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M E N S A L • FEVEREIRO • 2001 • Na 7 - A N O 7

Regina Meyer Domingo de feira Corpo legal Ozualdo Candeias Hilda Hilst

Eliezer Mof<

A cidade ainda abre espaço ao Carnaval popular


0 saber está no ar. Na STV o conheci mento

e o p e r a d o r a s i n d e p e n d e n t e s em t o do

q ualid ad e

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Folha Imagem

O outro lado da folia 0 Carnaval organizado como um grande espetáculo traz importante movimentação para o se­ to r turístico de algumas cidades brasileiras. Pessoas de vários países, ou mesmo de outros esta­ dos, comparecem ao Rio de Janeiro e São Paulo para assistirem aos concorridos desfiles das gran­ des escolas de samba. Salvador, Olinda e Recife são visitadas por um grande contingente de pes­ soas que participam de seus carnavais de rua. As mídias no país repercutem diuturnamente os eventos programados. Importante ressaltar que, além dos reflexos positivos para a atividade turística, existe um modo diferenciado de se fazer a festa. Ela se dá longe do caráter oficial amplamente divulgado. É aquele carnaval de comunidades anônimas, marcado por expressões de alegria em que pode­ mos verificar um aspecto comum que aproxima seus participantes: as pessoas envolvidas fazem da festa um investimento afetivo. A dinâmica do Carnaval favorece o resgate de parte do capital cultural que integra o repertó­ rio de algumas experiências comuns do brasileiro. Permite reforçar valores que fazem indivíduos se identificarem com sua comunidade. Mas, para a concretização desses ideais, devemos ampliar os espaços de participação e associativismo. São princípios praticados pelo Sesc para concretizar sua missão sócioeducativa, ao realizar um contínuo trabalho de valorização de manifestações ligadas ao universo da cultura popular.

A b ram S z a j m a n P residente do C onselho Regional do S esc no Estado de S ão Paulo

4 revista &


Nesta edição

E mais Dossiê Encontros Literatura Em Pauta Ficção Inédita Em Cartaz Humor

Da redação 0 qualificativo “festa do povo” aplicado ao Carnaval soa cada vez mais equivocado. Correm os anos em que o povo, propriamente dito, não governa mais essa manifestação, tão originariamente sua. Já são outros interesses que não o simples propósito de brincar que dirigem os rumos da folia. É cada vez mais raro encontrar um Carnaval sem a intromissão das lentes despóticas da tevê, a medir o tempo do desfile e a pedir pressa aos participantes. Nos dias de hoje, a abnegação que geria, cheia de esponta­ neidade, a festa pela festa cede lugar aos propósitos financeiros que solapam a individualidade e im­ põe outros valores. Pois bem, no mês do Carnaval, a Revista E publica uma matéria que analisa esse fe­ nômeno, além de mostrar os resquícios da festa descompromissada, sem tempo de começar nem de acabar, que ainda anima os foliões paulistanos. Esta edição traz ainda a cobertura da sexta edição do projeto Sesc Verão - Corpo Legal, cujo tema prin­ cipal foi os cuidados necessários para obter da atividade física a plenitude de seus benefícios. Além dis­ so, em outra reportagem, o leitor poderá conhecer algumas das “feiras de antigüidade” que se espa­ lham pela cidade. 0 Espaço de Aventura, no Sesc Itaquera, também mereceu uma matéria, que traz de­ poimentos de usuários e de especialistas. Leia, ainda em fevereiro, além de um relato do cineasta Ozualdo Candeias, um texto sobre os seten­ ta anos de Hilda Hilst, com depoimentos exclusivos da escritora. A Entrevista traz a urbanista Regina Meyer; no Em Pauta, especialistas discutem a nova história diante da mulher e, em Ficção Inédita, conto de Eliezer Moreira.

D a n il o S a n t o s de M ir a n d a D iretor Regional do S esc de São Paulo

revista

&


DOSSIE As palavras de Hilda Durante o mês de janeiro, como parte do evento-exposição realizado pelo Sesc Pompéia em homenagem aos setenta anos da escritora Hilda Hilst, foi realizada uma série de leituras de seus trabalhos. O intui­ to foi levar a um público mais amplo todo o universo intrigante da escritora. Entre outros nomes, Antônio Abujamra esteve presente, colocando sua voz é sua carga dramática a serviço das contundentes pa­ lavras da autora. Sobre a experiência, Abu­ jamra só tinha elogios à iniciativa e à ami­ ga. “ Eu a conheço e sou amigo dela” , diz. “ Para mim, Hilda Hilst é uma das maiores do Brasil. Ela tem uma melancolia pavoro­ sa por saber da limitação do conhecimen­ to do ser humano, e por saber também que quem gosta de abismos tem de ter asas. Ela não tem rede de segurança, atirase sem nenhum tem or sobre o que é a ca­ beça do homem.”

Balaio no interior

A itinerância do projeto Balaio Brasil pelo in te rio r do Estado con­ firma o sucesso da programação que reuniu em novembro, na capi­ tal, cerca de 150 atrações de teatro, dança, literatura, música e artes visuais produzidos em várias regiões do país. Nessa nova fase, o Balaio passou por 73 cidades, sendo assistido por um público geral estimado de 78 mil pessoas. 6 revista &

Cinqüenta anos de pura música

A edição de janeiro do projeto Sempreconcertos, realizado pelo Sesc Vila Mariana, trouxe ao público todo o talento e carisma da pianista Eudóxia de Barros. Conhecida como uma das melhores pianistas brasileiras, com estudos feitos no

Brasil, França, Estados Unidos e Alemanha, Eudóxia realizou vários concertos mundo afora. Nascida em São Paulo iniciou-se no piano aos seis anos de idade e hoje comemora cinqüenta anos de carreira. Mesmo fazendo questão da modéstia, a pianista tem a satisfação e a segu­ rança de dizer que está “ cada vez melhor” . “ Tenho excelente saúde, não é brincadeira agüentar tantas viagens e shows consecutivos, acor­ dando às cinco da manhã e às vezes nem dormindo. Mas estou tocando cada vez melhor.” E completa: “ O piano é maravilhoso. Quando se trata do Sesc, existe um público que tenho certeza de que gosta da minha música” . Aos 63 anos, explica que não há lim ite para o que um artista faz. “Agora seria o meu momento de ter espaço na mídia. Nossa imprensa valoriza demais os estrangeiros. Mas isso já um proble­ ma de colonialismo. Foi uma escolha minha desenvolver um trabalho na minha terra", conclui.


O subúrbio da sociedade

Igação

Dia 18 de janeiro estreou no Teatro Sesc Anchieta, na unidade do Sesc Con­ solação, o espetáculo Subúrbia. A peça, montagem do diretor Francisco Medei­ ros, fica em cartaz até 4 de março. O texto do dramaturgo norte-americano Eric Bogosian mostra as dúvidas e an­ gústias de um grupo de jovens diante da opressora e preconceituosa socieda­ de americana. Os nove personagens dividem-se entre estereótipos variados ao aguardar um antigo amigo de colégio consagrado, o mais novo pop star da MTV. Durante a espera, surgem confli­ tos de naturezas diversas. “Nós quere­ mos despertar na platéia a vontade de ser um deles e, ao mesmo tempo, não ser", afirma o diretor. “ Fazer com que o retrato ‘condenável’ dessa peça desper­ te uma dose de ternura inexplicavel­ mente misteriosa” , desafia.

Sombras e brincadeiras

Quem pensava que sombras não passavam de efeitos físicos descobriu nas oficinas de Teatro de Sombras que é possível trabalhar vários tipos de efeitos para criar histórias. Realizadas no Sesc Pinheiros pela educadora e contadora de histórias Clarice Schcolnic, as oficinas reuniram cri­ anças dos quatro aos doze anos, além de seus pais. A partir do trabalho com o corpo e sua integração com diversos tipos de luz, os participantes criaram

histórias com temas sugeridos pela monitora, como contos de fadas e música, apresentadas ao final de cada oficina. Segundo Clarice, "a sombra é um excelente recurso para o faz-de-conta, é onde tudo é possível. Trabalhamos a partir do estímulo para a criação. A cri­ ança vem aqui, aprende a fazer e sai com vontade de continuar em casa. Houve um envolvimento muito forte com o trabalho".

Sesc supera expectativas Em 2000, o Sesc de São Paulo superou metas e expectativas. Fo­ ram realizadas 711.714 matrícu­ las e os atendimentos totalizaram 56.025.207. Na área cultural registraram-se 16.392.265 atendi­ mentos, através de 482 espetácu­ los de dança, 2.460 de teatro, 3.420 de música, e 252 exposi­ ções, 1.690 sessões de cinema, 5.344 de vídeo. Foram realizados 1.268 cursos, além de 5.467 ofici­ nas, encontros e palestras. Foram realizados 297 torneios e cam­ peonatos com a participação de 74.909 atletas, 584 cursos de ini­ ciação esportiva, 911 de ginástica, 23.688 treinos, 63.821 sessões in­ formais de esportes e 3.777 aulas abertas de ginástica. Os cursos realizados nos setores de desen­ volvimento artístico-cultural, de­ senvolvimento físico-esportivo, educação para a saúde e atualiza­ ção de conhecimentos tiveram a participação de 71.952 alunos. No campo do Turismo Social, o Sesc Bertioga ofereceu 183.539 diárias e foram promovidas 767 excur­ sões. O programa de alimentação serviu 5.999.292 refeições, lan­ ches e merendas. Os programas Mesa São Paulo e Mesa Santos co­ letaram e distribuíram gêneros alimentícios suficientes para 6.896.190 refeições. No setor de odontologia foram realizadas 330.578 consultas. O Sesc Curu­ mim beneficiou 7.400 crianças. Já o trabalho com idosos envolveu 50.000 inscritos nos programas para a Terceira Idade. O vídeo A Outra Face da Bola produzido pelo Sesc/SP foi premiado na cate­ goria Esporte para Todos, no Sport Movies& TV-180 International Fes­ tival 2000, de Milão. O ano de 2000 testemunhou, ainda, a inau­ guração do Sesc Araraquara, do Ginásio de Eventos do Sesc Piraci­ caba e do Espaço de Aventuras do Sesc Itaquera. revista G

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DOSSIÊ Praia em Santo Amaro Pensando um espaço p ropício ao clima do verão, o Sesc Santo Amaro criou uma am bientação que im ita uma praia. A tem ática resultou no desenvolvim ento de diversos lugares, que tornaram o espaço mais aconchegante e d ive rtid o . Até o fim de fevereiro, o p úblico pode p ratica r esportes e jog o s de praia em uma quadra coberta com areia, to m a r banho de sol, brincar em um dragão do mar e ser recebido p o r uma ba­ leia que refresca as crianças com borrifa d o res de água. Além das atividades citadas, um grupo te a ­ tra l é responsável pela animação e orientação do púb lico, form ado por freqüentadores de todas as idades.

Idéias de papel Foi realizada no mês de ja ­ neiro, no Sesc Pinheiros, a o fi­ cina de reciclagem de papel, dirigida pela artista plástica Jessica Sztulman. 0 grupo era formado por alunos de diver­ sas idades, desde crianças que ali encontraram um passatem­ po até pessoas que buscavam a técnica para futuro trabalho profissional. Segundo Jessica, “tudo que pudermos consu­ m ir e transformar em outras coisas é bem-vindo. Não deve­ mos entupir o planeta de lixo, e isso é a primeira coisa que eu passo aos meus alunos: consciência ecológica. A troca de informações é muito im­ portante” . O curso abordou ainda a his­ tória e curiosidades sobre a criação do papel e produziu, ao final, papéis de variadas co­ res e texturas, cartões perso­ nalizados, capas, envelopes e até uma cúpula de abajur. 8 revista &

Sesc & Empresas O Sesc Interlagos oferece o program a Sesc & Empresas para prestar atendim ento es­ pecializado às empresas do com ércio e de serviço, incen­ tivando a participação de com erciários e suas fam ílias em atividades culturais, educati­ vas, esportivas e recreativas. D en tro do program a, foi cria­ do, em dezem bro de 2 00 0 , o Projeto C om unidade: "Se a em presa tiver interesse, parte do financiam ento para loca­ ção de qualquer área da un i­ dade pode subsidiar a visita de entidades com unitárias ao Sesc Interlagos. M uitas e m ­ presas querem atuar na co­ m unidade e não sabem como fazê-lo. Essa é um a m aneira que encontramos para criar um elo entre as partes", expli­ ca Andréa Bisatti, gerente-adju nta da unidade.


Música no Sesc Consolação A partir do dia 5 deste mês, o Centro Experimental de Música do Sesc Consolação (CEM) ofer­ ece cursos regulares em diversos instrumentos: violino, violoncelo, viola, contrabaixo, cavaquinho e violão, que são fornecidos para aulas e estudos individuais. Para isso, o CEM conta com um acervo de 125 instrumentos de cordas com arco. Haverá também ativi­ dades de canto e cursos para cri­ anças nas áreas de cordas, coral, musicalização e instrumental Orff, desenvolvido pelo composi­ to r e educador alemão Carl Orff. Para os que querem conhecer sua metodologia de ensino, o CEM promoverá aulas abertas nas áreas de cordas e voz, para adul­ tos e crianças. Divulgação

Praça dos esportes a v e n t u r e -s e

na praça

c õ rp o ft

Em janeiro, o Sesc Carmo reali­ zou na Praça da Esplanada, o pro­ jeto Aventure-se na Praça, que pro­ pôs o aprendizado e a prática de alguns esportes de aventura, con­ tando com orientação especializa­ da que alertou os participantes para o uso de equipamentos de se­ gurança. As atividades variavam a

cada três dias e o público pôde entrar em contato como modalida­ des como skate, bicicleta, patins, acrobacias e escalada. Todo o equi­ pamento foi fornecido pelo Sesc. Por dia, o público estimado do evento foi de cerca de 400 jovens moradores das regiões centrais, Leste e oeste.

Cuide-se! O colesterol alto, suas causas e conseqüências, foi o foco de discussão em palestra realizada em janeiro no Sesc Vila Mariana, com a enfermeira Bete Salvador. O público surpreendeu ao reve­ lar muitos jovens interessados no equilíbrio entre o bom coles­ terol (HDL) e o mau colesterol (LDL), responsável por uma cir­ culação perfeita. "As pessoas es­ tão mais conscientes quanto ao colesterol", analisa Bete. Porém, uma coisa a surpreendeu: a de­ sinformação sobre uma alimen­ tação saudável e balanceada ain­ da compromete a saúde do bra­ sileiro. "A alimentação é funda­ mental para o controle da taxa de colesterol", alerta. "Aliada a uma rotina de exercícios, ela pode evitar futuros problemas." Segundo Bete, não é necessá­ rio se internar em uma acade­ mia para se livrar do colesterol alto. Vinte minutos diários de uma caminhada já resolvem o problema. Junto com os proble­ mas vinculados ao colesterol, foram abordadas as doenças cardiovasculares. Bete explicou como o organismo reage ao co­ lesterol alto, que pode levar ao enfarto ou derrame cerebral se associado a outros fatores de ris­ co. "Trata-se de uma doença sem sintomas. Apenas num check-up ela é descoberta. As pessoas têm de ficar atentas à saúde." Os principais fatores de risco que levam a problemas do cora­ ção são pressão alta, obesidade, estresse, colesterol alto, sedentarismo (falta de exercícios físi­ cos), tabagismo (cigarro), diabe­ tes ou hereditariedade. Por isso, é sempre bom ficar de olho no histórico médico da família e evitar os fatores de risco. "É mui­ to fácil viver de maneira saudá­ vel", conclui. revista &

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INSTITUCIONAL D ecisões Ju d ic ia is Favoráveis a o S esc em M inas G erais Prestadoras de serviços, constituídas sob a forma de socie­ dade anônima (SA), estão propondo ações contra o SESC, buscando a inexigibilidade da contribuição que mantém a Entidade. No entanto, não vêm obtendo êxito. E isto pode ser verificado não apenas em São Paulo, como também em outras unidades da Federação Brasileira. Para exemplificar tal afirmação, elegemos, como decisões judiciais merecedoras de destaque, duas sentenças proferi­ das pela Justiça Federal de Minas Gerais. A primeira delas, ao julgar improcedente o pedido do man­ dado de segurança (Processo n.° 1998.38.00.042017-6) impe­ trado por Prossegur Brasil S A Transportadora de Valores e Segurança e Outro, concluiu que a pretensão da impetrante, por ser esta constituída sob a forma de sociedade anônima, esbarra em dispositivo legal que expressamente a define como empresa comercial, além de submetê-la à lei que regu­ lamenta a atividade mercantil. A MMa. Juíza Federal Rogéria Maria Castro Debelli, acom­ panhando a doutrina nacional, distinguiu os atos de comér­ cio, quanto às suas características, em subjetivos e objetivos. Quanto aos atos de comércio subjetivos, definiu-os como atos de intermediação de bens ou produtos, ou de prestação de um serviço especial, com o fim de lucro, exercidos com habitualidade e em função da atividade profissional do agen­ te. Quanto aos objetivos, ou os definidos por força de lei, trouxe à colação trecho da obra de Fran Martins , o qual pe­ dimos vênia, para também transcrevê-lo "No direito brasileiro, são, entre outros, atos de comércio, por lei, sejam ou não comerciantes os que nele tomam parte: as operações sobre títulos de dívida pública (Regulamento n.° 737, art. 20); os atos referentes às sociedades anônimas (Lei 6.404, de 15 de dezem­ bro de 1976, art. 2.°, § 1.°); as operações sobre letras de câmbio e notas promissórias (Lei n.° 2.044, de 31 de dezembro de 1908, art. 57); as operações sobre bilhetes de mercadorias (Dec. n.° 370, de 2 de maio de 1890, arts. 379 e 380); as operações sobre títulos emi­ tidos por armazéns-gerais (Lei n.° 2.591, de 7 de agosto de 1912); as empresas de construção (Lei n.° 4.068, de 9 dejunho de 1962).” Depois dessa citação da doutrina, concluiu que, estando a sociedade constituída sob a forma de sociedade anônima, exercendo ou não o comércio, seus atos serão considerados comerciais por definição normativa legislada, sujeitando-se, portanto, à jurisdição do direito mercantil, onde se subsume, ainda que de forma oblíqua, a obrigação de contribuir para o fomento das atividades sociais ligadas ao comércio. Nesse mesmo sentido decidiu a MMa. Juíza Federal Magnólia Silva da Gama e Souza, ao julgar improcedente o pedi­ do do mandado de segurança (Processo n.° 1999.38.00.030616-3), impetrado por Neocenter SA. peran­ te a 19.a Vara Federal de Minas Gerais. Após também classificar os atos de comércio em subjetivos e objetivos, tal como feito na sentença anteriormente co­ mentada, concluiu que, mesmo sustentando a impetrante 10 revista &

que não exerce o comércio, por se tratar de uma sociedade constituída sob a forma de sociedade anônima, é mercantil, por expressa disposição legal. É o que determina o art. 2.° da Lei n.° 6.404/76: “Art. 2.° - Pode ser objeto da companhia qualquer empresa de fim lucrativo, não contrário à lei, à ordem pública e aos bons costumes. § 1.° Qualquer que seja o objeto, a companhia é mercan­ til e se rege pelas leis e usos do comércio.” (grifos nossos) Concluiu, ao final, que, na medida em que seus atos são co­ merciais por força de lei, o fato de exercer ou não o comér­ cio é indiferente, devendo ser compelida ao pagamento da contribuição destinada ao Sesc, para o fomento de suas ati­ vidades sociais ligadas ao comércio. Essas duas sentenças proferidas pela Justiça Federal de Mi­ nas Gerais consistem apenas em exemplos de várias decisões que, com exatidão, captaram a essência do tema, decidindo favoravelmente a uma Entidade que desempenha papel fun­ damental não apenas no desenvolvimento de atividades so­ ciais ligadas ao comércio, mas também no que concerne a toda coletividade. Curso de Direito Comercial, 21 .a edição, 2.a Tiragem. Rio de Janeiro: Forense, 1995, p. 81.

N o ta

im p o r ta n te

:

As empresas abaixo relacionadas também manifes­ taram, a exemplo das mencionadas em números anteri­ ores desta Revista, sua discordância em juízo contra o mandado de segurança da FESESP: • Empresa Limpadora Piracicabana de Saneamento e Serviços Gerais S/C Ltda.; • Empresa Paulista de Saneamento e Serviços Gerais S/C Ltda.; • Empresa de Serviços Gerais Brasília Ltda.; • Mazzini Administração e Empreitas Ltda.; • Septem Serviço de Segurança Ltda.; • Bralserv Administração e Serviços S/C Ltda; Outras empresas também manifestaram sua discordân­ cia em juízo, agora contra o mandado de segurança impe­ trado por S1NDEPRESTEM - Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo: • Kadastro Administração e Serviços S/C Ltda.; • Job Services Serviços Empresariais Ltda.; • Iva Garson Temporários. Isso significa que as ações movidas contra o Sesc por essas Federações não acontram acolhida nem mesmo dentro de seus próprios filiados, que preferem continuar contribuindo para a manutenção da Entidade.


Belenzinho armo Cinesesc Consolação

CL

S A O P A U LO Interlagos Ip i r a n g a Itaqu e ra O d o n tolo gia Paraíso Paulista Pinheiros Pompéia Santo Amaro São Caetano Vila M a r i a n a

Informacões

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ENTREVISTA

No alvorecer do século 21, a cidade de São Paulo vive um dilema: está no limite entre se tornar uma metrópole competiti­ va na disputa voraz por capitais e inves­ timentos externos ou desabar de vez no limbo das megacidades do terceiro mun­ do, mero repositório para milhões de pes­ soas e de problemas. Nessa expectativa angustiante, a ar­ quiteta e urbanista Regina Meyer, profes­ sora da Faculdade de Arquitetura e Urba­ nismo da USP e coordenadora do Labora­ tório de Urbanismo Metropolitano da mesma faculdade, vislumbra um porvir menos nefasto para a capital do Estado, desde que os esforços sejam envidados no sentido de conscientizar os paulistanos de que os problemas da cidade são comuns a todos. Qual a sua expectativa com a mu­ dança da gestão na prefeitura de São Paulo? Tenho uma expectativa grande, não porque espere grandes obras, pois es­ sas realizações demandariam grandes verbas, mas principalmente pela pos­ sibilidade de introduzir novas formas de lidar com “a coisa pública” , que é o que a Marta está propondo. Já nesse primeiro mês de mandato eu sinto 12

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uma mudança no tom com que a ad­ ministração se reporta à população. Mesmo a mídia, que às vezes é bem malevolente, começa a perceber a ne­ cessidade de transmitir os problemas urbanos. Enfim, a cidade passou a ser centro de discussão em meios não es­ pecializados. Acredito que a serieda­ de no estabelecimento de regras para o uso de dinheiro público já é um pri­ meiro passo para melhorar as condi­ ções gerais de São Paulo. Depois, é preciso lançar campanhas de educa­ ção dos paulistanos no tocante ao cui­ dado com a própria cidade: atitudes simples como não jogar lixo na rua, por exemplo, ajudam muito. Por ou­ tro lado, a moralização significará a diminuição dos problemas da cidade. A corrupção é uma espécie de febre. Se conseguirmos abaixar um pouco essa febre, atingiremos níveis melho­ res de organização e eficiência para os serviços públicos. Em que momento histórico a cida­ de de São Paulo entra na barafunda do descaso e da degradação? Na virada do século passado, a cida­ de deu um salto populacional e passa a acumular certos problemas que se

agravam com seu crescimento. Na dé­ cada de 10, São Paulo cresceu muito e saiu da condição provinciana para to­ mar ares de grande cidade. Sua popu­ lação que era de 64 mil habitantes em 1890 vai para 239 mil em 1900. É um aumento vertiginoso, o maior cresci­ mento populacional do século 20. Na década seguinte, uma quantidade imensa de urbanistas se debruçaram sobre a “ nova cidade” . Durante a ges­ tão do prefeito Pires do Rio, no final dos anos 20, houve projetos de cons­ trução de grandes obras. Na década de 30, o prefeito Prestes Maia lançou o plano de avenidas, que teve papel fun­ damental na cidade, pois forneceu à São Paulo uma estrutura que ainda permanece presente. Sem entrar na polêmica se ele estava correto ou não, esse plano deu o caráter radiconcêntrico e reforçou a idéia de avenidas perimetrais saindo do Centro. O projeto de Prestes Maia deu uma feição para São Paulo a partir do modelo consa­ grado por Haussmann em Paris. Na dé­ cada de 50, o dado fundamental para São Paulo é a implantação dos Planos de Metas por Juscelino Kubitschek. A implementação do primeiro pólo in­


dustrial no país, na região do ABC pau­ lista transformou profundamente a ci­ dade. Com a produção de automóveis, a frota de veículos aumentou mil vezes em pouco mais de dez anos. São Pau­ lo não estava preparada para receber esse contingente de automóveis. Essa trajetória transformou São Paulo em uma cidade rodoviarista. Ao mesmo tempo, estávamos atrasados no de­ senvolvimento do transporte coletivo, principalmente o metrô. O prefeito Prestes Maia, nos anos 30, pronunciou uma frase histórica: “ O metrô está cer­ to como transporte, mas errado en­ quanto urbanismo.” Isso significa que primeiro ele queria construir a cidade para depois fazer o metrô. E na déca­ da de 30, a cidade, chegando a um mi­ lhão de habitantes, estava no patamar adequado para a construção do me­ trô. Com esse atraso, mais o estímulo trazido pelas novas avenidas ao siste­ ma de transporte individual instalouse um problema cuja solução aponta para a expansão do transporte público sobre trilhos, ou seja, o metrô. Como o zoneamento influencia os problemas da cidade? Com a lei de zoneamento implanta­ da nos anos 70, criou-se um modelo de cidade de baixa densidade. São Paulo é uma cidade muito horizontal. Um outro erro foi não planejar os bairros operários associados aos bair­ ros industriais, principalmente a partir dos anos 50. O trabalhador foi obriga­ do a morar muito longe do seu local de trabalho. Hoje, uma massa de cer­ ca de três milhões de pessoas sai da zona Leste, atravessa o Centro, para trabalhar na região Sul. Isso eqüivale, em números, à população de um país como Honduras. Esse movimento criou disfunções que se agravaram com o passar do tempo. Hoje, São Paulo, que deixou de ser uma cidade industrial, carrega, como um fardo ex­ traordinário, problemas criados nesse período. Muito se discute sobre a participa­ ção direta da população na discus­ são dos problemas e nas suas respec­ tivas soluções. Isso é possível se con­

siderarmos uma cidade de dez mi­ lhões de habitantes? Hoje em dia não se vive mais em uma cidade, vive-se em uma metró­ pole, ou seja, circula-se cada vez mais dentro de um espaço regiona­ lizado.

"São Paulo não é mais a cidade industrial da América Latina e se tornou a metrópole de serviços do continente" Como acontece a participação? E preciso pensar quais são, hoje, as novas formas de participação tendo em vista esse espaço metropolitano. É fato que a participação deveria ser mais intensa. Mas ela deveria começar a partir de sua localização menor, ou seja, no lugar onde a pessoa vive, onde está a escola, a creche, o posto de saúde, a feira o comércio, atingindo a escala do cidadão. Só assim ele po­ derá opinar sobre a construção de um túnel, de uma praça, de um parque, de uma nova avenida que “corta” o bair­ ro. Para se instalar um sistema partici­ pativo, é necessário informar muito. A população precisa saber muito mais. Por exemplo, ser transparente sobre a disponibilidade de verbas para que a população possa estabelecer priorida­ des, optar entre diversas possibilida­ des. A participação popular não pode ser considerada uma panacéia, mas se a gerirmos mal poderemos descartar um importante instrumento de traba­ lho e aperfeiçoamento da cidade. A população organizada tem níveis de participação surpreendentes, mas in­ felizmente não existe na esfera admi­ nistrativa municipal mecanismo de ab­ sorção suficiente para que essa voca­ ção ganhe espaço. No início desse novo século sur­ gem muitas discussões acerca do fu­ turo das megacidades. Havia uma

previsão que a urbanidade atingiria esse grau de evolução? Londres é um exemplo clássico do desastre do crescimento das cidades. A industrialização da forma como ocorreu naquela cidade provocou a destruição absoluta dos elementos da vida urbana. A partir do momento em que os níveis de degradação tor­ naram-se insuportáveis houve um movimento de recuperação de Lon­ dres. Alguns teóricos já alertavam desde o século passado que o tama­ nho era pernicioso para a vida na ci­ dade. Anhaia Melo, um grande urba­ nista paulistano, com quem se con­ frontou Prestes Maia (para quem uma cidade devia crescer sempre) dizia que o que acaba com a cidade não é o tamanho, mas a desproporção. O que ele queria dizer é que a uma ci­ dade não poderia ser maior do que sua infra-estrutura permitia. Afinal, uma metrópole significa agregação permanente de novos espaços dentro de uma região que se urbaniza conti­ nuamente. O exemplo novamente é Londres que cresceu desmesuradamente e há quatro décadas parou de crescer. São Paulo está longe disso. A Grande São Paulo possui cerca de 8 milhões de quilômetros de área e se hoje o crescimento da região central, isto é, o município de São Paulo, está equilibrado, nas bordas a perspectiva ainda é de crescimento. Mas as pesquisas populacionais mostram que, em alguns casos, a re­ gião metropolitana de São Paulo vem perdendo moradores nas trocas populacionais com outras regiões do Brasil, como o interior do Estado, por exemplo. São Paulo conheceu um decréscimo migratório a partir do momento em que parou de oferecer empregos. Mas eu estou muito curiosa para ver o que vai apontar o recente censo do IBGE agora que a cidade voltou a ser fonte de novos postos de trabalho. De qual­ quer maneira, São Paulo mudou de perfil. Ela não é mais a grande cidade industrial da América Latina, ela se tor­ nou a metrópole de serviços do conti­ revista &

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ENTREVISTA nente. Ser uma metrópole de serviços é um elemento fundamental na produ­ ção de empregos. São Paulo, hoje, é o grande pólo terciário do Brasil. Por isso. eu creio que a taxa de imigração vai aumentar novamente. Qual a diferença entre uma megacidade e uma metrópole? A megacidade tem a ver meramente com seu tamanho desmesurado e a metrópole depende da funcionalida­ de, dos serviços que ela oferece. Uma metrópole é muito mais qualificada que uma megacidade. Por exemplo, enquanto Jacarta é uma megacidade, Paris e Londres são metrópoles. São Paulo caminha para ser uma metrópo­ le. Todas as metrópoles tenderiam a ter alguns elementos que se repetem. Na organização econômica contempo­ rânea, a idéia de funcionamento em rede é crucial e tende a impor situa­ ções idênticas em todas elas: no âmbi­ to global, as metrópoles são muito se­ melhantes, mas no nível local as distin­ ções estão muito presentes. Uma me­ trópole pressupõe quesitos imprescin­ díveis, como aeroportos bem equipa­ dos, rede de telefonia compatível, ho­ téis de nível internacional. No caso de São Paulo, existe uma imensa quanti­ dade de problemas, oriundos do pe­ ríodo industrial, que ainda não foram resolvidos. É uma cidade que ainda tem carências muito importantes. Nós não resolvemos, por exemplo, o pro­ blema da macrodrenagem: como é que uma metrópole poderá competir com outras se enchentes anuais que destróem casas, desabrigando os mo­ radores das redondezas dos córregos, também impedem que os viajantes saiam do aeroporto e alcancem os ho­ téis? E preciso diminuir a precariedade para que a cidade moderna efetiva­ mente funcione. Não existe moderni­ zação abandonando os elementos que de certa forma envolvem as popula­ ções desfavorecidas. Quanto mais uma cidade caminha para o modelo planetário, mais algumas questões lo­ cais se aprofundam. A identidade lo­ cal, que não fazia parte das discussões no fim do século passado, tornou-se 14

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um valor a ser perseguido. São formas de resistências locais contra as pres­ sões globalizadas. Por outro lado, a metrópole é indissociável do capitalis­ mo financeiro. Não adianta nos iludir­ mos: o grande capital elegerá a metró­ pole da América Latina, ou seja, a que será o nó dessa grande rede continen­ tal, aquela que melhor desenvolver esse papel. De certa forma, a cidade tem que oferecer algumas condições. O Rio de Janeiro, por exemplo, sempre rivalizou com São Paulo como a cida­ de mais importante do país. Recente­ mente, surgiu um dado novo que sa­ cramenta essa questão. E não é um atributo populacional nem cultural: a Bolsa de Valores carioca praticamente encerrou suas atividades no final dos anos 90. Então, esse é um dado que ajuda a eleger São Paulo a metrópole que representa esse pedaço de mundo dentro da cadeia global. São Paulo será o ponto para o qual o Brasil vai convergir. Um exemplo é o Anhembi, que tem sua agenda lotada por três anos, ou o hospital Albert Einstein, cu­ jos leitos estão em 40% ocupados por internos de fora de São Paulo, sendo que 20% são estrangeiros.

"Como uma metrópole pode competir com ou­ tras se as enchentes im­ pedem que os viajantes saiam do aeroporto?" Os requisitos que fazem de uma megacidade uma metrópole são in­ dicativos de melhor qualidade de vida? Em São Paulo, como ocorre essa relação? Uma metrópole, na acepção da pala­ vra, significa uma imensa área urbani­ zada, uma continuidade espacial, uma grande oferta de serviços especializa­ dos, e tudo mais que acompanha es­ ses atributos. Além disso, significa, também, acesso à educação e aos apa­

ratos de cultura e comunicação. Mas, por outro lado, em São Paulo estamos resolvendo dificuldades mais uma vez de maneira inadequada. Nunca antes na história atingimos níveis tão pro­ fundos de segregação da população. Estamos divididos entre a pequena parcela da população que vive nos se­ tores modernizados da cidade e o res­ to que vive nos setores precários. Às vezes, essas duas metades se encon­ tram no meio de caminho. Quais são os instrumentos para combater a má distribuição dos be­ nefícios urbanísticos se, por um lado, a iniciativa privada está inte­ ressada nos lucros e, por outro, o po­ der público está falido? Não tem saída: o poder público pre­ cisa investir para diminuir o fosso que separa grupos sociais. A idéia da retra­ ção do Estado é uma fantasia se consi­ derarmos as populações mais pobres. Para combater a defasagem social, é preciso aumentar algumas taxas e im­ postos, além de redimensionar os re­ cursos. O governo precisa cuidar da ci­ dade pobre muito mais do que da ci­ dade rica. Mas, por outro lado, se ele abandona a modernização perdem-se os investimentos externos, iniciando um processo de fuga do capital, o que gera, por sua vez, a queda do nível de emprego. Portanto, é preciso equili­ brar os investimentos urbanos. Devese aplicar bastante na parte pobre, sem esquecer das questões que afe­ tam a todos e que muitas vezes “ localizam-se” em setores considerados ri­ cos. Esse é o caso da limpeza pública, da segurança pública, do meio-ambiente urbano, etc. A realização de qualquer obra é hoje problemática e exige critério. É preciso fazer parce­ rias, não só com a iniciativa privada, mas também com os outros entes de governo. Afinal, os problemas de São Paulo não são restritos à metrópole. O que aflige São Paulo aflige o Brasil como um todo. Além disso, é preciso estabelecer um diálogo em âmbito re­ gional, pois alguns problemas, como o transporte, o lixo ou as drenagens ex­ travasam o município de São Paulo. ■


MESA SÃO PAULO lçAo contra a fome e o desperdício , pela qualidade de v d a

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Segurança Alimentar e


por Alberto Ikeda

Nos últimos anos, o Carnaval tornou-se um espetáculo televisivo, passivo e elitizado. Mas em São Paulo ainda resistem os abnegados que fazem da maior festa brasileira uma folia que privilegia a participação popular o Brasil, quando o assunto é Carnaval, logo são lembrados os desfiles das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo e o chama­ do Carnaval de rua de cidades como Salvador, Recife e Olinda, sempre destacados nos noticiários nacionais. Quanto à capital paulista, acredita-se que, além dos desfiles das escolas de sam­ ba, são realizados somente os bailes de salão. Imagina-se que em São Paulo não há o chamado Carnaval de rua, identificado também como Camaval-participação, uma das formas mais tradicionais no Brasil, notabilizadas principalmente no Nor­ deste, onde as agremiações costumam ocupar as ruas para “brincar o Carnaval” . Naturalmente, em outras regiões também existem exemplos antigos desse mo­ delo cârnavalesco, como é o caso do tradicional Cordão do Bola Preta, do Rio de Janeiro, fundado em 1918, no qual as pessoas, mesmo não sendo associadas e sem trajar fantasia do Cordão, integram-se livremente, sem qualquer custo, ao cortejo da folia, aos milhares. Contrariamente, há de se lembrar que, principal­ mente a partir de fim da década de 80, em Salvador, muitos blocos (com trio elé­ trico ou bloco de trio) passaram a ser organizados por empresas, com fins lucra­ tivos, modificando as formas participativas e comunitárias dos blocos tradicio­ nais. Os integrantes pagam, dessa forma, valor significativo para participar des­ ses blocos, ocorrendo forte separação entre os seus componentes e o público. Assim, enquanto no Carnaval de rua tradicional o público pode se transformar no próprio agente da folia, junto com os membros dos blocos ou bandas, no mo­ delo dos desfiles das escolas de samba essa possibilidade em geral não ocorre, pois somente os componentes produzem o espetáculo para que o público ape­ nas o assista em locais especialmente construídos, como os sambódromos, ou mesmo nas ruas preparadas com arquibancadas desmontáveis ou somente isola­ das com faixas de trânsito ou cordas. Portanto, ainda é no Carnaval de rua que as maiores possibilidades de integra­ ção popular às folias carnavalescas estão abertas, sem os altos custos da maioria

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O Carnaval no Brasil tem origem no povo e, em tese, seria o povo o responsável p o r con­ duzir a festa a seu bel prazer. No entanto, os comprom issos da modernidade tiraram a folia das mãos dos seus senhores de direito

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das outras modalidades. Nesse sentido, em São Paulo, entre as décadas de 80 e 90, surgiram inúmeros blocos e bandas carnavalescas identi­ ficadas - algumas mais, outras menos - com esse tipo de festa tradicional. Nas apresenta­ ções desses grupos normalmente não hã a pre­ sença de emissoras de televisão, nem das rá­ dios, e elas nem sequer - com exceção de uma ou outra - provocam maiores interesses dos jo r­ nais, motivo pelo qual são praticamente desco­ nhecidas do grande público. Dessa introdução teórica, importante para si­ tuar o Carnaval “ sem compromisso” , o relato pessoal dos agentes que promovem a bagunça demonstra a vivacidade da brincadeira “espon­ tânea” . Na alegria dos participantes, vale real­ mente a abnegação de ver a gente junta pulan­ do e cantando pelas ruas, na beleza que é a co­ munidade de um bairro ou de uma turma unida na folia. Nascido em 1934, Carlos Costa, o Carlão da Vila Maria, veio de Araraquara para a capital paulista aos onze anos. “Já cheguei no samba", diz. “Meu irmão mais velho, chamado Azulão, formou um bloco na Vila Maria e eu acompa­ nhava o cortejo. Era o que chamávamos d e 1blo­ co do sujo’ ou do Vai quem quer'. Havia quatro ou cinco pessoas tocando, com fantasias bem simples.” Carlão lembra que no fim da década de 40, nos dias de Carnaval, saía um bloco do sujo da praça João Mendes que percorria todo o centro velho da cidade. “ Eram umas quarenta pessoas que cantavam as marchinhas ou os sambas da época. No bloco, só tinha gente bamba, sambis­ ta que agüentava dançar na roda de pernada.” Essa roda, segundo Carlão, leva o nome de “jogo da tiririca” no Rio de Janeiro e consistia numa modalidade um pouco agressiva de dança em que o folião desafiado para entrar no samba era obrigado a suportar, em pé, uma saraivada de trompaços e trança-pés. A polícia, afirma Car­ lão, reprimia a cacetete essa manifestação. “Ti­ nha muito preconceito, porque o samba era fei­ to só pelos negros e pobres.” “Com o tempo” , prossegue o sambista, “foram criadas as primeiras escolas de samba que com­ petiam entre si. Os vencedores ganhavam um troféuzinho que era carregado até a sede. O pes­ soal ficava numa alegria só.” Em 1968, o prefei­ to Faria Lima passou a liberar uma verba pública para ajudar as agremiações a montar os desfiles. “ Esse é o início do fim do Carnaval” , diz Carlão, que hoje, paradoxalmente, é funcionário do se­

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O Carnaval sem compromisso é cena cada vez m ais rara. Mas, em São Paulo, ainda existem bandas e blocos que privilegiam a espontaneidade da fo/ia

tor de Carnaval do Anhembi. “A partir da década de 70, elitizaram o samba, e a classe média ex­ pulsou os negros da folia. A festa perdeu sua es­ sência, tornou-se espetáculo de televisão." A redenção de Carlão veio a reboque do de­ boche do saudoso dramaturgo Plínio Marcos, que em 1971 - quando estrelava a novela Beto Rockfeller, de estrondoso sucesso nacional criou a Banda Bandalha, respondendo às troças de seus colegas cariocas, que costumavam pro­ pagar a tese inventada por Vinicius de Morais de que São Paulo era o túmulo do samba. A agremiação é uma referência histórica funda­ mental, pois influenciou diversas bandas poste­ riores. Nela saíram atores hoje consagrados, como Tony Ramos, Eva Vilma, Etty Frazer, Gianffancesco Guarnieri e outros. Por sua vez, a Ban­ dalha foi inspirada na célebre Banda de Ipane­ ma, do Rio de Janeiro, de 1965, que se notabili­ zou reunindo artistas, boêmios e foliões, tendo como uma das suas musas a atriz Leila Diniz. revista €2

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Carlão, que atuava no teatro e trabalhou com Plínio Marcos, saiu nos dois anos em que a Bandalha desfilou. “0 pessoal da banda costumava freqüentar o Bar Redondo, em frente ao Teatro de Arena. Com o fim do bloco do Plínio aquela gente ficou órfa de Carnaval.” Para dar cabo ao luto compulsório, no calor do botequim, um grupo de foliões decidiu reviver a Bandalha e criou, sob a batuta de Carlão, já para a festa de 1974, a Banda Redonda. A banda nasceu em homenagem ao boteco-reduto e atrás de uma gíria da época: o bloco era composto pelos sujei­ tos de cabeça redonda, donos de uma mente es­ clarecida, em oposição aos quadrados, de idéias restritas. Desde então, a Redonda não perdeu nenhum ano e revive o conceito original de ban­ da, ou seja, músicos portando apenas instru­ mentos de metal (em maior número) e percus­ são. “ Banda que é banda tem que desfilar no chão, sem carro alegórico e sem figurino rebus­ cado” , atesta o mestre-de-cerimônias. Abnegação é á palavra de ordem das bandas do vai-quem-quer. A Grande Família é um exage­ ro dessa máxima. Seu organizador, o “carnava­ lesco” Piu-Piu, chegou a ficar cego durante uma semana, vítima de estresse emocional desenca­ deado pela ameaça de a banda não desfilar. “ É muito complicado fazer uma banda sair, porque é preciso um mínimo de organização, mas a es­ pontaneidade não pode ser afetada.” A origem da Grande Família, criada em 1981 por um grupo de amigos residentes do bairro do Itaim Bibi, é comum à trajetória da maioria das bandas. “ Ela nasceu de uma brincadeira de botequim que alguns mais bêbados levaram a sério” , relembra Piu-Piu. Depois, instigados pela bonomia etílica, os carnavalescos, que costuma­ vam descer para Santos para brincar a festa, re­ solveram levar para frente o diz-que-diz do bar. “Nos primeiros anos, várias pessoas estavam empenhadas, mas à força de outros compromis­ sos a maioria foi saindo e caiu em cima de mim a responsabilidade de coordenar a banda. Hoje em dia, a cada ano eu penso em desistir, mas minha mulher sempre me demove da decisão.” 0 dono da festa, corretor de seguro nas horas vagas, explica que a banda é a essência de uma comunidade, “um verdadeiro movimento cultu­ ral que leva alegria a toda a gente." Piu-Piu rela­ ta as peripécias necessárias para dar assiduidade “ religiosa” à festa. Afirma ser preci­ so discutir o itinerário com a Prefeitura, ouvir reclamação dos moradores, desafiar são Pedro, que insiste em verter suas mágoas sobre os fo20 revista &

