M ENSAL • ABRIL • 2001 • Na 9 - ANO 7
Maria Lenk Fala, Mano! O ruído e o som ro Cézar Muniz Ivan Angelo
Bv:
• SI
Em Pauta:
A História revisita a infância no Brasil Maria Luiza Marcílio
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Moysés Kuhlmann Jr. Esmeralda B. B .dejdo^ra Maria Lúcia Mo» Maria Izabel Birolli Válter Vicente Sales Filho
CÇÃO INÉDITA Nelson Albissú
um lu g a r onde você é liv re para pensar livre para criar livre para acessar Livre para navegar livre para viver em alta velocidade
inauguração 18 de a b r i l
nas unidades do SESC Pompéia, Belenzinho, Vila Mariana, Ipiranga, Carmo, Consolação, Santo Amaro, Araraquara e Campinas
0 s a be r e stá no ar. Na STV o c o nh ec i m e nt o
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Lazer e cultura contra a violência Muitas são as causas da violência que assola a cidade de São Paulo. Dentre elas, a degradação das áreas urbanas, o desemprego, a miséria, a educação insuficiente, o preconceito, a falta de perspectivas para o futuro, o apagamento do senso de responsabilidade e a trágica corrosão do sentimento de so lidariedade. No contraste desse tenebroso pano de fundo, ressalta-se a indiferença. É, portanto, contra a indiferença que se devem erguer vozes e, principalmente, atitudes. Temos que afastar de pronto as lamentações estéreis, ineficazes para alterar tal quadro, e propor idéias, dar corpo a ações. Infelizmente, não existe uma receita pronta contra a violência. Ela surge com várias faces. Ataca em diversas frentes. O que se impõe é a premência de garantir respeito e cidadania a todos. Permitir ao jo vem, principalmente àquele desfavorecido pelas condições socioeconômicas, uma alternativa viável de futuro. E preciso mostrar que a ele cabe um lugar decente e justo na vida. E para garantir esse binômio, de respeito e de cidadania, prover lazer e cultura para toda a popula ção é dever de todos. Note-se bem que lazer e cultura não são a panacéia. Há muito o que somar. No entanto, ensinar que existe consideração por trás da cortina de desmazelo pode ser uma saída viável no combate à violência. Antes, porém, é preciso limpar a penúria que denigre o espaço público e in vestir, como vem fazendo o Sesc de São Paulo, nas regiões mais desfavorecidas. Arregaçar as mangas é papel de todos, ricos e pobres, pois, retórica e boas intenções não são suficientes.
A bram S za jm a n P residente do C onselho Regional do S esc no Estado de São Paulo
4 revista &
Nesta edição
Dossiê Lauro Cézar Muniz
06 32
Encontros Em Pauta Ficção Inédita Em Cartaz Humor P. S.
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Da redação Existe um antídoto eficaz contra a violência? Essa questão assombra não só os especialistas como toda a sociedade. Descobrir uma fórmula mágica que extirpasse essa mazela é uma quimera ingênua. Até porque, na vida moderna, a violência se manifesta de muitas formas. Ela não está apenas repre sentada pelo brutal assassinato. Longe disso. Aparece, sorrateira, tantos nas ruas, como nos lares; tanto num tiro, como no descaso e na discriminação. Porém, apesar da inexistência de um antídoto infalível contra o mal, algumas medidas provaram-se poderosas armas no combate à violência. Prover lazer e cultura, por exemplo, significa injetar boa dose de respeito e cidadania. Assim, a matéria de capa desta edição relata algumas dessas iniciativas que vêm desancando a violência em comunidades carentes. Em abril, a Revista E apresenta os resultados do projeto Fala, Mano!, em curso em várias unidades do Sesc na capital. Além disso, a matéria Ploft-Dóing-Píííí mostra como o ruído se tornou música, e a cri ação de instrumentos inusitados. O projeto Internet Livre, a ser inaugurado dia 18 em várias unidades da capital, além de Araraquara e Campinas, ganhou uma interessante reportagem. Ainda nesta edição, o escritor e jornalista mineiro Ivan Angelo e o autor de novelas Lauro Cézar Muniz dão depoimento exclusivo. Na Entrevista, uma conversa emocionante com a nadadora brasileira de 85.anos Maria Lenk. No Em Pauta, a historiografia brasileira revisita a infância e, em Ficção, conto inédito de Nélson Albissú.
D a n il o S a n t o s d e M ir a n d a i do S esc de S ão Paulo
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DOSSIÊ Hamlet com entado 0 mês de março foi de Shakespeare no Sesc Belenzinho. Três versões cinematográficas de Hamlet, feitas em épocas diferentes, foram alvo de análise pelo historiador e professor Ricardo Rizek dentro do projeto permanente Cinema Comentado. Foram exibidos a versão épica de Kenneth Brannagh (1996, EUA/GB); o clássico assinado por Laurence Olivier (1948, GB) e a leitura de Tony Richarson (1969, GB). “Hamlet é, sem dúvida, a obra que mais cataliza a dramaticidade do homem moderno” , explica Ri zek. “ Trata-se de uma peça que extrapola os li mites de seu autor e os limites de qualquer pú blico. Ela se sustenta até hoje como um câno ne ocidental.” 0 público parece entender a im portância de um texto como Hamlet para a dra maturgia atual pois, durante quatro quintasfeiras - sendo uma delas logo após a quartafeira de cinzas e outra, dia de uma chuva to r rencial - , lotou o auditório da unidade deixan do surpreso até o próprio Rizek.
Diário de viagem: Patagônia
zulgação
Semana da mulher
“A mulher deve diversificar os te mas na luta pela igualdade. Não esta mos falando de homens e mulheres, estamos falando de seres humanos” , afirma Selma Reis Lapa, diretora de Educação da Cruz Vermelha da Baixa da Santista, que ministrou uma pales tra em março, no Sesc Santos, dentro da programação da Semana da Mu lher, desenvolvida em conjunto com a Prefeitura de Santos e outras 18 instituições e entidades da cidade. “As mulheres estão emburrecendo em sua busca de um ideal de beleza estética e esquecendo que elas são o elo que mantém toda uma comuni dade unida e equilibrada” , analisa. Divulgação
6 revista &
A partir de uma viagem realizada há dez anos para a belíssima Patagônia, o al pinista Armando Camoleze tornou-se um apaixonado pela região e esteve no Sesc Pinheiros passando a experiência de suas via gens para um público di verso. “Através da proje ção de slides de relatos” , conta Armando, “ passei um pouco da minha expe riência. O enfoque princi pal era a trilha da caminha da, realizada em dez dias no espírito mochileiro. Percorri tanto o lado da Ar gentina quanto o do Chi le." O alpinista conta ainda que durante a primeira via gem sofreu muito pela fal ta de informação, mas res salta que “ o mais impor tante é a disposição para a caminhada, senão tudo fica feio e ruim.”
Marta Suplicy no Sesc
Jovem saudável A abertura do projeto Fala, Mano!, realizada no Sesc Itaquera, ganhou uma atração a mais. Entre as deze nas de b-boys (dançarinos de brealc) presentes para o campeonato que marcou o início das atividades, a prefeita Marta Suplicy apareceu de surpresa e ainda subiu ao palco. “ Estou louca para ver um brealc” , confessou. Ao lado do diretor re gional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, a prefeita ressaltou o caráter social do proje to. “ Um homem de 40 anos, desem pregado e excluído, dificilmente co meçará a roubar para sustentar a fa mília” , ponderou. “ Mas o que dizer de seu filho nas mesmas condições? É por isso que exemplos de iniciati vas de inclusão social como esse são importantes.”
Gudin e orquestra O músico e compositor Eduardo Gudin esteve no Sesc Vila Mariana para dois shows que lançaram seu novo trabalho, Luzes da Mesma Luz. No palco, a cantora Fátima Guedes emprestou sua voz para as compo sições orquestradas de Gudin, mar ca de seu novo CD. “ Eu já tinha fei to trabalhos assim antes” , esclarece o músico, “ mas pode-se dizer que é a primeira vez que eu me coloco como compositor e arranjador de uma orquestra acompanhando no palco uma voz, no caso a da Fáti ma” . Gudin explica que nesses shows tal caráter mais erudito, por assim dizer, fica “mais explicito” . Na platéia, fãs dos dois artistas e novos interessados em MPB. “ Eu percebo que tem gente que conhece meu trabalho, mas também pessoas que nunca me ouviram antes” , conta o músico, que vê nessas apresenta ções ao vivo uma oportunidade per feita para falar direto ao público, driblando as formas convencionais de difusão da música.
O Programa Saudável Cida dão, uma parceria do Sesc Santo Amaro e do Distrito de Saúde da região, vem reali zando uma série de palestras que abrangem questões liga das à saúde. No mês de mar ço, as palestras abordaram questões como orientação se xual e discussão sobre drogas, e destinavam-se aos líderes com unitários, educadores e demais interessados. A assis tente social Rute Barreto, uma das palestrantes, analisa que "a partir do momento que descobre um grupo que o aco lhe, ele vai seguir esse grupo em todos os seus passos. E se essas pessoas lhe oferecerem qualquer droga que seja, ma conha, álcool ou que for, ele vai se sentir pressionado a usar para continuar sendo aceito."
Palavra em movimento Desde de janeiro de 2000, o Atrium do Sesc Vila Mariana, uma grande área de múltiplo uso, cede espaço para o Palavra em Movimento. Esse projeto convida, a cada domingo, um contador de histórias (ou uma companhia teatral) para entreter o público. Além das apresentações, o Sesc Vila M a riana oferece módulos para a capacitação e formação de con tadores por meio de uma pro gramação de oficinas culturais, como a "Tecendo o Invisível". Segundo José Henrique, técnico de programação da unidade, "o Sesc Vila Mariana, por meio desse projeto, mostra que o ato de contar e ouvir história resis te a todo tipo de tecnologia e de massificação." revista &
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DOSSIÊ G abi, atriz Ela é uma das mais famosas e con ceituadas jornalistas brasileiras, já atacou de cantora e agora mostra sua faceta de atriz. Marília Gabriela estreou dia 9 de março no Teatro Sesc Anchieta, na unidade Consola ção, a peça Esperando Beckett. Um es petáculo d irigido por Gerald Thomas e encenado pela Cia. de Ópera Seca. Ao contrário do se poderia imaginar, Gabi não se mostrou as sustada ou nervosa com a nova ex periência. Ela afirma que foi “ fácil” atuar e já tem planos para o futuro: uma versão de Gerald para o Rei Lear, de Shakespeare, com Marília na companhia de seus dois filhos. O d ire to r não poupou elogios à atriz/jornalista: “ Ela tem uma perso nalidade única; uma m ulher sensí vel, lúcida, inteligente e perspicaz” .
/ulgação
Um a opção a mais
No dia 9 de março, a Zona Leste ganhou um novo espaço para diver são e arte: é a Estação Cultural, no Sesc Itaquera. O local apresentará shows, teatro, poesia e intervenções artísticas, sempre a partir das 19h. A intenção é oferecer ao público mais 8 revista &
História de histórias uma opção cultural, de boa qualida de e a um preço acessível. Com uma área total de 1.400m2, distribuídos em dois ambientes, sendo um ao ar livre, o espaço comporta trezentas pessoas. Os freqüentadores poderão se acomodar em várias mesas, que estarão localizadas próximas ao bar, ao palco e na área externa. O local também proporciona ampla seguran ça e estacionamento. Na decoração, um enorme aquário, com mais de três metros de comprimento, chama a atenção e torna-se uma atração a mais com suas diversas espécies de peixes e cavalos-marinhos. Para to r nar o clima mais agradável, a casa apresenta uma programação de mú sica ambiente, que passa por gêne ros como MBP, jazz e música instru mental. O cardápio é um capítulo à parte. Porções frias, quentes e três pratos especiais compõe o menu que promete agradar aos paladares mais exigentes. O convidado para a inau guração do espaço foi Luiz Melodia, que apresentou seu show Acústico.
O Sesc Pompéia realiza, de 17 de abril a 27 de maio, a exposição 100 Anos de C ordel, uma mostra com e morativa da história do cen tenário de um dos mais cé lebres estilos literários do Brasil. A exposição apresen ta ilustrações, matrizes de xilogravuras, folhetos de cordel, gibis, painéis com fotos e textos de vários au tores sobre o assunto. Entre os destaques, Coração D ila cerado, texto baseado na obra de Ariano Suassuna, que trata da vaidade, da se dução e da paixão , e D e re pente, o Cordel, espetáculo infantil que aborda o encon tro de dois poetas repentistas que realizam um desafio na noite de aniversário de um rei m edieval. As ativida des acontecem na Área da Convivência da unidade e a entrada é grátis.
Trasparências em evidência Em exposição desde julho na área de convivência do Sesc Belenzinho, as criações da artista plástica Lygia Reinach foram re centemente adquiridas pela uni dade. “ Há vinte anos que eu tra balho com cerâmica e sempre procurei criar um desafio na ma nipulação deste material. A cerâ mica é vista somente como u tili tária, mas isso é um equívoco” , conta Lygia, que neste trabalho uniu a cerâmica a um espelho d’água, união que, segundo a ar tista, “ promove mais brilho e movimento” . Suas obras podem ser vistas também na estação de metrô Ana Rosa, no jardim da Pi nacoteca do Estado e no Sesc Campinas, que será inaugurado no dia 7 deste mês.
Ensino à distância O projeto Infoprática do Sesc Santos, ciclo de palestras mensais com especialistas da área de in formática, trouxe no mês de mar ço o tema Ensino à Distância, uma realização do Sesc em con junto com as empresas Enterdata e Novo Milênio. Dirigida a educa dores, programadores, web masters, estudantes e internautas em geral, a palestra abordou a evolu ção do ensino via computador, idéias e conceitos ligados ao tema. Segundo o palestrante Cláudio de Carvalho, pós-gradua do em ciências da computação, "o objetivo era traçar um paralelo entre as vantagens e desvanta gens de cada um dos métodos. Vimos também como o estudante reage à falta de um professor nas aulas expositivas e como isso pode ser compensado".
As linguagens no corpo de Denise Courtouké Incentivo ao incentivo
A bailarina e coreógrafa Denise Courtouké realizou, em março no Sesc Vila Mariana, uma palestra na qual falou da experiência que teve no Japão e de sua pesquisa atual que re sultou na criação do espetáculo Camile Claudel. “ Eu me envolvi com o corpo quando trabalhei com Ulisses Cruz e Antunes Filho. Isso me levou para o trabalho de Min Tanaka e sua dança butô, na qual eu me aprofun dei mais fisicamente.” Denise contou
que, em sua volta ao Brasil, acabou trilhando o caminho inverso e hoje está interessada no diálogo entre di versas linguagens. “ Eu uso parte do corpo para trabalhar a voz, a sonori dade, a música e a palavra. 0 corpo é um instrumento para trabalhar tam bém a música e a teatralidade” , reto ma Denise. “As pessoas são muito cu riosas sobre isso. Querem saber como eram minhas companhias lá e o meu o dia-a-dia.”
A Delegacia do Ministério da Cultura em São Paulo, em parce ria com o Sesc-SP e a Capacitação Solidária, oferece gratuitamente a partir do dia 10 deste mês, no Sesc Vila Mariana, o Curso sobre a Lei Rouanet para o Terceiro Setor. A proposta é demistificar a dificuldade que alguns julgam existir na utilização do benefício, visando o fortalecimento do mer cado cultural e dos investimentos em cultura. Serão oferecidos, ao longo do ano, cursos sobre a lei para empresas, com ênfase no so cial, e outro que visa à qualifica ção de produtores culturais cujos projetos já foram aprovados. In fo r m a ç õ e s /in s c r iç õ e s : Delegacia do Ministério da Cultura em São Paulo (telefax: 11 5539-6304/5539-6308, drminc@dialdata.com.br ou cursosdr@dialdata.com.br) revista &
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INSTITUCIONAL M
ais d ec isõ es j u d ic ia is favoráveis a o
S esc
Em mais uma brilhante decisão proferida pelo Poder Judiciário do Estado de São Paulo, frustrou-se a tentati va da empresa prestadora de serviços NS Schindler Comércio e Serviços Ltda., de deixar de contribuir ao Sesc. No autos da ação de repetição de indébito proposta em face do Sesc e Sesnac pela referida empresa (Proces so n.° 000.99.886632-6), perante a 13.a da Vara Cível do Foro Central da Capital, foi proferida sentença julgando improcedente o pedido formulado pela autora. Inicialmente ressaltou o Douto Magistrado a origem do Sesc e Senac. Afirmou possuírem estas entidades um importante dever em auxiliar o Estado na implementa ção de políticas sociais para o seu amparo e aprimora mento profissional, na órbita da classe econômica, in distintamente considerada. Em razão das importantes atividades desempenhadas por tais entidades, conside rou esse Douto Magistrado impossível imaginar-se que a Autora, por ser prestadora de serviço, ficasse de fora da estratificação sindical em que se encontra organiza da a categoria econômica em geral ou no particular da repartição em que situada (Confederação Nacional do Comércio). Verificou-se, no caso em tela, o nítido caráter mercan tilista da Autora, ao analisar-se o seu objeto social, qual seja: “ comércio e serviço de fornecimento de refeições coletivas, de bufê em geral, de decoração de ambientes para eventos comemorativos e outros assemelhados, serviços de limpeza em geral, serviços de recepção e portaria, manobra de veículos, operação de mesa telefô nica, ascensorista, digitação e serviços de secretaria em geral” . Assim, sempre há a troca comercial, integrando em sua atividade bens e benefícios materiais. Ademais, por estar registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo, não há como se conferir distinção de exercente de atividade civil. Tais características fizeram com que a Autora fosse fi liada, desde à época de sua constituição, e continuasse enquadrada até hoje no segmento econômico dos entes do comércio. Fundamenta ainda sua decisão na inexistência de sen tido divisor ou distintivo na regra constitucional contida no art. 240, o qual dispõe: Art. 240. Ficam ressalvadas do disposto no art. 195 as atuais contribuições compulsórias dos empregadores sobre a folha de salários, destinadas às entidades privadas de serviço social e deformação profissional vinculadas ao sis tema sindical. Concluiu o Douto Magistrado, em sua brilhante sen tença, que não se permite a qualquer empresa “fugir à responsabilidade de responder com a contribuição compulsória às entidades de implemento de políticas 10 revista &
sociais de amparo e auxílio aos obreiros, sendo inconteste que no enquadramento por similaridade ou afini dade na estratificação sindical, encontra-se o fator de resposta do encargo parafiscal discutido, que mais que situada como contribuinte pelo fisco, tem-se que a li nha de filiação sindical da autora dentro do seu seg mento econômico responde por situá-la com a obriga ção da contribuição” . Foi com grande entusiasmo que o Sesc recebeu a no tícia da prolação da sentença que ora se comenta. O Douto Magistrado, reconhecendo o carátèr social das atividades de altíssima relevância desempenhadas pelo Sesc e Senac, além da natureza comercial da autora e da exigibilidade da contribuição destinada a estas enti dades, a qual foi recepcionada pela Constituição Fede ral de 1988, em seu art. 240, proferiu mais uma senten ça favorável ao Sesc, possibilitando, dessa forma, a continuidade de suas atividades em setor tão importan te que consiste na implementação de políticas sociais de amparo e auxílio aos trabalhadores do comércio e de serviços.
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Além dessa sentença, mais quatro decisões judiciais foram favoráveis ao Sesc. O Tribunal Regional Federal - 3.a Região, por sua Sexta Turma, ao julgar o mérito de quatro agravos de instrumento, decidiu, por unanimidade, pela exigibilidade da contribuição destinada ao Sesc. Partindo do disposto no acima transcrito art. 240 da Constituição Federal, conclui-se que a legislação federal, ao prever a contribuição social ao Sesc “o fez atrelada à Confederação Nacional do Comércio, cuia unicidade da comercialidade vem balizada pela venda de mercadorias e de serviços na atividade econômica, o que torna possível à legislação con siderar atividade enquadrada como comercial, apesar de o seu estatuto social prever a especial prestação de serviços profissionais.”(grifos nossos) Nesses mandados de segurança de origem discute-se a exigibilidade dessa contribuição com relação a três escolas (Organização Antares de Ensino S/C Ltda, Bola de Neve Jardim de Infância S/C e Escola Logos S/C Ltda) e uma empresa de auditoria (Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes). Assim, grande passo já foi dado no senti do de se revogarem as medidas liminares anteriormente concedidas, as quais suspendiam a exigibilidade das con tribuições destinadas ao Sesc, demonstrando aqui, dessa forma, o entendimento da Sexta Turma do Tribunal Regional Federal - 3.a Região.
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ENTREVISTA
Maria Aos 85 anos, a nadadora brasileira, primeira mulher latino-americana a participar de uma Olimpíada, relembra suas peripécias dentro e fora das águas Se houvesse um livro de patentes para registrar as invenções nos estilos da natação, os atletas que nadam borboleta teriam que pagar royalties para a brasileira Maria Lenk. Afinal, foi ela, durante osJogos Olímpicos de Berlim, em 1936, que inaugurou entre as mulheres o nado borboleta. Antes desse evento, na Olimpíada de 1932, em Los Angeles, Maria Lenk já havia estabelecido um outro recorde: foi a primeira mulher lati no-americana a participar dos Jogos Olímpicos. Dentro e fora da piscina, as façanhas da nadadora se multiplicaram: bateu os recordes mundiais de nado peito e borboleta, em 1939 e fez parte da primeira turma de civis a se formar em Educação Física no Brasil. A seguir, os principais trechos da entrevista exclusiva de Maria Lenk para a Revista E. Como a senhora começou a nadar? E verdade que a senhora nadava no rio Tiête? Eu devo dizer como eu morava mais ou menos próximo ao rio Tiête meu pai me levou lá para me ensinar a na dar, porque na época não havia pisci nas. O rio Tietê de então era bem di ferente do que vocês conhecem hoje. Era muito agradável. Durante muitos 12 revista &
anos, no rio, acontecia a prova Traves sia de São Paulo a Nado, uma espécie de São Silvestre da natação. Essa tra vessia tornou-se muito importante para São Paulo, até certo ponto mes mo depois de se construírem piscinas. Os nadadores saíam da ponte de San ta Maria e chegavam na ponte Grande (atual ponte das Bandeiras). Nadavase, com a correnteza rio abaixo, sete quilômetros. E a senhora competia nessa prova? Sempre. A primeira vencedora des sa travessia foi uma nadadora de San tos, antes de mim. Quando comecei a participar era muito jovem. Venci a corrida por muitos anos. Era uma pro va muito popular. O próprio João Avelange, que todos conhecem pelo fute bol, na realidade é nadador e venceu várias vezes essa travessia. A senhora se lembra de quando foi a primeira vez que entrou numa pisFoi quando se construiu a piscina na Atlética. Em que ano? Em 1930 se construiu a primeira piscina olímpica da cidade. O Clube Paulistano já tinha uma piscina mas
era limitada para os sócios, por causa do balneário. Só depois dessa piscina da Atlética, de 25 metros, é se cons truiu uma de 50 metros no Cube Tie tê, para onde eu fui para poder treinar para as Olimpíadas de Berlim. Mas antes a senhora participou dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1932. Como aconteceu o convite para integrar a delegação brasileira? Naquela ocasião a natação feminina estava começando em provas que se faziam aqui em São Paulo. A imprensa da época, principalmente os jornais Diário de São Paulo e a Gazeta Espor tiva, davam incentivo para inclusão de provas femininas. Naturalmente, ao vencer, tornei-me conhecida, e quan do se compôs a equipe que seria en viada para Los Angeles eu fui chama da. Fui a única mulher na ocasião. A senhora tinha 17 anos na época. A senhora tinha consciência de que era a primeira mulher latino-ameri cana a participar de uma Olimpíada? Eu diria que só vim descobrir a im portância disso tudo ao chegar lá nos Jogos Olímpicos. Diga-se de passa gem que no mundo inteiro a mulher estava começando a ingressar no es
porte de competição. Em 1932, em Los Angeles, já houve participação de várias nações com nadadoras mais de senvolvidas que eu, porque aqui na América do Sul nós não tínhamos co nhecimento de métodos de treina mento. Nos próprios Jogos Olímpicos de Berlim eu completei a aprendiza gem com a equipe japonesa, que era a mais destacada. Naturalmente isso me permitiu bater recordes mundiais em 1939 e estava no auge para dispu tar os Jogos Olímpicos de 1940. Mas por causa da guerra eles não se reali zaram. Como foi a experiência de viajar com 17 anos? O meu pai era muito aberto e ele me entregou aos cuidados do chefe da delegação e não houve problema nenhum. Naquela ocasião o país vivia a crise do café e o governo não tinha dinheiro para bancar a delegação. En tão, ele emprestou o navio para a via gem e as despesas extras foram pagas com café que nós levamos e que de toda a forma seria queimado por aqui. O governo permitiu que esse café a bordo fosse vendido e ajudasse nossa estadia lá. Na mesma ocasião, explo diu a Revolução Constitucionalista, o que tornou nossa comunicação com o Brasil quase impossível E a sua experiência de vida nesses jogos? A senhora fala muito do res peito entre os atletas... Esse é um ponto interessante por que primeiro havia a lei do amadoris mo. Então ninguém podia tirar vanta gem da prática de natação. Nem para ganhar dinheiro em espécie nem para outras vantagens. Basta dizer que eu escrevi um livro e não pude publicá-lo porque eu me tornaria profissional, ainda que eu não ganhasse muito di nheiro com a publicação. Não se po dia ganhar dinheiro nem como salvavidas. Não se podia receber nem mes mo roupas especiais. Era um amado rismo muito severo. Esse era um dos aspectos. O outro era a idéia do espí rito desportivo, de se respeitar o ad versário, de cumprimentá-lo depois da vitória ou da derrota. Um outro de
talhe para o qual não se dá mais tanto valor hoje era o amor ao clube. Nós competíamos por nosso clube e de jeito nenhum aceitaria mudar para um outro, porque era ao clube que a gente prometia lealdade. Havia con ceitos, na época, que no decorrer do tempo se perderam. Hoje, um profis sional, mesmo na natação, ganha mui to. Vocês, jovens, talvez nem possam compreender como se vivia na época e num mundo. Por outro lado, esse outro mundo era muito difícil. Eu aca bei de encontrar umas meninas na piscina aqui do Sesc, uma piscina lin da, fechada e aquecida, que era im possível na minha época. Eu treinei em pleno mês de junho e julho numa água gelada, de 14° e 15o, para ir aos Jogos Olímpicos. Dá para perceber que as circunstâncias eram outras. Não havia conforto nem viabilidade técnica. A gente não conhecia méto dos de treinamento e técnicas de es porte como se conhece hoje.
"Nos Jogos de 1932, o governo cedeu um navio e as despesas extras eram pagas com café" Como era o treinamento então? A gente nadava até a exaustão e, às vezes, tentava usar lógica diante dos conceitos de movimento dentro d’água. Com isso houve também uma revolução nos estilos. Os estilos de então eram diferentes do que se faz hoje, exatamente porque não se tinha conhecimento maior dessa técnicas de nado. E essas técnicas foram evo luindo conforme o interesse dos téc nicos e foram ampliando também os programas. A primeira competição olímpica de natação para mulheres foi em 1912 e só havia uma meia dúzia de concorrentes. Só havia uma prova de 50 metros e uma outra de 300 me
tros e só. Hoje a natação brasileira está muito bem informada, seus técni cos estão bastante entrosados usando o seu intercâmbio internacional e eles trazem para cá informações e formam grandes nadadores. A senhora falou que em 1932 as mulheres, em todo o mundo, tinham ingressado recentemente no esporte de competição. Eu imagino que no Brasil a participação feminina devia ser ainda menor. A senhora sentia al gum tipo de preconceito? Como era para uma jovem mulher estar num meio considerado masculinizado como o do esporte de competição? Tudo o que inova tem, naturalmen te, dois aspectos. Um deles é o de re ceptividade, que eu senti principal mente por parte da imprensa. Os jo r nais incentivavam e elogiavam a mu lher fazendo esporte. Mas havia tam bém as pessoas com preconceitos conservadores e antiquados, que não gostavam de ver a mulher no esporte. Eu não senti nenhuma restrição por que por um lado meus pais eram abertos a isso. Eles me incentivaram e até me ensinaram. Por outro lado, o meio que eu estava era um meio fami liar e de muita camaradagem, aceita ção e respeito. De forma que eu não me sentia inibida. O que, naturalmen te, deve causar estranheza, e era dife rente na época, eram os trajes de ba nho. Hoje eu vi uma mocinha se exi bindo numa roupa que era menor do que a que eu usava para competir. E qual era o material? Era uma coisa pesada. Era de algo dão. Atualmente, existe uma evolução tão grande em trajes de banho que até os homens usam cobertura do corpo inteiro porque aquele tecido permite a água escoar mais do que a própria pele humana. Em 1936 a senhora foi para Berlim, período em que H itlerjá preparava o país para a guerra e incitava o nacio nalismo e o anti-semitismo. A senho ra sentia algum clima em relação ao nazismo? Na época, Hitler inaugurou os jogos e era a figura principal. Nós chegamos revista &
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ENTREVISTA a ter um contato muito próximo com ele. Ele perfilou perante as delega ções assim como depois nós perfila mos perante ele na arquibancada de honra. Nós chegamos a conhecer o geral daquela atitude nazista já prepa rando-se para a guerra. Entretanto, nós atletas não tínhamos a menor no ção disso. Eu, como descendente de alemães, falava correntemente o ale mão formal, mas mesmo assim não era possível sentir o clima do nazis mo. Os desportistas não tinham no ção nenhuma de política. Pelo menos não no ambiente em que eu tinha re lações. Eu estava completamente alheia à política. E foi nesses jogos que a senhora inventou o nado borboleta? Exatamente. A FINA (Federação In ternacional de Natação Amadora) mudava os regulamentos sempre ajustando ao que se apresentava de novo. Com isso, ela prescreveu um regulamento para o nado de peito que exigia que se levasse os braços simultaneamente para trás e de lá para frente, mas não dizia se seria dentro ou fora d’água. Pela lógica, seria dentro d’água. Um nadador ale mão, chamado Higgens, inventou de levar os braços para fora d’água na própria prova do nado de peito e a FINA não teve como impedir. Eu sou be dessa “ invenção" por meio de re vistas especializadas que recebia da Alemanha. E eu resolvi experimentar também. Ao chegarmos em Berlim, a única mulher que nadava borboleta era Maria Lenk. O que é a categoria de masters? Essa faixa começa a partir dos 25 anos. Queremos dar ao jovem que deixa de nadar entre os atletas de ponta uma abertura para um ingres so na natação até o final da vida. Nessa natação de masters, que co meça aos 25, muda-se de faixa etária de cinco em cinco. A natação prestase como treino para aptidão física, para a preocupação com a saúde, só que para o resto da vida. As pessoas, ao alcançar uma certa idade, têm de se conscientizar disso: de que para
se manterem bem, bem dispostas e independentes, não basta descansar numa cadeira de balanço e ver tele visão. Hoje quanto tempo a senhora treina por dia? Cerca de uma hora por dia. Depen de da finalidade do treino. Se eu quero treinar resistência demora um pouco mais, se eu quero velocidade é um pouco menos. Como é o cotidiano nas competi ções de masters? É bem diferente da dos jovens, porque não existem restrições muito grandes e muita gente se inscreve. No ano passado, houve o campeona to mundial de master em Munique, na Alemanha, e havia participantes a partir dos 25 anos. Foram quase 7 mil inscritos. A natação de master tem características diferentes. Ela procura aptidão, amizade, alegria...
"N a época, a educação física não era profissão de prestígio. Ela e o esporte recebiam rótulo depreciativo" Nessas competições a vitória não é fundamental. Absolutamente. Mas, naturalmen te, a gente gosta de ganhar uma medalhinha. Eu voltei de lá com sete medalhas de ouro - cinco indivi duais e duas de revezamento. Basta dizer que na equipe de revezamento do Brasil havia dois homens e duas mulheres cuja idade total somada resultava em mais de 320 anos. Como a senhora ingressou na educação física? Em 1937, fui convidada para um curso de educação física que foi o primeiro realizado para civis. O cur so foi ministrado pela então Divisão de Educação Física de São Paulo, de onde saiu o primeiro grupo de pro
fessores de educação física feminina do Brasil e, com isso, eu ingressei na profissão de professora. Depois, fui convidada a participar da implemen tação da Escola Nacional de -Educa ção Física do Rio de Janeiro, perten cente à Universidade do Brasil. Na época, isso foi uma inovação porque educação física não era profissão de prestígio e de intelectualidade. Na época ela e o esporte recebiam uma rotulação pouco apreciável, diga mos. Levar a educação física para dentro da universidade foi uma grande conquista na época. Atualmente, como a senhora vê as políticas públicas em educação física no Brasil? Eu vivi toda a história da educação física no Brasil até os dias de hoje. Nós promovemos uma modificação nas leis, tornando obrigatória a edu cação física nas escolas para todas as faixas etárias, desde o primário até a universidade. Eu acredito que de lá para cá houve um recuo. De maneira geral, entretanto, a educação física deveria ser dada nas escolas já com fundamentos científicos para a pes soa saber o que está fazendo. A edu cação física escolar tomava uma for ma e um aspecto diferente para dar um ensino para o resto da vida. Qual é o lim ite da senhora? Na natação de master não há lim i tes porque nós não temos esse obje tivo de supervitórias. Nós nos en contramos mais de forma amistosa e, naturalmente, a decadência é visí vel em cada um de nós. E ela aumen ta conforme se avança na idade. Com 45 ou 50 há uma ligeira deca dência. Depois dos 60 começa a pio rar e depois dos 80 já não se agüen ta mais. Como a senhora lida com isso? Eu tento enfrentar nadando todo dia dentro das minha limitações, que são grandes. Enquanto Deus me der saúde eu vou nadar. Eu incentivo meus contemporâneos. Quando eu encontro pessoas da terceira idade eu digo tudo o que estou dizendo a você. ■
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por Bárbara Souza
Através de ações múltiplas, comunidades, instituições e associações de moradores provam que a criação de opções de lazer e cultura contribui para diminuir a violência eterminar as causas da violência é tarefa árdua. Quase não há con senso entre os especialistas. Um argumento sedutor para explicar sua ocorrência é associá-la com a miséria. No entanto, tal explica ção é insidiosa, pois deriva, em grande parte dos casos, para ilações pre conceituosas. Outra hipótese muito aventada está na associação com o trá fico de drogas. Mas, da mesma forma, não existem dados definitivos que quantifiquem essa relação. O fato é que a violência (e o aumento ou de créscimo de seus índices) vincula-se a uma rede de fatores socioeconômicos muito sutis, que fogem de conclusões imediatistas. À violência concre ta, física e agressiva, exteriorizada no espaço público, soma-se outra, vela da, que nasce camuflada pelas paredes domésticas: trata-se da violência contra a mulher ou contra a criança. Pois, então, como combatê-las? O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Marco Vinício Petreluzzi, sinaliza para algumas saídas: “A criminalidade não é um fenô meno que surge isoladamente. Engloba fatores multicausais e está rela cionada com todo o conjunto da sociedade. Deve ser pensada e combati da, portanto, por todos os setores dessa mesma sociedade” . Se por um lado os especialistas ostentam opiniões controversas, por ou tro as “questões sociais” aparecem em todos os discursos. Talvez os con ceitos mais importantes nesse caso sejam respeito e cidadania. E, por trás deles, aparecem outros, como a educação, a saúde e o lazer. Sim, é preci so deixar claro: o lazer é uma prioridade, no mesmo nível dos seus pares citados, mas que, infelizmente, costuma ser desprezado na maioria das po líticas públicas. Estendendo a cidade de São Paulo como pano de fundo, nos bairros ri cos o lazer está mais presente, uma vez que, além de o desenho urbano contribuir com parques, praças, teatros, cinemas e clubes, seus moradores
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tempo dispomos. Colhidos pelo mal-estar da finitude, pela imponderabilidade do tempo, cada um de nós experimenta, em relação a ele, uma dupla expectativa: queremos mais tempo e queremos um tempo melhor. Ou seja, um tempo para nós mesmos, para fazermos aquilo que queremos, do jeito que queremos, onde queremos e na companhia de quem queremos. Eis porque o lazer não é uma reivindicação banal, e sim uma aspiração existencial. Uma cidade que nega aos seus habitantes as condições mínimas necessárias ao uso plena mente satisfatório de seu tempo livre é uma anticidade, é uma contracidade, é a negação da idéia de cidade. Não abriga cidadãos, apenas suporta moradores” . A seguir são relatadas algumas iniciativas que tentam conferir à população carente uma alter nativa digna para a hora do recreio. C lasses u n id a s
podem “ adquiri-lo” . Mas, quando se toma a periferia como parâmetro, as alternativas minguam. Sem investimento público, a população mais desfavorecida vê-se desprovida de opções de lazer e aquelas que se oferecem normalmente encontram-se deterioradas. O lazer não pode ser encarado como panacéia, antídoto contra a violência. Não é porque um menino tem acesso a um parque ou ao teatro que ele não irá delinqüir ou se drogar. No entanto, junto com outros elementos, o lazer au xilia na composição da essência da cidadania. Nas palavras de Dante Silvestre Neto, sociólogo e especialista em lazer, que fez seus estudos na área sob a orientação de Joflfe Dumazedier, pro fessor da Sorbonne e pesquisador do Centro Nacional de Pesquisas Científicas, da França, “ o tempo é o patrimônio mais valioso do qual dis pomos, mesmo porque não sabemos de quanto 18 revista &
o lazer não pode ser considerado bálsamo para a violência. No entanto, ele é uma im portante alternativa de cidadania para comunidades carentes
Um dos exemplos pode ser conferido na peri feria de Tatuapé, bairro da capital. Lá, a exemplo de muitos outros lugares, as ruas são estreitas e as vielas sem saída, mas as crianças não são mais vítimas fáceis de ardilosos traficantes ou amigos viciados. Na Vila Luísa, a comunidade já descruzou os braços. Tudo começou com um morador que conseguiu mobilizar os demais, e até mesmo a Administração Regional da Mooca, que responde pela região, e transformou em praça um canteiro de obras da prefeitura. O lu gar não é muito grande nem conta com infra-es trutura sofisticada, mas é suficiente para manter as crianças ocupadas quando não estão na esco la. “Temos uma pista de cooper de 400 metros e uma rampa para skatistas da região inteira” , conta o idealizador da transformação, Andrea Valentino, de 54 anos. Aposentado, Andrea in sistiu diariamente para que a regional desse apoio à construção da praça sob o viaduto Aricanduva. A idéia saiu do papel em setembro, com direito a inauguração oficial e tudo. O anti go canteiro de obras ganhou mudas de árvores frutíferas, duas quadras pequenas, mesinhas, bancos e até um playground, que pode ser am pliado com a ajuda de comerciantes da região. O local é aberto e conta com freqüentadores as síduos, como o estudante Gustavo Calabria Galussi, de 10 anos. “Venho aqui diariamente” , conta. “Antes da praça, eu ficava a tarde toda jo gando videogame.” Gustavo conta que gosta mesmo é de andar de bicicleta, mas... “minha mãe não deixava porque era perigoso ficar na
rua” . Agora, a diversão de Gustavo é fazer ma nobras radicais em sua tão adorada bicicleta ou arriscar uns “vôos” em seu patinete na pista de skate. “Também jogo futebol ou vôlei quando tem time aqui na praça.” 0 exemplo de Gustavo mostra que, mesmo num país de vários problemas como o Brasil, e em sua principal e mais problemática metrópo le, estratégias bem-sucedidas lá fora podem ob ter êxito aqui também. Nova York, por exemplo, (a comparação parece descabida, mas não é) es teve envolvida nas manchetes policiais até mea dos da década passada. 0 prefeito Rudolf Giulianni, um ex-promotor público, determinou, entre outras medidas, que quadras de basquete e praças, antes fechadas à noite ou nos finais de semana, fossem abertas para uso ilimitado da população. Não se trata da invenção da roda, mas de uma parceira inteligente entre o gover no e a sociedade para uma ocupação saudável de espaços que de fato são públicos e, logo, exi gem a responsabilidade de todos. É claro que é impossível não considerar o fato de que, junta mente com essas medidas, Giülianni criou ainda vários outros espaços e também realizou uma ampla reeducação e recapacitação da polícia. Seguindo o exemplo, outras capitais mundiais, como Paris e Madri, fizeram os níveis de crimi nalidade despencar com ações semelhantes. Po rém, o que fica de exemplo, e que pode ser se guido por outros países, é que essas cidades perceberam que o lazer é um instrumento efi caz no combate à violência. E essa noção não encontra fronteiras. Aqui mesmo ela começa a vigorar. No bairro do Imirim, outra região caren te de São Paulo, um colégio particular, o Colégio Piaget, deixava o silêncio ocupar sua quadra poliesportiva nos dias e horários sem aula. Até que um dia um estridente apito, daqueles de juiz de futebol, afugentou a ociosidade do espaço. 0 “dono do apito” , o professor de educação física Raphael de Castro, de 18 anos, descobriu que a situação podia ser diferente. Agora, todos os sá bados pela manhã é dia de treino de uma escolinha de futebol que mobiliza meninos carentes do bairro. Por se tratar de um espaço que lem bra o palco de campeonatos profissionais, o esr timulo é maior. A garotada sente que não é ape nas uma simples partida de futebol de rua. “ Eu ficava preocupado com essas crianças, que ti nham contato com pessoas mal-intencionadas enquanto brincavam em praças e campinhos do bairro” , relata o professor, que ainda é aluno na Universidade Nove de Julho. “Além disso eu
Uma cidade que nega a seus habitantes as condições m ínim as necessárias ao uso plenam ente satisfatório de seu tempo livre é uma anticidade
Combate à violência O lazer e a cultura tornam-se uma saída contra a violência "Nossos centros comunitários e centros de defesa da criança e do adolescente - que atuam com jovens em situação de risco, em liberdade assistida e dependentes químicos - têm conseguido resultados positivos na conjugação da cultura e lazer como forma de diminuir e superar a violência. A cultura e o lazer, como espaço físico e social de encontro, organização, produção e cooperação, fazem surgir expressões das mais variadas: música, dança e produção artística como a grafitagem. Lazer ligado à vida e à sua produção. Vida que se produz nas relações humanas, no prazer de ser e sentir, e na produção do co nhecimento e de bens necessários para a convivência e a sobrevivência. O que não conseguimos observar são po líticas públicas voltadas para os adolescen tes, principalmente em situação de risco, que levem em conta a questão da cultura e do lazer como necessidade básica e funda mental da pessoa humana e como dimen são de todo programa socioeducativo, pre ventivo e terapêutico. O lazer não é o supérfluo, espaço de con trole para onde se mandam os jovens acre ditando que eles não resistiriam às suas se duções. Penso o lazer como parte essencial da dimensão humana e assim ele deveria ser considerado e incluído em nossas ações e proposições." Pe. Júlio R. Lancellotti Pastoral do Menor revista &
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queria unir os conhecimentos do curso com uma proposta para tirar os meninos da rua” , prossegue. “0 bairro é carente e logo cedo as crianças acabam se envolvendo com drogas e violência” , temia. Com o intuito de mudar esse futuro, ele começou a trabalhar. Uma vez com a idéia na cabeça, não foi difícil reunir interessa dos em fazer parte do time da “escolinha do professor Raphael” . 0 próximo passo era elabo rar um projeto e entrar em contato com a dire ção do colégio - onde ele próprio foi aluno por vários anos - , que topou no ato. “ Entendemos que esse tipo de ação é muito compatível com a proposta social do Piaget” , avalia Alex Donizete Ribeiro Andreaça, professor de educação físi ca do colégio e, hoje, também responsável pela empreitada que recebeu o nome de Projeto por um Futuro Melhor. As regras são simples mas sempre pautadas por preocupações que vão além do esporte. Para jogar futebol, é preciso estudar e ter bom rendimento na escola. “Caso contrário, entro em contato com os pais para saber se há algum problema em casa e qual providência podem tomar para melhorar o desempenho da crian ça” , acrescenta Raphael. Com o passar do tem po, o trabalho foi ganhando corpo e atualmen te tem cunho social bastante forte. “ Não era raro encontrar alunos que começavam a trei nar descalços ou que ainda enfrentavam difi culdades para comprar material escolar” , com pleta Alex. “ Por isso, realizamos campanhas na escola para conseguir o que as crianças preci sam. Dessa forma, também despertamos em nossos alunos o sentido da solidariedade e da cidadania” . Além do bate-bola na quadra, há outro fora dela. Os treinos sempre são interca lados por uma conversa ou mesmo uma pales tra sobre violência, Aids ou drogas, os princi pais perigos aos quais os jovens, não só os da periferia, ficam vulneráveis. “ Procuro trazer profissionais de áreas específicas para explicar certas coisas a eles” , conta Alex. Para quem fre qüenta a escolinha, o lazer e o esporte reser vam oportunidades também para se informar sobre esses perigos. E já é possível ver os re sultados: “Até brinco nos campinhos do bairro, mas tenho consciência de que não é legal me envolver com drogas” , afirma Danilo Vital do Nascimento, de 14 anos. Convidado para jogar no time juvenil da Lusa, Danilo atribui o suces so à disciplina e acrescenta: “ É importante sa ber o que se quer e ter objetivos para não cair na criminalidade” . 20 revista &
Marcos Barros Goulart L o n g e d o v id e o g a m e
0 padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Menor, resume o papel que cabe ao lazer e à cultura no combate à violência: “0 lazer deve ser visto como meio de produção de cultura e resistência - não o lazer do controle social que não leva à nada - , busca experiências de encon tro nas quais os conflitos sejam trabalhados, refletidos e canalizados, nas quais a força da agressividade se transforme em criatividade e liberdade para criar e construir a paz, em novas possibilidades de organização, de produção e de início de cooperativas de trabalho” . Assim, mais conscientes e bem orientadas, as crianças beneficiadas por esse tipo de iniciativa tomam-se mais “fortes” e menos vulneráveis. É nisso que o Movimento Infanto-Juvenil Crescen do com Arte, o Mica, acredita. Sem sede nem patrocinadores, a entidade surgiu há nove anos, na Zona Norte, com a proposta de incentivar crianças e adolescentes a se expressar por meio da arte. A idealizadora do projeto, a professora Maria José Soares, conta com outras colegas vo luntárias, capacitadas em áreas específicas, para levar oficinas de artes plásticas, música, teatro e dança a aproximadamente duzentas crianças da região. “0 intuito é despertar a criatividade desses jovens” , explica. As aulas ocorrem em lo-
No panorama desolado e caótico da grande cidade; os raros espaços livres, assinalados pelo verde e dotados de equipamentos destinados à práti ca de m odalidades diversificadas de lazer, contribuem para dar à m etrópole um aspecto um pouco mais humano. Na foto, vista aérea do Sesc Interlagos, na Zona Sul de São Paulo
cais determinados pelas professoras do progra ma e esse locais são os mais diversos e alterna tivos. “As de artes plásticas, por exemplo, são realizadas na garagem de uma delas” , conta Ma ria José. “Outras oficinas ocorrem em bibliote cas, escolas e até no Arquivo do Estado de São Paulo.” “0 que importa é a estratégia para man ter a criança com o pensamento voltado para a arte e, conseqüentemente, para a paz” , emenda a professora de teatro Nira Niróska. Orgulhosa dos alunos, ela ressalta o desenvolvimento de les dentro e fora do palco. “Algumas mães nos cumprimentam e nos agradecem porque os fi lhos estão mais dóceis e amáveis” , revela. Os jo vens atores atribuem o novo comportamento à possibilidade de extravasar as emoções. “ Na es cola, nem sempre temos essa oportunidade” , comenta Augusto Ribeiro da Costa, de 12 anos. “Com o teatro, acabei perdendo a vergonha de falar com os colegas e aprendi a confiar nas pes soas.” As oficinas são uma troca constante entre alunos e professoras. “Às vezes, são eles quem nos ensinam” , comenta Nira. “ Isso responde por que os alunos tornam-se mais dóceis com o passar do tempo” , comenta a professora de ar tes plásticas Herminda Tavela Abrantes. Depois de três anos cursando artes plásticas no Mica, Lion Castro Silva, de 11 anos, só dá alegria para
