamento, expertise e uso inteligente da tecnologia.
A parceria entre setor privado (corretores, se-
guradoras), governo/local e tecnologia ganha relevância — como ilustrado pela presença da Prefeitura de São Paulo e o projeto Smart Sampa.
O setor de seguros avança em sustentabilidade e responsabilidade socioambiental — o Conec 2025 se posicionou como um evento carbono zero, reforçando que seguros e ESG caminham juntos.
A corretagem vive uma fase de ampliação das redes, digitalização de processos, uso de plataformas, CRM, IA, dados de clientes e foco em nichos — corretores que não acompanharem essas mudanças podem se tornar menos relevantes.
O networking, parcerias e a dimensão de mercado ampliada do evento (com mais expositores, mais marcas, internacionalização) mostram que o corretor de seguros está inserido em um ecossistema mais amplo — não apenas vendas, mas tecnologia, serviços, inovação.
O Conec 2025 consolidou-se como o principal encontro de corretores de seguros no Brasil e na América Latina. A edição alcançou uma nova escala, ampliou o escopo de conteúdo e reforçou a urgência da adaptação à era digital e à sustentabilidade.
A presença de autoridades públicas da Prefeitura de São Paulo indica que o setor de seguros e corretagem também está sendo visto como parte integrante da agenda maior de segurança urbana, tecnologia e serviços.
Para os corretores, o recado foi claro: o futuro é híbrido — humano + tecnologia — e quem se posicionar para essa nova realidade estará à frente.
Para o mercado de seguros em geral, o evento sinalizou que a distribuição (corretores) vive um momento de reinvenção, com oportunidades para quem inovar.
CORRETOR NA REAL JNS 10
SIncor-MG inova e lança o Corretor na Real, um projeto diferente que mereceu aplausos do setor
Visão, propósito e motivações
O “Corretor na Real” é uma iniciativa lançada pelo Sindicato dos Corretores de Seguros de Minas Gerais (Sincor MG) com o objetivo de reposicionar o corretor de seguros como agente transformador nas cidades de Minas Gerais.
O mote adotado pelo projeto — “Caia na Real! Corretor de Seguros: Agente de Transformação para uma Sociedade Mais Protegida” — reforça duas ideias centrais:
Proximidade com a realidade social e territorial: que o seguro deixe de ser visto apenas como produto técnico ou abstrato e passe a dialogar com as dores, riscos e desafios concretos enfrentados pelas pessoas, empresas e administrações municipais.
Integração entre mercado, sociedade e poder público: o corretor não ficaria restrito ao ambiente da “bolha” do mercado de seguros, mas se envolveria com as comunidades locais, gestores públicos e lideranças, promovendo conscientização e estímulo à cultura de proteção.
De forma mais prática, o Corretor na Real se apresenta como uma jornada formativa e imersiva que se estende por meses, com encontros regionais e preparatórios, culminando em um evento principal de três dias, com programação em espaços abertos, ruas, pontos históricos, praças de cidades-sede e ativações culturais.
Estrutura, público-alvo, etapas e formato.
Público-alvo
O público contemplado abrange:
Corretores de seguros (associados ao Sincor MG ou mesmo de outros estados) e suas equipes. Seguradoras, prestadoras de serviços e parceiros do mercado securitário.
Representantes do poder público municipal e estadual, lideranças locais e comunidade, de modo a incluir “uma população fora do circuito habitual do mercado de seguros” nas reflexões.
Etapas e preparação
Antes do evento central, o Sincor MG organiza encontros preliminares (virtuais e regionais) com corretores e apoiadores, visando preparar os participantes — mentalmente, conceitualmente e em networking — para a experiência imersiva.
Evento principal (Diamantina/MG)
Na cidade sede (no caso, Diamantina em 2025), a programação destina-se a ocupar a cidade — suas ruas, praças, prédios históricos — como palco para conhecimento, cultura, interação e ação.
Alguns dos formatos utilizados: Ativações em pontos históricos pela cidade, onde seguradoras e patrocinadores instalam estandes, experiências e roteiros de imersão (por exemplo: Igreja de São Francisco, Catedral de Santo Antônio, Escola de Música, Concha Acústica, etc.).
Jornada guiada gamificada: caminhada com paradas de conteúdos e interações nos locais de apoio e patrocinadores.
Programação cultural paralela: vesperata, a7presentações musicais, contação de histórias em prédios históricos, quermesse, gastronomia local, espetáculos públicos.
Momentos livres para visitação turística,
descoberta da cidade, interação com a comunidade local.
Fóruns, debates, painéis e encontros temáticos com conteúdos técnicos, regulatórios, de inovação, educação, prevenção de riscos e cultura de seguro.
Legado, impactos esperados e sustentabilidade
O projeto propõe que não se esgote ao final dos três dias. Espera-se que os corretores atuem como multiplicadores locais, que novas parcerias sejam efetivadas, e que surjam, nas cidades, ações concretas de proteção (patrimônios, riscos municipais, educação) sustentadas pelo programa “Cidades Protegidas”.
Além disso, o impacto econômico local da cidade sede é estimado como positivo — movimentando hotelaria, restaurantes, comércio e turismo —, o que também reforça a ideia de geração de valor para as comunidades.
A edição de Diamantina, o grande evento
Contexto e escolha da cidade
Diamantina, no Vale do Jequitinhonha (MG), com seu rico patrimônio histórico, arquitetura colonial preservada e relevância cultural, foi escolhida como palco inaugural do Corretor na Real entre 6 e 8 de agosto de 2025.
O Sincor MG quis aliar simbolismo: uma cidade histórica, culturalmente marcada, para ilustrar como o seguro protege memórias, patrimônios e comunidades.
A expectativa de público era entre 700 e 1.200 participantes — abrangendo corretores, seguradoras, autoridades, prestadores de serviços e moradores — com a ocupação de até doze pontos turísticos da cidade.
Realização e dinâmica
No primeiro dia, houve abertura com elementos culturais, apresentações musicais (vesperata) e ambientação. O Gorvernador Zema não pode comparecer, mas entrou ao vivo num telão instalado na rua onde acontecia a vesperata, e passou o seu recado para o mercado de seguros.
No segundo dia, acontecu a jornada guiada e gamificada, percorrendo ruas históricas com paradas de conhecimento nos locais das patrocinadoras, que “ocupavam” igrejas, praças e prédios para suas ativações.
Por exemplo:
A CAPEMISA Seguradora ocupou a Catedral de Santo Antônio com contação de histórias e ativação cultural.
Tokio Marine e Excelsior atuaram na Igreja de São Francisco.
A Allianz esteve na Escola de Música; BP Seguradora na Casa de Chica da Silva; Maxpar e PASI na Concha Acústica; ENS na Igreja do Carmo; C6 Seg na praça pública.
As dinâmicas tinham caráter interativo, com participação dos corretores, troca de experiências, reflexões em cada ponto de parada e reconhecimento do patrimônio local.
Também houve momentos livres e culturais: visitas ao Biribiri, Passadiço, Casa de JK, espetáculos noturnos, quermesse, gastronomia local.
A programação buscou ser simultaneamente técnica, conceitual e simbólica — desafiando os participantes a “sentir” o seguro no espaço urbano e cultural da cidade.
Impactos, resultados percebidos e destaques
Integração entre seguros e patrimônio local: algumas igrejas e patrimônios históricos de Diamantina que não tinham seguro passaram a receber cobertura, por meio da articulação do projeto. O presidente do Sincor MG cita que “sete igrejas da cidade que jamais haviam tido seguro passaram a contar com cobertura” após a iniciativa.
Visibilidade para o evento e iniciativa: o Corretor na Real chamou a atenção da imprensa especializada e do poder público do estado, sendo incluído nos calendários oficiais de Minas Gerais e Diamantina.
Reconhecimento institucional e político: o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, manifestou apoio integral às iniciativas Corretor na Real e Cidades Protegidas.
Engajamento do mercado e patrocinadores: diversas seguradoras abraçaram o projeto e participaram das ativações no evento.
Experiência imersiva e inovadora: foi destacado nas matérias especializadas como “disruptiva” e “imersiva”, rompendo com o formato tradicional de encontros setoriais.
Legado urbano/cultural: o evento aproveitou e valorizou o patrimônio histórico da cidade como cenário educativo, gerando uma conexão simbólica entre “proteger o passado” e “proteger o futuro”.
Em síntese, a edição de Diamantina da iniciativa buscou ultrapassar os muros do setor de seguros e dialogar diretamente com a sociedade local, com repertório técnico e cultural, mobilização política e legado tangível para a cidade.
O que é o “Cidades Protegidas”?
O projeto Cidades Protegidas é uma iniciativa estratégica do Sincor MG que visa ampliar a presença do mercado de seguros e da cultura de proteção nos municípios mineiros, especialmente a-
queles menos assistidos ou com menor percepção de seguro.
Nessa lógica, o Corretor na Real é um dos instrumentos de execução ou “visibilidade” desse projeto mais amplo. Alguns aspectos centrais do Cidades Protegidas:
Levar políticas de prevenção, educação, soluções de risco e cultura de seguro para o município, envolvendo prefeitura, comércio, entidades sociais, associações, escolas etc.
Articulação entre seguradoras, corretores e poder público para promover pactos locais de proteção e governança de riscos.
Transformar o seguro em algo mais do que produto — como mecanismo de cidadania, mitigação de riscos urbanos, valorização de patrimônios, proteção social — e viabilizar sua presença em cidades menores.
Realização de fóruns, encontros técnicos e debates com gestores municipais para identificar demandas municipais (riscos locais, patrimônio, vulnerabilidades) que possam ser atendidas ou assistidas pelo mercado segurador.
Relação e integração entre “Corretor na Real” e “Cidades Protegidas”
A relação é íntima e de complementaridade: Corretor na Real como “vitrine” de Cidades Protegidas: o evento de Diamantina foi projetado como a edição inaugural que exemplifica como o seguro pode ocupar o espaço urbano e dialogar com o patrimônio, a comunidade e o poder público — tudo em sintonia com os princípios de Cidades Protegidas.
Sinergia institucional e política: o Sincor MG formalizou a integração entre os projetos, reforçando que o Corretor na Real passa a ser um braço operacional e de mobilização para Cidades Protegidas.
Fortalecimento para ação local: enquanto Cidades Protegidas delineia as diretrizes e metas para proteção municipal, o Corretor na Real atua como catalisador de protagonismo local e mobilização em campo.
Ampliação de alcance: Cidades Protegidas poderá alcançar vários municípios, utilizando o modelo de atuação criado em Diamantina (via Corretor na Real) como referência ou piloto para outras edições.
Reconhecimento institucional conjunto: o Estado de Minas Gerais e a prefeitura de Diamantina reconheceram oficialmente a integração entre os dois projetos.
Em resumo, pode-se dizer que Corretor na Real é um dos instrumentos de execução, visibilidade e mobilização prática do conceito Cidades Protegidas.
