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Ao explorar a literatura como fonte

O ORGANIZADOR

como fonte e tema para a pesquisa em

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artindo do entendimento de que o incremento dos estudos em História da Educação no Brasil nos coloca frente ao desafio de refletir de forma constante e consciente sobre o estatuto desse

campo de conhecimento, o organizador Marcus Aurélio Taborda de Oliveira lança este livro com a proposta de qualificar o historiador da Educação como um intelectual capaz de interpretar a sociedade e a cultura também em sua dimensão política. Neste livro são apresentados pesquisadores e projetos de diferentes perspectivas, mas que têm como denominador comum a crítica permanente dos modos de se construir a História da Educação no Brasil e, conseqüentemente, suas formas de organização cultural. Os autores se debruçam sobre fontes distintas, como Literatura, Jornalismo, relatórios de professores escolares e a arquitetura escolar, de modo a apresentarem elementos históricos e sinalizar como os contextos de

LEIA TAMBÉM DA COLEÇÃO:

diferentes épocas vêm marcando nossa trajetória na Educação.

cinco estudos em história e historiografia da educação

Marcus Aurélio Taborda de Oliveira é doutor em História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001). Professor da Universidade Federal do Paraná, onde atua no Departamento de Teoria e Prática de Ensino e no Programa de Pós-Graduação em Educação, linha de pesquisa História e Historiografia da Educação. Tem investigado a história do currículo e das disciplinas escolares. Entre outros trabalhos publicou os seguintes livros: Educação Física e ditadura militar no Brasil (1968-1984): entre a adesão e a resistência (EDUSF, 2003); História das disciplinas escolares no Brasil: contribuições para o debate (EDUSF, 2003) e Educação do corpo na escola brasileira (Autores Associados, 2006). É bolsista em produtividade de pesquisa do CNPq.

para a história da infância e o jornal diário História da Educação os autores deste livro pretendem lançar novos olhares à trajetória da Educação no Brasil. Além de coleção

apresentarem um estudo sobre a relação

História da Educação

entre Literatura e Educação e sobre o diálogo entre imprensa, intelectuais e modernidade nos anos 1920, os autores reúnem

cinCO estUdOs em hIsTÓria e hisTORiogRAfia

dA edUcação

neste livro estudos sobre a arquitetura escolar e sobre os relatórios de professores escolares. Estes contemplados em um capítulo que trata das tensões entre o prescrito e o realizado na escolarização paranaense na década inicial do século XX. De acordo com o organizador, Marcus Aurélio Taborda de Oliveira, "os capítulos aqui reunidos foram organizados pensando em algumas possibilidades de tipos

Marcus Aurélio Taborda de Oliveira [Org.]

específicos de fontes para o labor do historiador da educação, no mesmo movimento que cada um explora a sua base documental a partir de bases historiográficas distintas". Dessa forma, os autores pretendem agregar informação e possibilitar novas perspectivas aos historiadores da Educação, compreendidos aqui como intelectuais que devem desenvolver sua capaci-

Cultura escolar

dade de contemplar também a dimensão

Práticas e produção dos grupos escolares em Minas Gerais (1891-1918)

política da sociedade e da cultura em que

Irlen Antônio Gonçalves

de reflexão e estudo sobre a História e a

vivem. Trata-se, pois, de uma ferramenta Historiografia da Educação no Brasil, fun-

História da Educação Ensino e pesquisa Christianni Cardoso Morais Écio Antônio Portes Maria Aparecida Arruda [Orgs.]

www.autenticaeditora.com.br 0800 2831322

damental para quem atua nesse campo e

ISBN 978-85-7526-290-0

rumo da Educação no País e a relação

demais interessados em compreender o estabelecida com a sociedade e a cultura, em diferentes épocas, contextos e com-

9 788575 262900

preendidas em distintas fontes.


Cinco estudos em História e Historiografia da Educação

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COLEÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

Marcus Aurélio Taborda de Oliveira Organizador

Cinco estudos em História e Historiografia da Educação

Carlos Eduardo Vieira Luciano Mendes de Faria Filho Marcus Aurélio Taborda de Oliveira Marcus Levy Albino Bencostta Maria Cristina Soares de Gouvêa, Maria Rita de Almeida Toledo Marta Maria Chagas de Carvalho Matheus da Cruz e Zica Sidmar dos Santos Meurer

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COPYRIGHT © 2007 BY OS AUTORES

COORDENADOR DA COLEÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

Luciano Mendes de Faria Filho – lucianomff@uol.com.br CONSELHO EDITORIAL DA COLEÇÃO