a mãe, Lúcia. “ Ele ficou mais doce com as pes soas e melhorou na escola” , diz. A arte também é usada contra a violência por um grupo de jovens de Santo André, na região do ABC. Sempre com música, teatro, dança e ci dadania na cabeça, um dia eles se reuniram para discutir os problemas do município e acabaram realizando um Fórum da Juventude. “Isso foi em 1997 e ali nasceu um sentimento de querer transformar, de lutar pelos nossos direitos e conquistá-los, lembra Robson Luiz, que ministra a oficina de canto e coral do Centro de Referên cia da Juventude (CRJ), hoje o “Q. G. da galera” . Robson é um dos líderes da Associação Negroatividades (AÇN), que alia as atitudes do jovem negro às demais discussões sociais. 0 CRJ nasceu dos bate-papos com outros mo vimentos jovens da cidade e provou que essa história de violência entre “tribos” não precisa ser uma verdade imutável. “ Levamos nossas rei vindicações ao Poder Público e conquistamos nosso espaço” , explica Renato Zerbinato, de 24 anos, um dos líderes do movimento punk no município. 0 local funciona, na verdade, como um centro de convivência, onde a orientação e a troca de idéias ocupam o espaço do autorita rismo rumo à organização e à disciplina. Além dos cursos de artes oferecidos gratuitamente a adolescentes, o CRJ também serve como ponto de encontro da juventude. Ali se reúnem quase todos os movimentos jovens de Santo André. Todos com o propósito de discutir sua situação na sociedade. É um entra-e-sai constante, com camisetas e cabelos que definem a qual grupo cada um pertence. Mas todas as “tribos” convi vem em harmonia. Enquanto numa sala um pessoal discute animadamente as diretrizes das ações da Pastoral da Juventude a favor dos ex cluídos, no andar de cima punks com camisetas pretas nas quais se lêem frases anti-religiosas, entre outros adereços, debatem a liberdade e a igualdade entre os povos. “ Entendemos que, em vez de se oprimir, o jovem precisa de espa ço para extravasar e mostrar sua arte” , acredita o assistente administrativo da entidade, Marce lo Viana da Silva, de 24 anos. Também um dos líderes do Negroatividades, Marcelo começou a se interessar pelas causas sociais quando ainda tinha 11 anos. “Sempre participei do movimen to hip-hop” , conta. “Acho que é um movimento muito completo na forma de atuar e de se co municar com a juventude” , avalia. ■ Ba r b a r a S o u z a é j o r n a lis ta
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A arte da inclusĂŁo
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Iniciativas mostram como manifestações artísticas de diversos tipos, música, teatro ou mesmo a fotografia, preenchem o espaço deixado pelo individualismo e pela falta de perspectiva típicos dos dias de hoje
de break que abriu o projeto Fala, Manol no Sesc ftaquera
eace, unity, love and having fim” . Esse é o refrão de uma das músicas que, há decibéis de al tura, agitava dezenas de jovens no Sesc Itaquera, no dia 10 de março. A ocasião marcou a abertura do projeto Fala, Mano!, uma série de atividades que envolvem elementos da cultura hip-hop: rap, break e grafite difundi dos por meio de oficinas, apresenta ção de DJs e shows de b-boys (dança rinos de break). O objetivo do proje to é mostrar como a arte, em suas di versas manifestações, pode servir como elemento de inclusão social ou mesmo como meio de aproximação das pessoas. Coincidentemente ou não, o refrão citado quer dizer, em português, “ paz, união, amor e diver são". Cada vez mais próxima da reali dade, a arte, que teve sua efetiva uti lidade tão questionada, aparece ago ra fortemente aliada a ações de cu nho social. Os jovens presentes na abertura do evento, por exemplo, en contraram na dança e na música uma maneira de serem ouvidos e de ex pressarem seus talentos. Com isso, ganharam respeito e destaque em suas comunidades. Os b-boys participam de campeonatos nacionais, os DJs garantem a diver são de centenas de pessoas nas fes tas de hip-hop e os grafiteiros come çam a ganhar status de artistas plás
ticos, afinal, quem disse que pintura é só Monet? As camisetas traziam es tampadas palavras de união e orgu lho de serem membros de uma cultu ra que, embora encontre seu princi pal pólo em São Paulo, ecoa pelos quatro cantos do país. “ Uma das pro postas dos campeonatos é valorizar a arte e a dança e desvincular a ima gem do hip-hop de um movimento marginal e negativo” , afirma Fernan do, da empresa de eventos SprayStudio, responsável pelo campeonato de break que abriu o projeto do Sesc. A prefeita Marta Suplicy esteve presente na ocasião, ao lado do Dire tor Regional da instituição, o profes sor Danilo Santos de Miranda, e des tacou em seus comentários o caráter indusivo da iniciativa: “ Um cidadão de 40 anos, desempregado e excluí do, apesar de todos os problemas, dificilmente irá roubar, mas o filho dele poderá cometer um assalto se não oferecermos nenhuma esperan ça de inclusão social, como o projeto Fala, Mano!", comentou a prefeita. A QUEDA PARA O ALTO Assim como Marta, o diretor e dra maturgo José Celso Martinez Corrêa também se surpreendeu com as pos sibilidades que a arte oferece aos jo vens. Só que em vez do break e do rap, o teatro. No dia 22 de dezembro revista &
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Acima; roda de break e seus b-boys mostrando a que vieram. Na página seguinte, um dos participantes do curso de fotografia na Febem e, no box, detalhe de um grafite do ano passado, ele acompanhou o senador Eduardo Suplicy até o bairro de Heliópolis, em São Paulo, para inauguração da sede da União de Nú cleos e Associação e Sociedade de Moradores de Heliópolis e São João Clímaco, a UNAS, ocasião em que o espetáculo Queda para o Alto foi ence nado para mais seiscentos moradores da região. 0 texto é uma adaptação da autobiografia homônima escrita por Sandra Mara Herzer, ex-interna da Febem que se suicidou em 1982, sal tando de um viaduto. 0 elenco da Cia. de Teatro de Heliópois é formada por um grupo de adolescentes do bairro que interpretou a tragédia da jovem como um exemplo de que há outro caminho que pode ser seguido. “ Se não fosse com o pessoal do teatro, talvez eu ia ter de aprender as coisas batendo cabeça na rua” , afirma Jefferson Bueno, 18 anos e um dos atores da companhia. “ Hoje, em vez de arru mar problemas na rua eu discuto es 24
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ses problemas com o grupo aqui den tro.” Jefferson se refere ao universo que encontrou nos colegas de teatro e nas freqüentes reuniões às quais tem acesso no Centro Poliesportivo que serve de sede para a UNAS. A en tidade existe há onze anos e oferece à comunidade diversas atividades edu cativas, de esporte, arte e lazer. “ Hoje, a UNAS tem convênios com a prefeitura, governo do estado e em presas privadas” , explica Fabio Rubson, também ator da peça e um dos administradores. “A instituição atende por dia cerca de 1200 crianças de 7 a 14 anos. Todas elas são beneficiadas por programas de reforço escolar, ati vidades culturais, lazer e esporte.” Quando Miguel Rocha, diretor da peça - montada também no Sesc Ipi ranga - teve a idéia de encenar o tex to sobre a vida de Sandra Mara, al guns jovens que já faziam parte de ou tros grupos de atores adolescentes do bairro sentiram-se atraídos pela opor
tunidade de mostrar sua arte num es petáculo que com certeza chamaria atenção, tamanha a sua crueza e con tundência. Priscila, de 17 anos, já ti nha experiência como atriz. Amante do tablado, ela já havia participado de peças infantis. Mas quando se depa rou com Margot, uma garota que se apaixonou por Sandra na Febem, sentiu-se hipnotizada pela personagem. “Eu li o livro da Sandra cinco vezes” , confessa com brilho nos olhos a jo vem atriz. “A história me interessou muito. Eu vivia todos os momentos junto com a Sandra, até o frio que ela sentia eu sentia também. Foi isso que me fez participar da peça.” O LADO OCULTO
O professor de fotografia João Kulcsir também obteve excelentes resulta dos ao levar arte a um lugar onde o cenário insiste em ser desolador. Ele é responsável pela implantação de um trabalho com jovens da unidade Ta-
tuapé da Febem que tem por objetivo o que ele chama de alfabetização vi sual. “ Nós vivemos num mundo de imagens. É justo que as pessoas aprendam a ler e a interpretar essas imagens em vez se serem manipula das por elas” , explica o professor. Fo ram 250 jovens que já participaram do curso e alguns encontraram nesse “mundo das imagens” um caminho a seguir quando ganham a liberdade. “Há um rapaz que já trabalha como fotógrafo” , orgulha-se João. “ Ele não tem máquina mas garante que seu tio irá ajudá-lo a comprar uma.” O profes sor explica que sua visão da Febem mudou radicalmente depois que ini ciou esse trabalho há três anos. Hoje, ele até evita acompanhar imagens de telejornais cobrindo rebeliões porque sabe que existe um outro lado que nunca é mostrado. “ Se você chega até eles disposto a passar uma mensagem legal e oferecer-lhes a chance de aprender alguma coisa, eles retri buem com carinho em dobro” , relata. João diz ter consciência de que os internos não estão lá sem motivos, mas afirma que prefere ignorá-los no exercício de seu trabalho. “Não me in teressa o que eles fizeram. O que me interessa é como eles vão se compor tar durante as aulas.” Segundo o pro fessor, a postura dos jovens é sur
preendente. “ Eles adoram imagem, eles vivem no ritmo delas” , analisa. “ Por isso eles são muito ágeis e pe gam as coisas bem rápido.” Em rela ção à segurança, João confessa que, hoje, sente-se mais seguro lá dentro que fora. “No início, os monitores fi cavam malucos com o fato de terem de deixar os alunos transitarem livre mente pelos vários blocos da unidade durante as saídas fotográficas. Chega vam mesmo a limitar nosso trabalho. Mas os jovens respeitam tanto o que está sendo feito e se comportam tão bem, que hoje até os monitores vêm me pedir para serem fotografados." O curso é divido em duas partes. Na primeira, os jovens pegam a câmera e, sem nenhum tipo de restrição, foto grafam o que querem e do jeito que querem. Em seguida lhes é solicitado que façam uma legenda para a ima gem que produziram. “ Isso é para que eles exercitem a interpretação da ima gem.” O resultado é uma nova surpre sa. Em meio a tantos muros de con creto, muitos jovens saem a caça de singelas flores que insistem em nascer em alguns canteiros e legendam a cena com frases como a de Diego: “Os internos da Febem não visualizam apenas o lado negativo da vida, visua lizam também o lado positivo, como esta rosa que simboliza a natureza” .™
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Projeto do Sesc explora elementos da cultura hip-hop
O projeto Fala, Mano!, uma iniciativa do Sesc de São Paulo em parceria com a Prefeitura de São Paulo, tem o objetivo de realizar diversas atividades que envolvam o universo da cultura hip hop - break, rap e grafite no intuito de promover a inte gração e a expressão do jovem, e a cidadania. O projeto aconte ce no período de 10 de março a 16 de abril, em diversas unida des do Sesc na capital, e teve a abertura realizada no Itaquera. Atividades como oficinas de rima, dança, skate, discoteca e grafite agitaram o dia na unida de, além de debates, exposi ções, passeios e apresentações artísticas que reuniram centenas de jovens vindos de várias re giões da grande São Paulo. Na abertura, o Sesc Itaquera realizou o C.IN.B, Campeonato Individual de Break, um evento produzido em parceria com a Spray Studio, empresa que vem realizando inúmeras iniciativas voltadas para a divulgação da cultura hip-hop por todo o Bra sil. Na ocasião, a prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e o diretor regional do Sesc de São Paulo, Danilo Santos de Miranda, esti veram presentes, prestigiando o projeto. revistai? . 25. -
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Hermeto rPascoal toca no Sesc Itaquera: o alagoano faz música com chaleiras e com a água que escorre no ralo
Tocar ou tirar som? Fazer música ou barulho? À medida que a concepção de música evolui, artistas e seus instrumentos curiosos incrementam suas composições H
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Jã o será mediante uma sucessão ruídos imitativos da vida, 1 V mas sim mediante uma fantásti ca associação destes vários timbres, que a nova orquestra obterá as mais com plexas e novas emoções sonoras. Para isto cada instrumento deverá oferecer a possibilidade de mudar o tom, e deverá conter uma maior ou menor extensão”, Luigi Russolo, em “A Arte dos Ruí dos Manifesto Futurista” (artigo compilado em Música Eletroacústica: História e Estética, organizado por Flô Menezes) No vibrátil mundo da música, o som está em todos os lugares. O ar expirado num sopro seria apenas vento, não fosse a criatividade do homem que embocou um anteparo cilíndrico e domesticou o ruído até então primário. Ao vento já ames trado, somaram-se as cordas, a percussão e, no ritm o da toada, os instrumentos se sofisticaram ao extremo - depurando os tons, qua lificando as melodias. O italiano Luigi Russolo, em "A Arte dos Ruí dos Manifesto Futurista" (artigo compilado em Música Eletroacústi ca: História e Estética, organizado por Flô Menezes) escreveu: "Nas ceu assim a concepção do som como coisa em si, distinta e inde
pendente da vida, e disto resultou a música, mundo fantástico sobre posto ao real, mudo inviolável e sagrado". E, na febre criativa, as invenções se multiplicavam. Se nos debru çarmos apenas sobre o Ocidente, as manifestações musicais em seus mais variados matizes eram enriquecidas com o fabrico de no vos instrumentos. Do alaúde, derivou-se o violão; do cravo, de acordes quase m onocórdios, o piano-forte, com sua sonoridade complexa e completa, de varian tes jamais imaginadas. É de se perguntar o que seria de Beethoven sem essa ferramenta. Mas o engenho humano desco nhece limites e o espírito inventivo subverte mesmo as invenções mais bem acabadas. A criatividade é mesmo infinita e os instrumentos ganham outras versões, são inven tados e reinventados, desafiados na sua finalidade. Os ruídos, afinal, vibram por todo o éter, a esperar que mentes destemidas o transfor mem em música. Um exemplo dessa engenhosidade é oferecido pelo suíço Walter Smetak, que durante boa parte de sua vida morou na Bahia. Ele era um violoncelista que gostava de
criar, inventar. Produzia instru mentos um tanto desproporcio nais à natureza humana e aos es paços de apresentação, como por exemplo uma flauta, confecciona da em madeira por ele próprio, que deveria ser tocada por catorze pessoas. Ou seja, além de exigir uma técnica específica, tais ins trumentos requeriam transporte e acomodação especial, o que os tornava mais objetos de arte do que produtores de som. Veja-se ainda o caso do piano, que poderia ser considerado o ins trumento total - a etapa derradei ra da evolução musical. Porém, quem diria, mesmo esse bastião da música Ocidental não escapou dos arrebatamentos dos músicos mais desconfiados. O nosso Hermeto Pascoal, descontente, encheu-lhe de moedas, enquanto o americano John Cage recheou-lhe de tachinhas, borrachas e pinos vários, processo que denominou de Baca"Eu não faço instrumentos. Eu tiro som das coisas", afirma o ala goano Hermeto Pascoal, nome latejante e pioneiro quando se fala em obtenção, digamos, pouco usual, de sons no Brasil. "Eu toco saxofone, flauta, piano e sempre revista &
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ganho muitos instrum entos de presente, mas prefiro produzir sons naturais. É um processo de criatividade, a imaginação é muito importante." O multiinstrumentista, assim aclamado por aqui e pelo mundo, conta ainda que "outro dia mesmo eu estava tirando um som do ralo do chuveiro. É um proces so muito simples: você liga o chu veiro bem forte e deixa cair bas tante água, daí é você vai pondo e tirando o pé do ralo e dali sai uma coisa maravilhosa!". S o n s e R u íd o s
Mas por que o pé de Hermeto se ria mais musical que o pé de um outro mortal qualquer? Afinal, o que diferencia som de ruído; o mero barulho da música? Os leito res e os músicos mais desavisados podem pensar que o processo de criação se resume a pegar um obje to qualquer e sair batucando, mas o próprio Hermeto adverte: "Para improvisar, é preciso ter uma estru tura anterior. A pessoa tem que sa ber tocar, ter uma noção de harmo nia e de acordes, porque é daí que vem a inspiração para a composi ção de uma melodia". No mesmo sentido, Luigi Russolo sugere que "o ruído com efeito dife rencia-se do som na medida em que as vibrações que o produzem são confusas e irregulares, seja no tem po, seja na intensidade. Todo ruído possui um tom, às vezes também um acorde que predomina no con junto de suas vibrações irregulares". Regressando no tempo, o mesmo Russolo lembra que antes da Revo lução Industrial não havia ruídos: "Hoje, ele triunfa soberano sobre a sensibilidade dos homens. Por mui tos séculos a vida se desenvolveu em silêncio, ou, no melhor dos ca sos, em surdina (...) Pois, se negli genciarmos os excepcionais movi mentos telúricos, os furacões, as tempestades, as avalanches e as cas catas, a natureza é silenciosa". Assim, o músico é o alquimista 28 revista &
O músico Tom Zé, além de colocar os intrum entos tradicionais de cabeça para baixo, faz música com enceradeiras e aspiradores de pó com dom de Midas. Em vez de transformar matéria em ouro, capta os ruídos dispersos e os ordena em música. Mago é a alcunha de Tom Zé, outro nome bastante conhecido no rol dos instrumentistas geniais. Desde 1978, ele fabrica aquilo que ele chama de “ instrozémentos” , que, segundo o compositor, seriam
os verdadeiros protagonistas da mú sica, e não apenas simples partici pantes. A propósito do tema, o mú sico afirma que seu processso criati vo intuitivo assemelha-se a "esco lher uma namorada. Você não sabe explicar. São afinidades. Harmonizar timbres diferentes é uma tentativa de formular um discurso, uma sinta
xe, uma oração. Quando se afinams instrumentos como uma garrafa, eu acho uma pena. Ó, meu Deus! ela (ou eles) estava tão bonita desafina da: agora parece uma simples flauta. Lá se foi o mistério". "Parceiro" de Tom Zé e Hermeto na invencionice sonora, John Cage, morto em 1992, concluiu, no decor rer do aprimoramento de seu estilo, que no âmbito da música de con certo a idéia do aleatório e a valori zação do acaso seriam imprescindí veis. Liberdade total para a compo sição, onde o som e o silêncio fos sem distribuídos pela casualidade. Para tanto, Cage muitas vezes recor ria ao I Ching, jogo milenar de sorte chinês. "Uso o I Ching em qualquer atividade que não exista um objeti vo definido ou um alvo a ser atingi do, como quando escrevo poesia ou componho música", afirmou o multiartista em entrevista a Rodrigo Garcia Lopes (entrevista publicada na íntegra em Vozes e Visões: Panora ma da Arte e Cultura Norte-americanas Hoje). Segundo ele, "o que se busca não é a interdeterminância ou determinância e sim não-intenção. Ela é a base do silêncio, que está cheio de sons que simplesmente ocorrem. A única diferença entre aqueles sons e sons que você provoca é a inten ção. O mais importante é a ausência de intenção e a aceitação do que acontece". Instrum entando
Na busca de novas sonoridades, esses criadores podem trilhar o ca minho radical da abstração e da aleatoriedade, como o fez Cage, como também partir para experi mentações mais prosaicas. Conce ber instrumentos, fabricar sons, re produzir timbres, quebrar, colar, montar, inventar. Daí surgem muitas coisas malucas, entre elas, instru mentos que se tornam parte de suas orquestras e são ferramentas indis pensáveis para suas composições. Quanto aos instrumentos con vencionais, Tom Zé os vira de cabe
ça pra baixo: "É o caso da guitarra e do baixo, usados como se regredis sem na sua história, como se ainda não fossem capazes de produzir canto e harmonia e estivessem ain da no estágio de um proto-instrumento de percussão." Dentre suas endiabradas criações, o músico descreve a origem do enceroscópio, instrumento feito com encera deiras, aspiradores de pó e liqüidi ficadores. "Em 1972, uma encera deira de casa emperrou. Os ruídos que ela fazia eram curiosos. Em vez de consertá-la, peguei outra mais usada e tentei emperrar do mesmo jeito . A partir daí os tropeços e acertos foram desenvolvendo o ins trum ento que hoje se chama enceroscópio". Em seus shows mais re centes, são usados ainda a serroterapia (um dispositivo feito com ca nos de madeira, PVC e outros), o buzinório (conjunto de buzinas manejadas por um teclado) e as ca netas Lazzari (pequeno instrumen to com canetas esferográficas). Formado em 1978, o quarteto mi neiro Uakti, encabeçado por Marco Antônio Guimarães, discípulo de Smetak na Bahia, também desen volveu um trabalho inovador. Todos os instrumentos construídos na ofi cina do Uakti são exclusivos, não se usa o mesmo molde duas vezes. Ca baças, cordas, madeira, peles, bor racha, vidro, tubos de PVC, água, são a matéria-prima de suas traqui tanas. Nas apresentações do grupo, são dispostos em cena cerca de quarenta instrumentos. Segundo Décio Ramos, integrante do grupo, "são dezenas de instrumentos dife rentes, das três famílias, sopro, cor das e percussão, todos eles com timbres muito particulares e distin tos, oferecendo um colorido riquís simo de sons". E completa ainda: "Acredito que para se criar instru mentos é necessário, primeiramen te, habilidade manual, saber traba lhar com ferramentas, ter uma for mação musical e, o principal, muita criatividade". ■
O som da lata Antúlio Madureira faz música com latas e serrotes O pernanbucano Antúlio Ma dureira constrói uma apresenta ção performática na qual insere e agrupa diversos elementos da cultura popular nordestina. Entre eles, serrotes, garrafas e latas. Se gundo o próprio Antúlio, "trata-se de uma forma teatralizada de mostrar os instrumentos popula res, tocados por pessoas humil des. Busquei figuras do cotidiano nordestino, entre eles tocadores de lata que perambulam pelas ruas". Sua pesquisa foi até um pouco além: descobriu no circo palhaços tocadores de garrafas, instrumento que foi logo incorpo rado em seu espetáculo. Pandei ros, pífaros, gaitas e violas, entre outros, também entram na roda. "Unir estes instrumentos é uma maneira de tirar mais recurso de les, mas há uma técnica para isso", conta Antúlio. Outra "ferra menta" utilizada é o sintetizador, moderno, recurso que permite le var ao palco o som de instrumen tos que não estão ali e também multiplicá-lo. Mas a criatividade do músico não pára por aí. Antú lio Madureira também concebeu alguns instrumentos, como a la tia, uma mistura de tabla indiana com latas. Os ritmos interpreta dos em cena percorrem as vastas raízes nordestinas: maracatu, coco-de-roda, samba, frevo etc. z revista
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luz azulada dos computado res ilumina a face atenta dos jovens navegadores. À sua frente o mundo virtual abre-se em páginas rápidas, desdobra-se, múltiplica-se num piscar de olhos, em avalanche de imagens, sons, texto. Em pé, à sua volta, outros jovens acompanham a alucinante viagem, aguardando a vez de to mar assento e apoderar-se dos controles da máquina. Há um quê de irrealidade nessa mistura singu lar de tecnologia e devaneio ciber nético. De repente, sem aviso, ex plode numa tela gigante de plasma o clip do momento, arrebatando corações e mentes que passam a pulsar em outro ritm o. Esse, aliás, é o ritm o da Internet Livre, o mais novo projeto cultural do Sesc de São Paulo. São nove espaços concebidos ar quitetonicamente para esse fim, com design inovador, mobiliário di ferenciado e toda a tecnologia de ponta para a navegação na Internet, principalmente acesso gratuito em banda larga, de alta velocidade. Mes mo porque não se pode mais pensar em formação, desenvolvimento e participação social e cultural sem o emprego das novas tecnologias de comunicação e, é claro, de sua ferra menta mais expressiva, a Internet.
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Mas unidades do Sesc Pompéia, Belenzinho, Vila Mariana, Ipiranga, Consolação, Carmo e Santo Amaro, na capital, e também Araraquara e Campinas, no interior, a p artir do dia 18, passam a oferecer aos jo vens muito mais que o acesso à na vegação. A Internet Livre é mais que isso. E um ponto de encontro e um local que, marcado pela inovação de procedimentos diante das no vas tecnologias, está preparado para favorecer o intercâmbio cul tural e estimular situações que possam incrementar a criatividade de públicos diferenciados. Partindo desta premissa, a Inter net livre é um conceito que visa oferecer acesso gratuito à rede mundial de computadores. E, mais importante, esse conceito ambi cioso deve vislumbrar no jovem de baixa renda seu alvo principal. His toricamente, as populações desfa vorecidas foram alijadas do conta to com recursos tecnológico e, portanto, até hoje, mantêm-se à
margem das ofertas de emprego e de lazer. Essa foi a observação do pensador italiano Franco Berardi, em entrevista à Revista E de março: “ Eu nunca critiquei a Internet. Sempre a considerei uma esfera que está além de julgamento. A única coisa que podemos julgar é a agenda social na qual a Internet está inserida. No entanto, faz mui ta diferença se tal agenda é de orientação capitalista e com petiti va ou se trata de uma agenda sub versiva, amigável e lib e rtá ria .” Diante dessa constatação, a irres trita inclusão social, tão almejada no Brasil, passa, obrigatoriam en te, pelo acesso equânime aos no vos recursos. Danilo Santos de M i randa, diretor regional do Sesc/SP, ressalta essa necessidade: “ O aces so virtual a outras realidades cons titu i forte mecanismo na luta con tra o isolamento pessoal e social. Mas, para facilitar o acesso à nova cultura e ao novo estilo de vida que hoje flui pela tecnologia ele trônica, é necessário organizar
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Agora, no Sesc, um novo conceito de acesso à Internet. Mais que navegar pelo mundo virtual, em alta velocidade e com toda a liberdade, os jovens encontram um espaço para experimentar e viver
Jovens ansiosos para acessar a rede mundial de computadores, na fase experimental do projeto, em Araraquara
oportunidades para que um maior número de indivíduos, principal mente os jovens, possam dispor dos meios que lhes permitam aprender a se comunicar e a u tili zar as imensas possibilidades de informação e lazer disponíveis na Internet.” Nesse sentido, o Sesc, ciente de seu papel na sociedade como insti tuição que oferece bens culturais, educação informal, saúde e lazer a todos, sem distinção socioeconômica, no tocante às novas tecnolo gias não poderia agir diferente. As sim, a partir do projeto experimen tal, realizado na unidade de Arara quara, o Sesc coloca à disposição do público espaços onde o concei to de Internet livre é materializado.
São centros dotados de todo o aparato tecnológico necessário para navegação na Internet: micros de última geração, telas e telões de plasma, sistemas de som, além de mobiliário com design inova dor. O projeto conta ainda com animadores do Sesc especialmente treinados para ajudar, incentivar, sugerir e estimular a participação e a criatividade, sem interferir na li berdade e nos valores dos jovens. Com o intuito de possibilitar aos usuários uma navegação mais fácil, atraente, de modo que se possa ter proveito em todos os seus re cursos, optou-se pelo acesso em banda larga, de alta velocidade. Em contrapartida, uma das críti cas feitas à Internet é o fato que ten
de a afastar as pessoas reais, substi tuindo-as por relacionamentos vir tuais. 0 projeto realizado pelo Sesc estimula a comunicação interpes soal direta, a troca de experiências e novas amizades, uma vez que a na vegação individual será sempre feita em ambientes plenos de pessoas de carne e osso, que compartilham vá rios interesses e valores. É claro que o projeto não pre tende nem poderia atender a to dos os interessados. Mas a pers pectiva é exatamente propor mo delos que possam levar outras ins tituições, públicas e privadas, a proporcionar o acesso gratuito, superando as barreiras sociais e econômicas que impedem o uso maciço da Internet. ■ revista &
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DRAMATURGIA
Os dilemas de um autor Associação de Autores e Rotei ristas foi fundada em julho do ano passado, com sede no Rio de Ja neiro, e congrega todos os autores li gados a cinema, TV, rádio, enfim, to dos os roteiristas que se comunicam através do audiovisual. Criamos qua tro comissões para implantarmos a associação: uma de estudos de direi tos dos roteiristas, constituída por um grupo de colegas que estão estu dando todos os nossos direitos do ponto de vista jurídico; uma outra para a elaboração de um código de ética, que nos norteie para que não haja invasão de um autor na área do outro; há a ainda a comissão de estu do de proposta de lei de cota de tela, que, na verdade, trata-se de uma sé rie de reivindicações aos poderes constituídos, governo federal e Mi nistério das Comunicações, para que eles estudem a possibilidade de esta belecer uma cota mínima de exibição de dramaturgia brasileira nos vários veículos de comunicação; a quarta co missão é a de cultura, que fará even tos como esse debate, criará uma bi blioteca etc. A intenção é começar a dialogar com um público que esteja interessado em nos ouvir.
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P r o c e s so m e r c a d o l ó g ic o
Uma das nossas maiores preocupa ções no início de um trabalho é saber o que interessa ao grande público no momento em que ela será exibida. Com isso, é claro que você sente que o telespectador exerce uma influên cia muito forte sobre a obra e a sua criação. Isso é fascinante mas ao mes mo tempo atemoriza. Na medida em 32
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que o espectador está cada vez me nos passivo e mais inquieto, é difícil ele não intervir. Essa intervenção atual tem de ser avaliada. Nós temos de entender as medidas dessa intera tividade. A medição de audiência é um bom exemplo. A queda dos pon
tos influencia nos caminhos do traba lho e isso acontece porque o proces so é mercadológico. Se a base é mer cadológica isso significa que você tem de servir a um mercado. Porém, isso, às vezes, me assusta. O meu úl timo trabalho, por exemplo, a minis-
Neste depoimento, o autor Lauro César Muniz fala da recém-criada Associação de Autores e Roteiristas, das atuais dificuldades de se criar uma novela, de sua relação com a TV Globo e de sua participação no evento, realizado no CineSesc, que discutiu a dramaturgia brasileira e até mesmo desfazem o processo original. Eu fiquei chocado tamanho o grau de interferência da direção do programa, que, por sua vez, estava sob pressão. Isso tudo machucou muito. Eu vi, por exemplo, partes do trabalho serem reduzidas para se ob ter uma dinâmica que se acreditava ser capaz de provocar uma audiência maior. E isso nem aconteceu. É a esse processo que nós, autores, devemos ficar atentos para evitar que ele nos engula. TV
X série Aquarela do Brasil, tinha uma au diência que não era considerada ideal. Esperava-se 30 pontos de mé dia e nós tínhamos 22. Ou seja, esta va distante da meta inicial. Com isso começou a haver uma série de inter venções no processo, que atrapalham
G lo b o
Uma participação mais forte do au tor no processo de produção gera qualidade. Hoje, na Globo, por exem plo, nós estamos muito nas mãos dos diretores de núcleos. Quem tiraniza o produto são eles, o autor pouco faz. Só que isso pode ser equilibrado. O nosso objetivo é equilibrar o nosso poder, ou seja, criar uma forma para que o autor possa pesar mais no pro duto final do que hoje. Isso acontecia há vinte anos, mas nós perdemos o rumo, porque industrialmente o pro cesso cresceu muito. Eu nem sei se a cúpula da emissora tem consciência disso, talvez tenha, eles são muito li gados em todos os problemas. Eu acho que é preciso valorizar mais os autores. Dar a ele a atenção que se dá ao diretor de núcleo. É preciso respei to ao autor, à autoria e ao seu proces so de criação. Se isso não acontecer o processo vai se industrializar cada vez mais e vai ficar um pastel. Nesse processo, nós iremos, com certeza, ganhar alguns desafetos. Nós recebe mos e-mails indelicados de autores que se negaram a participar da asso
ciação. E-mails com a seguinte clare za: “Os assuntos discutidos por essa associação não me interessam” . Foi surpreende, mas cada um sabe o que quer. O e v e n t o n o C in e S esc
Nós sempre sentimos que o pú blico tem muita curiosidade em sa ber como é construir uma teleno vela, a mais popular das formas de dramaturgia que existe no Brasil hoje. É um público ávido em saber como ela funciona. Por isso, a mi nha participação no evento do Sesc teve duas partes: uma palestra e em seguida um debate. No meu grupo, além de mim, participaram Marcílio Moraes, autor de algumas telenovelas, colaborador em outras e meu co-autor em mais outras; e Rosane Lima, colaboradora em no velas e minha colaboradora em Aquarela do Brasil. Nós expusemos ao público presente como nasce uma telenovela desde a idéia inicial até a formulação dos capítulos. Ex plicamos como uma telenovela se desenvolve, abordamos as enormes dificuldades que encontramos pelo caminho e o processo de interativi dade entre a telenovela e o seu pú blico. Este últim o mereceu atenção especial, porque à medida que a obra é escrita ela é assistida. Ou seja, nós escrevemos capítulos que são gravados e exibidos muito pou co tempo depois de escritos. A te lenovela é uma forma comunicação em aberto que propicia uma intera tividade entre o autor, a produção, ou seja, o espetáculo em si, e o pú blico. ■ revista &
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Crônica do nosso tent uando eu cheguei aqui em São Paulo encontrei uma cidade maravilhosamente habitável. Havia 3 milhões de habitantes, o que eqüivale hoje à capital de Minas. Fi quei muito encantado. A cultura mi neira é caldatária da cultura paulista. De vez em quando digo que Minas foi inventada por São Paulo e foi uma in venção tão bem-feita que preserva mos lá as tradições que tinham aqui. Eu comecei a escrever jornal por que o diretor do jornal 0 Estado de Minas disse que para quem sabia es crever a melhor forma de ganhar al gum dinheiro era trabalhar num jo r nal. E isso de fato aconteceu histori camente no Brasil. É difícil encontrar algum escritor brasileiro, digamos das grandes cidades, que não tenha sido jornalista ou pelo menos articu lista ou colaborador. Mais tarde, vim para São Paulo tra balhar no Jornal da Tarde, que foi uma espécie de idéia nova em termos de jornalismo na cidade, era muito criati vo. Hoje, em paralelo com minha car reira de escritor, faço comentários so bre a programação de televisão.
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Novos ESCRITORES Há umas duas ou três correntes dos chamados “escritores novos” . Uns ado taram uma visão irônica e corrosiva da história do Brasil, o que não faz bem nem para literatura, nem para história do Brasil nem para quem lê esse mate rial. Uma outra vertente está muito vol tada para a aventura, para o romance policial, com um certo desejo de alcan 34 revista &
çar o best-seller. As pessoas não dese jam apenas ser lidas por uma parte da sociedade, mas sim em volumes enor mes. A literatura, nesse caso, é vista como negócio, fonte de dinheiro. Há ainda uma outra vertente, bastante in telectual, às vezes um pouco sombria, densa. Esses escritores não estão mui to preocupados com o sucesso, e sim com a expressão, em representar o in divíduo e os segmentos da sociedade. Já na literatura infanto-juvenil, a arte de escrever é muito desprezada. Existe muito escritor trabalhando nessa área e que privilegia o aspecto mais didáti co em detrimento de valores literá "N a literatura infantorios. Há também muitos contadores juvenil, muito escritor de história pura e simplesmente, e privilegia o aspecto muitos que apenas exploram o filão, mais didático em que é o que mais vende livros hoje detrimento de valores no mercado brasi leiro. literários " J o r n a l is m o s o c ia l
Essa imprensa do fato sensacional, oriunda do que era feito nos Estados Unidos, tende para a abordagem do mundo dos negócios. O espaço dado à economia e ao consumo cresceu muito. Até nos suplementos de cultu ra, a arte de consumo tem muito mais espaço do que a arte menos co mercial, voltada para a expressão. Fala-se do romance best-seller ou do livro de auto-ajuda. O jornalismo
atual poderia levar mais em consideração um elemento muito presen te nos anos 60 e 70, que é contar histó rias sobre a população. Não se vê isso hoje no jornal. Essas histórias não merecem mais a atenção do pú blico. E, quando aparecem, são pou co exploradas: todos usam as mes mas fontes, e ninguém procura apro fundar as razões, o comportamento humano. Não se humaniza mais a no tícia. O jornalismo enveredou por uma área que não tem um interesse muito social nem uma preocupação com a população de fato. As atenções estão voltadas para setores muito fe chados da sociedade.
Ivan Angelo é jornalista, escritor e participou de debate com o Conselho Editorial da Revista E
T e l ev is ã o
C r it ic a r a t e l e v is ã o
Apesar de ser um meio popular mui to desprezado por algumas figuras da intelectualidade, a televisão é um meio revelador de muitas coisas da so ciedade brasileira. Algo que me preo cupa muito é a linguagem, em especial a de cunho violento. A violência hoje é usada na atitude do herói e do bandi do. Isso legitima a violência como ele mento válido. Outra coisa a se pensar é a violência das palavras: os persona gens das novelas, por exemplo, se diri gem umas às outras com muita gros seria. É claro que isso existe na socie dade, mas a televisão não é uma re produção da sociedade: ela tem a pos sibilidade de escolher comportamen tos da sociedade. E o escolhido não precisa ser necessariamente o pior da sociedade. E, quando usada, a atitude negativa deve ser empregada de ma neira didática, para mostrar que aqui lo é um comportamento pouco civili-
Um público que vê uma ficção na televisão não é o que lê a ficção nos livros. Não há ilusões de que o públi co de televisão leia qualquer coisa. Primeiro porque é um público semiletrado, que não entende 80% do que lê. A crítica que os jornais e revistas podem fazer não é dirigida ao grande público, e sim ao público mais sele cionado e aos fazedores de televisão. Cada vez que se critica o conteúdo dos programas, de certo modo, isso será lido por alguém que trabalhou naquele programa. Cada vez que eu faço uma crítica não quero ser lido pelo grande público, já que este não lê. E, de certa forma, a intenção é melhorar a televisão e o jornalismo por ela veiculado. V iv e r d a s palavras
Há pessoas que podem viver do que escrevem. Mas outros que trabalham com literatura, mesmo tendo uma
obra extensa e muitos livros publica dos, não conseguem sobreviver só desse trabalho. É preciso organizar primeiro a sua sobrevivência. E o tem po que sobra vai ser aquele dedicado à atividade que remunera espiritual mente. Esse é o conflito que o artista tem que resolver todos os dias. A não ser que o escritor se entregue à litera tura como se entregasse a um negócio rentável. Mas, nesse caso, ele se torna um “aplicador da bolsa” : é necessário saber quando e como vender. Antiga mente a renda era muito pequena e os escritores se mantinham com algum trabalho jornalístico ou algum mece nas que subsidiava a produção de um livro. Hoje em dia você recebe ajuda para escrever livros institucionais. Já o autor que vai sair do mundo edi torial para o mundo da televisão tem uma perda extraordinária, tanto de lin guagem quanto de conteúdo. Ele ago ra tem uma responsabilidade, que na verdade é satisfazer o dono da emisso ra, servir ao público que interessa ao patrão. A linguagem da televisão pro cura imitar a realidade da maneira mais fácil de ser reproduzida. O públi co se reconhece nas personagens tele visivas. Mas o público está acostuma do a consumir folhetins e melodra mas. 0 autor literário não deve entrar nesse caminho, uma vez que a lingua gem televisiva é cheia de truques. ■ revista
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Infância perdida ■ I IZ.6C V9EE
P S S'
BRASIL COSRÍICX
S3
■ Mí
Até recentemente, a historiografia não considerava as crianças no contexto social. Recentes pesquisas, algumas presentes neste
Em
Pauta,desvendam uma situa
vinculada ao panorama sócioeconômico brasileiro do passado, mas cujas heranças chegam até os dias atuais
Maria Luiza Marcííio___________ é professora titular do Depto. de História da USP e presidente da Comissão de Direitos Humanos/USP
“ [...] a infeliz mãe desta criança, por seu estado de pobreza vê-se na acerba necessidade de lançar na Roda desse Pio Estabelecimento sua filha querida...” (Porto Alegre, 1863, Arquivo da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, bilhete deixado com a criança Palmira na Roda de Expostos, 20-4-1863) “Ao primeiro de Janeiro de 1770, nesta Sé de São Paulo, baptizou e pôs os santos óleos (...] a Manoel, filho de Angela, agregada de Ignacia Leme e de pai incógnito [...] (São Paulo, 1770, Livro 4 de batizados da Sé, 1762-1772, Arquivo da Cúria de São Paulo) “Aos 13 dejaneiro de 7798 nesta Sé, baptizou epôs os san tos óleos [...] a Marciana, filha de Bras Pires, pardo forro e Ifigênia, parda escrava de Cláudio Cardozo de Silveira [...] (São Paulo, 1798, Livro de batizados de escravos da Sé, 3-1-41, Arquivo da Cúria de São Paulo) Três exemplos históricos de crianças excluídas: o primeiro é de uma menina recém-nascida “exposta” , isto é, abandonada na Roda de Expostos de Porto Alegre; o segundo, um menino ilegítimo cujo registro menciona apenas o nome da mãe, filho de pai descon hecido; e o último, uma menina escrava, filha de pai alforriado, mas de mãe escrava. Crianças abandonadas, ilegítimas, escravas, negras e órfãs pobres constituíram, nos quatro primeiros séculos de nossa história, a quase totalidade da infância bra sileira. Restava a ínfima minoria das crianças da elite, proprietárias, geralmente brancas e destinadas a com por a pequena classe dos dominantes da sociedade. A maioria silenciosa estava, de maneira geral, excluí da igualmente do mundo das letras e do saber. Havendo poucas escolas, a maioria dos alunos provinha dos meios privilegiados e era encaminhada para os cursos secundários e para as escolas superiores existentes. Os pobres, quando muito, eram introduzidos nas primeiras
letras, para em seguida iniciarem-se, com pouca idade, no mundo do trabalho braçal. Esta situação mudou nas últimas décadas. A De claração Universal dos Direitos da Criança (1959), da qual o Brasil foi um dos signatários, proclamou a igual dade entre todas as crianças, independentemente de cor, sexo, riqueza, origem, religião etc. E isso foi inscrito em nossa Constituição de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente (1990). E mais: foi declarada que toda a criança tem direito igual à educação. Com esse avanços a criança brasileira tornou-se “prioridade abso luta” da nação, e sujeito de Direitos, proibindo-se qual quer forma de discriminação ou exclusão. O Brasil ainda carrega muitas formas de violação desses direitos con quistados. Daí a necessidade de um engajamento pes soal, para o avanço da cidadania e do respeito aos Di reitos conquistados pelas crianças.
Moysés Kuhlmann Jr.__________ é doutor em História pela USP e pesquisador da Fundação Carlos Chagas
A criança escrava sofreu ao viver sua infância nas condições impostas pela aviltante relação de trabalho que perdurou por séculos em nosso país. Obrigada, quando bebê, a ficar aprisionada nas costas de sua mãe ocupada na faina diária, excluída do leite materno, no todo ou em parte, separada do pai, crescia vendo a vida dos de sua cor e a dos senhores. Se por vezes lhes per mitiam brincar com os filhos dos patrões, também ali lhes caberia ocupar o lugar subalterno. Obrigadas a tra balhar desde cedo, muitas enfrentaram as adversidades de suas vidas com sua energia de infância. Encontravam momentos de desenvolver a destreza muscular, a fanta sia e os dons criativos, de distrair-se nas ruas, correr e jogar, de nadar nos riachos ou colher frutas dos mais variados sabores. Como um castigo, a escravidão começa a extinguirrevista &
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EM PAUTA se libertando os bebês, mas não as suas mães. A Lei do Ventre Livre faz os patrões quererem ver-se livres desses seres indesejáveis, como se lê no artigo “A Creche” , escrito no jornal A Mãi de Família, publicado no Rio de Janeiro em 1881: “Que tarefa não é a de educar o filho de uma escrava, um ente de uma condição nova que a lei teve de constituir sob a condição de ingênuo! Que grave responsabilidade não assumimos conservando em nosso lar, junto de nossos filhos, essas criaturazinhas que hoje emba lamos descuidosas, para amanhã vê-las talvez conver tidas em inimigos da nossa tranqüilidade, e quiçá mesmo da nossa honra!” . A criança pobre passa a ser representada como ameaça que irá engrossar as fileiras dos agora assala riados na luta por justiça social, ou como futuro criminoso a assaltar a propriedade dos privilegiados. Dizia o médico baiano, Alfredo Ferreira de Magalhães, em 1922: “A proteção dos meninos infe lizes é ao mesmo tempo a proteção dos nossos fil hos; devemos ter o máximo interesse em alcançar para os meninos desgraçados uma certa dose de moralidade e felicidade, de saúde e de bem estar. [...] não se deverá esquecer também que ‘as altas virtudes de uma elite de nada servem se nas camadas inferi ores se acumulam seres cuja decadência nos inqui eta’” . As instituições educacionais para essas crianças segregam-nas do convívio social com outras classes e destinam-se a promover o conformismo e a sub missão. “ Provindos de origem modesta, onde impera a necessidade, recebem às vezes educação luxuosa incompatível com sua pobreza. [...] O dever social do asilo é retirar o menor desamparado do meio pernicioso em que o encontra, prover a sua subsistência, melhorar as suas condições de saúde, inspirar-lhe os hábitos do trabalho, educá-lo, instruí-lo, sem esquecer as suas condições de po breza” , afirmava Zeferino de Faria, também em 1922. Ainda hoje, criança pobre é representada como criança de rua, virtual trombadinha ou menor infrator: nivelam-se idades, dos 0 aos 18 anos, igua lam-se os poucos que cometem crimes, os que mo ram nas ruas e os que as freqüentam para trabalhar e brincar. Em uma história de crianças fora da escola, a exclusão continuou: embora desde 1971 a escolaridade obri gatória tenha passado a oito séries, em 1990 apenas 26,2% da população acima de 14 anos havia concluído todo esse ciclo, 59,3% completaram a quarta série, cor respondente ao antigo ensino primário, enquanto a primeira série já teria retido quase 20%. Crianças aban donadas pela escola, em um flagrante desrespeito aos preceitos constitucionais. 38 revista &
Esmeralda Blanco B. de Moura é professora do Depto. de História da USP
O século 20 encerrou-se em meio ao impacto da cres cente exclusão social e de seus desdobramentos sobre a infância e a adolescência. Crianças e adolescentes pon tuaram as matérias da imprensa, tiveram suas feições es tampadas em capas de revistas e em manchetes de jor nais, que situavam o debate sobretudo nas questões re ferentes quer ao trabalho, quer à delinqüência e crimi nalidade infanto-juvenis. Assim, os anos 90 tornaram fa miliar as imagens do menino - e da menina - de rua, bem como das crianças e dos adolescentes de ambos os sexos imersos no mundo do trabalho. A chacina da Can delária, as rebeliões nas instituições disciplinares pró prias para menores, assim como as imagens de meninos e meninas enegrecidos pelo carvão nas minas do país, depauperados pelo trabalho exaustivo, perigoso, insalu bre e mal remunerado no campo e na cidade, imprimi ram ao final do século 20. uma marca indelével. A socie dade brasileira adentrou no século 21 discutindo a res ponsabilidade penal do menor, a instituição da bolsatrabalho e a importância dos investimentos na educa ção. Questões atuais mas que, é sempre bom lembrar, estão longe de ser recentes. Afinal, o abandono de crian ças, a delinqüência e a criminalidade infanto-juvenis, bem como o trabalho em idade prematura, permearam a história brasileira ao longo de todos esses quinhentos anos tão comemorados recentemente. O século 20 iniciou sua trajetória em meio ao debate sobre a presença incômoda e preocupante de crianças e
adolescentes não só nas mais diversas e inadequadas ati vidades produtivas, mas também nos estabelecimentos correcionais, nas ruas das grandes cidades, maltrapilhas, famintas, esmolando, prostituindo-se, às voltas, enfim, com a delinqüência e a criminalidade. Em fins do século 19, crianças e adolescentes eram, como os adultos, per sonagens das fábricas e oficinas, das cadeias, dos becos e das esquinas menos recomendáveis das cidades. Am bas as questões - inserção precoce na atividade produti va e envolvimento com o crime nas suas mais variadas versões - apresentavam um denominador comum: eram referência precisa à pobreza estrutural que o país então já abrigava. Simultaneamente, o século 20 daria lugar a algumas diretrizes por parte do Estado no enffentamento dessas questões: veria surgir, na cidade de São Paulo, já em 1902, o Instituto Disciplinar do Tatuapé, versão inicial da Febem, assim como a primeira consolidação de leis de assistência e proteção a menores, o Código de Menores de 1927. Veria, igualmente, o debate instalar-se nas Constituintes, nas sessões do Congresso Nacional, das Câmaras de Deputados, das Assembléias Legislativas. O teor das discussões encaminhava-se inevitavelmente para a precariedade das condições de trabalho - jornada excessiva, ambientes que favoreciam a incidência de doenças profissionais, número excessivo de crianças e de adolescentes vitimados em acidentes - , lembrando a gravidade do abandono e denunciando a exploração a que muitas crianças se viam submetidas pelas ruas. Re tomando a temática da responsabilidade penal e criti cando os resultados de medidas como o recolhimento em asilos e em institutos disciplinares, a polêmica en contrava na importância do direito e do acesso à educa ção um inevitável ponto de convergência. O debate, portanto, não é recente. Isso para citar ape nas alguns momentos mais representativos em torno das discussões centradas na infância e na adolescência. Pequenos trabalhadores ou meninos de rua, crianças e adolescentes de ambos os sexos - projeção do futuro da nação, sobretudo no olhar dos legisladores - jamais es tiveram ausentes dos espaços de discussão do país. Mas esses anos todos têm demonstrando, no entanto, que as soluções implementadas passaram e têm passado ao lar go de conferir à infância, sobretudo à mais humilde, uma inserção social mais digna.