"Banda que é banda tem que desfilar no chão", explica Carlos Costa, o Carlão, líder da Banda Redonda. Aqui, os Sonâmbulos de p jçagüera, de São Paulo, seguem à rjsca a //çâo do meSfre

A hierarquia do samba Como é feito o Carnaval da cidade Em São Paulo, as diferentes agremiações carnavalescas se organizam filiadas a quatro associações. As chamadas "grandes" escolas de samba, do Grupo Especial, como a Vai-Vai e a Gaviões da Fiel, em um total de catorze, e as nove escolas do Grupo 1 A, todas filia­ das à Liga das Escolas de Samba de São Pau­ lo (Liga). Elas desfilam no sambódromo. Do mesmo tipo das primeiras, existem mais 84 agremiações, entre escolas e blocos, filiadas à União das Escolas de Samba Paulis­ tanas (Uesp). Elas desfilam no sambódromo (segunda e terça) e nos seguintes bairros: Vila Esperança, Cidade Ademar, Itaquera, Mandaqui, Pirituba e Vila Esperança (domin­ go, segunda e terça). Somente na terça, nos bairros, ocorre o chamado "desfile-extra", em que se desfila sem qualquer competição. Nesse dia é comum a participação dos es­ pectadores, que muitas vezes invadem a pis­ ta e acompanham cada escola, "pegando ca­ rona" na folia momesca descomprometida. O que impressiona de imediato nos bairros é o público: milhares de pessoas que se co­ locam sentadas ou em pé nas calçadas. Algu­ mas até trazem cadeiras da própria casa. É surpreendente a presença de crianças e de jovens, tanto integrando as escolas como en­ tre os que assistem. Mesmo nas baterias, pode-se notar muitas crianças e jovens, o que não se vê nas grandes escolas. Além disso, também é marcante a presença da po­ pulação negra. Um terceiro grupo de agremiações carna­ valescas se reúne em torno da Associação das Bandas, Blocos e Cordões Carnavalescos


Divididos em vários grupos e ligas, os b/ocos, bandas e escolas de samba dividem a atenção do público. A mídia, no entanto, só se interesse petos desfiles do sambódrom o, deixando de lado a festa que carrega a essência do Carnaval popular

(ABBC), que organiza o evento denominado Pholianafaria, iniciado em 1991, na avenida Faria Lima, região conhecida como Jardins, na zona oeste da cidade. Alguns blocos vi­ sam ao lucro, enquanto outros buscam co­ brir seus custos, quando formados em clu­ bes sociais, grupos de amigos, grêmios estu­ dantis e outros. Mas existem também aque­ les totalmente patrocinados por empresas, que têm interesse em promover algum pro­ duto ou a sua própria marca comercial. Es­ tes, em termos de origem histórica e caracte­ rísticas, aproximam-se do que costumeiramente eram denominados "blocos de sujo" ou "blocos de embalo", que se formavam, sem maiores compromissos, na época do Carnaval para brincar nas ruas. Finalmente, a quarta entidade associativa é a Associação de Bandas Carnavalescas de São Paulo (Abasp), que congrega dez agre­ miações, genericamente denominadas ban­ das, que praticam o Carnaval de rua na sua forma mais tradicional, geralmente nas se­ manas que antecedem o Carnaval. A banda propriamente dita, composta basicamente de instrumentos de metais e pequena sessão de instrumentos de percussão, no geral exe­ cuta músicas de sucesso da época, assim como sambas e marchinhas carnavalescas antigas, entre as quais, evidentemente, não podem faltar "Mamãe, Eu Quero", "A Jardi­ neira", "Alá-lá-ô" e outras. Não há competi­ ção entre elas e cada uma se apresenta nos seus respectivos trajetos, nos bairros onde foram fundadas, em datas e horários tam­ bém próprios.

liões, além de ter que, às vezes, arcar do próprio bolso com o prejuízo financeiro. O CARNAVAL DE RUA QUE RESISTE

Apesar da visibilidade quase exclusiva que se tem dado em São Paulo aos desfiles das grandes escolas de samba - cuja beleza é, de fato, incon­ testável - , um olhar atento revela outras práti­ cas carnavalescas importantíssimas, que resis­ tem moldadas em princípios bem distintos, cujo mérito maior está centrado nas possibilidades da participação popular, dentro do espírito dos tradicionais Carnavais de rua. Entre as agremiações que praticam esse tipo de Carnaval, reunidas em torno da Pholianafa­ ria, mas sobretudo com as tradicionais bandas (de metais), que podemos classificar como “al­ ternativas” , de rua, somam-se mais de quarenta. Muitas tiveram existência efêmera, enquanto outras se estabeleceram como atividade cultu­ ral significativa na cidade, em que os foliões po­ dem exercer mais abertamente a crítica social, o humor e o brincar momesco descompromissado, transformando as ruas em locais não apenas de passagem apressada, mas de convívio comu­ nitário e prazeroso, pelo menos alguns dias por ano. Nessas “brincadeiras” , o folião não está su­ jeito à seleção pelo poder econômico, e a bele­ za se mede pela alegria e criatividade e não pelo brilho e luxo da fantasia. Em muitas dessas agre­ miações, os brincantes não estão transforma­ dos em competidores e meros consumidores dos produtos e serviços carnavalescos, como tem sido a regra comum, nos últimos anos, no que podemos chamar de carnaval-lucro. Por outro lado, na periferia da cidade, nas escolas de samba “ menores” , atualmente ain­ da é possível ter uma projeção retroativa do que seriam na origem essas agremiações, surgidas a partir do fim da década de 20 no Rio de Janeiro como verdadeiras instituições culturais das populações negras e das baixas classes sociais, atuando nos moldes do fazer comunitário, lição que não se pode desa­ prender, já que implica qualidade de vida dos cidadãos. O folião da periferia, nesses dias, entrando na “ passarela” , mesmo sem dinheiro (como sempre), tem o direito de so­ nhar que é rei, príncipe ou um artista famo­ so da televisão, e o público todo o reconhe­ ce e o aplaude. ■ A lb e r t o I k e d a é e t n o m u s ic ó l o g o e e s t u d io s o d o CARNAVAL BRASILEIRO

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omingo, oito da manhã, em frente ao coreto da praça da República. Parece um encon­ tro de namorados numa cidadezinha do interior, não é mesmo? Pois o leitor se engana. Esse foi o início do itinerá­ rio desta reportagem, que procurou conhecer algumas “feirinhas” de São Paulo. O tom saudosista que a frase “encontre-me no coreto” pode trazer se justifica, tendo em vista o passeio. Nas chamadas “feiras de antigüidade” , o espaço das barracas (ou mesmo do calçamento) é tomado por objetos de uso cotidiano, ao lado de tralhas e apetrechos inusitados, comidas mil e obras-de-arte oferecidas pelos pró­ prios artistas. A fumaça do passado (sempre saudosista) recende na ma­ deira de móveis antigos, na ffagrância de naftalina ainda presente nos teci­ dos puídos ou mesmo na lembrança evocada por uma garrafa de guaraná caçula ou por um vinil de Silvio Caldas. No caso da jovem estudante Carla Nascimento, a traquitana que atraiu de imediato sua atenção foi uma peru­ ca loura que ela encontrou na feira do Bixiga, tradicional bairro de São Paulo. “Gente, amei essa peruca” , dizia sem parar. “A próxima festa que eu for, vou loura” , brincava. E ainda desafiou os amigos: “Vocês duvidam?” . Para mos­ trar que era capaz de tamanha proeza, Carla saiu da feira cingida pelos cara­ cóis dourados das madeixas recám-adquiridas, sentindo-se, como ela mes­ ma se definiu, “outra mulher” .

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Sofás, piercings, óculos velhos e relíquias de guerra. Dá para encontrar de tudo nas inúmeras "feirinhas de antigüidades" que se espalham pela cidade e são, hoje, inusitada opção de lazer

A dona da barraca de perucas, dona Malta, atende de forma simpática e sem distinções todos os interessados em suas melenas: ensina aos fregueses como lavar a peça, como conservá-la e até como usá-la. A feira do Bixiga é uma das mais tra­ dicionais de São Paulo. Faz sentido, afinal, tradição é no Bixiga das canti­ nas, da escadaria, do Teatro Ruth Escobar, dos bares de chorinho que la­ deiam a praça onde é realizada a fei­ ra... Lá, a nostalgia impera mesmo nas lamúrias dos expositores, que recla­ mam dizendo que já houve época me­ lhor. “ Há uns quinze anos vendia-se bem mais” , explica a vendedora de óculos de grau... Sim, na feira do Bixi­ ga negociam-se, inclusive, óculos de grau. “Tem gente que compra pela ar­ mação” , justifica. “Mas, por outro lado, há aqueles que já saem usando o acessório, sem nem mesmo retirar as lentes” , emenda. Alguns dos expositores do Bixiga podem ser encontrados também aos sábados na feirinha da praça Benedito Óculos velhos, sapatos usados, móveis de madeira maciça e até perucas: na tradicional feira do Bixiga é difícil sair de mãos abanando

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ta de gente, os bares em volta faturam horrores e os expositores agradecem o sucesso. Hoje, a feira é freqüentada por gente de todo o canto da cidade. “As pessoas vêm olhar, às vezes com­ pram, às vezes não” , simplifica Ema, viúva do seu Gustavo, que há dez anos vinha expondo “de tudo” na Benedito, e uma das últimas que guardam o as­ pecto excêntrico dos artigos que ofe­ rece. “ Depois que ele morreu, há qua­ tro meses, eu resolvi vir no lugar dele” , conta. Dona Ema vende isqueiros, bi­ chos de pelúcia e demais objetos que ela compra de famílias que se mudam de casa. O c a s o d o M o isé s

Acima, os gramofones viraram peças de decoração. Na página seguinte, luminárias da feira da Liberdade e, no box, mais Bixiga Calixto, localizada no bairro de Pinhei­ ros. As duas feiras são, de fato, muito parecidas: mistura roupa com antigüi­ dade, cheira à incenso e atrai público variado, de modernetes e/ou esotéri­ cos em geral. Só tem um problema: devido ao boom de popularidade que acometeu Pinheiros nos últimos anos, principalmente por causa dos agitos da Vila Madalena, a feira perdeu um 24 revista &

quê de espontaneidade para ceder lu­ gar ao profissionalismo pouco român­ tico. Ir à Benedito já não significa mais comprar barato. Uma cadeira “diferen­ te” pode chegar a mil reais e os ares de antiquário que a feira assumiu fez de­ saparecer de suas tendas artigos como as inusitadas perucas ou aquela cobi­ çada garrafinha de guaraná champagne. Mesmo assim, a região fica reple­

Uma das feiras mais agradáveis de se visitar é a da praça da República. É também a decana das feiras da cidade, com quase cinqüenta anos. Toda a re­ gião em torno da praça fica tomada por barracas de artesanato e, princi­ palmente, por artistas que transfor­ mam as grades dos canteiros em ver­ dadeiras galerias. Expressionistas, naives, desenhistas, modernos. Todos os estilos estão presentes. Dentre os ar­ tistas, o senegalês Moisés é figura ca­ rimbada nos domingos. Com 43 anos de República (“sou um dos fundado­ res”), o artista chama atenção por co­ locar um ponto final na delicada dis­ cussão sobre o preço da arte, pois a que nasce dos seus pincéis ele sabe muito bem quanto vale. Sem a menor cerimônia, seus quadros, a maioria te­ las grandes com imagens de cavalos e camelos, informam o quanto custam. Etiquetas com os preços facilitam a vida dos interessados, mas podem as­ sustar os passantes. Um de seus traba­ lhos pode atingir a marca de 50 mil reais. Para explicar a aprente exor­ bitância, a palavra do próprio artista: “O que acontece é o seguinte. Eu es­ tou aqui desde que essa feira come­ çou, eu sou um profissional e sei o pre­ ço da minha arte. Só que há todo tipo de artista. Existem muitos jovens que tiveram duas ou três aulas de desenho e já vêm tentar ganhar dinheiro. É pre­ ciso que algo diferencie os profissio­


nais dos amadores” , analisa, seguro. Mas... 50 mil? “ É claro que as pessoas que vêm à praça não têm esse dinhei­ ro no bolso, mas já fiz grandes negó­ cios.” Especialmente para essa época do ano, Moisés preparou um “agrado” aos seus inúmeros amigos estrangei­ ros. São as “promoções Rock in Rio” . Um quadro de 45 mil reais pode sair por mil dólares nessa oferta. “ Eu já ex­ pus na França, na Alemanha, nos Esta­ dos Unidos, na Itália e em outros paí­ ses, e tenho muitos amigos que vie­ ram para o Rock in Rio [megafestival de música que aconteceu em janeiro no Rio]. Se, de repente, um deles vier a São Paulo, vai encontrar esses preços especiais.” Para aqueles com poder aquisitivo mais modesto, pequenos quadros po­ dem ser adquiridos por cinqüenta reais. “ Isso é para quem quer um Moi­ sés em casa mas não tem muito di­ nheiro” , explica o artista. No entanto, visitando a feira do Bixiga, a reporta­ gem flagrou “um Moisés” , muito pare­ cido com os expostos na Praça da Re­ pública, pela bagatela de 450 reais “negociáveis” . Mistério... Ja p ã o p o p s h o w

Outra opção interessante é a feira realizada no bairro da Liberdade, o cantinho japonês de São Paulo. Próxi­ ma à estação de metrô, comerciali­

zam-se roupas, artesanato japonês, bonsais e comida típica. Dos jovens “modernos” , que representam a nova geração nipônica no Brasil, aos mais idosos, que mal falam português, as pessoas por trás das barracas nos mostram um pouco da cultura e dos hábitos do país do sol nascente. Kioshu Suzuki, 75 anos, sessenta de­ les vividos no Brasil, dedica-se exclusi­ vamente a confeccionar e vender seus cotonetes de bambu. Em sua pequena barraca, distrai-se lixando os gravetos até transformá-los num eficiente “cata-cera” . Ele demora meia hora para concluir cada peça e garante que elas são higiênicas e duráveis. “ Se você não perder” , explica carregado de sotaque, “duram cinco anos” . A 1,50 real a unidade, é um bom investi­ mento. Com tantas ofertas e produtos instigantes, o importante é não ceder às tentações. Aproveite a variedade de feiras em São Paulo para, além de pas­ sear, pesquisar. Os pufes, gigantescas almofadas de couro que servem de poltrona, podem variar de 75 reais na feira da República até 170 reais na Li­ berdade. Em compensação, o Moisés que você tanto quer custaria um apar­ tamento na feira da praça no Centro, mas poderia estar na sua sala por uma pechincha se adquirido em outro en­ dereço. O negócio é se divertir, ver gente e barganhar, sempre. ■

High fashion A moda vendida nas feiras Os bazares e mercados alternati­ vos de moda e estilo dão a São Paulo ares mais cosmopolitas, a exemplo de Nova York. O Mercado Mundo Mix (M M M ), que muita gente conhece ou já ouviu falar, co­ meçou realmente alternativo num estacionamento na rua Augusta, há cerca de seis anos, e hoje ocupa um enorme galpão na Barra Fun­ da. Hoje, a franquia M M M já está em todas as grandes capitais do país e divulga a sigla GLS (gays, lésbicas e simpatizantes). Por sua vez, essa sigla vende um estilo de vida que movimenta um mercado cada vez maior. Nessas feiras, gen­ te de todos os estilos convive har­ moniosamente entre as barracas de roupas modernas, acessórios inusitados e móveis para lá de vanguardistas. O M M M , porém, já apresenta os sintomas do progres­ so: suas roupas e móveis são caros e intimidam os interessados. Já o Mambo Bazar é fiel à sua sede. Acontece há cinco anos no Casarão da Paulista, reavivando o lugar. Ele tem apenas setenta expo­ sitores e não tem pretensão de am­ pliar seu tamanho. "Nosso intuito é trazer uma alternativa para a ci­ dade", explica Alessandra Bjork, coordenadora da feira. Depois, nosso objetivo é também filantró­ pico. Parte da nossa renda é rever­ tida para crianças carentes, porta­ dores de deficiência e aldeias indí­ genas. Não queremos nos transfor­ mar numa megaempresa."


A sexta edição do projeto

Sescre

fim deste mês em todas as unidades da capital e do interior, ensina a importância da orientação especializadada, além dos cuidados com o corpo antes, durante e após a prática de atividades físicas

xercício é saúde, certo? Bem, esse é um bordão que há tem­ pos já caiu no senso comum. E realmente fica difícil discordar de tal preceito. Não há dúvidas de que a prática regular de atividade física ajude na melhoria da qualidade de vida. Por outro lado, mesmo a mais inocente das caminhadas ou o mais radical dos saltos alados dependem de cuidados fundamentais para que os benefícios inerentes à atividade praticada sejam totais. Se realizar atividade física já é bom, sob orientação torna-se ainda melhor. Assim pensou o Sesc no mote que orientou a sex­ ta edição do Sesc Verão, realizado até o fim deste mês em todas as unidades da capital e do interior. O slogan “ Corpo Legal” foi esco­ lhido para sintetizar a necessida­ de de o praticante atentar para sua segurança. De acordo com a Gerência de Desenvolvimento Físico-Desportivo (GDEF) do Sesc, “ o evento é uma oportunidade para cada um aprender e experi­ mentar modalidades esportivas, checar o próprio nível de disposi­ ção e se d ive rtir com a família e os amigos” .

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A sexta edição do Sesc Verão - Corpo S Legal ensina aos h||Sp participantes cuidados essenciais para a prática de atividades físicas; como nessa aula de canoagem no lago do Sesc Itaquera, na abertura do evento

A programação contempla diver­ sas atividades, além de simpósios e palestras, que abrangem todos os gostos e idades. “ Nós percebemos que algumas pessoas praticam ativi­ dade física de forma incorreta ou não a aproveitam de forma integral. Notamos, também, que muitas es­ tão sensibilizadas da importância de sair do sedentarismo, mas não conseguem apreender totalmente os ganhos oriundos da prática de exercícios porque não dispõem de informações suficientes para reali­ zá-los de forma correta e segura” , explica Maria Luiza Souza Dias, ger­ ente da GDEF. “Assim, nosso objeti­ vo, com o Sesc Verão - Corpo Legal, é instruir o praticante a agir com au­ tonomia e mostrar que fazer ativi­ dade física da maneira correta é muito fácil.” M i t o s e le n d a s

Ainda resistem entre os atletas de fim de semana alguns mitos que prejudicam muito a prática esporti­ va, eliminando os potenciais ga­ nhos de uma atividade empreendi­ da de forma correta. São conceitos já arraigados e difíceis de serem ba­ nidos. A orientação dos profissio­ revista (5?

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Fotos: Tuca Vieira

Na Caminhada Bairro a Bairro, os participantes partiram de cinco pontos diferentes da cidade para se encontrar no Vaie do Anhangabaú, mas não se esqueça qualquer atividade física demanda cuidados do praticante nais envolvidos com o Sesc Verão Corpo Legal pode eliminar tais postu­ ras nocivas. Para auxiliar o trabalho dos en­ volvidos com o projeto, o Sesc lançou um manual de orientação redigido pelo fisiologista Turíbio Leite Barros. A publicação contém dicas e informações que, de forma clara e abalizada, apresentam os riscos da atividade praticada sem orientação, além de explicações sobre o que acontece com o orga­ nismo durante os exercícios. Uma das lendas mais famosas des­ mascaradas pelo fisiologista é aque­ la que diz que a perda de calorias é diretamente proporcional à quanti­ dade de suor produzido durante a prática esportiva. Assim, a desinfor­ mação leva algumas pessoas a se co­ brir de acessórios visando suar ainda mais, na crença equivocada de que esse procedimento aceleraria o pro­ cesso de perda de peso. A propósito do tema, o especialis­ ta explica que tal atitude, além de 28

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inútil, é prejudicial à saúde: “ Duran­ te a atividade física, temos um exem­ plo muito interessante de como fun­ ciona a regulação da temperatura. Como os músculos estão se con­ traindo, estamos produzindo calor, e, conseqüentemente, há uma ten­ dência a aumentar a temperatura corporal. Para tentar manter a tem­ peratura padrão, cerca de 37 °C, o sistema regulador entra em ação. Os ‘sensores térmicos’ detectam a ten­ dência de aumento, informando ao centro regulador, e este comanda um aumento da atividade de secre­ ção de suor. O suor produzido se evapora, ‘roubando’ calor da pele e resfriando o corpo, evitando o au­ mento exagerado da temperatura. A tolerância ao exercício está, portan­ to, na razão direta da capacidade de evitar o aumento exagerado da tem­ peratura por meio da evaporação do suor. Qualquer obstáculo a esse me­ canismo é extremamente prejudicial à saúde. Em nenhuma hipótese de­ vemos dificultar a evaporação do

suor ao fazermos exercícios. Por essa razão, o uso de roupas de nái­ lon ou qualquer tecido que não per­ mita uma ventilação adequada du­ rante a atividade física deve ser abo­ lido do guarda-roupa esportivo no calor. A hipertermia, ou seja, o au­ mento exagerado da temperatura corporal, é um dos eventos mais te­ midos como agente causador de aci­ dentes de graves conseqüências du­ rante a prática de atividade física. Portanto, para perder peso, por exemplo, não adianta fazer sauna ou utilizar agasalhos durante o exercí­ cio. Para aumentar a queima de gli­ cose e gorduras e produzir mais ca­ lorias, só existe uma forma: aumen­ tar a quantidade de exercícios físi­ cos!” E n c o n t r e se u lim it e

Outro aspecto essencial, quando se inicia uma atividade física, é per­ ceber os limites individuais. A idade e condição física do praticante infor­ mam a modalidade e a freqüência


das atividades. Desenvolver com plenitude as benesses relacionadas aos exercícios depende da consciên­ cia de cada um. Uma pessoa sedentária, que deci­ de deixar essa condição, não pode descontar o tempo perdido em um único domingo. “ O problema é exa­ tamente estabelecer um limite. Cer­ tamente falta bom senso na corren­ te que diz que ‘quanto mais exercí­ cio, melhor’. Apesar dos benefícios para o colesterol e a pressão arterial, quando a atividade física ultrapassa um certo limite, principalmente de intensidade, e excede na distância percorrida, começa a trazer prejuí­ zos. Problemas do aparelho locomoto r (como tendinites e outras infla­ mações), riscos de osteoporose, ‘fra­ turas de estresse’, bem como distúr­ bios hormonais são alguns dos pre­ juízos de quem passou do limite. Outro aspecto fundamental é não generalizar nenhuma conduta. Em termos de indicação de exercícios fí­ sicos, sempre devemos considerar as diferenças individuais de aptidão física, sexo, idade e, principalmente, herança genética. A questão limite é, portanto, um critério essencialmen­ te individual, que deverá ser estabe­ lecido por um profissional compe­ tente com base em um diagnóstico da aptidão física de cada um” , escre­ veu o professor Turíbio, no manual. Ainda segundo o especialista, ou­ tra medida essencial para a seguran­ ça da prática de exercícios é a repo­ sição de líquidos não só após, mas durante a atividade física: “ Reco­ menda-se, inclusive, uma pré-hidratação, com a ingestão de pelo me­ nos um copo de água ou isotônicos cerca de quinze minutos antes do início do exercício. Essa recomenda­ ção é particularmente importante para as crianças, cuja percepção do início de uma desidratação é menos acurada do que no adulto. Quando a temperatura ambiente e a umidade do ar aumentam, a quantidade de suor produzido e evaporado tornase muito maior. Num dia quente, é

comum perdermos dois litros de suor por dia, às vezes até sem perce­ ber, se o ar estiver seco. Assim, a re­ posição adequada de água e sais pa­ ra evitar o comprometimento da saúde é fundamental. É lógico que o mecanismo da sede atua de forma a estimular a ingestão de líquidos, es­ tabelecendo o equilíbrio necessário, no entanto, as crianças e os idosos nem sempre repõem todo o líquido necessário, por motivos comportamentais, constituindo motivo de preocupação nos dias mais quentes. Devemos estimular crianças e idosos a ingerir líqúidos para evitar a desi­ dratação” . Durante a realização do Sesc Ve­ rão, esses e outros cuidados estão sendo transm itidos aos praticantes de forma natural, ou seja, são pas­ sados no momento das atividades. E o mais interessante é notar que o conceito por trás do evento vem sendo plenamente assimilado pe­ los freqüentadores. O Corpo Legal, difundido em todas as atividades, não está obrigatoriamente vincula­ do à estética. O objetivo desse projeto não são os músculos mol­ dados à custa de m uito esforço nas academias, até porque o corpo “ sarado” nem sempre garante a saúde e o bem-estar pretendidos. “ É preciso manter o corpo em ati­ vidade, ficar longe dos vícios e ter uma alimentação saudável” , ensina M árcio Araújo Silva, dezesseis anos, que participou das aulas abertas de samba rock, no Sesc Consolação. O corolário do rapaz vai diretamen­ te ao encontro do significado da saú­ de e tem respaldo nas palavras de Cristiane Lourenço, técnica do Sesc Con­ solação. “Ter um corpo legal é ter um corpo em harmonia, um corpo saudá­ vel. As pessoas estão compreendendo que a estética não é o objetivo funda­ mental da atividade física. O corpo le­ gal vai muito além. E nosso público, ao receber essas orientações, torna-se agente multiplicador fora do Sesc, transmitindo o que aprendeu.” ■

Ai, ai, ai Saiba a origem das dores q u e mais incomodam A temível dor muscular que acomete principalmente os prati­ cantes desabituados às atividades físicas é m uito estudada pela ciência do esporte. Segundo o fisiologista Turíbio Leite IBarros as dores, são associadas, num pri­ meiro momento, ao acumulo de ácido láctico nos músculos: "Ele é responsável pela dor aguda que ocorre durante ou imediatamente após os esforços físicos mais in­ tensos", explica. "Mas é um erro, portanto associar a musculatura dolorida no dia seguinte com seu acúmulo." O especialista prosse­ gue: "A dor do dia seguinte, ou mesmo aquela que começa algu­ mas horas após, tem origem em processos distintos. O que acon­ tece realmente é que o exercício intenso provoca microlesões musculares, o que libera algumas substâncias, principalm ente as prostaglandinas que apesar do seu nome estranho já são bastan­ te conhecidas como causadoras de dor. lnicia-.se, então até um edema, ou seja, um In c h a ç o ' muscular que às vezes pode ser até percebido pelo aumento de volume do músculo. A partir daí, dependendo do 'tamanho da im ­ prudência ' pode até iniciar-se um processo inflamatório locál, ou seja, o indivíduo passa, a ter uma inflamação muscular".


menino sobe uma escada e encara, de frente, uma ponte pênsil. No fim do caminho uma torre o espera. Do alto dos seus sete anos de vida, ele espicha um olho desconfiado, avalia de alto a baixo aquele colosso encimado por um heli­ cóptero e suspira. “Vou, não vou” . Ainda bem que sob a ponte, sua mãe observa seus passos indecisos. Ele gri­ ta: “Tenho medo, mãe” . A resposta vem de pronto: “ Pode ir, meu filho, não tem problema algum” . Assim, diante do incentivo, o menino vence o receio e avança em ritmo de marcha para explorar o interior da torre. A cena descrita é comum no Espaço de Aventuras, do Sesc Itaquera, um am­ biente onde o mundo do faz-de-conta

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se mistura com desafios na figura de cordas, escorregas, escadas, pneus e, claro, água para refrescar o calor do verão. A primeira reação de Fernando Vagner Curro, de sete anos, foi o des­ lumbramento. Fica difícil imaginar, ou mesmo textualizar, a aventura cons­ truída em sua cabecinha diante do equipamento. “ Nossa sociedade de massa inibe a possibilidade de autoria individual. Somos todos guiados a cumprir, coletivamente, metas estabe­ lecidas. Na brincadeira livre e sem mo­ nitoria ostensiva, a criança pode de­ senvolvê-la", explica Gisela Wajskop, doutora em educação, pesquisadora na área do brincar e diretora do Curso Normal Superior Singularidades. Ao entrar no ambiente criado pelo

cenógrafo J. C. Serroni, a criança fica envolta pela mata nativa do Sesc Itaquera e, afora as instalações, não en­ xerga nada em derredor. “Quando en­ tra num mundo mágico, ela se sente uma desbravadora e tem a imagina­ ção estimulada. Mas, para fruir total­ mente esse sentimento, a brincadeira deve ter tempo indeterminado e esti­ pulado pela própria criança” , explica Gisela. “Assim, eu vejo o Espaço de Aventuras como um lugar para brincar, que propõe desafios motores e físicos em um contexto temático, cujos refe­ renciais as crianças já conhecem, como é o caso dos bichinhos de jar­ dim e do enorme boneco do Giragarça, emprestado do Castelo Rá-TimBum.”


O

Espaço

de A ,equipamento que compõe o s ra tu n e v

Parque Lúdico do Sesc Itaquera, propõe desafios

físicos e estimula a imaginação das crianças

B r in c a r a t é c a n s a r

Num domingo de sol, os pequenos “brincantes” são interrompidos ape­ nas pelo horário de fechamento da unidade. Depois de se esbaldarem no parque aquático - afinal, ninguém é de ferro - , as aventuras têm início. “Aqui é muito bonito e gostoso. É muito bom poder me refrescar com a água. Parece mágica. Nunca visitei um lugar assim” , conta Isadora Gomes do Prado, de nove anos. Sua tia, Selma de Souza Passos, confirma as palavras da menina. “ É a primeira vez que viemos aqui. Estamos há mais de uma hora e nem vi o tempo passar.” As amigas Ammy Carolina dos San­ tos Ferreira da Silva, de dez anos, e Vi­ viane Rangel Raimundo, de onze, cor­ riam do chuveiro para a torre e da tor­ re para os pneus. Nos dois minutos de descanso a que se deram direito, as meninas, que afirmaram que irão brincar no parque até os treze anos, comentaram: “ É muito mais legal do que os outros brinquedos! Tem muita água e por isso é muito gostoso” . “ Essa é uma das características do espaço” , explica Gisela. “ Eu o vejo como um parque temático que agrada mais às crianças menores do que aos adolescentes. Ao contrário dos Terrains d’Aventure franceses, que trans­ punham para o espaço o contexto ur­ bano de casas, terrenos baldios e ob­ jetos de rua, o Espaço de Aventuras, além dos desafios físicos e motores, excita a aventura imaginativa no âm­ bito de nossa sociedade atual, que privilegia o espetáculo. Nele, as crian­ ças são estimuladas a imaginar a brin­

Acima, visão gerai do Espaço de Aventuras. Na página anterior, criança brinca nos pneus: os desafios despertam a criatividade cadeira, sem, no entanto, interagir com as miniaturas, instalações e enge­ nhocas presentes na torre.” Finalizando, a especialista acredita que “a presença do meio ambiente no entorno já garante a dimensão de

aventura, pois grande parte dos fre­ qüentadores é egressa de uma cir­ cunstância urbana de confinamento ou mesmo, por possuir baixa condi­ ção socioeconômica, apresenta reper­ tório empobrecido” . ■ revista &

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ENCONTROS

A voz da Boca por Ozualdo Candeias

"Glauber Rocha foi o único que teve coragem de dizer: 'Pode-se gostar ou não dos militares, mas foi por causa deles que fizemos todos os filmes que fizemos'. "

a década de 60 criou-se o Ci­ nema Novo, um pouco pareci­ do com o neo-realismo italia­ no. Esse tipo de cinema passou a desbancar o de Hollywood com es­ trutura, estúdio e tudo mais. O estú­ dio era auto-suficiente, havia um la­ boratório de som e imagem e todos os técnicos partilhavam do roteiro. O cinema, como se sabe, é respon­ sável pelo colonialismo americano. Ele destruiu, por exemplo, a vontade e a personalidade de muita gente. Os americanos só colocavam gente bo­ nita e bem de vida em suas fitas. O importante do Cinema Novo foi des­ truir parte desse ideário. Ele mostrou o bandido como gente e provou que as fitas não precisavam, necessaria­ mente, terminar bem e que nem sempre o ladrão está sem razão. O filme poderia terminar de várias for­ mas sem ter, necessariamente, um hoppy enà.

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C ensura

Para se fazer um filme, primeiro era necessário enviar para o Confim, a fim de obter um certificado de produto brasileiro para efeito de estatística. Em seguida, o filme era enviado para a censura, que fornecia um papelinho e determinava-se o tempo de exibi­ ção. Muitos filmes foram censurados por apresentar conteúdo erótico, pa­ lavrões, tóxicos, etc., apesar de não mostrar nada de política. O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, é uma clonagem do Pierrot, de Godard. O Cinema Novo fazia uma certa crítica política, mas tudo baseado no papo. Tinham relativo sucesso de bilheteria e um fundo de financiamento, fruto das leis de incentivo. Em meados de 1990, filmei A Freira e a Tortura, cuja história versa sobre um delegado político do regime mili­ tar que persegue equivocadamente uma freira e acaba com a vida dela. A

fita ficou seis meses presa, mas foi li­ berada sem cortes. V ia s d e p r o d u ç ã o

Glauber Rocha, que tem um cinema muito competente e parecido com o de Godard, foi o único com coragem de dizer: “ Pode-se gostar ou não dos militares, mas foi por causa deles que fizemos todos os filmes que fizemos” . Foram eles que fundaram as leis res­ ponsáveis pelo momento mais impor­ tante do cinema brasileiro. Queira ou não, foi nesse período, mais precisa­ mente em 1976, que se criou o Insti­ tuto Nacional de Cinema. Em seguida, a Embrafilme foi fundada. Depois, com o governo Collor e a afamada abertura política, simplesmente acabaram com tudo. Esse foi o fim do cinema brasileiro. Glauber Rocha tinha uma grande preocupação com o cinema, mas não com a política. Por exemplo, Vidas Se­


Ozualdo Candeias é cineasta e participou de debate com o Conselho Editorial da Revista E

cas, de Nelson Pereira dos Santos, é uma fita política, mas por que existe alguém que a faça? Porque existe uma pobreza que está aí. Os militares não tiveram a menor preocupação em censurá-la porque eles não se sentiam responsáveis por aquela miséria. Quando eu fazia fitas, todos as critica­ vam porque eu punha negros, pés descalços e a Igreja envolvida. Eu não tive receio. Meu nome foi esculacha­ do diariamente. Nos anos 90, Alberto Farias, um cara bom do Cinema Novo do Rio, fez Pra Frente Brasil. Ele filmou a revolução e a tortura. A fita ficou presa um tem­ po, mas passou. Essa foi a única fita contra o governo que eu vi. Recentemente, o filme Central do Bra­ sil deu certo, mas se fosse eu ou qual­ quer outra pessoa que tivesse feito esse filme, não teria acontecido nada. Talvez fosse para Berlim, ganharia e fim de conversa. Nós, que fazemos o

cinema brasileiro, não temos condi­ ção social e nem econômica para fa­ zer lobby. PÚBLICO

Todo mundo faz fita para o público, sendo que a maior parte dá um míni­ mo de bilheteria. Eu faço filmes com os quais tento atingir um determina­ do público, com uma determinada história. Mas eu não faço fita do tipo Mazzaropi. Normalmente, a pessoa que assiste Mazzaropi é aquele des­ graçado que levanta às quatro da ma­ nhã, chega no trabalho às sete, come marmita e anda seis horas de trem por dia. O dia em que ele for ao cine­ ma, não vai ver a minha fita, é claro! Ele precisa ver Mazzaropi mesmo. C in e m a d a b o c a

Após o Cinema Novo, as leis mais importantes feitas por Jânio Quadros, Juscelino e depois os militares possi­

bilitaram o surgimento do cinema boca-do-lixo. Essa modalidade surgiu na rua do Triunfo, por volta de 1968. Havia, além de uma farta produção realizada com o mínimo de dinheiro, certa liberdade “erótica” , “passional” . O tema passou a agradar o público. E houve complacência da censura: pri­ meiro a mulher podia aparecer só de costas, depois, só de frente. E tudo de acordo com as leis. Para mim, a gran­ de coisa é que eles me tinham como um anarquista, e isso funcionava. O ci­ nema da boca estava num momento em que se podia extrapolar um pou­ co, ir mais longe. Naquele momento, vivia-se a revolução de costumes, que começava a ser reconhecida no Brasil. Na minha opinião, foi uma conquista social, principalmente para a mulher. As senhoras casadas e as mulheres em geral começaram a ter consciência da morfologia masculina. Depois surgiu o pornô e tudo foi banalizado. ■ revista &

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LITERATURA

A invenção do amor uando eu tinha oito anos, minha maior vontade era ser santa. Eu estudava em r colégio de freiras, rezava demais, vivia na capela. Sabia de cor a vida das santas. Eu ouvia a história da­ quela Santa Margarida, que bebia a água dos leprosos e ficava impressionadíssima. Vomitava todas as vezes que as freiras falavam disso. Elas di­ ziam: 'Não é pra vomitar!’ Eu queria demais ser santa.” (Cadernos de Lite­ ratura Brasileira, Instituto Moreira Salles, 1999) Da pretensão à santidade a se tomar escritora, Hilda Hilst manteve sempre objetivo inequívoco, seja nas letras im­ pressas ou nas raras palavras ditas, al­ mejou a todo custo tocar o Sagrado e Deus. Afinal, vem de punho próprio tal afirmação: “Escrevo pois quero Deus” . E vem de próprio punho (e igualmen­ te de punho alheio) a certeza de um trabalho extraordinário: “Escrevo lin­ damente” , ou “Escreves lindamente, Hilda” . Do reconhecimento em vida, mesmo após a recente rescisão com a literatura, a autora múltipla (dramatur­ ga, ficcionista e poeta) nascida há se­ tenta anos em Jaú, faz justíssima bazó­ fia, mesmo timidamente, ao se referir à exposição montada no Sesc Pompéia em homenagem à sua vida e obra: “Achei-a muito bonita, fiquei muito emocionada. Me impressionei, todas aquelas pessoas, não esperava que fosse tanta gente. Para mim, uma ho­ menagem como essa, em vida, signifi­ ca que houve um reconhecimento da importância do meu trabalho. E isso me alegra muito” .

“Q:

E os versos a seguir, tomados de um minúsculo instante, de uma fatia irri­ sória (em tamanho, claro), quase levia­ na, da poética hildiana, quem sabe, não soam como um balanço de quem já deu à luz um pedaço suficiente de si mesmo e, por isso mesmo, decidiu por terminar obra tão extensa: V e n h o d e t e m p o s a n t ig o s

Deus pode ser a grande noite escura E de sobremesa 0 flambante sorvete de cereja. Deus? Uma superfície de gelo ancorada no riso. Venho de tempos antigos. Nomes extensos: Vaz Cardoso, Almeida Prado Dubayelle Hilst... eventos. Venho de tuas raízes, sopros de ti. E amo-te lassa agora, sangue, vinho Taças irreais corroídas de tempo. Amo-te como se houvesse o mais e o descaminho. Como se pisássemos em avenças E elas gritassem, vítimas de nós dois: Intemporais, veementes. Amo-te mínima como quem quer MAIS Como quem tudo adivinha: Lobo, lua, raposa e ancestrais. Dize de mim: És minha. {Cadernos de Literatura Brasileira, Instituto Moreira Salles, 1999) “ Dever cumprido. Eu fiz o que pude. Meu pai não pôde fazer isso, fi­ cou louco. Eu pude. Minha mãe me contou que, quando eu nasci, ao sa­


A escritora Hilda Hilst, que completou 70 anos em 2000, foi homenageada com uma exposição no Sesc Pompéia. A seguir, depoimentos pessoais e uma coletânea de excertos de sua obra consagrada ber que era uma menina, ele disse: 'que azar!’. Eles, na verdade, se sepa­ raram porque minha mãe estava grá­ vida. Ele não queria isso. Queria uma amante. Daí, minha mãe engravidou. Quando ele soube que era uma meni­ na, falou daquele jeito. Uma palavra que me impressionou demais: azar. Aí, eu quis mostrar que eu era des­ lumbrante.” (Cadernos de Literatura Brasileira, Instituto Moreira Salles, 1999), é o que Hilda diz sobre a obra. E, agora, sobre a própria vida: “A vida é uma coisa absurda, que a gente não sabe como é. De uma certa for­ ma, nos deram uma compreensão para entender a vida, mas a gente não consegue. Então nos deram uma ca­ beça para poder compreender as coi­ sas, mas sempre é a terra, né? É sem­ pre o túmulo, sempre o sepulcro. En­ tão, é por isso que eu fico impressio­ nada com essa coisa de Deus. Eu te­ nho medo da solidão, do sepulcro. Mesmo sabendo que tem alguma coi­ sa depois. Tenho medo de ser enterra­ da, por isso vou pedir para ser crema­ da.” (Cadernos de Literatura Brasileira, Instituto Moreira Salles, 1999) Hilda vive desde os trinta anos na Casa do Sol, perto de Campinas, em companhia da sua centena de cachor­ ros e cercada apenas dos amigos que­ ridos; mora longe do público leitor que quase nunca a compreendeu: “Eu já escrevi tudo o que sabia e tudo o que não sei. E se o leitor não enten­ der, infelizmente não posso fazer nada, pois só sei escrever assim. Eu só expressei o “expressível” . Mas o indi-

zível também é um estado da alma.” E também desconfia da crítica que, um dia, ousou duvidar que tanto ta­ lento jorrasse de mulher e, ainda por cima, de mulher tão bela: “ No come­ ço, as pessoas não acreditavam que era eu quem escrevia, por ser muito jovem e bonita. Diziam que não era possível essa mesma mulher escrever o que eu escrevia, achavam que era tudo psicografado.” O posfácio deste curto artigo foi ex­ traído do livro de poesiasJúbilo Memó­ ria Noviciado da Paixão: P o em as ao s h o m e n s d o no sso te m p o

Tudo demora. E tudo é véspera e nostalgia Desse Agora, quando tu pensas que tudo se demora. E por isso, noviça, aos poucos conhecendo Repouso e brevidade desta vida, do meu ficar a sós Pretendo apenas, fiu ir apesares epartidas E JÚBILO TAMBÉM

Porque o instante consente essas múltiplas medidas. Noviça da minha hora. Os rios correndo, o charco Soterrando minúcias, quem sabe a minha memória Conivências, o ouro do meu canto, irmãos Dionisio e Túlio. Os rios correndo. E todos os poemas, Fascinação de amantes e de amigos, os caminhos de volta Pretendendo. ■ revista &

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EM PAUTA tremeando a dominação masculina, e levam muita gente a considerá-las desprezíveis ou até ridículas, a dominação masculina continua a existir dentro e fora das diferentes camadas sociais, como realidade ou como valor. O primeiro caso, já distante, vem das primeiras déca­ das do século e trata-se do comentário de Ben Gurion sobre Golda Meir, então ministra do seu governo, caso relatado e comentado no livro Minha Vida. O segundo ouvi de um relato condescendente de uma antifeminista, como prova de boa vontade com as minhas idéias.O terceiro é uma pesquisa com moradores de rua que re­ velou uma notória desproporção entre homens e mu­ lheres - entre os pesquisados, apenas um décimo é constituído por mulheres. Os três casos, de origem e na­ tureza muito diversas, podem demonstrar que persis­ tem os estereótipos de mulher e de homem em culturas ocidentais, palco de inúmeras conquistas feministas. Embora tenha sofrido um grande sentimento de cul­ pa e diversas sanções sociais por assumir um cargo pú­ blico, em detrimento de suas obrigações para com o marido e os filhos, Golda Meir conseguiu desempenhar com energia e coragem suas funções como ministra do recém-criado Estado de Israel. Ben Gurion teria se refe­ rido a ela como o único homem de seu ministério. E ela reflete sobre o que pretendia ser um elogio, e como se­ ria se o chefe do Estado tivesse dito a cada um de seus colegas que era a única mulher do ministério. O segundo caso, já da segunda metade do século 20, focaliza uma ilha deserta onde três náufragos encon­ tram uma garrafa, de dentro da qual sai uma nuvem en­ volvendo um gênio. O gênio dispõe-se a realizar, para cada um, o maior desejo. O primeiro náufrago declara que quer ser o homem mais rico do mundo; o segundo, o homem mais lindo do mundo, e o terceiro, o mais in­ teligente de todos. O gênio considera o primeiro e o se­ gundo desejos muito simples de realizar. Quanto ao ter­ ceiro, fica pensativo e responde, hesitante: "Para isso, você se importaria de virar mulher?" Já o terceiro caso, transmitido oralmente, não é bem um caso, mas uma verificação de psicólogos so­ ciais numa pesquisa realizada em São Paulo com mo­ radores de rua. Afora os casos tradicionais de loucura, verificou-se que muitos se tratam de pessoas que fo­ ram perdendo os vínculos familiares e sociais e não conseguem mais refazê-los. A assimetria dessa popu­ lação é significativa: 89% de homens e l W d e mulhe­ res. As hipóteses levantadas para explicar essa assime­ tria voltam-se, novamente, para os estereótipos da mulher e do homem. A mulher teria maior flexibilida­ de para voltar atrás, para pedir perdão ou procurar al­ ternativas aos caminhos percorridos. O orgulho mas­ culino dificulta os rearranjos sociais. Esses três casos fazem com que seja possível respon­ 38

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der ao refluxo do feminismo. As’ feministas foram leva­ das a se acantonar no combate à violência contra a mu­ lher e nos problemas de saúde e reprodutivos, pois os demais são encarados com muita hesitação, por ho­ mens e também mulheres, como soterrados pela misé­ ria, pela desesperança e pela exclusão. Não se trata mais de procurar dar visibilidade à mu­ lher na história e na vida pública, como se procurou fa­ zer na década de 70. Não se trata de lutar por salários iguais para tarefas iguais. Nem de definir os direitos à di­ ferença, como se procurou conquistar na década de 80. Nem também de proteger e discriminar positivamente as mulheres, por serem mulheres. A década de 90 foi rica em estudos de gênero e na criação de metodologias específicas de análise dos discursos e das imagens e de compreensão sociopolítica das diferenças. Os homens e as mulheres que desqualificam e ridicu­ larizam o feminismo se esquecem das conquistas político-públicas desse movimento que, a partir da década de 70, assegurou direito à vida, ao trabalho, à dignidade e à liberdade de pensamento, tanto de homens como de mulheres. Muitas dessas pessoas nem sequer identifi­ cam o feminismo à queima de sutiãs e ao aumento do número de lésbicas ou de mulheres na política. Aceitam apenas o que existe como o que sempre existiu. Os três casos contados mostram que se houve avan­ ços eles não foram suficientes, e as pessoas, longe de se­ rem consideradas pessoas, acabam sendo discriminadas positiva ou negativamente por traços psicológicos atri­ buídos a seu sexo, sem as suas circunstâncias sociais e culturais. Esquecem, ainda, que as mulheres do século 20 diferem das anteriores pela separação da relação se­ xual, da procriação, além do desdobramento e da espe­ cialização. Há a transformação de alguém que fazia tudo, sem salário, em outro ser, pensante e atuante, que procura fazer valer os seus direitos (e também os seus defeitos). O feminismo, além de tornar visível a produção cultu­ ral e política feminina, criou uma série de instituições de informação e defesa dos direitos da mulher, que existem pelo Brasil todo, com estudos específicos e gerais sobre a vida, a saúde, a educação, a cultura e a justiça. Um exemplo é a revista Estudos Feministas, cria­ da na década de 90 no In s titu to de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro e que passou, em 1999, para a Univer­ sidade Federal de Santa Catarina. Em sua coleção é possível acompanhar a am plitude de interesses abarcada pelo fem inism o e o empenho com que se tem lutado por um te o r mais equilibrado da vida humana. Não se trata de um órgão para escoamento da produ­ ção local, mas sempre contém artigos internacionais se­ lecionados, projetos e informações amplas sobre cultu­


Ilustrações: Marcos Garuti

ras metropolitanas e locais periféricas, sem se desligar da realidade brasileira. Todo número contém um dossiê que apresenta, des­ de o número zero, textos sobre Mulher e Meio Ambien­ te, Mulher e Violência, Metodologia e Epistemologia da Pesquisa e Ensino Feministas, Feminismo Hoje, Quarta Conferência Mundial da Mulher, Políticas Públicas e Po­ breza, Aborto, Novas Tecnologias Reprodutivas, Mascu­ linidade, Mulheres Negras e Mulheres Indígenas, Rela­ ções de Gênero e Saúde Reprodutiva.

