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ENTREVISTA /

“O que eu gosto de fazer, é ajudar as pessoas a serem capazes”

nunca nos passa a ser indiferente. Eu às vezes dou comigo a observar isto e aquilo e a mandar uma pista uma sugestão uma coisa qualquer e o mesmo se passa em termos do associativismo. Ando lá por Lisboa, vejo isto e vejo aquilo, ou leio isto ou aquilo, e penso isto devia ser feito em Abrantes, isto precisava de ser feito em Abrantes, isto merecia a pena ser feito em Abrantes.

Tudo por Abrantes. A cidade está muitas vezes no seu foco?

Eu casei com Abrantes em 1973.

Professor Jana ou amigo Jana. É conhecido de várias formas porque já encabeçou ou fez parte de vários projetos. É um homem do associativismo, da imprensa, da escola, dos sete ofícios...que não desiste da sua cidade e que nela há 66 anos tem deixado o seu contributo. Não é natural de Abrantes. Como se concretiza a vinda para a nossa zona?

Nasci na maternidade Alfredo da Costa, a minha origem é o bairro de Alcântara, onde a minha mãe nasceu. O meu pai é natural da freguesia de Mação e era oficial de diligências no tribunal. Naquela altura, ele concorreu para os tribunais desta região e foi colocado na Sertã, tinha eu 2 anos. E depois quis subir de categoria de uma comarca de terceira para uma de segunda, e ficou em Abrantes. Portanto, vivo em Abrantes desde os meus 7 anos.

Porquê a área da Filosofia?

Isso não é importante, porque eu não estou para que a cidade me trate bem. Acho é que a cidade não me tem sabido aproveitar o suficiente para aquilo que as pessoas precisam, ao contrário da Antena Livre e do JA que me tem “estimado” e nisso faço-lhes honra. Mas, cada um é que sabe o que é que quer e o que é que precisa.

É sem dúvida uma área fundamental. É uma área que trabalha com o essencial que é o pensamento das pessoas. Filosofia é o ponto que define uma gramática de pensar.

Como foram os anos no ensino?

Estive no ensino cerca de 35 anos. Em 30 anos tive oportunidade de experimentar muitas coisas e o que me ficou, fundamentalmente, é que os alunos são boas pessoas e gostam de aprender. Contudo, às vezes não conseguem e as escolas não os ajudam. E eu acho que o meu papel fundamental nem foi ensinar Filosofia, foi ajudar os meus alunos a serem capazes. É o que eu gosto de fazer, é ajudar as pessoas a serem capazes. Fui amigo, mas sempre procurei ser exigente para eles aprenderem. O tempo como professor foi uma experiência em que eu investi uma boa parte da minha vida e teve um saldo positivo para mim e para os outros.

É um homem do associativismo. Porquê?

Uma razão terá a ver com o meu pai. Lembro-me quando vivia na Sertã de estar a dormir na barraca de comes e bebes na Carvalha porque o meu pai fazia parte da organização das festas. E daí talvez me tenha ficado qualquer coisa. Quando tinha 5/6 anos, ainda não sabia ler, mas já gostava de folhear e comecei a ler em latim, mas só

descobri depois. Não lia, mas fingia que lia (risos). E rasguei as folhas e fui colá-las na janela para que as outras pudessem ler também. Ainda hoje faço isso, dou a ler o que ando a ler. A segunda razão, prende-se com o facto de ter começado a trabalhar com a malta do Pego em 1973 e criámos a extensão cultural da Casa do Povo, onde se fez muita coisa.

Envolveu-se em muitos projetos. Se tivesse de escolher alguns que “agitaram” a comunidade quais escolheria?

O Teatro no Pego e o Festival do Imaginário. No Pego, foi o primeiro grupo, que esteve durante uma dezena de anos. Nós corremos todo o distrito de Santarém e arredores, cerca de 200 jovens passaram por ali a fazer coisas. Por sua vez, o Festival do Imaginário foi uma das coisas maiores que a Palha de Abrantes já fez e que chegou mais longe. Até hoje não se fez nada que se parecesse com aquilo. Foi algo grande, bom e com impacto. De vez em quando ainda encontro pessoas que me falam sobre o festival e me desafiam a fazê-lo outra vez.

A ligação ao Jornalismo surge

porquê?

Por duas razões: em primeiro lugar porque o meu pai era primo direito de um grande jornalista português, Francisco Mata e comprava o Século todos os dias e eu convivi com o Século desde pequenino. O Século fez parte do meu dia a dia. Por outro lado, porque no meu 9º ano, o meu professor convidou-me a escrever para o jornal “Reconquista” e eu escrevi. Escrevi sobre uma ribeira que deitava mau cheiro e estava cheia de lixo, portanto foi o meu primeiro texto em 1968 faz agora este ano 50 anos.

Não levou lápis azul?

Não, mas quiseram-me bater por causa disso. Porque vinha denunciar um problema em Alcains.

E hoje em dia mantém ainda esta ligação com a imprensa?

Mantenho porque vocês são uns chatos e não me largam (risos).

Mas é algo que efetivamente faz com gosto porque acaba por ser um exercício?

É, porque quando nós fazemos jornalismo comprometemo-nos com o mundo e, portanto, o mundo

Nesse âmbito que olhar é que faz sobre a sua cidade?

Nós fizemos um trabalho importante em Abrantes e Abrantes está a desfazer o trabalho que foi feito sem fazer nada em alternativa. A cidade está a perder sem nada em alternativa que se esteja a construir.

Um sonho?

Não morrerei descansado se não conseguir deixar o meu pensamento no mínimo escrito.

Estamos a falar de um livro?

No mínimo um livro. Ao longo destes anos sempre fui um investigador de Filosofia, mas um investigador não académico. Por isso, quando fui fazer a minha tese de mestrado não fiz a tese de mestrado que a universidade queria. Quando fiz a minha tese de doutoramento não fiz a tese que a universidade queria, fiz a que eu achava que deveria de fazer. Assim, o meu pensamento precisa de ser publicado e eu gostava de não morrer sem o deixar pelo menos disponível. Joana Margarida Carvalho Ver esta entrevista na totalidade em www.jornaldeabrantes.pt

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Quando eu andava no secundário senti e percebi que a Filosofia era parecida com a matemática e com a geometria. Esta foi a razão fundamental, porque a lógica e a matemática “são primas direitas” para não dizer “irmãs gémeas”. Outra razão, teve a ver com um colega meu, um bocadinho mais velho, que dizia muitas vezes “tu não existes, tu és apenas a imagem que os outros têm de ti”. E aquela frase fazia-me pensar. Casando as duas coisas, lá me fui interessando. Em 1975, quando me fui matricular, quando abriu a faculdade, tinha três hipóteses: Filosofia, História e Psicologia. E Filosofia era único curso que eu podia fazer como trabalhador estudante e, portanto, não haviam grandes hipóteses.

Mas a cidade tem tratado bem o Alves Jana?

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ECONOMIA /

Câmara anuncia nova empresa que vai criar 251 postos de trabalho te momento, “está consolidado e que apresenta garantias de ser um grande investimento muito avultado e que vai criar cerca de 300 postos de trabalho”. A autarca abrantina, explicou que a nova empresa, a instalar no Parque Industrial de Abrantes – zona sul, focará o seu negócio na investigação, na conceção, desenvolvimento e fabricação veículos automóveis e motociclos para utilização maioritariamente em ambiente fora estrada, equipados com sistema de propulsão convencional ou elétrico. Maria do Céu Albuquerque referiu que a nova empresa vem consolidar “uma área estratégica, nomeadamente, na área da metalomecânica e produção automóvel que acaba por acontecer no nosso

concelho”. A presidente explicou que foram onze as cidades que competiram para a atrair a nova empresa, que num primeiro momento, através de contratos de licenciamento com as entidades TAC MOTORS SA e AJP MOTOS, irá fabricar uma nova versão do Modelo Stark 4x4 e todos os modelos desenvolvidos pela empresa portuguesa AJP MOTOS, sediada em Penafiel. A empresa tem uma previsão anual de vendas, em 2021, de 3000 carros e 3100 motociclos. “Foi graças ao acompanhamento que demos a este processo e a disponibilização de um terreno de forma imediata a preço simbólico, a 1,5 euros o metro quadrado, numa área de cerca de 90 mil metros quadrados de terreno disponível, chamado Ramalhais,

/ DADOS DA OBRA Investimento: 44 ME Produção: 3000 carros e 3100 motociclos Conclusão da obra: março 2020

localizado na zona industrial sul, que a situação se concretizou”, fez notar a presidente. A alineação do terreno e os incentivos fiscais e tributários, no valor de aproximadamente meio milhão de euros - 523.912,93 €, vão ser agora submetidos à aprovação da Assembleia Municipal de Abrantes.

Maria do Céu Albuquerque lembrou que são novos “postos de trabalho que vão ser criados no nosso concelho e vamos precisar de atrair mais recursos humanos, porque claramente precisamos, sendo que o que existe no nosso concelho e território não é suficiente. É claramente um investimento nacional, que importa valorizar”, reforçou. A empresa tem agora sede no Parque Tecnológico do Vale Tejo em Abrantes, num regime de incubação virtual. É uma Sociedade por quotas repartida entre José Fernando Faraco (70%) e Giovani Balduíno (30%), ambos de origem brasileira. A conclusão da construção está prevista em março de 2020. Joana Margarida Carvalho PUBLICIDADE

A Câmara Municipal de Abrantes (CMA) anunciou, no dia 15 de maio, a instalação de uma nova empresa, chamada Tectania, Tecnologia Automóvel, Lda, que prevê um investimento de 44 ME até 2023 e a criação direta de cerca de 251 postos de trabalho. Na reunião de Câmara foi aprovada por unanimidade a alineação do terreno, localizado no Parque Industrial de Abrantes – zona sul, e os incentivos fiscais e tributários que rondam cerca de meio milhão de euros. Maria do Céu Albuquerque, presidente da CMA, congratulou-se com o investimento anunciado “que tem vindo a ser trabalhado desde há um ano para cá”, em concreto desde o dia 8 de fevereiro de 2017. Um investimento que, nes-

/ A autarca explicou que empresa focará o seu negócio na investigação, na conceção, desenvolvimento e fabricação veículos automóveis e motociclos

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Jornal de abrantes / junho 2018


Fotos: Zetília Sebastião, aluna de Comunicação Social da ESTA

REGIÃO / Abrantes

/ Carlos Lopes

/ João Pedro Céu

“O tempo que passo aqui dá para relaxar, dá para me distrair da minha atividade profissional” Quatro anos depois, as hortas comunitárias de Abrantes continuam a cumprir os objetivos de promover a agricultura sustentável, estimular o convívio e contribuir para as economias familiares. Os hortelãos cuidam das suas parcelas, mas também regam as dos vizinhos, quando as folhas começam a murchar. Organizam almoços com os produtos que resultam do cultivo e orgulham-se no que fazem: “Temos a confiança de que as coisas que saem daqui saem com qualidade.”

A Câmara Municipal de Abrantes atribuiu as primeiras hortas comunitárias em 2014 e, desde então, cerca de 100 “hortinhas” foram sendo disponibilizadas a munícipes com diferentes características. Há gente de todas as idades e profissões e o número de interessados é superior ao número de talhões disponíveis. Quando há desistências, sobretudo por razões profissionais, as hortas são entregues a pessoas que estão na lista de espera. O único critério é a ordem de entrada. Os talhões atribuídos aos munícipes são, de alguma forma, o espelho de cada um. Embora as estações do ano ditem os produtos agrícolas que se podem semear, o certo é que o cunho de cada um é visível em pormenores, como nas pequenas vedações que têm ou não, na opção que fazem por ter ou não ter flores ou até na forma como

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colocam, ou não, garrafas para espantar pássaros. Com muito ou pouco conhecimento sobre agricultura, os hortelãos cultivam os seus talhões. Aliás, a ideia de desenvolver uma atividade em comunidade, que presidiu à iniciativa, é evidente nas parcerias informais que se estabelecem com facilidade. Depois do regar a sua horta numa tarde de calor, João Pedro Céu, professor, ilustra esse espírito: “Há aqui pessoas que têm conhecimento da horta bastante grande e quando nós temos dificuldades eles transmitem-nos esses conhecimentos. Como tenho pouco tempo para vir à horta, eles são uma espécie de guardiões da horta. Ajudam, regam quando veem que as coisas precisam de rega. Portanto, é ótimo!” João Pedro Céu quis ter uma horta mesmo sem ter “grande ex-

periência nestas coisas”. O que o motivou foi poder ter “um fator de descanso e de lazer”. Com um sorriso, reconhece que se enganou: “Isto de descanso não tem nada!” Mas a verdade é que o tempo que passa na horta cumpre uma outra função: “Dá para relaxar e para me distrair da minha atividade profissional e sempre vou recolhendo alguns frutos que são para autoconsumo.” Este ano, por razões pessoais, João Pedro Céu não semeou favas e a esposa não plantou flores. “Mas se vierem cá para o ano já vão ver flores”, garante o professor. Este ano, para além de outros hortícolas, fez uma plantação de morangos que, depois de saboreados, revelam outra vantagem desta iniciativa: a qualidade e a pureza dos produtos. “Temos uma garantia relativamente à qualidade do que sai daqui da terra. Não pomos produtos químicos e fazemos um tratamento convencional sempre que surge alguma doença. Quando as coisas se agravam um bocadinho mais, arrancamos e voltamos a semear. Temos a confiança de que as coisas que saem daqui saem com qualidade.” Jorge Moura é o engenheiro agrónomo do Serviço de Espaços Verdes da autarquia que acompanha os hortelãos nesta tarefa de cultivar de forma sustentável e amiga do ambiente. Este responsável explica que no início liga-

vam muitas vezes a pedir informações. Ainda o fazem, “quando têm dúvidas”. Telefonam, para saber como combater “alguma praga ou doença” sem recurso a químicos e para saber “quais são as culturas hortícolas mais indicadas para determinada época”. Mas a internet também tem sido uma preciosa ajuda para quem decidiu candidatar-se a um talhão sem ter qualquer experiência de agricultura. Para além da ajuda técnica e do espaço, a Câmara Municipal cede abrigos para guardar os instrumentos de trabalho, caixas de compostagem e água em vários pontos, na proximidade das parcelas. O resto é com os hortelãos. Inclusivamente a forma como se relacionam uns com os outros. Jorge Moura sublinha a ideia de comunidade: “As pessoas já formaram os seus pequenos grupos e nas imediações das suas parcelas têm mesas e bancos que alguns aproveitam para, ao fim de semana e ao fim da tarde, fazerem pequenos convívios.” Todos os dias João Batista vai à sua horta. Faz parte da comunidade há um ano. Está reformado e aproveita a manhã para regar as cebolas e alfaces. Todos os dias colhe na horta alfaces para levar para casa. Carlos Mouro, militar, é um dos veteranos das hortas. Tem sobretudo hortaliças, porque o espaço não é muito, mas mesmo assim reconhece que é uma ajuda para

a economia familiar, para além de ser uma boa forma de passar os tempos livres. Carlos Lopes, também militar, vai à horta quando pode, sobretudo ao fim de semana. A agricultura para ele não tem segredos, até porque aprendeu novo, com os pais e com os avós. Quis ter um talhão nas hortas comunitárias e é com gosto que o cultiva. “Já estou há dois anos nesta comunidade. Gosto de trabalhar no campo, sempre gostei.” Tem um pouco de tudo, “desde feijão, alface, ervilha e a fava”. Nesta época cultivam-se produtos como tomate, pimento, alho francês, abóbora, melão e melancia. “São as culturas da Primavera/Verão”, frisa o engenheiro que acompanha o projeto. No Inverno há sobretudo couves, alfaces, couves de Bruxelas e brócolos. Jorge Moura recorda que os terrenos que agora são as hortas comunitárias eram cultivados nos tempos em que a Quinta Arca d’Água, onde se situam, era um convento. Precisamente por terem aptidão para as culturas agrícolas é que foram selecionados para acolher este projeto. “O terreno é fértil. Nota-se que há hortas que são melhores porque têm mais matéria orgânica, mas em geral todas as parcelas são boas.” Elsa Custódio aluna de Comunicação Social da ESTA


