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­­­­­­­Expediente ADEMI – GO )(62) 3281.0115 *ademi@ademigo.com.br Rua T-53, 297 c Rua 15 – Setor Marista Goiânia/GO – CEP 74150-310 COMERCIALIZAÇÃO Rodrigo Crispim )3281.0115 – 8167.0494 *rodrigo@ademigo.com.br

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DIRETORIA EXECUTIVA ADEMI-GO PRESIDENTE Renato de Sousa Correia (Vega) VICE-PRESIDENTE Ricardo Silva Reis (GPL) DIRETOR FINANCEIRO E DE RELAÇÕES COM BANCOS Maurício Figueiredo Menezes (Toctao) DIRETOR DE INCORPORAÇÃO, PESQUISAS E ESTATÍSTICAS Fernando Coe Razuk (EBM) DIRETOR DE MARKETING, COMUNICAÇÃO E EVENTOS Marcelo Moreira (CMO) DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DE PARCERIAS Leandro Daher da Costa (Tropical Urbanismo) DIRETOR DE RELAÇÕES COM PREFEITURAS DE GOIÂNIA E REGIÃO METROPOLITANA Marcelo Borges Silva (Terral) DIRETOR DE RELAÇÕES COM CONCESSIONÁRIAS PÚBLICAS E CARTÓRIOS Rodrigo Queiroz da Silveira (Queiroz Silveira) DIRETOR DE GESTÃO E SUSTENTABILIDADE José Virgílio Carvalho Abreu (Rizzo) CONSELHO FISCAL Romeu da Silva Neiva Júnior (Innovar) José Rodrigues Peixoto Neto (Prumus) Santos Benicio Tavares (Conenge) JORNALISTA RESPONSÁVEL Reynaldo Rocha 8127.0135 reynaldo.rocha@gmail.com PROJETO GRÁFICO E ARTE Galeria Comunicação Toda forma de expressão TIRAGEM 20.000 Exemplares IMPRESSÃO Flex Gráfica

ONDE RETI RAR 42


lançamentos

BUENO Cora 17 Romanée 19 Detail 21

Centro Renaissance 23

ELDORADO PARQUE Eldorado parque 25

JARDIM ATLÂNTICO Varandas de Ipanema 29

JARDIM IPÊ Flores do Ipê

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MARISTA Gran Finestra 33 Leblon 34

APARECIDA DE GOIÂNIA Recanto das Flores 41

ELDORADO Pedra da Lua

OESTE Poème 37 Ária das Artes 39


editorial

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IMÓVEL, MOEDA FORTE! ONTEM, HOJE, SEMPRE! Renato de Sousa Correia Presidente da Ademi-GO

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As notícias de dificuldades no mercado imobiliário nacional, por vezes divulgados na mídia, confundem o consumidor, levando-o a crer que o mercado goiano está na mesma situação. Não é verdade! Prova desta afirmação é que nos três primeiros meses deste ano tivemos o mesmo volume de vendas dos três primeiros meses do ano passado, confirmando mais uma vez o vigor do nosso mercado imobiliário. Ano passado tivemos a valorização dos imóveis acima da inflação, uma exceção no mercado brasileiro. Este ano, apesar da inflação mais alta, na casa de 8 %, nossa expectativa é que os imóveis superem esta marca, em valorização. Elenco abaixo algumas razões para tal expectativa: 4A economia de nosso Estado é embasada no agronegócio, e a demanda de alimentos no mundo deve continuar crescendo. O real desvalorizado em relação ao dólar torna nosso produto mais barato, fomentando a exportação e mantendo o mercado de forma vigorosa. Os recursos advindos deste mercado irrigam os negócios na capital e região metropolitana, inclusive o mercado imobiliário; 4A recente industrialização de nosso Estado, apoiado na melhoria da malha logística (boas rodovias, ferrovias e a implementação do novo aeroporto de cargas em Anápolis), aliado à qualidade de vida de nossa capital e região metropolitana, vem atraindo migrantes de várias regiões do País, o que mantém reforçada a demanda por habitações; 4O preço dos imóveis em Goiânia está 25 % abaixo da média brasileira. Este preço tem várias razões, dentre

elas a boa disponibilidade de terrenos para incorporação com preços estabilizados. Pelo preço estar situado abaixo da linha média, a tendência de alta é predominante, ainda mais levando-se em conta a pressão de alta dos custos de energia, combustível e insumos que reagem à alta do dólar como cimento e aço, não deixando espaço para haver desaceleração nos preços. 4Os ajustes na economia promovido pelo governo federal devem resultar em diminuição da pressão inflacionária a partir do segundo semestre, o que deve regular a captação da poupança para o ano que vem, normalizando o financiamento ofertado pela Caixa Econômica Federal. A falta de financiamento neste ano reduzirá oferta de imóveis e ocorrerá a diminuição natural dos estoques existentes, sendo mais um indutor ao aumento de preços no mercado. 4As grandes empresas incorporadoras, com capital aberto na bolsa de valores, decidiram atuar predominantemente no eixo Rio-São Paulo, diminuindo a oferta de imóveis em nossa região e diminuindo também a concorrência entre as empresas. Para finalizar, sabemos que existe uma cultura goiana de investir em imóveis, pela segurança deste tipo de investimento, quando comparado com outras modalidades, bem como por ser um bem, uma garantia real, tangível. O nosso mercado imobiliário continuará forte e saudável, pois o consumidor goiano vem investindo com um conceito enraizado na sua cultura e muito eficaz ao longo do tempo: o imóvel é uma moeda forte, ontem, hoje, sempre!<


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A EBM é pela 9a vez a patrocinadora oficial da Casa Cor, maior evento de decoração da América Latina. Visitar a mostra é se atualizar e conhecer as novas tendências da arquitetura e do design. CASA COR GOIÁS

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informativo

BLOG

CASE

Empresário Renato de Sousa Correia, sócio-diretor da Vega Construtora e presidente da Ademi-GO, apresentou em maio na CPRT/CBIC os resultados positivos alcançados pela sua empresa com a implantação de gest ão de segurança e saúde. O encontro de Brasília foi voltado para mostrar as boas práticas desenvolvidas pelo setor da construção na área de segurança e saúde no trabalho em todo o País.

ALAMEDA

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Concluída areconstrução da Alameda Sebastião Fleury, feita por incorporadoras em parceria com a Prefeitura de Goiânia, e que vai interligar a já revitalizada Alameda Ricardo Paranhos a um dos principais cartões postais da Capital, o Parque Areião. Com projeto autoral e pensado de forma a privilegiar os moradores da região, a alameda ganhou um aspecto contemplativo; por isso, optou-se por manter a riqueza da flora local, com suas árvores centenárias, e inserindo-se na paisagem natural ambientes propícios para a prática de esportes.

Blog da Adão Imóveis, o Life Is On recebeu no dia 12 de maio o título de melhor blog do Brasil pela 2ª Edição do Prêmio Marketing Imobiliário, entregue no Conecta Imob, maior evento do segmento imobiliário. O Prêmio homenageia imobiliárias, construtoras e incorporadoras que se destacaram no ano de 2014 no território nacional. Na categoria Melhor Blog, o Life Is On se destacou entre centenas de blogs brasileiros por sua originalidade, qualidade de seu conteúdo e cuidado em fornecer opções interessantes de entretenimento e informação ao público.

Já estão abertas as inscrições para o 87º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que será realizado de 23 a 25 de setembro próximo, em Salvador, na Bahia. Promovido pela CBIC e realizado pelo Sindicato da Indústria da Construção no Estado da Bahia (Sinduscon-BA) e pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), o evento terá como tema principal “Brasil mais eficiente, país mais justo” e unirá toda a cadeia do setor para discutir os caminhos para o futuro da construção.

ALICE BARBOSA

Rizzo Imobiliária promoveu com sucesso o lançamento da segunda etapa do Loteamento Residencial Alice Barbosa. Parte dos lotes foi comercializada no pré- lançamento, superando a expectativa. O loteamento já está entre os mais bem vendidos da Rizzo. O produto está localizado na região Norte, próximo ao Campus Samambaia da UFG, Shopping Passeio das Águas, Hipermercado Atacadão e o Aeroporto Santa Genoveva. Foram disponibilizados para comercialização 207 lotes, com financiamento em até 180 meses e infraestrutura completa.

A Comissão de Política e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com o objetivo de dar seguimento à disseminação do Guia Contrate Certo, está realizando palestras para divulgação do material junto às entidades associadas. O Guia, elaborado pela CBIC, com apoio do Sesi-DN, foi lançado em 2014 com o objetivo de orientar as empresas sobre a subempreitada e sua repercussão na esfera trabalhista, incluindo os cuidados com a seleção do empreiteiro, o contrato, a fiscalização dos serviços, o cumprimento de obrigações tributárias e trabalhistas e o entendimento da Justiça do Trabalho sobre o assunto.

EBM Desenvolvimento Imobiliário acaba de entregar o Alegria, primeiro condomínio-clube do Bairro Feliz, com área de lazer completa em terreno de quase 15 mil m² composta por churrasqueiras, quiosques, piscinas infantil e adulto, quadra recreativa, brinquedoteca e playground. São apartamentos de 2 e 3 quartos, de 53 m² a 120 m², todos com suíte, com plantas inteligentes e excelente aproveitamento de espaço.

ALPHAVILLE

EBM Desenvolvimento Imobiliário reuniu no final de março em Goiânia sua equipe de vendas e desenvolvimento de produtos de Goiás e Distrito Federal para apresentar os resultados obtidos em 2014, premiar o desempenho de colaboradores e corretores e anunciar as metas para 2015. A convenção, que reuniu em torno de 120 pessoas, propiciou ainda a divulgação da campanha Liga EBM, que terá duração de um semestre com o propósito de premiar os colaboradores que mais se destacarem em quatro categorias: desenvolvimento de produtos, comercial, vendas e back-office.

87º ENIC

CONTRATE CERTO

FELIZ

CORRETORES

SERCA

Foi realizado no final de março o meeting do novo lançamento da Serca Construtora e Incorporadora. O evento ocorreu no Teatro João Alves Queiroz e se fizeram presentes as imobiliárias Pérola, Vésper, Ponto.Com e URBS RT. O Essência Home Club está situado entre as ruas C-229 e C-228, no melhor do Jardim América, e contará com uma área de lazer com mais de 2.800 m². Serão duas torres com apartamentos com de 121 m² e 3 suítes.

Mais de R$ 392 milhões já foram investidos pela Alphaville Urbanismo em doze empreendimentos lançados no Centro-Oeste e Distrito Federal nos últimos anos. O próximo investimento do grupo será na região metropolitana de Goiânia, a 17 km da capital de Goiás, a Cidade Alpha Goiás. Com proposta exclusiva de planejamento urbano e conceitos de sucesso da Alphaville Urbanismo, como a autogestão e a sustentabilidade, os bairros planejados se instalam em áreas com mais de 5 milhões de m² e levam a reconhecida qualidade da empresa a grandes cidades do Brasil.

COOPERATIVISMO

Presidente do Conselho de Administração do Sicoob Engecred-GO, Luis Alberto Pereira integra a nova diretoria do Sistema OCB/Sescoop-GO, revelando a importância da cooperativa de crédito no sistema cooperativista goiano. No dia 4 de maio, tomaram posse os membros dos conselhos de Administração e Fiscal do Sistema OCB/Sescoop-GO. Vice-presidente empossado, Luis Alberto Pereira, com sua participação na gestão da Casa do Cooperativismo, busca para o Sicoob Engecred-GO a oportunidade de promover a troca de experiências para fortalecer o cooperativismo em todo o Estado.

MIPIM

Pelo terceiro ano, a Opus Inteligência Construtiva enviou parte de sua equipe para buscar inspiração necessária aos futuros projetos, no paraíso mediterrâneo de Cannes, na França. Eles participaram do maior evento do setor imobiliário mundial – o Mipim 2015, famoso por reunir os mais influentes representantes da cadeia construtiva. Este ano, o evento chegou à sua vigésima sexta edição, já tendo premiado 150 projetos ao longo dos anos. No evento, a participação de 21 mil profissionais de todo o mundo.

DEAL DAY

Especializada em softwares para a construção civil, a Globaltec participou de evento sobre parceria entre empresas goianas na área de Tecnologia da Informação (TI). No Deal Day, no último mês de abril, representantes da Globaltec apresentaram o UAU, sistema corporativo voltado para construtoras, imobiliárias e incorporadoras com total automação dos processos. O encontro, organizado pela Comunidade Tecnológica de Goiás (Comtec), permitiu que empresas de segmentos parecidos ou diferentes mostrassem seus produtos para firmar parcerias e ampliar os negócios ligados ao mercado de TI.


