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Clipping do Varejo


Super & Hiper Atacado Tenda estuda venda ou fusão com outra empresa A rede paulista de atacarejo está analisando a hipótese de venda do controle da empresa, cerca de 70% do capital, para um fundo de investimento, segundo apurou o jornal Valor Econômico. Os controladores da empresa aguardam apenas o fechamento dos números do ano passado para, com base no balanço anual consolidado, avançar nas negociações. O negócio pode evoluir para algo maior. Há uma proposta em jogo em que o comprador do Tenda poderia adquirir também outro atacadista e formaria um novo grupo no setor. O Roldão teria sido sondado com esse

propósito, segundo uma fonte próxima ouvida pelo jornal Valor Econômico. O Tenda contratou, no fim do ano passado, o Banco Espírito Santo para sondar potenciais interessados em suas operações. Em 2012, a empresa já havia conversado com o grupo Pão de Açúcar sobre uma possível aquisição, mas a negociação não evoluiu. Segundo uma fonte do mercado, o Tenda teria faturado R$ 1,69 bilhão em 2013. O Roldão tem 17 lojas e vendas de cerca de R$ 1,5 bilhão ao ano. Nenhuma das duas diretorias quis comentar o rumor. (SM - 10/02/2014)

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Super & Hiper Chega de mudanças na cúpula do Grupo Pão de Açúcar No último ano, uma série de mudanças de direção no Grupo Pão de Açúcar, incluindo a saída de Abílio Diniz do Conselho e Enéas Pestana da presidência – foram notícias no mercado. Mas, para este ano, a alta cúpula executiva da companhia ficará onde está. Foi o que assegurou Christophe Hidalgo, diretor de finanças e serviços corporativos, em entrevista com jornalistas por telefone. “As mudanças que tinham de acontecer nos cargos estratégicos já aconteceram”, disse ele. “Agora, algumas alterações decorreram da

vontade de alguns executivos saírem da empresa para buscarem novos desafios. Dessas não temos controle.” De acordo com Christophe, hoje a companhia conta com um grupo de executivos bem preparados e adaptados à estratégia de encontrar sinergias entre os vários negócios do GPA para reduzir custos e melhorar rentabilidade. “Houve uma importante participação do Casino na indicação de pessoas e conseguimos reunir um grupo de executivos vindos de diferentes países e setores,

o que só nos traz vantagem”, afirmou Hidalgo. Como exemplo, o diretor citou Líbano Barroso, vindo da TAM, contratado em novembro como diretor vicepresidente de Infraestrutura e Desenvolvimento Estratégico. O novo presidente da companhia desde janeiro, Ronaldo Inaldi, poderia ser outro exemplo. O executivo já representava o Casino no Brasil e tem em seu currículos anos de comando na Oi (na época chamada Telemar ) e Magnesita. (Exame – 14/02/2014)

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Mercado Justiça nega pedido da Nestlé em disputa com Danone O TJ-SP negou um pedido da Nestlé para retirar do mercado o iogurte grego da concorrente Danone. O pedido foi feito no ano passado em função de um suposto plágio na embalagem do produto. No processo, a Nestlé alega que as semelhanças entre as suas embalagens e as da concorrente teriam gerado reclamações no seu Serviço de Atendimento ao Consumidor. Ambas as embalagens utilizam as cores azul e branco, o que torna os produtos idênticos, na visão da Nestlé. A empresa solicitou então uma antecipação de tutela, espécie de liminar, em que os produtos da Danone com embalagens supostamente copiadas fossem retirados do mercado. O pedido, entretanto, foi negado por

unanimidade pelos desembargadores do TJSP, que entenderam que seria necessária uma perícia para determinar se as semelhanças entre as embalagens poderiam realmente confundir os consumidores. A 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do TJ-SP deverá analisar futuramente o mérito da questão. No processo, a Nestlé pede também uma indenização pelo que teria deixado de ganhar por conta da suposta concorrência desleal. Segundo a Danone, “os elementos supostamente coincidentes entre tais embalagens constituem um padrão de mercado”, e que “as marcas estão em destaque nos respectivos produtos”. Já a Nestlé informou que não iria comentar o assunto. (SM – 11/01/2014)

