Page 1


Sumário

Introdução Figura I.1 Figura I.2

Capítulo 1

(pág. 20) (pág. 21)

2 3

Eritrograma: Bases Analíticas Figura 1.1 Figura 1.2 a Figura 1.2 b Figura 1.2 c Figura 1.2 d Figura 1.2 e Figura 1.2 f Figura 1.2 g Figura 1.2 h Figura 1.3 Figura 1.4 Figura 1.5 Figura 1.6 Figura 1.7 Figura 1.8 Figura 1.9 Figura 1.10 Figura 1.11 Figura 1.12 Figura 1.13 Figura 1.14 Figura 1.15 Figura 1.16

(pág. 39) (pág. 51) (pág. 51) (pág. 51) (pág. 52) (pág. 52) (pág. 52) (pág. 53) (pág. 53) (pág. 53) (pág. 53) (pág. 54) (pág. 54) (pág. 54) (pág. 56) (pág. 56) (pág. 77) (pág. 77) (pág. 77) (pág. 79) (pág. 81) (pág. 82) (pág. 82)

5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27


Sumário

Figura 1.17 Figura 1.18 Figura 1.19 Figura 1.20 Figura 1.21 Figura 1.22 Figura 1.23 Figura 1.24a Figura 1.24b Figura 1.25 Figura 1.26 Capítulo 2

40 41

(pág. 102)

43

Contagem de Plaquetas: Bases Analíticas Figura 4.1 Figura 4.2 a Figura 4.2 b

capítulo 5

(pág. 89) (pág. 89)

Leucograma: Bases Analíticas Figura 3.1

Capítulo 4

28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38

Contagem de Reticulócitos Figura 2.1 Figura 2.2

Capítulo 3

(pág. 82) (pág. 83) (pág. 83) (pág. 83) (pág. 84) (pág. 84) (pág. 84) (pág. 85) (pág. 85) (pág. 86) (pág. 86)

(pág. 111) (pág. 111) (pág. 112)

45 46 47

Automação em Hematologia: Contadores Multiparamétricos Figura 5.1

(pág. 117)

49


Sumário

Figura 5.2 Figura 5.3 Figura 5.4 Figura 5.5 Figura 5.6 Figura 5.7 Figura 5.8 Figura 5.9 a Figura 5.9 b Figura 5.10 Figura 5.11 Figura 5.12 Figura 5.13 Figura 5.14 Figura 5.15 Figura 5.16 Figura 5.17 Figura 5.18 Figura 5.19 Figura 5.20 Figura 5.21 Figura 5.22 Figura 5.23 Figura 5.24 Figura 5.25 Figura 5.26 Figura 5.27 Figura 5.28 Figura 5.29

(pág. 118) (pág. 119) (pág. 122) (pág. 123) (pág. 126) (pág. 126) (pág. 128) (pág. 128) (pág. 128) (pág. 129) (pág. 130) (pág. 130) (pág. 130) (pág. 131) (pág. 131) (pág. 131) (pág. 132) (pág. 132) (pág. 136) (pág. 136) (pág. 138) (pág. 139) (pág. 139) (pág. 140) (pág. 141) (pág. 143) (pág. 144) (pág. 144) (pág. 145)

50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78


Sumário

Figura 5.30 Figura 5.31 Figura 5.32 Figura 5.33 Figura 5.34 Figura 5.35 Figura 5.36 Figura 5.37 Figura 5.38 Figura 5.39 Figura 5.40 capítulo 6

(pág. 169) (pág. 170) (pág. 172) (pág. 173)

91 92 93 94

O Eritograma Manual, a Contagem de Eritrócitos e o “Hematocritograma” Figura 8.1 Figura 8.2

capítulo 10

79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89

Controle de Qualidade para Contadores Hematológicos Figura 6.1 Figura 6.2 Figura 6.3 Figura 6.4

capítulo 8

(pág. 145) (pág. 148) (pág. 148) (pág. 150) (pág. 151) (pág. 151) (pág. 152) (pág. 152) (pág. 154) (pág. 154) (pág. 156)

(pág. 211) (pág. 212)

96 97

E sfregaço de Sangue e Colorações Hematológicas: Preparo e Avaliação Figura 10.1 a e b Figura 10.2

(pág. 225) (pág. 225)

99 100


Sumário

Figura 10.3 Figura 10.4 Figura 10.5 capítulo 11

(pág. 276)

107

(pág. 343) (pág. 344 e 345)

109 110

A Contagem de Plaquetas na Clínica Figura 14.1 Figura 14.2 Figura 14.3

Capítulo 15

105

O Leucograma na Clínica Figura 13.1 Figura 13.2

capítulo 14

(pág. 233)

Eritrograma nas Principais Anemias Figura 12.1

capítulo 13

101 102 103

Classificação e diagnóstico das Anemias Figura 11.1

capítulo 12

(pág. 226) (pág. 226) (pág. 229)

(pág. 356) (pág. 357) (pág. 358)

112 113 114

O Hemograma nas Leucemias Agudas Figura 15.1 Figura 15.2 a e b Figura 15.3 a e b Figura 15.4 a e b Figura 15.5 a e b Figura 15.6 a e b

(pág. 366) (pág. 367) (pág. 367) (pág. 367) (pág. 368) (pág. 368)

116 117 118 119 120 121


Sumário

Figura 15.7 Figura 15.8 Figura 15.9 Figura 15.10 Figura 15.11 Figura 15.12 Figura 15.13 Figura 15.14 a e b Figura 15.15 a e b Figura 15.16 Figura 15.17 Figura 15.18 Figura 15.19 Figura 15.20 Figura 15.21 Figura 15.22 Figura 15.23 Figura 15.24 Figura 15.25 Figura 15.26 Figura 15.27 Figura 15.28 Figura 15.29 Figura 15.30 Figura 15.31 Figura 15.32 Figura 15.33 Figura 15.34 Figura 15.35

(pág. 368) (pág. 368) (pág. 369) (pág. 369) (pág. 371) (pág. 371) (pág. 371) (pág. 371) (pág. 371) (pág. 377) (pág. 377) (pág. 389) (pág. 389) (pág. 389) (pág. 390) (pág. 390) (pág. 391) (pág. 391) (pág. 392) (pág. 392) (pág. 393) (pág. 393) (pág. 393) (pág. 394) (pág. 394) (pág. 395) (pág. 395) (pág. 396) (pág. 396)

122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150


Sumário

Figura 15.36 Figura 15.37 Figura 15.38 Figura 15.39 Figura 15.40 Figura 15.41 Figura 15.42 Figura 15.43 Figura 15.44 Figura 15.45 Figura 15.46 Figura 15.47 Figura 15.48 Figura 15.49 Figura 15.50 Figura 15.51 Figura 15.52 Figura 15.53 Figura 15.54 capítulo 16

(pág. 397) (pág. 397) (pág. 398) (pág. 398) (pág. 399) (pág. 399) (pág. 400) (pág. 400) (pág. 401) (pág. 401) (pág. 402) (pág. 402) (pág. 403) (pág. 403) (pág. 404) (pág. 404) (pág. 405) (pág. 405) (pág. 406)

151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169

O Hemograma nas Mieloproliferações Crônicas, Mielodisplasias, Processos Reacionais Mielóides e Doenças Associadas a Alterações Morfológicas nos Leucócitos Figura 16.1 Figura 16.2 Figura 16.3 Figura 16.4 Figura 16.5 Figura 16.6

(pág. 412) (pág. 412) (pág. 413) (pág. 413) (pág. 414) (pág. 414)

171 172 173 174 175 176


Sumário

Figura 16.7 Figura 16.8 Figura 16.9 e 16.10 Figura 16.11 Figura 16.12 Figura 16.13 Figura 16.14 Figura 16.15 Figura 16.16 Figura 16.17 Figura 16.18 Figura 16.19 Figura 16.20 Figura 16.21 Figura 16.22 Figura 16.23 Figura 16.24 Figura 16.25 Figura 16.26 Figura 16.27 Figura 16.28 Figura 16.29 Figura 16.30 a e b Figura 16.31 Figura 16.32 Figura 16.33 Figura 16.34 Figura 16.35 a e b Figura 16.36

(pág. 414) (pág. 415) (pág. 415) (pág. 415) (pág. 416) (pág. 416) (pág. 421) (pág. 421) (pág. 421) (pág. 432) (pág. 432) (pág. 433) (pág. 433) (pág. 433) (pág. 433) (pág. 438) (pág. 439) (pág. 439) (pág. 443) (pág. 443) (pág. 443) (pág. 443) (pág. 444) (pág. 446) (pág. 446) (pág. 446) (pág. 446) (pág. 447) (pág. 447)

177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205


Sumário

Figura 16.37 Figura 16.38 Figura 16.39 Figura 16.40 Capítulo 17

(pág. 447) (pág. 448) (pág. 448) (pág. 448)

206 207 208 209

O Hemograma nas Linfoproliferações Crônicas e nos Processos Reacionais Linfóides Figura 17.1 a Figura 17.1 b Figura 17.1 c Figura 17.1 d Figura 17.1 e Figura 17.1 f Figura 17.1 g Figura 17.2 a Figura 17.2 b e c Figura 17.2 d e e Figura 17.2 f Figura 17.3 Figura 17.4 a Figura 17.4 b Figura 17.4 c Figura 17.5 a Figura 17.5 b Figura 17.6 a Figura 17.6 b Figura 17.7 Figura 17.8 a

(pág. 455) (pág. 455) (pág. 456) (pág. 457) (pág. 457) (pág. 457) (pág. 457) (pág. 458) (pág. 458) (pág. 458) (pág. 459) (pág. 460) (pág. 461) (pág. 461) (pág. 461) (pág. 462) (pág. 462) (pág. 462) (pág. 463) (pág. 464) (pág. 465)

211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231


Sumário

Figura 17.8 b e c Figura 17.8 d Figura 17.9 a Figura 17.9 b Figura 17.10 Figura 17.11 a e b Figura 17.11 c Figura 17.12 a Figura 17.12 b Figura 17.12 c Figura 17.13 a Figura 17.13 b Figura 17.13 c e d Figura 17.14 a Figura 17.14 b Figura 17.14 c Figura 17.15 a Figura 17.15 b Figura 17.15 c e d Figura 17.15 e e f Figura 17.16 a Figura 17.16 b Figura 17.16 c Figura 17.16 d Figura 17.16 e e f Figura 17.17 a, b e c Figura 17.17 d e e Figura 17.17 f