EXECUTIVOS

CONSCIENTE

RECURSOS HÍDRICOS

QUEIROZ SILVEIRA

LUXO COMPACTO

NOVO ATLÂNTICO

TCI

CONSTRUÇÃO

O Sicoob Engecred-GO apoiou o evento da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) para executivos financeiros (CFOs) do Centro-Oeste. O encontro CFO Program, realizado no dia 14 de abril, no Castro’s Park Hotel, trouxe palestrantes da Deloitte, empresa de auditoria e consultoria financeira.

Clube de Engenharia de Goiás realizou nos dias 25 e 26 de março o 11º Seminário da Engenharia Comemorativo ao Dia Mundial da Água. O evento apresentou e discutiu assuntos relacionados à gestão de recursos hídricos. A promoção do seminário teve como proposta despertar nos participantes (profissionais e estudantes ligados aos recursos hídricos) o aperfeiçoamento da questão. Coordenador do evento, engenheiro hidrólogo Marcos Antônio Correntino da Cunha foi direto ao ponto, ao colocar o foco numa questão bem atual: a crise de falta de água.

A EBM Desenvolvimento Imobiliário apresentou para aproximadamente 600 corretores de imóveis o segundo lançamento da empresa no bairro planejado Novo Atlântico, localizado na região Sudoeste de Goiânia. No meeting, realizado no final de março, os corretores puderam conhecer todos os detalhes, recebendo ainda materiais do novo lançamento da EBM, em parceria com a Living, empresa do grupo Cyrela.

Em uma época em que os recursos humanos são reconhecidamente valiosos tesouros de uma organização, a Consciente Construtora e Incorporadora celebrou seu 33º aniversário em clima de otimismo, no dia 19 de março. Em um lanche oferecido aos colaboradores no Centro de Convivência da organização, o presidente da empresa, Ilézio Inácio Ferreira, fez questão de enobrecer sua equipe, a quem considerou o esteio do crescimento da organização ao longo de sua história. “O comprometimento e envolvimento da equipe são a alma da empresa, sem isso uma empresa fica vazia. Por isso, temos muito o que comemorar”, disse, ao pontuar que, a cada ano, os indicadores positivos da Consciente são resultado do trabalho de cada um.

Trinta e cinco formandos de Engenharia Civil da Faculdades Objetivo tiveram uma última atividade enquanto estudantes na obra do Lozandes Corporate, mixed use da Queiroz Silveira Incorporadora na região Sul de Goiânia, que congrega shopping, torres comerciais e residencial. No total, são quase 90 mil metros quadrados de área construída. O convite partiu de um dos sócios da empresa, Rogério Queiroz Silveira, que será o patrono da turma e quis contribuir com os profissionais que estão chegando ao mercado.

TCI Desenvolvimento Imobiliário S.A. fechou o mês de março comemorando seu foco no desempenho técnico/ tecnológico. Em 2015, a empresa completa 29 anos de atividades, trabalhando nos últimos 15 anos de acordo com o Sistema de Qualidade ISO 9001. Um dos pontos fundamentais deste compromisso com o desempenho tecnológico e com as boas práticas é sua estratégia de escola empresa, fator que propicia maior qualificação e retenção de talentos/colaboradores.

CONCESSÕES

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão estuda a possibilidade de reformular o programa de concessões para a segunda etapa do ajuste fiscal do governo. A proposta, sugerida pela CBIC, vai facilitar a participação de empresas de menor porte nas concessões, reduzindo o tamanho dos empreendimentos. “Não adianta fazer projetos enormes, com exigências que as menores não conseguem cumprir”, diz o presidente da Comissão de Obras Públicas (COP) da CBIC, Carlos Eduardo Lima Jorge.

EDUCAÇÃO

GRAN VITÓRIA

CONFIANÇA

LIKE BUENO

Formada nova turma do Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Ensino Médio, de trabalhadores da Dinâmica Engenharia. O Projeto Educação no Canteiro, desenvolvido pela empresa, em parceria com o Sesi, foi executado no Edifício New Liberty, no Jardim Atlântico. Foram anfitriões Rogério de Sousa Viana, Gerente Regional Sesi Planalto, e Mário Valois e Eugênio Carvalho, diretoresproprietários da Dinâmica Engenharia. Sinduscon-GO e Fieg estão lançando a pesquisa Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção – ICEI. O objetivo é abrir informações para auxiliar as empresas em seu planejamento. O ICEI é resultado de pesquisa de Sondagem Industrial realizada pela Fieg, em parceria com o Sinduscon, seguindo os padrões da Sondagem realizada pela CNI em diversos Estados brasileiros. Na reunião de lançamento do trabalho, no Sinduscon-GO, o conteúdo da pesquisa foi apresentado pelo especialista em Políticas e Indústria da CNI, Marcelo Souza Azevedo, e pelo economista da Fieg, Cláudio Henrique de Oliveira.

MRV Engenharia apresentou em março o Residencial Gran Paradiso, que será erguido no bairro Santa Rita e integrará o maior complexo imobiliário lançado pela construtora em Goiânia. O residencial terá mais de 62 mil m², com 388 apartamentos de dois quartos e área de lazer com salão de festas, playground, espaço fitness, churrasqueira, espaço goumert, piscinas adulto e infantil e quadra.

Para atender a uma nova demanda do mercado em Goiânia, o conceito de luxo compacto, a City Soluções Urbanas apresentou no último mês de março o seu mais novo lançamento, o Art Residence, no Setor Bueno. São ao todo 163 unidades com duas ou três suítes e metragens que variam de 66m², 110m² e 140m², além de duas coberturas duplex e uma penthouse. Situado na Rua T-37, a localização do empreendimento foi especialmente escolhida para atender a este nicho, que busca a praticidade de contar com serviços bem perto de casa.

Ademi-GO firmou acordo de resultados com o Sebrae-GO, tendo como foco o Projeto Construção Civil Regional Metropolitano. Também subscreveram o documento a Fieg (através da Câmara da Construção Civil), o Secovi-GO, o Sindimóveis, o ICQ Brasil, o Instituto Euvaldo Lodi e o Sinduscon-GO, todos participantes do Projeto IN/MET. Os resultados buscados, dentre outros, são processos otimizados e modernizados e aumento da produtividade a partir da implantação de ferramentas de controle gerencial.

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POINT

Ficou pronto o Residencial Point Convenience, na Rua 15, no Setor Marista. O empreendimento é uma parceria Terral Incorporadora, GPL e Sousa Andrade, que recorreram à sofisticação, pela constante valorização, proporcionando um estilo de vida exclusivo.

ARTE

Os tão necessários tapumes da construção civil, instalados para proteger os pedestres do contato com uma obra, vêm ganhando uma nova utilidade graças à visão criativa da Opus Inteligência Construtiva, que resolveu conferir mais cor e sensibilidade aos seus canteiros de obras, lançando o projeto Galeria Opus de Rua. O primeiro empreendimento a receber essa intervenção artística foi o projeto comercial Connect Park Business, localizado no Setor Bueno.

Consciente Construtora e Incorporadora apresentou aos proprietários, no final de abril, a obra concluída do Like Bueno Residence. Em grande estilo, a festa de entrega foi na ampla área de lazer que conecta as duas torres do empreendimento, composto por 256 apartamentos cada uma. Com 41.386,56m² de área construída, o Like Bueno fica na Rua T-30 e consiste em duas torres de 32 andares que abrigam quatro apartamentos por pavimento. Apresenta ainda oito ambientes gourmet que são como extensões dos apartamentos.


ARTIGO

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QUANDO É PRECISO CONSTRUIR CREDIBILIDADE* José Carlos Martins Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)

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Lá se vão quase seis anos desde o lançamento oficial do Minha Casa Minha Vida (MCMV), cujo objetivo era oferecer moradia à população de baixa renda e reduzir o enorme déficit habitacional brasileiro. O programa já contratou 3,75 milhões de unidades, das quais dois milhões foram concluídas. Desse número, 93 mil fazem parte da modalidade Sub 50, ou seja, casas construídas nos municípios com até 50 mil habitantes. Estima-se que as unidades já concluídas geraram 1,2 milhão de empregos diretos, uma média de 244 mil por ano. E que tenham retornado aos cofres públicos, na forma de tributos, cerca de 50% do valor gasto com subsídios ao sistema. Esse grandioso programa de habitação popular, financiado com recursos do Orçamento Geral da União e do FGTS, teve sua imagem arranhada, recentemente, pela divulgação de um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) com denúncias de irregularidades no sistema. A auditoria constatou que os problemas são causados pela excessiva fragmentação de responsabilidades entre governos, agentes financeiros e empresas

construtoras, o que tem provocado atrasos na entrega das obras ou a entrega sem que o imóvel esteja em condições ideais de uso. Antes de tudo, é preciso deixar claro que as irregularidades apontadas pela CGU referem-se a uma modalidade específica do MCMV, a Sub-50, que transfere da União para os pequenos municípios a responsabilidade de operar e fiscalizar a realização das obras. Neste caso, o governo federal financia apenas parte do projeto R$ 35 mil por unidade - por meio de um agente financeiro intermediário, e as prefeituras devem entrar com os recursos necessários à conclusão da obra. Lamentavelmente, o relatório da CGU apontou diversas falhas e irregularidades no processo: agentes financeiros inescrupulosos, que obtêm ganhos com a aplicação dos recursos, e prefeituras sem capacidade para investir ou mesmo para gerir corretamente o projeto. A solução para o problema, a nosso ver, está na adoção de um modelo único de financiamento para o Minha Casa Minha Vida em todos os municípios brasileiros, que seja administrado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil,

atendendo às recomendações da CGU. Aliás, nós, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, temos defendido há tempos essa posição, por considerar que os pequenos municípios carecem de estrutura para financiar e para fiscalizar, de forma adequada, obras dessa envergadura. Curiosamente, a modalidade Sub-50 foi criada, nos primórdios do programa, para suprir uma suposta deficiência dos agentes financeiros federais que fiscalizam a gestão direta do programa em todo o País. Naquela época, optou-se pela descentralização. Agora, os resultados da recente auditoria da CGU demonstram que o Sub-50 falhou ou não está funcionando como deveria. É chegado o momento de o governo federal fazer uma autocrítica e estudar alternativas para corrigir, enquanto é tempo, uma modalidade de financiamento que já começa a arranhar a credibilidade de todo o programa. A CBIC, que representa nacionalmente os empresários da construção e do mercado imobiliário, entende que o Minha Casa Minha Vida - por seu alcance econômico e social - pode e deve ter a sua imagem preservada.< *Publicado originalmente no jornal O Globo


capa

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imÓvel: hora boa para comprar. alternativa é Que não falta

da Redação

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Desonrando compromissos, o governo federal, a propósito do ajuste fiscal para consertar tanta coisa errada na economia, foi longe com a tesoura no corte de verbas e subsídios. Nada escapou. Nem mesmo as estrelas maiores da propaganda governamental, o PAC e o Programa Minha Casa, Minha Vida. Dona da maior fatia do mercado imobiliário brasileiro – algo como 70% -, a Caixa Econômica Federal deu o exemplo mais contundente. Anunciou, no fim de maio, que estava cortando 20% do crédito para casa própria. Nada, nada, serão R$ 25 bilhões de reais este ano no valor destinado a financiar casas próprias, corte que representa 20% do que foi desembolsado pela instituição no ano passado. Será o segundo ano seguido de recuo nos desembolsos para a habitação do banco e o mais acentuado desde o início do ciclo de expansão nos financiamentos imobiliários em 2002, informou a Folha de S. Paulo em sua edição de 21 de maio. Antes do corte, outra notícia ruim: aumento dos juros no financiamento imobiliário. Primeiro a Caixa, depois o Banco do Brasil. Seguindo a onda, os bancos privados também mexeram na planilha de custo do financiamento habitacional. Tudo para cima. E o mercado, ficou estático?. Nada disso. Em Goiás, pelo menos.

