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Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 5 | Edição 50 | Mensal - Outubro 2014

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anos

de tradição e muito sabor

e.l.a. O grande desafio Perfil Banda Gang Bang gente fina Laerte Padilha Lozigia


2 Revista Energia


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4 Revista Energia


Editorial

Tiragem: 10.000 exemplares Revista Energia é uma publicação mensal da Rádio Energia FM Diretora e Jornalista responsável Maria Eugênia Marangoni mariaeugenia@radioenergiafm.com.br MTb. 71286 Diretor artístico: Márcio Rogério rogerio@radioenergiafm.com.br Repórteres Heloiza Helena C. Zanzotti heloiza@radioenergiafm.com.br Marcelo Mendonça marcelo@radioenergiafm.com.br Tamara Urias tamara@revistaenergiafm.com.br

Neste mês a Revista Energia chega à sua quinquagésima edição

Revisão de textos: Heloiza Helena C. Zanzotti revisao@revistaenergiafm.com.br

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Criação de anúncios: Well Bueno arte@revistaenergiafm.com.br Fotografia: Douglas Ribeiro foto@revistaenergiafm.com.br

Social Club social@revistaenergiafm.com.br Colaboraram nesta Edição Camila Perobelli Colunistas Alexandre Garcia Ana Gabriela P. Roperto Brenda Ruffo Carlos Alexandre Trementose Giovanni Trementose João Baptista Andrade Marcelo Macedo Paulo Sérgio de A. Gonçalves Professor Marins Comercial Carlos Alberto de Souza Joice Lopez Moraes Sérgio Bianchi Silvio Monari Impressão: Gráfica São Francisco Distribuição: Pachelli Distribuidora Revista Energia Rua Quintino Bocaiúva, 330 | 2º andar CEP: 17201-470 | Jaú - Fone: (14) 3624-1171 www.energianaweb.com.br Elogios, críticas e sugestões leitor@revistaenergiafm.com.br

Foto: Cláudio Bragga

Diagramação Junior Borba (14) 99749.6430 Projeto gráfico: Revista Energia

Cinquenta

edições

Ano 5 – Edição 50 – Jaú, Outubro de 2014

empre procurando melhorar a vida das pessoas através de conteúdos diversificados e relevantes, com discussões e temas de interesse da população de Jaú e região, a preocupação é fazer com que o leitor sinta-se motivado ao ler nossa revista. Sentimos que a responsabilidade aumenta a cada novo leitor que conquistamos, assim, nosso projeto editorial contempla matérias relevantes, aliado a um projeto gráfico moderno. Contrariando muitas previsões da era digital, a mídia revista apresentou crescimento nos últimos anos, e desempenha um papel fundamental em nossa cultura, o que nos motiva cada vez mais a melhorar a qualidade do nosso produto. Nesta edição nos aprofundamos na campanha do balde de gelo, para que você conheça melhor sobre a E.L.A. e seus desafios. Descobrimos que reciclagem é uma arte que transforma objetos com beleza e compromisso ambiental. Em plena primavera, confira como as flores atuam em diferentes ocasiões, e como podem inundar os ambientes com boas energias. No Gente Fina você fica sabendo um pouco mais sobre Laerte Padilha Lozigia, um apaixonado por educação; e nosso Perfil traz a premiada banda jauense Gang Bang, que vem surpreendendo com sua performance. E como revista é um projeto contínuo, enquanto você devora nossa edição de número 50, já estamos preparando a próxima, que vem com o especial Caderno Motor Energia, com novidades incríveis em cada página. Boa leitura!

Quero anunciar comercial@revistaenergiafm.com.br A Revista Energia não tem responsabilidade editorial pelos conceitos emitidos nos artigos assinados, anúncios e informes publicitários.

Maria Eugênia


NESTA EDIÇÃO 24 Saúde 44 Primavera 48 Arte 60 Nutrição 64 Tecnologia

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SEMPRE AQUI

ÍNDICE

08 Perfil 10 Jurídico 12 Radar 13 Opinião 14 Pense Nisso 16 Pediatria 18 Consultoria 20 Gente Fina 28 Garota Energia 30 Capa 35 Quem Fez Jahu 36 Look de Artista 40 Varal 52 Social Club 62 Fitness 63 Vinhos 66 Trabalho e Previdência 67 Guia da Gula 68 Boa Vida 69 Vitrine

Nossa capa: Guaraná XV Foto: Douglas Ribeiro Produção Gráfica: Junior Borba Beleza: Valy Mazza Style: Vestylle Megastore

Garota Energia

Gente fina Laerte Padilha Lozigia

Distribuição gratuita - Venda proibida

Jaú - Ano 5 | Edição 50 | Mensal - Outubro 2014

90

anos

de tradição e muito sabor

E.L.A. O grande desafio PERFIL Banda Gang Bang GENTE FINA Laerte Padilha Lozigia


Revista Energia 7


Foto: Arquivo Pessoal

Perfil

Uma Banda e sua

estrada

8 Revista Energia


Possuir um diferencial é importante para qualquer artista ou banda que resolva se aventurar no meio. É preciso surpreender o público, e a banda jauense Gang Bang aceitou o desafio

Texto Marcelo Mendonça

A

velha história. Cinco amigos, músicos, se juntam em uma noite na semana para fazer um som. Até aí você, leitor, pensa: tudo bem, já ouvi histórias assim. Mas, aqui em Jaú, uma proposta ousada vem ganhando força e admiradores de outras cidades. A Gang Bang é uma banda “nervosa”, não somente pelos hits dos anos 80 no repertório, mas pela musicalidade do grupo e pela incrível potência vocal do líder André Ferrari. A banda, de longe chama a atenção, procurando manter não somente a sonoridade dos anos 80, mas o visual que era moda na época. “Estranho que a maneira de nos vestirmos foi surgindo naturalmente, não foi algo que planejamos desde o início”, brinca André. A banda é formada por Leandro Passos, guitarra; Gustavo Oseliero, guitarra; Rafael Picello, baixista e Claudio Strapasson na bateria. Todos do grupo vestem-se usando algo inusitado como perucas, calças legging e até maquiagem. “Toda essa produção reflete na maneira como nos apresentamos”, conta André. “O repertório não é inovador, outras bandas também tocam, o diferencial é mesmo a performance de palco e o visual que chamam a atenção do público. Fazemos com tesão nosso som”, complementa.

Estrada

A Gang Bang tem pouco menos de dois anos de existência. Gabriel faz Nesse tempo o grupo apresentou-se em locais públicos, bares e questão algumas casas noturnas. Mas uma das apresentações mais especiais aconteceu há poucos meses, no festival “Planeta Rock”, de elevar o em São José do Rio Preto. Por acaso um amigo do Gustavo comentou sobre a oportunidade, e nome a Gang Bangda resolveu participar, sua mesmo sem conhecer o festival. Seriam quatro dias de evento, cidade: ele diz tendo como atrações principais as bandas Ira, Detonautas, Ultraje a Rigor e Raimundos mais as bandas inscritas, que concorreriam que sempre a um prêmio no valor de R$ 5 mil reais. “Pensamos na hora que será o para “Jaú”, podia ser uma chance de mostrar a banda mais pessoas, não imaginávamos o tamanho doindependente evento”. No total foram inscritas do 160 bandas de todo o Brasil, mas somente 15 cover´s e 15 inéou Entre time em ditas foram selecionadas para a país apresentação. as cover´s, Gang Bang. “Já foi uma surpresa estar entre as selecionadas. Ao que atue chegarmos no local encontramos uma estrutura incrível, inclusive com hotel e alimentação. A organização foi sensacional, e até os jurados eram conhecidos do meio musical. Só de estar no festival já era uma vitória”.

Vibrante Na noite da apresentação da banda jauense, a música escolhida não foi um hit conhecido: Stand Up And Shout, escrita por Sammy Hagar (vocalista do Van Halen) para o filme Rock Star. Nas três primeiras noites do evento ocorreu a seleção das cinco melhores em cada categoria, que se apresentariam na final. A Gang Bang tocou no segundo dia e pode sentir a vibração do público que assistia o evento, todos espantados com o som e o visual da banda jauense. Na noite de sábado, a arena para dez mil pessoas estava quase completa, e a Gang Bang surgia entre as cinco escolhidas para a final. Novamente caracterizados o mais anos 80 possível, e cheios de energia para subir no palco, apesar do frio na barriga. Jurados atentos e a banda mandou o recado. “Forever”, da banda Kiss, foi escolhida para a passagem de som, e para avaliação a mesma música da noite anterior, mas de uma maneira mais vibrante, tomando conta do palco e espalhando-se por todos os cantos da arena. Não havia como não ser emocionante para banda e público.

Vencedora do festival “Planeta Rock” como melhor banda cover, a Gang Bang ganhou a admiração do público e dos organizadores do evento Planeta Rock A Gang Bang foi a surpresa do festival. Venceu como melhor banda cover e, acima de tudo, ganhou a admiração do público e organizadores do evento. Uma aventura inesperada para os meninos de Jaú, berço de bons músicos e boas revelações que ganham festivais, tocam em bandas importantes ou tornam-se mestres ensinando novas promessas. A vida da Gang Bang segue. De todos os integrantes, o único que vive apenas de música é André, o que não tira o comprometimento de todos em buscar de cada vez mais espaço, ousando cada vez mais não somente no repertório, mas principalmente no visual extravagante. 

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Jurídico

Por Carlos Alexandre Trementose juridico@revistaenergiafm.com.br

Servidor público estadual - perda salarial A falta de conversão, na época apropriada, reflete até hoje nos valores dos vencimentos dos servidores públicos estaduais

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m 1994, com origem da Medida Provisória 482, foi criada a Lei nº. 8.880, que dispõe sobre o Programa de Estabilização Econômica e o Sistema Monetário Nacional com a instituição da Unidade Real de Valor (URV). A citada lei versa sobre o regramento para realizar a conversão exata dos “Cruzeiros Reais” para “Reais” nos salários dos servidores civis e militares. Acontece, caro leitor, que o Estado de São Paulo, naquela ocasião, não converteu os salários do funcionalismo conforme determinava a lei, causando considerável prejuízo salarial, desrespeitando a regra legal de eficácia imediata. A URV (Unidade Real de Valor) possuía variação diária, cuja variante culminou em lesão salarial de aproximadamente 11%, reduzindo consideravelmente o poder aquisitivo do funcionalismo público em geral. O Estado de São Paulo nega a conversão administrativamente, apenas fazendo-a por determinação judicial, o que demanda ajuizamento de ação, ações essas com decisões favoráveis pelos nossos Tribunais. Desta forma, o ajuizamento da ação visa a simplesmente corrigir a conversão da moeda determinada por lei, não confundindo

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a intenção da ação com aumento salarial, ou seja, a ação tem por objetivo dar efetividade à lei da época, até hoje não cumprida pelo Estado. Portanto, é certo que o Estado de São Paulo não deu fiel cumprimento à Lei nº. 8.880/94, a qual alterou o Sistema Monetário Nacional, deixando de converter os vencimentos do funcionalismo na época determinada em lei, logo, é devida nos dias atuais a reposição salarial e a consequente indenização das diferenças dos últimos cinco anos dos salários.