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Mercado Vendas da Heineken no País caem 5% em 2013 A empresa não divulgou a receita obtida no País, mas afirmou que, “em meio a um mercado impactado por pressões inflacionárias, crescimento mais brando da economia e períodos de inquietação social”, as vendas caíram 5% durante o ano passado. Entretanto, a empresa mantém o otimismo para 2014. No balanço anual, afirmou-se que o lançamento recente da Kaiser Radler trouxe

“resultados encorajadores” para a companhia. Na região das Américas como um todo, foram vendidos 14 milhões de hectolitros de cerveja em 2013, uma queda de 2,8% sobre o ano anterior que fez a receita cair 2,3%, para 1,1 bilhão de euros. O lucro líquido anual da Heineken caiu 48,4% em todo o mundo, totalizando 1,59 bilhão de euros em 2013. (SM - 12/02/2014)

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Mercado Varejo teve pior resultado em 2013 em 10 anos, diz IBGE As vendas do comércio varejista caíram 0,2% no mês de dezembro ante novembro de 2013, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira, 13. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam desde uma queda de 0,50% a uma alta de 0,60%, e ligeiramente abaixo da mediana, positiva em 0,30%. Na comparação com dezembro de 2012, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 4,0% em dezembro do ano passado. Nesse confronto, as projeções variavam entre altas de 3,60% e 6,00%, com mediana de 5,00%.

As vendas do varejo restrito acumularam alta de 4,3% em 2013, ligeiramente abaixo da mediana das estimativas (+4,40%) e dentro do intervalo das projeções (+4,20% a +4,60%). Já a expansão de 4,3% nas vendas do comércio varejista no acumulado 2013 foi o pior resultado desde 2003, quando o volume vendido recuou 3,7% no ano. Já a queda de 0,2% nas vendas do comércio varejista em dezembro, no conceito restrito, foi o primeiro resultado negativo após nove meses consecutivos de expansão. (Exame - 13/0122014)

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Mercado Maratá é punida em R$ 500 mil pela Justiça potiguar Uma sentença da 11ª Vara do Trabalho de Natal (RN) condenou a Indústria Alimentícia Maratá em R$ 500 mil por dano moral coletivo. Segundo nota publicada no site do MPT (Ministério Público do Trabalho), a fabricante de café, bebidas e molhos foi processada por submeter os funcionários a metas abusivas, “enganando-os com promessas de vantagens não cumpridas”. De acordo com o MPT, um ex-empregado revelou, em depoimento, ter deixado um emprego anterior em que recebia R$ 6 mil mensais, atraído pela promessa de que ganharia entre R$ 11 mil e R$ 12 mil. No entanto, os valores pagos mensalmente pela Maratá foram de R$ 1,3 mil até R$ 6,7 mil. “Outros depoimentos colhidos no processo

confirmaram que os vendedores não tinham como saber sobre as vendas realizadas, nem sobre quanto lhes era devido em comissões”, informa a nota. Além do dano moral coletivo, a Justiça determinou que a Maratá deixe de contratar trabalhadores oferecendo vantagens que não serão cumpridas e acabe com as metas abusivas. A empresa também fica obrigada a disponibilizar aos empregados sujeitos à remuneração variável o detalhamento dos valores que recebem mensalmente. Em caso de descumprimento, a companhia está sujeita ao pagamento de multa diária de R$ 1 mil até o limite de R$ 500 mil. A Maratá não se manifestou sobre o caso até o momento. (SM 12/02/2014)

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Mercado Frigorífico paranaense alcança receita de R$ 1,2 bi em três anos Fundado no fim de 2011, a partir da aquisição da paranaense Avícola Felipe pela Frangos Canção, o grupo GTFoods já ultrapassou, em 2013, a marca de R$ 1 bilhão de faturamento. A receita foi de 1,2 bilhão. E a intenção da empresa é crescer rapidamente, para R$ 1,6 bilhão neste ano e, em 2015, dobrar a receita atual para R$ 2,5 bilhões. Especializada em carne de frango, a empresa vem ampliando sua produção paulatinamente. Em 2013, foram abatidas, em média, 480 mil aves por dia, 110 mil a mais do que no ano anterior. Para 2014, a expectativa do GTFoods é abater 510 mil aves por dia. Atualmente, a companhia tem cinco abatedouros de aves, quatro no Paraná e um na cidade catarinense de Ipuaçu. Além disso, a companhia está concluindo um estudo de viabilidade para a construção daquela que seria sua primeira fábrica de embutidos.

