FOLHA PAROQUIAL
07 de dezembro de 2019
ITE MISSA EST IDE A MISS(ÃO) É AGORA | Ano A | II Advento
Ordenações Diaconais A Igreja Diocesana da Guarda vai viver, no próximo domingo, um acontecimento de grande significado pastoral, com a ordenação de quatro novos diáconos permanentes. A celebração da Ordenação está marcada para as 16.00 horas, na Sé da Guarda e será presidida pelo Bispo D. Manuel Felício. “Quando nos estamos a esforçar para aplicar as recomendações da nossa Assembleia Diocesana sobre a reorganização pastoral da Diocese, o Senhor oferecenos mais quatro diáconos permanentes, que vêm com o propósito de, no exercício do primeiro grau do sacramento da Ordem, colocarem todo o seu empenho em ajudar a cumprir este desígnio”, refere o Bispo da Guarda. Os candidatos ao diaconado foram instituídos acólitos no dia 20 de Outubro passado e terminam assim o seu percurso de 3 anos de formação no Seminário da Guarda. No Domingo serão ordenados Diáconos Carlos Alberto Martins Ventura, José da Silva Tenreiro, Paulo Caetano Abrantes Jorge e Pedro Miguel Santos Ferreira.
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Imaculada Conceição: A solenidade da Imaculada Conceição, que a Igreja Católica assinala anualmente a 8 de dezembro, é feriado nacional em Portugal, um reconhecimento à importância desta data na espiritualidade e identidade do país. O dogma da Imaculada Conceição de Maria foi proclamado a 8 de dezembro de 1854, através da bula ‘Ineffabilis Deus’, a qual declara a santidade da Virgem Santa Maria desde o primeiro momento da sua existência, sendo preservada do pecado original. A ligação entre Portugal e a Imaculada Conceição ganhara destaque em 1385, quando as tropas comandadas por D. Nuno Alvares Pereira derrotaram o exército castelhano e os seus aliados, na batalha de Aljubarrota.
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Evangelho deste domingo: São Lucas - 1, 26-38 Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
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07 de dezembro de 2019
Em honra a esta vitória, o Santo Condestável fundou a igreja de Nossa Senhora do Castelo, em Vila Viçosa, e fez consagrar aquele templo a Nossa Senhora da Conceição. A antiga igreja de Nossa Senhora do Castelo, espaço onde se ergue atualmente o santuário nacional, afirmou-se nos finais do século XIV como o primeiro sinal desta devoção, em toda a Península Ibérica. Um segundo passo deu-se durante o movimento de restauração da independência que acabou com o domínio castelhano em Portugal e que culminou com a coroação de D. João IV como rei de Portugal, a 15 de dezembro de 1640, no Terreiro do Paço, em Lisboa. O mesmo D. João IV, atento a uma religiosidade que também já envolvera a construção de monumentos como o Mosteiro da Batalha, o Convento do Carmo e o Mosteiro da Conceição, coroou a Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha e Padroeira de Portugal durante as cortes de 1646. A Universidade de Coimbra tem um papel importante em todo este processo, já que todos os seus intelectuais defenderam o dogma sob forma de juramento solene. Após a proclamação dogmática surgiu em Portugal um movimento no sentido de erguer um monumento nacional que assinalasse a definição de Pio IX. Em 1869 concluiu-se esse primeiro monumento, no Sameiro, seguindo-se-lhe a construção dum santuário dedicado à Imaculada Conceição de Maria, cuja imagem foi coroada solenemente em 1904.
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07 de dezembro de 2019
Carta apostólica ‘Admirabile Signum’ (sinal admirável) é sobre o significado e valor do presépio e a representação do nascimento de Jesus.
O Papa assinou no domingo a carta apostólica ‘Admirabile Signum’ (sinal admirável), sobre o significado e valor do presépio, a representação do nascimento de Jesus, um “acontecimento único e extraordinário que mudou o curso da história”. “Nascendo no Presépio, o próprio Deus dá início à única verdadeira revolução que dá esperança e dignidade aos deserdados, aos marginalizados: a revolução do amor, a revolução da ternura. Do Presépio, com meiga força, Jesus proclama o apelo à partilha com os últimos, como estrada para um mundo mais humano e fraterno, onde ninguém seja excluído e marginalizado”, escreveu Francisco, num texto divulgado na localidade italiana de Greccio, cerca de 100 quilómetros a norte de Roma. Francisco deixa votos de que a prática do presépio “nunca desapareça” e se possa mesmo “redescobrir e revitalizar”. “Com esta carta, quero apoiar a bonita tradição das nossas famílias de prepararem o presépio, nos dias que antecedem o Natal, e também o costume de o armarem nos lugares de trabalho, nas escolas, nos hospitais, nos estabelecimentos prisionais, nas praças”, precisa. O Papa destacou as “obras-primas” produzidas a partir dos mais variados materiais, num gesto que une gerações há séculos. Francisco evocou as origens do presépio – palavra que deriva do latim, ‘praesepium’, que significa manjedoura – desde a representação de Greccio a 25 de dezembro em 1223. “Com a simplicidade daquele sinal, São Francisco realizou uma grande obra de evangelização. O seu ensinamento penetrou no coração dos cristãos, permanecendo até aos nossos dias como uma forma genuína de repropor, com simplicidade, a beleza da nossa fé”, pode ler-se. Este foi o local em que São Francisco de Assis fez a primeira representação do nascimento de Jesus, um presépio vivo, em 1223. “Armar o Presépio em nossas casas ajuda-nos a reviver a história sucedida em Belém”, refere a carta do Papa. “Do presépio surge, clara, a mensagem de que não podemos deixar-nos iludir pela riqueza e por tantas propostas efémeras de felicidade”, adverte o pontífice. Jesus, escreve o Papa, “nasceu pobre, levou uma vida simples, para nos ensinar a identificar e a viver do essencial”.
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07 de dezembro de 2019