A URV (Unidade Real de Valor) possuía variação diária, cuja variante culminou em lesão salarial de aproximadamente 11% nos salários dos servidores


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Radar

Por Alexandre Garcia

De quem é a Petrobras? Ao olhar os números da Petrobras, fico a me perguntar de quem a estatal precisa ser defendida

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o final de setembro houve um ato, no Rio de Janeiro, em defesa da Petrobras e contra Marina Silva. Participaram, entre outros, Lula e o chefão do MST. João Pedro Stédile chegou a ameaçar que, se Marina ganhar, haverá protestos todos os dias, por parte do MST e da CUT. Lula, por sua vez, atribuiu a Marina a mesma acusação que havia forjado contra Alkmin na última eleição, de que ela iria privatizar a Petrobras. O capital da empresa, representado por suas ações, despencou de 2008 até hoje. Naquele ano, uma ação da Petrobras valia R$ 85,60. Agora vale R$16,95. A produção caiu e estamos importando derivados de petróleo, isso sem contar os péssimos negócios com a refinaria de Pasadena e a Abreu e Lima,

esta feita num acordo entre Lula e Chavez, em que o Brasil entraria com R$ 5 bilhões. Os brasileiros já botaram lá R$ 35 bilhões. “O petróleo é nosso. A Petrobras é nossa”. Mas nós quem? A empresa, como se sabe e se percebe nos escândalos, foi posta a serviço de partido político - pobre Petrobras! Aí desabou, porque passou a sangrar. Sustentava políticos e partidos, como se lê na delação premiada de seu ex-diretor, o Paulinho de Lula. Outro ex-diretor, Ildo Sauer, em depoimento à Agência Estado, reconheceu que Lula “intensificou o uso político da Petrobrás”. Por “intensificou” pode-se entender que ele quis dizer que os presidentes anteriores já vinham politizando a empresa. Fico imaginando o quanto Fernando Henrique, Itamar, Collor, Sarney, usaram a Petrobras. Não deve ter sido muito, pois do contrário os governos subsequentes teriam posto a boca no mundo. E fico imaginando, também, se no tempo em que Geisel presidiu a Petrobras alguém teria coragem de misturar as coisas para usar a empresa politicamente. Os tempos mudaram e os corruptos ganharam coragem e cara dura para se apropriar do que deveria ser do povo brasileiro.

O petróleo é nosso. A Petrobras é nossa. Mas, nós quem? 12 Revista Energia


Opinião

Fotos Douglas Ribeiro

“A Revista Energia é interessante porque até mesmo seus anúncios são bem elaborados. Vai muito além de uma propaganda e o leitor acaba conhecendo bem a empresa antes de adquirir seu produto”. Rejane Fini, administradora de empresas, Jaú/SP

“Leio a Revista Energia por ser um veículo de comunicação inteligente, que aborda vários temas com riqueza de detalhes, o que permite que seus leitores estejam sempre bem informados”. Donizeti Luiz Pessotto, advogado, Bariri/SP

“A Revista Energia conta com colunistas competentes e tem uma grande diversidade de assuntos, abordados sempre de forma clara e pertinente, além de ser riquíssima em dados, informações e fatos”. Juliana Francischini Sanchez, empresária, Itapuí/SP


nisso

Pense

Por Professor Luiz Marins

LUIZ MARINS Antropólogo e escritor. Tem 26 livros publicados e seus programas de televisão estão entre os líderes de audiência em sua categoria. Veja mais em www.marins.com.br

Cumprir a palavra Tenho recebido dezenas de mensagens de pessoas que reclamam do desaparecimento da virtude de cumprir a palavra

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que mais me chama a atenção nessas mensagens é que a maioria delas é de pessoas jovens, abaixo dos 35 anos. Digo isso porque há uma ideia de que cumprir a palavra é coisa do passado ou de pessoas velhas. É realmente incrível como as pessoas não cumprem a palavra. Dizer ou não dizer; prometer ou não prometer parece ser a mesma coisa. E a consequência do desaparecimento dessa pequena virtude é que todos perdem. Perde o que deu a palavra e não cumpriu, pois sua credibilidade foi para o ralo. E ninguém mais em sã consciência acreditará em qualquer coisa que ela disser ou prometer. Perde, obviamente, a vítima do não cumprimento que foi enganada, acreditando na palavra de alguém. Conversei com vários profissionais do comportamento humano sobre as possíveis causas dessa praga que está assolando o mundo atual e poucos conseguiram me responder. Não se cumpre mais horário, nem prazo, nem mesmo pequenas coisas de pouco valor. Dar retorno é quase um milagre. As pessoas pro-

metem retornar uma ligação ou uma informação e simplesmente desaparecem. Isso sem falar nos negócios. As mensagens que recebo contam histórias incríveis de vendedores que prometeram e não cumpriram, e até de clientes que prometeram um determinado pagamento e depois disseram não ter prometido. Pequenos golpes parecem ser absolutamente a regra. Deposito amanhã o seu dinheiro e não depositar; mudar cláusulas de uma negociação; fazer medições fraudulentas, etc. etc. E um respeitado advogado me disse que hoje nem mesmo contratos assinados são cumpridos totalmente, o que sobrecarrega a justiça. Parece que ninguém mais cumpre a palavra, me disse um juiz de direito com inúmeras causas desse teor. Será que realmente cumprir a palavra caiu de moda? Como viver num mundo onde a desconfiança é a regra? Como conviver numa realidade em que o que as pessoas falam e prometem nem sempre será a verdade? Será que não estamos dando, todos nós, um tiro nos próprios pés e todos perdendo? Pense nisso. Sucesso! 

Será que realmente cumprir a palavra caiu de moda? Como viver num mundo onde a desconfiança é a regra?


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Pediatria

Boa

Por Dra Ana Gabriela Pavanelli Roperto pediatria@revistaenergiafm.com.br

Hora de brincar “O brincar é uma necessidade básica e um direito de todos. O brincar é uma experiência humana, rica e complexa”

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mportante para o desenvolvimento psicológico e social dos pequenos, neste mês das crianças nada melhor do que falar em brincadeiras. Brincadeira é a ação de brincar, entreter, distrair. Pode ser recreativa como brincar de “esconde-esconde”, ou um jogo que faz pensar estratégias. Brincar com os outros é muito importante para o desenvolvimento de uma criança, além de ajudá-la a fazer e manter amizades. Quando as crianças brincam, elas aprendem a cooperar, a distinguir os momentos de liderar ou de seguir outro líder, além de desenvolver uma capacidade de resolução de problemas. O envolvimento dos pais na brincadeira contribui para uma relação de companheirismo, amizade e respeito com o filho. Através do brincar, os pais podem observar, participar e conhecer melhor a criança. Esse momento é importante, especialmente nos dias de hoje, quando os pais têm poucas oportunidades de participar ativamente da vida deles. Ensinar às crianças brincadeiras antigas como brincar de roda, amarelinha ou pular corda ajuda no desenvolvimento psicológico e até motor, pois a criança interage com seus amiguinhos, com os pais e ainda faz atividades físicas, que são necessárias para seu crescimento e desenvolvimento.

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Outro fator relevante são os brinquedos, que devem permitir que os pequenos usem a imaginação e criem as próprias brincadeiras. Muitos não têm essa flexibilidade, e não oferecem a oportunidade delas explorarem e criarem. Alguns “brinquedos” que nunca saem de moda são: papel e tinta, água e areia, argila e massinha de modelar, panelinhas e potes, blocos de madeira, roupas velhas para se fantasiar, caixas de todos os tamanhos e formas. Alguns destes recursos (como vestir fantasias) ​​permitem que as crianças sejam criativas, portanto, têm mais valor do que um monte de outros produtos!

Brincadeira na infância reflete em uma vida adulta mais saudável e feliz Nesta era moderna de computadores, tablets e jogos eletrônicos, é importante ter um momento para atividades lúdicas e de coletividade, para que as crianças aprendam a dividir brinquedos e socializar-se com outras crianças. 


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Consultoria

Por Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves consultoria@revistaenergiafm.com.br

Você já ouviu falar em valor percebido? Valor percebido é elemento estratégico para obtenção da credibilidade junto aos clientes

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alor percebido é quando precisamos comprar algo e entramos em uma empresa que aparentemente é igual às demais do mesmo segmento, seja indústria, comércio ou serviço, mas ao termos acesso ao local recebemos um sorriso, um bom dia sincero, temos à nossa disposição boa iluminação do ambiente, uma revista atualizada, água, café, bala, biscoitos e pessoas muito atenciosas. Enfim, coerência em tudo que percebemos ao chegar, comparado aos produtos ou serviços que estão sendo colocados à nossa disposição. Faça uma pequena reflexão: quantas vezes o seu médico, dentista ou o instrutor da academia ligou para perguntar como está sua saúde após o novo treinamento que lhe foi proposto, ou se aquele medicamento receitado teve o efeito desejado ou, ainda, se aquele problema que estava lhe perturbando já não existe mais? Vamos fazer um comparativo hipotético entre dois atendimentos em consultórios médicos diferentes, para ficar claro nosso exemplo. Na primeira situação você levou seu filho a um médico que mal o examinou. Não teve nenhuma palavra ou ação de carinho, limitando-se a receitar um medicamento sem ao menos orientá-lo sobre a opção pelo genérico, que talvez custasse metade do preço, porém, seu filho melhorou. Na segunda situação você levou seu filho a um médico, o ambiente era bonito, tranquilo e tudo devidamente organizado, o profissional foi extremamente atencioso com seu pupilo, deu até um cubo mágico para distraí-lo enquanto o examinava cri-

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teriosamente. Prescrevendo o medicamento, até sugeriu que poderia ser substituído por um genérico, que inclusive custaria 40% a 50% menos, e seu filho também melhorou. Dias depois, ao atender uma ligação você ouviu: “Bom dia, aqui é da clínica do Dr. Felicidade Pontoexe. Seu filho passou por uma consulta conosco no dia tal, e gostaríamos de saber como ele está, se aquele probleminha apresentado teve uma melhora nos últimos dias……”. Qual dos dois você gostaria que fosse o médico do seu filho, levando-se em conta que os filhos são as joias mais preciosas para qualquer pai ou mãe? Claro que o profissional deverá estar ciente do tempo investido por alguém da sua empresa, que todos deverão passar por treinamentos, que seus funcionários precisam ter empatia com os clientes e que isso gerará um aumento nos investimentos. Por outro lado, quem recebe um atendimento VIP, como no segundo consultório, não se importa em pagar mais pelos serviços contratados. Você não pagaria? Pois é, lembre-se que antes de ser proprietário de qualquer segmento, você também é cliente de outros, inclusive do seu próprio negócio. Então, que tal perceber diariamente seu empreendimento e avaliar como anda a saúde dele neste sentido?  Paulo Sérgio de Almeida Gonçalves é administrador, contador, consultor, palestrante e professor universitário com MBA pela FGV – RJ em Gestão Estratégica de Pessoas; presidente  da AESC – Associação dos Escritórios e Profissionais da Contabilidade de Jaú e região - gestão 2004/2005; atualmente  diretor da AESC Jaú; proprietário do DinamCorp Corporação Empresarial e Contábil; proprietário da Prosol Unidade Jaú e consultor e orientador em desenvolvimento de softwares Prosol – São Carlos


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Gente Fina


Laerte

Padilha Lozigia “É preciso lembrar que somos todos seres humanos, embora em posições diferentes naquele momento”