Monica Raisa Schpun__________ é doutora pela Universdade Paris VII e pesquisadora do Núcleo Pagu, da Unicamp

As primeiras reflexões buscando recuperar os papéis, as práticas e o lugar das mulheres na his­ tória datam dos anos 70. No início, tratava-se de constatar um esquecimento e uma negação, um grande silêncio social e intelectual, e atingir, es­

sencialmente, dois objetivos: tornar as mulheres visíveis, frente a uma história ainda pouco atenta à diferença sexual, e demonstrar a opressão, a ex­ ploração e a dominação masculina. Seguiu-se a esse período, em que a história das mulheres ainda ocupava um espaço marginal na historiografia, um outro que nos anos 80 e 90 pro­ curou re fle tir criticam ente sobre a escrita dessa história. Percebeu-se, então, que em relação aos temas mais freqüentes nos estudos sobre as mu­ lheres havia certa predileção pelo corpo, pela se­ xualidade, pela maternidade e por profissões pró­ ximas à chamada natureza feminina (secretárias, enfermeiras, professoras). Sem retirar a legitim idade de tais temáticas, o fato de elas serem dominantes merece um exame para evitar que pesem, sobre o olhar e as escolhas historiográficas, as formas normativas e as repre­ sentações ideológicas de divisão social de papéis entre homens e mulheres (para os homens o inte­ lecto, para as mulheres o corpo; para os homens o espaço público, para as mulheres o universo do­ méstico; homens médicos, mulheres enfermeiras, e por aí afora) sem que uma reflexão crítica pense a historicidade de tais recortes. Nessa mesma lógica, percebeu-se que a história das mulheres era m uito marcada por estudos so­ bre os discursos normativos, prestando pouca atenção às práticas sociais e às resistências a tais discursos. Na verdade, as práticas sociais cotidia­ nas nos revelam realidades mais ricas do que aquelas que os discursos da norma pretendem descrever. Elas desvelam não somente as fissuras desses discursos, como também numerosas insubmissões, inversões, improvisações e conflitos por eles om itidos. Esse grande impulso crítico e auto crítico conti­ nua vivo. Mas seu foco desloca-se constantemen­ te. Nos últim os anos, ele concentrou-se sobretudo na dinâmica que envolve as relações sociais entre homens e mulheres, num esforço em quebrar, não mais o esquecimento, mas o isolamento das mu­ lheres na história, colocadas, muitas vezes, numa cultura feminina fechada em si mesma. Recupe­ rando as relações entre homens e mulheres na his­ tória, em toda sua conflituosidade, a historiogra­ fia tem buscado, cada vez mais, examinar papéis e espaços sociais masculinos. Se no prim eiro momento as mulheres eram oni­ presentes, agora os homens começam a ser enfo­ cados e recuperados. Dentro, porém, de uma his­ toriografia que, reconhecendo a dimensão consti­ tutiva da diferença sexual, não vê mais nos ho­ mens seres assexuados e falsamente neutros. revista &

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EM PAUTA

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Norma Telles_________________ é professora do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Ciências Sociais da PUC/SP e autora de Cartografia Brasilis

Os estudos sobre a vida de mulheres em diferentes épocas e locais do planeta, os saberes sobre suas vi­ das, obras e criações, foram intensos e fundamentais nas últimas décadas do século 20. Eles surgiram, com novas vestes, no calor do movimento feminista dos anos 70 e se articularam, desde o início, à Nova Histó­ ria de Braudel, Le Goff, Perrot, Burke, Davis e outros, e às várias disciplinas das ciências humanas, numa ten­ são colaboradora que resultou num amplo leque de novas leituras e novas perspectivas. Esses resultados, por outro lado, conduziram a discernimentos a respei­ to do processo de conhecimento e diversas estraté­ gias para a busca de documentos e formulação de enunciados; sugeriram a atenção ao inconsciente como linguagem e evocaram a cultura e a sociedade histórica como uma noção que contém ambivalência, contradições e tensões sem reduzi-las a erros ou, arbi­ trariamente, a uma dimensão única. 40

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Num primeiro momento, o objetivo era fazer apare­ cer as mulheres no seio da história, seja da história dos diversos períodos e regiões, seja no seio das histórias da ciências, filosofia e artes. Era então imperativo de­ nunciar a dominação e o silêncio imposto a elas, a gran­ de "minoria". Minoria, ou melhor, maioria silenciosa, aqui não é o espaço de uma automarginalização cele­ brante ou utópica mas uma intervenção substancial em justificativas tais como progresso ou homogeneida­ de cultural, que só fizeram racionalizar o autoritário, normalizando as múltiplas tendências no interior de uma cultura em nome de algum interesse genérico, uni­ versal ou de uma prerrogativa étnica ou de gênero. Ou­ tra conseqüência destes trabalhos foi que as margens deslocaram o centro e os excluídos da história, isto é, mulheres, pobres, povos não europeus, ao adquirirem voz, demonstram a impossível unidade da cultura como uma força simbólica e expuseram a tensão e a ambivalência que a definem. Muito importante foi a fi­ xação da relevância do tema que a partir de então pode seguir caminhos diversos para a definição de conceitos, critérios, prioridades. Num segundo momento, foi deixada de lado a abordagem da mulher como vítima para mostrá-la como protagonista. Procurou-se incorporar nas aná­ lises as mediações entre os diversos elementos, en­ tre a rebeldia/concordância com as regras culturais que delineavam os caminhos possíveis para a ruptu­ ra de antigas fronteiras da experiência vivida do co­ tidiano. O conceito de colonização/descolonização (Fanon, Said, Bhabha, Spivack) também foi funda­ mental para desconstruir a certeza da supremacia masculina, branca e européia. Foi possível perceber como muitas das interpretações do papel da mulher na história mascaravam as falhas do sistema ao mes­ mo tempo que começou-se a explorar como elas reagiram aos conflitos, como pensavam suas partici­ pações e sua singularidade em relação à sociedade em que viviam. Os resultados desses anos de estu­ dos são da maior importância pelo impacto que t i­ veram nas teorias do conhecimento e na ampliação da herança e riqueza cultural. A história das mulhe­ res acabou por expor o dualismo inerente aos mo­ delos de análise e criticar a teoria de conhecimento ocidental. Mostrou-a hierárquica e piramidal, mos­ trou a base patriarcal da lógica aristotélica e do cartesianismo que definiram os cânones. Ao mesmo tempo, fez sugestões teóricas alternativas que per­ mitem o convívio de m ultiplicidades díspares num modo de conhecimento que busca a incessante tro ­ ca entre os sujeitos da história e as intimações que emanam do meio cósmico e social através da vonta­ de pluridisciplinar que busca revelar a nossa unida­ de para além de todas as fragmentações atuais.


Cristianne Lameirinha__________ é historiadora e técnica da Gerência de Estudos e Desenvolvimento do Sesc/SP

Filha de imigrantes italianos, empregados na lavoura de café, Ida Colavitti nasceu no ano de 1906, na cidade de Ju­ rema, região de Taquaritinga, Alta Araraquarense. Criada pela bisavó, ao lado de doze irmãos, ela repartia com as quatro mulheres da casa as tarefas e a lida diária na cozi­ nha, a limpeza e arrumação dos cômodos, a manutenção das roupas limpas e passadas de dezesseis pessoas. Cabia também às moças tirar leite das cabras, fazer queijo, man­ teiga, pão, proceder à matança dos animais, à separação das carnes e gorduras, plantar e colher alimentos na hor­ ta. A partir de 1928, ao lado do marido, mudou-se cinco vezes, sempre em busca de melhores oportunidades de trabalho no interior de São Paulo e do Paraná. De nove fi­ lhos, restaram-lhe cinco: uma mulher, quatro homens. Doenças e a precisão de um raio levaram os outros entre a infância e a juventude. O trabalho marcou permanentemente seu dia-a-dia. A rotina aprendida durante a vida de solteira pouco se mo­ dificou após o casamento. A produção de alimentos ca­ seiros exigia disposição para o trabalho, vigor, organiza­ ção e, sobretudo, atenção minuciosa a todas as possibili­ dades de economia, pois se não faltava comida tampou­ co era possível esbanjar. Na década de 40, ela lavava e passava por mês setecentas dúzias de roupas de cama, mesa e banho pertencentes ao hospital de Flórida Paulis­ ta. Na mesma época, produzia sabão para o consumo in­ terno da casa. A compra de um pequeno bar no interior do Paraná, em meados dos anos 50, levou-a de volta ao fogão, que, afinal, jamais largara. Pastéis, bolinhos de carne, coxinhas, empadinhas, pernis assados, pães, bolos e pudins alimentavam os fregueses. A produção temporária de cal­ ças para as fábricas do Brás ocupou-a em São Paulo du­ rante os anos 60. Morreu de diabetes em 1976. Santos, 1916. O desejo manifesto de ter um bebê cu­ jos cabelos encaracolados lembrassem os anjos do céu deu ao pai uma filha com cachos angelicais, embora pri­ vada do braço esquerdo. Guiomar Heitor carregou du­ rante toda a vida o estigma e o sentimento de inferiori­ dade, mas a deficiência física não a impediu de esmerarse como modista e costureira preferida das senhoras ri­ cas de Tietê, assim como de suas filhas, para as quais a menina dos olhos eram os vestidos de noiva bordados delicadamente pela mão firme da jovem. Guiomar casou-se em 1938 com um funcionário do correio e mudou-se para Sorocaba, onde nasceu a pri­ meira e única filha. No princípio da década 40 seguiu para a capital, experimentando grandes privações finan­ ceiras que a conduziram à vida em cortiços e à fome, também a atravessar a cidade a pé para chegar ao traba­

lho, a acumular o cotidiano das camisarias àquele da cos­ tura encomendada por senhoras de bairro, exigentes e mesquinhas. Ao final de 23 anos de trabalho sem regis­ tro em carteira, conheceu o olho da rua devido às inúme­ ras faltas dadas em função da doença do marido, atingi­ do por câncer. Da rotina da fábrica, resta-lhe a lembran­ ça tirana de Haydée, a contra-mestre que comandava as operárias como animais, humilhando-as ao máximo quando as via urinar em pé, sob as máquinas, proibidas que eram de ir ao banheiro fora do horário determinado. O que restou da história de vida dessas mulheres? Ida sobrevive ao tempo pela palavra dos filhos, capazes de narrar o cotidiano árduo e as inúmeras habilidades da mãe nas tarefas cotidianas. Para Guiomar, a doença dizi­ mou a memória e, com ela, toda sua capacidade de viver. Sua vida, agora, é prostração, à espera de uma morte an­ siada, que teima em não chegar. Ambas são exemplos representativos da história paulis­ ta do século 20, em que as mulheres da classe empobre­ cida mantiveram-se como braço indispensável ao traba­ lho no campo, ao mesmo tempo que enveredavam no universo fabril, sobretudo das indústrias de tecido. A conquista do mercado de trabalho e o dilema da jo r­ nada dupla, temas que tanto afligem as mulheres atual­ mente, nunca deixaram de fazer parte da vida de Ida e de Guiomar, eram intrínsecos a elas. Entretanto, a possibilidade de conhecer experiências de uma rotina diária de trabalho que muitas vezes nos parece tão distante diante do aparato tecnológico que cerca a vida moderna - o despertador eletrônico, o chu­ veiro elétrico, a comida conservada na geladeira, o su­ permercado via Internet - torna-se quase impossível se voltarmos os olhos para o universo afetivo das duas muQuais eram as tensões e as formas de solidariedade a que estavam expostas? Quais eram seus desejos? Do que gostavam? O que temiam? O que faziam nos raros mo­ mentos de folga? Eram felizes? Enquanto Ida era analfa­ beta, Guiomar aprendeu a ler e escrever, mas nada dei­ xou registrado. Como elas, inúmeras mulheres permane­ cem caladas, outras tantas esquecidas no seio da família, entre o egoísmo e as urgências de filhos, maridos e da própria casa. Como categoria de estudo, a mulher exige a presença de pesquisadores refinados, capazes de desbravar as su­ tilezas de documentos e arquivos - em sua maioria de ca­ ráter privado —, de deixar de lado maniqueísmos e dis­ cursos preestabelecidos em favor de um ou outro gêne­ ro e enfrentar desafios que tragam à tona vozes excluí­ das, sem ser, todavia, comuns e genéricas, vozes que ex­ pressem modos de vida, mentalidades, afetividades, além das disputas travadas na esfera da vida privada, bem como da vida pública. Dona Ida e Dona Guiomar, mi­ nhas avós, certamente agradeceriam. ■ revista &

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FICÇÃO INÉDITA am os dois ladeira acima. 0 táxi que os levara até o limi­ te do asfalto acabara de manobrar de volta, desapare­ cendo na curva. 0 silêncio se adensou e se estendeu na noite. 0 rapaz ia devagar e a moça, pouco adiante, seguia confiante e lampeira, como se a presença dele a tomasse imune ao perigo. Aí é que estava - a hora e o lugar não eram para inocentes nem otários, muito menos para casais furtivos. Noite avançada, ainda se viam em algumas janelas e ffinchas um clarão azulado - a luz intermitente de apare­ lhos de tevê ligados, sem emitir som. Agora escadarias enviesadas, subindo, subindo. Depois ruelas, labirintos. Abrissem os braços - ele e a desmiolada que o tomara como escolta - e seria possível tocarem de um lado e outro as paredes dos barracos. Impossível saber de onde emanava fetidez persistente - corria por ali algum esgoto. Subiam e subiam. De repente começaram a descer. E o rapaz teve por instantes uma sensação de alívio, de quase devaneio, ao ver descortinar-se a seus pés um mundo de estrelas. Adiante, o vulto da moça como que flu­ tuava num tapete de luzes, fazendo lembrar a poesia de Orestes Barbosa: Tu pisavas nos astros distraída... Chegaram a um largo onde o vento corria livre. Parecendo se dar conta de ter errado o caminho, a moça parou, ten­ tou saber onde estavam. Nisso sobreveio o susto - o assalto instantâneo, inopinado. O rapaz mal pôde ouvir metais engatilhados e já o haviam atirado contra uma parede. Afobação, violência, gritaria. Os dois enquadrados debaixo de pesado armamento. - Qual é a parada? Frente a frente com a rapaziada do tráfico. Uma voz de comando repetia a pergunta. Qual era a parada? Sumiram com a moça, e arrastaram para um canto, debaixo de pan­ cada, o inocente da vez. Foram separados para interro­ gatório em regra, com direito a sopapos e coronhadas. Zonzo, bebido até a tampa, e com a ponta de um cano frio no peito, ele nem se lembrou de gritar sua solidão. A hora havia chegado, hora de todas as verdades.

I

Ficara desempregado pela terceira vez em oito meses. Fazer o quê? Viera do interior de Minas atrás de uma ilusão, lá deixando outra. A ilusão deixada para trás tinha olhos que o enfeitiçavam. A que perseguia tinha só por enquanto só o nome: dinheiro. Descartado no dia anterior pelo último patrão, e com um pouco da segunda ilusão amarfanhada no bolso, ele quis desandar. À noite, rumou para os botequins da praça Tiradentes e arredores. Mal acompanhado, por sinal, que o parceiro ocasional era professor de charla e malandragem. Toca a procurar diversão. Afinal se juntaram no bar Paulistinha, esquina de Gomes Freire com rua da Constituição - a uma roda de cantoria. Dominado pelo desânimo, ia derivando para essa vidinha meio bandida. Garrafas vazias, restos de comida na toalha sebenta, fumaça de cigarros. E diante disso a lembrança per­ 42 revista &

sistente de uma advertência da avó. Toma tento, menino, veja bem o que vai fazer de sua vida. Um mulato grandalhão, riso largo e sacudido, atacou o repertório de Ataulfo Alves tamborilando na mesa. O inocente o acompanhou. Que saudade daaa professoriiinhaaa... As lembranças desapareci­ am. Longe de casa, sim. Sem rumo, e sem coragem de fazer o caminho de volta. Aos 22 anos não podia se sentir um refu­ go. Sonhar não era pecado nem crime.

O caso é que chegara até ali de desastre em desastre imaginava até botar isso em música, se um dia viesse a com­ por um bolero. Quem, como ele, ainda gostava de boleros? Viera acreditando na promessa de um produtor mambembe que levara à cidadezinha de Minas um cantor de baladas. Extinto o brilho fugaz de dois ou três discos, o cantor reco­ lhia em cidadezinhas como aquela as sobras de sua glória. O


Jornada cantam juntos, a platéia faz coro. Para o rapaz, uma noite de glória. Passado o delírio, o produtor lhe entrega um cartão e promete o mundo. - Me procure no Rio quando quiser. Você tem futuro, garoto. Lábia, lero-lero. Bolero, o inocente da vez.

e

Eliezer Moreira produtor o acompanhava, roendo o que podia. “Los olvida­ dos” , escreveu alguém no semanário local, referindo-se à estrela e ao coadjuvante, numa tentativa de jogar água fria na tietagem das empregadinhas. Inútil. Casa cheia, gritinhos, assovios. As cortinas se abrem, - e a platéia é um delírio de vaias. Delírio que não cessa até o can­ tor deixar o palco. Vem o produtor e tenta abafar a gritaria lançando um desafio. Por que as vaias? Há na terra algum cantor capaz de imitar, imitar pelo menos, senhores, a grande estrela que ali estava em turnê? Se houver, que suba ao palco. Gritam um nome, um apelido: Bolero! Logo o repetem, silabado, ao ritmo de palmas, numa aclamação crescente: Bo-le-ro! Bo-le-ro, Bo-le-ro! Assim atiçado por todos, e empurrado por amigos, um rapaz sobe ao palco e canta com alguma bossa. A estrela maior terá novo show no dia seguinte, precisa da simpatia de todos. Reaparecendo de repente, puxa aplausos para Bolero, abraça o cantor da terra,

Oito, nove meses depois, cantava Ataulfo Alves no Paulistinha. Viera levando fé, acreditando no tipo. Toma tento, menino. Olha que você dá com os burros n'água. Caía aguaceiro medonho quando chegou ao escritório do produtor, nos fundos de uma galeria em São Cristóvão. Aí ficou sabendo: o tipo não trabalhava mais com música. Promovia lutas de boxe em Madureira, Cascadura, praça Seca, Morro Agudo, por aí. - Trabalho com a rapaziada de uma academia da Lapa, a Santa Rosa. Estou fazendo campeões, garoto. Se quiser ser um deles é só me procurar. Impossível substituir a voz pelos punhos. Não saberia por onde começar, nem queria ser sparing, tomar soco, inchar a cara. Saiu dali debaixo de mais aguaceiro, sem encontrar condução no Campo de S. Cristóvão em obras. Dera com os burros na lama. Bateu cabeça aqui e ali, de biscate em biscate, tentando a vida como cantor da noite em bares de Vila Isabel. Conseguia botar a mão nos caraminguás da comida. Era me­ lhor do que recuar, apresentando-se de mãos vazias àquela primeira ilusão deixada para trás. Não podia voltar. Pelo menos, não voltaria com sua bandeira de guerreiro puída e enrolada. Era agüentar. Ao fim de um mês, viu que não teria como pagar a diária da pensão na rua do Resende. O jeito foi cair no serviço pesado de uma borracharia, ali mesmo na Lapa. O patrão, um português manso, o encorajava - Isto cá não pára nunca. Se queres travalhaire não falta serviço nas vinte e quatro horas do dia. Ia muito mal, de desastre em desastre. Fazer o quê? Não ia matar nem roubar. Pegava com dis­ posição e defendia gorjetas. Magras, porém. Ia agüentando. Mas tanto o azucrinaram com perguntas, que acabou um dia expondo sua idiotice. Contou que viera de Minas para ser cantor. Falou daquela noite memorável, e do reeneõntro com o produtor, que agora mexia com boxe. A rapaziada dá borracharia, curtida na vida bruta, não perdoou. Çaiii çle riso e chacota pesada. revista €3

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amigo ocasional lhe dera a ficha, falando baixo e rindo. - Tome distância, que o tipo aí é desses que põem a mão quebrada onde não deve. Ficou longe, pois. Sentara do lado oposto da mesa, sepa­ rado do grandalhão, que se mantinha entre as mulheres. As duas - uma delas a desmiolada - o paparicavam e riam. O mulato espalhava-se no palavrório. E mandava um bordão irritante. - Qual é o pó, meu camarada? Correm os minutos, a roda se alarga em alegria etílica, canta-se. Nisso, cruzam-se olhares: parece que bate e rebate uma liga de desejo a arrastar o rapaz para a desmiolada. A moça percebe - e então é que mais o enfeitiça e atiça, dando-se a uma charla comprida, entremeada de risos e cochichos com o mulato grande. Nisso o herói flagra um gesto rápido do rival a enfiar duas ou três notas graúdas no decote da moça. Julgava-se já derrotado quando a desmiolada se levanta. Saiu com um sorriso e um olhar comprido de promessa para ele. Aí é que estava: se não se mostrasse capaz e decidido agora, não teria nova chance amanhã, nem nunca. Ô, jogo dissimulado! Foi atrás daquele riso e daquele olhar sem entender bem o que acontecia. Os dois lado a lado. Uma sombra e outra sombra indo pela rua meio escura, um silên­ cio longo. Por fim, a desajuizada entregou a verdade: ia fazer um ganho, ia buscar cocaína para o mulato boiola. -V em comigo. A gente pega um táxi.

Afinal, não agüentou: deu com a marreta de borracha na fuça de um colega. O bruto caiu para trás, sangrando. Levantou-se, ciscou uma barra de ferro e partiu para o re­ vide. Acabaram os dois na rua.

O momento era de aliviar, espairecer. Nessa manhã de sábado fora receber o último ordenado. O português aumentou-lhe a culpa e a responsabilidade na briga com a intenção sacana de lhe pagar menos do que devia. Saiu irri­ tado, dizendo não ter ido lá para ouvir ladainhas - e o di­ nheiro, mesmo se tivesse recebido cada tostão, não ia dar para quase nada. Parte dele estava sendo queimada no Paulistinha. O mulato grande, camisa aberta e medalhão no peito cabeludo, ria grosso e exibia ouro na bocarra. Pulseiras, badulaques, anéis com imitações de rubis e esmeraldas. O 44

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Nem malandro, nem herói. Cometera a idiotice de vir atrás de um rabo de saia, - e entrara nesse rabo de foguete. O enxame armado - rapaziada capaz de tudo na afoiteza dos quinze, dezesseis anos - zumbia de impaciência. Em guerra com bandos rivais, viam o inimigo na menor sombra. E cana, é cana! - e decretavam a morte numa palavra: vala, vala! Cada um levado para um canto. 0 chefe queria decer­ to descobrir contradições no que um e outro diriam. Quando novamente juntos, o rapaz viu que a insensata san­ grava na boca. Largara alguma palavra errada, e agora chora­ va. Quanto a ele, não importava que tivesse ou não a catadura - e tudo indicava que não - de policial. Intimado a se iden­ tificar, sabia que documentos ali não valiam nada. Quem acreditaria em sua boa-fé se dissesse que viera até ali arras­ tando a asa? Quem acreditaria na intenção mercantil da desmiolada? Para ele, nenhuma possibilidade de erro. Sabia ser este o momento de todas as verdades. Fosse chegada a hora da grande verdade, a verdade definitiva, nada havia a fazer. Teria de aceitar seu destino. Com dois ferros no peito, sem tempo, sem tino para gritar sua solidão, o inocente viu diante de si os olhos faiscantes da ilusão deixada para trás. ■ E lie z e r M o r e i r a

é e s c r it o r , a u t o r d e

A pasm aceira

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R e c o rd ), e n t r e o u t r o s


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C a r t az

SERVIÇO SOCIAL DO COM ÉRCIO-SESC Administração Regional no Estado de São Paulo Presidente: Abram Szajman Diretor Regional: Danilo Santos de Miranda REVISTA E Diretor Responsável: Miguel de Almeida Editor-assistente: André Rosemberg Diretor de Arte: Werner Schulz Editor de Arte: Eduardo Burato Editor de fotografia: Patricia Yamamoto Ilustrações: Marcos Garuti Revisão: Ligia Kawano e Cristina Yamazaki Repórter: Julio Cesar Caldeira e Lyn Lee Supervisão Editorial: Joel Naimayer Padula Coordenação Executiva: Dante Silvestre Neto Assistente Executivo: Marcos Prado Luchesi Supervisão Gráfica: Eron Silva Distribuição: Antonio Carlos Cardoso Sobrinho

Em fevereiro, prossegue o projeto Sesc Verão Corpo Legal. Já o Carnaval tem destaque com o projeto Carnavalhando, no Sesc Rompéia. A expo­

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sição fotográfica São Paulo Vista de Perto (foto) Conselho de Redação e Programação Diretor: Danilo Santos de Miranda Claudia de Figueiredo, Claudia Ortiz, Cristiane Ferrari, Doris S. S. Larizzatti, Edson Martins, Fernando Fialho, Francisco Antonio Leite, José Carlos Ferrigno, Marcos Antônio Scaranci, Marcos Prado Luchesi, Ana Ignês Xavier Viana, Marimar Gil, Rejane Furmak. Sesc São Paulo ■ Av. Paulista, 119 ■ CEP 01311-903 tel. (011) 3179-3400. fax. (011)284-1357. ■Jornalista Responsável: Miguel de Almeida M T B 14122. A Revista E é uma pu­ blicação do Sesc de São Paulo, realizada pela Lazuli Editora. Distribuição gratui­ ta. Nenhuma pessoa está autorizada a vender anúncios. Esta publicação está disponível no Universo Online: www.sescsp.com.br

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continua em cartaz no Sesc Santo Amaro, que aproveita o calor de verão, ao ambientar uma praia dentro da unidade.

índice ESPECIAL TEATRO MÚSICA DANÇA LITERATURA INTERNET & MULTIMÍDIA ARTES PLÁSTICAS & VISUAIS CINEMA & VÍDEO ESPORTES CORPO & EXPRESSÃO NATUREZA & MEIO AMBIENTE SAÚDE & ALIMENTAÇÃO INFANTIL TERCEIRA IDADE FÉRIAS & TURISMO SOCIAL INTERIOR

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Especial especial/esportes SESC VERÃO 2001. Confira todas as atividades que o Sesc programou para deixar o seu verão mais quen­ te.

Simone Kruger. Tai Chi Chuan - 14 e 2 3 /0 2 , às 20h30, na sala 4, prof. José Douglas. Grátis. Sesc Ipiranga

ESPORTES SESC VERÃO 2001 especial PRAIA DE SANTO AMARO. A uni­ dade está equipada com quadra de areia para a prática de esportes e jogos de praia, solarium para ba­ nhos de sol e equipamentos lúdicos. Um grande Dragão do M ar e uma Baleia Azul dão as boas-vindas ao público e refrescam as crianças que aqui vierem brincar. Até 2 8 /0 2 . Se­ gunda a sexta, das lOh às 19h. Sá­ bados e feriados, das lOh às 18h. •Clube de Férias. Atividades re­ creativas, esportivas e artísticas d iri­ gidas para o público infantil e ado­ lescente. De 1° a 2 8 /0 2 . Segunda a sexta, das 1Oh às 13h e das 14h às 17h. Sesc Santo Amaro CLÍNICAS ESPORTIVAS. Possibilitar ao público a experimentação do jogo e do esporte através da pers­ pectiva do rendimento "ótimo" e da melhoria da qualidade de vida. A partir de 7 anos. Grátis. •Ginástica Rítmica Desportiva. Até 8 /0 2 . Terça e quinta, às lOh e 14h30. Sesc Pompéia CORPO LEGAL. Projeto que visa conscientizar sobre a importância da incorporação de hábitos saudá­ veis, enfatizando os benefícios da realização de exercícios bem orien­ tados não só no verão, mas durante todo ano. •Festival de Basquete. Torneios e campeonatos. Jogos mistos tradicio­ nais e adaptados. Para matricula­ dos no Sesc, a partir de 15 anos. In­ formações no 6° andar, torre B. Grátis. 1 0 /0 2 , sábado. «Festival de Futsal. Torneios e campeonatos. Joos mistos tradicionais e adaptados, ara matriculados no Sesc, de 7 a 12 anos. Informações no 6° andar, torre B. Grátis. 1 7/02 , sábado. »Tai Chi Chuan. Arte marcial de origem chinesa. Além de defesa pessoal, o tai chi chuan tem objetivos terapêu­ ticos porque é praticado com lenti­ dão e suavidade, proporcionando bem-estar, serenidade e dissolvendo as tensões corporais, juntamente com o desenvolvimento dos movi­ mentos articulares, trabalho muscu­ lar e respiratório. A partir de 15 anos. Com Michael Vieira. R$24,00 (□), R$12,00 (O). Até 2 2 /0 2 . Ter­ ças e quintas, às 7h30. Sesc Vila Mariana CURSOS ESPECIAIS. Proposta de apresentação de vivências corporais diferenciadas através de cursos de curta duração. •Mergulho Livre. Modalidade es­ portiva para quem tem o interesse e a curiosidade de conhecer um pou­ co mais sobre a vida subaquática,

Balonismo. Espaço Adrenalina, no Sesc Itaquera. Confira no Roteiro utilizando-se de equipamentos bási­ cos como nadadeiras, máscara e snorkel. 15 vagas. Inscrições a par­ tir de 6 /0 2 , no I o andar do Conjun­ to Esportivo. Necessária a apresen­ tação da carteira do Sesc com exa­ me dermatológico atualizado. 10 e 1 1 /0 2 . Sábado e dom ingo, às 15h30. Sesc Pompéia SESC VERÃO. A ordem é movimen­ tar o corpo: andar, correr, pedalar, saltar, nadar, escalar, jogar, alongar e exercitar. Sem esquecer a impor­ tância da informação e da orienta­ ção técnica para o melhor aprovei­ tamento dos benefícios da prática regular da atividade física segura. •Bolas & Bolinhas. Atividade re­ creativa que foi adaptada de dois esportes tradicionais e que movi­ mentam milhões de pessoas em vá­ rios países do mundo. Futebol de Botão, sala 4. Tênis de Mesa, sala 3. Grátis. Com técnicos do Sesc. De 24 a 2 7 /0 2 . Sábado a terça, das lOh às 12h e das 14h às 16h. «Es­ porte Aquático. Atividades recreati­

vas e esportivas adaptadas ao meio líquido que proporcionam momen­ tos de diversão, participação, con­ fraternização e aprendizagem. 17 e 1 8 /0 2 - Basquete Aquático. 24 e 2 5 /0 2 - Pólo Aquático. Acima de 14 anos. Grátis.Com técnicos do Sesc. Sábado e domingo, às 14h. •Hidro Carnavalesca. Animação na piscina com muitas brincadeiras, exercícios de hidroginástica, descontração e alegria. Tudo isso movi­ do com músicas e marchinhas que marcaram carnavais. Na Piscina. Grátis. Orientação de técnicos do Sesc. Necessário apresentar a carteirinha do Sesc com exame derma­ tológico atualizado. De 24 a 2 7 /0 2 . Sábado a terça, às 11 h. •N o Ritmo da Dança. Vivência cor­ poral abordando diversos ritmos, idades, movimentos, expressões e conhecimentos técnicos que colabo­ ram para a melhoria da qualidade de vida. Dança Infantil - 14 e 1 6 /0 2 , às 16h30, na sala 2. Dança Juvenil - 13 e 1 4/02, às 17h30, na sala 3. Dança Expressão - 14 e 1 6/02, às 14h30, na sala 2, profa.

VERÃO 2001. Programação que busca fornecer às pessoas subsí­ dios teóricos e práticos para a pre­ paração de um conjunto de ativida­ des físicas, que atendam suas ex­ pectativas, ressaltando os cuidados a serem tomados com a saúde e a segurança. Confira as atividades. •Aulas de Ritmos e Movimentos. Sempre uma aula aberta diferente, com novas técnicas para a melho­ ria do condicionamento físico, pro­ porcionando a integração dos par­ ticipantes. Até 2 8 /0 2 . Quarta a sábado, às 15h. •Caminhada Orientada. Proporciona aos freüentadores da unidade uma ativiade física praticamente sem restri­ ções, dando dicas referentes a alongamentos, postura, ritmo e fre­ qüência. Até 2 8 /0 2 . Quarta a do­ mingo, às 9h30. «Clube da Cami­ nhada. Trilha realizada em alame­ das e áreas verdes da unidade. A partir de 14 anos. Até 2 5 /0 2 . Quintas, às 1Oh. Sábados, domin­ gos e feriados, às 9h30. oClube da Natação. Orientações básicas quanto à ambientação, respiração, imersão e deslocamentos. Até 2 8 /0 2 . Quarta a sábado, das 9h às 10h30. «Copa São Pauío - Vôlei de Praia. Esporte popular das praias brasileiras, o. vôlei de areia ganha destaque neste mês com a tradicio­ nal Copa São Paulo. Acima de 13 anos, masculino e feminino. Até 28 /0 2 . Domingos e feriados, das lOh às 17h. • Escalada Esportiva. Atividade diferenciada que propor­ ciona ao praticante melhoria do condicionamento físico global. Vi­ vência e iniciação no esporte, com utilização de equipamentos e técni­ cas específicas de segurança. Até 2 8 /0 2 . Quarta a domingo, das 14h às ló h . • Espaço Adrenalina. Vivên­ cia esportiva com atividades diferen­ ciadas, como balonismo, skate, bike, rapei, tiroleza, bungee run, canoa­ gem, etc. Até 28/0 2 . Quarta a do­ mingo, das 9h às 17h. Espaço Saú­ de no Exercício. Avaliações físicas e médicas, palestras, bate-papos com médicos, professores de educação fí­ sica, nutricionistas e fisioterapeutas ue abordarão assuntos relacionaos aos cuidados a serem tomados antes de iniciar um programa de ati­ vidade física. Até 2 4 /0 2 , sábados, às 11 h. Sesc Itaquera

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usuário matric.

idosos acima de 65 anos, V aposentados e estudantes com carteirinha da UNE, UMES ou UBES.

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o universo dos esportes e as ativida­ des físicas praticadas na estação do verão. Praça e Solarium. Grátis. •Intervenções do Corpo Legal. Cui­ dados com o sol, relaxamento, pos­ tura e ciclismo explorados de forma divertida. Com diversos grupos. De 3 a 2 5 /0 2 . Sábados e domingos, às 11 h, 12h30, 1 3h, 13h30 e 14h30. Sesc Vila Mariana CORPO E EXPRESSÃO SESC VERÃO 2001

GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Até 2 5 /0 2 . Quintas, às 1Oh. Sábados, domingos e feriados, às 9h30. Sesc Interlagos JOGOS DE VERÃO. Vivências es­ portivas relacionadas às férias e ao verão, tais como frisbee, frescobol, peteca, softball, taco, etc. Até 2 8 /0 2 . Quarta a domingo, das 14h às 16h. Sesc Itaquera RÁDIO VERÃO. Rádio interativa com hidroanimação, pólo aquático, gincanas, informações sobre saúde e segurança na utilização do par­ que aquático, sempre com muita música. Até 2 8 /0 2 . Q uarta a do­ mingo, das 11 h às 1óh. Sesc Itaquera RECREAÇÃO MONITORADA. O rien­ tações sobre vestuário, alimentação e exercícios físicos adequados à prá­ tica esportiva. Até 18 /0 2 , domin­ gos, das 9h às 17h. Sesc Interlagos TORNEIOS RELMPAGOS. M initorneios realizados com os freqüenta­ dores emdiferentes modalidades, tais como: tênis de mesa, sinuca, basquete, futsal, voleibol, futebol society. Até 2 8 /0 2 . Quarta a domin­ go, das 9h às 17h. Sesc Itaquera TRAMPOLIM ACROBÁTICO. Recrea­ ção, clínicas e vivências em cama elástica, proporcionando ao prati­ cante um ganho na habilidade mo­ tora. Até 2 8 /0 2 . Quarta a domin­ go, das 1Oh às 12h. Sesc Itaquera

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aulas abertas CORPO LEGAL. Programação espe­ cial de verão, que engloba linhas de trabalho desenvolvidas para ativi­ dades esportivas e de condiciona­ mento físico. •Arco e Flecha. Vivência dos funda­ mentos básicos do tiro com arco. Essa atividade desenvolve principal­ mente a concentração e a coordena­ ção motora. Coordenação do pro­ fessor Dalteli dos Santos (Café). 3 e 4 /0 2 . Sábado e dom ingo, das 13h30 às 17h30. eBadminton. Vi­ vência dos fundamentos básicos do badminton, esporte que utiliza ra­ quetes similares às de tênis e petecas. Coordenação do professor Zito. 10 e 1 1/0 2 . Sábado e domingo, das 13h30 às 17h30. «Recreação Monitorada. Atividades monitora­ das por técnicos do Sesc, com o ob­ jetivo de desenvolver o trabalho de iniciação esportiva (vôlei, basquete, futebol e esportes com raquetes) de maneira lúdica e criativa. Para to­ das as faixas etárias, incluindo jo­ gos recreativos e cooperativos. G rá­ tis. De 9/01 a 2 8 /0 2 . Terças e quintas, às 14h30. Quartas e sex­ tas, às 15h30. «Tênis de Mesa. Aprendizado dos fundamentos bási­ cos da modalidade, tipos de equi­ pamentos e regras. Coordenação do professor Edilson. Grátis. 17 e 18 /0 2 . Sábado e domingo, das 13h30 às 17h30. Sesc Belenzinho AULAS ABERTAS ESPORTIVAS. M o­ dalidades esportivas diferenciadas ou atividades corporais desenvolvi­ das através de experiências lúdicas que são muito praticadas nas pra­ ias. Grátis.

