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Carreiras

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26 de janeiro a 08 fevereiro 2018 - Edição 173 - R$ 1,00

Carnaval Divulgação

Febre amarela deixa a região em alerta

As cidades de Barão de Cocais e Santa Bárbara registraram dois óbitos em decorrência da febre amarela. São Gonçalo do Rio Abaixo e Rio Piracicaba tiveram três casos confirmados. De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) na terça-feira (23), há casos da doença em 23 cidades de Minas Gerais. Veja mais na página 3.

A folia momesca vai tomar conta do Médio Piracicaba. Cidades da região estão investindo na retomada do carnaval de rua e a festa promete ser para todas as idades. Página 11.

O que você vai ser quando crescer? Conhecer a si mesmo e sobre as profissões é essencial para uma escolha acertada. Página 12.

Documento de Identificação Agendamento e emissão de documento são retomados gradativamente na Câmara Municipal de João Monlevade. Página 2.

João Monlevade

Rua Joana Darc vai passar por obras

Divulgação/ Acom. PMJM

IPTU Os carnês de IPTU começam a ser entregues à população no mês de abril em João Monlevade. Este ano o imposto não terá reajuste. Página 3.

Serão feitos serviços de retirada de bloquetes, adequação do nível da rua, drenagem, compactação, sarjetas, asfaltamento e sinalização viária. Página 3.

Casa de Cultura Estão abertas até o dia 31 de janeiro as inscrições para os cursos gratuitos da Fundação Casa de Cultura.

Gastronomia

Barão de Cocais entra para o Mapa Gastronômico de Minas Alexandre Miquelete/ UN

Página 3.

Educação A cidade de Barão de Cocais passa a fazer parte do Mapa Gastronômico de Minas Gerais, que integra o programa + Gastronomia que contempla 39 circuitos turísticos do estado e tem como objetivo potencializar o turismo. Página 4.

Em João Monlevade, as aulas na rede pública de ensino só terão início no dia 19 de fevereiro. Página 3.


Cidades / Opinião

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Editorial

Febre amarela x degradação ambiental A febre amarela silvestre transmitida de macacos para humanos, por meio de mosquitos, conta com 475 casos confirmados e 162 mortes de julho de 2016 a junho 2017, em Minas Gerais. O surgimento de surtos recentes traz de volta a febre amarela ao debate sobre saúde pública no país e o medo de que ela se torne novamente uma doença urbana. Embora a hipótese possa parecer distante para alguns especialistas, para outros nem tanto. Para biólogos da Fiocruz o aumento de casos da doença podem estar associados a tragédia de Mariana,

onde alguns casos de contágio da doença foram registrados nas áreas do desastre ambiental. Com a degradação do meio ambiente, os animais se aproximam mais do homem e aumentam os riscos de contaminação nas áreas urbanas. A doença que era tratada por especialistas como controlada até pouco tempo está de volta. A febre amarela traz com ela o alerta para a necessidade de leis mais rígidas em nosso país. Enquanto empresas e pessoas não forem punidas rigorosamente por seus atos, tragédias continuarão a acontecer.

Câmara de João Monlevade volta a agendar e emitir documento O sistema de agendamento exclusivo telefônico e a emissão de carteiras de identidade são retomados gradativamente na Câmara de João Monlevade. O serviço havia sido temporariamente suspenso, pois o Posto de Identificação do Legislativo vem recebendo adequações de instalação para melhor atender a população. Como já informado, o Posto de Identificação Américo Lopes trabalha com emissão de até 25 carteiras de identidade por dia. Após a conclusão de todas as adequações, espera-se o aumento de capacidade de expedição para 40 documentos diariamente. Para tanto, já foi solicitado à Polícia Civil a cessão de maior número de cédulas. Todo o processo de adequação de instalação está sendo realizado com a colaboração da Prefeitura, através da secretaria de Obras.

Arquivo/Acom CMJM

Documento é entregue no momento do atendimento, o que eleva a demanda pelo serviço

Como agendar O sistema de agendamento é exclusivo pelo telefone (31) 3852 4454, e é aberto diariamente a partir das 9h e finaliza após o preenchimento das vagas para o dia

seguinte. No dia agendado, o cidadão deve ficar atento às especificidades em caso de primeira ou segunda via do documento. Todas as informações pertinentes são esclarecidas no momento do agendamento. A demanda no Legislativo ainda é grande, por ter

o diferencial da entrega do documento no momento do atendimento. Esse diferencial faz com que moradores de outras cidades priorizem o atendimento na Câmara de João Monlevade. Portanto, é preciso insistência para agendar a emissão da carteira de identidade.

Cadastramento e termo de adesão de produtores rurais tem início em João Monlevade No último dia 19, no sitio do Moinho, na localidade de Pacas, em João Monlevade, aconteceu a primeira mobilização com produtores rurais do município, para apresentação do projeto Rio Vivo. O evento contou com presenças de diversos produtores rurais, do vereador Revétrie Teixeira, equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e do projeto

Rio Vivo, membros do CODEMA (Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente) e representantes da ArcelorMittal Monlevade. O projeto Rio Vivo, realizado pelo CBH (Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Piracicaba) e IBIO (Instituto BioAtlântica), em parceria com a Prefeitura de João Monlevade, tem por objetivo cata-

logar as principais bacias de alimentadoras dos pontos de capitação para abastecimento público, e realizar a elaboração de projetos para sua proteção, estando contempladas as ações de construção de fossas sépticas, barraginhas, caixas secas e cercamento de nascentes. Todas estas atividades terão custo zero para os produtores rurais que aderirem ao projeto.

Projeto da Prefeitura, o Tai Chi Chuan já conta com 85 alunos em João Monlevade Sendo um estilo de arte marcial que vem sendo bastante difundida pelo mundo, o Tai Chi Chuan conta com movimentos sincronizados, os quais são bons para a concentração, para a meditação e que ensinam a respirar melhor. A colocação é do professor Sérgio Grijó, que vem ministrando aulas às terças e quintas-feiras, pela manhã, no Ginásio Li Guerra, no bairro República, e nas manhãs das segundas e sextas-feiras, na sede do centro comunitário do bairro José Eloi, através de um projeto mantido pela Prefeitura de João Monlevade, através da Secretaria de Esportes e Lazer. De acordo com Sérgio Grijó o número de adeptos do projeto já chega a 85 pessoas. Grijó salientou que o Tai Chi Chuan proporciona vários benefícios para a saúde, como equilíbrio para a mente e melhoria da saúde física em geral. Segundo ele, o Tai Chi Chuan pode ser praticado por pessoas de qualquer idade, e os interessados podem frequentar as aulas no Ginásio Li Guerra, no bairro República, ou na sede do centro comunitário do bairro José Eloi.

Contatos:

Diretor Geral

contato@ultimanoticia.com.br / (31) 98959-1000

Alexandre Miquelete

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Cidade

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Febre amarela assusta população Divulgação

Os resultados dos exames, também foram questionados, mas não obtivemos resposta.

Estado de Emergência

O governo de Minas decretou estado de emergência em 162 cidades mineiras

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) divulgou na terça-feira (23) a confirmação de 25 mortes em decorrência da febre amarela nos últimos seis meses. Desde o último informe epidemiológico do estado, divulgado no dia 17, foram dez novos óbitos confirmados. Até o momento, há casos da doença confirmados em 23 cidades em Minas Gerais. Na região, as cidades de Barão de Cocais e Santa Bárbara registraram dois óbitos em decorrência da doença, e em São Gonçalo do Rio Abaixo e Rio Piracicaba outros três

casos foram confirmados.

João Monlevade Até o fechamento desta edição, a Prefeitura de João Monlevade não respondeu aos questionamentos feitos através de sua assessoria de comunicação sobre suspeita de febre amarela no município. Em Monlevade, a vacina está sendo disponibilizada em todos os postos de saúde. As unidades de saúde do Novo Cruzeiro, Centro Social Urbano e Policlínica estão funcionando de 7h30

às 16h, inclusive no horário de almoço para atender a população. A vacina é indicada para as pessoas de 9 meses a 60 anos que não tenham nenhuma contraindicação. Pessoas acima de 60 anos que não tenham sido imunizadas podem ser vacinadas após avaliação médica. A vacina é contra indicada para quem tem imunossupressão e alergia grave a ovo, gestantes e bebês com menos de 6 meses. Em João Monlevade macacos foram encontrados mortos, recolhidos e encaminhados para análise laboratorial.