Texto Tamara Urias Fotos Douglas Ribeiro

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omo dizia o escritor e ensaísta francês, Joseph Joubert: “A palavra empolga, o exemplo ensina”. A citação é algo de que tenho plena convicção, mas não está aí por acaso, ela tem referência com o nosso Gente Fina desta edição. Filho de João e Antônia Lozigia, Laerte Padilha Lozigia, 52, cresceu em uma família simples, mas de valores. Quase

que diariamente, após a escola, ia ao trabalho do pai, na época mecânico de manutenção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em Bauru. A rotina de trabalho e os maquinários fizeram nascer no menino o desejo de se tornar engenheiro mecânico. Foi aprendiz e chegou à escola Senai aos 14 anos. Cursou mecânica de usinagem, aperfeiçoou-se em tornearia mecânica e cursou técnico em eletrônica. Em função da condição financei-


ra acabou optando pela faculdade de Matemática, mas com o objetivo de, posteriormente, ingressar no curso de Engenharia. Só que a vida foi tomando outro caminho. Tornou-se professor da rede estadual, depois de escola particular e após um passar no concurso do Senai tornou-se instrutor. Durante três anos trabalhou como torneiro mecânico durante o dia e à noite dava aulas. Quando foi convidado para lecionar no período diurno, abriu mão da indústria e permaneceu somente no Senai. Fez complementação pedagógica e cursos de pós-graduação como Sistema de Gestão em Qualidade. Prestou consultoria para algumas empresas e em 2001 surgiu a oportunidade de ingressar no Senai Jaú. Um ano depois foi convidado pelo diretor regional a assumir a direção da instituição e lá permanece como diretor executivo. Em reconhecimento pelo trabalho prestado na cidade, há poucos dias recebeu o título de cidadão jauense. Aos 24 anos casou-se com Terezinha, e faz questão de ressaltar que seu apoio e cumplicidade foram essenciais para ele. Desta união nasceu André Luiz, que concedeu à Lozigia a oportunidade de ser avô.

entrei na sala, uma aluna disse que eu seria mais um professor que permaneceria por dois dias e iria embora. Aquela frase me chamou a atenção, primeiro pela carência embutida naquelas palavras, depois porque eu queria fazer algo a mais por eles. Ali me dediquei e tive a oportunidade de desenvolver um trabalho bacana, participamos de uma olimpíada de matemática, agreguei experiência para minha vida e criei vínculos, até fui convidado a ser padrinho de casamento de uma aluna.

Você fala com muito carinho sobre o ato de educar. Tem alguma história para dividir conosco? Logo que me formei começaram a surgir algumas oportunidades na área de educação, dentre elas, lecionar para uma turma de oitava série em uma escola pública de Bauru. Quando

Nesses anos à frente da escola viu diversas transformações na vida de muitos garotos. Qual a importância e alguma história? O Senai qualifica o jovem para a vida profissional. É o primeiro degrau da escada. Como em qualquer escola, aqui também

Como foi após ingressar no Senai Jaú? Depois que assumi a direção tudo foi reestruturado, desde a escola até o pessoal. Atualmente formamos uma equipe de sessenta e cinco pessoas, todas engajadas na formação profissional. Acredito que as coisas não acontecem por acaso. Quando surgiu um processo seletivo para lideranças com foco em ser diretor de escola eu participei, mas para ser sincero não fazia parte da minha trajetória, eu me identificava muito mais com ministrar aulas. Mas tudo foi fluindo, passei na seleção e após uma preparação como gestor cheguei onde estou hoje.


identificamos problemas de toda ordem como meninas que nunca foram a uma consulta médica, até casos de jovens envolvidos com drogas. Por isso estamos sempre procurando trazer a família para dentro da instituição, pois se ela não incentivar o aluno, nós podemos até profissionalizar, mas não vamos conseguir interagir com eles. Entre outros, há o caso de um garoto que, quando percebemos, estava retirando coisas dos colegas para manter o vício. O primeiro passo foi chamar a família, que humildemente reconheceu o problema e percebeu a necessidade de ajuda clínica. A matrícula foi trancada e ele seguiu para tratamento. Após um ano retornou ao período em que havia parado, formou-se e saiu empregado. Há pouco tempo nos encontramos e ele veio me contar, todo feliz, que continuava empregado e tinha até comprado uma moto. É gratificante observar que contribuímos para sua vida ter tomado outro rumo. Hoje temos muitos alunos liderando empresas, montando o próprio negócio e outros se tornaram instrutores no Senai.

Além da profissão, os jovens aprendem valores e cidadania? Toda quarta-feira fazemos hasteamento da bandeira e cantamos o Hino Nacional. Isso não é simbólico, é uma forma resgatar valores. Acredito que é preciso ter o patriotismo embutido na gente, não dá para viver numa sociedade vendo coisas erradas e ser indiferente. Aqui não trabalhamos apenas datas comemorativas, vamos além, trabalhamos a essência, o valor, pois acreditamos que assim faremos dos jovens agentes de transformação da sociedade. Em sua função como diretor procura ensinar pelo exemplo? Meu pai era um homem muito humilde, de poucas palavras; minha mãe já era mais severa. Foram grandes exemplos de honestidade, dedicação, respeito, disciplina e o Senai tem muito disso. Aqui damos liberdade para o adolescente. Eles têm à disposição recursos de informática, jogos para aprimorar o raciocínio e também instigamos o esporte, através da copa Senai. Mas tem a hora de limpar a oficina, a hora de falar sério e de brincar, tem muito do que vivi na infância e vejo que acabei me realizando por conta disso. Como é liderar pessoas? Quando comecei a trabalhar como torneiro mecânico tinha um líder com uma competência técnica fantástica, aprendi muito com ele, mas talvez não estivesse maduro para lidar com as pessoas. Ele as tratava como números, não as respeitava e por conta do seu grande conhecimento no assunto chegava até a humilhá-las. Observando aquilo, eu desejava ter a oportunidade de liderar uma equipe, mas de forma diferente. Procuro respeitar cada um, independente da hierarquia. A faxineira é tão importante quanto qualquer outro aqui dentro, pois ela também educa através do exemplo. Enquanto se é subordinado, você respeita regras impostas por alguém. Mas à medida que você tem cargos de liderança, vai assumindo responsabilidades e tendo certo poder de decisão. Eu sou todo coração, gosto de buscar alternativas para solucionar os problemas sem me alterar ou esbravejar. É preciso lembrar que somos todos seres humanos, embora em posições diferentes naquele momento.

Você citou que na vida procura-se a religião por amor ou pela dor. Por quê? Meu pai foi fumante e teve câncer no pulmão. Fez cirurgia, só que evoluiu para metástase. Eu sempre tive como base o catolicismo, mas quando ele foi desenganado pela medicina comecei a buscar razões e me deparei com a doutrina espírita. Comecei a ler e estudar o Kardecismo, e encontrei várias respostas. Meu pai faleceu com 64 anos, eu tinha 22 e estava cursando a faculdade. Até pensei em desistir, mas minha mãe não deixou e juntos fomos nos fortalecendo e superando. A reação dela foi bacana, passada a fase mais difícil, como ela gostava e tinha habilidade para o crochê e tricô, confeccionava blusas para crianças e doava no inverno. Ela faleceu com 81 anos. Neste período, qual a principal mudança em você? Num determinado momento da vida tive uma lesão no nervo ótico. Diante da limitação e do laudo médico que apresentou ser um problema irreversível, fui me adaptando e observando o melhor da vida. Vejo que ela oferece muitas oportunidades de transformação e cabe a nós aproveitá-las ou não. Hoje eu respeito muito mais o curso natural da vida e confesso que deixei de ser tão teimoso. Qual o seu hobby? O futebol sempre foi minha paixão, cheguei até a disputar campeonatos. Mas profissionalizar não era um objetivo. Hoje, por conta da correria da semana, nas horas vagas procuro estar com a família. Gosto bastante de pesca esportiva, mas comecei a analisar o processo e percebi que é prazeroso para quem pesca, mas o peixe é judiado, então já estou desistindo. Também concentro algumas horas nos estudos da doutrina espírita e trabalho voluntário. Planos para o futuro? O objetivo é montar uma escolinha de futebol para garotos a partir dos nove anos. Nós temos até estrutura neste grupo do qual faço parte, vinculado à religião. Como o meu filho também gosta muito de futebol, o ano que vem retornará da Alemanha, fixará residência em Bauru e também poderá ajudar. Dedicar-me integralmente ao projeto, somente quando eu me aposentar. Este sonho está vivo em mim e se conseguir realizá-lo ficarei muito feliz. 

“A vida oferece muitas oportunidades de transformação e cabe a nós aproveitá-las ou não”


SaĂşde

24 Revista Energia


Foto: Internet

E.L.A. não é brincadeira

Há alguns meses um desafio tomou conta das redes sociais e levou aos holofotes uma doença pouco difundida no mundo: a Esclerose Lateral Amiotrófica

Texto Tamara Urias


C

om a proposta de arrecadar fundos e divulgar a Esclerose Lateral Amiotrófica (E.L.A.) uma campanha foi lançada. O Ice Bucket Challenge (desafio do balde de gelo), que começou nos Estados Unidos, rapidamente se propagou pelo mundo, principalmente no Brasil. A campanha ganhou mais visibilidade quando os fundadores do Facebook, Mark Zuckerberg e da Microsoft, Bill Gates, além de famosos, entraram na brincadeira e postaram o seu vídeo na rede social, que consistia no fato de que quem aceitasse o desafio teria a opção de jogar um balde de água gelada na cabeça ou doar US$ 100 para a The ALS Association, instituição que financia pesquisas e ajuda pacientes com a patologia. A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença neurodegenerativa, de etiologia indeterminada, que afeta os neurônios motores (aqueles responsáveis pela movimentação) no córtex cerebral, tronco encefálico e na medula espinhal. De acordo com o neurologista responsável pelo Ambulatório de Doenças Neuromusculares e Médico Assistente do Serviço de Eletroneuromiografia e potenciais evocados do Hospital das Clínicas de Botucatu, Thiago Dias Fernandes, a faixa etária de início da doença varia, podendo eventualmente iniciar na segunda década de vida. Entretanto, o pico de incidência é entre a quinta e sexta década de vida, com discreto predomínio no sexo masculino. “Mesmo sendo uma enfermidade relativamente rara, ela pode acometer qualquer indivíduo”, acrescenta.

Razão

Foto: ACI da Faculdade de Medicina de Botucatu

Apesar dos intensos estudos, as causas ainda não são totalmente conhecidas. Cerca de 90% dos casos são esporádicos, e provavelmente haja um fator genético que, somado a fatores ambientais, levam à doença. “Aproximadamente 10% são da forma familiar, onde o fator genético é o determinante”, relata. Os sintomas são variáveis, de instalação relativamente lenta e incluem diminuição de força, atrofia dos músculos, tremores musculares finos chamamos fasciculações, câimbras, dificuldade para engolir ou falar e falta de ar. De acordo com o médico, o diagnóstico é baDr. Thiago Dias Fernandes

seado na história e exame físico do paciente, somado à eletroneuromiografia (exame que confirma o acometimento de neurônios do tronco encefálico e medula) e outros exames para excluírem outras causas (neuroimagem e laboratoriais). Fernandes pontua que até o momento existe apenas uma medicação, o riluzole, que comprovadamente aumenta a sobrevida do paciente. “Infelizmente ainda não foi descoberta a cura”, diz. Nos casos confirmados, esta medicação é fornecida gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Durante o tratamento, uma equipe multiprofissional que inclui médicos (usualmente neurologistas), fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e outros da área da saúde acompanham o paciente. Embora a doença tenha um curso progressivo, o tempo de evolução é variável. Para ele, este tema deve ser abordado pelo neurologista de forma individualizada, junto ao paciente e à família. Ao ser questionado sobre a possibilidade de um diagnóstico precoce, o especialista diz que atualmente não há ferramentas para fazê-lo antes dos primeiros neurônios serem comprometidos, no entanto, há evidências de que o diagnóstico e o tratamento precoces podem melhorar e aumentar a sobrevida do paciente.