Significado para os corretores de seguros Para o corretor, o “Corretor na Real” representa:
Uma oportunidade de aprofundar seu papel como agente social e transformador, não apenas como vendedor de apólices;
Uma chance de ampliar networking com seguradoras, entidades, poder público e colegas em formato inovador;
Aprendizado em cenários reais, aplicados à realidade territorial e cultural local; Chance de ser protagonista em ações locais, com legado para o município onde atua ou pretende atuar.
APVS
APVS reforça compromisso e inovação no setor de proteção patrimonial
Com presença nacional e foco em eficiência, a entidade avança em tecnologia, amplia rede de atendimento e fortalece a confiança de mais de 285 mil associados em todo o Brasil. Com uma trajetória de mais de 14 anos, marcada por um crescimento responsável na área de proteção patrimonial, a APVS demonstra sua capacidade ao se consolidar como uma das principais entidades do setor no Brasil. Uma rede estruturada de mais de 400 oficinas e 500 escritórios credenciados, seus números refletem a confiança conquistada junto aos 285 mil associados ao longo dos anos.
A APVS faz parte do segmento de Proteção Patrimonial Mutualista e desempenhou um papel fundamental no acompanhamento da Lei Complementar nº 213/2025, que estabelece um novo marco regulatório para as associações, anteriormente conhecidas como associações de proteção veicular. Ao participar ativamente nesse movimento, a entidade reafirmou seu compromisso com a evolução e a profissionalização do setor.
Com forte base no segmento brasileiro, a Associação é focada em veículos de grande, médio e pequeno porte. Seus preceitos incluem promover a satisfação do associado, valorizar e respeitar as pessoas, atuar com responsabilidade social e garantir excelência, integridade e sustentabilidade em todas as etapas do atendimento. Além disso, a Associação conta com uma ampla rede de mais de 3 mil prestadores de serviços autorizados e uma equipe de diretores de expansão nos estados de atuação, assegurando entregas com eficácia, proximidade e compromisso com a qualidade.
Segundo Kleber Vitor, superintendente da APVS, o foco da entidade sempre foi combinar eficiência operacional com atendimento humanizado. “Nosso compromisso vai muito além da pres-
tação de um serviço. Trabalhamos para oferecer tranquilidade e segurança a cada associado, com soluções que realmente atendam às suas necessidades e com uma estrutura preparada para dar suporte em todos os momentos”, destaca.
A atuação da APVS é guiada pelo propósito de atender uma parcela da população que busca proteção para o seu patrimônio e se encontra desassistida. Esse trabalho vem sendo corroborado pelas ações que a entidade realiza diariamente para se manter em conformidade com as novas regras definidas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), por meio da nova Lei Complementar, que regulamenta a atuação das associações de proteção veicular, como, por exemplo, o cadastro na autarquia.
De acordo com dados divulgados no último Congresso de Corretores de Seguros (CONEC), realizado em setembro de 2025, somente no último ano a APVS realizou 135 mil serviços de reboque, além de 2.700 indenizações por perda total e 2.800 indenizações por furto e roubo. Esses números contemplam tanto veículos leves, como carros e motos, quanto veículos pesados.
Com 29 mil eventos abertos e 15 mil novas
placas mensais incluídas na base, a entidade segue crescendo de forma estruturada e responsável, sustentada por uma gestão que prioriza a excelência em todos os níveis. “Temos investido em estrutura, capacitação e tecnologia para aprimorar continuamente nossos serviços. Cada número que apresentamos reflete o trabalho de uma equipe comprometida em entregar o melhor resultado possível para o associado.”, reforçou o superintendente.
A busca por inovação é um dos diferenciais da APVS. Um exemplo é o processo de automação da análise de propostas, desenvolvido em parceria com empresas especializadas. A ferramenta alia inteligência artificial e regras de negócio personalizadas para validar dados, fotos e documentos, agilizando etapas e reduzindo o risco de falhas.
Atualmente, cerca de 70% dos processos da associação são realizados por meio de inteligência artificial e uma automação executada por uma rotina que roda a cada 10 minutos. Neste processo, as propostas são analisadas e aprovadas automaticamente. “A tecnologia é uma aliada para mantermos nossa operação moderna, segura e escalável. Com o uso das automações, conseguimos
acelerar processos e oferecer uma experiência mais ágil, sem abrir mão da qualidade e da segurança”, explica Kleber.
A credibilidade da APVS no mercado é reforçada pela participação em importantes eventos do setor, como o CONEC, espaço em que a entidade compartilha sua experiência e reforça seu compromisso com o fortalecimento da proteção veicular no país. “O CONEC 2025 foi um verdadeiro sucesso para a APVS. Ficamos contentes pelo reconhecimento do setor e estamos trabalhando cada vez mais para estreitar laços com os corretores. Estar em um evento dessa magnitude é um marco histórico para a nossa entidade e abre novas oportunidades para o futuro”, ressaltou. Mais do que números ou resultados, o que diferencia a APVS é sua capacidade de unir tecnologia, eficiência e propósito, mantendo-se próxima de seus associados e atenta às transformações do mercado. “Nosso maior patrimônio é a confiança dos nossos associados. Trabalhamos todos os dias para preservar e fortalecer esse vínculo, investindo em melhorias contínuas, inovação e em um relacionamento cada vez mais transparente”, conclui Kleber Vitor.
CNseg defende Seguro Social e Fundo financeiro para eventos de Defesa Civil
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) participou em 06/11, em Brasília (DF), de um evento municipalista totalmente dedicado à área de Defesa Civil. Promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Encontro Nacional das Defesas Civis Municipais destacou opel das mudanças climáticas na atuação dos profissionais e as formas de amenizar os impactos diante de desastres.
Ao participar da abertura das atividades, no painel que debateu o tema “Gestão Climática e Prevenção de Desastres”, o diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, demonstrou a preocupação com a prevenção a desastres, que sempre passa pela área de Defesa Civil dos Municípios, e exige gestão e mecanismos para auxiliar nestas ações.
Esteves destacou o papel transversal e essencial do setor de seguros no enfrentamento das mudanças climáticas no Brasil, com foco na necessidade de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele apontou o uso de um seguro social para catástrofe e a adequação do Fundo para Calamidades Pú-blicas da Defesa Civil (FUNCAP), para construir resiliência, recursos e fornecer respostas eficazes a desastres naturais.
“O setor de seguros oferece soluções e possui a capacidade de ser um aliado, seja prestando auxílio emergencial ágil após um desastre (Seguro Social Catástrofe), ou implementando ações de longo prazo para aumentar a segurança e adaptabilidade do país (Cidades Resilientes). É fundamental que superemos a lentidão burocrática do poder público, permitindo que a área de seguros aja mais rapidamente nos momentos críticos iniciais da catástrofe; este é o propósito da indústria seguradora. Além disso, é essencial que nos concentremos na prevenção e adaptação para promover recursos próprios dos municípios por meio de Fundos para casos de incidentes, cada vez mais presentes nas nossas cidades”, afirmou.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulcosky, o encontro, que reuniu mais de 700 gestores municipais da área, também buscou selecionar informações importantes para os gestores, com discussões a respeito da gestão climática e prevenção de desastres, além da estrutura das defesas civis municipais e da Política Municipal de Proteção e Defesa Civil.
“O Brasil só será resiliente se os municípios estiverem estruturados e preparados para agir diante de riscos de desastres, com ações integradas de proteção e defesa civil. Isso exige o cumprimento das obrigações legais e a criação de programas específicos para fortalecer as defesas civis locais e capacitar os gestores municipais”, disse.
Estudo Inédito
Foi divulgado também durante o encontro um Estudo inédito que apresenta um preocupante diagnóstico da estrutura da Defesa Civil Municipal em todo o país, com perdas econômicas de R$ 732,2 bilhões em 95% das cidades brasileiras entre 20 13 e 2024. O levantamento mostra que foram registradas mais de 70,3 mil decretações municipais de Situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública, sendo que mais de 6 milhões de pessoas precisaram deixar suas casas. O documento pode ser acessado e baixado on-line.
Jornal Nacional de Seguros
Catástrofes
climáticas no PR e a urgência de um plano nacional de catástrofes
Pouca prevenção e muito esforço de resposta e reparação, sem que qualquer reserva prévia tenha sido constituída para lidar com eventos dessa natureza
O Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP) manifesta sua profunda solidariedade às vítimas das recentes catástrofes climáticas que atingiram o Estado do Paraná, bem como às famílias que perderam entes queridos e aos milhares de brasileiros que enfrentam perdas humanas, materiais e emocionais.
Muda o lugar, a data e o nome da tragédia. Mantém-se, contudo, a triste realidade do enfrentamento das catástrofes no Brasil: pouca prevenção e muito esforço de resposta e reparação. Além das vidas perdidas ou arruinadas, as cifras de prejuízos se acumulam na casa dos bilhões. Cada real necessário para restabelecer a infraestrutura sairá do bolso do contribuinte por meio de gastos orçamentários extraordinários, sem que qualquer reserva prévia tenha sido constituída para lidar com eventos dessa natureza.
Em situações análogas à que ora se verifica no Paraná, países caribenhos conseguiram reerguerse com mais rapidez graças ao CCRIF, sistema securitário e ressecuritário baseado em seguros paramétricos, que garante liquidez imediata aos governos após desastres naturais. Esse modelo, de reconhecido êxito internacional, tem servido de inspiração para o debate jurídico e econômico brasileiro.
A proposta de criação de um modelo nacional análogo ao caribenho foi objeto de trabalho intensivo da Comissão Permanente de Estudos de Seguros, Resseguros e Previdência Complementar do IASP, cujo resultado se encontra na obra coletiva “Seguros de Catástrofes Climáticas: o plano do Brasil para desastres”, publicada pela Editora IASP.
O IASP tem defendido, desde 2024, a necessidade de um Plano Nacional de Catástrofes, articulado entre os entes federativos e sustentado por mecanismos técnicos e jurídicos de prevenção, financiamento e reconstrução. Essa agenda envolve não apenas gestão de riscos, mas também responsabilidade administrativa, sustentabilidade fiscal e solidariedade social.
É hora de partir da teoria à prática. O Brasil precisa transformar o aprendizado das tragédias em políticas públicas efetivas, para que a solidariedade não se limite à comoção, mas se traduza em prevenção, proteção e reconstrução planejada.
Casa do Seguro promove debate sobre seguro agrícola e resiliência climática
Evento reunirá CNseg, ABAG e FGV Agro para discutir estratégias de proteção à produção rural diante dos impactos ambientais
Em um cenário de aumento dos eventos climáticos extremos, a área segurada caiu 47% entre 2021 e 2024, passando de 13,7 milhões para 7,2 milhões de hectares. A busca por soluções estruturais para reduzir esse impacto estará no centro das discussões do evento “Seguro Agrícola e Resiliência Climática”, que será realizado no dia 20 de novembro, às 15h, na Casa do Seguro, em
Belém (PA), durante a COP30. Além de ser um ponto de encontro para o debate qualificado sobre o agronegócio e o papel do seguro como mitigador de riscos, o evento marca o lançamento da ferramenta de conformidade socioambiental para seguros, iniciativa que reforça o compromisso do setor com boas práticas e sustentabilidade.