Maria Lúcia Mott________________ é doutora em História e professora da Faculdade Adventista de Enfermagem/SP
Em 1934, chegou às mãos de Pérola Byington, então diretora da Cruzada Pró-Infãncia, um ofício do juiz de menores Eduardo de Oliveira Cruz, solicitando a interna
ção, na Casa Maternal, mantida por aquela entidade, de uma menina de 12 anos, “débil mental” que fora recolhi da no Asilo Bom Pastor, por ter sido vítima do crime de estupro e se achar em adiantado estado de gravidez. O acompanhamento da gravidez e o acolhimento de mães solteiras não foram as únicas atividades desenvol vidas pela Cruzada Pró-Infãncia, associação beneficente sediada na cidade de São Paulo. Fundada nos anos 30, sob os auspícios da Associação de Educação Sanitária, com o objetivo de combater a mortalidade infantil, ado tou os princípios dos Direitos da Criança e da Gestante, conhecidos como Convenção de Genebra (1924). Seu programa de ação incluía uma gama variada de ativida des, desde as mais gerais, de longo prazo e grande alcan ce, até outras mais imediatas e específicas. Pleiteou aos poderes constituídos a obtenção de leis favoráveis à ges tante e à criança, organizou um sistema de atendimento para gestantes pobres em geral, inclusive para que não lhes faltasse assistência no parto (parteira em domicílio ou encaminhamento para hospital), e o amparo aos fi lhos pequenos durante o tempo que estivessem afasta das de casa para dar à luz; criou um dispensário com ser viços de clínica geral, higiene infantil, pré-natal, fisiotera pia, dietética, odontologia; organizou um lactário huma no para obtenção e distribuição gratuita de leite para re cém-nascidos carentes. Em 1931, organizou no Parque Dom Pedro uma “Escola da Saúde” para crianças, que foi posteriormente incorporado pela prefeitura, dando ori gem aos parques infantis municipais. Manteve para crianças doentes um berçário, providenciou o envio de leite para meninos e meninas mordidos por cães hidrófobos, lançou campanha de trânsito para combater o atropelamento infantil, dentre outras tantas atividades. Atualmente a Cruzada mantém oito creches e um abrigo que recebe menores em crise familiar, encaminhados por um juiz. A história das crianças pobres no Brasil, no século 20, passa necessariamente pela Cruzada Pró-Infãncia, bem como por dezenas de entidades beneficentes criadas, or ganizadas, administradas por mulheres das camadas mais favorecidas e/ou instruídas (professoras, médicas, educadoras sanitárias etc.), como a dra. Maria Rennotte, que idealizou a criação do Hospital da Criança de Indianópolis (da Cruz Vermelha) e Maria Antonietta de Castro e Pérola Byington. Uma pesquisa em profundidade dessas entidades pos sibilita levantar uma série de questões importantes so bre as crianças pobres no Brasil no século 20, a destacar: 1) as mudanças no significado da infância e sua relação com as transformações nas formas de assistência e no enfoque assistencial; 2) o papel desempenhado pelas en tidades assistenciais num período em que o poder públi co ainda discutia quais eram suas atribuições na área so cial (verifica-se, por exemplo, que o Estado acabou por revista &
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EM PAUTA incorporar muitas das atividades e programas organiza dos pela filantropia); 3) o papel que as mulheres educa das e de elite tiveram no estabelecimento das políticas públicas para a infância e maternidade, num período em que, vale ressaltar, nem mesmo tinham os direitos polí ticos de votar e serem votadas. 0 nascimento não se restringe a um ato fisiológico, testemunhado por uma sociedade, naquilo que ela tem de melhor e de pior, diz o historiador Jacques Gélis. Pode-se dizer que a maneira que uma sociedade acolhe e cuida de suas crianças também dá um importante tes temunho - naquilo que temos de melhor e, infelizmen te, de pior.
Maria Izabel de Azevedo Birolli é doutoranda em história pela PUC/SP
São Paulo, início do século: muitas são as lembranças dos dias de ontem que nos remetem às experiências da aprendizagem precoce de uma vida de trabalho: “logo que chegamos de Santos, em 1913, aprendi a consertar sapatos com meu irmão mais velho. Fiz uma caixa com ferramentas, pregos e linha e saí pela rua consertando sapato” (Memórias do Comércio, São Paulo, FCESP: SESC: SENAC: SEBRAE, 1995, p.91). Era ali nas ruas da cidade onde quase sempre, e com a anuência da família, se dava a iniciação ao trabalho de uma boa parte dos me ninos das camadas médias e, principalmente, das de bai xa renda. Uma “mentalidade” que parece ter se mantido por muito tempo no Brasil, segundo Tolstoi de Paula Ferreira, é de que “a menina por ser mulher, precisa de toda a proteção e defesa, ao passo que o menino, por ser homem, por si se arranja” (Tolstói de Paula Ferreira, “Subsídio para a História da Assistência Social em São Paulo” , Revista do Arquivo Municipal, ano VI, volume LXVII, São Paulo, junho/l 940, p. 71). As necessidades materiais e a prescrição do discurso masculino tornaram-se cúmplices nesta tarefa: nas ruas, conhecendo e convivendo com o espaço urbano - uma vez que num breve futuro dali eles tirariam seu sustento a fim de cumprirem o papel de provedor da família, função pres crita ao sexo masculino - eles eram incentivados ou mesmo impelidos a aprender a se “arranjar” , ao mesmo tempo que às meninas recomendava-se que fossem iso ladas do contato com a rua e encarregadas das tarefas do lar. Essa era a divisão de tarefas que pretendia reger a vida social, mas que nem sempre, face às condições concretas, eram acatadas. A iniciação em torno dos sete anos, aceita como for ma de socialização - um tanto precoce para os dias atuais - era um fato comum, prevista como parte do vi ver dos meninos pobres e, quase sempre, mediada pe los pais. Era no seios das famílias pobres ou remediadas, 40
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de acordo com Humberto Gentil de Araújo, da União dos Empregados do Comér cio, o lugar onde os proprie tários dos estabelecimentos de varejo encontravam a mão-de-obra ideal, meninos de 11 ou 12 anos, aos quais ofereciam casa e comida co mo uma estratégia para re duzir, ou mesmo não pagar salário, e manter o emprega do por perto, controlando as faltas e o roubo de mercado rias (Humberto Gentil de Araújo, “A Infância no Commercio” in 7o Boletim do Pri meiro Congresso Brasileiro de Proteção a Infância, 1922, Rio de Janeiro, Empr. Graphica Ed., p.131). A essas relações ainda pouco elucidadas, deuse acertadamente o nome de mercados familiares. Ou se ja, muitas famílias que mal conseguiam dar de comer aos filhos, morando em cor tiços sufocantes, em espaços exíguos, recebiam de bom grado as ofertas de trabalho feitas por donos de peque nas empresas, tais como qui tandas, leiterias, pequenas oficinas e outros. E necessário que se leve em conta a miséria como um dos fatores que mais influíam no afastamento temporá rio das crianças de suas famílias. No entanto, esse recur so - o de entregar os filhos ao cuidado de terceiros - do qual os pais lançavam mão, geralmente em momentos de crise, parece que acabou sendo incorporado como parte de “um universo simbólico razoavelmente coeren te, resultando da experiência acumulada por gerações” (Cláudia Fonseca, “Pais e Filhos na Família Popular” in D’Incao, Maria Angela, Amor e Família No Brasil, São Pau lo, 1989, p. 97). Em outras palavras, quando se viam im possibilitados de fornecer aos filhos certos aprendizados relevantes para seu futuro, muitos pais entregavam essa tarefa a um comerciante, ou a uma família, que acabava de criá-los com a obrigação moral - uma vez que explo ravam sua mão-de-obra — de lhes oferecer um aprendi zado ou facilitar seu acesso a qualquer prática que os tor nassem mais aptos à vida adulta. Assim, muitas crianças pobres passavam parte da infância e da adolescência lon ge de sua família de origem. Encontrar alguém que se in-
teressasse em realizar essa “troca” e que, de fato, cumpris se com o prometido, era visto pelos pais como uma gran de vantagem o que, em parte, os tranqüilizava quanto ao futuro de suas crianças. Em Diamantina, onde Alice Caldei ra Brant passou sua infância, viu certa vez Siá Fortunata, mãe de um menino chamado Bertolino, pobre mulher que costumava ir buscar a esmola de duzentos réis que sua avó distribuía aos necessitados todos os sábados, rejeitar a oferta: “ Dê às outras, Dona Teodora; eu hoje vim só visitar a senhora. Não preciso mais, graças a Deus. Daqui a pouco eu também poderei dar esmolas. Vovó lhe perguntou: Ti rou a sorte, Fortunata? Ela respondeu: É o mesmo que ter tirado, Dona Teodora. Meu filho, graças a Deus, achou um protetor” (Helena Morley (Alice Caldeira Brant), Minha Vida de Menina, São Paulo, Companhia das Letras, 1998, p.30). Da parte dos pequenos comerciantes, que não raro pos suíam um único funcionário, a exploração da mão-de-obra infantil era muitas vezes condição de sobrevivência do seu negócio, apesar de gozarem de uma boa imagem perante os pais e a sociedade, uma vez que suas funções de patrão eram confundidas com as de tutores e filantropos.
Válter Vicente Sales Filho__________ é comunicador social e gerente adjunto de programas socioeducativos do Sesc/SP
No Brasil, os humanos de 0 a 18 anos são classificados em duas categorias: as crianças que são bem comporta das, conformadas e promissoras, e os “de menor” , que são infortunados, rebeldes e inconvenientes. Ainda que os da primeira categoria não gerem muita dor de cabeça, a não ser quando se distraem queimando índio vivo, ou usando drogas em festas sofisticadas, não há dúvidas de que os grandes problemas estão na segunda categoria. E se exis tem problemas, eles assombram, até mesmo pelos núme ros. Embora a economia no Brasil seja uma das mais po derosas da América Latina, a taxa de mortalidade infantil é comparável a dos países mais pobres do continente. A violência é a principal causa de morte entre jovens até 25 anos. Somente na cidade de São Paulo vivem nas ruas al guns milhares de crianças, sujeitas a todo tipo de degrada ção. Notícias sobre chacinas e rebeliões envolvendo “ me nores” correm o mundo. Com tudo isso é realmente difí cil chamar de crianças as vítimas desse flagelo. São meno res mesmo. Cidadãos menores. Pessoas menores. Há pou cos anos correu pelo mundo uma marcha contra a explo ração do trabalho infantil, coordenada por Kaylash Sathyart, indiano conhecedor de muitas formas de miséria pelo planeta. Em sua passagem pelo Brasil ele ficou estar recido ao observar que a miséria aqui ia além da miséria material. Ela comprometia a identidade cultural. O que Sathyart percebeu foi que, além de não ter o que comer ou onde estudar, as crianças brasileiras estavam margina
lizadas da história, dos laços comunitários, das relações com os bens culturais de sua sociedade. O efeito mais visível dessa mazela, especialmente nos grandes centros urbanos, é a violência. E não estou que rendo estipular uma simplória e falsa relação entre pobre za e violência, mas considerar a violência como o fenôme no possível a uma sociedade extremamente desequilibra da, balizada pela exclusão, pelo autoritarismo e pelo con servadorismo. O crescimento da violência entre os jovens fez borbu lhar a discussão sobre a infância marginalizada. ONGs pas saram a se dedicar à questão e os meios de comunicação de massa abriram espaço para o tema. Mas, deixando de lado o que tem sido feito de bom, o que quero destacar é um tipo de discurso muito comum e que revela a perver sidade com a qual certos segmentos tratam a questão, em especial as elites e a classe média brasileira, que é média mesmo, inclusive no pensamento. Esses segmentos acre ditam que para resolver os problemas da infância margina lizada basta adotar uma solução bem simples: decretar por lei o fim da infância. De um lado impedindo que nas çam mais pobres e de outro, reduzindo a idade para se chegar à maioridade. São as soluções possíveis a uma so ciedade que confunde Direitos Humanos com defesa do crime, que defende pena de morte, que segrega, que ex clui, que privilegia a punição no lugar da educação. Não é difícil que nesse contexto a criança se torne objeto de ódio e exploração. Portanto, quando se fala em controle de natalidade ou redução da maioridade penal, não são exatamente as idéias de equilíbrio ou justiça que estão em pauta, mas de controle, tutela e punição. A questão da re dução da maioridade soa a rancor e a simples adesão ou não a essa proposta é impossível, pois ela se desdobra em aspectos bem complexos. Primeiro, achar que imputar res ponsabilidade diminui criminalidade é uma falácia. De que vale a responsabilidade numa sociedade na qual prevalece a impunidade? E como a impunidade é resolvida? Com ca deia? Com morte? Com castigo? A pulsão pela violência parece ser maior que o medo da punição ou da própria morte. Alguns apontam a educação como a melhor saída. E possivelmente com toda a razão. Entretanto, soa sinis tro lembrar da escola da mesma forma que lembramos de um remédio na hora da dor de barriga. Educação é um processo inerente à construção de uma sociedade, tem por objetivo desenvolver o indivíduo em suas dimensões cognitivas, emocionais, físicas e sociais. Quando só lem bramos da educação em situação de emergência, não sa bemos se queremos desenvolver pessoas ou simplesmen te nos proteger de nossas mazelas. Por aí percebe-se que a questão da violência passou a incomodar muito, não porque as crianças não têm saúde, família estruturada ou escola, mas porque fugiram da tutela e do controle. O ris co social, portanto, não é o da criança marginal, mas o de quem está perto dela. ■ revista &
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FICÇÃO INÉDITA
HEROI em um sábado de alelui orávamos num bairro novo e pouco habitado. Entre uma casa e outra havia muitos terrenos baldios, onde remanesciam eucaliptos da an tiga fazenda, que antecedeu o loteamento. Eram casas pequenas de quarto e cozinha, iluminadas por pálidas luzes de lampiões, que nos inspiravam um certo gosto por histórias de lobisomem, mula-sem-cabeça e outros fantasmas. Quando havia banheiro, nessas pequenas casas, era no fundo do quintal, jun to à fossa ou beirada de rio. E, à noite, quando mulher ou criança sentiam necessida de, usavam penico, para não ter de enfrentar os demô nios noctívagos. Já os homens, machos mesmo, diziam que se serviam do penico só para não tomarem fria gem noturna. Sei que, naquela noite de sexta-feira santa, acordei muito assustado, com um tropel de cachorros do lado de fora da nossa casa. Com o olho grudado na fresta aberta na janela, meu pai narrava toda a movimenta ção ensandecida dos cães do bairro. Minha mãe, mui to nervosa, implorava que ele fechasse a janela, pois num dia como aquele nem Deus nos salvaria, e acres centava a sua afirmação: — Hoje Deus tá morto e todos os demônios estão soltos. O pior de tudo, lamentava minha mãe, era meu ir mão, recém-nascido, ainda sem batismo. Pois num dia como aquele, menino pagão nem a Virgem Maria de fenderia. Já meu pai achava que todo esse medo era pura bo bagem. Coisa de mulher. O que devia estar acontecen do era alguma cachorra no cio, causando toda aquela arruaça entre a cachorrada. Eu como não sabia, per guntei o que era cio, e ouvi: — Cala boca, menino! Calei. Naquele tempo a gente obedecia mesmo. Mas abri bem os olhos, porque ainda não me tinham man dado fechá-los: minha mãe acendia uma vela e come-
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revista &
Nelson AlbissĂş
çava a rezar pedindo proteção para meu irmão sem ba tismo. Meu pai foi até o guarda-roupa, abriu uma cai xa, que estava dentro de outra, pegou o revólver e fez mira, através da fresta da janela. Aí percebi que a coi sa era séria. Cobri bem a cabeça, com as cobertas, e fui avisando a todos os santos do meu conhecimento que, além de batizado, eu também era crismado, e, se me livrassem daquela, até deixava a rua de lado, para ir ao catecismo. Nisso, meu pai anunciou que os cães ensandecidos subiram lá pro lado da casa da Bastiana. Minha mãe pa rou a reza. Agora tinha certeza de que era demônio mesmo, disfarçado no pêlo de cachorro, aproveitando aquela noite para ir dorm ir com aquela sem-vergonha. Meu pai disse pra ela não falar assim da moça. Minha mãe quis saber por que ele estava se doendo pela va gabunda. Defendendo-se, ele respondeu que não esta va se doendo por ninguém, só achava que não precisa va falar desse jeito , pois ela sempre fora boa vizinha. — Quer dizer que você tem a coragem de falar, na minha cara, depois que me encheu de filhos, que a vi zinha é boa?! Pô! Não é nada disso — contestou meu pai. Pois não quero nem ver você cumprimentando essa bruaca dessa safada nojenta. E ficou assim a discussão dos dois, pois o barulho dos cães aumentou tanto que ninguém podia ouvir ou pensar em outra coisa. Meu pai gritou que agora eles vinham na direção da nossa casa, e disparou um tiro. Mesmo sem ser bala de prata, lá fora, o coisa-ruim do inferno morreu com um longo e agudo uivo de dor. 44 revista &
Meu pai, que só urinava no penico para não tomar friagem, fechou bem a janela e correu para cama. Eu fechei os olhos, o mais que pude, para não ver as laba redas que saíam do coisa-ruim morrendo. Com força, apertei o nariz, para não sentir o cheiro de enxofre exalado pelo furo do tiro, bem no centro do peito da quele demônio, e só respirei pela boca. No sábado de Aleluia, acordei com meu pai todo pro sa contando seu combate com o diabo, que era tão da nado que, mesmo morto, levou nosso porco gordo e mais meia dúzia de patos, que criávamos soltos no quintal, para as profundezas do inferno. Fui filho de herói do sábado de Aleluia até o domin go de Páscoa, quando almoçávamos, tendo omelete como mistura, e o descarado do vizinho, acho que, para zombar do meu pai, veio convidar nossa família para comer um pedaço de porco e de pato, que o da nado do diabo, já quase morto e não agüentando car regar até o inferno, havia deixado na casa dele. Não sei se me doeu mais a sem-vergonhice daquele vizinho ou a perda da condição de herói do meu pai. Sei que meu pai ficou mudo. Foi minha mãe, que sem pre amou o marido, fosse ele herói ou não, que se an tecipou na resposta, para não deixar meu pai desmo ralizado: — Olha, vizinho, agradecemos muito seu convite, mas carne de bicho que o diabo pôs a mão, minha fa mília não come! ■ N e ls o n A lb is s ú é e s c r i t o r e a u t o r d e S o l , n u v e m e m e n in o , e n t r e o u t r o s
anhagen Espetáculo dirigido por Marco Antonio Rodrigues, no Sesc Consolação
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SÃO
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CINEM A & VÍDEO ESPORTES CORPO & EXPRESSÃO SOCIEDADE & CIDADANIA NATUREZA & MEIO AMBIENTE SAÚDE & ALIMENTAÇÃO INFANTIL TERCEIRA IDADE FÉRIAS & TURISM O SOCIAL INTERIOR
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Teatro SEM PALAVRAS. A b orda a mímica, pantomima e formas de expressão nãoverbal. Aulas abertas e esquetes de inte ração com o público e condução dos es petáculos na praça de eventos. Nos es petáculos, circo e dança também apare cem, tendo a imagem como ponto cen tral das performances. Grátis. «Todos Juntos Agora. Aulas abertas de mímica com M árcia Harco, 1 4 /0 4 . Gabriel Guim m ard, 2 1 /0 4 . Luis Louis, 2 8 /0 4 . Sábados, às 13h. «Cozinha Maluca. Performance circense realizada pro m a labaristas que equilibram coisas incrí veis. Cia de Estripulias. 1 4 /0 4 . Sábado, às ló h . «Cia. Distrito. Espetáculo de dança de bolso. Três coreografias em aue o público é convidado a participar de um bate-papo com os bailarinos, dis cutindo suas primeiras impressões e co nhecendo algumas bases dessa arte. 15 e 2 8 /0 4 . Domingo e sábado, às ló h . •Saideira. Intervenções e performances ao a r livre, encerrando as atividades do dom ingo, após a apresentação das ló h . Fernando Vieira, mímico, 15 e 2 2 /0 4 . «Por Detrás do Silêncio. Uma comédia lúdica e interativa que faz uma reflexão sobre a sociedade atual. Lin guagem de pantomima, com vários quadros e um apelo visual interessante, que convida também a platéia a partici par. Com a Cia Teatral Trupe do Beijo. 2 2 /0 4 . Domingo, às ló h . «Selvagem. Com Luis Louis.. 2 1 /0 4 , Sábado, às 17h30. «Cem Palavras. Com Cia Megamine, 2 1 /0 4 , Sábado, às 17h30. •Xuxu. Com M árcia Harco. 21 /0 4 , Sá bado, às 17h3. «Linhas Aéreas. Um es petáculo sobre o universo feminino, que explora os recursos da dança contem porânea e do movimento aéreo. 21 e 2 9 /0 4 . Sábado e dom ingo, às ló h . •Raso da Catarina. Três atores que através da pantomina narrada criam si tuações bem-humoradas, 2 9 /0 4 . Do mingo, às 1Th. Sesc Vila Mariana espetáculos A MULHER CAIXA. Espetáculo cria do e d irig id o po r Darcy Figueiredo, com o grupo Pinus Ploft. C enografia e fig u rinos de J. C. Serroni e O sm ar Beneson. E uma perform ance apresentada em praça pública. Grátis. Local: Praça da E splanada, Poupatem po-Sé. 1 8 /0 4 . Q u arta , às 12h 30 , Praça da Esplanada. Sesc Carmo ACÁCIAS. Espetáculo que reúne as lin guagens da dança, do teatro e do cir co, com um elenco só de mulheres, re presentando com humor e poesia o uni verso dos mitos femininos. Com o gru po Atmosfera M ágica. Praça de even tos. Grátis. 0 1 /0 4 . Domingo, às ló h . Sesc Vila M ariana BAR D'HOTEL BAR DA NOITE. Comé dia musical que resgata o clima dos anos 50. O espetáculo se passa num bar, onde o público é coadjuvante dos acontecimentos que nele se desenro lam. Ingressos à venda a pa rtir das 20h. 80 lugares. R$ 6,00 , R$ 3 ,00 (❖ e □ ) e R$ 2,00 (O). De 0 2 a 2 3 /0 4 . Segundas, às 21 h.
COPENHAGEN. Como poderia ter sido o d iálogo entre os físicos nucleares Niels Bohr, judeu-dinamarquês, e W erner Heisenberg, alemão, em plena Segunda Guerra M undial, é o ponto de partida para a peça Copenhagen, do inglês M ichael Frayn. Texto traduzido por Aim ar Labaki. Direção de M arco Antonio Ro drigues. N o elenco, os atores paulistas Carlos Palma, O sw aldo Mendes e Sel ma Lucchesi. R$ 20 ,0 0 e R$ 10,00 (O). Recomendável para maiores de 14 anos. De 0 5 /0 4 a 0 3 /0 6 . Quinta a sá bado, às 21 h, dom ingos, às 20h. •Mesas redondas- M arcelo Gleiser, 0 9 /0 4 , às 20h.,lldeo de Castro e João Zanetic, 1 0 /0 4 às 20 h, Ernest H am burger e A m élia Ham burger, 1 6 /0 4 . às 20h. Sesc Consolação RISOFLORA - ESPETÁCULO DE TEATRO DE BOLSO. Uma louca de rua, presente em todas as praças e caminhos do Bra sil, troca a atenção dos transeuntes por flores e histórias de amor, baseadas em obras literárias conhecidas. Grátis. 12h, Biblioteca/ 12h30, Área de Convivên c ia / 13h, Saguão de Entrada. 11 /0 4 . Quarta, à s l2 h , 1 2 h 3 0 e l3 h . Sesc Carmo CAMBAIO. Um triângulo amoroso em aue a fantasia se mistura com a realida de é o ponto de partida para a criação deste musical. Texto de João e Adriana Falcão, músicas de Chico Buarque e Edu Lobo. Direção musical de Lenine. Dire ção geral de João Falcão. N o elenco, 18 atores selecionados especialmente para o espetáculo. R$ 30,00, R$ 15,00 (□, ❖) e R$ 10,00 (O). De 2 0 /0 4 a 0 1 /0 7 . Quinta a sábado, às 21 h. Domingo, às 20h. «Encontro. Encontro dividido em dois segmentos, com a presença de seus criadores. João e Adriana Falcão e Tâ nia N ardini discutem o processo de dire ção e criação dramatúrgica do espetá culo; Chico Buarque, Edu Lobo e Lenine abrem espaço para a discussão acerca da criação e direção musical. Informa ções na Central de Atendimentos. De 10 e 11 /0 4. Sesc Vila Mariana O HOMEM COM A FLOR NA BOCA. M onólogo com Cacá Carvalho sobre
texto de Pirandello. Estabelece um jogo de emoção com o espectador, a partir da interpretação de um ser que ao pres sentir a morte é tom ado,por uma ânsia muito grande de viver. Área de Convi vência. R$ 4 ,0 0 e R$ 2,0 0 (O). 0 3 /0 4 . Terça, às 20h.. Sesc São Caetano O HOMEM DO CAMIN HO. Família Mam berti se une para montar texto iné dito de Plínio Marcos. A proposta é fa zer um depoimento de viva voz, a partir do testamento poético deixado pelo au tor nesse seu último texto. Com Cláudio Mam berti. Direção de Sérgio M amberti. Área de Convivência. R$4,00 e R$2,00 (O). 1 7 /0 4 . Terça, às 20h. Sesc São Caetano
SERIE' SOLOS DE TEATRO. Coloca em foco a produção teatral de vários artis tas que desenvolvem trabalho solo. «De monstração de Trabalho. A atriz e au tora Juliana Jardim e a diretora Dedé Pacheco ministrarão uma aula teóri c o / prática para falar dos procedimen tos constituíram o processo de criação de M adrugada, mostrando etapas da construção das cenas exemplares, a partir das técnicas com as máscaras do Buíão e do Palhaço. Teatro. Grátis. 0 6 /0 4 . Sexta, das ló h às 18h. Sesc Ipiranga MADRUGADA. O espetáculo é um jogo cômico em que a protagonista - simbo licamente batizada com o nome do pe ríodo mais solitário do " d ia " - percorre diversos estados de personagem. Texto e interpretação de Juliana Jardim, sob d i reção de Dedé Pacheco. N o Teatro. R$ 12,00, R$ 9,00 (□) e R$ 6,00 (O, ♦ ). 05 e 0 6 /0 4 . Quinta e sexta, às 21 h. Sesc Ipiranga UM RÉQUIEM PARA TADEUSZ KANTOR. O projeto pretende mostrar ao pú blico brasileiro um recorte da obra de Tadeusz Kantor, um dos mais importan tes encenadores do século 20, e a trans formação por ele realizada no teatro contemporâneo. «Exposição. Fotos, de senhos, pôsteres, objetos e mostra de ví deo dos espetáculos realizados pelo d i retor polonês. Até 0 8 /0 4 . Terça a sába
do, das 14h às 2 0 h / do mingos, das 14h às 19h. •Workshop. Sobre a técni ca de interpretação teatral de Tadeusz Kantor com a diretora Zofia Kalinska, que trabalhou com o dire tor. Vagas limitadas. Inscri ções antecipadas. 03, 04, 05 e 0 6 /0 4 . Terça a quin ta, das 14h às 17h. «Um Pequeno Réquiem para Kantor Lembranças dos espetácu los do diretor polonês Ta deusz Kantor (19 15 1990), pela visão de uma criança. Direção de Zofia Kalinska. Com Ariel Theatre (Polônia). R$5,00, R$2,50 (□ , ❖) e R$2,00 (O ). 0 1 , 0 7 e 0 8 /0 4 . Quinta, sexta e sábado, às 21 h; domingo, às 20h. Sesc Belenzinho
TEATRO. Tem o objetivo de levar o par ticipante a entrar em contato com seu lado criativo, aumentando sua capaci dade de comunicação, imaginação e desbloqueio. Através de improvisações e exercícios, o aluno conhecerá teatro ao mesmo tempo que conhecerá a si mesmo. Com Augusto M arin, ator e d i retor. A partir de 17 anos. R$72,00, R $60,00 (□) e R $30,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terças, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia oficinas A COMUNICAÇÃO DO AMOR. Tem como objetivo desenvolver a comunica ção por meio do amor, das artes cêni cas, dos jogos teatrais e da criação ar tística. Orientação de Gisela Arantes. A partir de 14 anos. N o Auditório. R$ 15,00, R$ 10,00 (□), R$,8,00 (❖) e R$ 5,00 (O). Inscrições na Área de Convi vência. De 0 4 /0 4 a 2 8 /0 6 . Quartas e quintas, das 19h30 às 21 h30. Sesc Ipiranga OFICINA DE CRIAÇÃO DE ESPETÁCULO TEATRAL INÉDITO. Através de discus sões e estímulos, levantar-se-á a base de criação do novo texto de Dionísio Neto, "Os últimos homens do Divino Espírito Santo".. 12 vagas. R$ 45,00, R$ 38,00 (□ , ❖) e R$ 19,00 (O). De 0 5 /0 4 a 0 1 /0 6 . Quintas e sextas, das 12 às 14h. _ Sesc Pinheiros
serviços matric. e dependentes.
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usuário matric.
idosos acima de 65 anos, aposentados e estudantes com carteirinha da UNE, UMES ou UBES.
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Música ALCEU VALENÇA. Abertura do pro je to 100 Anos de Cordel. O evento apresenta exposição, oficinas e ou tros. N o espetáculo, o músico apre senta seu repertório ao lado do cordelista e repentista Oliveira de Panelas. R$7,50 (O), R$10,00 (□) e R$15,00. N a Choperia. 18 e 1 9 /0 4 . Q uarta e quinta, às 21 h. Sesc Pompéia A M O N TOBIN. O DJ brasileiro rad i cado no Reino Unido retorna ao Bra sil pela prim eira vez para lançar o CD Permutation. R$ R$5,00 (O), R$7,50 (O) e R$10,00. N a Choperia. 2 5 /0 4 . Q uarta, às 21 h. Sesc Pompéia ÂNGELA RO RO. Apresenta canções de seu novo CD Acertei no M ilênio, além de grandes sucessos dos 21 anos de carreira. R$10,00, R $7,50 (□) e R$5,00 (O, ❖). 2 1 /0 4 . Sábado, às 19h. Sesc Santo Amaro BEM BRASIL. Shows musicais com no vos talentos e renomados artistas da MPB, no Palco do Lago. Exibido ao vivo pela TV Cultura. De 01 a 2 9 /0 4 . Domingo, às 11 h. Sesc Interlagos BOSSA ENTRE AMIGOS. Marcos Valle, W anda Sá, Roberto Menescau e Patrícia A lvi, rememoram 4 0 anos de bossa-nova. R $6,00 (O), R $10,00 (□) e R$12,00. N o Teatro. 25 e 2 6 /0 4 . Q uarta e quinta, às 21 h. Sesc Pompéia BOTECO DO CABRAL. Sergio C abral bate papo com a platéia e com artis tas convidados. A homenagem deste mês é para Pixinguinha, feita por N a O zzetti, N ó em Pingo D 'A gua e Pro veta. C riação e direção de Helton Altman. R$12,00, R$9,00 (□) e R$6,0 0 (O, ❖). 2 8 /0 4 . Sábado, à s 2 1 h . Sesc Ipiranga CONVERSA DE MÚSICO. W agn er Tiso. 1 7 /0 4 , às 21 h. Teatro. R$12,00, R$9,00 (□) e R $6,00 (O, ❖). Sesc Ipiranga CORDEL DO FOGO ENCANTADO E NA NÁ VASCONCELOS. G rupo reve lação da cena musical pernambuca na, apresentado por N aná Vasconce los, mistura ritmos como o samba de coco, o toré indígena, o reisado e ou tros, incluindo a poesia e o cordel. R$7,50 (O), R$10,00 (□) e R$15,00. N o Teatro. 18 e 1 9 /0 4 . Q uarta e quinta, às 21 h. Sesc Pompéia FÁBIO TAGLIAFERRI E M AN U LAFER. Lançamento dos CDs Só e M uito Só do acordeonista Taglia ferri e Doze Fotogramas, de Lafer, com pa rtic ip a ções de D anilo C aym m i, Paulinho M oska e N á O zze tti, entre outros. R $6 ,00 (O ), R $ 1 0 ,0 0 (□ ) e R $1 2,0 0. N o Teatro. 2 0 , 21 e 2 2 /0 4 . Sexta e sábado, às 21 h / do mingo às 18h. Sesc Pompéia
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ESPAÇO DANÇANTE. Shows dançan tes com artistas de diferentes gêneros e estilos. «Fernanda Abreu. Apresen ta o show Entidade U rbana, com can ções que passam pelo hip-hop, sam ba, funk e dance. R$15,00, R $7,50 (□, ❖), R $5,00 (O). 0 6 /0 4 . Sexta, às 22h30. «Jorge Ben Jor. Jorge Ben Jor apresenta, na com panhia aa Banda do Zé Pretinho, os sucessos que con quistaram platéias do mundo inteiro. R $15,00, R$7,50 (□, ❖) e R $5,00 (O). 2 0 /0 4 . Sexta, à s 2 2 h 3 0 . Sesc Belenzinho GOJO LIMA E GRUPO INTERPRETAM JOÃO DONATO. Ingressos à venda a p a rtir das 20h. 80 lugares. R $10,00, R$5,00 (❖, □ ) e R$4,00 (O). 2 4 /0 4 . Terça, às 21 h. Sesc Pinheiros TO N IN H O HORTA. 14, 1 5 /0 4 , sába do às 21 h e dom ingo 18h. Teatro. R $15.00; R $10,00 (□); R$7.50(O). Sesc Pompéia. MUSIKAOS. G ravação do program a da TV Cultura. R$4,00 (preço único). N o Teatro. 10, 17 e 2 4 /0 4 . Terças, à p a rtir das 20h30. Sesc Pompéia REBOJANDO - ÁGUA: PRESERVAR É PRECISO. Show com músicos da re giã o matogrossense, que denunciam as constantes agressões aos rios do continente sul-americano. N o Teatro. R $12,00, R$9,00 (□) e R$6,00 (O, ❖). 26 e 2 7 /0 4 . Q uinta e Sexta, às 21 h. Sesc Ipiranga ÁLBUM DE RETRATOS. Resaate a tra vés de música e fo tog rafia da traje tó ria de artistas da música po pu lar brasileira. Terça, às 21 h. Ingressos à venda a p a rtir das 20h. 80 lugares. R $10,00, R $5,00 (❖ e □ ) e R $4,00 (O). «Noite Ilustrada. O cantor m i neiro interpreta canções doseu mais recente trab alh o o CD Eu sou o sam ba. 0 3 /0 4 . Terça, às 21 h. «G erm a no M atias. É herdeiro e legítim o re presentante do samba sincopado. 1 0 /0 4 . Terça, às 21 h.«Dóris Montei ro. Intérprete especial da música b ra sileira, que busca a fid e lida de ao m elhor do c a n cion eiro b ra s ile iro . 1 7 /0 4 . Terça, às 21 h. Sesc Pinheiros AUTO-RETRATO. A u ditó rio . •Rosa M aria . Apresenta clássicos da música b ra s ile ira e in te rna cio na l, passando p e lo ja z z e sp iritu a l. R $10,00, R $7,50 (□), R $5,00 (0,*>). 14 e 1 5 /0 4 . Sábado, às 2 0 h /D o m ingo, às 18h. «Jorge Mautner. Um dos criadores da poesia tropicalista, seu trab alh o ganhou peso na van gu arda musical dos anos 80, que se tornou uma marca na busca de no vas sonoridades e letras concretas. R $10,00, R $7,50 (□), R $5,00 (O, ❖). 2 7 e 2 8 /0 4 . Sexta e sábado, às 20h. Sesc Vila M ariana ENCONTROS MUSICAIS DA NOVA SAFRA DA MPB. Show que reúne no
vos músicos e cantores cuja carreira vem crescendo dentro do cenário da MPB. «Alexandra Scotti. Jain In 4 e Jyca Y Turcão. N o Teatro. Grátis. Reti ra r ingressos a p a rtir das 19 h 30 do dia do show. 0 7 /0 4 . Sábado, às 21 h. Sesc Ipiranga ESTÚDIO 5 5 4 . Espaço que v a lo riz a apresentações acústicas e intim istas desta can do , neste mês, jovens m úsi cos fa z en do releituras da MPB. • M a x De Castro. O filh o m ais novo de W ils o n Sim onal aprese nta nd o m úsicas de seu p rim e iro tra b a lh o , o CD solo Sam ba Raro. Á re a de C o n viv ê n c ia . R $ 5 ,0 0 e R $ 2 ,5 0 (O ). 0 6 /0 4 . Sexta, às 20 h. «W ilson Simoninha. A pre sen ta músicas de seu p rim e iro tra b a lh o solo, o CD V o lu me 2. Á re a de C on vivên cia . R $5 ,00 e R $2 ,50 (O ). 2 0 /0 4 . Sexta, às 20 h. Sesc São Caetano INFLUÊNCIAS D O JAZZ. As refe rê n c ias da m úsica n o rte -a m e ric a n a presente nos diversos estilos m usi cais bra sile iro s. «Choro & Jazz. O m ultinstrum entista A ris m a r do Espí rito Santo se apresenta com seu trio fo rm a d o p o r S ilvia Goes. (pian o) e Proveta (sopros) m ostrando a in fluê ncia d o ja z z no cho ro. A u d itó rio . R $4 ,00 , R $3 ,00 (□ ), R $2 ,00 (O , ❖). 2 6 /0 4 . Q u in ta , às 20h.
INSTRUMENTAL SESC BRASIL. Sempre às segundas, 18h30. Entrada franca com retirada de convites com uma hora de antecedência. «Quarteto Romançal. C ria do pelo com positor e maestro A n to nio M ad ureira, é direta mente ligada à do Q uinteto Arm orial. 0 2 /0 4 . «Paulo M artelli. Apresenta seu mais recente CD, Roots, lançado nos Estados Unidos. 0 9 /0 4 . «Nivaldo Ornelas. Neste show apresenta com posições do CD Arredores e alguns te mas de M ilton. 1 6 /0 4 . «Guinga. Lan çamento do quinto disco de G uin ga, Cine Baronesa, em prim eira apresen tação em São Paulo. 2 3 /0 4 . Sesc Paulista INSTRUMENTAL SESC SANTO A M A RO. N o teatro. Grátis. Ingressos na re cepção a p a rtir das 19h. «Guinga. Lançando seu quinto CD Cine Barone sa com arranjos de Gilson Peranzefta. 2 4 /0 4 . Terça, às 20h. Sesc Santo Amaro JORNADA DUPLA. A proposta da sé rie é apresentar profissionais de fo r mações diversas, bem-sucedidos em outras carreiras, e que também têm projeção dentro do cenário musical. •Carlos Henry. C a rdio lo gista que conciliou a música com a profissão de médico. N o Teatro. R $12,00, R $9,00 (□) e R$6,00 (O, ❖). 2 1 /0 4 . Sábado, às 21 h. Sesc Ipiranga
PROJETO QUEM N Ã O D A N ÇA... Shows dançantes com o que há de m elhor em rit mos pa ra dançar. DJs a n i m am o público antes e após os shows. 21 h. «Funk Como Le Gusta e Luis W agner. R$ R $7 ,50 ,0 0 (O), R $10,00 (□) e R $1 5,0 0. na C hoperia. 1 1 /0 4 . Q u a rta , às 21 h. •H av an a Brasil. R$ R $5,00 (O), R $7,50 (□) e R $10,00. N a C hoperia. 1 4 /0 4 . Q u a r ta, às 21 h. Sesc Pompéia
M ÚSIC A N A LANCHONETE. G r á tis. «João Macacão e Miltinho. O duo interpreta MPB, com João M acacão no violã o e M iltin ho solando vários instrumentos, como bandolim , cavaco e gu itarrinha baiana. 0 3 , 0 5 , 10, 12, 17, 19, 2 4 e 2 6 /0 4 . Terças e quintas, das 12h 30 às 14h30 Sesc Santo Amaro PROGRAMA VOZES DO BRASIL Pro gram a da Rádio Eldorado com trans missão ao vivo. «Mônica Salmaso e Núcleo Contemporâneo. A u ditó rio . G rátis. Retirada ae convites com ante cedência. 1 2 /0 4 . Q uin ta , às 11 h. Sesc Vila M ariana PROJETO: 3~ VIA. Um novo espaço no cenário artístico da cidade, somente para lançamentos de CDs, e aberto a todas as tendências musicais. Q u in tas-feiras, às 21 h. «Miguel Briamonte. Lançamento do CD M ig uel Briamonte. R$ R $3,00 (O), R $4,50 (□) e R $6 ,00 . N a C ho pe ria .. 1 2 /0 4 . Q uinta, às 21 h. «W alking Lions. Lan çamento do CD Friends or the Ocean. R$ R $3,00 (O), R $4,50 (□) e R$6,00. N a C hoperia . 2 6 /0 4 . Q uinta, às 21 h. Sesc Pompéia ABRIL PRÓ ROCK. Edição paulistana do festival musical de Recife, revela do r de grandes sucessos. «Ratos do Porão, Inocentes e Devotos (Teatro) e
M opho, Sonic Jr. e Os The Darm a Lovers (Choperia) 2 7 /0 4 . «Ortinho Y-A Zuada, Brasov e Mundo Livre (Teatro) e Replicantes, W ander W ildner e Tes tículos de M a ry (Choperia). 2 8 /0 4 . •Júpiter Apple (Sala Especial), John Spencer Blues Explosion (Teatro) e DJ Dolores e Orquestra Santa Massa, Flu e Bonsucesso Samba Clube (Cho peria) 2 9 /0 4 . R $7,50 (O), R $10,00 (□) e R $15,00. Preços pa ra dom in go, no Teatro: R $15,00 (O), R $22,50 (□) e R $30,00. 27 , 28 e 2 9 /0 4 . Sexta e sábado, às 21 h / do m in go às 18h. Sesc Pompéia PROJETO PRATA DA CASA. Projeto que visa a b r ir espaço p a ra novos artista s. «Bena Lobo. O filh o do c om p os ito r Edu Lobo e da c an to ra W a n d a Sá in te rp re ta em seu CD de estréia, N a d a V irtu a l (selo Jam). G rátis . 0 3 / 0 4 . Terça, às 21 h. «Cu ru p ira . F orm ado p o r A n d ré M a r ques, R icardo Z oh yo e C leb er A l m e id a .G rá tis . 1 0 /0 4 . Tèrça, às 21 h. •F erna n d a Porto. F ernanda a d a p ta ritm os p o pu lares b ra s ile iro s às no vas ling ua ge ns d a m úsica e le trô n i ca. 1 7 /0 4 . Terça, às 21 h. «Mu C hebadi. Em seu p rim e iro disco, M u ex ib e seu telento de cron ista, em canções d iv e rtid a s , em p a rc e rias com Lenine e A lfre d o Ka ra n, entre o u tros.G rá tis. 2 4 /0 4 . Terça, às 21 h. Sesc Pompéia
ROTA DE ABRAÃO •Sab ah at A kkiraz & Sheik Ahmad. Atualm ente Sabahat é a m elhor intérprete dos ri tu ais alevitas na Turquia. Sheik A hm ad transpõe com h a bilida de suas canções su fis (layâli) das aldeias do A lto Egito pa ra os palcos o cid en tais. R $ 1 0 ,0 0 (O ), R $15,00 (□) e R $20,00. N o Teatro. 0 1 /0 4 . Dom ingo, às 18h. «Emil Zriham. N atural de Rabat, capital m arro qu i na, guardou no coração a trad ição judaico-andaluza e o fo lc lo re m a rro q u i no. R$10 ,0 0 (O), R $1 5,0 0 (□) e R $20,00. N o Teatro. 0 2 e 0 3 /0 4 . Segunda e ter ça, às 21 h. «Ensemble AlKindí. Ensemble A l-K ind í e Husavn A l-A z a m í do Iraque, um dos mais eminentes re presentantes do m âqam iraki, estilo onde se misturam influências turcas, persas e curdas. N a segunda parte Salão de M úsica de A lepo Ensemble A l-K in d í e dois dos maiores expoentes sírios do canto árabe: Sabri M ou da la l e O rna r Sarm ini. R $10,00 (O), R$15 ,0 0 (□) e R $20,00. N o Tea tro. 0 5 e 0 6 /0 4 . Q uinta e sexta, às 21 h. «Shahram Nazeri e Conj. Dastan. Um dos cantores mais conhecidos e populares do Irã. R $10,00 (O), R $15,00 (□) e R $20,00. N o Teatro. 0 7 e 0 8 /0 4 . Sábado, às 21 h / d o m ingo às 18h. Sesc Pompéia SEMPRECONCERTOS. Concertos uinzenais de música erudita abora n do períodos, gêneros e grandes autores, destacando este mês grandes p ianistas. R $4 ,00 , R $3 ,00 (□ ), R $2,00 ((!),❖). «Clara Sverner. A p ia nista apresenta um repertório didático com músicas de M ateo A lb en iz e Frede ric C ho pin . A u d itó rio . 0 5 /0 4 . Q uinta, às 20h. «Gilberto Tinetti. O pianista apresenta um repertório com músicas do período rom ântico. A u d i tório. 1 9 /0 4 . Q uinta, às 20h. Sesc Vila M ariana SÉRIE LANÇAMENTOS. Novos artis tas, novos trabalhos. •Luciana Melo. Legítima representan te da linguagem atual do pop brasilei ro, apresenta seu prim eiro CD, È A s sim que se Faz'. Au ditó rio . R $10,00, R$7,50 (□), R $5,00 (O, ♦ ). 0 1 /0 4 . Sábado e D om ingo, às 20h. «Bojo.
