EAD em meio à pandemia
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Dado este período de pandemia, muitos alunos que nunca antes tinham tido contato com o EAD (ensino a distância), tiveram que descobrir como se encaixar nesse modelo de ensino, mesmo não sendo agradável a todos. Foram pouquíssimos dias de aula presencial em 2020, até a pandemia chegar e fazer com que todos se isolassem e mudassem completamente o seu estilo de vida por conta disso. Os alunos, que antes tinham horários de aula definidos, agora estão tendo que fazer seus próprios horários e lidar com um método de ensino bem diferente daquele ao qual estavam acostumados. Muitos têm reclamado da forma com que se deu tudo isso e da forma brusca e meio atordoada como começou, principalmente para os estudantes da rede federal, que ficaram quase o ano todo sem aulas, e começaram o EAD com poucos meses para o fim do ano de 2020. Alguns dos estudantes dos Institutos Federais (IFs), mais precisamente do IFFluminense, onde nosso contato com os estudantes é mais frequente, têm ficado um pouco confusos e ainda em processo de descoberta para se adaptar a isso, já que o ritmo da grande maioria, querendo ou não, tinha sido desfeito com um período tão extenso sem aulas.
Porém, tudo é uma questão de adaptação e compreensão de ambas as partes, tanto dos alunos, quanto dos professores. No segundo módulo a tendência é que o processo vá se aperfeiçoando, de acordo com os aprendizados. Para que se tenha uma melhor experiência com o ensino a distância é importante que sejam feitas pesquisas para que os alunos possam expressar suas opiniões sobre como estão sendo abordadas as atividades. Isso é importante para que se tenha desenvolvimento cada vez melhor para todos que estão tendo que fazer essa transição para o ensino remoto. Editorial por: Ana Carolina Lanzoni Pinto Professoras do IFF campus Itaperuna desenvolvem jornal com as turmas de segundo ano do ensino médio
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Durante o período de EAD no IFF Itaperuna, as professoras Fabiana Carvalho, Giselda Bandoli, Luana Monteiro e Patrícia Mineti, tiveram a desafiadora iniciativa de propor que as turmas do segundo ano do ensino médio formulassem um jornal. Para realização do trabalho os alunos escolhem um gênero textual e o produzem de acordo com as orientações das aulas. Posteriormente, tudo é organizado de forma coerente e formatado em uma estrutura de jornal. O resultado dessa iniciativa é postado na página do Projeto IFFolha Itaperuna no Instagram (@iffolhaitaperuna) e no Facebook. (https://www.facebook.com/jornaliffolhaitaperuna/) Notícia por: Gabriela Baita Alves da Silva
Fake news e seus impactos
Educação X Coronavírus
As fake news não são exclusividades da atualidade. Elas vêm acontecendo há séculos com o objetivo de beneficiar algumas pessoas e prejudicar outras. Com o surgimento da internet e das redes sociais, como WhatsApp, Instagram, Twitter e Facebook, ficou mais fácil para que essas notícias falsas se ampliassem, alcançando números maiores de leitores. Sendo assim, é muito importante verificar se aquilo que estamos lendo é realmente verídico, porque muitas vezes podemos nos enganar. E por que é tão fácil espalhar essas notícias falsas? Simplesmente porque elas são tão apelativas, e parecem tão verdadeiras, que fazem o leitor acreditar naquilo e sair repassando, sem confirmar se é mentira ou não. As fake news, geram um grande impacto nas pessoas, que, mesmo depois de escutarem a verdade, ainda acham que aquelas notícias falsas podem ter pontos que não são mentiras, logo criam um pensamento baseado em informações errôneas. Infelizmente, atualmente, as notícias que são de fato as verdadeiras não importam mais, porque as falsas estão prevalecendo na maioria das vezes e alcançando muitos leitores, que acabam acreditando nessas mentiras. Sendo assim, os sites de fofocas e as redes sociais lucram com essa situação, porque são os meios por onde as fake news circulam, tornando mais difícil, porém não impossível, o combate às informações falsas. Artigo de Opinião por: Daniele Almeida de