O governo de Minas decretou estado de emergência em 162 cidades mineiras e publicou na terça-feira (23) no Diário Oficial de Minas Gerais determinação para a liberação de R$ 2,4 milhões para as cidades que tiveram casos confirmados de febre amarela ou aquelas em que macacos morreram em decorrência da doença. De acordo com a resolução, os recursos serão repassados em parcela única, via Fundo Estadual de Saúde seguindo critérios pré-estabelecidos. Outra resolução publicada no Diário Oficial de Minas Gerais, autorizou o repasse de recursos para disponibilizar novos leitos para atendimento de casos suspeitos ou confirmados de febre amarela. O valor total é de R$ 1,5 milhão que será liberado via Fundo Estadual de Saúde.

Abertas as inscrições para cursos da Casa de Cultura As inscrições para os cursos da Fundação Casa de Cultura tiveram início nessa quarta-feira (24) e seguem até o dia 31. São oferecidos os cursos de violão, bateria, piano, canto, dança de salão, pintura em tela e pintura em tecido. Para

os cursos que exigem instrumentos, os alunos não precisam ter os aparelhos. Os interessados devem procurar a Casa de Cultura à rua Timóteo, 172, bairro Lucília, de 8h às 12h e de 13h às 19h, apresentando cópia do com-

provante de endereço e da carteira de identidade ou certidão de nascimento e uma foto 3x4. Quem fez algum curso na fundação em 2017 não precisa apresentar documentos, mas deve requerer a vaga na instituição. A idade

mínima para todos os cursos é de 8 anos. Os cursos são gratuitos. As aulas ocorrem de fevereiro a novembro. Ao final, os alunos apresentam os resultados em uma Mostra de Talentos. Ao todo são oferecidas 700 vagas.

Prefeita de João Monlevade anuncia asfaltamento da rua Joana Darc Divulgação/ Acom. PMJM

A rua Joana Darc será totalmente pavimentada, e os bloquetes serão retirados para serem utilizados em outras ruas da cidade

A rua Joana Darc, em Carneirinhos, passará por obras e será totalmente asfaltada. A informação foi dada pela prefeita de João Monlevade,

Simone Carvalho Moreira (PSDB), no último dia 16. Com 1.520 metros de extensão, a rua liga bairros como Carneirinhos, República e

Lourdes. Além de receber um grande fluxo de veículos que passam pelos bairros de Lourdes, Aclimação, Nova Esperança, República, Al-

vorada, Novo Horizonte e Avenida Alberto Lima, os quais chegam até a Avenida Getúlio Vargas. A rua também é uma importante via de acesso para diversos ônibus. Segundo a Prefeita, em breve será publicado o processo licitatório para se conhecer a empresa vencedora que deverá executar a obra, que será iniciada próximo à Avenida Getúlio Vargas e será concluída até próximo à Escola Luiz Prisco de Braga. Serão feitos serviços de retirada de bloquetes, adequação do nível da rua, drenagem, compactação, sarjetas, asfaltamento e sinalização viária. Simone Moreira disse também que os bloquetes que serão retirados do local, posteriormente, deverão ser utilizados para pavimentação de outras ruas.

Prefeitura de Monlevade começa a entregar em abril os carnês do IPTU Os carnês do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) deverão ser entregues à população de João Monlevade nos meses de abril e maio. A informação é da Secretaria Municipal de Fazenda, que confirmou que a prefeita Simone Carvalho Moreira (PSDB) irá manter para 2018 o mesmo valor do IPTU de 2017. A prefeita reafirmou que, “após estudos feitos pela administração, e levando em conta a crise econômica que atinge a população em geral, o valor do IPTU não sofrerá aumento este ano”. Segundo a prefeita, o IPTU poderá ser pago em cota única, com desconto de 10%, até o dia 10 de maio, ou parcelado em até três vezes, desde que o valor de cada parcela não seja inferior a R$ 15,89. O pagamento parcelado vence em 10 de maio, 10 de junho e 10 de julho.

Simone visita obra do DAE no bairro Serra do Egito Divulgação/ Acom. PMJM

O engenheiro Gilmar Rodrigues, o diretor Cleres Roberto e a prefeita Simone Moreira

Na tarde de segunda-feira (22), a prefeita de João Monlevade, Simone Carvalho Moreira (PSDB), esteve visitando as obras do DAE (Departamento de Águas e Esgotos) que foram iniciadas no bairro Serra do Egito. Trata-se da perfuração de dois poços artesianos e construção de reservatório de água para atender toda a população do local. Segundo o diretor do DAE, Cleres Roberto de Souza, a obra terá o custo de cerca de R$80 mil, e está sendo executada pela empresa Itapoços, vencedora do processo licitatório. Segundo Cleres a rede de 60 milímetros de diâmetro e com cerca de 400 metros de extensão irá atender toda a população do bairro. A prefeita Simone Moreira salientou que essa é uma reivindicação antiga dos moradores, e que, em breve, a água estará chegando a todas as casas. Quanto à outra parte do bairro, conhecida por “Egito”, a prefeita disse que está aguardando uma resposta da Procuradoria Jurídica e do Ministério Público, para saber se a referida localidade deve ser atendida pelo Município de Rio Piracicaba ou pelo Município de João Monlevade, colocando que a Administração monlevadense tem todo interesse em atender também os moradores que residem no “Egito”, do outro lado da rodovia federal.

Ano letivo na rede pública de ensino de João Monlevade só começa após o carnaval O ano escolar dos alunos da rede pública de ensino de João Monlevade só terá início após o carnaval. No início do mês a Secretaria de Estado de Educação informou a mudança no Calendário Escolar 2018, estabelecendo que o ano letivo da rede estadual de ensino terá início no dia 19 de fevereiro. Considerando as mudanças no calendário da rede estadual, o secretário municipal de Educação de João Monlevade, Teotino Damasceno Filho, anunciou que a Prefeitura de João Monlevade determinou que o ano letivo da rede municipal de ensino também começará no dia 19 de fevereiro. De acordo com a subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica, Augusta Mendonça, a organização do calendário escolar visa otimizar os processos de distribuição de turmas e cargos nas escolas e outras medidas necessárias para garantir um início das atividades com mais tranquilidade nas unidades escolares, sem interrupção que ocorreria com o recesso do carnaval.


Região

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Catas Altas planeja saneamento em 100% da zona rural Divulgação/ Acom. PMCA

cia, Córrego Mato Grosso, Córrego Valéria e Córrego Pirraça); estarem próximos das cabeceiras de captação; e terem menos do que quatro módulos fiscais, que compreende uma área de até 80 hectares. As famílias que assinaram o termo irão participar de um diagnóstico ambiental que vai acontecer no primeiro semestre deste ano. As ações propostas terão início no segundo semestre com previ-

são de finalização em 2020. Saneamento em 100% da zona rural - Além das 150 famílias beneficiadas nas propriedades rurais através do projeto Rio Vivo, a Prefeitura vai fazer outras 45 fossas nos imóveis do Córrego João Alves, ainda em 2018, com recursos captados pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente através da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Somando as duas ações, se-

rão quase 200 propriedades beneficiadas, atingindo quase toda a totalidade da zona rural de Catas Altas. “Se com estes dois projetos ainda não contemplarmos toda essa área, a Prefeitura vai fazer o que faltar com recursos próprios. Queremos ser o primeiro município do Brasil a ter 100% da zona rural com saneamento, despoluindo os nossos rios”, afirma o secretário de Agricultura e Meio Ambiente Reginaldo Nascimento.

tenção de água das chuvas e também devido à melhoria da qualidade das águas com a retirada e tratamento do esgoto nas áreas rurais. Reflexos diretos e positivos também são esperados na saúde da população dessas localidades e, com isso, ha-

verá diminuição dos recursos despendidos pelo poder público no tratamento de doenças vinculadas à má qualidade da água, que representam, de acordo com o Ministério da Saúde, de 80 a 90 % das doenças e internações no Brasil.