Ana Maria de Oliveira Galvão (UFMG); Carlos Eduardo Vieira (UFPR); José Gonçalves Gondra (UERJ); Jorge Carvalho do Nascimento (UFSE); Luciano Mendes de Faria Filho – Editor (UFMG); Rosa Fátima de Sousa (UNESP-Araraquara) CAPA

Sobre montagem fotográfica realizada a partir do acervo do projeto de pesquisa A imagem fotográfica no estudo das instituições educacionais: os grupos escolares de Curitiba (1903-1971). Pesquisador responsável: Dr. Marcus Levy Albino Bencostta (UFPR/CNPq) EDITORAÇÃO ELETRÔNICA

Eduardo Costa de Queiroz REVISÃO

Tucha

AUTÊNTICA

2007

Todos os direitos reservados pela Autêntica Editora. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida, seja por meios mecânicos, eletrônicos, seja via cópia xerográfica sem a autorização prévia da editora. BELO HORIZONTE

Rua Aimorés, 981, 8º andar . Funcionários 30140-071 . Belo Horizonte . MG Tel: (55 31) 3222 68 19 TELEVENDAS : 0800 283 13 22 www.autenticaeditora.com.br e-mail: autentica@autenticaeditora.com.br SÃO PAULO

Tel.: 55 (11) 6784 5710 e-mail: autentica-sp1@autenticaeditora.com.br

C574

Cinco estudos em História e Historiografia da Educação/ organizado por Marcus Aurélio Taborda de Oliveira . — Belo Horizonte : Autêntica , 2007. 128 p. — (História da Educação) ISBN 978-85-7526-290-0 1.Educação-história. I.Oliveira, Marcus Aurélio Taborda de. II.Título. III.Série. CDU

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Sumário

Apresentação – Mirando fontes, inquirindo a Historiografia Marcus Aurélio Taborda de Oliveira....................................................................

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Estudo 1 Jornal diário como fonte e como tema para a pesquisa em História da Educação: um estudo da relação entre imprensa, intelectuais e modernidade nos anos de 1920 Carlos Eduardo Vieira...............................................................................................

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Estudo 2 A literatura como fonte para a História da Infância: possibilidades, limites e algumas explorações Maria Cristina Soares de Gouvêa, Luciano Mendes de Faria Filho e Matheus da Cruz e Zica..............................................................................................

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Estudo 3 Tensões entre o prescrito e o realizado na escolarização paranaense na década inicial do século XX: experiências de professores primários a partir da análise dos relatórios da instrução pública Marcus Aurélio Taborda de Oliveira e Sidmar dos Santos Meurer...........

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Estudo 4 Os sentidos da forma: análise material das coleções de Lourenço Filho e Fernando de Azevedo Marta Maria Chagas de Carvalho e Maria Rita de Almeida Toledo.........

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Estudo 5 Desafios da Arquitetura Escolar: construção de uma temática em História da Educação Marcus Levy Albino Bencostta............................................................................... 111 Os autores...................................................................................................................... 127

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Apresentação Mirando fontes, inquirindo a Historiografia

O incremento dos estudos em História da Educação no Brasil – dado o alargamento que a renovação historiográfica experimentada nos últimos anos tem oferecido aos pesquisadores – nos apresenta o desafio de refletir de forma permanente sobre o estatuto desse campo de conhecimento. Do entrecruzamento entre a dimensão empírica, demarcada pela visita a diferentes acervos e arquivos na busca da redefinição do suporte documental, ou das novas formas de tratar historiograficamente temas diversos, alguns novos, outros revisitados, surge a necessidade de qualificar o historiador da educação como um intelectual que produz interpretações sobre a sociedade e a cultura que não são isentas de uma dimensão política. Nesse desiderato se inscreve, com base na pluralidade de suporte teóricos e bases documentais, a necessidade de unificar em alguma medida a narrativa historiográfica como crítica da cultura. Neste livro, pretendemos justamente contemplar esse duplo movimento de afirmação do campo da História da Educação. Em um plano, dar visibilidade a projetos distintos que se valem de teorias e fontes também distintas para pensar a História da Educação. Em outro, unificar essas diferentes iniciativas pela articulação entre a produção de fontes e a produção historiográfica. No primeiro caso, pretende-se dar a ver as possibilidades latentes de fontes diversas, tais como a literatura, os jornais diários, os relatórios de professores escolares, as coleções e a arquitetura escolar, e sua potencialidade para a escrita da História da Educação. No segundo caso, procurando localizar onde diferentes suportes teóricos se aproximam, se afastam ou se excluem, de modo a captar, até mesmo, a contribuição de diferentes campos disciplinares para o fazer historiográfico. Assim, do cruzamento das preocupações com as fontes e com a historiografia nasceu essa iniciativa de articular diferentes pesquisadores e projetos, portadores de perspectivas distintas, mas que têm como horizonte comum a crítica permanente dos modos de fazer a história da educação no Brasil e, por corolário, as formas de organização da cultura neste país.