O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, afirma que o Seguro Rural é uma ferramenta eficiente para garantir a resiliência e a sustentabilidade dos produtores diante das perdas causadas por eventos climáticos extremos. “A área segurada no Brasil ainda é muito baixa se comparada a países como os Estados Unidos, o que deixa milhares de produtores expostos e podendo perder tudo em uma única safra”, disse.
A programação inclui dois painéis. O primeiro, “Seguros como instrumento de proteção da produção agrícola”, discutirá os desafios do Brasil na ampliação da cobertura securitária e apresentará experiências internacionais que podem servir de referência.
O debate abordará temas como o papel do Programa de Subvenção Rural (PSR), o desenvolvimento de novos produtos para culturas além da soja, milho e trigo, e a sustentabilidade financeira das seguradoras frente ao aumento das indenizações climáticas.
Entre os debatedores confirmados estão Eduardo Bastos, diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG); Pedro Loyola, coordenador do Observatório do Seguro Rural – FGV Agro; Paulo Hora, superintendente-executivo Rural e Resseguro da BRASILSEG; Tânia Zanella, presidente do Instituto Pensar Agropecuária. A moderação será conduzida por Esteves Colnago, diretor de Relações Institucionais.
O segundo painel, “Tecnologia e inovação no campo para resiliência climática”, discutirá como o uso de dados, sensoriamento remoto e inteligência artificial pode fortalecer a produtividade e reduzir riscos no campo. Participam Raquel Martins Montagnoli, head de Sustentabilidade da CNH; Jairo Costa, gerente de seguros LATAM; e Murilo Oliveira, CEO da AUDSAT. A moderação será de de Guilherme Bastos, coordenador da FGV Agro.
A abertura do evento será realizada por Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio FGV-EESP, com a palestra “O papel estratégico do seguro agrícola diante da emergência climática global”.
Realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a FGV Agro e a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), o encontro terá como foco central o fortalecimento da resiliência do campo por meio de instrumentos de seguro, inovação tecnológica e práticas sustentáveis.
Para Giuliano Alves, Gerente de Sustentabilidade e Projetos da ABAG, O seguro rural é um importante instrumento de adaptação climática, uma vez que os impactos das mudanças do clima já afetam diretamente a produção e a renda do produtor. “Ao mitigar esses impactos, o seguro contribui para fortalecer a resiliência do campo e garantir a segurança alimentar. Essa é uma agenda que a ABAG busca promover de forma integrada, unindo sustentabilidade, inovação e gestão de riscos”, afirma.
Para Guilherme Bastos e Pedro Loyola, da FGV Agro, o Seguro Rural e o Zoneamento Agrícola de
Risco Climático são pilares da resiliência e da sustentabilidade do agro brasileiro, unindo ciência e gestão para enfrentar as mudanças climáticas, tema importante para a COP-30 e decisivo para a segurança alimentar global.
A Casa do Seguro se localiza na Tv. Alferes Costa, 2828 – Pedreira – Belém/PA. Os interessados em participar deste e dos demais eventos da Casa do Seguro, podem se inscrever acessando o site da CNseg.
Diretoria do Sincor-GO é reeleita e segue no comando para o quadriênio 2026-29
O Sindicato dos Corretores de Seguros de Goiás (Sincor-GO) anuncia a reeleição da atual Diretoria para o quadriênio 2026–2029, resultado da eleição realizada nesta quarta-feira, 6 de novembro de 2025.
Com chapa única e expressiva participação dos corretores e corretoras de seguros de todo o Estado, incluindo as territoriais de Anápolis, Catalão, Rio Verde e Itumbiara. A votação reafirmou a confiança da categoria em uma gestão construída com diálogo, ética, transparência e compromisso com o fortalecimento da profissão e do mercado de seguros em Goiás.
Durante o atual mandato, o Sincor-GO consolidou importantes avanços institucionais e setoriais, entre eles:
Fortalecimento da representatividade do corretor de seguros, com atuação ativa e reconhecida junto às seguradoras, órgãos públicos e entidades do setor, posicionando o Sincor-GO como uma das vozes mais respeitadas do mercado de seguros a nível nacional;
Ampliação da comunicação e da presença digital, com conteúdos estratégicos e informativos que alcançam milhares de corretores, parceiros e representantes do setor em todo o Estado, aproximando ainda mais o Sincor-GO dos profissionais e da sociedade;
Realização de eventos e capacitações voltados ao desenvolvimento técnico e comercial dos corretores, sempre pensados para promover conexão, aprendizado, troca de experiências e união da categoria;
Integração e fortalecimento das regionais do Sincor-GO, ampliando a representatividade da entidade em todas as regiões do Estado; Modernização administrativa e financeira, garantindo mais eficiência, transparência e sustentabilidade à gestão sindical.
Segundo a Diretoria reeleita, o resultado reflete o reconhecimento do trabalho desenvolvido e renova o compromisso de continuar valorizando o corretor de seguros, defendendo a categoria e construindo um mercado cada vez mais sólido, ético e preparado para o futuro.
“Essa eleição é a prova de que o caminho da união e da transparência gera frutos. A confiança dos corretores e corretoras nos motiva a seguir firmes, representando cada profissional com dedicação e propósito”, destacou o presidente reeleito do Sincor-GO -Vinícius Porto.
O novo mandato, que se inicia em 2026, dará continuidade às ações voltadas ao fortalecimento institucional, à formação profissional e à defesa dos interesses da categoria, mantendo o compromisso de representar com excelência os corretores e corretoras de seguros de Goiás.
Mudança no IOF leva a menor arrecadação do Setor segurador em 2025
Além do impacto do IOF no VGBL, os cortes na subvenção ao Seguro Rural também levam à crescimento menor no ano
A cobrança do IOF sobre os planos de Previdência no regime VGBL levará a uma queda de 19,4% na captação do produto em 2025, com reflexos diretos nas projeções do mercado segurador. Segundo estimativa divulgada em 04/11, pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o setor deverá crescer 1,9% este ano, considerando a Saúde Suplementar. A nova projeção é 8,2 pontos percentuais abaixo do previsto anteriormente, em dezembro de 2024. Os cortes na subvenção ao Seguro Rural também influenciaram o resultado menor que o projetado.
A cobrança de IOF sobre o VGBL contraria os esforços do mercado segurador para estimular a poupança de longo prazo. A nova regra, que impôs a alíquota de 5% para aportes acima de R$ 300 mil neste ano e de aportes acima de R$ 600 mil a partir de 2026, afetou o desempenho do segmento: entre janeiro e agosto deste ano, as contribuições da Previdência registraram queda de 15,2% na comparação com o mesmo período de 2024.
Para o presidente da FenaPrevi, Edson Franco, não há precedente de incidência de imposto sobre valores de aportes destinados a acumulação de recursos, inclusive pelo fato de serem recursos que já sofreram tributação pelo imposto de renda. Além do mais, os decretos não distinguiram os “super ricos” dos demais cidadãos que, ao longo da vida, realizam eventuais contribuições de valor mais elevado, decorrentes de saques no FGTS, venda de imóveis ou realocação de investimentos no VGBL, por exemplo.
“Ao analisarmos o histórico de aportes superiores a R$ 600 mil, na última década, 78% deles ocorreram uma única vez, reforçando nossa tese de que é um aporte pontual, de herança ou venda de um bem, por exemplo. O VGBL é um instrumento de proteção financeira da classe média, do microempreendedor, do trabalhador que não pode ser penalizado por ter uma atitude previdente em relação ao seu futuro”, afirmou Franco.
Seguro Rural em queda
Outro ramo que terá resultado aquém do esperado é o do Seguro Rural, que tem sofrido com cortes regulares nos aportes do governo no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a redução da subvenção traz impactos para os produtores. Sem esse apoio, muitos agricultores deixam de contratar seguros, expondo-se a riscos climáticos e de mercado. Atualmente, apenas 2,3% dos 97 milhões de hectares plantados possuem co-
bertura de seguro rural.
O produto, que já vinha acumulando quedas consecutivas nas estimativas da entidade, deve fechar o ano com retração de, pelo menos, 2,7%. O recuo já é perceptível na demanda pelo produto: entre janeiro e agosto deste ano, o Seguro Rural arrecadou R$ 8,7 bilhões, queda de 6,7%. O mesmo movimento foi observado nas indenizações, que recuaram 7,5%, totalizando R$ 3,1 bilhões pagos.
Para Dyogo Oliveira, o modelo atual de financiamento do PSR está sob severa restrição orçamentária, o que o torna insustentável. “Grande parte dos recursos previstos sequer é executada, o que compromete a proteção dos pequenos e médios produtores, justamente os mais vulneráveis a perdas. É preciso ampliar os mecanismos de cobertura, pois, sem expansão e maior previsibilidade dos fundos, o setor agropecuário corre sérios riscos nos próximos anos”, afirmou.
Por outro lado, os destaques positivos do ano vão para o Seguro Automóvel que deve crescer 6,4%, Habitacional +12,9%, Risco de Engenharia +34,6% e Vida +11,6%.
Credor pode
vender auto apreendido sem notificar devedor, decide STJ
A mudança em um entendimento consolidado há mais de 25 anos beneficia toda cadeia de financiamento bancário
Recentemente, a terceira turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) mudou, com unanimidade, seu entendimento, consolidado há mais de 25 anos, envolvendo venda de bens após procedimento de busca e apreensão, beneficiando todo o mercado de bancário, inclusive consumidores.
Contemplando a necessidade de notificação do devedor para acompanhamento extrajudicial da venda dos bens apreendidos e consolidados na posse e propriedade do credor, a Corte entendeu que, no caso de bens móveis (automotivos, como carros e caminhões), não há obrigação de nenhuma medida judicial ou extrajudicial para a venda do bem. O colegiado também decidiu que não há necessidade de intimação pessoal do devedor na data da realização do leilão extrajudicial, pensando na celeridade das transações e na volatilidade dos valores desses bens no mercado.
De acordo com Alexandre Nelson Ferraz, sócio do Ferraz, Cicarelli & Passold Advogados Associados, escritório que patrocinou a decisão, a partir dos anos 2000 a jurisprudência, na esteira da Lei de Alienação Fiduciária de Imóveis, criou a obrigatoriedade da notificação do devedor. Contudo, no Decreto-Lei 911/69 não há previsão para notificação ou para se exigir qualquer outra medida extrajudicial.
“A notificação prévia para comunicar o devedor inadimplente da venda do bem móvel não tem previsão legal, prejudican-
MERCADO
do a celeridade do procedimento especial, sendo certo que a ausência de notificação não retira o direito do devedor de discutir o procedimento de venda ou valor de venda do bem na ação de prestação de contas”, explica o advogado.
Segundo Ferraz, com o entendimento equivocado do STJ e automotivos estagnados e depreciando em pátios, os bancos passaram a elevar juros.