•Frescobol. 1 0 /0 2 , sábado, às 12h. «Fute-tênis. 3 /0 2 , sábado, às 12h. «Tamboréu. 1 7 /0 2 , sábado, às 1 2h. «Vôlei de Praia. 2 4 /0 2 , sá­ bado, às 1 2h. Sesc Santo Amaro

MERGULHO AUTÔNOMO. Por meio de uma aula prática, os alunos co­ nhecerão um pouco sobre os mate­ riais e as regras utilizadas para a prática desse esporte. Na Piscina. Orientação de Marco Antonio M aia de Sousa. 3 /0 2 , sábado, às 15h. Sesc São Caetano CURSOS DE VERÃO. Os cursos, com duração de 2 meses, englobarão 28 opções nas modalidades de Artes Marciais, Ginástica, Técnicas Alter­ nativas e Dança. Daremos ênfase nos cuidados com a saúde e como evitar possíveis lesões, abordados de acordo com as especificidades das modalidades. •Capoeira. De origem afro-brasilei­ ra, integra jogo, luta e música. De­ senvolve a agilidade corporal utili­ zando exercícios dinâmicos de ata­ que e defesa. A partir de 15 anos. Com Mestre César dos Santos. Ter­ ças e quintas, às 19h30. R$24,00 (3), R$12,00 (O). Sábados, das 12h às 13h20. R$20,00 (□), R$10,00 (O). Até 2 4 /0 2 . Sesc Vila Mariana TEATRO SESC VERÃO 2001 espetáculos ESQUETES & CIA. Clowns, mímicos e atores em intervenções que retra­ tam de forma humorada e divertida

VIVA BEM O VERÃO. Se atividade física é bom, com segurança é me­ lhor ainda. Venha participar da nossa programação especial de ve­ rão que estará acontecendo nos me­ ses de janeiro e fevereiro. Oficinas e aulas abertas de arte e expressão, intervenções, espetáculos de teatro e dança, clínicas, torneios e festivais esportivos, circuito de condiciona­ mento físico total, recreação aquáti­ ca (Aquasesc), espaço lúdico, tor­ neios e desafios de jogos de salão, cursos especiais de atividades cor­ porais, aulas abertas, vivências teórico-práticas, além da barraca da saúde com palestras, bate-papos e distribuição de folhetos informati­ vos. Para todas as idades. Venha conferir. Até 2 2 /0 2 . Terça a domin­ go, a partir das 9h30. Sesc Pompéia ATIVIDADE FÍSICA SEGURA. Englo­ ba desde práticas orientais até es­ portes de aventura, estendendo-se às linguagens artísticas. A progra­ mação do Sesc Carmo contempla um público acima de 7 anos em d i­ versas atividades que orientarão, de forma lúdica, sobre as possibilida­ des da prática da atividade física, com segurança. Participe! •Do In. Sistema de automassagem oriental, com técnica simples e co­ nhecimento prévio da localização corporal de pontos de tratamento. R$19,00 ( ◦ ) , R$38,00. Até 7 /0 2 . Segundas e quartas, às 15h. •Pilo­ tes. Método que coloca em ativida­ de os grandes sistemas (muscular, neurológico, esquelético e circulató­ rio). Seus princípios garantem uma melhora do condicionamento, equi­ librando força, flexibilidade, coor­ denação e postura. R$19,00 (O), R$38,00. Até 2 /0 2 . Sextas, às 18h30. Sesc Carmo CORPO LEGAL. Projeto que visa conscientizar sobre a importância da incorporação de hábitos saudá­ veis, enfatizando os benefícios da realização de exercícios bem orien­ tados não só no verão, mas durante todo ano. •Ginástica Postural Integrada para Empresas. Realinhamento postural que desenvolve autonomia corporal e ameniza as dores provocadas pela má postura. Curso destinado exclusivamente a funcionários de empresas comerciais ou de serviços. Tem por objetivo desenvolver técni­ cas corporais que possam contribuir para aliviar o estresse do trabalho


ou melhorar as posturas nele adota­ das. Orientação de M aria Cláudia Vanícola e A drian a Cognolato. R$12,00 por mês. Até 2 3 /0 2 . Quartas e sextas, às 7h30 e 8h30. •Hidro Carnaval. Aulas abertas de hidroginástica com ritmos de carna­ val. Os participantes devem estar com exame dermatológico válido e portar um cadeado para utilização do armário no vestiário. A partir de 15 anos. Grátis. 2 5 /0 2 , domingo, às 10h30. «Massagem - Empresa. Desenvolve autopercepção promo­ vendo simultaneamente o alívio das tensões musculares. Curso destinado exclusivamente a funcionários de empresas comerciais ou de serviços. Tem por objetivo desenvolver técni­ cas corporais que possam contribuir para aliviar o estresse do trabalho ou melhorar as posturas nele adota­ das. Com Elaine Baldocchi. R$12,00 por mês. Até 2 2 /0 2 . Ter­ ças e quintas, às 13h. «Rolfing. Tra­ balho corporal que aprim ora o equilíbrio e a consciência corporal. Curso destinado exclusivamente a funcionários de empresas comer­ ciais ou de serviços. Esse curso tem por objetivo desenvolver técnicas corporais que possam contribuir para aliviar o estresse do trabalho ou melhorar as posturas nele adota­ das. R$12,00 por mês. Até 2 3 /0 2 . Quartas e sextas, às 12h. «Tai Chi Chuan. Arte marcial de origem chi­ nesa, desenvolvida a partir ae movi­ mentos suaves, proporcionando bem-estar, dissolvendo as tensões corporais e melhorando a respira­ ção. Curso destinado exclusivamen­ te a funcionários de empresas co­ merciais ou de serviços. Tem por ob­ jetivo desenvolver técnicas corporais que possam contribuir para aliviar o estresse do trabalho ou melhorar as posturas nele adotadas. R$12,00 por mês. Até 2 2 /0 2 . Terças e quin­ tas, às 8h30. «Yoga -Empresa. De origem indiana, reúne exercícios respiratórios, de relaxamento e me­ ditação para o equilíbrio do corpo, da mente e do espírito. Curso desti­ nado exclusivamente a funcionários de empresas comerciais ou de servi­ ços. Tem por objetivo desenvolver técnicas corporais que possam con­ tribuir para aliviar o estresse do tra­ balho ou melhorar as posturas nele adotadas. R$12,00 por mês. Até 2 2 /0 2 . Terças e quintas, às 7h30. Sesc Vila Mariana caminhadas GARGANTA DO GIGANTE. Cami­ nhada e curso de trekkina. Localiza­ da entre duas elevações aa Serra do Mar, é um desfiladeiro formado por um rio de águas transparentes. O ponto de chegada é uma piscina na­ tural com cachoeira, onde os visi­ tantes podem tomar banhos refres­ cantes. Grau de dificuldade: mé­ dio/forte. Curso preparatório dia 8 /0 2 , às 19h30. R$30,00 (comerciários matric.) e R$40,00 (outros). Inscrições antecipadas. Vagas lim i­ tadas. 10/0 2 , sábado, às 6h. Sesc São Caetano

palestras BARRACA DA SAÚDE. Divulgação de valores sociais sobre saúde e qualidade de vida, através de pales­ tras, bate-papos e distribuição de folhetos. Informações no 1° andar do Conjunto Esportivo. •Vestuário Adequado para a Práti­ ca de Exercícios. Deck Solarium. 17 e 1 8/02 . Sábado e domingo, às 13h. oViver Bem com o Corpo Que Você Tem. Deck Solarium. 10 e 1 1 /0 2 . Sábado e domingo, às 13h. •Viver Bem e Viver Mais Através de Exercícios Físicos. Deck Solarium. 3 e 4 /0 2 . Sábado e domingo, às 13h. Sesc Pompéia aulas abertas GINÁSTICA. Aulas com ênfase na melhoria das qualidades físicas, da consciência e da expressão corpo­ ral. Para matriculados no Sesc. Os participantes devem utilizar roupas adequadas e trazer cadeado de qualidade para utilização no vestiá­ rio. Coordenação de técni.cos do Sesc. Deck Solarium. Grátis. 3, 4, 17, 18, 24, 25, 26 e 2 7 /0 2 . Sába­ dos e domingos, às 12h. Sesc Pompéia

CURSOS DE FÉRIAS. Propiciar o contato com atividades diferencia­ das que busquem o desenvolvimento físico de forma segura. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). •Ginástica. Inclui aulas de condicio­ namento físico, step, atividades aeróbias, exercícios localizados, flexi­ bilidade, alongamento, entre outras propostas, respeitando o ritmo e as condições físicas de cada aluno. Até 2 8 /0 2 . Segundas, quartas e sextas, às 7h, 8h, 1 8h30 e 19h30. Terças e quintas, às 12 h l0, 18h30 e 19h30. •Ginástica Postural. Prática que de­ senvolve a autonomia corporal e ameniza as dores causadas por má postura. Até 2 2 /0 2 . Terças e quin­ tas, às 7h30. *Yoga. De origem in­ diana, reúne exercícios respirató­ rios, de relaxamento e meditação para o equilíbrio do corpo, da men­ te e do espírito. Até 2 3 /0 2 . Sextas, às 18h. Sesc Santo Amaro CURSOS DE VERÃO. Os cursos, com duração de 2 meses, englobarão 28 opções nas modalidades de Artes Marciais, Ginástica, Técnicas Alter­ nativas e Dança. Daremos ênfase nos cuidados com a saúde e como evitar possíveis lesões, abordados de acordo com as especificidades das modalidades. •Abdominal e Alongamento. Aulas visando melhoria do equilíbrio pos­ tural através do fortalecimento e alongamento das principais muscu­ laturas envolvidas. A partir de 15 anos. Com equipe do Sesc. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 2 8 /0 2 . Ter­ ças e quintas, às ló h e 19h30. Quartas e sextas, às l l h 3 0 e 18h30. •Alongamento. Aulas com exercícios de flexibilidade muscular, mobilidade articular e consciência corporal. A partir de 15 anos. Com

equipe do Sesc. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 2 8 /0 2 . Terças e quintas, às 9h30, 1 1 h30, 17h, 18h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 8h30, 10h30, 17h e 19h30. •Condicionamento. Resistência ge­ ral (exercícios aeróbicos, com auxí­ lio de esteiras, bicicletas, remo e cross-training), resistência muscular localizada e alongamento. A partir de 15 anos. Com equipe do Sesc. Terças e quintas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, 11 h30, ló h , 17h, 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, 11 h30, 15h, ló h , 17h, 18h30, 19h30 e 20h30. R$24,00 (□), R$12,00 (O). Até 2 8 /0 2 . «Eutonia. Aborda o autoconhecimento e o realinhamento postural por meio de exercícios de reconhecimento das estruturas do corpo. A partir de 15 anos. Com Fúlvia F. Ducca. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 2 3 /0 2 . Quartas e sextas, às 18h30. •Ginástica. Aulas com exercícios aeróbicos, resistência localizada, alongamento, relaxamento, coorde­ nação e ritmo. A partir de 15 anos. Com equipe do Sesc. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 2 8 /0 2 . Terças e quintas, às 7h30, 1 2 h l5 , 17h, 18h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 17h, 19h30 e 20h30. *Ginástica Localizada. Aulas com exercícios de resistência muscular localizada e alongamento. A partir de 15 anos. Com equipe do Sesc. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 2 8 /0 2 . Terças e quintas, às 9h30. Quartas e sextas, às 8h30. «Ginástica Postural Inte­ grada. Trabalho de realinhamento postural baseado no método italia­ no de ginástica corretiva, que tem por objetivo desenvolver autonomia corporal e amenizar as dores cau­ sadas por má postura. A partir de 15 anos. Com Maria Cláudia Vaní­ cola e Adriana Cognolato. Quartas e sextas, às 8h30. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Domingos, às 10h30. R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Até 25 /0 2 . oMassagem. Técnicas de automassagem e toque no outro com o objetivo de estimular uma maior conscientização corporal e proporcionar alívio das tensões musculares. A partir de 15 anos. Com Elaine Baldocchi. R$24,00 (□) e R$1 2,00 (O). Até 2 8 /0 2 . Quartas e sextas, às 20h30. «Rolfing e Consciência Corporal. Trabalho cor­ poral que conduz à sensação de es­ tar centrado, por meio da melhor utilização do equilíbrio e força in­ terna, encontrando harmonia com a gravidade. A partir de 15 anos. Com Lúcia Merlino. R$24,00 (O) e R$12,00 (O). Até 2 4 /0 2 . Terças e quintas, às 20h30. Sábados, às 10h30. Sesc Vila Mariana CURSO VERÃO- CORPO LEGAL •Tai Chi Chuam. Com Marcelo Martinelli e Jaime Kuk. Terças e Quintas às 15h, domingo às lOh. Grátis «Yoga. Com Helena Maria Santos. Terças e quintas às 1óh e 20h. Grátis. Sesc Belenzinho

LITERATURA SESC VERÃO 2001 espetáculos PALAVRA EM MOVIMENTO. Histó­ rias, contos, mitos e fábulas com re­ ferências ao córpo legal. A preocu­ pação com a melhoria da qualidade de vida e da saúde em dia a partir de histórias que se voltam para a primeira morada do ser: o corpo. Atrium. Grátis. •Histórias de Corpo Legal. 4 /0 2 , com Henrique Sitcnin em algumas Divertistórias. 1 1 /0 2 , com Leila Garcia em Movimentos do Corpo. 18 /0 2 , com Jonas Ribeiro em A Pis­ cina Cristalina de Marina e Faniquito e Siricutico no Mosquito. 2 5 /0 2 , com Lilian Marchetti em Mitos do Sol. 4, 11, 18 e 2 5 /0 2 , domingos, às 11 h. Sesc Vila Mariana SAÚDE E ALIMENTAÇÃO SESC VERÃO 2001 especial NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA. Com o prof. Antonio Herbert Lancha Júnior (professor universitário, dou­ tor em Ciência dos Atimentos, Ph. D. em Medicina Interna). Palestra e bate-papo sobre alimentação equili­ brada, dieta e como os alimentos in­ terferem em uma vida saudável. Grátis. l° /0 2 , quinta, às 19h30. Sesc São Caetano instalações CORPO LEGAL. Projeto que visa conscientizar sobre a importância da incorporação de hábitos saudá­ veis, enfatizando os benefícios da realização de exercícios bem orientados não só no verão, mas durante todo ano. •Saúde em Dia. Feira com estandes que apresentam produtos, equipamentos e serviços associa­ dos à atividade física segura e sau­ dável. Avaliações físicas e orienta­ ções sobre caminhada, ciclismo, postura e relaxamento. Grátis. Até 2 5 /0 2 . Sábados e domingos, das 1Oh às 19h. • Judô. Desenvolve concentração, destreza e habilida­ des físicas através de exercícios de confronto. Daremos ênfase nos cui­ dados com a saúde e em como evi­ tar possíveis lesões. De 7 a 11 anos. Com Angélica Gomes Balsamão. R$20,00 (Q) e R$10,00 (O). Até 2 4 /0 2 , sábados, das 14h às 15h20. «Tae Kwon Do. Arte mar­ cial de origem coreana. Desenvolve agilidade, flexibilidade e alonga­ mento através de exercícios dinâ­ micos de confronto. De 1 2 a 18 anos. Com Elaine de Lilli. R$24,00 (□), R$12,00 (O). Até 2 2 /0 2 . Ter­ ças e quintas, às 17h. Sesc Vila Mariana TERCEIRA IDADE SESC VERÃO 2001 CURSOS DE VERÃO. Os cursos, com duração de 2 meses, englobarão 28 opções nas modalidades de Artes

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Especial 28/02. Sábado, domingo, segunda e quarta, das 13h30 às 17h30. Sesc Pompéia

Marciais, Ginástica, Técnicas Alternati­ vas e Dança. Daremos ênfase nos cui­ dados com a saúde e como evitar pos­ síveis lesões, abordados de acordo com as especificidades das modalidades. •Dança de Salão. Aprendizado de rit­ mos latinos como rumba, cumbia, salsa e merengue. A partir de 55 anos. Com Ari Matos. R$24,00 (□) e R$12,00 (◦). Até 22/02. Terças e quintas, às 13h. •Ginástica. Aulas com exercícios aeróbicos, resistência localizada, alonga­ mento, relaxamento, coordenação e rit­ mo. A partir de 55 anos. Com equipe do Sesc. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 28/02. Terças e quintas, às 10h30 e 1óh. Quartas e sextas, às 9h30, 13h e 16h. «Ginástica Postural Integrada. Trabalho de realinhamento postural ba­ seado no método italiano de ginástica corretiva, que tem por objetivo desen­ volver autonomia corporal e amenizar as dores causadas por má postura. A partir de 55 anos. Com Maria Cláudia Vanícola e Adriana Cognolato. R$24,00 (□) e R$12,00 (O). Até 23/02. Quartas e sextas, às 14h e 15h. •Massagem. Técnicas de automassagem e toque no outro com o objetivo de estimular uma maior conscientização corporal e proporcionar alívio das ten­ sões musculares. A partir de 55 anos. Com Elaine Baldocchi. R$24,00 (□) e R$12,00 jo). Até 22/02. Terças e quin­ tas, às 14h. «Rolfing e Consciência Cor­ poral. Trabalho corporal que conduz à sensação de estar centraao, por meio da melhor utilização do equilíbrio e for­ ça interna, encontrando harmonia com a gravidade. A partir de 55 anos. Com Lúcia Merlino. R$24,00 (□) e R$12,00 10 li 3 0 té

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^erças e quinta5/ às

especial/carnaval CARNAVALHANDO. O evento apre­ sentará parte da grande cultura car­ navalesca brasileira, explorando as inúmeras formas de expressões des­ sa festa popular, através de oficinas e de uma grande apoteose nos es­ paços do Sesc Pompéia. Confira a programação. MÚSICA CARNAVALHANDO

ENREDO DO MEU SAMBA. O espe­ táculo apresenta um perfil musical dos sambas-enredo cantados pelas escolas de samba e transformados em grandes sucessos que marcaram épocas e ficaram na memória popu­ lar. O espetáculo conta com a pre­ sença de puxadores de escolas de samba paulistas e cariocas, além de passistas, mestre-sala e porta-ban­ deira. 17 e 1 8 /0 2 . Sábado, às 21 h. Domingo, às 18h. Sesc Pompéia MAURÍCIO PEREIRA E BANDA TUR­ BILHÃO DE RITMOS. Espetáculo que apresenta um resgate das marchinhas clássicas dos grandes carna­ vais. Na Rua Central e Deck Solarium. 24 e 2 6 /0 2 . Sábado, às 17h. Segunda, às 17h. Sesc Pompéia ARTES PLÁSTICAS/VISUAIS CARNAVALHANDO BARRACÃO. O espaço do Galpão será transformado num autêntico barracão de escola de samba e nele acontecerão oficinas diárias de

máscaras, adereços, bonecos, es­ tandartes e até um carro alegórico. Todos os objetos confeccionados se­ rão utilizados pelos participantes na animação de carnaval do Sesc Pom­ péia. Com M arllon Chaves, arteeducador, cenógrafo e carnavales­ co. Grátis. De 8 a 2 7 /0 2 . Quinta a domingo, das 14h às 17h. Sesc Pompéia INFANTIL CARNAVALHANDO ARTE DE RUA. Projeto carnavalesco que homenageia a cultura popular brasileira, seus compositores e in­ térpretes com criatividade. Os figu­ rinos dos atores-músicos são inspi­ rados em personagens ícones das festas populares. Área de Convivên­ cia e Rua Central. Grátis. .25 e 2 7 /0 2 . Domingo e terça, às 15 e 17h. Sesc Pompéia FURUNFUNFUN. Animação que res­ gata os "Carnavais do Passado" e cria uma conexão com os da atualidade. O espetáculo conduz músicos-atores, através de diferentes épocas interpreta­ das ao vivo. Área de Convivência e Rua Central. Grátis. 24 e 26/02. Sá­ bado e segunda, às 13 e 15h. Sesc Pompéia oficinas ALEGORIAS E ADEREÇOS. Utilizandose materiais variados, os participantes poderão construir diversos adereços carnavalescos como colares, "mamãe sacode", saiotes e perucas coloridas, entre outros. Orientação dos instrutores do programa Sesc Curumim. Área de Convivência. Grátis. 24, 25, 26 e

especial/ carnaval ADONIRANDO. Em homenagem aos 90 anos do mais paulistano dos compositores da cidade, o saudoso Adoniran Barbosa, o Sesc Carmo fará um carnaval com desfile de bloco, oficinas e shows. Participe! •Climas de Adoniran. Ambientação em toda a unidade do Carmo, reali­ zada pela artista plástica e cenógra­ fa Telumi Helen, onde estará repre­ sentada toda a atmosfera da irreve­ rência e humor na vida e obra do compositor Adoniran Barbosa. Grá­ tis. De 1 9 /0 2 a 2 /0 3 . Segunda a sexta, das 9h às 19h. «Escola de Samba. Puxando o bloco do Sesc Carmo, a bateria da Escola de Sam­ ba Tom Maior, campeã do grupo I de 1999, fará uma homenagem a Adoniran na voz do puxador Maradona, abrindo o show de Jair Rodri­ gues. 2 3 /0 2 . Saída às 18h do Car­ mo e chegada às 18h40 no Poupatempo-Sé. «Fantasias. Serão traba­ lhadas fantasias leves e criativas, inspiradas nas músicas de Adoniran Barbosa, com o objetivo de brincar no bloco de rua "Nas Trilhas de Adoniran". Orientação de Márcio da Silva, cenógrafo. R$2,00 (com material incluso). De 12 a 2 2 /0 2 . Segundas e quartas, das 9h às 11 h. Terças e quintas, das 14h às ló h . Máscaras e Adereços. Partindo do universo musical criado pelo saudo­ so Adoniran Barbosa, o grupo esta­ rá vivenciando o processo de con­ fecção de máscaras e adereços, uti­ lizando diferentes técnicas e mate­ riais com o intuito de brincar no blo­ co de rua "Nas Trilhas de Adoni­ ran". Orientação de Márcio da Sil­ va, cenógrafo. R$2,00 (com mate­ rial incluso). De 12 a 2 2 /0 2 . Segun­ das e quartas, das 14h às ló h . Ter­ ças e quintas, das 9h às 11 h. *Nas Trilhas de Adoniran Barbosa. Venha brincar no bloco de rua do Sesc Carmo! Crianças, adultos e idosos estarão percorrendo as trilhas e pis­ tas deixadas pela música e pela São Paulo retratada por Adoniran, os fo­ liões brincarão pelas ruas próximas ao Sesc, animados pela bateria da Escola de Unidos do Peruxe. 2 3 /0 2 . Saída às 17h30. Sesc Carmo

JAIR RODRIGUES. Encerrando a pro­ gramação de carnaval, teremos como convidado especial Jair Rodrigues, apresentando seus sucessos e um potpourri em homenagem a Adoniran Barbçsa, com Saudosa Maloca, Tiro ao Álvaro, entre outras. Grátis. 2 3 /0 2 , às 19h. Sesc Carmo BATE-PAPO MUSICAL Homenagem a Adoniran Barbosa com o grupo Demô­ nios da Garoa, tradicionalmente intérpre­ te das composições desse músico que contará "causos" ao som das composi­ ções de Adoniran. Grátis. 14/02, às 19h. Sesc Carmo


Teatro Não Veio. A personagem, uma velha senhora, retoma sua vida através de lem­ branças. 17 e 2 4 /0 2 , sá­ bados, às ló h . «Passos de Antônio. Mostra o escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, trabalhando com afinco, apesar do so­ frimento causado por sua rave doença. 2 4 /0 2 , sáado, às 19h. «Ritinha e Catarina. Nessa encena­ ção, adaptação livre do li­ vro Ritinha, Bonitinha, de Eva Furnari, a Caixa de Imagens se utiliza de Tea­ tro ae Sombras para con­ tar a divertida história de uma draaão-fêmea muito vaidosa chamada Ritinha. 18 e 2 5 /0 2 , domingos, às ló h . «Um Dia Especial. O espetáculo, que estréia no Sesc Belenzinho, traz em sua trama uma surpresa. 3 e 2 7 /0 2 , às ló h . Uma Vez um Dançarino. Apresenta a força lírica do mestre Kazuo Ohno, uma das fontes criadoras da dança butoh, que se define como uma arte da alma e do corpo, aue fascina pelo seu poder de síntese da imagemmensagem cênica. 1 7 /0 2 , sábado, às 19h. Sesc Belenzinho

espetáculos CAIXA DE IMAGENS. O espectador assiste individualmente a história em uma pequena caixa. Esse espe­ táculo de cunho intimista fala do cotidiano. Recomendação: público infantil, às 16h; público adulto, às 19h. Grátis mediante retirada ante­ cipada de ingresso. •Agora e Já. Comédia esotérica na qual é defendida a idéia de que a humanidade pertence ao signo de aquário. 4 e 1 8 /0 2 , domingos, às 19h. •Ainda-Luzia. Homenagem ao poeta e dramaturgo Federico Garcia Lorca. Nessa encenação, encontramos Emília, uma campone­ sa espanhola, representando a a ti­ tude corajosa dos camponeses ao preservarem o túmulo de Lorca com uma plantação de papoulas. 2 7 /0 2 , terça, às 19h. «Alma de Véu. Utiliza-se da beleza plástica do teatro de luz e de sombra para colocar o conflito de uma mulher solitária, presa em suas memórias. 2 5 /0 2 , domingo, às 19h. «Anima­ ção de Boteco. O bar ia fechar, mas Obélic, um dono de bar de 13

centímetros, não resiste a presença das pessoas aue chegam e se põe a servi-las. 1 1 /0 2 , domingo, às 19h. •Cavalinho Azul. Adaptação livre do texto teatral de M aria Clara M a­ chado, renomada dramaturga bra­ sileira. 1 1 /0 2 , domingo, às ló h e 19h. *El Cocinero Nervoso. O "chef" da Caixa de Imagens prepa­ ra de forma bem humorada delicio­ sas cenas que incluem entrada, som, luz e ação. O espectador es­ colhe qual iguaria deseja saborear. 4 /0 2 , domingo, às ló h . «Em Alum Lugar do Passado. Uma lírica omenagem ao fotógrafo ambulan­ te. 1 0 /0 2 , sábado, às 19h. «Este­ vão Convida. Um dia desse perso­ nagem, um morador de rua, que com a presença de um "convidado especial" fala da nostalgia do que a humanidade deixou de ser e do que poderia estar sendo. 1 0 /0 2 , sábado, às ló h . «M'Água. Coreo­ grafia criada a partir de um dos mais dramáticos problemas do povo brasileiro: a seca. O desespe­ ro e a esperança retratados. 3 /0 2 , sábado, às 19h. «Ontem Ainda

JARDIM DAS CEREJEIRAS. Clássico do russo Anton Tchekhov, o texto fala de uma fam ília aristocrática russa que vende seu cerejal para saldar dívidas. As emoções e reações das personagens são podero­ sas metáforas dos momen­ tos de crise e transição hu­ manas, sem esquecer o contraponto cômico. Com Tônia C arrero, Renato Borghi e grande elenco. Direção de Elcio Nogueira. Sábados: R$30,00, R$20,00 (usuário) e R$10,00 (O, ❖ ). Quintas, sextas e domingos: R$20,00, R$15,00 (usuário) e R$10,00 (O, ❖). Ingressos à venda a partir de 5 /1 2 nas unidades Pompéia, Consolação, Belenzinho, Ipiranga, Santo Amaro, Santos e CineSesc. Até 4 /0 3 . Quinta a sá­ bado e feriados, às 21. Domingos, às 18h. Sesc Vila Mariana METRÔ. Espetáculo de bolso. Dire­ ção de Maria Lúcia Pereira. Com Magali Biff. Uma história do coti­ diano a partir do ponto de vista do homem comum, em trânsito, repen­ sando sua rotina. 1 3 /0 2 às 12h, na biblioteca e às 13h no saguão. Sesc Carmo MOSTRA DE ARTES - PLATAFORMA ABC. Com o apoio dos Departa­ mentos de Cultura das sete cidades da região, serão apresentados mais de quinze trabalhos divididos em

oficinas, espetáculos de teatro (adulto e infantil), música e artes vi­ suais. Participe! Venha conhecer a produção cultural da sua região! •Última Instância. (Ribeirão Pires). Texto de Carlos Queiroz Telles. A ação se passa dentro de um bar no subúrbio carioca onde, após o lin­ chamento de um suposto assaltante, uatro pessoas discutem, tentando ar uma explicação ao ocorrido. ó /0 2 , terça, às 20h. Sesc São Caetano

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O DESPERTAR DA PRIMAVERA. Es­ petáculo resultado da oficina de tea­ tro para adolescentes iniciada em agosto/2000, baseia-se na obra de Frank Wedekind, escrita em 1890, em que retrata o despertar da se­ xualidade na adolescência. No Tea­ tro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 19h30 do dia do espetáculo. 21 e 2 2 /0 2 . Quarta e quinta, às 21 h. Sesc Ipiranga SUBURBIA. Jeff (Beto Magnani), Buff (Luciano Gatti), Tim (Marcos Damigo), Sooze (Rosana Seligmann), Bee-Bee (Karina Barum), Pony (Julio Pompeo), Erica (Bárbara Paz), Norman (André Custódio) e Pakeesa (Rita Martins) são jovens de vinte e poucos anos da classe média ameri­ cana que têm suas vidas alteradas pelos acontecimentos de uma certa madrugada, durante o encontro em seu point predileto - o estaciona­ mento de uma loja de conveniência administrada por um casal de pa­ quistaneses. Direção de Francisco Medeiros. Tradução de Francisco Medeiros, Marcelo Rubens Paiva e Rosana Selligman. Cenários e Figu­ rinos de J. C. Serroni. R$15,00 e R$7,50 (O). Recomendável para maiores de 12 anos. Até 4 /0 3 . Quinta a sábado, às 21 h. Domin­ gos, às 20h. Sesc Consolação recreação ANIMAÇÃO DE ESPAÇO. Artistas da Cia. Rocokóz realizam intervenções itinerantes no Parque Aquático com o intuito de divertir e alertar sobre os cuidados necessários à proteção da saúde durante o verão. Até 28/02. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Itaquera

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Música BEZERRA DA SILVA E BANDA. Com uma carreira antológica na história da MBP, o pernambucano empresta sua voz para os desafortunados e incompreendidos no show Malandro é Malandro e Mané é Mane. R$5,00 (O), R$7,50 (□) e R$10,00. Na Choperia. 9 e 10/02. Sex­ ta e sábado, às 21 h. Sesc Pompéia BRANCO MELLO. O cantor e compositor, vocalista da banda Titãs, apresenta seu trabalho solo acompanhado da banda S Futurismo (Alexandre Kassin, contrabai­ xo, Domenico Lancellone, bateria e Bartolo, guitarra). 19/02, às 19h. Sesc Carmo 3aMOSTRA PRATA DA CASA. Mostra de sua programação durante o último se­ mestre do projeto. Idealizado como um espaço para incentivar novos valores da música brasileira, o projeto tem oferecido seu palco a intérpretes e compositores de diversos pontos do país. Sem preconcei­ tos estéticos, exibindo desde o samba tra­ dicional à MPB eletrônica, passando por ritmos do Nordeste e pela música instru­ mental, essa mostra revela talentos que ainda não conseguiram atingir o grande público. Choperia. Grátis. 13 a 17/02. Terça a sábado, às 21 h. Sesc Pompéia CANTOLOGIA. (Ribeirão Pires). Apre­ sentação musical apresentada pelo Gru­ po Lundú. Canfologia é um espetáculo voltado a gêneros populares dos séculos 19 e 20, como o lundú, a modinha, os cantos de trabalho e o romance. 9/02, sexta, às 19h30. Sesc São Caetano DEGUSTASSOM. Dentro da série Música das Américas, em fevereiro destacare­ mos a música cubana, porto-riquenha e da República Dominicana, passando pela salsa, o mambo, a guajira, o meren­ gue, entre outras. Trio Boa Vista, com Jica y Turcão acompanhados por Jaime Lessa, às terças. Banda Cuba Nagô, com Maurício Lessa, Jaime Lessa, Jica e Walter Lacerda, às quintas. De ó a 22/02. Terças e quintas, das 12h às 14h. Sesc Carmo DÉLCIO CARVALHO E BANDA. Participa­ ção especial de Ivor Lancelotti. Lança­ mento do CD A Lua e o Conhaque R$5,00 (O), R$7,50 P ) e R$10,00. Na Choperia. 2 e 3/02. Sexta e sábado, às 21 h. Sesc Pompéia EDUARDO AGNI. O violonista, que já es­ miuçou a música indiana no Duo Dharma, apresenta seu novo show Spirit, com composições inéditas e belas melodias. 3/02, terça, às 21 h. Sesc Pompéia EDUARDO GUDIN APRESENTA LUCIANA ALVES EM 10. SHOW SOLO. Se­ guindo a tradição de revelar novos lalentos, Eduardo Gudin, maestro, violonista, compositor, letrista, intérprete e líder do grupo Notícias Dum Brasil, apresenta a cantora Luciana Alves. Com Eduardo Gudin no violão, Lito Robledo no contra­ baixo, Toninho Pinheiro na bateria e Jor-

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ginho Garcia na percussão. No Teatro. R$12,00, R$9,00 (□) e R$ó,00 (traba­ lhador no comércio e serviços, O, ♦). 15 e 16/02. Quinta e sexta, às 21 h. Sesc Ipiranga ENCONTROS MUSICAIS DA NOVA SA­ FRA DA MPB. Show que reúne novos mú­ sicos e cantores cuja carreira vem cres­ cendo dentro do cenário da MPB. •Mulheres de llú, Avaroha e Madan. Mulheres de llú é um grupo musical que reúne três mulheres negras musicistas, compositoras e instrumentistas: Adriana Aragão, Befh Bele e Gislei Miranda. Apresentam um trabalho musical afrobrasileiro com composições próprias. No Teatro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 19h30 do dia do show. 17/02, sá­ bado, às 21 h. Sesc Ipiranga ESCOLA DE SAMBA ÁGUIA DE OURO. Apresentação da ala mirim da escola. Na Rua Central e Deck Solarium. 25/02, domingo, às 1Th. Sesc Pompéia ESSES MÚSICOS MALUCOS E SUAS MÚSICAS MARAVILHOSAS. Apresen­ tamos em fevereiro alguns dos grandes nomes da nossa música, que têm como marcas ousadia e criatividade, além do reconhecimento de crítica e público, em shows especiais. Teatro Sesc Vila Ma­ riana, piso superior, torre B. R$20,00, R$15,00 P ) e R$10 (O, ♦ ). 6, 7, 13, 14, 20 e 21/02. Terça e quarta, às 21 n.

Sesc Vila Mariana FUNK COMO LE GUSTA & ANDRÉA MARQUEE. Arrastasandália é o nome desse show que apresenta o melhor do samba no encontro das cantoras paulis­ tas Paula Lima e Andréa Marquee. Na Arena. R$5,00 (O, ♦ ), R$7,50 P ) e R$10,00. 17/02, sábado, às 19h. Sesc Santo Amaro INSTRUMENTAL SESC BRASIL Programa de música instrumental que apresenta músicos de diferentes estados do Brasil. Segundas, às 18h30. Grátis, mediante retirada de convite com 1h de antecedên• Banda Mantiqueira. Big Band formada há cerca de oito anos lança o CD Bixiga, com novas composições e arranjos inédi­ tos para alguns clássicos da MPB. 5/02. •Henrique Cazes e M. Gonçalves. Hen­ rique Cazes, solista de cavaquinho, e Marcello Gonçalves, violonista de sete cordas, chegam ao primeiro CD, Pixinguinha de Bolso, com o trabalho amadu­ recido. 12/02. *Robertinho Silva. Trans­ forma a percussão, normalmente coadju­ vante nos espetáculos musicais, no no condutor de seus shows. Tendo como convidados Ney Conceição (seu parceiro na gravação do CD), contrabaixos, e Luís Felipe Gama, piano, lança seu mais re­ cente disco, Jaquedu. 19/02. Sesc Paulista JOÃO DONATO E ÍTAMARA KOORAX. João Donato, que acaba de comemorar seus 50 anos de carreira com o lança­ mento do CD Só Danço Samba e três songbooks, volta aos palcos acompanha­ do da cantora Itamara. R$7,50 P ),

R$10,00 P ) e R$15,00. No Teatro. 3 e 4/02. Sábado, às 21 h. Dominqo, às 18h. Sesc Pompéia 3a VIA. Um novo espaço no cenário ar­ tístico da cidade, somente para lança­ mentos de CDs, e aberto a todas as ten­ dências musicais. O projeto é mais um ponto de partida para a difusão de no­ vos trabalhos sem deixar de lado a qualidade e a originalidade. R$3,00 (O), R$4,50 P ) e R$6,00. Na Chope•Os Virgulóides. Lançamento do CD As Aventuras dos Virgulóides. 1°/02, quinta, às 21 h. «Rogério Botter e Maio Quarteto. Lançamento do CD Apren­ diz. 8/02, quinta, às 21 h. Sesc Pompéia MARCELO NOVA. Toca clássicos do Rock'n roll e composições próprias. 21 e 22/02 às 21 h. Teatro. Sesc Pompéia MORAES MOREIRA. O cantor e com­ positor baiano apresenta Bahião, seu novo trabalho, lançado no Rock'n Rio. Sexta, às 22h30. Sesc Belenzinho MOSTRA DAS ARTES - PLATAFORMA ABC. Com apoio dos Departamentos de Cultura das sete cidades da região, serão apresentados mais de quinze tra­ balhos divididos em oficinas, espetácu­ los de teatro (adulto e infantil), música e artes visuais. Participe! Venha conhecer c^ produção cultural da sua região. •Operante Mr. Joça. Liderado por Marcos Quelhas, o grupo apresenta es­ tilo pop e mistura ritmos como funk, reggae, rock. 2/02, sexta, às 20h. Sesc São Caetano MÚSICA NA LANCHONETE. Programa

permanente de música instrumental, no horário do almoço, apresenta música popular brasileira, jazz, blues, etc. •Um Abanando & Dois Assoprando. Repertório clássico do samba e Carna­ val. De 2 a 22/02. Terças e quintas, das 12h30 às 14h30. Sesc Santo Amaro NEI LOPES. O sambista contemporâ­ neo, autor e compositor de grandes su­ cessos, lança o CD Amigo, com compo­ sições do artista e a participação de Dona Ivone Lara, Quinteto em Brancoe-Preto e Toque de Prima. 10 e 11 /02. Sábado, às 21 h. Domingo, às 18h. Sesc Pompéia OSVALDINHO DA CUÍCA E EMBAIXA­ DA PAUUSTANA DO SAMBA. O espe­ táculo apresenta a reunião de alguns dos mais importantes sambistas do Carnaval de São Paulo, como Seo Nenê da Vila Matilde e Dona Shirley de Jesus - primeira Cidadã Samba Paulis­ tana. 13/02, terça, às 20h. Sesc São Caetano QUINTETO EM BRANCO-E-PRETO. Apresenta composições próprias e de reconhecidos compositores do samba de raiz, mostrando comprometimento com a qualidade da MPB. R$2,50 (O) e R$5,00. Ingressos limitados. 16/02, sexta, às 20h. Sesc São Caetano ROCK CONTEMPORÂNEO. O projeto apresenta bandas que pesquisam e produzem rock, destacanao-seno cená­ rio nacional pela ousadia e inquietude. Assessoria do músico Paulo Barnabé. •Objeto Amarelo e PexebaA. Chefia­ da pelo compositor, cantor e instrumen­ tista Carlos Issa, faz um show de rock básico, de garagem dos anos de 1960, punk-rock, com espaço para improvi­


5 contrabaixos são confeccionados em tamanho e proporção adequados às crianças. O público infantil tem ainda, a seu dispor, um conjunto de instrumen­ tos de percussão, desenvolvidos com fins pedagógicos pelo compositor e educador alemão Carl Orff. O CEM está abrindo inscrições para esses cur­ sos no período de 5/0 2 a 3/03 e os in­ teressados devem comparecer no Setor de Matrícula ( Io andar). Para os que querem conhecer sua metodologia de ensino, o CEM estará promovendo au­ las abertas nas áreas de Cordas e Voz, para adultos e crianças. Informe-se! De 5 a 28/02. Segunda a sexta, das 12h30 às 21 h. Sábados, das 9h às 15h. Sesc Consolação CORAL INFANTIL. Para crianças de 7 a 12 anos. Segundas e quartas, das 15h às 1óh. Início 5/03. Duração de 4 me­ ses. 30 vagas. Grátis. De 5 a 28/02. Sesc Consolação

sos e ruídos eletrônicos. De Belo hori­ zonte vêm os integrantes do PexebaA, cujo resultado do trabalho é uma músi­ ca influenciada principalmente pela mistura de punk-rock, jazz, música eru­ dita e étnica. No Teatro. Grátis. Retirar ingressos a partir das 19h30 do dia do show. 3/02, sábado, às 21 h. Sesc Ipiranga ROSAS DE OURO. Apresentação da Ala Juvenil da Escola ae Samba Rosas de Ouro. Na Rua Central e Deck Solarium. 27/02, terça, às 17h. Sesc Pompéia SEIS INTÉRPRETES A PROCURA DE UM AUTOR. Série de shows idealizada pelo Centro Experimental de Música Sesc Consolação, trazendo cantoras que vêm se destacando no cenário mu­ sical atual. Veja a programação. •Carmen Queiroz. Hall de Convivên­ cia. Grátis. 19 e 20/02. Segunda e ter­ ça, às 20h. •Daisy Cordeiro. Hall de Convivência. Grátis. 12 e 13/02. Se­ gunda e terça, às 20h. «Lilian França. Hall de Convivência. Grátis. 21 e 22/02. Quarta e qúinta, às 20h. •Nenê Cintra. Hall de Convivência. Grátis. 7 e 8/02. Quarta e quinta, às 20h. «Olívia. Hall de Convivência. Grátis. 5 e 6/02. Segunda e terça, às 20h. »Tutti Baê. Half de Convivência. Grátis. 14 e 15/02. Quarta e quinta, às 20h. Sesc Consolação YO LA TENGO. Espetáculo da banda de Indie Rock, que tem sua performan­ ce inspirada no rock britânico dos anos de 1960 e no folk, com uma nova so­ noridade. Em seus trabalhos, versões de Kinks e Velvet Underground, entre outros. 14 e 15/02. Terça e quarta, às 21 h. Sesc Pompéia ESCOLA DE SAMBA TOM MAIOR. Pu­

xando o bloco carnavalesco do Sesc Carmo, a bateria da Escola de Samba Tom Maior fará uma homenagem a Adoniran Barbosa na voz do puxador Maradona, além de passear pelos seus principais sambas-enredo. 23/02. Saí­ da às 18h, da unidade Carmo e chega­ da às 18h40, no Poupatempo-Sé para a abertura do show de Jair Rodrigues. Sesc Carmo MÚSICA EM CENA II - Intercâmbio Brasil-França. Este projeto tem por objetivo introduzir o visitante à cultura bretã, as­ sim como apresentar sua riquíssima na­ tureza. Serão apresentados aspectos da cultura, música, festivais, além de uma exposição, sessões de vídeos e ateliê aberto com demonstração da téc­ nica de pintura em porcelana. •Ateliê Aberto. Demonstração de pin­ tura em porcelana com motivos da Bretanhç com o especialista Yves Trodec. Na Área de Convivência. 10 e 11 /02. Sábado e domingo, das 15h às 17h. •Exposição. Exposição de bonecas com trajes típicos, fotos, painéis e car­ tazes, além de obietos da região da Bretanha. Horário de visitação de terça a sexta, das 9h às 21 h, sábados, do­ mingos e feriados, das 9h às 18h, na Área de Convivência. De 8 a 22/02. •Sessões de Vídeo. Documentários contendo os festivais, os costumes, as iguarias, a arquitetura, a música e toda a cultura existente na história da Breta­ nha. Na Sala de Vídeo. 9 a 11/02. Sexta a domingo, das 17h às 20h30. •Shows. Uma série de concertos para dar uma visão panorâmica do universo sonoro brasileiro e bretão e suas in­ fluências. Com os brasileiros Marcelo Costa, Daniel Murray, Guga Murray e os franceses Jean Luc Thomas e Pierrick Tradivel. No Teatro. R$12,00, R$9,00 P ) e R$6,00 (O, ❖). 8 a 11 /02. Quin­ ta a sábado, às 21 h. Domingo, às 20h. •Workshop. Com os músicos bretães Jean Luc Thomas, Phillip Gloaguen e

Pierrick Tradivel. 9 el 0 /0 2 das 13h às 17h. A partir de 14 anos. 20 vagas. Sesc Ipiranga oficinas TÉCNICA VOCAL & INTERPRETAÇÃO. Curso de verão voltado para adoles­ centes interessados em aprofundar co­ nhecimentos nas áreas de técnica vocal e interpretação para teatro. Orientação de Camila Lordy Costa (técnica vocal) e Roberto Audio (interpretação). De 2 a 22/02. Terças e quintas, das 14h às 17h. Sesc Santo Amaro aulas abertas CEM. Oferece aulas abertas gratuitas para os interessados em conhecer a metodologia de ensino. Confira a pro­ gramação: Cordas Adulto - 6 e 22/02, às 18h. Infantil - 8 e 20/02, às 16h30. Voz Adulto - 15 e 22/02, às 14h; 12 e 22/02, às 19h30. Crianças - 12 e 21/02, às 15h. Sesc Consolação