Em lúcida entrevista ao jornal O Popular (também dia 21 de maio), o engenheiro e empreendedor Fernando Coe Razuk, vice-presidente de Incorporação, Pesquisas e Estatísticas da Ademi-GO, mostrou que a alta dos juros não é tão representativa, pelo menos no caso do Banco do Brasil, o responsável pelo choque mais recente. Minas Gerais também está dando bom exemplo de firmeza no mercado imobiliário. Formas de negociação, preços e prazos mais flexíveis fazem a boa hora para quem quer comprar imóvel em Belo Horizonte, informou, na edição também do dia 21 de maio, o jornal Estado de Minas. Comentou a publicação: “Com a economia brasileira estacionada, os desafios para o crescimento dos segmentos econômicos no País são enormes, mas isso não quer dizer que as boas oportunidades não existem. O mercado imobiliário que o diga. Para quem quer comprar um imóvel à vista ou tem boa parte do dinheiro para dar de entrada num novo ou usado, este é o momento ideal, garantem os especialistas. Com isso, o comprador consegue negociar preço e prazo e tem mais opções de escolha. No caso de imóveis novos, também é possível negociar o acabamento preferido com a construtora.” Ainda em Belo Horizonte, o empresário Rubens Menin,

sócio-fundador da MRV, garantiu que seu setor não planeja colocar o pé no freio neste ano. A incorporadora, que domina o mercado de baixa renda no País, lançou quase 7.000 unidades nos primeiros três meses do ano, bem acima das rivais com capital aberto na Bolsa. Também diferentemente de boa parte delas, viu as receitas e o lucro aumentarem. Para ele, não há bolha no mercado imobiliário brasileiro e o mercado de baixa renda ainda tem muito a crescer. “Há muita gordura para queimar antes que as famílias brasileiras fiquem debaixo da linha d’água”, assegurou Menin, em declarações à Folha de S. Paulo. No Rio de Janeiro, na mesma ocasião, a citada Caixa Econômica Federal movimentou, nos três dias de duração do 11º Feirão da Casa Própria, R$ 962,5 milhões em negócios. O evento recebeu 40.272 visitantes, fechando ou dando andamento a um total de 6.566 contratos. As informações, da assessoria de imprensa da Caixa, ressaltou o fato de que o evento teve como principal foco o financiamento de habitação popular do Programa Minha Casa Minha Vida e das demais operações com recursos do FGTS. Desde o dia 18 de maio, as taxas de financiamentos imobiliários do Banco do Brasil subiram de 9,9% ao ano mais taxa referencial (TR) para 10,4% mais TR. Na Caixa, os juros haviam tido reajuste no início do


ano. Em Goiás, qual foi o impacto? O vice-presidente da Ademi e também diretor de incorporação da EBM Desenvolvimento Imobiliário, Fernando Razuk, concluiu, após pesquisas, que essa alta dos juros deverá afetar pouco o mercado de imóveis novos em Goiânia. E deu, dentre outros, estes motivos: o crédito imobiliário continua um dos mais baratos do Brasil, a existência de grande demanda por imóveis na Capital e as boas perspectivas de se investir em imóveis na cidade. Em reforço, a pesquisa da Revista Exame, em parceria com a Fipe, apontando que o preço médio dos imóveis novos em Goiânia cresceu 6,3%, enquanto o de imóveis usados teve valorização de 12,7% no último ano. Previsão da Ademi: os preços dos imóveis devem continuar subindo de 5% a 10% este ano.

iMOBiLiÁRiAS - “A união faz a força”. O velho ditado vem se mantendo atual em uma época em que foi decretado o estado de mudança permanente para quem deseja se perpetuar no mercado. No setor imobiliário, em tempos de sociedade mobile, o indivíduo consegue, em alguns instantes, se inteirar de qualquer assunto por meio de seu smartphone. A tradicional peregrinação do consumidor pelas imobiliárias e plantões de venda para conhecer

as ofertas está sendo, em Goiás, substituída por pesquisa digital, obrigando as empresas a reverem suas estratégias. Em Goiânia, a organização de 12 imobiliárias por meio de trabalho em rede tem apontado o caminho para ganhar mais competitividade na venda de imóveis neste novo cenário. Ao invés de cada uma, por si, buscar compradores, elas estão reunindo suas ofertas e suas equipes para um esforço mais sincronizado e potente. É a proposta da Rede Imobiliária de Goiânia. Criada há sete anos, já é responsável por 30% das vendas das associadas, em média. Mais um demonstrativo de que o mercado imobiliário não está estático. Ao contrário, segue atuante, e com a oferta do que de fato interessa a quem está em busca de uma casa ou, se não isso, tem o projeto de sair do aluguel, comprando um imóvel usado. O mercado na Grande Goiânia está farto. A hora é de comprar o seu imóvel. O mercado imobiliário nunca esteve tão criativo em alternativas como agora. Entre as imobiliárias, animadas com o momento vivido pelo mercado em Goiás, a despeito da escassez de crédito que ora prevalece no País, “o objetivo será alinhar ainda mais todos os envolvidos no processo”, como define o presidente da Rede Imobiliária de Goiânia, Isnard Machado Júnior.

A Rede Imobiliária de Goiânia foi criada para aumentar a abrangência da atuação de cada empresa participante e dar mais eficiência aos negócios. As imobiliárias mantêm suas autonomias administrativas, continuam atendendo ao consumidor que as procura diretamente, mas reúnem as ofertas em um portal - www.redeimoveisgo. com.br . “Em um só lugar, o consumidor tem acesso aos estoques de doze imobiliárias. São mais de mil opções”, informa o presidente da Rede. O foco principal da atuação são os imóveis usados e prontos, que geralmente estão espalhados no mercado. A vantagem, no entanto, não é apenas essa. “Mesmo que não existisse a revolução digital, a organização em redes continuaria sendo vital para o setor de imóveis de revenda”, considera João Cláudio Araújo, diretor de marketing da Rede Imobiliária. É que a rede multiplica também o esforço de venda. A carteira de imóveis única passa a ser ofertada por todos os profissionais das imobiliárias, aumentando assim a velocidade de venda e liquidez do bem. “Para quem está vendendo, temos uma quantidade maior de corretores e, para quem está comprando, de produtos”, resume. Juntas, as imobiliárias congregam mais de mil corretores de imóveis.<


MERCADO

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CUSTOS DE PRODUÇÃO MANTÊM PREÇOS EM ALTA Suzana Inhesta Estadão Conteúdo

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O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente da Câmara da Indústria da Construção (CIC/Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, afirmou que os preços dos imóveis no País tendem a aumentar neste ano, mesmo diante de uma fraca demanda. Segundo ele, os custos de produção (insumos, mão de obra e terrenos) não vão arrefecer e as constutoras terão que repassar esse aumento de custos para os imóveis, para preservar margens que já estão “apertadas”. “Os preços, faz um tempo, estão estagnados e os lançamentos parados. É impensável falarmos em queda de valores, porque os custos estão subindo. A tendência é de aumento”, disse em coletiva de imprensa para o lançamento do Minascon/Construir Minas 2015, a ser realizado entre os dias 24 e 27 de junho, na capital mineira. Camargos também comentou

que esse é o momento ideal para se comprar imóveis, já que ainda há estoque e os repasses de custos ainda não foram feitos. O vice-presidente da Fiemg comentou que o envolvimento das grandes construtoras no País em esquemas de corrupção que estão sendo investigadas pela Operação Lava-Jato atrapalha o desempenho do setor. “As grandes acabam passando seus projetos para as pequenas e médias empresas, que acabam postergando os seus”, explicou. Conforme projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o PIB da construção civil deve recuar 5,5% em 2015 ante 2014. No ano passado, ante 2013, a retração foi de 2,6%. O mau desempenho está sendo refletido na geração de empregos. De acordo com o executivo, com base em dados do Caged, no primeiro trimestre o Estado demitiu 2.131 no setor (saldo líquido) ante

contratação de 16.591 pessoas do mesmo período do ano passado. Em março de 2015, Minas Gerais tinha 359.876 trabalhadores da construção civil com carteira assinada, ante 361.466 de dezembro de 2014. Ainda para este ano, Camargos não espera o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Para ele, a aprovação do pacote de ajuste fiscal e a sanção da nova lei da terceirização podem dar um viés positivo ao setor, minimizando a performance ruim esperada para o ano. “Uma solução para que se retomem os investimentos em infraestrutura é a realização intensa de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Mas o setor precisa vencer questões burocráticas, legislações urbanas e trabalhistas ineficientes, falta de mão de obra qualificada e avançar em programas de requalificação urbana”, ressaltou.< Fonte: Exame/Guia de Imóveis 2015


HABITAÇÃO

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EMPRESAS MANTÊM A CONFIANÇA

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Os números conhecidos em abril mostraram um cenário de adversidade para o negócio imobiliário no País. Com a derrocada da poupança, sobraram as dúvidas. Na sua edição de 8 de maio, o Valor Econômico lançou a tese, que tende a uma desestabilização nos negócios. A escassez de crédito imobiliário pelos saques na caderneta é, para o jornal, uma ameaça concreta. O resgate líquido dos primeiros quatro meses do ano foi de R$ 29 bilhões. Nas consequências, risco para todos: mutuários, bancos, construtoras e incorporadoras. Com a taxa Selic em 13,25% ao ano e podendo subir ainda mais, a tendência é que a poupança, com retorno menos atraente que outros ativos de renda fixa, continue a registrar saques, diminuindo os recursos disponíveis para o crédito imobiliário. Nem por isso, no entanto, o setor está parado. Muda em parte a estratégia de ação das empresas, sob o impulso de outros indicativos do mercado. Por exemplo, o valor do imóvel em Goiânia, que ainda registra o preço mais baixo do País, o que pode se transformar num aliado nesta hora de crise – no caso, um aliado providencial. Em Goiânia, o jornal O Hoje entrou na discussão, trazendo um dado animador. Contrariando a expectativa dos consumidores, o preço dos imóveis, tanto novos como usados,

não deve cair. E cita as fontes de onde vem essa projeção: segundo o presidente do Secovi, Ioav Blanche, o valor do metro quadrado praticado em Goiânia já é o mais barato do Brasil e, por conta disso, não tem margem para cortes. “O que vai diminuir é a oferta, os lançamentos.” A mesma opinião tem o presidente do Creci-GO. Para Oscar Hugo Monteiro, apenas os imóveis de alto padrão poderão diminuir um pouco o preço porque eles trabalham com uma margem de lucro maior. Mas estima que o setor da construção civil terá um impacto forte.. “A produção pode diminuir e muita gente pode sair do mercado,” alerta.

Juros – O último dado impactante no mercado imobiliário brasileiro foi a elevação, pelo Banco do Brasil, da taxa de juros de crédito para habitação, que saiu de 9,9% para 10,4% ao ano, mais a taxa de juros referencial (TR). A mudança assustou empresários e representantes do setor imobiliário que ainda não se adaptaram com a alta de juros e com as alterações das regras de financiamento de imóveis usados da Caixa Econômica Federal. O Banco do Brasil também anunciou, em compensação à alta dos juros, que o teto de financiamento foi mantido em 80% do valor do imóvel e que o prazo de pagamento será estendido

de 360 para 420 meses. Mas nem essas exceções conseguiram trazer ânimo. Goiás já tem enfrentado dificuldades no setor imobiliário desde o ano passado. A queda nas vendas trouxe um volume de demissões nunca antes visto no Estado e pode piorar ainda mais com esse novo cenário, avalia o presidente do Sindicato de Condomínios e Imobiliárias de Goiás (Secovi), Ioav Blanche. “A alta de juros no momento em que as pessoas estão apertadas é um tiro no pé. O momento é muito ruim.” Blanche analisa que as mudanças nos juros e no financiamento habitacional vão impactar de forma negativa no setor, já que a alta de juros afeta diretamente o valor das parcelas. O acréscimo de 1% num imóvel de R$150 mil, por exemplo, gera um aumento de R$125 por parcela. O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Goiás (Creci-GO), Oscar Hugo Guimarães, não consegue ver soluções a médio prazo e acredita que as mudanças em ‘doses homeopáticas’ do governo tem provocado impasse no mercado imobiliário goiano. “Construtoras estão sem saber como projetar o futuro e o consumidor está com medo de comprar. Vai ser difícil encarar o financiamento com a taxa de juros a 18% ao.”<


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CRÉDITO

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GOVERNO ENSAIA SOCORRO AO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO Folha de S. Paulo

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O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, confirma que o governo estuda medidas para aumentar os recursos do financiamento imobiliário, mas destacou a necessidade de que levem em conta o ajuste fiscal em curso.“Tudo isso tem de ser num contexto em que o ajuste fiscal tem impacto direto. Quanto mais cedo a gente resolver essas questões, não só podemos tratar de outras questões, como a economia começa a ir na direção que estamos procurando”, afirmou a jornalistas, na embaixada do Brasil em Londres, após dois dias de encontro com investidores britânicos. Questionado sobre o uso dos depósitos compulsórios (parte da poupança retida pelo Banco Central) para financiar imóveis, Levy não descartou a possibilidade, mas disse que as alternativas estão ainda sendo avaliadas. “A questão está sendo estudada. Quais as alternativas? Não tem nada estabelecido no momento, especulações são só especulações”, afirmou. Principal fonte de crédito do financiamento de imóveis, a poupança tem sofrido redução por causa de saques, prejudicando o setor.“Num financiamento você tem que ver as diversas fontes. Essas fontes estão correlacionadas com o próprio tamanho da quantidade de depósitos. Não são recursos públicos, são recursos do sistema que podem ser canalizados para novos financiamentos”, disse Levy. O ministro enfatizou que o programa Minha Casa, Minha Vida, que envolve subsídios diretos do governo

e passa por atrasos em repasses, continua sendo “prioridade”.“Estamos comprometidos com o programa”, declarou. O governo estuda permitir, por exemplo, que recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sejam usados para conceder crédito na compra de imóveis de até R$ 300 mil - hoje, o teto é de R$ 190 mil, voltado para financiar habitação popular e o programa Minha Casa, Minha Vida. O objetivo é aumentar o volume de recursos destinados ao crédito imobiliário, já que o saldo das cadernetas de poupança, usado para esse fim, vem baixando há meses.