REGIÃO / Abrantes Aventura em canoa está de volta à Albufeira de Castelo do Bode

/ ITM recebeu o Prémio Instituição

MDF é o Museu do Ano O Museu Metalúrgica Duarte Ferreira (MDF), com sede em Tramagal, Abrantes foi distinguido, no dia 25 de maio, com o prémio “Museu do Ano” pela Associação Portuguesa de Museologia APOM, numa cerimónia que decorreu no Museu Nacional dos Coches, em Lisboa. O prémio foi entregue a Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câ-

mara Municipal de Abrantes, pelas mãos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. “Nenhum museu precisa de um prémio, mas os da APOM servem para mostrar que tudo isto existe e não é triste e não é fado”, disse na ocasião Marcelo Rebelo de Sousa, enaltecendo que “a Câmara Municipal de Abrantes tem um mérito enorme e revela a força do poder

local, que vai onde não vai o poder central”. Ao Museu Metalúrgica Duarte Ferreira também foi atribuída uma Menção Honrosa na categoria Investigação, através do livro “Metalúrgica Duarte Ferreira 1879-1997. Uma história em constante metamorfose.”, com edição da CMA e da autoria da jornalista Patrícia Fonseca.

A presidente da Câmara da Câmara de Abrantes dedicou o prémio aos tramagalenses, “como reconhecimento pelo seu trabalho e resiliência” e partilhou o prémio com todos os cidadãos do Concelho de Abrantes. Para Maria do Céu Albuquerque, o reconhecimento da Associação Portuguesa de Museologia “confere-nos uma maior responsabilidade dentro do panorama museológico português”. Por sua vez, o Prémio Instituição da APOM foi entregue ao Instituto Terra e Memória, de Mação.

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/ Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa com a Presidente da CMA, Maria do Céu Albuquerque e com o Presidente da APOM, João Neto

Percorrer a Albufeira de Castelo do Bode em canoa sob a orientação de um mapa é o desafio que a TAGUS – Associação para ao Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior propõe para o próximo dia 23 de junho. Num pequeno paraíso de águas límpidas do Zêzere vai acontecer o evento lúdico de canoagem, que articula a metodologia da orientação e dos rallys paper. Descobrir os cantos e recantos de uma das maiores e mais belas albufeiras do país é o desafio da TAGUS. Na edição de 2018 deste evento, os participantes terão a oportunidade de assistirem a uma introdução às técnicas de canoagem por João e Francisca Laia, em que estes atletas da modalidade farão uma pequena explicação das formas mais corretas de remar. Outra novidade do AQUApaper de Abrantes será a participação exclusiva em equipas de dois. A inscrição terá o valor 20 euros por elemento, que inclui documentação, seguro, canoa e colete, almoço volante e um lanche-convívio, com produtos e gastronomia local, informa a Tagus.

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REGIÃO / Vila de Rei

/ Salomé Peralta a trabalhar na Destilaria

Lagar de Vila de Rei. Uma aposta reconhecida por todos Surgiu porque não havia nada semelhante no concelho e hoje apresenta resultados muito favoráveis. Em 2017, o Lagar de Vila de Rei transformou 600 toneladas de azeitona só do concelho, num total de mais de 1.400 toneladas a juntar aos concelhos limítrofes. Vamos recuar na história, porque a ideia é bastante antiga e foi iniciada ainda durante um dos mandatos presididos por Irene Barata… “Não existia qualquer lagar a transformar azeitona [no concelho] e assistíamos a um aceleramento do abandono das terras agrícolas e queríamos incentivar a sua exploração. Queríamos incentivar o retorno das pessoas aos seus terrenos agrícolas e queríamos também com isto tudo criar faixas de contenção contra incêndios, uma vez que os terrenos, ao estarem tratados, constituíam-se como barreiras para a propagação e o desenvolvimento natural dos incêndios. Neste sentido, idealizámos a construção do lagar. Fizemos e desde a primeira hora o acolhimento foi extraordinário”, conta ao JA, Paulo Cesar Luís, vice-presidente da Câmara Municipal. O vereador recorda que os lagares limítrofes eram, na sua maioria, estruturas “obsoletas e com muitos anos de existência”. Os produtores vilarregenses muitos vezes ficavam em “listas de espera o que inviabilizava um pouco aquilo que era a extração e depois a transformação” da azeitona. A obra realizou-se há três anos atrás. Foram 500 mil euros de investimento autárquico e, na altura, com críticas da oposição socialista. “O partido socialista tinha uma opinião diferente e achava que deveriam ser particulares e privados a executar o investimento”. Já a maioria PSD “optou não por continuar à espera [da iniciativa privada], porque o que assistíamos era à

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não associação, não agrupamento [dos produtores] e decidimos não continuar a contribuir com o nosso silêncio e a nossa inoperacionalidade para o abandono dos terrenos agrícolas”. Questionado sobre se hoje o PS se revê na aposta que fez a maioria PSD, o responsável respondeu “completamente”. “Face aos resultados que temos vindo a obter da transformação da azeitona, mas também devido ao retorno aos terrenos agrícolas. Há muitas pessoas, que não morando em Vila de Rei e que estão em Lisboa, vêm cá, tratam as oliveiras e limpam os terrenos agrícolas e temos assistido também a algum investimento não tão grande como nós gostaríamos, mas temos assistido (…) contribuindo assim também para a proteção das aldeias”, salientou o responsável. Em 2015, o lagar transformou 830 toneladas de azeitona, em 2016, 540 toneladas. Por último, em 2017, num ano de incêndios, 600 toneladas só do concelho. Os produtores são sobretudo de Vila de Rei, mas não só, vêm de todo o Médio Tejo. O Município prossegue com o projeto e pretende criar agora uma marca de azeite. “Nós temos vindo a consolidar a transformação do azeite e procuramos que o azeite seja também uma fonte de riqueza para as pessoas (…) Nesse sentido, estamos a trabalhar para criar uma marca de azeite, procurando duas vertentes: divulgar o concelho e ao mesmo tempo dar recursos financeiros ao contribuir financeiramente para os produtores de azeite que têm produção em excesso”, explica Paulo Cesar Luís. O responsável refere que o Município está focalizado também na aguardente de medronho, sendo que para além do lagar, o espaço dispõe de uma destilaria. “Começou há cerca de um ano. Tem uma

os dados fornecidos pela Câmara Municipal, a Campanha 2017/2018 representou um custo de 42.000 euros e um conjunto de receitas de cerca de 109.000 euros, ou seja, um saldo positivo de mais de 67. 000 euros só nesta Campanha.

“Não estou satisfeito, estou satisfeitíssimo”

/ Paulo César Luís

/ Custódio Grácio desvantagem. Se no caso do lagar a grande vantagem para além da proximidade, é o preço (7 cêntimos por quilo), na questão da destilaria, o nosso espaço concorre diretamente com o conjunto e infra-estruturas que trabalham de forma ilegal. E sendo que o Município trabalha como deve ser, a carga fiscal associada a estes produtos é muito elevada. Infelizmente, ainda há pessoas que preferem arriscar a destilar os seus produtos noutros espaços, correndo riscos desnecessários, na minha opinião”, considerou. De volta aos números, segundos

Custódio Grácio, 74 anos, reside em Milreu, e é um dos principais utilizadores do lagar e destilaria do concelho. Em conversa com o JA, recorda que é desde pequeno que se dedica a trabalhar na pequena agricultura. O seu pai já tinha um olival. Hoje, é Custódio que tem uma platanção em Milreu, no Pisão e em Valhascos, já no concelho de Sardoal, que totalizam mais de 200 árvores. Para Custódio, o Lagar e a Destilaria “foram duas obras muito boas para o concelho” e desde que abriram, o agricultor é presença assídua. “Já há muitos anos que ia a um lagar no Mogão, no concelho de Sardoal. Um lagar à moda antiga, com prensas antigas e o azeite lá também era muito bom”. Contudo, “desde que este abriu, venho sempre aqui”, salientou Custódio, dando conta que para destilar o medronho ia a Oleiros e, hoje consegue fazer tudo em Vila de Rei. Custódio faz um balanço muito positivo da última campanha, apesar dos incêndios que deflagraram no concelho. “A campanha foi boa e a do outro ano também. A azeitona não se estragou, não houve bicho, foram dois anos maravilhosos de azeitona. E quanto ao que perdeu, o agricultor dá conta que já reflorestou “tudo”. Gastei cerca de 6 mil euros, tudo do meu bolso, mas não conseguia ver aquilo assim tudo queimado”. O balanço da utilização do lagar não podia ser mais positivo: “Não estou satisfeito, estou satisfeitíssi-

mo. E não sou só eu, vêm produtores de todo lado. Ouvi dizer que o lagar moeu 600 e tal toneladas. Não é brincadeira. E o ano passado também se moeu muita azeitona e isto deve-se ao preço” de utilização. E no fim de contas “o azeite é muito bom porque é feito com a azeitona galega e, venha quem vier, não há melhor azeite que este”.

O lagar “foi uma grande mais-valia”

Salomé Peralta, colaboradora do Município, é a responsável pela dinamização do espaço desde que abriu. A engenheira lembra que o espaço é bastante diversificado nos equipamentos que dispõe. “Temos 4 batedeiras que têm uma capacidade entre 900 a 950 cada uma o que nos permite ter uma produção de 2 toneladas por hora”. “Depois das batedeiras, a massa é aquecida mais ao menos a 28 graus, portanto é uma extração a frio o que permite manter as características do azeite e não estragar os ácidos gordos do azeite que depois é extraído através da centrifugadora. De seguida, [a massa] é filtrada por um filtro mecânico e passa para os depósitos pequenos. Temos 8 depósitos de 100 litros cada um o que nos facilita a separação do azeite dos produtores”, acrescenta a responsável. No que diz respeito à destilaria, o espaço dispõe de “dois alambiques que nos permite estar a destilar dois produtos distintos ao mesmo tempo”. Também Salomé considera que a construção do lagar “foi uma grande mais valia. Fazia falta aqui no nosso concelho, pois não havia nada do género. As pessoas tinham que se deslocar para longe”. Agora “eles apanham os seus 300 ou 400 quilos vêm no seu trator e não se preocupam mais”. Joana Margarida Carvalho


REGIÃO / Vila de Rei Município aprova procedimentos para obras de saneamento, rede de águas e ETAR na Fundada / Praia Fluvial de Fernandaires

Fernandaires e Zaboeira têm “Qualidade de Ouro” / Obra na Fundada vai custar 1.839.000.00 euros valor não contemplava a realização da rede de distribuição de água. “E uma vez que se vai renovar a rede de saneamento, haverá todo o interesse e necessidade de renovar a rede de distribuição de água”, referiu. Em declarações ao JA, o presidente lembrou que a obra conta com uma comparticipação em 85%, através do POSEUR, Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiên-

cia no Uso de Recursos, e que é uma “grande obra para o concelho de Vila de Rei e, neste caso, para a freguesia de Fundada”. Recorde-se que as Estações de Tratamento de Águas Residuais do Carrascal, Milreu, S. João do Peso também vão ser alvo de obras de melhoramento e reabilitação, conforme foi aprovado, por unanimidade, na reunião de Câmara ordinária JMC realizada a 20 de abril.

pela Quercus no início de todas as épocas balneares às praias que cumprem com o critério de “qualidade de água excelente” nos últimos cinco anos e de todas as análises, sem exceção, na última época balnear. Segundo a Quercus, “o objetivo é realçar as praias que apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente, tendo em conta a classificação em vigor, e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água”.