CENTRO EXPERIMENTAL DE MÚSICA SESC CONSOLAÇÃO (CEM). Possui cursos regulares em instrumentos de cordas com arco (violino, violoncelo, viola e contrabaixo), cavaquinho e vio­ lão, que são fornecidos pela entidade para as aulas e estudos individuais, além de atividades voltadas ao canto, com um método próprio de ensino que privilegia a prática musical. O CEM oferece também cursos para crianças nas áreas de cordas, coral, musicalização e instrumental Orff, num trabalho integrado que reforça a coordenação motora, a percepção sonora e a leitura e escrita musical. Para tanto, o CEM conta com um acervo de 125 instru­ mentos de cordas com arco (entre violi­ nos, violas, violoncelos e contrabaixos), dos quais 30 violinos, 15 violoncelos e

GRUPO DE VIOUNO E VIOLA. Ativida­ de de aprimoramento dirigida a quem já toca ou estuda o instrumento. O cur­ so tem aulas coletivas e enfoca predo­ minantemente o aspecto técnico, com revisão das noções básicas, como pos­ tura, relaxamento e afinação. Quintas, das 19h30 às 21 h. Sextas, das 17h30 às 19h30. Início 9/03. Duração de 4 meses. 30 vagas por turma. Entrevista para seleção: 2/03, às 19h30. 3 x R$15,00 ou 2 x R$20,00 (O) e 3 x R$23,00 ou 2 x R$31,00 (□). De 5 a 28/02. Sesc Consolação GRUPO DE VIOLONCELOS. Atividade de aprimoramento dirigida a quem já toca ou estuda o instrumento. O curso tem aulas coletivas e enfoca predomi­ nantemente o aspecto técnico, com revi­ são das noções básicas, como postura, relaxamento e afinação. Segundas, das 18h às 19h30. Início 12/03. Duração de 4 meses. 14 vagas. Entrevista para seleção: 5/03, às 19h. 3 x R$15,00 ou 2 x R$20,00 (O) e 3 x R$23,00 ou 2 x R$31,00 (Q). De 5 a 28/02. Sesc Consolação HARMONIA E CHORINHO PARA CAVAQUINHO. Execução dos princi­ pais temas do chorinho e introdução à harmonia para o cavaquinho. Exige-se conhecimento de cifras. Quin­ tas, das 19h30 às 21h30. Início 15/03. Duração de 4 meses. Míni­ mo de 10 e máximo de 20 alunos por turma. Entrevista para seleção dia 8 /0 3 , às 19h30. R$60,00 (Q) e R$90,00 (Q), taxa bimestral. De 5 a 28/02. Sesc Consolação INICIAÇÃO AO CAVAQUINHO. Curso de iniciação à técnica do ins­ trumento, em aulas coletivas. Sába­ dos, das 13h30 às 15h30. Início 10/03. Duração de 4 meses. M íni­ mo de 10, máximo de 20 alunos por turma. Entrevista para seleção: 3 /0 3 , às 9h30. R$60,00 (O) e R$90,00 (Q), taxa bimestral. De 5 a 28/02. Sesc Consolação

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Música INICIAÇÃO AO VIOLÃO. Curso de ini­ ciação à técnica do instrumento, em au­ las coletivas. Serão oferecidas 3 tur­ mas: Turma A: quartas, das 19h às 21 h. Duração de 4 meses. Mínimo de 10 e máximo de 20 alunos. Entrevista para seleção: 3/03, às 19h. R$60,00 (O) e R$90,00, taxa bimestral. Turma B: sábados, das 9h30 às 11 h30. Início 10/03. Duração de 4 meses. Mínimo de 10 e máximo de 20 alunos. Entrevis­ ta para seleção: 3 /0 3, às 9h30. R$60,00 (O) e R$90,00, taxa bimes­ tral. Turma C: sábados, das 13h30 às 15h30. Início 10/03. Duração de 4 meses. Mínimo de 10 e máximo de 20 alunos. Entrevista para seleção: 3/03, às 13h30. R$60,00 (O) e R$90,00, taxa bimestral. De 5 a 28/02. Sesc Consolação INICIAÇÃO AO VIOUNO, VIOLONCELO E CONTRABAIXO PARA CRIANÇAS. Ati­ vidade baseada em metodologia própria do Sesc, oferece às crianças a oportuni­ dade de conhecer e começar a aprender a tocar algum desses instrumentos. Não é preciso ter o instrumento. As aulas são co­ letivas e a integração em um conjunto de cordas é feita desde o começo. Terças e quintas, das 16h30 às 17h30. Início 6/03. Duração de 4 meses. 20 vagas. 3 x R$14,00 ou 2 x R$18,00 (O) e 3 x R$20,00 ou 2 x R$27,00 (□). De 5 a 28/02. Sesc Consolação INICIAÇÃO AO VIOLINO, VIOLONCE­ LO E CONTRABAIXO. Curso que possui metodologia própria aue vem sendo desenvolvida há mais de 20 anos pelo Sesc. As aulas são coletivas e promo­ vem a integração dos instrumentos em um conjunto de cordas desde seu início. Não é exigida nenhuma experiência musical anterior. Terças e quintas, das 18h às 19h30. Início 6/03. Duração de 4 meses. 30 vagas para violino e viola, 14 vagas para violoncelo, 8 va­ gas para contrabaixo. 3 x R$27,00 ou 2 x R$36,00 (O) e 3 x R$40,00 ou 2 x 54,00 (□). De 5 a 28/02. Sesc Consolação MÚSICA E INFORMÁTICA. Atividade voltada à utilização do computador na música, abordando desde princípios básicos de hardware e software até os programas dedicados, com noções de trabalho em estúdio, produção e publi­ cação musical, além ae informações so­ bre áudio e midi. Segundas, das 20h às 22h. Início 5/03. Duração de 2 meses. 15 vagas. R$22,00 (O) e R$33,00 (□). De 5 a 28/02. Sesc Consolação MUSICAUZAÇÃO. Para crianças de 7 a 9 anos. Atividades lúdicas e jogos com instrumental apropriado, para um primei­ ro contato com a apreciação e o fazer musical em grupo. Segundas e quartas, das 14h às 15h. Início 5/03. Duração de 4 meses. 15 vagas. Grátis. De 5 a 28/02. Sex Consolação MUSICAUZAÇÃO ATRAVÉS DA INFOR­ MÁTICA. Atividade que aborda os fun­ damentos básicos da linguagem musical com a utilização do computador e de­ mais recursos tecnológicos. Segundas,

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das 15h30 às 17h. Início 7/05. Dura­ ção de 2 meses. 20 vagas. R$17,00 (o) e R$25,00 (d - De 5 a 28/02. Sex Consolação MUSICAUZAÇÃO ATRAVÉS DOS INS­ TRUMENTOS DE CORDAS. Esse curso visa despertar o interesse pelo estudo dos instrumentos musicais, suas origens, aplicações e peculiaridades dentro do universo musical, através de aulas ilus­ tradas, workshops e audições comenta­ das. Segundas, das 15h30 às 17h. Iní­ cio 5/03. Duração de 4 meses. 20 va­ gas. 3 x R$13,00 ou 2 x R$18,00 (o) e 3 x R$20,00 ou 2 x R$27,00 (d - De 5 a 28/02. Sex Consolação OFICINA DE VOZ PARA TERCEIRA IDA­ DE. Estão abertas as inscrições para a Oficina de Voz da Terceira Idade. Inscri­ ções no Setor de Matrícula, 1° andar. Iní­ cio 6/03. Terças e quintas, das 15h30 às 16h30. Somente para os matricula­ dos no Programa da Terceira Idade do Sesc Consolação. Grátis. De 5 a 28/02. Sex Consolação OFICINAS DE VOZ. Esse curso não exige experiência anterior e o objetivo é propor­ cionar aos interessados uma vivência mu­ sical prática através da voz. Serão ofere­ cidas três turmas: turma A: segundas e quintas, das 14h às 15h30. Início 5/03. Duração de 4 meses. 35 vagas. 3 x R$23,00 ou 2 x R$31,00 (O) e 3 x R$35,00 ou 2 x R$47,00 (□). Turma B: terças e quintas, das 19h30 às 21 h. Início 6/03. Duração de 4 meses. 35 vagas. 3 x R$23,00 ou 2 x R$31,00 (o) e 3 x R$35,00 ou 2 x R$47,00 (d- Turma C: segundas, das 18h às 20h. Início 5/03. Duração de 4 meses. 35 vagas. 3 x 16,00 ou 2 x 21,00 (O) e 3 x R$25,00 ou 2 x R$32,00 (d - De 5 a 28/02. Sex Consolação ORQUESTRA DE CORDAS INFANTIL Essa é uma atividade de aprimoramento dirigida a quem já toca ou estuda algum desses instrumentos. Terças e quintas, das 15h às 16h30. Início 13/03. Entrevistas para seleção em 6/03, às 15h30. Dura­ ção de 4 meses. 20 vagas. 3 x R$21,00 ou 2 x R$27,00 (O) e 3 x R$30,00 ou 2 x R$40,00 (d - De 5 a 28/02. Sex Consolação ORQUESTRA ORFF. Para crianças de 10 a 12 anos. Trabalho de criação e inter­ pretação musical com base no instru­ mental de percussão desenvolvido pelo educador e compositor alemão Carl Orff. Segundas e quartas, das lóh às 17h. Início 5/03. Duração de 4 meses. 15 vagas. 3 x R$14,00 ou 2 x R$18,00 (O) e 3 x R$20,00 ou 2 x R$27,00 (□). De 5 a 28/02. Sex Consolação

PRÁTICA DE ORQUESTRA DE COR­ DAS. O objetivo dessa atividade é for­ necer a quem está estudando um ins­ trumento de cordas (violino, viola, vio­ loncelo ou contrabaixo) a oportunida­ de de colocar em prática sua técnica, desenvolvendo ao mesmo tempo sua capacidade de interpretação e o co­ nhecimento do repertório existente para essa formação. Quartas e sex­ tas, das 19h30 às 21 h30. Início 7/0 3 . Duração de 4 meses. 50 vagas. Entrevista para seleção: 2/0 3 . 3 x R$36,00 ou 2 x .R$49,00 (o) e 3 x R$54,00 ou 2 x R$73,00 (□). De 5 a 28/02. Sesc Consolação PRÁTICA DE VIOLÃO. Atividade dirigi­ da a quem já toca ou estuda o instru­ mento, para aprimoramento técnico e formação de repertório. Terças, das 19h às 21 h. Início 13/03. Duração de 4 meses. Mínimo de 10 e máximo de 20 alunos por turma. Entrevistas para seleção: 6/03, às 19h. R$60,00 (o) e R$90,00 (o), taxa bimestral. De 5 a 28/02. Sesc Consolação PRÁTICA VOCAL Dirigido para pes­ soas que já possuem alguma experiên­ cia anterior em canto coral ou grupo vocal. Segundas e quartas, das 20h às 22h. Início 12/03. Duração de 4 me­ ses. 30 vagas. Entrevista para seleção: 5/03, às 18h30. 3 x R$36,00 ou 2 x R$49,00 (O) e 3 x R$54,00 ou 2 x R$73,00 (□). De 5 a 28/02. Sesc Consolação TÉCNICA VOCAL. Dirigido a pes­ soas com alguma experiência na área coral/vocal e visa o desenvol­ vimento da técnica do canto através de exercícios em aulas coletivas. Quintas, das 18h às 19h30. Início 8 /0 3 . Duração de 4 meses. Entre­ vista para seleção: 1°/0 3 , às 18h. Duração de 4 meses. 20 vagas. 3 x R$16,00 ou 2 x R$21,00 (O) e 3 x R$25,00 ou 2 x R$32,00 (□). De 5 a 2 8 /0 2 . Sesc Consolação serviços MÚSICA NA EMPRESA. As empre­ sas de comércio podem contar com mais um serviço do Sesc, um pro­ grama de apoio ao lazer especiali­ zado na área musical, que oferece suporte para a organização de gru­ pos (corais infantis e adultos) e eventos (festivais musicais e encon­ tros de corais). As empresas inte­ ressadas em utilizar essa assessoria deverão entrar em contato com o Centro Experimental de Música do Sesc Consolação. Veja a programaSesc Consolação

PRÁTICA DE CAVAQUINHO. Introdução à leitura rítmica e melódica através de re­ pertório adaptado ao instrumento. Sába­ dos, das 9h30 às llh 3 0 . Início 10/03. Duração de 4 meses. Mínimo de 10 e máximo de 20 alunos por turma. Entrevis­ ta para seleção dia 3/03, às 13h30. R$60,00 (O) e R$90,00 (□). Taxa bimes­ tral. De 5 a 28/02. Sex Consolação

RESIDÊNCIA CORAL. Atividade vol­ tada às empresas interessadas em formar corais com seus funcionários, sob a orientação dos técnicos do Sesc, ou mesmo para aquelas que já possuem grupos, mas necessitam de salas de ensaio. Informações através do telefone 234-301 2 e 234-3013. Sesc Consolação

C ultura bretã

II

A m úsica b retã é reco n h ecid a no m undo como sendo um ram o das m úsicas celta s , da mesma form a que suas p rim a s , as músicas escocesa e irla n d e s a . A c u ltu ra b retã é m uito lig ad a a h is tó ria da re g iã o . Os bretões ten do co nservado suas trad içõ es o ra is , suas canções e suas danças m an tiv e ra m o único bastião para salva g u a rd a r sua id e n tid a d e . No fim dos anos 60 , a c u ltu ra b retã d esp erto u sob os auspícios do m úsico G le n m o r, que colocou a tra d iç ã o dos bardos na ordem do d ia . H o je em d ia , os a rtis ta s bretões são conhecidos em todo o m u ndo, as árias tra d ic io n a is são cantadas com roupagem m o d ern a e os in s tru m e n to s antigos d iv id e m h a rm o n io s a m e n te a atenção dos artistas com in stru m en to s m o dernos. Enfim , a m úsica b retã não tem m ais vergo nha de suas raízes e m o stra ao m undo uma nova fa c e ta , longe dos clich ês. Pois é p arte dessa h is tó ria que o p ú b lic o do Sesc Ip ira n g a p oderá con hecer este mês d u ra n te o p ro je to

M ú s ic a Em C e n a I I - In t e r c â m b i o B r a s il F r a n ç a . D u ra n te o

even to serão apresentados aspectos da c u ltu ra , m úsica, fe s tiv a is , além de uma exposição, sessões de vídeos e a te liê ab erto com dem o n stração da técnica de p in tu ra em po rc e la n a . C o n fira a pro g ram ação no R o te iro .


Pança aulas abertas CORPO LEGAL Programação especial de verão, que engloba linhas de trabalho desenvolvidas para atividades esportivas e de condicionamento físico. •Fantasias e Adereços de Carnaval. A partir do reaproveitamento de material como papel, tecido, contas, plástico e bor­ racha, etc., serão criados adereços de mão, máscaras e fantasias de Carnaval. Com Cia. de Artes do Baque Bolado. Grátis. De 25 a 27/02. Domingo a terça, das 13h30 às 15h30. Sesc Belenzinho DANÇA. Estimula a criatividade e a ex­ pressão através de vários tipos de dança, como jazz, balé moderno, técnicas de im­ provisação e composição de movimentos rítmicos, entre outros. •Recreativa. Com movimentos soltos e a musculatura relaxada, é possível familiari­ zar-se com diversos ritmos. Com supervi­ são de técnicos do Sesc. Grátis. De 7 a 28/02. Quartas e sextas, às 1Th. Sesc Belenzinho DANÇA AFRO-BRASILEIRA. Desenvolve o movimento expressivo através da fusão do canto, música e dança negra primitiva e contemporânea. Com Álvaro Santos e percussão de Valmir Fomel. Sala 1,1 ° an­ dar. 25/02, domingo, às 13h. Sesc Pompéia DANÇA DE SALÃO. Aprendizado de rit­ mos típicos dos salões de baile de várias épocas e regiões: bolero, tango, rumba, mambo, salsa, merengue, lambada, sam­ ba, rock, valsa, etc. oSamba. Com Sérgio Villas Boas e Neide Carvalho. Deck Solarium. Grátis. 10 e 11 /02. Sábado e domingo, às 12h. Sesc Pompéia DANÇA PARA TODOS. Durante o Sesc Verão, ofereceremos aulas abertas para todos os freqüentadores da unidade. Vá­ rios profissionais demonstrarão e ensina­ rão alguns ritmos que animam os salões de baile, com destaque para as seguintes modalidades: •Dança de Salão. Com Ricardo Liendo. 3 e 10/02, sábados, às 15h. oRitmos Baia­ nos. Com Álvaro Santos. 17/02, sábado, às 14h. Sesc Haquero PROJETO SESC VERÃO - CORPO LEGAL Programação especial de verão, que en­ globa linhas de trabalho desenvolvidas para atividades esportivas e de condicio­ namento físico. •Danças Afro-Brasileiras. Desenvolve o movimento expressivo através da fusão do canto, música e dança negra primitiva e contemporânea. Com Cia. de Artes Ba­ que Bolado. A partir de 12 anos. Grátis. De 11 a 18/02. Quarta e sexta, às 15h30 e 19h30. Sábado e domingos, às 15h30. «Danças Populares. Aprendiza­ do de danças populares brasileiras como maracatu, coco e carimbó, com música ao vivo. Com Cia. de Artes Baque Bola­ do. A partir de 12 anos. Grátis. 2, 7, e 9/02. Quarta e sextas, às 15h30 e 19h30. 3 e 4/02. Sábado e domingo, às 15h30. «Ritmos de Carnaval. Ritmos mais populares do carnaval brasileiro, de norte a sul, como afoxé, samba-regaae e frevo. Com Cia. de Artes Baque Bolado.

Grátis. 21 e 23/02. Quarta e sexta, às 15h30 e 19h30. 25, 26 e 27/02. Do­ mingo, segunda e terça, às 15h30. Sesc Belenzinho SAMBA. Dança de salão. Aprendizado de ritmos típicos dos salões de baile de várias épocas e regiões. Com Sérgio Vil­ las Boas e Neide Carvalho. Área de Con­ vivência. Grátis. 10 e 11/02. Sábado e domingo, às 16h. Sesc Pompéia

BALE CLÁSSICO. Técnica que trabalha os segmentos do corpo, buscando a plastici­ dade dos movimentos, com ênfase na postura, coordenação motora e consciên­ cia corporal. Com Mina Pires. De 15 a 55 anos. R$17,00 (O) e R$34,00. Sábados, às 11 h45. Sesc Pompéia BIODANÇA. Desenvolvida através da dança, música, emoção e movimento, uti­ lizando-se da integração e desenvolvi­ mento dos potenciais humanos. Para ma­ triculados no Sesc. De 15 a 55 anos. Os participantes devem utilizar roupas ade­ quadas e trazer cadeado para utilização no vestiário. Com llson Barros. R$25,00 (Q) e R$50,00. Sextas, às 19h. Sesc Pompéia

CURSOS DE VERÃO. Os cursos, com du­ ração de 2 meses, englobarão 28 opções nas modalidades de Artes Marciais, Gi­ nástica, Técnicas Alternativas e Dança. Daremos ênfase nos cuidados com a saú­ de e como evitar possíveis lesões, aborda­ dos de acordo com as especificidades das modalidades. •Dança Afro. Desenvolve a expressão corporal aliando movimento, canto e dança negra primitiva e contemporânea. A partir de 15 anos. Com Marcos Miran­ da. R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Até 22/02. Terças e quintas, às 18h30. •Dança de Salão. Aprendizado de ritmos latinos como rumba, cumbia, salsa e me­ rengue. A partir de 15 anos. Com Ari Matos. R$20,00 {□) e R$10,00 (O). Até 24/02. Sábados, às 14h. oDança do Ventre. Trabalho de conscientização cor­ poral, explorando diferentes dinâmicas ue compõem a dança do ventre, como a ança dos véus, a dança de chão, da ser­ pente, a beduína ou folclórica. A partir de 15 anos. Com Angélica Rovida. R$20,00 (□te R$10,00 (O). Até 24/02. Sábados, às 10h30. oDança Flamenca. Curso que integra a dança de origem espanhola, por meio da dança, música e ritmo mar­ cado particularmente pelas batidas de palmas e pés. A partir de 15 anos. Com Débora Nefucci. R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Até 24/02. Sábados, às 16h. Sesc Vila Mariana DANÇAS BRASÍLJCAS. Utilizará técnica desenvolvida e pesquisada pelo Balé Po­ pular do Recife, cuja fonte são as manifes­ tações folclóricas e primitivas, resultando num gestual próprio. A ênfase será dada às danças do ciclo carnavalesco: Frevo, Maracatú, Reisado, Ciranda, Coco, Xaxado. Com o bailarino ngelo Madureira (Balé Popular do Recife). & 12 a 16/02, das 19h30 às 21 h30. Público a partir de 14 anos. R$5,00, R$10,00 e R$15,00.

De 12 a 16/02. Segunda a sexta, das 19h30 às 21 h30. Sesc Pinheiros DANÇAS CIRCULARES. Tradi­ ções vivenciadas por pessoas que se identificam por com­ partilhar elementos culturais ou raciais comuns, caracteri­ zados por sincronicidade de sons e movimentos que ex­ pressam a história e os senti­ mentos de um povo. Quartas, às 14h. R$15,00. Quartas, às 20h. R$25,00 (O) e R$50,00 (d). 30 vagas por horário. Sesc Pinheiros DANÇA AFRO-BRASILEIRA. Desenvolve o movimento ex­ pressivo através da fusão do canto, música e dança negra primitiva e contemporânea. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Turmas mensais. Inscri­ ções diretamente com o pro­ fessor, sextas, às 20h. Dança de Salão. Confira no Roteiro Sesc Pompéia. Com Álvaro Santos e percussão de Valmir DANÇA DO VENTRE Fomel. De 15 a 55 anos. R$20,50 (O) e Sesc Carmo. Acima de 16 anos. R$19,00 R$41,00. Sábados, às 13h. (O) e R$38,00. Sextas, às 17h e 18h30. Sesc Consolação. A partir de 15 anos. 30 DANÇA DE SALÃO. Aprendizado de vagas por turma. R$28,00 (O) e R$56,00 ritmos típicos dos salões de baile de vá­ (□). De 15/01 a 15/12. Sextas, às 19h. rias épocas e regiões: bolero, tango, Sábados, às 12h45. rumba, mambo, salsa, merengue, lam­ Sesc Ipiranga. Iniciação e Aperfeiçoa­ bada, samba, rock, valsa, etc. mento. A partir de 1ó anos. Iniciação, às Sesc Belenzinho. Com Ricardo Liendo. 14h30, na Sala 3. Aperfeiçoamento, às 40 vagas. Acima de 16 anos. 2 aulas 1óh, na Sala 4. Inscrição com o professor semanais. R$50,00 e R$25,00 (O). no horário de aula. R$44,00, R$29,00 Terças e quintas, às 19h, 20h e 21 h. (MIS) e R$22,00 (O). R$20,00 (acima de 55 anos) e Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. SeR$10,00 (O, ♦). Terças e quintas, às 1 is e quartas, às 20hl5. R$38,50 15h e 1óh. Preços promocionais: 19h, ?$77,00 (□). Sextas, às 20h30. Sá20h ou 21 h. Terças e quintas, às 15h e , às 1Oh e 11 h30. R$27,50 (O) e 1óh (preços promocionais às 19h, 20h R$55,00 (□). Turmas mensais, inscrições ou 21 h). diretamente com a professora. Sesc Belenzinho. Com Ricardo Liendo. Sesc Pompéia. Com Fátima Stella Braga. 40 vagas. Acima de 16 anos. 2 aulas De 15 a 55 anos. Iniciante, R$26,00 (O) semanais. R$50,00 e R$25,00 (O). e R$52,00. Quartas, às 19h. Terças e quintas, às 19h, 20h e 21 h. R$20,00 (acima de 55 anos) e DANÇA FLAMENCA R$10,00 (O, ♦). Terças e quintas, às Sesc Ipiranga. Iniciação. A partir de 16 15h e lóh. Preços promocionais às anos. Na Sala 3. Inscrição com o profes­ 19h, 20h ou 21 h. De 6 a 28/02. Ter­ sor no horário de aula. R$60,00, ças e quintas, às 15h e lóh (preços R$40,00 (MIS) e R$30,00 (O). Sábados, promocionais às 19h, 20h ou 21 h). às 13h. Sesc Carmo. Acima de 16 anos. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$19,00 (O) e R$38,00. De Ó/02 a R$26,50 (O) e R$53,00 (□). Turmas men­ 11/12. Terças, às 11 h. sais. Inscrições diretamente com a profes­ Sesc Consolação. R$25,00 (O) e sora. Sábados, às 9h30 e 11 h. R$50,00 (□). 40 vagas. Segundas e Sesc Pompéia. Com Daniela Libâneo e quartas, às 19h30. Fábio Sardo. De 15 a 55 anos. R$35,50 Sesc Ipiranga. Iniciação. A partir de (O) e R$60,00. Sextas, às 18h30. Sába­ 16 anos. Na Safa 3. Inscrição com o dos, às lóh. professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (□) e R$22,00 (O). DANÇA INDIANA Terças e quintas, às 19h30. Sábados, Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. às lóh. R$30,00 (O) e R$60,00 (usuário). Turmas Sesc Ipiranga. Aperfeiçoamento. A mensais. Inscrições diretamente com a partir de 16 anos. Na Sala 4. Inscrição professora. Sextas, às 20h. com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (□) e R$22,00 (O). JAZZ. Com Mina Pires. De 15 a 55 anos. Sábados, às 14h30 Iniciante: R$16,00 (O) e R$32,00. Inter­ Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. mediário I: R$17,00 (O) e R$34,00. Inter­ Sábados às 1Oh, 11h30, 13h e mediário II: R$19,00 (O) e R$38,00. Sá­ 14h30. R$25,00 (O) e R$50,00 (□). bados. Iniciante, às 9h30; Intermediário I, Turmas mensais, inscrições diretamente às 10h30; Intermediário II, às 13h. com o professor, sábados, às lOh, Sesc Pompéia 11h30, 13h e 14h30.

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Literatura

Artes Plásticas

BIBLIOTECA Sesc Carmo. As aquisições O Talentoso Mr. Ripley, de Patricia Highsmith; Em Busca de Cézanne, de Peter Mayle, e As Mentiras Que os Homens Contam, de Luis Fernando Verissimo, fazem parte das novas obras adquiridas. Além disso, a biblioteca tem 6.900 vol­ umes de obras diversificadas para con­ sulta e empréstimo. Grátis. Segunda a sexta, das 1Oh às 19h. Sesc Pompéia. Oferece livros de arte, lit­ eratura e histórias em quadrinhos. Entre as novas aquisições, estão A Caverna, de José Saramago; O Sul, de Colm Tóibín, e O Homem Que Matou o Escritor, de Sérgio Rodrigues. Grátis. De 9/01 a 9/12. Terça a sábado, das 9h às 21 h30. Domingos e feriados, das 9h às 20h30. espaço lúdico ESPAÇO LÚDICO. Espaço para leitura, jogos e brincadeiras, dedicado ao públi­ co infanto-juvenil, onde é possível desen­ volver habilidades e estimular a criativi­ dade com jogos educativos. Grátis. Segunda a sexta, das 9h às 19h. Sesc Carmo serviços SALA DE LEITURA Sesc Pompéia. Os principais jornais e revistas, nacionais e importados, para consulta. Grátis. Terça a sábado, das 9h às 21 h30. Domingos e feriados, das 9h às 20h30. Sesc Itaquera. Descontração e lazer para o público de todas as idades num espaço com revistas da atuali­ dade, jornais, livros infantis e jogos. De 3/Ó1 a 28/02. Quarta a aomingo, das 9h às 17h. Sesc Carmo. Área de convivência para recreação e lazer destinada ao público de Iodas as idades, com jornais, revistas nacionais e estrangeiras, gibis e joqos de mesa. Grátis. Segunda a sexta, das 9h às 19h.

Multimídia PLUGSESC. Term inal de com­ putador para consultas, coloca­ do à disposição dos freqüenta­ dores para acesso à Internet e consulta de CD-ROM, enrique­ cendo as fontes de inform ação da Ilha de Leitura. Grátis. Área da Convivência. Terça a sexta, das 8h30 às 21 h. Sábados, do­ mingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Ipiranga SALA DE LEITURA, JOGOS E M U LTIMÍDIA. Espaço de convi­ vência com jornais, revistas, computador com acesso à In­ ternet, CD-ROM e exposição de fotos. De 3/01 a 31/12. Quartas a domingos e feriados, das 9h Sesc Interlagos

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Fabiano Gonper, na Galeria do Sesc Paulista exposiçoes DIMENSIONÁVEIS. Aliando pesquisa e invenção, o paraibano Fabiano Gonper faz sua primeira exposição individual em São Paulo. Propõe um desafio ao olhar contaminado pelos excessos da produção visual contemporânea unindo a visão ao tátil, o tátil ao pensamento, o pensamento ao objeto, o objeto à lin­ guagem. Para compor o conjunto de obras denominadas "Dimensionáveis", Gonper explora a inalterabilidade cor­ riqueira de paredes brancas nas quais emprega filetes de ferro pintados de preto, instaurando campos brancos que enquadram e instalam geometrismos. Sem molduras ou quaisquer tipos de suporte, o artista traz a pareae para dentro dos espaços vazados pelos filetes de metal preto. Ou, em movimento inver­ so, vaza a parede com linhas que dimensionam o olhar em direções virtu­ ais e reais. Tempo e espaço interpenetram-se enquanto forma e fundo da obra. Galeria Sesc Paulista, avenida Paulista, 119, térreo. Fone: 31793741/3740. De 2/02 a 2/03. Segunda a sexta, das 1Oh às 19h30. Sesc Paulista HILDA HILST. O projeto "Hilda Hilst", que tem a curadoria de Gisela Magalhães, é uma instalação cenográfica que ocupa uma área de 650m2 com elementos per­ tencentes ao universo da escritora, que estão presentes tanto no espaço em que ela vive quanto nas referências recorren­ tes em seus textos poéticos. Há, também, um palco no qual serão representados textos dramáticos de Hilda Hilst. Área de Convivência. Grátis. Até 4/02. Terça a domingo, das 1Oh às 21 h. Sesc Pompéia SÃO PAULO NAS LENTES DE MAURÍ­ CIO CARDIM. Exposição fotográfica em comemoração ao 447° aniversário da cidade de São Paulo, na Sala de Leitura, Jogos e Multimídia. De I o a 28/02.

Quartas a domingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos exposição de fotos SAO PAULO VISTA DE PERTO. Mostra do fotógrafo Nilton Silva. Essa exposi­ ção procura mostrar São Paulo de uma forma diferente. Como se fosse um pas­ seio em um dia sem pressa, o especta­ dor vai poder reparar em detalhes que não costuma notar. Vai poder brincar com a cidade, deixando que ela se mostre de uma forma nova. diferente. Grátis. Até 28/02. Segunda a sexta, das 1Oh às 19 k Sábados, das 1Oh às 18h. Sesc Santo Amaro

23/02. Terça a sexta, das 19h às 21h30. Sesc Pompéia

BUUTERIA EM CERÂMICA. Todo o pro­ cesso de modelagem, esmaltação e aca­ bamento da peça. ComOey Eng Goan, ceramista. 12 vagas. A partir de 13 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 6 a 9/02. Terça a sexta, das 15h às 18h. Sesc Pompéia BUUTERIA FIMO. Confecção e todo o processo de criação e acabamento da peça utilizando massa colorida. Com Oey Eng Goan, ceramista. 12 vagas. A partir de 13 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 13a 16/02. Ter­ ça a sexta, das 15h às 18h. Sesc Pompéia

aulas abertas ARTISTAS E ARTEIROS. As Oficinas de Criatividade oferecem mais um espaço onde o público poderá experimentar diversos materiais e técnicas, participar de construções coletivas e ter contato com diferentes linguagens artísticas, com dinâmicas ágeis e interativas. Com participação livre e sem limite de idade, esse projeto amplia as possibili­ dades do prazer criativo, em que cada participante terá a liberdade de criar durante o tempo que quiser e quando quiser, nas propostas apresentadas: "Escada de Jacó", "Teatro de Silhue­ tas", "Rabo de Gato" e "Instrumentos de Imaginar". Com Francisco Marques Rocha (Chico dos Bonecos), arte-educador. Grátis. De 3 a 18/02. Sábados e domingos, das 14h às 17h. Sesc Pompéia

DESENHO E PINTURA. Desenho de ob­ servação e pintura, utilizando vários ma­ teriais. Noções básicas de luz e sombra, composição, proporção, teoria da cor, fi­ gura e abstração. Com Lúcia Lacourt, ar­ tista plástica. 15 vagas. A partir de 13 anos. Grátis. De 13 a 23/02. Terça a sexta, das 14h às 17h. Sesc Pompéia

CRIANDO NAS FÉRIAS. Aulas abertas utilizando técnicas e materiais varia­ dos. Com Cláudia Meneguello da Cos­ ta, artista plástica. 20 vagas. A partir de 13 anos. Grátis. Até 2/02. Terça a sexta, das 14h às 17h. Rosa Maria Gonçalves, artista plástica. 20 vagas. A partir de 13 anos. Grátis. De 6 a

FOTOGRAFIA. Do olhar descompromissado ao compromisso com a imagem fo­ tográfica. Um passeio visual sobre a ci­ dade de São Paulo enfocando o arquite­ tônico e o humano. Com o fotógrafo Marco Aurélio Olímpio. Dias 10 e 17/02 e 3 e 10/03, das 9h às 14h. R$5,00 (O), R$10,00 (□) e R$15,00. De

CERÂMICA. Iniciação às técnicas bási­ cas e esmaltação. Com Oey Eng Goan, ceramista. 15 vagas. A partirde 15 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 6 a 16/02. Terça a sexta, das 19h às 21h30. Sesc Pompéia


Cinema & V i de o 10/02 a 10/03. Sábados, das 9h às 14h. Sesc Pinheiros HISTÓRIA EM QUADRINHOS. Nessa oficina, os participantes aprendem um pouco da nistória dos quadrinhos no mundo, com uma gibiteca com 300 vo­ lumes, desenvolvendo a partir daí técni­ cas de proporção, movimentos, anato­ mia, expressões, onomatopéias, etc., encerrando-se a oficina com a edição de uma revista em quadrinhos em preto-e-branco (xerox), montada e editada pela turma. Com o cartunista Paulo Talarico. Público a partir de 12 anos. R$5,00, R$10,00 e R$15,00. De 5 a 9/02. Segunda a sexta, das 19h às 21 h30. Sesc Pinheiros JOGOS DE TABULEIROS DO MUNDO. Resgatar jogos de povos distantes com suas diversas características culturais e tradicionais. Confecção de jogos e o ato de jogar. Com Renata Meirelles, arteeducadora. 20 vagas. A partir de 13 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 20 a 23/02. Terça a sexta, das 14h às 17h. Sesc Pompéia

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LIVRO DE PANO. Desenvolver histórias da sua imaginação ou da realidade e transformá-las em um livro de pano. O material utilizado como suporte será te­ cido de algodão, e sobre ele utiliza-se pintura, colagem, desenho e costura. No final das oficinas, os participantes terão confeccionado seu próprio livro de histórias. Com a artista plástica Silvana Marcondes. Público a partir de 14 anos. R$5,00, R$10,00 e R$15,00. De ó a 9/02. Terça a sexta, das 14h às lóh. Sesc Pinheiros MANDALAS. Breve histórico, significa­ do e utilização no dia-a-dia, trabalhan­ do com o equilíbrio interior e criando a sua própria mandala. Com Tan Keng Nio de Lima, artesã. 12 vagas. A partir de 13 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 20 a 23/02. Terça a sexta, das 14h às 17h. Sesc Pompéia MARCHETARIA. Técnica que consiste em formar mosaicos a partir da mistura dos vários tipos, texturas e cores natu­ rais da madeira, para aplicação em objetos de arte e utilitários, como cai­ xas, relógios, quadros decorativos. Com Cesar Terranova, arte-educador. 10 vagas. A partir de 15 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 13 a 23/02. Terça a sexta, das 14h Sesc Pompéia OFICINAS DE CRIATIVIDADE - CUR­ SOS PERMANENTES. Em março reco­ meçam os cursos permanentes das Ofi­ cinas de Criatividade: cerâmica, tape­ çaria, marcenaria, fotografia, desenho e pintura, violão, flauta doce, cavaqui­ nho, canto e teatro. Maiores informa­ ções a partir do dia 5/02. De 5 a 23/02. Terça a sexta, das 13h às 22h. Sábados e domingos, das 9h às 18h. Sesc Pompéia

RAKÚ. Preparação do barro, constru­ ção de peças, secagem, queima e esmaltação. Com Oey Eng Goan, ceramista. 12 vagas. A partir de 17 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). De 20 a 23/02. Terça a sexta, das 19n às 21 h30. Sesc Pompéia RECICLANDO O PLANETA. Confecção de jogos, brinquedos e objetos variados a partir da reutilização de embalagens. Com Augusto Citrangulo, artista plásti­ co. 15 vagas. A partir de 15 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Até 2/02. Terça a sexta, das 19h às 22h. Sesc Pompéia fotografia PROCESSOS ARTESANAIS NA FOTO­ GRAFIA. Apresentação histórica dos principais processos fotográficos. Reali­ zação prática da cianotipia e do papel salgado. Com Eugênio Frediani Neto, fotógrafo. 15 vagas. A partir de 18 anos. R$24,00, R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Até 2/02. Terça a sexta, das 14h às 17h. Sesc Pompéia PROJETO CIRCUNVIZINHANÇA. Re­ gistro fotográfico da história do Belenzinho, pelo fotógrafo Gal Oppido. O ob­ jetivo é revelar o lado humano do bair­ ro, por meio de seus personagens: mo­ radores, trabalhadores e passantes dos arredores. Grátis. De 17/02 a l°/0 4 . Sesc Belenzinho

A " n OITE. F rança/Itália, 1961, 120 min. Direção de Michelangelo Antonioni. Após dez anos de casa­ mento, um casal enfrenta proble­ mas de coexistência. Com Jeanne Moreau e Mareei Io Mastroiani. Có­ pia restaurada. Às 14h45, 17h, 19h15 e 21h30. CineSesc

2 Ê Ê Ê COTIDIANO. Atividades men­ sais que têm como objetivo o desenvol­ vimento estético a partir da linguagem característica da arte-artesanafo, que une a criação ao uso, aplicada à con­ fecção de elementos e objetos utilitários do nosso cotidiano. A partir de 15 anos. De 13 a 23/02. Terça a sexta, das 19h às 21 h30. Sesc Vila Maria na

ESPECIAL INFANTIL. Agende sua escola e seu grupo para assistir aos filmes Os Três Zuretas, Kiriku e Menino Maluquinho 1 e 2. De segunda a sexta às 10h30. CineSesc

FANTASIAS E ADEREÇOS DE CARNA­ VAL A partir do reaproveitamento de material, como papel, tecido, contas, plástico, borracha, etc., serão criados adereços de mão, máscaras e fantasias de Carnaval. Com Cia. de Artes do Ba­ que Bolado. Grátis. De 25 a 27/02. Domingo a terça, das 13h30 às 15h30. Sesc Belenzinho MÁSCARA DE GESSO. Oficina de máscara utilizando como molde o pró­ prio rosto e a técnica com gesso. Orientação de Ricardo Graberth. Aci­ ma de 15 anos. No Estúdio 2. Grátis. Inscrições prévias na Área de Convi­ vência. 8 e 9/02. Quinta e sexta, das 18h às 21 h. Sesc Ipiranga

Carnaval, você poderá confeccionar sua própria fantasia, máscara e adere­ ços, e participar de um bloco animado que desfilará nas alamedas do Sesc. 24 a 27/02. Sábado a terça, às 13h. Sesc Itaquera

CINEMA 16. Projeto que pretende mostrar durante o ano de 2001, o melhor da produção brasileira no campo da sétima arte, no formato 16 mm. Neste mês, com sessões ao ar livre no Quintal (ou em caso de chuva, na Sala de Vídeo), serão projetados três filmes com tramas de amor e muito riso, que retratam o Rio de Janeiro: lindas paisagens, escolas de samba, o "morro" e mú­ sicas inesquecíveis. Grátis para toda a família. •Depois Eu Conto. Branco e preto. 1956. Com Anselmo Duarte, Dercy Gonçalves, llka Soares, Heloísa Helena, M arion, Wilson Viana, Déa Selva, W alter Sequeira, José Melo, Grande Otello, Zé Trindade e Catalano. Com a ajuda de um colunista social de origem humilde, "Zé da Bomba" (Anselmo Duarte) resolve inaugurar uma boate numa favela do Rio para explorar as be­ lezas tropicais da cidade. Comédia leve que aproveitava o tema das bisbilhotices da classe média e uma frase em moda para designar os mexericos do "café society". Muita música e confusão fizeram desse filme sucesso de bilheteria, e o mais importante da carreira do diretor José Carlos Burle. 1 3/02,

terça, às 21 h. «Orfeu do Carna­ val. Colorido. 1958. Direção de Mareei Camus, com Breno Mello, Marpessa Dawn, Lourdes de O li­ veira, Léa Garcia, Adhemar Fer­ reira da Silva e as Escolas de Sam­ ba Portela, Mangueira, Salgueiro, Capela e outras. Produção rodada no Brasil, arrebatou o Grande Prê­ mio Palma de Ouro no Festival In­ ternacional de Cannes de 1959. Baseada na peça teatral Orfeu da Conceição, de Vinícius de Morais, com músicas de Tom Jobim, Viní­ cius de Morais, Luis Bonfá e Antô­ nio M aria. Transpõe o mito grego para as favelas do Rio, onde um "Orfeu Negro", sambista, que se apaixona por uma "Eurídice", jo­ vem do interior, provoca o ciúme de sua noiva. Destaque musical para Manhã de Carnaval, na voz de Agostinho dos Santos. 2 0 /0 2 , terça, às 21 h. «Uma Rosa Para Todos. Colorido. 1968. Direção de Franco Rossi, com Juca Chaves, Claudia Cardinalle, Lando Buzzanca, Grande Otello, Célia Biar, José Lewgoy e Nino Manfredi. Rosa é uma mulata carioca (Clau­ dia), que distribui amor e carinho aos amigos que merecem ajuda, e tem um romance com um médico que não compreende seu modo de ser. Filme rodado no Rio de Janei­ ro na época de Carnaval, mos­ trando suas escolas de samba. 6 /0 2 , terça, às 21 h. Sesc Ipiranga SALA DE VÍDEO. Exibições de do­ cumentários, longas e curta-metragens dos mais variados gêneros, além da programação diária do Cartoon Network. Neste mês, des­ taque para filmes e documentários sobre esporte, turismo e meio am­ biente. Até 2 8 /0 2 . Quarta a do­ mingo, das 9h às 17h. Sesc Itaquera

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com o mundo, a natureza, a , os acontecimentos. Com Sandra Caselato. Informações no I o andar do Conjunto Esportivo. De l° /0 2 a 31/12. Quartas, àsl 9h. Sesc Pompéia AFRO-CAPOEIRA Dança, luta e jogo reu­

nindo expressões como capoeira, macu­ lelê, puxada de rede, samba de roda, fre­ vo, além de noções de musicalidade e percussão. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$35,50, R$71,00, R$20,00 (O) e R$52,00. Terças e quintas, às 18n30 e 20h. Sábados, às 15n. INSCRIÇÃO PARA HIDROGINÁSTICA E

ESCALADA ESPORTIVA. Vivência dos fun­ damentos básicos, técnicas de segurança e uso de equipamentos. Atividades exclu­ siva para matriculados no Sesc. Grátis. De 10/01 a 28/02. Quartas e sextas, das 15h30 às 20h30. Sábados, domin­ gos e feriados, das 11 h às 17h30. Sesc Belenzinho ESPAÇO RADICAL Espaço com rampas e obstáculos para a prática de esportes, como skate e patins. Quartas a domingos e feriados, a partir das 9h. Sesc Intedagos RECREAÇÃO. Atividades monitoradas por técnicos do Sesc, com o objetivo de explorar as possibilidades do trabalho de iniciação esportiva (vôlei, basquete, fute­ bol e esportes com raquetes) de uma ma­ neira lúdica e criativa. De 5 a 10 anos. Terças e quintas, às 14h30. Quartas e sextas, às 15h30. De 11 a 16 anos. Ter­ ças e quintas, às 15h30. Quartas e sex­ tas, às 16h30. De 6 a 28/02. Terças e quintas, das 14h30 às 16h30. Quartas e sextas, das 15h30 às 17h30. Sesc Belenzinho CLUBE DE ESPORTES. Espaço para práti­ ca esportiva com ênfase na formação de grupos, estimulando o exercício da ativi­ dade recreativa autogerida, cuidados a serem tomados antes, durante e depois da prática e a educação para autonomia

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•Clube de Futsal Infantil. De 7 a 11 anos. Grátis. Até 24/02. Sábados, das 10h30 às 12h. «Clube do Basquete. A partir de 15 anos. Grátis. Até 23/02. Quartas e sextas, das 18h30 às 20h. «Clube do Vô­ lei. A partir de 15 anos. Grátis. Até 23/02. Quartas e sextas, das 20h às 21 h30. Sesc Vila Mariana TORNEIOS E DESAFIOS. Área de Convi­ vência. Grátis. •Dama. 3 e 4/02. Sábado e domingo, das 13h às 16h. «Dominó. 17 e 18/02. Sábado e domingo, das 13h às 16h. •Xadrez. 10 e 11/02. Sábado e domin­ go, das 13h às 1óh. Sesc Pompéia

aulas abertas PROJETO SESC VERÃO - CORPO LEGAL Programação especial de verão, que en­ globa quatro linhas de trabalho desenvol­ vidas para atividades esportivas e de con­ dicionamento físico. •Recreação Monitorada. Atividades mo­ nitoradas por técnicos do Sesc em vôlei, basquete, futebol e esportes com raquetes. Para todas as faixas etárias, incluindo jo­ gos recreativos e cooperativos. Grátis. Até 28/02. Terças e quintas, às 14h30. Quartas e sextas, às 15h30. Sesc Belenzinho

AIKIDÔ. Arte marcial não competitiva que tem por objetivo a harmonização

NATAÇÃO. As vagas dos cursos de hidroginástica, natação iniciação, vivências aquáticas e natação aperfeiçoamento se­ rão oferecidas para ledos os interessados que sejam matriculados no Sesc, confor­ me cronograma e sistema abaixo. Maio­ res informações no setor de matrícula e atendimento. •Hidroginástica. Sorteio. Dia 17/02, às 10b, comerciários a partir de 51 anos. Dia 17/02, às 14h, usuários e MIS a par­ tir de 51 anos (vagas não preenchidas). Dia 18/02, às 1Oh, comerciários de 16 a 50 anos. Dia 18/02, às 14h, usuários e MIS de 16 a 50 anos (vagas não preen­ chidas). 17 e 18/02. Sábado e domingo. •Natação Aperfeiçoamento. Teste. 3 e 10/02. Às 9n30: todos os matriculados a partir de 51 anos. Às 10h30: todos os matriculados de 16 a 40 anos. Às 11 h30: todos os matriculados de 7 a 9 anos. Às 12h30: todos os matriculados de 10 a 15 anos. «Natação Iniciação e Vivências Aquáticas. Sorteio dia 11/02, às lOh, comerciários de todas as faixas etárias. Dia 11/02, às 14h, usuários de todas as faixas etárias (vagas não preenchidas). Sesc Ipiranga CARAJE. Arte marcial de origem japone­

sa. Desenvolve flexibilidade, força, veloci­ dade e concentração, com exercícios ba­ seados no princípio da não-violência. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$25,00 (O) e R$50,00 (□). Turmas men­ sais. Inscrições diretamente com o profes­ sor. De 2/02 a 30/12. Terças e quintas, às 20h30. NATAÇAO. Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até ó meses. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. Sesc Consolação. Aperfeiçoamento. R$18,00 (O) e R$36,00 (□). De 2/01 a 30/12. Sextas, às 19h. Sesc Consolação. Natação adulto. De 15 a 54 anos. 20 vagas por turma. Duração de 6 meses. R$33,00 (o) e R$66,00 (□). De 15/01 a 15/12. Terças e quintas, às 8h, 12h, 17h30 e 19h30. Segundas e quartas, às 18h30 e 20h30. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$31,50 (O) e R$63,00. Necessária a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualizado. De 1°/01 a 31/12. Terças e quintas, às 8h30, 17h, 18h30, 19h30 e 20h30.Quartas e sextas, às 7h30, 1Th, 18h30, 19h30 e 20h30. TAE KW O N DO. Arte marcial de origem coreana. Desenvolve agilidade, flexibili­

dade e alongamento, com exercícios di­ nâmicos de confronto. Sesc Pinheiros. A partir de 7 anos. Se­ gundas e quartas, às 12h30, 14h e 16h30. Terças e quintas, às 16h, 17h, 18h e 19h. Sextas, às 14h. Turmas men^ sais. Preços a partir de R$16,50 (O) e R$33,00 (Q). De 12/02 a 30/12. TÊNIS. Prática esportiva que vem se popu­ larizando no país, transformando-se em mais uma alternativa para a obtenção de saúde, harmonia e equilíbrio corporal. Sesc Pompéia. Iniciação aos movimentos, técnicas e regras básicas do tênis. R$19,50 (trabalhadores no comércio e serviço matric.) e R$39,00. Maiores infor­ mações no 1° andar do Conjunto Esporti­ vo. De 1°/01 a 31/12. Quartas e sextas, às 18h30.