FGTS

Matéria intitulada “Contra projeto de Cunha, construtoras propõem mudar remuneração do FGTS”, publicada no jornal O Estado de S.Paulo, destaca a proposta apresentada pelo setor ao governo federal que defende que metade dos ganhos obtidos com os empréstimos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) volte para os trabalhadores. A proposta se deve à possibilidade de avanço, no Congresso Nacional, do projeto que iguala o rendimento do FGTS ao da caderneta de poupança. Como o FGTS serve de base para empréstimos para a construção e compra de imóveis, a proposta do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) pode prejudicar os financiamentos. Seria preciso elevar os juros cobrados dos empréstimos para que se pudesse

aumentar a remuneração das contas dos trabalhadores no FGTS. O setor defende que, em vez de igualar os juros da remuneração das contas aos da poupança, o Congresso altere a forma como é usado o superávit do fundo ou seja, os ganhos anuais obtidos pelo FGTS com os empréstimos imobiliários. A proposta prevê que o lucro seja dividido ao meio, metade para engordar o patrimônio do fundo e a outra metade para os trabalhadores, como se fossem dividendos de uma aplicação financeira. Em nota técnica enviada ao jornal, a CBIC destaca que a terceira etapa do Minha Casa Minha Vida, com meta de contratação de mais 3 milhões de unidades habitacionais nos próximos quatro anos, ficaria ameaçada porque os juros seriam “inadequados” ao públicoalvo. “Em consequência, os recursos do governo serão mais solicitados para o atendimento das demandas dos movimentos de moradia e da população de menor renda, em especial as que ocupam áreas com risco geológico”, afirma a nota. Deu no Valor Econômico: “O aumento das restrições ao crédito e a elevação das taxas de juros estão derrubando de forma significativa o lançamento de empreendimentos imobiliários no País. Empresas que fazem parte da Abrainc reduzem a compra de terrenos e seguram os lançamentos, segundo o presidente da associação, Rubens Menin.”<


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Vendas:


VENDAS I

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DEMANDA VAISEGURAR O FÔLEGO

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Apesar das restrições, não se espera um baque maior no movimento de vendas no mercado imobiliário. A causa central: há demanda e nada, pelo menos num primeiro momento, a vai deter. O País, mesmo com todas essas dificuldades, seguirá comprador. Outra causa: o aperto do crédito nos bancos públicos estimulará, em um primeiro momento, o interesse pelo crédito habitacional dos bancos privados, na opinião de especialistas que analisam a situação no setor. Em janeiro, a Caixa Econômica Federal elevou os juros para financiar imóveis com recursos da poupança. Três meses depois, informou novo reajuste dessas taxas. Ainda em abril, anunciou redução do porcentual máximo de financiamento de imóveis usados, de 80% ou 70% para 50% ou 40% do valor da avaliação. No início de maio, foi a vez de o Banco do Brasil elevar os juros. Apesar de as instituições privadas terem taxas de juros maiores que as da Caixa e do BB, elas podem facilitar as condições, dependendo do relacionamento com o cliente. “As taxas são maiores, mas quem é correntista pode obter uma condição melhor”, avalia o economista Gilberto Braga. Fontes do setor informam já ter recebido a sinalização do governo de que, na terceira fase do Minha Casa, as faixas de baixa renda mais dependentes dos aportes da União

deverão ser contempladas só em 2016, diante do arrocho fiscal. A expectativa é que neste ano somente deverão avançar as faixas em que os tomadores têm capacidade de financiar o imóvel (faixas 1 e 2 e uma faixa intermediária, que mescla recursos do orçamento e do FGTS). A nova fase tem como meta três milhões de moradias. Para destravar o programa nos grandes centros, onde o custo do terreno é mais elevado, o setor quer que o governo eleve o valor do financiamento, que hoje chega a R$ 190 mil, no máximo, para R$ 225 mil. O valor está congelado há três anos. “Com a baixa na poupança, não temos alternativa. Esperamos que a liberação dos compulsórios ainda possa ocorrer”, conjectura o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin. Ele explica que o outro instrumento de captação de recursos para o setor, as letras de crédito imobiliário - LCIs (papéis vinculados a ativos imobiliários) -, apesar da isenção fiscal, é mais oneroso para os bancos do que os depósitos da poupança. Segundo Menin, a liberação de parte dos compulsórios seria uma medida emergencial, até o País atravessar o período de alta nos juros, que tem estimulado a saída dos recursos da caderneta em busca de aplicações com maior retorno.<


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VENDAS II

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NOVO CENÁRIO IMPÕE NOVOS SACRIFÍCIOS

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Diante da escassez dos recursos da poupança, a Caixa, líder no mercado imobiliário, e o Banco do Brasil restringiram o financiamento habitacional, tanto para os mutuários, que terão que pagar juros mais altos e dar uma entrada maior, quanto para as empresas. Recentemente, as incorporadoras foram informadas pelos dois bancos de que as linhas de crédito com recursos da caderneta destinadas à produção de novas unidades foram suspensas. A liberação de parte dos compulsórios beneficiaria principalmente a Caixa - maior captadora de depósitos da poupança -, mas é defendida pela concorrência. A proposta está em análise pelos ministérios da Fazenda, do Planejamento e pelo Banco Central, mas sem expectativas maiores de dar certo. Os focos do governo vêm sendo outros. Então, para quem for comprar, é cair no sacrifício. E para quem for vender, é um jogo de paciência. Hoje, 30% dos valores depositados na poupança são recolhidos ao BC. A proposta cogitada é liberar entre 10% e 15% desse montante para que os bancos possam aumentar a oferta de crédito para a habitação. Essa medida, segundo fontes do setor, poderia injetar no sistema financeiro entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões. No esforço de cortar

gastos e cumprir a meta fiscal, o governo tem congelado repasses a programas prioritários e suspendido o pagamento de obras e subsídios. Vitrines do governo Dilma Rousseff para educação e habitação já são afetadas. O Minha Casa, Minha Vida enfrenta demora nos repasses. Parte dos cerca de R$ 1,2 bilhão que o setor tem a receber do governo está atrasada em até 45 dias. Além da evasão dos depósitos da poupança, os atrasos nos repasses da União ao programa Minha Casa Minha Vida, que começaram há cerca de um ano e ainda persistem, agravam a crise na construção civil, com paralisações de obras em vários Estados e demissões de trabalhadores. O problema é mais sério entre as pequenas construtoras que assumiram grandes conjuntos residenciais para baixa renda (faixa 1, totalmente custeada com recursos públicos), sobretudo no Nordeste, mas atinge também as faixas 2 e 3 (que usam recursos do FGTS). Pelos cálculos de José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), o governo virou o ano devendo R$ 1 bilhão ao programa, dos R$ 17,4 bilhões aplicados. Até o começo de maio, foram repassados R$ 4,8 bilhões para quitar o débito antigo

e o corrente (do ano), e a expectativa é que os desembolsos sejam menores nos próximos quadrimestres, diante do corte orçamentário a ser anunciado ainda este mês. “Antes de lançar a terceira etapa do programa, o governo precisa colocar os pagamentos em dia. Não trabalhamos com um produto acabado, temos que comprar terreno, desenvolver projetos e buscar financiamento. Cadê a previsibilidade?” indaga Martins. Fontes do setor informam já ter recebido a sinalização do governo de que, na terceira fase do Minha Casa, as faixas de baixa renda mais dependentes dos aportes da União deverão ser contempladas só em 2016, diante do arrocho fiscal. A expectativa é que neste ano somente deverão avançar as faixas em que os tomadores têm capacidade de financiar o imóvel (faixas 1 e 2 e uma faixa intermediária, que mescla recursos do orçamento e do FGTS). A nova fase tem como meta três milhões de moradias. Para destravar o programa nos grandes centros, onde o custo do terreno é mais elevado, o setor quer que o governo eleve o valor do financiamento, que hoje chega a R$ 190 mil, no máximo, para R$ 225 mil. O valor está congelado há três anos.<


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FUNDING

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EXPECTATIVA: SOLUÇÕES CHEGARÃO A TEMPO Folha de S. Paulo O Popular

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Não há pânico no mercado imobiliário goiano. São notórias as dificuldades e a postura do governo tem sido vacilante. Mas há indicativos de que se pode esperar, que as soluções chegarão a tempo e a hora. Foi neste clima que os associados, chamados a uma discussão do tema, em assembleia geral, se entregaram a avaliações variadas, expondo-se conceitos variados sobre o momento atual, tirando-se a conclusão de que é preciso manter as atividades, preferentemente numa clima de união na categoria, para que os desafios sejam superados e as atividades reencaixadas num prisma de realizações. Na assembleia, ao abrir os trabalhos, o presidente da Ademi, Renato de Sousa Correia, passou pelas variáveis do mercado, analisando do impacto da alta dos juros nos negócios e chegando às restrições nos financiamentos. E posicionou que, diante da situação, os lançamentos têm que ser adequados à demanda do mercado. Mas com uma referência positiva: apesar de tudo, a demanda está mantida, conforme ainda atestou, em análise recente, o economista Ricardo Amorim. As fontes de financiamento foram esmiuçadas, para análise e reorientação dos negócios de cada empresa. No mais, é acompanhar o desdobramento da situação, para ver os rumos do funding do setor, desde que a escassez dos recursos

da poupança estimulou a busca de outras alternativas, de modo especial o FGTS. E foi dada como praticamente descartada a liberação do compulsório da poupança para alimentar o financiamento imobiliário. Duas preocupações específicas neste novo cenário: a qualificação dos corretores e o controle dos estoques de produtos, hoje colocado num patamar claramente de risco.

Caixa – Sinal dos tempos: a Caixa Econômica Federal criou uma ‘fila de espera’ para atender a novos pedidos de empréstimo imobiliário que usam dinheiro da poupança, principal fonte de crédito do setor e que vem sofrendo saques neste ano. O banco nega que tenha suspendido a concessão, mas admite que fez ajustes nas cotas de recursos e nas taxas dos empréstimos. Cada agência ou regional tem uma cota de dinheiro para o crédito imobiliário. Aquelas que já emprestaram todos os recursos orientam os clientes a procurarem outra unidade ou aguardarem até que possa encaminhar o pedido. Não há previsão para a liberação de novos recursos. A Caixa esperava uma desaceleração na demanda por crédito, mas se surpreendeu com o ritmo de perda de recursos da poupança. Segundo o Banco Central, o saldo da poupança na Caixa cresceu 12% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro de 2015.

Imóveis novos - Segundo

o presidente do Sinduscon-GO, Carlos Alberto de Paula Moura Júnior, grande parte das famílias que estavam planejando comprar um imóvel de menor valor e usado repensará a compra. O que indica a migração para compra de imóveis novos e, consequentemente, o aumento nas vendas. “Em Goiânia ainda há espaço para a compra de imóveis novos. O indicado é que as pessoas procurem unidades com valor mais baixo, para facilitar a entrada do financiamento. Por isso, acredito que as pessoas irão trocar a compra do usado por um novo com o mesmo valor, mesmo que a metragem seja menor”, frisa Carlos Alberto. De acordo com o vice-presidente de locação de imóveis do SecoviGoiás, Benjamin Ragonezi, haverá melhorias no mercado de locação de imóveis, com projeção de crescimento entre 30% e 40%. “Este ano será de adequação e de ajustes no orçamento das famílias. Será positivo para a locação, pois num primeiro momento as pessoas irão pensar melhor e se adequarem para financiar um imóvel de acordo com as novas regras estabelecidas. Então, durante esse processo irão optar por alugar”, diz o dirigente do Secovi.<


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CONJUNTURA

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CRÉDITO IMOBILIÁRIO CORRE RISCO DE SOFRER APAGÃO Flávio Pandro Presidente da CII/CBIC