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A Câmara Municipal de Vila de Rei aprovou no dia 18 de maio, por unanimidade, o valor de 1.839.000,00 € para avançar com as obras de reabilitação da rede de saneamento, da rede de águas e na ETAR de Fundada. Inicialmente, a empreitada apresentava um preço base de 1.503.000,00 €. Acontece que, segundo explicou Ricardo Aires, presidente da Câmara Municipal, o

A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza divulgou uma lista de 390 praias identificadas com Qualidade de Ouro em 2017 (sendo que apenas 39 delas são Praias Interiores), onde surge a Praia Fluvial de Fernandaires e a Zona Balnear de Zaboeira. A Praia Fluvial de Fernandaires, pela sétima vez, e a zona balnear das Zaboeira, pela terceira ocasião, receberam novamente esta distinção da Quercus. A classificação de “Praia com Qualidade de Ouro” é atribuída

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REGIÃO / Vila Nova da Barquinha

Contas de 2017 são aprovadas pela maioria socialista O relatório de Gestão e Prestação de Contas da Câmara de VN da Barquinha, referente ao exercício de 2017, foi aprovado, por maioria, no dia 30 de abril, com três votos contra da bancada do PPD-PSD / CDS-PP e duas abstenções da CDU. Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal de VN da Barquinha, começou por referir que “houve de facto uma gestão rigorosa que permitiu, entre as receitas correntes versus as despesas correntes, libertar cerca meio milhão de euros para investimento”. Com um total geral de receitas e despesas na ordem dos 8 ME e 377 mil euros “a receita apresentou uma taxa de execução total de 86.95 e cumpriu-se a taxa de execução que é 85%, conforme consta na lei das Autarquias Locais”, salientou o autarca. O presidente referiu ainda que o prazo médio de pagamentos tem sido de 25 dias e que “as despesas de capital tiveram um aumento de 17%, sinónimo de crescimento do investimento no concelho”. Fernando Freire alertou que o

/ Apesar da aprovação, o documento contou com três votos contra da bancada do PPD-PSD / CDS-PP e duas abstenções da CDU Município continua com o mesmo número de trabalhadores relativamente ao ano de 2016, cerca de 155 colaboradores. Contudo, e no que diz respeito à idade média dos tra-

balhadores, a mesma está “entre os 55 e os 59 anos. Uma idade que gere algum envelhecimento das nossas forças de trabalho”, considerou. A bancada do PPD/PSD CDS/

Autarquia avança com as obras em Almourol Foi aprovada no dia 9 de maio, na reunião de Câmara Municipal de VN da Barquinha, a empreitada de “Valorização do Castelo de Almourol”. Segundo Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal, avançou que “em breve, a empresa colocará o estaleiro dentro da ilha para a requalificação” prevista. A intervenção, que prevê um investimento 140 mil euros, contempla a colocação de umas escadas, no cais de Tancos e na ilha, para facilitar a mobilidade no local, a colocação de um palco amovível, entre outras intervenções. “A requalificação consiste na melhoria dos acessos para o castelo, através da criação de umas escadas de pedra, a remoção de todos os elementos atípicos, nomeadamente uns blocos de cimento que se encontram, e a limpeza de espécies infestantes”, enumerou o presidente. A empresa responsável pela obra será a Vedap – Espaços Verdes, Silvicultura e Vedações, SA, de Constância. Numa fase anterior, recorde-se que o Castelo de Almourol já tinha sofrido uma intervenção na torre de menagem e na beneficiação das

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Jornal de abrantes / junho 2018

PP, que votou contra o relatório de Gestão e Prestação de Contas, justificou a sua posição com uma declaração de voto, apresentada pelo deputado Nuno Gomes.

O deputado começou por referir que em dezembro de 2016 a bancada do PPD/PSD CDS/PP, já tinha alertado “que as receitas estavam exageradamente inflacionadas” (…) “Os dados que hoje constam do Relatório de Gestão e Prestação de Contas 2017 confirmam as nossas previsões de então”, afirmou. Nuno Gomes deu conta que “as receitas correntes de 7.972.536,00€ e de Capital 5.158.280,00€ no total de 13.130.816,00€ foram corrigidas ao longo do ano para 7.039.536,00€ e 369.205,62€ no total de 7.408.746,62€, isto é menos de 43,6% e efetivamente a receita de 2017 foi de 6.315.394,11€ aproximadamente 48% do então previsto, e 85,2% do corrigido”. Para justificar o voto contra, o deputado considerou ainda que “a população do concelho continua a decrescer”; “as receitas globais têm vindo a decrescer”; “o resultado líquido é inferior ao ano anterior” e alertou para a “baixa taxa de execução na rúbrica venda de bens de investimento”, entre outros aspetos. Joana Margarida Carvalho

Requalificação da Praça da República vai arrancar

/ Projeto de obra

muralhas e interiores, que incidiram em diversas zonas de desagregação dos panos da muralha e das torres, com a sua impermeabilização, drenagem das águas e beneficiação das muralhas. Edificado numa pequena ilha, localizado no rio Tejo, o castelo foi reconstruído por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários,

em 1171, sendo hoje um dos monumentos militares medievais mais emblemáticos e cenográficos do período da Reconquista, e um dos que melhor evoca a memória dos Templários no nosso país.

A Praça da República, às portas dos Paços do Concelho de Vila Nova da Barquinha, vai ter cara lavada. A remodelação da praça mais emblemática da vila vai custar cerca de 287.356 euros + IVA, e adjudicação à empresa que irá assumirá a obra, foi aprovada, no dia 9 de maio, na reunião de Câmara. A empreitada foi adjudicada à empresa Vedap – Espaços Verdes, Silvicultura e Vedações, SA, de Constância, segundo classificado do Concurso Público, devido ao não cumprimento dos requisitos pela empresa vencedora - Valjardim – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda., de Valado dos Frades. Segundo Fernando Freire, pre-

sidente da Câmara Municipal, a empresa vencedora estava obrigada a prestar uma caução, o que não cumpriu. O prazo de execução mantém-se nos 150 dias e o autarca prevê que a obra arranque dentro de pouco tempo e que antes do final do ano a Praça da República esteja requalificada. A praça irá contar com uma nova visão “de modernidade, com uma nova filosofia. Vamos libertar a praça das árvores e colocar-lhe iluminação e esplanadas. Esta zona vai ser toda pedonal, os veículos vão deixar de passar, para que as pessoas possam aproveitar as esplanadas e divertirem-se”, aludiu o presidente.


REGIÃO / Constância

Contas de 2017 aprovadas por unanimidade mas com críticas da CDU

/ Contas de 2017 aprovadas por unanimidade mas com a CDU a alegar “forma habilidosa de ver os números” do exercício seria à volta de 211 mil euros”, disse. Rui Ferreira, da CDU, apresentou uma Declaração de Voto por parte da bancada comunista que diz que “a análise feita pelos eleitos da bancada da CDU da Assembleia Municipal leva a concluir que, em-

bora a receita arrecadada pelo município tenha aumentado em cerca de 700.000€ relativamente ao ano de 2016, as verbas para a gestão do município continuam a ser reduzidas para responder ao que deve ser feito em melhorias em prol da qualidade de vida dos munícipes”.

No entanto, e apesar do voto unânime por parte dos deputados municipais, a discórdia não ficou à porta e a CDU, pelo deputado Rui Ferreira, criticou o que apelidou de “forma habilidosa de ver os números”. A Moção apresentada acusava

ainda que “estes números plasmados no relatório de contas contrariam de forma categórica o que a maioria na Câmara Municipal, de forma nada séria, diga-se, pôs a circular de que não existia dinheiro porque ficaram com muitas dívidas”. Sérgio Oliveira reagiu e disse que, “se eu fosse habilidoso na apresentação dos números tinha dito, de forma seca, que o resultado líquido do exercício tinha sido de 50 mil euros. Se eu quisesse algum aproveitamento político da aprovação de contas era isso que eu tinha dito. E não o disse”. No final, o presidente da Assembleia Municipal, António Mendes (PS) colocou o ponto à votação e a Prestação de Contas do exercício de 2017 da Câmara Municipal de Constância foi aprovado por unanimidade. Como vem sendo hábito nas Assembleias Municipais de Constância, a plateia esteve sempre com casa cheia. Patrícia Seixas PUBLICIDADE

A Assembleia Municipal de Constância, reunida a 27 de abril, começou com todos os deputados e público presente a fazerem um minuto de silêncio em memória de Carlos Dias, eleito pelo PS como deputado daquele Órgão e falecido a 15 de março. O ponto forte da Ordem de Trabalhos era aprovação da proposta de Prestação de Contas do exercício de 2017 da Câmara Municipal. Foi aprovada por unanimidade dos eleitos. Foi o presidente da Autarquia, Sérgio Oliveira, quem apresentou, “em traços gerais”, o documento distribuído aos membros da Assembleia. “O resultado líquido do Exercício é de 50 mil euros”, disse o autarca, explicando o porquê deste montante: “Foi necessário fazer um conjunto de amortizações de equipamentos que ainda não tinham sido amortizados. Recordo-me de um que é de 1994. Se não fosse esta amortização que fomos obrigados a fazer deste conjunto de equipamentos que nunca tinham sido amortizados, o resultado líquido

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Especial

FESTAS DE ABRANTES 2018 Vai atrever-se a faltar? Sónia Tavares e Paulo de Carvalho, acompanhados da Orquestra Ibérica será um dos momentos mais altos das Festas de Abrantes’2018. O cartaz inclui ainda Diogo Piçarra e Capicua. As músicas da nossa vida chegam através da Festa M80. Animação, tasquinhas, exposições e muito desporto complementam o cartaz da edição de 2018 que fazem das Festas de Abrantes o principal evento cultural e desportivo do concelho. Ah, vamos “espreitar” Serralves em Abrantes?


ESPECIAL / Abrantes Presidente da Câmara de Abrantes apresenta novidades sobre as festas

“Os nossos cidadãos aguardam sempre por este momento como um momento alto de convívio, camaradagem e de partilha” Quais são as expetativas da Câmara em relação às festas da cidade para este ano?

Criar um bom momento para a comunidade residente, com um cartaz e um conjunto de atividades que permita aos nossos cidadãos usufruírem deste tempo de forma, inclusivamente, a poderem ter também um sentimento de pertença ainda maior a esta sua cidade. Por outro lado, queremos atrair outros públicos, dos concelhos circundantes, da nossa região do Médio Tejo, desde o Pinhal Interior Sul, mas também o Norte Alentejano. Por isso tentamos diversificar o cartaz, tentamos diversificar as atividades propostas e tentamos também que as datas não sejam coincidentes com outras festas nos arredores.

O que é que se pode esperar de diferente em relação aos anos anteriores?

Este modelo de festas está consolidado e nós queremos melhorar alguns pontos que entendemos fundamentais. Nomeadamente, a acessibilidade. Este ano é particularmente difícil porque temos várias obras a acontecerem no centro histórico, que vão inclusivamente impedir o estacionamento em larga medida. “O nosso objetivo é criar bolsas de estacionamento exteriores ao centro histórico, como no Rossio, em Alferrarede e também na Cidade Desportiva, tendo aí autocarros que permitam que as pessoas deixem as suas viaturas nesses espaços e venham para cima para as festas em transporte coletivo de passageiros e voltem da mesma

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forma para os seus carros”. Iremos manter o concerto dentro das muralhas do castelo, registo que inaugurámos com o centenário, há dois anos. Esta praça onde nos encontramos (Raimundo Soares), será um espaço dedicado à família, um espaço para as crianças, alicerçado muito na arte e na cultura. Temos ainda uma parceria com a Fundação Serralves, que vai estar presente com uma exposição inédita, com obras impressas que vão ser colocadas em janelas, em portas, em montras do nosso centro histórico. É uma forma diferente de divulgar a arte, a cultura e os nossos artistas plásticos. Outro projeto que a Câmara tem vindo a desenvolver no âmbito das cidades inteligentes, será uma exposição interativa, sobre os instrumentos de gestão municipal e de ligação entre o cidadão, a Câmara e outras instituições, localizada no rés-do-chão do Edifício Milho, onde funciona uma parte da Escola Superior de Tecnologia. Mantemos um calendário de atividades desportivas um pouco por toda a cidade, como o concurso de hipismo (no Rossio ao Sul do Tejo), que irá decorrer no fim-de-semana anterior às festas, que consideramos de especial importância para a nossa comunidade e a nível nacional também. As festas têm um cartaz diversificado e penso que o programa das festas vai ao encontro daquilo que é a expetativa dos nossos cidadãos que aguardam sempre por este momento como um momento

A poucas semanas do início das Festas da Cidade 2018, Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Abrantes, afirma que as expetativas são altas tendo em conta a diversidade do cartaz e o balanço positivo do ano anterior. O orçamento mantém-se na ordem dos 225 mil euros e, embora seja difícil calcular o número de pessoas, admite que participem nas festas milhares de pessoas, à semelhança do ano passado. Numa entrevista em que anuncia que o concurso público para as novas instalações da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) vai abrir ainda este mês para que as obras comecem em janeiro do próximo ano, a autarca enuncia uma série de medidas para prevenir incêndios e insiste na intenção do município de adquirir o Cine-Teatro São Pedro. Rita Reis com Marta Proença e Rafael Silva alunos de Comunicação Social da ESTA

alto de convívio, camaradagem e de partilha, aqui no nosso centro histórico.

Qual é o orçamento para as festas?

Não altera muito em relação aos anos anteriores. Anda à volta dos 225 mil euros, mais coisa menos coisa, para podermos, no fundo, balizar a nossa intervenção, até porque a nossa atividade cultural e desportiva não se resume, felizmente, ao que é a oferta durante estes dias de festas.

Quantas pessoas se espera que venham à cidade atraídas pelas festas da cidade?

Nós não temos essa perceção porque não fazemos as festas num recinto fechado onde seja necessário comprar bilhete para entrar. Assim seria mais fácil controlar. Mas


ESPECIAL / Abrantes esperamos que venham milhares de pessoas, aliás, nós podemos ter uma ordem de grandeza porque no ano passado estiveram a assistir ao concerto no castelo, no dia da cidade, mais de quatro mil cidadãos.

O que se tem visto em anos anteriores é que os largos de Abrantes são pequenos demais para a quantidade de pessoas que vem às festas. Vai haver alguma forma de contornar esta situação?

Estas não são festas que permitam fazer grandes concertos, mas sim para trazer as pessoas para animarem o centro histórico, para comprarem no centro histórico, para conhecerem a oferta que lá existe e para lhe darem mais vida. Neste momento é este o nosso grande objetivo: trazer as festas para aqui. E aquilo que fazemos é diversificar as atividades pelas várias praças e em algumas circunstâncias colocar ecrãs que permitam que as pessoas possam acompanhar mesmo sem estarem fisicamente junto do palco.

Uma vez que no ano passado a região de Abrantes foi bastante afetada pelos incêndios, as situações estão todas resolvidas?

No Verão de 2017, o concelho de Abrantes foi fortemente fustigado pelos incêndios florestais. Arderam cerca de 4600 hectares. Felizmente não se perderam vidas humanas. No caso da habitação parcialmente afetada, as obras já terminaram e já foi devolvida à sua proprietária. A outra habitação também será brevemente entregue à família que a habita.

Que medidas foram tomadas para controlar os incêndios que possam surgir neste verão?

Para além da campanha de sensibilização, que esteve na rua desde fevereiro, para alertar a população em geral para a necessidade da realização da gestão de combustíveis, será realizada uma série de intervenções nas áreas que são da responsabilidade da Câmara Municipal, nomeadamente a instalação das Faixas de Gestão de Combustível na Rede Viária Municipal. Prevê-se o início da obra no início de junho. O Município, em parceria com os parceiros da Proteção Civil Municipal, realizou uma série de ações que promovem a diminuição da gravidade dos incêndios, como o apoio à GNR através do programa “Floresta Protegida 2018 - Prevenir Já” e o apoio à ação de treino operacional de ferramentas manuais no combate a incêndios florestais (ministrada ao Exército Português através da disponibilização de áreas para a implementação de faixas de contenção). Importa salientar que é visível por todo o território os trabalhos de gestão de combustíveis realizados

pelos proprietários privados. Cada um de nós, enquanto cidadão, é um agente de proteção civil. Todos devemos tomar a iniciativa de sermos ativos na prevenção no sentido de nos auto protegermos e defendermos a floresta, as nossas aldeias e lugares.