Rio Vivo

Famílias da área rural assinaram um termo de adesão para participarem do projeto Rio Vivo

A Prefeitura de Catas Altas planeja levar saneamento básico para 100% da zona rural. Uma das ações que visam atingir esse objetivo aconteceu no último dia 10 de janeiro, quando famílias da área rural assinaram um termo de adesão para participarem do projeto Rio Vivo

desenvolvido pelo Comitê da Bacia do Rio Piracicaba (da qual o município faz parte) através do Instituto BioAtlântico (Ibio). O projeto tem o objetivo de melhorar os recursos hídricos nos municípios participantes da Microbacia do Rio Piracicaba e vai atingir 150

propriedades de Catas Altas. Para participarem, além dos proprietários terem que manifestar interesse com a assinatura do termo, os imóveis deveriam se enquadrar em alguns critérios, dentre eles, estarem localizados em uma das quatro microbacias validadas (Córrego Paciên-

Barão de Cocais passa a fazer parte do Mapa Gastronômico de Minas Gerais Divulgação

A goiabada é um dos destaques da culinária de Barão de Cocais

A rica gastronomia e sabores inesquecíveis de suas quitandas colocou Barão de Cocais no Mapa Gastronômico de Minas Gerais. As delícias tradicionais da cidade podem ser apreciadas na charmosa Festa da Quitanda, que faz parte do calendário dos festivais gastronômicos do Estado e também nas visitas a produtores locais. Lançado em dezembro de 2017 pela Secretaria de Estado de Turismo de Minas

Gerais, o Mapa Gastronômico integra o programa + Gastronomia que contempla 39 circuitos turísticos do estado e tem como objetivo potencializar o turismo. Todo esse trabalho auxilia no fomento do turismo na região e proporciona ao turista conhecer a história e a cultura local. E para receber bem os visitantes a Secretaria Municipal de Cultura também abriu recentemente o CAT (Centro de Atendimento ao Turista),

localizado na Vila Colonial de Cocais, para dar apoio, prestando informações que irão dar mais segurança e tranquilidade aos visitantes. O guia, destinado aos turistas e operadores de viagens, por enquanto não terá distribuição, mas estará disponível para consulta no site da Prefeitura e traz no conteúdo uma compilação dos principais festivais gastronômicos, visitas aos produtores locais e roteiros de gastronomia.

O projeto Rio Vivo trará muitos benefícios para o município, uma vez que, com a realização dessas ações nas propriedades contempladas, será possível aumentar a vazão dos cursos d’água devido à proteção das nascentes e à construção de bacias de con-

Prefeitura de São Gonçalo confirma um caso de febre amarela A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo confirmou um caso de febre amarela no município. O caso confirmado é de um homem de 42 anos, residente na localidade rural do Matias e trabalha em área florestal (Estação Ambiental do Peti). Ele foi internado no último dia 11, no Hospital Carlos Chagas, em Itabira, e recebeu alta no dia 17. Outro caso de suspeita da doença que está sendo investigado é de um homem, de 44 anos, morador da localidade de Gralhos, que se encontra internado desde o dia 13, no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte. Em dezembro de 2017, o município teve a confirmação da morte de um macaco por febre amarela na zona rural de Abre Campo. A secretária de Saúde de São Gonçalo, Carolina Moreira Duarte, enfatiza sobre a necessidade de tomar a vacina. “É primordial que todos se protejam e a única forma é por meio da vacinação que está disponível nos postos de saúde (PSF)”, ressalta. Carolina Duarte faz ainda um apelo aos homens para que compareçam aos locais de vacinação. “A febre amarela mata. Na nossa região, a do-

Divulgação/ Acom. PMSGRA

A vacinação está sendo intensificada e ocorre em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município

ença tem atingido os homens de 40 a 50 anos, geralmente porque são mais resistentes a tomar a vacina. A medida mais importante para prevenção e controle da febre amarela é a vacinação, portanto previnam-se”, salientou a secretária. Em São Gonçalo do Rio Abaixo, a vacinação contra a febre amarela está sendo intensificada e ocorre em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. Ao procurar os locais de vacinação é importante apre-

sentar o cartão de vacina, mesmo o da infância, pois as doses registradas há vários anos, ainda têm validade. Caso o cartão de vacinação tenha sido perdido, a pessoa deve procurar o serviço de saúde que costuma frequentar, para regularizar a situação. Maiores informações podem ser obtidas no setor de Vigilância em Saúde do município, em todas as Equipes de Saúde da Família (ESF) ou pelo telefone: 3820-1835.


ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, comFiscal o objetivo de detalhar as curso responsabilidades Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho participaram de um de formação dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las.

Relatório da Administração Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31/12/17 da Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro – Mecânicas de João Monlevade Ltda – Sicoob Credibelgo - na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 04 de junho de 2017, o SICOOB CREDIBELGO completou 50 anos, mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No exercício de 2017, o SICOOB CREDIBELGO obteve um resultado de R$ 198.914,71 representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 4,70%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$.218.995,22. Por sua vez a carteira de créditos representava R$2.463.072,49. A carteira de crédito encontrava-SE 100% (cem por cento) distribuída na atividade de empréstimo. comercial. Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/17 o percentual de 21,57% da carteira, no montante de R$ 531.413,78. 4. Captação As captações, no total de R$ 37.779,74, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do exercício anterior de 468 %. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos a Prazo

R$ 37.779,74

100%

Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/17 o percentual de 100% da captação, no montante de R$ 37.779,74. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIBELGO era de R$ 4.231.867,29. O quadro de associados era composto por 655 Cooperados, não havendo acréscimo em relação ao mesmo período do exercício anterior.

6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB CREDIBELGO adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99. 7. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão.

9. Código de Ética 9. Código de Ética 26/01 a 08/02/2018 - Pág. 5 Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIBELGO aderiram, por meio de compromisso firmado, Código deda Ética e dedoConduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Todos osao integrantes equipe SICOOB CREDIBELGO aderiram, por meio de compromisso Cooperativas do SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos firmado, ao Código de Ética–e SICOOB de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria 10. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela representou área e de umum Ouvidor. Atende às manifestações por A Ouvidoria, constituída em 2007 importante avanço a serviço dosrecebidas cooperados, meio de Ouvidoria SICOOB CECREMGE, compostorecebidas por sistema dispõedo de Sistema diretor responsável pelado área e de umCENTRAL Ouvidor. Atende às manifestações por tecnológico específico, atendimento DDG 0800 e sítio CECREMGE, na internet integrado com meio do Sistema de Ouvidoria do via SICOOB CENTRAL composto poro sistema sistema informatizado de ouvidoria tendo via a atribuição assegurar o cumprimento daso sistema normas tecnológico específico, atendimento DDG 0800de e sítio na internet integrado com relacionadas usuários de nossos de atuar como de informatizado aos de direitos ouvidoriadostendo a atribuição de produtos, asseguraralém o cumprimento dascanal normas comunicação nossosdos associados integrantes comunidades onde estamos relacionadas com aos os direitos usuáriose de nossos das produtos, além de atuar comopresentes. canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de 2017, a Ouvidoria do SICOOB CREDIBELGO não registrou manifestações de cooperados a qualidade dos produtos e serviços oferecidosnão pelaregistrou Cooperativa. Dentre elas, No exercíciosobre de 2017, a Ouvidoria do SICOOB CREDIBELGO manifestações de não havia reclamações, pedidos esclarecimento dúvidas epela solicitações de providências cooperados sobre a qualidade dosde produtos e serviçosdeoferecidos Cooperativa. Dentre elas, relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito edeoperações de não havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações providências crédito. relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. 11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito - FGCoop 11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito - FGCoop De acordo com seu estatuto, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito- FGCoop tem por objeto prestar de créditos casos de de intervenção de liquidação De acordo comgarantia seu estatuto, o Fundonos Garantidor dodecretação Cooperativismo de Crédito- ou FGCoop tem por extrajudicial de instituição associada, até o limite de R$ 250 mil por associado, bem como contratar objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação operações de suporteaté financeiro essas instituições. O Conselho extrajudicialde deassistência, instituição associada, o limite e dede R$liquidez 250 milcom por associado, bem como contratar Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estabelece a forma de contribuição das operações de assistência, de suporte financeiro e de liquidez com essas instituições. O Conselho instituições associadas ao Fundo Garantidor Cooperativismo Crédito ratifica Monetário Nacional (CMN) aprovou resoluçãodo que estabelece adeforma de (FGCoop), contribuição das também seuassociadas estatuto e ao regulamento. Conforme na Resolução CMN (FGCoop), nº 4.150/12,ratifica esse instituições Fundo Garantidor doprevisto Cooperativismo de Crédito fundo possui instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e também seu como estatuto e regulamento. Conforme previsto na Resolução CMN nº 4.150/12, esse os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). fundo possui como instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Conforme previsto no artigo 2º da Resolução CMN nº 4.284/13, a contribuição mensal ordinária das instituições associadas é de 0,0125%, saldos dasa obrigações que Conforme previsto no artigoao2ºFundo da Resolução CMN dos nº 4.284/13, contribuiçãogarantidas, mensal ordinária abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos dos bancos, das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125%, dos saldos das obrigações garantidas, que o FGC, ou seja, os depósitos à vista e aprotegidas prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre abrangem as mesmas modalidades pelo Fundo Garantidor de Créditos dosoutros. bancos, o FGC, ou seja, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre outros. As contribuições ao FGCoop pelas instituições a ele associadas tiveram início a partir do mês de março de 2014 e ao recolhidas prazoinstituições estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular 3.700/14. As contribuições FGCoopnopelas a ele associadas tiveram início Bacen a partirnºdo mês de março de 2014 e recolhidas no prazo estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular Bacen nº 3.700/14. Ainda nos termos de seu estatuto, a governança do Fundo será exercida pela Assembleia Geral, pelo Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, e está estruturada de modo a permitir a efetiva representatividade das associadas, sejam elas cooperativas independentes ou filiadas a sistemas cooperativistas de crédito, sendo o direito de voto proporcional às respectivas contribuições ordinárias.