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Após dois aumentos consecutivos nas taxas de juros do crédito para aquisição de imóveis, é com enorme preocupação que o setor imobiliário recebe a notícia das mudanças nos critérios de financiamento de unidades usadas anunciadas pela Caixa Econômica Federal, banco responsável por 65% do crédito habitacional do país. Pelas novas regras, cai de 80% para 50% a cota financiada pela instituição com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). Com isso, alguém que esteja em busca de uma unidade de R$ 300 mil, em vez de dar uma entrada de R$ 60 mil e financiar R$ 240 mil, a partir de hoje precisará dispor de uma poupança de R$ 150 mil e financiar os demais R$ 150 mil. É um balde de água fria nas pretensões de muita gente que almejava comprar a casa própria. A razão alegada é o esvaziamento dos recursos das cadernetas de poupança, que no primeiro trimestre registrou uma retirada líquida da ordem de R$ 23,2 bilhões, conforme último relatório divulgado pela Abecip. Isso impacta diretamente no montante que os bancos têm para emprestar. É importante ressaltar que a caderneta de poupança é, basicamente, a principal fonte para financiar imóveis usados de até R$ 750 mil. Para os imóveis novos, há duas: unidades de até R$ 190 mil, na Região Metropolitana de São Paulo, contam com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço); para imóveis acima de R$ 190 mil, a fonte também é a poupança. Ou seja, para essas unidades, é provável que, a curto ou médio prazo, também haja redução dos limites de financiamento, salvo se a poupança retomar o crescimento. Infelizmente, as perspectivas não são boas. A taxa Selic, que de certa forma pontua as outras aplicações, continua subindo, como pode ser constatado da última reunião do Copom (29 de abril), que elevou a taxa básica de juros em

0,5%, para 13,25% ao ano. Diante disso, em vez de aplicarem na poupança, que paga 6% ao ano mais Taxa Referencial, as pessoas acabam migrando para alternativas cujo rendimento se aproxime da Selic. Esse é um cenário que pode levar a um apagão no crédito imobiliário, que tem sido a força motriz do mercado ao longo dos últimos dez anos, em razão dos juros adequados e prazos de pagamento mais longos, acessíveis a grande parte da população. O estrondoso sucesso dessa política pode ser observado em muito indicadores, dentre eles, o da taxa de inadimplência dos contratos e financiamento de imóveis, que ficou em apenas 1,4% em 2014, índice inferior ao do crédito pessoal (3,9%), ao de aquisição de veículo (4%) e ao do cheque especial (11,2%), segundo dados também da Abecip. É lamentável que a restrição ao crédito se dê em um momento como o que vivemos hoje. Segundo o IBGE, atualmente, há cerca de 52 milhões de pessoas no Brasil com idade entre 24 e 34 anos, justamente a fase em que o interesse pela aquisição de um imóvel se torna um objetivo em suas vidas – mas que poderá ser frustrado por vários anos, em razão da falta de clareza quanto à perenidade e aos horizontes do crédito habitacional no Brasil. Minha Casa, Minha Vida A boa notícia é que as alterações da Caixa nos limites de financiamento não abrangem os imóveis do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Por outro lado, é de fundamental importância que o governo federal implemente definitivamente a fase 3 do programa e atualize seus diversos parâmetros, que se encontram completamente descasados da realidade de mercado na maioria das cidades, em especial nas regiões metropolitanas. Estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, até 2024, o Brasil tem de produzir 1,1 milhão de unidades habitacionais por ano e proporcionar

moradias dignas a mais de 20 milhões de famílias. Não há dúvidas de que o principal mecanismo é o MCMV. Mais: o programa tem um poder multiplicador ímpar, beneficiando uma série de outros setores. Quem compra casa também adquire eletrodomésticos, móveis, investe em melhorias etc. Portanto, novos mecanismos precisam ser criados para que mais subsídios irriguem o programa e o torne, de fato, uma política habitacional de Estado. Este é o caminho para combater o deficit habitacional e atender as futuras necessidades de moradia, bem como trazer o mínimo de alento ao setor de construção civil, responsável por 6,5% do PIB e que demitiu mais de 200 mil pessoas nos últimos 12 meses.

O que fazer?

Os impactos positivos que o mercado imobiliário gera em toda a economia brasileira não podem ser relegados. Para não retrocedermos do estágio alcançado nos últimos anos, defendemos que o Banco Central reduza o depósito compulsório para 10%, o que abasteceria o SFH (Sistema Financeiro de Habitação) em R$ 50 bilhões. Só isso, no entanto, não basta. É crucial encontrarmos novos modelos de funding para não haver uma dependência direta dos saldos da poupança. Além disso, como o Secovi-SP tem pleiteado, tem de haver a implementação imediata, pelo governo federal – em sinergia com os governos estaduais e municipais – dos novos parâmetros do MCMV 3. Isso foi, aliás, promessa pétrea de campanha da presidente Dilma Rousseff. O setor produtivo está pronto a contribuir com o crescimento do país e com a realização do sonho de milhões de pessoas no tocante à conquista da casa própria. Para isso, entretanto, há de existir mecanismos que propiciem condições adequadas para a produção e para a sua aquisição.<


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URBANISMO I

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GOIÂNIA SE PREPARA PARA O FUTURO

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Vai deslanchando em Goiânia o programa “O Futuro da Minha Cidade”, que visa a mobilizar a sociedade local para ser protagonista das transformações por que a cidade precisa passar. Vem aí uma nova e ampla reunião para definir colaboradores e prioridades das futuras ações, estrategicamente importantes pois será já a terceira fase. Os engajamentos vão se sucedendo, como se deu com o movimento Goiás Competitivo. Já se busca o executivo para coordenar as ações em Goiânia, o que vai dando corpo à mobilização. Os estatutos também estão em fase de elaboração. Idealizado e realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a mobilização passou por Rondônia onde se respondeu à pergunta básica: “Como queremos a cidade de Porto Velho daqui a 20 anos?” As respostas para esta indagação motivaram a presença, neste evento, de centenas de empresários, autoridades, representantes do governo estadual e municipal, secretários de Estado, lideranças sindicais, estudantes, jornalistas, representantes de instituições de ensino superior, e colaboradores do Sesi, Senai e IEL. Em Goiânia a pergunta é sobre qual será esta cidade no seu centenário (daqui a 18 anos). Com base em experiências bem sucedidas de algumas capitais referências na prática da gestão urbana, o projeto propõe estruturar

um modelo de plano de trabalho como facilitador, para gestores públicos e a própria sociedade local, na implementação de programas de planejamento e desenvolvimento sustentável que sejam permanentemente ativos. O foco é mobilizar a sociedade local para ser protagonista no futuro da cidade, criando soluções para a sustentabilidade urbana. Presente ao encontro de Porto Velho, o presidente do Sinduscon-GO, Carlos Alberto de Paula Moura Júnior, e que está entre os líderes do movimento em Goiás, abordou a importância estratégica dessa mobilização, pelo modelo de envolver as lideranças de variados segmentos rumo a um grande objetivo. Presidente da CBIC, José Carlos Martins registrou que a motivação do projeto começou em 2012, quando a CBIC começou a buscar ferramentas para ajudar as cidades a encontrar caminhos para o desenvolvimento. Na visão dos participantes do trabalho em Porto Velho, a missão mais importante deste projeto é a parceria entre a sociedade organizada e o poder público para um efetivo trabalho conjunto em benefício do planejamento futuro da cidade. “Saber onde queremos chegar. Qual direção seguir. E a partir disso, saber o que precisamos fazer hoje para chegarmos onde queremos” argumentaram. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção trouxe em duas

ocasiões para Goiânia o coordenador do projeto “O Futuro da Minha Cidade”, Sílvio Barros, para discutir ações de planejamento da cidade. O projeto “O Futuro de Minha Cidade” foi inspirado em experiência em Maringá, onde é uma realidade de sucesso. Na cidade paranaense, a sociedade se organizou em um Conselho de Desenvolvimento Econômico para planejar a cidade a longo prazo e hoje os moradores já colhem resultados. Aeroporto municipalizado, estrutura pronta para a cidade receber o metrô, desburocratização do processo de aprovação de projetos, são alguns exemplos. Pensando em replicar este modelo, a CBIC desenvolveu o projeto em âmbito nacional e está desenvolvendo a iniciativa em quatro cidades brasileiras, entre as quais está Goiânia. Sílvio Barros foi convidado para coordenar a iniciativa por ser ex-prefeito de Maringá (PR) e ter vivenciado a experiência. Em Goiânia, o projeto conta com a parceria do Fórum Goiano de Habitação para sua execução. Nas próximas iniciativas está a Nesta tarde, Silvio deve se reunir com lideranças empresariais de Goiânia institucionalização do Conselho de Desenvolvimento Econômico. Mais de 20 entidades já estão representadas no projeto, entre elas OAB, Crea, Infraero, Acieg, ICQ Brasil, Fieg, Sebrae, entre outras. Novas adesões da sociedade civil organizada ainda podem ser feitas.<


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URBANISMO II

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REGIÃO METROPOLITANA ESPERA PLANO DIRETOR O Popular

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Organizadas no Fórum Goiano da Habitação, Ademi-GO, Sinduscon-GO e SecoviGoiás reforçaram em amplo debate realizado na manhã de 22 de abril na Ademi, a cobrança de cumprimento de compromisso obtido junto ao governo estadual, ainda durante a campanha eleitoral do ano passado, de instituição do Plano Diretor da Região Metropolitana de Goiânia. Ao mesmo tempo, foi repassado o Plano Diretor de Goiânia, instituído pela Lei 171, de setembro de 2017, conhecido o projeto do Plano Diretor de Aparecida de Goiânia e apresentado o modelo de Plano Diretor de Itaboraí, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A discussão dos temas, que integram a estratégia de ação do Fórum de interferência nos assuntos urbanísticos como forma de contribuição para a melhoria da qualidade de vida de Goiânia, levou um público expressivo e qualificado à Ademi, ao longo do workshop que se prolongou das 8 horas e até quase 13 horas. Os trabalhos foram coordenados pelo presidente da Ademi, Renato de Sousa Correia. O Sinduscon marcou presença com o seu presidente, Carlos Alberto de Paula Moura Júnior, enquanto o Secovi esteve representado pelo vice-presidente Antônio Carlos. Convidada especial, participou a professora/doutora Celene Monteiro, da Universidade Federal de Goiás, que coordena, dentro da pauta de trabalho passada pelo governo do Estado para a UFG, a coordenação do Projeto do Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Goiânia, ação que dá contorno ao cumprimento do compromisso do governo Marconi Perillo com o Fórum Goiano da Habitação. Na sua fala, o secretário Vilmar Rocha, que se fez presente ao evento na Ademi, adiantou que a UFG atua também, na parceria com a administração estadual, na elaboração do Plano Estadual de Logística, enquanto a Procuradoria Geral do Estado atua na elaboração das Novas Diretrizes de Referência (Institucional

e Jurídica) do Estatuto da Metrópole, instituido por decreto de janeiro último. Conurbação - As 20 cidades da Região Metropolitana de Goiânia possuem 2,384 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2014, o que correspondem a 35% da população do Estado, um terço de seus eleitores, cerca de 80% de seus estudantes universitários e aproximadamente 36,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB). Entretanto, a conurbação de municípios ao redor da capital não tem diretrizes que definam questões como o transporte público, o trânsito, entre outros problemas que afetam a qualidade de vida no conglomerado. A instituição do plano diretor metropolitano foi um dos compromissos de campanha do governador Marconi Perillo (PSDB) firmado em amplo encontro, no ano passado, no Sinduscon-GO. O presidente da Ademi, Renato Correia, afirma que é preciso pensar em Aparecida, em Senador Canedo, em Trindade, em Bela Vista e nas demais cidades do complexo metropolitano, pois as medidas adotadas num dos municípios refletem nos demais. Ele lembra que na década de 1980 Goiânia parou de aprovar novos loteamentos, o que fez com que as empresas que atuavam no ramo migrassem para Aparecida de Goiânia, o que gerou problemas, como grandes espaços vazios e a especulação imobiliária. “Uma decisão do município impacta noutro”, reforça. Já as discussões sobre a capital envolveram “a Goiânia que queremos para seu centenário”,segundo Renato. O presidente da Ademi diz que é hora de discutir profundamente os temas relacionados ao plano diretor.“Esse foi o primeiro passo, para não fazemos um plano diretor de afogadilho em 2017, quando as diretrizes serão rediscutidas”,sublinha. Aparecida - Alguns pontos polêmicos podem atrasar o encaminhamento do Plano Diretor de Aparecida de Goiânia à Câmara dos Vereadores. Um deles diz

respeito à inclusão de loteamentos de condomínio fechado. Segundo a arquiteta Maria Ester de Souza, vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), o modelo não tem a simpatia dos urbanistas, que querem evitar que os bairros cercados por muros virem regra. A figura do condomínio fechado não existe na lei atual e os loteamentos com essa característica são autorizados por decreto. Outro ponto que tem provocado discussões acaloradas é o banco de lotes, segundo a arquiteta. De acordo com o projeto, todo novo loteamento deve reservar um percentual de lotes a ser gerido pela prefeitura, que poderá transferir para famílias carentes de seu cadastro. A ideia não agrada os empresários da construção civil, mas é defendido pelas entidades de moradia. O plano diretor prevê outra medida polêmica, a participação de oito representantes de movimentos sociais, populares e associações de moradores no Conselho da Cidade de Aparecida de Goiânia, órgão de caráter deliberativo. A presença desses representantes não agrada a prefeitura, relata Maria Ester. “A discussão desses pontos deve atrasar o texto final do plano, que só deve ser encaminhado para a Câmara até o meio do ano”, observa a arquiteta. Uma prévia do plano foi apresentada no evento do Fórum Goiano de Habitação, na Ademi, que discutiu, dentre outros assuntos, a integração dos planos diretores das cidades que compõem a região metropolitana da capital. Na opinião do presidente da Ademi, Renato Correia, o Plano Diretor de Aparecida inova ao propor a ocupação mista dos espaços, que deixam de ser residenciais, de lazer ou trabalho para reunir todas as construções em um mesmo local. Segundo o secretário de Planejamento de Aparecida, Afonso Boaventura, o que se pretende com o plano é desenvolver diretrizes para um novo modelo de cidade. “Queremos ter leis mais claras e desburocratizadas para atrair mais investimentos.” <