“O projeto já está na fase final de orçamento. Vamos decidir em dois meses”, diz Rogério Gonçalves, diretor administrativo do GTFoods. Segundo ele, os executivos da companhia vão visitar fábricas do mesmo tipo nos EUA para decidir se investem nesse segmento. Caso decida positivamente, a GTFoods produzirá itens como salsicha, linguiça de frango e mortadela. Mesmo exportando para mais de 70 países, segundo Gonçalves, o grupo tem 70% de sua receita gerada no mercado interno. Mas o plano é que as exportações cresçam nos próximos anos, equilibrando essa balança. Além da carne de frango, o executivo ressalta a importância da área de distribuição de alimentos da companhia, que já vende produtos como bacalhau e batata com a marca Canção. Atualmente, essa área já representa 8% do faturamento do grupo. (SM – 1402/2014)

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Economia Ainda na esteira do Fed, dólar opera em alta leve Apesar de um dia de agenda fraca de indicadores, o noticiário econômico até o momento está carregado de informações que direcionam os mercados monetários. No dólar, ainda pesa o discurso feito ontem pela presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, sinalizando a continuidade da atual política de retirada de estímulos nos Estados Unidos e, ainda, dados positivos do comércio exterior na China, que aceleraram de forma inesperada. A aprovação na Câmara norteamericana na noite de ontem da suspensão do teto da dívida até 15 de março de 2015 também reflete positivamente entre os investidores. De outro lado, a menção do Fed à vulnerabilidade do Brasil, entre os cinco mais frágeis ao lado de Turquia, Índia, Indonésia e África do Sul, já fez o real perder terreno ante o dólar durante a tarde de ontem e segue repercutindo na manhã de hoje, em meio a preocupações também

com fatores locais. Após abrir em leve alta de 0,12%, o dólar à vista no balcão chegou à máxima de R$ 2,4130, em alta de 0,42% por volta de 9h32. A cotação da moeda norteamericana perdeu força após a rolagem de swap e seguindo o exterior. Às 12h25, o dólar à vista estava em alta de 0,08%, cotado a R$ 2,4050, na mínima do dia até agora. Swap. O Banco Central vendeu todos os 4 mil contratos de swap cambial ofertados hoje, no valor de US$ 197,0 milhões. Para 1º de agosto de 2014, o BC rejeitou todas as propostas apresentadas. Para o vencimento de 1º de dezembro de 2014, foram vendidos 4 mil contratos (US$ 197,0 milhões). Esta operação faz parte da nova fase do programa de intervenções diárias no câmbio. No primeiro semestre de 2014, haverá leilões de 4 mil contratos de swap de segunda a sexta-feira. ( Economia – 12/02/2014)

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Economia Vendas da Nestlé no Brasil somam quase R$ 12 bilhões A empresa anunciou receita de 5,116 bilhões de francos suíços no País em 2013, equivalente a R$ 11,9 bilhões, considerando a cotação média do ano. A empresa afirma que o resultado gerou crescimento “de dois dígitos” sobre 2012 no País, mas, na moeda original suíça, o efeito do câmbio gerou queda de 10,4% na comparação com 2012. Em 2013, o dinamismo da Nestlé foi puxado pelos emergentes, incluindo o Brasil. A multinacional obteve 44% de seu faturamento nessas economias. As vendas nesses mercados cresceram 9,3% em 2013, acelerando em relação aos 8,8% parciais dos nove primeiros meses do ano. Nos países desenvolvidos, a expansão das vendas foi de apenas 1%. Mas, apesar do bom resultado, o Brasil caiu de terceiro para quarto maior mercado da empresa, com a ascensão da China. O ‘ranking’ agora é: Estados Unidos em primeiro e China, França e Brasil na sequência. Globalmente, a Nestlé projeta