Trio que trabalha música eletrônica com influência de sonoridades mais tradicionais. Seu prim eiro trabalho foi lançado e divu lga do pela internet. A u ditó rio . R $10,00, R $7,50 p ) , R$5,00 (O , ❖). 0 6 e 0 7 /0 4 . Sexta e sábado, às 20h. «Bambu. O gru po apresenta uma mostra de seu últim o CD lançado pelo selo CPC-UMES. Atrium . Grátis. 2 5 /0 4 . Q u a rta , às 19h. Sesc Vila M ariana SEXTAS MUSICAIS. Espaço dedicado a apresentações de música instrumen tal. «Acordeões em Sintonia. Forma do po r onze acordeonistas que a p re sentam clássicos de to do o mundo. N a Á rea de Convivência. G rátis. 06 , 20 e 2 7 /0 4 . Sextas, às 19h. Sesc Ipiranga música erudita CONCERTOS SESC & SINFONIA CUL TURA. Uma parceria do Sesc com a Sinfonia C ultura, Orquestra da Rádio e TV C ultura, apresentando música de concerto de diferentes épocas e esti los. R$3,00, R$1,5 0 (□ , ❖), G rátis (O e crianças até 12 anos). «O Exotismo Espanhol. 01 e 0 8 /0 4 . Domingos, llh . •O u isto ou aquilo. O com positor Cel so Delneri musicou poemas infantis de C ecilia M eirelles, resultando em can ções pa ra canto, coro infantil e o r questra. O concerto traz ain da o "C arnaval dos A nim ais" de Cam ile Saint-Saéns pa ra dois pianos e p a rti cipação especial de N á O zzetti. 15 e 2 2 /0 4 . Dom ingo, 11 h. «Três Momen tos da Música Brasileira Contemporâ nea. "C oncerto para Xilofone e O r questra" e "A m biência 2 " para per cussão solo. Primeira realização mul tim ídia da série Concertos SESC & Sinfonia Cultura. 2 9 /0 4 , 0 6 /0 5 . Do m ingo, 11 h. Sesc Belenzinho VIRANDO OS SÉCULOS. Série de concertos que enfocam as transform a ções que a produção musical experi mentou nas três últimas viradas de sé culo. Assessoria de M arina Brandão. •Trio Imagens. Dedica o concerto ao grande com positor alemão Beethoven. N o Teatro. Grátis. Retirar ingressos a pa rtir das 19 h 30 do dia do show. 20. Sexta, às 21 h. Sesc Ipiranga
ATITUDE ROCK'N'ROLL. Evento espe cial que visa apoiar, divulgar e estimu lar bandas que produzem rock. «Pro dução de Bandas de Garagem. Com o músico e produtor Clemente, dos Inocentes. G rátis. Inscrições Pré vias. 1 2 /0 4 . Q uinta, das 15h às 18h. •Banda Hats, Excomungados e Ino centes. Hats é um trio de garotas de São Paulo, com influências do punk rock e do rock de garagem . Excomun gados faz um som anárquico-experimental. Inocentes é uma das primeiras bandas de punk-rock da década de 80. N o Teatro. R$12 ,00 , R $9,00 (□) e R$6,00 (O, ❖). 1 2 /0 4 . Quinta, às 19h. «Processos de Criação. Os com ponentes da banda Ratos de Porão fa la rã o sobre a h istó ria da band a.
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Música Com F ralda (con tra ba ixo) e Jão (gu itarra ). G rátis. Inscrições p ré vias. 1 3 /0 4 . F eriad o, d a s l5 h às 17h. «Infect, Duo Ello Percussão e Ratos de Porão. Infect surge da in i c iativa de cinco ga rota s dispostas a fa ze r um h a rd-core rá p id o e com cará ter de protesto, ne gando o es te re ótip o da fra g ilid a d e fem inina. G u ello e C arlos Stasi form am o Duo ello, que im pressiona p o r sua força e sua pe rform ance con ta gian te . N o Teatro. R $ 1 2 ,0 0 , R $ 9 ,0 0 ( □ ) e R $6 ,00 (O , ♦ ). 1 3 /0 4 . F eriado, às 19h. «Música e Tecnologia. Pena Schmidt, p ro d u to r m usical, m ostra rá sua visão p a ra o futuro da m úsi ca, em que as tecnologias d ig ita is , a In ternet, o N ap ster e o PC serão ferram entas a serviço da m úsica ao viv o . G rá tis . Inscriçõ es Prévias. 1 4 /0 4 . Sá ba do , das 15h às 17h. •Super 8 , Sala Especial e Júpiter Apple. A proposta do Super 8 é fa zer música p o r um prism a gay. Sala Especial fa z m úsica instrum ental po p, tendo com o referência os anos 70. N o Teatro. R $ 1 2 ,0 0 , R $9 ,00 (□ ) e R $6 ,00 (O , ❖). 1 4 /0 4 . S á ba do , às 19h. «G u itarra. R onaldo, g u ita rrista dos Inocentes, m ostrará técnicas e d ig itaçõ es de solos do punk rock. G rátis. Inscrições Pré vias. 1 5 /0 4 . D om ing o, das 15h às 17h. «Alm a de Andróide, M arsicano e Devotos de Nossa Senhora Aparecida e 3 6 5 . A lm a de A n d r ó i de é uma ba nd a da décad a de 8 0 que fa z um m ix de rock progressivo e punk rock. M a rsica n o é cita ris ta e apresenta uma fusão da m úsica in dia n a com o rock contem porâneo. D evotos fazem ro c k 'n 'ro lI com in fluê ncia de rocka billy, punk e outras vertentes do rock e o líde r é Thund e rb ird , VJ da MTV. N o Teatro. R $1 2,0 0, R $9 ,00 (□ ) e R $6 ,00 (O , ❖). 1 5 /0 4 . D om ingo, às 19h. Sesc Ip iranga
CENTRO EXPERIMENTAL DE M ÚS I CA. O C entro Experim ental de M ú sica Sesc C onsolação (CEM) possui cursos regulares em instrumentos de cordas com a rco (vio lin o, v io lo n c e lo, vio la e con trab aixo ) c a va qu inh o e vio lã o , que são forn ecid os pela en tida de p a ra as aulas e estudos in d ivid u a is, além de a tivid ad es v o l tadas ao canto, com um m étodo p ró p rio de ensino que p riv ile g ia a p rá tica m usical. O CEM oferece também cursos p a ra crianças nas áreas de cordas, co ra l, m usicalização e instrum ental O r ft, num tra b a lho inte gra do que refo rça a c o o rd e nação m otora, a percepção sonora e a leitu ra e escrita m usical. Para tanto, o CEM conta com um acervo de 125 instrumentos de cordas com arco (entre violino s, viola s, v io lo n celos e contrab aixo s) dos quais 30 violino s, 15 violoncelos e 5 c o n tra baixos são confeccionados em ta m anho e p ro p o rçã o ad equados às crianças. O p ú blico in fa n til tem a in da , a seu dispor, um con jun to de instrumentos de percussão desen volvidos com fins pe da gó gico s pelo com positor e ed uca do r alem ão C arl
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O rff. De 0 1 /0 3 a 3 1 /1 2 . Sesc Consolação FLAUTA DOCE. In icia ção . Com Veron iq ue de O liv e ira Lima. A p a rtir de 7 anos. R $ 6 0 ,0 0 , R $ 5 0 ,0 0 (O) e R $ 2 5 ,0 0 (O , ❖). S á ba do s, das 9 h 3 0 às 13h 30 . Sesc Pompéia H A RM Ô N IC A (GAITA DE BOCA). Com A ilto n Rios, m úsico instrum en tista . R $ 6 0 ,0 0 , R $ 5 0 ,0 0 (O ) e R $ 2 5 ,0 0 (O ). D om ingos, das 15h às 18h. Sesc Pompéia O C A M IN H O DO C A NTO. Com A n dré a D rig o. A p a rtir de 16 anos. R $ 7 2 ,0 0 , R $ 6 0 ,0 0 (□ ) e R $3 0,0 0 (O ). Sextas, das 19 h 1 5 às 21 h30. Sesc Pompéia CAVAQUINHO . O curso divid e-se em três etapas, bá sico, in te rm e d iá rio e a v a nça do . Com lid o S ilva, m ú sico. A p a rtir de 15 anos. R $ 7 2 ,0 0 , R $ 6 0 ,0 0 (□ ) e R $ 3 0 ,0 0 (O ). Q u a r tas, das 1 8 h 3 0 às 21 h3 0. Sesc Pompéia CORAL. A b e rto a todos os interes sados de q u a lq u e r fa ix a e tá ria . Com C ésar C erasom m a Júnior, re gente. 5 0 vagas. G rá tis. D om ingos, das 9 h 3 0 às 13 h3 0. Sesc Pompéia CURSOS REGULARES O tra b a lh o do C entro de M úsica tem com o o b je tiv o p ro m o ver a a lfa be tiz a ç ã o e o desenvolvim ento m u sical de c o m e rc iá rio e outros in te ressados. Os instrum entos são fo r necidos p a ra os alunos, exceto em alguns cursos, con fo rm e ind ic aç ã o. Os alunos podem a g e n d a r uma ho ra d iá ria p a ra estudos in d iv i du ais, c onsultar e re tira r vídeos e li vros d id ático s. Para os gru po s de p rá tic a , re p e rtó rio e a p re c ia ç ã o m usical as vag as serão preenchidas através de seleção. Para os dem ais, p o r ordem de inscrição . «A p recia ção Musical para Multiplicadores. Curso p a ra form ad ore s. A p a rtir de 13 anos. Com M a u ric io A g u ila r. 2 0 vagas. Terça, das 11 h 3 0 às 1 2 h 30 . R $3 0,0 0 (□ ) e R $ 1 5 ,0 0 (O ). A té 2 5 /0 4 . Q u a rta das 16h às 17 h 3 0 . •Cursos de Música. Em a b ril, ins crições ab erta s p a ra os seguintes cursos de in ic ia ç ã o : v oz, flau ta e clarine te, m etais, g u ita rra e m usicaliz a ç ã o in fa n til. In fo rm a ç õ e s no Centro de M úsica, 2o anda r, Torre A . Fone: 5 0 8 0 - 3 0 8 0 . De 0 5 a 2 6 /0 4 . Terça a sáb ad o, das 13h às 22 h. «Laboratório de Regência Co ra l.Curso de c ria ç ã o m usical juve n i l / ad ulto . D estinado a o rie n ta d o res de gru po s vocais e c ora is a m a dores, v isan do a fo rm a ç ã o do re gente, p re p a ra ç ã o e d in âm ic a de ensaio, além da escolha de re p e rtó rio . A p a rtir de 1 3 anos. Com Gisele C ruz. 2 0 vagas. Q u in ta , das 18 h 3 0 às 19 h 3 0 . R $ 3 0 ,0 0 (□ ) e R $ 1 5 ,0 0 (O ). Terça a sexta, das 13 h 3 0 às 2 1 h 3 0 / sábados, das
10 h 3 0 às 1 8 h 3 0 . «Prática de M e tais. Curso de p rá tic a ju v e n il/a d u l to. D estinado aos alunos que já possuam conhecim entos de técnica e le itu ra m usical de nível in ic ia n te e possuam instrum ento, a tu a liz a n d o conceitos. A p a rtir de 13 anos. Com M a u ric io A g u ila r. 15 vagas. Sexta, das 2 0 h l 5 às 21 h 4 5 . R $ 3 0 ,0 0 (□ ) e R $ 1 5 ,0 0 (O ). Q u a r ta e sexta, das 2 0 h l5 às 21 h4 5. Sesc V ila M aria n a
Relei tur as. ..
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VIOLÃO. In ic ia ç ã o , in te rm e d iá rio e a va nça do . Sesc Pompéia. Teoria, ritm o , h a r m on ia e im p ro v is o , re p e rtó rio e p rá tic a de c o n jun to p a ra todos os níveis. Com M a rc e lo C am pos, m úsi co ou N elson Latif, m úsico. A p a rtir de 12 anos. R $ 7 2 ,0 0 , R $ 6 0 ,0 0 (□ ) e R $ 3 0 ,0 0 (O ). Terças, das 19h às 21 h 3 0 / q u arta s, das 14 h às 1 7 h / sextas, das 19h às 21 h 3 0 / s á b a dos, das 14 h às 17h. serviços M ÚSIC A N A EMPRESA. As em p re sas de com é rcio podem c o n ta r com m ais um serviço d o Sesc, um p ro gra m a de a p o io ao la z e r e s p ec ia li z a d o na á re a m usical que oferece suporte p a ra a o rg a n iz a ç ã o de g ru pos (corais infa ntis e adultos) e eventos (festivais m usicais e en con tros de cora is). A lé m disso, o CEM colo ca à d is p os iç ã o to da a sua es trutura p a ra a re a liz a ç ã o de d iv e r sas ativ id a d e s m usicais com o o b je tiv o de in te g ra r os c ora is e os c o n juntos já existentes nas em presas aos gru po s d o p ró p rio Sesc. A s em presas interessadas em u tiliz a r esta assessoria de verã o e n tra r em c o n ta to com o C entro Experim ental de M úsica Sesc C onsola ção . Veja p ro gra m a ç ão . Sesc Consolação RESIDÊNCIA CORAL. A tiv id a d e v o l ta da às em presas interessadas em fo rm a r c ora is com seus fu n c io n á rios, sob a o rie n ta ç ã o dos técnicos do Sesc, ou mesmo p a ra aquelas que já possuem gru po s mas neces sitam de salas de ensaio. In fo rm a ções através do telefone 2 3 4 -3 0 1 2 e 2 3 4 -3 0 1 3 . Sesc Consolação
C o n fo r m e p ô d e se r c o n fe r id o na ú ltim a e d iç ã o d a R e v is ta E, a M P B e s tá d e c a r a n o v a e, h o je , p e r m ite m is t u r a s e i n f l u ê n c i a s d e d iv e r s a s s o n o r i d a d e s . D e n tr o d e sse c o n t e x t o , a lg u n s jo v e n s a r tis ta s u n e m a h e ra n ç a h e rd a d a dos nossos g r a n d e s m e s tr e s c o m n o v a s te n d ê n c ia s m u n d i a i s , p r o d u z in d o u m r e s u lt a d o q u e a g r a d a d e s d e o s o u v id o s m a is e x ig e n t e s a té os p é s d a n ç a n t e s m a is á v i d o s . D e o lh o n e s s e n o v o c e n á r i o , o S e sc S ã o C a e ta n o c r io u o p r o je t o p e r m a n e n t e E s tú d io 5 5 4 , u m e s p a ç o q u e o fe re c e a p re s e n ta ç õ e s m u s ic a is a l t e r n a t iv a s e q u e , n e s te m ê s , t r a z jo v e n s m ú s i cos em r e le itu r a s da
B elenzinho Cinesesc C onsolação
SAO
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In terlag o s Ip ira n g a '
Santo A m a São C ae ta r
M a x D e C a s tr o e W il s o n S i m o n in h a , a m b o s f i l h o s d o m ú s ic o W il s o n S im o n a l, s ã o b o n s e x e m p lo s da p r o p o s t a d o p r o je t o e d o c e n á r i o m is c ig e n a d o d e n o s s a m ú s ic a h o je . O s m ú s ic o s s o b e m ao p a lc o d a u n id a d e p a r a a p r e s e n t a r m ú s ic a s d e seus p r im e iro s t r a b a l h o s s o lo .
Dança espetáculos SOCORRO. C oreografias de Anselm o Zolla e O la f Schmiat. Com a C ia. Aze t Dance Co. O espetáculo a b o rd a a so lidã o do ser hum ano e a violência ur bana. Ingressos à venda a p a rtir das 20h. 4 0 lugares. R $6,00, R $3,00 (❖, □ ) e R $2,00 (O). 18, 19 e 2 0 /0 4 . Q u arta a sexta, às 21 h. Sesc Pinheiros
CONVERSAS DE DANÇA. Encontro de bailarinos novos e veteranos para discussão sobre questões relativas ao m ercado de trabalho. G rátis. 2 0 /0 4 . Sexta-feira, às 21 h30. Sesc Pinheiros aulas abertas ARRASTA SANDÁLIA. Samba no pé.. 0 4 , 11, 18 e 2 5 /0 4 . Q uartas, das 18 h3 0 às 20h. Sesc Consolação DANÇAS FOLCLÓRICAS. Com passos característicos executados ind ivid ua l mente e pequenas evoluções em g ru po. A p a rtir de 13 anos. Com Luciana Neves. Grátis. De 15 a 2 9 /0 4 . Do mingos, das 11 h às 12h. Sesc Vila M ariana workshops TÉCNICA PARA CONTEMPORÂNEO. M étodo cria do e desenvolvido po r Sô nia M otaem 25 anos de ensino no Brasil e no exterior, baseado em p rin cípios internacionais adaptados para a rea lid ad e b ra sile ira . 16 vagas. R $ 1 0 ,0 0 (O ), R $ 2 0 ,0 0 (❖ , □ ) , R $30,00. 16, 17, 18, 19 e 2 0 /0 4 . Segunda a sexta, das 12 às 14h. Sesc Pinheiros
BIODANÇA. Desenvolvida através da dança, música, em oção e m ovimento. De 15 a 5 5 anos. Os participantes devem u tiliza r roupas adequadas e trazer cadeado pa ra usar o vestiário. Com de llson Barros. R $25,00 (O) e R $50,00 (□). Sextas, às 19h. Sesc Pompéia DANÇA DO DRAGÃO. Tem com o ca racterísticas prin cip a is o z ig u e z a guear do relâm pago e o espiralar da serpente, movimentos que p ro po rcio nam integração, cooperação. Com D ouglas W eizel e Lara M acedo. R $3,00 (O), R $6,00 (□). Até 3 1 /0 5 . Q uintas, das 14 às 15h. Sesc Carm o DANÇAS CIRCULARES. C aracteriza das por sincronicidade de sons e m o vimentos que expressam a história e os sentimentos de um povo. Q uartas às 14h, R$15 ,0 0 (preço único). Q u a r tas às 20h, R $25,00 (O), R $50,00 (9), 3 0 vagas p o r horário. Q uartas, às 14h e às 20n. Sesc Pinheiros PERCUSSÃO CORPORAL EM M O V I MENTO. A percussão corporal une as técnicas básicas de dança contempo rânea com a percussão, obtida atra vés das mãos, pés e voz. Com Sérgio Rocha. 18 vagas. R $45,00, R $38,00
(□) e R $1 9,0 0 (O). Terças e quintas, às 20 h3 0. Sesc Pinheiros RITMOS BAIANOS. Im provisação e com posição de movimentos rítmicos. Com Á lv a ro dos Santos. 3 0 vagas. A p a rtir de 14 anos. Duas aulas sema nais. 0 7 e 2 1 /0 4 . Aulas abertas. R $3 0,0 0 (□) e R $1 5,0 0 (O , ❖) e R $7,50 (O acim a de 5 5 anos). Até 3 0 /0 6 . Sábados, das lO h às 12h. Sesc Belenzinho BALLET CLÁSSICO. Com Alessandra de Filippi. De 15 a 5 5 anos. R$17 ,0 0 (O ) e R $3 4,0 0 (□ ). S ábados, às 1 1 h45. Sesc Pompéia DANÇA DE RUA. A ulas com exercí cios básicos - alongam ento, aeróbio s, resistência loca liza da , relaxam ento, coordenação, ritmo. Á p a rtir de 13 anos. Com H om ero Lopes. R $38,00 (□ ), R $ 1 9 ,0 0 (O ). De 0 4 / 0 4 a 2 9 /0 6 . Q uartas e sextas, das 16h às 17h. Sesc Vila M arian a DANÇA AFRO-BRASILEIRA, Sesc Belenzinho. Com Á lv a ro dos Santos. 30 vagas. A p a rtir de 14 anos. Duas aulas semanais. Dias 0 7 e 2 1 /0 4 , aulas abertas. R $3 0,0 0 (□) e R $1 5,0 0 (O , ❖) e R $7,50 (O acim a de 5 5 anos). De 0 7 /0 4 a 3 0 /0 6 . Sá bados, das 16h às 18h. Sesc Pinheiros. A p a rtir de 15 anos. R $20,00 (O) e R $40,00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretam ente com o professor. Sextas, às 20h Sesc Pompéia. Com Á lva ro Santos e percussão de V alm ir Fornel. De 15 a 5 5 anos. R $41,0 0 (□) e R $2 0,5 0 (O). Sábados, às 13h Sesc Vila M arian a. A p a rtir de 15 anos. Com M arcos de M ira n d a . R $ 3 0 ,0 0 (□ ), R $ 1 5 ,0 0 (O ). A té 3 0 /0 6 . Sábados, das ló h às 17 h3 0 DANÇA DE RUA Sesc Belenzinho. Com o Prof. Homero Lopes. 0 2 aulas semanais. 3 0 vagas. A cim a de 14 anos. Dias 0 7 e 21 a u las abertas. R $30,00 (□) e R $15,00 (O , * ) e R $7,50 (O acim a de 55 anos). De 0 7 /0 4 a 3 0 /0 6 . Sábados, das 14h às 16h DANÇA DE S A IÃ O Sesc Ipiranga. A perfeiçoam ento. A pa rtir de 16 anos. N a sala 4. Inscri ção com o professor no ho rário de a u la. R $ 4 4 ,0 0 , R $ 2 9 ,0 0 (□ ) e R $22,00 (O). Sábados, às 14h30 Sesc Belenzinho. Com Ricardo Liendo. 4 0 vagas. A cim a de 16 anos. 2 aulas semanais. Taxa de inscrição R $ 1 0 ,0 0 (□) e R $5 ,00 (O , ❖ ). R $50,00 (□), R $25,00 (O). R $20,00 (□ acim a de 5 5 anos), R $10,00 (O acim a de 5 5 anos). De 0 1 /0 4 a 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 15h, ló h (preços promocionais) , 19h, 20h ou 21 h. Sesc Carmo. A cim a de 16 anos. R $19,00 (O), R $38,00. Segundas e quartas, às 19h, terças, às 11 h. Sesc Consolação. R $2 5,0 0 (O) e R $50,00 (□). 4 0 vagas. Segundas e
quartas, às 19h30. Sesc Ipiranga. Iniciação. A p a rtir de 16 anos. N a sala 3. Inscrição com o professo r no h o rá rio de au la. R $44,00, R $29,00 (□) e R $22,00 (O). Terças e quintas, às 19 h 3 0 / sá bados, às 16h. Sesc Pinheiros. A pa rtir de 15 anos. Sábados às 1Oh, 1 1 h 3 0 , 13h e 14h30. R $2 5,0 0 (O) e 5 0 ,0 0 (□). Tur mas mensais, inscrições diretam ente com o professor. Sábados às lO h, l l h 3 0 , 1 3 h e 14h30. Sesc Pompéia. Com Sérgio VillasBôas e N eid e C arvalho. Turmas in i ciantes, interm ediário I e interm ediá rio II. De 15 a 5 5 anos. R $45,00 (□) e R $22,50 (O). Q uartas ou sextas, às 2 0 h / sábados, às 14 h 3 0 / dom ingos, às 13h, 1 4 h 3 0 e ló h . Sesc Santo Amaro. R $40,00 (□) e R $20,00 (O). Sextas, às 18 h 3 0 / sá bados, às 11 h. Sesc Vila M arian a. A pa rtir de 15 anos. Com A ri M atos. R $30,00 (□), R $15,00 (O). Dom ingos, das 10h30 às 12h / 12h às 13h30. DANÇA D O VENTRE Sesc Carmo. A cim a de 16 anos. R $19,00 (O), R $38,00. Sextas, às 17h e 18h30. Sesc Consolação. A p a rtir de 15 anos. 30 vagas po r turm a. R $28,00 (O) e R $56,00 (□). Sextas, às 19 h / sábados, às 12h45. Sesc Ipiranga. Iniciação e A p e rfe i çoamento. A pa rtir de 16 anos. Inicia ção, às 14h 30 , na sala 3. A p erfe i çoamento, às ló h , na sala 4. Inscri ção com o professor no ho rário de au la. R $ 4 4 ,0 0 , R $ 2 9 ,0 0 (□) e R $22,00 (O). Sábados. Sesc Pinheiros. A pa rtir de 15 anos. Segundas e qu arta s às 2 0 h l 5. R $38,50 (O) e R $77,00 (□). Sextas às 20 h3 0 e sábados às 1Oh e 11 h30. R $27,50 (O) e R $55,00 (□). Turmas mensais, inscrições diretam ente com a professora. Segundas e quartas, às 2 0 h l 5 / sextas, às 2 0 h 3 0 / sábados, às 1Oh e 11 h30. Sesc Pompéia. Com Fátima Stella Bra
ga. De 15 a 5 5 anos. Iniciante, R $26,00 (O) e R $52,00 (□). Q uartas, às 19h. Sesc Santo Amaro. R $40,00 (□) e R $20,00 (O). Segundas, às 19h. Sesc Vila M ariana . A pa rtir de 15 anos. Com A ngélica Rovida. Q uartas e sextas, das 2 0 h 3 0 às 2 1 h 3 0 . R$38,00 (□), R $19,00 (O). Sábados, das 10 h3 0 às 12h. R $30,00 (□), R $15,00 (O). DANÇA FLAMENCA Sesc Ipiranga. Iniciação. A p a rtir de 16 anos. N a sala 3. Inscrição com o professor no h o rá rio de aula. R $60,00, R $40,00 (□) e R $30,00 (O). Sábados, às 13h. Sesc Pinheiros. A pa rtir de 15 anos. R $26,50 (O) e R $53,00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professora. Sábados, às 9h 30 e 11 h. Sesc Pompéia. Com Daniela Libâneo e Fábio Sardo. De 15 a 55 anos. Ini ciantes: 5 0 ,0 0 (□) e R $30,00 (O). Avançados: R $60,00 (□) e R $35,50 (O). Sábados; iniciantes, às 15h, avançados às 16h. Sesc Vila M ariana. A p a rtir de 15 anos. Com D ébora Neffucci. R $30,00 (□ ), R $ 1 5 ,0 0 (O). Sábados, das 1O h l5 às 11 h45 e 11 h45 às 13 h l 5. DANÇA INDIANA Sesc Carmo. Com Patrícia Romano. R $38,00 (□), R $19,00 (O). Sextas, das 18 h 30 às 20h30. Sesc Pinheiros. A p a rtir de 15 anos. R $30,00 (O) e R $60,00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professora. Sextas, às 20h.
Sesc Pompéia. Com Alessandra de Fi lippi. De 15 a 55 anos. Iniciante. R $32,00 (□) e R $16,00 (O). Interme d iá rio I, R $34,00 (□) e R $17,00 (O). In term ed iá rio II, R $3 8,0 0 (□) e R $19,00 (O). Sábados; Iniciante, às 9h30, Interm ediário I, às 10h30, In term ediário II, às 13h.
revista &
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Literatura
Multimídia G rátis. D om ingos, às 13h. Sesc V ila M aria n a palestras ESTAÇÃO LEÍTURA O projeto busca aproxim ar o público de importantes nomes da literatu ra. «Bartolomeu Campos Quei rós. N ascido em Belo H orizon te, Bartolomeu Campos Queirós é escritor desde 1971 e g a nhou, entre outros, os prêmios Jabuti e Selo de O uro. Grátis. 2 1 /0 4 . Sábado, 16h. «Ruy Castro. Jornalista com vasta passagem pela imprensa cario ca e paulistana, Ruy Castro é autor de vários livros, entre eles O A n jo Pornográfico, A Vida de Nelson Rodrigues, Estrela Solitária, Um Brasileiro cham a do G arrincha e Chega de Sau dade, A História e as Histórias da Bossa Nova. Grátis. 2 4 /0 4 . Terça, às 20h. Sesc Belenzinho oficinas PROCESSO DE CRIA ÇÃO. Com o se desenrola o processo criativo de uma ficção? Com o escrito r Ig n á c io de Loyola Brandão. 2 0 vagas. R$ 4 0 ,0 0 , R$ 3 0 ,0 0 {□ ) e R$ 2 0 ,0 0 (O). De 10 a 2 4 /0 4 . Terças, q u in tas e sexta, às 19h 30 . Sesc Vila M a ria n a
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o Estação Leitura, dia 24, às 20h, no Sesc Belenzinho especial 100 A N O S DE CORDEL. M ostra co m em orativa da histó ria dos 10 0 anos do C ordel no Brasil, apresen ta nd o ilustrações, m atrizes ae x ilo gravuras, folhetos de cord el, g ib is, painéis com fotos e textos de a u to res sobre o assunto, pa le s tra , espetáculos te atra is, e xib iç ã o de filmes e com idas típicas. Á re a da C onvivência. G rátis. De 1 7 /0 4 a 2 7 /0 5 . Terça a d o m in go , das 1Oh às 21 h .«Exposição iconográfico. 3 0 0 folhetos de cordel da coleção do pro f. Joseph Luyten «Benditos. M ostra do fo tó g ra fo cearense Tiago Santana, que registra as rom arias à J u a z e iro do N o rte . G rá tis . De 1 7 /0 4 a 2 7 /0 5 . Terça a d o m in go , das 1Oh às 21 h. «As Faces do Cor del. Espetáculo que fa z um viagem alegre e em ocionante pelo universo da cultura p o p u la r e da literatura de C ordel.C om a C ia. de Teatro Kolo n dria. 21 e 2 2 /0 4 , sábado e dom ingo, às 15h , A rea de C onvivên cia. G rátis. «Coração Dilacerado.
52 revista G
Texto baseado na o b ra de A ria n o Suassuna, que trata da v a id a d e , da sedução, da p a ix ã o e do c a rá te r hum ano. Com a Casa de Teatro Pro duções Artística s de C u ritib a . 18 e 2 9 /0 4 , sáb ad o e d o m in g o , às 15h. Á re a de C onvivência. G rátis. «De repente, o Cordel. Espetáculo in fa ntil que a b o rd a o encontro de dois poetas repentistas que re a li zam um de safio na noite de a n iv e r sário de um Rei M e d ie val. , 2 8 /0 4 às 11 h e 2 9 /0 4 às 17h. Á re a de C onvivência. G rátis. C o n fira a p ro gra m a ç ão na unida de . Sesc Pompéia espetáculos PALAVRA EM M O VIM EN T O . A n a r rativa o ra l reve la nd o contos, lendas e histórias tra d ic io n a is de to dos os cantos. D ia 0 1 /0 4 , A le ja n d ra M a cha do ; d ia 0 8 /0 4 , Nelson N aca cché; d ia 1 5 /0 4 , Á n d ré a C avin ato em C aixa de Fuxico; d ia 2 2 /0 4 , com C h ic o dos Bonecos e d ia 2 9 /0 4 , C hico dos Bonecos. A triu m .
bibliotecas BIBLIOTECA. Sesc Pompéia. O fe rece livros de arte , lite ra tu ra e histó ria s em qu a d rin h o s . Terça a sáb a d o , das 9h às 21 h 3 0 , doÊ m ingos e fe ria d o s , das 9h às #Vj 2 0 h 3 0 . Sesc C arm o. G rátis . Segunda a sexta, dás 1Oh às 19n. serviços SALA DE LEITURA. O s p r in c i pais jo rn a is e revistas, n a c io| nais e im p o rta d o s , p a ra conI sulta. G rátis. Sesc Pompéia. Terça a sá b a do, das 9h às 21 h 3 0 , do m in go s e fe ria d o s , das 9h às 2 0 h 3 0 . Sesc Santo A m aro. Segunda a sex ta , das lO h às 19h , sábados, das lO h às 1 8h. Sesc Carm o. Segunda a sexta, das 9h às 19h. SALA DE LEITURA E JOGOS Á re a de convivência p a ra recreação e lazer destinada ao pú blico de to das as idades, com jornais, revistas nacionais e estrangeiras, gibis e jo gos de mesa. G rátis. Segunda a sex ta , das 9h às 19h Sesc Carmo espaço lúdico ESPAÇO LÚDICO. D ed icad o ao p ú b lic o in fa n to -ju v e n il esse espaço p a ra leitu ra , joaos e brin c a d e ira s pe rm ite desenvptver ha bilid a d e s e estim ular a c ria tiv id a d e com jogos educativos. G rá tis . De 01 a 3 0 /0 4 . Segunda a Sexta, das 9h às 19h. Sesc Carm o
e x p o s iç ã o d e fo to s C IN E ESTRELAS: AS M U L H E RES N O C IN E M A N A C IO N A L . E x p o s iç ã o fo to g r á fic a em h o m e n a g e m às m u lh e r e s q u e p a r tic ip a r a m d o c in e m a na c io n a l, re s g a ta n d o os d iv e r sos p e r ío d o s d a film o g r a fia b r a s ile ir a . « C ic lo d e F ilm e s . M o s tr a de v íd e o s q u e r e tr a ta m a lg u m a s m u sa s d o c in e m a n a c io n a l, na Sala de V í d e o . D e 01 a 0 8 /0 4 . D o m in go s, da s 1 3 h às 1 7 h . « C in e E s tre la s . F o to s d e a triz e s e d ir e t o r a s d o c in e m a n a c io n a l. D e 01 a 0 8 /0 4 . Q u a r ta a d o m in g o s e fe r ia d o s , da s 9h Sesc In te r la g o s m u lt im íd i a ESPAÇ OS DE IN T E R N E T L I VR E. São e s p a ç o s d o ta d o s de to d o o a p a r a to te c n o ló g ic o n e c e s s á r io p a ra n a v e g a ç ã o na in te r n e t: m ic r o s de ú l t i m as g e ra ç ã o , a ce s so em b a n da la rg a , te la s e te lõ e s de p la s m a , s is te m a de s o m . Sesc P o m p é ia , Sesc C o n s o la ç ã o , Sesc V ila M a r ia n a , Sesc I p i ra n g a , Sesc C a rm o , Sesc Be le n z in h o , Sesc C a m p in a s e Sesc A r a r a q u a r a . A p a r t i r de 1 8 /0 4 . PLUGSESC. T e r m in a l de c o m p u ta d o r p a ra c o n s u lta s , c o lo c a d o à d is p o s iç ã o do s fr e q ü e n t a d o r e s p a ra a ce sso à I n te r n e t e c o n s u lta d e C D R O M , e n r iq u e c e n d o as fo n te s d e in fo r m a ç ã o da Ilh a de L e itu r a . G r á t is . Á re a da C o n v iv ê n c ia . T e rç a a s e x ta , das 8 h 3 0 às 21 h / s á b a d o s , d o m in g o s e fe r ia d o s , da s 9 h às 1 7 h .. Sesc Ip ir a n g a SALA DE LE IT U R A , JO G O S E M U L T IM ÍD IA . E sp aço de c o n v iv ê n c ia co m jo r n a is , r e v is ta s, c o m p u ta d o r c o m ace sso à in t e r n e t , jo g o s em C D R O M s c o m o FIFA 2 0 01 e Xa d r e z . Q u a r ta s a d o m in g o s e fe r ia d o s , da s 9h às 1 7h . Sesc In te r la g o s s e rv iç o s N Ú C L E O M U L T IM ÍD IA . E sp a ç o d e s tin a d o ao uso d e e q u i p a m e n to s m u lt im í d ia , in t e r n e t, C D -R o o m n s c u ltu r a is e m u s ic a is . N a v e g a ç ã o i n d i v i d u a l na re d e ( lim it e d e 45 m in u t o s ) c o m o r ie n ta ç ã o so b re s ite s c u ltu r a is e e d u c a ti v o s . A p a r t ir d e 13 a n o s . A g e n d a r h o r á r io n o lo c a l. S e rv iç o e x c lu s iv o p a ra m a tr i c u la d o s n o Sesc. G r á tis . De 01 a 2 9 /0 4 . T e rç a a s e x ta , das 1 3 h às 21 h 3 0 . S á b a d o s , d o m in g o s e fe ria d o s , da s 10 h às 1 8 h 3 0 .. Sesc V ila M a r ia n a
Artes Plásticas
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FALA, M A N O ! Oficinas, debates, expo sições, passeios e apresentações artísti cas estão programadas e abertas ao público - inteiramente grátis! Até 15 de abril, nas unidades do Sesc na cidade de São Paulo. «De Olho em São Paulo. Curso que utiliza a linguagem fotográfi ca para documentar a cidade. Com M alu Dabus Frota. 10 vagas. Até 0 7 /0 6 . Quintas, das 19h às 21 h30. •H ip Hop Graffití! Exposição com de senhos realizados na cidade de São Paulo durante a década de 90. De Cláudio Schapochnik. Até 1 5 /0 4 . Sesc Pompéia FALA, M A N O ! Oficinas, debates, expo sições, passeios e apresentações artísti cas estão programadas e abertas ao público - inteiramente grátis! Até 15 de abril, nas unidades do Sesc na cidade de São Paulo. «Jardim Primavera sob o Olhar da Comunidade. Exposição re sultante das oficinas de fotografia alter nativa e de muro verde, na Sala de Leitura. De 01 a 2 2 /0 4 . Quartas a dom in gos e feriados, das 13h às 17h. Sesc Interlagos exposições A ETNIA INDÍGENA EM SEU DIREITO DE PRESERVAÇÃO. Exposição da fotó grafa Nalva M aria/so bre os índios gua ranis de Parelheiros. Sala de Leitura, Jo gos e Multimídia. De 1 9 /0 4 a 2 7 /0 5 . Quartas a domingos e feriados, das 9h à s lT h . Sesc Interlagos A POESIA DA NATUREZA. Obras do acervo do SESC, tais como lole di Natale, Siron Franco, Filinto M achado Sil va,Giam battista, José M apacaram a, Ramon Mosqueira Lopes, A parício Basílio da Silva, João Câmara. Hall de Ex posições. De 01 a 2 2 /0 4 . Quartas a domingos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos CAMB1ANTES. Trabalhos dos fotógrafos Neide Jallageas e W ilton Garcia, tendo em comum a tem ática/corpo e a lingua gem /fotografia. Até 0 6 /0 4 . Segunaa a sexta, das 9h30 às 18h. Sesc Paulista ARTISTAS E ARTEIROS. As Oficinas de Criatividade oferecem mais um espaço onde o público poderá experimentar d i versos materiais e técnicas, participar de construções coletivas e ter contato com diferentes linguagens artísticas. Com Cândida de Godoy. Grátis. De 0 7 a 2 9 /0 4 . Sábados e domingos, das 14h às 17h. Sesc Pompéia aulas abertas BOLSAS DE FUXICO. Com Cláudia Meneguelo. 15 vagas. A partir de 15 anos. R$2,50 (O) e R$5,(DO (□). Inscrições com 1 hora de antecedência. 07 e 0 8 /0 4 . Sábado ou domingo, das lOh às 13h. Sesc Pompéia KIRIGAMI. Arte japonesa que permite criar cartões tridimensionais a partir de uma única folha de papel. Com Ales sandra Tami Kobayashi. 15 vagas. A
partir de 15 anos. R$2,50 (O) e R$5,00 (Q). Inscrições com 1 hora de antecedência. 21 e 2 2 /0 4 . Sábado ou domingo, das 1Oh às 13h. ' Sesc Pompéia PATCHWORK. Confecção de pe ças utilitárias utilizando retalhos coloridos. Com Roseli dos Santos Antonio. 15 vagas. A pa rtir de 15 anos. R$2,50 (O) e R$5,00 (□). Inscrições com 1 hora de antecedência. 14, 15, 28 e 2 9 /0 4 . Sábados ou domingos, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia
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PINTURA EM FAIANÇA. Com O ey Eng Goan, ceramista. 15 I vagas. A partir de 15 anos. R$2,50 (O) e R$5,00 (Ü). Inscri ções com 1 hora de antecedên cia. Até 0 1 /0 4 . Sábado ou d o mingo, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia
AQUARELA. Com M aria Izabel j Cardoso. A p a rtir 15 anos. R $7 2,0 0, R $6 0,0 0 (□ ) e R $3 0,0 0 (O ). Até 3 0 /0 6 . Quintas, das 14h às 17h. Sesc Pompéia ARTE SOBRE TECIDO. j Sesc Ipiranga. Com Eduardo Kneipp. A pa rtir 15 anos. Aula dem onstrativa 0 3 / 0 4 , às 9h, Sesc Pompéia. Com Eduardo Kneipp. A p a rtir 15 anos. R $9 6,0 0, R $8 0,0 0 (□ ) e R $40,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Ter ças, das 15h às 17 h 30 ou das 19h às 21h30. | BORDADO. V á ria s técnicas serão abordadas. R $30,00, R $22,50 (□) e R$15,00 (O , ♦ ). 10, 12, 17, 19, 2 4 e 2 6 /0 4 . Terças e quintas, das 18 h l 5 às 2 0 h l5 . Sesc Santo Amaro CERÂMICA E MODELAGEM EM ARGI LA. Técnicas básicas, iniciação ao tor no, esmaltação eescultura. Com O ey Eng Goan e G iedre Ag uirra . A partir de 14 anos. R$72,00, R $60,00 (□) e R$30,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terças, das 14 h 30 às 17 h 3 0 / quartas, das 14h 30 às 17h30 e das 19n às 21 h 3 0 / quin tas, das 19h às 21 h 3 0 / sextas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia ENCADERNAÇÃO. Diferentes tipos de encadernação com destaque para a artística. Com M arisa Junqueira. A pa rtir de 15 anos. R$84,00, R$70,00 (O) e R $35,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Q u a r tas, das 14h às 17h / 18h30 às 21h30. Sesc Pompéia ESCULTURA E MODELAGEM: PEDRA, ARGILA E FUNDIÇÃO. Com Regina C arm ona. A p a rtir de 15 anos. R $84,00, R $70,00 (□) e R$35,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Sábados, das 14h às 17h. Sesc Pompéia
GRAVURA EM METAL Fundamentação teórico-prática e exercícios dos procedi mentos específicos como meio de reali zação e produção de gravação de uma matriz e da impressão de estampa. Com Evandro Carlos Jardim e Valdir Flores Teixeira. A partir de 16 anos. R $96,00, R$80,00 (□) e R$40,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Sextas, das 14h às 20h. Sesc Pompéia H .Q . E CARICATURA. Com G áu Fer reira. A p a rtir de 12 anos. R $72,00, R $60,00 (□) e R $30,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Sábados, das 1Oh às 13h ou das 14h às 17h. SESC Pompéia JOALHERIA ARTÍSTICA. Com Patrício A lz a m o ra e M a rin a M elego. A pa rtir de 16 anos. R $84,00, R $70,00 (□) e R $35,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Q uintas, das 19h às 21 h 3 0 /s á ba do s , das lO h às 13h. Sesc Pompéia MARCENARIA - CURSO BÁSICO. Noções básicas de m arcenaria e exe cução de projetos individuais. Com A rlin d o Gomes, D ario Fonzar, ou Heraldo da M ota Enrique. A pa rtir de 18 anos. R $72,00, R $60,00 (d)e R $30,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terças ou quartas, das 13h 30 às 15 h 3 0 ;l 5h 30
às 17 h 3 0 ; 17 h 30 às 19h 30 ; 19h30 às 21 h 3 0 ; sextas, das 19h às 21 h; sábados, das 14h às 16h. Sesc Pompéia OBJETOS DECORATIVOS EM PAPEL MACHÊ. Com Luis Masse. R $36,00, R $ 3 0 ,0 0 (□ ), R $ 1 5 ,0 0 (O ). Até 3 0 /0 5 . Q uartas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia PATCHWORK. C onfecção de peças utiliz a n d o retalhos colo rid os de teci do, em fo rm a de mosaico. Com Ro seli dos Santos A n to n io . As m áq ui nas de costura são gentilm ente ced i das pe la Elgin S / A . R $ 7 2 ,0 0 , R $ 6 0 ,0 0 ( □ ) R $ 3 0 ,0 0 (O ). A té 3 1 / 0 5 . Q u in ta s , das 9 h 3 0 às 12h 30 . Sesc Pompéia PINTURA, RECICLAGEM E PESQUISA. Com Sara G oldm an Belz. R$72,00, R$60,00 (□) e R $30,00 (O). De 0 4 a 2 5 /0 4 . Q uartas, das 19n às 21 h30. Sesc Pompéia PINTURAS ESPECIAIS DECORATIVAS. Com Helena Pereira de Q ueiroz. A pa rtir de 17 anos. R $72,00, R$60,00 (□) e R $30,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Ter ças, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia
revista &
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Artes Plásticas RAKU. Ciclo completo do técnica de Raku: preparação do barro, construção, queima e esmaltação. Com Sara Carone. R$96,00, R$80,00 (□) R$40,00 (O). Até a 0 8 /0 5 . Terças, das 19h às 21n30. Sesc Pompéia RESTAURAÇÃO E RECICLAGEM DE MÓVEIS E OBJETOS. Com Ana Lúcia Marcondes. A pa rtir de 18 anos. R$72,00, R$60,00 (□) e R$30,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Quartas, das 9h30 às 12h30; quintas, das 18h30 às 21 h30. Sesc Pompéia TAPEÇARIA - CURSO AVANÇADO. Ta peçaria artística, elaboração de proje tos individuais, diagram ação em tear de pedal e aperfeiçoamento de técnicas. Com Tiyoko Tomikawa. A partir de 14 anos. R $120,00, R $1 00 ,00 (□) e R$50,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Quartas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia TAPEÇARIA - CURSO BÁSICO. A rm a ção e montagem do tear, urdidura, tece lagem e acabamento. Com Tiyoko Tomi kawa e M ara Doratiotto. A partir de 14 anos. R$96,00, R$80,00 (Q) e R$40,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Terças, das 14h às 17n; quartas, das 19h às 21 h30; quin tas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia TAPEÇARIA ORIENTAL Técnicas turcas de tapeçaria (Smyrna e Gliordes). Com Sergio Brozoski. A partir de 14 anos. R$60,0 0, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Sextas, das 14h às 17h. Sesc Pompéia TAPEÇARIA - ARRAIOLOS. Com Sérgio Brozoski, artesão. A partir de 14 anos. R $60,00, R$50,00 (□) e R$25,00 (O). Até 3 0 /0 6 . Sextas, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia fotografia FOTOGRAFIA DE ESPETÁCULO. Com Jefferson Barcellos. R $120,00, R$100 ,0 0 p ) R$50,00 (O). Até 2 7 /0 6 . Quartas, das 19h às 21 h30. Sesc Pompéia FOTOGRAFIA P & B - BÁSICO. Com Gisele Macedo, Marcelo Scandaroli e Sérgio Ferreira. A partir de 18 anos. R$120,00, R$100,00 p ) e R$50,00 (O). Até 1 4 /0 7 . Terças, das 19h às 21 h 3 0 / quintas, das 14h30 às 1 7 h / sábados, das 9h30 às 12h. Sesc Pompéia
R $50,00 (O). De 0 7 /0 4 a 0 5 /0 5 . Sá bados, das 14h às 1Th. Sesc Pompéia NÚCLEO DE LINGUAGEM FOTO GRÁFICA. Através de exercícios ex perim entais em outras linguagens, pretende-se reconhecer ou a p ro fu n d a r eixos te máticos de tra b a lh o . Re quisitos: possuir curso básico de fo to g ra fia e conhecimentos de la b o ra tó rio p& b . Com A n ge la Di Sessa. A p a r tir de 18 anos. R $ 6 0 ,0 0 , R $5 0,0 0 p ) e R $2 5,0 0 (O ). A té 0 8 /0 7 . Q u in ta s, das 19h às 2 1 h 3 0 . Sesc Pompéia PALESTRA - NÚCLEO DE LINGUA GEM FOTOGRÁFICA. M ensalm ente é re a liz a d o um encontro com fo tó g ra fo s ren om ad os, que além de m ostrar seus trab alh os abrem dis cussões sobre a dive rsid ad e da linuagem fo to g rá fic a . O c o n vida do este mês é o fo tó g ra fo A raq ué m A l c ân ta ra . G rátis. 2 6 /0 4 . Q u in ta , às 19h. Sesc Pompéia PROJETO CIR C UN VIZIN HA N Ç A. Re gistro fo to g rá fic o da histó ria do Be len zinh o, pelo fo tó g ra fo G a l O p p ido. G rátis. A té 0 1 /0 4 . Sesc Belenzinho oficinas MACRAMÉ. A p re n d a os sofisticados nós, laçadas e trançados dessa téc nica secular. Com A g n a ild a de Sou z a Santos. A c im a de 16 anos. R $4 0,0 0 em 2 vezes de R $2 0,0 0 (O ). Á té 2 9 /0 6 . Terças e sextas, das 18h às 20h. Sesc Carmo OFIC IN A DE ARTE. O rie n ta ç ã o às técnicas de a q ua rela e gra v u ra , inte gra nte da exposição A Poesia da N a tu re z a .. De 01 a 2 2 /0 4 . Q u a rta a dom ingos e feriados, das 9h às 17h. SEesc Interlagos OFIC IN A DE PAPEL, DESIGN E C O LAGEM. Com Sara G o ld m an Belz. N a Sala 1. A p a rtir de 14 anos. R $ 2 5 ,0 0 , R $2 0,0 0 p ) , R $1 5,0 0 (❖) e R $1 0,0 0 (O ). De 0 4 / 0 4 a 2 9 /0 6 . Terças e quintas, das 14h às 17h. Sesc Ip iranga SABONETES ARTESANAIS. R $3 0,0 0 P ) e R $1 5,0 0 (O ). 0 4 , 11, 18 e 2 5 /0 4 . Q u arta s, das 14h às 17h. Sesc Santo Am aro
FOTOGRAFIA P & B - INTERMEDIÁRIO. Desenvolvimento da linguagem fotográ fica. Com Sérgio Ferreira. 10 vagas. A p a rtir de 18 anos. R $120,00, R $100,00 p | e R $50,00 (O). Até 13 /0 7 . Sextas, das 19h às 21n30. Sesc Pompéia
TEAR M ANUAL. Com M a ria A rm in da da Silva Dores. A c im a de 16 anos. R $ 4 0 ,0 0 em 2 vezes de R $2 0,0 0 (O ). A té 1 2 /0 7 . Q uintas, das 18h às 20 h. SESC Carmo
FOTOJORNAUSMO: O Flash e Suas Técnicas. Serão abordados os dois tipos de flash: tocha e cobra; e diferentes mo dos de operação: manual, automático e TH. Requisitos: possuir equipamento fo tográfico 35mm, flash e ter conhecimen tos básicos em fotografia. Com André Douek. R $120,00, R $100,00 p )
TÉCNICAS DECORATIVA. Pátina, vitral C aja rm a q u in o , latonagem e p in tura em cerâm ica a frio Com C oncei ção A . Salva. A c im a de 16 anos. R $4 0,0 0 em 2 vezes de R $2 0,0 0 (O ). A té 2 7 /0 6 . Segundas e q u a r tas, das 18h às 20h. Sesc Carmo
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Cinema & Video festivais VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE DO CUMENTÁRIOS. Principal evento dedica do à produção não-ficcional na América Latina. Mostra competitiva nacional e in ternacional. Grátis. De 03 a 0 8 /0 4 . Sesc CineSesc XXVII FESTIVAL SESC DOS MELHORES DO AN O. De 10 a 1 9 /0 4 serão exibidos os melhores lançamentos de 2000, esco lhidos pelo voto da crítica especializada e do público. Confira a programação no Sesc CineSesc
PROJETO ESCOLA N O CINESESC - SES SÕES INFANTO-JUVENIS. Estamos agendando escolas e grupos para assis tir a filmes, até 6 de julho. Os interessa dos podem escolher um dos filmes dispo níveis, conforme a faixa etária e agendar a sua turma, em horários diversos, inclu sive final de semana. Para agendar é só ligar para o cinema, 3 0 6 4 1668. R$3,00. Professores e monitores não pa gam. Acesso universal para cadeirantes, inclusive na platéia. Até 0 6 /0 7 . «IGriku. (França/1999) Dir. Michel Ocelot. Dese nho animado dublado, que une o incrível imaginário de lendas africanas com o rafismo modemo. (98'). Faixa etária inicada de 4 a 12 anos. «Menino Maluqinho II. (Brasil/l 998) Dir. Fabrízia Alves Pinto e Fernando Meirelles. Com Samuel Costa, Stênio Garcia, Antonio Pedro e Betina Viany. Depois de perder seu avô Passarinho, Maluquinho descobre seu outro avô, o vô Tonico, inventor genial, mas completamente biruta. (92'). Faixa etária indicada de 8 a 14 anos. «Meni no Maluquinho I. (Brasil/l 995) Dir. Hel vécio Ratton. Com Samuel Costa, Patrícia Pillar, Luiz Carlos Arutim e Vera Holtz. N o final dos anos 60 a turma de Maluquinho avenfura-se em corridas na fazenda com o Vô Passarinho. (92'). Faixa etária indi cada de 6 a 12 anos. «Os Três Zuretas.( B ras il/l 995) Dir. Cecílio Neto. Com Cláudio M arzo, W alderez de Barros, Guto Coelho, Júlio Torres e Ronaldo Fran ça. O filme conta as aventuras dos meni nos Joaquim, Zezo e Pelé numa cidade do interior, na década de 60. (82'). Fai xa etária indicada de 5 a 12 anos. Sesc CineSesc NOTTES FEUNIANAS. Quatro filmes em 35mm, do diretor italiano Federico Fellini. Quintal. Grátis. • Show de abertura com Cida Moreira. 0 4 /0 4 , às 19h. •Noites de Cabíria. 1957. 11 Omin. 0 4 /0 4 , às 20h. «La Dolce Vita. 1960. 173min. 11 /0 4 , às 20h. «A Voz da Lua. 1990. 118 min. 18 /0 4 , às 20h. • Ginger e Fred. 1986. 12ómin. 2 5 /0 4 , às 20h. Sesc Ipiranga
CINEMA COMENTADO. O historiador e professor Ricardo Rizek faz a análise sim bólica dos filmes que, em seguida, são apresentados na sua íntegra. «Rei Lear. King Lear. Grã-Bretanha. Direção de M ichael Elliott. Com Laurence Olivier. Um velho rei, cansado de si mesmo, decide repartir seu reino a fim de doá-lo para sua três filhas. Porém, para receber o seu quinhão, cada uma delas teria de procla
mar, o amor pelo pai. Dia 0 5 e 19 /0 4. Quinta, às 19h. «À Última Tempestade. Prospero's Books, 1991. Holanda, Fran ça, Itália. Direção de Peter Greenaway. Baseado na peça A Tempestade, de W illiam Shakespeare, o filme mostra a histó ria de um duque que, traído pelo irmão, é deixado numa ilha na companhia de sua filha e de seus livros. 19 e 2 6 /0 4 . Quinta, às 19h. Sesc Belenzinho ENCONTRO COM O CINEMA. Recebe o diretor documentarista Eduardo Coutinho, diretor de filmes como Cabra M ar cado Para M orrer e Babilônia 2000. Exi bição do filme Santa Forte, seguido de bate-papo com o diretor. 0 4 /0 4 às 19h. Choepria. Grátis. Sesc Pompéia SALA DE VÍDEO. Q uarta a domingo, das 9h às 17h. Sesc Itaquera palestras CINEMA & CONHECIMENTO. Auditório. Grátis. Retirada de ingressos na Central de Atendimento «Cinema - Educação Novas Possibilidades. Exibição do filme Nós que aqui estamos, por vós espera mos, de Marcelo Mazagão. Comentários de Ádem ar de Oliveira. 0 3 /0 4 . Terça, às 19h. • Cinema como Entretenimento. Exibição do filme A Grande Arte, de W alter Salles Jr. Comentários de José M ario Ortiz. 10 /0 4 . Terça, às 19h . «O Cinema, a Ética e a Política. Exibição do filme O que é isso Companheiro, de Bru no Barreto. Comentários de ítalo Tronca. 17 /0 4 . Terça, às 19h. «O Cinema Brasi leiro na Era da Globalização. Exibição do filme Sábado, de Ugo Giorgetti. Co mentários de Luiz Carlos Merten. 2 4 /0 4 . Terça, às 19h. Sesc Vila Mariana
UNKS URBANOS. Cursos e oficinas em diversas áreas da criação e produção ar tística visual. «Making in Vila. Do roteiro ao vídeo. A vivência e a experimentação em vídeo prevendo a escrita do roteiro, a captação de imagens e a composição de um vídeo sobre o Sesc Vila Mariana. Coordenação de Lucila Meireles. A partir de 15 anos. 25 vagas. R $40,00, R$30,00 p ) e R$20,00 (O). De 18 a 2 9 /0 4 . Quartas e sextas, das 18h30 às 21 h30. Sábados e domingos, das 13h Sesc Vila Mariana B elen zin h o Cinesesc C onsolação
Santo A m a ro São C ae ta n o
às 18h30. Sesc Vila M aria n a BASQUETE Sesc Vila M aria n a. A p a rtir de 15 anos. R $3 8,0 0 (□ ), R $1 9,0 0 (O). Q u arta s e sextas, das 18 h 3 0 às 20h. ESPORTE PARA ADOLESCENTES. De 13 a 17 anos com du raçã o de 2 me ses. G rátis. • Futsal. Terças e quintas, às 16h. «Tênis. Terças e quintas, às 16h. •V ô le i. Iniciação nos fundam en tos básicos d a m o d a lid a d e . A té 2 6 /0 4 . Terças e quintas, às 10h.. Sesc Santo Am aro FUTSAL Iniciação nos fundam entos básicos da m od alida de . Sesc Vila M aria n a. G ru p o fem inino. A p a rtir de 15 anos. R $3 8,0 0 (□ ), R $1 9,0 0 (O ). Terças e quintas, às 20h.