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TRABALHO

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INTERATIVIDADE E RESPONSABILIDADE

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Em workshop realizado na entidade, a Ademi-GO avançou nas conversações com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) rumo à abertura de um canal permanente de diálogo para equacionar de forma efetiva o entendimento acerca das normas a serem cumpridas e respeitadas, mas com um enfoque proativo, de modo que as ações preventivas também pontuem as relações entre as empresas do mercado imobiliário e o setor oficial trabalhista. Antes de se chegar a essa abertura, ouviram-se cases de parte a parte, estabelecendo-se de forma prática o entendimento a favor de uma relação construtiva. Um dos passos propostos, e a ser delineado numa reunião futura, é o recurso das empresas aos fóruns internos da SRTE visando a que sejam dirimidas as dúvidas quanto à melhor forma do cumprimento das determinações legais. O levantamento das dificuldades das empresas nessa área será objeto de nova deliberação, na Ademi-GO, com representantes das empresas associadas, para o fim de embasar o desdobramento das conversações com a SRTE e seus auditores. Participaram dos trabalhos na Ademi o superintendente regional do Trabalho e Emprego, Arquivaldo Bites, e o auditor-geral Dercides Pires da Silva. Dirigiu a assembleia o presidente da Ademi-GO, Renato de Sousa Correia, compondo ainda a mesa o diretor de Gestão e Sustentabilidade da Ademi, José Virgílio Carvalho Abreu, e

dois representantes do SeconciGO, Moacir Moreira, diretor de Saúde, e Antonio Eusébio Matos, superintendente da área de Segurança do Trabalho. Também participou dos trabalhos, inclusive com intervenções durante as exposições e o debate, o empresário Ilézio Inácio Ferreira (Consciente Construtora e Incorporadora), presidente do Instituto Cidade.

Mercado – O Sebrae-GO sediou no final de abril a 2ª Reunião do Projeto da Construção Civil Regional Metropolitana do ano de 2015. Presente, o presidente da Ademi-GO, Renato de Sousa Correia, convidado especial para o evento, fez atualizada exposição sobre pesquisas e tendências do mercado imobiliário em Goiânia. Na ocasião, Renato propôs a união de forças pelo reordenamento do mercado, com o envolvimento de toda a cadeia num processo de interatividade para o maior ganho de todos. A segunda palestra da manhã apresentou as tendências do mercado da construção civil observadas na Feicon, feira da construção realizada em São Paulo. Ações do projeto e assuntos gerais, incluindo uma palestra motivacional, fecharam a programação. O Sebrae-GO desenvolve desde 2014 o Projeto Construção Civil Regional Metropolitana. Tem como objetivo apresentar às empresas, profissionais bem como às entidades do setor a oportunidade de realizar parcerias para sensibilizar as microempresas e empresas de pequeno porte para participar

das ações de desenvolvimento com foco na melhoria da gestão. São mobilizados os esforços para sensibilizar e articular os diversos segmentos para oferecer as soluções gerenciais às empresas que buscam ser competitivas e sustentáveis. Na reunião desta terça-feira registrou-se a participação geral, com colocação de ideias e sugestões, bem como apresentados alguns questionamentos. O foco foi sempre este: é preciso organizar o setor. Outros temas pontuais nessas participações foram relevantes, como os desafios da Norma de Desempenho, gestão e qualidade e tecnologia no processo construtivo, economicidade no uso da água e geração de energia para tocar os canteiros de obras. Em uma de suas intervenções, o presidente da Ademi deu ciência aos presentes de ter encaminhado carta à superintendência do Sebrae em Goiás concitando o Sebrae a promover esse desencadeamento na cadeia da construção. E manifestou a expectativa de que esse processo seja fechado ainda este ano. De sua parte, prometeu empenho para envolver as incorporadoras nos trabalhos do Projeto da Construção Civil Metropolitana. O Sebrae promove e incentiva, mas precisa de parceiros e da efetiva participação de todos. Este trabalho é das construtoras e incorporadoras, conforme frisou, no encerramento dos trabalhos, a engenheira civil Vera Lúcia Elias de Oliveira, Gestora de Projetos Regional Metropolitana do Sebrae-GO.<


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TERCEIRIZAÇÃO

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AVANÇO OU ATRASO? PRODUTIVIDADE x COMPETITIVIDADE Renato de Sousa Correia Engenheiro Civil, empresário e Presidente da Ademi-GO

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Fazem sentido essas discussões acirradas sobre a terceirização de mão de obra, em função do projeto de lei 4.330/2004, cujo texto básico foi objeto de recente votação na Câmara dos Deputados, pela importância fundamental da pretendida mudança a se operar nas relações trabalhistas no País, se o foco é a geração de emprego e o aumento da renda do trabalhador. Será uma lei indutora da competitividade do Brasil via aumento da produtividade decorrente da especialização das empresas e dos trabalhadores. Para citar apenas um fato, é sabido que em nosso país precisamos de cinco trabalhadores para fazer o trabalho de um único trabalhador norte-americano. Em uma economia global, isso equivale a dizer que enquanto nos esforçamos para vencer uma determinada corrida utilizando uma bicicleta, as nações mais desenvolvidas correm e vencem a mesma corrida utilizando um automóvel. Esta diferença de produtividade torna nossos produtos mais caros e menos competitivos no mercado nacional e internacional. Deixamos de exportar, de vender nossos produtos a outras nações, perdendo uma oportunidade importante de gerar emprego e consequentemente aumentar a renda das pessoas. A terceirização, em boa

medida, favorece o aumento da produtividade, da competitividade, promove o aumento da demanda, permitindo maior permanência no emprego, e em consequência produzindo o aumento da renda das pessoas. Esta dinâmica se reproduz em praticamente todo tipo de empresa, desde a informática, passando pelos supermercados e chegando às montadoras de veículos, que por sinal fazem uso da terceirização há vários anos. Na construção civil, em especial, a regulamentação da terceirização permitirá um avanço importante no desenvolvimento de empresas prestadoras de serviços especializados, que até a aprovação da lei não tinham segurança jurídica, portanto, não recebiam investimentos adequados. Em um edifício, por exemplo, na execução da estrutura de concreto, utilizamos carpinteiros para a fôrma de madeira e armadores para montagem do aço. Como a estrutura de concreto da obra é executada num prazo de seis meses a um ano, ao término desta etapa os funcionários são demitidos, pois dificilmente uma mesma empresa consegue ter outra obra com a estrutura no início em condições de absorver esta mão de obra. Utilizando uma empresa terceirizada especializada em fôrma e outra

em armação, prestando serviços para diversas construtoras e incorporadoras, de forma encadeada, será possível terminar uma estrutura de concreto em uma empresa, começar outra estrutura de concreto em outra empresa, permitindo a manutenção do emprego dos carpinteiros e dos armadores por mais tempo. A manutenção do trabalhador mais tempo em uma mesma empresa permitirá o investimento em treinamento, maior eficiência do trabalhador, maior desenvolvimento dos processos produtivos, maior mecanização, dentre outras vantagens competitivas. E é importante lembrar que todos os direitos trabalhistas estão assegurados, visto que nesse processo de mudança não há modificação em qualquer artigo da CLT. Estão aí um dos muitos temas, avaliados na Câmara dos Deputados e a serem avaliados no Senado, para uma justa decisão, em nome, antes de mais nada, do bom senso, e pela própria segurança do trabalhador, para avanço da empresa e para a afirmação do trabalho regulamentado e valorizado pela remuneração justa. Pensemos todos assim. Quem vai ganhar é o Brasil.<


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TECNOLOGIA

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UM ÓTIMO NEGÓCIO Paulo Roberto da Costa Empresário, diretor de Empreendimentos da Tropical, Urbanismo e Incorporação

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Nos últimos anos, o Estado de Goiás tem se mantido na dianteira da evolução econômica nacional, mesmo diante de um cenário macroeconômico com fortes indícios de retração. Mas crescer acima da média nacional não é para qualquer um, já que envolve grandes desafios. Um deles é, sem dúvida, melhorar a produtividade em diversas áreas, algo que depende, essencialmente, da ampliação de investimentos em ciência e tecnologia. Essa foi a bandeira levantada por representantes do Governo de Goiás, Prefeitura, Poder Legislativo, entidades de classe, iniciativa privada, instituições de ensino superior e de pesquisa durante audiência pública realizada no dia 10 de abril, na Câmara Municipal de Goiânia, com o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo. O ministro pontuou, na ocasião, que uma das metas do Governo Federal é construir a soberania científica e tecnológica do País. Reconheceu ainda a necessidade de distribuir recursos de forma que as pequenas empresas inovadoras encontrem o caminho para se tornarem fortes, ao passo que comunicou o aumento de investimentos públicos no setor e reforçou a importância das parcerias público-privadas. Atento ao atual cenário, um grupo de empreendedores se movimenta no sentido de viabilizar a implantação

do primeiro parque tecnológico da capital, no setor Goiânia 2, com o objetivo de vocacionar a Região Norte como o eixo tecnológico de Goiânia, aproveitando os benefícios trazidos pela localização privilegiada – próxima à Universidade Federal de Goiás e com ótima acessibilidade – e os incentivos fiscais concedidos pelo governo do Estado às empresas que estão dentro de parques tecnológicos, com redução de até 98% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); e pela Prefeitura de Goiânia, com redução do Imposto sobre Serviço (ISS) de 5% para 2%. O Parque Tecnológico de Goiânia deverá ocupar uma área de 106 mil metros quadrados no Goiânia 2, em frente ao Parque Leolídio Di Ramos Caiado, com toda estrutura física necessária para comportar empresas e instituições de pequeno, médio e grande portes. O foco serão empresas dos ramos de tecnologia voltadas para o desenvolvimento do agronegócio, tecnologia da informação, energia renovável e comunicação. Afinal, o objetivo de um parque tecnológico é concentrar cadeias produtivas de acordo com a vocação local, agregando valor aos produtos e gerando pesquisa. Para garantir a preservação ambiental da região, o Parque Tecnológico será marcado por baixo adensamento, presença de áreas

verdes em seu interior e sistemas de reaproveitamento de água e uso de energia solar. Aqueles que se instalarem no empreendimento contarão, ainda, com benefícios como energia estabilizada com geradores de alta potência, conexão de internet ultrarrápida, estacionamento privativo e acesso facilitado ao local. Uma das vantagens do projeto é que ele pode aproximar as grandes empresas que atuam no mercado de ciência e tecnologia dos grupos de pesquisa das universidades, criando uma interface entre a geração e a aplicabilidade do conhecimento. Assim como abrangerá sedes de empresas líderes em seus segmentos, o empreendimento também irá comportar equipes de pesquisadores das universidades goianas. Estimativas de consultorias especializadas em implantação de parques tecnológicos indicam que, para cada R$ 1 investido pelo poder público neste tipo de projeto, há um rendimento anual de R$ 3. Isso significa que, se além da classe empresarial, governo e prefeitura também apostarem neste segmento em Goiânia, poderão receber o triplo dos recursos aplicados e incentivar a produção e a propagação de novos conhecimentos. Como se vê, investir em ciência e tecnologia é, sem sombra de dúvida, um ótimo negócio.<


oeste / 4 quartos


gastronomia

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DE PORTUGAL ATÉ NÓS

Angélica Toscano, com sites, especial para o Guiademi

Ovos nevados com creme de canela* Jussara Voss/Vosso Blog de Comida Ingredientes Ovos nevados 4 1,5 litros de leite 4 10 claras 4 250g de açúcar de confeiteiro Creme 4 1 fava de baunilha 4 500ml de leite 4 6 gemas 4 100g de açúcar 4 10g de canela em pó 4 Renda de açúcar 4 100g de açúcar 4 3 colheres de sopa de água

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Modo de preparo

Não foi só a descoberta, fecho da saga histórica das caravelas de Cabral. Portugal de tanta história e de tal diversidade que perpassa os setores mais variados, e por isso mesmo de importância ímpar para a nossa cultura, a portuguesa e a brasileira também, foi pródigo nas suas heranças para cada um dos nascidos no Brasil. Uma dessas facetas é a comida, em alguns aspectos de paladar sem concorrência. Não apenas o bacalhau de receitas incríveis, mas também os doces. Contam os que conhecem essa outra saga que os portugueses deixaram deliciosas heranças gastronômicas para as cozinhas brasileiras. E registram – talvez até para aguçar o apetite e a vontade de experimentar a nova iguaria – que algumas receitas foram adaptadas e misturadas aos ingredientes indígenas e africanos, mas outras ficaram intocáveis. Alguns exemplos são os doces portugueses, que atravessaram

o oceano e conquistaram o paladar tupiniquim. São muitos os exemplos de sobremesas famosas vindas de Portugal, como o pastel de Santa Clara e o toucinho do céu, por exemplo. Tem também os inigualáveis ovos moles de Aveiro, o doce que nasceu nos conventos da cidade de Aveiro, no século XIX, onde freiras dominicanas, franciscanas e carmelitas utilizavam as claras dos ovos para produções de hóstias. Para não desperdiçar a gema, a usavam como base para produção de doces. Em evento recente, eis que lá estavam, findo o refinado jantar servido à luz de velas e o acompanhamento de um vinho de safra feliz, nada menos que os fantásticos doces que cruzaram o oceano para fazer aqui, a terra amada descoberta por Cabral, a felicidade de quem tem gosto para uma bela sobremesa. Uma referência da noite vai para a dica de receita nesta edição do Guiademi. Então, vamos lá!

