01|04
UBS
estacionamento acesso auditório
Vento Norte
apresentação
vento leste
Americana é uma cidade localizada na latitude 22° SUL. Caracterizada por um verão longo, quente, abafado, com precipitação e de céu quase encoberto. Seu inverno é curto,Verão agradável e de céu com presença de poucas nuvens. As temperaturas médias variam entre 13°C e 30°C. Raramente ultrapassando temperaturas de 9°C e 34°C.
O presente projeto lança mão das conexões: das pessoas com os espaços públicos, dos espaços públicos com seus significados e desses com suas possibilidades. Os pontos de chegada e partida são múltiplos para a compreensão de uma unidade de saúde: comuni dade,Leste assistência, atenção, Vento tratamento humanizado. A UBS atinge o menor patamar de complexidade, chega a escala direta do indivíduo em seu meio. Um projeto que materialize um equipamento público de acesso universal deve entender seu impacto relevância e virtude.
planta de situa;’ao 1|1000
br
sp N
22º 44’ 21” S 47º 19’ 53” W
13 12 11 10 9 16 15 14 21/06 - solstício de inverno
justaposição de fitas no sentido leste oeste; diminuição da área de fachada de insolação crítica oeste
conexão das fitas principais ATRAVÉS DE EIXO PERPENDICULAR; criação de praça pública abraçada pelo volume
ABERTURA DE SHEDS VOLTADOS PARA SUL, AUMENTANDO a iluminação natural no interior do edifício e melhorando condições de ventilação
acesso principal
Este TRABALHO corresponde a uma Unidade Básica de Saúde nível 3 para a cidade de Americana localizada no estado de São Paulo, Brasil. Para esta UBS, busca associar uma alta eficiência energética e uso de condicionamentos térmicos passivos com o programa brasileiro de humanização de ambientes hospitalares do Sistema Único de Saúde (Humaniza SUS).
sítio de projeto vento norte | verão
UNIDADE BÁSICA DE SÁUDE BAIRRO JADIM nielsen ville AMERICANA | SP | BRASIL JARDIM DAS FLORES
17
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15 14
21/12 - solstício de verão 13 12 11 10 9
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8
7
7
solução da relação volume x topografia x usuário
6
a concepção de projetação se apropria e inverte a relação topografia x volume: se por um plano há declividade descendente, no 5,60m outro os sheds apontam para o céu. Linhas invisíveis que em ponto se conectam: a experimentação de sensações para o usuário. Fechamento, Luz difusa abertura, cheios e vazios. Luz, sombra e fluxo apresentados como facilitadores de uma edificação que respira conectando-se com demandas atuais de eficiência e conforto.
3,75m
6
5
1/2
H H
Luz difusa
3,75m
grupo 01
Vento Norte Verão
1/2
5,60m
H H
Luz difusa
Luz difusa
fachada principal|praça pública
fachada dupla
setorização
atendimento insdiscriminado
uso interno 1
lixo/expurgo
atendimento direto
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material placa de gesso lã de rocha câmara de ar placa cimentícia
espessura 1.50 cm 7.50 cm 2.25 cm 1.25 cm
resistência térmica total atraso térmic0 (horas) capacidade térmica (kj/m²k) transmitância térmica (w/m²k) painel metálico perfurado: através de processo de parametrização, a camada externa de fachada apoia o brise calha (prancha 04) no bloqueio da insidência solar ao passo que filtra as visuais aumentando a privacidade dos usuários.
corte aa 1|200
auditório
atendimento específico
resistência 0.011 1.667 0.16 0.036
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2,04 3,5 31,4 0,5
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14 02
dry-wall: levando em consideração o sistema construtivo seco, que reduz os resíduos gerados pela construção, simulou-se os possíveis componentes construtivos para a parede externa do edifício por meio do simulador projeteee. a estrutura compõe a estratégia de fachada dupla juntamente com o painel metálico vazado.
01 12 13
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planta baixa 1|200
volumetria isométrica ubs jardim das flores
corte bb 1|200
02|04
33% de permeabilidade 28% de permeabilidade 25% de permeabilidade
recepção
ubs como equipamento urbano ubs além de equipamento de saúde
01 02 03 04 05 06 07 08 09
recepção espera convivência auditório consultório banheiro sala de curativo sala de procedimentos consultório odontológico
10 esterelização 11 12 13 14 15 16 17 18 19
expurgo lixo contaminado material esterelizado farmácia escovário nebulização vacina coleta administração
ubs como praça pública espaço urbano qualificado equipamento verde pomto focal do bairro
detalhe da laje de cobertura
soluções do bloco central de conexão: afim de não competir visualmente com os sheds utilizados nas fitas paralelas, o bloco central foi pensado como um volume prismático simples. a adoção de cobertura de laje de concreto armado implicou no avanço de soluções que minimizassem os ganhos térmicos descendentes. as camadas apresentadas ao lado se utilizam do sistema de impermeabilização da laje para contribuir na otimização dos ganhos do edifício.