“Na Lei de Alienação Fiduciária de Imóveis há, sim, a obrigação de notificar. Contudo, imóveis não sofrem com a depreciação do tempo, ao contrário dos bens automotivos. As decisões desde 2000 estavam dizendo que, caso o banco não tivesse notificado o devedor para acompanhar o leilão extrajudicial, se tornava inválida a ação monitória. Assim, o STJ estava dando quitação tácita ao saldo inadimplente quando não havia notificação prévia. Pior, ainda condenava o banco credor a pagar honorários de sucumbência”.
Uma vez que os bancos arcavam com esse risco contratual, ele era recalculado na tabela de juros, que vinha ficando mais cara para o consumidor.
“Demonstramos que, no final, consumidor e credor estavam sendo prejudicados. O novo entendimento traz normalidade e segurança ao ordenamento jurídico, garantindo que os juros de alienação de veículos continue sendo o segundo melhor do país, atrás apenas do crédito consignado”, afirma Ferraz.
Com o julgamento do Recurso Especial, ficou demonstrado o equívoco na aplicação da Lei de Alienação Fiduciária de Imóveis para bens móveis, resultando na mudança de entendimento do STJ sobre venda de bens após procedimento de busca e apreensão.
CNSP nº 484/2025: Seguro de vida universal tem
novo normativo publicado
Resolução CNSPfoi publicada com vigência imediata
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou em 04/11, no Diário Oficial da União, a Resolução CNSP nº 484, de 31 de outubro de 2025, que dispõe sobre as regras e os critérios para estruturação, comercialização e operacionalização do Seguro de Vida Universal.
A publicação do normativo, que possui vigência imediata, estava prevista no Plano de Regulação para os exercícios de 2023/2024, e substituiu o antigo normativo que tratava sobre o tema, a Resolução CNSP nº 344/ 2016.
No geral, a revisão normativa buscou ampliar a flexibilidade na operação do produto; ajustar alguns aspectos técnicos à realidade do mercado nacional; adequar as regras infralegais à Lei nº 15.040, de 09 de dezembro de 2024 (Marco Legal do Contrato de Seguros); e aprimorar a regulamentação vigente, tornando o produto mais compreensível para os segurados.
Nesse sentido, a publicação da resolução está alinhada à estratégia da Susep de promover a conscientização da população brasileira sobre a importância do planejamento securitário.
Adicionalmente, o normativo visa esclarecer o caráter não previdenciário do Seguro de Vida Universal, não devendo ser confundido com um produto de investimento, o que permitirá o seu tratamento tributário adequado.
De acordo com o Superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, “a revisão da regulamentação do Seguro de Vida Universal reforça o compromisso contínuo da Susep em ampliar o acesso ao seguro para um número cada vez maior de pessoas, no âmbito da Política Nacional de Acesso ao Seguro, reforçando que o Sistema Nacional de Seguros Privados deve ser estruturado de modo a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade.”
Além disso, a Diretora de Organização de Mercado e Regulação de Conduta, Jessica Bastos, esclarece que “a revisão busca aprimorar a regulamentação vigente, não apenas do ponto de vista técnico, mas também para tornar o produto mais compreensível aos consumidores, notadamente pelo fato de o seguro de vida universal não ser amplamente conhecido no Brasil”.
A Resolução CNSP nº 484, de 2025 foi aprovada e publicada após a realização de amplo debate interno e externo, após passar por duas consultas públicas (uma no final de 2024 e outra em meados de 2025). Para acessar a íntegra do normativo, acesse a Resolução CNSP nº 484, de 31 de outubro de 2025.
Susep faz mais uma reunião com associações de proteção patrimonial mutualista
Encontro teve como foco o debate de contribuições recebidas na Consulta Pública nº 02/2025
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) recebeu em seu escritório em São Paulo, representantes da Confederação Nacional de Associações e Administradoras de Proteção Patrimonial Mutualista (CNPPM) e de outras entidades do setor. O objetivo do encontro foi discutir e esclarecer algumas das sugestões apresentadas à Consulta Pública nº 02/ 2025, referente à minuta de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que objetiva estabelecer as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.
Pela Susep, participaram da reunião os diretores Jessica Bastos e Carlos Queiroz; a coordenadora da Assessoria Técnica da Superintendência, Marcia Calvano; e a chefe de Gabinete, Ylana Lira. Com o encerramento da Consulta Pública nº 02/2025, em 1º de outubro, a Susep iniciou a análise das contribuições recebidas. A pedido da CNPPM, repre-
sentantes do setor foram recebidos pela Autarquia para detalhar algumas das sugestões encaminhadas à minuta da proposta normativa. No dia 03 de outubro, a Susep já havia recebido outros representantes do setor com o mesmo objetivo.
Com as reuniões com as representações, a Susep reforça seu compromisso com o diálogo e a transparência no processo de regulamentação da Lei Complementar nº 213/2025.
Custos logísticos elevados demandam profissionais qualificados no Brasil
Os custos de logística no Brasil dispararam na última década. Dados divulgados pelo jornal Valor Econômico mostram que o País passou a transportar 25% a mais em volume de cargas com praticamente a mesma infraestrutura.
Essa mudança gera uma pressão crescente sobre os custos operacionais: em 2015, as despesas logísticas representavam 10,4% do PIB; neste ano, respondem por mais de 15%. Já os países que integram a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) mantêm esse índice abaixo de 8%, conforme matéria publicada no Jota.
Em um cenário de interesse global pela redução de custos e ganhos de produtividade, a logística moderna exige mais do que eficiência no transporte, ela requer gestão estratégica, análise de riscos e, principalmente, domínio das soluções de seguros. Esses fatores são decisivos para reduzir perdas, conter o repasse de custos ao consumidor e garantir a competitividade internacional.
Extensão inédita
Para preparar profissionais com essa visão integrada, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) lançou, em parceria com o Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST), o inédito curso de extensão Logística, Riscos e Seguros.
Com início em 3 de março de 2026, o programa será ministrado na modalidade on-line ao vivo e contará com a coordenação acadêmica do professor Luiz Macoto Sakamoto, especialista no segmento.
O conteúdo é abrangente e contempla disciplinas como “Panorama da logística no Brasil e no mundo”, “Cadeia de suprimentos e logística reversa”, “Riscos e seguros no transporte de cargas’, “ASG e sustentabilidade no setor”, “Prevenção de acidentes e roubo de cargas” e “Inovação, IA e tecnologias aplicadas à gestão logística”.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas aqui, onde todos os detalhes da formação estão disponíveis. O investimento é de 12 parcelas de R$ 311,41.
ENS e CIST
Referência na capacitação e conexão de profissionais da cadeia logística e de seguros, o CIST reúne embarcadores, transportadores, corretores, seguradoras e especialistas em gestão de riscos, pro-
movendo debates, cursos e eventos técnicos focados nos desafios reais do setor.
A parceria da ENS com o Clube garante capacitação alinhada às demandas do mercado, com conteúdo aplicado e visão prática de quem atua diretamente na transformação da logística no Brasil.
Mercado do Ceará movimenta R$ 3,48 bilhões no primeiro semestre
de 2025
O mercado segurador do Ceará (exceto saúde suplementar) movimentou R$ 3,48 bilhões entre janeiro e junho de 2025, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). O resultado reflete o bom desempenho de diversas carteiras, impulsionado principalmente pelos seguros automóvel, vida e residencial, além de avanços expressivos em riscos financeiros e empresariais.
O seguro de automóveis manteve a liderança no mercado cearense, com arrecadação de R$ 454,3 milhões, crescimento de 7,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em seguida, o seguro de vida movimentou R$ 414,1 milhões, alta de 15%, demonstrando o fortalecimento da proteção individual e familiar.
Os seguros residenciais e habitacionais também apresentaram bons resultados: o residencial arrecadou R$ 53,6 milhões (+16,4%) e o habitacional, R$ 47 milhões (+28,1%). O ramo empresarial registrou crescimento robusto de 30,9%, totalizando R$ 34,9 milhões, enquanto o seguro de transportes somou R$ 31,7 milhões (+ 28%).
Outro destaque foi o seguro de riscos financeiros, que arrecadou R$ 40,3 milhões, com avanço expressivo de 54,3%, refletindo a busca crescente por proteção contra inadimplência e garantias contratuais. Os seguros rurais movimentaram R$ 15,4 milhões (+7,6%), e os marítimos e aeronáuticos tiveram forte expansão, alcançando R$ 9,5 milhões, alta de 161,5%. Já o seguro condominial arrecadou R$ 5,2 milhões (+35,7%), e o seguro de viagem, R$ 3,9 milhões (+41,3%).
No mesmo período, o setor devolveu à sociedade cearense R$ 819,9 milhões em indenizações, benefícios, resgates e sorteios. O seguro de automóveis respondeu pela maior parte dos pagamentos, com R$ 287,4 milhões, crescimento de 19%. O seguro de vida somou R$ 114,4 milhões (+8%), enquanto o ramo empresarial apresentou forte avanço, com R$ 23,6 milhões pagos, alta de 302,9%.
Entre os demais ramos, o habitacional registrou R$ 12,4 milhões em indenizações (+41,9%), e o seguro de responsabilidade civil teve salto de 279,7%, com R$ 6,9 milhões pagos. O ramo marítimo e aeronáutico foi o destaque percentual do semestre, com R$ 7,7 milhões e aumento de 595,3%, enquanto o seguro de viagem devolveu R$ 2,6 milhões (+35,2%).
Para Edmir Ribeiro, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste
MERCADO
(Sindsegnne) os números evidenciam a expansão equilibrada e diversificada do mercado cearense.
“O Ceará consolida-se como um dos principais polos do setor segurador no Nordeste. O crescimento em ramos patrimoniais e empresariais demonstra maior consciência sobre a importância da proteção financeira, tanto por parte das famílias quanto das empresas. Além disso, o avanço expressivo em seguros de riscos financeiros e marítimos mostra a capacidade do mercado local de se adaptar às novas demandas e à dinâmica econômica da região”, analisa.
5 anos de Sandbox: Susep inicia ciclo de diálogo sobre aprimoramento
Iniciativa marca uma nova etapa do programa, com escuta à sociedade e às empresas para avaliar resultados e propor melhorias no modelo
Após 5 anos desde a implementação do Sandbox Regulatório, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) iniciou hoje (29) um ciclo de diálogo sobre o tema, com diferentes atores, intitulado Diálogo Aberto: 5 Anos de Sandbox Regulatório – Conquistas, Desafios e Próximos Passos.
Os objetivos principais da iniciativa são:
• Assegurar a transparência quanto aos resultados obtidos com o Sandbox Regulatório nos últimos cinco anos.
• Coletar contribuições para o aprimoramento do modelo do Sandbox Regulatório.
• Identificar impactos regulatórios mais amplos decorrentes da experiência, com vistas à eventual revisão do arcabouço normativo da SUSEP e do CNSP.
O Sandbox Regulatório é um programa que tem por objetivo selecionar projetos inovadores e sustentáveis, estimulando e aumentando – de maneira controlada e com elevada qualidade técnica – a competição no mercado de seguros, com foco em sua expansão e aumento de eficiência, bem como nas necessidades dos consumidores.