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Trata-se de um conjunto atual e original de trabalhos ainda não publicados, mas que já passaram pelo crivo da apresentação e discussão em congressos, seminários ou simpósios que agregam os historiadores da educação. Entendemos que sua publicação no formato de livro atenderá parte das necessidades do campo, qual seja, aquela que se refere a qualificação permanente da pesquisa em História da Educação sem, contudo, abrir mão de um olhar crítico para aquilo que se vem produzindo na historiografia brasileira nos últimos anos e aquilo que se constitui como forma de produção da cultura – não só acadêmica – no Brasil. Dessa maneira, os capítulos aqui reunidos foram organizados pensando em algumas possibilidades de tipos específicos de fontes para o labor do historiador da educação, no mesmo movimento que cada um explora a sua base documental fundamentada em fontes historiográficas distintas. No primeiro capítulo, Carlos Eduardo Vieira mostra a possibilidade de compreender as características e as potencialidades dos jornais diários para a História da Educação. Para o autor,

CINCO ESTUDOS EM HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA DA EDUCAÇÃO

o jornal impresso diário representou o principal ramo da chamada grande imprensa, em termos de impactos sociais, até a primeira metade do século vinte no Brasil. Nesse sentido o jornal é enfocado como fonte e como tema de pesquisa, ao passo que suas potencialidades são exploradas como documento (suporte de sentidos) e como problema de pesquisa social (ator político). Essa forma de abordagem apóiase em uma premissa cara à pesquisa histórica, ou seja, a necessidade, no plano da operação historiográfica, de situar as fontes como feixes de relações que trazem as marcas de conflitos presentes em diferentes contextos sociais. O jornal, entendido como potente mecanismo de intervenção política e de produção de memória social, é, então, problematizado de tal forma que o texto jornalístico é interpretado como um enunciado, isto é, como um ato de fala que visa fixar formas de pensar, julgar e agir.

Já no segundo capítulo, Maria Cristina Soares de Gouvêa, Luciano Mendes de Faria Filho e Matheus da Cruz e Zica exploram as possibilidades da literatura voltada para crianças como fonte para o desenvolvimento de histórias da infância. Assim, situam as discussões sobre a história da infância no contexto da nova história cultural, ao mesmo tempo em que buscam na literatura infantil pistas que permitam entender os sentidos dado a infância e à sua educação na sociedade brasileira. Para os autores [...] ao trabalhar a literatura infantil como fonte, cabe considerar que as condutas, ações e hábitos ali expressos constituem expressões de comportamentos, valores ou hábitos socialmente legitimados. Deve-se ter em vista que tal produção não nos fala da vivência concreta de crianças num determinado período histórico, mas da expressão de padrões de comportamento e conduta referentes a tal período, o que também constitui importante aspecto a ser analisado pelo historiador na construção de uma história à infância. Os textos indicam-nos expectativas sociais em relação a infância (e também ao adulto) num determinado período histórico e em certo grupo social, revelando as representações sociais que informam a produção de tais textos.

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O terceiro estudo, de autoria de Marcus Aurélio Taborda de Oliveira e Sidmar dos Santos Meurer, busca problematizar, com base em traços dos relatórios de professores primários enviados às autoridades, a experiência daqueles professores nos anos iniciais do século XX, de modo a entender a distância entre o que se exigia dos professores e o que eles realmente faziam no seu cotidiano. Foge-se, assim, de um esquema simplista que vê a escola e o professor como destituídos de quaisquer possibilidades de reação diante dos constrangimentos normativos, sobretudo o aparato legal. Entendem os autores que