Oliveira
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No início do ano de 2020, recebemos a notícia de que o novo coronavírus estava sendo espalhado pelo mundo todo. Com a chegada desse vírus, muitas coisas iriam mudar: não poderia mais haver shows, festas, lojas foram fechadas, mercados estavam trabalhando com a metade dos funcionários e diante isso muitas pessoas começaram a ser demitidas de seus empregos por diversos locais de trabalho estarem entrando em crise sem o funcionamento habitual. Diante dessa pandemia, outros lugares que também foram fechados foram as escolas. Durante meses as instituições de ensino ficaram com suas atividades paradas para que o corpo docente pudesse pensar uma maneira para que continuassem funcionando, a fim de que os alunos não ficassem sem seu devido ensinamento. No entanto, com a chegada da Deliberação 376, que permitiu que as escolas utilizassem dos meios remotos para ministrar suas aulas, outros desafios apareceram. Com a chegada do ensino remoto, muitos alunos tiveram dificuldade para se adaptar à nova rotina de estudos, mas com o tempo começaram a se adaptar, pois o novo pode assustar a todos. Notícia por: Camila de Souza e Souza
O preço dos jogos está aumentando Com o lançamento da nova geração de consoles e software de desenvolvimento de jogos, o custo para criar um jogo aumentou e, consequentemente, o preço no mercado veio a aumentar também. Muito disso se deve ao Playstation 5 e o Xbox series X que são os pioneiros desta nova geração. Em comparativo entre as duas gerações, a atual e a nova, os jogos já confirmados para a nova geração como o FIFA 21 tiveram um aumento de cerca de 30% em comparação com o FIFA 20. Esse tipo de situação já veio a acontecer por cerca de 2005 e 2006, quando foram lançados o Playstation 3 e o Xbox 360.
#agoraumpoema Eu quero Apenas você Mas você Quer outro alguém Rejeito aquele Que me deseja Porque eu desejo Apenas você Você me quebrou Você me despedaçou Resetou Poema por: Ana Carolina Batista Lourenço
Esse tema se popularizou entre os amantes de jogos que vieram a criticar esse aumento, principalmente agora em que a pandemia está influenciando diretamente nos preços e no valor da moeda. Notícia por: Lucas Piredda de Oliveira
Charge por: Emilly Marianne dos Santos Miranda
Tirinha por: Antônio José de Oliveira dos Santos
#opinião
Covid-19, como combateremos?
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Com a eclosão e rápida propagação do novo vírus, conhecido como Coronavírus ou Covid-19, que vem abalando não só o Brasil mas o mundo inteiro, surgiu uma grande dúvida: Qual é a melhor medida a ser tomada para que o país se recupere o mais rápido possível dessa pandemia, voltando, assim, às atividades "normais" e, ao mesmo tempo, evitando um grande prejuízo tanto à saúde pública quanto à economia. Seria o isolamento vertical ou isolamento horizontal o mais adequado? O isolamento vertical, defendido, principalmente, pelo atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e por muitos de seus apoiadores, pressupõe que apenas as pessoas já diagnosticadas com Coronavírus e, as que fazem parte do grupo de risco (como idosos acima dos 60 anos e pessoas com doenças preexistentes) fiquem em isolamento, enquanto os demais indivíduos trabalham e circulam "normalmente". No entanto, o isolamento horizontal, defendido pelos cientistas, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por grande parte dos profissionais da área de saúde, prevê o isolamento em massa. Ou seja, todos, com exceção dos cidadãos que trabalham com serviços essenciais, devem ficar em isolamento para evitar maior contaminação e congestionamento nos hospitais, nos quais faltam leitos e respiradores na fase crítica da doença no país. O isolamento horizontal acaba se mostrando mais eficiente, nesse momento, porque muitos indivíduos contaminados pelo Covid-19 são assintomáticos, ou seja, não apresentam sintomas e, por isso, acabam não tomando os cuidados necessários para um indivíduo neste estado. Com o isolamento vertical a contaminação será maior, pois os indivíduos assintomáticos vão transmitir facilmente o vírus para outras pessoas, seja no trabalho ou até mesmo em casa. Além disso, o isolamento vertical se mostra ainda mais fraco do ponto de vista das estatísticas, pois um quarto das vítimas fatais do Covid-19 (25%), no Brasil, não faziam parte dos grupos de risco, ou seja, tinham menos de 60 anos e não apresentavam comorbidades que agravassem os sintomas. Artigo de Opinião por: Franciele de Souza Neves