De acordo com o Superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, "por meio do Sandbox Regulatório, novas empresas, muitas com foco em nichos pouco explorados ou com forte componente digital, têm conseguido operar em ambiente controlado e supervisionado, levando proteção securitária a segmentos antes à margem do mercado."
Desde sua implementação, 21 empresas foram autorizadas a operar no ambiente controlado do Sandbox, sendo que 11 delas já solicitaram e adquiriram a autorização definitiva para atuarem como seguradoras ou estão com processos de solicitação de autorização definitiva em andamento, 5 permanecem dentro do prazo de atuação no âmbito do Sandbox e somente 5 desistiram de atuar como
seguradoras.
De acordo com a Diretora de Infraestrutura de Mercado e Supervisão de Conduta, Júlia Lins, “ao completar cinco anos desde sua implementação, o Sandbox Regulatório consolidou-se como um instrumento fundamental para a inclusão social e promoção da inovação no mercado de seguros brasileiro. Dessa forma, com o objetivo de aprimorar a iniciativa, estamos propondo a realização de um ciclo de diálogo estruturado com os diferentes atores envolvidos, com base nas experiências acumuladas nas três edições do edital, e considerando, ainda, os avanços, desafios e aprendizados registrados ao longo desse período.”
A diretora explicou, ainda, o que a Susep busca alcançar com o diálogo. “Esse processo visa promover uma reflexão institucional aprofundada sobre o ambiente regulatório experimental, de forma a identificar oportunidades de aprimoramento tanto do modelo do Sandbox em si, quanto do arcabouço normativo mais amplo que regula o setor supervisionado pela Autarquia.”
O ciclo de diálogos será dividido em 3 fases:
1 – Consulta a três públicos-alvo distintos: sociedade civil; empresas participantes (ou que participaram) do Sandbox Regulatório; e demais entidades supervisionadas pela Susep (não participantes do Sandbox).
2 – Rodada de entrevistas com as empresas participantes do Sandbox: nesta etapa, serão conduzidas entrevistas com representantes das empresas que participam/participaram das edições do Sandbox, incluindo aquelas que eventualmente tenham desistido ou encerrado suas atividades.
3 – Sistematização e elaboração de relatório técnico: com base nas contribuições coletadas nas fases anteriores, será elaborado um relatório, contendo:
• análise dos resultados e impactos do Sandbox Regulatório;
• estudo sobre o arcabouço normativo vigente, com base nos dados e experiências relatadas; e
• propostas de aprimoramento regulatório com base na escuta ativa e no diagnóstico técnico.
O objetivo é que, até o final de 2025, a Susep receba propostas de aprimoramento regulatório e trace um diagnóstico técnico sobre o Sandbox Regulatório, para que, em 2026, sejam realizados os encaminhamentos pertinentes.
Os interessados em participar da iniciativa deverão encaminhar suas suges-tões, até o dia 14 de novembro, para o e-mail sandbox@susep.gov.br. Com relação as empresas que participam ou participaram do Sandbox Regulatório, estas deverão responder a um questionário, encaminhado hoje por ofício, e que deverá ser devolvido à Autarquia, dentro do mesmo prazo, por meio do email acima citado.
Acesse Sandbox no site da Susep.
Grupo Bradesco Seguros participa de painéis no CQCS Inovação 2025
Entre os temas que serão abordados estão transformação digital, inteligência artificial e o fortalecimento da relação com clientes e corretores O Grupo Bradesco Seguros marcará presença no CQCS Insurtech & Inovação 2025, um dos mais importantes eventos de inovação e tecnologia voltados ao mercado de seguros, que acontece nos dias 11 e 12 de novembro, em São Paulo.
Além do estande para receber os visitantes e fortalecer o relacionamento, executivos da companhia participarão de diversos painéis, compartilhando experiências e perspectivas sobre as transformações digitais, o futuro do setor e o papel da inovação na ampliação da proteção e da experiência do cliente.
A programação inclui temas como hiperpersonalização, inteligência artificial (IA) e o futuro do seguro, além de debates sobre o papel estratégico do corretor na era digital. Também estarão em pauta as conexões entre marketing e tecnologia para ampliar a penetração de seguros no Brasil, assim como o papel dos recursos humanos diante das transformações impulsionadas pela IA. Confira a agenda completa da participação do Grupo Bradesco Seguros: 11 NOV terça-feira
9h | Abertura, com Ney Dias, Diretor-presidente da Bradesco Auto/RE, na plenária principal 13h30 | Hiper Personalização: Cliente no centro de tudo, com Raquel Costa, Superintendente Sênior da Bradesco Auto/RE, na sala 03 13h30 | Qual o Impacto da IA no Seguro e uma Visão de Futuro, com Carlos Marinelli, Diretor-presidente da Bradesco Saúde, na sala 01 14h20 | Empoderando os Indivíduos em Tempos de IA, com Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Universeg, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros, na sala 04
15h10 | Qual o Impacto da IA no Seguro e uma Visão de Futuro, com Ney Dias, Diretor-presidente da Bradesco Auto/RE, na sala 01 16h50 | Marketing e Tecnologia ampliando a penetração de seguros no Brasil, com Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing e Central de Atendimento do Grupo Bradesco Seguros, na sala 05 16h50 | Corretor+digital, com Alexandre Faller, Superintendente Sênior de Tecnologia da Informação do Grupo Bradesco Seguros, na sala 02 12 NOV
quarta-feira
14h20 | Qual o Impacto da IA no Seguro e uma Visão de Futuro, com Bernardo Castello, Diretor-Presidente da Bradesco Vida e Previdência, na sala 01
15h10 | Corretor do Futuro, com Leonardo Freitas, Diretor Comercial da Bradesco Auto/RE, na sala 04
16h50 | Qual o Impacto da IA no Seguro e uma Visão de Futuro, com José Pires, Diretorpresidente da Bradesco Capitalização, na sala 01
16h50 | Experiência do Cliente: Ferramentas que Transformam o Atendimento e Fidelizam Clientes, com Gloria Kojima, Superintendente Sênior de Tecnologia da Informação do Grupo Bradesco Seguros, na sala 02
17h20 | Como a Tecnologia Potencializa o
Papel Estratégico do Corretor e Reforça o Relacionamento com o Cliente, com Fernando Campilho, Superintendente Sênior de Tecnologia da Informação do Grupo Bradesco Seguros, na sala 02
Tokio Marine é a Seguradora Oficial do CQCS Insurtech & Inovação 2025
Especialista em tecnologia para o setor de seguros, a Companhia participará de painéis para discutir soluções digitais para o segmento
Especialista em tecnologia e inovação no mercado de Seguros, a Tokio Marine é novamente a Seguradora Oficial do maior evento de inovação de Seguros da América Latina, o CQCS Insurtech & Inovação. Com estande e participação de executivos em diversos painéis, a Companhia apresentará soluções para melhoria da experiência de Corretores e Clientes, ações para otimização e eficiência de processos na era da transformação digital, entre outros produtos e serviços.
Em sua 7ª edição, a conferência irá ocorrer nos dias 11 e 12 de novembro no Centro de Eventos ProMagno, em São Paulo, com previsão de reunir 3 mil pessoas entre executivos de agências reguladoras, seguradoras, insurtechs, investidores, prestadores de serviços tecnológicos, corretores e distribuidores de seguros, que têm interesse no desenvolvimento de negócios com foco na inovação.
“Estar no maior evento de tecnologia do nosso mercado para compartilhar nossa visão e experiências e impulsionar a transformação do setor é sempre uma honra. A inovação é um dos pilares da nossa atuação e seguiremos trabalhando continuamente no desenvolvimento de soluções que agregam valor à jornada de Corretores e Clientes”, explica Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Sinistros e Tecnologia da Tokio Marine.
Participações da Tokio Marine
O CITO adjunto do Tokio Marine Group e Vicepresidente Executivo e CIO da Tokio Marine North America Services, Robert Pick, foi o primeiro keynote speaker confirmado e será responsável por uma palestra no dia 11, às 9h40, na data de abertura do evento.
Ainda no dia 11, às 13h30, a Diretora de Operações, Andrea Ribeiro, participará no painel “Assistência 24h e Tecnologia Resignificando o valor do Seguro”, ao lado do CEO da Blocx Rastreamento e da PROAUTO, Rafael Torquetti, e da Diretora Comercial e Marketing da MAWDY Worldwide Digital Assistance, Ana Claudia Calil.
Já o Diretor Executivo de Operações, Sinistros e Tecnologia, Adilson Lavrador, irá contribuir com o painel “Inovabilidade em Tempos de IA reescrevendo o Seguro”, também neste primeiro dia, às 16h, junto com a COO da Porto Seguro, Patricia Chacon, e o VP de Linhas Pessoais da Zurich Seguros, Fabio Leme.
Em 12 de novembro, às 15h10, a Diretora Comercial de Canais Especiais da Tokio Marine, Marcia Silva, será uma das participantes do painel “A importância das parcerias para Vendas no B2B” com a Diretora de Afinidades e Massificados na MAG Seguros, Carice Weber, e a Head de vendas na Amazon Web Services, Ana Cláudia Safar. No mesmo dia, às 16h, o Diretor de Tec-nologia, Inovação e Digital, Dennis Milan, irá contribuir com o painel “Acelerando o Seguro através de Agentes Autônomos de IA” ao lado do CTO na Pottencial, Mário Santiago, e do Regional Vice Pre-
sident, Financial Services na Salesforce, Leonardo Boaventura.
Serviço:
CQCS Insurtech & Inovação
Data: 11 e 12 de novembro de 2025
Local: ProMagno - Avenida Professora Ida Kolb - 513 - Jardim das Laranjeiras - São Paulo Programação: Acesse o site do CQCS.
Venda Fácil será destaque da Sancor no CQCS Insurtech & Inovação 2025
A Sancor Seguros participará, nos dias 11 e 12 de novembro de 2025, do CQCS Insurtech & Inovação, o maior evento de inovação em seguros da América Latina e um dos mais relevantes do mundo. O encontro será realizado no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo (SP), reunindo mais de 3 mil participantes, 15 keynote speakers internacionais, 150 palestrantes e 48 painéis temáticos.
Reconhecido por promover o diálogo entre seguradoras, startups, insurtechs e investidores, o CQCS é referência global por impulsionar a transformação digital e a criação de soluções tecnológicas que fortalecem o ecossistema do seguro.
Presença que reflete visão e propósito
A presença da Sancor Seguros no CQCS Insurtech & Inovação reforça seu compromisso com a modernização do mercado, a transformação digital e a construção de um setor mais inclusivo, ágil e centrado nas pessoas. Com atuação consolidada no Brasil, a companhia tem investido fortemente em tecnologia, automação e digitalização de processos, pilares estratégicos que aprimoram a experiência de segurados e parceiros de negócios.
No primeiro dia do evento, o CIO da Sancor Seguros, Alfredo Tulian, participará do painel “A Nova Cultura do Seguro Digital”, ao lado de Mauro Santos (Safe2Go) e Márcio Magnaboschi (Olik), debatendo tendências e oportunidades que moldam o futuro do setor.