O convívio Natural de Jaú, o radialista e jornalista Luiz Fabiano Fernandes Cruz, 37, foi diagnosticado com a doença no final de 2011, pelo médico neurologista da USP de Ribeirão Preto, Wilson Marques Junior. Após uma ressonância magnética e uma eletroneuromiografia foi constatado que ele era portador da Esclerose Lateral Amiotrófica (E.L.A.). Mas, até descobrir a enfermidade, Cruz passou por vários especialistas. Tudo começou no final de 2009, quando notou certa dificuldade do pé esquerdo em relação ao direito. “Eu comecei a tropeçar, percebia que meu pé ficava caído e consequentemente o chinelo saia do pé”. Para saber o que estava acontecendo com seu membro inferior o jovem foi em busca de um ortopedista, já que achava que o caso tinha a ver com esta área. Após exames e uma radiografia, ele foi encaminhado a um especialista em coluna e um neurologista. Uma nova bateria de exames foi solicitada para investigar se havia algum pinçamento na vértebra da coluna ou algum defeito nos neurônios, e mais uma vez nada foi constatado. Diante disso, o especialista que estava cuidando do caso encaminhou-o à USP de Ribeirão Preto. Mas até chegar lá, Cruz passou por mais dois neurologistas em Bauru, que nada detectaram.

“Mesmo sendo uma enfermidade relativamente rara, ela pode acometer qualquer indivíduo”, relata o médico Thiago Dias Fernandes A notícia Receber o diagnóstico foi extremamente devastador, segundo relata. “Eu costumo dizer que é uma sentença de morte na hora que você ouve, não o diagnóstico, mas o prognóstico da doença, que é muito sombrio. Deparar-se com uma patologia que pode levar à morte prematura assusta”.


Ellen e Luiz Fabiano

Foto: Arquivo Pessoal

Mas, com o passar do tempo, o portador vai se acostumando com toda a avalanche de informações. “A vida tem que continuar. Continuo com fé e esperança que em breve haverá um tratamento e o meu quadro possa ser revertido; meus neurônios sejam reconstruídos e meus músculos consigam receber as informações e possam ser regenerados”. Para se locomover ele usa uma cadeira de rodas, já que perdeu totalmente a força das pernas, mas detém os movimentos das mãos. “Eu consigo ter o controle do tronco, da cabeça, tenho a respiração boa e a degustação ainda não foi afetada”. Durante todo este processo a presença e apoio da família e amigos foram e são fundamentais para o radialista seguir e acreditar num futuro próspero. Ao falar da esposa Ellen e da filha Ana Gabriela, com carinho e agradecimento, ele as descreve como sua extensão. “Elas são a minha estrutura. O que o meu corpo não faz mais, elas fazem por mim”. Seus dias são basicamente na frente do computador, onde pesquisa sobre a doença e fica ligado em grupos formados dentro e fora das redes sociais, interagindo sobre o assunto. Dentro desta busca, ele se deparou com o projeto E.L.A. Brasil, que tem por objetivo mapear em até dez anos todos os portadores da doença no país, e também formalizar as pesquisas com células tronco, onde os voluntários possam receber, para o tratamento, a ingestão de célula tronco intramuscular ou via medular. “Fico buscando notícias e avanços sobre a cura da doença, e me inscrevendo como cobaia para pesquisas em humanos”. Atualmente Cruz toma medicação, é acompanhado por uma equipe multidisciplinar, tem o apoio da família, dos amigos e vive na esperança de vivenciar a cura e retomar a sua vida ao lado de quem ama. 


Energia

Por Paula Mesquita

28 Revista Energia

Gabriela Ribeiro

Garota

Tel.: (14) 3626 3850 Rua Campos Salles, 256 - Centro JaĂş/SP Paula Mesquita Modas


Ficha técnica:

Fotos e Produção: Douglas Ribeiro Looks e Acessórios: Paula Mesquita Beleza: Sim Beauty Salon Fone: 3416 7110 Modelo Veste: Miss e Misses

Que tal ter um dia de beleza, fazer um ensaio fotografico e ainda estampar as páginas da Revsita como Garota Enegia? Traga uma foto sua na sede da Energia, Rua Quintino Bocaiúva, 330 - 2º Andar e preencha o formulário de inscrição. Ai, é só torcer!


Foto: Arquivo Pessoal

Capa


Faz parte da sua vida Eles já foram vendidos nas farmácias como remédios, com a finalidade de revigorar, rejuvenescer e ajudar na digestão. Atualmente, estão entre as bebidas mais consumidas em todo o mundo

Texto Heloiza Helena C Zanzotti

O

s refrigerantes como conhecemos hoje já existem há mais de 120 anos e, segundo o IBGE, estão entre os cinco alimentos mais consumidos no Brasil, à frente de qualquer tipo de carne, fruta ou verdura. Na verdade, nosso país é um dos maiores consumidores de refrigerantes do planeta, juntamente com EUA, China e México. Inspiração nas fontes Hipócrates, o pai da medicina, já observava as fontes de águas minerais gasosas e as recomendava para banhos. Isso

no século IV a.C. Entretanto, ele nunca havia pensado nessa água para beber, o que foi feito por um povoado belga que ganhou fama por suas fontes naturais e passou a exportar essa água para Londres e outras capitais. A partir daí várias tentativas foram feitas para recriar o produto artificialmente, até que o inglês Joseph Priestley e o francês Antoine Lavoisier descobriram uma bomba que ajudava a fixar o gás na água. Em 1782, o farmacêutico Thomas Henry tornou-se o primeiro a produzir água carbonatada industrialmente. Bebida de elite Uma bomba instalada nos balcões das farmácias permitia

Revista Energia 31


Fotos: Arquivo Pessoal

que o líquido fosse gaseificado na hora, e os farmacêuticos tentavam associar ingredientes curativos à bebida gaseificada. Surgiu, então, a ideia de acrescentar sabores como o gengibre e o limão, e a bebida fez o maior sucesso. A princípio os refrigerantes eram consumidos apenas por uma classe elitizada, que se reunia nas farmácias para degustar o produto devido às suas propriedades refrescantes e antiácidas. Os primeiros refrigerantes da história, portanto, eram comercializados como produtos medicinais. E foi também um farmacêutico, o americano John Pemberton, quem criou o mais famoso deles, a Coca-Cola, em 1886. Levar para casa O principal desafio, até então, era criar um mecanismo de fechamento que mantivesse o gás dentro da bebida, para que

32 Revista Energia

as pessoas pudessem levar o produto para suas casas. Até que em 1892 William Painter inventou a rolha metálica, o que permitiu sua popularização. Com a crescente frequência do refrigerante nas residências, as embalagens foram aperfeiçoadas e a comercialização passou a ser feita em lanchonetes e supermercados. Em 1957 surgiram as latinhas de alumínio; as garrafas pet somente apareceram em 1973. Consumo e qualidade Atualmente dados apontam que são consumidos, só nos EUA, aproximadamente 49,78 bilhões de litros por ano. No Brasil são 14,33 bilhões, sendo que cada brasileiro consome, em média, 35 litros dessa bebida ao ano. Com o consumo sempre em alta, as empresas investem cada vez mais em tecnologia, produzindo bebidas de qualidade e sabores que


atendem ao público mais exigente. Neste contexto a RE foi conhecer um pouco mais sobre uma tradicional empresa jauense, líder de vendas no setor. Refrigerantes 15 Se o refrigerante tem pouco mais de 120 anos, imagine a tradição de quem está há 90 anos no mercado, época em que a bebida ainda era conhecida como “gasosa”. Pois esta é a história dos Refrigerantes 15, lançado em 1924 como Guaraná 15, e que passou para as mãos de Ângelo Zugliani em 1941. Imigrante italiano com larga experiência na produção de vinhos e fundador de uma cervejaria em Mineiros do Tietê, Ângelo mudou-se para Jaú e junto com a esposa tomou a frente do negócio, aprimorou sabores, enfrentou desafios e concorrência, modernizou a empresa e fez com que seus produtos se destacassem no conceito popular. Investimentos em tecnologia, qualificação profissional e uma gestão eficiente solidificaram os Refrigerantes 15 no mercado de Jaú e região. Em 1992, já sob a administração de Sidney Ângelo Zugliani e seus filhos, os Refrigerantes 15 passaram por um processo de investimentos em produção, distribuição e logística, somando-se ao quadro de gestores a visão empreendedora de Hamilton Chaves e irmãos, o que impulsionou a empresa e a tornou líder de mercado em toda a região. Atualmente, são mais de vinte cidades que desfrutam da qualidade do produto, em aproximadamente 2.500 pontos de venda. A força do nome Como tradicional reduto político republicano, tanto Jaú como outras cidades de mesmo perfil faziam alusão à Proclamação da República nomeando estabelecimentos, ruas e praças com a data cívica. Em 1924 foi fundado o Esporte Clube XV de Novembro, o XV de Jaú, e também neste ano iniciando sua fábrica de “gasosas”, como eram chamados os refrigerantes na época, Luiz Spirandelli batizou-a de Guaraná 15. Sabores irresistíveis Há quase um século produzindo bebidas dentro do mais alto padrão de qualidade, os sabores dos Refrigerantes 15 estão em perfeita harmonia com nosso clima quente. Adoçado na medida exata, surpreende seus consumidores com conteúdos de personalidade. Do tradicionalíssimo Guaraná 15 à insuperável Soda

Fazendo parte da história de Jaú e frequentando a mesa de muitas gerações, Refrigerantes 15 são sabor e tradição que resistem ao tempo

Revista Energia 33


Foto: Douglas Ribeiro

Considerada patrimônio da cidade de Jaú, Refrigerantes 15 fazem 90 anos. Pode comemorar, esta festa também é sua! Limonada 15, que segundo os consumidores nada deve às marcas mais famosas, os Refrigerantes 15 também produzem os sabores cola, uva, maçã, laranja e as “zero calorias” (cola, guaraná e soda). Além destes, a empresa fabrica o consagrado energético Crazy Cat Energy Drink, considerado um dos melhores entre os disponíveis no mercado. E também possui parceria na cerveja Ecobier e água mineral.

Sim

Patrimônio da cidade Fazendo parte da história de Jaú e frequentando a mesa

beauty salon

de muitas gerações, acompanhando refeições e lanches, ou na composição de drinks adultos, Refrigerantes 15 são sabor e tradição que resistem ao tempo. Obviamente que para alcançar este patamar e conseguir concorrer com as grandes indústrias, a empresa soube aliar preços justos a produtos de qualidade. Abra uma garrafa do seu sabor preferido, despeje no copo este delicioso líquido borbulhante e brinde com a gente os 90 anos do melhor e mais refrescante refrigerante do interior paulista. 