Como estão as negociações do cineteatro São Pedro? Qual o valor proposto para a compra do imóvel?

A Câmara Municipal mantém em aberto o processo negocial com a Sociedade Iniciativas de Abrantes, Lda. Publicamente, nomeadamente nas reuniões de Câmara, temos veiculado toda a informação sobre este processo, incluindo o valor da proposta de compra do imóvel: €267.000,00. Recebemos uma proposta de projeto de acordo por parte da Sociedade Iniciativas de Abrantes, Lda., em abril último, que incidia sobre a celebração de um novo Contrato de Comodato. Contudo, reassumimos que a proposta da CMA continuará a assentar não na celebração de um novo contrato de comodato, mas num cenário de aquisição do Cine-Teatro São Pedro, através da celebração de contrato de compra e venda, pelo valor a acordar, algo que já oficiámos à Sociedade Iniciativas de Abrantes, Lda. O Cine-Teatro São Pedro é um equipamento cultural de referência incontornável e um objeto arquitetónico de grande valor, mas a gestão dos dinheiros públicos não poderá ser feita sob qualquer tipo de pressão. O interesse público prevalecerá.

Já há data para a inauguração da Unidade de Saúde de Rossio?

Ainda não, mas será num futuro muito próximo. Prevê-se a conclusão da obra em meados do mês de junho e seguidamente a ARSLVT diligenciará no sentido de equipar a unidade de saúde com mobiliário e recursos humanos, para um serviço de proximidade à comunidade.

Acredita que é com a instalação de empresas como a Tectania que Abrantes pode crescer?

Claramente que sim. A nossa ação nos últimos mandatos permitiu relançar o posicio-

Vamos continuar a trabalhar empenhadamente, sobretudo para capitalizarmos todos os investimentos públicos e privados” Este modelo de festas está consolidado e nós queremos melhorar alguns pontos que entendemos fundamentais”

namento de Abrantes como um destino atrativo para o investimento empresarial, valorizando em especial a sua localização, acessibilidades e infraestruturas de acolhimento empresarial, a existência de uma forte cultura industrial e tecnológica e a presença de centros especializados de produção e transferência de conhecimento. A Tectania, projeto que continuamos a acompanhar, é o exemplo disso mesmo. Trata-se de uma empresa nova, de base tecnológica e que criará um produto muito focado, à semelhança de outras empresas já instaladas no concelho, na exportação e na criação de riqueza. A proposta da Tectania é a criação, até 2023, de 251 postos de trabalho, com um investimento de 44 milhões de euros. Torna-se assim fácil perceber a importância deste investimento para o crescimento do concelho de Abrantes e de toda a região.

Qual é a situação da Pousada da Juventude?

Em fevereiro de 2017 entregámos ao Sr. Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. João Paulo Rebelo, um memorando sobre a importância de uma intervenção de reabilitação do edifício. Recentemente, formos informados pela Movijovem para o início de um processo de aquisição de serviços tendente ao “Projeto para a requalificação da cobertura, impermeabilização e pintura das fachadas”, e que a obra ocorrerá durante o ano de 2018.

Para quando está previsto o novo edifício da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA),

no Tecnopolo?

É nossa intenção apresentar o projeto e lançar a empreitada até acontecerem as candidaturas ao ensino superior deste ano, até ao final do mês de junho. Portanto, são boas notícias! É um concurso público, todo o procedimento demora no mínimo seis meses. Estamos a apontar o início da obra para janeiro do ano que vem. Há sempre imponderáveis que não conseguimos antever, se for antes, melhor. Vamos estar atentos porque não queremos que este calendário não derrape mais.

Tendo sido reeleita para a presidência de Abrantes, sente que o seu trabalho tem sido cumprido e desejado pela população?

Claramente. De mandato a mandato fui reforçando, com a minha equipa, a votação. Não só à Câmara, como também à Assembleia Municipal e no número de freguesias eleitas pelo Partido Socialista. E há claramente aqui um acompanhamento por parte dos cidadãos daquele que é o nosso trabalho e o reconhecimento desse trabalho que temos vindo a fazer. Se fizemos tudo o que queríamos? Ainda não fizemos tudo o que queríamos e por isso, neste mandato, que ainda agora começou, vamos continuar a trabalhar empenhadamente, sobretudo para capitalizarmos todos os investimentos públicos e privados que sejam possíveis de trazer para o nosso município, no sentido de potencializar a qualidade de vida dos nossos cidadãos. Mas também para nos tornarmos cada vez mais competitivos à escala local, regional e nacional.

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ESPECIAL / Abrantes

FESTAS ABRANTES’2018 – A Festa vai começar e ninguém vai faltar!

PROGRAMAÇÃO DESPORTO // FESTAS DE ABRANTES

Começam dia 13 e terminam a 17 de junho. Abrantes está pronta para os milhares de visitantes que, nos próximos dias, irão vivenciar e desfrutar das Festas de 2018. O Dia da Cidade, que se comemora em Abrantes a 14 de junho é, mais uma vez, o ponto alto das Festas de Abrantes. Para além das cerimónias oficiais e sessão solene, é motivo de destaque o concerto que, pela terceira vez, a Câmara Municipal leva até ao Castelo da cidade. Este ano, é a vez de Sónia Tavares e Paulo de Carvalho subirem ao palco, acompanhados da Orquestra Ibérica. No entanto, a animação começa a mexer com Abrantes logo no dia 13 onde as Vozes de Abrantes abrirão, no palco da Praça Barão da Batalha, os grandes concertos de cinco dias de festas. Diogo Piçarra e Capicua são outros dos nomes maiores da música portuguesa que irão passar por Abrantes. A par dos grandes nomes da música portuguesa, integram o cartaz projetos locais, os Grupos de Cantares e a música popular, que abrilhantam os bailes no Jardim da República. E passar uma noite inteirinha ao som das músicas da sua vida? É isso que promete a M80 para a noite de sábado, dia 16. Uma viagem musical pelos hits das últimas décadas numa noite para reviver o melhor verão das nossas vidas! À semelhança de anos anteriores, a Câmara de Abrantes preparou um programa diversificado para chegar a diferentes públicos, fazendo das Festas de Abrantes’2018 o principal evento cultural e desportivo do concelho. E se falámos das atrações musicais, são muitas as expressões culturais que vão estar

CONCURSO NACIONAL DE SALTOS DE ABRANTES – HIPISMO 08.junho – durante a tarde 9 e 10. Junho – todo o dia Margem Sul do Aquapolis – Rossio ao Sul do Tejo

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espalhadas um pouco por toda a cidade. Com exposições no Museu D. Lopo De Almeida, na quARTel – Galeria de Arte Contemporânea e no Parque Tejo, a grande novidade desta edição prende-se com a iniciativa Serralves em Abrantes. Montras e paredes vão transformar-se em obras de arte das grandes coleções de Serralves. No desporto, as atividades já são esperadas por milhares de visitantes e já recebem participantes um pouco de todo o lado. A começar, desde logo, com o Concurso Nacional de Saltos – Hipismo, que terá lugar na Margem Sul do Aquapolis – Rossio ao Sul do Tejo, no fim de semana que antecede o início das festividades (nos dias 8, 9 e 10 de junho). A partir de dia 14 de junho, há modalidades para todos, desde o downhill urbano, o Abrantes na diagonal ou o uphill, ao festival de canoagem, carrinhos de rolamentos, show motorizado, atletismo, futebol e voleibol de praia e torneio de sueca. Outros motivos de atração são sempre a Feira de sabores e tradições, o artesanato urbano, a animação de rua, as tasquinhas e os doces tradicionais que pontuam o Centro Histórico da cidade. Um Smart Lounge e um Espaço Família são espaços a descobrir na edição de 2018 das Festas de Abrantes. Tudo pronto? Então que comece a festa!

FESTIVAL DE CANOAGEM 16.junho 14h30 // Estação de Canoagem de Alvega TORNEIO DE SUECA 16.junho 15h00 // Jardim da República CAMPEONATO NACIONAL DE CLUBES ATLETISMO 16.junho 15h00 // Cidade Desportiva

TORNEIO DE FUTEBOL DE PRAIA 14.junho 10h00// Aquapolis margem norte TORNEIO DE VOLEIBOL DE PRAIA 14.junho 10h00 // Aquapolis margem norte

PROVA DO CAMPEONATO DO MUNDO DE AGILITY 16.junho 17h00 // Campo de Basebol PASSEIO CHAPA AMARELA 17.junho 09h00 // Jardim da República PROVA DO CAMPEONATO DO MUNDO DE AGILITY 17.junho 09h30 // Campo de Basebol CAMPEONATO NACIONAL DE CLUBES ATLETISMO 17.junho 09h30 // Cidade Desportiva CAMPEONATO NACIONAL DE BIATLE 17.junho 09h30 // Aquapolis margem norte

DOWNHILL ABRANTES 16.junho 14h00 // Centro Histórico

4.º UPHILL 17.junho 10h00 // Calçada de S. José


ESPECIAL / Abrantes PROGRAMAÇÃO ANIMAÇÃO // FESTAS DE ABRANTES

15.JUNHO ‘18 BELITO CAMPOS 20h00 // Jardim da República

AMA na Rua 14 a 17. junho // Centro histórico

13.JUNHO ´18 CANT’ABRANTES 20h00 // Jardim da República

SERRALVES EM ABRANTES 13 a 17.junho // Centro histórico SMART LOUNGE 13 a 17.junho // Centro histórico

CAMPEONATO NACIONAL DE CARRINHOS DE ROLAMENTOS 17.junho 14h00 // Descida do Açude SHOW MOTORIZADO Perícia, rally, SSV, TT, drift e trial 17.junho 18h00 // Cidade Desportiva ABRANTES NA DIAGONAL Chegada dos participantes 17.junho 18h00 — 20h00 // Centro Histórico

EXPOSIÇÕES // FESTAS DE ABRANTES

EM SIMULTÂNEO // FESTAS DE ABRANTES

VOZES DE ABRANTES com RUI DRUMOND 22h00 // Praça Barão da Batalha REMÉDIU SANTU 23h30 // Praça Barão da Batalha DJ JOHNNY HAPPY 00h00 // Praça D. Francisco de Almeida

14.JUNHO ‘18

DIA DA CIDADE / FESTAS DE ABRANTES

DIOGO PIÇARRA 22h00 // Praça Barão da Batalha DJ NUNO CALADO 00h00 // Praça D. Francisco de Almeida

16.JUNHO ‘18 VOZES DA NOSSA TERRA Projeto do Agrupamento de Esc. N.º 1 de Abrantes 11h00 // Praça Barão da Batalha

HASTEAR DA BANDEIRA CERIMÓNIAS OFICIAIS DO DIA DA CIDADE 10h30 // Praça Raimundo Soares

BANDA 6 LATINOS 20h00 // Jardim da República

FARTURAS E PIPOCAS 14, 16 e 17.junho – 12h00 – 02h30 // Jardim da República 13 e 15.junho – 18h00 – 02h30 // Jardim da República FEIRA DE SABORES E TRADIÇÕES 13 e 15.junho – 18h00 – 24h00 // Centro histórico 14 e 16.junho – 15h00 – 24h00 // Centro histórico 17.junho – 15h00 – 22h00 // Centro histórico

UNION SALSERA 20h00 // Jardim da República

X ANTEVISÃO DO MIAA – A Representação da Figura Humana 09.junho.2018 a 22.janeiro.2019 Museu D. Lopo De Almeida

FESTA M80 Uma viagem musical pelos hits das últimas décadas numa noite para reviver o melhor verão das nossas vidas! 21h30 // Praça Barão da Batalha

NO PRINCÍPIO De Henrique V. Ribeiro Até 23.junho quARTel – Galeria de Arte Contemporânea

DJ BARRAL 80’S 00h00 // Praça D. Francisco de Almeida

DOÇARIA DE ABRANTES 13 e 15.junho – 18h00 – 24h00 // Loja 14 e 16.junho – 15h00 – 24h00 // Loja 17.junho – 15h00 – 22h00 // Loja

17.JUNHO ‘18 BRAVO ABRANTES: SÓNIA TAVARES E PAULO DE CARVALHO + ORQUESTRA IBÉRICA 22h00 // Castelo/Fortaleza

SEMÁFORO 20h00 // Jardim da República

TASQUINHAS GASTRONÓMICAS 14, 16 e 17.junho – 12h00 – 02h30 // Jardim da República 13 e 15.junho – 18h00 – 02h30 // Jardim da República

AS PLANTAS NA 1ª GLOBALIZAÇÃO Até 31.outubro Parque Tejo – Rossio ao Sul do Tejo CAPICUA 22H00 / /Praça Barão da Batalha DJANE MERCHE ROMERO 00h00 // Praça D. Francisco de Almeida

ESPAÇO FAMÍLIA 13, 14 e 15.junho – 18h00 – 22h00 // Jardim da República 16 e 17.junho – 11h00 – 13h00 / 18h00 – 22h00 // Jardim da República junho 2018 / jornal de abrantes

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ESPECIAL / Abrantes

Abrantes INVEST apresenta resultados Quase ano e meio depois da apresentação do Abrantes INVEST, a Câmara Municipal de Abrantes faz um balanço bastante positivo da campanha. Com quase uma centena de reuniões com investidores presenciais e individualizadas e os incentivos amplamente divulgados, os resultados apresentam-se agora com números reais. No Apoio ao Emprego Qualificado no Parque Tecnológico do Vale do Tejo, foram aprovadas 7 candidaturas no valor de 44.873,18 euros, estando ainda uma candidatura em análise. No que diz respeito à iniciativa “+ Comércio no Centro”, foram criados 26 postos de trabalho. Foram aprovadas 23 candidaturas, num total de 44.430,00 euros e está ainda uma candidatura em análise. A taxa de sobrevivência cifra-se nos 86%. Relativamente à atividade no Parque Industrial, foram aprovadas, para ampliação e relocalização, 4 candidaturas. Uma nova empresa também viu aprovada a sua candidatura e há uma nova

empresa que espera aprovação da Câmara Municipal. O Parque Industrial conta ainda com uma candidatura em análise, 1 projeto de ampliação em curso e 1 projeto de uma nova empresa com projeto aprovado. A cereja no topo do bolo foi divulgada em reunião do Executivo de 15 de maio. O Parque Industrial

vai acolher a Tectania, Tecnologia Automóvel, Lda. Um investimento de 44 ME até 2023 que vai proporcionar a criação direta de 251 postos de trabalho. A empresa, a instalar no Parque Industrial Abrantes - Zona Sul, focará o seu negócio na investigação, conceção, desenvolvimento e fabricação veículos automóveis e

motociclos para utilização maioritariamente em ambiente fora de estrada, equipados com sistema de propulsão convencional ou elétrico. A atividade será potenciada com a instalação de uma nave industrial de 6.500 m2. Para além da aposta na “fabricação e comercialização de um automóvel representativo de uma

marca portuguesa, a Tectania irá inovar igualmente com a fabricação de motociclos direcionados para o segmento de off-road/aventura”. A Previsão Anual Vendas em 2021 aponta para 3000 carros e 3100 motociclos. Aquando da divulgação da instalação da Tectania, a presidente da Câmara Municipal, Maria do Céu Albuquerque, congratulou-se com o investimento anunciado “que tem vindo a ser trabalhado desde há um ano para cá”, em concreto desde o dia 8 de fevereiro de 2017. Um investimento que, neste momento, “está consolidado e que apresenta garantias de ser um investimento muito avultado e que vai criar cerca de 300 postos de trabalho”. “Foi graças ao acompanhamento que demos a este processo e à disponibilização de um terreno de forma imediata a preço simbólico, a 1,5 euros o metro quadrado, numa área de cerca de 90 mil metros quadrados de terreno disponível, que a situação se concretizou”, fez notar a presidente.