#agoraumpoema O mundo Vivemos num mundo em tempos de guerra com medo de tudo violência a vera O caos dominou a nossa nação qualquer desentendimento já é motivo de agressão Vamos parar e prestar atenção Podemos salvar a nossa nação Quando decidirmos nos respeitar o nosso mundo vai melhorar Poema por: Clara Neves Sepúlveda
Charge por: Fernando Su Yan
Tirinha por: Bruna Rodrigues Ferreira
#horadaresenha - “Enola Holmes” Sinopse: Enola Holmes (2020) é um filme de mistério oficial da Netflix baseado na série literária de Nancy Springer, dirigido por Harry Bradbeer e escrito por Jack Thorne. Fala sobre uma das aventuras de Enola, uma adolescente de 16 anos, irmã de Sherlock e Mycroft Holmes, que está a procura de sua mãe, Eudoria Holmes, que desapareceu no dia de seu aniversário, deixando alguns enigmas para que a filha resolvesse e, assim, pudesse encontrá-la. Quando Sherlock e Mycroft vão para a casa em que a garota e sua mãe moravam, logo depois do desaparecimento de sua mãe, Mycroft, um homem totalmente conservador, resolve colocar Enola em um internato para garotas, onde os ensinamentos eram de como ser uma ótima mulher, mãe e esposa para seu futuro marido e filhos, algo que era muito comum na época. Mas Enola, que teve uma criação diferente das outras garotas, resolve fugir, indo para Londres e trombando com diversos personagens pelo caminho, inclusive o Visconde Lorde Tewksbury, que a acompanharia em algumas situações. Quanto mais pistas encontrava, mais ela percebia que estava no meio de uma conspiração que poderia alterar o rumo da história política. O Elenco principal é composto por: Millie Bobby Brown, Sam Claflin, Henry Cavill, Helena Bonham Carter e Louis Partridge. Um pouco sobre Eudoria Holmes: No filme, conhecemos também a mãe de Enola, Eudoria Holmes, que a criou sozinha desde a morte precoce de seu marido, e como feminista, ensinou para Enola matérias como história, física, matemática e literatura, a fazendo ler todos os livros de sua biblioteca, além de ensinar jiu-jitsu. Ela representa, ao longo do enredo, a luta das mulheres pelo direito ao voto na Inglaterra dos anos 1880 e reúne em sua casa, desde o começo da trama, um grupo de sufragistas. Eudoria, como líder, teve que decidir entre seus interesses individuais e coletivos, ela se afastou de Enola, de suas amigas e deixou para trás tudo o que amava para buscar um futuro melhor, tanto é que, minutos antes de o filme terminar, as duas se encontram, e Eudoria diz para Enola: “Eu não fui embora porque eu não te amava, eu fui embora por você, porque eu não podia suportar que esse mundo fosse o seu futuro. Então eu precisava lutar.”
As mudanças políticas e o papel do homem: Em meio a discussões políticas sobre uma possível reforma, as reuniões femininas como as que Eudoria fazia eram proibidas, em uma parte do filme, quando Sherlock Holmes, a procura de sua mãe e de sua irmã, conversa com uma das participantes do sufrágio e se refere ao projeto de reforma como algo ruim, recebe a resposta: “Política não te interessa porque você não tem interesse em mudar um mundo que te favorece tanto.” O filme demonstra que a voz masculina era muito relevante, revelando um pouco do cenário político de 1880.
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Bom, eu escolhi esse filme porque eu acho que ele me lembra a 3° Geração da Poesia no Romantismo, já que apresenta um problema social, que no caso é a falta de poder das mulheres, em todos os âmbitos: dentro de casa, na política e na sociedade, como se as mulheres fossem parte dos homens e tivessem nascido para os servirem, não podendo se expressar, ter opiniões próprias e controle sobre os seus próprios corpos.