QuemfezJahu

Texto Heloiza Helena C. Zanzotti

Zien Nassif

N

ascido em 1º de abril de 1917, filho de Miguel Nassif e Helmara Chauba Nassif, seu pai faleceu ainda jovem, deixando a mãe com cinco filhos pequenos para criar. Como ficaram em uma situação financeira desfavorável, começou a trabalhar muito cedo para ajudar a família. Formou-se professor, e lecionava Geografia e História na Academia Horácio Berlinck e no Colégio dos Padres. Com seu salário, além das despesas da casa mantinha os dois irmãos mais novos na escola. A RE conversou com Gudbem Nassif, 81, que lembrou estes e outros fatos marcantes da vida do irmão. “O Zien era muito querido, respeitado e viviam insistindo para ele sair candidato a prefeito, até que um dia ele acabou aceitando”, diz Gudbem. Ele conta que foi tesoureiro do irmão na campanha e que esta foi feita sem recursos financeiros. “O Zien visitava as pessoas em suas casas, tomava café com as famílias, era uma pessoa simples e cativante”. Entretanto, ninguém acreditava na vitória de Zien, que enfrentaria oponentes poderosos, sem praticamente nenhuma estrutura. Gudbem lembra: “Eu possuía um fusquinha, e esse foi o único veículo da campanha do Zien”. Entretanto, por uma pequena diferença de votos, Zien venceu. Eleito para o executivo em 4 de outubro de 1959, exerceu o mandato até 31 de dezembro de 1963. Esse

foi um período difícil para Zien, que tinha a minoria na Câmara e o governo do estado de partido oposto, tendo que administrar com toda a adversidade. Construiu a sede do Tiro de Guerra, conseguiu a primeira ambulância, a primeira draga para desassoreamento do Rio Jaú e algumas verbas, com as quais iniciou o asfaltamento da cidade. Nas eleições de 1962, Zien aceitou o convite e candidatou-se a deputado estadual, tendo sido o mais votado em Jaú. No entanto ficou na suplência, e só assumiu a cadeira em 1964, quando já não era mais prefeito. No último dia de seu mandato na prefeitura da cidade casou-se com Helena Nassif, e não tiveram filhos. Gudbem diz que o irmão foi uma pessoa sem luxos e que ajudava muito os menos favorecidos, especialmente quando o problema era assistência médica. Após ficar viúvo voltou a morar com a irmã Nelly, que sempre foi seu braço direito. O irmão relata que Zien tinha um carinho especial pelo Hospital Amaral Carvalho, e enquanto fazia parte da direção da instituição foi acometido por uma leucemia. Após 15 dias de internação, entrou em uma espécie de coma. “Eu estava ao seu lado em uma manhã quando, repentinamente, ele acordou e disse: ‘Gudbem, será que ainda vai demorar muito?’. E faleceu dez minutos depois”. Seu óbito ocorreu em 23 de maio de 1989, está enterrado no cemitério municipal de Jaú e dá nome a importante avenida da cidade.

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Look de artista

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Look de artista

Fotografia Douglas Ribeiro Modelos Renata Bronze e Gabriela Marson Beleza Sim Beauty Salon Style Vestylle Megastore 38 Revista Energia


Revista Energia 39


Varal

Fotos Douglas Ribeiro

Conexão Modas

Geniou’s Joalheria

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Rua General Galvão, 71 - Sala 02 Fone: (14) 3416.8104 Revista Energia 41


Informe Publicitário

Jaú e o mercado

imobiliário

Nos últimos 15 anos o mercado da construção civil vivenciou um crescimento extraordinário, superando expectativas e atingindo marcas de altíssimo desempenho

S

egundo a Acijar (Associação dos Corretores de Imóveis de Jaú e Região), recordes de vendas e inúmeros novos empreendimentos imobiliários, ano pós ano, impulsionaram o crescimento econômico do país. Houve rápida valorização dos imóveis de maneira crescente e contínua, se comparada com outras décadas. Entretanto, em 2014 está havendo uma desaceleração no setor, e a venda e aluguel de imóveis novos e usados estabilizou-se. É notório que o Brasil vive hoje um cenário bem diferente do passado. Diversos fatores alavancaram o setor da construção civil, entre eles a alta procura por investimento em imóveis em detrimento das aplicações bancárias; ao plano Minha Casa Minha Vida que 42 Revista Energia

deu incentivo fiscal às construtoras e subsidiou parte do valor dos imóveis e à baixa na taxa de juros de financiamento. Assim, houve aumento no valor dos imóveis, e atualmente há mais oferta do que procura. Consequentemente há uma infinidade de imóveis com o preço ofertado acima do valor real de mercado e, mais do que isso, acima das possibilidades financeiras do comprador para o perfil de imóvel que o mesmo procura.

Em Jaú Para a Acijar, Jaú não é diferente do resto do país. Ainda há pouca oferta de novos empreendimentos imobiliários, o que torna o imóvel mais valorizado do que em outras cidades de mesmo


A Acijar recomenda

Foto: Internet

Façam novas avaliações dos imóveis à venda ou para locação, através de corretores credenciados, para saber qual o valor real do mercado atual. É necessário que os proprietários voltem a avaliar o preço pedido, para que os valores não fiquem acima das possibilidades financeiras dos compradores em potencial; Aceitem financiamento como forma de pagamento sempre que possível, pois a maioria dos compradores opta por esta forma de compra; Em relação à locação, diversifiquem as garantias, dando mais opções ao futuro inquilino; Proprietários de imóveis usados precisam entender que o referido imóvel vale, no máximo, 80% do valor do mesmo se fosse novo, pois em um novo a disposição dos cômodos e o acabamento são mais modernos, além de possuir mais tempo de vida útil.

porte. Porém, como o Plano Diretor e Lei de Diretrizes da cidade foi modificado no final de 2012, atualmente há grande quantidade de novos projetos como loteamentos verticais, horizontais, abertos e fechados. Com novos empreendimentos em trâmite nos órgãos públicos, a Acijar acredita que em breve teremos outro cenário, e quem ganhará com isso é a população em geral, seja inquilino, proprietário, construtora, comprador ou investidor. A Associação, entretanto, alerta os proprietários para a importância de colocar seus imóveis à venda ou para locação no preço real de mercado, para que as transações sejam efetivamente realizadas.

A Acijar A Associação dos Corretores de Imóveis de Jaú e Região foi criada há pouco mais de um ano, após muito empenho e união de corretores e imobiliárias que há mais de quinze anos vinham lutando por essa causa. Com a finalidade de unir a classe dos corretores de imóveis, capacitá-la ainda mais e orientar a sociedade da melhor forma possível em qualquer tipo de transação imobiliária, a Acijar tem hoje em torno de 40 membros e já realizou inúmeras reuniões, cursos e palestras. Além disso, atua em campanhas beneficentes como doação de brinquedos a crianças carentes, doação de alimentos e campanha do agasalho. A atual presidente da entidade, Maria Lúcia Matielo, afirma: “Temos certeza de que a Acijar já surte efeitos, conquistou grande espaço e nossos corretores estão cada vez mais especializados em suas áreas de atuação”.  Revista Energia 43


Foto: Internet

Primavera

44 Revista Energia


Pra não dizer que não falei das

flores

As flores estão sempre presentes em nossa vida, tanto nas situações de maior felicidade como nas de mais profunda tristeza

Texto Heloiza Helena C Zanzotti

U

tilizadas na fabricação de perfumes, remédios, óleos, extratos e para diversas finalidades como saúde, beleza e decoração, não podemos esquecer que as flores também estão relacionadas a história, cultura, tradição e comportamento da humanidade. As flores nos acompanham em todas as etapas de nossa vida, do nascimento à morte, marcando presença em outros momentos especiais como casamentos, batizados e aniversários.

disso, segundo o Feng Shui, também deixam os ambientes mais harmoniosos. Para os especialistas na técnica, flores na entrada da casa atraem boas energias e transmitem a mensagem de boas-vindas. Pela tradição, existem cinco flores que são consideradas as mais importantes do Feng Shui, devido aos benefícios que oferecem. São elas as peônias, os crisântemos, as orquídeas, as magnólias brancas e a flor de lótus.

Boas energias

Será que as noivas sempre usaram buquê? Pois essa dupla é inseparável desde a Grécia Antiga, época em que a noiva ia andando até a igreja. Durante essa caminhada ela recebia ervas e temperos para trazer sorte, fartura e felicidade. Quando chegava à

Muitos estudos relacionados às plantas demonstram que o convívio com elas proporciona sensação de prazer, diminui o estresse e melhora a qualidade do ar e da vida de forma geral. Além

Noivas e buquês

Revista Energia 45


igreja já tinha em mãos um buquê, e cada um dos ramos tinha um significado diferente. Depois vieram as flores de laranjeira, tradicionais no mundo todo, que simbolizam amor eterno, pureza e fidelidade. Atualmente poucas noivas utilizam esse buquê, embora ainda seja considerado em muitos países como o complemento perfeito para trazer sorte no dia do casamento, e ser feliz para sempre.

Flores no funeral Antes de surgirem as técnicas de preparo e embalsamento dos corpos, as flores tinham papel fundamental nos funerais, pois eram usadas para mascarar os odores da decomposição do corpo. Com o passar dos anos e a descoberta de como manter por mais tempo um cadáver, o envio de flores para os falecidos permaneceu, porém, para fazer com que o local do velório ficasse mais leve, menos desagradável. As flores na hora da morte simbolizam o ciclo da vida, e trazem suavidade para a cerimônia.

Sempre um presente

Fotos: Internet

A tradição de presentear com flores vem de uma época em

que flores e ervas tinham atributos apenas medicinais e dar flores era uma espécie de ato de caridade. Mais tarde passou-se a oferecer flores como recompensa, quando uma tarefa importante era bem desempenhada, e os homens as utilizavam quando queriam fazer uma declaração de amor. Atualmente, isso é feito em diversas ocasiões, sem que seja necessário um motivo romântico. Adilson Oliveira Beber, empresário, trabalha com flores há 14 anos e afirma: “O ato de enviar flores modificou-se com o tempo, o mercado cresceu. Aquela senhorinha de 80 anos que ficava em casa vendo TV, hoje frequenta shopping, vai às compras. Tenho clientes até mais velhas”. Como faz trabalhos personalizados com flores, ele explica que a cidade está se modernizando e que atualmente estuda-se o perfil de quem vai receber as flores e também de quem oferece, para que o presente seja perfeito.

Sem preconceito É isso mesmo, acabou-se o preconceito: homens também podem receber flores, sem nenhum problema. Adilson afirma que enviar flores para homens é bem comum, mas lembra que o arranjo para eles deve ter um estilo mais limpo, cores neutras e flores realmente naturais. As preferidas são rosas (brancas, amarelas, lemon e jade), orquídeas, cravos e lisianthus.

Atividade econômica O hábito de presentear com flores também incentiva a economia. Segundo o Sebrae, no Brasil são produzidas mais de 350 espécies de flores, e perto de três mil variedades. E o mercado tem se expandido. Em 2013 o setor movimentou R$ 5 bilhões, gerando cerca de 200 mil empregos. Para Adilson, o que ajuda a impulsionar o mercado são as decorações. “Casamentos hoje são grandes eventos e envolvem muito dinheiro”. Entretanto, segundo ele, a produção não acompanha a demanda, sendo necessária a importação. “Além dos casamentos, houve grande crescimento no setor de festas infantis. Flores estão substituindo parcialmente as decorações com bexigas e outros artigos de decoração”, explica.


Elas falam sobre nós

Adilson Oliveira Beber

Vai enviar flores para alguém doente? Consultores orientam que é bom oferecer flores vermelhas, que se relacionam com o sangue e a vida, exprimindo o desejo de que o paciente se recupere mais rapidamente

Foto: Douglas Ribeiro

Em uma pesquisa do Laboratório de Emoções Humanas da Rutgers University em New Jersey, EUA, Jeannette Haviland-Jones, diretora da instituição, descobriu que aqueles que mandam flores, em comparação com outros tipos de presentes, são vistos como pessoas bem sucedidas, carinhosas e emocionalmente inteligentes. Para ela, a descoberta é importante para quem quer melhorar suas amizades, romances ou até mesmo relacionamentos de negócios. Além disso, a equipe da pesquisadora constatou que as flores criam prazer imediato, felicidade e aumentam a satisfação com a vida. (www.aboutflowers.com) Sendo assim, aproveite a Primavera, coloque flores na sua casa, no seu trabalho, dê de presente; elas vão alegrar a vida de todos e atrair boas energias. 