Plataforma Abrantes 360: Serviços online 24 horas por dia, 7 dias por semana Apresentada há um ano, na abertura das Festas Cidade, a plataforma Abrantes 360 disponibiliza aos cidadãos serviços da autarquia online, acessíveis sete dias por semana, 24 horas por dia, cumprindo o objetivo de alargar a interação e proximidade com os munícipes, mediante a simplificação de procedimentos. Registar-se na conta da entidade municipal é um procedimento fácil, único e rápido, que dá a possibilidade ao cidadão de aceder à informação da autarquia, numa única plataforma, quando mais lhe convier e onde quer que esteja. São exemplo de alguns dos serviços disponíveis nesta nova plataforma o acesso às requisições de livros da Biblioteca Municipal, informação sobre o Orçamento Participativo, mas também, depois de se inscrever na conta da entidade municipal, obter informações sobre processos ou formulários que digam respeito a reclamações e sugestões, pedido de marcação de audiências, transportes, toponímia, Agricultura e Florestas, Segurança e proteção civil, pagamento de taxas e coimas, obras particulares,

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Projeto Urbanismo 360

certidões, cemitérios, consulta e reprodução de documentos, veículos, estacionamento e sinalização, desporto, mercados, feiras, venda ambulante e festas, comércio, serviços, restauração e ruído, inspeções ou ocupação de espaço público e publicidade. No futuro, através da platafor-

ma Abrantes 360, poderá proceder à autenticação com o cartão do cidadão, Integração com AMA (Balcão do Empreendedor), a pagamentos online, à comunicação bidirecional sobre os processos e à consulta do estado do processo em tempo real. Integração completa com a Ges-

tão de Processos (plataforma interna de gestão documental), rapidez e flexibilidade na submissão de um pedido e transparência na relação com os interessados são as vantagens da utilização da plataforma Abrantes 360 à qual poderá aceder através do endereço https://abrantes360.cm-abrantes.pt.

Dando sequência à estratégia de crescimento digital, que ao longo dos últimos anos tem seguido, o Município de Abrantes apresentou, a 29 de janeiro, a mais recente aposta, o Urbanismo 360. Integrado na plataforma on-line Abrantes 360, o Urbanismo 360 constitui-se como um conjunto de serviços, na área do urbanismo, que permitem ao Munícipe, a qualquer hora e de qualquer local, via internet, submeter os respetivos formulários, com maior rapidez e comodidade. Diminuir a distância da Câmara para os Munícipes, facilitar a interação, melhorar a resposta dos serviços e aumentar a transparência, são os objetivos visados pela estratégia digital do Município de Abrantes. Para aderir a esta ferramenta, basta fazer a inscrição em https:// abrantes360.cm-abrantes.pt/ Brevemente estarão disponíveis mais serviços, aproximando cada vez mais a Câmara dos cidadãos.


ESPECIAL / Abrantes

Orçamento Participativo está de regresso Delegar nos cidadãos a decisão do que fazer com uma parte do orçamento do município é o objetivo do Orçamento Participativo (OP), iniciativa que a Câmara Municipal de Abrantes (CMA) leva a efeito pelo 3º ano consecutivo. Esta edição do OP apresenta várias novidades, desde logo, a alteração da idade dos participantes, sendo que a partir desta edição, podem apresentar projetos e participar na votação, os cidadãos a partir dos 16 anos. Para além dos naturais e residentes, passam a poder votar nas propostas, trabalhadores, empresários e estudantes que desenvolvam a sua atividade no concelho de Abrantes, desde que o comprovem. João Caseiro Gomes, vice-presidente da Câmara Municipal, ex-

plicou as alterações e avançou que “nas edições do OP que já ocorreram, a participação dos jovens, ao contrário do que estávamos à espera, tem sido bastante diminuta. Temos tido imensas pessoas na faixa etária dos 40 aos 60 anos, ou superiores a 65 anos, a participar e não tanto os jovens e daí abrangermos uma faixa etária maior”. As propostas vencedoras serão implementadas pela CMA em parceria com Juntas de Freguesia e/ ou outras entidades, quando tal se revele de interesse público. As propostas terão de ser apresentadas em formulário para o efeito, no portal “Abrantes 360”, não sendo consideradas as propostas entregues por outras vias. Para que o cidadão possa participar ou mesmo esclarecer dú-

vidas, a CMA disponibiliza vários espaços de apoio, com pontos de acesso gratuito à internet, para submissão de proposta e para votação na plataforma indicada, como a Biblioteca Municipal António Botto, Biblioteca Itinerante (BIA), Serviço de Atendimento Geral e Espaço Jovem. As Juntas de Freguesia disponibilizam-se a prestar apoio, nas suas instalações, quer para submissão de propostas, quer para votação. A Câmara Municipal de Abrantes vai disponibilizar, para esta 3ª

edição do OP, 350 mil euros, tal como nos anos anteriores. Contudo, “cada proposta não poderá ultrapassar os 100 mil euros (incluindo IVA)”. João Caseiro Gomes disse ser intenção da Autarquia “ter vários projetos, nas várias localidades e balizamos com este valor para que não haja um projeto que possa absorver todo o valor” alocado ao OP. As propostas podem ser apresentadas na plataforma de serviços online Abrantes 360 até dia 15 de junho. A partir de 16 de junho, será

feita a análise técnica das propostas e haverá um período de reclamação (5 dias após publicitação da lista de projetos elegíveis e não elegíveis). De 10 de agosto a 15 de setembro será o período de votação dos projetos e, até 31 de outubro, serão apresentados os resultados. A execução das propostas mais votadas e a monitorização dos projetos serão efetuados durante o ano de 2019.

Abrantes aposta na regeneração urbana e proximidade aos munícipes O centro da cidade vai apresentar-se dentro em breve com uma cara nova. Estão em curso empreitadas que irão alterar a cara da cidade, quer no aspeto estético, quer no que diz respeito ao estacionamento. No Vale da Fontinha irá ser construído um parque de estacionamento que irá ainda permitir a a criação de uma estrutura polivalente que contribuirá para a regeneração urbana do Centro Histórico de Abrantes, conferindo uma nova função ao local. Para além da construção de um parque de estacionamento em três plataformas com capacidade para 312 lugares, este será ainda um espaço com a possibilidade de albergar o mercado grossista semanal, a feira semanal retalhista e a Feira de São Matias, contando ainda com um arruamento urbano que irá permitir a ligação entre a Av. Dr. Solano de Abreu e a Av. 25 de Abril. Um pouco mais acima, está em curso a empreitada de requalificação do Largo 1º de Maio, espaço compreendido entre a Avenida 25 de Abril e o Tribunal. A área de intervenção, num to-

tal de 4 390 m2, decorre na placa central do largo e nos passeios adjacentes, mantendo-se as atuais funções de estacionamento, de circulação automóvel e local de chegada à cidade. Neste espaço, são eliminados os elementos construídos em desníveis na zona central, de modo a tornar o Largo polivalente e haverá um reordenamento do trânsito, do estacionamento de 59 lugares e a formalização de uma praça de táxis

coberta para sete viaturas. Consta ainda do projeto a requalificação e adaptação do edifício do antigo posto de turismo para instalação de equipamento de restauração e a relocalização do quiosque existente para instalação de equipamento de cafetaria. Com esta requalificação, a Câmara Municipal tem como objetivo, “por um lado, a qualificação do espaço público com o intuito de criar melhores condições de

conforto no uso do espaço e, por outro lado, a introdução de novos serviços consentâneos com as suas características e que incrementem uma utilização polivalente do espaço, salvaguardando, contudo, a identidade do ambiente urbano existente”. A requalificação insere-se na estratégica assumida pela Câmara Municipal de regeneração urbana do Centro Histórico, em curso no Município, conferindo uma nova

função ao local, numa lógica de articulação com as intervenções recentemente realizadas na envolvente, designadamente o Mercado Municipal de Abrantes e a Unidade de Saúde Familiar de Abrantes e com a que se prevê realizar no Vale da Fontinha. O regresso dos serviços ao centro histórico de Abrantes é outro dos objetivos. Como tal, será instalada na Rua Nª Sra. da Conceição, no piso superior ao atual edifício da Unidade de Saúde Familiar D. Francisco de Almeida, a Loja do Cidadão. Juntará no mesmo espaço, numa área de 700 metros quadrados, em open space, os recursos da administração central e da administração local, “concretizando uma resposta célere, inclusiva e próxima, com benefícios para toda a população, nomeadamente para os cidadãos e para as empresas”. A opção pela localização no coração da cidade pretende também atrair pessoas ao Centro Histórico e, ao mesmo tempo, criar condições de regeneração urbana e sinergias entre os vários serviços que estão a ser instalados nesta área da cidade.

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ESPECIAL

Feira do Tejo convida à festa! Dia 9 de Junho | Sábado 09h00 | Largo 1.º de Dezembro III Passeio Trilha Milhas - Grupo Motard das Limeiras 10h00 | Parque Ribeirinho Yoga no Parque 14h00 | Largo 1.º de Dezembro Concentração de Vespas - XVI Concentração Vespalmourol - Vespa Clube VNB 15h00 | Parque Ribeirinho

Abertura oficial da Feira do Tejo

15h30 - 18h30 | Parque Ribeirinho Workshop de Canoagem - Clube Náutico Barquinhense 15h30 | Parque Ribeirinho EZ Fita - Cola - Animação de Rua - Projeto EZ 16h00 - 18h00 | Parque Ribeirinho Batismo a Cavalo – Clube Hípico Margens do Tejo 16h00 | Auditório Centro Cultural Palestra Diabetes 17h00 - 20h00 | Parque Ribeirinho Mascotes Parade – Atelier Mona Martins 17h00 | Palco Santo António Festival de Folclore - Rancho Folclórico “Os Pescadores de Tancos”, Rancho Folclórico de Pousaflores, Grupo de danças “Os Lusitanos” de Marinhais, Rancho Folclórico Tá Mara da Nazaré Grupo Folclórico “Os Pescadores de Tancos” 17h00 | Parque Ribeirinho EZ Aviador - Animação de Rua - Projeto EZ 17h00 | Parque Ribeirinho EZ Sapadores - Animação de Rua - Projeto EZ 17h30 | Galeria do Parque Inauguração da exposição “Sebastianismo Revisitado” - Sam Abercromby 19h00 | Parque Ribeirinho EZ Aviador - Animação de Rua - Projeto EZ 19h00 | Parque Ribeirinho EZ Sapadores - Animação de Rua - Projeto EZ 19h00 | Parque Ribeirinho Trail de Stº António - Grupo Cicloturismo Barquinhense 20h00 | Parque Ribeirinho EZ Sub - Animação de Rua - Projeto EZ 20h00 - 23h00 | parque ribeirinho Balão de Ar Quente – Voo Suspenso - Exército Português 21h00 | Parque Ribeirinho Gala Equestre com a participação de Rita Inácio Clube Hípico Margens do Tejo 22h30 | Palco Principal

Phil Collins Legacy Tribute - música

00h00 | Palco Ribeirinho Arregaita - música

Dia 10 de Junho | Domingo 08h30-12h30 | Convívio Piscatório - Ass. Pesca Desportiva “Os Pestinhas” 09h00 | Largo 1.º de Dezembro Caminhada da Diabetes 09h00 | Largo 1.º de Dezembro Concentração de Vespas - XVI Concentração Vespalmourol - Vespa Clube VNB 10h00 | Parque Ribeirinho Yoga no Parque 10h00 - 12h00 | Largo 1.º de Dezembro Visita guiada ao Parque de Escultura de Arte Contemporânea 11h00 | Largo 1º de Dezembro Caudal: Linhas pintadas para ti, ó Tejo… | Intervenção artística por Marília Aquino 15h00 | Auditório Centro Cultural Entrega Diplomas FOS | atuação das turmas - Essência da Partilha 15h30 - 18h30 | Parque Ribeirinho Workshop de Canoagem - Organização Clube Náutico Barquinhense 15h30 | Parque Ribeirinho EZ Fita-Cola - Animação de Rua - Projeto EZ 16h00 - 18h00 | Parque Ribeirinho Batismo a Cavalo - Clube Hípico Margens do Tejo 16h00 - 20h00 | Parque Ribeirinho Insufláveis no Parque 16h00 | Palco Santo António Demonstração de Ballet e Kempo - Escolinha ABC 17h00 - 20h00 | Parque Ribeirinho Mascotes Parade – Atelier Mona Martins 17h00 | Palco Santo António Megadance - Catarina Gonçalves e Sara Silva 17h30 | Palco Santo António Demonstração de Hip-Hop da Academia de Danças Modernas/Urbanas - CIR Ex-Tuna 18h00 | Auditório Centro Cultural Apresentação do livro de Nuno Ferreira “Espada que Sangra” (Histórias Vermelhas de Zallar - Vol.I) 19h00 | Largo 1º de Dezembro Atividade conjunta Associações de Pais do Concelho Associações de Pais 19h00 | Parque Ribeirinho EZ Aviador - Animação de Rua - Projeto EZ 9h00 | Parque Ribeirinho EZ Sapadores - Animação de Rua - Projeto EZ 20h00 | Parque Ribeirinho EZ Sub - Animação de Rua - Projeto EZ

A Feira do Tejo está de regresso a Vila Nova da Barquinha. De 9 a 13 de junho, o parque Ribeirinho será o palco de toda a animação. Tasquinhas, mostra de artesanato, desporto, exposições, muita música e teatro de rua, com Apagão e Manusear, são os destaques deste ano. Quanto ao cartaz musical, pelo palco principal irão passar The Black Mamba, Tributo a Phil Collins e Blaya.