Inovação em destaque: Venda Fácil, a solução digital que transforma resultados Durante o evento, os visitantes do estande da Sancor Seguros poderão conhecer as novidades do Portal Sancor, incluindo o Venda Fácil, uma plataforma digital que simplifica a comercialização de seguros e amplia as oportunidades de negócios para os corretores parceiros.
Inicialmente desenvolvida para o Seguro Carta Verde, obrigatório para veículos que circulam em países do Mercosul, a solução permite que todo o processo de emissão seja feito de forma 100% digital. Em poucos cliques, o segurado insere dados como CPF, placa, chassi e forma de pagamento, e a apólice é gerada automaticamente, sendo enviada ao cliente por e-mail ou WhatsApp.
O Venda Fácil elimina etapas manuais, reduz erros e acelera a contratação, garantindo mais agilidade para o corretor e comodidade para o segurado. Além disso, a ferramenta possibilita que o corretor compartilhe links ou QR Codes personalizados, permitindo que o cliente conclua a compra de forma autônoma e segura, em qualquer dispositivo.
Nos últimos meses, o modelo Venda Fácil também foi expandido para o Seguro Residencial Fácil, reforçando o compromisso da Sancor com a inovação contínua e a transformação digital do mercado segurador.
O futuro é colaborativo
Ao marcar presença no CQCS Insurtech & Inovação 2025, a Sancor Seguros reafirma sua visão de que o futuro do setor é colaborativo, construído a partir da integração entre tecnologia, propósito e pessoas.
Ciclone: MAPFRE reforça plano de contingência para apoiar segurados afetados
Companhia está monitorando em tempo real as áreas afetadas e mobiliza prestadores de serviço em cidades próximas
A seguradora MAPFRE intensificou seu plano de contingência para prestar atendimento prioritário aos segurados impactados pelas fortes chuvas e ventanias que atingem a região Sul, em especial, as cidades de Rio Bonito do Iguaçu (PR) e Guarapuava (PR), que foram as mais afetadas.
Diante da situação, a MAPFRE adotou medidas emergenciais para acelerar o suporte aos clientes, incluindo o reforço das equipes de assistência 24 horas, atendimento ao cliente e peritagem de sinistros. A companhia segue monitorando em tempo real as áreas mais afetadas.
“Nossa solidariedade a todos os impactados por esta situação. Para garantir o suporte necessário aos segurados e minimizar o impacto causado, mobilizamos e reforçamos nossa equipe. Estamos preparados para atender ocorrências relacionadas a automóveis, residências, empresas, propriedades rurais e outros seguros”, afirma Roberto De Antoni, diretor geral de operações da MAPFRE.
A companhia reforçou também seus canais de comunicação para facilitar o contato dos segurados. O atendimento funciona 24 horas por dia, via WhatsApp (11 4004-0101) e pelo 0800 775 4545, além das plataformas digitais e redes sociais da MAPFRE.
Orientações aos segurados:
Em caso de sinistro, acione a Central de Atendimento o quanto antes pelo telefone (11) 40040101 (Atendimento somente via WhatsApp), através do telefone 0800 775 4545, ou pelos canais digitais; Registre os danos com fotos e vídeos; Informe todos os detalhes possíveis para agilizar o processo de indenização; Siga as orientações dos atendentes e das autoridades locais, priorizando sempre a segurança.
COP30: Zurich reúne parceiros para fortalecer resiliência climática
Ferramenta Climate Spotlight foi apresentada em encontro com especialistas, com foco em dados climáticos, engenharia de riscos e aplicações práticas em clientes globais
Em 06 de novembro, a Zurich Seguros recebeu clientes e parceiros para o encontro “Fortalecendo a resiliência climática”, com foco nas soluções de engenharia de riscos e nos serviços de resiliência climática, conhecidos por Climate Spotlight. O evento contou com a participação de executivos da delegação suíça do Grupo Zurich e da operação brasileira, com demonstrações práticas do Climate Spotlight e interação com o público
para esclarecimentos.
Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, abriu o encontro destacando o contexto no Brasil e o papel social do seguro na adaptação climática. “No ano passado, cerca de 2.500 municípios brasileiros entraram em estado de emergência por desastres climáticos. Nas inundações do Rio Grande do Sul, estima-se um total de 100 bilhões de reais em prejuízos dos quais apenas 6 bilhões segurados. É preciso entender que o seguro é parte da solução, com prevenção, mitigação e, quando necessário, indenização. Nosso foco é apoiar os clientes na transição, com serviços e inteligência de risco”, afirmou.
Na sequência, Linda Freiner, Head Global de Sustentabilidade do Grupo Zurich, enfatizou a centralidade da resiliência na estratégia global da companhia. “Esta COP traz adaptação e resiliência ao topo da agenda. Como seguradora, resiliência é chave em tudo o que fazemos. As perdas seguradas por eventos extremos vêm crescendo cerca de 5 a 7% ao ano e estimamos algo em torno de 145 bilhões de dólares neste ano. Publicamos nosso primeiro plano de transição climática integrando redução de emissões e resiliência. O Climate Spotlight torna a ciência do clima prática e acionável para clientes, e a colaboração entre seguradoras, clientes e parceiros é essencial para avançarmos”, disse.
O bloco técnico ficou a cargo de Andressa Meirelles, diretora de Engenharia de Riscos da Zurich para a América Latina, que apresentou a Zurich Resilience Solutions (ZRS) e sua atuação consultiva. “A Zurich Resilience Solutions nasceu para pensar além do seguro. Com mais de 150 anos de dados e mais de 75 anos de engenharia de riscos, ampliamos nossa presença para apoiar qualquer empresa na gestão de riscos. Temos presença em mais de 40 países, mais de mil engenheiros e realizamos dezenas de milhares de avaliações por ano, gerando recomendações que ajudam nossos clientes a mitigar riscos atuais e futuros”, explicou. Andressa destacou ainda a base técnica do Climate Spotlight: “Combinamos dados e projeções reconhecidas internacionalmente, como os insumos do IPCC, histórico de sinistros e mapas proprietários da Zurich, e entregamos relatórios alinhados ao TCFD [Task Force on Climate-related Financial Disclosures] para apoiar decisões e requisitos regulatórios.” Na prática, o Climate Spotlight está disponível em duas modalidades: Core e Expert. O Core é a versão digital de autosserviço, que entrega painéis, cenários e relatórios para gestão do cliente. Já o Expert adiciona a consultoria dos engenheiros da ZRS, com visitas técnicas, priorização de medidas e um plano de ação sob medida. Ambas as versões mapeiam riscos climáticos relevantes; o Core cobre 14 riscos, incluindo terremoto, e o Expert expande para 18, permitindo análises mais profundas e recomendações de mitigação. Durante a apresentação, Andressa detalhou aplicações práticas e resultados do Climate Spotlight, com exemplos em diferentes setores e geografias. Entre os casos citados estão o mapeamento de vulnerabilidades em portos globais da Maersk (empresa de logística e transporte marítimo); um trabalho que envolveu a avaliação de risco de alagamento em unidades estratégicas e recomendações para uma transição segura; e a parceria com a Prefeitura de Madrid para enfrentar ilhas de calor, priorizando intervenções em escolas
e rotas de deslocamento dos alunos. Tiago Santana, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros, demonstrou a ferramenta e seus usos no dia a dia das empresas. “Não é apenas uma ferramenta, é um pacote de serviço. Primeiro identificamos e priorizamos os riscos com base em dados geolocalizados e cenários que consideram os impactos das mudanças climáticas, depois implementamos as ações. Trabalhamos do curto ao longo prazo, com cenários até o final do século. O cliente consegue anal-isar exposição, impactos e perda esperada, comparar alternativas e montar um plano de investimento e mitigação com transparência”, afirmou. Tiago ressaltou a flexibilidade do modelo de aquisição. “Há quem opte apenas pela solução digital e há quem contrate o pacote completo com engenharia. Em todos os casos, a plataforma é acessível, responsiva e permite baixar dados e relatórios para gestão e governança.”
Após a apresentação, Fernando Saccon, diretor comercial de Seguros Corporativos, conduziu o canal aberto com os convidados. “A Zurich está engajada com políticas robustas para sustentabilidade e resiliência, e o Climate Spotlight apoia soluções sob medida, adaptadas à realidade de cada cliente. A agenda de resiliência não se constrói de forma isolada — ela exige colaboração entre setor privado, setor público e sociedade. A articulação com formuladores de políticas públicas e com quem está na ponta da operação é parte essencial para acelerarmos a implementação e ampliarmos o impacto”, destacou.
Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição, reforçou o compromisso prático com os clientes e o papel dos corretores nesse cenário. “São temas importantes para a jornada que estamos construindo. Não se trata apenas do planeta, mas da continuidade dos negócios hoje e no futuro. Enxergamos oportunidades quando levamos essa conversa para a mesa com os corretores e nossa equipe está à disposição para apoiá-los.”
Encerrando o evento, José Bailone, diretor executivo de Seguros Corporativos, ligou a gestão de riscos à colocação de capacidade. “Quando o cliente conhece seus riscos e demonstra preocupação em melhorar a qualidade, a colocação do negócio é sempre mais fácil. A ferramenta dá visibilidade e conhecimento para mensurar e gerenciar riscos, o que ajuda na conversa com investidores e no acesso à capacidade de seguro.”
Seguros Unimed:
1º lugar no prêmio “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar”
Companhia alcança o topo em Empresas de Grande Porte, Bancos e Serviços Financeiros e Bem-Estar no Trabalho, e consolida sua cultura de cuidado e excelência organizacional.
A Seguros Unimed é destaque, pelo sétimo ano consecutivo, na edição 2025 do prêmio “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar”, iniciativa da FIA Business School em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo. A companhia conquistou três categorias: o primeiro lugar em Empresas de Grande Porte e no setor de Bancos e Serviços Financeiros e, pela primeira vez, a Mais Incrível em Bem-Estar no Trabalho.
O reconhecimento reflete o compromisso da Seguros Unimed com a promoção de um ambiente de trabalho saudável, inclusivo e centrado nas
pessoas. Desde 2018, a companhia mantém o Programa de Saúde Integrada, estruturado nos pilares físico, emocional, financeiro e social. Entre as iniciativas estão a Clínica de Atenção Primária à Saúde (APS), programas de gestação segura, ginástica laboral, consultoria financeira personalizada, além de atendimento psicológico e psiquiátrico. No eixo social, a empresa estimula o voluntariado, promove eventos de engajamento, como o Coopera Inspira e o Coopera Realiza, e apoia comunidades internas de diversidade e inclusão, além de incentivar atividades culturais como coral e banda de colaboradores.
A companhia também aplica internamente as soluções de saúde e bem-estar que oferece ao mercado, reafirmando seu compromisso com o cuidado integral. O mesmo olhar que orienta a criação de produtos e programas voltados à proteção e qualidade de vida dos clientes, é aplicado também no ambiente corporativo, de forma que o cuidado que sustenta o clima organizacional da Seguros Unimed seja um reflexo que pauta as relações com todos os públicos, como colaboradores, clientes e parceiros, reforçando a coerência entre propósito e prática.