Revista Energia 47


Arte

48 Revista Energia


Transforme e

decore

Reaproveitar peças que iriam para o lixo é mais que moda, é uma questão de consciência ecológica e geração de emprego

Texto Tamara Urias Fotos Douglas Ribeiro

V

ivemos em um mundo capitalista onde o tempo todo somos instigados a comprar. A correria do dia a dia, a variedade de produtos, o aumento do poder aquisitivo e as facilidades no crediário trouxeram à tona novos hábitos, entre eles o consumo exacerbado das coisas. Como consequência, nos últimos anos a produção de lixo aumentou significativamente e mexeu com o planeta, que pede atenção. Diante deste panorama nasceu uma nova consciência, a da reciclagem. O ato, além de transformar os materiais em peças decorativas ou móveis, induz a geração de emprego. A partir de um projeto de pesquisa em economia criativa, a empreendedora pós-graduada em gestão cultural, Carolina Panini, 28, teve a ideia transformar e reaproveitar coisas que iriam para o lixo em objetos diferenciados. “De início eu fazia estas peças para a minha casa, mas com o tempo percebi que poderia

criar um empreendimento com este foco e há pouco mais de dois anos nasceu a Caçambaria”. As peças são exclusivas, mas algumas podem ser reproduzidas, principalmente quando se usa caixotes de feira ou pallets. “Nós gostamos de transformar o resíduo pálido, sem cor ou sujo em algo vibrante. Nós transpomos esta energia para o móvel no momento de criação”. Carolina conta que nesses anos de projeto já conseguiram retirar das ruas em torno de quatro toneladas de lixo. Os objetos são captados através de doações e informações de pessoas que ao se depararem com estes móveis ligam e avisam onde estão, para que um da equipe possa ir buscar. O local trouxe geração de emprego para artistas da cidade. “O Bruno é muito bom na tapeçaria. A Jana é fantástica na parte de degradê e cores. O Luciano faz toda a parte de reestruturação, é ele quem conserta e torna a peça apta para podermos transformar”.


“Uma peça no canto da sala ou quarto já muda completamente o ambiente e ajuda na consciência ecológica”, afirma Carolina Segundo ela, as técnicas usadas para a transformação e reforma são variadas como estofamento, tapeçaria, pintura chapada, envernizada, pátina e aplicação de tecido através da decoupage. “Nós criamos uma identidade ao trabalhar com peças revestidas com tecido em cores fortes e vivas. A nossa proposta é fazer com que as pessoas batam o olho numa peça e se lembrem da gente”. Carolina conta que geralmente as pessoas que adquirem estes produtos são as engajadas na preservação do meio ambiente. “Elas valorizam o trabalho feito à mão e têm interesse em entender a cadeia do consumo. Trabalhar com o fora de série e padrões é o nosso grande diferencial”. A empresa disponibiliza cursos e cobra uma taxa para cobrir os gastos com os materiais, mas Carolina vai ministrar um curso pela internet que será gratuito e transmitido pela rede Eduk no dia 31 de outubro e 01 de novembro das 14h às 17h. O reprise será das 19h às 22h.

Demolir para construir O compromisso ambiental agregado à veia comercial levou José César Guerra, 51, a se aventurar no ramo de móveis de demolição, cuja matéria prima é encontrada em casas de madeiras, tuias de café, barracões, e quase sempre são descartadas em pilhas de lixo. “À primeira vista ela pode aparentar estar comprometida, mas quando é limpa e lavada, o cerne está impecável”. Guerra acrescenta que quase sempre as pessoas têm noção que as madeiras inutilizadas são nobres, mas como precisam de tratamento fica mais fácil se desfazer. “Uma peroba demora em torno de vinte e sete anos para ficar adulta e soltar semente, acho um absurdo quando vejo pessoas usando perobas como lenha em fornos de padarias”.

“Se não houver uma conscientização rápida, o recurso irá esgotar”, diz Guerra Com criatividade e mãos habilidosas ele transforma o material rústico em móveis com design clássico como mesa de jantar, de centro, aparador, bancos, baús, cômodas, racks, cabideiros, cadeiras, roupeiros, etc. As peças demoram em média 25 dias para ficarem prontas. “Existe todo um processo para a manipulação da madeira. Os recortes são feitos à mão e uma cera é usada para dar um aspecto mais natural, porém também o verniz pode ser usado”, finaliza. 

50 Revista Energia


Mãos à obra Decorar a casa com peças que iriam para o lixo, mas que foram reaproveitadas, é uma ação que cabe no bolso e o planeta agradece! Que tal transformar um caixote de feira ou pallets em uma peça única e diferenciada para a sua casa? A Revista Energia dá as dicas: Muito versátil, o caixote de madeira pode ser usado para diversas funções como mini adega, nichos, mesinha, estante, entre muitos outros. Já os pallets são fáceis de serem transformados. Podem se tornar belas mesas de centro, estrutura para cama ou sofá e até objetos de decoração. Após decidir o que fará, remova as farpas lixando toda a superfície, incluindo os vãos entre as ripas. Se você tiver uma lixadeira elétrica, o trabalho ficará mais fácil. Antes de pintá-lo passe um anticupim, que poderá ser adquirido em lojas de material de construção. Agora é só abusar da criatividade e criar uma peça com a sua assinatura!

Revista Energia 51


Fotos: Douglas Ribeiro

club

Social

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Jaú Shopping Na noite de sexta-feira, 26 de setembro, o músico Ney Moraes apresentou-se na Praça de Alimentação do Jaú Shopping. Seu repertório inclui MPB e rock brasileiro, com forte influência de Alceu Valença, Raul Seixas, Zé Ramalho, Zeca Baleiro e outros artistas, além de composições próprias. Neste mês de outubro, em comemoração ao dia das crianças, o Jaú Shopping lançou uma super promoção! A cada R$ 100 em compras a criançada ganha uma foto personalizada na cabine fotográfica. E a criançada pode aproveitar o Espaço Recreativo com diversas atrações como desenho, pintura e atividades educativas. A promoção é válida até 12 de outubro

52 Revista Energia

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5

1. Silvana e Itamar Souza 2. Ralph, Tarcísio, Frederico, Hidijalma e Luis 3. Mariele Barra, Cintia Galvão, Drea dos Santos 4. Espaço Recreativo 5. Renan Rodrigues Alves e Ney Moraes


Fotos: Douglas Ribeiro

Na Zevel o novo Ford Ka

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Durante todo o dia 30 de agosto, clientes da Ford Zevel de Jaú puderam conhecer o novo Ford Ka 2015. Durante o lançamento, os presentes conheceram mais sobre o pacote tecnológico do carro, além de fazer o test drive.

1. Edson e Luisa Maróstica 2. Nivaldo e Humberto Martini 3. Cintia, Augusto e José 4. Denise e Gilberto Romano 5. Luiz Gustavo e Luiz Gonzaga

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club

Fotos: Arquivo Pessoal

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Feliz aniversรกrio No dia 8 de agosto, a encantadora Giovana comemorou seus 15 anos ao lado dos pais Joรฃo Geraldo Catto e Maria Tereza Ferrari Catto, amigos e familiares. A festa ocorreu no Espaรงo Grevillea. Apรณs a emocionante valsa, a balada ao som do DJ se estendeu pela madrugada animando os presentes.

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1. Giovana Ferrari Catto 2. João Geraldo Catto, Giovana Ferrari Catto e Maria Tereza Ferrari Catto 3. Giovana Ferrari Catto e João Geraldo Catto 4. Ana Laura Campoó, Giovana Ferrari Catto e Eduarda Deungaro 5. Giovana Ferrari Catto e Deejay Xandy 6. Ana Luiza, Gabriel, Raphael, Gustavo, João Victor, Deejay Xandy, Eduarda, Lucas, Gabriel Pascon, Carlos, Gabriel Pavaneli, Laís, Isabella, Vitor e Ricardo 7. Gabriel, Giovanna, Ana Vitória, Bruno, Fernando, Ana Laura, Isabela, Raphael, Maria, Marilia, Gustavo, Ricardo, Vitor e Gabriel Pascon 8. Isabela Cavalheiro, Ana Laura Campoó, Giovana, Eduarda Deungaro, Raphael Perez e Fernando Vanni 9. Ana Laura Campoó, Gabriel Nunes Pavaneli, Giovana, José Carlos Gonçalves, Eduarda Deungaro e Isabela Cavalheiro. 10. Felipe Jorgin Roda e Giovana Ferrari Catto 11. Giovana Ferrari Catto

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Fotos: Douglas Ribeiro

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Clayton Lifan Motors Clayton Lifan Motors apresentou a nova linha de carros da qual é concessionária exclusiva para Jaú e região. O anfitrião Clayton Boaventura Coutinho recepcionou amigos, parceiros e colaboradores com um grande coquetel. Durante o evento, o proprietário mostrou o diferencial dos carros, que impressionou os presentes. Com atendimento de qualidade e trabalhando com as melhores financeiras do mercado, a loja apresenta financiamento com excelentes taxas, além de aprovação on-line, rápida e sem burocracia. 1. Daniel Coutinho, Lorena Coutinho, Patrícia Coutinho e Clayton Coutinho 2. Natalia Hypolito, Keila Freitas e Fabio Tanigutti 3. Amanda F. Rizzo, Maria Victoria Rizzo e Ricardo Rizzo 4. Zhen Huang Presidente da Lifan Motors do Brasil, Johnny Fang Vice Diretor de Vendas, Jair Leite de Oliveira Diretor de Vendas, Caio Viegas Gerente Regional de Vendas, Clayton Coutinho, Otavio Tasso Diretor de Desenvolvimento de Rede

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Fotos: #naballada

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Social


Fotos: Douglas Ribeiro

Clube do chope

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Uma das principais tradições do Bar do Português é o Clube do Chope. Para entrar é preciso adquirir uma cota com 50 vales-chope. Enquanto não são consumidos, ficam guardados na caneca até a próxima visita. Não há prazo determinado de consumo e quando se atinge a marca de 50 recargas, você troca sua caneca pela dourada, e após 100 recargas recebe a caneca vinho, que será personalizada. Que tal vir fazer parte deste clube? 2

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1. Viviane e Jose Carlos 2. Gustavo Gonçalves, Douglas Ferreira e Rodolfo Crivelari, Renato Denardo, Leonardo Forcin, Bruno Piragine e Tiago Ricardo 3. Bruna Cetertick e Seide Marangoni 4. Iva Manequine, Murilo Perassolli e André Candarola 5. Erica Pereira e Joice Alvez


Verão com arte Novidades, tendências e gente bonita marcaram o coquetel de lançamento da campanha “Verão com arte”, realizado pela Vestylle MegaStore, no dia 11 de setembro. A tarde foi recheada de drinks, música ao vivo, a presença do pintor Ricardo Fernandes e do embaixador da moda, Odil Zepper, o Juba, além, é claro, da estrela do dia, a coleção Summer day.

Fotos: Douglas Ribeiro

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Social

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1. Juba Zepper e Karine

Camargo 2. Ricardo Fernandes

Rodrigues 3. Claudia Grosso, Sandra

Frozel e Kelly Labela

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Foto: Arquivo Pessoal

Magda Modas

Foto: Marcelo Roma Fotografia

Um super coquetel foi organizado para o lançamento da coleção de verão na Magda Modas. Amigos e clientes estiveram presentes elogiando as peças apresentadas que prometem ser o hit da estação.

Parabéns No dia 16 de setembro o doce Theo Teixeira Manzini comemorou 5 anos com uma linda festa cujo tema foi o homem aranha. Já que no ano passado, em decorrência de um sério quadro de pneumonia que adquiriu em função da baixa imunidade devido ao tratamento de leucemia, ele não pode festejar, neste ano Theo curtiu muito. Os pais Sabrina Vomero Teixeira Manzini e Ederson Manzini, além de toda a família estão muito felizes e agradecidos a Deus pela cura que Ele trouxe à sua vida!