Agradecimentos Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. João Monlevade, MG, 18 de janeiro de 2018. Conselho de Administração e Diretoria JOSÉ GERALDO DE SOUZA – DIRETOR PRESIDENTE REGINALDO BRAZ – DIRETOR ADMINISTRATIVO

Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão.

CARLOS GERALDO DA SILVA – DIRETOR FINANCEIRO

A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.

CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO:

A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas.

WELLINGTON CARLOS VENTURA

JOSENIR EVALDO TIMÓTEO

Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa.

NATÁLIA CRISTINA OLIVEIRA MARTIS

ALESSANDRO DOS SANTOS ALVES

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO

Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.

8. Conselho Fiscal Eleito anualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2018, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIBELGO aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso.

BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2017 E 2016

ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Relações Interfinanceiras (Nota 4) Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito (Nota 6) Operações de Crédito (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos (Nota 7) Rendas a Receber Diversos

31/12/2017 1.611.425,91 83.862,48 239.404,55 239.404,55 218.995,22 218.995,22 1.065.322,05 1.288.689,33 (223.367,28) 3.841,61 1.072,16 2.769,45

Em Reais 31/12/2016 1.612.081,40 78.875,39 242.399,34 242.399,34 177.048,72 177.048,72 1.106.875,00 1.339.017,02 (232.142,02) 6.882,95 2.115,95 4.767,00

Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito (Nota 5) Operações de Crédito

1.174.383,16 1.174.383,16 1.174.383,16

1.629.025,84 1.629.025,84 1.629.025,84

Permanente Investimentos (Nota 8) Participações em Cooperativas Outros Investimentos (Provisões para Perdas) Imobilizado em Uso (Nota 9) Imóveis de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas)

2.396.131,58 515.458,36 505.552,21 14.223,15 (4.317,00) 1.880.673,22 174.194,28 2.004.590,66 (298.111,72)

2.146.530,60 470.215,91 460.309,76 14.223,15 (4.317,00) 1.676.314,69 174.194,28 1.766.839,67 (264.719,26)

TOTAL DO ATIVO

5.181.940,65 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

5.387.637,84


26/01 a 08/02/2018 - Pág. 6 Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016

BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2017 E 2016

PASSIVO Circulante Depósitos (Nota 9) Depósitos a Prazo Obrigações Por Empréstimos Empréstimos no País - Instituições Oficiais Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações (Nota 10) Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Exigível a Longo Prazo Obrigações Por Empréstimos Empréstimos no País - Instituições Oficiais

71.174,03 71.174,03 71.174,03

Patrimônio Líquido (Nota 13) Capital Social De Domiciliados no País Reserva de Lucros Sobras Acumuladas TOTAL

Em Reais 31/12/2016 803.138,60 6.648,11 6.648,11 221.053,08 (224.232,54) 445.285,62 575.437,41 264,34 89.476,93 17.826,15 467.869,99

31/12/2017 878.899,33 37.779,74 37.779,74 170.817,66 (71.174,03) 241.991,69 670.301,93 954,08 176.132,58 18.477,18 474.738,09

224.232,54 224.232,54 224.232,54

4.231.867,29 2.702.336,93 2.702.336,93 1.370.587,78 158.942,58

4.360.266,70 2.777.708,64 2.777.708,64 1.350.719,96 231.838,10

5.181.940,65 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

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5.387.637,84

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Em Reais DESCRIÇÃO

Segundo Semestre/2017

31/12/2017

31/12/2016

Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício

129.073,95

198.914,71

290.301,19

Provisão para Operações de Crédito Depreciações e Amortizações

(79.491,21) 17.253,40 66.836,14

(8.774,74) 33.392,46 223.532,43

(92.483,47) 21.900,73 219.718,45

102.771,17 208.494,02 21.142,98 4.785,65

2.994,79 504.970,37 3.041,34 -

(115.648,03) 722.675,50 (2.861,04) -

21.548,01 (87.785,46) (116.973,56)

31.131,63 94.864,52 (203.293,93)

(20.199,69) (454.224,97) 225.220,68

220.818,95

657.241,15

574.680,90

Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Outros Ajustes

(42.985,18) -

(238.050,99) (45.242,45) 300,00

(258.872,20) (37.914,33) (11.731,79)

Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos

(42.985,18)

(282.993,44)

(308.518,32)

184.243,25 (239.733,31) (236,49) (19.867,82)

388.756,33 (518.315,20) (7.916,08) (7.292,18) (162.442,68) (236,49) (19.867,82)

406.936,10 (485.363,89) (11.825,94) (126.439,27) (503,57) (28.979,76)

Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos

(75.594,37)

(327.314,12)

(246.176,33)

Aumento (redução) em ativos operacionais Títulos e Valores Mobiliários Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Prazo Outras Obrigações Obrigações por Empréstimos e Repasses Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais Atividades de Investimentos

Atividades de Financiamentos

DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016

Em Reais Segundo Semestre/2017 699.336,17

Descriminação RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

31/12/2017

31/12/2016

1.355.404,95

1.447.349,35

1.355.404,95

1.447.349,35

Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar Destinação de Sobras Exercício Anterior em C/C Associados Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES Sobras Exercício

Operações de Crédito

699.336,17

DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

(18.215,28)

(153.423,26)

(241.770,56)

Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades

102.239,40

46.933,59

19.986,25

Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa

(853,32) (26.511,47) 9.149,51

(1.560,69) (66.211,40) (85.651,17)

(2.913,72) (96.229,09) (142.627,75)

RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

681.120,89

1.201.981,69

Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período No Fim do Período (Nota 3 - c) Variação Líquida das Disponibilidades

200.618,30 302.857,70 102.239,40

255.924,11 302.857,70 46.933,59

235.937,86 255.924,11 19.986,25

OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS

(554.714,73)

(1.009.269,65)

(923.766,89)

Receitas(Ingressos) de Prestação de Serviços Despesas(Dispêndios) de Pessoal Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas Despesas(Dispêndios) Tributárias Outras Receitas(Ingressos) Operacionais (Nota 15) Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais (Nota 16)

(365.724,43) (267.038,12) (308,61) 74.011,05 7.319,72 (2.974,34)

(714.801,33) (497.908,67) (956,99) 192.289,50 17.155,96 (5.048,12)

76,68 (634.672,07) (403.680,47) (1.469,01) 93.252,14 27.954,42 (5.228,58)

126.406,16

192.712,04

281.811,90

2.667,79

6.202,67

8.489,29

129.073,95

198.914,71

290.301,19

(39.972,13) (20.104,31) (19.867,82)

(58.463,09) (29.483,33) (28.979,76)

158.942,58

231.838,10

RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 14) RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Reserva Legal

-

LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDO

129.073,95

1.205.578,79

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 Em Reais Eventos Saldo em 31/12/2015

Capital

Capital Subscrito 2.751.249,45

Reservas de Sobras

Legal 1.321.740,20

Sobras ou Perdas Acumuladas 243.152,19

Totais 4.316.141,84

Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao FATES Ao Capital

(126.439,27) 104.886,98

(11.825,94)

Movimentação de Capital: Por Devolução ( - )

(485.363,89)

(485.363,89)

Sobras ou Perdas Líquidas

290.301,19

FATES - Atos Não Cooperativos

(503,57)

Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios:

290.301,19 (503,57) -

28.979,76

.FATES Saldos em 31/12/2016

(11.825,94) 406.936,10

406.936,10

. Fundo de Reserva

(28.979,76) (28.979,76)

2.777.708,64

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E 2016 1. Contexto Operacional A COOPERATIVA DE CREDITO, é uma cooperativa de crédito singular, instituição SICOOB CENTRAL e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e

(104.886,98)

Cotas de Capital à Pagar - Ex associados Por Subscrição/Realização

(126.439,27)

COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CREDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETRO - MECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA – SICOOB CRFEDIBELGO -

1.350.719,96

231.838,10

(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.