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Enola Holmes passa uma mensagem importante de que temos que ir atrás dos nossos objetivos, não deixando que outras pessoas escolham por nós, o nosso próprio destino. “Você pode escolher dois caminhos: o seu ou o que os outros escolhem para você.” Além de que nós, mulheres, devemos continuar lutando pelos nossos direitos, não aceitando caladas as injustiças que nos acontecem ou as coisas que nos são impostas. “Você precisa fazer barulho se quiser ser ouvida.” “Minha vida é só minha, e o futuro depende de nós.” - Enola Holmes Resenha por: Ester da Silveira Silva Pezarino
#horadaresenha: “O cortiço”
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O cortiço, livro de Aluísio Azevedo, é considerado introdutor do naturalismo no Brasil e maior representante do gênero do país. Publicado em 1890, apresenta a história de João Romão, comerciante português que ascendeu em Botafogo com a criação do cortiço e a compra de uma pedreira que ficava atrás de seu terreno. O romance mostra como era o dia a dia do local. Formada por 23 capítulos, a obra discorre sobre o dia a dia de João Romão e seus inquilinos do cortiço e vizinhos. Por meio dessa obra, Aluísio desmembra pela observação de algumas características sociais, o dia a dia da sociedade daquela época, destacando os aspectos mais asquerosos e repugnantes do ser humano, usando da assimilação do ser humano a animais, buscando mostrar tamanho primitivismo e crueldade presente na sociedade humana; mostrando traição, ganância, a objetificação da mulher daquela época (algumas atitudes que se perpetuam até hoje, infelizmente). Um exemplo desses aspectos já aparece nos primeiros capítulos, que fala sobre a ganância exacerbada de João Romão, que não tirava sequer um dia de folga e roubava materiais de construção em prol de menos custo e maior lucro. Outro exemplo é a traição da esposa de Miranda, desde o início do casamento, com seus funcionários. Podemos citar ainda o próprio Miranda, que só continuava casado por interesse. Eu, particularmente, achei muito curioso e diferente o modo como o autor conseguiu mostrar tão fielmente as repugnâncias do ser humano e o jeito como a obra se desenvolveu até o fim. Com certeza, trata-se de um dos melhores livros naturalistas. Resenha por: Gabriel Almeida Andrade
#dicadeleitura O livro Meu Coração e Outros Buracos Negros, da autora Jasmine Warga, conta a história de Aysel, uma menina de 16 anos, que após passar por um momento difícil envolvendo sua família e ter que lidar com os sentimentos e lembranças que ela teve que superar após o acontecimento, decide tirar a própria vida. Aysel não tem coragem de o fazer sozinha, então procura um site de suicídio online para que outra pessoa possa se matar com ela. É neste site que ela encontra Roman (que usava o pseudônimo Robô Congelado). Roman era um jogador popular, tinha muitos amigos e era descrito como muito bonito, até algo acontecer e mudar isso tudo. Ele reluta um pouco até contar para Aysel o motivo de querer tirar sua própria vida, assim como Aysel também reluta em contar para ele seus motivos. Os dois então começam a conversar e depois a se encontrar. Aysel e Roman são adolescentes totalmente diferentes, mas que têm algo em comum: a depressão e a vontade de tirar a própria vida. Após algo entre os dois acontecer, Aysel percebe que algo dentro dela está mudando, mas que ainda falta muito para fazer ele pensar assim também.
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A autora descreve os sentimentos dos personagens com muita precisão e com cuidado para não romantizar a depressão, algo que não deveria ser romantizado de forma alguma, mas é. "Qualquer um que já esteve triste de verdade pode dizer que não há nada de bonito, literário ou misterioso na depressão. Depressão é como um peso de que não se pode escapar. Ele esmaga você, faz até as menores coisas, tipo amarrar os tênis ou mastigar uma torrada, parecerem uma corrida de trinta quilômetros montanha acima. A depressão faz parte de você, está nos ossos e no sangue." Já que fomos encorajados a escolher algo que nos lembrasse de alguma das gerações do Romantismo, escolhi esse livro, pois a Segunda Geração do Romantismo, o Mal do Século, apresenta muitos sentimos de pessimismo, em relação a morte, melancolia, suicídio e vontade de fugir. Esses sentimentos são vividos pelos personagens intensamente, que após passarem por momentos difíceis, querem escapar da dor e resolvem tirar a própria vida juntos, até um acontecimento mudar isso.