(pág. 465) (pág. 465) (pág. 467) (pág. 467) (pág. 468) (pág. 469) (pág. 469) (pág. 471) (pág. 471) (pág. 472) (pág. 472) (pág. 473) (pág. 473) (pág. 474) (pág. 474) (pág. 475) (pág. 476) (pág. 476) (pág. 477) (pág. 477) (pág. 479) (pág. 479) (pág. 480) (pág. 480) (pág. 480) (pág. 482) (pág. 483) (pág. 484)

232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259


Introdução


2

Introdução

CFu-GEMM (unidade formadora de colônias granulocítica/eritróide/megacariocítica/monocítica); BFu-E (unidade formadora de explosão (burst) eritróide); CFu-E (CFu eritróide); CFu-GM (CFu granulocíticas/monocíticas); CFu-G (CFu granulocítica); CFu-M (CFu monocítica); CFu-Eo (CFu eosinofílica); CFu-baso (CFu basofílica); BFu-Meg (BFu de megacariócitos); CFu-Meg (CFu megacariocítica); BFu-E/Meg (unidade formadora de colônias eritróide/megacariocítica);* CFu-GMEo (unidade formadora de colônias grânulo/mono/eosinofílicas). Célula pró-t (pró-timo); cél. pré-t (pré-timo); célula intratímica; célula pós-tímica; cél. pró-B; cél. pré-pré-B; cél. pré-B; célula Mature B. SCF (fator da stem cell); Il (interleucina); GM-CSF (fator estimulador de colônias granulomonocíticas); G-CSF (fator estimulador de colônias granulocíticas); M-CSF (fator estimulador de colônias monocíticas); Epo (eritropoietina); tpo (trombopoietina); tnF (fator de necrose tumoral).

Figura I.1   (pág. 20) Modelo simplificado da hematopoiese.


3

Introdução

aul: leucemia indiferenciada aguda; Bal: leucemia bifenotípica aguda; lMC: leucemia mielóide crônica; pV: policitemia vera; MF: mielofi brose; tE: trombocitemia essencial; Hpn: hemoglobinúria paroxística noturna; aa: anemia aplástica; SMd: síndromes mielodisplásicas; lMa: leucemia mielóide aguda; apSV: aplasia pura de série vermelha; l.Eos (leucemia eosinofílica); l.baso (leucemia de basófilos); lla: leucemias linfóides agudas; llC: leucemias linfóides crônicas primárias (llC típica, llC atípica, l. células cabeludas, l. pró-linfocítica etc.); lnHs: linfomas não-Hodgkin leucemizados (folicular, células manto, linfoplasmocítico, Sézary etc.); MM: mieloma múltiplo.

Figura I.2   (pág. 21) A hematopoiese nas doenças hematológicas clonais: em destaque as células nas quais se originam as diferentes neoplasias, pré-neoplasias e aplasias. Em asterisco (* ou #) as doenças em que a célula de origem mantém sua acidade total (* ou #) ou parcial (**) de amadurecimento para linhagem mielóide (ou linfóide#), mesmo que displásica (***).


CapĂ­tulo 1

Eritrograma: Bases AnalĂ­ticas


5

Figura 1.1   (pág. 39) Principais grupos morfológicos de anemias definidos por Wintrobe.

Capítulo 1


6

Capítulo 1

60fL

120fL

Figura 1.2 a   (pág. 51) Histograma para o volume eritrocitário (RBC Volume = volume eritrocitário; VCM = média; RDW = coeficiente de variação), com dois picos, demonstrando dupla população eritróide (uma normocítica outra microcítica). VCM = 70,8fL, sem valor estatístico, pois não traduz a dupla população. Criança com cardiopatia congênita, 10 meses de idade, que apresentava anemia ferropriva e que recebeu transfusão durante cirurgia cardíaca.


7

Capítulo 1

28g/dL

41g/dL

Figura 1.2 b   (pág. 51) Histograma para a concentração de hemoglobina intra-eritrocitária (RBC HC = concentração de hemoglobina intra-eritrocitária; CHCM = média; HDW = desvio-padrão) com dois picos, demonstrando dupla população eritróide (uma normocrômica outra hipocrômica). CHCM laser = 32,8g/dL, sem valor estatístico, pois não traduz a dupla população. Mesmo paciente da figura 1.2a


8

Capítulo 1

Figura 1.2 c   (pág. 51) Histograma para o conteúdo (em peso) de hemoglobina intra-eritrocitária (RBC CH = Conteúdo em peso de hemoglobina intra-eritrocitária; HCM = média; CHDW = desvio padrão) com dois picos, demonstrando dupla população eritróide (uma com peso médio de hemoglobina normal e outra, baixo). HCM laser = 23,1pg, sem valor estatístico, pois não traduz a dupla população. Mesmo paciente da figura 1.2a.


9

Capítulo 1

120fL

60fL

28g/dL

41g/dL

Figura 1.2 d   (pág. 52) Citograma eritrocitário do volume (V) versus concentração intracelular de hemoglobina (HC), a partir do qual foram gerados os histogramas para RBC volume (VCM), RBC HC (CHCM) e RBC CH (HCM) do paciente da figura 1.2a. Podem-se notar as populações normocítica normocrômica e microcítica hipocrômica.


10

Capítulo 1

60fL

120fL

Figura 1.2 e   (pág. 52) Histograma para o volume eritrocitário (RBC Volume = volume eritrocitário; VCM = média; RDW = coeficiente de variação), com dois picos, demonstrando dupla população eritróide (uma normocítica outra macrocítica). VCM = 108,6 fL, sem valor estatístico, pois não traduz a dupla população. Paciente adulto do sexo masculino com leucemia mielóide crônica que faz tratamento com hidroxiuréia (que gerou a população macrocítica) e que recebeu transfusão de sangue (que gerou a população normocítica).


11

Capítulo 1

28g/dL

41g/dL

Figura 1.2 f   (pág. 52) Histograma para a concentração de hemoglobina intra-eritrocitária (RBC HC = concentração de hemoglobina intra-eritrocitária; CHCM = média; HDW = desvio-padrão) com um pico, demonstrando população eritróide única (normocrômica). A CHCM laser = 34,5g/dL está correta e revela que tanto a população de eritrócitos de grande tamanho quanto a de tamanho normal (Figura 1.2e) são normocrômicas. Mesmo paciente da figura 1.2e.


12

Capítulo 1

Figura 1.2 g   (pág. 53)

Histograma para o conteúdo (em peso) de hemoglobina intra-eritrocitária (RBC CH = conteúdo em peso de hemoglobina intra-eritrocitária; HCM = média; CHDW = desvio-padrão) com dois picos, demonstrando dupla população eritróide (um com peso médio de hemoglobina normal e outra, baixo). HCM laser = 38,1pg, sem valor estatístico, pois não traduz a dupla população. Mesmo paciente da figura 1.2e. Apesar do paciente ter apresentado CHCM com histograma com um pico, a HCM apresentou dois picos em função do VCM (histograma com dois picos). Isso revela que a HCM sofre influência tanto do VCM quanto da CHCM. Ou seja, VCM alterado com CHCM normal = HCM alterada.


13

Capítulo 1

120fL

60fL

28g/dL

41g/dL

Figura 1.2 h   (pág. 53) Citograma eritrocitário do volume (V) versus concentração intracelular de hemoglobina (HC), a partir do qual foram gerados os histogramas para RBC volume (VCM), RBC HC (CHCM) e RBC CH (HCM) do paciente da figura 1.2e. Podem-se notar as populações macrocítica e normocítica, ambas normocrômicas.


14

Capítulo 1

RBC:

L

2,25

×106 cells/mm3

HGB:

L

8,3

g/dL

HCT:

L

25,1

%

MCV:

H

111,4

fL

MCH:

H

37,0

pg

MCHC:

33,2

g/dL

CHCM:

32,8

d/dL

CH

H

36,3

pg

CHDW:

H

5,67

pg

RDW:

H

17,4

%

2,93

g/dL

HDW: Figura 1.3   (pág. 53)

Eritrograma automatizado Advia-120® (Bayer). RBC = eritrócitos; HGB = hemoglobina; HCT = hematócrito; MCV = VCM; MCH = HCM indireta; MCHC = CHCM indireta; CHCM = CHCM laser; CH = HCM laser; CHDW = desvio-padrão da HCM laser; RDW = coeficiente de variação do VCM; HDW = desvio-padrão da CHCM laser.L = diminuído; H = aumentado.


15

Capítulo 1

Morphology Flags MICRO: MACRO: HYPO:

+++ +

 HYPER:   ANISO:

+

HC VAR: Figura 1.4   (pág. 53) Eritrograma automatizado Advia-120 (Bayer). Alarmes para morfologia eritrocitária. Micro = micrócitos (de acordo com a porcentagem de micrócitos); Macro = macrócitos (de acordo com a porcentagem de macrócitos); Hypo = hipocromia (de acordo com a porcentagem de células hipodensas de hemoglobina); Hyper = hipercromia (de acordo com a porcentagem de células hiperdensas de hemoglobina); aniso = anisocitose (de acordo com o RDW); HC VAR = anisocromia (de acordo com o HDW).


16

Capítulo 1

VCM = 111,4fL

RDW ¨ 17,4% Æ 60fL

120fL

Figura 1.5   (pág. 54) Histograma para o volume eritrocitário (VCM = média; RDW = coeficiente de variação).


17

Capítulo 1

CHCM laser = 32,8 g/dL

HDW ¨ 2,9g/dL Æ

28 g/dL

41 g/dL

Figura 1.6   (pág. 54) Histograma para a concentração de hemoglobina intra-eritrocitária (CHCM = média; HDW = desvio-padrão).


18

Capítulo 1

HCM laser = 36,3pg

CHDW ¨ 5,67 pg Æ 30pg Figura 1.7   (pág. 54) Histograma para o conteúdo (em peso) de hemoglobina intra-eritrocitária (HCM = média; CHDW = desvio-padrão).


19

Capítulo 1

a2

a3

a1 120fL b3

b2 b1

60 fL

c2

c1 28g/dL

c3 41g/dL

Figura 1.8   (pág. 56) Citograma eritrocitário do volume (V) versus concentração intracelular de hemoglobina (HC).