VÔLEI. Iniciação nos fundamentos básicos da modalidade e na dinâmica do jogo, com aulas práticas. Sesc Consolação. A partir de 15 anos. 30 vagas por turma. Duas aulas semanais: R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Uma aula semanal: R$16,00 (O) e R$32,00 (□). De 2/01 a 31/12. Segundas e quartas, às 20h. Terças e quintas, às 18h30. Sába­ dos, às 1Oh. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$19,50 (O) e R$39,00. De 1°/01 a 31/12. Quartas e sextas, às 19h30. arte marcial CAPOEIRA. Desenvolve a agilidade cor­ poral com exercícios dinâmicos de ataque Sesc Ipiranga. A partir de 16 anos. Inscri­ ção com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (o). De l° /0 2 a 15/12. Terças e quintas, às 20h30. Sábados, às 13h. JUDÔ Sesc Consolação. A partir de 15 anos. 25 vagas. R$39,00 (O) e R$78,00 (□). Ter­ ças e quintas, às í 9h 10. Sábados, às llh . Sesc Pompéia. Com Tomio Oki. De 15 a 55 anos. R$19,50 (o) e R$39,00. De 1701 a 31 /1 2. Sábados, às 15h30. CARATÊ Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. Com Eduardo Abud Filho. R$25,00 (o) e R$50,00. Quartas e sextas, das 19h às 20h. KUNG FU

Sesc Pompéia. Com Ricardo Cser. De 15 a 55 anos. R$19,00 (o) e R$38,00. De 1:701 a 31/12. Domingos, às 14h. TAE KWON DO. Arte marcial de origem coreana. Desenvolve agilidade, flexibili­ dade e alongamento, com exercícios di­ nâmicos de confronto. Sesc Ipiranga. A partir de 16 anos. Inscri­ ção com o professor no horário de aula. Na Sala 4. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (O). Terça e quintas, às 18h30. Sábados, às 13h. Sesc Santo Amaro. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). De 10/01 a 28/02. Quar­ tas e sextas, às 16h. TAI CHI CHUAN. Prática milenar chinesa de movimentos suaves e vitalizantes que objetivam o bom funcionamento dos ór-


Lazer e Globalização: inclusão ou exclusão? LAZER

numa sociedade globalizada

LEISURE in a globalized society

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0 tem po livre, o lazer, a cultura, o entretenim ento e as novas relações sociais no contexto da globalização. Edição bilingüe Português/Inglês com as conferências e textos de alguns dos mais im portantes pensadores e especialistas presentes no V Congresso M undial do Lazer

Domenico De Masi • Milton Santos • Mike Featherstone Robert Kurz • Teixeira Coelho • Saskia Sassen Raquel Rolnik • Emir Sader • Jorge Werthein Graciela Uribe-Ortega • Carolyn Vash • Juan Carlos Mantero Barry McPherson • Theodorus Beckers • Nilda Graciela Cosco Robin C.Moore • Munihiko Harada • Anthony Veal Patricia Stokowski • Anita Pleumaron Informações nas unidades do SESC e pelo telefone 0800-118220 - 624 pgs. R$ 25,00


Esporte gõos, fortalecimento muscular e articular. Sesc Consolação. R$25,00 (O) e R$50,00 (□). 30 vagas. Terças e quintas, às 1Oh. Sesc Ipiranga. A partir de 16 anos. Inscri­ ção com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (□) e R$22,00 (O). Quartas e sextas, às 8h e 20h30. Sesc Pompéia. Com Douglas Wenzel Ro­ drigues. De 15 a 55 anos. R$22,00 (O) e R$44,00. De 1°/01 a 31/12. Terças e quintas, das 18h30 às 19h30. COtWNTO ESPORTIVO. Ginásio de es­ portes, oito quadras poliesportivas, três campos para futebol, duas quadras de tê­ nis, pista de atletismo, trilhas para cami­ nhada e corrida, amplos espaços para gi­ nástica natural e banhos de sol. De 1°/02 a 31/12. Quarta a domingo e feriados, a partir das 9h. Sesc Interlagos ESCALADA ESPORTIVA Para escaladores habilitados: terças e quintas, das 19h às 21 h30. Sábados e domingos, das 14h às 17h30. Para iniciantes: sábados, das 14h às 1óh. Orientação da equipe técnica do Sesc. Grátis. De 2/01 a 31/03. Sesc Ipiranga HIDROANIMAÇÃO. Atividade diária en­ volvendo hidroginástica, jogos aquáticos e festival de natação. Quarta a sábado, das 9h às 1óh. Sesc Interlagos SKATE. Circuito de rampas de múltiplo uso, projetadas para a prática de minirampa e street. Para todas as idades. Obrigatória a apresentação de carteirinha ae matrícula do Sesc e o uso de tra­ jes esportivos adequados. Grátis. De 9/01 a 27/02. Terça a sexta, das 13h30 às 20h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Sesc Belenzinho CLUBE DA NACAÇÃO. Para pessoas que já nadam e procuram manter seu condi­ cionamento tísico. Grátis. Sesc Pompéia. Vagas limitadas. R$19,50 (O) e R$39,00. Terças e quintas, às 19n30. CLUBE DO BASQUETE. Para pessoas que dominam a modalidade e querem aper­ feiçoar suas habilidades. A partir de 15 anos. 30 vagas. Grátis. Sesc Consolação. Segunda e quarta, às 14h e 18h30. CLUBE DO VÔLEI. Para pessoas que do­ minam a modalidade e querem aperfei­ çoar suas habilidades. A partir de 15 anos. 55 vagas por turma. Sesc Consolação. Inscrições antecipadas. Grátis. De 1°/02 a 31 / 1 2. Terças e quin­ tas, às 20h. Sábados, às 11 h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA Atiridade desenvolvida por técnicos do Sesc. Sesc Consolação. Vôlei, futsal e basquete. O material é fornecido pelo Sesc. A partir de 16 anos. Vagas não limitadas. Grátis. De 2/01 a 31/12. Sextas, das 17h30 às 21 h30. Sábados, das 13h às 17h30. Sesc Pompéia. Futsal, vôlei e basquete. A partir de 15 anos. Obrigatória a apresen­

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tação da carteira do Sesc. Informações sobre dias e horários de cada modalida­ de no Conjunto Esportivo, I o andar. Terça a sexta, a partir das 17h30. Sábados, do­ mingos e feriados, a partir das 9h30. RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE Sesc Consolação. Vôlei, basquete e tênis de mesa. O material é fornecido pelo Sesc. A partir de 16 anos. Vôlei e basque­ te: segunda e quarta, das 17h30 às 18h30. Tênis de mesa: quinta e sexta, das 13h às 21 h30. Sábados e feriados, das 9h30 às 17h30. Grátis. Sesc Ipiranga. Quadra I. Necessária a apresentação da carteirinha. Terças e quintas: 9h e 13h30 - futebol infan­ til/l 0h30 e 1óh - futebol juvenil/l 8h - fu­ tebol adulto. Quartas e sextas: 10h30 e 13h30 - futebol infantil/9h e 1óh - futebol juvenil/18h30 - futebol adulto. Sábados: 9h30 - futebol infantil/l 1h30 - futebol ju­ venil/l 3h30 - futebol adulto. Domingos e feriados: 9h30 - futebol adulto/13h30 fotebol juvenil/15h - futebol infantil. Qua­ dra II. Necessário apresentação da cairieirinha. Terças e quintas: 9h e 13h30 - bas­ quetebol/l 7h30 - voleibol (terça)/basquetebol (quinta). Quartas e sextas: 9h e 13h30 - voleibol/17h - voleibol. Sába­ dos: 9h30 - basquetebol/13h30 - volei­ bol. Domingos e feriados: 9h30 - basque­ tebol/l 3h30 - voleibol. De l° /0 2 a 31/12. torneios e campeonatos IV TORNEIO DE FUTSAL DO GRÊMIO RE­ CREATIVO DROGARIA SÃO PAULO. De 1° a 28/02. Segunda a sexta, às 19h. Sesc Consolação FESTIVAIS ESPORTIVOS. Estímulo ao pú­ blico freqüentador da recreação esportiva dirigida com a participação nas modali­ dades tradicionais. •Frescobol. De 15 a 55 anos. Ginásio Primavera. Grátis. 3 e 4/02. Sábado e domingo, das 1Oh às 1Th. «Tênis. De 15 a 55 anos. Ginásio Primavera. Grátis. 10 e 11/02. Sábado e domingo, das 1Oh às 17h. Sesc Pompéia

PARQUE AQUÁTICO. Reúne três piscinas com profundidade variando de 40 cm a 150 cm, num total de 5.000m2 e espelho d'áaua e 15 mil m2 de solário. O exame médico dermatológico pode ser feito no local. Quartas a domingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos EMPRÉSTIMO DE MATERIAL Emprésti­ mo de material esportivo, meaiante apresentação de carteirinha e docu­ mento de identidade. Sesc Interlagos. Bolas de futebol, vôlei, basquete e handebol. Quartas a domin­ gos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Pompéia. Verifique os horários de cada faixa etária no painel informativo de recreação dirigida, no Conjunto Es­ portivo, térreo. Retirada de material no 1° andar. Trazer cadeado para utiliza­ ção dos armários dos vestiários. De 1°/01 a 31/12. Terça a sexta, das 9h às 21h30. Sábados, domingos e feria­ dos, das 9h30 às 17h. LOCAÇÃO DE ESPAÇOS. As quadras

do Sesc podem ser locadas para entre­ tenimento entre os matriculados do Sesc ou para usuários eventuais. Sesc Consolação. Locação mensal ou avulsa de quadras poliesportivas, so­ mente para empresas do comércio. Os pedidos devem ser enviados de 1 a 15 de cada mês. Segunda a sexta. R$15,00/hora até 18h e R$30,00/hora após 18h. Sábados. R$30,00. Sesc Pompéia. As locações deverão ser efetuadas diretamente no I o andar do Conjunto Esportivo, a partir do dia 1ó do mês anterior à utilização. É obrigató­ rio apresentação da carteira do Sesc atualizada e documento de identidade para utilização das dependências. Tra­ zer cadeado para utilização dos armá­ rios dos vestiários. Sesc Santo Amaro. As quadras poliesportiva e de tênis estão à disposição das empresas comerciais e prestadoras de serviço para locação, organização e realização de torneios. Reservas com até uma semana de antecedência. R$15,00/hora-dia (O), R$20.00/horanoite (O). R$30,00/hora-dia (□) e R$40,00/hora-noite (O). De 2/01 a 29/12. Segunda a sexta, das 7h às 19h30. Sábados e feriados, das 1Oh às lA SESC&EMPRESA Programa de assessoria para grêmios e associações de em­ presas comerciais, estimulando o acesso e a participação a atividades físico-esportivas, culturais e de educação para saúde. Inscrições e informações nas uni•Assessoria Técnica para Eventos Es­ portivos. Assessoria técnica para even­ tos culturais, esportivos, sociais e artísti­ cos para grupos de funcionários das em­ presas e seus familiares. Organização de torneios para a empresa. De I o a 28/02. Quarta a domingo e feriados, a partir das 9h. «Matrículas na Empresa. Atendimento personalizado para coleta de matrículas de empregados no comér­ cio e serviços. Assessoria técnica para eventos culturais, esportivos, sociais e ar­ tísticos para grupos de funcionários das empresas e seus familiares. De 1°/02 a 31/12. Quartas a domingos e feriados, das 9h às 17h. «Projeto Comunidade. Assessoria técnica para eventos cultu­ rais, esportivos, sociais e artísticos para grupos de funcionários das empresas e seus familiares. Possibilidade das empre­ sas utilizarem parte do valor das loca­ ções de instalações para subsidiar a par­ ticipação de grupos de creches, escolas, ONGs, associações comunitárias, etc., no programa Viva o Verde e outras ati­ vidades no Sesc Interlagos. Quartas a domingos e feriados, a partir das 9h. •Projeto Esporte para Todos. Assessoria técnica para eventos esportivos, destina­ da a grupos de funcionários das empre­ sas e seus familiares. Reserva e locação de espaços esportivos. Quartas a domin­ gos e feriados, das 9h às 17h. «Projeto RH. Assessoria técnica para eventos cul­ turais, esportivos, sociais e artísticos para grupos de funcionários das empresas e seus familiares. Reserva e locação de instalações para atividades de treina­ mentos. Quartas a domingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos

p a r t ir das té c n ic a s de d e fe s a sem a rm a s de O k in a w a , e te m c o m o base a filo s o f ia do B udi ja p o n ê s . A tra v é s de m u ito tr a b a lh o e d e d ic a ç ã o , e le b u sca a fo rm a ç ã o do c a rá te r de seu p r a tic a n te e o a p r im o r a m e n to da sua p e r s o n a lid a d e . É um e fic ie n te m é to d o de d e fe sa p e s s o a l, no q u a l b ra ç o s e p e rn a s são tr e in a d o s s is te m a tic a m e n te de m o d o q ue p o s s ib ilite ac lu ta d o r de c a ra tê se d e fe n d e r de q u a lq u e r


especial CORPO - PERCEPÇÃO E EXPRESSÃO. O Núcleo Multidisciplinar de Saúde Corporal do Sesc propõe com esse pro­ jeto o aprimoramento da relação corpo-mente, por meio de exercícios de leitura corporal, percepção e sensibili­ zação sobre a construção e a expres­ são do movimento. Destinado a baila­ rinos, atores, músicos, fisioterapeutas, psicoterapeutas, professores de Educa­ ção Física e estudantes do movimento. Workshops: R$15,00 (O), R$20,00 (□) e R$30,00. 35 vagas. Palestras e vivências: grátis. Inscrições no Setor de Matrícula, a partir do dia 1°. Confira a programação: Leitura Corporal e os Princípios do Rolfing. Vivência de aber­ tura em que serão apresentados os conceitos fundamentais do Rolfing, que norteiam a leitura corporal do ponto de vista funcional e estrutural. Coordena­ ção de Pedro Prado, psicólogo, introdutor do Rolfing no Brasil e instrutor do Rolf Institute. 5 /0 2, às 20h. Leitura Gestual: Gravidade e Movimento. Workshop que propõe um estudo cor­ poral a partir dos princípios do Rolfing, desenvolvendo habilidades como a lei­ tura de padrões clássicos de estrutura e de movimento, uso do toque e de prin­ cípios da função tônica para o eauilíbrio do tônus. Coordenação de Hubert Godard, instrutor de Rolfinq, professor de Estética da Dança e Análise do Mo­ vimento e diretor do Departamento de Dança da Universidade Paris VIII. 6/02, das 14h às 18h. Leitura Gestual: Gravidade e Movimento. Palestra com Hubert Godard. 6/02 , às 20h. Pesqui­

sando o Movimento com Sensibilidade. Workshop que privilegia percepção, função e qualidades do movimento ba­ seados no Método Feldenkrais. Coor­ denação de Mathilda Yakhni, psicólo­ ga com formação em Feldenkrais, as­ sociada ao Feldenkrais Guild e à Inter­ national Feldenkrais Federation. 8/02, das 14h às 18h. Pesquisando o Movi­ mento com Sensibilidade. Palestra. Coordenação de Mathilda Yakhni. 8/02 , às 20h._ Sesc Consolação

no vestiário. A partir de 15 anos. Grá­ tis. 25/02, domingo, às 10h30. Sesc Vila Mariana

PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA GESTANTES. Processo de cons­ cientização para a maternidade por meio de uma abordagem global com palestras e vivências corporais. A par­ tir do terceiro mês de gestação. Exercí­ cios em sala de ginástica e piscina. 20 alunas por turma. Aulas com 1h20 de duração. R$19,50 (O) e R$39,00 (□). Informações e inscrições no I o andar do Conjunto Esportivo. A partir de 7 /02. Terças e quintas, às 8h. Quartas e sextas, às 19h30. Sesc Pompéia

ORIENTAÇÃO PARA CAMINHADA E TÉCNICAS DE RELAXAMENTO. Ativi­ dade monitorada pelos técnicos do Sesc, visando o bem-estar e os cuida­ dos necessários aos praticantes de ati­ vidades físicas. Serão fornecidas infor­ mações sobre a forma correta de prati­ car a caminhada, considerando-se o nível do praticante, a freqüência car­ díaca, a freqüência semanal da ativi­ dade e a avaliação de resultados. Grá­ tis. De 2 a 23/02. Sextas, às 15h30 e 19h30. Sesc Belenzinho

CORPO LEGAL Projeto que visa cons­ cientizar sobre a importância da incor­ poração de hábitos saudáveis, enfati­ zando os benefícios da realização de exercícios bem orientados não só no verão, mas durante todo o ano. oHidrocarnaval. Aulas abertas de hidroginástica com ritmos de Carnaval. Os participantes devem estar com exa­ me dermatológico válido e portar um cadeado para utilização do armário

ALONGAMENTO. Proporciona harmo­ nia e relaxamento corporal com exercí­ cios de flexibilidade para a reorgani­ zação da postura. Grátis. De 6 a 27/02. Terças e quintas, às 17h. Sesc Belenzinho

aulas abertas HIDROCASAIS. Aula recreativa visan­ do o bem-estar e a descontração com exercícios lúdicos em duplas. Necessá­ ria a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualizado. Trazer cadeado para utilizar o vestiá­ rio. Grátis. 10/02, sábado, às 10h30. Sesc Pompéia

CORPO&SAÚDE. Aulas abertas aos matriculados no Sesc. As inscrições são feitas com antecedência até o limite das vagas. Os participantes devem utilizar

roupas adequadas e portar um cadea­ do para utilização do armário no ves­ tiário. A partir de 15 anos. Grátis. •Alongamento. Até 25/02. Sábados, às 12h. Domingos, às 12h, 14h e 15h. •Condicionamento e Alongamento. Aulas de 1h20 com ênfase nos exercí­ cios aeróbicos, localizados e de flexibi­ lidade. Sábados e domingos, às 10h30 (exceto 25/02), 13h e 14h30. Até 24/02. •Hidroginástica. Apresen­ tação do exame médico atualizado. Não é necessária inscrição prévia. Ter­ ças e quintas, às 8h30, 10h30, 13h, 15h, 17h e 19h30. Quartas e sextas, às 7h30, 9h30, 11 h30, 14h, lóh, 18h30 e 20h30. Sábados, às 10h30. Até 28/02. Sesc Vila Mariana GINÁSTICA. Aulas com ênfase na me­ lhoria das qualidades físicas, da cons­ ciência e da expressão corporal. Sesc Pompéia. Para matriculados no Sesc. De 15 a 55 anos. Os participan­ tes devem utilizar roupas adequadas e trazer cadeado para utilização no ves­ tiário. Duração de 50 minutos. Coorde­ nação dos técnicos do Sesc. Grátis. Sá­ bados, às 11 h30. Domingos, às 10h30. HIDROGINÁSTICA. Necessária a apre­ sentação da carteira do Sesc, com exa­ me dermatológico atualizado. Os par­ ticipantes devem trazer cadeado para utilização no vestiário. Grátis. Sába­ dos, às 1Oh30. Domingos, às 11 h30. Sesc Pompéia

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Corpo & Expressão PROJETO SESC VERÃO - CORPO LE­ GAL Programação especial de ativida­ des esportivas e de condicionamento fí•Caminhada. Atividade monitorada pelos técnicos do Sesc, em que são uti­ lizados os diversos espaços da unida­ de. Grátis. De 6 a 28/02. Terças e quintas, às 13h30. Quartas e sextas, às 14h30. Sábados e domingos, às 9h. •Circuito de Condicionamento Físico. Circuito de atividades com ênfase nas habilidades físicas e resistência aeróbica. Terças, quartas e quintas, às 15h30 e 19h30. Grátis. De 6 a 28/02. Terças, quartas e quintas, às 15h30 e 19h30. •Conscientização e Reestruturação Corporal. Aulas que aliam a reeduca­ ção do movimento a técnicas de dan­ ça. Grátis. De 7 a 28/02. Quartas e sextas, às 17h30. «Tai-Chi-Chuan. A partir de movimentos seqüenciais inspi­ rados na natureza, essa prática busca a harmonização e o equilíbrio das fun­ ções orgânicas e psíquicas. Com os professores Marcelo Martinelli e Jaime Kuk. Grátis. De 4 a 22/02. Terças e quintas, às 15h. Domingos, às lOh. Sesc Belenzinho

ALONGAMENTO. Proporciona har­ monia e relaxamento corporal com exercícios de flexibilidade para a reor­ ganização da postura. Sesc Carmo. Acima de 16 anos. R$10,00 (O), R$20,00. Até l° /0 2 . Terças e quintas, às 1Oh e 18h. Sesc Carmo. A partir de 16 anos. R$12,00 (O), R$24,00. Segundas e quartas, às 11 h e lóh. Terças e quin­ tas, às 1Oh, 15h e 18h. Sesc Pompéia. Aulas com exercícios que desenvolvem flexibilidade muscu­ lar, mobilidade articular e consciência corporal e exercícios originados de di­ ferentes técnicas corporais terapêuti­ cas. R$19,50 (O) e R$39,00. Informa­ ções no I o andar do Conjunto Esporti­ vo. Terças e quintas, às 7h30. Quartas e sextas, às 16h. Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. Turmas mensais. R$19,00 (O) e R$38,00 (□). A partir de 12/02. Se­ gundas e quartas, às 18h e 18h30. Terças e quintas, às 7h30 e 19h30. AUTOMASSAGEM E RELAXAMENTO. Com Beth Monteiro. Público a partir de 16 anos. R$5,00, R$10,00 e R$15,00. De 5 a 9/02. Segunda a sexta, das 14h30 às 17h. Sesc Pinheiros CONDICIONAMENTO FÍSICO. Resis­ tência geral (exercícios aeróbicos), re­ sistência muscular localizada (força) e alongamento, com a utilização de conteúdos e materiais diversos, desen­ volve os sistemas cardiorrespiratório, muscular e articular. Sesc Consolação. Com Aparelhos. Equipamentos modernos aliados à se­ gurança e condições pedagógicoeducativas para o aprimoramento das condições físicas, por meio do autogerenciamento, com ênfase aos cuiaados com o limite de cada um. A partir de 15 de anos. 30 pessoas por nora. R$33,00 (O) e R$66,00 (□). Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos.

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Turmas mensais. R$19,00 (O) e R$38,00 (□). A partir de 12/02. Se­ gundas e quartas, às 17h30, 20h, 20h30 e 21 n. Terças e quintas, às 7h, 12h30, ló h , 18h30, 19h, 20h30 e 21 h.

alunos por turma. Freqüência livre. Se­ gundas e quartas, às 7h, 17h30, 18h30 e 19n30. Terças e quintas, às 9h, 15h30, 17h30, 18h30 e 19h30. Sextas, às 19h. R$20,00 (O) e R$40,00 (□).

CURSOS DE VERÃO

HIDROGINÁSTICA Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 35 vagas por turma. R$33,00 (O) e R$66,00 (O). Aos sábados, a mensali­ dade é de R$18,00 (O) e R$30,00 P ). Segundas e quartas, às 12h, 17h30 e 19h30. Terças e quintas, às 7h, 16h30, 8h30 e 20h30. Sábados, às 9h30. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$31,50 (O) e R$63,00. Necessária a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualizado. Até 31/12. Terças e quintas, às 7h30, 11h30, 17h, 18h30, 19h30e 20h30. Quartas e sextas, às 8h30, 18h30, 19h30 e 20h30.

•Badminton. Dicas e informações so­ bre os fundamentos básicos do espor­ te. A partir de 10 anos. Com equipe do Sesc. R$24,00 (□), R$12,00 (O). Até 24/02. Domingos, das 10h30 às 11 h50. «Step. Aulas com exercícios de resistência geral (exercícios aeróbi­ cos). De 15 a 54 anos. Com equipe do Sesc. R$24,00 (□), R$12,00 (O). Até 28 /0 2. Terças e quintas, às 8h30 e 19h30. Quartas e sextas, às 10h30 e 18h30. Sesc Vila Mariana EUTONIA. Favorece o autoconhecimento e o realinhamento postural por meio de exercícios de reconhecimento das estruturas do corpo. A partir de 15 anos. 20 vagas por turma. R$29,00 (O) e R$58,00 (□). Segun­ das, às 14h. Sextas, às 19h30. Sesc Consolação GINÁSTICA. De 15 a 55 anos. 30 alu­ nos por turma. Freqüência semi-livre. Exercícios aeróbicos, localizados, step, alongamento e relaxamento, com duração de 50 minutos. Aulas opcionais de alongamento, com dura­ ção de 30 minutos, somente para alu­ nos do Programa de Ginástica. Terças e quintas, às 8h e 18h. Quartas e sex­ tas, às 8h30. R$19,50 (O) e R$39,00. Terças e quintas, às 8h30, 15h, 17h30, 18h30, 19h30e 20h30. Quartas e sextas, às 7h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Pompéia GINÁSTICA LOCALIZADA. Exercícios de resistência muscular localizada para todo o corpo. A partir de 15 anos. Turmas mensais. R$19,00 (O) e R$38,00 (□). Segundas e quartas, às 7h30, 9h, 12h30, ló h , 17h, 18h, 19h e 19h30. Terças e quintas, às 17h, 18h e 20h. Sesc Pinheiros GINÁSTICA POSTURAL INTEGRADA. Tem o objetivo de aprimorar e manter o alinhamento corporal, visando me­ lhorar a qualidade de vida. A partir de 15 anos. Terças e quintas, às 9h30. R$25,00 (O) e R$50,00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professora. Sesc Pinheiros GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc, de acordo com o ritmo e as condições físi­ cas de cada pessoa. Sesc Carmo. Horários de verão: segun­ das e quartas, às 1Oh, 12h, e 18h. Ter­ ças e quintas, às 12h. R$10,00 (O) e R$20,00. Acima de 16 anos. Sesc Carmo. A partir de 16 anos. R$12,00 (O) e R$24,00. A partir de 12/02. Segundas e quartas, às 12h, 17h, 18h e 19h. Terças e quintas, às 8h, 12h, 17h, 18h e 19h. Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 45

LIANG GONG. Clínica de relaxa­ mento que procura unir elementos da medicina ocidental a antigos exercícios terapêuticos da medicina tradicional chinesa. •Q i Gong. Rosângela Accioli. Quartas e sextas, às 13h30. R$40,00, R$20,00 (O). Quartas e sextas, às 15h. R$20,00 (♦ , acima de 55 anos), R$10,00 (O, acima de 55 anos). Até 1 7/02. Quartas e sextas, às 13h30, 15h, 19h30. Sá­ bados, às lOh. Sesc Belenzinho POWER YOGA SESC Consolação. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). 35 alunos por turma. Até 15/1 2 . Segundas e quartas, às 20h30. Sesc Pompéia. Com Júlio Fernan­ des. De 15 a 55 anos. R$22,50 (O) e R$45,00. Terças e quintas, às 19h30. Sábados, às 10h30. YO GA

Sesc Carmo. R $19,00 (O) e R$38,00. Até 1 3 /1 2 . Segundas e quartas, às 9h, 12h, 14h e 15h. Terças e quintas, às 1Oh e 11 h. Sesc Consolação, lyengar Yoga. A p a rtir de 15 anos. 25 vagas. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Até 1 5 /1 2 . Segundas e quartas, às 17h30, 18 h 3 0 e 19h30. Sesc Consolação. Suásthya Yoga. A partir de 15 anos. 25 vagas. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Até 1 5 /1 2 . Terças e quintas, às 9h. Sesc Pinheiros. De 15 a 50 anos. R$22,00 (O) e R$44,00 (□). Tur­ mas mensais. Inscrições diretamen­ te com a professora. Segundas e quartas, às 18h e 19h. Terças e quintas, às 8h30. Sesc Pompéia. Com Julio Fernan­ des e Beatriz Esteves. De 15 a 55 anos. R$22,50 (O) e R$45,00. Ter­ ças e quintas, às 8h30, 9h30, 15h, ló h e 20h3Ó. REORGANIZAÇÃO POSTURAL. Orientações sobre o comportamen­ to corporal e suas funções nas pos­ turas do cotidiano, o controle sobre os movimentos e suas implicações

em dores. Com Tânia Guerra. Aci­ ma de 15 anos. Quintas, às 9h. Sesc Carmo ginástica GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc. de acordo com o ritmo e as condições físicas de cada pessoa. A cada mês, temas diferentes sobre atividade física, saúde e bem-estar. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. •De 16 a 50 Anos. Terça e quintas, às 8h, 15h30, 18h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 18h30, 19h30 e 20h30. Inscrições na Central de Atendimento. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (O). Sesc Ipiranga oficinas OFICINAS DE VERÃO 2001. Em sintonia com o projeto Sesc Verão, programação de diversas oficinas de férias. Cada oficina: R$5,00, R$10,00 e R$15,00. •Canto. Com Tutti Baê. Público: adolescentes e adultos. 20 vagas. Até 2 2 /0 2 . Quintas, das 19h30 às 21 h30. oPercussão Corporal em MovimentO. Com Sérgio Rocha (Cia. 3 de Paus). Público a partir de 14 anos. 20 vagas. Até 2 /0 2 , das 19h30 às 21h30. Sesc Pinheiros caminhadas CLUBE DA CAMINHADA. Reúne grupos para prática da caminhada integrando a atividade física com desenvolvimento da percepção para os aspectos culturais da cida­ de. Orientação para caminhadas em áreas verdes, centros históricos, bairros, parques etc. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. •Caminhada Urbana. Pelas ruas da Pompéia e Perdizes apreciando e aprendendo a história dos bair­ ros. M oderada (6 km). Concentra­ ção na portaria principal da unida­ de, com saída às 9h. Grátis. Infor­ mações no I o andar do Conjunto Esportivo. 1 1 /0 2 . oTrilha do Ribei­ rão de Itu até Boiçucanga. Trilha em região de Mata Atlântica, pró­ ximo a São Sebastião, com aproxi­ madamente 8 km. Grau de dificul­ dade médio. R$15,00 (O ), R$22,00 (□) e R$30,00. Com saí­ da às 6h30 e retorno às 19h. Infor­ mações no 1° andar do Conjunto Esportivo. 1 8 /0 2 . Sesc Pompéia recreação AQUASESC. Programação especial com vivências aquáticas, festivais e torneios de diversas modalidades aquáticas. Sábados e domingos, às 15h30. A partir de 13 anos. Ne­ cessária a apresentação da cartei­ ra do Sesc, com exame dermatoló­ gico atualizado. Trazer cadeado para utilizar o vestiário. Grátis. •Carnaval Aquático. 2 7 /0 2 . «Cir­ cuito Aquático. 4 /0 2 . «Lúdico Hidro. 1 8 /0 2 . oRevezamento G igan­ te. 2 4 /0 2 . Sesc Pompéia


Natureza & Meio Ambiente Saúde & Alimentação exame médico e dermatológico EXAME MÉDICO DERMATOLÓGI­ CO. Para os freqüentadores da pis­ cina, crianças, adultos e idosos. Apresentar-se em traje de banho. Crianças até 3 anos não pagam. Sesc Consolação. Segundas, das 9h às 13h e das 17 às 21 h. Sextas, das 9h às 1Oh e das 17h às 19h30. Sábados e feriados, das 1Oh às 14h. Apresentar-se em traje de ba­ nho. R$6,00 (O) e R$12,00 (□). Sesc Pompéia. Válido por 3 meses. R$6,00 (O) e R$12,00 (usuário). Terças e quartas, das 9h às 11 h30 e das 15h às 1 8IÍ30. Quintas e sex­ tas, das 11 h30 às 15h e das 18h30 às 21 h. Sábados, domingos e feria­ dos, das lOh às 12h e aas 13h às 17h. serviços

especial PROGRAMA VIVA O VERDE. O programa de educação ambiental com metodologias que integram a tividades lúdicas, culturais e científicas ao rico e diversificado potencial da natureza e instala­ ções do Sesc Interlagos. Os gru­ pos de escolas, O NGs, creches, grêmios de empresas e associa­ ções comunitárias poderão optar por horários da manhã e tarde nos seguintes módulos: Viva o Verde 1: sensibilização, para gru­ pos de 3 a 6 anos. Viva o Verde 2: iniciação, para grupos de 7 a 12 anos. Viva o Verde 3: inicia ­ ção, para grupos de 13 a 18 anos. Viva o Verde 4: grupos de estudo, para idade superior a 1 3 anos. Viva o Verde 5: jogos&natureza, visita automonitorada. Nes­ te mês, oferece os módulos espe­ ciais com oficinas de lazer e meio ambiente para educadores, líde­ res culturais e interessados. O programa Viva o Verde oferece para cada módulo m onitorado um conjunto básico de atividades, tais como: •Cada Lixo no seu Lugar. A tivid a ­ des interativas relacionadas a oriem, coleta e triagem do lixo, utizando o potencial das estações de tratamento de esgoto, triagem de resíduos, rede de coletores e complexo da compostagem. De I o a 2 3 /0 2 . Quintas e sextas, das 9h às 17h. •Conhecendo o Viveiro. Uma ex­ ploração monitorada pelo viveiro de plantas que apóia o manejo do parque e áreas verdes do Sesc Interlagos. Compreende 6.000m 2 e mais de 20.000 mudas de dife­ rentes espécies, muitas raras,

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como o pau-brasil, pau-jacaré, ja ­ tobá, cedro e capororoca. Nele podem ser observados a estufa de plantas, captador de energia so­ lar, minhocário, sauveiro "in vitro ", terrário e uma horta educa­ cional (em im plantação). Até 2 8 /0 2 . Quarta a domingo e feria­ dos, das 9h às 17h. •H 20lha! Uma caminhada interati­ va explorando o caminho das águas do Sesc Interlagos: nascente, poço semi-artesiano, córrego, brejo, la­ gos, piscina e represa Billings. O b­ servação e análise das diferentes características dessas águas. Até 2 3/0 2 . Quintas e sextas, das 9h às 17h. •Oficinas Especiais. O ficina de montagem de floreiras para o culti­ vo de ervas aromáticas: manjericão, orégano, alecrim e poejo, no Vivei­ ro de Plantas. R$2,50 (matriculados no Sesc) e R$5,00 (não matricula­ dos). Vagas limitadas. Maiores in­ formações pelos telefones 59703 53 8 /3 5 6 0 /3 5 3 7 . 17/02, sába­ do, das 13h às 17h. «Por Dentro da Mata Atlântica. Uma expedição mo­ nitorada na reserva local de 1,6 ha de Mata Atlântica, explorando te­ mas relacionados à biodiversidade e sucessão ecológica de um dos ecossistemas brasileiros mais amea­ çados atualmente. De I o a 23/02. Quintas e sextas, das 9h às 17h. •Viva o Verde - Agendamento. As informações, reservas e agenda­ mento podem ser feitas pessoalmen­ te ou pelos telefones 59703 5 3 5 / 3 5 3 6 / 3 5 3 7 /3 5 3 8 , fax 5970-3503 ou pela In­ ternet: email@interlagos.sescsp.com.br. De 1° a 28/02. Quarta a sábado, das 9h às 17h. Sesc Interlagos

especial ROTEIRO GASTRONÔMICO. Esse programa apresenta mensalmente um tema gastronômico variado, com o objetivo de explorar cardá­ pios regionais ou universais, inspi­ rados na diversidade dos povos e culturas de todos os cantos do mun­ do e nas personalidades que mar­ caram época na história da huma­ nidade, como pintores, atores, es­ critores, intelectuais e mestres nas artes comensais. Na Lanchonete. •Pratos de Verão. Neste mês, o cardápio especial é de peixes e fru­ tos do mar. 5, 13 e 2 1 /0 2 . Segun­ da, terça e quarta, das 12h às 15h. Sesc Santo Amaro MESA SÃO PAULO. Ação contra a fome e o desperdício, pela qualida­ de de vida. Um conjunto de ativida­ des cujo objetivo é agregar quali­ dade e valor nutricional às refei­ ções servidas por instituições so­ ciais aos segmentos carentes da so­ ciedade por elas atendidos. Distri­ buição diária de alimentos e desen­ volvimento de atividades educati­ vas. A sustentação do programa está na parceria com empresas que doam alimentos, com instituições que desenvolvem projetos de pro­ moção humana e com pessoas vo­ luntárias, dentro de uma perspecti­ va de solidariedade e compromisso social. O Mesa São Paulo viabiliza os esforços dessas parcerias. Atual­ mente, participam do programa 135 empresas, 158 instituições e 11 voluntários. Alimente esta idéia. Ligue grátis para 0800 177 772. Segunda a sexta, das 8h às 18h. Sesc Carmo

de produção. No verão, experimen­ te as novas saladas. Segunda a sex­ ta, das 11 h às 14h30. Sesc Interlagos. Restaurante da Sede Social, com cardápio variado. De 3/01 a 3 1 /1 2 . Quartas a do­ mingos e feriados, das 12h às 15h. Sesc Pompéia. Self-service por qui­ lo, pratos rápidos, massas e grelha­ dos. Terça a sexta, das 11 h30 às 14h30. Sábados, domingos e feria­ dos, das 11 h30 às 15h. lanchonetes Sesc Ipiranga. Ideal para todas as idades. Ambiente aconchegante com vista para o Jardim, destaca-se por seus happy hours nas sextas com música ao vivo. Cardápio que apresenta tudo e um pouco mais, encontramos, entre outros, pratos variados, lanches rápidos, porções, salgados, doces, café, sorvetes, be­ bidas e chopp. Terça a sexta, das 12h às 22h. Sábados, domingos e feriados, das lOh às 18h. Sesc Interlagos. Variedades de lan­ ches quentes, minipizzas de mussarela, pão de queijo, tortas, doces, sucos naturais e bebidas. De 1° /0 2 a 3 1 /1 2 . Quarta a domingos e fe­ riados, das 9h às 17h. clínicas odontológicas CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. O serviço de odontologia do Sesc ofe­ rece tratamentos clínicos e cirúrgi­ cos em diferentes especialidades: endodontia e periodontia, má-formação, odontopediatria, próteses e rádio-diagnóstico. As ações na área de odontologia procuram pre­ venir e evitar problemas de saúde, sendo complementadas também por trabalho educacional. Informe-se sobre o período de inscrição nas unidades do Sesc. Sesc Odontologia. Segunda a sex­ ta, das 8h às 22h. Tel.: 228-7633. Sesc Consolação. Segunda a sexta, das 8h às 21 n30. TeL: 234-3000. Sesc Ipiranga. Até 3 1 /0 3 . Segunda a sexta, das 13h às 21 h30. Tel.: 3340-2000. Sesc Vila Mariana. Até 2 9 /1 2 . Se­ gunda a sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21 h30. Tel.: 5080-3000. Sesc Pompéia. Terça a sexta, das 8h às 21 n30. Sábados, das 8h às 16h30. Tel.: 3871-7700.