(28.979,76) 4.360.266,70

2. Apresentação das demonstrações contábeis

Destinação de Sobras Exercício Anterior: (Nota 17) Ao FATES Em Conta Corrente do Associado Ao Capital

54.187,16

(162.442,68)

(162.442,68)

(7.292,18)

(7.292,18)

(54.187,16)

Cotas de Capital à Pagar - Ex associados

(7.916,08)

Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - )

(7.916,08) -

388.756,33

388.756,33

(518.315,20)

(518.315,20)

Sobras ou Perdas Líquidas

198.914,71

FATES - Atos Não Cooperativos (Nota 18)

(236,49)

Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios:

198.914,71 (236,49) -

. Fundo de Reserva

19.867,82

.FATES

(19.867,82) (19.867,82)

(19.867,82)

Saldos em 31/12/2017

2.702.336,93

1.370.587,78

158.942,58

4.231.867,29

Saldos em 30/06/2017

2.757.826,99

1.350.719,96

69.840,76

4.178.387,71

Destinação de Sobras Exercício Anterior: Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - )

184.243,25

184.243,25

(239.733,31)

(239.733,31)

Sobras ou Perdas Líquidas

129.073,95

FATES - Atos Não Cooperativos

(236,49)

Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: 19.867,82

.FATES Saldos em 31/12/2017

(19.867,82) (19.867,82)

2.702.336,93

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

1.370.587,78

158.942,58

Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar determinados ativos e passivos entre outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, às provisões necessárias para causas judiciais, entre outras. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas.

129.073,95 (236,49) -

. Fundo de Reserva

As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, tendo sido aprovada pela sua administração, em sua reunião datada de 16 de janeiro 2018, da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração.

(19.867,82) 4.231.867,29

Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) – Resolução CMN nº 4.144/2012; CPC 01(R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos – Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) – Demonstrações do Fluxo de Caixa – Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 05 (R1) – Divulgação sobre Partes Relacionadas – Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) –


liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, às provisões necessárias para causas judiciais, entre outras. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas.

k) Obrigações por empréstimos e repasses

Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) – Resolução CMN nº 4.144/2012; CPC 01(R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos – Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) – Demonstrações do Fluxo de Caixa – Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 05 (R1) – Divulgação sobre Partes Relacionadas – Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) – Pagamento Baseado em Ações – Resolução CMN nº 3.989/2011; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/2011; CPC 24 – Evento Subsequente– Resolução CMN nº 3.973/2011; CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/2009; CPC 33 – Benefícios a Empregados – Resolução CMN nº 4.424/2015.

As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos26/01 dos empréstimos tomados a 08/02/2018 - Pág. 7 são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis.

3. Resumo das principais práticas contábeis

m) Provisões

a)Apuração do resultado

São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.

Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registradas de acordo com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para determinar o valor de certos ativos, passivos e outras transações considerando a melhor informação disponível. Incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à vida útil dos bens do ativo imobilizado, provisões para causas judiciais, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. As Resoluções CMN nº 2697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações em que figura como polo passivo. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, terrenos edificações, e as edificações em cursos, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas aplicáveis e levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. j) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. k) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis.

l) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas.

n) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. o) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. p) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos de acordo com o Decreto 3.000/1999, art. 183. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação conforme art. 182 do mesmo Decreto. q) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). r) Valor recuperável de ativos – impairmentA redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2017 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. s) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2017. 4. Títulos e valores mobiliários Em 31 de dezembro de 2017 e 2016, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários estavam assim compostas: Descrição Título de Renda Fixa TOTAL

31/12/2016 242.399,34

Os Títulos de Renda Fixa referem-se, substancialmente, a aplicações em Certificados de Depósitos Interbancários – CDI, no SICOOB, com remuneração de, aproximadamente, cem por cento doo CDI. Tal recurso tem por objetivo garantir futuras operações de empréstimos firmadas com os seus cooperados. 5. Relações interfinanceiras Em 31 de dezembrode 2017 e 2016, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição Centralização Financeira - Cooperativas (a) TOTAL

31/12/2017 218.995,22 218.995,22

31/12/2016 177.048,72 177.048,72

(a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOBCENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/2015. 6. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade: Modalidade

l) Demais ativos e passivos

31/12/2017 239.404,55

Empréstimos

Circulante 1.288.689,33

31/12/2017 Não Circulante 1.174.383,16

Total 2.463.072,49

31/12/2016 2.968.042,86


depositadas junto ao SICOOBCENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/2015.

Descrição Participações em cooperativa central de crédito TOTAL

31/12/2017 505.552,21 505.552,21

31/12/2016 460.309,76 460.309,76

6. Operações de crédito

Modalidade

31/12/2017 Não Circulante 1.174.383,16

Circulante 1.288.689,33 (223.367,28) 1.065.322,05

Empréstimos (-) Provisões para Operações de Crédito TOTAL

1.174.383,16

Total 2.463.072,49 (223.367,28) 2.239.705,21

31/12/2016 2.968.042,86 (232.142,02) 2.735.900,84

b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999: Nível / Percentual de Risco / Empréstimo / TD Situação AA Normal A 0,5% Normal 1.765.718,77 B 1% Normal 70.046,85 B 1% Vencidas 84.491,08 C 3% Normal 79.216,38 C 3% Vencidas 97.270,19 D 10% Normal 30.474,22 D 10% Vencidas 58.754,20 E 30% Normal 16.044,66 E 30% Vencidas 25.577,32 F 50% Normal 24.531,24 F 50% Vencidas 58.706,52 G 70% Normal G 70% Vencidas 25.235,56 H 100% Normal H 100%Vencidas 127.005,50 Total Normal 1.986.032,12 Total Vencidos 477.040,37 Total Geral 2.463.072,49 Provisões 223.367,28 Total Líquido 2.239.705,21

Total em 31/12/2017

Provisões 31/12/2017

Total em 31/12/2016

Provisões 31/12/2016

1.765.718,77 70.046,85 84.491,08 79.216,38 97.270,19 30.474,22 58.754,20 16.044,66 25.577,32 24.531,24 58.706,52

8.828,59 700,47 844,91 2.376,49 2.918,11 3.047,42 5.875,42 4.813,40 7.673,19 12.265,62 29.353,26

25.235,56

17.664,89

127.005,50 1.986.032,12 477.040,37 2.463.072,49 223.367,28 2.239.705,21

127.005,50 32.031,99 191.335,29 223.367,28

2.125.170,33 24.207,07 95.508,46 58.805,46 100.254,70 93.521,26 191.544,21 35.396,22 13.042,36 4.983,10 66.497,72 23.508,12 50.969,51 51.962,46 32.671,88 2.154.927,84 813.115,02 2.968.042,86 232.142,02 2.735.900,84

10.625,85 242,07 955,08 1.764,16 3.007,64 9.352,12 19.154,42 101.618,87 3.912,70 2.491,55 33.248,86 16.455,68 35.678,66 51.962,46 32.671,88 103.512,76 128.629,26 232.142,02

Até 90 489.285,15 489.285,15

De 91 até 360 695.312,84 695.312,84

Acima de 360 1.278.474,50 1.278.474,50

Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Imobilizado em Curso Terrenos Edificações Instalações

31/12/2017 1.686.660,35 29.859,55 144.334,73 44.912,79

31/12/2016 1.528.037,80 29.859,55 144.334,73 31.912,79

Móveis e equipamentos de Uso

169.329,38

103.200,94

5.455,00 68.448,24 8.431,00 21.353,90 (298.111,72) 1.880.673,22

5.455,00 68.448,24 8.431,00 21.353,90 (264.719,26) 1.676.314,69

Sistema de Comunicação Sistema de Processamento de Dados Sistema de Segurança Máquinas e Equipamentos (-) Total Depreciação Acumulada TOTAL

4% 10% 10% 10% 20% 10% 10%

9. Depósitos. É compostopor valores pactuados para disponibilidade em prazos pré-estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré-fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações préfixadas são calculadas o prazo final das operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora. Descrição

31/12/2017 37.779,74 37.779,74

TOTAL

Total 2.463.072,49 2.463.072,.49

Taxa Depreciação

(a) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passarão a ser depreciadas.