20

Capítulo 1

RBC Matrix HC < 28  HC = 28 – 41  HC > 41     V > 120 798

3,5

%

V = 60 – 120 578

0

25,6

0,0

%

15666

32

%

68,0

0,1

56

2

%

0,2

0,0

2,5 V < 60 5 0,0

5893

%

%

%

%

%

Figura 1.9   (pág. 56) Matriz que quantifica o percentual (%) de eritrócitos em cada um dos quadrantes do citograma do volume (V) versus concentração de hemoglobina (HC) eritrocitária.


21

Figura 1.10   (pág. 77) Adulto feminino. Anemia ferropriva, por sangramento crônico (mioma). Resultado comentado: anemia microcítico-hipocrômica. Microcitose 4+ (VCM = 49,7fL). Anisocitose 3+ (RDW = 19,8%). Hipocromia 4+ (CHCM = 24,6g/dL; HDW = elevado).

Capítulo 1


22

Capítulo 1

Figura 1.11   (pág. 77) Adulto masculino portador de Hb Lepore. Resultado comentado: anemia microcítica. Microcitose 3+ (VCM = 64,7fL). Anisocitose 1+ (RDW = 14,9%). Hipocromia ausente (CHCM = 33,7g/dL e anisocromia ausente, HDW = normal; independente da HCM de 21,8pg).


23

Figura 1.12 (pág. 77) Idoso masculino com anemia perniciosa. Resultado comentado: anemia macrocítica. Macrocitose 4+ (macroovalócitos; VCM = 127,7 fL). Anisocitose 4+ (RDW = 22,1%). Hipocromia e hipercromia ausentes (CHCM = 34,3g/dL. HDW = normal).

Capítulo 1


24

Capítulo 1

Figura 1.13   (pág. 79)

Adulto feminino, portador de anemia hemolítica auto-imune. Resultado comentado: anemia normocítica com macrócitos e micrócitos (VCM = 91,5fL) e hipercrômica (CHCM elevada). Macrocitos 2+ (por conta dos macrócitos policromáticos). Micrócitos 2+ (por conta de parte dos esferócitos). Anisocitose 4+ (RDW = 24,4%). Policromasia 2+ (~10,0% de células policromáticas – setas). Hipercromia 3+ (devido aos esferócitos; CHCM = 38,4g/dL e HDW muito elevado). Anisocromia 4+ (por conta da hiper e policromasia; HDW = 7,1g/dL).


25

Figura 1.14   (pág. 81) Esferócitos e macrócitos policromáticos.

Capítulo 1


26

Figura 1.15   (pág. 82)

Eliptócitos

Capítulo 1


27

A

B

Figura 1.16   (pág. 82) Dacriócitos (a e b).

Capítulo 1


28

Figura 1.17   (pág. 82) Fragmentos de eritrócitos, macrócitos e anisocitose.

Capítulo 1


29

Figura 1.18   (pág. 83) Células em alvo.

Capítulo 1


30

Figura 1.19   (pág. 83) Acantócitos (setas).

Capítulo 1


31

Figura 1.20   (pág. 83) Equinócitos (setas) e eritroblasto ortocromático.

Capítulo 1


32

Figura 1.21   (pág. 84) Drepanócitos.

Capítulo 1


33

Figura 1.22   (pág. 84) Estomatócitos.

Capítulo 1


34

Figura 1.23   (pág. 84) Roleuax.

Capítulo 1


35

Figura 1.24a   (pág. 85) Aglutinação de eritrócitos

Capítulo 1


36

Capítulo 1

Figura 1.24b   (pág. 85) Histograma demonstrando a aglutinação de eritrócitos (seta). Coulter STKS®.


37

Figura 1.25   (pág. 86) Corpúsculos de Howell-Jolly (setas).

Capítulo 1


38

Figura 1.26   (pág. 86) Pontilhado basófilo (seta).

Capítulo 1


Cap铆tulo 2

Contagem de Reticul贸citos


40

Figura 2.1   (pág. 89) Coloração de azul cresil sem sobrecoloração.

Capítulo 2


41

Figura 2.2   (pág. 89) Coloração de azul cresil após sobrecoloração com o Leishman.

Capítulo 2


Capítulo 3

Leucograma: Bases Analíticas


43

Capítulo 3

Figura 3.1   (pág. 102) Local ideal para estimativa global de leucócitos em lâmina (aumento 400 ×).


Capítulo 4

Contagem de Plaquetas: Bases Analíticas


45

Capítulo 4

Figura 4.1   (pág. 111) Local ideal para estimativa de plaquetas em esfregaço de sangue de indivíduo não-anêmico (notar o maior número de eritrócitos por campo em relação às Figuras 4.2a e 4.2b). São observadas neste campo, em aumento de 1000×, 15 plaquetas.


46

Capítulo 4

Figura 4.2 a   (pág. 111) Local ideal para estimativa de plaquetas em esfregaço de sangue de paciente anêmico (linfoproliferação crônica). Número de eritrócitos por campo bem menor do que o da 4.1. São observadas nesse campo, em aumento de 1000×, sete plaquetas.


47

Capítulo 4

Figura 4.2 b   (pág. 112) Local ideal para estimativa de plaquetas em esfregaço de sangue de paciente anêmico (anemia megaloblástica). Número de eritrócitos por campo bem menor do que o da Figura 4.1. Não é observada nenhuma plaqueta no campo (aumento de 1000×).


Capítulo 5

Automação em Hematologia: Contadores Multiparamétricos


49

Capítulo 5

Vácuo Corrente

Eletrodo interno

Eletrodo externo

Células sanguíneas em suspensão Abertura

Figura 5.1   (pág. 117) Princípio Coulter de contagem.

Tubo de abertura


50

Capítulo 5

Diferenciação celular pelo volume: princípio Coulter Pulso gerado por uma célula grande

c

Pulso gerado por uma célula pequena

b a

Figura 5.2   (pág. 118) Um pulso elétrico é igual a uma célula, com um determinado volume. a = ruído elétrico, b = discriminador inferior, c = discriminador de separação entre células grandes e pequenas.


51

Capítulo 5

Histograma para volume: curva de distribuição dos volumes dos eritrócitos eixo Y (frequência)

A

Média (VCM)

eixo Y (frequência)

A

variação (RDW) eixo X     60   70   80   90  100  110  120 vol (fL)

eixo X     60   70   80   90  100  110  120 vol (fL)

Figura 5.3   (pág. 119) A) Forma primária de histograma; B) forma apropriada de histograma (linha vermelha). VCM (volume corpuscular médio); fL (fentolitros); RDW (variação percentual dos volumes dos eritrócitos).


52

Capítulo 5

Sistema de Arraste Contínuo: Coulter

Célula

Despejo

Célula

Zona de contagem

Efeito de turbilhonamento

Zona de contagem Sem arraste continuo

Com arrasto contínuo

Figura 5.4   (pág. 122) Um pulso elétrico é igual a uma célula, com um determinado volume. a = ruído elétrico, b = discriminador inferior, c = discriminador de separação entre células grandes e pequenas.


53

Capítulo 5

Figura 5.5   (pág. 123) O princípio VCS utilizado pela Beckman Coulter avalia simultaneamente o volume, a condutividade e o scater (dispersão) de luz da célula. O volume celular é determinado pelo clássico princípio Coulter (impedância em corrente direta). A condutividade celular é determinada por corrente alternada (radiofreqüência), que penetra no interior celular através de sua bicamada lipídica e emite sinais elétricos compatíveis com sua composição interna (incluindo composição química e volume nuclear). O scater de luz da Beckman Coulter é a medida óptica de um feixe de luz laser que, ao incidir sobre a célula, dispersa luz a médios ângulos (MALS), e representa a granularidade celular. A) Volume (V); B) condutividade (C); C) scater (S); D) princípio VCS associando volume, condutividade e scater.


54

Capítulo 5

RDW-SD RDW-CV=1SD x 100       MCV

Figura 5.6   (pág. 126) A Sysmex usa duas diferentes formas de calcular o RDW: RDW-SD, com base no desvio-padrão (SD); RDW-CV, com base no coeficiente de variação (CV).


Capítulo 5

Pulse height

Pulse height

55

Volume dos RBCs da amostra HCT = ×100(%)       Volume analisado da amostra

Figura 5.7   (pág. 126) Pela tecnologia Sysmex, o hematócrito é determinado diretamente (não por microcentrifugação), mas pela soma da medida de todos os volumes dos eritrócitos contados (por detecção dos pulsos em corrente direta - DC) como parte do volume analisado da amostra, que corresponde a 100%. RBCs = eritrócitos.


56

Figura 5.8   (pág. 128) Sistema de foco hidrodinâmico Sysmex: XT-2000i, XE:2100.

Capítulo 5


57

Capítulo 5

Detecção celular por pulso elétrico (DC): Sysmex

Figura 5.9 a   (pág. 128) A corrente direta (CD) ao ser interceptada por uma célula produz um pulso elétrico de baixa freqüência, utilizado para detecção do volume celular. Princípio Coulter tradicional.


58

Capítulo 5

Detecção celular por radiofreqüência (RF): Sysmex

Figura 5.9 b   (pág. 128) A radiofrequência (RF) produz corrente alternada em alta freqüência para obter uma medida da densidade celular total. Similar ao utilizado pela Coulter.


59

Capítulo 5

Sistema óptico Laser semicondutor ( l = 633 nm)

Fotomultiplicador (luz fluorescente)

Espelho dicróico

Fotodiodo (luz dispersa lateral)

Célula fluxo Fotodiodo (luz dispersa frontal)

Figura 5.10   (pág. 129) Sistema óptico Sysmex: XT-2000i, XE-2100.


60

Capítulo 5

Citometria de Fluxo Dispersão de Luz

Citometria de Fluxo Fluorescência Laser Flow Citometry

High Angle Forward Scatterd Light (8 ~ 20”)

Side Fluorescense Light

Low Angle Forward Scatterd Light (1 ~ 6) Laser Beam (l = 633nm)

Figura 5.11   (pág. 130) Sistema Sysmex para contagem diferencial de leucócitos.

Side Scattered Light

Forward Scattered Light


61

Capítulo 5

Citograma do Canal DIFF Sysmex, XT-2000i, XE:2100

Figura 5.12   (pág. 130) A = eixo X, dispersão óptica lateral (complexidade interna das células). B = eixo Y, fluorescência. Róseo (1) = linfócitos; verde (2) = monócitos; azul claro (3) = neutrófilos; vermelho (4) = eosinófilos; azul escuro (5) = Debrís.