choperia Sesc Pompéia. Terça a domingo, a partir das 20h. Música ao vivo às terças, quintas, sextas e sábados. Cardápio, variado com petiscos e lanches. Ótimo chope. restaurantes Sesc Carmo. Refeições a baixo cus­ to, com qualidade. Os cardápios são elaborados e supervisionados por nutricionistas, com controle de procedência dos gêneros e higiene

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Infantil espetáculos AS AVENTURAS DO SAPO TADEU. Com Ateliê Teatro. Uma grande brincadeira na qual o Sapo Tadeu coloca seus ami­ gos - o Pato e o Rato - em enormes con­ tusões. R$1,00 (O, ❖), R$1,50 (□) e R$2,00. Grátis para crianças até 12 anos. Ingressos a partir das 15h. 10/02, sábado, às 16h. Sesc Santo Amaro AS NOVAS AVENTURAS DE CHAPEUZINHO VERMELHO. (Rio Grande da Ser­ ra). Caminhando pela floresta, Chapeuzinho Vermelho se depara com um lobo muito atrapalhado, que tenta de todas as formas devorá-la. 3/02, sábado, às 14h30. Sesc São Caetano BRINCANTANDO. Espetáculo musical composto por brincadeiras e cantigas de roda valorizando o mundo mágico da criança. Área de Convivência. Grátis. 4/02, domingo, às 1Th. Sesc Pompéia CANTOS E CONTOS DA MATA. Um grupo de arqueólogos vai às matas tro­ picais procurar nas pedras informações sobre o passado dos povos e enfrentam sérios problemas com o Sr. Cifrão. Área de Convivência. Grátis. 18/02, domin­ go, às 17h. Sesc Pompéia CIRCUS A NOVA TOURNÉE. Bonecos e música vão desenhando um divertido e inusitado espetáculo circense, com as mi­ nhocas malabaristas, o domador de ca­ melos, a mosca performática e até o ho­ mem bala. Com a Cia. Cidade Muda. Após cada espetáculo, oficina com os atores do grupo. Auditório. R$6,00, R$4,50 (□) e R$3,00 (O). 3, 4, 10 e 11 /02. Sábado e domingo, às 15h. Sesc Vila Mariana COCOS E MITOS. Com a Cia. das Co­ res. Na tentativa de encontrar seus pais, Coquinho começa uma fantástica via­ gem, deparando-se com situações ines­ peradas que irão colocá-lo em contato com os seres da floresta. R$1,00 (O, ❖), R$1,50 (□) e R$2,00. Grátis para crian­ ças até 12 anos. Ingressos a partir das Í5h. 17/02, sábado, às lóh. Sesc Santo Amaro COCOS E MITOS. Com a Cia. das Co­ res. Concepção e direção de Edson Gon. Grátis até 12 anos. R$2,00 (O, ❖), R$2,50 (□) e R$5,00. 80 lugares. 3/02, sábado, às 15h. Sesc Pinheiros DONA TERRA. Com Teatro Por Um Triz. A Dona Terra está doente e sente ponta­ das em todos os seus continentes. Um menino resolve ajudá-la e eles saem em busca de um médico que possa curá-la. R$1,00 (O, ❖), R$1,50 (O) e R$2,00. Grátis para crianças até 12 anos. Ingres­ sos a partir das 15h. 3/02, sábado, às lóh. Sesc Santo Amaro MOSTRA DE ARTES - PLATAFORMA ABC. Com o apoio dos Departamentos de Cultura das sete cidades da região, serão apresentados mais de quinze tra­

balhos divididos em oficinas, espetáculos de teatro (adulto e infantil), música e ar­ tes visuais. Participe! Venha conhecer a produção cultural da sua região! Grátis. •K' A n. (São Caetano do Sul). K'A n é uma fábula contada à maneira oriental. Lao é um garoto cuja missão é levar água em baldes do rio ao circo onde vive. Quem dá as ordens é o ambicioso e grosseiro Sr. Dragon. 10/02, sábado, às 14h30. Sesc São Caetano

R$2,00 (O, ❖), R$2,50 (□) e R$5,00. 80 lugares. 10/02, sábado, às 15h. Sesc Pinheiros VAMOS BRINCAR DE BRINCAR. Neste espetáculo, as crianças são convidadas a interagir e transformar o enredo ba­ seado em brincadeiras que estimulam a criatividade e a fantasia. Com a Cia. Pa­ tética. 11, 25 e 27/02. Domingos, às 13h. Sesc Itaquera

O LIXO É UM LUXO. Com os atores Nora Prado e Gabriel Guimard. Texto e direção de Gabriel Guimard. Grátis até 12 anos. R$2,00, R$2,50 e R$5,00. 80 lugares. 17/02, sábado, às 15h. Sesc Pinheiros

VAMOS BRINCAR DE BRINCAR. Com a Cia. Patética. Área de Convivência e Rua Central. Grátis. 3/02, sábado, às 17h. Sesc Pompéia

O UM DA ESTÓRIA. Espetáculo de estru­ tura mítica que ficcionaliza a origem do primeiro contador de estórias e da capa­ cidade humana de se fixar em um deter­ minado lugar fazendo dele o seu mun­ do. Texto e direção de Mario Santana. Com a Cia. Teatro de Papel. R$5,00, R$2,50 (□, ❖) e R$2,00 (O). No Teatro. Duração de 50 min. Até 27/02. Sába­ dos, domingos e feriados, às 16h. Sesc Belenzinho

ALIA VOLTAGEM ESPECIAL Projeto des­ tinado a adolescentes de 13 a 15 anos, que tem como objetivo colocá-los em contato com atividades esportivas e cor­ porais com ênfase nas áreas de teatro ou artes plásticas. Inscrições: 13 e 14/02, ex-inscritos e comerciários; 15/02 (a partir) público em geral - vagas rema­ nescentes. Documentos necessários: 1 foto 3 x 4 atual, xerox da certidão de nascimento e comprovante da matrícula escolar. De l° /0 2 a 1°/12. Terças e quintas ou quartas e sextas, às 14h. •Basquete. Curso de iniciação esportiva ue visa a desenvolver o aprendizado os fundamentos básicos da modalida­ de (arremesso, passe, finta, drible) e a oferecer condições de participação em um jogo. 25 vagas. De 1 °/02a 31/12. Terças e quintas, às 10h30 e 15h. eFutsal. Iniciação nos fundamentos básicos da modalidade e na dinâmica do jogo, por meio de aulas práticas. 25 vagas. In­ formações no 1° andar do Conjunto Es­ portivo. De l° /0 2 a 31/12. Quartas e sextas, às 10h30 e 16h30. «Ginástica. Aulas com ênfase na melhoria da condi­ ção física e motora por meio de exercí­ cios aeróbicos e localizados, de expres­ são corporal, entre outros. Utilização de variações de ritmos e aulas coreografadas. Informações no 1° andar do Con­ junto Esportivo. De l° /0 2 a 31/12. Quartas e sextas, às 1óh. «Vôlei. Inicia­ ção nos fundamentos básicos da moda­ lidade e na dinâmica do jogo, por meio de aulas práticas. 25 vagas. De 1°/02 a 31/12. Quartas e sextas, às 15h. •Judô. 15 vagas por turma. Terças e quintas, às 15n. Quartas e sextas, às lóh. Sesc Pompéia

O VÔO. Espetáculo de bonecos que conta a jornada de um aventureiro que sai em busca da realização de seu so­ nho. Inspirada na história real de Char­ les Lindberg, o primeiro homem a atra­ vessar de avião o Oceano Atlântico. Com a Cia. A Cidade Muda - Núcleo de Teatro de Brinquedo e a Cia. As Gra­ ças. No Teatro. R$9,00, R$6,00 (□) e R$3,00 (O, ❖). Convites gratuitos para crianças até 12 anos. Retirar ingressos a partir das 14h30 do dia do espetáculo. 4, 1 le 18 às lóh. 25/02 às 15h, reti­ rar ingressos às 13h30. Sesc Ipiranga PALOMO, O GAROTO REI MOMO. Palomo é um sucesso entre os amigos, até que conhece Aninha e, de tão feliz com a namorada, começa a emagrecer. Agora a escola ficou até sem o Rei Momo! Com a Cia. carioca Etc. e Tal. Após cada espetáculo, oficina com os atores do grupo. Auditório. R$6,00, R$4,50 (□) e R$3,00 (O). 17, 18, 24 e 25/02. Sábados e domingos, às 15h. Sesc Vila Mariana PARADA DE RUA. Performance cênicomusical em forma de cortejo, que busca a teatralização em espaços não-çonvencionais. Com o Grupo LUME. Área de Convivência e Rua Central. Grátis. 10 e 11 /0 2 , sábado e domingo, às 17h. SESC Pompéia ROBIN HOOD. A lendária história do "Príncipe dos Ladrões", que roubava dos ricos para dar aos pobres, é conta­ da com enfoque nos dias atuais. Com a Cia. Centopéia. 4/02, domingo, às 13h. Sesc Itaquera SANCHO PANÇA CONTA DOM QUIXOTE. Com a Cia. C.A.O.S. Texto, dire­ ção e desenhos animados de Toni D'Agostinho. Grátis até 12 anos.

BRINQUEDOS E GERINGONÇAS - A ARTE POPULAR DO BRINQUEDO. Even­ to que propõe o resgate e a releitura da arte popular do brinquedo e a valoriza­ ção da cultura do brincar como um pro­ cesso de desenvolvimento artístico, social e educacional. A exposição é dividida em cinco módulos: 1/'Geringonças de Mestre Molina", 19 geringonças cons­ truídas nas décadas de 1970/80, retra­ tando cenas do cotidiano popular e o imaginário desse reconhecido artista que atuou durante muitos anos no Sesc; em dezembro, a inclusão da instalação "Presépio: Nascimento, Vida e Morte de Jesus Cristo", retratando em detalhes ce­ nas desse contexto histórico. 2)"Bonecos Artistas", espaço cênico para apresenta­

ções teatrais e exposição de 50 bonecos artistas e 100 bonecas do acervo da ex­ posição "Mil Brinquedos para a Criança Brasileira", do Sesc. 3)"Oficina das Ar­ tes do Brinauedo", confecção e criação de brinquedos orientados por funcioná­ rios do Sesc, integrando os diferentes pú­ blicos. 4) "Mural Lúdico", espaço para registro da memória do brincar e im­ pressões sobre a exposição. 5) Ludoteca, espaço revitalizado com novo acervo de brinquedos e jogos para empréstimo, demonstrações e venda de brinquedos artesanais e animação de atividades •Brincadeiras de Carnaval. Intervenção cênica do Grupo APCA. As atrizes Nina Mancin e Rosa Maria promovem uma ação interativa com a platéia. De 1° a 25/02. Quintas e domingos, às lOh e 12h. •Brincantando. Espetáculo musical que, por meio do resgate de brincadei­ ras populares, leva às crianças a diversi­ dade cultural e as várias manifestações do brincar, incentivando a criatividade e a leitura. Do grupo Luz e Ribalta. De 2 a 23/02. Sextas, às lOh, 12h e 14h. •Carnaval Alegria. Intervenções com os atores Carlos Capelleti e Rosa Maria. Brincadeiras com as marchas de carna­ vais de antigamente. De 7 a 28/02. Quartas, às 1Oh, 12h e 14h. «Dona Ter­ ra. Espetáculo teatral da Cia. Teatro Por Um Triz. Dona Terra, doente, recebe a ajuda de um menino que busca um mé­ dico para curá-la. 18/02, domingo, às 14h. «Folias e Folguedos. Intervenção performática em que os atores Inimar dos Reis e Sandro de Mamulengo inter­ pretam uma celebração popular carna­ valesca: as tradições carnavalescas po­ pulares das diversas partes do país são reveladas nesse espetáculo. De 3 a 24/02. Sábados, às lOh, 12h e 14h. •O Anjo e a Princesa. Espetáculo teatral do grupo Sobrevento. Um anjo da guar­ da ae uma princesa conta a sua história e as inúmeras peripécias da princesa. 11/02, domingo, às 14h. * 0 Vôo. O espetáculo da Cia. Cidade Muda de tea­ tro de bonecos, de Cláudio Saltini, conta a jornada de um aventureiro que sai em busca de realização de seu sonho. 4/02, domingo, às 14h. «Paz Quem Quer Faz. Oficina do ator, diretor e dra­ maturgo Carlos Meceni. Nesse trabalho, o elenco é convidado a participar direta­ mente do espetáculo. Á platéia recebe material e é monitorada na confecção de bonecos. 25/02, domingo, às 14h. •Princesas. Um ator quer despertar uma princesa que dorme há muito tempo. Teatro de bonecos com o Grupo Teatro Por Um Triz. 25/02, domingo, às 14h. Sesc Interlagos MAMÃE, EU QUERO MATINÊ. Três dias de folia para crianças de todas as ida­ des, com animação musical, performan­ ces, oficinas de adereços e fantasias, construção de instrumentos, saídas de blocos infantis e recreação. Grátis. •Animação Musical & Blocos. A Banda Clave de Lata animará o nosso carnaval fazendo um cortejo de blocos em toda a unidade. De 24 a 27/02. Sábado e ter­ ça, às 17h. •Barracão da Folia. Ofici­ nas de criatividade para a confecção de adereços, instrumentos musicais e fanta­ sias, com materiais recicláveis, além de aula aberta de música, dança e história

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Infantil ção de instrumentos musicais. Visando despertar o gosto pela música e experi­ mentando as diferentes possibilidades de sons. Orientação dos técnicos do Sesc. No Estúdio 2. Grátis. Inscrições com 30 minutos de antecedência na Area de Convivência. 24/02 - Maracá. 25/02 Cometa. 26/02 - Reco-Reco. 27/02 Ganzá. De 24 a 27/02. Sábado, do­ mingo, segunda e terça, às 14h. Sesc Ipiranga OFICINAS DE CARNAVAL •Percussão. Com Cia de Artes do Baque Bolado. 17 e 18/02 às 15h30. «Fanta­ sias e adereços. 25 e 27/02 às 13h.

ORONAS INFANTIS. Serão desenvolvi­ das atividades artísticas, corporais e es­ portivas. Dirigidas a crianças de 7 a 12 anos ou menores, desde que acompa­ nhadas pelos pais. Veja a programação •O Movimento Que Estoura. Utilizando bexigas, as crianças vão aprendendo uma nova forma de brincar. 2/02, sexta, das 11 h30 às 17h30. Sesc Pompéia

do Carnaval. Na Sala de Múltiplo Uso. De 24 a 27/02. Sábado, segunda e ter­ ça, das 1Oh às 17b. •Performances. Diariamente, alguns personagens dos sa­ lões de Carnaval, como a Colombina, o Pierrot, o Arlequim, o Pirata da Perna de Pau e muitos outros, estarão animando a nossa folia. Na Praça Central. De 24 a 27/02. Sábado, segunda e terça, das 13h às 1Th. «Samba Criança. Apresen­ tação de bloco carnavalesco e escola de samba mirim com uma ala de sambistas, bateria, mestre-sala e porta-bandeira. Na Arena. De 24 a 27/02. Segunda, às 17h. «Torneio dos Mascarados. Bem-hu­ morado e divertido torneio de futebol de areia entre "rivais" lendários como: Pierrots x Arlequins, Popeyes x Brutus, Batmans & Robins x Coringas, etc. Na Qua­ dra de Areia. De 24 a 27/02. Sábado, segunda e terça, às 11 h. Sesc Santo Amaro

TRIBO URBANA. Programa de ativida­ des integradas para adolescentes de 12 a 18 anos, que reúne áreas de expressão corporal e artística. Inscrições grátis. De 12 a 23/02. Sesc Consolação CURSOS FÍSICO-ESPORWOS INFAN­ TIS. Dirigidos a crianças de 7 a 12 anos. Oferece a possibilidade de contato com atividades corporais e esportivas. Escolha e participe. Informações no 1° andar do Conjunto Esportivo. Grátis. •Futsal. Iniciação nos fundamentos bási­ cos da modalidade e na dinâmica do jogo, por meio de aulas práticas. De 10 a 12 anos. 15 vagas. Quartas e sextas, às 9h30. «Ginástica Olímpica. Curso de iniciação à modalidade. De 10 a 12 anos. 15 vagas. Terças e quintas, às 10h30 e 15h. «Judô. De 7 a 12 anos. 15 vagas por turma. Terças e quintas, às 9h30 e 10h30. Quartas e sextas, às 14h

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e 15h. Sábados, às 9h30,10h30 e 14h. •Reeducação Respiratória. Direcionado a portadores de deficiências respirató­ rias. É desenvolvido por meio de exercí­ cios de respiração, fortalecimento muscu­ lar e correção postural em sala e na pis­ cina, estimulando a percepção e o equi­ líbrio. 25 vagas. Quartas e sextas, às 17h. «Vôlei. Iniciação nos fundamentos básicos da modalidade e na dinâmica do jogo, com aulas práticas. 25 vagas. De 10 a 12 anos. Terças e quintas, às 15h. «Vôlei. Iniciação nos fundamentos básicos da modalidade e na dinâmica do jogo, com aulas práticas. 25 vagas. De 11 a 17 anos. Quartas e sextas, às 9h30. Sesc Pompéia DANÇA. Jazz, balé modemo, técnicas de improvisação e composição de movi­ mentos rítmicos, entre outros. •Infantil. De 7 a 9 anos. Na Sala 2. Ins­ crição com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (O). De 1°/02 a 16/12. Quar­ tas esextas,às 16h30. «Juvenil.De 10a 15 anos. Na Sala 3. Inscrição com o pro­ fessor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (O). De 1°/02 a 1 5 /l2 . Terças e quintas, às 17h30. Sesc Ipiranga JAZZ. De 7 a 12 anos. Turmas mensais. R$16,50 (O) e R$33,00 (□). De 12/02 a 3 0 /l 2. Terças e quintas, às 15h. Sesc Pinheiros NATAÇÃO. Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. Sesc Consolação. Duração de até 6 me­ ses. 20 vagas por turma. De 6 a 7 anos. Segundas e quartas, às 9h. De 8 a 11 anos. Segundas e quartas, às 1Oh e 14h. De 12a 14 anos. Segundas e quartas, às

15h. R$33,00 (O) e R$66,00 p ). De 1 702 a 31/12. Sesc Pompéia. Iniciação aos nados crawl e costas. Duração de 6 meses. A partir de 5 anos. R$30,00 (O) e R$60,00. 15 va­ gas por turma. Peixinho (5 a 6 anos): ter­ ças e quintas, às 9h30 e 15h. Golfinno (7 a 10 anos): quartas e sextas, às 9h30 e 15h. Tubarão (11 a 14 anos): terças e quintas, às 8h30 e 15h. arte marcial CAPOEIRA. De 7 a 15 anos. Inscrição com o professor no horário de aula. Na Sala 2. R$44,00, R$29,00 (□) e R$22,00 (O). Terça e quintas, às 17h30. Sesc Ipiranga JUDÔ. De 7 a 14 anos. 25 vagas. R$39,00 (O) e R$78,00 (□). De 15/01 a 15/06. Terças e quintas, às 17h45. Sá­ bados, às 9h30. Sesc Consolação TAE KWON DO. Arte marcial de origem coreana. Desenvolve agilidade, flexibili­ dade e alongamento, com exercícios di­ nâmicos de confronto. Infanto-juvenil. De 7 a 15 anos. Na Sala 4. Inscrição com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (□) e R$22,00 (O). Terças e quintas, àsl7h30. Sesc Ipiranga

COLOGRAVURA. Utilizando recortes e sobreposições de materiais alternativos, desenvolvendo técnicas de colagem e gravura, tendo como resultado final uma série de imagens gravadas. Para crian­ ças acima de 9 anos. Orientação de Janaína Barros. No Estúdio 2. Grátis. Inscri­ ções prévias na Área de Convivência. 10/02, sábado, às 14h. OFICINAS DE CARNAVAL Pensando em Ioda a musicalidade que essa festa nos traz, foram elaboradas oficinas de cria­

OFICINAS INFANTIS. Criação de jogos e brinquedos de verão construídos a partir de garrafas tipo PET. Na Sala de Leitura e Jogos. Inscrições gratuitas no local. Refresco-Ball e Passa Bolinha (3/02), Vai-eVem e Garrafa Mágica (10/02), CaiNão-Cai e Ampulheta D'Água (17/02). De 3 a 17/02. Sábados, das 13h às 16h. Sesc Santo Amaro OFICINAS INFANTIS. Serão desenvolvi­ das atividades artísticas, corporais e es­ portivas. Dirigidas a crianças de 7 a 12 anos ou menores, desde que acompa­ nhadas pelos pais. •A Arte de Representar. Criando os seus próprios personagens, as crianças terão a oportunidade de brincar tendo como tema a arte de representar. 10 e 11/02. Sábado e domingo, das 11 h às 13h e das 14h às 17h. «Brincadeiras e Jogos. 7/02, quarta, das 1lh30 às 17h30. •Brincando com Pés de Lata. Fazendo uso de latas vazias, as crianças irão construir um brinquedo diferente para brincar em diversas atividades de movi­ mento e equilíbrio. 8/02, quinta, das 11 h30 às 17h30. «Brincando com Rit­ mos. As crianças serão convidadas a descobrir e explorar, de maneira criativa, diversas sonoridades. 3 e 4/02. Sábado e domingo, das 11 h às 13h e das 14h às 17h. «Construção da Escada de Jacó. Brinquedo estimulante do imaginário in­ fantil, permitindo a criação de formas di­ versas a partir de uma estrutura básica. 7/02, quarta, das 11 h30 às 17h30. «De Corpo em Corpo: Uma Multidão. Ativi­ dade coletiva com expressão corporal e registro dos movimentos utilizando-se de giz de cera para fazer os contornos. 9/02, sexta, das llh 3 0 às 17h30. •Gincana Maluca. Uma intervenção di­ vertida entre crianças com tarefas e desa­ fios. 6/02, terça, das 13h30 às 17h30. •Monotipia. Vivência e experimentação de impressão de imagens, explorando os diversos efeitos que a técnica oferece. 3 e 4/02. Sábado e domingo, das 11 h às 13h e das 14h às 17h. «Mosaico. Mate­


Terceira Idade riais coloridos que juntos criarão diversas figuras, estimulando a imaginação e a fantasia. 6/02, terça, das llh 3 0 às 17h30. Sesc Pompéia TlCAnCAnCABUM. Com Adriana Sale­ ma e Lílian Marchetti (cenógrafas, figurinistas e contadoras de histórias), a pro­ posta é estimular a coletividade, as habi­ lidades manuais e a dança. Na finaliza­ ção da oficina acontecerá o desfile do "Bloco de Carnaval Mirim do Sesc São Caetano" com a utilização dos elementos desenvolvidos durante a atividade. De 13 a 16/02. Terça a sexta, às 14h. Sesc São Caetano curvmim SESC CURUMIM. Para crianças de 7 a 12 anos, dependentes de trabalhadores no comércio e serviços. Um programa de desenvolvimento infantil com atividades integradas nas áreas de expressão física, artes, relações sociais, meio ambiente, ciência e tecnologia. Vagas limitadas. Sesc Carmo. Terminaram as férias. Esta­ mos de volta a pleno vapor. Dando início à programação, transformamos o espa­ ço do Curumim em um grande circo com muitas brincadeiras, maíabares, monocido e muita, muita estripulia. E como "... em fevereiro, tem Carnaval...", o Curu­ mim estará homenageando o compositor paulista Adoniran Barbosa, colocando o oloco na rua, participando do carnaval do Sesc Carmo. Inscrições prévias na Central de Atendimento. De 12/02 a 2 9/06. Segunda a sexta, das 8h às 11 h edas 14h às 17h. Sesc Consolação. Para crianças de 7 a 12 anos, dependentes de comerciários. Um programa de desenvolvimento infan­ til com atividades integradas nas áreas de expressão física, artes, relações so­ ciais, meio ambiente, ciência e tecnolo­ gia. A criança freqüenta o Sesc diaria­ mente, em horários alternativos ao esco­ lar. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima sobre horários e condições de inscrição. Exceto nos meses de janeiro e fevereiro. Grátis. De 2/01 a 30/07. Sesc Pompéia. Programa dirigido a crianças de 7 a 12 anos, que objetiva seu desenvolvimento integral por meio de ati­ vidades artísticas e físicas. Inscrições: 13 e 14/02, ex-curumins e comerciários; 15/02 (a partir) público em geral - va­ gas remanescentes. Documentos neces­ sários: 1 foto 3 x 4 atual, xerox da certi­ dão de nascimento e comprovante da matrícula escolar. Terças e quintas ou quartas e sextas, das 9 às 12h ou das 14h às 16h30. ESTAÇAO CRIANÇA Espaço destinado para jogos, brincadeiras, atividades ar­ tísticas e corporais orientadas por profis­ sionais especializados. De 7 a 12 anos. Vagas não limitadas. Grátis. Sextas e sá­ bados, das 14h às 17h. Sesc Consolação MOMENTO LÚDICO. Intervenção que acontece na Ludoteca, onde são realiza­ dos oficinas, jogos e brincadeiras. Grátis. Para crianças ae 7 a 12 anos. Orienta­ ção de Ricardo Graberth e Janaína Bar­ ras. 1°/02 - Detetive. 6 /0 2 - Stop. 8 /02

- Caça ao Tesouro. 13/02 - Pega- Pega Cooperativo. 15/02 - Duro ou Mole. 20/02 - Forca. 22/02 - Pula-Corda. Terças e quintas, às 15h30. Sesc Ipiranga AQUASESC. Programação especial com vivências aquáticas, festivais e torneios de diversas modalidades aquáticas. Sába­ dos ou domingos, às 15h30. De 7 a 12 anos. Necessária a apresentação da car­ teira do Sesc, com exame dermatológico atualizado. Trazer cadeado para utilizar o vestiário. Grátis. •Biribol. 26/02. «Brincando de Nadar. 3/02. «Foliágua. 25/02. «Vôlei com Bexiga. 17/02. Sesc Pompéia RECREAÇÃO ESPORTIVA UVRE. Vôlei, basquete e tênis de mesa. O material é fornecido pelo Sesc. De 10 a 15 anos. Vôlei e basquete: segundas e quartas, das lóh às 17h30. Sextas, das 9h às 17h30. Tênis de mesa: quinta e sexta, das 14h às 21 h30. Sábados e feriados, das 9h30 às 17h30. Grátis. Sesc Consolação espaço lúdico ESPAÇO LÚDICO Sesc Carmo. Espaço dedicado ao públi­ co infanto-juvenil, em que é possível de­ senvolver habilidades e estimular a criati­ vidade através de jogos educativos. Grá­ tis. Segunda a sexta, das 9h às 19h. Sesc Ipiranga. Espaço de diversão na área ae convivência onde funciona a central de empréstimo de jogos para di­ versas idades. Para crianças de 3 a 12 anos acontece também o Momento Lúdi­ co, quando são realizadas oficinas, jogos e brincadeiras, com um instrutor. Para os maiores de 12 anos, permanece aberta em tempo integral. Grátis para trabalha­ dor do comércio e serviços com carleirinha e R$0,50 para os demais. De 2/01 a 31/12. Terça a sexta, das 13h às 19h. Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 12h ou das 13h às 17h30.

Matrícula O cartão de matrícula no Sesc é o seu passaporte para participar, com vantagens, das várias atividades oferecidas e também para desfrutar as piscinas, quadras e outros equipamentos. Para matricular-se no Sesc são necessários os seguintes documentos. Trabalhador no comércio e serviços: carteira profissional do titular, certidão de casamento e certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos. A taxa de matrícula varia de acordo com a faixa salarial. A matrícula pode ser feita em qualquer unidade do Sesc e tem validade nacional de 12 meses. Aposentado do 7 comércio e serviços: carteira profissional e carnê do INSS. O utros: documento de identidade e consulta na unidade de interesse sobre a d isp o n ib ilid adt^k^aga^^^^^

CONVIVER COM ARTE. Apresentações musicais. Quartas, às 16h. Grátis. •Anastácia. 7/02. «Lamartine Que Me Babo. A cantora e instrumentista Yvette Matos faz uma homenagem ao grande compositor Lamartine Babo. 14/02. •Tarde Carnavalesca. Traga sua fanta­ sia e venha se divertir com a banda Gri­ to de Carnaval. 21 /02. Sesc Pompéia VESPERAL TEATRAL É CARNAVAL Es­ paço para apresentações teatrais e mu­ sicais. Neste mês, "E Carnaval", show musical com canções e marchinhas do Carnaval de todos os tempos. Grátis. 23/02, sexta, às 15h. Sesc Vila Mariana

SAÚDE°EM DIA: HIPERTENSÃO. Uma palestra sobre a hipertensão, o que é, como controlar, cuidados e informações. Grátis. 14/02, quarta, às 15h. Sesc Vila Mariana TROCANDO IDÉIAS. Um espaço para troca de idéias, opiniões e informações sobre a programação do próximo mês. Grátis. 28/02, quarta, às 14h. Sesc Vila Mariana PÍLULAS ANT1ENVELHECIMENTO. Dicas práticas para a saúde, com o dr. Fer­ nando Lucchese (cirurgião cardiovascular e pesquisador), autor do livro "Pílu­ las para Viver Melhor", no Auditório. Grátis. 16/02, sexta, às 14h30. Sesc Pompéia

PROGRAMA DA TERCEIRA IDADE. Ati­ vidades corporais, artísticas, reflexivas e recreativas são alguns dos ingredientes deste programa que proporciona ao idoso um espaço para a livre expressão, aprendendo e trocando experiências. A partir dos 55 anos. R$10,00 (O) e R$20,00 (□). De I o a 28/02. Segunda a sexta, das 14h às 1Th. Sesc Santo Amaro aulas abertas DANÇAS BRASILEIRAS. Grátis. De l° a 22/02. Terças e quintas, às 9h30. Sesc Vila Mariana

(□) e R$10,00. De 7 a 23/02. Quartas e sextas, das 1Oh às 12h. Sesc Vila Mariana BATE-PAPO MUSICAL O reconhecimen­ to de seu trabalho como instrumentista e o empenho no resgate, preservação e difusão do samba ae raiz repercutiram na conquista do título de "embaixador do samba paulista", concedido pela União das Escolas de Samba Paulista­ nas (UFESP). Hall de Convivência. Grá­ tis. 22/02, quinta, às 15h. Sesc Consolação ENCONTRO DE ESPORTE E CULTURABERTIOGA. O Encontro de Esporte e Cultura acontecerá no período de 16 a 22 de maio, em Bertioga. Para a orga­ nização dos trabalhos e a composição da delegação que representará o Sesc Consolação, faremos uma reunião para sortearmos vagas aos interessados e forneceremos informações detalhadas sobre o evento. A participação está aberta somente aos integrantes da Ter­ ceira Idade do Sesc Consolação. Apre­ sente sua carteira do Sesc, CPF, RG e en­ dereço completo. Sala Ômega, 8° an­ dar. 14/02,quarta, às 14h. Sesc Consolação FESTA BAILE CARNAVAL. 23/02, sexta, às 15h30. Sesc Pinheiros

Grátis.

PROGRAMA PERMANENTE DE EDUCA­ ÇÃO PARA O ENVELHECER SAUDÁ­ VEL O Sesc Itaquera oferecerá, a partir de março, uma série de cursos, oficinas e manifestações culturais mostradas através de várias linguagens, como mú­ sica, dança, exposições, vídeos, pales­ tras, cinema e outras. Informações e ins­ crições a partir de 14 de fevereiro. R$1,00 (O) e R$2,00. Até 30/06. Quarta a sábado, das 9h às 17h. Sesc Itaquera REUNIÃO PARA NOVOS SÓCIOS. Apresentação do Programa da Terceira Idade para novos interessados. Sala Ômega, 8o andar. 9/02, sexta, às 14h. Sesc Consolação CURSOS ESPECIAIS. Proposta de apre­ sentação de vivências corporais diferen­ ciadas através de cursos de curta dura-

ALONGAMENTO Sesc Carmo. R$12,00 (O) e R$24,00. De 12/02 a 13/12. Segundas e quar­ tas, às 11 h e 1óh. Terças e quintas, às lOh, 15h e 18h.

•Tango. Com Vagner Rodrigues. Vagas limitadas. Duração de 2 meses. Informa­ ções e inscrições no 1° andar do Con­ junto Esportivo. De I o a 23/02. Quin­ tas, às 14h. Sextas, às 1Oh. Sesc Pompéia

ginástica GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e as condições físi­ cas de cada pessoa. Informe-se na uni­ dade do Sesc mais próxima. Sesc Carmo. R$12,00 (O) e R$24,00. De 12/02 a 13/12. Segundas e quar­ tas, às 1Oh e 15h. Terças e quintas, às 9h e 14h.

TORNEIOS E DESAFIOS. Área de Con­ vivência. Grátis. •Damas. 3 e 4/02. Sábado e domingo, das 13h às 16h. • Dominó. 17 e 18/02. Sábado e domingo, das 13h às lóh. •Xadrez. 10 e 11/02. Sábado e do­ mingo, das 13h às 16h. Sesc Pompéia

INTERNET AGORA. Para navegar com rumo, nessa oficina orientações de como utilizar a Internet. Orientação de Ricardo Carvalho. R$5,00 (O), R$7,50

aulas abertas GINÁSTICA HARMÔNICA. Método de ginástica elaborado pelo Sistema, Rip Aiberto, que visa o desenvolvimento har­ mônico ao ser humano. Com Waldemir Santana Filho, médico, acupunturista e

revista &

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Terceira Idade instrutor habilitado pela Fundação Rio Abierto Internacional. No Parque da Água Branca-Bambuzal. Grátis. 17/02, sábado, às lOh. Sesc Consolação AUTOMASSAGEM E RELAXAMENTO ATRAVÉS DA REFLEXOLOGIA. A reflexologia é praticada há muito tempo e busca, por meio da massagem nos pés e mãos, o reequilíbrio dos possíveis problemas existentes no organismo. Com Elisabete do Carmo Monteiro. 15/02, quinta, das 14h30 às 16h30. Sesc São Caetano DANÇA RECREATIVA. Estimula a criati­ vidade e a expressão por meio de vá­ rios ritmos e técnicas de improvisação e composição de movimentos. Orienta­ ção de técnicos do Sesc. 22/02, quin­ ta, às 14h30. Sesc São Caetano CORPO, MOVIMENTO E CRIAÇÃO. Trabalharemos os princípios da dança (tônus muscular, estruturas ósseas, peso e extensão do movimento) com expe­ riências cotidianas e das tensões acu­ muladas no corpo, sendo tudo embala­ do pela música de Patrícia Werneck e Luiz de Abreu, bailarinos e coreógra­ fos. Inscrições, distribuição de senhas para comerciário aposentado nos dias 19, 20 e 22/02, das 12h30 às 21 h e sorteio dia 23/02. Para usuários, sor­ teio dia 24/02. Início das aulas 6/03. Terças e quintas, das 14h às 15h30. 30 vagas. Setor de Matrícula. Grátis. De 19 a 24/02. Sesc Consolação GINÁSTICA FACIAL Curso constituído de uma série de exercícios de relaxa­ mento para todos os músculos faciais, oculares e do pescoço. Com Beatriz Esteves. Informações no 1° andar do Con­ junto Esportivo. De 6 a 22/02. Terças e quintas, às 14h. Sesc Pompéia GINÁSTICA TERCEIRA IDADE I. De 50 a 65 anos. Turmas mensais. R$8,00 (pre­ ço único). Segundas e quartas, às 8h, 8h30, 10h30, 13h e lóh. Terças e quintas, às 8h, 9h30, 15h, 16h, 17h e 18h30. Sesc Pinheiros GINÁSTICA TERCEIRA IDADE II. Acima de 65 anos. Turmas mensais. R$8,00 (preço único). Segundas e quartas, às 9h30 e 15h. Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 13h e 14h. Sesc Pinheiros OFICINA DE VOZ. Estão abertas as ins­ crições para a Oficina de Voz da Ter­ ceira Idade. Inscrições no Setor de Ma­ trícula, I o andar. Início das aulas dia 6/03, às terças e quintas, das 15h30 às 16h30. Somente para os matricula­ dos no Programa da Terceira Idade do Sesc Consolação. Grátis. De 5/0 2 a 3/03. Segunda a sexta, das 12h30 às 21 h30. Sesc Consolação PRATOS RÁPIDOS E NUTRITIVOS. Orientações sobre alimentação saudá­

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vel acompanhadas de receitas rápidas para o dia-a-dia, ideais para as pes­ soas que não querem passar o dia todo na cozinha ou que moram só. Com um técnico em nutrição. Grátis. 9 e 16/02. Sextas, às 14h. Sesc Itaquera REEDUCAÇÃO RESPIRATÓRIA. Direcio­ nado a portadores de deficiências res­ piratórias. Informações no I o andar do Conjunto Esportivo. Quartas e sextas, às lóh. Sesc Pompéia REFLEXOLOGIA DOS PÉS. Aplicação de pressão com a ponta dos dedos so­ bre pontos reflexos, relacionados a re­ giões particulares do corpo. Com Crisfane Moreno Sica. R$15,00 (O) e R$30,00. Quartas, às 9h30. Sesc Pompéia ALONGAMENTO. A partir de 50 anos. Turmas mensais. R$8,00 (preço único). Segundas e quartas, às 8 h30,11 h, 16n e 17h. Terças e quintas, às 14h, 15h e 17h. Sesc Pinheiros DANÇA Sesc Pinheiros. A partir de 50 anos. Turmas mensais. R$8,00 (preço único). De 12/02 a 30/12. Segundas e quar­ tas, às 1Oh. Terças e quintas, às 16h. Sesc Pompéia. R$9,50 (O) e R$19,00. Informações no I o andar do Conjunto Esportivo. Quartas e sextas, às 10n30. Sesc Ipiranga. A partir de 51 anos. Na Sala 2. Inscrição com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (O). Terças e quintas, às 11 h. DANÇA EXPRESSÃO. Resgata as ex­ pressões corporais e emocionais por meio da apreciação e estudo dos rit­ mos, estilos musicais e exercícios tea­ trais. A partir de 51 anos. Na Sala 4. Inscrição com o professor no horário de aula. R$44,00, R$29,00 P ) e R$22,00 (O). Quartas e sextas, às 14h30. Sesc Ipiranga NATAÇÃO. Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até 6 meses. Sesc Consolação. 30 por turma. Duração de 12 meses. R$16,50 (O) e R$33,00 P ). Terças e quintas, às 1Oh e 13h. Sesc Pompéia. Cursos com duração de 6 meses. A partir de 50 anos. R$15,50 (O) e R$31,00. Terças e quintas, às 11 h30 e 16h. Quartas e sextas, às 10h30, 13h, 14he lóh. VÔLEI ADAPTADO Sesc Consolação. 30 vagas por turma. Ginásio Verde, 2° andar. Grátis. Segun­ das e quartas, às 15h. Sesc Pompéia. Turma de aperfeiçoamen­ to. A partir de 50 anos. Grátis. Quartas e sextas, às 15h. Sesc Pompéia. Turma de iniciação. A partir de 50 anos. Grátis. Terças e quin­ tas, às 16h. YOGA Sesc Consolação. Hatha Yoga. R$16,50 (O) e R$33,00 p ). 25 vagas por turma. Segundas e quartas, às 9h, 1Oh e 15h30.