Depósito a Prazo

c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição Empréstimos TOTAL

26/01 a 08/02/2018 - Pág. 8

9. Imobilizado de uso

a) Composição da carteira de crédito por modalidade:

31/12/2016 6.648,11 6.648,11

Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, conforme, constituído conforme Resoluções CMN n°4.284/2013. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos.

d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Descrição

Empréstimo / Financiamento 2.463.072,49 2.463.072,49

Pessoa Física TOTAL

31/12/2017 2.463.072,49 2.463.072,49

% da Carteira 100% 100%

Descrição Maior Depositante 10 Maiores Depositantes

31/12/2017 11.941,81 37.279,55

% Carteira Total 32% 99%

31/12/2016 6.648,11 6.648,11

% Carteira Total 100% 100%

Despesas com operações de captação de mercado:

e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição

Descrição Saldo Inicial Constituições / Reversões

31/12/2017 232.142,02 5.518,83

Transferência para prejuízo

(14.293,57)

TOTAL

223.367,28

31/12/2016 324.625,49 101.495,07 (193.978,54)

31/12/2017 35.130,21 297.976,87 1.065.321,40

% Carteira Total 1,43% 12,10% 43,25%

31/12/2016 34.140,19 289.548,64 1.091.033,09

% Carteira Total 1,15% 9,75% 36,76%

Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período TOTAL

31/12/2017 487.177,64 14.293,57 (24.493,55) 476.977,66

31/12/2016 375.386,38 193.978,54 (82.187,28) 487.177,64

h) Receitas de operações de crédito:

Empréstimos e títulos descontados

Descrição

31/12/2017 1.250.779,06

Recuperação de créditos baixados como prejuízo

104.625,89

123.319,96

Total

1.355.404,95

1.447.349,35

31/12/2016 1.324.029,39

7. Outros Créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:

TOTAL

2.913,72

1.560,69

2.913,72

São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições COOPERATIVA CENTRAL

g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:

Modalidade

31/12/2016

1.560,69

10. Obrigações por empréstimos e repasses



Rendas a Receber (a) Diversos (b)

Total

31/12/2017

232.142,02

f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores

Depósitos a Prazo

31/12/2017 1.072,16 2.769,45 3.841,61

31/12/2016 2.115,95 4.767,00 6.882,95

(a) Refere-se à receita provisionada de aplicação financeira do Sicoob Credibelgo junto ao Sicoob Cecremge

Taxa 115% CDI TOTAL

Vencimento 29.05.2019

31/12/2017 241.991,69 241.991,69

31/12/2016 445.285,62 445.285,62

11. Outras Obrigações Descrição Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas TOTAL

31/12/2017 954,08 176.132,58 18.477,18 474.738,09 670.301,93

31/12/2016 264,34 89.476,93 17.826,15 467.869,99 575.437,41

11.1 Sociais e Estatutárias Descrição Resultado de Atos com Associados (a) Resultado de Atos com Não Associados (a) Cotas de Capital a Pagar (b) TOTAL

31/12/2017 19.867,82 236,49 156.028,27 176.132,58

31/12/2016 28.979,76 503,57 59.993,60 89.476,93

(a) O FATES é destinado às atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 10% (dez por cento) das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – Fates é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971.

(b) Refere-se a créditos de Convênios e de tributos a recuperar do Sicoob Credibelgo. (b) Refere-se às cotas de capital a devolver de associados desligados. 11.2 Fiscais e Previdenciárias 8. Investimentos As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas:

O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB.

Descrição Participações em cooperativa central de crédito TOTAL

31/12/2017 505.552,21 505.552,21

31/12/2016 460.309,76 460.309,76

9. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:

Descrição Impostos e Contribuições sobre Lucros a Pagar Impostos e Contribuições a Recolher TOTAL

31/12/2017 28,67 18.448,51 18.447,18

31/12/2016 18.090,49 18.090,49

11.3 Diversas Descrição Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos Provisão para Pagamentos a Efetuar (a) Credores Diversos – País (b)

31/12/2017 42.224,91 432.513,18

31/12/2016 402.574,00 40.085,30 25.210,69


Impostos e Contribuições sobre Lucros a Pagar Impostos e Contribuições a Recolher TOTAL

28,67 18.448,51 18.447,18

próximos da família de tais pessoas. 18.090,49 18.090,49

11.3 Diversas Descrição Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos Provisão para Pagamentos a Efetuar (a) Credores Diversos – País (b) TOTAL

31/12/2017 42.224,91 432.513,18 474.738,09

31/12/2016 402.574,00 40.085,30 25.210,69 467.869,99

(a) Provisão para pagamentos a efetuar refere-se às provisões trabalhista de Férias e de encargos sociais. (b)Credores diversos referem-se a compromissos com fornecedores de bens e de serviços.

As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.

a 08/02/2018 As operações com tais partes relacionadas não são relevantes26/01 no contexto global- Pág. das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.

9

As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2017: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS

% em relação à carteira total

R$.90.584,59

3,68%

MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS

% em relação à carteira total

R$.3.509,28

9,29%

12. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIBELGO opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a prazo, empréstimos. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos.

Operações ativas e passivas – saldo em 2017:

13. Patrimônio líquido

Natureza da Operação Valor da Operação de Crédito de Crédito Empréstimo 90.584,59

PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa) 10.535,65

% da Operação de Crédito em Relação à Carteira Total 3,68%

a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito a um voto, independentemente do número de suas cotas-partes. Descrição

31/12/2017 2.702.336,93 655

Capital Social Associados

31/12/2016 2.777.708,64 687

Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de, empréstimos, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: Natureza das Operações Ativas e Passivas Empréstimos

Taxas Aplicadas em Relação às Partes Relacionadas 3,25%

No exercício de 2017 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e cédula de presença, apresentando-se da seguinte forma:

b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.

Taxa Aprovada pelo Conselho de Administração / Diretoria Executiva 3,25%

Honorários Cédula de Presença TOTAIS

BENEFÍCIOS MONETÁRIOS NO EXERCÍCIO DE 2017 (R$) 126.187,60 28.058,89 154.246,49

c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 10 de fevereiro de 2.017, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, no valor de R$ 54.187,16. d) Destinações estatutárias e legais A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação: Descrição Sobra líquida do exercício Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao FATES Sobra líquida, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal - 10% Fundo de assistência técnica, educacional e social - 10% Sobra à disposição da Assembleia Geral

2017 198.914,71 236,49 198.678,22 39.735,64 19.867,82 19.867,82 158.942,58

2016 290.301,19 503,57 289.797,62 57.959,52 28.979,76 28.979,76 231.838,10

14. Resultado de atos não cooperativos

2017 6.202,67 334,28 5.480,44 387,95 387,95 151,86 236,49

2016 8.565,97 674,15 6.905,43 986,39 986,39 482,82 503,57

Descrição TOTAL

2017 192.289,50 192.289,50

2016 93.252,14 93.252,14

(a) Refere-se à reversão de créditos lançados como perdas de risco de créditos. 16. Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição Despesas de Descontos Concedidos em Renegociações Dispêndios de Depósitos Intercooperativos Outros Dispêndios/Despesas Operacionais TOTAL

O SICOOB CENTRAL CECREMGE, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOBCREDIBELGO responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações.