20h00 - 23h00 | parque ribeirinho Balão de Ar Quente – Voo Suspenso - Exército Português 22h00 | Palco Principal

BE DOM | Espetáculo de percussão

23h00 | Parque Ribeirinho

APAGÃO | Teatro de rua - Artelier?

00h00 | Palco Ribeirinho Groove In & Jonnhy Pie - música

Dia 11 de Junho | Segunda-feira 15h00 - 20h00 | Centro de Estudos de Arte Contemporânea Centro de Estudos de Arte Contemporânea aberto à Comunidade 18h00 - 20h00 | Parque Ribeirinho Batismo a Cavalo - Clube Hípico Margens do Tejo 18h00 | Parque Ribeirinho Cravo e Cordas - Teatro de Rua - Artelier 19h00 | Palco Ribeirinho Guardiões do Palco - música 22h30 | Largo 1.º de Dezembro

EZ - Manusear - Teatro de Rua

00h00 | Palco Ribeirinho Royal Pandemonium - música

Dia 12 de Junho | Terça-feira 10h00 - 12h00 | Centro de Estudos de Arte Contemporânea Pintura para crianças - dos 6 aos 12 anos 18h00 - 20h00 | Parque Ribeirinho Batismo a Cavalo - Clube Hípico Margens do Tejo 18h00 - 21h00 | Centro de Estudos de Arte Contemporânea Passeio fotográfico pela maracha do Tejo 18h00 | Parque Ribeirinho Cravo e Cordas - Teatro de Rua - Artelier 21h00 | Palco Santo António Marchas Populares - Ass. Pais Escola Ciência Viva; Associação de Pais EB1/JI Praia do Ribatejo; Associação de Pais JI Vila Nova da Barquinha; Associação de Pais JI Moita do Norte; Fundação Dr. Francisco Cruz; Centro Social Paroquial de Atalaia 22h30 | Palco Principal

The Black Mamba – música

00h00 | Palco Ribeirinho Ricardo Costa - música

Dia 13 de Junho | Quarta-feira 08h30 | Largo 1.º de Dezembro Peeti Trail “Seguir trilhos, com pais e filhos” - atividade de apoio à Beatriz Morgado – Pipoca - Ass. Pais ECV 09h00 | Praça da República Hastear da Bandeira 10h00 - 12h00 | Largo 1.º de Dezembro Visita guiada ao Parque de Escultura de Arte Contemporânea 15h00 - 20h00 | Centro de Estudos de Arte Contemporânea Dia de pintura no Atelier - Ser artista por um dia 15h30 - 18h30 | Parque Ribeirinho Workshop de Canoagem - Organização Clube Náutico Barquinhense 15h30 - 17h30 | Parque Ribeirinho “Os Barqueiros Falidos” - Animação de rua 16h00 - 18h00 | Parque Ribeirinho Batismo a Cavalo - Clube Hípico Margens do Tejo 16h00 | Palco Santo António Barquinha Saudosa 17h00 - 20h00 | Parque Ribeirinho Mascotes Parade – Atelier Mona Martins 17h00 | Auditório Centro Cultural Apresentação dos alunos da Escola de Música de Vila Nova da Barquinha com participação do Grupo de Música Popular - Quadras e Partituras 18h00 | Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha Divulgação dos vencedores do concurso “Meu Querido Santo António“ 19h00 | Igreja Matriz Vila Nova da Barquinha Missa em Honra de Stº António, seguida de Procissão 20h00 - 22h00 | Parque Ribeirinho “Os Barqueiros Falidos” - Animação de rua 21h00 | Aquapalco Danças de Salão - Clube União de Recreios de Moita do Norte 22h30 | Palco Principal

Blaya - música

Horário da Feira do Tejo dias 9, 10 e 13 (15h00-00h00) dias 11 e 12 (18h00-00h00) Exposição “Sebastianismo Revisitado” Galeria do Parque 9 a 13 (15h00-21h00) 6 a 13 de junho | Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha Exposição do concurso “Meu Querido Santo António“ - Paróquia Stº António VNB

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ESPECIAL / Vila Nova da Barquinha

Persio Basso

“Esta Festa é no fundo uma montra daquilo que temos em Vila Nova da Barquinha” O que caracteriza a Feira do Tejo?

Uma das marcas da Feira do Tejo são as pessoas. Sem a população estas festas não se faziam. A Feira tem um sentido muito interessante que é o pulsar das próprias coletividades. De facto, durante este período as coletividades trazem para o território o que fazem, e que fazem bem, durante a sua atividade anual.

Podemos afirmar que estas festas são das pessoas de Barquinha?

Sem dúvida, são das pessoas da Barquinha e cada vez mais de toda a região. São elas que fazem a festa. A Câmara apoia, contrata alguns artistas, mas são elas que gerem aqui o certame, que se preparam durante o ano para mostrar o que de bom fazem em sede da própria. Esta festa é no fundo uma montra daquilo que temos em Vila Nova da Barquinha. Nesta altura, mostramos a “montra” principal, portanto o que de bom fazemos.

É um programa bastante diversificado. Quais vão ser os principais destaques?

É difícil identificar um aspeto ou outro porque o programa é de facto vasto e rico em atividades. Contudo, é possível dizer que vamos ter canoagem, hipismo, a participação dos paraquedistas com os balões de ar quente, as marchas populares, danças de salão, a música, e vários aspetos culturais. Tanta diversidade, mas onde é muito importante destacar este ano a questão do teatro. O teatro de rua vai ser uma aposta que este ano quisemos recuperar para intensificar a nossa aposta na arte e na cultura.

A Feira do Tejo é um modelo consolidado?

Sim. Quem olha para o nosso programa das festas percebe facilmente que nós temos umas festas atrativas devido à excelência do parque. Sentimos que este é um modelo onde as pessoas se sentem

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bem. De facto, são dias em que nós sentimos que apoiamos as coletividades e elas a nós. Aliás, as festas fazem-se para as pessoas, para as populações, para a sua socialização e para a mostra do que fazem melhor.

Almourol vai voltar a estar em obra? O que está previsto?

Vamos proceder à remoção dos elementos amorfos e de espécies infestantes na ilha. Com a intervenção queremos facilitar o acesso ao castelo com umas escadas em granito com o objetivo a facilitar a mobilidade por parte das pessoas que nos visitam. Temos ainda prevista a colocação de um palco amovível. Depois, temos a intervenção no cais de Tancos. O cais é do tempo manuelino. Não há registos históricos de inventariação do que está por debaixo do cais. Assim, tivemos de adjudicar a uma empresa privada uma monitorização do próprio cais, ou seja, estão a ser feitas sondagens e estudos das estruturas que ali existem. Esta intervenção é muito importante, pois é dali que partem os respetivos barcos para a zona do Arrepiado. É dali que partem os barcos para Almourol e é ali que se concentra muito do turismo da região que nos visita no nosso concelho.

No âmbito da promoção turística do concelho o que está previsto?

Temos os percursos do Tejo, ou seja, a ligação do concelho da Barquinha com Constância através de percursos de BTT e caminhos pedestres. Neste momento, estamos numa fase de negociação com os privados que nos terão de passar as devidas licenças e depois iremos intervir nalgumas zonas onde, devido à morfologia do solo, teremos de construir algumas pontes e passadiços para permitir a mobilidade. O desporto de BTT tem tido uma grande dinâmica e isso verifica-se um pouco por toda a região.

Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal, fala ao Jornal de Abrantes da Feira do Tejo. Um certame que diz ser das pessoas, sendo elas as protagonistas daquele que é o principal evento concelhio. Para além das festas, o autarca barquinhense traça-nos o cenário dos principais projetos que o Município tem “em mãos”.

As festas fazem-se para as pessoas” A regeneração da vila está a correr muito bem. Parece uma autêntica revolução” Barquinha tem caminhado com sustentabilidade, com direção, com objetivos definidos e tem colhido frutos”

A Praça da República vai ter uma nova “cara”. O que vai acontecer?

A obra já foi adjudicada. Vamos requalificar todo o espaço envolvente, conservando a calçada portuguesa ali existente. Vamos nivelar, vamos por um vidro por cima da calçada, com luzes laterais, numa visão mais contemporânea e que possa ser utilizada pelos peões. O nosso objetivo é devolver a praça para atos de comércio e esplanadas, alindando aquele espaço.

E a regeneração urbana começa a ter resultados?

A regeneração da vila está a correr muito bem. Parece uma autêntica revolução. E isto deve-se ao facto de as pessoas considerarem que a Barquinha é um bom lugar para viver. A forte dinâmica deve-se a vários fatores: a abertura do crédito no sistema bancário, os incentivos previstos na ARU com o Iva a 6%,10 anos de isenção de IMI e

a tributação a triplicar de IMI para quem não conserva, nem regenera. Foi uma conjugação de esforços que gerou toda esta dinâmica. Barquinha tem caminhado com sustentabilidade, com direção, com objetivos definidos e tem colhido frutos.

O Jardim de Infância de Barquinha está quase concluído?

Sim. Neste momento queremos crer que no arranque do novo ano letivo estarmos em condições de abrir a escola. Temos 3 salas com capacidade de resposta para 75 crianças no novo Jardim de Infância. É um investimento de cerca de 580 mil euros, comparticipado a 85%, por fundos comunitários. Mediante a renovação do parque escolar que aconteceu, faltava-nos este espaço.

Qual é o ponto de situação da reativação da Base Aérea nº3 em Tancos?

Tudo o que diz respeito a este assunto passará por uma decisão política. Há vários cenários em cima da mesa, como por exemplo a coexistência entre um aeroporto civil e militar. Civil porque com a requalificação da pista e das infraestruturas adjacentes existe a possibilidade de se abrir o tráfego civil, com a questão low cost para Fátima, que tem um fluxo de turistas muito significativo. Face a esta possibilidade, de haver ali a coexistência da parte militar com a parte civil, já surgiram empresas privadas que me contactaram no sentido de abordar esta temática junto do poder político, o que já fiz. Neste momento, a pressão que deve existir é para que se possa requalificar Tancos no sentido de conservar as infraestruturas que estão lá. Se optarmos por este caminho estamos a ir no caminho certo. E dentro em breve irei levar aos meus parceiros da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo uma

resolução no sentido de alertar o Governo para os investimentos em Tancos. Será uma posição conjunta, com outra força, sendo que este assunto é de interesse regional.

E o ninho de empresas?

Neste momento, a obra está adjudicada. Vamos avançar com os respetivos licenciamentos e pensamos que durante o verão iremos começar com empreitada junto da Loja do Cidadão, em dois edifícios devolutos. Será um edifício com espaços de coworking, para incubação de empresas, com cerca de uma dezena de espaços que terá também uma loja de produtos locais e endógenos que sirva de apoio à receção de algumas empresas. Já temos alguns espaços que têm interessados. É investimento de 500 mil euros que talvez no início do primeiro semestre de 2019 estejamos em condições de inaugurar. Também pretendemos dar avanço à beneficiação do Centro de Negócios, já na zona industrial. Estamos a ultimar o estudo de um projeto de consultadoria com várias empresas no sentido de alocar alguns benefícios novos ao parque empresarial. Estamos ainda a pensar no aumento do parque na zona norte da Atalaia, tratando-se de uma segunda zona empresarial que queremos requalificar. Portanto, estamos apostados em dinamizar o parque empresarial. Joana Margarida Carvalho

/ Para Fernando Freire a Feira do Tejo é caracterizada por três palavras: Associações; Arte e Qualidade de Vida. Investimento da festa - 100 mil euros


ESPECIAL / Vila Nova da Barquinha

TINK - um espaço para pensar com as mãos – é a nova aposta do CIEC TINK - um espaço para pensar com as mãos - é a nova valência do Centro Integrado de Educação em Ciências (CIEC), da Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha, que foi inaugurado no dia 17 de maio, perante a comunidade escolar. Ana Rodrigues, responsável pelo CIEC, explicou que o objetivo do espaço é estimular a lógica de construção em conjunto, no sentido de promover atividades familiares. “Este espaço surge no âmbito do movimento Maker” em que a partir de vários objetos é possível “construir pontes, aviões, circuitos” ou até, através de uma “máquina transformar garrafas de plástico em fio e depois tecer e fazer por exemplo vasos para fornos de suporte às nossas refeições”. Tudo isto “numa lógica de construção em conjunto, numa aposta intergeracional”.

O TINK vai estar disponível no horário de funcionamento do CIEC, logo aberto também ao fim de semana, e, portanto, pode ser utilizado por toda a família, onde se pode construir projetos e levá-los para casa. “É uma promoção da literacia científica, porque ao fazermos estes projetos estamos a desenvolver competências científicas”, referiu Ana Rodrigues, tendo lembrado que o CIEC trabalha “uma ciência que seja para todos e que todos nós consigamos perceber a importância do que é aprender ciência desde cedo”. O TINK surgiu assim para preencher mais uma competência do CIEC que já dispunha de “vários módulos interativos, que podiam ser explorados em família”, mas que ainda não tinha “a vertente da construção de um projeto em conjunto, mais duradouro, que eventualmente pode ser iniciado num

/ Ana Rodrigues inaugurou o espaço com o presidente da Câmara, Fernando Freire e os alunos dia e ser terminado noutro dia”. “Não queremos somente apostar no envolvimento inicial do visitante, mas também no envolvimento prolongado”, fez notar a responsável. Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal, fez alusão à Mostra “Barquinha de experiências, Barquinha de vivências”, que assinalou a sua terceira edição, e que no entendimento do autarca está em “crescendo”.

O presidente também lembrou o trabalho de parceria com a Universidade de Aveiro e fez referência a novas áreas que se podem explorar, nomeadamente a “robótica”. Fernando Freire considerou que “é muito importante” que os alunos do CIEC “se sintam felizes, que vivam a escola, que a vivifiquem”, pois para o autarca “isso que é fundamental nos dias de hoje”. O CIEC materializa-se na criação de um espaço de educação não

formal de ciências dentro de uma instituição de educação formal, e na criação de um laboratório de ciências concebido especialmente para realizar atividades práticas de ciências no âmbito da educação formal, para o 1.º CEB. Trata-se de uma inovadora perspetiva de organização da educação em ciências, integrando o formal e não formal.

por várias áreas das freguesias do concelho”. No concelho de Vila Nova da Barquinha estão a ser desenvolvidas 10 intervenções artísticas distribuídas pelas quatro freguesias – Atalaia, Praia do Ribatejo, Tancos

e Vila Nova da Barquinha. O ARTEJO, que conta com as participações artísticas de Alexandre Farto (nome artístico Vhils Vhils), Manuel João Vieira, Violant e Carlos Vicente, pretende democratizar o acesso à arte e permitir

o envolvimento da população em novas experiências culturais, bem como estimular o desenvolvimento local através da realização de intervenções artísticas em espaço público.