Coringas para o intestino Descubra as propriedades dos prebióticos e probióticos, onde encontrá-los e como usufruir dos benefícios para o funcionamento saudável do organismo

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Texto Tamara Urias

busca por hábitos saudáveis tem contribuído para a inserção de novos alimentos no cardápio do brasileiro. Com efeitos comprovados cientificamente, os alimentos funcionais, além de saciar a fome, promovem benefícios ao organismo humano, exercendo funções como prevenção de doenças, proteção de órgãos e tecidos, entre outros. Dentre eles estão os prebióticos e probióticos. A nutricionista Keli Daiane Bortholazzi, 30, define os pro-

bióticos como microrganismos vivos, que quando administrados em quantidades apropriadas, exercem efeitos benefícios na flora bacteriana intestinal do hospedeiro. “Eles contribuem para a saúde da flora intestinal e são usados para prevenir e tratar doenças imunoestimulantes”. As bactérias probióticas mais conhecidas são o lactobacillus acidophilus, lactobacillus casei shirota, bifidobacterium bifidum, enterococcus faecium, entre outros. De acordo com a especialista, eles estão presentes em

Foto: Internet

Nutrição


Keli Daiane Bortholazzi

Foto: Arquivo Pessoal

“A ingestão de alimentos que incitam o desenvolvimento de bactérias saudáveis ao organismo é fundamental para o equilíbrio da flora intestinal”

Foto: Internet

muitos produtos industrializados como leites fermentados, iogurtes, mas também podem ser encontrados na forma de pó ou cápsulas. “Devido o aumento da procura por alimentos saudáveis e preventivos, eles podem ser achados em produtos alimentícios e nutricosméticos”. Já os prebióticos agem de forma diferente. Keli explica que eles melhoram o trânsito intestinal, prevenindo constipações e diarreias, impedindo a absorção de gorduras e contribuindo para a ingestão de cálcio, magnésio, zinco e ferro, sem contar que estimulam o crescimento das bactérias benéficas, ou seja, as probióticas. “Eles atuam proporcionando uma microflora saudável, ajudando o intestino absorver somente substâncias necessárias, eliminando o excesso de glicose e colesterol do sangue”, ressalta. Os prebióticos estão presentes nos frutoologosacarídeos (FOS), que podem ser encontrados em alimentos comprados na feira ou supermercado como cebola, alho, tomate, banana, cevada, aveia, trigo, mel e cerveja. E a inulina, que pode ser encontrada principalmente na raiz da chicória, mas também no alho, na cebola, no aspargo e na alcachofra. Consumo A especialista explica que o consumo de alimentos probióticos e prebióticos é importante, pois aumentam o número de bactérias do bem em nosso organismo. Eles também podem contribuir com efeitos positivos em pacientes hospitalizados, que recebem a dieta enteral, e patologias mais graves como câncer colorretal. “Auxiliam o tratamento da síndrome do intestino irritável e tratamento da síndrome de diarreia aguda, que muitas vezes foi causada por uso excessivo de antibióticos”. O consumo destes alimentos deve ser estimulado. No entanto, a ingestão em demasia pode ocasionar efeitos adversos como diarreia, flatulência excessiva, pressão e ruídos intestinais elevados. “O tempo de uso varia de acordo com cada indivíduo e patologia”, avisa a nutricionista. Lembre-se, para os alimentos funcionais surtirem efeito devem estar associados a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. 


Fitness

Por Marcelo Macedo “Tchelinho” crefito: 169450-F | cref: 044143-G/SP

Walking dance ou dança na esteira Você já escutou aquela música empolgante enquanto caminhava ou corria na esteira e sentiu uma imensa vontade de seguir o ritmo dançando?

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ideia pode parecer, de início, estranha, mas é exatamente essa a nova modalidade fitness, que mistura dança com esteira em movimento. Criada pela bailarina Heloísa Gouveia, o método promete queimar em média 600 calorias por aula. A atividade é mais uma oportunidade para quem não gosta da mesmice.

Origem

Imagem Internet

As aulas são compostas de coreografias diferentes, com ritmos musicais variados, que vão do country à MPB, passando por sucessos dos anos 80 (Michael Jackson, Simply Red) até músicas eletrônicas. No final, as pessoas caminham em torno de cinco quilômetros, sem ao menos perceber. Segundo ela, a ideia já estava guardada na gaveta há algum tempo, e foi desenvolvida como uma forma de terapia, para superar a perda do marido em 1996, no desastre do Fokker 100 da TAM, que explodiu nas ruas do bairro paulistano do Jabaquara, zona sul da cidade. O marido foi uma das 99 vítimas que estavam no voo 402, que ia de São Paulo para o Rio de Janeiro. Hêlo, como gosta de ser chamada, percebeu que se sentia melhor quando dançava, e resolveu simplificar para que qualquer mulher comum, que não fosse necessariamente uma bailarina, pudesse dançar também, então criou essa atividade. Para que o sucesso fosse grande, testou com os seus filhos, colocando-os para seguirem seus passos, pois se eles con-

seguissem fazer os movimentos e as coreografias, qualquer pessoa conseguiria.

Em uma caminhada simples você gastaria 300 calorias, em média; no Walking Dance são queimadas cerca de 600 calorias por hora Como funciona Além do divertimento, a aula proporciona aumento do equilíbrio, coordenação, condicionamento físico e fortalecimento dos músculos das pernas, glúteos e abdome. O impacto da aula é menor que a corrida e um pouquinho maior que a caminhada. A queima calórica é maior também, pois além dos movimentos dos membros inferiores, os braços também são usados, e quase sempre acima da cabeça ou em movimentos. As coreografias são realizadas sempre junto com os alunos, sempre adiantando os comandos para que eles já saibam quais são os passos que vêm a seguir, como por exemplo: montaria (movimento em que a pessoa coloca os pés no apoio da esteira), elevação de joelhos, chutes, entre outros. Qualquer pessoa pode praticar essa nova atividade aeróbica, exceto pessoas com crise de labirintite e idosos com osteoporose, pois uma queda seria fatal. 


Vinhos Por Brenda Ruffo

Foto: Internet

Varietal Tannat

Nesta edição vamos conhecer mais sobre os vinhos elaborados a partir da varietal Tannat, que vem ganhando vários apreciadores por suas características fortes, marcantes e únicas

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berço nativo da Tannat é Madiran, no centro da região sudoeste da França. Uma uva tinta de forte carga tânica, que reina em absoluto nesta região. A mesma que faz estrondoso sucesso no Uruguai, e hoje na Campanha gaúcha, também desperta um novo e promissor terroir para vinhos brasileiros. Os vinhos elaborados com esta casta, enquanto jovens são muito tânicos, ácidos e rústicos. Mas lembre-se que é uma uva com vocação para envelhecer com saúde. Assim como a Tannat sul-americana, os vinhos de Madiran podem e devem esperar algum tempo para aflorarem suas qualidades, passando de vinhos rústicos e duros para vinhos aromáticos, gordos, algo fumado, agradáveis de longo retrogosto. Antes desprezada, até mesmo em seu berço, como uma casta possível para se fazer um bom varietal, a Tannat produz um vinho saboroso de tom vermelho escuro, aromas de baunilha, coco (em razão das barricas que estagia), ameixa, geleia de framboesa e morango. Na boca todo o seu esplendor, taninos agradáveis, volumosos. O tipo do vinho que quando se percebe lá se foi a garrafa. Há pessoas que associam a Tannat a vinhos duros e ácidos, mas estes são somente os que não passam por madeira, e não têm o cuidado necessário desde a videira. Entretanto, o contrá-

rio é verdadeiro, os bem cuidados desde as vinhas, passando por barricas e com os taninos perfeitamente associados a esta geram fermentados redondos e com grande estrutura, podendo ser guardado por mais de uma década para harmonizar os pratos de inverno. Os vinhos feitos com a Tannat são bons sozinhos, mas bem acompanhados, em todos os sentidos, tornam-se insuperáveis.

Os vinhos feitos com a Tannat são bons sozinhos, mas bem acompanhados tornam-se insuperáveis Aqui, o segredo é a forte carga tânica que esta uva traz consigo. Os taninos combinam com gordura. Portanto, mais um item que aproxima a Tannat da culinária típica de inverno, como o tradicional churrasco, carnes assadas, pratos baseados em carne de ovelha e outros bastante encorpados e condimentados.  Os vinhos feitos com a Tannat são ideais para combinar sua estrutura com a culinária gaúcha. Uma casta que faz frente com galhardia e só vem somar.  Revista Energia 63


Imagens Internet

Tecnologia

Objetos de desejo Atualmente, tecnologia é uma necessidade absoluta, não há como negar. E novidade é o que não falta quando o assunto é a sua casa Texto Heloiza Helena C Zanzotti

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e câmeras de segurança a sistemas de alarme e iluminação, passando por aparelhos eletroeletrônicos incríveis, até a abertura do toldo que cobre o quintal operado por um painel de controle, nossas casas estão cada vez mais confortáveis e inteligentes. Além disso, os avanços tecnológicos podem causar um impacto ambiental e econômico significativos. Em tempos de falta de água, energia elétrica cara, aumento no índice de roubos e furtos e o tempo cada vez mais escasso, soluções que minimizem esses e outros fatores tornam-se muitas vezes indispensáveis. Antônio Aparecido Rossi, 50, empresário que atua no mercado de materiais de construção, esteve na Feicon 2014 (21º Salão Internacional da Construção) que aconteceu em março no Anhembi, São Paulo, e afirma: “Muitas

das novidades podem demorar para chegar até nós e seu custo ainda é muito alto”. Entretanto, ele afirma que há diversos itens que já podem ser solicitados por encomenda. A RE foi conferir o que há de novo no mercado e descobriu produtos incríveis, que você também pode ter em casa. Adeus chaves Carregar as chaves de casa quando sai e ficar procurando dentro da bolsa ao retornar é coisa do passado. Smartdoor é uma maçaneta inteligente, acionada através da leitura biométrica ou de senhas numéricas. Além disso, há modelos controlados pelo celular, o que permite destravar a porta a qualquer hora, cadastrar novos usuários, verificar quem entrou ou saiu e os horários deste trânsito. E com a instalação de sensores na porta, é