Descrição Ativo circulante - Relações interfinanceiras - centralização financeira Ativo Permanente - Investimentos Passivo circulante e não circulante Obrigações por empréstimos e repasses (nota

31/12/2017 218.995,22 505.552,21 241.991,69

31/12/2016 177.048,72 460.309,76 445.285,62

As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE de 30/06/2017, foram auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 18/08/2017,com opinião sem modificação. 19. Gerenciamento de Risco

15. Outros ingressos/rendas operacionais

Outras Rendas Operacionais (a)

O SICOOB CREDIBELGO, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à SICOOB CENTRALCECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.

Saldos das transações da Cooperativa com a SICOOB CENTRAL CECREMGE:

O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição: Descrição Receita de prestação de serviços Despesas específicas de atos não cooperativos Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não cooperativos Resultado operacional Receitas (despesas) não operacionais, líquidas Imposto de renda e da contribuição social Resultado de atos não cooperativos (lucro líquido)

18. Cooperativa Central

2017 2016 3.477,52 5.164,58 (1.570,60) (64,00) (5.048,12) (5.228,58)

17. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.

19.1 Risco operacional As diretrizes e responsabilidades aplicáveis ao gerenciamento do risco operacional das entidades do Sicoob encontram-se registradas na Política Institucional de Risco Operacional, aprovada no âmbito dos respectivos órgãos de administração (Conselho de Administração ou, na inexistência desse, Diretoria) das entidades do Sicoob, é revisada, no mínimo, anualmente por proposta da área responsável pelo gerenciamento do risco operacional do Sicoob Confederação, em decorrência de fatos relevantes e por sugestões encaminhadas pelas cooperativas do Sicoob. O gerenciamento de risco operacional do Sicoob é realizado de forma centralizada pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), o qual consiste em: a) A avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação. b) As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles. c) Os resultados são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração. d) A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).


tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação. b) As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles. c) Os resultados são apresentados à Diretoria Executiva e ao Conselho de Administração. d) A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).

26/01 a 08/02/2018 - Pág. 10 O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos em 31 de dezembro de 2017. João Monlevade, 18 de janeiro de 2018

e) Em cumprimento à Resolução CMN 3.380/2006, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com.br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento do risco operacional.

DIRETORIA EXECUTIVA

19.2 Risco de Mercado e de Liquidez O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do SICOOB objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída nas Resoluções CMN 3.464/2007 e 4.090/2012.

JOSÉ GERALDO DE SOUZA – Diretor Presidente

Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, o SICOOB aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no BANCOOB, que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio eletrônico www.sicoob.com.br.

CARLOS GERALDO DA SILVA – Diretor Financeiro

No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting).

REGINALDO BRÁZ – Diretor Administrativo

No gerenciamento do risco de liquidez são adotados procedimentos para identificar, avaliar, monitorar e controlar a exposição ao risco de liquidez, limite mínimo de liquidez, fluxo de caixa projetado, testes de stress e planos de contingência.

DELCI SERGIO DO COUTO – Contador CRC/MG 23.550

PARECER DO CONSELHO FISCAL.

Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, o SICOOB possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. 19.3 Risco de Crédito

O gerenciamento de risco de crédito do SICOOB objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN 3.721/2009, o SICOOB aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do SICOOB, centralizada no BANCOOB, a qual encontrase evidenciada em relatório disponível no sitio eletrônico www.sicoob.com.br. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o SICOOB, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.

O Conselho Fiscal da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro Mecânicas de João Monlevade Ltda - Sicoob Credibelgo, pelos membros abaixo assinados, tendo em vista, os resultados das reuniões de verificações, realizadas no decorrer do ano de 2017, com base no exame dos livros de atas, das notas fiscais, das conferências de caixa, dos extratos bancários, da auditoria independente realizada pela Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa - CNAC e demais documentos que compõem o Balanço Geral, encerrado em 31 de dezembro de 2017, bem como das Demonstrações Contábeis de Sobras e Perdas, declara que os mesmos refletem o resultado das operações do exercício findo, pelo que, são de parecer favorável, e recomendam a sua aprovação pela Assembléia.

Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o SICOOB possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.

João Monlevade, 22 de janeiro de 2018. Conselheiros:

19.4 Gerenciamento de capital A estrutura de gerenciamento de capital do SICOOB objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN 3.988/2011. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, SICOOB aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do SICOOB, centralizada no SICOOB CONFEDERAÇÃO, a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sitio eletrônico www.sicoob.com.br.

Efetivos

Suplentes

Aline Ribeiro Cotta

Andréia Renata Brito de Souza Simões

Stênio Pereira de Carvalho

Lívia Cristina Miranda Freitas

Valdo Edno dos Reis

Werton Conceição Santos

O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do SICOOB com objetivo de: (a) Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do SICOOBestão sujeitas;

Valdo Edno dos Reis

(b) Planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do SICOOB; e

Coordenador do Conselho Fiscal.

(c) Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. Adicionalmente são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do SICOOB. 20. Seguros contratados – Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 21. Índice de Basileia As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR), apurado nos termos da Resolução CMN nº. 4.192, de 01/03/2013, compatível com os riscos de suas atividades.

RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração, à Administração e aos Cooperados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETROMECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA. - SICOOB CREDIBELGO João Monlevade - MG Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda.- SICOOB CREDIBELGO, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda.- SICOOB CREDIBELGO em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.


todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda.- SICOOB CREDIBELGO em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à cooperativa, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança 26/01 razoável é um alto nível a 08/02/2018 - Pág.de11 segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: 

Identificamos e avaliamos o risco de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, e conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.

Obtemos o entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da cooperativa.

Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.

Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias circunstâncias que possa possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade continuidade operacional da cooperativa. Se concluirmos que existe incerteza significativa significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições ondições futuras podem levar a cooperativa a não mais se manter man em continuidade operacional.

Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.

Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da cooperativa é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.

Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a cooperativa continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a cooperativa ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da cooperativa são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.

Comunicamo-nos nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, aspe do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos interno que identificamos durante nossos trabalhos.

Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis

Belo Horizonte/MG, 25 de Janeiro de 2018.

Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.

Elisângela de Cássia Lara Contadora CRC MG - 086574/O CNAI 3.750

O carnaval 2018 promete ser animado no Médio Piracicaba. As cidades já começaram a divulgar a programação da folia. Confira! Identificamos e avaliamos o risco de distorção relevante nas demonstrações contábeis,

Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: 

independente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentarconossa opinião.para O risco de não detecção de distorção da cidade esquentar No sábado (10), arelevante folia coresultante de fraude é maior que proveniente erro, já que a fraude envolverMuo os do foliões. E, na terça,deBanda meça com a pode corporação ato de burlar os controles internos, e conluio, falsificação, omissão ou representações folia vai tomar conta do Logan encerra a festa. sical de Santo Antônio, que falsas intencionais.

Catas Altas

A Centro Histórico de Catas apresentará as tradicionais Altas, e como em 2017, a marchinhas  Obtemos o entendimento dos controles internos relevantes para a carnavalescas auditoria parano festa será focada na família, espaço alternativo, planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas nãopróximo com o com atrações podem ser opinião sobre a eficácia dos controles a praça da da ruacooperativa. João Mota. A objetivoque de expressarmos internos curtidas por todos. noite terá, também, desfile A festa terá início na  Avaliamos a sexta-feiadequação Em das Santa políticas contábeis utilizadas e a Que razoabilidade das e isso devera? Bárbara as ruas do Bloco estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. ra, às 21 horas, com as marchi- João Mota e Antônio Pereira show com o tradicional grunhas de carnaval. Em seguida, Rocha e a praça Pio XII tam- po Bartucada, de Diamantiserá a vez de Banda MP6 ani- bém serão palco de muita na, animando os foliões. mar o público presente. folia e animação. Este ano, No Domingo (11), a banda Nos sábado, domingo, se- com o tema Resgatando a Alternativa do Pagode abre a gunda e terça de carnaval, tradição nos trilhos da histó- tarde do terceiro dia de cara animação começa à tarde, ria, o carnaval santa-barba- naval, com show no espaço às 13 horas, com as feiras rense traz de volta à avenida secundário. Na sequência, de gastronomia Sabores do os blocos de rua. tem banda Osquindô e desMorro e Aprovart. Às 15 ho- Já na sexta-feira (9), os blo- file do Bloco Quanto mais ras, começam as atividades cos da Associação Cultural álcool melhor. Abrindo a circenses, oficinas, brinca- Santa-Barbarense dos Blo- noite, a Corporação Musical deira, marchinhas e desfiles cos de Carnaval (Assanbloc) de Santo Antônio apresenta de blocos. prometem um animado des- as tradicionais marchinhas e Para completar, um show file, abrindo o primeiro dia logo após o Bloco dos Ilusanimado por noite. No sá- de folia. Nesta data ainda tres ganha a avenida. A banbado e no domingo, quem tem o DJ Gilmar Santos, que da do Vale do Aço, Bolêros canta é a banda Maxx. Na se apresentará durante todos do Samba, encerra a noite. segunda, MP6 volta ao pal- os dias de festa. No penúltimo dia de festa,