Sesc Pinheiros. A partir de 50 anos. R$8,00 (preço único). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professo­ ra. Segundas e quartas às 15n. Terças e quintas, às 9h30 e 11 h. Sextas, às 8h30, 10h30, 14h30e 16h30. Sesc Consolação. Suásthya. Com Odete Santana. R$16,50 (O) e R$33,00 P ). 25 vagas por turma. Terças e quin­ tas, às 9h, 1Oh, 14h, 15h e 16h. ginástica ALONGAMENTO ETÉCNICAS CORPO­ RAIS. Aulas com exercícios que desen­ volvem flexibilidade muscular, mobili­ dade articular e consciência corporal. A partir de 50 anos. R$9,50 (O) e R$19,00. Terças e quintas, às 11 h30 e 17h. Quartas e sextas, às 10h30 e 15h. Sesc Pompéia CONDICIONAMENTO FÍSICO. Com aparelhos. Capacidade de atendi­ mento por hora é de 30 pessoas. R$10,50 (O) e R$21,00 (□). Freqüên­ cia livre. Em janeiro serão oferecidos horários alternativos para os alunos matriculados. Segunda a sexta, das 7h30 às 21 h30. Sábados, das 9h30 às 15h30. Sesc Consolação EUTONIA. Favorece o autoconhecimento e o realinhamento postural com exercícios de reconhecimento das es­ truturas do corpo. 20 vagas por turma. R$23,00 (O) e R$47,00 (□). Segun­ das, às 14h. Sesc Consolação

GINÁSTICA Sesc Pompéia. A partir de 50 anos. R$9,50 (O) e R$19,00. Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 15h e 16h. Quartas e sextas, às 9h30, 10h30, 14h e 15h. Sesc Santo Amaro. A partir de 55 anos. R$20,00 p ) e R$10,00 (O). De 9/01 a 22/02. Terças e quintas, às 14h. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e as condições físi­ cas de cada pessoa. A cada mês, temas diferentes sobre atividade física, saúde e bem-estar. Informe-se na unidade do Sesc mais próxima. Sesc Ipiranga. A partir de 51 anos. Ter­ ça e quintas, às 14h30 e 16h30. Quar­ tas e sextas, às 9h e 16h30. Inscrições na Central de Atendimento. Sesc Consolação. 35 vagas por turma. R$10,50 (O) e R$21,00 P ). Segundas e quartas, às 14h. Terças e quintas, às 11 n, 15h e 16h. HIDROGINÁSTICA Sesc Consolação. 35 vagas por turma. R$16,50 (O) e R$33,00 p ). Segundas e quartas, às 8h, 11 h e 13h. Terças e quintas, às 9h, 11 h, 14h e 15h. Sesc Pompéia. A partir de 50 anos. R$15,50 (O) e R$31,00. De 1°/01 a 31/12. Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 13h, 15h e 16h. Quartas e sex­ tas, às 7h30, 9h30, 11 h30, 13h, 14h, 15h, ló h e l A oficinas FANTASIAS. Serão trabalhadas fanta-


Férias & Turismo Social nr sias leves e criativas, inspiradas nas músicas de Adoniran Barbosa, com o objetivo de brincar no bloco de rua , Z 'Nas Trilhas Orientação /Klnc T rilnnc de Adoniran". Árlrtnirnn" O ripntnrnn de Márcio da Silva, cenógrafo. R$2,00 J (com material incluso). De 12 a 2 22/02. Segundas e quartas, das 9h às r 11 h. Terças e quintas, das 14h às 16h. Sesc Carmo

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MÁSCARAS E ADEREÇOS. Partindo do universo musical criado pelo saudoso , Adoniran Barbosa, o grupo estará vi■ venciando o processo ae confecção de máscaras e adereços com o intuito de brincar no bloco de rua "Nas Trilhas de Adoniran". Orientação de Márcio da Silva, cenógrafo. R$2,00 (com ma­ terial incluso). De 12 a 22 /0 2. Segun­ das e quartas, das 14h às 1óh. Terças e quintas, das 9h às 11 h. Sesc Carmo OFICINA DE CARNAVAL Confecção de indumentárias e enfeites carnavalescos. Com o cenógrafo Joviniano Borges da Cunha. Grátis. 21, 22 e 23/02. Quarta a sexta, das 14h às 17h. Sesc Pinheiros SABONETES E SAIS DE BANHO. Com Cristiane Perencin. 21 /0 2 , quarta, das 14h30 às 17h30. Sesc São Caetano DE. Vôlei, basquete, handebol, ma­ lha, peteca. Informações no I o an­ dar do Conjunto Esportivo. Grátis. Quartas e sextas, das 14h às 15h. Sesc Pompéia VÔLEI ADAPTADO. Grátis. Terça a sexta, das 16h30 às 17h30. Sesc Pompéia torneios e campeonatos FESTIVAIS ESPORTIVOS. Vôlei de Terceira Idade. De 15 a 55 anos. Ginásio Primavera. Grátis. 17 e 1 8 /0 2 . Sábado e domingo, das lOh às 17h. Sesc Pompéia passeios de um dia SANTOS HISTÓRICA. Um roteiro pelo centro histórico de Santos, com passeio de Bonde e visita aos principais pontos de interesse histó­ rico, além de uma visita à Fortaleza de Santo Amaro. 1 5 /0 2 , quinta, saída às 7h. Inscrições e sorteio (caso necessário) 6 /0 2 , às 1óh, na Choperia. R$5,00 (O) e R$10,00 (□ ). N ão inclui alimentação. 15 /0 2 . Sesc Pompéia VERÃO NO SESC BERTIOGA. Passeio de um dia para conhecer a colônia de férias de Bertioga, participando de ca­ minhada e atividades recreativas na praia. Incluindo café da manhã e almo­ ço. R$40,00 (O) e R$48,00 (□). Ven­ das no Setor da Terceira Idade, 9 e 12/02, das 10h às 17h. Apresente sua carteira do Sesc, CPF, RG e endereço completo. 40 vagas. 15/02, quinta, às 7h. Sesc Consolação

w 2 0 0 1 A n o In te r n a c io n a l d o V o lu n tá r io

2001 é o A n o I n t e r n a c io n a l do V o lu n t á r io , in s t it u í d o p e la O N U . C o m o p a r te do c a le n d á r io te m á tic o em c o m e m o ra ç ã o n e s te a n o , o Sesc-SP e o C o m itê N a c io n a l do A n o In t e r n a c io n a l do V o lu n t á r io r e a liz a m o p a in e l O Id o so e o T ra b a lh o V o lu n tá rio , no T e a tro A n c h ie ta , d ia 13, às 1 4 h 3 0 . Ele se c o m p õ e do p r o n u n c ia m e n to de r e p r e s e n ta n te s do SescSP, d o C o m itê N a c io n a l e o u tr a s e n tid a d e s s o c ia is . A lé m d is s o , d e ­ p o im e n to s de p e r s o n a lid a d e s da á rea c u lt u r a l r e a fir m a m a im p o r tâ n c ia do t r a b a lh o v o lu n t á r io , a b r in d o um a d is c u s s ã o com o p ú b lic o p r e s e n te . O Sesc, p io n e ir o no tr a b a lh o c om a t e r c e ir a id a d e no B ra s il, vem r e a liz a n d o um tr a b a lh o v o lu n t á r io com id o s o s . Os p a r t ic ip a n te s da te r c e ir a id a d e do Sesc, v o lu n t á r io s e n g a ja d o s , ta m b é m c o n t r ib u ir ã o p a ra o d e b a te , d a n d o d e p o im e n to s e re la ­ ta n d o suas e x p e r iê n c ia s . O e v e n to é g r a tu ito e n ão há n e c e s s id a d e de in s c r iç õ e s p ré v ia s .

temporada de férias SESC BERTIOGA. No município de Bertioga, primeira cidade do litoral norte paulista, o Sesc mantém um dos maiores centros de férias e lazer do país, com capacidade para hos­ pedar aproximadamente mil pes­ soas/dia. O Sesc Bertioga conta com completa infra-estrutura de la­ zer e recreação, dispondo de giná­ sio de esportes, canchas de bocha, quadras de tênis e poliesportivas, pista de cooper, campo de futebol, m inicampo, biblioteca, parque aquático, salas de jogos e cinema, além de lanchonete e pista de dan­ ça. Uma equipe especializada pro­ grama e desenvolve atividades diá­ rias de recreação e lazer, inclusive na praia. Estadas em regime de pensão completa. •De 3 a 1 0 /0 4 . Diárias de R$30,00 (O), R$60,00 (□). As solicitações de reservas deverão estar no Sesc Pa­ raíso impreterivelmente até o último dia previsto para as inscrições. Por necessidades operacionais, pode­ rão ocorrer alterações nos períodos pré-determinados. Para trabalhado­ res do comércio e serviços, as inscri­ ções poderão ser efetuadas em qualquer unidade do Sesc ou direta­ mente no Sesc Paraíso, por correio ou fax (11) 3885-5854 ou 38857048. De I o a 1 5 /0 2 . • De 11 a 1 5 /0 4 - Semana Santa. Entrada às 20h, sem jantar; saída às 18h, sem jantar. Diárias de R$30,00 (O) e R$60,00 (□). No Pacote Especial da Semana Santa há um acréscimo de 20% sobre o valor das diárias. As solicitações de reservas deverão es­ tar no $esc Paraíso impreterivelmen­ te até o último dia previsto para as inscrições. Por necessidades opera­ cionais, poderão ocorrer alterações nos períodos pré-determinados. Para trabalhadores do comércio e serviços, as inscrições poderão ser efetuadas em qualquer unidade do Sesc ou diretamente no Sesc Paraí­ so, por correio ou fax (11) 3885585 4 ou 3 8 85-7048. De I o a 1 5 /0 2 . «De 17 a 2 6 /0 4 . Diárias de R$30,00 (O) e R$60,00 (□). As so­ licitações de reservas deverão estar no Sesc Paraíso impreterivelmente até o último dia previsto para as ins­ crições. Por necessidades operacio­ nais, poderão ocorrer alterações nos períodos pré-determinados. Para trabalhadores do comércio e serviços, as inscrições poderão ser efetuadas em qualquer unidade do Sesc ou diretamente no Sesc Paraí­ so, por correio ou fax (11) 3885585 4 ou 3 885-7048. De I o a 1 5 /0 2 . Inscrições. passeios de um dia SANTOS. Incluso acompanhamento de técnico do Sesc, transporte em ônibus padrão turismo, seguro-viagem, lanche, passeio pelas praias Monte Serrat (ingresso não incluso), O rquidário, A quário M unicipal, Panteão dos Andradas, Bolsa do Café. Almoço incluso no Sesc San­ tos. A partir de 2 x R$20,00 (O). 15/02. Sesc São Caetano

SÃO PAULO - DESFILE DE CARNA­ VAL. Participação no desfile do Gru­ po Especial da Liga Independente das Escolas de Samba de São Pau­ lo, no Pólo Cultural e Esportivo Grande Othelo. Saída às 19h30, do Sesc Paraíso. Incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transpor­ te, seguro-viagem, lanche, estacio­ namento (até 15 carros) e ingresso (arquibancada coberta). A partir de 3 x R $25,00 (total: R$75,00). 24 /0 2 . Sesc Paraíso VINHEDO. City-tour cultural com al­ moço incluso. 1 7 /0 2 , sábado, saí­ da às 8h. Sesc Carmo DIVERCIDADES. Passeios de um dia por cidades próximas a São Paulo, que possuam atrativos turísticos sig­ nificativos, permitindo ao público a participação em programas de via­ gens culturais de curta duração e baixo custo. Saídas do Sesc Paraíso. Todos os passeios incluem acompa­ nhamento de técnico do Sesc, trans­ porte, seguro-viagem e, conforme o roteiro, lanche, almoço, ingressos e passeios. 2 x R$20,00 (total: R$40,00) (O) e 2 x R$24,00 (total: R$48,00) (□). Pré-reservas por tele• Santana de Parnaíba. Participa­ ção na abertura oficial do carnaval da cidade, com o Grito da Noite e desfile dos tradicionais bonecos ca­ beções (saída às 19h). 2 3 /0 2 . Sesc Paraíso DIVERSÃOPAULO. Passeios de um dia em grupo, por espaços urbanos que reflitam a história da cidade de São Paulo, permitindo uma forma mais prazerosa de relação entre o paulistano e sua metrópole. Saídas do Sesc Paraíso. Todos os passeios incluem acompanhamento ae técni­ co do Sesc, transporte, seguro-via­ gem e, conforme o roteiro, lanche, almoço, ingressos e passeios. R$12,00 (O) e R$15,00 (□) em uni­ dades do Sesc. R$15,00 (O) e R$18,00 (□&) em outros roteiros. Pré-reservas por telefone. Sesc Interlagos. Caminhada monito­ rada pelas estufas e bosque de araucária e utilização do Parque Aquático. 1 6/02. Saída às 8h. Sesc Itaquera. Passeio ao Sesc Itaquera, com caminhada à reserva de Mata Atlântica secundária e utiliza­ ção do Parque Aquático. 9 /0 2 . Saí­ da às 8h30. excursões rodoviárias BANANAL (SP). Período da excur­ são de 15 a 18/02. Saída às 7h, do Sesc Paraíso. Incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transpor­ te, seguro-viagem, lanche, hospeda­ gem com pensão completa. A partir de 5 x R$42,00 (total: R$210,00). Pré-reservas por telefone. Até 8 /0 2 . Sesc Paraíso BARRA BONITA. Passeio que inclui acompanhamento de guia, seguro-

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Férias & Turismo Social

„ UNIDADES

S F S r C A P IT A I

Belenzinho Av. Alvaro Ramos, 991 tel- 6096.8143

Carmo Rua do Carmo, 147 tel- 3105.9121

C lN E S E S C Rua Augusta, 2075 tel- 3082.0213

C onsolação Rua Doutor Vila Nova, 245 tel- 234.3000

I nterlagos Av. M anuel Alves Soares, 1100 tel- 5970.3500

I piranga Rua Bom Pastor, 822 tel- 3340.2000

Itaquera Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 tel- 6523.9200 viagem, lanche, transporte em ôni­ bus padrão turismo e hospedagem no hotel Turi, com refeições inclusas e passeio de eclusa (um elevador de barco). 16, 17 e 18 /02 . Saída às 7h. Sesc Carmo BERTIOGA. Incluso acompanhamen­ to de técnico do Sesc, transporte em ônibus padrão turismo, seguro-viagem, hospedagem com pensão completa, city-tour em Bertioga/SP. Hospedagem no Sesc Bertioga/SP. A partir de 5 x R$54,00 em aparta­ mento triplo (total: R$270,00) (O). De 15 a 21 /0 2. Sesc São Caetano BERTIOGA (SP). Período da excur­ são de 16 a 2 1 /0 2 . Saída às 7h, do Sesc Paraíso. Incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transpor­ te, seguro-viagem, lanche, hospeda­ gem com pensão completa, cami­ nhada de reconhecimento pelo Sesc Bertioga e passeio pela cidade. Hospedagem no Sesc Bertioga. A p artir de 5 x R$48,00 (total: R$240,00). Pré-reservas por telefo­ ne. Até 9 /0 2 . Sesc Paraíso JACUTINGA (MG). Período da ex­ cursão de 16 a 18/02. Saída às 19h30, do Sesc Paraíso. Incluso acompanhamento de técnico do Sesc, transporte, seguro-viagem, lanche, hospedagem com pensão completa. Hospedagem no Hotel Parque das Primaveras. A partir de 5 x R$32,00 (total: R$160,00). Até 9/02. Sesc Paraíso

70 revista &

POÇOS DE CALDAS. Carnaval. In­ cluso acompanhamento de técnico do Sesc, transporte em ônibus pa­ drão turismo, seguro-viagem, lan­ che, hospedagem com pensão com­ pleta e passeios pela cidade. Hos­ pedagem no Sesc Poços de Caldas (MG). A partir de 5 x R$63,00 em apartamento triplo (total: R$315,00) (O). De 23 a 2 7 /0 2 . Sesc São Caetano SERRAS DO SUL/ CAMINHOS DA IMIGRAÇÃO. Incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transpor­ te em ônibus padrão turismo, segu­ ro-viagem, lanche, hospedagem com pensão completa, city-tour pe­ las cidades de Gramado, Canela, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e G aribaldi, na Serra Gaúcha. Pas­ seio de trem não incluso. Hospedaem no Hotel Paraná Suíte (Curitia/PR), Hotel Tirol (Treze Tílias/SC), Hotel Gram ado Palace (Gramado/RS). A partir de 5 x R$130,00 em apartamento triplo (total: R$650,00 ) (O). De I o a 10/02. Sesc São Caetano TREZE TÍLIAS (SC). Carnaval. Incluso acompanhamento de técnico do Sesc, transporte em ônibus padrão turismo, seguro-viagem, lanche, pensão completa, city-tour pelas ci­ dades de Treze Tílias e Fraiburgo. Hospedagem no Hotel Tirol. A partir de 5 x R$80,00 em apartamento tri­ plo (total: R$400,00) (O). De 23 a 2 7/0 2 . Sesc São Caetano CALDAS NOVAS (GO). Saídas às 7h, do Sesc Paraíso. Incluso acom­ panhamento de técnico do Sesc,

transporte, seguro-viagem, lanche, hospedagem com pensão completa, passeios pela cidade de Caldas N o­ vas, Jardim Japonês e Parque Esta­ dual da Serra de Caldas Novas. Hospedagem no Sesc Caldas N o­ vas. Pré-reservas por telefone. •1 2 a 18/02. A partir de 5 x R$78,00 (total: R$390,00). Até 5 /0 2 . Inscrições. »23 a 2 8 /0 2 Carnaval. A partir de 5 x R$74,00 (total: R$370,00). Até 16/02. InsSesc Paraíso LAGUNA (SC). Saídas às 19h30, do Sesc Paraíso. Incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transpor­ te, seguro-viagem, lanche, hospeda­ gem com meia pensão. Hospeda­ gem no Ravena Hotel. Pré-reservas por telefone. •2 3 a 2 8 /0 2 - Carnaval. A partir de 5 x R$80,00 (total: R$400,00). Até 16/02. Inscrições. Sesc Paraíso RIO DE JANEIRO (RJ). Saídas do Sesc Paraíso. Incluso acompanha­ mento de técnico do Sesc, transpor­ te, seguro-viagem, lanche, hospeda­ gem com meia pensão, passeio pe­ las praias e Pão de Açúcar (ingres­ so não incluso). Hospedagem no Sesc Copacabana. Pré-reservas por telefone. •2 a 4 /0 3 - Desfile das Campeãs. Saída às 20h. A partir de 5 x R$48,00 (total: R$240,00). Até 2 6 /0 2 . Inscrições. «23 a 2 8 /0 2 Carnaval. Saída às 20h. A partir de 5 x R$78,00 (total: R$390,00). Até 16/02. Inscrições.

O dontologia Rua Florêncio de Abreu, 305 tel- 228.7633

Paraíso Rua Abílio Soares, 404 tel- 3889.5600

Paulista Av. Paulista, 119 tel- 3179.3400

P inheiros Av. Rebouças, 2876 tel- 3815.3999

P O M P É IA Rua Clélia, 93 tel- 3871.7700

SÃo C a e t a n o Rua Piauí, 554 tel- 4229.8288

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Interior Sesc Araraquara

RODA SAIA, GIRA VIDA. Com o Teatro de Anônimo do Rio de Janeiro. "Roda Saia, Gira Vida" é o resultado de uma vivência intensa com as técnicas circen­ ses que mergulha com humor e poesia no universo dos clowns e das trupes mambembes de circo, redescobrindo a simplicidade e delicadeza como refe­ rências para a realização humana e ar­ tística. Convivência Interna. Grátis. 0 6/02. Terça, às 20h30. CLOWN. Iniciação ao trabalho de down, personagem cômico que explora o ridículo de cada pessoa. Esta vivência provoca um encontro íntimo do ator com seu próprio clown. Público alvo de atores e diretores de teatro com expe­ riências anteriores e idade acima de 16 anos. Número máximo de participantes de 20 pessoas. Sala de Múltiplo Uso. Até 11/02. Quarta a sexta, das 19h às 2 2h/ sábados e domingos, das 10h às 13h PIROFAGIA. Técnica que utiliza o logo como instrumento, desenvolvendo nos participantes habilidades para "engo­ lir", cuspir a chama e passar a tocha no corpo. Público alvo é de pessoas com idade acima de 18 anos. Número má­ ximo de participantes de 25 pessoas. Convivência externa. Até 0 3/02. Terça a sábado, das 14h às 17h CEM ANOS DE PIOUM. Exposição de fotos e material de jornais e revistas para trazer ao público a importância da obra do palhaço PIOUM para o circo brasileiro e da influência de sua criativi­ dade na obra dos modernistas. Sala de Múltiplo Uso. Grátis. Abertura dia 30/01, terça, às 20h. Até 11 /0 2 . Terça a sexta, das 13h30 às 21 h3 0/ sábados e domingos, das 10h30 às 18h30 BOTECO DO CABRAL O jornalista Sér­ gio Cabral é o mestre de cerimônias que recebe os convidados de seu tradicional Boteco para um encontro em homena­ gem a pequena notável Carmem Miranaa.O anfitrião se fará acompanhar das cantoras Virgínia Rosa e Célia, além de músicos convidados. Convivência Exter­ na. R$ 2,50 (TTT), R$ 5,00 (SSS, AAA) e R$ 10,00. 23/02. Sexta, às 21 h. KARNAC. O bom humor e línguas ar­ caicas são marcas registradas do Karnac. Suas músicas têm detalhes que não acabam mais. Um universo a ser desco­ berto. O show "Estamos adorando Tókio" marca o lançamento do novo disco da banda e encerra a programação do Sesc Verão 2001. Ginásio de Eventos. Grátis. 11/02. Domingo, às 18h Sesc Araraquara - Rua Castro Alvez. 1.315. Tel.: 3301-7500 Sesc Bauru________________

BANDA MANTIQUEIRA Show com o re­ pertório do segundo CD, "Bixiga", que tem arranjos inéditos para canções de Cartola e Nelson Cavaquinho. R$8,00, R$4,00 (AAA). Matriculados, grátis. Na Área de Convivência. 09/02. Sexta, às 21 h

BLOCO DA BICA Trabalho baseado nas manifestações carnavalescas de rua, apresentando ritmos e danças tradicio­ nais, tais como Bloco de Ritmo, Bloco de Sujo, Bloco de índio, batucada do fuzi­ leiro e outros que embalam com muito vigor o carnaval do Brasil. Abertura com apresentação do grupo de percussão e bonecos das oficínàs do Sesc. Na praça do Sesc. 23/02. Sexta, às 20h QUARTAS Projeto que enfatiza as apre­ sentações e a produção artístico-cullural regional na área de música. Acontece às quartas, das 21 h às 23h, na Área de Convivência. R$3,00 e R$1,50 (AAA). Matriculados, grátis. •Bruce Ewan. Nascido em Washington D.C., Bruce Ewan está no cenário do Blues mundial há quase 20 anos. Na Área de Convivência. 21/02. Quarta, às 21 h. «Sun Wlak and The Dog Bro­ thers. Banda ribeirãopretana formada pelos irmãos Frederico (guitarra), Ale­ xandre (baixo) e Leonardo (bateria), com forte influência de Jimi Hendrix, Buddy Guy, Magic Slim e Elmore James. Na Área de Convivência. 07/02. Quar­ ta, às 21 h. Top 5. Formada em Bauru no inicio do ano 2000, a Banda Top 5 che­ ga com tudo às melhores casas noturnas trazendo em sua bagagem a proposta de celebrar os grandes nomes ao rock'n' roll nacional e internacional. Na Área de Convivência. 28/02. Quarta, às 21 h . eZinabre Zinabre. Ou azinhavre, ou óxido de cobre, ou o "podre" das cordas de guitarra velhas. A banda ourinhense Zinabre se identifica com esta imagem de guitarras velhas, distorção, volume alto em altas horas da madrugada. Na Área de Convivência. 14/02. Quarta, às 21 h ESPORTE CRIANÇA Destinado a crian­ ças de 7 a 12 anos, de ambos os sexos, realiza um trabalho de orientação atra­ vés da atividade física, ensinando os fun­ damentos básicos das modalidades através de métodos elaborados para despertar o gosto pelo esporte. Grátis. Inscrições de 9 de fevereiro a 4 de mar­ ço. Início dia 6 de março. Modalidades; Basquetebol e Futebol de Salão, terça e quinta - de 7 a 9 anos - das 15h30 às 1T h/ quarta e sexta - de 10 a 12 anos das 15n30 às 17 h / sábados - de 7 a 9 anos - das 9h às 10h30/ de 10 a 12 anos - das 10h30 às 12h. Ginástica Olímpica e Voleibol, terça e quinta - de 7 a 9 anos - das 1Th às 18h30/ quarta e sexta - de 10 a 12 anos - das 17h às 18h30/ sábados - de 7 a 9 anos - das 14h30 às 16 h / de 10 a 12 anos - das 16h às 17h30. De 09/02 a 30/06. Ter­ ça a sábado

BOL Fase semi final dias 10 e 11 nas ci­ dades de Araçatuba e São José do Rio Preto. Final dia 17 em Birigüi. COPA SESC DE FUTSAL E FUTEBOL DE AREIA. Para os comerciários da região, de 10 à 18/02.. CULTURA E ORIENTAÇÃO SOCIAL •Oficina de fantasia de Carnaval. Fan­ tasias, máscaras e adereços para o car­ naval. 03, 04, 10 e 11 /0 2 no SESC Bi­ rigüi. «Um Olhar sobre o Carnaval de Birigüi. • Exposição - de 16 à 28/02. oShow de eleição da Rainha e Rei Mommo. 18/02. PANTANAL Saída 15/02 às 23:30h do Sesc Birigüi. Inclui guia acompanhante do Sesc, transporte, seguro viagem, hospedagem com pensão completa no Sesc Porto Cercado. Retomo dia 25. Sesc Birigüi - Travessa Sete de Setem­ bro, 5. Tel.: (018)642-7040 Sesc Campinas___________

PATINAÇÃO. No Rinke de Patinação, tem Animação de patinação Inforzato (oficinas, brincadeiras, empréstimo de patins). 04/02. Domingo, das lOh às

CONSTRUIR SONHOS. A oficina ba­ seia-se em pesquisa, recriação e conteú­ do do folclore e cultura popular por meio da criação de um personagem e concretização do mesmo através de um mamulengo, cabeça de papel machê e corpo de tecido e sucata, conhuído pelo aluno. Para maiores de 16 anos, estu­ dantes de magistério, arte- educadores, professores e demais interessados. Ofi­ cina nos dias 15, 22/02, 01 e 08/03, às quintas, das 14h30 às 17h30. Vagas limitadas. Informações pelo telefone 32329299. R$15,00 (TTT, AAA) e R$ 30,00. De 05 a 14/02. Insrições de se­ gunda a sexta, das 1Oh às 12h e das 14h às 18h THE BEST OF HIP HOP. Street Dance com The Best of Hip Hop Rap com o gru­ po Face da Morte. Grafiteiros. 03/02. Sábado, às 18h. Sesc Campinas - Av. Heitor Penteado, s/n. Portão 7 (Parque Portugal). Tel.: (019) 251-6411 Sesc Catanduva______________________

Sesc Birigui_____________________

ESPORTE CRIANÇA/JOVEM. Programa de iniciação esportiva destinado ao pú­ blico na faixa etária dos 7 aos 16 anos, com ações que resultam no aprimora­ mento de habilidades motoras, na inte­ gração social, na manutenção da saúde e no desenvolvimento da aptidão espor­ tiva. Profissionais qualificados orientam cursos nas áreas ae Futsal, Futebol de Areia, Vôlei, Basquete, Handebol e Gi­ nástica Olímpica.. O programa é aber­ to à comunidade. As inscrições são gra­ tuitas e deverão ser feitas na Central de Atendimento, de terça a sexta, das 13h às 21 h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h30.

COPA SESC/TV PROGRESSO DE BIRI-

PROGRAMA CURUMIM. Para crianças

SESC CALÇADÃO DE BEACH SOCCER Inscrições até dia 18/02. Reunião técni­ ca dia 20, terça, às 20h. na Sala de Uso Múltiplo 1. Início dia 22. Apoio do Sin­ dicato dos Empregados no Comércio e Associação das Empresas do Calçadão. De 01 /02 a 10/03. Terça a domingo Sesc Bauru - Av. Aureliano Cardia, 671. Tel.: (014) 235-1750

de 7 a 12 anos, dependentes de traba­ lhadores no comércio ou serviços (TTT). Um programa de desenvolvimento infantif com atividades integradas nas áreas de expressão física, artes, rela­ ções sociais, meio-ambiente, ciência e tecnologia. Á criança freqüenta o Sesc fora do período escolar. As vagas são li­ mitadas e gratuitas. Reinicio das ativida-_ des dia 13/02. Terça a Sexta, das 13h às 17h. COPA SESC VERÃO DE FUTSAL Cam­ peonato de Futsal envolvendo equipes de comerciários , dependentes e equi­ pes convidadas, nas categorias: Adulto, Mirim (89/90), Infantil (87/88), Infanto (85/86) e Fraldinha(91/92). I o a 4/0 2 , de Terça a sexta, das 19h às 21h30, sábados das 9h30 às 16h, Gi­ násio e Quadra B. CLÍNICA SKATE. Os participantes entra­ rão em contato com as técnicas básicas desse esporte e cuidados para uma pra­ tica saudável e segura. 4/02, Domingo, das 1Oh às 15h, Ginásio de esportes. Sesc Catanduva - Praça Felícia Tonello, 228. Tel.: (017) 522-3118 Sesc Piracicaba______________

ÊXODOS - SEBASTIÃO SALGADO. As fotografias de Sebastião Salgado, do projeto Êxodos, que tem rodado vários países do mundo, capturam momentos trágicos, dramáticos e he­ róicos de vidas individuais, desaloja­ das de seus lares pela pobreza, por guerras e pela repressão. A exposi­ ção, iniciada em janeiro, continua na cidade de Limeira, na Oficina Cultural Regional Carlos Gomes, em uma realização do SESC, da Secre­ taria de Estado da Cultura, da Prefei­ tura Municipal e do Sindicato do Co­ mércio Varejista de Limeira. Grátis. Até 2 2 /0 2 . JAIR RODRIGUES E BANDA. Show onde o artista resume seus maiores sucessos nesses 40 anos de carreira e mostra também um repertório de músicas de carnaval. Ingressos ante­ cipados: R$ 7,00 (TTT), R$ 10,00 (SSS) e R$ 15,00 16/02. Sexta, às 21 h O NOVO CIRCO. A magia das novas técnicas circenses aliam-se à tradi­ cional arte com números de pernasde-pau, malabares, pirofagia, baila­ rina no bambolê ao mesmo tempo e números de monociclo. Com Cia. Anjos Voadores de Circo Teatro. Grátis. 11 /0 2 . Domingo, às 1Oh . ACROBACIAS TREINAMENTO BÁSI­ CO. Aprendizado de movimentos e exercícios básicos de acrobacias com instrutores especializados da equipe Ponto Olímpico, como uma das principais atividades do projeto SESC Verão. Grátis (ITT), R$ 5,00 (SSS) e R$ 15,00. De 01 a 0 9/02. De terça a sexta, das 13h30 às 15h30. Sesc Piracicaba - Av. Ipiranga, 155. Tel.: (019) 434-4022

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Interior Sesc Ribhrão Preto

a partir do dia 5. Vagas limitadas. 18/02. Domingo, às 8h

BAILE DE CARNAVAL - ARLEQUINS. SESC VERÃO 2001 - CORPO LEGAL O Tendo como tema "Arlequins, Pierrots e programa tem como tema a "Atividade Colombinas", o baile reviverá os anti­ Física Segura". As atividades tem o in­ gos ambientes e personagens dos tradi­ tuito de criar estratégias de orientação e cionais bailes carnavalescos. R$ 10,00 informação para uma prática saudável, (mesa com quatro lugares) R$ 5,00 garantindo assim o bem estar dos parti­ (idosos sem carteirinha), R$ 2,50 (ido­ cipantes. Confira alguns dos destaques sos com carteirinha). 23/02. Sexta, às da programação: 19h •Delícias Geladas Com Rita Helena. Inscrições antecipadas no setor de ma­ Sesc Ribeirão Preto - Rua Tibiriçá, 50. trícula. R$ 10,00, R$ 8,00 (SSS), R$ 5,00 (TTT), R$ 2,50 (AAA). De 05 a Tel.: (016) 610-0141 09/02. Segunda a sexta, das 14h às Sesc Rio Preto______________________ láh «Recreação Aquática durante o Sesc Verão os idosos terão uma hora de A SEGURANÇA NO MERGULHO. Cur­ recreação aquática. Apresentar a car­ so com o professor e Biólogo Egberto teira de matrícula no Sesc e estar com o Xavier de Almeida Filho. Noções bási­ exame médico em dia. Grátis De 09/01 cas para um mergulho com segurança, a 08/02. Terças e quintas, das láh às 17h além de conhecimentos teóricos sobre o comportamento do mergulhador e dos ANDARILHOS DO REPENTE. A história organismos marinhos. 14 e 15/02. quarta e quinta-feira, a partir das conta as aventuras e desventuras de dois grupos mambembes que se encon­ 19h30, na Sala de Uso Múltiplo. tram em uma praça e resolvem seguir viagem juntos, vivendo situações inusita­ CURSO DE PESCA ESPORTIVA. Instrutor: das. Texto e direção de Gabriel GuiFábio Marques. Técnicas e informações mard, montagem baseada no livro Os importantes sobre a pesca esportiva. Colegas, de Lígia Bojunga Nunes.ArAula teórica no Sesc Rio Preto e aula matrux - Grupo de Teatro. R$ 5,00, R$ prática em um pesqueiro da cidade. 03 2,50 (AAA). 02/02. Sexta, às 20h30 e 04/02. sábado, às 14h, na Área da Churrasqueira e domingo, às lOh, no TODA COISA SE DESFAZ Espetáculo de Pesqueiro. dança, vídeo e música que trata da#não permanência, do caráter transitório de ANGELA RO RO. Para abrir o projeto "todas as coisas". Com Cia 2 Nova "No Palco"que traz à comunidade dè Dança de São Paulo, coreografia e di­ Rio Preto e região nomes consagrados reção de Adriana Grechi. Dia 14, às do cenário artístico musical. A cantora e 20h30, no Teatro Municipal. R$ 10,00, compositora Angela Ro Ro com o show R$ 5,00 (AAA, SSS) e R$ 3,00 (TTT). "Acertei no Milênio" traz um apanhado 14/02. Quarta, às 20h30 de grandes canções, além de revelar o seu lado sambista. . sexta-feira, às 21 h, BONECOS EM ESPUMA A exposição no Ginásio de Esportes. de bonecos em espuma ou arís em es­ puma nasceu da pesquisa sobre teatro Sesc Rio Preto - Av. Francisco das Cha­ de bonecos, levantada pela Cia. Tangas de Oliveira, 1.333. Tel.: (017) 227Tan com a realização de oficinas. Os ir­ 6089. mãos Paulo e Plínio Soares são atores, palhaços, oficineiros e pesquisadores de Sesc Santos_____________ teatro de animação e fundadores da Cia Tan-Tan.Abertura dia 3, às 20h30. CORDEL, 500 ANOS DE ESTÓRIAS. O Apresentação musical com Luizinho personagem Brincante é quem anúncia Gonzaga - voz, violão e kalimba Apre­ as três peças que formam o espetáculo, sentação de um vídeo do espetáculo de inspirado na literatura de cordel. No fi­ bonecos "Quatro Estações". Performan­ nal, ele convida a criançada para dan­ ce com clowns e bonecos - com Carlos çar ao som de muito frevo e maracatu Benne, Paulo e Plínio Soares Grátis De tocados por quatro músicos. Com a Cia. 08 a 22/02. Segunda a sexta, das de Teatro Cores Vivas. Ás 12h30 na 13h30 às 21 h30/sábados e dominqos, Barraca de Praia e às 16h30 na Convi­ das 9h às 17h30 vência. Grátis. 28/01. Domingo, às 12h30 e às 16h30. LÍRICAS. O cantor e compositor Zeca Baleiro apresenta a tumê de seu tercei­ ENTRANÇAS. O espetáculo tem como ro CD Líricas, com canções baseadas na fio condutor uma grande Caça ao Te­ tríade amor, saudade e desconforto com souro onde um grupo de crianças se di­ o estabelecido. R$ 20,00, R$ 10,00 vertem buscando pistas que levam a re(AAA, SSS) e R$ 5,00 (TTT) 17/02. Sá­ descobrir o Brasil através de sua cultura. bado, às 21 h Neste universo mágico, as crianças en­ contram a riqueza e a diversidade de CAMINHADA HORTO FLORESTAL Ca­ brincadeiras e danças populares brasi­ minhada monitorada no Horto Florestal leiras. Com a Balangandança Cia. Às de Batatais, localizado a 40 km de Ri­ 12h30 na Barraca de Praia e às 16h30 beirão Preto, reserva florestal mantida na Convivência. Grátis. 14/01. Domin­ pelo governo do Estado com projetos de go, às 12h30 e à slóh30 educação na área ambiental. Saída do Sesc Ribeirão Preto, às 8h. Grátis.Inscri­ GIGANTES DE AR. Este espetáculo de ções no setor de programação, de se­ rua é uma reunião de sketcnes inspira­ gunda a sexta-feira, das 13h30 às 21 h, das nas populares apresentações de cir­

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co-teatro e nos animais de circo e seus amestradores, onde se reúnem palha­ ços, trapezistas e bonecos infláveis gi­ gantes, em uma atmosfera de humor e poesia circense. Às 12h30 na Barraca de Praia e às 16h30 na Convivência. Com o grupo Pia Fraus. Grátis. 21 /0 1 . Domingo, às 12h30 e às 16h30.

Sesc São José dos Campos

AGITANDO NO PARQUE. Momento de descontração e informação iunto aos fre­ qüentadores do parque, realizando clíni­ ca de pipas e exposição de pipas gigan­ tes, de painéis e distribuição de folhetos com orientações para a prática da cami­ nhada, joaos gigantes e a arte do grafi­ te realizada por grafiteiros da cidade. Parque da Cidade. 18/02. Domingo, a partir das 9h .

TARDES DANÇANTES. Venha curtir as velhas e novas canções românticas nos bailes com música mecânica. Venda de ingressos a partir do dia anterior de cada data estabelecida, no valor de R$ A MENINA MALUQUINHA. Esta peça 3,00 e R$ 1,50 TTT, idosos com mais de conta a história de uma garota muito pe65 anos e estudantes. 06/01, 13/01, ralta que adora brincar com sua espin20/01 e 27/01. Sábados, às 16h. arda de rolha. Mas encontra um grane obstáculo para que possa se divertir Sesc Santos - Rua Conselheiro Ribas, ainda mais, ela não pode sair de casa 136. Tel.: (013) 3277-5959 pois fora dela ronda um lobo muito mau. Recomendado para crianças a partir de Sesc São Carlos___________________ 03 anos. R$3,00 (III) e R$5,00 Auditó­ rio. 11/02. Domingo, às 15h. II TAÇA SÃO CARLOS DE JIU-JITSU. Competição esportiva na modalidade SESC INSTRUMENTAL A Banda Mantide Jiu-Jitsu, que será realizada nas deueira é considerada a melhor big band pêndencias do Sesc Sào Carlos, abran­ e música instrumental brasileira, com gendo atletas de varias cidades do inte­ fortes influências de grandes jazzistas rior e da capital, promoção da Enjoy como Louis Amstrong e Miles Davis, o Eventos e Lazer e Federação Paulista de que lhe valeu a indicação do Grammy Jiu-Jitsu. Ginásio de Eventos, a partir na categoria Melhor Performance de das 9h30 Jazz Latino, já no lançamento do seu pri­ meiro CD. R$ 5,00 (TTT, AAA) e R$ O FEMINIMO NO ESPORTES. Retrata 10,00 .Ginásio através de banners e displays a evolu­ 07/02. Quarta, às 20h30 ção da indumentária esportiva femini­ na, desde as primeiras participações em ESPORTE E NATUREZA. Exposição foto­ atividades esportivas, até os dias de gráfica que coloca em foco os diversos hoje. Grátis. Convivência I. Até 18/02. esportes praticados na terra, na água e de terça à sexta, das 13h às 22h, e sá­ no ar, que mantém uma relação de res­ bado, domingos e feriados, das 9h às peito na utilização dos recursos naturais, 18h. despertando nos seus praticantes a cons­ ciência da necessidade de preservação O MESTRE DAS ILUSÕES. Com a Cia. do meio ambiente. Parque Santos DuAtlanta, de Campinas. Musical infantil mont e Espaços da Unidade do Sesc. De baseado na obra "Pagemaster", levada 25 a 28/02. Segunda a sexta, das 13h ao cinema com MaCaulay Culkin. Me­ às 22h e sábado e domingo, das 9h às nino tímido e medroso entra numa anti­ 18h. ga biblioteca e encontra um Mestre que o faz viajar através de clássicos como Sesc São José dos Campos - Av. Adhe"O elo perdido" e "20 mil léguas sub­ mar de Barros, 999. Tel.: (012) 340marinas". No Teatro. R$ 2,00. 10 e 2000 11/02. Sábado, às ló h / domingo, às llh Sesc Taubaté_________ OS CIÚMES DE UM PEDESTRE. Com a Cia. Atlanta, de Campinas. Comédia de Martins Pena. A história se passa em 1844. Conquistador entra sorrateira­ mente na casa de mulher casada espe­ rando a oportunidade de conversar com ela. Justamente nessa noite o mari­ do chega antes do horário em casa. No Teatro. R$ 2,00 (ITT), R$ 4,00 (SSS, AAA) e R$ 6,00. 06 e 07/02. Terça e quarta, às 20h30

TEATRO INFANTIL. Os espetáculos acontecem aos domingos, às 16 ho­ ras. Grátis •O Universo Mágico de Monteiro Lobato. Cia. Coisa & Treko. Uma lei­ tura poética da obra do nosso maior contador de histórias - Monteiro Lo­ bato. 0 4 /0 2 . «Dona Terra. Teatro por um Triz. A Dona Terra está doen­ te e um menino resolve ajudá-la, saindo em busca de um médico que possa curá-la. 11/0 2 . «A História de Lampião Júnior e Maria Bonitinha. Kavantan. Uma história nunca antes contada, pois ninguém sabe ao certo se aconteceu. 1 8/02.

PRIMUS. Com a Assoc. Cultural Boa Companhia, de Campinas. Dir. Verôni­ ca Fabrini. Dir. Musical Max Costa. Com Alex Caetano, Daves Otani, Max Costa e Moacir Ferraz. É sobretudo com a linguagem de seus corpos que os ato­ PROJETO SOLIDÁRIO CIDADÃO. res interpretam um texto de Kafka (Co­ Reuniões mensais para discussão de municado para uma Academia), de idéias, debates e palestras sobre 1917. No Teatro. R$ 2,00 (TTT), R$ Trabalho Voluntário. 2 4 /0 2 , às 4,00 (SSS, AAA) e R$ 6,00. 20/02 e 19h30. 21 /02. Terça e quarta, às 20h30 Sesc São Carlos - Av. Comendador A l­ fredo Maffei, 700. Tel.: (016) 272-7555

Sesc Taubaté - Av. Engenheiro M il­ ton de Alvarenga Peixoto, 1264. Tel. (012) 3634-4000.


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“Zé Povo = monologando Põe tua máscara, palhaço! E rèçapitulemõs com calma. Em casçi, mulher èfilhô para sustentar; dinhei \enhum; débito de venda; débito no açougueiro; débito nó padeiro; débitò na quitanda; débito na farmácia... Estafantasia é rici \is não é? São retalho de vestido de casamento de minha mulher. É evidente que me divirto. Em casa não há pão, é verdade, mas em compensação que alegria pelas ruas! Se nãofosse o carnaval, que levaria a gente deste mundo? Sinto a guela seca. Ali na esquina pelas ruas! Mas o chopp custa 400rs. Vamos Zé-Povo, vamos meu velho, toma um tostão de paraty com goma." Publicado na revista Careta em 1909

São outros carnavais Enfim, é Carnaval, apesar da impressão de que já não te­ mos apenas uma data no ano para essa comemoração. Em São Paulo, o Carnaval propagou-se nos bailes para a alta sociedade, passando pelos cortejos e corsos dos barões do café na avenida Paulista, crescendo muito e encontrando ou­ tros rumos a partir de 1900 com a expansão industrial e o crescimento da população, que se estendeu para a periferia. Para o povo que também pedia passagem, surgiram os pri­ meiros bailes populares, os cordões e as famosas batalhas de confete nas praças públicas, animados com as canções portu­ guesas, as polcas e os ritmos italianos, surgindo na seqüência o maxixe, as marchas carnavalescas e o samba. Desde o primeiro Carnaval oficial em São Paulo, em 1937, em que surgiram os embriões das escolas de samba de hoje, a cidade já presenciou várias modificações. Ainda nessa épo­ ca, o povo - cansado dos bailes de elite e da exploração do comércio que os afastava das brincadeiras — pedia a descen­ tralização, buscando o brilho da tradição do Carnaval de rua. Eram confeccionadas fantasias mais simples e originais, leva­ das para as ruas de forma menos organizada e mais espontâ­ nea, divertindo os moradores sem a necessidade de deslocarse para o centro. Mesmo com a falta de apoio da prefeitura da época, segun­ do o pesquisador Nelsinho Crecibeni, em 1951 surgiram 25 agremiações nos bairros, patrocinadas por jornais e associa­ ções comerciais locais. Aos poucos, cordões e blocos foram desaparecendo, dando lugar às escolas de samba, que entre 1970 e 80 dominaram a folia na cidade. A partir de 1991, au­ sente nas ruas e praças, o Carnaval passou a ser visto no sambódromo ou pela televisão, que substituiu a janela pela qual as pessoas assistiam os cordões passarem. Hoje, os carnavais são outros. O número de pessoas que as­ siste ao Carnaval é muito superior ao número que participa 74 revista &

dele, como se esse rito capaz de inverter a realidade fosse apenas um espetáculo. Nas escolas de samba, as fantasias - que têm a capacidade de metamorfosear as pessoas em personagens de um mun­ do em que só existem nobres - são vendidas a preços altos para qualquer interessado. Ricos misturam-se aos pobres so­ mente pelo tempo necessário para colocar a escola na aveni­ da e realizar o desfile ou o sonho de desfilar. Os bailes ainda acontecem nos clubes, mas sem o mesmo brilho e tradição, e excluindo as camadas menos favorecidas da população. Algumas bandas e blocos esforçam-se para continuar em cena, incentivados por sambistas tradicionais e pela rapaziada do samba. Os tempos também são outros, eu sei. Infelizmente, talvez as ruas já não sejam o melhor lugar para as brincadeiras de Carnaval. A violência e o medo também estão por aí e a maio­ ria prefere a segurança de suas casas, onde se pode assistir ao luxo e riqueza das alegorias e fantasias dos outros. A oportunidade de suspender o tempo e obter licença para viver os dias de Carnaval, sair em busca do prazer e se diver­ tir deve ser igual para todos. Liberdade para extravasar e es­ quecer o cotidiano. O corpo brincante ganha sentido nas co­ reografias mais simples, deixa transparecer toda a ludicidade e a espontaneidade do real espírito de Carnaval. Apesar de tudo, acredito que o povo pode resistir contra a exagerada exploração comercial dessa festa. Salve a Banda do Redondo e todas as outras resistentes! Que sejam bem-vin­ das mais bandas, mais blocos e mais foliões nas ruas, partici­ pando coletivamente e devolvendo a alegria do Carnaval ao Zé Povo. ■ R o s a n a C u n h a é a s s es s o r a d a G e r ê n c ia d e A ç ã o C u l t u r a l d o S esc Sã o Pa u l o


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SESC

Itaquera Av. Fernando do Espírito Santo Alves de M attos, 1.000 / Tel.: 6521.7272 em ail@ itaquera.sescsp.com .br / Ao lado do Parque do Carmo


Revista E - Fevereiro de 2001 - ANO 7 - Nº 7  
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