ESCALADA ESPORTIVA. Vivência dos fu ndam entos básicos, técnicas de se g u ra n ça e uso de eq uipam entos. G rátis. Q u arta s e sextas, aas 16h às 1 9 h3 0. Sábados, dom ingos e fe ria dos, das 11 h às 17h. Sesc Belenzinho ESPAÇO RADICAL. Espaço com ram pas e obstáculos p a ra a prá tica de esportes, com o skate e patins. Q u a r tas a dom ingos e feriados, a p a rtir das 9h. Sesc Interlagos FESTIVAL DE VOLEIBOL. D irig id o a adolescentes e adultos. Inform ações e inscrições no 6e a n d a r/to rre B. De 17 a 2 9 /0 4 . Sesc Vila M aria n a FESTIVAL MUNICIPAL DE CAPOEIRA DE SÃO PAULO. Prim eira etapa do festival aue reunirá 7 0 academ ias e grupos ae cap oe ira que dem onstra rão o jog o de desenvoltura e destre za e o m aculelê. 0 7 /0 4 . S ábado, às 9h. Sesc Itaquera I FESTIVAL DE M IN I BASKETBALL MASCULINO. A Federação Paulista de Basketball e o SESC Consolação promovem este festival p a ra desper ta r o interesse e estim ular essa p rá ti ca desportiva. G rátis. 0 6 e 0 7 /0 4 . Sexta, às 14h. Sábado, às 9h 30 . Sesc Consolação I M IN I FESTIVAL DE BASKETBALL FE M IN IN O . A Federação Paulista de Basketball e o Sesc C onsolação re a li z a rã o este festival nos dias 0 4 e 0 5 de m aio. Poderão p a rtic ip a r d o even to clubes, escolas, associações ou
grupos independentes. Id ade m áxim a 12anos. Inscrições p o r fa x (01 1) 251 - 0 8 6 2 ou e-m ail fpb@ fpb.com .br. G rátis. De 0 2 a 2 7 /0 4 . Sesc Consolação RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. V ô lei, basquete, fu tsal, handebol no g i násio e quad ras externas. Futebol de are ia , tênis de cam po, atletism o e fu te bol de cam po. Q u arta s a do m in gos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos CLUBE D O PEDAL •Trilha de Salesópolis. Salesópolis é uma pequena cida de , na Serra do M ar, a aproxim ad am en te 110km de São Paulo, mais conhecida d e vido à nascente do Rio Tietê. Percurso de 39 km. R $ 2 5 ,0 0 , R $ 2 0 ,0 0 (□ ) e R $1 0,0 0 (O ). A c im a de 16 anos. Ins crições prévias na Á re a de C onvivên cia. Uso o b rig a tó rio de capacete. O rie n ta ç ã o dos Técnicos do S e s c .2 2 /0 4 . D om ingo, às 7h.. Sesc Ipiranga aulas abertas GINÁSTIC A ARTÍSTICA. G rátis. De 6 a 12 anos. 0 7 , 14, 21 e 2 8 /0 4 . Sá bados, das 12h às 14 h. Sesc Santo Am aro JOGOS AQUÁTICOS. Pólo ou bas quete ad ap ta do . Sábados, às 13h. Sesc Consolação TAI CHI CHUAN Sesc Belenzinho. Com M arcelo M a rtin e lli e Jaim e Kuk. G rá tis . A té 3 0 /0 4 . Dom ingos, às 1 Oh.
AIKIDO. Com Sandra Caselato e Yuri Haasz. R $2 5,0 0 (O ), R $5 0,0 0 (□ ).
In form ações no l 2 a n d a r d o C on jun to Esportivo. De 0 1 / 0 4 a 3 1 /1 2 . Q u arta s , às 19h. Sesc Pompéia ATUALIZAÇÃO PARA ARBITRAGEM ESPORTIVÁ. C urso d e s tin a d o aos professores da rede pú blica que p a r tic ip a rã o dos Jogos Escolares e que tem com o o b jetiv o discutir as regras do futsal, basquete, v oleibol e ha nd e bol. 2 5 0 vagas p o r m odalida de . 0 5 a 0 6 /0 4 . Q u in ta e sexta, das 9 h 3 0 às 13 h3 0. Sesc Itaquera BADM IN TON . A p a rtir de 11 anos. R $3 0,0 0 (O ), R $1 5,0 0 (□ ). D om in gos, das 10 h 3 0 às 11 h 50. Sesc Vila M aria n a CLUBE DA NATAÇÃO. Vagas lim ita das. R $3 9,0 0 (□ ) e R $1 9,5 0 (O ). De 01 / 0 4 a 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 19 h3 0.. Sesc Pompéia ESPORTE CRIANÇA. Futebol , bas quete, handebol, tênis e voleibol. De 7 a 12 anos. Sábados, das 9 h 3 0 às 17h. Sesc Itaquera TÊNIS DE MESA. A p re n d iz a d o dos fundam entos básicos da m odalidade. Com o Edilson G om es Souza. R $1 0,0 0 (□ ) e R $5 ,00 (O ). De 0 3 a 2 5 /0 4 . Terças, das 16h às 18h e quartas, das 19h às 21 h. Sesc Belenzinho AG ITO JOVEM. De 13 a 15 anos. •Voleibol. Ap re nd izag em dos fu nd a mentos básicos, regras e jogos na m o d a lid a d e V o le ib o l. De 0 3 a 2 6 /0 4 . Terças e Q uintas dás 17h30
NATAÇÃO. Ensino básico dos estilos craw l e costas. Sesc Consolação. A p erfeiçoam ento. R $1 8,0 0 (O ) e R $3 6,0 0 (□ ). Sextas, às 18h. Sesc Consolação. N ata ção A d ulto . De 15 a 5 4 anos. 2 0 vagas p o r tu r ma. D uração de 6 meses. R $3 3,0 0 (O ) e R $6 6,0 0 (□ ). Terças e quintas, às 8h, 12h, 17 h 3 0 e 1 9 h 3 0 / segun das e quartas, às 18 h 3 0 e 2 0 h3 0. Sesc Pompéia. De 15 a 5 5 anos. R $6 3,0 0 (□ ) e R $3 1,5 0 (O ). Neces sária a apresentação d a carte ira do Sesc, com exam e d e rm a to ló g ic o a tu a liz a d o . Terças e qu inta s, às 8 h 3 0 , 17h, 18 h3 0, 19 h 3 0 e 2 0 h 3 0 / qu arta s e sextas, às 7 h 3 0 , 17h, 18 h3 0, 19 h 3 0 e 2 0 h 3 0 . Sesc Vila M aria n a. A p a rtir de 15 anos. D uração de 4 meses. R $30,00 (O ), R $6 0,0 0 (□ ). Terças e quintas, às 8 h 3 0 e 19h 30 . Q u arta s e sextas, às 7 h 3 0 , 19 h 3 0 e 2 0 h3 0.. TÊNIS Sesc Pompéia. Iniciação aos m ovi mentos, técnicas e regras básicas do tênis. R $39,00 (□ ) e R $1 9,5 0 ( O ). M aiores informações 1e an d a r Con junto Esportivo. Q uartas e sextas, às 18h30. Sesc Santo Am aro. Cursos pa ra in i ciantes e avançados. Aulas em grupos de 4 alunos, acim a de 16 anos. Inscri ções abertas. R $45,00 (□) e R $22,50 (O ). De 17 a 3 0 /0 4 . Segundas, às 18n . Terças e quintas ou quartas e sextas, às 18 h l 5, às 19h e 19h45. VÔLEI Sesc Consolação. A p a rtir de 15 anos. 3 0 vagas p o r turm a. Duas aulas semanais: R $20,00 (O ) e R $40,00 (□ ). Uma aula semanal: R $16,00 (O) e R $32,00 (□). Segundas e quartas, às 2 0 h / terças e quintas, às 18 h 3 0 / sábados, às 1Oh. Sesc Pompéia. De 15 a 5 5 anos. R $39,00 (□ ) e R $19,50 (O). Quartas e sextas, às 19h30. Sesc Vila M arian a. A pa rtir de 15 anos. Q u arta s e sextas, às 20h. R$38,00 (O), R $19,00 (O). Sábados, às 10 h30. R $30,00 (□ ), R $15,00 (O ). Q uartas e sextas, às 2 0 h / sába dos, às 10h 30 .
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Esporte arte marcial CAPOEIRA Sesc Ipiranga. A p a rtir de 16 anos. Inscrição com o professor no ho rário de aula. R $44,00, R $29,00 (M.I.S) e R $22,00 (O). Terças e quintas, às 2 0 h 3 0 / sábados, às 13h. Sesc Santo Amaro. R $40,00 (□ ) e R$20,00 (O). De 0 1 /0 3 a 1 3 /1 2 . Terças e quintas, às 18h30.. Sesc Vila M arian a. A p a rtir de 15 anos. Com Mestre César dos Santos. Terças e qu inta s, das 2 0 h 3 0 às 21 h30. R $38,00 (□ ), R $19,00 (O). Sábados, das 10 h 3 0 às 12h. R $30,00 (Q), R $15,00 (O). JUDÔ Sesc Consolação. A p a rtir de 15 anos. 25 vagas. R $3 9,0 0 (O ) e R $78,00 (□ ). Terças e quintas, às 19h 1 0 / sábados, às 11 h. Sesc Pompéia. Com Tomio O k i. De 15 a 5 5 anos. R $ 3 9 ,0 0 (□ ) e R$19,50 (O). Sábados, às 15h30. KARATÊ Sesc Pinheiros. A p a rtir de 15 anos. R $25,00 (O ) e R $50,00 (SSS). Tur mas mensais. Inscrições diretam ente com o professor. Terças e quintas, às 20 h3 0.. Sesc Pompéia. De 15 a 5 5 anos. Com Eduardo A b ud Filho. R $50,00 (□) e R $25,00 (O ). De 0 1 /0 3 a 3 1 /1 2 . Q uartas e sextas, das 19h às 20h. TAE K W O N DO Sesc Ipiranga. A p a rtir de 16 anos. Inscrição com o professor no h o rário de aula. N a sala 4. R $4 4,0 0 e R $22,00 (O ). Terça e quintas, às 18 h 3 0 / sábados, às 13h. Sesc Pinheiros. A p a rtir de 7 anos. Segundas e quartas às, 12h 30 , 14h e 16 n 3 0 / terças e quintas, às , 16h, 17h, 18h e 19 h /se xta às 14h. Tur mas mensais. Preços a p a rtir de R$16 ,5 0 (O ) e R $33,00 (□ ). Segun da a sexta. TAI CHI CHUAN Sesc Belenzinho. Com Jaim e Kuk e M arcelo M artine lli. Taxa de inscrição R $10,00 P ) e R $5,00 (O ) R $50,00 P ) , R $25,00 (O ) R $20,00 (SSS ac i ma de 55 anos), R $10,00 (O acim a de 5 5 anos). Terças e quintas, às 1Oh, 15h e 20h3 0. Sesc Carm o. A p a rtir de 16 anos. R $19,00 (O ), R $38,00. Segundas e quartas, às 17h. Sesc Consolação. R $2 5,0 0 (O ) e R $50,00 P ) . 30 vagas. Terças e quintas, às 1Oh. Sesc Ipiranga. A p a rtir de 16 anos. Inscrição com o professor no horário de aula. R $44,00, R $29,00 (M.I.S) e R $22,00 (O). Q uartas e sextas, às 8h e 20 h3 0. Sesc Pompéia. Com Douglas W enzel Rodrigues. De 15 a 5 5 anos. R$44,00 P ) e R $22,00 (O). Terças e quintas, das 18 h 30 às 19h30. Sesc Vila M arian a. A pa rtir de 15 anos.. Com M ich ae l dos Santos. R $38,00 P ) , R $19,00 (O). Terças e quintas, das 7h 3 0 às 8h30. ginástica GINÁSTICA VOLUNTÁRIA. De 16 a
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4 4 anos. Inscrições: 2 7 e 2 8 /0 4 . De 0 4 /0 4 a 2 9 /0 6 . Q u arta a sexta, às 10h30.. Sesc Itaquera caminhadas CLUBE DA CAMIN HADA Sesc Itaq u era. In scrições: 2 7 e 2 8 /0 4 . De 0 7 /0 4 a 3 0 /0 6 . S ába dos, às 9h30. Sesc Interlagos. Trilha rea liza da em alamedas e áreas verdes sob a super visão de um técnico. Informações so bre saúde e ativid ad e física. A pa rtir dos 14 anos. De 01 a 3 0 /0 4 . Q u in tas, às 1Oh, sábados, dom ingos e fe riados, às 9h30. Sesc Ipiranga. Pico do Itaguaré M G . Trilha ae intensidade m édia de 13km. 2 9 /0 4 . Saída do Sesc Ip irana, às 6h. Inscrições a p a rtir do dia 0 / 0 4 na área de Convivência.
Q u arta a do m in go , das 11 h às 16h. Sesc Itaquera SKATE, BICICLETA E PATINS. A tiv id a des esportivas radicais, praticadas de form a recreativa e dive rtid a. O b rig a tó ria a apresentação de c arteirinna de m atrícula do Sesc e o uso de tra jes esportivos adequados. Até 10 anos, terça a sexta das 13 h 3 0 às 15 h 3 0 / sábados, dom ingos e fe ria dos das 9h às 11 h. A p a rtir de 11 anos, terça a sexta das 15 h3 0 às 21 h 3 0 / sábados dom ingos e fe ria dos das 11 h às 17h 30 . Grátis. Sesc Belenzinho TRAMPOLIM ACROBÁTICO. Recrea ção, clínicas e vivências em cama elástica, p ro po rcio na ndo ao pra ti cante ga nh o na h a b ilida de motora. Q u a rta a sexta, das 1Oh às 12h. Sesc Itaquera
recreação CLUBE DO BASQUETE. D irig id o a pessoas que dom inam os fundam en tos da m odalida de e querem a p rim o ra r suas habilidades. A p a rtir de 15 anos. Inscrições antecipadas. G rátis. De 0 5 a 2 6 /0 4 . Q uintas, das 18h 3 0 às 19h50. Sesc Vila M ariana
CLUBE DA NATAÇÃO. G rátis. Sesc Interlagos. Raia disponível na piscina mais funda, com orientações básicas quanto à am bientação, respi ração, imersão e deslocamentos d a das p o r profissionais de educação fí sica. De 01 a 3 0 /0 4 . Sábados e d o m ingos, das 9h às 10h 30 .
CLUBE DO VÔLEI. D irig id o a pessoas ue dom inam os fundam entos da moalid a d e e querem a p rim o ra r suas habilidades. Á p a rtir de 15 anos. Ins crições antecipadas. G rátis. De 0 3 a 2 4 /0 4 . Terças, das 18 h 3 0 às 19h 50 . Sesc Vila M ariana
CLUBE D O BASQUETE. Para pessoas que dom inam a m od alida de e que rem a p erfe içoa r suas habilidades. A p a rtir de 15 anos. 3 0 vagas. Grátis. Sesc Consolação. De 0 1 / 0 2 a 3 1 /1 2 . Segunda e quarta , às 14 e às 18h30.
CONJUNTO ESPORTIVO. G iná sio de esportes, 8 quadras poliesportivas, 3 cam pos pa ra futebol, duas quadras de tênis, pista de atletism o, trilhas pa ra cam inhada e c o rrid a , am plos espaços pa ra ginástica natural e b a nhos de sol. De 01 a 3 0 /0 4 . Q u arta a do m in go e feriados, a p a rtir das 9h. Sesc Interlagos
CLUBE D O VÔLEI. Para pessoas que dom inam a m od alida de e querem a p erfe içoa r suas habilidades. A p a r tir de 15 anos. 55 vagas p o r tu rm a. Sesc Consolação. Inscrições anteci padas. G rátis. De 0 1 /0 2 a 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 2 0 h / sábados, às 11 h30.
ESCALADA ESPORTIVA. Para escala do res habilitados - às terças e q u in tas, das 19h às 21 h 3 0 / sábados e dom ingos das 14h às 17h 30 . Para iniciantes - aos sábados das 14h às 16h. O rien taçã o da Equipe Técnica do Sesc. Grátis. Sesc Ipiranga Sesc Itaquera. De 0 4 /0 4 a 3 0 /0 6 . Q u arta a do m in go , das 14h às 16h. HIDROANIMAÇÃO. Ativ id a d e envol vendo hidroginástica, jogos a q u á ti cos e festival de ngtação. 0 7 , 14, 21 e 2 8 /0 4 . Sábados, das 11 h às 13h. Sesc Interlagos JO GOS DE SALÃO. Tênis de mesa, futebol de mesa, dam as, dom inó, b a ralho e jogos infantis. Informe-se so bre os horários no 62 a n d a r/to rre B. Sesc Vila M ariana RÁDIO BORBULHA. Radio interativa com hidroginástica, polo aquático, gincanas, informações sobre saúde e segurança na utiliza ção do parque aquático sempre com muita musica.
GALPÃO ESPORTIVO. R ecreação. A tivid ad es esportivas com o tênis de mesa, futebol de botão, basquete, v ô lei, peteca, futsal, pista de c am inha da. G rátis. O b rig a tó ria a apresenta ç ão de carte irin na de m atrícula do Sesc e o uso de trajes esportivos a d e quados. Terça a sexta, das 13 h 3 0 às 21 h 3 0 / sábados, dom ingos e fe ria dos, das 9 h 3 0 às 17h 30 . Sesc Belenzinho JOGOS&RECREAÇÃO. Recreação aquática. M atriculados com exame m édico atua liza do . De 01 a 2 9 /0 4 . Terças a sextas, das 7h às 21 h30. Sá bados, dom ingos e fe riados das 9h às 18h30. Sesc Vila M arian a RECREAÇÃO ESPORTIVA DIRIGIDA. G rátis. Sesc Consolação. V ôlei, futsal e bas quete. O m aterial é fornecido pelo Sesc. A p a rtir de 16 anos. Vagas não lim itadas. G rátis. Sextas, das 17h 3 0 às 21 h 3 0 / sábados, das 13h 3 0 às 17h 30 . Sesc Pompéia. Futsal, vôlei e basque te. A p a rtir de 15 anos. O b rig a tó ria a apresentação da carteira do Sesc.
Informações sobre dias e horários de cada m od alida de no C onjunto Espor tivo 1o andar. Terça a sexta, a p a rtir das 17 h 3 0 / sábados, dom ingos e aos feriados, a p a rtir das 9h30. Sesc Vila M aria n a. Para m atricula dos no Sesc. A p a rtir de 15 anos. Fut sal. De 01 a 2 9 /0 4 . Sábados, das 14 h 3 0 às 18h 3 0 / dom ingos, das 14h às 18h30. Sesc Vila M aria n a. Para m atricula dos no Sesc. A p a rtir de 15 anos. Fut sal fem inino. De 01 a 2 9 /0 4 . Sába dos, das 13h às 14h / dom ingos, das 13h às 14h. Sesc Vila M aria n a. Para m atricula dos no Sesc. A p a rtir de 11 anos. Badminton. De 01 a 2 9 /0 4 . D om ingos e fe ria dos, das 12h às 13h. RECREAÇÃO ESPORTIVA LIVRE. G rá tis. Sesc Consolação. Vôlei, basquete e tênis de mesa. O m aterial é fo rnecido pelp Sesc. A p a rtir de 16 anos. Vôlei e basquete, segunda e quarta , das 17 h 3 0 às 18h 30 . Tênis de mesa, q u in ta e sexta, das 14h às 21 h 3 0 /s á b a d o s e fe ria d o s, das 9 h 3 0 às 17h 30 . Grátis. Sesc Ipiranga. Q uadra I. N ecessário apresentação da carteirinha. Terças e Q uintas: 9h e 13h 3 0 - futebol infa n til; 10 h3 0 e ló h - futebol ju v e n il/ 18h - futebol adulto. Q uartas e Sex tas: 10 h 3 0 e 13 h 3 0 - futebol infantil; 9h e ló h - futebol ju v e n il/l8 h 3 0 futebol adulto. Sábados: 9 h 30 - fute bol infa ntil; 11 h 3 0 - futebol juve n i l / l 3 h 30 - futebol adulto. D om in gos e Feriados: 9 h 3 0 - futebol ad ul to; 13 h 3 0 - futebol ju v e n il/ 15h - fu tebol infantil. Sesc Ipiranga. Q uadra II. N ecessário apresentação da carte irin ha . Terças e quintas, às 9h e 13 h 3 0 - basquete b o l / l 7 h 3 0 - v o le ib o l(te rça )/ basquetebol(quinta). Q u arta s e sextas, às 9h e 13 h3 0 - v o le ib o l/ 17h - voleibol. S ábados, às 9 h 3 0 - ba squ ete b o l / l 3h 3 0 - voleibol. Dom ingos e fe ria d o s, às 9h30 ba squ ete b o l / l 3h 3 0 - voleibol. Sesc Vila M aria n a. Para m atricula dos no Sesc. A p a rtir de 15 anos. Basquete. Sábados, das 12h 3 0 às 18 h 3 0 ; dom ingos, das 14h às 18h 30 - V ôlei. Sábados, das 12h às 18 h 30 ; dom ingos, das 14h às 18 h30. De 01 a 2 9 /0 4 . Sesc Vila M aria n a. Futsal. Para m a triculados no Sesc. A cim a 15 anos. De 01 a 2 9 /0 4 . Sábados, das 12h às 13 h / dom ingos, das 10 h 3 0 às 13h. torneios e campeonatos ABERTO DE FUTEBOL SOCIETY. Tor neio trad icio na l na zona leste que reúne equipes do com ércio em geral, associações de b a irro , clubes e g rê mios. A cim a dos 13 anos. Reunião Técnica: 0 8 /0 4 . 2 9 /0 4 . Dom ingo, das 1Oh às 17h. Sesc Itaquera COPA SESC DE FUTSAL. M asculino e Fem inino. R eunião técnica d ia 0 4 /0 4 . Início em ab ril e final em m aio. Informações no l o a n d a r do Conjunto Esportivo.
Corpo & Expressão De 01 a 3 0 /0 4 . Sesc Pompéia COPA SESC MULHER. Torneio com a p a rticip açã o de empresas do com ér cio e serviços nas m odalidades futsal e vôlei. 0 7 e 1 4 /0 4 . Sábados, às lO h. Sesc Santo Amaro JOGOS ESCOLARES Sesc Pompéia. Evento semestral que reune alunos das escolas públicas es taduais e m unicipais da reg iã o, com a p a rticip açã o de cerca de 7 0 esco las e 3 0 0 0 alunos. Início em m aio e conclusão em julho. De 01 a 3 0 /0 4 . Sesc Itaquera. Promove a in te gra ção, a socia bilida de , a auto-estim a e o respeito ao coletivo. De 0 4 / 0 4 a 0 4 /0 5 . Q u a rta a sexta, às 9h TORNEIO ESPORTIVO DAS ESCOLAS DA SUL 3 . Torneio de diversas m od a lidades d irig id o a alunos das escolas da Sul 3. De 0 4 a 2 5 /0 4 . Q u a rta a sexta, a p a rtir das 9h. Sesc Interlagos TORNEIO ESPORTIVO ESCOLAR DA DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO CENTRO-SUL. Ip ira ng a, A clim açã o, V ila M a ria n a , Jab aq ua ra e reg iã o disp uta rão futebol de salão, voleibol e basquetebo. De 13 e 14 anos, de am bos os sexos. Inscrições a p a rtir do dia 10, no Setor de Program ação. 1 0 /0 4 . Sesc Ipiranga TORNEIO GARRA FEMININA. Fase final d o to rn eio que hom enageia as mulheres, reunindo 3 5 equipes de futsal fem inino d o com ércio em g e ral, associações de ba irro , clubes e grêmios. A cim a dos 13 anos. 0 8 , 15 e 2 2 /0 4 . D om ingos, das 9 h 3 0 às 16h 30 .. Sesc Itaquera serviços PARQUE AQUÁTICO. Reúne três pis cinas com pro fun did ad e va ria n d o de 4 0 cm a 15 0 cm, num to tal de 5 0 0 0 m 2 e espelho dá gu a e 15 mil m2 de solário. O exame m édico d e r m atológico p o de ser feito no local. De 01 a 3 0 /0 4 . Q uarta s a dom ingos e feriados, das 9 às 17h. Sesc Interlagos EMPRÉSTIMO DE MATERIAL. M e diante apresentação de carte irin ha e docum ento de identidade. Sesc Interlagos. Bolas de futebol, v ô lei, basquete e handebol. De 01 a 3 0 /0 4 . Q uartas a dom ingos e fe ria dos, das 9h às 17h. Sesc Pompéia. Verifique os horários de cada fa ixa etária no painel in fo r m ativo de recreação d irig id a , no Conjunto Esportivo - Térreo. Retira da de m aterial no l o andar. Trazer cadeado pa ra utiliza ção dos a rm á rios dos vestiários. Terça a sexta, das 9h às 21 h30; sábados, dom ingos e feriados, das 9 h 30 às 17h. LOCAÇÃO DE ESPAÇOS Sesc Consolação. Locação mensal ou
avulsa de quadras poliesportivas, so mente p a ra empresas d o com ércio. O s pedidos devem ser enviados de 1 a 2 0 de cada mês. De segunda a sexta, R $ 1 5 ,0 0 /h o ra até 18h e R $ 3 0 ,0 0 /h o ra após 18h. R $3 0,0 0 aos sábados. Sesc Pompéia. As locações deverão ser efetuadas diretam ente no 1o a n d a r do C onjunto Esportivo, a p a rtir d o d ia 16 do mês an te rio r à u tiliz a ção. E o b rig a tó rio apresentação da carte ira d o Sesc atu a liz a d a e do cu mento de identid ad e pa ra utiliza ção das dependências. Trazer cad ea do pa ra u tiliz a ç ão dos arm ários dos vestiários. Sesc Santo A m aro. As quadras po liesportiva e de tênis estão à disposi ção das empresas com erciais e pres tadoras de serviço p a ra locação, o r ga niz a ç ão e rea liza ção de torneios. Reservas com até uma semana de a n te ced ên cia . R $ 1 5 ,0 0 /h o ra -d ia (O ), R $ 2 0 ,0 0 /h o ra -n o ite (O ), R $ 3 0 ,0 0 /h o ra -d ia (□ ) e R $ 4 0 ,0 0 /h o ra -n o ite (□ ). Segunda a sexta, das 7h às 19 h 3 0 / sábados e feriados, das 1Oh às 17h. SESC&EMPRESA •Assessoria Técnica p ara Eventos Esportivos. O rg a n iz a ç ã o de torneios pa ra a empresa. De 01 a 3 0 /0 4 . Q u a rta a do m in go e feriados, a p a r tir das 9h. • M atrículas na Empresa. Atendim ento person alizad o p a ra co leta de m atrículas de em pregados no com ércio e serviços. De 01 a 3 0 /0 4 . Qu arta s a dom in gos e feriados, das 9h às 17h. • Projeto Comunidade. Possibilidade das empresas u tiliz a rem p a rte do v a lo r das locações de instalações pa ra subsidiar a p a rtic i pação de grupos de creches, escolas, O N G s , associações c o m u n itá ria s etc.., no p ro gram a V iva o Verde e outras atividades no SESC Interlagos. Qu arta s a dom ingos e fe riados, a p a rtir das 9h. «Projeto Esporte p ara Todos. Reserva e locação de espaços esportivos. De 01 a 3 0 /0 4 . Q uartas a dom ingos e feriados, das 9h às 17h. «Projeto RH. Reserva e locação de instalações pa ra atividades de treinam entos. De 01 a 3 0 /0 4 . Q u a r tas a dom inqos e feriados, das 9h às 17h. Sesc Interlagos
Cmesesc Consolação
OS/O SESC DE ERGONOMIA APUCADA A O COMÉRCIO E SERVIÇOS. A busca constante pela qualidade total nas empresas como uma espécie de cer tificado de aualidade de seu produto fi nal e da qualidade de vida pela socieda de tem exigido a adoção de propostas alternativas que sejam capazes de abranger ambas as filosofias de forma simultânea. Assim, o Sesc Carmo realiza o Simpósio Sesc de Ergonomia Aplicada ao Comércio e Serviços, que enfatiza metodologias para a prevenção e corre ção das posturas cotidianas do trabalho através de uma exposição de mobiliários ergonômicos, palestras, workshops e lançamento de uma cartilha com dicas de ergonomia p a ra o comércio e servi ços. «EXPOSIÇÃO. Móveis ergonômi cos. Móveis e assessórios ergonômicos, que enfatizam metodologias para a pre venção e correção das posturas cotidia nas do trabalho, indicando soluções sim ples e práticas. Grátis. De 1 7 /0 4 a 0 4 /0 5 . Segunda a sexta, das 9h às 19h. •PALESTRAS. Ergonomia Aplicada À Saúde. Para a redução das lesões e para uma melhor qualidade de vida. Com Hudson de Araújo Couto. G rá tis. 17 /0 4 . Terça, das 19h às 20h30. •Como Avaliar e Gerenciar A Ler/Dort.. Com Dr. Carlos R. Campos. Grátis. 18 /0 4 . Quarta, das 19h às 20h30. «Ergonomia: Uma Visão Holíslica. Com Prof. Carlos Romano. Grátis. 2 5 /0 4 . Quarta, das 19h às 20h30. •Ginástica Laborai Aplicada. Com Prof. Wilson Silva. Grátis. 2 0 /0 4 . Quinta, das 19h às 20h30. •WORKSHOPS. Como Implementar um Processo de Ergono mia em Pequenas e Médias Empresas. Tópicos a serem abortados: primeiros re latos; aspectos legais e sociais; aspectos técnicos; aspectos administrativos. Com Eduardo Marcafto e M árcio Moreira. Grátis. 1 9 /0 4 . Q uinta, das 19h às 21 h30. «Ergonomia no Manuseio e Ar mazenamento de Materiais. Tópicos a serem abortados: Introdução a Ergono mia; Fatores de Risco no Manuseio de Cargas; Critério do NIOSH (National Institute Safety and Health, Estados Uni dos) para levantamento manual de car gas; a Biomecânica da Coluna Verte bral; Exemplo de Soluções Práticas; Exemplo de Equipamentos para M anu seio e Transporte de Cargas. Com Antonio Flávio P. Ferreira. Engenheiro. Grátis. 2 4 /0 4 . Terça, das 19h às 21 h30. «Ree ducação Postural no Cotidiano. Grátis. Com a proía. Tânia Urbana Guerra. 2 3 /0 4 . Segunda, das 19h às 21 h30. •mesa-redonda ERGONOMIA APUCADA A SAUDE DO TRABALHADOR: TENDÊNCIAS E NOR MALIZAÇÕES. N a mesa teremos a pre sença do prof. M ário Cesar Vidal e da sra. Lys Esther Rocha. Grátis. Inscrições antecipadas. 2 6 /0 4 . Quinta, às 19IÍ30. Sesc Carmo SINTOMAS DO PARTO E PRIMEIROS CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO. Com Tânia Barison. Sala 10o andar. In formações 1o andar do Conjunto Espor0 7 /0 4 . Sábado, às 14h. Sesc Pompéia FÁBRICA DA SAÚDE. Programa de
conscientização e divulgação de valores sociais sobre a saúde, qualidade de vida e os benefícios da prática regular de ati vidades físicas Neste mês desenvolvemos 0 tema Tabagismo e Atividade Física. Di rigido aos alunos e freqüentadores do Sesc. Grátis. «Tabagismo e Atividade Fí sica para Adultos. Com M ario Albanese. 2 6 /0 4 . Quinta, às 19h30. «Tabagis mo e Atividade Física na Adolescência. Com M ario Albanese. 2 7 /0 4 . Sexta, às 1Oh e 15h. «Tabagismo e Atividade Fí sica. Avaliação da capacidade respira tória, bate-papo e orientação odontológica. Informações no 1o andar do Con junto Esportivo. Dia 2 8 /0 4 . Sábado, a partir das 11 h. Sesc Pompéia
JORNAL DA SAÚDE. Dicas e informa ções sobre saúde e alimentação e os be nefícios da atividade física. Local: A la medas. De 0 2 a 3 0 /0 4 . Segunda a sex ta, das 1Oh às 19 h / sábados, das 1Oh às 18h. Sesc Santo Amaro PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA GESTANTES. A partir do terceiro mês de gestação. Exercícios em sala de ginástica e piscina. 20 alunos por turma, aulas com 1h 20 min de duração. R$19,50 (O) e R$39,00 p ) . Informa ções e inscrições no 1o andar do Con junto Esportivo. Até 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 8 h / quartas e sextas, às 19h30. Sesc Pompéia POSTURA, FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR N O COTIDIANO. Esclareci mentos sobre mitos e verdades durante o desenvolvimento do tema. Grátis. «Vi vência e Palestra de Fit Bali. Exercícios praticados sobre bolas de vinil. 19 /0 4. Quinta, às 19h. «Circuito de Habilida des. Atividade física desenvolvida atra vés de exercícios, com ou sem elementos, melhorando a força e resistência muscu lar. 25 e 2 6 /0 4 . Quarta e quinta, das 19h às 20h. Sesc Consolação PROGRAMA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO. Programa de atividades com ên fase nas habilidades físicas e resistência aeróbia. «Alongamento. Grátis para os inscritos no Programa de Condiciona mento Físico. Até 3 1 /1 2 . Terças e quin tas, às 1Th e às 18h30. «Caminhada. Atividade monitorada pelos técnicos do Sesc. Grátis. Até 3 1 /1 2 . Terças e quin tas, 16 h 3 0 / sábados e domingos, 9h. •Circuito. Aulas de GAP (glúteo, abdome e pemas), RML (Resistência muscular localizada) para membros superiores e trabalho de coordenação e ritmo aeróbio. Taxa de inscrição R$10,00 p ) e R$5,00 0 , * H R$40,00 p ) e R$20,00 p , ❖ )e R$ 10,00 p acima de 55 anos). Terças, quartas e quintas, às 15h30, 18h30, 19h30 e 2 0 h 3 0 / sábados, às lOh. «Orientação para Atividade Físi ca. Sextas, às 15h30 e às 19h30. Sesc Belenzinho espetáculo IC O ABERTO. Espaço para apresen PALCO ABEfi tações de dança e teatro, tendo o corpo como instrumento expressivo. Toda apre-
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Corpo & Expressão
s i m p ó s i o
SESC
a ERúONOMIA APLICADA A O COMÉRCIO E SERVIÇOS Simpósio Sesc de Ergonomia para o Comércio e Serviços, a partir do dia 17, no Sesc Carmo. Confira no Roteiro senlação é acompanhada de aula aber ta ou palestra. «Hamlet em Pedaços. Pesauisa sonora e gesfual a partir do tex to ae Shakespeare, retratando um ho mem em conflito por ter um destino gran dioso demais. Teatro-fisico, privilegiando a união da palavra ao movimento. Com o Núcleo Conspiração Unida de Lingua gem Teatral (C.U.L.T.). Grátis. 0 7 e 0 8 /0 4 . Sábado e domingo, às ló h . Área de Convivência. Sesc Pompéia
Ses Pompéia. Para matriculados no Sesc. De 15 a 55 anos. Os participantes de vem utilizar roupas adequadas e trazer cadeado de qualidade para utilização no vestiário. Duração de 50 minutos. Coordenação dos Técnicos do Sesc. G rá tis. Sábados, às 11 h 3 0 / domingos às 10h30. GINÁSTICA LABORAL Com José Carlos B. Freitas (a confirmar). 19 e 2 4 /0 4 . Quinta e terça, às 18h. Sesc Carmo
aulas abertas ALONGAMENTO. Com Juliana Martins Brandão. Grátis. 2 6 /0 4 . Quinta, às 19h30. Sesc São Caetano
HIDROANIMAÇÃO. Grátis. Até 2 9 /1 2 . Sábados, às 14h. Sesc Consolação
COMEMORAÇÃO OFICIAL DO DIA IN TERNACIONAL DO TAI CHI CHUAN. Aula aberta a todos os interessados. Com Prof. José Douglas. N o Quintal. Grátis. 0 8 /0 4 . Domingo, às lOh. Sesc Ipiranga
HIDROGINÁST1CA Sesc Pompéia. Necessária a apresenta ção da carteira do Sesc, com exame der matológico atualizado. Os participantes devem trazer cadeado de qualidade para utilização no vestiário. Grátis. Sá bados, às 1 0 h 3 0 / domingos, às 11 h30.