62

Capítulo 5

Canal WBC/BASO Sysmex: XT-2000i, XE:2100

Figura 5.13   (pág. 130) Sistema Sysmex para contagem de basófilos.


63

Capítulo 5

Citograma do canal DIFF: Alarmes para DIFF ou NRBC, Sysmex, XT-2000i, XE:2100

Figura 5.14   (pág. 131) A = eixo X, dispersão óptica lateral (complexidade interna das células). B = eixo Y, fluorescência. Amostra alterada.


64

Capítulo 5

Citograma para NRBC (eritroblastos): Sysmex, XE-2100

Figura 5.15   (pág. 131) Citograma para NRBC (eritroblastos): fluorescência, eixo X, versus tamanho (forward scatter), eixo Y.


65

Capítulo 5

Citograma do canal DIFF: Alarmes para DIFF ou NRBC, Sysmex, XT-2000i, XE:2100

Figura 5.16   (pág. 131) Citograma para RETIC (reticulócitos): fluorescência lateral, eixo X, versus dispersão frontal de luz, eixo Y. RBC = eritrócitos, LFR (fração reticulocitária de baixa fluorescência), MFR (fração reticulocitária de média fluorescência); HFR (fração reticulocitária de alta fluorescência). IRF : fração de reticulócitos imaturos = MFR+ HFR. PLT-O = dispersão óptica das plaquetas; RBC = eritrócitos maduros.


66

Capítulo 5

Citograma para RETIC: Sysmex, XT-2000i e XE-2100

Figura 5.17   (pág. 132) Citograma para RETIC (reticulócitos): fluorescência lateral, eixo X, versus dispersão frontal de luz, eixo Y. RBC = eritrócitos, LFR (fração reticulocitária de baixa fluorescência), MFR (fração reticulocitária de média fluorescência); HFR (fração reticulocitária de alta fluorescência). IRF : fração de reticulócitos imaturos = MFR+ HFR.


67

Capítulo 5

Contagem de plaquetas por fluorescência óptica: Sysmex XT-2000i, XE:2100

Figura 5.18   (pág. 132) Sistema Sysmex para contagem ópticas de plaquetas.


68

Capítulo 5

Resultado do leucograma: Cell-Dyn Sapphire - Abbott

Figura 5.19   (pág. 136) No modelo de resultado A, são liberados apenas os dados da diferencial em cinco partes com as respectivas suspeitas de alterações. No modelo de resultado B (tela de trabalho), são liberadas as estimativas para bastonetes, granulócitos imaturos (como subtipos de neutrófilos). O número de blastos suspeitos é estimado junto aos monócitos em A e como um subtipo específico em B. O número de linfócitos atípicos é estimado junto aos linfócitos normais em A e separados como atípicos em B.


69

Capítulo 5

Resultado do Eritrograma e contagem de plaquetas no Sistema Cell-Dyn Sapphire-Abbott.

Figura 5.20   (pág. 136) No modelo de resultado A, não se incluem a contagem de plaquetas por impedância (PLTi), o plaquetócrito (PCT), o PDW, nem os resultados para contagem de plaquetas por CD61 (CD61, PLTs e PLTI). Esses dados são incluídos apenas no modelo de resultado B (tela de trabalho). RETC = reticulócitos IRF = fração reticulócitos imaturos; NRBC = eritroblastos.


70

Capítulo 5

Filtro de luz 900 despolarizada Módulo de expansão do feixe de luz

Separador do feixe de luz

Espelho posterior

FL2 PMT2 Filtro laranja fenda

FL1 filtro verde

Fonte de luz laser

PMT1

Lente de luz polarizada fenda Separador de feixe de luz

PMT3 FL3 filtro vermelho

Lentes condensadoras

Fotodetector externo para dispersão a 7o Sistema detector (visão frontal)

Lentes de foco Espelho frontal

Lente scater frontal

Lentes cilíndricas Célula de fluxo

Fotodetector interno para “ dispersão” a 0o Detector de luz frontal

Ajuste final do feixe de luz

Figura 5.21   (pág. 138) Sistema de dispersão óptica/fluorescência utilizado pelo Cell-Dyn Sapphire.


71

Feixe de luz laser

Capítulo 5

o 0 Célula de Sistema para detecção a 90 D-FL1, 90 -FL2 e FL3 Fluxo contínuo de células fluxo óptico

Sistema fotodetector para dispersão a 0o e a 7o Lente de detecção frontal Sistema triplo para fluxo da amostra diluída (WBC ou RBC/PLT ou RET

WBC RBC/PLT RET Visão frontal Visão lateral

Figura 5.22   (pág. 139) Detalhe do sistema de diluição e fluxo celular do Cell-Dyn Sapphire.


72

Capítulo 5

(Granularidade) 

900D  900 (Lobularidade)

(Complexidade) 70 Feixe de laser

0o (Tamanho) 70

Figura 5.23   (pág. 139) Detalhe do sistema MAPSS de Detecção Abbott.


73

Figura 5.24   (pág. 140) Histograma para volume dos eritrócitos e citogramas para plaquetas, leucócitos e eritroblastos, Cell-Dyn Sapphire-Abbott.

Capítulo 5


74

Figura 5.25   (pág. 141) Citogramas para leucócitos Cell-Dyn Saphire-Abbott.

Capítulo 5


75

Capítulo 5

Sistema DHSS: ABX

Impedância (Volume celular)

Absorbância (Conteúdo celular)

Figura 5.26   (pág. 143) Sistema sequencial hidrodinâmico duplo (DHSS) que permite medir o volume e o conteúdo celular em um único ciclo.


76

Capítulo 5

Sistema Dupla Matriz: ABX

Precursores granulocíticos Precursores monocíticos Eosinófilos monócitos Neutrófilos maduros

Linfócitos

Precursores linfóides

Figura 5.27   (pág. 144) Sistema de detecção de células imaturas, Pentra DX-120, Sistema Horiba-ABX.


77

Capítulo 5

Tecnologia ABX: Pentra DX 120

Figura 5.28   (pág. 144) Métodos de análise utilizados pela ABX: (1) = laser de Argon; (2) = fotomultiplicador; (3) = citômetro de fluxo; (4) = impedanciometria; (5) = medição óptica.


78

Capítulo 5

Análise de Eritroblastos: ABX

Leucócitos

Eritroblastos

Figura 5.29   (pág. 145) Sistema ABX de detecção de eritroblastos.


79

Capítulo 5

Análise de reticulócitos: ABX

Alta fluorescência

Média fluorescência

Baixa fluorescência População de reticulócitos

População de eritrócitos

Figura 5.30   (pág. 145) Sistema ABX para contagem de reticulócitos.


80

Figura 5.31   (pág. 148) Transformação isovolumétrica: Technicon/Bayer.

Capítulo 5


81

Capítulo 5

Altos ângulos (fotodetector)

Canal Erit/plaq

Célula esférica Laser

Baixos ângulos (fotodetector)

(Volume) eritróc./plaquetas

Figura 5.32   (pág. 148) Princípio óptico (dispersão laser): H1 Technicon.


82

Capítulo 5

Sistema óptico para luz branca: Advia-120, Bayer

A Luz branca B Abertura em fenda C Abertura circular

D Fluxo da amostra E Filtro F Separador feixe luz

G Sistema detector de absorção luz H Bloqueador. escuro seletivo de luz I Sistema detector de dispersão luz

Figura 5.33   (pág. 150) Sistema óptico utilizado no canal PEROX, para contagem global (contagem alternativa) e diferencial de leucócitos em NEUT, EOS, MONO, LINFO+BASO e LUC.


83

Capítulo 5

Sistema óptico para luz laser: Advia-120, Bayer

A Suporte de luz laser

D Lentes de scater de luz

G Bloqueador escuro selet. de luz

B Luz laser de neon e hélio

E Separador do feixe de luz

H Detector para baixos ângulos

C Fluxo da amostra

F Detector de absorção luz

I Detector para altos ângulos

Figura 5.34   (pág. 151) Sistema óptico utilizado no canal RBC/PLT, para contagem, volumetria e determinação da concentração de Hb dos eritrócitos (e reticulócitos) e refração das plaquetas, e no canal baso/lobularidade, para contagem global de leucócitos, diferencial de basófilos e determinação da lobularidade celular.


84

Capítulo 5

Citograma de dispersão para RBC: Advia-120, Bayer

Figura 5.35   (pág. 151) Citograma de dispersão dos eritrócitos em função do volume (30 até 180fL) e concentração de hemoglobina - HC (20 até 47g/dL), segundo a teoria de Mie para dispersão de esferas homogêneas. A = eixo X, dispersão de luz a altos ângulos (50 a 150) e baixos ganhos, correspondendo à concentração interna de hemoglobina nos eritrócitos (HC); B = eixo Y, dispersão de luz a baixos ângulos (20 a 30) e altos ganhos, correspondendo ao volume dos eritrócitos (v) em fentollitros (fL).


85

Capítulo 5

Citograma RBC Volume / Concentração hemoglobina: Advia-120, Bayer

Figura 5.36   (pág. 152) Citograma volume/concentração de hemoglobina II (V/HC) dos eritrócitos. Visão linear do citograma (mapa de Mie) de dispersão para RBC. A = eixo X, concentração interna de hemoglobina nos eritrócitos (HC - g/dL); B = eixo Y, volume dos eritrócitos (V - fL). (1) = limite de 60fL; (2) = limite de 120fL; (3) = limite de 28g/dL; (4) = limite de 41g/dL. (a) eritrócitos macro/hipo; (b) eritrócitos macro/normo; (c) eritrócitos macro/hiper; (d) eritrócitos normo/hipo; (e) eritrócitos normo/normo; (f) eritrócitos normo/hiper; (g) eritrócitos micro/hipo; (h) eritrócitos micro/normo; (i) eritrócitos micro/hiper.


86

Capítulo 5

Citograma PLT: Advia-120, Bayer

Figura 5.37   (pág. 152) A = eixo X, dispersão de luz a altos ângulos (50 a 150) e baixos ganhos, correspondendo ao índice de refração celular (n); B = eixo Y, dispersão de luz a baixos ângulos (20 a 30) e altos ganhos, correspondendo ao volume celular (v). (1) = plaquetas; (2) = plaquetas gigantes; (3) = eritrócitos; (4) = fragmentos de eritrócitos; (5) = debrís; e (6) = eritrócios fantasmas.