Esta filosofia de gestão têm gerado resultados expressivos: 97,9% dos colaboradores afirmam sentir orgulho de pertencer à empresa, 93,1% confiam em suas lideranças e 92,4% destacam coerência entre discurso e prática. “O bem-estar do colaborador é prioridade na Seguros Unimed. Garantir um ambiente de trabalho saudável e acolhedor é um meio para alcançar resultados sustentáveis e gerar valor para todos os stakeholders. Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo, colocando o cuidado com as pessoas no centro da nossa estratégia”, afirma Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed.
Yelum: experiências de saúde e bem-estar no Energy Land em Poá
Durante o festival, seguradora reforçou seu propósito de levar liberdade, equilíbrio e qualidade de vida por meio do esporte e da conexão com o corpo e a mente
Dando continuidade às ações de promoção de bem-estar e incentivo a práticas saudáveis por meio do esporte, a Yelum – marca do Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do país – foi a patrocinadora do Festival Energy Land novamente. Desta vez, o evento foi realizado no Parque da Redenção, em Porto Alegre (RS).
Assim como na edição anterior, em Belo Horizonte, a Yelum levou ao público uma série de experiências de bem-estar em seu stand exclusivo, que contou com massagem, hidratação, frutas, barrinhas de cereal e guarda-volumes. O espaço foi planejado para oferecer acolhimento e conforto aos participantes, incentivando momentos de pausa e relaxamento após as atividades esportivas.
Além disso, a marca promoveu ativações abertas para todo o público, como um totem interativo de fotos, onde os visitantes puderam registrar lembranças do evento, e um carrinho de pipoca gourmet, que garantiu leveza e descontração ao ambiente.
“O Festival Energy Land conecta-se com o que acreditamos sobre bem-estar. Sendo uma marca jovem, solar e conectada com a vibração positiva, a Yelum cuida das pessoas. Apoiar um evento co-
mo este é apoiar a saúde, o movimento e a energia", afirma Rubens Oliboni, diretor Comercial Regional de Rio Grande do Sul e Santa Catarina do Grupo HDI.
O Festival Energy Land é um dos projetos incentivados da marca Yelum e busca promover experiências positivas que inspirem hábitos de vida mais saudáveis. A iniciativa combinou uma corrida de 5 km com atividades de yoga e meditação, em uma manhã dedicada à saúde física e mental, ao equilíbrio e à conexão com o corpo e a natureza.
Bradesco Saúde lança nova fase da campanha de vendas “Quero Mais Saúde”
Ação de incentivo a venda de seguros Saúde SPG volta a vigorar em novembro e dezembro, com R$ 500 mil em prêmios a os corretores Devido ao sucesso de adesão dos corretores à campanha de vendas “Quero Mais Saúde”, realizada no mês de setembro, a Bradesco Saúde volta com uma nova etapa da ação de incentivo às vendas dos seguros Saúde SPG (Seguro para Grupos, de 3 a 199 pessoas), agora válida para os meses de novembro e dezembro. Além do novo período de participação, as chances de ganhar também foram ampliadas, com um total de R$ 500 mil em prêmios, distribuídos em mais de 20 sorteios. Uma live da diretoria da Bradesco Saúde com corretores, no dia 5/11, apresentou todos os detalhes e incentivos desta nova fase.
As condições para participação dos corretores são as mesmas: a cada venda do seguro-saúde concretizada, com vigência a partir do mês de novembro ou dezembro, o parceiro (corretor, produtor ou angariador) ganha um número da sorte da Bradesco Capitalização, para concorrer aos prêmios abaixo:
1 prêmio de R$ 200 mil em título de capitalização (alusivo ao valor do carro Jeep Compass) 10 prêmios de R$ 20 mil cada em título de capitalização (alusivo ao valor de uma moto Honda) 10 prêmios de R$ 10 mil cada em título de capitalização (alusivo ao valor de uma bicicleta elétrica ONN)
“A participação dos corretores na primeira fase da campanha Quero Mais Saúde foi muito expressiva, o que nos estimulou a estender a ação, trazendo para os nossos parceiros mais esse incentivo à venda dos produtos Bradesco Saúde. É o momento ideal para oferecer às pequenas e médias empresas as nossas soluções SPG”, destaca Carlos Marinelli, diretor-presidente do Grupo Bradesco Saúde.
Zurich Seguros lança nova edição
da campanha
Grande Vida
Corretores terão 100% de agenciamento adicional na venda dos seguros de Vida Individual e Vida Empresa PME
A Zurich Seguros anuncia a edição 2025 da campanha Grande Vida, voltada aos produtos Zurich Vida Para Você (seguro de vida individual) e Zurich Vida Empresa PME. A ação, válida de 1º de novembro a 31 de dezembro de 2025, concede 100% de agenciamento adicional aos corretores que fecharem novas apólices, reforçando o compromisso da companhia em reconhecer e valorizar o desempenho da sua rede de parceiros.
Nos dois produtos, o bônus corresponde ao valor integral da primeira parcela/fatura do seguro, desde que cumpridas as condições existentes no regulamento da campanha. As apólices elegíveis precisam ter a primeira parcela paga durante a vigência da campanha e não podem ter sido canceladas nos últimos 180 dias.
Segundo Rodrigo Barros, diretor executivo de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich, a campanha é uma forma de reconhecer o protagonismo do corretor de seguros.
“Temos um plano estratégico para o crescimento dos produtos de Vida da companhia, e a rede de corretores é fundamental para levar esse tipo de proteção a mais pessoas e empresas. A Grande Vida reforça nossa confiança nessa parceria e gera um impulso comercial importante para o corretor fechar o ano com um crescimento consistente”.
“O incentivo de 100% de agenciamento é um dos mais competitivos do mercado. Queremos estimular os corretores a aproveitar o potencial dos seguros de vida, segmento que segue em expansão e com grandes oportunidades de diversificação de carteira”, acrescenta Márcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich.
Sobre os produtos participantes
Zurich Vida Para Você – Seguro de vida individual flexível e personalizável, permite escolher coberturas como morte, invalidez e doenças graves, além de diárias por internação e indenização especial por cirurgia. No início de 2025, passou por uma reformulação e oferece três opções de planos aos clientes: Básico, Plus e Premium, que diferem em quantidade de coberturas, assistências e valor de capital segurado.
Zurich Vida Empresa PME – Voltado a pequenas e médias empresas de 3 a 1000 vidas e com contratação 100% digital, oferece proteção para colaboradores e seus dependentes, com benefícios como cobertura para morte e invalidez, proteção para cônjuge e filhos, cesta natalidade e possibilidade de incluir serviços de telemedicina. É considerado um dos melhores produtos do mercado.
Sancor Seguros assume naming do vôlei feminino de Maringá
A Sancor Seguros reafirma seu compromisso com o es-porte no Paraná e se torna a patrocinadora oficial do time femi-nino de vôlei de Maringá. A equipe agora passa a se chamar oficialmente Sancor Seguros Vôlei. Em continuidade ao patro-cínio iniciado no ano passado, a iniciativa marca uma nova fase na equipe, que é a única representante feminina no Cam-peonato Paranaense.
O técnico Aldori Gaudencio Junior destaca a parceria como um divisor de águas. “Ter a Sancor abraçando o projeto, assumindo o naming e investindo no nosso trabalho é de fundamental importância, pois nos proporciona um maior investimento, uma melhor infraestrutura e oportuniza que o trabalho seja me-lhor executado”, afirma. Segundo ele, o apoio consolida não apenas a performance em quadra, mas também a conexão com os torcedores. “Esse novo nome já começa a ganhar força, a ser acolhido pelos torcedores e, com certeza, logo nós vamos escutar ele ecoar pelos nossos ginásios. A parceria representa crescimento, uma maior perspectiva de desen-
volvimento e maiores resultados a curto, médio e longo prazo”, completa.
Paulo Dawibida, CCO da Sancor, ressalta a estratégia de aproximação com a comunidade. “O vôlei é paixão no Paraná, e apoiar a única equipe feminina do campeonato reforça o nos-so compromisso de incentivar o esporte e estar lado a lado com quem faz a diferença”, destaca.
Para a companhia, estar associada ao time vai além da visi-bilidade. “Queremos estar perto de um projeto que inspira e que valoriza o protagonismo feminino”, afirma Rodrigo Theodoro, Coordenador de Comunicação, Marketing e Eventos.
Com a nova identidade, o Sancor Seguros Vôlei inicia a temporada trazendo consigo não apenas o apoio da torcida, mas também a força de uma parceria que promete render frutos dentro e fora das quadras.
IA que coloca os corretores na era da Automação será lançada no CQCS Insurtech
A Multiplic Inteligência Artificial e Automação anuncia o lançamento do AgentCorr, uma inteligência artificial desenvolvida especialmente para corretores de seguros e que será apresentada oficialmente durante o CQCS Insurtech & Inovação 2025, o maior evento de tecnologia para o setor da América Latina.
Pensado para o dia a dia dos profissionais que utilizam o WhatsApp como principal canal de relacionamento, o AgentCorr atua como um assistente inteligente, capaz de realizar atendimentos 24 horas por dia, tirar dúvidas, acelerar o envio de cotações, agendar reuniões comerciais — tudo de forma automática e com o mesmo tom consultivo de um humano, porém 10 vezes mais rápido, segundo dados da empresa.
O AgentCorr é um agente digital que atua no canal de comunicação utilizado diariamente por mais de 150 milhões de brasileiros, e ‘fala a mesma língua’ do corretor. Ele também é capaz de qualificar leads, integrar-se a CRMs e outras plataformas, automatizar tarefas repetitivas e apoiar as equipes comerciais na prospecção de novos clientes. Os resultados são percebidos em todo o funil de atendimento: respostas imediatas, redução de gargalos e aumento da conversão de propostas.
Para Ricardo Chrisostimo, sócio e diretor Comercial da Multiplic, o lançamento representa um marco na aplicação prática da IA, dentro do ecossistema de seguros:
“O AgentCorr é uma solução de atendimento que oferece a rapidez esperada por consumidores cada vez mais exigentes e imediatistas. Que decidem comprar com quem responde primeiro! Nosso objetivo é que a inteligência artificial seja uma aliada do dia a dia, com custo acessível e o primeiro passo na transformação digital de pequenas e médias corretoras. E nada melhor do que começar pelo WhatsApp, onde a maior parte da jornada do cliente acontece. Será um prazer apresentar essa novidade no CQCS Insurtech & Inovação 2025, complementa o executivo.”
Com mais de duas décadas de experiência no setor, Chrisostimo já foi coordenador-geral do Prêmio de Inovação em Seguros e especialista de Marketing na CNseg, head de Internet da Escola de Negócios e Seguros (ENS), atuou em projetos
para grandes seguradoras, Governo Federal, além de consultor de IA, Marketing e Vendas para empresas como XP/Petrópolis Investimentos.