Aqueça o leite sem deixar ferver. Bata as claras em neve e acrescente o açúcar aos poucos atéobter picos firmes. Com a ajuda de uma colher, acrescente aos poucos a clara em neve ao leite, formando pequenos círculos. Deixe cozinhar atéficar firme e retire. Creme: Abra a fava de baunilha e acrescente as sementes e a fava ao leite. Ferva o leite. Passe as gemas por uma peneira de plástico e bata o açúcar atéobter um creme esbranquiçado. Acrescente o leite aos poucos às gemas e misture bem. Cozinhe em banho-maria atéadquirir um creme espesso. Junte a canela. Renda de açúcar: Faça um caramelo com o açúcar e a água. Deixe esfriar um pouco e com um garfo grande faça movimentos rápidos para formar fios em cima de uma superfície limpa e untada, formando uma renda fina. Molde e reserve. Montagem: Faça camadas com os ovos nevados e a renda de açúcar. Regue com o creme de canela. *Receita para 8 pessoas


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A CIDADE DOS PARQUES

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FEsperadas há já um bom tempo, começam agora a sair a reconstrução e revitalização da Praça Cívica, referência maior desta Goiânia de 82 anos. Da construção da cidade para cá, tudo de importante aconteceu nessa praça. Mas Goiânia vem mudando. Mais que praças, tem agora parques. E não são poucos. Reconhecida pela sua qualidade de vida, a cidade incorpora a cada tempo um equipamento novo. Explora, por exemplo, o seu vasto manancial hídrico para ir encantando as pessoas com parques cada vez mais completos e desta forma centros de convergência da atratividade turística. Goiânia já tem o que ver. E muito. Parques dos Buritis, Vaca Brava, Flamboyant... Com a ajuda decisiva da atividade da construção, é um enriquecimento contínuo. E agora vem mais uma grande novidade, o Parque do Cerrado. Tanto que o novo logradouro, localizado na cidade que cresce e avança do outro lado da BR-153, vai ser montado com a participação direta da população. Será um encanto a mais. E de grande dimensão. A Prefeitura de Goiânia e setor privado se uniram para produzir um projeto colaborativo para o futuro Parque do Cerrado, o maior de Goiânia, com 706 mil metros quadrados. A ideia: estimular a participação da população por meio de workshops, nos quais os interessados puderam contribuir com ideias e desenhos, entre outras formas de expressão. Batizada de Projeto Charrette, a ideia é coordenada por uma das maiores referências da arquitetura brasileira, Guilherme Takeda. O goianiense, que tanto orgulha de seus parques, foi assim convidado a

participar da reunião de apresentação do Worshop do Parque do Cerrado, no Paço Municipal e aberta ao público. O assunto da pauta: o projeto do maior espaço verde da capital, o Parque do Cerrado, no bairro Park Lozandes, que contará com a participação da sociedade civil. Na reunião, o arquiteto e paisigista Guilherme Takeda, de Porto Alegre, apresentou a ideia pioneira em Goiânia e que ele já desenvolveu em dez cidades brasileiras. Órgãos públicos, entidades representativas e toda a sociedade civil foram chamados a contribuir com ideias e desenhos para a constituição da planta, que o profissional desenvolverá juntamente à Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma). Menos de um mês após a sociedade civil ter sido convidada a falar o que desejava para o projeto do Parque do Cerrado, o arquiteto que conduziu o processo colaborativo, Guilherme Takeda, retornou a Goiânia com o resultado final. No último dia 8 de abril, ele entregou o projeto básico para a Prefeitura de Goiânia em encontro aberto para a sociedade, que também conheceu a proposta final que ela ajudou a formatar. O trabalho condensa as ideias e sugestões das mais de 100 participantes de oficinas realizadas no mês de março, denominadas de “charrettes”.Este método colaborativo vem sendo desenvolvido com mais intensidade nos Estados Unidos para projetar grandes espaços públicos. No Brasil, Takeda tem sido um de seus principais aplicadores, e já levou a experiência a cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Em Goiás, já a aplicou na requalificação da Praça Bom Jesus, em Anápolis, na época de seu centenário. Em Goiânia, aconteceu pela primeira vez com

grande entusiasmo. Representantes de associações de bairro, dirigentes de organizações e entidades ligadas a urbanismo e meio ambiente, estudantes e profissionais que atuam nestas áreas deram suas contribuições. Além de promover a participação social, outro propósito desta metodologia é dar agilidade ao processo de implantação do espaço público. O próximo passo é partir para o detalhamento técnico do projeto e o levantamento de custos. “Os orçamentos agilizarão a busca de recursos, por parte da prefeitura, tanto na iniciativa privada quanto nos programas de governo”, esclarece Takeda. Criado pela Lei nº 9.360/2013, o Parque do Cerrado é o maior de Goiânia, com 706 mil metros quadrados, área que corresponde ao tamanho de oito parques Vaca Brava ou cinco Parque Flamboyant. Por enquanto, a iniciativa conta com a adesão da EuroAmérica Incorporações, que irá contribuir com parte de implantação do Parque do Cerrado, mas a ideia é que mais empresas participem da concretização do projeto, como aconteceu nas demais cidades onde o método charrette foi aplicado. A iniciativa do projeto colaborativo é uma parceria entre a Prefeitura de Goiânia, por meio da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Fórum Goiano de Habitação (integrado pelas instituições do setor imobiliário Ademi, Secovi e Sinduscon), Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e Euroamérica Incorporações. As instituições SecoviCred, Instituto Cidades, Inplant e Lins Galvão e Esper também são parceiras.<


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JARDIMNOVOMUNDO JARDIMPLANALTO JARDIMPRESIDENTE JARDIMSANTOANTÔNIO

JARDIMVILA BOA LESTEUNIVERSITÁRIO

TeLeFOne 3246-0096 3278-4542 3281-1223 3541-4103 3241-0789 3281-5995 3541-5545 3278-4695 3247-5291 3256-2398 3256-1229 3256-1072 3256-2121 3295-8836 3295-9615 3274-1447 4141-8570 3954-3963 3088-4061 3286-7394 3954-9386 3259-8666 3095-3655 3259-5259 3274-1903 3091-6188 3286-6548 3093-1003 3093-7684 3274-1737 3259-9991 3259-3516 3286-6399 3259-3066 3259-8610 3286-3025 3259-7591 3251-9075 3251-0272 3286-9073 3285-4892 3579-3178 3945-9078 3945-4104 3945-1425 3945-2001 3945-0946 3249-8495 3249-5515 3249-6172 3249-1274 3287-8181 3287-7354 3945-8912 3093-1848 3091-6980 3091-4534 3945-1535 3281-1434 3018-0000 3945-9010 3523-3030 3241-4566 3207-0604 3207-7326 3207-2539 3207-2197 3576-6574 3576-2723 3576-1595 3941-4574 3576-3278 3609-4652 3609-7016 3609-0430 3287-2926 3287-0353 3287-1634 3921-5597 3921-9931 3282-7788 3282-8657 3282-4404 3249-1555 3278-8686 3626-2176 8482-0714 3607-7000

GOIÂnIa

LOCaL de reTIrada

ACADEMIA GERUS PANIFICADORA BOMPREÇO LESTEVILA NOVA ELITTI ACADEMIA NOVA SUÍÇA ACADEMIA DALMORIBEIRO BELA CASA (MÓVEISPLANEJADOS) ESPAÇONOBRE(INTERIORES) EURIPIA CORTINAS FAVORITA (MÓVEISPLANEJADOS) MAISONBEAUTÉ NOBREMÓVEIS PANIFICADORA PRIMOR PRIMOINTERIORES NOVOHORIZONTE ESPAÇOFITNESS MARMORARIA DESTAQUE PETITPÃO(PADARIA - CONFEITARIA) PARQUEAMAZÔNIA ATHOSACADEMIA (SAÚDE, LAZER EBEMESTAR) ACADEMIA ESTAÇÃOFITNESS CASASGOIANITA DESDE1952 IMPRESSÃOMÓVEIS PANIFICADORA AMAZÔNIA PERSONALTRAINER (MARDEN) SPAÇONOBRE(AMBIENTESPLANEJADOS) PARQUEANHANGUERA ACADEMIA MR. VIGOR FITNESS MARMORARIA RENOVE PEDRA ROSA UP! FITNESSACADEMIA YNOVAREMÓVEIS(AMBIENTESPLANEJADOS) PARQUEATENEU ACADEMIA GYNFITNESS CADI LABORATÓRIOMÉDICO PARQUEDASLARANJEIRAS ACADEMIA GYNFITNESS INSTITUTOHOLOSCORPUS(PILATES& ESTÉTICA) RESIDENCIALELDORADO NOBREESPAÇOCABELEIREIROS PANIFICADORA BRASILEIRO PLANETA PEDRAS STÚDIOPLAZA D’OROCABELEIREIROS RESIDENCIALCANADÁ CIA DOCORPOACADEMIA SANTA GENOVEVA A3 FITNESSACADEMIA CORES& FORMA MÓVEIS SETOR AEROPORTO CLÍNICA ELABORATÓRIOSANTA MARTA ACADEMIA WORKOUT(SPORTTRAINING) BARROSMÓVEISPLANEJADOS BARROSTERRA (MEDICINA LABORATORIAL) BIOCENTER (LABORATÓRIOCLÍNICO) CADI LABORATÓRIOMÉDICO CENTROGOIANODEOTORRINO CENTROINTEGRADODEOFTAMOLOGIA CLÍNICA BRASIL CLÍNICA SÃOGASPAR LORENA CABELEIREIROS MATERNIDADEELA MULTIMAGEMDIAGNÓSTICOS PANIFICADORA NOVA DIMENSÃO SETOR BALNEÁRIOMEIA PONTE D´ANA (CABELEIREIROS) GOIARTEMÓVEIS MARMORARIA ESPAÇOINTELIGENTE MARMORESCENTRAL MÓVEISPLANET PANIFICADORA MOREIRA WESTACADEMIA SETOR BELA VISTA ACADEMIA PROSPORT ARTDECORAÇÕES CORPORESANOACADEMIA FITPLAYACADEMIA LIALISZ(CENTRODEESTÉTICA) MÁXIMOMÓVEIS PRÓIMPLANTE(ODONTOLOGIA) SPAZIOARMÁRIOSECOZINHAS VIVACE(AMBIENTESPLANEJADOS) SETOR BUENO ACADEMIA BODYSTATION ACQUAFITACADEMIA CAPRICCIOPADARIA ECONFEITARIA CASARAMA DECORAÇAODEINTERIORES CASASGOIANITA DESDE1952 CORPOBUENO CLÍNICA MAIORIDADE CLÍNICA MAIORIMAGEM(DIAGNÓSTICOS) CLÍNICA MASTER DESIGNDECORAÇÕES DOCESABOR CONFEITARIA DUOCLÍNICA EMPÓRIOTEUM(RISOTERIA & CONVENIÊNCIAS) ENCANTHU´S(MÓVEISEPRESENTES) FISIOTERAPIA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA FITPLAYACADEMIA GOVESA HONCORD HOUSEDESIGN(A SUA LOJA EMINTERIORES!) LÊRÊBUENO(CABELEIREIROS)