87

Capítulo 5

Citograma BASO: Advia-120, Bayer

Figura 5.38   (pág. 154) (1) = ruídos; (2) = núcleo de blastos; (3) = núcleo de mononucleares (linfócitos e monócitos); (4) = basófilos íntegros; (5) = baso suspeitos; (6) = área de saturação; (7) = núcleo dos polimorfonucleares (seg neutrófilos maduros - mais à direita, e seg neutrófilos abastonados e eosinófilos - mais à esquerda). Localização de células anormais no citograma Baso: blastos = em 2; linfócitos atípicos = em 3; granulócitos imaturos (meta, mielo e promielócitos) = na linha de separação entre 3 e 7 ou tendendo à região 3; eritroblastos = na região mais à direita de 7.


88

Capítulo 5

Citograma PEROX: Advia-120, Bayer

Figura 5.39   (pág. 154) Róseo (1) = neutrófilos; amarelo (2) = eosinófilos; verde (3) = monócitos; azul (4) = linfócitos e basófilos; azul esverdeado (5) = LUC (células grandes malcoradas), blastos, linfócitos atípicos, plasmócitos ou linfócitos grandes normais; (6) = restos celulares; (7) = eritroblastos; 8 = agregados plaquetários ou eritroblastos.


89

Capítulo 5

Citograma absorção e dispersão RETIC: Advia-120, Bayer

Figura 5.40   (pág. 156) A = eritrócitos maduros (RBC); B = reticulócitos de baixa absorção de luz; C = reticulócitos de média absorção de luz; D = reticulócitos de alta absorção de luz; E = plaquetas; F = eventos coincidentes. (1) limite entre plaquetas e reticulócitos; (2) limite para efeitos coincidentes durante contagem; (3) limite de detecção de absorção de luz entre eritrócitos e reticulócitos de baixa absorção; (4) limite de detecção de absorção de luz entre reticulócitos de baixa e média absorções; (5) limite de detecção de absorção de luz entre reticulócitos de média e alta absorções.


Cap铆tulo 6

Controle de Qualidade para Contadores Hematol贸gicos


91

45.000

Advia-120 (Bayer): plaq/mm3

35.000

Capítulo 6

r = 0,947 a = 1.749 plaq/mm3 b = 0,84

25.000 15.000 5.000 –5.000 –5.000

5.000 15.000 25.000 35.000 45.000 55.000 Métodos de referência: plaq/mm3

Figura 6.1   (pág. 169) Estudo comparativo entre o contador Advia-120 (Bayer) e o método de referência do Comitê Internacional de Estandardização em Hematologia (ICSH), 1984, para contagem de plaquetas em pacientes gravemente plaquetopênicos (n = 43 leucêmicos submetidos a tratamento quimioterápico).


92

Capítulo 6

T-890 (Coulter):

80.000

r = 0,577 70.000 a = 11.326 plaq/mm3 60.000 b = 0,71 50.000 40.000 30.000 20.000 10.000 0 10.000 –5.000

5.000

15.000 25.000

35.000 45.000 55.000

Métodos de referência: plaq/mm3 Figura 6.2   (pág. 170) Estudo comparativo entre o contador T-890 (Coulter) e o método de referência do Comitê Internacional de Estandardização em Hematologia (ICSH), 1984, para contagem de plaquetas em pacientes gravemente plaquetopênicos (n = 43 leucêmicos submetidos a tratamento quimioterápico).


VCM (fl)

93

Capítulo 6

90,0

+3s

89,0

+2s

88,0

+1s

87,0

Média

86,0

–1s

85,0

–2s

84,0

–3s 1

2

3

4

5

6

7

8

9

10 11 12 13 14 15 16 17 18

19

Freqüência

Figura 6.3   (pág. 172) Exemplo hipotético da distribuição de freqüências relativas dos valores para o controle de qualidade para o lote n. 1.234 do fabricante XYZW, nível I (controle normal) para o teste: VCM (fL), no gráfico de Levey-Jennings.


94

Capítulo 6

90,0

+3s

Imprecisão

89,0

+2s Variação normal

VCM (fl)

88,0

+1s

Tendência

87,0

Média Desvio

86,0

–1s

85,0

–2s

84,0

–3s 1

2

3

4

5

6

7

8

9

10 11 12 13 14 15 16 17

18

19

Frequência

Figura 6.4   (pág. 173) Exemplo hipotético da distribuição de frequências relativas dos valores para o controle de qualidade para o lote n. 1.234 do fabricante XYZW, nível I (controle normal) para o teste: VCM (fL) que demonstra vários perfis de qualidade analítica no gráfico de Levey-Jennings.


Capítulo 8

O Eritograma Manual, a Contagem de Eritrócitos e o “ Hematocritograma”


96

Capítulo 8

Paciente A

Paciente B

(anemia ferropriva)

(renal crônico)

Ht = 30,0%

Ht = 30,0%

E = 4,27 milhões/mm3

E = 3,49 milhões/mm3

VCM = 70,2fL

VCM = 85,9fL

Ht = 30,0%

Ht = 30,0%

Hb = 8,9g/dL

Hb = 10,4g/dL

CHCM = 29,6g/dL

CHCM = 34,6g/dL

Anemia microcítico-hipocrômica

nemia normocítico-normocrômica

Figura 8.1   (pág. 211) Eritrogramas determinados por automação (H1 Technicon): dois pacientes diagnosticados com anemia ferropriva e anemia por insuficiência renal crônica.


97

Figura 8.2   (pág. 212) Diagrama de fases para rotina de eritrogramas manuais.

Capítulo 8


Capítulo 10

Esfregaço de Sangue e Colorações Hematológicas: Preparo e Avaliação


99

A

B

Figura 10.1 a e b   (pág. 225) Coloração de Leishman, pH 6,9 e 7,1, respectivamente.

Capítulo 10


100

Figura 10.2   (pág. 225) Coloração de Leishman, pH 5,9.

Capítulo 10


101

Figura 10.3   (pág. 226) Coloração de Leishman, pH 8,5.

Capítulo 10


102

Figura 10.4   (pág. 226) Local e modo de percorrer o esfregaço corado.

Capítulo 10


103

Figura 10.5   (pág. 229) Coloração de peroxidase.

Capítulo 10


Capítulo 11

Classificação e Diagnóstico das Anemias


105

Figura 11.1   (pág. 233) Anemias: classificações e correlações.

Capítulo 11


CapĂ­tulo 12

Eritograma nas Principais Anemias


107

Figura 12.1   (pág. 276) Precipitados intra-eritrocitários de HbH (setas).

Capítulo 12


Capítulo 13

O Leucograma na Clínica


109

Capítulo 13

Figura 13.1   (pág. 343) Diagrama de fases simplificado para elucidação da patogênese de leucócitos da linhagem mielóide.


110

Capítulo 13

Figura 13.2   (pág. 344 e 345) Diagrama de fases simplificado para elucidação da patogêese de leucócitos da linhagem linfóide.


Capítulo 14

A Contagem de Plaquetas na Clínica


112

Capítulo 14

Aumento da contagem de plaquetas confirmado por metodologia de referência > 400.000/mm3

> 600.000/mm3

Não é uma TE. Pensar nas demais possibilidades de plaquetoses primárias e em todas as possibilidades de plaquetoses reacionais (Tabela 14.1).

Avaliar critérios para: TE, para as demais plaquetoses primárias e para todas as possibilidades de plaquetoses reacionais (Tabela 14.1).

> 1.500.000/mm3

> 1.000.000/mm3

Prováveis patogêneses: TE (30-40% casos); esplenectomia ou hipoesplenismo (até 30% casos); outras mieloproliferações (até 30% casos); infecções ou inflamações (até 30% casos); politraumatismo ou dano tissular (até 15% casos); doença tecido conjuntivo (até 10 % casos); anemia ferropriva (até 5% casos); perda sangue (até 5% casos); regeneração após parada de Qt citotóxica ou álcool (até 3% casos). Raro: mielodisplasias, LMA M7 de novo ou secundário à SMP Grande possibilidade de: TE, ou outra mieloproliferação. Raro: LMA M7 secundária a mieloproliferação. Raríssimo: plaquetose reacional.

Avaliar morfologia plaquetária, leucocitária e eritrocitária no esfregaço, e dados do plaquetograma e eritrograma automatizados.

Plaquetas pequenas, normalmente granuladas (VPM e PDW normais), sem núcleos de megacariócitos circulantes e sem micromegacariócitos. Provável plaquetose reacional: confirmar dados clínicos ou investigar causas (Tabela 14.1).

Plaquetas gigantes, anisocitose plaquetária (PDW elevado), mas sem plaquetas hipogranulares, sem núcleos de megacariócitos circulantes e sem micromegacariócitos. Provável esplenectomia ou hipoesplenismo.

PV: Ht elevado com perfil ferro normal; Ht normal com VCM baixo pode ser uma PV com ferropenia associada. MF: leucócitos < 40.000/mm3, reação leucoeritroblástica e dacriócitos (2 a 3+) no esfregaço. TE: excluídas todas as demais mieloproliferações o diagnóstico fica como TE (ver Capítulo 16).

Plaquetas gigantes, anisocitose plaquetária (PDW elevado), com possíveis plaquetas hipogranulares, com possíveis núcleos de megacariócitos ou possíveis micromegacariócitos circulantes. Basófilos pouco aumentados (com ou sem eosinofilia), com granulócitos imaturos (poucos ou sem blastos), leucocitose moderada = TE, MF ou PV.

Basófilos aumentados (com ou sem eosinofilia), com inúmeros granulócitos imaturos; menos de 5% blastos; intensa leucocitose = provável LMC.

Sideroblastos em anel > 15% na medula (coloração p/ ferro – Perls) = Arsa; cariótipo com 5q = SMD (síndrome 5q).

Blastos (acima de 20% - WHO) ou (acima de 30% – FAB) = LMA subtipo M7 de novo ou secundária a SMP.

TE: trombocitemia essencial; VPM: volume plaquetário médio; PDW: variação volume plaquetário; Qt: quimioterapia; MF: mielofibrose; PV: policitemia vera; SMP: síndrome mieloproliferativa; LMC: leucemia mielóide crônica; SMD: síndrome mielodisplásica; Arsa: anemia refratária com sideroblastos em anel; LMA: leucemia mielóide aguda; FAB: classificação francesa, americana, britânica; WHO: OMS – Organização Mundial de Saúde.