possível também conferir horários de saída e chegada dos filhos sem que os pais precisem sair da cama. Basta olhar no visor para descobrir se eles estão em casa, uma vez que um mostrador muda de cor caso alguém tenha passado pelos sensores. Cante no chuveiro Você é uma daquelas pessoas que não dispensa um som na hora do banho? Então conheça a Ducha Digital Star Music. Com ela você pode tomar banho escutando suas músicas preferidas, além de controlar todas as funções do banho e da ducha com simples toque no controle. Isso mesmo, ela possui controle remoto digital multifunções, entrada para cartão Micro SD e vem acompanhada de um adaptador USB para fazer a seleção de músicas direto do computador e ouvir seu som favorito enquanto toma banho. Possui rádio FM, MP3 e você ainda pode controlar a temperatura da água economizando até 81% de energia. Valor aproximado R$ 250 (Fonte: GF Materiais para construção) Higiene e economia Perfeito para banheiros ou cozinhas, o Dispensador Eletrônico é muito sofisticado e garante economia de sabonete ou detergente, pois libera a mesma dosagem a cada acionamento (aproximadamente 1 ml por ciclo). O fluxo é liberado automaticamente com a aproximação das mãos no campo de detecção do sensor. De fácil abastecimento (capacidade 1 litro), ainda garante total higiene, pois seu acionamento é feito sem contato manual. Banho rápido Nos dias atuais em que economizar água durante o banho é fundamental, já existem os chamados temporizadores de chuveiros elétricos, que controlam o tempo do banho quente e interrompem o aquecimento da água após o tempo selecionado. Com períodos entre 3 e 15 minutos, devem ser definidos antes do banho começar. É possível comprar esse aparelho por preços entre R$ 90 e R$ 150. (Fonte: pesquisa do G1). Invisível mesmo Imagine uma tomada que fica escondida sob o balcão ou móvel e você pode abri-la só quando houver necessidade. Pois essa tecnologia já está nas residências e, além de bonita, contribui para a segurança. Para utilizá-la, basta pressionar sua tampa; para esconder, é só empurrá-la delicadamente. E ainda há modelos com entrada USB. Spa e luz Quem não gostaria de ter um banho de spa todos os dias? Pois uma tecnologia desenvolvida por marca alemã permite banhos incríveis em uma cabine com chuveiro, ducha ou cascata, além de saídas de vapor para sauna. E tem mais: luzes de LED oferecem cromoterapia relaxante e um sistema de som criam a fórmula perfeita para estimular o corpo e a mente. O FDigital Deluxer também pode ter seu horário programado: você chega em casa e já está tudo pronto para um banho incrível! Na cozinha Para quem curte cozinhar, tudo fica mais interessante. Geladeira de marcas conhecidas já mostraram protótipos desse eletrodoméstico que são capazes de avisar sobre alimentos que faltam, alertar se há produtos vencidos e ainda contam com filtro antibacteriano, que combate a proliferação de micro-organismos. Micro-ondas que grava suas receitas favoritas, facilitando o seu trabalho na hora de preparar os pratos já é realidade por aqui, e vem aí o aparelho controlado via celular, que recebe um torpedo, liga por conta própria e a comida fica quentinha para receber você. Na sua casa Apesar de ainda ser considerada sinal de status, a automação residencial está cada vez mais disponível para pessoas que possuem um pouco de dinheiro para investir no imóvel e procuram uma casa com alguma tecnologia. Uma coisa é certa: cada vez mais os fios ficarão escondidos, os equipamentos mais inteligentes e interligados uns aos outros. E muitos deles estarão aí, na sua casa. É esperar para ver.  Revista Energia 65


Trabalho e 1 Previdência Por Giovanni Trementose

empresarial@revistaenergiafm.com.br

Invasão de privacidade no trabalho Revista de empregados na portaria das empresas. Utilização de câmeras de vigilância. Controle do uso da internet. Tudo isso faz parte do poder diretivo do empregador?

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uito se questiona acerca da “invasão de privacidade no trabalho”, seja por meio da instalação de câmeras, utilização de satélites ou, sobretudo, por meio da internet. A Lei trabalhista reconhece o direito do empregador de fiscalizar as atividades profissionais de seus empregados, uma vez que prevê caber ao empregador “dirigir” e “assumir os riscos do negócio”. Dessa forma, é legítimo o direito do empregador quando esse fiscaliza as atividades desempenhadas por seus funcionários. Mas, para tudo há um limite. Sempre que uma dessas formas de “controle” expuser o empregado a humilhações ou constrangimentos, passará de “poder de direção” do empregador a “dever de indenizar”, já que o atual entendimento da Justiça Trabalhista prescreve que todo ato abusivo que atinja a dignidade do empregado ultrapassa o poder diretivo do empregador, sendo passível de indenização por dano moral. Vale esclarecer ainda que a Lei não conceitua o que é “intimidade”, nem especifica onde começa o poder diretivo e onde começa o direito do empregado à intimidade. Assim, enquanto não houver regulamentação que especifique esses liames, devemos nos valer do que dizem os juristas, bem como observar

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o entendimento adotado pelo Judiciário. Dessa maneira podemos concluir que o empregador tem o direito de fiscalizar as atividades de seus empregados, todavia, é importante que o mesmo esclareça as regras para o uso da internet, intranet, bem como que seja mantido o respeito à intimidade do empregado em caso de revistas, sem jamais expô-lo ao ridículo ou constrangê-lo.

É legítimo o direito do empregador de fiscalizar as atividades desempenhadas por seus funcionários. Mas, para tudo há um limite De outra banda, ao empregado cabe compreender que e-mails particulares ou acessos a sites de relacionamentos devem ser efetuados e comentados fora do ambiente de trabalho, uma vez que todos os meios disponibilizados pelo empregador não são para uso pessoal, mas tão somente para o desempenho de seu trabalho.


guia da gula

guia gastronômico

sabores para todos os paladares

El Puerto

Foto Arquivo Pessoal

Novidades! Além do renomado Chefe Major comandando a cozinha do El Puerto com seus tradicionais pratos A La Carte, o restaurante trouxe para Jaú o melhor pizzaiolo de Barra Bonita, que tem como marca uma massa fina e muito crocante, e recheios de primeira qualidade, ressaltando o catupiry original, que virou marca registrada na casa. O forno a lenha já está pronto para soltar as deliciosas pizzas todos os dias, a partir das 19h. Lembrando que às quartas-feiras qualquer pizza sai por apenas R$ 19,90, exceto as com borda recheada.

Foto Douglas Ribeiro

Rua Santa Terezinha, nº 38, em frente ao Jaú Shopping Telefone: 34164002 / 34164001

China Brother Comida chinesa e japonesa tem lugar certo. O restaurante oriental China Brother, que neste mês completa quatro anos, oferece yakisoba, rolinho primavera, tempurá, carne com legumes, risoto yakimeshi, saladas, hossomaki, sobremesa, banana caramelada, sushi, sashimi, entre outras delícias. Funcionando de segunda a sábado para almoço, o cliente pode optar pelo sistema self service à vontade; por quilo ou almoço executivo, que é servido com diversos acompanhamentos. De terça a sábado, o restaurante abre também para o jantar. E aos domingos, o local abre alternadamente. Rua Visconde do Rio Branco 827, centro, Jaú. Disk entrega: 3626.4660 e 3032.3254 www.chinabrother.com.br


vida

Boa

Por João Baptista Andrade

Comida e Confrades Que me perdoem os mais jovens, mas eu adorei o século passado! Foram tantas coisas boas...

E

u nem ao menos sou capaz de recordar das feições dela. Mesmo assim sou incapaz de esquecer aquela experiência sensorial que ela me proporcionou. Era cozinheira como eu, portanto, confrade. Provavelmente eram os anos noventa do século passado. Mas vamos aos fatos. Estava eu trabalhando no Canadá por umas duas ou três semanas. Na sequência enfrentaria mais uns quinze dias de reuniões e workshops em New York. Entretanto, me restavam uns cinco dias de ócio entre um projeto e outro. Como não valia a pena voltar ao Brasil para retornar logo em seguida, achei por bem permanecer no hemisfério norte. Era outubro/novembro, justamente aquele veranico tão característico deles: o Indian Summer. Tempo de sobra, boca cheia de vontades e um planejamento mínimo operam maravilhas no cérebro de um gourmand. Usando um daqueles guias de viagens (será que isso ainda existe?), desenhei um roteiro de comidas e bebidas ímpares entre Toronto e Quebec (de onde eu voaria para New York). Pequenas estradas alternativas ao longo do Rio São Lourenço me colocaram numa cidadezinha chamada Kingston. Nada que se relacione com a Jamaica. Foi a primeira capital do Canadá, lá pelos anos 1800 e poucos. Aquele cenário típico de um filme de faroeste, casas de madeira e ruas pequenas, abrigava duas delicadas joias: uma cervejaria artesanal (Soufle de Dragon) e um restaurante (Chez Piggy). Fazendo curta uma longa história, decidi jantar lá. Foi aí que ela veio. Linda e sorridente como se eu fosse a pessoa mais importante do planeta. O mesmo tratamento dispensado a todos os presentes. Reparei no dólmã mal cuidado, no tocque blanche desconjuntado e nas manchas de molho por toda a roupa. Ela estendeu-me um cardápio repleto de opções deliciosas e impossíveis de selecionar. O meu francês é bem razoável, mas o “quebecois” dela era irresistível. Quando ela me perguntou o que eu queria comer, minha resposta foi direta: “Tudo!”. Pensa que a senhora se assustou? Qual o quê! Sorriu e disse que me serviria tudo Achei 68 Revista Energia

estranho, mas resolvi encarar. Entre idas e vindas no circuito salão-cozinha ela deixava dois ou três pires com a comida e uma breve explicação: “esse coelho foi marinado em vinho e salsão. É o que aquela moça de blusa amarela está comendo”. Ou então: “Esse pequeno bagre foi frito sobre uma placa de madeira aromática e foi o pedido do senhor de óculos ali no canto”. E assim a coisa andou por mais de duas horas. Pequenos bocados daquilo que estava sendo servido naquela noite. E quando eu digo “tudo” é porque foi tudo mesmo. Até sobremesas.

Depois que o pessoal foi embora ela veio sentar-se comigo e discutiu cada prato, trocando sugestões e opiniões Solicitei a conta. Recebi aquele levantar de ombros, um muxoxo com os lábios e a clássica “bufada” que os franceses tanto gostam: “pague quanto achar justo”. Coloquei duas notas de cem dólares canadenses na mesa. Ela balançou a cabeça em sinal de reprovação, pegou apenas uma das notas e foi até o caixa. Voltou com um troco de vinte dólares e uma espécie de apostila com as receitas e as histórias dos pratos. Tem a sopa do Henri para quando ele está gripado, o frango da TPM da Simone e assim por diante. Delícia de ler e comer que eu guardo com muito carinho na minha biblioteca. Hoje eu me perguntei porque diabos nunca mais voltei lá. Eu sei o motivo. Depois de comer feito um suíno, eu pedi um balde cheio de moulles et frites que deveria ter uns 50 ou 60 mariscos no vapor. E comi tudo! Não voltei foi de vergonha de parecer um glutão incorrigível e pedir mais uma porção...  Até a próxima. PS. Parabéns à RE pela quinquagésima edição!


Vitrine

Saveiro, agora cabine dupla

Foto: Divulgação

Texto Marcelo Mendonça

Avenida Antonio Henrique Gallerani Pelegrina 315 Fone 14 3601 3000

Carregada de aventura, de amigos, do que você quiser. Sua vida acaba de ganhar mais espaço para o lazer e a aventura. A primeira da categoria com 5 lugares. E sem aperto ou malabarismos: o interior foi projetado para acomodar seus ocupantes com todo o conforto, mantendo seu design arrojado, desempenho, segurança e com itens de tecnologia de ponta, exclusivos no segmento de pick-ups compactas. Os motores 1.6l MSI Total Flex proporcionam muita potência nas versões Trendline e Highline, 104 cv, e na Cross, até 120 cv, com ótimo torque em baixas velocidades e excelente performance em qualquer tipo de terreno. Em todas as suas versões, a Saveiro cabine dupla tem a versatilidade que

você precisa para o dia a dia ou suas aventuras. E com uma vantagem extra: mais companhia para deixar esses momentos ainda melhores. Itens da nova Saveiro 5 lugares; brake-light e iluminação da caçamba; cintos de segurança laterais traseiros retráteis de 3 pontos; desembaçador do vidro traseiro; janelas laterais traseiras basculantes; novo bagageiro longitudinal no teto com aerofólio; 2 porta garrafas e 1 porta latas traseiros; tomada de 12 V traseira (lado direito); 3 apoios de cabeça traseiros Conheça também as versões Trendline CD 1.6 e Highline CD 1.6, na Vecol.


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A Revista Energia é uma publicação mensal da Rádio Energia FM. Garanta seu exemplar, gratuitamente, nos pontos de retirada: Posto São João e...

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