Ao apostar em soluções que unem automação inteligente e comunicação humanizada, a Multiplic reforça sua visão de que a digitalização é o caminho para tornar as corretoras mais competitivas, acessíveis e conectadas ao perfil do novo consumidor.
O público do CQCS Inovação 2025 poderá conhecer o AgentCorr em primeira mão e conversar com a equipe da Multiplic. Para garantir uma apresentação durante o evento, eles criaram, claro, um Agente de IA para interessados em agendar uma demonstração: https://wa.me/551151984811
Justos lança campanha Black November e premia com até R$ 1.500 extras
A ação de Black Friday reforça a valorização dos parceiros e incentiva o crescimento sustentável da base de clientes
A Justos, empresa de seguro auto que recompensa motoristas conscientes e usa tecnologia para transformar o setor, anuncia a campanha Black November, voltada a corretores ativos que realizarem vendas de apólices anuais em renovação congênere. A ação é válida entre 1º e 30 de novembro de 2025, em todo o território nacional.
Com foco em reconhecer o desempenho dos parceiros e incentivar a fidelização dos clientes, a Black November oferece até R$ 1.500 em prêmios, conforme o volume de apólices anuais vendidas durante o período:
3 apólices anuais de renovação: R$ 300 8 apólices anuais de renovação: R$ 600 10 apólices ou mais: R$ 1.500
Os valores serão pagos em cartão vale-presente (Only Pay) a partir de 12 de dezembro de 2025, após a apuração oficial — que considerará apenas apólices com status “ativo” na base da Justos até 3 de dezembro.
“A Black November é uma oportunidade para reconhecer o trabalho dos nossos parceiros e reforçar a importância das renovações, que demonstram a confiança dos clientes e fortalecem a relação com os corretores. É uma campanha de celebração e de resultados”, afirma Luciano Lima, diretor comercial da Justos.
A campanha integra o conjunto de iniciativas da seguradora voltadas à valorização dos corretores, que contam com ferramentas digitais para simplificar a rotina e potencializar vendas. Entre elas estão o Portal do Corretor, que centraliza informações sobre apólices e comissionamentos, e a ativação agendada de apólices, funcionalidade que evita sobreposição de custos e facilita o processo de renovação.
O regulamento completo da campanha está disponível no site.
Porto Bank abre pré-venda exclusiva para o Grande Prêmio de São Paulo 2026
A venda antecipada de ingressos começa no dia 10/11, a partir das 12h, exclusivamente para clientes dos Cartões de Crédito Porto Bank
A expectativa para o Grande Prêmio de São Paulo 2026, etapa brasileira da principal categoria
de automobilismo do mundo, já começa agora para os clientes dos Cartões de Crédito Porto Bank. A pré-venda exclusiva de ingressos tem início no dia 10 de novembro, a partir das 12h, dando aos clientes a chance de garantir seu lugar na corrida de forma antecipada.
Os ingressos* – limitados a quatro por CPF –estarão disponíveis somente para setores específicos do evento. As vendas para o público geral terão início no dia 17 de novembro.
* Ingressos sujeitos à disponibilidade. Haverá ingressos disponíveis para os setores
A (entrada da Reta Principal e Reta Principal), B (Reta Principal), M (final da Reta Principal), D (S do Senna), H (Curva do Sol), R (início da Reta Oposta), G (Reta Oposta).
Detalhes da pré-venda:
Início da venda exclusiva Porto Bank: 10 de novembro, a partir das 12h
Link para compra: Link
Limite de ingressos: 4 ingressos por CPF
Público: clientes dos Cartões de Crédito Porto Bank
Observação: a pré-venda é para ingressos em outras arquibancadas/setores do Grande Prêmio de São Paulo 2026. A Arquibancada Porto será vendida em 2026.
Swiss Re celebra 100 anos no Brasil e reforça seu compromisso com setor
A Swiss Re celebrou um século de resiliência e parceria no Brasil, comemorando seus 100 anos de operações em um evento de alto nível realizado em São Paulo, com a presença de 350 convidados — entre executivos, clientes, parceiros e líderes do setor de seguros e resseguros.
À medida que os eventos climáticos extremos se intensificam e o cenário de riscos se torna cada vez mais complexo, o Brasil consolidou-se como um polo estratégico para o fortalecimento da resiliência na América Latina. Nesse contexto, a Swiss Re reafirmou seu compromisso de longo prazo em ajudar o país e suas empresas a antecipar riscos e se adaptar a um mundo em constante transformação.
“O Brasil é uma pedra angular da nossa estratégia regional e um exemplo de como a resiliência se constrói em conjunto. Continuaremos comprometidos em antecipar riscos, promover adaptação e apoiar o crescimento sustentável pelos próximos 100 anos”, afirmou Andreas Berger, CEO do Grupo Swiss Re.
A celebração destacou o papel fundamental do Brasil nas operações globais da Swiss Re e reuniu convidados de destaque, incluindo o Em-baixador da Suíça no Brasil, Hans Peter, Ivan Gontijo, presidente da Bradesco Seguros; Marcelo Noronha, presidente do Banco Bradesco; Ney Dias, presidente da FENSEG; e Patricia Chacon, presidente do Sindseg-SP, além de representantes da FGV, ABGR e do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo.
Uma parceria de longo prazo com o Grupo Bradesco
O centenário da Swiss Re também celebrou a sólida parceria com o Grupo Bradesco Seguros, colaboração que se tornou um dos pilares do mercado segurador brasileiro.
Ivan Gonzalez, CEO da Swiss Re Corporate Solutions, destacou a força da colaboração em
EMPRESAS JNS 23
tempos de volatilidade:
“Combinar a ampla rede e o conhecimento de mercado do Bradesco com a inovação e a exper-tise em riscos da Swiss Re nos permite cocriar soluções que ajudam as empresas brasileiras a enfrentarem a volatilidade e construir resiliência para os próximos 100 anos.”
Ivan Gontijo, presidente da Bradesco Seguros, ressaltou a importância histórica da parceria:
“Celebrar os 100 anos da Swiss Re no Brasil é um marco para todo o setor de seguros. Para nós, do Grupo Bradesco Seguros, é uma honra fazer parte dessa história por meio da joint venture estabelecida há oito anos — uma parceria sólida, baseada em confiança e inovação. Seguimos com-prometidos em fortalecer essa aliança e desenvolver soluções que ampliem a proteção e impulsionem o crescimento da sociedade brasileira.”
Na mesma linha, Marcelo Noronha, presidente do Banco Bradesco, enfatizou a visão compartilhada entre as duas instituições:
“A jornada centenária da Swiss Re no Brasil é um testemunho de visão e confiança no potencial do país. Assim como o Bradesco, com mais de 80 anos de história, a Swiss Re construiu um legado de credibilidade e contribuição para o fortalecimento do mercado e da economia. Essa parceria, que se renova e se aprofunda a cada ano, reflete valores que compartilhamos — solidez, excelência e compromisso com o desenvolvimento sustentável. Celebrar este primeiro século é também reconhecer o sucesso conjunto de duas instituições que acreditam no Brasil e em seu povo.”
Compromisso com o futuro
A presença de 100 anos da Swiss Re no Brasil é mais do que uma celebração. Em um mundo que enfrenta crescente volatilidade e eventos climáticos cada vez mais intensos, a empresa mantém o foco em ajudar a sociedade a se adaptar, se recuperar e sair mais forte.
Está aberta a Campanha Rota dos Campeões BVIX 2025
Os corretores participantes além de ampliar a sua produção em seguros, ainda concorrem a uma viagem para a África do Sul com direito a acompanhante
A seguradora já deu a largada para sua Campanha Rota dos Campeões BVIX 2025, a fim de incentivar corretores e assessorias a ampliarem sua produção em seguros, premiando o desempenho por volume de vendas e diversificação de portfólio, durante o período da campanha, que iniciou no dia 1º de outubro e irá até o dia 31 de dezembro de 2025.
“A campanha reflete o espírito que move a BVIX, valorizando os corretores e reconhecendo o seu desempenho. Mais do que uma ação comercial, é um convite à superação. Queremos inspirar corretores e assessorias a ir além, ampliando suas metas e acreditar no seu potencial de crescimento”, declarou Edson Calheiros, presidente da BVIX Seguradora.
Público-alvo – Estão aptas a participar da campanha, as Corretoras de Seguros e Assessorias ativas junto a BVIX Seguradora que possuam registro na SUSEP ativo e regular no período da campanha.
Produtos - Importante ressaltar que serão consideradas pa-ra apuração as vendas dos seguintes produtos: Seguro Frota; Seguro Vida em Grupo/APC 3; Seguro Property; Seguro Enge-nharia; RD Equipamentos e novos produtos, lançados no pe-ríodo da campanha.
Campanha - A ação, que promete movimentar o mercado , foi oficialmente apresentada nas redes sociais corporativas da BVIX e comunicada diretamente aos profissionais cadastrados na base oficial da seguradora, garantindo exclusividade e engajamento. Com um formato inovador, a campanha oferece reconhecimento, premiações e experiências exclusivas aos que se destacarem durante o período de vigência, incentivando resultados de alta performance. A divulgação dos ganhadores será feita em até 30 dias após o término da campanha.
CURTAS, para relaxar...
Jornal Nacional de Seguros Ed. 362 OUT 2025
UMA S& OUTRAS
O menino sincero
Para não ter de pagar passagem, o irmão mais velho disse para o irmão mais novo:
- Quando o motorista perguntar quantos anos você tem, você diz que tem seis.
- Tá bom - respondeu o irmão mais novo.
- Então quantos anos você tem?
- Sete.
O irmão mais velho deu uma bronca no irmão mais novo.
- Se você disser que tem sete, vamos ter que pagar passagem! Vamos tentar de novo. Quantos anos você tem?
- Seis.
- Muito bem!
Dentro do ônibus, o cobrador perguntou para o menino:
- Quantos anos você tem?
- Seis - ele respondeu.
- E quando você vai fazer sete?
- Quando eu descer do ônibus.
A pescaria
A mãe, ao ver a filha de 10 anos voltar da pescaria com o pai, com o rosto todo inchado, fica muito assustada:
- Minha filha, o que houve?
- Foi um marimbondo, mamãe…
- Ele te picou?
- Não deu tempo... o papai o matou com o remo!
O querido e saudoso
Pedrão
Quando faleceu o querido Pedrão, o mais popular garçom do restaurante, seus colegas e
vários fregueses procuraram um médium para falar com o saudoso amigo que tinha acabado de partir.
Quando todos estavam em volta da mesa, o médium disse:
- Para chamar o Pedrão, todos devem acenar com a mão, tal como os fregueses faziam quando queriam que o Pedrão viesse atendê-los.
Todos acenaram ao mesmo tempo com a mão, mas o Pedrão não apareceu.
Fizeram de novo, e nada. Desta vez, com as duas mãos, e nada. Chamaram pelo nome. Nada do Pedrão. Só depois de todos berrarem é que o Pedrão apareceu.
- O que foi que aconteceu?perguntou um dos presentes na sessão. - Por que demorou tanto?