Figura 14.1   (pág. 356) Diagrama de fases simplificado para elucidação da patogênese de plaquetose.


113

Capítulo 14

Diminuição da contagem de plaquetas para idade, confirmada por metodologia de referência História clínica de plaquetopenia congênita? Não: avaliar causas de plaquetopenias adquiridas.

Sim: avaliar causas de plaquetopenias congênitas.

Avaliar morfologias plaquetária (tamanho e granulação), leucocitária e eritrocitária no esfregaço e plaquetograma e eritrograma automatizados

Presença de neutrófilos com morfologia anormal (inclusões granulares grosseiras ou precipitados citoplasmáticos de cor basofílica) associados ou não a plaquetas gigantes ou agranulares.

Avaliar síndromes: de WiskottAldrich; de plaquetas cinzentas; de Chédiak-Higashi; de MayHegglin e de Bernard-Soulier.

Plaquetas gigantes e anisocitose plaquetária (PDW elevado).

Plaquetas pequenas e sem anisocitose plaquetária (VPM e PDW normais).

Mielograma com normo ou hipercelularidade de megacariócitos.

Mielograma com hipocelularidade de megacariócitos.

Plaquetopenia congênita por aumento do consumo ou destruição excessiva de plaquetas, com aumento da produção e saída da medula óssea.

Plaquetopenia congênita por baixa produção medular de plaquetas.

Ver diagrama de fases para plaquetopenias adquiridas (Figura 14.3).

Avaliar prováveis causas na Tabela 14.2. VPM: volume plaquetário médio; PDW: variação do volume plaquetário.

Figura 14.2   (pág. 357) Diagrama de fases simplificado para elucidação da patogênese de plaquetopenia congênita.


114

Capítulo 14

Diminuição da contagem de plaquetas para idade, confirmada por metodologia de referência.

Não há história clínica de plaquetopenia congênita: pensar em causas de plaquetopenias adquiridas

Há esplenomegalia: ver plaquetopenias adquiridas por hiperesplenismo (Tabela 14.2, letra c do item II).

Avaliar morfologia plaquetária (tamanho e granulação), leucocitária e eritrocitária no esfregaço, plaquetograma e eritrograma automatizados. Provável plaquetopenia adquirida por aumento do consumo ou destruição excessiva no sangue, com aumento da produção e saída da medula (Tabela 14.2). O mielograma é normo ou hipercelular em megacariócios de morfologia normal.

Plaquetas gigantes ou anisocitose plaquetária (PDW elevado).

PTT, SHU, CIVD, outras microangiopatias . AHAI, DAI, esferocitose, micoplasma, EBV, rubéola, adenovírus, sarampo, LES, ofídios. HIV, hepatites A ou B, CMV, EBV, Tb, vacinas, rubéola, varicela, dengue, hantavírus, Haemophilus, herpes, Borellia, Erlichia, bartonela.

Obs.: nas SMD pode ou não ter plaquetas gigantes no sangue; mesmo assim há plaquetopenia adquirida por baixa produção (medula ineficaz). A medula é normo ou hipercelular, mas a série megacariocítica apresenta displasia, sem produção eficaz.

Frag. eritrócitos (esquizócitos) Policromasia, esferócitos, aglutinação eritrócitos ou outros sinais de hemólise.

Plaquetas pequenas e sem anisocitose plaquetária (VPM e PDW normais).

Presença de blastos. Linfocitose ou linfócitos atípicos ou anômalos.

Provável leucemia aguda ou SMD, ou LMC crise blástica: fazer mielograma.

Eritrócitos em roleaux.

Linfocitose relativa ou absoluta (neutropenia), ou linfócitos atípicos, ou só plaquetopenia.

Linfocitose relativa (neutropenia), linfos, ou só plaquetopenia

Consumo (infecções, traumas, dano tissular, cirurgias).

Leucocitose, ou GI, ou GT.

Eritrócitos em lágrima: 2+ a 3+.

Doença falciforme com hiperesplenismo

Eritrócitos em foice (drepanócitos).

Pancito, displasia ou macrocitose

Plaquetopenia auto-imune secundária a LLC ou outras linfoproliferações. PTI, início da HCV, ou avaliar plaquetopenias por drogas, alimentos.

Provável plaquetopenia adquirida por baixa produção medular de plaquetas (Tabela 14.2). O mielograma é hipocelular em megacariócitos.

Linfoproliferações crônicas. Infecções, inflamações, mieloma, macroglobulinemia. Parvovírus, outras viroses, HCV. mielofibrose Avaliar SMD ou Qt.

Linfocitose em idosos

Pancito com macrocitose ou neutrófilos hipersegmentados.

Anemia megaloblástica carencial ou por drogas.

Apenas plaquetopenia, sem outra alteração no hemograma.

Pancitopenia sem displasia, com ou sem macrocitose.

Tratamentos citotóxicos ou com imunossupressores.

VPM: volume plaquetário médio; PDW: variação volume plaquetário; SMD: síndromes mielodisplásicas; PTT: púrpura trombocitopênico-trombótica; SHU: síndrome hemolítico-urêmica; CIVD: coagulação intravascular disseminada; AHAI: anemia hemolítica auto-imune; DAI: doenças auto-imunes; LES: lúpus eritematoso sistêmico; HIV: vírus da Aids, CMV: citomegalovírus; HCV: vírus hepatite C; EBV: Epstein Barr Virus – mononucleose; Tb: tuberculose; GI: granulócitos imaturos; GT: granulações tóxicas; LLC: leucemia linfóide crônica; PTI: púrpura trombocitopênico-idiopática (imune); LMC: leucemia mielóide crônica; pancito: pancitopenia; Qt: quimioterapia.

Figura 14.3   (pág. 358) Diagrama de fases simplificado para elucidação da patogênese de plaquetopenia adquirida


CapĂ­tulo 15

O Hemograma nas Leucemias Agudas


116

A

Figura 15.1   (pág. 366) Blastos tipo I.

Capítulo 15

B


117

A

Figura 15.2 a e b   (pág. 367) Mieloblastos tipo II.

Capítulo 15

B


118

A

Figura 15.3  a e b  (pág. 367) Mieloblastos tipo III.

Capítulo 15

B


119

A

Figura 15.4 a e b   (pág. 367) Promielócitos.

Capítulo 15

B


120

A

Figura 15.5 a e b   (pág. 368) Mieloblastos com corpos de Auer.

Capítulo 15

B


121

A

Figura 15.6 a e b   (pág. 368) Corpos de Auer em paliçada.

Capítulo 15

B


122

Figura 15.7   (pág. 368) Promielócitos hipergranulares.

Capítulo 15


123

Figura 15.8   (pág. 368) Promielócitos hipogranulares.

Capítulo 15


124

Figura 15.9   (pág. 369) Monoblastos em LMA M5a.

Capítulo 15


125

Capítulo 15

Figura 15.10   (pág. 369) Mieloblastos (uma seta) e monoblasto (duas setas) em LMA subtipo M4.


126

Figura 15.11   (pág. 371) Megacarioblasto (com blebs).

Capítulo 15


127

Figura 15.12   (pág. 371) Linfoblastos subtipo L1.

Capítulo 15


128

Figura 15.13   (pág. 371) Linfoblastos subtipo L2.

Capítulo 15


129

A

Figura 15.14 a e b   (pág. 371) Linfoblastos subtipo L3.

Capítulo 15

B


130

A

Capítulo 15

B

Figura 15.15 a e b   (pág. 371) Linfoblastos com grânulos da LLA variante granular.


131

Figura 15.16   (pág. 377) LMA variante eosinófilica.

Capítulo 15


132

Figura 15.17   (pág. 377) LMA variante eosinófilica.

Capítulo 15


133

Figura 15.18   (pág. 389) Morfologia dos blastos, caso clínico 1.

Capítulo 15


134

Capítulo 15

Figura 15.19   (pág. 389) Coloração citoquímica para peroxidase: mostra apenas um dos blastos (seta) com fraca atividade enzimática.


135

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.20   (pág. 389) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M1 do caso 1, com citograma para peroxidase que demonstra boa parte dos blastos sem atividade para peroxidase, mas certa parte (que obrigatoriamente tem de ser > 3,0 %; nesse caso = 9,0% no esfregaço) com discreta ou raramente moderada atividade (ver Figura 15.20), o que caracteriza certa diferenciação para linhagem mielóide. Tal citograma poderia ser encontrado em alguns casos de LMA M5a, M5b ou M4. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pela citoquímica na medula.


136

Figura 15.21   (pág. 390) Morfologia dos blastos caso clínico 1a.

Capítulo 15


137

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.22   (pág. 390) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M1 do caso 1a, com citograma para peroxidase demonstrando praticamente 100% dos blastos com moderada a forte atividade para peroxidase (Figura 15.23), o que caracteriza evidente diferenciação para linhagem mielóide. Tal citograma poderia ser encontrado em casos de LMA M2 ou M4. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e citoquímica na medula.


138

Capítulo 15

Figura 15.23   (pág. 391) Coloração citoquímica para peroxidase: mostra 100% dos blastos com moderada a forte atividade para peroxidase.


139

Figura 15.24   (pág. 391) Morfologia dos blastos, caso clínico 2.

Capítulo 15


140

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.25   (pág. 392) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M2 do Caso clínico 2, com citograma para peroxidase que demonstra blastos em sua maioria com moderada a intensa atividade para peroxidase, o que caracteriza uma diferenciação evidente para linhagem mielóide. Tal citograma poderia ser encontrado em alguns casos de LMA M4. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pela citoquímica na medula.


141

Capítulo 15

Figura 15.26   (pág. 392) Coloração para peroxidase: mostra blastos com moderada a forte atividade para peroxidase, os quais com corpos de Auer (uma seta) e um granulócito mais diferenciado (duas setas).


142

Figura 15.27   (pág. 393) Coloração Leishman.

Capítulo 15


143

Figura 15.28   (pág. 393) Coloração May-Grünwald-Giemsa.

Capítulo 15


144

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.29   (pág. 393) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M3 hipergranular do Caso clínico 3, com citograma para peroxidase que demonstra células com extrema atividade para peroxidase e que correspondem aos promielócitos hipergranulares anômalos (há inclusive células que passam do limite do scater do contador – linha escura vertical à direita, no local indicado pela seta). Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pela citoquímica na medula.


145

Capítulo 15

Figura 15.30   (pág. 394) Coloração citoquímica para peroxidase: mostra extrema atividade enzimática (aspecto em borrão no esfregaço) dos promielócitos hipergranulares.