Joana Margarida Carvalho

Depois de Vhils, os artistas VIOLANT e Carlos Vicente iniciaram nos últimos dias o seu trabalho em Tancos, junto ao edifício sede da Junta de Freguesia, no âmbito do projeto ARTEJO. A obra remete para os tempos em que aquele edifício teve funções de escola primária. Na altura, os alunos eram desafiados a resolver um problema matemático em que eram protagonistas o barqueiro, um lobo, uma ovelha e uma couve. E foram estas as figuras trazidas para a intervenção. Também Vhils já iniciou a sua intervenção, num posto de transformação em Atalaia. Trata-se de homenagem aos oleiros da aldeia de Atalaia e às técnicas artesanais que utilizavam. A intervenção, que ainda não está finalizada, tem feito as delicias de quem passa. Fernando Freire, presidente da

Câmara Municipal, conta que a primeira obra de Vhils, “tem tido uma grande aceitação da comunidade e teve uma grande projeção junto da comunicação social e nas redes sociais, porque é uma intervenção com muita ligação ao território”. “Uma das questões que o Vhils teve em conta foi a identidade, a valorização da olaria com uma imagem do senhor João, que sempre foi um homem solidário, condecorado em termos municipais, e, por isso, as pessoas se revêm muito bem naquela obra. Aquela obra é a simbiose perfeita entre a arte e o pulsar das populações”, considerou o autarca. Em jeito de balanço ao projeto ARTEJO, o presidente refere que o “feedback tem sido muito interessante” e lembrou que este “é um projeto transversal, de responsabilidade social e de multiplicação

Persio Basso

ARTEJO - Intervenções artísticas fazem as delícias de quem passa

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ESPECIAL / Vila Nova da Barquinha

“Centro de Interpretação Templário – Almourol” é único em Portugal e abre em outubro O “Centro de Interpretação Templário – Almourol” é uma das apostas do Município de Vila Nova da Barquinha e deve ser inaugurado em outubro. O novo espaço, que vai nascer no 1.º piso do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, na antiga sala da Biblioteca Infantil, irá permitir criar o primeiro Centro de Interpretação Templário do país, através da criação de uma sala de exposição permanente, espaço de exposições temporárias e uma sala de projeção de filme sobre a temática dos templários. Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal, afirma que este “é um projeto dinâmico que vai contar com exposições rotativas sempre sobre a história templária. Queremos fazer uma recriação das suas vivências, das suas técnicas e dos seus conhecimentos científicos que transmitiram ao mundo, como por exemplo a letra de cambio”. O “Centro de Interpretação Templário – Almourol” vai permitir a afirmação da rota templária no território, através da criação de elementos físicos e expositivos que possibilitam ao visitante contactar com a história e lendas da temática presente em Vila Nova da Barquinha, indissociável do monumento nacional Castelo de Almourol. “Para além das 10 mil obras dos templários, queremos ter patente documentos didáticos que deem a conhecer as suas memórias e os seus feitos”, salientou o autarca barquinhense, tendo feito notar

que o novo espaço vai reunir “alguns marcos templários, a presença de algumas correias de alguns cavalos que foram encontradas em Almourol, o vestuário dos templários, etc. Falamos de vestígios reais, e não apenas de uma exposição demonstrativa”, vincou. Para a criação dos conteúdos do Centro de Interpretação, Fernando Freire explicou que foram elaborados estudos do património imaterial templário e da idade média, que contribuem para o

Parque Ribeirinho não vai parar este verão A música Jazz já se fez ouvir por todo o espaço verde, numa organização do Clube de Instrução e Recreio (Ex-tuna) da Moita do Norte e do Município. O arranque do Jazz no Parque aconteceu no dia 2 de junho, no anfiteatro do Cais da Hidráulica, num momento levado a cabo por Jorge Esperança Trio. Mas o Jazz continua em julho, no dia 28, às 19h00, no miradouro Central do Parque, com Dizidério Lázaro Quarteto. Já no dia 25 de agosto, e no mesmo local e hora, é a vez dos Multikulti. Da música para o desporto e o bem-estar, o Yoga no Parque decorre nos dias, 9,10 e 24 de junho, 1,8,15,22 e 29 de julho, 5,12,19 e 26 de agosto, 2,9,16,23 e 30 de setembro e 7,14,21 e 28 de outubro. As sessões gratuitas, aos do-

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Jornal de abrantes / junho 2018

mingos, das 10h00 às 11h00, vão decorrer com Fátima Passos. O Yoga é uma das práticas tradicionais originárias da Índia em que se trabalha o corpo e a mente. Por último, e para o público juvenil, os Insufláveis chegam ao Parque a partir do dia 10 de junho. A Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha vai animar o Parque Ribeirinho, durante os meses estivais, com insufláveis gratuitos para os mais novos. Esta atividade decorre aos fins-de-semana, no horário entre as 16h00 e as 20h00. Dias 10 e 24 de junho; 8 e 22 de julho; 12 e 26 de agosto e 9 e 23 de setembro. JMC

aprofundamento do conhecimento sobre esta temática. Bem como para a realização de três exposições anuais, com conteúdos associados aos Templários e sua história. Ao mesmo tempo, o novo espaço cultural vai possibilitar capitalizar o Castelo de Almourol como item de marca templária, acrescentando no território um local que permita ao visitante contatar com a história da Ordem, e contribuir para a permanência de visitantes no concelho, através da criação de fluxos entre o Castelo e a Vila, sobre a temática do turismo cultural e religioso. Com a criação de formatos multimédia interativos com vista à visitação e interpretação do património da Ordem do Templo. “Este projeto estava em falta, num território templário. Com o Convento de Cristo e o Castelo de Almourol faltava este conceito de preservação da memória”, considerou o presidente, dando conta que o novo espaço será “único em Portugal e muito direcionado para uma visitação internacional”. O projeto, que conta com um investimento de cerca de 152 mil euros comparticipado em 90% pela Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, vai contar com uma exposição temporária e permanente, sendo as paredes adaptadas de forma a servir de suporte a elementos gráficos, como fotografias, ilustrações, infografia e textos. O mesmo espaço será dotado de vitrinas para exposição de peças.


REGIÃO / Mação Assembleia Municipal aprova Contas de 2017 com abstenção socialista

Autarquia pondera via judicial contra o Estado Português No início do mês de maio, o presidente da Câmara Municipal de Mação, inconformado com a atribuição de 60% dos apoios aos prejuízos dos incêndios contra os 100% atribuídos a outras autarquias, lançou o que considerou ser um “último apelo” ao primeiro-ministro para “corrigir a injustiça”. A 22 de maio, em sessão de Câmara, Vasco Estrela deu conta que, à data, “não recebemos rigorosamente nada. O Governo não se dignou tão pouco a responder à carta que enviámos no dia 5 de maio, o que também não é nada que nos surpreenda porque desde julho ou agosto o Governo nunca entrou em contacto com a Câmara Municipal de Mação”. O autarca reconheceu que não tem tido “sucesso praticamente nenhum nesta matéria” e desabafou, dizendo “que parece que ando aqui a falar sozinho”. Para além do silêncio por parte do Governo, Vasco Estrela denunciou ainda a “complacência do Presidente da República”, de quem também não recebeu resposta às cartas que enviou e, principalmente dos partidos políticos, não deixando de fora o seu próprio partido. A única resposta que chegou à Câmara Municipal, surgiu através de um Despacho do Secretário de Estado “a dizer que só teríamos apoios a 60%”. Já por várias vezes o presidente da Câmara Municipal de Mação tinha afirmado que iria acionar “todos os meios judiciais e constitucionais contra o Estado Português junto das instâncias europeias” devido à “discriminação de apoios”

em relação a outros municípios na sequência dos incêndios de 2017 e essa decisão parece agora estar tomada em definitivo. “Parece-me que não há muito mais a fazer a não ser isso”, considerou Vasco Estrela. “Perante esta discricionariedade, sem grande sustentação”, este poderá ser o próximo passo do Município. Relativamente a Bruxelas, Vasco Estrela também confirmou que “haverá uma queixa formal uma vez que o Governo está a desvirtuar o relatório que foi aprovado no ponto em que o relatório diz, muito claramente, qua as verbas da Comissão Europeia deverão ser distribuídas de forma equitativa pelos territórios afetados que constavam da relação que foi remetida pelo Governo português e onde constava Mação. Relembro que sem os prejuízos reportados por Mação e muitos outros municípios, Portugal nunca teria acedido à verba que acedeu. Bruxelas ficará a saber que aquela parte das recomendações não foram cumpridas”. Na reunião de Câmara, o vice-presidente também se manifestou a respeito desta matéria e lamentou ter que se chegar a este ponto. Confessou não conseguir “perceber esta utilização da perda de vidas humanas para valorizar o dano que estes territórios sofreram”. António Louro classificou a situação como “um dia negro para o concelho de Mação. Esta gente e este território não merecia isto”, concluiu. Patrícia Seixas

/ Bancada socialista absteve-se na aprovação de Prestação de Contas da Câmara Municipal O prazo médio de pagamento por parte da Autarquia também foi reduzido, passando agora a ser de 19 dias e, segundo Vasco Estrela, “a Câmara está em condições de encarar com alguma tranquilidade os próximos anos”. Isto se, como ressalvou, “não existirem sobressaltos de maior e se não se concretizar aquilo que, infelizmente, parece querer concretizar-se e que poderá fazer com que a Câmara tenha que tomar opções difíceis para os próximos anos”. Vasco Estrela afirmou que, “tal como sempre dissemos, e mesmo quando tomámos posse no mandato anterior, é que deixaríamos uma Câmara perfeitamente capacitada para o futuro, ganhássemos ou não as eleições. A Câmara está de boa

saúde e recomenda-se”. Por parte da bancada socialista uma das críticas que se fizeram ouvir deveu-se ao facto de o Executivo não ter levado em linha de conta algumas das propostas apresentadas pelos vereadores do PS no anterior mandato, Nuno Neto e César Estrela. Vasco Estrela refutou essas acusações, disse compreender essas críticas “pois em todo o lado se diz mais ou menos o mesmo” e deu exemplos de como “as coisas não foram bem assim”. Colocado o ponto a votação, a Prestação de Contas da Câmara Municipal de 2017 foi aprovada com os votos favoráveis da maioria social-democrata e contou com a abstenção da bancada do PS. Patrícia Seixas PUBLICIDADE

/ “Parece que ando aqui a falar sozinho”, desabafo de Vasco Estrela

A Assembleia Municipal de Mação, aprovou, a 26 de abril, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal, relativos ao ano de 2017. As Contas foram aprovadas pela maioria social-democrata e contaram com a abstenção da bancada socialista. Vasco Estrela, presidente da Câmara Municipal, começou por anunciar que as taxas de execução “foram boas”. “Penso que foi uma execução muito razoável, ou boa, tendo em consideração o ano que foi. Não o ano eleitoral mas porque, bem vistas as coisas, estivemos meio ano focados no problema dos incêndios, quer durante o período crítico, quer após os incêndios, onde a nossa atenção teve que estar, naturalmente, mais concentrada para aquilo que era essencial, como ajudar as pessoas, acudir à população e tentar aliviar o problema que estava a existir”, referiu o presidente. O autarca adiantou que “no essencial, cumprimos aquilo a que nos tínhamos proposto”. Vasco Estrela concluiu que “as linhas mestras da nossa atuação em 2017 foram concretizadas de acordo com o que tínhamos previsto em 2016”. Relativamente à dívida, o presidente disse estar “controlada” e explicou que houve um aumento da dívida de cerca de 600 mil euros em relação ao ano anterior “fruto do empréstimo contraído”.

NOTARIADO PORTUGUÊS

CARTÓRIO NOTARIAL DE SÓNIA ONOFRE EM ABRANTES A CARGO DA NOTÁRIA SÓNIA MARIA ALCARAVELA ONOFRE.

Agradecimento Além de amiga és conselheira, humilde e transparente e uma excelente profissional. Agradeço-te o que fizeste por mim além do apoio incondicional que me tens dado. Agradeço aos teus guias, muito principalmente à nossa Mãe Iemanjá por toda a luz que tem posto na minha casa. Sou grata. Maria

Certifico para efeitos de publicação que por escritura lavrada no dia vinte e nove de maio ele dois mil e dezoito. exarada de folhas vinte seis a folhas vinte e oito, do Livro de Notas para Escrituras Diversas CENTO E SESSENTA E UM - A, deste Cartório Notarial. foi lavrada uma escritura de JUSTIRCAÇÃO, na qual os Senhores LÍDIA DE LURDES CRISTINA MATEUS GOMES e marido JOSÉ ANTÓNIO BALTAZAR GOMES, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia ele Aldeia do Mato, do concelho de Abrantes e ele da freguesia de Eirado, do concelho de Aguiar da Beira. residentes na Rua Álvaro Lapa, lote 43, Quinta de Cima, Charneca da Caparica, Almada, DECLARARAM que, com exclusão de outrem, a justificante mulher é dona e legítima possuidora do seguinte prédio: -¬ -Prédio rústico sito em Portelas, em Aldeia do Mato, na União de freguesias de Aldeia do Mato e Souto, do concelho de Abrantes, composto de cultura arvense, figueiras, macieiras e oliveiras, com a área de novecentos e sessenta metros quadrados, a confrontar de Norte com Deolinda Henriqueta do Rosário Lopes, de Sul com Estrada, de Nascente com Herdeiros de José Vicente do Carmo e Herdeiros de Manuel António Rosa e de Poente com Lídia de Lurdes Cristina Mateus Gomes e João Veríssimo Mateus, omisso na Conservatória do Registo Predial de Abrantes, inscrito na matriz sob o artigo 205 da secção AR (anterior artigo 205 da secção AR da extinta freguesia de Aldeia do Mato). Que, ela justificante é possuidora do prédio acima identificado desde, pelo menos, mil novecentos e oitenta, por compra meramente verbal, ainda no estado de solteira, maior, aos herdeiros de João Francisco, residente que foi na Estrada da Falagueira, número 22, primeiro andar direito, Amadora, casado com Conceição Cristina não tendo, porém. celebrado a respectiva escritura. Que, desde a referida data, logo há mais de trinta anos. vem exercendo continuamente a sua posse. à vista de toda a gente. usufruindo de todas as utilidades do prédio, fazendo a sua conservacão. amanhando-o, cortando a madeira e limpando o mato, na conviccão de exercer direito próprio, ignorando lesar direito alheio, sendo reconhecido como seu dono por toda a pente da freguesia e freguesias limítrofes, pacificamente. porque sem violência, continua e publicamente, de forma correspondente ao exercicío do direito de propriedade, sem a menor oposição de quem quer que seja e pagando os respetivos impostos, verificando-se assim todos os requisitos legais para que ocorra a aquisição do citado imóvel por usucapião, titulo este que, por natureza não é susceptivel de ser comprovado pelos meios normais. Está conforme ao original e certifico que na parte omitida nada há em contrário além do que nesta se narra ou transcreve. Abrantes, 29 de maio de 2018. A Notária (Assinatura ilegível)