CORPO&SAÚDE. As inscrições são feitas com antecedência até o limite das vagas. Os participantes devem utilizar roupas adequadas e portar um cadeado para utilização do armário no vestiário. A par tir de 15 anos. Grátis. •Alongamento. Com Equipe Sesc. De 0 7 a 2 9 /0 4 . Sába dos, às 1 3 h / domingos, às 14h e 15h. •Condicionamento e Alongamento. Aula de 1h20 com ênfase nos exercícios aeróbicos (com apoio de equipamentos), localizados e de flexibilidade. Com Equi pe Sesc. Grátis. De 0 7 a 2 9 /0 4 . Sába dos, às 13h, 14h30 e 16 h / domingos, às 10h30, 13h, 14h30 e 16h. •Ginástica. Aulas de 50 min. com ênfase nos exercí cios aeróbicos, localizados e de flexibili dade. Com Equipe Sesc. De 0 4 a 2 7 /0 4 . Quartas e sextas, às 18h30, 19h30 e 20h30. •Ginástica e Alongamento. Aula de 1h20 com ênfase nos exercícios aeróbicos, localizados e de flexibilidade. Com Equipe Sesc. De 0 7 a 2 9 /0 4 . Sába dos e domingos, às 14h30. •Hidroginástica. Aulas abertas aos matriculados Sesc com exame médico atualizado. Aula de 50 min. Com Equipe Sesc. De 01 a 2 9 /0 4 . Sábados, dominqos e feriados, às 10h30. Sesc Vila Mariana EUTONIA. Com Miriam Dascal. 26 /0 4 . Quinta, às 18h. Sesc Carmo
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UAN GONG. Ginástica terapêutica chi nesa que possibilita tonificar e oferecer harmonia corporal. Sesc Vila Mariana. Com Douglas Wenzel. Grátis. De 14 a 2 8 /0 4 . Sábados, das 10h30 às 11 h30. MASSAGEM. Enfoque para os exercícios individuais. Com M aria José Costa. 1 8 /0 4 . Quarta, às 18h. Sesc Carmo TAI CHI CHUAN. Prática milenar chine sa. Com Douglas José Lima. 2 0 /0 4 . Sexta, àsl 2h. Sesc Carmo YOGA. Prática milenar indiana. Orien tação de M árcia Amaral. 2 7 /0 4 . Sexta, às 12h. Sesc Carmo
CONSCIENTIZAÇÃO E REESTRUTURA ÇÃO CORPORÁL Com Rosângela Accioli. Taxa de inscrição R$10,00 (□), R$5,00 (O, ❖), R$50,00 e R$25,00 (O) R$20,00 ( □ acima de 55 anos)e R$10,00 (O acima de 55 anos). Quartas e sextas, às 17h30. Sesc Belenzinho UAN GONG E I Ql GONG. Técnica que procura unir elementos da medicina oci dental a antigos exercícios terapêuticos da medicina tradicional chinesa, buscan
do prevenir dores no corpo e auxiliar na movimentação natural.Com Rosângela Accioli. Taxa de inscrição: R$10,00 (□) e R$5,00 (O, ❖), R$50,00 (□), R$25,00 (O), R$20,00 ( □ acima de 55 anos), R$10,00 (O acima de 55 anos). Q uar tas e sextas, às 8h, 9h30 (3SI), 14h, 15h30 (39 1), 19 h 3 0 / sábados, 1Oh. Sesc Belenzinho REORGANIZAÇÃO POSTURAL Com Tâ nia Guerra. Acim a de 15 anos. Quintas, às 9h. Sesc Carmo TERCEIRO TEMPO. Atividade que consis te em uma aula complementar ao traba lho desenvolvido durante a semana no curso de Ginástica. Sempre aos sábados, às 9h30 (acima de 5 5 anos) e às 10h30 (de 16 a 54 anos). Sala 3. Grátis. É ne cessário apresentar exame médico atua lizado e comprovante de pagamento do curso. De 0 4 /0 4 a 1 5 /1 2 . Sábados. Sesc Ipiranga ALONGAMENTO Sesc Vila Mariana •Abdominal e Alon gamento. Aulas com duração de 5 0 min. De 15 a 54 anos. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Terças e quintas, às 16h e 19 h 3 0 / quartas e sextas, às 10h30 e 18h30. •Alongamento do meio-dia. Aulas com duração de 4 5 min. De 15 a 5 4 anos. R$32,00 (□), R$16,00 (O). Terças e quintas, às 1 2 h l5 . Sesc Carmo. A partir de 16 anos. R$12 ,00 (O), R$24,00. De 1 2 /0 2 a 1 3 /1 2 . Segundas e quartas, às 11 h e 16 h / terças e quintas, 1Oh, 15h e 18h. Sesc Pompéia. R$19,50 (O) e R$39,00 (□). Informações 1o andar do Conjunto Esportivo. Terças e quintas, às 7 h 3 0 / quartas e sextas, às 16h. Sesc Pinheiros. Á partir de 15 anos. Tur mas mensais. R$19,00 (O) e R$38,00 (□). Segundas e quartas, às 18h e 18 h 3 0 / terças e quintas, às 7h30 e 19h30. Sesc Santo Amaro. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). De 0 5 /0 3 a 1 2 /1 2 . Segundas e quartas, às 8h30 e 17h30. Sesc Vila Mariana. Aulas com duração de 50 min. A partir de 15 anos. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 17h, 18h30 e 2 0 h 3 0 / quartas e sextas, às 8h30, 9h30 e 20h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO Sesc Consolação. «Com aparelhos.
Aprimoramento das condições físicas, por meio do autogerenciamento, com ên fase nos cuidados com o limite de cada um. A partir de 15 de anos. Capacidade de atendimento por hora é de 30 pes soas. R$33,00 (O) e R$66,00 (□). Se gunda a sexta, das 7h30 às 21 h 3 0 / sá bados, das 9h30 às 15h30. SESC Pinheiros. A partir de 15 anos. Tur mas mensais. R$19,00 ( O) e R$38,00 (□). Segundas e quartas, às 17h 30 ,2 0h , 20h30 e 21 h / terças e quintas, às 7h, 12 h 3 0 ,16h, 1 8 h 3 0 ,19h, 20h30 e 21 h. Sesc Vila Mariana. Aulas com 5 0 min. de duração. A partir de 15 anos. Terças e quintas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, llh 3 0 , 15h, ló h , 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 7h30, 8h30, 9h30, 10h30, ló h , 18h30, 19h30 e 20h30. R$38,00 {□), R$19,00 (O). Aulas com lh 2 0 . Sábados, às 10n30. R$30,00 (□), R$15,00 (O). EUTONIA. Favorece o autoconhecimento e o realinhamento postural através de exercícios de reconhecimento das estrutu ras do corpo. Sesc Consolação. A partir de 15 anos. 20 vagas por turma. R$29,00 (O) e R$58,0 0 (□). Segundas, às 1 4 h / sextas, às 19h30. GINÁSTICA Sesc Vila Mariana. Ginástica do meiodia. Aulas com duração de 45 min. De 15 a 54 anos. R$32,00 (□), R$16,00 (O). Terças e quintas, às 12 h l 5. Sesc Pompéia. Programa. De 15 a 55 anos. 30 alunos por turma. Aulas com duração de 30 minutos, somente para alunos do Programa de Ginástica. Terças e quintas, às 8h e 18h, quartas e sextas às 8h30. R$39,00 (□) e R$19,50 (O). Terças e quintas, às 8h30, 15h, 17h30, 18fi30, 19h30 e 2 0 h 3 0 / quartas e sex tas, às 7h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Vila Mariana. Aulas com duração de 50 min. De 15 a 5 4 anos. R$38,00 (v), R$19,00 (O). Terças e quintas, às 7h30, 8h30, 18h30, 19h30 e 2 0 h 3 0 / quartas e sextas, às 8h30 e 19h30. GINÁSTICA LOCALIZADA Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. Tur mas mensais. R$19,00 (O) e R$38,00 (□). Segundas e quartas, às 7h30, 9h, 12h30, ló h , 17h, 18h, 19h e 1 9 h 3 0 / terças e quintas, às 1Th, 18h e 20h. Sesc Vila M ariana. Aula para quem já faz atividades aeróbicos, como corrida, caminhada etc. Aulas com duração de 50 min. De 15 a 5 4 anos. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Terças e quintas, às 9h30 e 18 h 3 0 / quartas e sextas, às 8h30. GINÁSTICA PARA COLUNA Sesc Vila Mariana. A partir de 55 anos. Com Adriana Cognolafo. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Terças e quintas, das 14n às 15h. GINÁSTICA POSTURAL INTEGRADA Sesc Pinheiros. A partir de 15 anos. R$25,00 (O) e R$50,00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professora. De 0 2 /0 2 a 3 0 /1 2 . Terças e quintas, às 9h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA Método de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acorao com o ritmo e condições físicas de cada pessoa.
QUEM
NUNCA
SINTONIZA
0
FICA
ARARAQUARA • BAURU • BIRIGÜI • CAMPINAS • CATANDUVA • PIRACICABA • RIBEIRÃO PRETO SANTOS • SÃO CARLOS • SÃO JOSÉ DOS CAMPOS • SÃO JOSÉ DO RIO PRETO * IAUBATÉ
Sesc Carmo. A partir de 16 anos. R$12,00 (O), R$24,00. Segundas e quartas, às 12h, 1Th, 18h e 19 h / terças e quintas, às 8h, 12h, 17h, 18h e 19h. Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 45 alunos por turma. Freqüência livre: se gundas e quartas, 7h, 17h30, 18h30 e 19 h 3 0 / terças e quintas, 15h30, 17h30, 18h30 e 19 h 3 0 / sextas, às 19h. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Sesc Ipiranga. De 16 a 5 4 anos.. R$44,00, R$29,00 (MIS) e R$22,00 (O). Terça e quintas, às 8h, 15h30, 18h30 e 2 0 h 3 0 / quartas e sextas, às 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Interlagos. Atividades físicas reali zadas após uma caminhada pela áreas verdes, como a Mata Atlântica e o Bos que das Araucárias. A partir de 14 anos. De 01 a 3 0 /0 4 . sábados, domingos e fe riados, às 10h30. Sesc Itaquera. De 16 a 44. anos. Inscri ções dias 16 e 17. Quarta a sexta, às 10H30. Sesc Santo Amaro. A partir de 16 anos. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). De 0 1 /0 3 a 14 /1 2. Segundas, quartas e sextas, às 7li30, 12n l 0, 18n30 e 19 h 3 0 / terças e quintas, às 7h, 8h, 18h30 e 19h30. HIDROGINÁST1CA Sesc Consolação. De 15 a 54 anos. 35 vagas por turma. R$33,00 (O) e R$66,00 (□). Aos sábados, a mensalida de é de: R$18,00 (O) e R$36,00 (□). Se gundas e quartas, às 12h, 1Zh30 e 1 9 h3 0/ terças e quintas, às 7h, 16h30, 18h30 e 2 0 h 3 0 / sábados, às 9h30. Sesc Pompéia. De 15 a 55 anos. R$63,00 (□) e R$31,50 (O). Necessária a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatológico atualizado. Terças e quintas, às 7h30, 17h, 18h30, 19h30 e 2 0 h 3 0 / quartas e sextas, às 8h30, 18h30, 19h30 e 20h30. Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. R$30,00 (O), R$60,00 (□). Terças e quintas, às 7 h 3 0 ,19h30 e 2 0 h 3 0 / quar tas e sextas, às 8h30 e 18h30. NOVAS OPÇÕES DE CURSOS REGULARES. • Alongamento Consciente. Moder no conceito de trabalho corporal destina do especificamente à melhoria das fun ções músculo-articulares e à restauração do equilíbrio físico e mental. Com Lucilene dos Santos. A partir de 16 anos. Na Sala 2. R$44,00 (□) e R$22,00 (O). Até 3 0 /0 5 . Quartas e sextas, às 19h30. •Chi Bali. Exercícios de alongamento de várias técnicas e com bolinhas aromáti cas que ajudam na respiração e na con centração para aperfeiçoar a percepção corporal. Com Maurício Marchesani. Na Sala 2. R$44,00 (□) e R$22,00 (o). A partir de 16 anos. Até 3 0 /0 5 . Quartas e sextas, às 20h30. «Consciência Corpo ral. Com Andrea Prequero. A partir de 16 anos. Na Sala 2. Inscrições na Cen tral de Atendimento. R$44,00 (□) e R$22,00 (O). Terças e quintas, às 20h30. •Dança de Salão. Com Rondinelle Pinto da Nóbrega. Na Sala 2. R$44,00 (□) e R$22,00 (O). Até 31 /0 5 . Terças e quin tas, às 11 h. •Ginástica Intearativa. Pre paração física, exercícios de equilíbrio do sistema mental emocional e a perfor mance da alta bio energia. Com Walter Steiner. Na Sala 2. R$44,00 (□) e R$22,00 (O). Sábados, às 1Oh. «Massa
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Afro-capoeira, no Sesc Pompéia. Confira no Roteiro gem e Relaxamento Com Elisabete Monteiro. N a Sala 2. R$44,00 (□) e R$22,00 (O). Terças e quintas, às 19h30, de 16 a 54 anos. Quartas e sextas, às 14h30, a partir de 55 anos. Até 3 0 /0 5 . Sesc Ipiranga POWER YOGA Sesc Consolação. R$20,00 (O) R$40,00 (□). 35 alunos por turma. Segundas e quartas, às 20h30. Sesc Pompéia. Com Júlio Fernandes. De 15 a 55 anos. R$45,00 (□) e R$22.50 (O). Terças e quintas, às 19 h 3 0 / sába dos, às 10h30.. Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. Com Márcia Jorge do Amaral. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Até 2 8 /0 6 . Quartas e sexias, às 7h30. STEP. Exercícios dinâmicos sobre uma plataforma. Sesc Vila Mariana. Aula para quem já pratica atividade física e procura ênfase no trabalho de resistência geral (aeróbica). Aulas com duração de 50 min. De 15 a 54 anos. Terças e quintas, às 8h30 e 19h30. Quartas e sextas, às 9h30 e 18h30. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Ter ças e quintas, às 8ri3Ó e 19h30. Quartas e sextas, às 9h30 e 18h30. YOGA Sesc Belenzinho. Com Helena M aria Santos. Taxa de inscrição R$10,00 (□) e R$5,00 (O, ❖) R$50,00 (□), R$25,00 (O) R$20,00 (O acima de 55 anos), R$10,00 (O acima de 55 anos). Terças e quintas, às 9h, 16h e às 19h30. Sesc Carmo. R$19,00 (O), R$38,00. Se gundas e quartas, às 9h, 12h, 14h e
15 h / terças e quintas, às 1Oh e 11 h. Sesc Consolação. Suásthya Yoga. A par tir de 15 anos. 25 vagas. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Terças e quintas, às 9h. Sesc Consolação, lyengar Yoga. A partir de 15 anos. 25 vagas. R$20,00 (O) e R$40,00 (□). Segundas e quartas, às 17h30, 18h30 e 19h30. Sesc Pinheiros. De 15 a 50 anos. R$22,00 (O) e R$44,00 (□). Turmas mensais. Inscrições diretamente com a professora. Segundas e quartas, às 18h e 19h, terças e quintas, às 8h30. Sesc Pompéia. Com Julio Fernandes e Beatriz Esteves. A partir de 15 anos. R$45,00 (□) e R$22,50 (O). Terças e quintas, às 8h30, 9h30, 15h, 16h e 20h30. Sesc Santo Amaro. R$40,00 (□) e R$20,00 (O). Segundas e quartas, às 16h30.. Sesc Vila Mariana. De 15 a 54 anos. Com Márcia Jorge do Amaral. R$38,00 (□), R$19,00 (O). Até 2 9 /0 6 . Terças e quintas, às 8 h 3 0 / quartas e sextas, às 19h30. arte marcial AFRO-CAPOEIRA Sesc Pompéia. Com Mestre Baiano - Josoel Vitalino. De 15 a 55 anos. R$71,00 (□) e R$35,50 (O) e R$52,00 (□) e R$26,00 (O). Terças e quintas, às 18h30 e 2 0 h / sábados, às 15n. caminhadas TRILHA DAS CACHOEIRAS DO RIBEI RÃO ÍTU. Seguindo o rastro dos antigos caiçaras que transportavam mantimentos para o litoral, a trilha que parte das pro ximidades de Salesópolis para Boiçucanga acompanha o curso do Ribeirão Ifu.
Em alguns pontos caminha-se com a água nos joelhos. Saída Sesc Carmo. R$22,00 (O). 2 1 /0 4 . Sábado, saída às óh. Sesc Carmo CLUBE DA CAMINHADA Sesc Pompéia. Cavernas de Iporanga. Caminhada de dificuldade moderaaaforte em uma região com rios, cachoeiras e cavernas, localizadas no município de Iporanga a 350km de São Paulo. Saída no dia 2 8 /0 4 e retomo no dia 2 9 /0 4 . R$85,00 (O), R$95,00 (□) e R$100,00. 2 8 /0 4 . Sesc Santo Amaro. Pista demarcada de caminhada (três níveis: iniciantes, inter mediários e avançados) com acompa nhamento especializado e uma série de atividades paralelas de orientação para uma vida mais saudável. Grátis. Sába dos, às 1Oh. Sesc Vila Mariana. Inscrições das 1Oh às 12h30 e a palestra Caminhando com Se gurança, às 11 h, na Praça de Eventos. Maiores informações no 6o andar/B. Domingos, das 1Oh às 12h30.. recreação AQUASESC. Programação especial com vivências aquáticas, festivais e torneios de diversas modalidades aquáticas, sába dos e domingos às 15h30. A partir de 13 anos. Necessário a apresentação da carteira do Sesc, com exame dermatoló gico atualizado. Trazer cadeado de qua lidade para utilizar o vestiário. Grátis. •Brincando de Nadar. 0 8 /0 4 . •Basque te Aquático. 14 /0 4. •Circuito Aquático. 2 1 /0 4 . •Hidro Local. 29 /0 4 . Sesc Pompéia
Sociedade & Cidadania «OTV17VO A O IN CENTIVO. Curso sobre a lei Ruanet para o Terceiro Setor, o A importância da renúncia fiscal. oEstatutos- Natureza Cultural, o Lei de Incen tivo Fiscal. •Formataçnao de projetos para o MinC. «Dicas de Projeto de Ven da e Captação Recursos. oNoções de Prestação de Contas. 1 0 /0 4 , 2 6 /0 6 , 1 4 /0 8 e 1 6 /0 9 , das 9h às 17b. A u di tório. Inscricões: Delegacia do Ministério da Cultura em São Paulo. Tel: 11 -55396304/ 5 5 39 -36 08 .drm in c@ d ia lda -
MEHINAKU. Uma viagem ao cotidiano da mais isolada comunidade indígena do alto Xingu. Exposição de fotos, ade reços, utensílios e exibição de documen tá rio revelam a sirm licidade desse povo, sugerindo uma reflexão sobre a preser vação de uma cultura quase intocada e também da Am azônia. O evento traz, ainda, o lançamento do CD gravado no estúdio do Sesc Vila M ariana com a participação de N an á Vasconcelos, Badi Assad, Simone Soul, Alfredo Belo e Luciano Becari. De 17 a 3 0 /0 4 . Sesc Vila Mariana HOMENS E MULHERES NOTÁVEIS. En contros com Homens e Mulheres N otá veis - A Transcendência no século 21 é um ciclo de palestras e workshops obje tivando a compreensão do Outro, seu mundo e suas crenças, suas atitudes re ligiosas e psicológicas. «A Transcendên cia no Buaismo. Palestra sobre budismo
tibetano com a lama Tserina Everest que, ordenada em 1994 por Cnagdud Tuku Rimpoche, é considerada uma verdadei ra manifestação de Tara, o lado femini no de Buda. Teatro Sesc Anchieta. G rá tis. 2 3 /0 4 . Segunda, às 20h. «A Trans cendência no Budismo. W orkshop so bre budismo tibetano com a lama Tsering Everest. R$ 15,00 (TTT), R$ 20 ,0 0 (SSS) e R$ 30,00. Vagas limitadas. Ins crição a partir do dia 0 9 /0 4 , de segun da a sexta, das 12 h30 às 21 h, e aos sá bados e feriados, das 9h às 15h. 2 4 /0 4 . Terça, das 9h às 13h. Sesc Consolação PROGRAMA SAUDÁVEL CIDADÃO. Desenvolvimento de um trabalho na área de saúde para a comunidade e suas lideranças, através de cursos, pa lestras e discussões que promovam ações de educação para a saúde. «Sau dável da Cabeça aos Pés. Pelo segundo ano consecutivo estaremos realizando a Feira da Saúde em comemoração ao Dia M undial da Saúde. O evento "Sau dável da Cabeça aos Pés" tem como principal objetivo educar para a saúde e trazer informações de diversas áreas para a prevenção de doenças e conse quentemente propiciar ao cidadão uma melhor qualidade de vida. Estandes nas mais diversas especialidades médicas e saúde bucal, com a realização de pales tras, teatros, performances e um curso para voluntários da saúde. Grátis. 03, 04, 05, 0 6 e 0 7 /0 4 . Terça a sexta, das 1Oh às 1Th. Sábado, das 1Oh às 14h Sesc Santo Am aro
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Natureza & Meio Ambiente palestras ÁGUA: PRESERVAR É PRECISO. Com M ilton Pereira de Pinho (Guapo). N o Auditório. Grátis. 2 7 /0 4 . Sexta, às 17h. Sesc Ipiranga
POLOS INTEGRADOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Programa de Educação Am biental que tem como base elemen tos da natureza como terra, água, ar e o próprio homem. «Benfeitores da N a tureza. Programa permanente de edu cação ambiental para professores. Sá bados, das 9h às 17h. «Coleta Seletiva: Zona Leste Faz! Programa de valoriza ção, organização e capacitação do catador de papel para articulação da co leta seletiva na zona leste da capital. Encontros no prim eiro sábado do mês. M aiores informações pelo ramal 9217. Sábados, às lü h . «Horta. Está aberta para visitas m onitoradas e orientação técnica para montagem de hortas co munitárias. Q uarta à dom ingo, a partir das 9h. «M ata Atlântica. Em uma área de M ata Atlântica secundária é realiza do um trabalho de reintrodução e rea daptação de espécies vegetais nativas, além de caminhadas nas trilhas, jogos e brincadeiras. Q uarta a dom ingo, a p artir das 9h. «Momento do Meio. Brincadeiras, oficinas e dinâmicas que despertam os participantes sobre ques tões ambientais. Q uarta à sexta, às 15h. «Piscicultura. A alimentação de peixes e aves pode ser apreciada pelos visitantes. Q uarta a dom ingo, às 11 h e às 14h. «Plantinhas do Mato. A tivida de que pretende resgatar um pouco mais sobre a cultura p o p u la r, fornecen do informações sobre o uso e aplica ções destas plantas na vida cotidiana. De 0 7 a 12 anos. Agendamento prévio pelos ramais 9 2 8 6 /9 2 8 7 . Q uarta a sá bado, das 9h30 às 12h e das 13 h30 às 16h. «Pomar. Neste espaço são cultiva das árvores frutíferas para possibilitar o retorno da fauna que se alimenta desses frutos. Q uarta a aom ingo, a partir das 9h. «Reciclagem de Materiais. Por meio de lixeiras especiais, coletores de materiais e atividades como oficinas e jogos, o público é orientado ao nãodesperdício e incentivado a fazer a se paração e o reaproveitamento como forma de manutenção e preservação dos recursos naturais e da qualidade de vida. Q uarta a domingo, a partir das 9h. «Viveiro de Plantas. O local ainda possui orquidário e um herbário vivo. Quarta a dom ingo, a partir das 9h. Sesc Itaquera PROGRAMA VIVA O VERDE. O p rogra ma de educação ambiental com meto dologias que integram atividades lúdi cas, culturais e científicas ao rico e d i versificado potencial da natureza e ins talações do Sesc Interlagos. Os grupos de escolas, O N G s, creches, grêmios de empresas e associações comunitárias poderão optar por horários da manhã e tarde nos seguintes módulos: Viva o Verde 1: sensibilização, para grupos de 3 a 6 anos; Viva o Verae 2: iniciação, para grupos de 7 a 12 anos; Viva o Verde 3: iniciação, para grupos de 13 a 18 anos; Viva o Verde 4: grupos de estudo, para idade superior a 13 anos;
Viva o Verde 5: jogos&natureza, visita auto-monitorada. «Cada Lixo no seu Lugar. Quintas e sextas, das 9h às 17h. •Conhecendo o Viveiro. Uma explora ção monitorada pelo viveiro de plantas que apoia o manejo do parque e áreas verdes do Sesc Interlagos. Compreende óOOOm2 e mais de 20 mil mudas de d i ferentes espécies, muitas raras, como o pau-brasil, pau jacaré, jatobá, cedro e capororoca. Nele podem ser observa dos a estufa de plantas, captador de energia solar, minhocário, sauveiro in vitro, terrário e uma horta educacional (em implantação). Q uarta a dom ingo e feriados, das 9h às 17h. «H 20lhal. Uma caminhada interativa explorando o caminho das águas do Sesc Interlagos: nascente, poço semi-artesiano, córrego, brejo, lagos, piscina e represa Billings. Quintas e sextas, das 9 às 17h. •Por Dentro da M ata ÁHântica. Uma expedição monitorada na reserva local de 1,6 ha de M ata Atlântica, exploran do temas relacionados à biodiversidade e sucessão ecológica de um dos ecossis temas brasileiros mais ameaçados atualmente. Quintas e sextas, das 9h às 17h. «Viva o Verde - Agendamento As informações, reservas e agenda mento podem ser feitas pessoalmente ou pelos telefones 59 7 0 3 5 3 5 /3 5 3 6 /3 5 3 7 /3 5 3 8 , fax 59703503 ou pela internet: email@interlas.sescsp.com.br. Q uarta a sábado, s 9h às 17h. Sesc Interlagos ROTEIROS AMBIENTAIS. A tivid ad es e la bo ra da s p a ra atender grupos de escolares p o r m eio de visitas m on i toradas. «Roteiro Á rvore. In trod u ção de conceitos sobre cad eia a li m entar, sucessão eco lóg ica, preser vação. C am inh ad a pelo pequeno trecho de M a ta A tlâ n tica rem anes cente no Sesc, com ativid ad es lú d i cas. Práticas de rep ro du ção de mu das e p la n tio no V ive iro . De 11 à 14 anos. Agen da m e nto pré vio pelos ra m ais 9 2 8 6 /9 2 8 7 . Q u a rta a sába do , das 9 h 3 0 às 1 2h e das 13 h3 0 às 16h. «Roteiro Planta. R econheci m ento de espécies anim ais e vege tais da M ata A tlâ n tica . D inâm ica so b re coleta seletiva. Víde o com enta d o sobre an im a is da M ata A tlâ ntica , mecanismos de defesa e interação pla nta a n im a l. De 0 7 a 10 anos. A g en da m e nto pré vio pelos ram ais 9 2 8 6 /9 2 8 7 . Q u a rta a sábado, das 9 h 3 0 às 12h e das 13 h3 0 às 16h. •R oteiro Sementinha. A tivid a d e aue pro p o rcio n a o prim e iro contato das crianças com a natureza, in tro du z in d o a im p ortâ ncia do "cu ltivar as coisas", desde a pequena e frá g il sem entinha até valores com o a m iza de, am o r e responsabilidade. De 0 4 a 0 6 anos. Ag en da m e nto pré vio pe los ram ais 9 2 8 6 /9 2 8 7 . Q u arta a s ábado, das 9 h 3 0 às 12h e das 13 h 3 0 às ló h . Sesc Itaquera caminhadas , TRILHA ECOLOGICA. De Pindamonhangaba a Campos do Jordão pela encosta da Mantiqueira. 30 vagas. 21 /0 4 . Saída às 6h e retomo às 21 h. Sesc Pinheiros
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Saúde & Alimentação especial ROTEIRO GASTRONOMICO. Este pro gram a apresenta mensalmente um tema gastronômico variado, com o objetivo de explorar cardápios regio nais ou universais, inspirados na d i versidade dos povos e culturas de todo o mundo. N a Lanchonete. O tema do mês é o descobrimento. 02 , 10, 18 e 2 6 /0 4 . Das 12h às 15h.. Sesc Santo Amaro
CULINÁRIA INTELIGENTE •Colombas. Esta aula vai ensinar to dos os segredos das colombas salga das e doces. Com M iriam d Teixeira. R$6,00, R$ 3,00 (□ , ❖) e R$ 2,0 0 (O). 0 7 /0 4 . Sábado, às 14h. «Crian ça na Cozinha. Danete, requeijão e danoninho. Com M iria m Teixeira. R$6,00, R$ 3,0 0 (□ , ❖) e R$2,00 (O). 0 7 /0 4 . Sábado, às lO h. «Delícias de Pavê. Com Eladir C ruz. R $6,00, R$3,00 (□ , ❖) e R $ 2 ,0 0 (O). 2 4 /0 4 . Terça, às 14h. «Feijão no prato. Sai ba como preparar o verdadeiro feijão tropeiro e uma deliciosa salada de fei jão. Com M iriam d Teixeira. R$6,00, R$ 3,00 (□ , ❖ ) e R$ 2,00 (O). 2 6 /0 4 . Quinta, às 14h. «Festival da Banana. Com M iriam d Teixeira. R$6,00, R$ 3 ,0 0 p , ❖ ) e R$ 2,0 0 (O). 2 8 /0 4 . Sá bado, às 14h. «Lanches. Inove fazen do lanches nas formas de bolo gelado, salada e sanduíche. Com Eladir Cruz. R$6,00, R$ 3 ,0 0 p , ❖ ) e R$ 2,0 0 (O). 17 /0 4 . Terça, às 14h. «Massas e M o lhos. Com Eladir Cruz. R$6,00, R$ 3.0 0 p , ♦ ) e R$ 2,0 0 (O). 1 9 /0 4 . Q uinta, às 14h. «Páscoa com azeite Gallo. Com Elisabeth Ribaldo. R$6,00, R$ 3,00 p , ❖ ) e R$ 2,00 (O). 1 0 /0 4 . Terça, às 14h. «Pudim e Cia. Com M iriam d Teixeira. R$6,0 0, R$ 3,0 0 p , ❖ ) e R$ 2 ,00 (O). 1 2 /0 4 . Q uinta, às 14h. «Sanduíches Infantis. Com M iriam d Teixeira. R$6,00, R$ 3.00 (□ , ❖) e R$ 2 ,00 (O). 2 8 /0 4 . Sábado, às 1Oh. «Trufas. Com Eladir Cruz. R$6,00, R$ 3,0 0 p , ❖ ) e R$ 2.0 0 (O). 0 3 /0 4 . Terça, às 14h. •Sobremesas para a Páscoa. Com Eladir Cruz. R$6,00, R$ 3,0 0 p , ❖ ) e R$ 2,00 (O). 0 5 /0 4 . Q uinta, às 14h. Sesc Belenzinho EXAME MÉDICO E DERMATOLÓGICO Para os freqüentadores da piscina, crianças, adultos e idosos. Apresentar-se em traje de banho. Crianças até três anos não pagam. Sesc Consolação. Segundas, das 9h às 12h45 e das 17 às 20 h45/terças, das 13h às 20 h4 5/qu arta s, das 9h às 12 h 4 5 /q u in ta s , das 13h às 16h45/sextas, das 9h às 12h45 e das 17h às 2 0 h 4 5 / sábados e feriados, das 9h às 13h45. Apresentar-se em traje de banho. R$ 6,0 0 (O) e R$ 12.00 p ) . Sesc Pompéia. Válido por três meses. R$ 12,00 (usuário) e R$ 6,0 0 (O). De 0 1 /0 1 a 3 1 /1 2 . Terças e quartas, das 9h às 11 h30 e das 15h às 18 h 3 0 / quintas e sextas, das 11 h30 às 15h e das 18h30 às 21 h / sábados, dom in gos e feriados, das 1Oh às 12h e das 13h às 17h. Sesc São Caetano. Vá lid o por 3 me ses. R$ 7,5 0 (O) e R$ 15,00 (□).
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Apresentar-se em traje de banho. Se gunda a sexta, das 17 h 30 às 20h50. Sesc Vila M ariana. Vá lid o po r 3 me ses. R$ 12,00 (□) e R$ 6 ,0 0 (O). Apresentar-se em traje de banho. De terça a sexta, das 16n às 19h 4 5 /S á bado, dom ingo e feriado, das 9h 30 às 15h30. serviços FRALDÁRIO. Espaço destinado às fa mílias com crianças pequenas, dispõe de geladeira, microondas e local para a troca de fraldas. Q uarta a dom ingo, das 9h às 17h. Sesc Itaquera MESA SÃO PAULO. A çã o contra a forme e o desperdício, pela qualidade de vida. Um conjunto de atividades cujo objetivo é agregar qualidade e valo r nutricional às refeições servidas po r instituições sociais aos segmentos carentes da sociedade por elas atendi dos. Distribuição diá ria de alimentos e desenvolvimento de atividades educa tivas. A sustentação do Mesa São Pau lo está na parceria com empresas e com profissionais e pessoas que se dispõem a particip ar através da pres tação de serviços voluntários, dentro de uma perspectiva de solidariedade e compromisso social. O Mesa São Pau lo viab iliza os esforços dessas parce rias. Atualm ente, particip am do p ro gram a 144 empresas, 160 instituições e 11 voluntários. Entre julho de 9 7 e janeiro de 20 01 , foram doados a p ro ximadam ente 1.06 6,5 toneladas de alimentos que possibilitaram comple mentar 8 .2 6 6 .3 4 5 refeições. Alim ente esta idéia. Ligue grátis: 0 8 0 0 177 772. Segunda a sábado. Sesc Carmo
Sesc Carmo. Refeições com q u alid a de. Os cardápios são elaborados e su pervisionados por nutricionistas, com controle de procedência dos gêneros e higiene de produção. N o verão, expe rim ente as novas saladas. Segunda a sexta, das 11 h às 14h45. Sesc Interlagos. Restaurante da Sede Social, com cardápio variado. De 01 a 3 0 /0 4 . Quartas a domingos e feriados, das 12h às 15h. Sesc Vila M ariana. Lanches, salgados, sucos, doces gelados e sorvetes. Servi ço de almoço de terça a dom ingo das 11 h30 às 14h, grelhados variados, guarnições e saladas. De 01 /0 1 a 3 1 /1 2 . De terça a sexta, das lO h às 22 h/S á ba do , dom ingo e fe riado, das lO h às 19h. Sesc Itaquera. G rill São Matheus. Selfservice aos sábados. Q uarta a Sexta, das 11 h30 às 15h. Sábados, dom in gos e feriados, das 11 h30 às 16h. Sesc Pompéia. Self-service por quilo, massas e grelhados. Terça a Sexta, das 11 h 30 às 14h30. Sábados, do mingos e feriados, das 11 h30 às 15h. lanchonetes Sesc São Caetano. G rande variedade de salgados, porções, m inipizzas, tá bua de frios elanches naturais, além de sucos, refrigerantes, bebidas e sor vetes. Segunda a sexta, das 13 h 30 às
21 h 4 5 / sábados, das 9h às 17 h l 5.. Sesc Interlagos. Variedades de lan ches quentes, m inipizzas de mussarelas, pão de queiio,tortas, doces, sucos naturais e bebidas. De 01 a 3 0 /0 4 . Quarta a dom ingo e feriados, das 9h às 17h. Sesc Ipiranga. Pratos variados, lan ches rápidos. Terça a sexta, das 12h às 22h. Sábados, domingos e feria dos, das 10h às 18h. Sesc Santo Amaro. Serviço de pratos rápidos (grelhados e acom panham en tos), diversos tipos de lanches, ap eriti vos, doces, salgados, refrigerante e bom bonière. Reservas pa ra festas. Segunda a sexta, das 12h às 15h e das 16h às 19h / sábados, das 11 h às 18h. Sesc São Caetano. Salgados, lanches naturais, tá bua de frios. Segunda a sexta, das 13h 30 às 21 h45. Sábados, das 9h às 17 h l 5. Choperia Sesc Pompéia. De terça a dom ingo, a pa rtir das 20h. Música ao vivo às ter ças, quintas, sextas e sábados. C ardá pio variad o com petiscos e lanches. Ó tim o chope. CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS. O p ro grama de odontolo gia do Sesc ofere ce tratamentos clínicos nas especiali dades: dentística, endodontia e periodo ntia , prótese d e ntária, c iru rg ia , odontopediatria e radiodiagnóstico. N a área preventiva oferece um p ro gram a de prom oção de saúde bucal fundam entado em conceitos educa tivos aliados à valorização da quali dade de vida. Informe-se sobre o pe ríodo de inscrição nas unidades do Sesc Odontologia. Segunda a sexta das 8h às 22h, tel: 2 2 8.76 33 . Sesc Consolação. Segunda a sexta, das 8h às 21h3 0, tel: 2 3 4.30 00 .. Sesc Ipiranga. De 0 1 /1 2 a 3 1 /0 3 . Segunda a sexta, das 13h às 21 h30, tel: 33 4 0 .2 0 0 0 .. Sesc Vila M aria n a. De 0 3 /0 1 a 2 9 /1 2 . Segunda a sexta, das 8h às 12h, das 13h às 17h e das 17h30 às 21 h30, tel: 5 0 80 .3 00 0. Sesc Pompéia. Terça a sexta, das 8h às 17h e sábados das 8h às 16 h30, tel: 3 8 7 1 .7 70 0.
espetáculos A ALDEIA ENCANTADA. Com a C ia. de A rtes Baque B olado. G rátis até 12 anos. 80 lugares. R$ 2 ,0 0 (O) R$ 2 ,5 0 (❖ ,□ ) R$ 5 ,0 0 . 0 7 /0 4 . Sá ba do , às 15h. Sesc Pinheiros A BIBLIOTECA M ÁG IC A. Com a Cia H istórias d o Baú. Há séculos atrás, um m ago reuniu to do o conheci m ento do m undo em uma b ib lio te ca. Só que escondeu esta b ib lio te ca p o r m uito te m po. R $2 ,00 , R $1 ,50 (O) e R $1 ,00 (O , ❖ ). G rátis pa ra crianças até 12 anos. 2 1 /0 4 . Sá b a d o , às 16h. Sesc Santo Am aro A HISTÓRIA DE A M O R DE ROMEU JULIETA. M ontagem ca rio ca d o tex to de A ria n o Suassuna, que utiliza elem entos circenses e a le g o ria s num a encenação, que p riv ile g ia o te atro de cordel. Á re a de C onvivên cia. G rátis. 28 a 2 9 /0 4 . S á ba do às 17h e D om ing o às 1 Ih . Sesc Pompéia A MULHER GIG ANTE. Um espetácu lo m usical que recria situações clás sicas do universo in fa n til. Com o g ru p o gaúcho C u id a d o Q u e M a n cha. A p ós cada espetáculo, o ficin a com os atores d o g ru po . A u d itó rio . R$ 6 ,0 0 , R$ 4 ,5 0 (□) e R$ 3 ,0 0 (O). 14, 15, 21 e 2 2 /0 4 . Sába do e d o m in go , às 15h .. Sesc V ila M aria n a A D IV IN H A O QUE É! Um tra b a lh o com os sentidos e o sentim ento da a m izad e. Com a C ia. Teatral Trupe d o Beijo. A p ós cada espetáculo, o ficin a com os atores do gru po . A u d itó rio . R$ 6 ,0 0 , R$ 4 ,5 0 (O) e R$ 3 ,0 0 (O). 28 e 2 9 /0 4 . S á ba do e do m in go , às 15h. Sesc V ila M aria n a AS HISTÓRIAS DE SHANTÁ. Shantá é um senhor sem ida de aue conta histórias de suas viagens ao oriente a o o cid e n te . D ire çã o de M jrte s M esquita e M á rc io M artins. Á rea de C onvivência. R$ 2 ,0 0 e R$ 1,00 (O). 2 8 /0 4 . S ábado, às 15h. Sesc São Caetano ATÉ ONDE O VENTO LEVAR. Uma histó ria dife ren te sobre lixo. 1 5 /0 4 . D om ing o, às 13h. Sesc Itaquera
C onsolação
In terlag o s <5! Ip ira n g a > 00 Iteq u erc U", O d o n to lo g ia M P a r a is o P aulista Pinheiros Santo A m a ro São C aetan o
A BOLSA AMARELA. Espetáculo b a seado na o b ra de Lygia Bojunga Nunes. C onta a histó ria de Raquel, um a m enin a em co n flito consigo mesma ao re p rim ir três grandes vontades. Com C ia. de Bonecos de Belo H o rizon te. 0 2 , 0 8 , 2 2 e 2 9 /0 4 , às ló h . 1 5 /0 4 , às l l h . Teatro. R $ 9 ,0 0 , R $ 6 ,0 0 (□ ) e R $3 ,00 (O, ♦ ) . Sesc Ip iranga CIRCUS - A N OVA TOURNÉE. Bone cos e música form am um d ive rtid o e inu sitad o espetáculo circense. Com a C ia. C ida de M ud a. Á re a de C on vivên cia. R$ 2 ,0 0 e R$ 1 ,0 0 (O).
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A bolsa amarela, no Sesc Ipiranga. Confira no Roteiro 2 1 /0 4 . Sá ba do , às 15h.. Sesc São Caetano COCOS E MITOS. N a te nta tiva se e n c o n tra r os seus pa is, o m enino C oq u in h o fa z um a fa n tá stica ,v ia gem . Com a C ia . Das C ores. Á re a de C o n vivên cia . R $ 2 ,0 0 , R $ 1 ,0 0 (O ). 0 7 / 0 4 . S á ba do , às 15h. Sesc São Caetano CONTOS DA MATA. Com a C ia. H istórias do Baú. Para quem q u is er escutar, v ia ja r e v o lta r no tem po. R $ 2 ,0 0 , R $ 1 ,5 0 (□ ) e R $ 1 ,0 0 ( o , ❖ ). G rá tis p a ra cria nça s até 12 anos. 2 8 /0 4 . S á ba do , às ló h . Sesc Santo A m aro DA VIN C I - PINTA N D O O SETE. Leonardo Da V in ci sofre um a qu ed a em sua m á q uina v o a d o ra e v a i p a r a r na cid a d e das invenções. Cnop e ria . G rá tis. 0 8 /0 4 . D o m ing o, às Sesc Pompéia DIA DE FESTA. H istória que mescla da n ça , m ím ica e canto, m ostran do as tra p a lh a d a s de um d o n o de c ir co que se vê en rosca do q u a n d o to dos os artistas de sua c om p an hia fogem p a ra o u tro p ica d e iro . Á re a de con vivên cia. R $ 2 ,0 0 e R $1 ,00 (O^. 2 4 e 2 5 /0 4 . Terça e q u a rta , às Sesc São Caetano EM CADA CANTO, UM CONTO. Com o g ru p o As m eninas d o conto.