146

Figura 15.31   (pág. 394) Morfologia dos promielócitos, caso clínico 3a.

Capítulo 15


147

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.32   (pág. 395) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M3 variante hipogranular, do Caso clínico 3a, com citograma para peroxidase que demonstra células com extrema atividade enzimática. O scater do contador demonstra relativa heterogeneidade se comparada com o scater do Caso clínico 3 (hipergranular). Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pela citoquímica na medula.


148

Capítulo 15

Figura 15.33   (pág. 395) Coloração citoquímica para peroxidase: mostra promielócitos hipogranulares com extrema atividade enzimática, de modo semelhante ao das M3 hiper.


149

Figura 15.34   (pág. 396) Morfologia dos blastos, caso clínico 4.

Capítulo 15


150

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.35   (pág. 396) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M4 do Caso clínico 4, com citograma para peroxidase que demonstra boa parte dos blastos sem atividade para peroxidase (provavelmente os monoblastos), mas certa parte com moderada a forte atividade (mieloblastos e componente granulocítico mais maduro), o que caracteriza certa diferenciação para linhagem mielóide. Tal citograma poderia ser encontrado em alguns casos de LMA M5b ou M2. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pelo citoquímica na medula e no sangue.


151

Capítulo 15

Figura 15.36   (pág. 397) Coloração citoquímica para peroxidase: mostra perfil citoquímico duplo; a população mielóide positiva forte e a população monocitóide negativa ou positiva fraca.


152

Figura 15.37   (pág. 397) Morfologia dos blastos, caso clínico 5.

Capítulo 15


153

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.38   (pág. 398) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M5a do Caso clínico 5, com citograma para peroxidase que demonstra que a maioria dos blastos não possui atividade para peroxidase. Uma mínima população apresenta discreta atividade (setas). Tal citograma poderia ser encontrado em alguns casos de LMAs M1. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e citoquímica na medula.


154

Capítulo 15

Figura 15.39   (pág. 398) À esquerda: coloração para peroxidase: um dos blastos (seta) demonstra fraca atividade para peroxidase; os demais são negativos. À direita: citoquímica para esterase: os monoblastos são positivos fortes para ANAE.


155

Figura 15.40   (pág. 399) Morofologia dos blastos, caso clínico 6.

Capítulo 15


156

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.41   (pág. 399) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M6 do Caso clínico 6, com citograma para peroxidase que demonstra blastos (seta) sem atividade para peroxidase. Tal citograma poderia ser encontrado em casos de outras leucemias oligoblásticas e com leucopenia, como em alguns casos de LLA. Contador Advia-120, Bayer. A caracterização desse caso foi feita na medula óssea, que possuía > 30% dos blastos das células nucleadas não-eritróides e mais de 50% de eritroblastos do total de células nucleadas.


157

Capítulo 15

Figura 15.42   (pág. 400) Coloração citoquímica para peroxidase: neutrófilo segmentado mostra que a reação funcionou, mas os blastos são negativos.


158

Figura 15.43   (pág. 400) Morfologia dos blastos, caso clínico 7.

Capítulo 15


159

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.44   (pág. 401) Amostra de sangue periférico de paciente com LMA M7 do Caso clínico 7, com citograma para peroxidase que demonstra ausência da atividade para peroxidase nos blastos (setas vermelhas) e linfócitos (seta azul). Tal citograma poderia ser encontrado em alguns casos de LLA L1, L2 ou L3, linfocitoses reacionais com atipias, leucemias linfóides crônicas primárias, certos linfomas não-Hodgkin em fase circulante e em alguns casos de LMA M0, M5a ou M6. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente por morfologia e imunofenotipagem na medula (para as leucemias agudas) e no sangue (para linfoproliferações crônicas).


160

Capítulo 15

Figura 15.45   (pág. 401) Coloração citoquímica para peroxidase: segmentado neutrófilo mostra que a reação funcionou, mas os blastos são negativos.


161

Figura 15.46   (pág. 402) Morfologia dos blastos, caso clínico 8.

Capítulo 15


162

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.47   (pág. 402) Amostra de sangue periférico de paciente com LLA L1 do Caso clínico 8, com citograma para peroxidase que demonstra ausência de atividade enzimática para peroxidase nos blastos que, em sua maioria, são de pequeno tamanho. Tal atividade enzimática no citograma poderia ser encontrada em casos de LLA L2 ou L3, linfocitoses reacionais com atipias, leucemias linfóides crônicas primárias, LNH em fase circulante, LMA M0, M5a, M6 ou M7. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pela imunofenotipagem na medula (para as leucemias agudas) e no sangue (para linfoproliferações crônicas).


163

Capítulo 15

Figura 15.48   (pág. 403) Á esquerda: coloração citoquímica para peroxidase: neutrófilo positivo mostra que a reação funcionou, mas os blastos são negativos. À direita: coloração citoquímica PAS: blastos positivos em coroa que caracterizam o caso como LLA.


164

Figura 15.49   (pág. 403) Morfologia dos blastos, caso clínico 9.

Capítulo 15


165

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.50   (pág. 404) Amostra de sangue periférico de paciente com LLA L2 do Caso clínico 9, com citograma para peroxidase que demonstra ausência de atividade enzimática para peroxidase nos blastos (de tamanhos variados). Tal atividade enzimática no citograma pode ser encontrada em casos de LLA L1 ou L3, leucemias linfóides crônicas primárias, linfomas não-Hodgkin em fase circulante, LMA M0, M5a, M6 ou M7. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação deve ser feita por morfologia e imunofenotipagem na medula (para leucemias agudas) e sangue (para linfoproliferações crônicas).


166

Capítulo 15

Figura 15.51   (pág. 404) À esquerda: coloração citoquímica para peroxidase: neutrófilo positivo mostra que a reação funcionou, mas os blastos são negativos. À direita: coloração citoquímica para fosfatase ácida: resultado positivo em padrão unipolar caracterizando os linfoblastos como T.


167

Figura 15.52   (pág. 405) Morfologia dos blastos, caso clínico 10.

Capítulo 15


168

Capítulo 15

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 15.53   (pág. 405) Amostra de sangue periférico de paciente com LLA L3 do Caso clínico 10, com citograma para peroxidase que demonstra ausência de atividade para peroxidase nos blastos. Tal atividade enzimática no citograma poderia ser encontrada em casos de LLA L1 ou L2, leucemias linfóides crônicas primárias, linfomas não-Hodgkin em fase circulante, LMA M0, M5a, M6 ou M7. Contador Advia-120, Bayer. A diferenciação é feita obrigatoriamente pela morfologia e pela imunofenotipagem na medula (para leucemias agudas) e no sangue (para linfoproliferações crônicas).


169

Capítulo 15

Figura 15.54   (pág. 406) À esquerda: coloração para peroxidase: neutrófilo positivo mostra que a reação funcionou, mas os blastos são negativos. À direita: coloração citoquímica para PAS: os blastos L3 são PAS-negativos.


Capítulo 16

O H emo g r a ma n a s M i e l o p r o l i f e r a ç õ es crôn i c a s , M i e l o d i s p l a s i a s , P r o c e s s os Re a c i o n a i s M i e l ó i d e s e D o e n ç a s Associadas a Alterações Mo r fo ló g ic a s n o s L e u c ó c i t os


171

Capítulo 16

Figura 16.1   (pág. 412) São vistos dois mielócitos, um metamielócito e três segmentados, todos neutrófilos.


172

Capítulo 16

Figura 16.2   (pág. 412) São vistos todo o espectro maturativo da linhagem neutrofílica, além de um monócito (um seta tracejada), um blasto (duas setas tracejadas), um eosinófilo (uma seta inteira) e um basófilo (duas setas inteiras).


173

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 16.3   (pág. 413) O scater peróxi (Advia-120) demonstra presença de prováveis blastos ou linfócitos atípicos (uma seta), eosinofilia (duas setas) e uma elevada população de neutrófilos relativamente heterogênea (mancha de certo modo dispersa três setas).


174

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado baso/lobularidade

Lobularidade (índice DNA) → Figura 16.4   (pág. 413) O scater baso/lobularidade (Advia-120) mostra: células mononucleares, sem lobulação (uma seta), que correspondem aos granulócitos mais imaturos, poucos blastos, os raros monócitos e linfócitos vistos à lâmina; células polimorfonucleares com lobularidade, os neutrófilos mais maduros (duas setas); e um elevado número de basófilos (três setas).


175

Capítulo 16

Figura 16.5   (pág. 414) São vistos dois blastos (setas inteiras), dois basófilos (setas tracejadas) e neutrófilos mais maduros.


176

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 16.6   (pág. 414) O scater peróxi (Advia-120) demonstra aumento da quantidade de blastos (três setas), elevada população de neutrófilos relativamente heterogênea (mancha de certo modo dispersa) (duas setas) e certa eosinofilia (uma seta).


177

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado baso/lobularidade

Lobularidade (índice DNA) → Figura 16.7   (pág. 414) O scater  baso/lobularidade (Advia-120) mostra: maior proporção de células mononucleares, sem lobulação (uma seta), que correspondem principalmente aos granulócitos bem imaturos e blastos vistos à lâmina; menor proporção de polimorfonucleares com lobulação, os neutrófilos mais maduros (duas setas); e elevado número de basófilos (três setas).


178

Capítulo 16

Figura 16.8   (pág. 415) O histograma para volume dos eritrócitos (Advia-120) demonstra dupla população eritrocitária: uma macrocítica (eritrócitos do paciente sob tratamento com hidroxiuréia – uma seta), e outra normocítica (eritrócitos recebidos na transfusão – duas setas).


179

Capítulo 16

Figura 16.9 e 16.10   (pág. 415) Figura 16.9 (esquerda). Aumento dos blastos (setas) para valores entre 10 e 19% no sangue é um critério de aceleração para LMC. Figura 16.10 (direita) A basofilia intensa acima de 20% é outro critério no sangue para a fase de aceleração da LMC.


180

Figura 16.11   (pág. 415) São vistos inúmeros blastos e um bastonete neutrófilo (seta).

Capítulo 16


181

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 16.12   (pág. 416) O scater peróxi (Advia-120) demonstra quantidade extrema de blastos (três setas) sem atividade para peroxidase, discreta população de neutrófilos (duas setas) e ausência de eosinófilos (uma seta).