para 2014 um ano mais difícil, com crescimento fraco nos países desenvolvidos e abaixo dos níveis recentes dos emergentes. Mas, sobre o Brasil, Paul Bulcke, presidente da companhia, afirmou que isso não afetará o ritmo dos investimentos. “Estamos com investimento igual ao do ano passado. Temos muitas fábricas no Brasil e não vamos pará-las”, afirmou o executivo. Mesmo em relação à alta inflação brasileira, Bulcke destacou que “em outros países é muito pior”. Mas ele admitiu que, de uma forma ou de outra, esse fator, além do menor crescimento da economia e da desvalorização da moeda, traz alguns problemas. Globalmente, as vendas da Nestlé cresceram 2,7% em 2013, totalizando 92,2 bilhões de francos suíços (US$ 99,4 bilhões na cotação média). O lucro líquido ficou em 10 bilhões de francos suíços (US$ 10,8 bilhões,) com queda de 2% sobre o ano anterior. (SM - 12/02/2014)

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Móveis & Eletro Via Varejo eleva lucro no 4º tri, mas ações caem em dia ruim A Via Varejo, divisão de móveis e eletrodomésticos do Grupo Pão de Açúcar, mostrou avanço do lucro no quarto trimestre, mas suas ações caíam nesta quinta-feira em um dia de baixa generalizada na bolsa, agravada por números ruins do setor. Mais cedo, o IBGE divulgou que as vendas do varejo brasileiro avançaram 4,3 por cento em 2013, na pior expansão em 10 anos. Mesmo com o lançamento do programa do governo de subsídio à compra de móveis e eletrodomésticos Minha Casa Melhor, em junho, o segmento de móveis e eletrodomésticos viu o crescimento das vendas desacelerar para 5

por cento em 2013, ante 12,3 por cento no ano anterior. Às 13h24, as units da Via Varejo recuavam 0,89 por cento, a 24,48 reais, com as ações do GPA caindo 0,63 por cento. O Ibovespa, índice do qual a Via Varejo não faz parte, caía 1,73 por cento no mesmo momento. Em teleconferência com analistas, o diretorpresidente da Via Varejo, Francisco Valim, afirmou que a companhia vê continuidade no plano de melhoria de resultados em 2014 apesar de um cenário menos animador para o setor. (Exame – 13/02/2014)

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E-Commerce Netshoes agora entrega produtos de bicicleta Esqueça os drones. A novidade na Netshoes é entregar produtos à moda antiga: de bicicleta. O novo serviço está disponível desde segunda-feira para pacotes de até dois quilos. aso o pedido seja feito antes das 13h, a empresa garante a chegada do produto na casa do cliente até as 22h do mesmo dia. Já para as compras feitas depois desse horário, a entrega é realizada até as 15h do dia seguinte. Por enquanto, a “entrega super esportiva” só está disponível para a cidade de São Paulo. Podem optar pelo serviço os moradores dos bairros Granja Julieta, Itaim Bibi, Moema, Saúde, Vila Mariana Liberdade, Pinheiros, Vila Madalena, Lapa e Vila Leopoldina.

A ideia é levar o esporte para todas as áreas possíveis dentro da empresa. Além disso, a Netshoes afirma estar pensando na redução das emissões de CO2. Segundo a empresa, cada ciclista irá percorrer uma distância média de 74 quilômetros por dia. Cada quilômetro rodado de bicicleta economiza de 50 a 100 ml de gasolina, o que evitaria a liberação de 113 g de gás carbônico na atmosfera, segundo a companhia. A “entrega super esportiva” está disponível entre segunda-feira e sábado e é cobrada. Para consultar a disponibilidade e o valor do serviço, o consumidor deve inserir o seu CEP no carrinho de compras e, se possível, optar pelo tipo de frete. (Exame – 11/02/2014).

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17/02/2014

Este informativo é destinado à comunidade de interesse sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e funcionários de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratório de Varejo do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM.

Produzido por: João do Carmo Renata de Oliveira

Coordenação: Prof. Ricardo Pastore


Clipping do varejo 17/02/2014