G rá tis até 1 2 anos. 8 0 lugares. R$ 2 ,0 0 (O ) R$ 2 ,5 0 (❖ , □ ) R$ 5 ,0 0 . 2 8 / 0 4 . S á b a d o , às 15h. Sesc Pinheiros G IR A S O N H O S E C O N V ID A D O S . G ru p o Bonecos U rb an os que tra z a m ito lo g ia g re g a através de lendas e mitos. A p ó s c a d a espetáculo, o fic i na com os atores d o g ru p o . A u d itó rio . R$ 6 ,0 0 , R$ 4 ,5 0 (□ ) e R$ 3 ,0 0 (O ). 0 7 / 0 4 e 0 8 / 0 4 . S á b a d o e d o m in g o , às 15h. Sesc V ila M a ria n a GUERREIROS DA B A G U NÇ A . Com C ia . A z u l Celeste. Dois b a nd os de m endigos vivem em te rritó rio s p r ó x im o s e lutam pe la s ob revivên cia. 15, 2 2 e 2 9 / 0 4 ; d o m in g o às ló h . Teatro, a p a r tir de 6 anos. R $ 5 .0 0 ; R $ 2 ,5 0 ( □ ,❖ ) e R $ 2 ,0 0 (O ) Sesc Belenzinho HISTÓRIAS C O M DESPERDÍCIO. Com a C ia. Truks. O espetáculo d is cute com ling ua ge m sim ples e aces sível, aspectos im p orta nte s do com p o rta m e n to hum ano. R $ 2 ,0 0 , R $ 1 ,5 0 (□ ) e R $ 1 ,0 0 (O , ❖ ). G r á tis p a ra c ria n ç a s até 12 anos. 0 7 / 0 4 . S á ba do , às ló h . Sesc Santo A m aro O LIXÃO. Uma m on tan ha de lix o surge em te rren o b a ld io , entre dois p ré dios , e afeta o relacio na m e nto entre seus m orad ores. 0 8 /0 4 . D o m in go , às 13h. Sesc Itaquera
O U M DA ESTÓRIA. Com a C ia Tea tro de Papel. Um a estória aue n a rra as o rige ns das coisas, do homem e d a v id a . C h o p e ria . G rá tis . 1 5 /0 4 . D om ing o, às 17h. Sesc Pompéia QUEM CONTA U M C O N T O ... Com a C ia. Cores V ivas. Á re a de C o n v i vência. G rá tis . 2 8 e 2 9 /0 4 . Sába do às 11 h e d o m in g o às 17h. Sesc Pompéia QUEM DESCOBRIU O BRASIL? Léu e Lucinha têm um d e safio pela frente: a p rese nta r um a cena sobre o desco b rim en to d o Brasil. Com a C im a Produções A rtística s. 2 2 /0 4 . D o m in go , às 13h. Sesc Itaquera SIM Ã O E O BOI PINTADINHO. Du rante um a gra n d e festa, Sim ão ten ta salva r o Boi P in tad inh o das a rm a d ilh as dos am igos do coronel que querem a c a b a r com as tradições p o pu lares. Á re a de C on vivên cia . G rátis. 21 e 2 2 /0 4 . S á ba do às 11 h e d o m in g o às 17h .. Sesc Pompéia TODO M U N D O TEM UM S O N H O . A g ra n d e c o m p a n h ia C irc o M ístico v ia ja pelo m undo p ro c u ra n d o c ria n ças p a ra c on ta r histórias e tir a r a sorte na ca ix a m ág ica . Com a C om pa n h ia A rtís tic a Pombas U rbanas. 2 9 /0 4 . D om ing o, às 13h. Sesc Itaquera
especial UM DIA DE ESCOLA N O SESC SA N TO A M A R O . A te n dim e nto a escola res com p ro g ra m a çã o te m ática. O tema deste mês é Literatura Infantil: M o n te iro Lobato. G rátis. De 0 2 a 3 0 /0 4 . Segunda a sexta, das 9h às 1 2h e das 14h às 17h .. Sesc Santo Am aro A G ITO JOVEM . Tem com o o b jetivo uestion ar a pich a çã o com o fa tor e de te rio riz a ç ã o d o espaço urb an o e a g ra fita g e m com o m anifestação social. P úblico-alvo: cria nça s de 13 a 18 anos. «O ficina de Teatro. N o ções intro d u tó ria s do o fic io teatra l, nas diversas áreas que constituem um espetáculo cênico. Q u arta s e sextas, das 17 h 3 0 às 19h. Sesc V ila M aria n a ALTA VOLTAGEM. O A lta Voltagem é um p ro je to c ria d o p a ra colo car você em contato com as artes, os es portes e as a tivid ad es c orp orais de m an eira d in âm ica e en riquecedora. R $5 ,00 (O e estudantes com o RG e s c o la r / c a rte irin h a estu d a n til. •Basquete. Curso de inicia çã o es p o rtiva . 2 5 vagas. Terças e quintas, «Dança de Rua. às 1 0 h 3 0 e 15h. Trabalho desenvolvido a p a rtir da m úsica n e g ra n o rte -a m e ric a n a . Com Pedro M oren o. De 0 1 / 0 4 a 3 0 /0 6 . Q u arta s, às 9h. «Dança e Artes Circenses. In icia ção as té cni cas de acro bá ticas e movim entos de dança. Com G e ra ld o Filet. Q uartas e sextas, às 16 h / sábado,às 9h30.
revista
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Infantil • Fotografia. Técnicas de reg istro fo to g rá fic o , reve la ção e a m p lia ç ã o . Q u a rta s ou sextas, às 9h ou 14h. •Futsal. In icia çã o nos fu ndam entos básicos da m o d a lid a d e e na d in â m ica do jog o. 2 5 vag as. Q u a rta s e sextas, às 1 0 h 3 0 e 1 6 h 3 0 . «G in ás tica. A u las com ênfase na m e lho ria da co n d içã o física e m oto ra . Q u a r tas e sextas, às ló h . •H is tó ria em Q uadrinhos. Desenho & C ria ç ã o técnicas de histó ria s em q u a d rin h o s , c artuns, charges, tira s, c ria ç ã o de personagens, ro te iro e técnicas de a rte -fin a l. Q u a rta s, às 14h. «Judô. 15 v ag as p o r tu rm a. Q u a rta s e sex tas, às ló h . «Teatro. Q u in ta s , às 9 h 3 0 / sábados, às 14h. «Tênis e H ab ilid ad es com Raquetes. Com C la u d ia Jaq ue line Basso. S ábados, às 11 h 3 0 . «V ôlei. In ic ia ç ã o nos fundam entos básicos da m o d a lid a de. 2 5 vagas. Q u a rta s e sextas, às 9 h 3 0 e 15 n .. Sesc Pompéia DIVERSÃO N A PÁSCOA. N o Deck. G rátis. Inform ações no 1o a n d a r do C on jun to Esportivo. «Dança de Rua. A u la a b e rta . 1 4 /0 4 . S á ba do , às 1 3h. «Jogos e Brincadeiras In fan tis. Skate de de do , b o lin h a de gude, piã o , p e rn a de pa u , a m a re lin h a . 14 e 1 5 /0 4 . S á ba do e d o m in g o , das 13h às 17h. «Risoterapia. Dois e n fe rm eiros m alucos a b o rd a m o p ú b li co com esquetes côm icas rá p id a s que m isturam p a lh a ça d a com c a n to ria s, b rin ca d e ira s e info rm a çõe s so bre os cu id ad os necessários à p ro te çã o da saúde d u ra n te o v erã o. 1 5 /0 4 . D om ing o, às 13 h 3 0 . «O nde Está o Coelho ? C aça da a o coelho, através de pistas espalhadas pelo C on jun to Esportivo. 1 5 /0 4 . D om in go , às 15h. Sesc Pompéia ESTAÇÃO CRIANÇA. De 7 a 14 anos. G rátis. «Breve História da M ím ica. A p re sen ta ção que conta a his tó ria d o S enhor K a n ip o ff, um professor irre veren te e b rin c a lh ã o que de cide d a r um a au la de te atro p a ra cria n ç a s , esco lhe nd o c om o tema a a rte da pa ntom im a . Com a C ia. Teatral Trupe d o Beijo. 0 7 , 14, 21 e 2 8 /0 4 . S ábados, às l l h . •O fic in a de M ím ica. Jogos te atra is, utiliz a n d o a ling ua ge m da m ím ica. C om a C ia. Trupe d ó Beijo. 0 7 , 14, 21 e 2 8 /0 4 . S ábados, às 1 3 h3 0. Sesc Consolação aulas abertas BRIN CANDO C O M CORES. A p a rtir da o b ra de Leonardo Da V in ci as c ria n ça s d e sen volve rã o tra b a lh o s plásticos. O ficin a s de cria tiv id a d e . G rátis. 0 7 e 0 8 /0 4 . S á ba do e d o m in go , das 14h às 17h. Sesc Pompéia FANTOCHES DE VARA. Baseando-se nos m am ulengos (teatro de bonecos com p e rson ag en s p o p u la re s ) as crianças c ria rã o seus pró p rio s fa n toches. O fic in a s de C ria tiv id a d e . G rátis. 28 e 2 9 /0 4 . Sába do e d o m in go , das 14h às 17h. Sesc Pompéia
O F IC IN A DE IMPRESSÃO. O ficin a s de C ria tiv id a d e . G rá tis . 14 e 1 5 /0 4 . S á b a d o e D o m ing o, das 14h às 17h. Sesc Pompéia O FIC IN A DE REPENTE. As cria nça s tra b a lh a rã o a m u s ic alida de , joqos de pa la v ra s , rim as e ritm o baseaaos na c u ltu ra p o p u la r. O fic in a s de C ria tiv id a d e . G rá tis . 21 e 2 2 /0 4 . S á ba do e D om ing o, das 14h às 17h. Sesc Pompéia
ESPORT&JOVENS. De 7 a 10 anos: terças e qu inta s, às 15 h 3 0 . De 11 a l 4 an os: qu a rta s e sextas, às 15 h 3 0 . R$ 3 8 ,0 0 (□ ), R$ 1 9 ,0 0 (O). Sesc V ila M a ria n a G.R .D . De 5 a 12 anos. R$ 2 0 ,0 0 (O) e R$ 1 0 ,0 0 (O ). Terças e q u in tas, às 15h Sesc Santo A m aro TEATRO INFANTIL. In ic ia ç ã o ao te a tro através de jog os dra m á tic os , canções p o pu lares, poesia e c a n ti gas de ro d a . C om Eliane W e in fu rter. De 0 7 a 12 anos. R $ 3 6 ,0 0 , R $ 3 0 ,0 0 (□) e R $ 1 5 ,0 0 (O). Taxa ún ica. De 0 8 / 0 4 a 2 4 /0 6 . D om inos, das 14 h às 17h. esc Pompéia TRAMPOLIM ACROBÁTIC O. C am a Elástica. De 0 9 a 14 anos. N o G i násio. O rie n ta ç ã o dos Técnicos do Sesc. Inscrições na Á re a de C o n v i vên cia. G rátis . De 1 8 /0 4 a 1 5 /1 2 . Q u a rta s e sextas, às 16 h 3 0 . Sesc Ipiranga CURSOS FÍSICO-ESPORTIVOS IN FANTIS. D irig id o s a cria nça s de 7 a 12 anos. In form ações no 1o a n d a r do C on jun to Esportivo. G rátis . «Escolinha de Esportes. De 7 a 9 anos. 15 vag as. De 0 1 / 0 4 a 3 1 /1 2 . Q u a rta s e sextas, às 8 h 3 0 e 14h. •Futsal. In ic ia ç ã o nos fu ndam entos básicos d a m o d a lid a d e e na d in â m ica do jog o. De 10 a 12 anos. 15 vag as. Q u a rta s e sextas, às 9 h 3 0 . •G in ástica O lím pica. C urso de in i cia ç ã o à m o d a lid a d e . De 10 a 12 anos. 15 vagas. Terças e qu inta s, às 10 h 3 0 e 15h. «Judô. De 7 a 12 an os. 15 v a g a s p o r tu rm a . De 0 1 / 0 4 a 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 9 h 3 0 , 10 h 3 0 e 15 h / q u arta s e sextas, às 14h e 1 5 h / sábados, às 9 h 3 0 , 10 h 3 0 e 14 h. «Reeducação Respiratória. D ire c io n a d o a p o rta dores de de ficiên cias re sp ira tórias. De 0 7 a 12 anos. 2 5 vag a s .Q u a rta s e sextas, às 17h. «Vôlei. In icia ção nos fundam entos básicos d a m o d a lid a d e e na din â m ic a d o jo g o . 2 5 vagas. De 10 a 12 anos. Terças e qu inta s, às 15 h /q u a rta s e sextas, às 9h 3 0 . Sesc Pompéia DANÇA •D an ç a C riativa. Brinca de ira s, rit mos e danças d a cultura b ra s ile ira associados a técnicas d o tra b a lh o
c o rp o ra l. C om Deise Neves Alves. p e rtó rio (h ip-h op ) in te g ra n d o cons De 0 7 a 12 anos. N a Sala 4 . R$ ciên cia c o rp o ra l e técnica de canto. 4 4 ,0 0 (□) e R$ 2 2 ,0 0 (O). Terças e Com Sheila A ssum pção e o DJ Dri. q u inta s, às 10 h 3 0 . «Dança de Rua. Segundas e sextas, das 1 8h às 20h. A u la s com exercícios básicos. A Sesc Consolação p a r tir de 13 anos. Com H om ero Lo pes. R$ 3 8 ,0 0 (□ ), R$ 1 9 ,0 0 (O). a rte m arcial De 0 4 / 0 4 a 2 9 /0 6 . Q u a rta s e sex CAPOEIRA tas, das ló h às 17h . «Juvenil. De •D e 7 a 15 anos. Inscrição com o 10 a 15 anos. N a Sala 3. Inscrição professor no h o rá rio de au la. N a com o professo r no h o rá rio de au la. sala 2. R$ 4 4 ,0 0 e R$ 2 2 ,0 0 (O). R$ 4 4 ,0 0 , e R$ 2 2 ,0 0 (O). Terças e Terça e qu inta s, às 17 h 3 0 . qu inta s, às 17 h 3 0 . Sesc Ipiranga Sesc Ip iran g a JUDÔ FUTSAL. In ic ia ç ã o nos fu ndam entos • De 7 a 14 anos - 2 5 vagas. R$ básicos d a m o d a lid a d e . De 7 a 10 3 9 ,0 0 (O) e R$ 7 8 ,0 0 (□). Terças e anos. R$ 1 9 ,0 0 (□ ), R$ 9 ,5 0 (O). qu inta s, às 17 h 4 5 / sáb ad os, às Terças e q u inta s, às 20 h. 9h30. Sesc V ila M a ria n a Sesc Consolação JAZZ. De 0 7 a 12 anos. Turmas mensais. R$ 1 6 ,5 0 (O) e R$ 3 3 ,0 0 (□ ). Terças e qu inta s, às 15h. Sesc Pinheiros NATAÇÃO Ensino bá sico dos estilos c raw l e Sesc Consolação. D uraçã o de até 6 meses. 2 0 vag as p o r tu rm a. 6 e 7 anos, segundas e qu arta s , às 9h. De 8 a 11 anos, segundas e q u arta s, às 1Oh e às 14h . De 12 a 14 anos, se gund as e q u arta s, às 15h . R$ 3 3 ,0 0 (O) e R$ 6 6 ,0 0 (□). Sesc Pom péia. In ic ia ç ã o aos nados cra w l e costas. D uraçã o de 6 meses. A p a rtir de 5 anos. R$ 6 0 ,0 0 (□) e R$ 3 0 ,0 0 (O). 15 vag as p o r turm a. P eixinho (5 a 6 anos): te rças e q u in tas, às 9 h 3 0 e 15h . G o lfin h o (7 a 10 anos): q u arta s e sextas, às 9 h 3 0 e 15h. Tubarão (11 a 14 anos): te r ças e qu inta s, às 8 h 3 0 e 15h. Sesc V ila M a ria n a . G ru p o 5 / 6 anos: terças e q u in ta s , às 15h ; q u arta s e sextas, às 10 h 3 0 . G ru p o 7 / 1 0 anos: te rças e qu inta s, às 1 ó h / q u arta s e sextas, às 9 h 3 0 . G ru p o 1 1 /1 4 anos: te rças e q u in tas, às 9 h 3 0 / qu arta s e sextas, às ló h . R$ 3 0 ,0 0 (O), R$ 6 0 ,0 0 (□). TRIBO URBANA. P rogram a de a tiv i dades inte gra da s p a ra adolescentes de 12 a 18 anos, que reúne áreas de expressão c o rp o ra l e artística. Inform ações no Setor de Esportes, 5° andar. «C apoeira. Com Á rlin d o Rodrigues. Segundas e qu arta s, das 14 h às ló h . «H Q , Histórias em Q u a d rin h o s . Com Eloyr Pacheco. Terças e qu inta s, das 19h às 2 0 h 3 0 . •In iciação em Basquete. De 12 a 16 anos. 3 5 vagas p o r turm a. Ter ças e quintas, das 15h às 16 h 3 0 . •In iciação em Futsal. De 12 a 16 anos. 3 5 vagas p o r turm a. Terças e qu inta s, das 9 h 3 0 às 11 h e das 15 às 16 h 3 0 . «Iniciação em H andebol. De 12 a 16 anos. 35 vagas p o r tu r ma. Segundas e qu arta s, das 10 h 3 0 às 12h. «Iniciação em Vôlei. De 12 a 16 anos. 35 vagas p o r turm a. Se gundas e qu arta s, das 9h às 10 h 3 0 ; te rças e quintas, das 16 h 3 0 às 18h. •Teatro ae Bonecos. Com Tatiana Caçava na e João G rem becki. Se gundas e qu arta s, das 19h às 21 h. •V o z da Tribo. C onstrução de re
TAE K W O N D O •In fan to -ju ven il. De 7 a 15 anos. N a Sala 4 . Inscrição com o pro fes sor no h o rá rio de a u la. R$ 4 4 ,0 0 e R$ 2 2 ,0 0 (O). Terças e quintas, às 17 h 3 0 . Sesc Ipiranga oficinas _ ART&AÇÃO. Pais e filhos estão co n vida do s a p a rtic ip a r de vivências e a tivid ad es que estim ulam a c ria tiv i da de . Em a b ril, estarem os re a liz a n d o o ficin as que relem bram as b r in c a d e ira s in fa n tis p o p u la re s . Um tema a cad a sem ana. Com Equipe C urum im . G rátis. De 14 a 2 9 /0 4 . Sábados e dom in go s, às 12h. Sesc V ila M aria n a BRIN CANDO C O M DOBRADURAS. A cim a de 7 anos. O rie n ta çã o de João R ibeiro. N a Sala 1. G rátis. 08 e 2 2 /0 4 . D om ing o, às 14h. Sesc Ip iranga AGITO JOVEM. Um p ro je to p a ra jo vens de 13 a 1 8 anos que integram várias linguagens culturais com o o b je tivo básico de desenvolvim ento da c id a d a n ia e a u to no m ia do g ru po de adolescentes. «O ficina de Tea tro. De 0 4 a 2 7 /0 4 . Q u arta s e sex tas, das 17 h 3 0 às 19h. Sesc V ila M aria n a curumim SESC CURUMIM . A cria nça p a rtic i pa de brin ca d e ira s, estim ula a sua c ria tiv id a d e e o convívio com c ria n ças da mesma fa ix a e tária. Vagas li m itadas. G rátis. In form e-se nas uniSesc Carm o. Neste mês darem os início ao p ro je to deste ano, de no m i na do Z O O M , baseado no livro de mesmo nom e de Istvan Banyai, que remete às questões do ser, pertencer e estar, que levam diretam ente à conscientização de cad a um em re laçã o ao o que ele é, de onde veio, do m eio am biente onde vive e a co r relaçã o existente entre todos estes temas. Os projetos de reciclagem e ativid ad es físico - esportivas in ic ia dos no an o passado con tinu arã o te ndo com o foco prin c ip a l, a coope ração. Inscrições prévias na C entral de Atendim ento. Vagas lim itadas. Para crianças de 7 a 12 anos, de-
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Infantil Sesc Consolação. V ô le i, basquete e tênis de mesa. O m a te ria l é fo rn e c id o pe lo Sesc. De 10 a 15 anos. V ô le i e basquete, segundas e q u a r ta s, das 16h às 17 h 3 0 . Sextas, das 9h às 17 h 3 0 . Tênis de M esa, q u in ta e sexta, das 14h às 21 h 3 0 /s á ba do s e fe ria d o s, das 9 h 3 0 às 17 h 3 0 . G rá tis. Sesc V ila M a ria n a . Futsal. Para m a tricu la d o s no Sesc. De 7 a 17 anos. De 01 a 2 9 / 0 4 . S ábados, das 1 2h às 13h. D om ing os, das 1 0 h 3 0 às 1 3h. espaço lúdico ESPAÇO LÚDICO. Espaço p a ra le i tu ra , jog os e b rin c a d e ira s . G rá tis. Sesc C arm o. Segunda à sexta, das 9h às 1 9h. Sesc Ip ira n g a . Espaço de dive rsã o na á re a de con vivên cia on de fu n cio n a a cen tral de em p ré stim o de jog os p a ra dive rsa s ida de s. Para cria nça s de 3 a 12 anos acontece ta m b ém o M O M E N T O LÚ D IC O , on de são re a liz a d a s o fic in a s , jogos e b rin c a d e ira s , com um instrutor. Para os m aiore s de 12 anos, p e r m anece a b e rta em te m p o in te g ra l. G rá tis (O ), R$ 0 ,5 0 p a ra os d e m ais. Terça a sexta, d a s l 3h às 19 h ; sáb ad os, do m in g o s e fe ria dos, das 9 h 3 0 às 12h ou das 13h às 17 h 3 0 . exercícios corretivos GINÁSTICA RESPIRATÓRIA E N A TAÇÃO PARA ASM ÁTICO S. A t iv i dades a q u á tica s e técnicas re s p ira tó ria s p a ra cria nça s e adolescentes po rta d o re s de asm a b rô n q u ic a . Sesc C onsolação. De 0 6 a 12 an o s. 25 vagas. R $ 4 0 ,0 0 e R $ 2 0 ,0 0 (O ). Sába do s, às lO h . Judô, no Sesc Consolação. Confira no Roteiro pendentes de tra b a lh a d o re s no c o m ércio e serviços. G rá tis . Segunda a sexta, das 8h às 11 h, e das 14h às 1 7h. Sesc Consolação. Para cria nç a s de 7 a 1 2 anos. Um p ro g ra m a de d e senvolvim ento in fa n til com a tiv id a des in te g ra d a s nas áre as de e x pressão física arte s, relações so cia is , m eio am b ie n te , ciê n c ia e te c n o lo g ia . A c ria n ç a fre q ü e n ta o Sesc d ia ria m e n te , em h o rá rio s a l te rn ativo s a o escolar. Vagas lim ita das. G rátis. Sesc In terlagos. De 7 a 12 anos. Esportes, arte s, m a io a m b ie n te , te c n o lo g ia , c ultu ra do c o tid ia n o e c id a d a n ia . A tiv id a d e s re g u la re s du ra n te a sem ana e eventos p a r ti c ip a tiv o s ab erto s à co m u n id a d e in fa n til aos fins de sem ana. De 01 a 3 0 /0 4 . Q u a rta s a sextas, das 9h às 1 2h e das 1 3h às 16h. Sesc Pom péia. De 0 7 a 12 anos. Terças e q u inta s, das 9h às 1 lh 3 0 ou das 14h às 16 h 3 0 de 7 a 9 anos e qu a rta s e sextas, das 9h às 11 h 3 0 ou das 14h às 1 <5h30 de 10 a 12 anos. Terça e q u in ta ou q u a r ta e sexta, das 9h às 12h ou 14h às 16 h 3 0 .
mestre o Sesc V ila M a ria n a a ju d a rá os p a rtic ip a n te s a d e s ven da r nossa re la ç ã o com a c id a d e , e v i d e n c ia n d o tu d o que pe rceb em os e po de m os d e s c o b rir sob re e la . 2 0 0 v ag as. In form açõ es: 5 0 8 0 - 3 1 3 5 . Terças e q u in ta s ou q u a rta s e sex tas, das 14h às 1 7h. Sesc V ila M a ria n a
VILA VIVA. D estin ad o à cria nç a s de 7 a 12 an os, no p rim e iro se
Sesc Ip ira n g a
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recreação GALPÃO CRIA NÇ A . De 0 7 a 12 anos. C om Joã o R ibe iro. N o G a l p ã o . In scrições com 3 0 m in utos de an te c e d ê n c ia na Á re a de C o n v i vê n c ia . 0 7 / 0 4 - G in c a n a SESC. 2 1 / 0 4 - B o rb u lh ã o . S á ba do s, às 14h. Sesc Ip ira n g a M O M E N T O LÚDICO. In te rv e n ç ã o que acontece na Ludoteca, onde são re a liz a d o s o fic in a s , jog os e b rin c a d e ira s . G rá tis . Para cria nça s de 0 7 a 1 2 anos. O rie n ta ç ã o dos Técnicos d o Sesc. 0 2 / 0 4 - Jogo das Sílabas. 0 5 / 0 4 - Tempo Livre. 1 2 /0 4 - C a ra M a lu c a . 1 7 /0 4 Pega-Pega. 1 9 /0 4 - Desenho e Pintura. 2 4 / 0 4 - Peteca. 2 6 / 0 4 C a b ra -C e g a . Terças e q u in ta s , às
AQUASESC. Sába do s ou do m in go s às 15 h 3 0 . De 0 7 a 12 anos anos. N ece ssária a ap res e nta ç ão da c a r te ira d o Sesc, com exam e d e rm a to ló g ic o a tu a liz a d o . T razer ca d e a d o de q u a lid a d e p a ra u tiliz a r o v e s tiá rio . G rá tis . • Biribol N o Escuro. 0 7 / 0 4 . • Brincando de Peixinho. 2 2 /0 4 . « B rincan d o de Pólo. 2 8 /0 4 . «G incana entre Pais e Fi lhos. A tiv id a d e esp ecia l de Páscoa, que tem c om o o b je tiv o a in te ra ç ã o entre pa is e filho s. 1 5 /0 4 . Sesc Pompéia RECREAÇÃO D IRIGIDA DE FUTSAL. A tiv id a d e d e s en v olv id a p o r té c n i cos d o Sesc. G rá tis . Sesc Consolação. O m a te ria l é fo r n e cido p e lo Sesc. De 7 a 15 anos. De 0 1 / 0 4 a 3 1 /1 2 . Sába do s, das 9 h 3 0 às 1 3h. RECREAÇÃO ESPORTIVA DIR IGIDA. A tiv id a d e d e sen volvid a p o r té c n i cos d o Sesc. G rá tis . Sesc V ila M a ria n a . Para m a tric u la dos no Sesc. De 7 a 1 7 anos. Futsal fe m in in o . De 01 a 2 9 /0 4 . Sá ba do s, das 1 3h às 14 h 3 0 / d o m in gos, das 13h às 14h. RECREAÇÃO G rá tis .
ESPORTIVA
LIVRE.
Matrícula O c a rtã o d e m a tríc u la n o Sesc é o seu passap orte para pa rticip a r, co m vantagens, das várias a tivid ad es oferecid as e ta m b é m para d e s fru ta r as piscinas, qu ad ras e o u tro s eq u ip a m e n to s . Para m a tricu la r-se no Sesc são necessários os seguintes d o cu m e n to s. Trabalhador no comércio e serviços: ca rte ira pro fis s io n a l d o titu la r, ce rtid ã o de casa m en to e c e rtid ã o de n a scim e n to dos filh o s m en ores de 21 anos. A taxa de m a trícu la va ria d e a co rd o co m a faixa sala ria l. A m a tríc u la p o d e ser fe ita em q u a lq u e r u n id a d e do Sesc e te m v a lid a d e n a cion al de 12 meses. Aposentado do 1 comércio e serviços: ca rte ira p ro fissio n a l e carn ê d o INSS. O u tro s : d o c u m e n to de id e n tid a d e e co n su lta na u n id a d e d e interesse sob re a d is p o n ib ilid a d e d e vaga.
Terceira Idade espetáculos TARDES DE ENCONTROS. Arrasta-pé N o Sesc Carmo. A sabedoria popular será enfocada através de uma oficina destinada a resgatar um pouco da filoso fia de bolso dos pára-choques de cami nhão que cruzam o país de norte a sul. Com o violeiro M árcio de Freitas, Rafael Siqueira e Fernando Alge. Ingressos an tecipados. R$ 5 ,00 (O). 2 7 /0 4 . Sexta, às 16h30, Copa I. Sesc Carmo
BATE-PAPO MUSICAL Toninho Nasci mento apresenta o show Tempos Imor tais. Hall de Convivência. Grátis. 2 6 /0 4 . Quinta, às 15h. SESC Consolação CONVIVER COM ARTE. Quartas às 1óh, na Choperia. Grátis. •Esperando na Janela. Targino Gondim apresenta o melhor do forró nordestino. 0 4 /0 4 . «João Pacífico em Prosa e Can to. A cantora Christina Guiçá apresenta a obra desse compositor de música serta neja. 11 /0 4 . •Thema Banda Show. Bai le com a tradicional banda proveniente da cidade de São Vicente. 2 5 /0 4 . Sesc Pompéia
A°A r ÍtE°DE REPRESENTAR. Encontro com os atores M árcia Nunes e Pérides Raggio, que fazem uma consideração sobre a magia da interpretação, além de uma vivência prática. Grátis. 2 5 /0 4 . Quarta, às 14h. Sesc Pinheiros SAÚDE EM DIA: ARTRITE. Informações sobre a osteoporose. Um espaço para ti rar suas dúvidas Grátis. 1 8 /0 4 . Quarta, às 15h. Sesc Vila Mariana TROCANDO IDÉIAS. Um espaço para troca de idéias, opiniões e informações sobre a programação do próxim o mês. Grátis. 2 5 /0 4 . Quarta, às 15h. Sesc Vila Mariana FÁBRICA DA SAÚDE. Programa de cons cientização e divulgação de valores so ciais sobre a saúde, qualidade de vida e os benefícios da prática regular de ativi dades físicas. Grátis. «Tabagismo e Ati vidade Física na Terceira Idade. Com M ario Albanese. Informações no 1o an d ar do Conjunto Esportivo. 2 6 /0 4 . Q uin ta, às 10h30. Sesc Pompéia
ENCONTRO DE ESPORTE E CULTURA DA TERCEIRA IDADE. Evento que reúne os grupos da terceira idade das unidades do Sesc da capital e interior, durante uma semana de confraternização, lazer e de senvolvimento cultural na Colônia de Fé rias do Sesc Bertioga, no período de 16 a 2 2 /0 5 . Inscrições de 01 a 0 8 /0 4 . Sor teio das vagas no dia 10, às 15h, com presença obrigatória dos inscritos. N o Auditório. E necessário apresentar carteirinha de comerciário e comprovante de matrícula em cursos regulares da unida de atualizados. Sesc Ipiranga
FESTA ORIENTAL Encontro da terceira idade com atividades socioculturais e es portivas, além de um almoço típico orien tal e animação musical. R$ 5,00 por pes soa incluindo o almoço. 2 7 /0 4 . Sexta, das 1Oh às 1óh Sesc Santo Amaro FESTIVAL DE VOLEIBOL Informações e inscrições no 6B an dar/torre B. De 17 a 2 9 /0 4 . Sesc Vila M ariana REUNIÃO PARA N OVO S SÓCIOS. Apresentação do program a de ativida des da terceira idade, para novos interes sados. Setor de terceira idade - 4° andar. 2 7 /0 4 . Sexta, às 14h. Sesc Consolação
quartas e sextas, às 14h. «Dança Flamenca. Com Daniela Libâneo e Fábio Sardo. R$ 10,00 (□) e R$ 5,00 (O). Até 2 4 /0 4 . Terças, às 10h 30 e 13h30. •Oficina de Criação Cênica. Aulas aber tas: Criação de cenas curtas, a partir das memórias pessoais dos participantes ex plorando a linguagem do teatro-dança. Com Virginia de Souza Costabile e Eduardo Vianna. Informações I a andar do Conjunto Esportivo. 10 e 1 1 /0 4 . Ter ça, às 13h30 /q ua rta, às 9h. «Reeduca ção Postural. Curso especial. Com M aria Elisabeti de Rosa. R$ 10,00 (□) e R$ 5.00 (O). Até 0 4 /0 5 . Sextas, às 9h30. Sesc Pompéia
PROGRAMA PERMANENTE DE EDUCA ÇÃO PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL •Teatro. Trabalhar expressão corporal, vocal e improvisação, e desenvolver a A ERA D O RÁDIO. Atividades que relem sensibilidade e criatividade. Com Gabriel bram grandes sucessos das estrelas da G u im a r. R$ 2,00 (□) e R$ 1,00 (O). De "Era do Rádio" e que apresentam uma 0 6 /0 4 a 2 9 /0 6 . Sextas, das 13h às programação de rádio de época (radio 15h. «Alfabetização. Aprender a leitura novela) e a atual (programa de auditó e a escrita para que possam resolver com rio). «Nas ondas ao coração. Os basti mais facilidade as questões práticas do dores da Rádio Brasilis. Valsas serestas, dia-a-dia. Com M aria Eugênia Muçarmodinhas. Com o Grupo Cenas in Can ras. R$ 2,00 e R$ 1,00 (O). Até 3 0 /0 6 . to. 2 5 /0 4 . Quarta, às 15h. «Espaço In Quarta a sábado, das 9h30 às 12h30. formal Nossa Rádio Novela. Apresenta •Falando De Saúde. Palestras sobre ção do produto da oficina Nossa Rádio doenças mais recorrentes na terceira ida Novela, com participantes do Grupo da de, como Esclerose múltipla, M al de AlzTerceira Idade. Orientação G rupo Cenas heimer, Doença de Parkinson, Hiperten in canto. 2 6 /0 4 . Quinta, às 15h. são, Osteoporose e outras. Orientação •Nossa Rádio Novela. Nesta oficina os de especialistas do Hospital Santa M arparticipantes criarão um capítulo de uma celina. R$ 2,00 (□) e R$ 1,00 (O). Até rádio novela e estarão apresentando a 5 /0 5 . Sextas, às 15h. «Memorização e sua criação dentro do Espaço Informal flexibilidade mental. Reativação da me no dia 26. Participação na gravação do mória visual e espacial, o desenvolvimen programa de auditório "Vozes do Brasil", to da capacidade de percepção e asso transmitido ao vivo do Sesc Vila M aria ciação de fatos e a ordenação do racio na, em parceria com a Rádio Eldorado. cínio. Com Zilda Batista R$ 2,00 (□) e R$ Com Grupo Cenas in canto. R$ 5,00 (O), 1.00 (O). Quarta a sábado, das 14h às R$ 7,50 (□), R$ 10,00. 18, 20 e 2 6 /0 4 . 1óh. «Atividade Física Para a Terceira Quarta, quinta e sexta, das 14h30 às Idade. Caminhada, ginástica e hidrogi16h30. «Show musical. Patrícia N abeiro nástica. Acim a dos 45 anos. Inscrições: e Duda Lopes, fazem parceria mostrando 2 7 e 2 8 /0 4 . Grátis. Quarta a sexta, às as músicas e modinhas que fizeram su 9h:30. «Coral. Iniciação a técnica de cesso na era do Rádio. 2 7 /0 4 . Sexta, às cantar, trabalhando expressão vocal e 15h. corporal, leitura musicai . Com Charles Sesc Vila Mariana Raszl (regente de coral). R$ 2,00 e R$ 1.00 (O). De 0 7 /0 4 a 3 0 /0 6 . Sábados, COISAS DE ÍNDIOS. Encontro mensal de das 13h às 17h. «Modelando a Idéia. A grupos de idosos da Grande São Paulo produção de objetos com argila pode com uma program ação diversificada prevenir e aliviar problemas de artrite e abordando a cultura indígena. Grátis. artrose. Com Roney Izidoro Coelho. R$ •Kuarup. Espetáculo de dança que re 2.00 (□) e R$ 1,00 (O). De 0 5 /0 4 a presenta a cerimônia socioreligiosa de 3 1 /0 5 . Quintas, das 14h às 16h. «Ser celebração dos mortos indígenas da re Cidadão. Orientações que auxiliam as gião do Alto Xingu. Com o Ballet Stapessoas a enfrentar dificuldades e resga tar o direito de viver dignamente. Com Direção de M árika G idali e Décio Otero. Ana Lúcia Neves e Claudia Leone R$ 19 /0 4 . Quinta, às 11 h. • Vida E Obra. 2.00 e R$ 1,00 (O). Quartas, das 14h às Depoimento de O rlando Villas-Bôas a ló h . «Uso Do "Desuso". Utilizando ob respeito de sua vivência com os índios. jetos que normalmente são jogados no 1 9 /0 4 . Quinta, às 14h. «Marlui Miran lixo e aplicando a técnica de mosaico e da. Show musical. 19 /0 4 . Quinta, às colagem, é possível construir utensílios. 15h. Sesc Itaquera Com Norberto Tavares Filho. R$ 2,00 (usuário) e R$ 1,00 (O). Quintas, às 14h. NÚCLEO DE PRÁTICAS CORPORAIS E •Construir Para Produzir Som. Construa SAÚDE. São cursos regulares, cursos es instrumentos de percussão e descubra a peciais, aulas abertas, caminhadas e ati influência da percussão na nossa cultura. vidades recreativas. Informações no I a Com João Jr. R$ 2,00 e R$ 1,00 (O). andar do Conjunto Esportivo. «Introdu Sextas, das 14h às ló h . «Dança Espa ção às Práticas Corporais. Curso que uti nhola. Com lide Gutierrez. R$ 2,00 e R$ liza as mais diversas atividades físicas 1.00 (O). De 0 5 /0 4 a 3 1 /0 5 . Quintas, aliadas a um processo de informação e das lOh às 12h. «Reeducação Postural conscientização sobre seus benefícios Global. Com Sônia Makaron,. R$ 2,00 e para a saúde. Duração de 4 meses. R$ 5,00 (□) e R$ 2,50 (O). De 0 1 /0 4 a R$ 1,00 (O). 06, 20 e 27. Sextas das 9h30 às 12 h30. «Trançando Fitas. 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 10h30;
Aprenda a trançar fitas de cetim em bar ras de toalhas e panos de prato e produ za peças decorativas que possam ser co mercializadas. Com Agnailda S. Santos . R$ 2,00 e R$ 1,00 (O). 04, 11, 18 e 2 5 /0 4 . Quartas, das 14h às 16h. Sesc Itaquera QUEM N Ã O SE COMUNICA SE TRUMBIC A Programação que aborda aspectos da comunicação na terceira idade. «Diá rio Fotográfico. Exercício de resgate do olhar através da memória fotográfica e oral, utilizando leituras, registros de ima gens, textos e histórias pessoais. Com M alu Frota, fotógrafa. R$ 10,00 (□) e R$ 5 .00 (O). Até 0 5 /0 6 . Terças, das 9h30 às 12h30. «Grupo de Reflexão. O idoso e as novas tecnologias. Com Regina Pilar Galhego Arantes. Inscrições nas Oficinas a partir do dia 0 1 /0 4 . Grátis. 12,19 e 2 6 /0 4 e 0 3 /0 5 . Quintas, das 14h às ló h . «Mímica. Com Marcya Harco. R$ 10.00 (□) e R$ 5,00 (O). Até 0 3 /0 5 . Quintas, às 13h30. «Óficina de Rádio. Dinâmica da produção e apresentação de peças radiofônicas. Com Simone Frei tas e Sônia Avallone, radialistas. R$ 10.00 (□) e R$ 5 ,00 (O). Até 0 8 /0 5 . Ter ças, das 14h às 17h. «Revista de Varie dades. Oficina que visa exercitar e esti mular a comunicação escrita através da criação e produção de uma publicação, como uma revista de variedades. Inscri ções nas O ficinas de Criatividade. R$5,0 0 (0 ) e R$10,00 (□). Com Andréa Cozzolino e Eduardo Seabra. De 0 6 /0 4 a 0 6 /0 7 . Sextas, das 14h às 1Th, exce to feriados. Sesc Pompéia aulas abertas ALONGAMENTO. Com técnicos do Sesc. Grátis. 1 9 /0 4 . Quinta, às 14h30. Sesc São Caetano DANÇA RECREATIVA. Com técnicos do Sesc. 2 6 /0 4 . Quinta, às 14h30. Sesc São Caetano PANÔS. Confeccionados com a técnica manual de nós, a partir dos pontos sim ples e duplos do macramé. Com Norber to Tavares. Inscrições prévias. Grátis. 3 0 /0 4 . Sextas, das 14h às ló h Sesc Carmo PANÔS. Com Norberto Tavares Local: Sala 2, 2a. andar. Vagas: 12 Grátis. Ins crições prévias. 16 e 3 0 /0 4 . Segundas, das 13h às 15h. Sesc Carmo POSTURA, FORÇA E RESISTÊNCIA MUS CULAR N O COTIDIANO. Esclarecimen tos sobre mitos e verdades durante o de senvolvimento do tema. Grátis. «Vivência e Palestra de Fit Bali. Exercícios pratica dos sobre bolas de vinil. 1 6 /0 4 ; Segun da, às 14h. «Circuito de Habilidades. Atividade física desenvolvida através de exercícios, com ou sem elementos, me lhorando a força e resistência muscular. 2 4 /0 4 . Terça, às 14h. Sesc Consolação
ARTE, A BELEZA DAS CORES EM SUA HISTORIA. Breves análises de obras, pin tores e contexto histórico, ilustrados por li vros, vídeos e transparências. Com Nara
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Terceira Idade Silvane Butturi. R$ 6 ,00 {□) e R$ 3,00(0). Até 2 4 /0 5 . Quintas, das 14h às 16h. Sesc Carmo CONVIVENDO E APRENDENDO. En contro de informações, apoio, solida riedade e convívio em grupo. Com M aria Cristina Dal Rio. N a Sala de V í deo. Inscrições na Á rea de Convivên cia. Grátis. Até 3 0 /0 5 . Quartas, às 15h30. Sesc Ipiranga FAÇA DIFERENÇA: ATITUDES POSITI VAS QUE PODEM MELHORAR O PLA NETA. Um passeio dinâm ico e ilustra do pelas principais questões atuais so bre Ecologia, meio ambiente e reser vas naturais. Com Equipe do Instituto GEA - Ética e M eio Ambiente. Local: A u d itó rio /3 o anda r R$ 3 ,0 0 (O), R$ 6 .00 (□). 03, 10, 17 e 2 4 /0 4 . Terças, das 14h às 16h. Sesc Carmo REEDUCAÇÃO RESPIRATÓRIA. Dire cionado a portadores de deficiências respiratórias. R$ 9 ,5 0 (O) e R$ 19,00 (□). Informações l o andar do Conjun to Esportivo. Quartas e sextas, às 16h. Sesc Pompéia UMA VIAGEM MUSICAL DA RENAS CENÇA CONTEMPORÂNEA. Tem comoobjetivo levar às pessoas a possibi lidade de entrar em contato com a mú sica e compositores destes períodos históricos. Com Frederik C arrilh o. R $6,00 (□) e R$ 3 ,0 0 (0 ). Até 2 6 /0 6 . Terças, das 10h às 12n. Sesc Carmo VIVÊNCIA E REFLEXÃO SOBRE O ENVE LHECIMENTO. Neste trimestre o tema en focado é o da cidadania. Com a Equipe do Centro Brasileiro de Filosofia R$ 6,00 (□), R$ 3,00 (O). Até 3 0 /0 5 . Quartas, das 14h às 16h. SESC Carmo VIVÊNCIAS CORPORAIS. Dança, espor te e recreação. Com Fátima Antunes. R$ 6.00 (□) e R$ 3,00 (O). Até 2 8 /0 5 . Se gundas ou quartas, às 14h. Sesc Carmo
DANÇA EXPRESSÃO. A partir de 51 anos. N a sala 4. Inscrição com o professor no horário de aula. R$ 4 4 ,0 0 , R$ 29.00 (M.I.S) e R$ 22,00 (O . Quartas e sextas, às 14n30. Sesc Ipiranga ESPORTES ADAPTADOS. Vôlei, basquete, hande bol, boliche, malha, pefeca, bocha, pelota de mão, capoeira e jogos cooperativos. •Esport&joaos. M odali dades criadas especifica mente para o público da terceira idade. R$19,00 (□), R$ 9,50 (O). Terças e quintas, às 15h30. Sesc Vila Mariana NATAÇÃO Ensino básico dos estilos crawl e costas. Cursos com duração de até 6 Sesc Consolação. 30 por turma. Duração de 12 meses. R$ 16,50 (O) e R$ 33.00 (□). Terças e quin tas, às 1Oh e 13h. Sesc Pompéia. Cursos com duração de 6 meses. A partir de 50 anos. R$ 31,00 (□) e R$ 15,50 (O). Terças e quintas, às 11 h30 e 16 h / quartas e sextas, às 10h30, 13h, 14h e 16h. Sesc Vila M ariana. A partir de 5 5 anos. R$ 15,00 (O), R$ 30 ,0 0 (□). De 01 /0 3 a 2 0 /1 2 . Terças e quintas, às 10h30 e 17h. TENIS. Curso de iniciação com aulas adaptadas ao público da terceira Idade e que desenvolve os golpes básicos da modalidade (forehana, backhand, sa que e voleio). R$ 24,00 (□) e R$ 12,00 (O). Terças e quintas, às 16h. Sesc Santo Amaro VÔLEI ADAPTADO Sesc Consolação. 30 vagas por turma no Ginásio Verde ( 29 andar). Grátis. De 0 2 /0 1 a 3 1 /1 2 . Segundas e quar tas, às 15h. Sesc Pompéia. Turma de iniciação. A partir de 5 0 anos. Grátis. De 0 1 /0 2 a 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 16h. Sesc Pompéia. Turma de aperfeiçoamen to. A partir de 5 0 anos. Grátis. De 01 / 0 2 a 3 1 /1 2 . Quartas e sextas, às 15h.
DANÇA Sesc Ipiranga. Brasileira. Com Mônica Gouvêa. N a Sala 2. Inscrições na Cen tral de Atendimento. R$ 44,00 (□) e R$ 22.00 (O). Até 3 1 /0 5 . Terças e quintas, às 14h30. Sesc Pinheiros. A partir de 5 0 anos. Tur mas mensais. R$ 8,00 (preço único). Se gundas e quartas, às 10 h / terças e quin tas, às 16h. Sesc Pompéia. R$19,00 (□) e R$9,50 (O). Informações l 9 andar do Conjunto Esportivo. Quartas e sextas, às 10h30.
YOGA Sesc Vila Mariana. Com M árcia Jorge do Amaral. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Terças e quintas, às 9h30.
DANÇA AFRO-BRASILEIRA Sesc Vila Mariana. A partir de 15 anos. Com Marcos de Miranda. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Terças e quintas, das 10h30 às 11 h30.
arte marcial TAIC HICHUAN Sesc Consolação. A partir de 55 anos. R $50,00 p ) e R$25,00 (O). 30 vagas. Terças e quintas, às 1Oh.
DANÇA DE SALÃO Sesc Vila Mariana. A partir de 55 anos. Com A ri Matos. R$ 38,00 (□), R$ 19,00 (O). Quartas e sextas, das 13h às 14h.
ginástica ALONGAMENTO Sesc Carmo. R$12,0 0 (0 ), R$24,00. Se gundas e quartas, às 11 h e 16 h / terças
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e quintas, 1Oh, 15h e 18h. Sesc Pompéia. A partir de 50 anos. R$ 9,50 (O) e R$ 19,00 (□). Terças e quin tas, às 11 h30 e 17 h / quartas e sextas, às 10h 30 e 15h. Sesc Pinheiros. A partir de 5 0 anos. Tur mas mensais. R$ 8,00. De 1 2 /0 2 a 3 0 /1 2 . Segundas e quartas, às 8h30, 11 h, 16h e 17 h / terças e quintas, às 14h, 1 5 h e l A Sesc Vila Mariana. Aulas com duração de 50 min. A partir de 15 anos. R$ 19,00 (□), R$ 9,50 (O). Terças e quintas, às 9h30, 10h30, 17h, 18h30 e 20h30; Quartas e sextas, às 8h30, 9h30 e 20h30. CONDICIONAMENTO FÍSICO Sesc Consolação. Com Aparelhos. Ca pacidade de atendimento por hora é de 30 pessoas. R$ 10,50 (O) e R$ 21,00 (□). Freqüência livre. Segunda a sexta, das 7 h 30 às 21 h30; sábados, das 9h30 às 15h30. Sesc Vila M ariana. Aulas com 50 min. de duração. A partir de 15 anos. Terças e quintas, às 7h30, 8 h 3 0 ,9 h 3 0 ,10h30, l lh 3 0 , 15h, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30. Quartas e sextas, às 7h30, 8h 30 , 9h 30 , 10h30, 16h, 18h30, 19h30 e 20h30. R$ 19,00 (□), R$ 9,50 (O). EUTONIA Sesc Carmo. Tem como objetivo a melho ra da postura por meio de exercícios que diminuem as tensões corporais. Com M irian Dascal. Até 2 8 /0 4 . Quartas, das lOh à s llh S O . Sesc Consolação. 20 vagas por turma. R$ 23,00 (O) e R$ 47 ,0 0 (□). De 15/01 a 15 /1 2 . Segundas, às 14h. GINÁSTICA Sesc Pinheiros. Acima de 6 5 anos. Tur mas mensais. R$ 8,00. Segundas e quartas, às 9h30 e 15 h / terças e quin tas, às 9h30, 10h30, 1 3 h e 14h. Sesc Belenzinho. Atividades com ênfase
nas habilidades físicas e resistência aeróbia. Utilizando materiais diversos, serão desenvolvidas aulas respeitando o nível dos praticantes. Acim a de 55 anos. R$ 10.00 (□) e R$5,00 (Q)R$ 20 ,0 0 (□) e R$ 10,00 (O). Terças e quintas, às 14h. Sesc Pinheiros. De 50 a 6 5 anos. Turmas mensais. R$ 8,00. Segundas e quartas, às 8h, 8h30, 10h30, 13h e 16 h / terças e quintas, às 8h, 9h30, 15h, 16h, 17h e 18K30. Sesc Itaauera. Acim a dos 4 4 anos. Ins crições dias 16 e 17 /0 3 . Quarta a sex ta, às 9h30. Sesc Pompéia. A partir de 5 0 anos. R$ 19.00 (□) e R$ 9,50 (O). Terças e quin tas, às 9h30, 10h30, 15h e ló h ; quar tas e sextas, às 9 h 3 0 ,10 h 3 0 ,14h e 15h. Sesc Vila Mariana. Aulas com duração de 5 0 min. R$ 19,00 (□), R$ 9,50 (O). Terças e quintas, às 10h30, 13h e 16h / Quartas e sextas, às 10h30. GINÁSTICA VOLUNTÁRIA M étodo de ginástica desenvolvido pelo Sesc de acordo com o ritmo e condições físicas de cada pessoa. Sesc Ipiranga. A partir de 55 anos. Ins crições na central de atendimento. Terça e quintas, às 14h30 e 16 h 3 0 / quartas e sextas, às 8h e 16h30. Sesc Carmo. R$12 ,0 0 (0 ), R$24,00. Se gundas e quartas, às 1Oh e 15 h / terças e quintas, às 9h e 14h. Sesc Consolação. 35 vagas por turma. R$ 10,50 (O) e R $2 1,0 0 (□). Segundas e quartas, às 14 h / terças e quintas, às lOh, 15h e 16h. HIDROGINÁSTICA Sesc Consolação. 35 vagas por turma. R$ 16,50 (O) e R$ 33,00 (□). Segundas e quartas, às 8h, 11 h e 13 h / terças e quintas, às 9h, 11 h, 14h e 15h. Sesc Pompéia. A partir de 5 0 anos. R$ 31.00 (□) e R$ 1 5 ,5 0 (0 ). De 01 /0 3 a 3 1 /1 2 . Terças e quintas, às 9h30, 10h30, l l h 3 0 13h, 15h, l ó h / quartas e sextas, às 7 h 3 0 ,9 h 3 0 ,11 h30,
Férias & Turismo Social 13h, 14h, 15h, 16h, 17b. Sesc Vila M ariana. A partir de 5 5 anos. R$ 1 5 ,0 0 (0 ), R$ 30 ,0 0 (□). De 01 / 0 3 a 2 1 /1 2 . Terças e quintas, às 11 h30, 13h e 14 h / quartas e sextas, às 13h, 14h e 15h. YOGA Sesc Consolação. Hatfia Yoga. R$ 33,00 (□) e R$ 16,50 (O). 25 vagas p o r turma. Segundas e quartas, às 9n, lO h e 15n30. Sesc Consolação. Suásthya. Com Odete Santana. R$ 33 ,0 0 (□) e R$ 16,50 (O). 25 vagas por turma. Terças e quintas, às 9h, lOh, 14h, l S h e l ó h . oficinas BONECOS DE PANO. Com Cristine Torchia. 12 vagas. R $10,00 (□) e R$ 5,00 (O). Até 2 5 /0 4 . Quartas, das lO h às Sesc Pompéia CERÂMICA. Com O ey Eng Goan. 10 vagas. R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Ter ças ousextas, das 1Oh às 13h. Sesc Pompéia DESENHO E PINTURA. Informações de história da arte e utilização de diversos materiais (guache, óleo, acrílico, entre outros. Com Lúcia Lacourt. 15 vagas. R$20,00 p ) e R$10,00 (O). Quartas, quintas ou sextas, das 9h 30 às 12h30. Sesc Pompéia ENCONTROS SOBRE ARTE E CULTURA BRASILEIRA. Atividade que objetiva per correr a trajetória da produção artística no Brasil. Com M aria Lúcia Leal. R$ 5 ,00 (O), R$ 7,50 p ) , R$ 15,00. De 03 a 2 6 /0 4 . Terças e quintas, das 15h às 16h30. Sesc Vila Mariana INTRODUÇÃO À MICROINFORMÁT1CA II. Primeiras noções de micro informática. Com Paulo César dos Santos. R$ 10,00 (O), R$ 15,00 p ) , R$ 20,00. De 06 a 2 7 /0 4 . Sextas, das 1Oh às 13h. Sesc Vila Mariana
tos Antonio. 10 vagas. As máquinas de costura são gentilmente cedidas pela Elgin S /A . R$15,00 (□) e R$7,50 (O). Quintas, das 14h às 17h. Sesc Pompéia SABEDORIA POPULAR. "TRAGA UMA FRASE DE PÁRA-CHOQUE DE CAMI NH ÃO PARA OFICINA" Esta oficina pre tende registrar algumas dessas frases, através de técnicas de estamparia em te cidos e camisetas e produção de carim bos. O resultado deste trabalho estará decorando o "A rrasta-pé caipira", dia 2 7 /0 4 . Orientação: Vivian Braga. Va gas: 4 0 Local: Sala 2 /A te liê 2o. andar R$ 3,0 0 (O), 6 ,00 (□). 12, 19 e 2 6 /0 4 . Quintas, das 15h às 17h30. Sesc Carmo TEATRO. Com M arllon Chaves. R$20,00 (□) e R$10,00 (O). Terças e quintas, das lO h às 13h. Sesc Pompéia caminhadas CLUBE DA CAMINHADA Sesc Ipiranga. Orientação dos Técnicos do Sesc. Grátis. Terças e Quintas, às 14h Sesc Pompéia. Parque da Á gua Branca. Caminhada de intensidade moderada, aproximadamente 5 km, com percurso que será desenvolvido dentro do parque. Ponto de encontro: coreto, às 1On. Infor mações I a andar do Conjunto Esportivo. 2 8 /0 4 . Sábado, às lOh.