TeLeFOne 3942-0529 3607-3327 3202-2235 3095-1020 3942-5659 3259-8552 3259-1261 3520-4242 3954-1910 3259-2030 3259-6125 3942-2872 3922-0191 3922-4565 3289-2207 3280-1555 3922-6767 3095-3737 3280-3242 3280-5645 8118-5596 3280-1236 3287-8946 3287-1931 3247-2019 3921-2139 3247-4631 3273-1498 3273-1729 3249-7146 3645-4641 3296-0389 3256-0399 3256-4248 3296-4858 30861971 3204-4284 3204-5352 3224-0994 3223-1402 3212-0211 3224-1789 3212-1453 3212-5858 3220-2929 3213-6089 3224-1455 3224-6694 3212-7630 3225-9666 3212-1015 3212-2594 3210-8244 3210-4065 3210-4158 3210-4578 3210-5487 3536-2136 3536-5060 3941-5208 3275-2728 3249-6299 3278-4259 3255-0301 3941-2801 3941-3399 3942-8733 3932-3262 3251-9910 3092-6769 3093-7640 3285-3565 3945-9181 3241-9161 3946-2600 3946-2609 3945-5090 3241-6677 3232-7676 3246-8400 3931-0148 3241-0070 8173-6064 3255-5046 3096-3800 3239-6600 3251-6135 3285-7529


onde retirar GOIÂnIa

SETOR CAMPINAS SETOR CÂNDIDA DEMORAIS

SETOR CENTRAL SETOR FAIÇALVILLE SETOR JÁO SETOR MARISTA

SETOR NEGRÃODELIMA SETOR OESTE

LOCaL de reTIrada LETOUCHE(CABELOEMAQUILAGEM) LÍDER MÓVEIS LINCEVEÍCULOSTOYOTA LORRAN’SCABELEIREIROS MARFINITE MOVE! ACADEMIA OGGI AMBIENTES ORTOCLÍNICA PANIFICADORA ITALIA PÃOSHOP PROJETOOFFICE SAINTMARTINPEUGEOT SUMMERFLEX ACADEMIA GERAÇÃOSAÚDE BELODENTEODONTOLOGIA (DR. MUCIOTEIXEIRA) CLÍNICA BOA SAÚDE EMPÓRIODOPÃO LIVETECHACADEMIA PANIFICADORA PRIMAVERA ACADEMIA CORPOFORTE GOVESA LABORATÓRIOPROMÉDICO ACADEMIA FITCENTER (EXERCÍCIONA MEDIDA CERTA) EMPÓRIOMÓVEIS ACADEMIA JAÓCLUBE EUSOU(YOGA / PILATESMAT(SOLO) / PILATESSTUDIO) FISIOVITA ACADEMIA ACADEMIA RINGSTAR ALTER (CONSULTÓRIOSDEPSICOLOGIA) CIA DASPISCINAS CLINICA BEMESTAR CLÍNICA DOATLETA COURO& INTERIORES DR. CÉLIOHEITOR DEPAULA (IPV) EMPÓRIOSÍRIOLIBANÊS EXECUTIVETOWER FÁTIMA BASTOS(CABELEREIROSEESTÉTICA) FÊMINA (DR. WANDER CARDOSOCORDEIRO- PEDIATRA) FÊMINA DAYCLINIC FLORENSE HOSPITALFEMMINA (MULTIESPECIALIZADO) IMPÉRIODASCORTINAS INSTITUTODORIMDEGOIÂNIA (HOSPITALDEUROLOGIA) LAPACI (UNIDADEMÉDICA) M3 MOTORS MACMÓVEISDIFERENCIADOS MATER CLÍNICA (ULTRASSONOGRAFIA) MELOCLINIC(EUDÉCIOMELO) MONTATTOAMBIENTESPLANEJADOS MÓVEISMILÃO MULTIMAGEMDIAGNÓSTICOS MYHOUSE(MOVÉIS& DECORAÇÕES) MYOFFICE(MOVÉISPARA ESCRITÓRIOS) ONODERA ESTÉTICA PANIFICADORA ELANCHONETEMARISTA PAULETEARMÁRIOS PERFLEX(PERSIANASECORTINAS) PORTOBELLOSHOP SMILECENTER (MULTIPLICADORESDESORRISOS) SOMA MOTORSLANDROVER SOMMA (CENTROAVANÇADOEMDIAGNÓSTICOS) STUDIODEPERSONALTRAINER (DANIELLELELES) TRIBOSACADEMIA VILLARREDOINTERIORES(MÓVEISEPAPÉISDEPAREDE) OUROFITNESSACADEMIA PANIFICADORA MOREIRA ACADEMIA COMPANHIA DOCORPO ACALA (CENTRODETREINAMENTO) MMA - MUAYTHAI - JIUJITSU- BOXE ADDRESSWESTSIDEHOTELRESIDENCE ALMANAQUEPÃODEAÇÚCAR - PÇA TAMANDARÉ ATONBUSISESS BONTEMPO(REFLETEVOCÊ) BSB TELLUSINTELIGÊNCIA IMOBOLIÁRIA CASA VENEZIA (NOVIDADESEMDECORAÇÃO) CLÍNICA PREMIUM CLÍNICA SÃOMARCELO CONTOURS(ACADEMIA PARA MULHERES) DEPILCORP(CUIDADOSCOMOCORPO) EUROWORKINGCONCEPT EXUBÉRANCECABELEIREIROS HOTELPLAZA INN(EXECUTIVEGOIÂNIA) LOPESCONSULTORIA DEIMÓVEIS PANIFICADORA MODERNA PRIMEIROPEDAÇO(BISCOITOSCASEIROS) PROJETOLUZ RM(DECORAÇÕESDEINTERIORES) SÃOMATHEUS(CLÍNICA DEDIAGNÓSTICOPOR IMAGEM) TAMANDARÉPLAZA HOTEL(BESTWESTERN)

TeLeFOne 3251-2240 3093-0046 3621-4560 3281-2070 3945-6744 3259-5063 3253-1789 3285-5559 3946-7319 3275-8115 3274-2200 3216-3900 3252-1720 3291-3156 3233-5134 3941-4434 3941-7536 3941-5822 3941-1109 3942-6004 3946-4444 3212-8686 3290-5294 3290-7997 3269-8081 3565-1999 3434-2502 3241-6697 3245-1322 3092-7625 3541-0056 3242-1109 3541-6693 3096-8109 3241-0895 3241-2460 3251-0887 3225-3783 3093-5658 3241-3636 3238-8000 3642-3614 3238-7800 3281-6484 3541-1010 3093-3990 3545-1717 3545-1110 3091-1700 3251-2279 3091-6611 3922-6996 3922-6996 3639-0102 3093-3678 3241-5228 3251-4747 3089-5656 3945-5190 3267-3232 3092-8787 3642-7459 3642-0100 3281-7979 3432-3849 3932-4646 3087-4075 3645-5828 3257-1000 3092-4114 3954-7587 3215-8150 3933-5200 3215-5569 3215-0401 3224-6699 3093-3559 3274-3070 3642-5590 3225-2026 4005-3188 4011-5200 3215-6975 3215-3366 3945-4455 3215-3485 3224-2002 4012-1314

GOIÂnIa

LOCaL de reTIrada

SETOR PEDROLUDOVICO

CLASSEA MÓVEIS BAMBUÍ ACADEMIA (SINÔNIMODESAÚDE) CASA BONITA (MÓVEISFINOS) CASA DOSOFÁ CLASSICDESIGN(MÓVEISEDECORAÇÕES) ESPAÇOMÓVEIS EVVIVA BERTOLINI (AMBIENTESPERSONALIZADOS) FORTALEZA INTERIORES GARONI MÓVEISEDECORAÇÕES IGOI (INSTITUTOGOIANODEORTODONTIA EIMPLANTES) MÓVEISECIA OBJETODECOR SPORTFIT STYLLUS(MÓVEISEDECORAÇÕES) VIVARI MÓVEISEDECORAÇÕES SOLNASCENTEMARMORARIA THALLYTHA (AMBIENTESPLANEJADOS) ACADEMIA MEGA FORCEFITNESS ATHENAS(MÓVEISEDECORAÇÕES) CASA DOSARMÁRIOS CURVES ELEGANCEDECORAÇÕES LÍDER TELHAS SALÃOHOLLYWOOD PANIFICADORA BIÂNGULO SPORTTOTALACADEMIA THALLYTHA (AMBIENTESPLANEJADOS) ACADEMIA JAÓSUL ACADEMIA MUSCLE& FITNESS ALFAPLEX(CORTINAS/ TOLDOS/ PERSIANAS) CASASGOIANITA DESDE1952 CIA DASPISCINAS CLÍNICA EXCELSIOR CLÍNICA SAÚDE MYNEWMÓVEISPLANEJADOS MATHURE(MÓVEISPLANEJADOS) NEYYORKSQUARE PARADISOMÓVEIS PERSONNALITÉ(ESPAÇOODONTOLÓGICO) REFLEXO(ILUMINAÇÃOEARTE) SEMPREVEICULOS WORLDACADEMIA (A EVOLUÇÃODOBEMESTAR) ZITTI (ESCOLA DENATAÇÃO) DONA PANIFICADORA NOBRECABELEIREIROS ACADEMIA PLANETSPORTFITNESS BUENOPEDRAS(MÁRMORESEGRANITOS) DELLMÓVEIS ELITTI ACADEMIA PANIFICADORA MOREIRA AURORA MÓVEIS PANIFICADORA MOREIRA CICLOSACADEMIA BELEZA MÓVEIS CICALAUTOLOCADORA FIEG(FEDERAÇÃODASINDÚSTRIASDOESTADODEGOIÁS) CADI LABORATÓRIOMÉDICO FITCORPUSACADEMIA MÓVEISELITE ACADEMIA RITMOFORTE AQUÁRIA (AMBIENTESPLANEJADOS) GOIÁS(MUNDODASFECHADURAS) MADEIREIRA TOBIAS MASTERNIL(PISCINASEAQUECIMENTOS)

3281-1042 3242-9227 3281-1395 3249-2158 3541-8417 3249-4414 3278-2643 3281-3131 3541-8721 3241-8757 3541-8887 3954-9433 3255-6900 3941-8366 3541-0577 3942-3002 3945-0743 3287-7200 3932-2876 3287-2067 3247-4297 3247-4763 3942-4386 9627-9431 3287-2597 3256-4465 3095-7227 3093-5023 3218-7384 3241-7981 3941-9181 3092-7615 3941-5658 3941-2381 3920-0400 3281-2001 3642-1750 3218-2599 3241-9144 3242-0864 3607-7999 3622-3648 3281-0453 3945-9683 3945-7535 3210-0700 3210-7561 3210-1408 3210-5170 3210-1096 3931-1140 3931-0488 4101-5753 3219-6855 3607-7777 3219-1720 3249-5430 3661-0455 3249-6835 3258-8415 3280-9599 3258-9397 4006-0046 3290-5003

BLADEFITACADEMIA ACADEMIA ATUAL EXIGÊNCIA MÓVEIS MAISONHAIR CABELEIREIROS IMPACTOACADEMIA PROFITNESS(SAÚDEEBEMESTAR) ATUALMADEIRAS MADEIREIRA GOIANA PANIFICADORA PRIMAVERA ACADEMIA CORPOEMMOVIMENTO TOPMARMORARIA TRIXACADEMIA ACADEMIA MAHATMA ATUALESCADASECRUZETAS LÍDER MÓVEIS O2 SPORTFITNESS PINHEIRÃOMATERIAISDECONSTRUÇÃO ACADEMIA NOBREMUSCULO CENTRALMADEIRAS COMTEBRAS(COMERCIALDETELHASBRASIL INOVAÇÃOMÓVEIS WOODFLEX(AMBIENTESINTELIGENTES)

8488-0638 3097-1519 3097-9851 3097-0191 3097-2799 3277-7108 3548-5001 3549-6000 3549-1595 3518-7491 3575-9503 3575-6312 3280-8976 3548-5001 3280-8271 3280-0639 3280-1529 3587-1054 3587-4175 3582-1000 3587-0296 3258-5123

SETOR SOLNASCENTE SETOR SUDOESTE

SETOR SUL

SETOR VILA BELA SETOR URIASMAGALHÃES

VILA AURORA OESTE VILA MORAES VILA NOVA VILA REDENÇÃO VILA ROSA

TeLeFOne

aP. de GOIÂnIa BAIRROHILDA CIDADEVERA CRUZ JARDIMNOVA ERA JARDIMMONTSERRAT PARQUEPRIMAVERA PARQUEVEIGA JARDIMI SETOR GARAVELO VILA BRASÍLIA

VILA ROSA

43


ministério terra fértil

Comitê de responsabilidade soCial

instituto Cidade

dia naCional da Construção soCial

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4 ApOiO AO cevAm.

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Notícias, informações, lançamentos e muito mais sobre o mercado imobiliário goiano.

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