Santa Bárbara

tem mais marchinhas com a Corporação Musical de Santo Antônio, desfile do Bloco Folia Chick e show com a cantora Tati Meira. E para fechar com chave de ouro a festa em 2018, tem show com Mistura da Samba, desfile com a Turma da Esquina e o bloco dos Sujos e marchinhas com a Corporação Musical de Santo Antônio. Com muito sertanejo, direto de Ipatinga, o cantor Matiele Fabretti encerra a folia de momo em Santa Bárbara

Barão de Cocais A cidade de Barão de Cocais também promete dias de muita alegria. A festa acontece no Espaço de Eventos José Furtado. A programação foi pensada para agitar

a cidade nos dias de folia, com desfiles dos blocos e da tradicional Furrupa, além de shows com os artistas da terra e de renome regional, em um novo formato que irá agradar a todas as idades. Na sexta-feira (9), a Banda Feliz Cidade abrirá o primeiro dia de carnaval e continuará a animar os foliões em todos os dias da festa. Na mesma noitese apresentam os DJs Vitor Augusto e Maycon Douglass que prometem levantar o público. No sábado (10), a tradicional Furrupa seguida da apresentação da banda MP6 com ritmos variados para animar os foliões. No Domingo (11), a folia começa mais cedo com o Circo Marimbondo e seu Bailinho de Carnaval para agitar a criançada, em seguida o pagode da banda Mistura Envolvente vai tomar conta do

Espaço de Eventos. Na sequência é a vez dos desfiles dos Blocos Caixa D’Água e Unidos do São Benedito. Para fechar a noite de domingo a banda MP6 irá agitar novamente o carnaval cocaiense. No penúltimo dia de festa, tem mais Furrupa, blocos de carnaval e o grande show da banda de SambaRock Soul du Samba. Para encerrar com muita animação o carnaval 2018, o último dia contará com as apresentações do Circo Marimbondo, Mistura Envolvente, Bloco Caixa D’Água, Banda Feliz Cidade, Furrupa, Bloco Unidos do São Benedito e para encerrar as festividades com chave de ouro a banda Soul du Samba sobe novamente ao palco. Informações sobre a folia nas outras cidades da região você encontra em nossa agenda no www.ultimanoticia.com.br.


Carreiras

Que profissão escolher? “Trabalhe com aquilo que gosta e não terá que trabalhar um dia sequer na vida”. Confúcio

É preciso conhecer a si próprio e a profissão que você deseja

Quem nunca escutou aquele pergunta: “O que você vai ser quando crescer?” Bom, as respostas são as mais variadas possíveis: professor,

atleta, astronauta, chefe de cozinha, cantor, lixeiro, entre outros. Felizmente (ou infelizmente) chega um momento que realmente temos que

dar uma resposta concreta para esta pergunta, e muitas vezes as dúvidas continuam. Para resolver esta situação é preciso conhecer a si próprio e a profissão que você deseja. Para conhecer a si próprio nem sempre é necessário passar por testes psicológicos ou avaliações de personalidade, você mesmo pode se observar. Pense o que gosta de fazer e o que não gosta. É extrovertido, gosta de conversar com as pessoas ou é tímido e prefere ficar mais sozinho? Quais áreas de conhecimento são suas preferidas? Caso ainda tenha dúvidas, a ajuda de um profissional é bem vinda.

“Nos apaixonamos mais pelo desejo do que pelo objeto desejado”. Nietzsche Conhecer sobre as profissões também é essencial para uma escolha acertada. Hoje, o acesso à informação é muito mais fácil que há alguns anos. Então, procure saber mais, busque como as

26/01 a 08/02/2018 - Pág. 12

Notícias, dicas e tendências. Confira!

coisas acontecem na prática. A internet é um grande facilitador para o conhecimento, mas se possível tenha contato com um profissional da área. Muitas vezes temos uma visão romântica, idealizada, e

na hora de viver a realidade é tudo muito diferente. Lembre-se que tudo sempre tem dois lados, há coisas boas e ruins, e observe se você consegue lidar com os inconvenientes do dia a dia.

Onde estudar Arquitetura e Urbanismo no Médio Piracicaba No Médio Piracicaba, o curso de Arquitetura e Urbanismo é oferecido desde o ano de 2017 pela Rede de Ensino Doctum de João Monlevade. De acordo com a diretora da instituição, Yolanda Carla Lima Coelho, a autorização foi conquistada graças ao excelente conceito que a faculdade possui no Ministério da Educação. No mais recente Índice Geral de Cursos (IGC), a Doctum João Monlevade obteve nota 4, em uma escala de 1 a 5. “Renovamos nosso compromisso em impulsionar o desenvolvimento de João Monlevade e região do Médio Piracicaba com ensino de qualidade, atento às demandas econômicas locais e, sobretudo, ao estímulo das habilidades e competências de seus

alunos”, declara. O curso prepara técnicos com amplo conhecimento para atuação diversificada e integrada nas áreas de paisagismo e interiores, edificações, planejamento urbano e projeto arquitetônico e monumental. O caráter generalista da graduação forma profissional com perfil autônomo, capaz de intervir na realidade social, respeitando padrões éticos e especificidades de cada região. O conjunto de disciplinas proposto pela Doctum desenvolve habilidades que estimulam a criatividade e o espírito crítico, permitindo a coordenação de equipes multidisciplinares de trabalho e atuação em diversos segmentos, atentando para a inovação tecnológica e o bem estar social.

Laboratórios A unidade Doctum de João Monlevade passa a contar com novos laboratórios para os cursos de Arquitetura e Engenharias. Agora, os alunos têm à disposição uma estrutura mais moderna e compatível com as necessidades dos cursos. O conjunto de laboratórios é formado pelos laboratórios de Materiais de Construção e Mecânica dos Solos, Topografia, Hidráulica, Ateliê de Arquitetura, Química, Física, Instalações Elé-

tricas, Circuitos Eletrônicos, Processos Mecânicos, Desenho Técnico e Laboratórios de Informática I e II. Através de equipamentos disponibilizados, os alunos têm oportunidade de relacionar a teoria à prática, contribuindo para facilitar o processo ensino-aprendizagem. Os novos laboratórios vêm proporcionar aos alunos mais conhecimento e confiança no desempenho de suas futuras atividades profissionais.

Conheça sobre o curso de Arquitetura e Urbanismo

Fotos: Divulgação

Perfil profissional O arquiteto é um profissional sensível ao seu tempo e particularmente demandado pela construção civil e as empresas do setor público, além do atendimento direto as pessoas físicas, podendo atuar em diferentes áreas. Por meio de sua formação multidisciplinar, o arquiteto estuda disciplinas da área de humanas e também de outras áreas, como a construção civil. Além de ter a criatividade sempre estimulada, essa profissão exige atualização constante, é necessário conhecimento das novidades do mercado e tecnologias dos métodos construtivos que cabem ao arquiteto decidir. Estar atento às novidades

impacta diretamente na forma como uma obra vai se integrar a determinado público ou região, como será o seu consumo energético e como ela vai respeitar o meio am-

biente integrando-se a ele. A arquitetura também cria tendências, influenciando a maneira como as pessoas constroem e decoram suas casas, muda atitudes e costumes.

1ª MENSALIDADE GRÁTIS Os alunos aprovados no vestibular 2018 da Doctum Monlevade para os cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e o novo curso Tecnólogo em Gestão Comercial EAD, que se matricularem até o final deste mês não vão pagar a matricula! Ainda não fez a prova? Não perca tempo e inscreva-se já no site doctum.edu.br.

Ed 173  

Jornal Última Notícia

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