ESPOKIES ADAPTADOS PARA A TER CEIRA IDADE. Vôlei, basquete, hande bol, malha, peteca. Informações I a an dar do Conjunto Esportivo. Grátis. Q u ar tas e sextas, das 14h às 15h. Sesc Pompéia VÔLEI ADAPTADO. Grátis. Terça a sexta, das 16h30 à s l7 h 3 0 . Sesc Pompéia
passeios de um dia PASSEIO DE MARIA FUMAÇA. Dentre os diversos passeios de trem possíveis no estado de São Paulo, o trajeto CamMARCENARIA. Com Dario Fonzar. 10 pinas-Jaguariúna é o mais romântico, vagas. R$15,00 p ) e R$7,50 (O). pois sua paisagem é de montanhas e Até 3 1 /0 5 . Quintas, das 14h às 17h fazendas, durante to do o percurso. Visi Sesc Pompéia ta m onitorada à estação Carlos Gomes, passeio à cidade de Jaguariúna , visi OBJETOS DECORATIVOS EM PAPEL MAtando a estação ferroviária e passeio CHE. Com Luis Masse. 15 vagas. pela cidade de Campinas, visitando o R$15,00 p ) e R$7,50 (O). Terças, das bosque dos jequitibás, o museu de his 1Oh às 13h. tória natural e o aquário. Alm oço inclu Sesc Pompéia so. Saída as 7h do Sesc Consolação com previsão de retorno a São Paulo às OFICINA DE BORDADO EM PEDRARIA 17h. Vendas dias 16 e 1 8 /0 4 das 1Oh Com Norberto Tavares Filho. 15 vagas. às 17h, no setor de terceira idade. 0 3 ,1 Oe 2 4 /0 4 . Terças, das 14h às 16h. R$40,00 (O) e R$48,00 p ) . Apresen Sesc Pinheiros tar sua carteira do SESC, CIC, RG e en dereço completo. 4 0 Vagas. 2 8 /0 4 . OFICINA DE RECICLADOS-MOSAICO Sábado, das 7h às 17h. Materiais que seriam jogados no lixo Sesc Consolação transformam-se em objetos e utilitários para decoração. R$10,00 (O) R$15,00 SOLAR DAS ANDORINHAS. Localiza P ) . Inscrições no setor da terceira idade do na rodovia Campinas-Mogi M irim , - 4S andar. 09, 16, 23 e 3 0 /0 4 . Segun trata-se de um hotel fazenda completo, das, das 14h as 1Th. numa região de natureza exuberante, Sesc Consolação com uma program ação orientada por monitores especializados e com direito PACTHWORK. Confecção de peças utili ao uso de piscinas. 4 2 vagas. 2 7 /0 4 . zando retalhos coloridos de tecido, em Sexta, às 8n. forma de mosaico. Com Roseli dos San Sesc Pinheiros
passeios de um dia PASSEIO DE TREM P IN D A M O N H A N G A B A / CAMPOS DO JO RD Ã O/SP. Incluso: acom pa nh am en to de técnico d o SESC, tran spo rte em ônibus p a d rã o turism o, seg uro -via ge m , la n che, alm oço. Passeio de trem pela Estrada de Ferro C am pos d o Jord ão - EFCJ, vis ita n d o o Balne ário das Á g ua s C laras, Estação de Santo A n tô n io d o Pinhal, V ia d u to G a v iã o G o n z a g a , A lto do Lageado e Ba irro d o C a p iv a ri, em C am pos d o Jordão. A p a rtir de 2 X de 2 5 ,0 0 (Total: R$ 5 0 ,0 0 - O ). 2 1 /0 4 . Saída às 6 h 3 0 , d o Sesc São C aetano. Sesc São Caetano DIVERCIDADES. Passeios de um d ia p o r cidades p ró xim a s a São Paulo. Saídas d o Sesc Paraíso. Todos os passeios incluem aco m panham ento de técnico do Sesc, tran spo rte, segu ro-viag em e, con fo rm e o rote iro , la n che, alm oço, ingressos e passeios. 2 x R$ 2 0 ,0 0 (total: R$ 4 0 ,0 0 ) (O). Pré-reservas p o r telefone. «Faz. Sto. Antônio (Itu). Passeio pela fazenda com ap resentação sobre a cultura do café, ho rta o rg â n ic a e A rm azé m do C afé, c am inh ad a pelos cafezais e o rd en ha de vacas leiteiras. Saída às 7h. 0 7 /0 4 . «Iperó -Floresta Nac de Ipanem a. Passeio pela Floresta N a cion al de Ipanem a, com visitas ao Sítio H istórico da Real Fábrica de Ferro Ipanem a e c a m inh ad a na tr i lha de A ffo n s o S a rd inh a. Saída às 7h. 2 6 /0 4 . «Piracicaba. Visitas ao Engenho C entral, Rua d o Porto e Parque da Rua d o Porto, Casa do Povoador, Parque d o M ira n te , salto d o rio Piracica ba , passarela pênsil, C ate dra l de Santo A n tô n io , acom anham ento da v ia crusis e Sesc P iraci cab a. Saída às 7 h 3 0 . 1 2 /0 4 . «San tana de Parnaíba. Visitas à Ig reja M a triz de N . Sra. de Santana, M u seu Casa d o A n h a n g ü e ra e casa rio dos séculos XVII e XVIII. Saída às 7 h 3 0 . 2 1 /0 4 . Sesc Paraíso DIVERSÃOPAULO. Passeios de um d ia em gru p o , p o r espaços urbanos que reflitam a histó ria da cid a d e de São Paulo. Saídas do Sesc Paraíso. Todos os passeios incluem aco m pa nham ento de técnico do Sesc, tran s porte, seguro-viagem e, conform e o rote iro , lanche, alm oço , ingressos e passeios. R$ 1 2 ,0 0 (unidades do Sesc) (O) e R$ 1 5 ,0 0 (outros rote i ros) (O). Pré-reservas p o r telefone. •P a rq u e Ibirapuera. Visita ao Sesc V ila M a ria n a e passeio pelo Parque Ib ira p u e ra , passando pelo e d ifício da Bienal de São Paulo, G ran de M arqu ise, Museu de A rte M od erna de São Paulo - M A M , Praça da Paz e destaques d o en to rn o d o Parque (com o o M onum ento às Bandeiras, a Ássem bléia Legislativa e o O b elisco e M ausoléu d o S oldado Constitucionalista de 19 32 ). Saída às 1Oh. 0 4 /0 4 . «Estádios Paulistanos. V is i tas aos estádios do Pacaembu (Está d io M u n ic ip a l Paulo M ac h a d o de C arvalh o), Parque A n tá rtic a (Socie da de Esportiva Palmeiras), Parque São Jorge (Sport C lub C orinthians
Paulista) e Estádio do M o ru m b i (São Paulo Futebol C lube). Saída às 8h. 1 1 /0 4 . «Faces do M orum bi. V isita m o n ito ra d a à A ssociação C om un itá r ia M on te A z u l, F undação M a ria Luísa e O sca r A m e rica n o , Parque Emilia n o V o lpi (Bosque do M o rum bi) e Pólo C ultural Casa da Fazenda do M o ru m b i. Saída às 8h. 1 8 /0 4 . «A l tos de São Paulo. Visitas aos e d ifí cios M a rtin e lli, Banespa - r. Boa V is ta e Banespa - p ra ça d o Patriarca (de on de podem ser a p reciad as vis tas pano râm icas d o centro da c id a de e de seus arredores) e a o Teatro M u n ic ip a l de São Paulo. Saída às 13h. 2 5 /0 4 . Sesc Paraíso excursões rodoviárias BRASÍLIA (DF) CALDAS NOVAS (GO). Período da excursão de 1 7 a 2 5 /0 4 . Saída às 19 h 3 0 , d o Sesc Pa raíso. Incluso acom panham ento de técnico do Sesc, tran spo rte, seguro viagem e, con fo rm e o rote iro , l a n che, alm oço e ingressos, hospeda gem com m eia pensão em Brasília e pensão com pleta em C aldas Novas. Passeios pelas cidades de Brasília, G o iâ n ia e C aldas N ovas. H ospeda gem na Torre Palace H o te l/ Brasília e Sesc C aldas N o v a s / C aldas N o vas. A p a rtir de 5 x R$ 1 0 8 ,0 0 (total de R$ 5 4 0 ,0 0 ). Pré-reservas p o r te lefone. A té 1 0 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso CALDAS N O VA S (G O ). Inclu so: a c o m p a n h a m e n to de té cn ico do Sesc, tran spo rte em ônibus p a d rã o tu rism o, seguro-viagem , lanche, hos p e da ge m com pensã o co m p le ta , passeios pela cid a d e de C aldas N o vas, visitan do o Jard im Japonês, Laoa de P irap iting a e Parque Estadual a Serra de C aldas N ovas. H ospe dagem Sesc C aldas N ovas. A p a rtir de 5 x 7 6 ,0 0 (Total: R$ 3 8 0 ,0 0 -O). De 2 2 a 2 8 /0 4 . Saída às 6 h 3 0 , do Sesc São C aetano Sesc São Caetano CONSERVATÓRIA (RJ). Período da excursão de 2 0 a 2 2 /0 4 . Saída às 1 9 h 3 0 , d o Sesc Paraíso. Incluso a c o m p a n h a m e n to de té cnico do Sesc, transporte, seguro-viagem e, con fo rm e o rote iro , lanche, alm oço e ingressos, hospedagem com pensão com ple ta, passeios loca is pela cid a de de C onservatória e pa rticip a çã o nas serestas. H ospedagem no Hotel Fazenda A ca lan to. A p a rtir de 5 x R$ 5 4 ,0 0 (total de R$ 2 7 0 ,0 0 ). Préreservas p o r telefone. A té 1 2 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso CURITIBA (PR) C O M DESCIDA DE TREM PELA SERRA DA GRACIOSA. Incluso: acom panham ento de técnico d o Sesc, transporte em ônibus p a d rã o turism o, seguro-viagem , lan che, hospedagem com meia pensão, passeios pela cida de de C uritiba , v i sitando o Teatro Ó p era de A ram e, P edreira Paulo Leminski, Jardim Bo tâ nico, Bosque A le m ã o, Parque Tangu á, Rua Vinte e Q u a tro H oras, Bair ro de Santa Felicidade e a descida
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„ UNIDADES S e s c c a p it a l
Belenzinho Av. Á lv a ro Ramos, 991 tel- 6 0 9 6 .8 1 4 3
Carmo Rua d o C arm o , 1 4 7 te l- 3 1 0 5 .9 1 2 1
C lN E S E S C Rua Augusta, 2 0 7 5 tel- 3 0 8 2 .0 2 1 3
C onsolação Rua D o u to r Vila N o va, 2 4 5 te l- 2 3 4 .3 0 0 0
I nterlagos Av. M a n u e l Alves So ares, 1 1 0 0 tel- 5 9 7 0 .3 5 0 0
I piranga Rua B om Pastor, 8 2 2 te l- 3 3 4 0 .2 0 0 0
Itaquera Av. F ern a n d o d o E sp írito Santo Alves d e M atto s , 1 0 0 0 de trem até M arretes onde iremos sa b orear o Barreado (prato típico da região). Hospedagem: Paraná Suíte Hotel. A pa rtir de 5 X R$ 5 6 ,0 0 (To tal: R$ 2 8 0 ,0 0 - ◦ . ) . De 12 a 1 5 /0 4 . Saída às 19h, do Sersc São Caetano. Sesc São Caetano PASSA QUATRO (MG). Período da excursão de 12 a 1 5 /0 4 . Saída às 8h, do Sesc Paraíso. Incluso acom pa nhamento de técnico do Sesc, trans porte, seguro-viagem e, conform e o roteiro, lanche, alm oço e ingressos, hospedagem com pensão com pleta e passeios locais pelas cidades de Pas sa Q u atro e Itanhandu. Hospedagem Hotel Recanto das Hortênsias. A p a r tir de 5 x R$ 7 1 ,0 0 (total de R$ 35 5 ,0 0 ). Pré-reservas po r telefone. A té a 0 5 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso POÇOS DE CALDAS (MG). Período da excursão de 12 a 1 5 /0 4 . Saída às 7h, d o Sesc Paraíso. Incluso aco m pa nh am en to de técnico do Sesc, transporte, seguro-viagem e, conform e o roteiro, lanche, afmoço e ingressos, hospedagem com pensão completa e passeios pela cidade. H ospedagem no Sesc Pousada Poços de Caldas. A p a rtir de 5 x R$ 3 9 ,0 0 (total de R$ 195,00). Pré-reservas por telefone. Até 0 5 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso RIO DE JANEIRO (RJ). Período da ex cursão de 2 7 /0 4 a 0 1 /0 5 . Saída às 2 0h, do Sesc Paraíso. Incluso acom p anham ento de técnico do Sesc, transporte, seguro-viagem e, con fo r me o roteiro, lanche, alm oço e in gressos, hospedagem com meia pen são, passeio pelas praia s e Pão de A çúcar (ingresso não-incluso). Hos pedagem no Sesc C opacabana. A
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p a rtir de 5 x R$ 5 5 ,0 0 (total de R$ 27 5 ,0 0 ). Pré-reservas p o r telefone. A té 2 0 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso SALTO GRANDE (SP). Período da ex cursão de 2 8 /0 4 a 0 1 /0 5 . Saída às 7h, d o Sesc Paraíso. Incluso aco m pa nham ento de técnico do Sesc, trans porte, seguro viagem e, conform e o roteiro, lanche, alm oço e ingressos, hospedagem com pensão com pleta e passeio à usina hidrelétrica de Salto G ran de e banhos na p ra ia artific ia l às margens do rio Paranapanem a. Hospedagem no Hotel Fazenda Salto G rande. A p a rtir de 5 x R$ 4 2 ,0 0 (total de R$ 21 0 ,0 0 ). Pré-reservas p o r telefone. Até 2 0 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso
• 1 1 a 1 5 /0 4 . Saída às 1 9 h 3 0 . A p a rtir de 5 x R$ 4 1 ,0 0 (total de R$ 2 0 5 ,0 0 ). Inscrições até 0 4 /0 4 . * 2 7 / 0 4 a 0 1 /0 5 . S aída às 1 9 h 3 0 . A p a rtir de 5 x R$ 4 1 ,0 0 (total de R$ 2 0 5 ,0 0 ). A té 2 0 /0 4 . Inscrições. Sesc Paraíso GUARAPARI E LITORAL CAPIXABA. Saídas 21 h, do Sesc Paraíso. Inclu so: acom pa nh am en to de técnico do Sesc, tran spo rte, seg uro-viagem e, con fo rm e o ro te iro , lanche, alm oço e ingressos, hospedagem com pe n são com p le ta , passeios pelas c id a des de G u a ra p a ri, A n c n ie ta , V itó ria , V ila Velha e p ra ia de Piúma. H ospedagem : C entro de Turismo de G u a ra p a ri. Pré-reservas p o r telefo-
te l- 6 5 2 3 .9 2 0 0
O d ontologia Rua F lo rê n c io d e A b re u , 3 0 5 te l- 2 2 8 .7 6 3 3
Pa r a ís o Rua A b ílio Soares, 4 0 4 tel- 3 8 8 9 .5 6 0 0
Pa u l is ta Av. Paulista, 11 9 tel- 3 1 7 9 .3 4 0 0
Pinheiros Av. R ebouças, 2 8 7 6 te l- 3 8 1 5 .3 9 9 9
SÃO LOURENÇO (M G ). In cluso: • 1 6 a 2 2 /0 4 . A p a rtir de 5 x R$ a c o m pa nh am en to de té cnico do 7 0 ,0 0 (total de R$ 3 5 0 ,0 0 ). Até Sesc, transporte em ônibus p a drã o 0 9 /0 4 . Inscrições. turism o, seguro-viagem , lanche, hos Sesc Paraíso pedagem com meia pensão, passeios pela ae São Lourenço, visitan do a c i d a de de C axam bu, Estância H idrom in eral, conhecida pelo seu belo Parque de Águas com Fontes G aso sas, M agnesia nas, Alca lin as, Ferruginosas e Sulfurosas. Hospedagem Primus Hotel. A p a rtir de 5 x R$ 6 4 ,0 0 (Total: R$ 3 2 0 ,0 0 - O). De 2 7 /0 4 a 0 1 /0 5 . Saída às 19h do Sesc São Caetano. ^ S A O P A U L O Sesc São Caetano flffllnterlag o s Ip ira n g a ' BERTIOGA (SP). Saídas do Sesc Paraí so. Incluso: acompanhamento de técni ® ' f o ío g ia «k co do Sesc, transporte, seguro-viagem .'P a ra ís o e, conforme o roteiro, lanche, almoço P au lista * e ingressos, hospedagem com pensão ■ Pinheiros completa, cam inhada de reconheci
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mento pelo Sesc Bertioga e passeio pela cidade. Hospedagem: Sesc Ber tioga. Pré-reservas por telefone.
Santo A m a ro São C ae ta n o |V ila M a ria n a
P O M P É IA Rua C lélia, 93 te l- 3 8 7 1 .7 7 0 0
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Interior Sesc A raraquara___________________ i ISABEL Com M aitê Proença. Texto de i Ad erba l Freire Filho e direçã o de Doi m ingos O liv e ira . Teatro. R $5 ,00 1 (0 ) R $ 1 0 ,0 0 ( □ , ♦ ) e R $ 2 0 ,0 0 . 2 5 /0 4 . Q u arta às 20 h3 0.
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GÊNIOS DA MÚSICA. Conta fatos curiosos da vida de grandes mestres da música com o Bacn, M o z a rt e Tchaikovsky. Com Lucimar M a n i. Grátis. 2 4 a 2 7 /0 4 . Terça a sexta, sessões 15h e 16h. H orários destinados ao agendamento de grupos de interessados, pelo telefone: 3 3 0 1 7 5 1 1 .
FORRÓ N O SESC. Com M iltin ho Edilberto e banda. A b ertu ra com Savinho do A cordeon e banda. 2 8 /0 4 , sába do, das 22h às 2h. G iná sio do SESC. R $10,00, R $5,00 (□ , ❖) e R $2,50 (O). Mesas: 10 ,0 0 (com direito a 4 lu-
ÂNGELA RO RO. Volta aos palcos • após um longo recesso, pa ra o lançamentode seu mais recente trab alh o, A certei no M ilê nio. Teatro . R $20,00, R $1 0,0 0 (□ , ♦ ) e R $5 ,00 (O ). 0 6 /0 4 . Sexta, às 20 h 3 0 IRA. Neste show apresenta o repertó rio do trab alh o mais recente, M TV A o Vivo, que consiste numa revisita a clássicos absolutos. G inásio do SESC. R $15,00, R $7,50 (□ , ❖) e R $5,00 (O). 1 9 /0 4 . Q u in ta , às 21 h BOTECO DO CABRAL. O jornalista Sérgio C abral é o mestre de cerim ô nias que recebe os convidados de seu trad icio na l Boteco pa ra hom enagear P ixing uin ha . O a n fitriã o se fa rá acom panhar da cantora N á O zetti, do gru po N ó em Pingo D 'Á g u a e do instrumentista e a rra n ja d o r Proveta. C on vivên cia Externa. R $ 1 0 ,0 0 , R $5,00 (□ , ♦ ) e R $2,50 (O). 2 7 /0 4 , sexta, às 21 h. Sesc A raraquara - Rua Castro Alvez, 1315. Tel.: (016) 3 3 0 1 -7 5 0 0 Sesc Bauru_________________________ A JULIETA (E O ROMEU). Com Cia. Barracão Teatro, através de interpre tações completamente inovadoras de Julieta, O telo, M acbeth, Romeu e Desdêm ona, um casal de clowns revela a m aravilha e a catástrofe de sua rela ção. R $4,00 e R $2,00 (matriculados, estudantes com carteirinha e pessoas acim a de 6 5 anos). 1 2 /0 4 . Q uinta, às 2 0 h 3 0 , no giná-
SUZANA BUCCALON Show "Ella é Demais". N a com panhia de Arism a r do Espírito Santo, Silvia Goes, Lito Robledo e Proveta, a cantora interpreta canções que im ortalizaram a grande intérprete do jazz, Ella Fitzgerald. R $4,00 e R $2,00 (matriculados, estu dantes com com provante e pessoas acim a de 6 5 anos). 0 6 /0 4 . Sexta, às 21 h, no ginásio
TELA À VISTA Program ação que pre tende traze r aos olhos d o público, produções audiovisuais brasileiras. N a Á re a de Convivência. G rátis. Ce bolas são Azuis. Filme de an im a ção escrito, d irig id o e desenhado p o r M arcelo Barão. Foi exib id o e pre m ia do nos principais festivais de cinema do Brasil. 0 3 /0 4 e 0 5 /0 4 . Terça e quinta, a p a rtir das 19h C hifre de C am aleão Prem iado curta metragem de an im a ção film a do em película. Foi selecionado p a ra vários festivais inter nacionais de cinem a, com o os de Lon dres, França, Espanha, C uba e A r gentina. 0 3 / 0 4 e 0 5 /0 4 . Terça e uinta, a p a rtir das 19h Uma História e Futebol C urta de Paulo M achline, pre m ia do no Festival de Brasília com o m elhor film e pa ra a infâ ncia , m elhor música orig in a l e prêm io do público. O film e concorre ao O scar deste ano. 1 7 /0 4 e 2 4 /0 4 . Terças, às 19h JOGOS SESC/ESCOLA Parceria com a D iretoria Regional de Ensino de Bauru. C a te g o ria in fa n til (até 16 anos). Equipes de Bauru e região. M odalida de s coletivas: Futsal, Basuete, V ô le i. M o d a lid a d e s in d iv iuais: Damas, Xadrez, Tênis de M esa. A b ertu ra dia 2 0 , às 14h. De 20 a 3 0 /0 4 . A CUCA FOFA DE TARSILA. Com Cia. A rticula rte - Teatro de Bonecos U tili z an do a técnica de teatro de bonecos m anip ulados, a peça apresenta de form a lúdica uma dive rtid a história com base na o b ra plástica de Tarsila d o A m ara l. Encantado de am o r pela N e g ra Tarsila, o Boi da Lua causa o m aior reboliço no v ila re jo ao disputar o am o r da am a da , fazendo um g ra n de duelo com A b ap oru. R $3,00 e R $1,50 (m atriculados, idosos e estu dantes com carteirinha). C rianças até 12 anos, grátis. 2 2 /0 4 . D om ingo, às 15h, no ginásio. MATEMÁTICA. Serão exploradas a ti vidades e jogos com o intuito de reto m ar diversos conceitos matemáticos, propo rcio na ndo a (re)aprendizagem e, ain da , c on tribu ir pa ra a m anuten ção e estim ulação aa m em ória, bem com o do pensamento lógico-dedutivo e cria tivo. Também, p ro po rcio na r d i versão e prazer, dois componentes básicos pa ra a aprendizagem , seja ela matemática ou não. 0 4 /0 4 , 1 1 /0 4 , 1 8 /0 4 e 2 5 /0 4 . Q uartas, das 15h às 16 h 30 Sesc Bauru - Av. A u re lian o C ardia, 6 7 1 . Tel.: 2 3 5 -1 7 5 0 Sesc Birigui________________________ CESTAS ARTESANAIS DECORATIVAS. 2 0 /0 4 , sexta, das 19 h3 0 às 22h. 2 1 /0 4 , sábado, das 9h às 17h. C lube Renascer da Terceira Idade. ARTES SOBRE TECIDOS. Batik, marm orização, frotage. 21 e 2 2 /0 4 , das 9h às 17h. G a lp ão do Sesc. SESC CAIOBÁ. C aiobá, M atinhos, Pa ranaguá e C uritiba. Saída 2 7 /0 4 ,
sexta, às 23h do Sesc Birigui. Inclui gu ia acom panhante do Sesc, trans porte, seguro viagem , hospedagem com pensão Com pleta. Retorno dia 01 de M aio. Sesc Birigüi - Travessa Sete de Setem bro, 5. Tel.: (018) 6 4 2 -7 0 4 0 Sesc Campinas______________________ Inauguração dia 7 de Abril, às 11K30. C on fira as novas program ações na unidade Sesc Campinas - Rua Dom José I, 27 0. Sesc Catanduva_____________________ ENSAIO ABERTO. Projeto que oferece a atores, diretores e ao público em qeral subsídios técnicos com a fin a li d a de de desenvolver a pro du ção local de teatro. •D eb ate. Com Regina Braga e o d ire to r Zé Possi Neto. 2 7 /0 4 . Sexta, às 21 h. «Direção Teatral. Zé Possi N eto e Regina Braga desenvolvem esta o fi cina com ênfase na direção de espe táculos te atrais, tendo com o base os textos do espetáculo Um Porto para Elisabeth Bisnop. A p a rtir de 15 anos. 4 0 vagas. Grátis. Inscrições prévias na Central de Atendim ento. 25 e 2 6 /0 4 . Q u arta e quinta, das 19h 30 às 21 h 30. «Leitura Dram ática. A a triz Regina Braga rea liza rá leitura d ram ática dos textos do espetáculo Um Porto pa ra Elizabeth Bishop. G rá tis. Lugares limitados. Retirar convites na Central de Atendim ento. 2 7 /0 4 . Sexta, às 20h. RENATO TEIXEIRA. O cantor e com positor Renato Teixeira e sua banda a p re s e n ta rã o a n tigo s sucessos. R $5,00 (O ), R $7,50 ( ♦ , □ ) , R$15,00 . 0 7 /0 4 . Sábado, às 21 h. ENCONTRO M ARCADO COM O FA ZER LITERÁRIO •Encontro M arcado com Lygia Fa gundes Telles. Encerrando o m ódulo Romance, a escritora rea liza rá pales tra sobre sua produção literária no gênero. A o final da palestra será ab erto espaço de debate entre a auto ra e público. G rátis. Retirar convite na C entral de Atendim ento. 1 8 /0 4 . Q u arta , às 20h. Sesc Catanduva - Praça Felicia Toneilo, 2 2 8. Tel.: 5 2 2 -3 1 1 8 Sesc Piracicaba_____________________ QUINTA DE CANTO. «Claudia e Ban da. Apresenta muita bossa-nova, jazz e MPB. 2 6 /0 4 . «Edu Passeto Trio. Apresenta um repertório que inclui clássicos da MPB instrumental e can tada. 0 5 /0 4 . FACES DO BRASIL Exposição de Ri cardo Ehrhardt, escultor que desen volve seus trabalhos em diversos m a teriais, como cerâmica, plástico, pe dra-sabão, papel reciclado Grátis. Até 0 6 /0 5 . A b ertu ra 1 1 /0 4 , às 19h30.
DANÇA AFRO-BRASILEIRA. 3 0 va gas. O rien taçã o do b a ilarin o, coreó g ra fo A lva ro Santos. R $15,00 (O , ❖) e R $20,00. 2 1 /0 4 e 2 2 /0 4 . Sába do , das 1Oh às 13h e das 14 às 17 h / do m in go das lO h à s l 3h. WATSU. Técnica de trab alh o corporal de origem norte am ericana praticada na água. 3 0 vagas. O rientação de Julia Paula M otta S.Pinto. R $10,00 (O) e R $15,00. 2 7 /0 4 . Q u arta , das 14 às 18h. A PERDA DOS OVOS DE PÁSCOA. Dois coelhos atrapalhados perdem os ovos que têm que d a r às crianças, descobrindo, assim, que Chocofredo, um boneco guloso, comeu todos eles. D ireção de Hugo Oskar. M etam orfaces Teatro & Anim a ção .R $2 ,00 (O ) e R$5,00. 2 8 /0 4 . Sábado, às 16h. Sesc Piracicaba - Av. Ipiranga, 155. Tel.: 4 3 4 -4 0 2 2 Sesc Ribeirão Preto_________________ TEATRO N O AR. Repertório da Cia. Circo M ínim o (teatro físico). Reúne qu atro espetáculos que têm po r c arac terística a utilização de técnicas cir censes aéreas em contextos teatrais. Pretende-se, com esta m ostra, a p ro fund ar a relação form a-conteúdo no fazer teatral. R$4,00. R $2,00 (comerciá rio m atric., estudante e aposenta do). Para os qu a tro espetáculos: R $12,00. R $6,00 (com erciário m a tric., estudante e aposentado). Alados E um espetáculo experim ental de per sonagens. Em dez cenas - cômicas, dram áticas, teatrais, coreografadas um solo de cada um dos atores, um personagem é exp lorad o em um a p a relho aéreo. Direção de Rodrigo M atheus. 2 1 /0 4 . Sábado, às 17h, no Teatro de A ren a Deadly Sem texto, D eadly explora a relação homem-mulher: seus erros e acertos, prazeres, frustrações, batalhas e a inevitável cum plicidade. O espetáculo desenvolve-se através da temática dos sete pecados capitais, utilizando a in confundível linguagem aérea /circe nse dos intérpretes. O circo é a m etáfo ra para os perigos das relações, as-
C ircuito Sesc de Dança R apxote. D ire ç ã o Iv o n ic e S a tie . C o r e o g r a fia d e R ic a rd o la z z e ta e S é r g io R o ch a . C o m C ia . d e D a n ç a d e D ia d e m a . In s p ir a d o n o e n c o n tr o e n tr e o r a p e o x o te , rítim o s m u s ic a is q u e tê m p r e se n ç a m a r c a n te d a p o e s ia e d o r it m o . O e s p e tá c u lo b u s c a r e t r a t a r c u ltu r a s d ife r e n te s e sua s re la ç õ e s c o m a c id a d e Sesc São C arlos- 09 /0 4. Sesc R ibe irão P reto - 20/04. Sesc Rio Preto - 21 e 22/04. Sesc São José dos C am po s - 2 7/04.
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Interior sim como, para a alegria dos vôos de liberdade. D ireção de Sandro Borelli. 2 0 /0 4 . Sexta, às 21 h, no Teatro de A rena Ladrão de Frutas Conta a histó ria de um adolescente que decide não mais pisar no chão de sua terra. Re solve viver nas árvores, onde recria seu m odo de vida, vive uma história de am or e torna-se herói de sua re gião. Inspirado livremente na história ae Bruno, segundo notícia do jornal O Estado de São Paulo, e no personaem , Cosme, do rom ance O Barão as Arvores, de ítalo C alvino. Direção de Rodrigo M atheus.2 2 /0 4 . Dom in go, às 17h, no Teatro de A rena M ob y Dick Ad ap ta ção livre do rom ance de Herman M elville. Uma grande aventu ra vista aos olhos de um m arinheiro inexperiente e apaixo na do . O rito de passagem de um jovem que com preende alguns dos mistérios do m un do e situações inusitadas com o m atar baleias, afundar um barco, ver seu capitão m orto. Tudo isso contado sem palavras, através de técnicas circen ses aéreas. D ireção de C ristiane Paoli-Q uito. 2 1 /0 4 . Sábado, às 21 h, no Teatro de A rena INSTRUMENTAL SESC RIBEIRÃO. Apresentações musicais com repertó rio composto exclusivamente de músi ca instrumental. Paulo M artelli Paulo M artelli, violonista brasileiro de reno me internacional, lançou recentemen te o CD Roots, um misto de form ação erudita e repertório popular. Neste show, apresentará obras de Bach, P iazzolla Egberto Gism onti, Barrios, Paulo Bellinati e G e raldo Vespar, entre outros. R$8,00. R $6,00 (usuário matric., estudante e aposentado). R $4,00 (com erciário m atric.). 11 / 0 4 . Q u arta , às 20 h3 0 REAL/ABSTRATO Colagens e m onta gens do artista plástico Fernando Carvalhal. A busca da expressividade nas colagens predominantem ente geom é tricas, onde a cor e os contrastes são as linhas básicas. N as m on ta gens,im agens de pessoas, paisagens, notas antigas, varetas japonesas e ou tros objetos reais sobre o suporte m a deira. O artista ab andona o suporte plano e incorpora outras técnicas, como desenho e pintura, que mais se aproxim am da expressividade que vem buscando e se opõem ao form al e bem acabado. Ab ertu ra dia 5, às 2 0 h3 0, com apresentação musical de M a risa Lemos (violino) e José Roberto de Paula (violão). Grátis. De 0 5 a 2 7 /0 4 . Segunda a sexta, das 13h30 às 21 h30. Sábados, dom ingos e fe riados, das 9 h 30 às 17h30. Sesc Ribeirão Preto VAMOS A O TEATRO. Neste ano o tema Curumim no M undo das Letras terá como destaque o Teatro. Com o a p oio da Secretaria M unicipal da C ultura será realizado o projeto V a mos ao Teatro. Uma vez po r mês crianças das escolas da rede esta dual, m unicipal e p a rticular serão convidadas pelos Curumins para as sistirem a um espetáculo teatral espe cialmente realizado para elas, no Tea tro M uncip al da cidade. As escolas in
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teressadas deverão ag en da r com a n tecedência e retirar convites no setor de program ação. Procurando Firme Uma princesa cham ada Linda Flor m ora num reino onde um terrível d ra gã o m onta gu arda dia e noite. A p e sar do nome, a menina não é flor que se cheire: gosta mesmo é de d a r cabe çadas e rabos-de-arraia. Um d ia , de safia ndo o d ra gã o, sai pelo mundo, atrás não se sabe bem do que, mas, procurando firme. De Rum Rocha. A d ap ta ção e direção de N evde Vene ziana. Exclusivo pa ra escolas convi dadas. G rátis. 1 9 /0 4 . Q u in ta , às 15 h, no Teatro M unicipal Sesc Ribeirão Preto - Rua T ibiriçá, 50 . Tel.: (016) 610-0 14 1 Sesc Rio Preto_____________________ PROJEÇÕES D O OLHAR - ANIMERP. CICLO DE A N IM A Ç Ã O JAPONESA. Exibição de filmes de anim ação ja p o nesa nos mais diversos gêneros. »Rurouni Kenshin OVAs. Dia 0 1 /0 4 . Sony. Japão. 19 99 .» Sailor Moon S, 0 filme. Toei A n im a tin Co. Japão. 1994. 1 5 /0 4 . D om ingo, das 14h às 17h, no Teatro. Entrada franca. FOTOS DA FE. A exposição apresenta cenas de religiosidade po pu lar e espi ritualidade, captadas pelos fo tógrafos Jr. Vig no la , Pierre Duarte e Toninho Cury. De 4 a 1 5 /0 4 . N a Á rea de Convivência. A b erto ao público. 1 ENCONTRO REGIONAL DE PRIMEI RAS DAMAS. Uma reflexão sobre o trab alh o social com idosos nos m uni cípios da região. Conferência "O Tra balho Social com Idosos" , com M a r celo A n to nio Salgado (Gerente de Es tudos da Terceira Idade - Sesc/SP). 2 5 /4 . Q u arta -fe ira , às 9h. TORNEIO INTER-SAÚDE. Torneio de futebol de salão voltado pa ra os seto res de saúde de Rio Preto e região. In form ações no Setor de Esportes. Ins crições até o dia 10 de ab ril, terça, no Setor de Esportes. Início 1 5 /0 4 . D o m ingo, a pa rtir das 9 h 30 , no Ginásio de Esportes. Sesc Rio Preto - Av. Francisco das C hagas de O liv e ira , 1333. Tel.: (017) 2 2 7 -6 0 8 9 Sesc Santos_____________________ CAIXA 2. Com édia de Juca de O liv e i ra, assistida po r mais de 6 0 0 mil pes soas. Com M au ro M endonça, Suzy Rego e Juca de O liveira. D ireção de Fauzi A ra p . 01 /0 4 . S ábado e d o m in go, às 21 h. E A VIDA PASSA... A peça, escrita por M ig uel Falabella, é a continuação de A Partilha. As quatro irmãs voltam a se encontrar, destacando suas q u a li dades e defeitos. O elenco traz Suzana V ieira, Aríete Salles, N ata lia do Valle e Tereza Piffer. 12, 13, 14, 1 5 /0 4 . Q uinta, Sexta e sábado, às 21 h. Dom ingo, às 20h. SOLIDÃO A COMÉDIA. A peça, com
interpretação de Sérgio Lelis, é d iv id i da em quatro sketches sobre a solidão e a dificu lda de de relacionamento en tre as pessoas. Bem hum orado, o tex to ab ord a o tema com iro nia , sarcas mo e m elodram a. D ireção de Helô M arques. 0 6 /0 4 . Sexta, às 21 h.
M unicipal de Educação (Educação Especial). Possibilita que alunos portado res de deficiência auditiva ou visual participem em aulas de educação física e atividades recreativas. De 01 a 3 0 /0 4 . terças e quintas à tarde e as quartas e sextas pela manhã.
14 BIS ACÚSTICO. Show do 11o á l bum do 14 Bis, que transporta pa ra o final do m ilênio o m elhor de 20 anos de carreira do quarteto. 0 7 /0 4 . Sá b ado, 21 h.
Sesc São Carlos - Av. Comendador A l fredo M affei, 700. Tel.: (016) 2727 5 55
JOGOS DA SAÚDE. Os jogos da saú de, rea liza do pelo Sesc Empresa, reu nirá empresas do ram o hospitalar, la b o rató rio clínico, consultório m édico e clínica. As inscrições vão até 1 9 /0 4 . De 2 2 /0 4 a 3 1 /0 5 . Terça à sexta ,da 19h às 22h.
A TRIBO DO SOM. Em busca de um acorde melhor, do acorde maior. *Lô Borges e Samuel Rosa. 2 0 /0 4 , às 20h30. Ginásio.
PONTO DE ENCONTRO. Apresenta ções artísticas dos grupos da terceira idade do Sesc C am pinas, Santos e Prefeitura de São Vicente. C oreo gra fias das profas. Yaciara M arques, Vera Gomes e Susan Baskerville e O fi cina de Coral sob a direção da Maestrina Sandra D iogo M oço. N a Lan chonete. E ntrada Franca. 1 1 /0 4 . Q u a rta , às 15h. Sesc Santos - Rua Conselheiro Ribas, 136. Tel.: (013) 2 2 7 -5 9 5 9 Sesc Sào Carlos_________________ COM O UMA GAIVOTA. Escrita e pro tagonizada por Carlinhos Rodrigues e Drika Vieira, a peça aborda a infância do compositor russo Piotr Tchaikowski e sua relação com Fanny Dumbach, a querida governanta francesa que dele cuidou dos quatro aos oito anos de ida de. Idade m ínima 7 anos. N o Teatro. In gresso R$2,00. 0 7 e 0 8 /0 4 . sábado às ló h e dom ingo às 11 h. ELETRORAVE. RAVE. é uma festa com duração "all-nig ht long". E preciso ale gria e disposição para vara r a noite e amanhecer o d ia dançando tecno, house, drum'n'bass Com Loop B e os DJs Ramilson M aia, Drumagic, M4J. N o Ginásio de Eventos. R $5,00 (O ❖ , □ ), R$10,00. 2 7 /0 4 . sexta, das 22n às 6h. FÁTIMA GUEDES. Considerada uma das maiores revelações da MPB dos anos 70, R $2,50 (O), R $5,00 (❖, □ ), R$10,00. 2 4 /0 4 . Terça, 20h30. RAPXOTE. Eu tiro um cactus do meio da rua, com a Cia. de Danças de Diadema/SP. Inspirado no encontro entre o Rap e o Xote, tipos de músicas que têm em comum a forte presença do ritmo e da poesia. N o Ginásio de Eventos. R $3,00 (O), R$4,00 (□ , ❖ ), R$8,00. 1 9 /0 4 . Q uinta, 20h30. COPA SESC INFANTIL Torneio aberto na modalidade de futebol de cinco, dis putado por equipes masculinas e femi ninas, nas categorias mirim e infantil (dos 13 aos 16 anos). N o Ginásio de Eventos. De 01 a 3 0 /0 4 . sábados, do mingos e feriados, das 9h às 18h. EDUCAÇÃO ESPECIAL Projeto desen volvido em parceria com a Secretaria
Sesc São José dos Campos_________
OFICINA DE HQ - Com Sandra Regina Feltran. Sala B. De 2 3 /0 4 a 3 0 /0 5 , das 19h30 às 21 h. R$15,00 (O) e R $25,00 (SSS) e R$50,00. D OM IN GOS MÁGICOS. Programação de teatro infantil realizada quinzenal mente, aos domingos. • O Coelho Engenheiro. Inspirado na fábula do folclore brasileiro, o espetá culo conta a história de um grupo de bichos aue, na clareira de uma flores ta, resolve construir uma casa para morar. 0 8 /0 4 , às ló h . Auditório. Sesc São José dos Campos - Av. Ad hemar de Barros, 999. Tel.: (012) 340-
2000 Sesc Taubaté_______________________ 14 BIS. Com 20 anos de carreira, o quarteto m ineiro transporta para o iní cio do milênio o melhor de seu 11 o á l bum, que traz antigos sucessos de rou pa nova, como: "Todo Azul do M a r", "Planeta Sonho", "Linda Juventude", entre outros. Dia 0 8 /0 4 , às 20 horas. Grátis. AUGUSTO ARID & BANDA. O espetá culo Brasil que a Gente Gosta faz uma homenagem à música nacional, atra vés de uma viagem à bossa-nova, val sa, chorinho, samba e tantas outras vertentes. Dia 2 9 /0 4 , às 11 horas.
Sesc Taubaté - Av. Engenheiro M ilton de Alvarenga Peixoto, 1264. Tel.: 2323 5 66
C ircuito Sesc de Teatro Q u e d a p a ra o a lto . D e S a n d ra H e rz e r. D ire ç ã o M ig u e l Rocha. C om Cia. de T eatro d e H e lió p o lis Sesc Rio Preto - 08 /0 4, às 20h. Sesc Santos - 22 /0 4, às 20 h. U m p o r to p a ra E lisab eth B ish op . D e M a rth a Góes. D ire çã o José Possi N e ti. C om R egina Braga Sesc T aubaté - 06 /0 4, às 21 n. Sesc A ra ra q u a ra - 10 /0 4 , às 20H30. Sesc C ala n d u va - 25 ,2 6 e 27 /0 4 das 19h às 21 h 3 0 (som en te w o rk-
HUMOR Eduardo Burato
AÍ,6éTi! EU EXTWoltiUO StólE pÈcAWAVAlE»Ei0 M toVM M E.. QuEVERGonHM.
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FiUAlMEKTE SOpEREi KWELA VERôONUA DESMEDIDA. ACORA MEtiH"R»UMAUOVA_£ESSOA! E' ASSí MQOE SE FALA!
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EU vou AUlbéRAFfiR o SEU EXEMPLAR PESSA REVISTA.
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Desprezando os limites da ética, é necessário reconhecer a presença da estética da violência em vários conteúdos da cultura moderna. Não podemos negar a qualidade artística de filmes como Laranja Mecânica (S. Kubrick), Mishima (P. Schrader), Um Dia de Cão (S. Lumet), Apocalipse Now (F. Copolla), Hannibal (R. Scott), Assim nascem os Anjos (M. Salles). O teatro da crueldade de Antonin Artaud, inspira a interatividade da violência proposta pelo grupo catalão Fura dei Baus e pelo grupo catarinense Cena 11. A literatura, as artes plásticas e as artes multimídia incluem nos textos, nas imagens, nos ícones, nas instalações e nos rituais expressões do canibalismo, auto-flagelação, sadomasoquismo e de outras refinadas formas de violência, em nome de uma estética crítica da natureza e do homem. Alguns esportes, apesar de tentarem civilizar as regras da competição, ainda oferecem clássicos espetáculos que cele bram a violência. Isso fica evidente no sangrento ringue de boxe ou nos estádios de futebol. Outros esportes, oferecem a experiência do desafio ao limite, de uma forma perigosa, violenta e aparentemente controlada. São bons exemplos o automobilismo, alpinismo e a maioria dos esportes de rad icais modernos. Algumas atividades, apesar de reprimidas, atingem níveis de doença social recreativa: as brigas gratu itas em bailes, os confrontos de torcidas esportivas, os rachas de fim de semana, a roleta russa, são exemplos de delirantes testes da coragem humana. A cultura de massa tem difundido a violência como um espetáculo elaborado para um público fiel, com audiências que satisfazem a voracidade dos patrocinadores. Noite e dia, são veiculados modelos de violência psicológica e cor poral, que agem como bombas de efeito na moral e no caráter dos espectadores de todas as idades. Do dia para a noite são criados, pela comunicação irresponsável, os nos sos heróis sem caráter - Macunaímas virtuais -, que ganham notoriedade nacional, cultuados com temor pelo cidadão comum. A própria Internet oferece sua contribuição à banalização da violência quando divulga, impunemente, receitas para bombas caseiras, novidades para pedófilos ou orien tações precisas para filiação em grupos terroristas, racistas e de traficantes de drogas. O vídeogame, um dos mais dese jados brinquedos da modernidade, é acusado de estimular 74 revista &
Antonio C. Moraes Prado a violência. No jogo Carmagedon, por exemplo, o jogador tem maior pontuação ao atropelar senhoras idosas, do que animais! A seletividade social no acesso ao lazer produz um ali mento nutritivo para a crescente marginalidade e violência, apesar de muitas experiências comprovarem o potencial dos programas educacionais de lazer como antídoto a esse mal social, o que não nos permite cometer a imprudência de considerá-los a tábua de salvação capaz de, isoladamente evitar a marginalidade social. Esses programas são mais efi cientes quando integrados a outras ações socioeducativas e inseridos na educação escolar e familiar. Outro componente desse potencial é a qualificação interdisciplinar dos ani madores de lazer e a sua competência para interagirem com voluntários da comunidade e desvincularem as atividades do pernicioso objetivo de propiciar a ascensão social pela seleção de talentos para as práticas culturais e esportivas. O Lazer exige espaço. Entendemos que o mais utilizado espaço de lazer é a própria casa, quando animada por uma ambiente familiar sadio e afetuoso, embora este seja, infelizmente, um privilégio de poucos. Outro espaço importante é a escola, que ainda fecha suas portas nos tempos livres e com muita preguiça começa a entender seu potencial social, cultural e de lazer na educação da violência e combate a marginalidade. O grande ambiente para o lazer é a cidade, hoje exigindo alguns milagres da legislação e da vontade política, para recuperar a sua vocação de espaço público seguro para o passeio, para a convivência social e para fruição natureza preservada e das construções humanas. Os raros Centros de Lazer públicos e privados não devem negligenciar seu compro misso com a educação da violência, que sabemos não ser uma necessidade exclusiva das classes sociais desprivilegiadas. Sua ação também deve estar atenta à diversidade e qualidade da programação, que muitas vezes estimula uma espécie refinada de violência, quando oferece o lazer como uma atividade exclusiva, para um público sele cionado ■ A n t o n io
C.
M o r a es P r a d o é M estr e e m E d u c a ç ã o F ís ic a e GERENTE DO SESC INTERLAGOS
Maria Lenk entrevistada nesta edição