Para o quarto estudo, Marta Maria Chagas de Carvalho e Maria Rita de Almeida Toledo exploram as condições de produção – além das demais manifestações da dimensão material – das coleções de Lourenço Filho e Fernando de Azevedo, dois dos mais destacados expoentes do assim chamado movimento da Escola Nova no Brasil. Recuperando perspectivas já abordadas em outros trabalhos, procuram entender a dinâmica de constituição das coleções situando o movimento de ampliação das práticas de leitura e da produção de livros. Segundo elas, no Brasil a situação que caracteriza o boom das coleções, é o florescimento do mercado editorial nas décadas de 1920 e 1930, tanto em termos do crescimento do número de títulos, autores e das tiragens, quanto pelo número de editoras que nascem no período. E com a descoberta de que o livro é um bom negócio, que as coleções se multiplicam, tendo em vista chegar àqueles que não liam os livros brasileiros e que agora podem passar a lê-los. Se a prática de trabalhar com novas estratégias editorias – entre elas, com coleções – na década de 1920, ainda é tímida, na década de 1930 vai se intensificar e se difundir. Ordenando leitores e leituras por meio da montagem das coleções, das mudanças dos formatos ou da própria especialização da editora, a expansão da indústria inventa o público e enquadra textos e leitores às suas prescrições. As editoras, nesse movimento, tomam para si o direito de saber, ou de entender melhor o gosto do público e de suas necessidades, encomendando aos autores produtos definidos ou enquadrando-os em coleções definidoras do perfil do leitor.

APRESENTAÇÃO: MIRANDO FONTES, INQUIRINDO A HISTORIOGRAFIA

os registros dos professores que, sobretudo, faziam os seus relatórios em função do controle governamental pela via das exigências legais, ainda assim, permitem que reconheçamos que nada é mais equivocado do que supor que aqueles homens e mulheres simplesmente corroboravam o existente, fosse no plano das proclamações oficiais, fosse no plano das preocupações com os limites e as possibilidades das suas ações cotidianas como professores. Assim, ao tentarmos percorrer parte da sua experiência, obviamente mediata pelos seus próprios relatos, procuramos traços daquilo que poderia ser tomado como parte do cotidiano das escolas públicas naqueles anos. Claro está que aquele cotidiano não coincidia com o que esperavam as autoridades do estado, por mais que estas pudessem pensar em um projeto de ‘civilização’ pela via escolar. Antes, os professores, a maioria deles também convencida da necessidade de modernização da instrução pública, se debatiam entre a prescrição legal e os constrangimentos do dia-a-dia, fosse na inadequação dos espaços e na irregularidade dos tempos, na carência de materiais e equipamentos, fosse na superlotação das salas de aula, na impossibilidade de atendimento aos preceitos da higiene e da renovação metodológica do ensino.

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Para finalizar, o trabalho de Marcus Levy Albino Bencostta apresenta um balanço das possibilidades da arquitetura escolar como objeto de pesquisa para os historiadores da educação. Para o autor

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o princípio deste ensaio é uma tentativa de fomentar o interesse de pesquisadores brasileiros para uma história da arquitetura escolar mediante o uso de questões e exemplos de como este tema pode ser traduzido como uma contribuição pertinente à nossa historiografia. E, nesse sentido, retomo aqui algumas notas de leitura de como ele tem enriquecido e potencializado a pesquisa em história da educação [...]. A arquitetura escolar e o espaço por ela determinado foram aqui propostos como portadores e transmissores de mensagens de sentidos múltiplos, não deixando de lado, evidentemente, os sujeitos a quem se destinam, quais sejam, alunos e professores, os primeiros receptores de seus significados e que fazem uso do espaço como indivíduo-destinatário. Contudo, ao experienciarem o espaço escolar – estar no local onde convergem todas as mensagens e significados espaciais –, eles também reagem a estas mensagens, segundo as características próprias do universo escolar e suas intercessões com as realidades socioculturais do espaço-tempo dado. Logo, para se entender a escola e suas transfigurações, é significativo também compreender como as linguagens arquiteturais penetram nesse espaço permeado pelos discursos ramificados na sociedade e na história. E, desse modo, temos na importância dos estudos sobre a arquitetura e o espaço escolar elementos analíticos que demonstram que a gramática espacial insere-se no tempo e o edifício escolar, em um espaço que dialoga com as transformações do tecido urbano, e mais proximamente com as políticas educacionais que determinavam a construção desse tipo de prédio. Assim, é preciso considerar como os debates arquiteturais repercutiam diante das concepções de escola, pensada pelas autoridades de ensino e arquitetos, procurando, na medida do possível, verificar tipologias adotadas por certas correntes artísticas e culturais, com o objetivo de identificar os modos construtivos, elementos decorativos e programas iconográficos, e sua relação com os modos pedagógicos sobre o espaço escolar.

Com esses cinco estudos pretendemos dar a nossa contribuição para o incremento dos debates sobre alargamentos documentais e potencialidades historiográficas para os historiadores da educação no Brasil. Esperamos que sua leitura instigue miradas e ajude a formular problemas, a renovar inquietações para todos aqueles preocupados com a escrita da história da educação brasileira. Marcus Aurélio Taborda de Oliveira

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