"O problema do suicídio, que a maioria das pessoas não percebe, é ser algo realmente difícil de concretizar. Eu sei, eu sei. As pessoas sempre ficam de mimimi dizendo que ‘o suicídio é uma saída covarde’. E acho que é mesmo… quer dizer, estou desistindo, me rendendo. Fugindo do buraco negro que é meu futuro, me impedindo de crescer e virar a pessoa que tenho pavor de me tornar. Mas o fato de ser uma saída covarde não garante que vá ser fácil.” Li o livro no começo do ano, a leitura é fluida e rápida. Lembro de ficar me perguntando o que tinha acontecido com os dois personagens até eles terem decidido fazer o que pretendiam. Recomendo muito o livro, pois a forma como a autora descreve os sentimentos deles em relação ao suicídio e à depressão é muito real. Admito que nunca gostei muito da ideia de que você somente irá se sentir melhor se conhecer uma pessoa e ela te fazer mudar isso. Após um tempo pensando sobre isso, comecei a perceber que as pessoas podem mudar, sim, a maneira como você vê as coisas, seja alguém da sua família, algum amigo, professor ou algum artista que você goste. Essas pessoas podem te ajudar de alguma forma a passar por momentos difíceis. Mas de qualquer jeito, depressão precisa de tratamento, é algo sério e muito comum no mundo, é algo que precisa ser falado e discutido, não pode ser um tabu. "E talvez a tristeza sempre viva dentro de mim. Talvez eu sempre tenha dias ruins quando o peso parecer insuportável, mas por mais brega que soe, talvez os bons dias façam valer a pena passar pelos ruins." Já que fomos encorajados a escolher algo que nos lembrasse de alguma das gerações do Romantismo, escolhi esse livro. A Segunda Geração do Romantismo, o Mal do Século, apresenta muitos sentimentos de pessimismo, em relação a morte, melancolia, suicídio e vontade de fugir. Esses sentimentos são vividos pelos personagens intensamente, que após passarem por momentos difíceis, querem escapar da dor e resolvem tirar a própria vida, até um acontecimento mudar isso. Resenha por: Kely Constantino Pinheiro
Tirinha #vidadeprofessora por Fabiana C. C. de Barros (feita com www.makebeliefscomix.com)
AGRADECIMENTOS A TODOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA QUE ESSA EDIÇÃO ESPECIAL DO JORNAL IFFOLHA ITAPERUNA FOSSE REALIZADA À PROFESSORA RESPONSÁVEL PELO PROJETO DE EXTENSÃO: Fabiana Castro Carvalho de Barros
ÀS PROFESSORAS RESPONSÁVEIS PELAS CORREÇÕES DE TEXTOS: Fabiana Castro Carvalho de Barros Giselda Maria Dutra Bandoli Luana Monteiro de Oliveira Cruz Patrícia Schettino Mineti
AOS PRODUTORES DE CONTEÚDO: Ana Carolina Batista Lourenço Ana Carolina Lanzoni Pinto Antônio José de Oliveira dos Santos Bruna Rodrigues Ferreira Camila De Souza e Souza Clara Neves Sepúlveda Daniele Almeida de Oliveira Emilly Marianne dos Santos Miranda Ester da Silveira Silva Pezarino Fernando Su Yan Franciele de Souza Neves Gabriel Almeida Andrade Gabriela Baita Alves da Silva Kely Constantino Pinheiro Lucas Piredda de Oliveira
À EDIÇÃO GRÁFICA: Gabriely da Silva Brito Isabella Meira Glória
AOS BOLSISTAS E VOLUNTÁRIOS DO PROJETO DE EXTENSÃO: Gabriely da Silva Brito Giseli Curty da Cunha Castilho Isabella Meira Glória da Silva João Gabriel de Souza Schelk Sofia Martins Ladeira Thalles Pereira Luiz Thalia Vitória dos Santos Mansores
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