material GRAMA TERRA VEGETAL AREIA BRITA 02 bidim água+ brita 03 laje de concreto armado
premissa fundamental deste projeto, a adoção de elementos arquitetônicos sempre carrega múltiplas funções e pode ser aqui observada, uma vez que a cobertura, agora verde, contribui para o caráter de praça pública que as áreas externas da ubs atingem em sua relação com o entorno.nçã
20 sala de agentes de saúde
ubs como espaço de encontro auditório com acesso independente espaço para uso comunitário
21 copa 22 vestiário 23 lixo limpo
01 02 04 06
07
05
03
01 02 03 04 05 06 07
reaproveitamento pluvial : elemento de destaque compositivo, as calhas de concreto armado são protagonistas como condutoras das águas pluviais para serviços de limpeza externa do edifício bem como abastecendo as caixas de descargas. ELAS também auxiliam na manutenção do nível d’água sobre a laje do bloco central, que através de um sistema de bombeamento mantém a camada de brita e água inundada, auxiliando no controle térmico e na impermeabili-
zação da cobertura. Por a laje permanecer constantemente preenchida de água, as variações de temperatura na peça estrutural diminuem evitando o acontecimento de pontes térmicas. O nível constante da água é controlado por uma boia simples em um ponto extremo da laje de cobertura sendo seu extravasor conectado novamente à calha.
diagrama de aproveitamento pluvial
diagrama da solução do bloco central de conexão
03|04
a laje projeta-se em relação ao bloco eixo de recepção, criando um acesso coberto para o edifício e assumindo o papel de brise horizontal para a fachada oeste, juntamente com o painel metálico, que flutua sobre o terreno, filtrando a luminosidade, as visuais e permitindo a correta ventilação dos ambientes internos.mico e na impermeabili
visual praça pública
corte esquemático do bloco central de conexão
N
sol de verão 12h | 80 °
vigas calha: foram elementos selecionados por apresentarem múltiplas soluções a partir de uma única materialidade. Elas solucionam a questão estrutural recebendo a carga das treliças e redistribuindo aos pilhares. No projeto pluvial servem como calhas de escoamento e por fim nas fachadas norte - onde são necessários brises horizontais - elas barram a entrada de radiação solar direta no horário crítico do verão, 12 do edi11 fício10. 9 8 7 13 metro 15 ras14no perí funcionando também como 16 florei 6
sistema construtivo
sol de inverno 12h | 45 °
21/06 - solstício de inverno
sheds: são dispostos para o sul, possibilitando a
21/12 - solstício deentrada verão de luz difusa no edifício e ao mesmo tempo barrando a radiação solar direta nos ambientes. A 10 9da abertura do shed foi calculada para ser 13 12 11 altura 14 8 15 7 pé direito da área a ser iluminada, i g ual a metade deo 16 6 possibilitando a eficiência deste elemento constru17 5 para norte, os sheds tivo. nos ambientes voltados
diagrama de bloqueio solar
3,75m 1/2
N
16 15 14
21/12 - solstício de verão corte esquemático | consultórios 13 12 11 10 9 8 14 15 7 16 6 17 5
5,60m
laje de concreto armado; aberturas que auxiliam na ventilação do corredor
H
não os iluminam diretamente, mas sim maximizam a entrada de luz para os corredores.
sistema de ventilação: se utiliza das janelas nos ambientes e nos os sheds e de um sistema de ventilação geotérmico por grelhas no piso. O ar resfriado no solo entra nos consultórios e a partir de trocas térmicas resfria o ambiente e saí pelas aberturas 10 sheds, 9 causando7um efeito chaminé. O mesmo 13 12 11 nos acontece com8o ar que entra 6 pelas janelas. A telha 21/06 - solstício determoacústi inverno ca ao aquecer, também auxilia nas trocas térmicas, facilitando o efeito.
pilares metálicos
H
Luz difusa
Luz difusa vigas calha; conduzem águas pluviais, apoiam treliças, funcionam como brise horizontal
diagrama de geometria dos sheds
diagrama de ventilação
3,75m
5,60m
forro e paredes de gesso esquadrias venezianadas
treliças metálicas
paineis perfurados telha metálica termoacústica
referências bibliográficas 1/2
H H
Luz difusa
Luz difusa
HEYWOOD, Huw. 2016. 101 regras básicas para uma arquitetura de baixo consumo energético. Gustavo Gilli. São Paulo - SP. Sun Earth Tools. Americana SP. SOUZA, E. Lajes impermeabilizadas com água. Archdaily Brasil. 2019. Disponivel em: <.https://www. archdaily.com.br/br/917340/lajes-impermeabilizadas-com-agua-entenda-a-solucao-desenvolvida-por-brasil-arquitetura >. Acesso em 20 mai. 2019.
Vento Norte Verão visual interna | recepção
Weather Spark. Americana - SP.
04|04
BRASIL, UFSC. Projeteee. __. Disponível em: <http://projeteee.mma.gov.br/componentes-construtivos/>. Acesso em: 18 jun. 2019.