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REGIÃO / Sardoal

Contas de 2017 aprovadas. Exercício é elogiado por todas as bancadas A Assembleia Municipal de Sardoal (AM) aprovou, por maioria, no dia 27 de abril, o relatório de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativo a 2017. O documento contou com 12 votos a favor e 5 abstenções da bancada do PS. Miguel Borges, presidente da Câmara Municipal, começou por explicar que as contas apresentam um “resultado liquido positivo” de cerca de 364 mil euros, que houve “uma diminuição total da dívida em 573 mil euros” e que “não há pagamentos a mais de 90 dias”. O autarca sardoalense referiu que o Município está com uma autonomia superior, cerca de 9%, em relação ao ano anterior e que houve uma redução de custos, nomeadamente “na redução dos gastos de eletricidade em 45 mil euros”. No que diz respeito ao prazo médio de pagamento, o presidente considerou que o número “ainda não é simpático”, mas melhorou significativamente em relação ao ano anterior, sendo o mais baixo desde 2009. “Nunca tivemos um prazo médio [de pagamentos] tão baixo desde 2009, como aquele que temos hoje, que é de 88 dias. É uma diferença grande em relação ao que

/ O documento contou com 12 votos a favor e 5 abstenções da bancada do PS foi o ano anterior, que era de 115 dias”, salientou. Por último, o responsável destacou o “conjunto de investimentos que temos feito ao longo deste ano. Muitas obras temos feito, sem com isso descuidar aquilo que temos feito no dia a dia, sem que se note alguma carência no apoio social e sem que se note alterações naquilo que é essencial para manter qualidade de vida dos sardoalenses”.

Francisco António, da bancada do PSD, deixou elogios ao exercício de contas do Município tendo referido que é “com agrado que se verifica uma clara transparência das contas e é com satisfação que nós verificámos de facto que houve a existência de um resultado liquido positivo de cerca de 365 mil euros”. “Verifica-se uma significativa uma diminuição da dívida em cerca de 570 mil euros. Portanto, de-

nota-se que tem havido um rigor orçamental muito responsável por parte do executivo, sendo bem visível que se está a seguir o caminho certo, que foi previamente traçado e que a seu tempo irá cumprir em pleno o que foi proposto aos sardoalenses no início deste mandato”, fez notar o deputado social democrata. Da bancada do PS também chegaram análises positivas ao docu-

mento apresentado. Miguel Alves (PS), presidente da Junta de Freguesia de Sardoal, começou por dizer que “a conta de gerência de 2017 melhorou muito relativamente a 2016”. “Na autonomia melhorou 9% com a eficiência energética que reduziu significativamente os custos do Município (…) e o resultado liquido subiu cerca de 365 mil euros, o que neste caso é positivo”, afirmou o presidente de Junta de Freguesia, tendo acrescentado que “este orçamento teve muito rigor e o que me apraz mais registar é o prazo médio de pagamentos que melhorou imenso”. Na reunião de Câmara Municipal, do dia 20 de abril, a prestação de contas foi aprovada pela maioria social-democrata, contando com uma abstenção do vereador Carlos Duarte (PS) e um voto contra do vereador Pedro Duque (PS). Na ocasião, Pedro Duque apresentou uma declaração de voto dando conta que não estava “genericamente, de acordo com a Gerência levada a cabo durante o ano de 2017”. Joana Margarida Carvalho

Sardoal Jazz “Uma aposta ganha” Sardoal foi palco de mais uma edição de Sardoal Jazz, entre os dias 5 e 7 de maio. Segundo Miguel Borges, Presidente da Câmara deste concelho, este tipo de eventos, sem prejuízos de outros, tem a ver com “uma das apostas nas políticas culturais”. Para o autarca, o que efetivamente interessa, é apostar “no desenvolvimento da comunidade em geral; a criação de novos postos de trabalho, de novas empresas e investimento no Sardoal. Contudo, salienta a dificuldade com que se deparam o seu e todos os Municípios essencialmente os do interior, mas refere ter “uma estratégia paralela que é a aposta na cultura” e “a cultura é também desenvolvimento económico”. Tivemos jazz desde os anos vinte até à atualidade, e casa cheia todos os dias. Nem o dérbi futebolístico, conseguiu abanar a audiência desejada. Objetivos mais uma vez concretizados e “uma aposta ganha”, referiu o músico César Cardoso,

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/ Desbundixie elemento dos Desbundixie e mentor do Quarteto César Cardoso. Nada há de melhor que um bom princípio, e, a banda “Desbundixie” deu um espetáculo memorável. Apresentando-se na sua forma

muito peculiar, no que respeita ao improviso, espalhou pela plateia musicais que se reportam e foram êxitos, há muitas décadas, de tal forma que, conseguiu por a assistência literalmente a cantar, e, no

final, a ovacionar em pé. Nestes dias, “percorremos quase cem anos de Jazz” como nos disse o músico César Cardoso, que salientou a admiração sentida, ao desafio levado a bom termo pela autarquia, neste tipo de eventos. Este saxofonista que salientou a admiração sentida, ao desafio levado a bom termo pela Autarquia neste tipo de eventos, irá em breve editar um disco, tudo temas seus, denominado “interchange” com um estilo de jazz um pouco mais moderno que o jazz tradicional. Para além do disco, lançou recentemente o segundo volume do livro, “A Teoria do Jazz”, concebido essencialmente para colmatar a falta de um livro escrito em português, que elucide sobre a teoria do Jazz, e, em simultâneo, auxilie com o seu contexto os estudantes e admiradores de Jazz. A apresentação e subsequente aposta neste tipo de espetáculos, Jazz, piano, teatro e outros que se avizinham, são uma demonstração nítida, de que, nem só os grandes

centros são o cerne da avidez cultural. Muito pelo contrário, mais uma vez, se pode dizer e afirmar que “interioridade não é inferioridade é sim necessário, haver gente com vontade de arriscar, confiar e trazer aos pequenos concelhos algo diferente”, considerou o presidente da Câmara. Todos os dias de espetáculo, foram apreciados e agraciados com uma assistência multifacetada que acorreu ao Centro Cultural Gil Vicente, desde sardoalenses a pessoas de concelhos limítrofes e não só. Vamos esperar pelos outros eventos, como o Encontro Internacional de Piano, com várias presenças internacionais nomeadamente Aquilles Delle Vigne, na esperança dum igual acolhimento e êxito. Sérgio Figueiredo estagiário ESTA


CULTURA / Constância lembra Camões nas Pomonas Camonianas

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A XXIII edição das Pomonas Camonianas, em Constância, volta a evocar a época em que Camões passou naquela vila Ribatejana. Nos dias 9 e 10 de junho, a memória de Camões é perpetuada através da recriação de um ambiente quinhentista, de uma exposição-venda de frutos e de flores, da feira de antiguidades e velharias, de exposições e de muita animação. A cerimónia de abertura das Pomonas Camonianas acontece no dia 9 de junho, às 15:00, no Parque de Merendas, seguindo-se a declamação de poesia junto ao Monumento a Camões, pelos alunos do 9. Ano do Agrupamento de Escolas de Constância, da Universidade Sénior e da Banda da Associação Filarmó-

nica Montalvense 24 de Janeiro. A zona ribeirinha, em frente ao Rio Zêzere, recebe a atuação das crianças da Creche “Os Pequenos Poetas”, da Santa Casa da Misericórdia de Constância, às 17:00, e a atuação dos alunos dos jardins-de-infância do concelho, às 17:30. Ainda no dia 9, Ana Laíns apresenta o disco “Portucalis”, na Praça Alexandre Herculano, às 22:00. O Parque Ambiental de Santa Margarida é o ponto de encontro da Prova de Orientação Noturna, que terá início às 24:00. No dia 10 de junho, entre as 9:00 e as 21:00, a Praça Alexandre Herculano e a Avenida das Forças Armadas recebem a Feira de Antiguidades e Velharias, decorrendo,

no Centro Hípico de Santa Bárbara, a partir das 10:00, o VII Festival Hípico de Constância. A tarde é animada com a deposição de coroas de flores, no Monumento a Camões e no Jardim-Horto de Camões, às 15:00, Danças Renascentistas, pelos alunos do 9.º ano, às 16:00, e atuação dos alunos do 1.º ciclo do concelho, na zona ribeirinha, às 17:30. A entrega dos prémios do Concurso de Fotografia “Olhar a Festa” e do Concurso de Pintura ao Ar Livre “As cores de Constância” decorre na Antiga Cadeia, às 18:30. A encerrar as Pomonas Camonianas terá lugar no Jardim-Horto de Camões, às 19:00 e 20:00, o espetáculo “Tomem lá do Camões” pelos alunos do ensino secundário do Agrupamento de Escolas de Constância. Ao longo dos dois dias, decorrerá o Mercado Quinhentista, com exposição e venda de frutos e flores, no Parque de Merendas, enquanto a Antiga Cadeia recebe as exposições do Concurso de Fotografia “Olhar a Festa” e do Concurso de Pintura ao Ar Livre “As cores de Constância”. As Pomonas Camonianas são uma organização da Câmara Municipal de Constância, com o apoio do Agrupamento de Escolas do Concelho, da Associação Casa-Memória de Camões e da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro.

AGENDA / Abrantes Até 23 de junho – Exposição “No Princípio...”, de Henrique Vieira Ribeiro – Galeria de Arte Contemporânea – Coleção Figueiredo Ribeiro, terça-feira a sábado, das 10:00 às 12:30 e das 14:30 às 19:00 Até 29 de junho – Exposição “Toda a esperança do mundo”, de Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes – Biblioteca Municipal António Botto Até 31 de agosto – Mostra Documental “Junta de Paróquia e Freguesia de São João” - Arquivo Municipal Eduardo Campos 8 de junho a 31 de outubro – Exposição “As plantas na primeira globalização” – ParqueTejo 9 de junho a 22 de janeiro – MIAA – Antevisão X “A representação da figura humana ao longo da história” – Museu D. Lopo de Almeida, Castelo 9 de junho – “Sabores do Mercado” com Joana Banana sobre sobremesas fit – Mercado Municipal, 10:30 13 a 17 de junho – Festas de Abrantes 2018 16 de junho – “Sabores c/ Conto e Medida” com Cristina Guimarães sobre ementas equilibradas – Mercado Municipal, 10:30 23 de junho – “Sons no Mercado” – hip hop com Etrix Crew – Mercado Municipal, 9:30 23 de junho – “A bebeteca ao sábado: ler antes de ser” – Biblioteca Municipal António Botto, 10:30 e 11:30 23 de junho – Performance poética pelo Grupo de Teatro Palha de Abrantes – Centro histórico, das 15:00 às 17:00 27 de junho – “Aprender com os nossos” – workshop de Fandango dinamizado por jovens do Rancho Infantil do Pego – Espaço Jovem, 15:00 29 de junho – “Entre nós e as palavras” – Encontro com a escritora Isabela Figueiredo, apresentação do livro “A Gorda” – Biblioteca Municipal António Botto, 21:30 30 de junho – Mercadinho, mostra e troca de vários tipos de colecionismo – Mercado Municipal, 9:30

Constância 1, 2 e 5 de junho – Visitas noturnas ao Borboletário Tropical – Parque Ambiental de Santa Margarida, 20:30 9 e 10 de junho – XXIII Pomonas Camonianas

10 de junho – Feira de Antiguidades e Velharias – Praça Alexandre Herculano 19 de junho – Aula Pública de Carrilhão – Junto ao Anfiteatro dos Rios, 15:00

Mação 2 a 30 de junho – Exposição de fotografia “Tesouros Naturais de Mação”, de Michel Henrotay – Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira 27 de junho a 1 de julho – 25.ª Feira Mostra de Mação com música, artesanato, gastronomia e atividades desportivas 29 de junho – “À Conversa com…” – Centro Cultural Gil Vicente, 21:00

Sardoal Até 30 de junho – Exposição “Crianças Austríacas da Cáritas em Portugal” – Centro Cultural Gil Vicente Até 8 de setembro – Exposição de fotografia “Gente de Cá – Sardoal pela Objetiva de Álvaro Bandeira” – Espaço Cá da Terra 9 de junho – Workshop “Trabalhar o Couro” com Rui Daniel – Espaço Cá da Terra, 15:00 16 de junho – Marchas Populares – Adro da Igreja Matriz 19 de junho – “Voltar aos Clássicos”, sessão de apresentação de uma obra literária com debate aberto ao público – Centro Cultural Gil Vicente, 21:30 20 de junho – Palestra “Refugiados, Uma Realidade Transversal” – Centro Cultural Gil Vicente, 14:30 29 de junho a 8 de julho – III Encontro Internacional de Piano de Sardoal – Centro Cultural Gil Vicente 30 de junho – Tardes da Agulha e da Linha – Espaço Cá da Terra, 14:00

Vila de Rei Até 1 de julho – Exposição “Fotografia de Cena na Era do Preto e Branco”, do arquivo da RTP – Museu Municipal

Vila Nova da Barquinha Até 3 de junho – “Kurikuri – O Mundo de Fantasia” com insufláveis, slide, escalada , workshops, dança – Parque Ribeirinho 9 a 13 de junho – Feira do Tejo 2018 com concertos, tasquinhas, artesanato, animação de rua, teatro e exposições – Parque Ribeirinho 9 de junho a 16 de setembro – Exposição “Sebastianismo revisitado”, de Sam Abercromby – Galeria do Parque

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ISABEL LUZEIRO

Médica Neurologista/Neurofisiologista Especialista nos Hospitais de Universidade de Coimbra

Consulta de Neurologia, Dor, Patologia do Sono, Electroencefalograma (EEG) e Exames do Sono Centro Médico e Enfermagem de Abrantes Largo S. João n.º 1 - 2200 - 350 ABRANTES Tel.: 241 371 690

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241 371 566

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241 094 143


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