182

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma concentração Hb (Hc) 3 volume (V) Eritrócitos

120fL

60fL

28gdl   

41gdl

Figura 16.13   (pág. 416) O scater (citograma) para eritrócitos (Advia-120) demonstra dupla população eritrocitária: uma macrocítica (eritrócitos do paciente sob tratamento quimioterápico) (uma seta), e outra normocítica (eritrócitos recebidos na transfusão) (duas setas), ambas normocrômicas (concentração interna de hemoglobina, CHCM normal, entre 28 e 41g/dl)


183

Capítulo 16

Figura 16.14   (pág. 421) À esquerda: dacriócitos e um eritroblasto ortocromático; À direita: micromegacariócito do paciente com mielofibrose idiopática crônica do hemograma exemplificado.


184

Capítulo 16

Figura 16.15   (pág. 421) Um eritroblasto ortocromático, um neutrófilo segmentado e um blasto de paciente com mielofibrose idiopática crônica do hemograma exemplificado.


185

Capítulo 16

Figura 16.16   (pág. 421) Dois mielócitos neutrófilos, um blasto e um neutrófilo segmentado em amostra do paciente com mielofibrose idiopática crônica do hemograma exemplificado.


186

Figura 16.17   (pág. 432) Sangue periférico de paciente com AR que demonstra pancitopenia, macrocitose e anisocitose.

Capítulo 16


187

Capítulo 16

Figura 16.18   (pág. 432) Eritroblasto ortocromático que apresenta cariorréxis em sangue periférico de paciente com AR.


188

Capítulo 16

Figura 16.19   (pág. 433) Neutrófilos pelgeróides hipogranulares (fase de mielócitos), plaquetopenia e macrocitose em sangue periférico de paciente com AREB.


189

Capítulo 16

Figura 16.20   (pág. 433) Eritroblastos megaloblastóides e um blasto e plaquetopenia em sangue periférico de paciente com AREB 2.


190

Capítulo 16

Figura 16.21   (pág. 433) Monócitos, neutrófilo pelgeróide e neutrófilo hiperlobulado (seta), além de plaquetose evidente, macroplaquetas e agregação plaquetária em sangue periférico de paciente com LMMC.


191

Capítulo 16

Figura 16.22   (pág. 433) Dois monócitos, dois neutrófilos pelgeróides hipogranulares (setas), além de plaquetose evidente, macroplaquetas e agregação plaquetária em sangue periférico de paciente com LMMC.


192

Capítulo 16

Figura 16.23   (pág. 438) São vistos quatro monócitos e um neutrófilo segmentado pelgeróide hipogranular (seta). Nota-se plaquetose e certa agregação plaquetária no esfregaço.


193

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 16.24   (pág. 439) O scater peróxi (Advia-120) demonstra elevado número de monócitos (três setas) e uma elevada e heterogênea população de neutrófilos (duas setas).


194

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Figura 16.25   (pág. 439) O scater peróxi (Advia-120) demonstra elevado número de monócitos (três setas), menor população de neutrófilos (duas setas) e de linfócitos (uma seta).


195

Figura 16.26   (pág. 443) Granulação tóxica em segmentado neutrófilo.

Capítulo 16


196

Figura 16.27   (pág. 443) Granulação tóxica em bastão neutrófilo.

Capítulo 16


197

Figura 16.28   (pág. 443) Corpos de Dohle em segmentado neutrófilo.

Capítulo 16


198

Figura 16.29   (pág. 443) Corpos de Dohle em bastão neutrófilo.

Capítulo 16


199

Figura 16.30 a e b   (pág. 444) Vascuolizações citoplasmáticas em segmentos neutrófilos.

Capítulo 16


200

Figura 16.31   (pág. 446) Morfologia dos neutrófilos.

Capítulo 16


201

Figura 16.32   (pág. 446) Morfologia dos neutrófilos.

Capítulo 16


202

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado para peroxidase

Atividade peroxidase → Figura 16.33   (pág. 446) O scater peróxi (Advia-120) demonstra aumento da quantidade de monócitos (uma seta), que, em verdade, são neutrófilos com deficiência parcial da atividade da peroxidase do paciente com anomalia de Pelger-Huet.


203

Capítulo 16

Tamanho →

Citograma automatizado baso/lobularidade

Lobularidade (índice DNA) → Figura 16.34   (pág. 446) O scater baso-lobularidade (Advia-120) mostra a presença tanto de células mononucleares, sem lobulação (uma seta), que correspondem aos linfócitos e monócitos vistos à lâmina, quanto de células polimorfonucleares com lobulação, os neutrófilos da anomalia de Pelger-Huet (duas setas).


204

Figura 16.35 a e b   (pág. 447) Elementos pelgeróides em paciente em LMMC. Notar que, além de hipossegmentados, eles são hipogranulados.

Capítulo 16


205

Capítulo 16

Figura 16.36   (pág. 447) Inclusões citoplasmáticas na periferia dos neutrófilos (setas) e plaquetas gigantes em paciente com anomalia de May-Hegglin.


206

Capítulo 16

Figura 16.37   (pág. 447) Inclusões citoplasmáticas no centro do neutrófilo (seta) e plaqueta gigante em paciente com anomalia de May-Hegglin.


207

Capítulo 16

Figura 16.38   (pág. 448) Inclusões citoplasmáticas grosseiras de um neutrófilo de paciente com anomalia de Alder-Reilly.


208

Capítulo 16

Figura 16.39   (pág. 448) Inclusões citoplasmáticas grosseiras nos neutrófilos de um paciente com síndrome de Chédiak-Higashi.


209

Capítulo 16

Figura 16.40   (pág. 448) Inclusões citoplasmáticas grosseiras em neutrófilo e linfócito em um paciente com síndrome de Chédiak-Higashi.


Capítulo 17

O Hemograma nas Linfoproliferações Crônicas e nos Processos Reacionais Linfóides


211

Figura 17.1 a   (pág. 455) LLC típica.

Capítulo 17


212

Figura 17.1 b   (pág. 455) LLC típica.

Capítulo 17


213

Figura 17.1 c   (pág. 456) Morfologia, caso clínico LLC.

Capítulo 17


214

Figura 17.1 d   (pág. 457) LLC mista.

Capítulo 17


215

Figura 17.1 e   (pág. 457) LLC mista.

Capítulo 17


216

Figura 17.1 f   (pág. 457) LLC atípica.

Capítulo 17


217

Figura 17.1 g   (pág. 457) LLC atípica.

Capítulo 17


218

Figura 17.2 a   (pág. 458) LCP típica.

Capítulo 17


219

B

Figura 17.2 b e c   (pág. 458) LCP típica.

Capítulo 17

C


220

Figura 17.2 d e e   (pág. 458) LCP variante.

Capítulo 17


221

Figura 17.2 f   (pág. 459) Morfologia caso clínico LCP.

Capítulo 17


222

Figura 17.3   (pág. 460) Morfologia, caso clínico LCPv.

Capítulo 17


223

Figura 17.4 a   (pág. 461) LPL-B.

Capítulo 17


224

Figura 17.4 b   (pág. 461) LPL-B.

Capítulo 17


225

Figura 17.4 c   (pág. 461) Morfologia, caso clínico LPL-B.

Capítulo 17


226

Figura 17.5 a   (pág. 462) LCM.

Capítulo 17


227

Figura 17.5 b   (pág. 462) LCM.

Capítulo 17


228

Figura 17.6 a   (pág. 462) LCM.

Capítulo 17


229

Figura 17.6 b   (pág. 463) LCM.

Capítulo 17


230

Figura 17.7   (pág. 464) Morfologia, caso clínico LCM.

Capítulo 17


231

Figura 17.8 a   (pág. 465) LLP.

Capítulo 17


232

B

Figura 17.8 b e c   (pág. 465) LLP.

Capítulo 17

C


233

Figura 17.8 d   (pág. 465) Morfologia, caso clínico LLP.

Capítulo 17


234

Figura 17.9 a   (pág. 467) LZME.

Capítulo 17


235

Figura 17.9 b   (pág. 467) LZME.

Capítulo 17


236

A

Figura 17.10  a e b  (pág. 468) Morfologia, caso clínico LZME.

Capítulo 17

B


237

A

Figura 17.11 a e b   (pág. 469) LF.

Capítulo 17

B


238

Figura 17.11 c   (pág. 469) Morfologia, caso clínico LF.

Capítulo 17


239

Figura 17.12 a   (pág. 471) ATLL.

Capítulo 17


240

Figura 17.12 b   (pág. 471) ATLL.

Capítulo 17


241

Figura 17.12 c   (pág. 472) Morfologia, caso clínico ATLL.

Capítulo 17


242

Figura 17.13 a   (pág. 472) SS.

Capítulo 17


243

Figura 17.13 b   (pág. 473) SS.

Capítulo 17


244

C

Figura 17.13 c e d   (pág. 473) Morfologia, caso clínico SS.

Capítulo 17

D


245

Figura 17.14 a   (pág. 474) LPL-T

Capítulo 17


246

Figura 17.14 b   (pág. 474) LPL-T

Capítulo 17


247

Figura 17.14 c   (pág. 475) Morfologia, caso clínico LPL-T.

Capítulo 17


248

Figura 17.15 a   (pág. 476) T-LGL.

Capítulo 17


249

Figura 17.15 b   (pág. 476) T-LGL.

Capítulo 17


250

Figura 17.15 c e d   (pág. 477) LGL-NK.

Capítulo 17


251

Figura 17.15 e e f   (pág. 477) Morfologia, caso clínico LGL-T.

Capítulo 17


252

Figura 17.16 a   (pág. 479) Eletroforese de proteínas séricas.

Capítulo 17


253

Figura 17.16 b   (pág. 479) MM.

Capítulo 17


254

Figura 17.16 c   (pág. 480) MM.

Capítulo 17


255

Figura 17.16 d   (pág. 480) Leucemia de plasmócitos.

Capítulo 17


256

Figura 17.16 e e f   (pág. 480) Plasmócitos reacionais.

Capítulo 17


257

Figura 17.17 a, b e c   (pág. 482) Linfócitos atípicos em mononucleose infecciosa.

Capítulo 17


258

Figura 17.17 d e e   (pág. 483) Morfologia, leucograma do exemplo de mononucleose infecciosa.

Capítulo 17


259

Figura 17.17 f   (pág. 484) Morfologia, exemplo de linfocitose infecciosa.

Capítulo 17

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